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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptyQua 15 Jan 2020, 17:31



Um sentimento até então desconhecido por mim veio a mim quando meus olhos visualizam a mansão e a plantação como um todo. "Parece a cabana onde os servos dormiam, mas porque estou com esse pressentimento logo agora, seria...hm… Nostalgia?” Mas ainda sim, algo era diferente, aquela cabana onde o barão mora não me faz lembrar totalmente o local onde os servos viviam, seria talvez. " O tamanho, é minúscula, parece até mesmo uma casa de bonecas se comparada a pequena moradia dos meus escrav...servos.” Ainda não sabendo dizer bem o motivo de ter esse sentimento logo agora, minha pessoa apenas piscou algumas vezes e sacudiu a cabeça, para afastá-lo. Saudades talvez? Não, provavelmente apenas minha enorme vontade de menosprezar os seres mundanos esteja se manifestando. Sim, é mais provável tal opção.

>><<

Stain, quem se importa com Stain? Eu deveria me importar, talvez seja uma informação que vale minha atenção? Não mesmo, é apenas um nome aleatório que julgo desnecessário, mas não é como se me fizesse cobrir os ouvidos para evitar a conversa, só não iria ter interesse a ponto de perguntar algo a mais.

E bom, sobre o plano do Cãozinho…. Me pareceu um tanto.. " Ingênuo, esses cãozinho é muito inocente, pior seria se o restante dos guardas contratados realmente deixassem a mansão para atacar os invasores, e abandonarem o “rei” completamente desprotegido no tabuleiro.” Isso seria problema dele, mas infelizmente me afeta, e não de uma maneira positiva. - Se o baronete tiver um mínimo de esperteza ele deve segurar alguns dos guardas dentro da mansão, para proteger o próprio barão e a si mesmo, não que eu os veja como um problema, apenas faria o plano demorar mais do que o previsto, se vai fazer alarde no portão principal é melhor que eu procure uma porta nos fundos, onde talvez a proteção fique negligenciada. - Não quero bancar a gênia do crime ou algo assim, apenas não estava totalmente satisfeita com o plano atual, então só quis deixar claro meu descontentamento assim como uma alternativa para solucionar o possível problema.

Se não houvesse maiores problemas com minha...digamos...sugestão, minha pessoa esgueirar-se-ia pelo terreno, a fim de explorar um pouco melhor o casebre, procurando se haveria outras formas de adentrar, principalmente por uma porta nos fundos, torcendo para que houvesse guardas a vigiando, pois seria um indicativo de que a mesma estaria aberta. Manter-me-ia afastada das torres de vigia assim como das cabanas dos funcionários, se fosse possível utilizaria das sombras feitas pelos montes e montanhas para ocultar-me durante a análise, enquanto iria aproximar-me aos aos poucos, tentando circundar a mansão, atravessando pelo meio das parreiras, se fosse necessário eu cortaria uma ou duas "arvores" de cada fileira para poder cruzar cada "canaleta", escolhendo as que não ficassem tão próximas ao limite da plantação, para tentar chamar menos atenção possível e priorizar a ocultação. Tentaria achar alguma possível entrada que não seja a principal, sendo provavelmente a mais bem vigiada, talvez uma janela entreaberta, apesar de muito improvável essa última opção.

Em último caso minha pessoa se veria obrigada a esconder-se dentro da plantação de uvas, pois acredito que dificultaria muito a minha capacidade de observação, que já está debilitada devido a escuridão, e também porque seria extremamente desgostosos me enfiar no meio de uma plantação, correndo o grave risco de ficar com galhos e folhas presos no cabelo… Tudo bem que é uma peruca, mas mesmo assim, inadmissível!

>><<

Se eu tivesse obtido algum sucesso durante a breve observação da mansão, eu me me posicionaria próximo aos fundos do casarão tentando não ser vista pelos vigias, e se houvessem guardas vigiando a tal porta seria ainda melhor. Caso contrário ficar-me-ia mais próximo da entrada principal. E de qualquer maneira eu iria aguardar pela distração por parte do cãozinho e do velhote, para iniciar o ato principal. Devaneando a situação como uma bela oportunidade de atingir meu real objetivo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptyQui 16 Jan 2020, 18:17




- Faça como preferir, desde que faça. - Ele deu os ombros informando que obviamente não se importava com os métodos e sim com os resultados. - Mas é bom ver que aprendeu com a experiência. - …. Pobre Ras, se soubesse que a doce Kare simplesmente não iria lembrar do que ele estava falando.


>><<

As pequenas árvores do vinhedo eram plantadas de forma perfeitamente alinhadas delineando os contornos dos pequenos montes que ondulavam pela região. O solo era de terra visto que a grama não suportava o frio, ou melhor dizendo, o solo era de neve.

Não haviam uvas naquele momento, era o período entre safras. As árvores para sorte de Kare não estavam com folhas para que ela acabasse com alguma presa em seus cabelos.

As fileiras seguiam um curso levemente diagonal que lhe fazia se afastar do ponto central onde a mansão da fazenda estava o que lhe obrigou eventualmente a usar de um movimento de corte da sua lança derrubando e criando um caminho para cortar lateralmente a diagonal que traçava e assim ela acabou passando levemente afastada das torres de observação.

Uma luz era emitida por cada torre, era um foco direcional que cruzava eventualmente o campo de plantio. Por duas vezes essa luz passou próxima a posição de Kare fazendo com que ela precisasse utilizar das suas habilidades adquiridas para melhor ocultar-se nas pequenas árvores e permanecer então imóvel para não ser detectada.  

Aproveitou também dos momentos em que está se afastava para cruzar mais diagonais nas "trincheiras" dos vinhedos aproximando-se da casa.

A quase 60m das construções os vinhedos terminaram. Estava agora do lado direito da residência a mais ou menos 80m da porta principal de entrada. Não haviam guardas visíveis ali, mas isso não queria dizer que não existissem. Era realmente um numero bastante expressivo de guardas para uma propriedade daquele porte de modo que era até mesmo difícil de imaginar o quanto dinheiro havia sido investido para manter toda aquela vigilância.

Um dos galpões estava logo à frente de Kare, na verdade levemente deslocado a sua esquerda. Era de madeira rústica sem janelas próximo ao solo, mas com algumas delas no alto a aproximadamente 4m de altura, devido ao frio atual estavam fechadas inclusive por venezianas de madeira. A porta do galpão era dupla e grande o suficiente para animais de grande porte passarem lado a lado.

O outro galpão ficava mais ao fundo, para além da casa e deste primeiro. Este era mais decorado, ou melhor dizendo, melhor acabado. Sua madeira era mais nova e pintada, haviam mais janelas nele e todas eram apenas de vidro. Sua porta era muito menos que o do primeiro.

Quanto a casa ela possui inúmeras janelas as quais pareciam estar dispostas em intervalos regulares. Tinham o tamanho que poderia ser descrito como o normal para uma janela residencial. A maior parte destas estavam escuras, mas em duas janelas frontais do segundo andar havia claridade como também era possível ver claridade na janela inferior próxima a porta frontal.

Sentindo que tudo parecia tranquilo a morena se aproximou encostando-se na parede da casa, tudo ainda seguia silencioso, tanto de dentro da casa quanto do portão frontal por onde logo deveria começar o ataque. Escondida a sombra da casa e parcialmente agachada a jovem começou a circundar a residência. Suas costelas novamente protestavam a este esforço e sua respiração novamente e muito mais rápido do que antes tornava-se pesada liberando continuamente nuvens de vapor a frente de seus olhos.

Diferente da parte frontal da residência os fundos eram um jardim com arbustos bem aparados, aparentemente um tipo resiliente ao frio, pois mesmo com neve acumulada sobre si eles estavam cheios de folhas miúdas e muito verdes. Havia trilhos de pedra que percorriam pelo jardim criando pequenas estradinhas, estes inclusive também seguiam para o segundo galpão.

A casa por sua vez tinha uma fachada traseira menos decorada, mas seguia bastante o padrão frontal com janelas em espaços similares uma das outras. Tanto na frente como atrás haviam 8 janelas dispostas, na lateral apenas quatro e em todos estes havia o mesmo padrão nos dois andares.  As janelas inferiores estavam a um metro e meio do chão enquanto as superiores a quatro metros.

Havia luz em apenas uma janela superior, mas também em uma inferior. Na lateral esquerda por onde passou todas as oito janelas, quatro inferiores e quatro superiores, estavam escuras. Kare não havia passado pela lateral direita da casa.

Na frente havia apenas uma grande porta dupla, enquanto nos fundos havia duas portas simples. Uma delas possuía a estradinha de pedra a frente, enquanto a outra era mais próxima da lateral direita da casa e sem qualquer caminho a frente dela.

Em nenhum dos lados havia visto vigias externos o que não queria dizer absolutamente nada sobre as suas existências.


O ataque começaria em breve, não mais de dois minutos após Kare ter chego aos fundos da casa Crow iria por fogo em uma das torres de vigilância.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySex 17 Jan 2020, 14:42


"Não poderia haver momento mais inoportuno para os machucados causados pelo bárbaro voltarem a causar-me dor, na verdade há, mas ainda é totalmente desagradável.” O incômodo era suficiente para me fazer pôr a mão no local onde doía e tentar massagear, mesmo que não adiantasse era apenas uma tentativa de alívio psicológico ou algo assim. "Talvez minha pessoa não devesse ter negligenciado o tratamento mais cedo? Não, seria um ultraje permitir-me ser tratada por gente de baixo nível, e provavelmente aquele “médico” se aproveitaria da oportunidade para colocar as mãos em meu corpo.”

Ao menos a dor não foi um empecilho grande o suficiente para impedir-me, apesar de ter tornado o percurso mais tortuoso. " E nem mesmo poderia culpá-lo, é perfeitamente plausível que meros plebeus tentem tocar a personificação de uma deusa.” Depois desta triste lamentação o que minha pessoa poderia fazer além de sorrir arrogantemente após uma dedução tão sincera.

>><<

Após observar um pouco melhor o casebre e sua arquitetura eu iria rapidamente me esconder no jardim, tentando observar se há algum guarda próximo enquanto caminho até lá. Escolheria um ponto onde tivessem arbusto maiores para pelo menos poder ficar agachada sem ficar muito em destaque, apesar das cores verde e branco não favorecerem muito. