One Piece RPG
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Licia Hoje à(s) 06:53

» The One Above All - Ato 2
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 02:57

» Um novo tempo uma nova história
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Thomas Kenway Hoje à(s) 01:57

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor CaraxDD Hoje à(s) 01:57

» O catálogo continua, Baterilla a cidade da beleza
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor maximo12 Hoje à(s) 00:05

» Arco 3: Entre a Luz e as trevas!
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Kenshin Himura Hoje à(s) 00:01

» Livro Um: Graduação
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor ADM.Noskire Ontem à(s) 23:36

» As mil espadas - As mil aranhas
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Revescream Ontem à(s) 22:14

» Ballu
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor DarkWoodsKeeper Ontem à(s) 21:32

» [ Ficha ] Resin Callahan
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Dogsofain Ontem à(s) 21:06

» Rumo à Grand Line?
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Handa Ontem à(s) 20:16

» Ato 157: Se eu quisesse tua opinião, Eu tirava na Porrada
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Dante Ontem à(s) 20:06

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Akuma Nikaido Ontem à(s) 19:49

» Blue Guardian! Luca o soldado da justiça!
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 19:15

» Cap.1 Deuses entre nós
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor ADM.Tidus Ontem à(s) 19:14

» Kizumonogatari
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Milabbh Ontem à(s) 17:47

» Pandamonio, Vol 1 - Rumo à Grand Line!
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor GM.Muffatu Ontem à(s) 17:36

» Alipheese Fateburn
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor GM.Alipheese Ontem à(s) 17:18

» Um Rugido Inicial
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Revescream Ontem à(s) 16:39

» Enuma Elish
Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Emptypor Thomas Kenway Ontem à(s) 16:31



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Apresentação - 2: Falência ambígua

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 59
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas


Data de inscrição : 20/01/2019

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyQua 29 Jan 2020, 18:21


Que ótimo…(ironia)... O segundo atirador subiu as escadas mais rápido que eu gostaria, agora estou encurralada dentro desse escritório e minha única saída é um corredor, esse cenário é ótimo para o atirador, pobre de mim que sou um alvo tão fácil. Como minha pessoa deve escapar dessa situação desesperadora… " Esse chapéu parece bonito, e talvez combine com minha roupa, será que serve em mim? Só há uma maneira de descobrir.” Então pegaria o chapéu que está no cabideiro e o provaria, ajustando cuidadosamente sob minha cabeça para não ficar apertado e nem frouxo. Como esse segundo atirador não me parece ter intenção de entrar na sala, eu me permito esse luxo.

- Ei! Eu estou tão entediada dentro desse escritório… Diria fingindo estar muito carente, mas na verdade ainda estaria ajustando o chapéu na cabeça e fazendo algumas expressões e poses imaginando se ficou ele ficou bem em mim. Provavelmente o atirador irá dizer uma resposta em negação, ou nem dizer nada. Em ambos os casos. - Vamos, não se faça de dificil, eu adoraria ter alguém para satisfazer-me, estou tão sozinha e carente. - Dizendo com um tom de voz bem manhoso,  não somente para atiçá-lo, mas para também tentar identificar a posição do atirador através de sua voz, caso o mesmo responda. Eu ficaria esse tempo todo próximo a parede e o cabide, evitando aparecer na porta.

E se o atirador não entrasse no escritório eu continuaria demonstrando estar carente. - Você está sendo tão malvado… - Então um sorriso maléfico surgiria em meus lábios, enquanto retiro o casaco do cabide e começo a amassá-lo um pouco, depois de encostar a lança na parede. - Nesse caso, eu irei imediatamente ao encontro de vossa pessoa. - Agora utilizaria um tom de voz mais travesso.

Segurando o casaco parcialmente embolado na mão esquerda e a lança na mão direita, eu me colocaria de costas para a parede próximo a porta e jogaria o casaco para o alto em direção ao corredor, estendendo o cotovelo esquerdo e erguendo o braço. Para fazer o casaco “abrir” no ar e poder ir um pouco mais longe, com isso eu esperaria que o atirador fosse disparar contra o casaco apenas por instinto depois de eu provocá-lo, e também por reflexo ao ver um objeto grande “voando” pela porta, antes mesmo de identificar que não se trata de minha belíssima pessoa.  

Após arremessar o casado eu correria dobrando pela porta e atravessando o corredor, mantendo-me inclinada para passar por debaixo do casaco arremessado antes dele cair no chão. Avançaria em uma linha reta na direção do atirador, esperando que ele fosse mira o revólver em mim para atirar, nesse momento eu manteria meu olhar focado no atirador, e abaixaria-me um pouco flexionando os joelhos, e saltaria para o lado, logo em seguida voltaria a correr em linha reta para me aproximar dele. Então segurando a lança apenas com a mão direita eu ameaçaria arremessá-la, esboçando um sorriso confiante para deixar o atirador inseguro, e terminaria de gesticular o arremesso, porém abaixaria o braço para acertar o chão, e seguraria na haste com a mão esquerda para aumentar a firmeza, então iria impulsionar-me sob a lança para saltar na direção do atirador.

Eu manobraria meu corpo para ficar de cabeça para baixo no ar em um salto carpado, trocando a empunhadura da mão direita para estocar o atirador no meio do peitoral e abrir um corte seguindo a rotação dos giros. Caindo por detrás do atirador, apenas para observá-lo por cima do ombro, aguardando ansiosa por sua queda. Se o atirador demonstrasse alguma resistência eu ficaria irritada por ele arruinar meu momento de vitória, dando meia volta para cortar as costas dele, segurando a lança com as duas mãos mantendo a direita próximo à lâmina, para fazer um corte ascendente na diagonal. E assim que ele caísse eu finalmente continuaria a seguir pelo corredor em busca das escadas.

Mesmo eu acreditando muito que não, o atirador ainda pode entrar no escritório, e nesse caso eu derrubaria o cabide nele assim que cruzasse a porta, e iria aguardá-lo a se recompor, apenas para perfurá-lo no abdome, torcendo um pouco a lança enquanto pressiono-a para que adentre mais fundo, e  depois iria puxá-la para o lado afim abrir um corte e acertar o braço que ele segura o revólver.

>><<

Já estando cansada de lidar com servos medíocres eu volto a procurar pelo cômodo o de o barão está escondido, começando pelo terceiro andar em busca de possíveis vigias em frente uma porta. Se não encontrasse guardas no terceiro desceria até o primeiro novamente.

Por já estar impaciente eu não tentaria passar despercebida, na verdade faria questão de ser notada por algum mercenário. - Por quanto tempo pretendem inutilmente tentar matar a única pessoa dessa mansão que sabe exatamente o que está acontecendo? - Digo revirando os olhos em desprezo, e abaixando minha arma não expressando qualquer intenção e vontade de revidar assim que alguma hostilidade fosse dirigida a mim. - Não tenho tempo para lidar com servos sem relevância, se deseja encerrar esse ataque rapidamente apenas me leve até o local onde o barão está escondido, essa fazenda irá arder em chamas antes de qualquer reforço por parte da marinha chegar, sua melhor opção é confiar em mim, eu apenas quero a recompensa pela cabeça de um dos criminosos responsáveis por essa invasão, não tenho o menor interesse em atacar seu patrão o filho dele. - Diria demonstrando alguma seriedade, mas estando bem tranquila e até mesmo um pouco relaxada, apesar de toda a situação.

Se fosse o suficiente para quem estivesse  ouvindo acreditar em minha pessoa ou pelo menos hesitar antes de me atacar eu jogaria a lança com o cabo na horizontal aos pés do mercenário. - Eu permito que carregue-a, já estou cansada de ficar andando com ela, e não preciso de uma lança para conversar. - Acredito que essa atitude seria suficiente para atenderem minha exigência, afinal eu abri mão de empunhar minha arma sem hesitar, então eles podem me atacar enquanto estou praticamente sem nenhuma proteção, caso pensem que minha pessoa poderia estar blefando.

Então se optassem por me guiar até o barão eu coloco as mãos atrás da cabeça com os dedos entrelaçando e os seguiria despreocupadamente. - Não carrego nenhuma arma escondida, depois eu deixo você me revistar até se satisfazer. - Brincaria com o mercenário, caso ele ainda parecesse desconfiado, até mesmo daria uma piscadela para provocá-lo. Bom eu estou usando um par de tornozeleiras, mas a única forma de alguém morrer por causa delas seria de desgosto por arruinarem meu look.

Talvez de nada adiantaria todo meu gigantesco esforço em não punir mais servos, e eles simplesmente optem por adiantar a própria passagem só de ida para o purgatório,  então apenas iria esperar virem até mim com intenção de golpear-me, aguardar-ia eles começarem a atacar, então iria revidar golpeando de baixo para cima com intenção de acertar punho ou tornozelo (em caso de chutes), utilizando minha velocidade para conseguir acertar antes de completarem o golpe, apenas como uma maneira de demonstrar minha benevolência, permitindo-os a pensarem melhor. Caso tenha um atirador iria esperar ele apontar a arma para mim então pularia rolando para trás de algum móvel grande o suficiente para servir de cobertura.


Histórico:
 
Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 54
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptySex 31 Jan 2020, 11:39




A melodia da paixão ecoou de dentro do cômodo, muito embora as palavras ditas destonassem um pouco da intenção de quem as proferia. Distraidamente Kare experimentava o chapéu, este que teria sido um pouco grande, mas que devido a peruca serviu perfeitamente, assim como qualquer coisa que vestisse aquele corpo esculpido pelos deuses.

Enquanto falava a musa continuava posando como se houvesse uma centena de fotógrafos degladiando-se a sua frente para ter o privilégio de clica-lá. No entanto ao menos para isso o atirador parecia ter intelecto o suficiente e assim manteve-se calado o que na verdade era uma reação bastante justa exceto por suas partes baixas que bem…. Digamos que elas não estavam tão quietas. [Slap]

Kare prosseguia, mas talvez por estar preocupada demais em o quão bem o chapéu estava em si suas palavras soavam mais perversas do que sedutoras, tal como seria de se esperar de um belo demônio que ela era. De toda forma o efeito era perceptível, talvez por ter visto seu colega morto ao pé da escada e ter ouvido o grito do outro atirador junto às palavras repletas de sadismo da jovem este homem ali tornou-se muito mais prudente, o que nesse momento poder-se-ia resumir como: Medroso.

O atirador permaneceu na posição que estava, certamente receoso de avançar mais. Ali sentia-se seguro e fora do alcance de sua oponente enquanto sabia que seria capaz de mantê-la presa no cômodo até que outros chegassem para lhe prestar suporte. Por outro lado Kare não parecia muito animada em esperar que isso acontecesse.

Com o chapéu na cabeça agora era a vez do casaco. Com parcimônia como alguém que possui todo o tempo do mundo a jovem enrolou a vestimenta até ter uma pequena trouxa em suas mãos, recuperando então sua lança se preparou para atuar enquanto se aproveitava do fato do atirador estar com os nervos à flor da pele.

A visão do mesmo foi subitamente tomada, suas pupilas se contraem e os disparos começaram a ser executados na direção do casaco. Kare neste momento com uma postura baixa começava a se mover, o atirador descarregava os outros quatro tiros restantes, mas o que Kare não contava era com o quão ruim podia ser a pontaria daquele homem.

Três dos disparos realmente por algum tipo de milagre havia perfurado o casaco, talvez por este ser grande? Mas o último tiro devido a mira completamente imprópria daquele homem errou o alvo… Ou talvez deva ser dito que acertou o alvo? Na verdade também não, mas havia sido por pouco.

Kare abaixada passou correndo por baixo da vestimenta, mas assim que cruzou a mesma sentiu um vento cortante passando ao lado do seu magnífico rosto. Naquele momento havia sido apenas por um triz que não perderá o olho. Alguém ia morrer se esse tiro pegasse e sei que não seria a personagem.

- Merda! - Essas haviam sido as últimas palavras do sujeito amaldiçoado que em sua precariedade não carregava sequer uma segunda arma, ao menos podemos dizer que a última visão que teve eras de fato peculiar, pois vagava entre mundos, um anjo perverso que estendia suas asas negras sobre as vidas daqueles que ceifava.

Seu rosto era desolado, sangue borbulhou por sua boca quando se engasgou pelo choque, tossiu fazendo com que mais sangue voasse e por fim caiu ajoelhado fazendo audível o baque surdo de seus joelhos contra o piso de madeira. - To...mara….q...vo.. - falava em longas arfadas em uma voz repleta de dor, não era um tom audível, mas estava repleta de ódio. ...cê...sofra. - Caiu para frente de cara no piso.


>>><<<

O restante do avanço de Kare seguiu sem impedimentos, enquanto correu pela casa não viu em qualquer lugar que fosse o lutador que havia fugido anteriormente quando invadiu a mansão. Era provável que logo a fazenda recebesse reforços, mas ainda tinha algo a fazer.

Foi quando entrou em um corredor, neste a duas portas de distância de onde estava havia uma porta entre aberta com luz saindo do cômodo. Esta parte estava localizada no terceiro andar na parte frontal da casa e também parecia ser aproximadamente a região mais central do local.

Parte das frases que pretendia dizer naquele momento se mostram desnecessárias devido a cena que se deparava dentro do cômodo.

- Ah. Nossa convidada chegou. - O homem que falava estava neste momento segurando uma cabeça ensanguentada contra a parede do cômodo, a parede tinha alguns sinais de rachadura. No chão havia o mesmo chapéu que havia visto nos outros três que havia lutado. Os olhos do sujeito estavam completamente brancos, sangue escorria por sua face e sua boca estava aberta com alguns dentes quebrados. - Me perdoe por isso. - O homem soltou a cabeça fazendo com que o infeliz deslizasse pela parede caindo no chão completamente sem forças embora ainda devesse estar vivo devido aos gemidos moribundos que escapavam de seus lábios rachados. - Não são os melhores modos para receber alguém, mas não a esperava tão cedo. - A voz do mesmo era firme e completamente despreocupada, mas cheia de uma polidez que só aqueles bem criados possuem.

O homem se virou pegando um lenço em cima de uma mesa de centro enquanto limpava as mãos. - Esse idiota subiu correndo para avisar que estamos sendo invadidos. - Continuou a caminhar, ia em direção às grandes janelas no fundo do cômodo onde era possível ver claramente as plantações de uva e também duas torres de vigilância em chamas, ali ele nada disse apenas fez um gesto simples em direção a janela enquanto dava um suspiro cansado.

- Se procura por meu pai lamento informar-lhe que não o irá encontrar e que também não será possível fazê-lo mesmo que insista. Talvez se tivesse chego uns quatro minutos antes o teria encontrado.

O sujeito era bastante alto e de corpo atletico. Tinha ombros largos e vestia-se de maneira bastante apresentável. A calça era de coloração escura com bom e justo corte, em seus pés haviam botas de cano alto com cadarços até o meio das canelas com a calça posta por dentro desta. Vestia uma camisa branca com um colete cinza escuro de botões grandes por cima. Havia uma gravata em seu pescoço, mas ao invés de estar presa com um nó era fixada por um broche dourado estrelado. Acima destes havia um casaco marrom escuro com detalhes marrom claro na costura vertical e tanto ao redor do pescoço quanto nos punhos haviam pelos de coloração marrom clara combinando com o detalhe vertical da costura. Seu cabelo era de corte médio, brilhante, loiro e liso. Não passava do comprimento de sua testa e tinha um penteado levemente "bagunçado". Tinha um par de olhos argutos os quais não era possível discernir a cor neste momento, seu nariz e sua boca eram finos, mas combinavam bastante com seu rosto igualmente suave. Sua pele tinha um tom levemente dourado bastante saudável de alguém que havia passado uma quantidade de horas aceitáveis ao sol. Em seu rosto, aproximando-se do olho havia uma cicatriz, esta era limpa e bastante reta cruzando a testa em direção ao olho direito o que lhe dava uma pequena falha na sobrancelha e também na "perfeição" de sua aparência.

Ele estão começava a tirar o casaco pondo-o dobrado sobre o encosto da cadeira próxima a janela, esta era ornamentada em dourado e possuía um almofadado vermelho com costuras em cor vinho. Estes detalhes só eram possíveis de enxergar, pois o quarto estava bem iluminado por um alto e pomposo lustre feito de cobre. Na parede à sua esquerda Kare poderia ver quadros, livros e também a marca rachada onde a cabeça do lutador havia sido esmagada. Ao fundo havia algo similar a uma pequena saleta com poltronas, uma pequena adega, mesas e livros. Ali também havia as janelas que davam para a frente da propriedade. Numa destas cadeiras o casaco do homem à sua frente havia sido posto. Ele agora começava a enrolar as mangas de ambos os braços.

A direita havia uma parede mais austera e uma porta que finalmente dava acesso ao quarto ao qual ela conseguia enxergar apenas uma ponta da cama. Ao todo o cômodo tinha 5m entre as paredes da esquerda e direita e outros 5 entre a porta de entrada em que Kare estava e as janelas de vidro a frente.

- Meu nome é August Von Tenfloy e lamento muito ter de matar uma dama tão bela quanto és vós. - Ele terminava de dobrar a primeira manga, provavelmente ouviria qualquer coisa até terminar a segunda. [/color]



.


____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptySex 31 Jan 2020, 23:39


Uma cena deveras interessante me era apresentada, confesso que era diferente da minha expectativa, mas não necessariamente pior ou melhor. Um misto de decepção, alívio e interesse tomou minha mente, colocando o dedo indicador dobrado abaixo do lábio inferior apenas contemplando o momento precisei de alguns instantes para processar tudo, e fazer uma sutil mudança de planos. - É nítida a falta de capacitação dos patrões em contratar criados eficientes. - Um comentário foi feito por minha pessoa, apenas para temperar o ar e deixar os nervos mais aflorados, mas não era minha atenção conquistar a inimizade do baronete.

- Mas não fique deprimido, meu padrão desmedidamente elevado não seria atendido por meros empregados, independente do contratante. - Não era apenas uma forma de enaltecer-me, mas também uma tentativa de amenizar meu comentário anterior massageando o ego deste nobre jovial. Afinal Tenfloy Jr. foi merecedor de minha aprovação, esbocei um sorriso maliciosamente satisfatório após finalmente conhecê-lo um pouco melhor.

Agora já estando decidida apenas repouso a lança na parede mais próxima de mim, e me alongo um pouco esticando os braços para cima enquanto entrelaço a ponta dos dedos e movimento o quadril circularmente bem devagar. - Uhrmm… - Deixei um gemido escapar enquanto destencionei o corpo para me sentir mais confortável. Então caminharia até algum móvel pequeno, talvez um criado mudo e me sentaria sob ele cruzando as pernas, fazendo o casaco cair por detrás dos ombros, aproveito para desprender óculos da saia e o coloco na ponta do nariz enquanto o baronete terminava de dobrar as mangas.

- Apesar de tal deselegância por parte do barão em não recepcionar-me para um audiência, meu objetivo é apenas assustá-lo, acredito que servir a cabeça do filho dele em uma bandeja de prata seja mais do que suficiente para fazê-lo submeter-se. - Diria com a voz carregada de arrogância em um comentario debochado, mantendo o olhar atravessado para August,  como se estivesse o desafiando diretamente.

Faria uma pena pequena pausa, prestando mais atenção agora nas lentes do óculos, aguardando por uma resposta, ou talvez um soco direto no rosto, mas não me sentiria incomodada. - Porém tal objetivo não é de meu interesse, você me é mais útil estando vivo. - Diria mais como um suspiro desinteressante, e então volto a encarar August por um tempo, apenas para logo em seguida desviar a atenção usando o casaco para limpar as lentes do óculos após retirá-lo do rosto, apontando-o contra o lustre para ver se as lentes estão empoeiradas. Mesmo se ele me atacasse eu não iria reagir ao ataque pois tenho confiança de que o próprio August vai interromper o golpe quando ouvir a segunda parte do meu comentário.

Se por acaso o Baronete perdesse a compostura e viesse resolver nossas pendências de maneira não diplomática mas interrompesse o ataque ficando perto de mim, eu gentilmente diria. - Poderia me fazer gentileza de afastar-se? Sua pessoa está cobrindo a luminosidade, assim não consigo enxergar se as lentes estão limpas ou empoeiradas. - Ignorando totalmente o contexto da cena assim como o status social de August, nesse momento ele apenas é um alguém que está me atrapalhando a limpar as lentes do óculos.

Após limpar os óculos eu os prendo de volta na saia, e agora retiro o chapéu e fico rodando-o no dedo indicador. - Meu objetivo inicial é recompensa pela cabeça do Hen, eu optei por me aproximar dele e derrubá-lo de dentro, minha idéia inicial era acabar com um dos homens de confiança dele que atualmente está no portão principal da mansão se cansando com os mercenários contratados por sua pessoa, eu faria isso depois de matar você e surrar o vosso pai, porém…- Deixo o chapéu acima de algum móvel. (Afinal ele nem é tão bonito agora que posso vê-lo com mais clareza, e nem combina com minha vestimenta). Nesse momento eu começo a encarar August fixamente estando com uma intensidade no olhar, e caminho na direção dele tocando sutilmente seu rosto com a ponta de meus dedos, descendo até abaixo do queixo, passando pelo pescoço, até chegar ao ombro onde eu pressionar-ia meus dedos com mais fervor, em seguida iria deslizar a mão pelo peitoral do loiro, enquanto o circundo deixando no ar o rastro de meu perfume tentador.

Apertando firmemente os ombros de August com as mãos ficando com meu rosto próximo ao dele, mantendo minha boca próximo ao lado do pescoço dele para minha deixar August sentir o calor da minha respiração atrás da orelha. - Acredito que vossa pessoa possa satisfazer-me mais do que apenas algumas migalhas. - Meu tom de voz afetuoso teria uma pitada generosa de perversão para apimentar o doce veneno em forma de palavras.

Então movimento meu rosto até o outro lado do pescoço de August, deixando um riso maléfico escapar, e levo minha mão do ombro dele até atrás da orelha do loiro para afagar engenhosamente cabelos dele com os dedos Poderia ser com as unhas se ""ALGUÉM!"" não tivesse feito o favor de quebrá-las., deixando meu queixo apoiado sob o ombro do Baronete próximo ao ouvido. - Poder ou riquezas não me atraem tanto quanto cativar o coração das pessoas, eu acredito que você possa ter utilidade em me fazer conquistar algum prestígio, aquilo que faz os outros sentirem uma labareda incessante, vindas das profundezas até a superfície do ser, onde apenas a excitação domina,  vossa pessoa consegue entender o que quero dizer, Aug...? - O feitiço ardiloso da diabinha no ombro continuaria a penetrar na mente de Aug, ela decidiu trazer mais vivacidade para a cena, a mão que estava no ombro do loiro iriar percorrer por detras braço, e desliza-la pelo quadril alcançando o abdôme, fazendo a ponta dos dedos tocarem por debaixo da bainha da calça, e apesar da vontade de "acidentalmente" escorrer para baixo, eu iria sutilmente pelo abdôme até chegar no centro do peitoral, onde as garras cravar-se-iam com mais fulgor.

A diabinha por sua vez se deliciava com a situação apreciando o baronete com o canto dos olhos, o sorriso malicioso reflete minha diversão, a melodia graciosa iria-a atraí-lo para meu jogo, onde ambos podemos ganhar. - E se você comportar-se bem, pode fazer com que um incêndio se acenda no meu interior, e com isso receberá algo mais prazeroso do que uma simples compensação justa. - Se antes eu estava tentando me conter, agora permitiria que toda a perversidade  fosse expelida através da minha fala tentadora. E para finalmente livrá-lo de meu encanto, eu paro de afagar seus cabelos dourados, e dou um tapa firme na bunda de Aug, apertando firme, apenas para descontrair a situação de maneira impertinente. (E também porque eu quero saber se é durinha, me julguem u.u) E me afasto ardilosamente indo na direção da poltrona, para causar a impressão de que desapareci atrás dele.

Depois de deixar Aug degustar uma parcela do aperitivo, eu me sento confortavelmente na poltrona, cotovelo acima de um dos braços dela, cruzo as pernas plenissima. - Tentarei ser o mais breve possível, apesar de ainda termos algum tempo. - Apesar de estar visivelmente despreocupada, eu não estaria sendo sarcástica, irônica ou debochada… Vocês sabem que eu odeio discursos longos. Antes de prosseguir meus olhos se cruzaram com a adega por alguns segundos. " Eu realmente gostaria de beber algo para saciar a sede." E retorno o olhar para Aug. - Essa invasão é apenas um aviso por parte do Hen, ele pretende fazer o barão Tem se afundar em dívidas após queimar parte da plantação, assim como pretende usar vossa morte para desencorajar outros produtores a se rebelarem, mesmo se resistirem a esse ataque com sucesso, ele apenas vai continuar fazendo mais incêndios até toda a plantação virar cinzas, afinal ele poderá usá-los de exemplo da mesma maneira, com influência de outros nobres e dentro da marinha, isso deve ocorrer brevemente, mas se o braço direito do Hen morrer aqui será uma redução considerável na força dele, e eu sei onde ele se esconde, por isso é bem provável que o Hen decida fugir, ele é do tipo racional, e deve fazer algo como solicitar reforços para seus superiores e assim retomar o monopólio Budou futuramente. -

Se Aug me ameaçasse iria apenas por as mãos atrás da cabeça dobrando os braços para ficar ainda mais relaxada. - Nada lhe impede de me denunciar, prender ou até mesmo matar-me, Hen não irá hesitar em me descartar para manter seus negócios. -

Caso Aug questione o que eu ganho ajudando ou que quero dele, eu dou um sorriso de canto, e o observo com os olhos semicerrados. - Uma bela dama impede que o filho de um barão seja assassinado, não é uma notícia radiante para se ler nos jornais? Basta dizer a marinha que minha pessoa o salvou. - Por estar mais interessada nessa parte da conversa, minha voz soaria com mais ambição. - Acredito que a situação seja vantajosa para ambos, se está de acordo meu único termo podemos firmar o "pacto". - A última palavra soaria temperada com perversão, para fazer Aug lembrar-se na pele de todos os benefícios que tem a ganhar caso colabore comigo.

A decepção por Aug não parecer que irá facilmente ficar submisso a mim, era misturada com o alívio de ver o quão ele não se importa com a vida dos mercenários, essa combinação fez meu interesse despertar, deixando-me tentada conhecê-lo melhor.


Histórico:
 
Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 54
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptySab 01 Fev 2020, 15:33




August que limpava as mãos era observado com invejável atenção por Kare que sentia neste momento uma confluência de emoções bastante diversa. - O problema está na qualidade da mão de obra disponível. Suponho que alguém como você deveria ser capaz de notar isto.

- Devo a este o motivo de você ter-se tornado uma mera empregada? - Respondeu o homem momento antes de retirar o seu casaco.

August era assim como ela alguém afiado em suas respostas, dois nobres que não se importavam realmente com o fato de ofender a outra parte enquanto demonstravam sua própria superioridade em uma batalha que já era como um jogo nesta alta casta, uma batalha de egos.

O casaco então era posto sobre a cadeira enquanto a conversa entre eles prosseguia como um aperitivo antes do prato principal, afinal estes eram dois membros de alta classe que sabiam como se portar em ocasiões como aquela.

Kare então aproveita do clima de relaxamento para igualmente se soltar, afinal sabia que poderia contar com a etiqueta de seu anfitrião que embora compenetrado em seus preparativos a observava de viés observando todos os belos contornos daquela gata que se alongava a sua frente enquanto despejava sua luxúria pelo cômodo.

Deixando sua arma próxima a porta Kare caminhou para uma pequena mesa à sua direita onde havia alguns papéis, provavelmente a mesa onde os criados deixavam a correspondência. Percebeu que seu anfitrião ajustou levemente sua posição para observá-la enquanto quase concluía o processo de dobrar a primeira de suas mangas de algodão branca.

No momento em que terminava a primeira manga a jovem sentada ao lado oposto voltava a se manifestar agora com um tom muito mais carregado de sadismo, porém não houve qualquer reação por parte de seu oponente que apenas alisava as dobras que havia feito para garantir que estivessem perfeitas. August afinal tinha completa confiança em suas habilidades tanto quanto Kare possuía nas dela e por isso ameaças vindas de qualquer um dos lados nada mais seriam que palavras desnecessárias.

Vendo a falta de reação do outro lado Kare prosseguiu. Lá August começava a dobrar a segunda manga.

De um lado um jovem belo que preocupava-se apenas com a perfeição das dobras em sua manga enquanto do outro uma laide que ocupava-se em polir perfeitamente as lentes coloridas de seu óculos. Durante o silêncio ele chegava no final da segunda manga e se pronuncia. - Eu por outro lado não vejo em você qualquer utilidade, ao que me consta seu papel já está concluído. - Ele então movia as mãos para os bolsos de onde tirava um par de soqueiras douradas. - Então? Porque não se explica? - O fato de até então ele não ter atacado poderia indicar diversas coisas, desde a curiosidade no que ela tinha a falar até que o tempo era na verdade seu aliado e por isso quanto mais tempo gasta-se ali maior seria a sua vantagem.

- Porém você não teria qualquer chance de sair daqui viva. - August respondeu como se essa fosse na verdade a coisa mais óbvia do mundo, ao menos para ele era. Ele terminava de ''vestir'' as soqueiras douradas, estas que possuíam um padrão esculpido ondulante por toda sua extensão.

(Espaço para reação a arrogância de seu anfitrião)

>><<

Ainda em lados opostos a conversa prosseguia. - Como já lhe disse. Ainda não vejo utilidade em seus serviços. - Naquele momento eles ainda teimam um com o outro em quem de fato era ''subordinado'' a quem. Ainda assim, embora suas palavras fossem estas era impossível para ele esconder por completo as reações de um homem e o brilho desejoso em seus olhos ao observar aquela mulher insinuando-se a sua frente, mas talvez Kare devesse entender que para aquele sujeito também haviam outras formas de ter o que desejava e estas nem sempre eram consentidas. Muito era verdade que ele até se divertia mais quando não o eram.

Então como se deveria ser negociado com um homem desses? Um nobre que estava acostumado a simplesmente tomar o que desejava mesmo que não houvesse o consentimento da outra parte? Para ele, em sua mente, era completamente claro que poderia ter o que quisesse de Kare assim que a ensinasse o seu devido lugar. Afinal não haviam limites para os direitos de um nobre.

- Isso já está se tornando cansativo. - Ele não parecia compartilhar dos desejos de Kare. Mas não se enganem, ele realmente havia se sentido atraído e a desejava, mas para ele em sua cabeça ele simplesmente deveria tomá-la sem a necessidade de lhe dar qualquer coisa em troca, assim como parecia ser o caso para Kare que somente desejava receber benefícios de August sem dar-lhe qualquer coisa em troca.

- Creio que você não está entendendo o seu lugar. - Sua voz era carregada de arrogancia. - Eu não preciso da sua cooperação para ter o que quero.

August era muito diferente do que Kare poderia inicialmente julgar. Ele certamente possuia modos, mas estava longe de ser cavalheiresco. Ele era um nobre e como tal estava acostumado a ter o que quisesse, quando quisesse e da forma que quisesse, mas ele hão havia sido alguém completamente mimado, pois também havia aprendido que nem sempre só pelo dinheiro ele poderia possuir aquilo que deseja. - Mas devo concordar. - Seus punhos se fecharam e ergueram-se até a altura de seu peito. - O dinheiro realmente não é tudo. - Essa era na verdade uma explicação que visava mostrar que ele não era somente alguém com dinheiro, mas muito além.

Ele então larga um pouco os modos e a corta antes de continuar. - Não estou interessado nos seus benefícios. Eu realmente não me importo com eles. - o que importava para ele era os benefícios que ele teria a receber.

Ele então ergueu os punhos e avançou, mas seu alvo não parecia ser Kare. Ele na verdade corria em direção a porta, em direção aonde estava a lança de Kare.

Ainda haveria caminho para o diálogo? Ele até então não havia sido conquistado em nada pelas palavras da jovem bela a sua frente, ele realmente não tinha qualquer intenção em dar benefícios para alguém com quem ele nem sequer se importava. Ele não poderia ser comprado com sedução, pois também não esperava consentimento dela. Poderia Kare realmente ofrecer algo que o convencesse do contrario? Ou talvez seria mais sábio mostrar para ele quem estava realmente acima de quem? Palavras ou Poder? Talvez devesse ser os dois? A capacidade de convencer alguém e trazê-la para o seu lado estava diretamente relacionada à capacidade de entender essa pessoa e Kare havia subestimado em larga escala o quanto August era arrogante.

Kare estava à direita da porta (A direita dela mesma), sua lança estava igualmente apoiada a direita da porta a 2m dela. August por outro lado estava ainda a quatro metros dela. Como dito anteriormente a saleta possuia 5x5m. A parede próxima a posição de Kare era lisa e possuía a porta de acesso ao quarto. August se movia pelo centro do cômodo em direção a porta de saída levemente deslocado para a direção de Kare, ou mais especificamente dizendo, corria de encontro a lança da mulher. :lewd: Melhor tipo de mulher, linda, magnífica, cheirosa e com uma lança.




____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyDom 02 Fev 2020, 10:36


Reação a arrogância do anfitrião: ... Comentário maldoso? Atitude sarcástica? Nop… Eu apenas me sinto... me sinto aflita com a atitude, meus olhos ficaram marejados imediatamente, minha pessoa não sentia nada além de pena por aquele homem de personalidade tão esquecível. Demonstrei toda a misericórdia de meu incrível ser, me dando o trabalho de observá-lo piedosamente, como quem está vislumbrando uma cena deprimente, "aquilo" era tão degradante, uma presença patética capaz de deixar-me triste apenas por existir. - Você me faz lembrar de casa, meus miseráveis irmãos quem sempre se esforçaram para serem melhores do que eu, e não importava o quanto eles tentassem sempre fracassavam em tudo o tempo todo, sua pessoa se parece com eles, não posso deixar de me comover ao ver que existem mais seres tão insignificantes assim, talvez eu deva cuidar de você como uma criança, e assim posso me redimir com eles. - Diria apenas se ele perguntasse o motivo de eu ter ficado triste. Ps: A última parte é só pra irritar mesmo, não posso redimir-me por ter uma perfeição divina. =Idk.

>><<

Vê-lo correndo tão cegamente em direção a porta me deu vontade de rir, pois tal linha de raciocínio parece tão simplória. - O cãozinho Jr. Deseja brincar de pegar a vareta? - Fazer uma piada situação foi a alternativa escolhida para não permitir que o desinteresse iminente tomasse conta de mim por completo. A doçura até pouco presente em minha voz tornou-se ácida, a agressividade intensificou-se no insulto.

- Jr. Não lembro de ter lhe dado permissão para brincar. - O comportamento rebelde do filhote de raça seria repreendida com punição imediata, me veria em uma corrida ansiosa, com pressa para chegar ao destino, este que não é a porta, mas sim o próprio Jr. Erguendo a perna direita eu faria o movimento de um chute circular alto, mirando seu focinho, mantendo a distância da perna para ter tempo de ser mais rápida caso ele se se aproxime muito. Mas o castigo ainda não começou, primeiro irei quebrar o ritmo apressado do canino com pedigree. Então rotacionar-ia o calcanhar esquerdo e piso firme no chão com o pé direito impulsionando-me em direção a porta, para tomar a lança e minha mãos, após realizar a finta que deveria abalar o avanço de Jr. Se ele tentasse me esmurrar e não bloquear o golpe, eu iria mover meu tórax para trás após pisar com o pé direito, soltando um rostinho abafado, em seguida passaria bora debaixo do braço dele durante minha corrida.

Ao invés de criar alguma expectativa, minha pessoa deveria apenas ter seguido a verdade diante de si. - Os criados são meros reflexos do patrão. - Para variar o sarcasmo bem presente nessas palavras de deboche, mas não iria explicar que me refiro a maneira simples de ambos agirem. Agora iniciaremos o ensaio, primeiro um passo simples, avançando com a perna direita e uma estocada no meio do peitoral, agora uma pequena transição antes de concluir o movimento, a perna direita seria jogada circularmente em sentido horário, os joelhos dobrando-se em harmonia fazem a altura diminuir, o giro fluídico do corpo transforma o simples em um golpe cortante acima do quadril, sem perder velocidade. A sequência seria dada por uma perfuração no centro da coxa esquerda, e rapidamente retirada para evitar que ele segure a lança.

O segundo passo seria uma cópia do anterior, afinal preciso fazer com que Jr. Decore os movimentos dessa coreografia, ou pelo menos pense que deve decorar, porém a transição se dá pela empunhadura dupla, ascendendo o ataque, que rapidamente torna-se outro corte, desta vez percorrendo diagonalmente o focinho. E novamente teremos uma sequência, com a elevação da lâmina o próximo movimento seria um corte vertical em decaimento com intenção de atingir o ombro, a finalização por sua vez também seria semelhante, com outro recuo. Mas aproveitando que é apenas um ensaio. - Escondido atrás de tantos mercenários moribundos, tem certeza de que não está apenas amedrontado demais para se impor diretamente Jr.? - Realmente me surgiu essa dúvida. "Por que tantos lacaios imprestáveis se não for para esconder uma falsa confiança?" Admito que também é para provocá-lo, demonstrando a casualidade da pergunta durante o calor do ensaio.

Acredito que não teria problemas para evitar os passos desarmonicos de Jr. aguardando, o começo da execução para identificar o tipo do golpe e reagir de acordo ao ritmo, mesmo que catastrófico. Para jabs e diretos desviaria pelas laterais, durante os cruzados iria empinar o bumbum movendo-o em um arco ascendente enquanto inclino tronco para abaixar, os ganchos passariam em branco com o simples recuar. A sensualidade exigida estaria presente no rebolar graciosa, desenhando semicírculos com o quadril. Minha pessoa iria corrigir o ritmo sapateando pelo palco, entrelaçando pequenas passadas, com giros sutis dos pés apoiando o peso nos calcanhares principalmente. Com tal combinação espero esquivar de não apenas um golpe, mas também de possíveis sequências, sem a necessidade de movimentos exageradamente amplos. Sempre mantendo acesa a brasa do cãozinho amedrontado. - Se vai gastar com customizações ao menos tente melhorar seu senso estético, essas soqueiras não combinam com a vestimenta. E depois de observá-las melhor noto que necessitam de polimento. - Em tom de reprovação daria tal "conselho" após evitar alguns socos, demonstrando que o mais preocupante em Jr. é seu gosto cafona. Talvez ajude-o, ou sirva para catalisar uma desestabilidade emocional.

Os instintos caninos do baronete podem ficar excessivamente estimulados, e por isso ele decida me agarrar. E como poderia eu me negar a receber o abraço de um baronete tão bonito e virtuoso? Claro que minha pessoa iria recebê-lo de bom grado, ficando imóvel, meus contornar-se-iam em um sorriso animado, refletindo minha ansiedade por querer ser envolvida nos braços dele. Porém quando se colhe uma rosa é necessário estar disposto a lidar com os espinhos, e naturalmente que a mais bela dos jardins do paraíso teria um risco superado apenas por seu encanto. Discretamente erguendo a ponta do "espinho" na direção do abdome de Jr., próximo a lateral. Eu não exerceria força, iria deixá-lo aprofundar-se ao bel prazer, manteria a firmeza para amortecer o impacto na lança permitindo que o espinho penetre tenuamente. Me acomodaria junto ao cabo para reconfortar o anfitrião, diminuindo o atrito, deixando o espinho enraizar-se. Afastando-me sutilmente com finalidade de reduzir o atrito posterior, mantendo a distância entre nós. - Não fique tão ansioso Jr., se você morrer tão facilmente, não poderei adestra-lo como desejo. - Para poupar o cãozinho de raça de uma ferimento faltar, minha pessoa piedosamente iria retrair um pouco a profundidade enquanto puxa a lança pela lateral para gerar um corte menos intenso.

De volta ao ensaio, o terceiro passo seria igual aos dois anteriores, nesse ponto Jr. já deve ter aprendido essa parte da coreografia, e talvez fique tão preocupado com a transição e possa acabar negligenciando algo bem óbvio. Que se trata de uma simples estocada, diferente dos casos anteriores, eu não alternaria o estilo do ataque, porém antes de atingir o cãozinho de raça eu empurraria a lança mais rápido, deixando-o deslizar por minha mão até pouco antes de do fim da haste, após eu terminar de esticar o braço, e ao invés de rapidamente puxa-la, eu aguardo para dar tempo de Jr. prender a lança, ou pelo menos tentar, pois eu a empunho rapidamente com ambas as mãos e iria realizar um corte descendente, para finalmente puxá-la em minha direção. - Existe um desequilíbrio gritante entre nós... Talvez eu deva amarrar uma perna nas costas? Assim ele teria uma chance mínima de acompanhar-me. - Fazendo parecer que foi um pensamento alto, eu constatar-ia a ocasião como se Jr. nem sequer estivesse ali.

Histórico:
 
Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 54
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptySeg 03 Fev 2020, 18:21




Uma brilhante cascata negra escorreu pelo rosto/pescoço de Kare balançando com o hábil jogo de cabeça que somente as mais sensuais mulheres conseguem realizar. Sua voz repleta de agressividade e desdêm logo preencheu o ambiente, a peruca era atirada e então ela finalmente mostrava que estava determinada a resolver aquela situação. Não mais disfarce, sem mais jogos, agora era finalmente ela que adentraria o palco e não um personagem.

Havia agora revelado sua identidade de modo que os únicos caminhos que ela apresentava disponíveis para o baronete eram a morte ou a completa submissão. - A única coisa que preciso eu já possuo bem aqui. Mas não se preocupe, você não irá para a prisão depois que eu terminar com você. Eu tenho um lugar especial para pessoas que nem você.

>><<

Mas nenhum dos lados no fim parecia ter a capacidade de concretizar as suas palavras, embora houvesse uma pequena vantagem para um deles, a qual obviamente se tratava do tempo, mas mesmo esta vantagem logo pareceu desabar por terra.

Ras havia chego e para infelicidade de Kare parecia em ótimo estado, tão insuportável como sempre. A rudeza e ''falta de noção'' em suas palavras eram finalmente capazes de tirar Kare do pedestal que habitava trazendo aquela deusa para o mundo mortal de ódio e falta de compostura. Rasnak todavia parecia alguém completamente imune a impropérios, seus olhos estavam oscilando junto a ponta estendida da lança de Kare enquanto ele parecia ainda mais insuportavelmente radiante depois de ter sido xingado.

Ele então poem uma das mãos em frente a boca e com os olhos levemente arregalados diz: - Ela disse um palavrão? - e então se virou para August mantendo aquela sua expressão amplamente zombeteira. Por outro lado August parecia ser mais inclinado aos modos de Kare e não conseguia ver qualquer humor naquelas piadas da baixa estirpe. Do outro lado havia no entanto a personificação da deusa da fúria, pois aquela era sem dúvida a face mais ameaçadora e ''feia'' feita por Kare em toda a sua bela vida. Seus olhos crepitantes de intensa irá quase não podiam enxergar Rasnak a pouco mais de dois metros de onde estava, tudo que ela conseguia ver ao olhar naquela direção era um homem morto, um simples pedaço de merda de um defunto.

A respiração dela era pesada e cheia do mesmo rancor, toda sua plenitude havia naquele momento se esvaindo e se de um lado Rasnak se mostrava imperturbável do outro o baronete havia se abalado com aquela súbita transformação. Os mais sábios e conhecedores, aqueles mais experientes, saberiam no entanto se portar naquela situação, pois em sua vasta experiência sabiam que quase nada no mundo poderia ser mais aterrador que a ira de uma bela mulher.


No entanto esta tempestade durou apenas um pequeno intervalo de tempo, tempo suficiente para Kare dar-se conta do que era verdadeiramente importante. Qual valor poderia atribuir ao lixo proferido pela boca daquele homem ante ao valor das preocupações de manter sua eterna perfeição?


A respiração entre cortada quase imediatamente se acalmou enquanto os mecanismos de autodefesa de sua beleza e juventude entravam em cena fazendo voltar a sua magnitude composta. No entanto suas digníssimas preocupações só conseguiam fazer Rasnak cair em uma profunda gargalhada e logo ali, completamente abismado com aquela dupla o baronete fazia a única coisa que poderia fazer; ficar em choque. E sem ter a capacidade de entender completamente nada ele continuou a fazer o que estava fazendo, observar aquela peça de mal gosto que se desenrolava à sua frente, uma peça orquestrada pelo Comediante conhecido por Rasnak que ainda não conseguia se controlar e ria com maior intensidade ao olhar para a face intimidadora realizada por Kare naquele momento.

Talvez antes houvesse sido possível para Kare manter August vivo, porém como poderia agora poupar alguém que havia lhe visto daquela forma? Como poderia poupar qualquer um dos dois? Tic tac, tic tac. A marinha se aproximava, mas naquele momento nenhuma dessas merdas importava, pois aqueles dois homens precisavam morrer.

>><<

Ver Kare saltando como uma leoa em sua direção fez com que o baronete saísse de seu transe a tempo de evadir do golpe, mas não a tempo suficiente para lhe permitir contra-atacar da maneira mais eficaz, pois quando percebeu a ponta da lança já cortava pelo alto em sua direção em uma descendente mortal. Rasnak ainda se recuperava do histérico ataque de riso quando August saltou para trás, clap, clap e Kare estava novamente rodopiando no ar com um movimento crescente em velocidade na direção de seu oponente.

O som de metal contra a madeira se propagou pela saleta, August havia sido empurrado até quase a porta que dava acesso ao quarto. [Ping][Ping] Seu sangue gotejava no piso lustrodo de madeira, este vinha de seu braço esquerdo que havia recebido um corte profundo próximo no Músculo flexor profundo dos dedos. O que não inutilizava seu braço, mas o impedia de fechar a mão e óbviamente doía bastante.

O rosto dele se crispou, obviamente mostrando os primeiros sinais de irritação devido a sua própria falha de ter-se permitido distrair durante o combate. Uma após outra Kare estocava para frente forçando August a recuar, ele agora se via obrigado a adentrar o quarto. Rasnak por outro lado devido a está movimentação se encontrava impedido de atacar o baronete junto a Kare, pois não havia forma dele se aproximar agora que ele passava pela abertura da porta para o cômodo ao lado.

Kare por sua vez se via impedida de conseguir encostar August em alguma parede, mesmo que houvesse conseguido pressioná-lo ele havia mostrado maestria em se posicionar em busca de voltar a adquirir espaço e possivelmente uma vantagem em uma luta de dois contra um… Embora se perguntado para Kare acabaria se tornando óbvio que está não era realmente a realidade.

Assim que passou pelo batente o Baronete esquivou para a direita e então agachou-se em uma ginga rápida cruzando por baixo da ponta da lança e avançou em direção a Kare atirando-lhe um soco de direita. Kare puxou então sua arma de volta tentando recuperá-la para então atacar o pé de apoio de seu oponente, mas recuar e estocar com a arma era um movimento mais lento que o brusco avançar de August que a alcançava antes dela ter chance de recomeçar o ataque, instintivamente Kare buscava se proteger, mas ao estar sobre a moldura da porta lhe era problemático conseguir esquivar para as laterais e indisposta a recuar precisou arcar com o ataque de seu oponente o qual acabou acertando-a no :lewd: bumbum.

Citação :


Havia sido um reflexo involuntário do corpo, daqueles que nutrimos desde tenra idade que faz com que nosso corpo gire e fique de costas ao perceber que vai ser acertado. E neste momento a combinação da postura abaixada de August e esse reflexo de Kare concretizou uma das maiores maravilhas da natureza. O robusto punho do jovem baronete entrava de encontro a um dos mais belos monumentos do mundo.

Firme, redondo e na medida perfeita de largura. Empinado na medida certa aquela maravilha da natureza balançou duas ou três vezes após ter sido fortemente golpeado. Ah, mas que espetáculo de balançada, era perfeita, uma balançada firme que demonstrava o quão perfeita era a forma daquele bumbum. Firme, mas ainda macio… Você sabe que assim é o melhor não sabe? Ainda mais quando se pode ter uma visão privilegiada deste embalado em um shortinho curto e apertado…. :lewd: Invejavel August que possuia essa nobre oportunidade, mais invejável ainda era Licia que havia podido se esbaldar naquelas suaves e deliciosas curvas que mantinham-se firmes e macias ao mesmo tempo.

Devido ao golpe Kare acabou se desequilibrando e avançando dois passos de volta para a saleta ficando agora a 1m da porta. Está porta na verdade era apenas uma moldura, mas sem de fato haver uma porta. A moldura tinha mais ou menos 1m de largura por aproximadamente 2,5m de altura de modo que apenas ela ou Rasnak poderiam estar sob ela. August que estava acuado parecia planejar utilizar esse estreitamento como forma de se impedir ser cercado.

August estava a 1m também da porta, mas do lado de dentro do quarto, para atrás dele havia um quarto iluminado com uma cama ampla que possuía ''cortinas'' ao seu redor e um ''teto'' próprio. Pela porta não era possível observar mais muitos detalhes a não ser um lustre parecido com o que havia neste cômodo também no quarto, um baú a frente da cama e um tapete de esteira a frente do baú.

Rasnak que havia ficado impossibilidade de agir devido a rápida tomada de decisão do baronete havia abandonado toda a sua alegria. - Ótima ideia empurra-lo para o quarto. - ele criticava muito bem para alguém que havia perdido a oportunidade de atacar enquanto ria da cara de Kare.

Ele estava agora a um metro e meio na diagonal traseira direita de Kare, mas não parecia muito disposto a ser o primeiro a avançar pela porta, não ao menos sem um plano. Caso Kare o inticasse a fazer algo ele abertamente responderia. - Nem a pau, depois de antes vou ser eu que vou acabar espetado nesse palito. Até parece que nasci ontem.

De todo bobo ele realmente não era, embora agisse assim a maior parte do tempo. Tic Tac, Tic Tac. Do lado de fora um apito carregado por Crow soou o que indicava que ao menos o gatuno do grupo invasor ainda estava vivo. - Ele deve ter avistado a marinha. - O sorriso de August do outro lado da porta crescerá um pouco com essa informação tornando-se mais uma vez arrogante.

- Parece que no final o melhor plano vence - Gabou-se.













____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]




Última edição por GM.Furry em Qua 05 Fev 2020, 12:02, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyTer 04 Fev 2020, 15:26


Ainda assumindo a natureza mais agressiva com ofensas diretas encaro Aug com desdém. - Não há necessidade de roupas de grife para invadir um canil. - Colocando os dedos por debaixo da peruca eu a agarro. - Mas esse lixo já teve sua utilidade. - Arrancando a peruca jogando-a por cima dos ombros com desdém, enquanto balançando pescoço em harmonia com a cabeça, fazendo meus longos cabelos negros esvoaçarem irradiando esplendor. - Me chamo Karelina Lawford, a honra é sua, e o prazer todo meu. - Agora retomando a compostura serena em portar-me, porém ainda mantendo a acidez maliciosa. - Mas agora a única coisa que impedia vossa morte não existe, talvez se você for um filhotinho obediente e lamber a sola dos meus sapatos enquanto implora por perdão, minha pessoa possa demonstrar a misericórdia de deixá-lo viver. - A voz doce seria propagada demonstrando mais uma vez minha benevolência, oferecendo a segunda chance de poupá-lo. - Mas claro que minha pessoa precisaria jogar os sapatos no lixo depois de seu focinho sujar eles. - Dessa forma eu iria reconfortar Aug, afinal é perfeitamente plausível que o filhotinho não se sinta honrado o suficiente para lamber as solas dos sapatos que protegem meus pés lindamente majestosos.

>><<

- Achei que vossa pessoa já houvesse encontrado a morte. - Dizendo com um ar de surpresa mas sem estar feliz por ver o outro cãozinho entrando no cômodo, na verdade seria mais uma decepção por vê-lo inesperadamente. "…" A foi tão espantosa que fez meus pensamentos desaparecem por um instante, a ponto de me fazer duvidar do que acabei de escutar. Nesse ponto todo o desprezo pelos mundanos inferiores que ostento, dominou cada extensão de meu corpo. Num instante de ódio absoluto, meu corpo moveu-se por conta própria, jogando o braço direito para trás. Um corte imprevisível tão rápido quanto forte, feito ao vento acertaria com uma precisão cirúrgica a mesma altura que pescoço de Ras, como se quisesse degola-lo. - Seu lixo imprestável, quem infernos você acha que eu sou, para receber ordens de um merdinha arrombado sem qualquer importância? - Com as pupilas dilatadas adrenalina liberada no momento de fúria, o brilho radiante de um estrela dourada que sempre os adorna estava ofuscado pelas sombras de um profundo abismo sem vida, as sombrancelhas arqueadas deixando meu cenho franzido, e os lábios refletindo apenas o nojo que eu sentia, tudo sendo dito com uma calma ameaçadora.

Foi então que um estalo de clarividência me fez recobrar a consciência, de que havia cometido um terrível erro ao me exaltar daquele jeito, duas tragédias irreparáveis poderiam se desencadear, tudo por causa de um pinguinho de raiva. - Não, não, não, não, isso não pode acontecer! - Foi quando a sensação aterrorizante de medo tomou conta de meu lindíssimo ser. - Se eu ficar com cabelos brancos por causa disso? Ou pior…. Se, se, se aparecerem ru-ru-ru-rug… Não consigo nem dizer. - Foi quando comecei a massagear o minha testa com a mão esquerda para esticar a pele. - Se alguma ruga aparecer no meu rosto magnífico eu juro que irei lhe dar um destino que vai fazer você desejar pela morte. - Apontando a lança para Ras, eu terrivelmente o iria ameaçá-lo, inflando minhas bochechas com ar, para ficar ainda mais aterrorizante.

>><<

Se antes eu havia dado a oportunidade do filhotinho se redimir, considere que a chance foi retratada. Não posso permitir que alguém continue a viver depois de ver aquela cena vulgar, sem qualquer classe.

E para resolver logo esse incômodo gigantesco, eu avanço como uma flecha na direção de Aug segurando no meio da lança com a mão direita e a esquerda mais atrás, fazendo um corte descendente na diagonal começando da minha direita. E já imaginando que Aug irá recuar, eu dou um passo longo com o pé direito girando em torno dele, e arremessando a perna esquerda de trás, utilizando o movimento do corte anterior para completar o giro mais rapidamente, ficando de frente para ele, com o segundo corte no mesmo estilo do anterior vindo logo em sequência. Agora se mesmo assim ele conseguisse recuar, eu deixaria a lança deslizar pelas minha mão direita até a extremidade final, dessa forma aumentaria o alcance. Mas caso ele se aproxime eu puxaria a lança para trás com a mão esquerda e firmaria a direita próximo a lâmina para um corte a curta distância. E ainda nesse caso, eu iria empurrar a lança com ambas as mãos mas usando a direita para direcionar uma estocada no centro do abdome de Aug.

Mesmo não apreciando nem um pouco a idéia de lutar a sério, minha imagem digníssima estava em risco, então seria uma medida extrema de minha pessoa. Mudando por completo a postura para um combate de médio alcance, empunhando a lança reta próxima ao lado esquerdo meu quadril, mantendo a respiração branda, sem movimentar-me desnecessariamente iria realizar estocadas rápidas com precisão, acompanhando os passos de Aug, mirando sutilmente a frente dele, em um ponto futuro imaginário, para quebrar a movimentação do baronete, fazendo adução parcial do pé que estivesse a frente durante as estocadas (ex: Se ele se mover para a esquerda eu avanço com o pé direito, e o oposto é seria verídico.), enquanto graciosamente faço giros mais abertos com o quadril, para gerar cortes rápidos na direção de Aug.

Iria pressioná-lo com as estocadas abusando de meu alcance superior para guiá-lo até ficar próximo de alguma parede ou até mesmo para algum móvel grande e pesado, assim reduzindo sua liberdade de movimentação. Se caso ele tentasse investir contra minha pessoa enquanto recuo a lança após os golpes perfurantes, eu tomaria duas ações distintas dependendo da situação.

Situação A - Ras estando perto e ainda lutando do mesmo lado que eu: Nesse caso eu deixaria o Baronete se aproximar, apenas para poder saltar logo em seguida na diagonal oposta a de Ras, esperando que ele acertasse o filhotinho. Então eu iria me impulsionar sob o primeiro pé que tocasse no chão, para avançar contra Aug para acertá-lo com uma estocada na região abdominal, empurrando a haste, pôr fim a puxaria lateralmente, fazendo um corte amplo repleto de descaso pelo cãozinho de raça desobediente.

Situação B - Se o Ras não estivesse ou nem colaborando com minha linda pessoa:  Nesse caso não iria deixar Aug se aproximar tão facilmente mas ao invés de recuar, eu iria mirar cortes na direção de seu pé de apoio antes de tocar ao chão. E se ainda sim ele continuasse eu afastar-me-ia com um passo pequeno e usaria a haste  acertando os lados dos braços dele, empurrando-os e utilizar de tal abertura para realizar golpes perfurocortantes contra Aug, com intenção de mantê-lo distante.

Talvez o fato do meu braço ter acidentalmente escorregado e feito um cortezinho inocente na direção do pescoço de Ras tenha deixado ele irritadinho para com minha pessoa tão amável e gentil. E por isso ele decida covardemente me atacar quando eu estiver mais despreparada. "Que tipo de ser humano tem a coragem de atacar alguém vulnerável? Ainda mais quando essas pessoas já lutaram juntas?" Enfim, eu me colocaria entre o vira-lata e o filhotinho de raça, aguardando eles estarem próximos o suficiente para me acertar, enquanto agachar-me-ia flexionando os joelhos. "Quanta covardia desses cães, se juntar numa matilha para atacar uma frágil dama totalmente indefesa." E então saltaria para trás, fazendo uma pirueta para cair de pé, esperando que ambos os cães trocassem mordidas entre si. - Que adorável, o vira-lata e o filhotinho brincando juntos, não se importem comigo aqui, podem continuar. - E como uma bela alma que sou, iria incentivá-los a continuar com a brincadeira amigável.

Histórico:
 
Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 54
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyTer 04 Fev 2020, 18:52




Uma brilhante cascata negra escorreu pelo rosto/pescoço de Kare balançando com o hábil jogo de cabeça que somente as mais sensuais mulheres conseguem realizar. Sua voz repleta de agressividade e desdêm logo preencheu o ambiente, a peruca era atirada e então ela finalmente mostrava que estava determinada a resolver aquela situação. Não mais disfarce, sem mais jogos, agora era finalmente ela que adentraria o palco e não um personagem.

Havia agora revelado sua identidade de modo que os únicos caminhos que ela apresentava disponíveis para o baronete eram a morte ou a completa submissão. - A única coisa que preciso eu já possuo bem aqui. Mas não se preocupe, você não irá para a prisão depois que eu terminar com você. Eu tenho um lugar especial para pessoas que nem você.

>><<

Mas nenhum dos lados no fim parecia ter a capacidade de concretizar as suas palavras, embora houvesse uma pequena vantagem para um deles, a qual obviamente se tratava do tempo, mas mesmo esta vantagem logo pareceu desabar por terra.

Ras havia chego e para infelicidade de Kare parecia em ótimo estado, tão insuportável como sempre. A rudeza e ''falta de noção'' em suas palavras eram finalmente capazes de tirar Kare do pedestal que habitava trazendo aquela deusa para o mundo mortal de ódio e falta de compostura. Rasnak todavia parecia alguém completamente imune a impropérios, seus olhos estavam oscilando junto a ponta estendida da lança de Kare enquanto ele parecia ainda mais insuportavelmente radiante depois de ter sido xingado.

Ele então poem uma das mãos em frente a boca e com os olhos levemente arregalados diz: - Ela disse um palavrão? - e então se virou para August mantendo aquela sua expressão amplamente zombeteira. Por outro lado August parecia ser mais inclinado aos modos de Kare e não conseguia ver qualquer humor naquelas piadas da baixa estirpe. Do outro lado havia no entanto a personificação da deusa da fúria, pois aquela era sem dúvida a face mais ameaçadora e ''feia'' feita por Kare em toda a sua bela vida. Seus olhos crepitantes de intensa irá quase não podiam enxergar Rasnak a pouco mais de dois metros de onde estava, tudo que ela conseguia ver ao olhar naquela direção era um homem morto, um simples pedaço de merda de um defunto.

A respiração dela era pesada e cheia do mesmo rancor, toda sua plenitude havia naquele momento se esvaindo e se de um lado Rasnak se mostrava imperturbável do outro o baronete havia se abalado com aquela súbita transformação. Os mais sábios e conhecedores, aqueles mais experientes, saberiam no entanto se portar naquela situação, pois em sua vasta experiência sabiam que quase nada no mundo poderia ser mais aterrador que a ira de uma bela mulher.


No entanto esta tempestade durou apenas um pequeno intervalo de tempo, tempo suficiente para Kare dar-se conta do que era verdadeiramente importante. Qual valor poderia atribuir ao lixo proferido pela boca daquele homem ante ao valor das preocupações de manter sua eterna perfeição?


A respiração entre cortada quase imediatamente se acalmou enquanto os mecanismos de autodefesa de sua beleza e juventude entravam em cena fazendo voltar a sua magnitude composta. No entanto suas digníssimas preocupações só conseguiam fazer Rasnak cair em uma profunda gargalhada e logo ali, completamente abismado com aquela dupla o baronete fazia a única coisa que poderia fazer; ficar em choque. E sem ter a capacidade de entender completamente nada ele continuou a fazer o que estava fazendo, observar aquela peça de mal gosto que se desenrolava à sua frente, uma peça orquestrada pelo Comediante conhecido por Rasnak que ainda não conseguia se controlar e ria com maior intensidade ao olhar para a face intimidadora realizada por Kare naquele momento.

Talvez antes houvesse sido possível para Kare manter August vivo, porém como poderia agora poupar alguém que havia lhe visto daquela forma? Como poderia poupar qualquer um dos dois? Tic tac, tic tac. A marinha se aproximava, mas naquele momento nenhuma dessas merdas importava, pois aqueles dois homens precisavam morrer.

>><<

Ver Kare saltando como uma leoa em sua direção fez com que o baronete saísse de seu transe a tempo de evadir do golpe, mas não a tempo suficiente para lhe permitir contra-atacar da maneira mais eficaz, pois quando percebeu a ponta da lança já cortava pelo alto em sua direção em uma descendente mortal. Rasnak ainda se recuperava do histérico ataque de riso quando August saltou para trás, clap, clap e Kare estava novamente rodopiando no ar com um movimento crescente em velocidade na direção de seu oponente.

O som de metal contra a madeira se propagou pela saleta, August havia sido empurrado até quase a porta que dava acesso ao quarto. [Ping][Ping] Seu sangue gotejava no piso lustrodo de madeira, este vinha de seu braço esquerdo que havia recebido um corte profundo próximo no Músculo flexor profundo dos dedos. O que não inutilizava seu braço, mas o impedia de fechar a mão e óbviamente doía bastante.

O rosto dele se crispou, obviamente mostrando os primeiros sinais de irritação devido a sua própria falha de ter-se permitido distrair durante o combate. Uma após outra Kare estocava para frente forçando August a recuar, ele agora se via obrigado a adentrar o quarto. Rasnak por outro lado devido a está movimentação se encontrava impedido de atacar o baronete junto a Kare, pois não havia forma dele se aproximar agora que ele passava pela abertura da porta para o cômodo ao lado.

Kare por sua vez se via impedida de conseguir encostar August em alguma parede, mesmo que houvesse conseguido pressioná-lo ele havia mostrado maestria em se posicionar em busca de voltar a adquirir espaço e possivelmente uma vantagem em uma luta de dois contra um… Embora se perguntado para Kare acabaria se tornando óbvio que está não era realmente a realidade.

Assim que passou pelo batente o Baronete esquivou para a direita e então agachou-se em uma ginga rápida cruzando por baixo da ponta da lança e avançou em direção a Kare atirando-lhe um soco de direita. Kare puxou então sua arma de volta tentando recuperá-la para então atacar o pé de apoio de seu oponente, mas recuar e estocar com a arma era um movimento mais lento que o brusco avançar de August que a alcançava antes dela ter chance de recomeçar o ataque, instintivamente Kare buscava se proteger, mas ao estar sobre a modura da porta lhe era problemático conseguir esquivar para as laterais e indisposta a recuar precisou arcar com o ataque de seu oponente o qual acabou acertando-a no (Escolha, Cotovelo direito, cotovelo esquerdo, diafragma, entre os seios ou no centro do abdome) e empurrando-a para trás a 1m da porta de acesso ao quarto.

August estava a 1m também da porta, mas do lado de dentro do quarto, para atrás dele havia um quarto iluminado com uma cama ampla que possuía ''cortinas'' ao seu redor e um ''teto'' próprio. Pela porta não era possível observar mais muitos detalhes a não ser um lustre parecido com o que havia neste cômodo também no quarto, um baú a frente da cama e um tapete de esteira a frente do baú.

Rasnak que havia ficado impossibilidade de agir devido a rápida tomada de decisão do baronete havia abandonado toda a sua alegria. - Ótima ideia empurra-lo para o quarto. - ele criticava muito bem para alguém que havia perdido a oportunidade de atacar enquanto ria da cara de Kare.

Ele estava agora a um metro e meio na diagonal traseira direita de Kare, mas não parecia muito disposto a ser o primeiro a avançar pela porta, não ao menos sem um plano. Caso Kare o inticasse a fazer algo ele abertamente responderia. - Nem a pau, depois de antes vou ser eu que vou acabar espetado nesse palito. Até parece que nasci ontem.

De todo bobo ele realmente não era, embora agisse assim a maior parte do tempo. Tic Tac, Tic Tac. Do lado de fora um apito carregado por Crow soou o que indicava que ao menos o gatuno do grupo invasor ainda estava vivo. - Ele deve ter avistado a marinha. - O sorriso de August do outro lado da porta crescerá um pouco com essa informação tornando-se mais uma vez arrogante.

- Parece que no final o melhor plano vence - Gabou-se.













____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyQua 05 Fev 2020, 16:19


Não sei dizer se foi uma boa idéia ou não, mas já estava feito.- Arhnn! - O gemido escapou de minha boca quando Aug socou impiedosamente meu bumbum vulnerável. "Agora entendo como a apressadinha se sentiu." Sentindo agora mais dificuldade para respirar, como se o ar estivesse mais pesado, as bochechas ruborizadas graças ao calor que se espalhava por minha pele, envolvendo o cabo com os dedos e apertando firme para ainda poder manter-me de pé, sentindo as pernas bambearem eu me contorci mordendo os lábios e revirando os olhos, para sentir o alívio de ter os músculos relaxando logo em seguida. - Ounch! Agora preciso por uma bolsa de gelo, está contente cãozinho? - Diria após apertar de maneira ligeiramente erótica minha nádega (juro q n é proposital) e sentir ela ardendo, então movo minha mão como se estivesse lustrando algo, massageando carinhosamente a região dolorida.

>><<

Após estar recuperada da intensa pancada na bunda simplesmente iria ignorar aqueles latidos irritantes por parte dos caninos, planos isso, planos aquilo, como se um mero cãozinho de raça pudesse oferecer algum a risco a mim. - Agora realmente parece um filhotinho acuado. - Diria enquanto avanço rapidamente na direção da porta, a princípio em uma investida inconsequente. - Eu apenas preciso passar por cima, é tão simples. - Continuaria a fazer pouco caso de Aug, mantendo a lança empunhada como se fosse uma vara de salto, mantendo a mão direita próximo ao centro, pois não tenho intenção de ganhar tanta altura, esperando que o baronete também iniciasse uma corrida para me impedir, ou que pelo menos tente, afinal ele é tão presunçoso. "Ele realmente se acha esperto por ficar em uma situação ambígua?" Pensando no fato que ambos podemos usar o estreitamento da porta como uma vantagem.

Se ele tentasse me interceptar antes de eu conseguir saltar utilizando a lança como apoio, minha pessoa graciosamente deixaria a perna que estivesse na frente durante a corrida deslizar, mantendo a perna posterior imóvel, eu iria escorregar até ficar com ambas as pernas esticada em sentidos opostos, podendo assim até mesmo evitar algum soco alto. Durante o espacate eu mudaria a empunhadura, para realizar um estocada baixa, mirando um pouco acima da região púbica de Aug. E usaria a mão esquerda para segurar a haste próxima a extremidade final, e com ambas as mãos eu faria um corte vertical ascendente, formando o desenho de ¼ de círculo, antes que o filhotinho pudesse se afastar.
A título de curiosidade: Eu vou me levantar fechando as pernas, tipo uma tesoura, puxando elas pra trás e empurrando pra frente pra ficar de pé com um pulo.

Mas caso Aug parasse para fechar a porta, eu apoiaria o peso do corpo na ponta de um dos pés para realizar um salto impulsionado, invertendo a empunhadura, e fazendo uma estocada rápida no meio do tórax, esticando o corpo e braço para frente, deixando a lança deslizar pela palma da mão direita, para que minha arma consiga passar pelo vão e atingir Aug antes da porta ser totalmente fechada. E continuaria a avançar, dessa vez acertando um chute na porta, para deixá-la escancarada. E então adentrar no quarto ainda segurando a lança para continuar a empurrá-la, até fazer Aug bater de costas na parede enquanto é perfurado.

Talvez minha encenação acabe o surpreendendo demais, e por isso Aug decida recuar, ou apenas fique sem reação por alguns instantes pensando no que fazer, já que ele é o Sr planejador. Neste caso eu faria um esforço extra para avançar ainda mais rápido, com a intenção cravar minha arma no peito de Aug, e então puxar a lança na diagonal para baixo, a fim de abrir um generoso corte em Aug.

Se não fosse possível matar Aug rapidamente ou entrar no quarto de maneira mais… "delicada". Eu me veria obrigada a forçar a entrada, começando com um corte vertical de baixo para cima, depois de cima para baixo, e antes de completar o segundo corte eu realizaria uma estocada no centro de Aug, sempre avançando um passo após cada golpe. Mantendo a arma na direita do quadril, e usando a mão esquerda para segurar no meio da haste e a direita perto da base. Assim não teria tanto alcance mas com golpes pequenos seria mais fácil retrair a lança. E adentrar ao quarto indo pela diagonal.

Uma vez que estivesse dentro do quarto iria me divertir com a situação, afinal "o melhor plano" havia sido superado. Começando com um corte diagonal descendente, começando da esquerda, mantendo a mão direita próximo a base e a esquerda no centro da haste, porém eu erraria de propósito, puxando discretamente a mão direita para trás, fazendo a lâmina se aproximar da mão esquerda. Então esperaria ser contra atacada por ter errado um movimento tão amplo, e como ele é covencindozinho pode achar que a "facilidade" em desviar seja devido ao fato de eu estar cansada graças ao """melhor plano""" então iria perfurar e cortar o tronco de Aug na diagonal, empurrando a lança com ambas as mãos.

Se por um acaso Aug acabar em uma situação onde o que lhe resta são os últimos suspiros de vida, eu como vocês sabem, sou uma pessoa incrivelmente amável, e claro não poderia deixar de demonstrar isso, mesmo para um filhote de cão. - Seu plano não era ruim. - Dizendo com um pouco de pena dele. - Acontece que eu sou simplesmente superior, nem se fosse um exército ou um time tático, eu ainda venceria, então não se preocupe. - Dando alguns tapinhas com os dedos no topo da cabeça dele, igual se faz com um cachorro que você não quer dar atenção, é apenas pra ele não ficar triste. Para tornar minha demonstração de altruísmo, dizendo serenamente uma verdade tão óbvia quanto eu ser a mais bela do multiverso.

>><<

- Silêncio! Sua voz parece uma orquestra em chamas, então não diga nada desnecessariamente, apenas vamos sair daqui. A propósito onde é o ponto de encontro com o velhote? - Diria para interromper o vira-latas, já imaginando que Rasnak fizesse algum comentário irritante. Então começaria a correr até a porta. Sem me importar com a ordem de prioridade.

Mas se eu fosse eu na frente, antes de cruzar a porta eu giraria em torno do calcanhar e faria um corte horizontal em forma de meia lua mirando as coxas de Ras. Porém se eu estivesse atrás iria me impulsionar mirando uma estocada no meio da coxa dele, então abriria um corte para continuar avançando. Em ambas as ocasiões eu tomaria a frente da porta, com ataques sorrateiros.

Estando na frente da porta eu empunho a lança com ambas as mãos, apontando a lâmina na direção dele. - Ara ara, que sorte a minha, encontrei o assassino de August, filho do barão Tenfloy, parece que a marinha está chegando, eu só preciso manter o assassino cruel dentro desse cômodo até os oficiais chegarem. - Esboçando um sorriso irônico, eu diria heroicamente em sinal de deboche pela situação, aguardando ansiosamente pela reação de. - Por que vossa pessoa não está gargalhando? Essa situação não é hilária? - Provocaria ainda mais, caso ele não estivesse se divertindo como antes. Mas se eu não conseguisse tomar a frente da porta, iria perseguir Ras, caso tente fugir, desferindo estocadas rápidas nas pernas, para pelo menos fazer com que o vira-latas perca velocidade.


Histórico:
 
Objetivos:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Furry
Game Master
Game Master
Furry

Créditos : 54
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 27/03/2015
Idade : 28

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyQua 05 Fev 2020, 18:21



Citação :

Realmente a empatia começava a se tornar uma virtude muito presente naquela boa moça boa de família boa… Eu já disse que ela é boa? :lewd: A mas como não dizer que ela é boa quando ela faz aquilo? Aquele bumbum contraidinho, redondinho, delicioso…. :lewd:

>><<

Ela tinha um ponto, August estava convencido que aquela pequena passagem poderia-lhe ser um diferencial na luta, bom, obviamente era um bom plano… Bem, se eles estivesse enfrentando dois Rasnaks teria sido realmente um ótimo plano.

August parecia duvidoso em crer nas palavras ditas por sua oponente, afinal para as habilidades comportadas pelo Grande ele era ainda impossível ''passar por cima'' como dito por ela, mas seria assim verídico para o outro lado? Mas ele poder-se-ia dar o luxo de duvidar? Caso ela salta-se? Ele ficaria encurralado com ela atrás de si e Rasnak na frente. Ele poderia também recuar, mas isso iria dar espaço aos seus oponentes para entrar no quarto o que mais cedo ou mais tarde o faria ficar encurralado…. Então a única alternativa que lhe sobrava era realmente agir para impedir-la de realizar o movimento pretendido.

Assim como antevisto pela gloriosa diva o nobre August realmente acelerava para interceptar-lá, provavelmente preparado para golpeá-la enquanto realizava o movimento. Seu corpo por tal estava quase completamente ereto, pois o mesmo precisava do máximo de sua altura para golpear sua oponente no alto, mas mal sabia ele que ter caído neste blefe também era sua ruína.

Enquanto avançava a jovem travou a sua perna traseira mantendo-a onde estava sustida apenas pela ponta de seu pé permitindo a seguir que a perna da frente deslizasse pelo chão. A existência da calcanheira naquele momento lhe era benéfica por permitir que o metal deslizasse pela madeira coisa que não aconteceria se fosse o solado de borracha de seu calçado.

Nesse momento era como se Kare houvesse desaparecido do campo de visão de August que foi incapaz de reagir a tão súbita mudança de padrão. O avanço do baronete estacou, mas não pelo mesmo ter conseguido parar, ou antecipado o perigo. Não! Agora, logo acima da área vital masculina a ponta da lança de Kare penetrava profundamente na carne do baronete e aquela era uma virada dramática demais para ele sequer ter imaginado.

Sangue quase imediatamente brotou em sua boca, algumas pequenas gotas, mas então a lança penetrada em seu corpo foi movida por Kare em um corte ascendente que alcançou de forma brutal o centro de seu abdome antes de sair de seu corpo e assim como alguém que perdia seu pé de apoio o baronete caiu de joelhos com mais sangue saindo de sua boca.

O sangue pingou da ponta da sua lança erguida, mas este mesmo sangue fluía profusamente do corte junto às entranhas de August que parecia tentar lutar contra o inevitável. Seu rosto rapidamente perdeu a cor conforme o sangue deixava seu interior, seus lábios tremiam assim como seus olhos que em um piscar haviam perdido toda a arrogância anterior.

Kare ergueu-se novamente do espacate que havia feito, o som dos seus sapatos batendo no chão alcançaram os ouvidos do baronete fazendo-o gemer. Kare gentilmente o toca no rosto como se o confortasse enquanto lhe explicava pacientemente como as coisas haviam chegado naquele ponto e essa mesma mão que tão delicadamente o tocava foi a responsável por empurrá-lo fazendo seu corpo tombar para o lado e finalmente abandonar qualquer resquício de vida.

>><<

Ras olhava com um certo impressionismo brilhando em seus olhos, de fato ele não esperava aquele desfecho rápido e brutal que havia se sucedido a sua frente, mas mesmo antes que ele tivesse tempo de completar aquilo que para ele eram elogios a bela e jovem o mandava se calar.

- No barranco de antes, uns 100m pra dentro da mata.  


Kare então sem esperar pelo um tanto atordoado Rasnak seguia em frente o que fazia que o mesmo percebesse que realmente era hora de partir, mas quando estavam quase saindo da porta a jovem vira-se bruscamente cortando de forma circular com sua lança na direção das pernas de Rasnak, mas não chega a atingir o alvo. Sua arma foi bloqueada pela espada do Homem.

O rosto antes levemente atordoado de Rasnak agora exibia um largo sorriso. A espada e a lança tremiam uma contra a outra com suas lâminas liberando faíscas. - Henry achou que isso poderia acontecer, HAHAHAHAHAHAHAHA, MAS SABE? - um olhar ensandecido repleto de sede de sangue surgia em seu rosto. - ASSIM É MUITO MELHOR. A LOUCURA É MAGNÍFICA.   - Ele então começava a imprimir mais força em sua Karana fazendo Kare sentir que ele era fisicamente mais forte do que ela.  




____________________________________________________



[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]


Voltar ao Topo Ir em baixo
Licia
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Licia

Créditos : 14
Warn : Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 10010
Feminino Data de inscrição : 20/01/2019
Idade : 21

Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 EmptyQui 06 Fev 2020, 14:02


- Deseja que minha pessoa congratule vosso patrão por algo tão óbvio? Ele quem escolheu manter a cobra no interior do ninho de gaivotas, era um risco previsível a se correr. - Já imaginando que de nada funcionaria provocar Rasnak agora, dizendo calmamente mas deixando transparecer a ardilosidade nas palavras. - Agora que se permitiu ser constringido pelo enlaço da serpente, resistir só tornará mais árduo. - Aperto a lança com firmeza nos dedos, ilustrando um pouco melhor minha citação, mantendo a palma da mãos esquerda voltada para cima próximo ao centro, enquanto deixo a mão direita próxima da base, repousando o cabo a direita de meu quadril. - Apenas aceite o iminente destino e tenha o coração atravessado pela mordida da víbora.- Sempre ostentando um sorriso aparente, a tranquilidade no tom de voz sendo pode ser vista como uma falsa calmaria, um presságio alertando a tempestade prestes a surgir.

Um simples avanço brando seria feito por minha pessoa, apontando a lança para o centro do peitoral de Ras, fazendo jus às minhas palavras anteriores e iniciar o conflito com um golpe direto. - Lunge... - Pronunciando singelamente em tom galante, esperando que Ras não recusasse a última dança da noite, rebolando o quadril sinuosamente tal como uma cobra mantém o corpo enrolado antes do bote, enquanto afio as presas para a mordida, girando ritmicamente a hastes com o punho direito, dedos e quadril. ...sinueux. Prosseguindo com a graciosidade da segunda instância que elegantemente eleva a estocada direta em um golpe de maior complexidade, a fim de surpreendê-lo. Mesmo sabendo que meu público atual já teve a oportunidade de contemplar-me mais de uma vez, então não seja suficiente para fascina-lo. Porém.

- Ainda não aprendeste que não se deve confiar cegamente nas ações do diabo? Principalmente quando esta possui tantos encantos.- Um lindo sorriso formar-se-ia em meus lábios, a voz adocicada soaria mais melódica que o habitual, contrastando com a perversidade traiçoeira da situação, dizendo caso se ainda sim Ras fosse fascinado.

Após o ataque anterior iria recolher a lança para empunhá-la com a mão direita no centro da haste, talvez Ras ainda esteja um pouco perplexo o que pode facilitar isso, mesmo comigo não acreditando muito nisso. Então iria prosseguir com o espetáculo, estocando Rasnak no centro do corpo, girando em torno do calcanhar direito para virar o corpo de lado e esticando o braço. Considerando o que ocorreu com o Baronete acredito que Ras saberia que tal golpe é apenas um chamariz, mas ainda sim não acredito que algo simples e direto possa funcionar com ele, nesse caso.

Eu inclino meu corpo para trás fazendo o peso cair sob tórax, e assim abaixaria um pouco a trajetória da estocada além de fazer um pequeno desvio lateral, sem alterar o estilo do ataque, acreditando ser eficiente caso o vira-latas tente aparar. E para não cair de costas no chão eu "jogo" a outra perna para trás do corpo num movimento semi-circular na esquerda, para fazer um pequeno salto lateral e assim desviar de um possível contra-ataque. Usando esse movimento também para fazer um corte circular em diagonal ascendente, da direita para esquerda, usando principalmente o impulso do corpo em movimento e não o braço e ombro somente. Por fim caindo sob a ponta do pé esquerdo, estando de frente para Ras, e logo repousar graciosamente o pé direito no solo.

- Eu já estou farta dessa coreografia, portanto irei finalizá-la nesse próximo passo. - A apresentação seria continuada com outra estocada, dessa vez mais longa e imprudente mirando no meio dos olhos de Ras, enquanto flexiono discretamente os joelhos e inclino-me para frente de maneira sutil. Acreditando que ele não teria nenhum problema em evitar um ataque tão simplório, e caso ele se abaixa e venha me atacar enquanto estou vulnerável. Eu não poderia evitar um sorriso formando-se em meus lábios. Então impulsionar-me-ia sob os joelhos, saltando para o trás ao mesmo tempo que iria recolher a lança, e por fim faria outra estocada dessa vez mirando entre o peitoral e ombro de Ras, esticando velozmente o braço direito.

Eu não iria disputar força com Rasnak caso ele venha me atacar, apesar disso eu avançaria de encontro a ele com intenção de rebater seus golpes usando a lâmina da lança, apenas para interromper meu bloqueio antes da colisão dos ataques, recuando sutilmente minha arma e o corpo caso necessário, para caso ele coloque mais força no ataque com intenção de superar-me pela brutalidade, seu golpe passe em branco e talvez gere uma abertura maior. Então com um pequeno giro de calcanhar e jogo corpo, eu cortaria a lateral de seu abdômen horizontalmente.

>><<

- Arhnn… - Iria gemidinhos impertinentes toda vez que sentisse o bumbum doer, apertando com força o cabo, e suspirando de alívio quando a dor passar. Se tivesse algum tempo acariciar-ia a região dolorida. - Agora preciso mais do que apenas uma massagem nos pés para ficar completamente satisfeita. - Reclamando de maneira luxuriosa com a voz mais molhada em meio aos suspiros, estando com as bochechas avermelhadas por causa de toda a excitação.

Sendo de propósito para deixar Rasnak desconcertado ou não, eu preciso ganhar, e rápido. Então tirem as vossas conclusões u.u


Descrição da TEC.:
 
Histórico:
 
Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 5 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Apresentação - 2: Falência ambígua
Voltar ao Topo 
Página 5 de 10Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Budou Island-
Ir para: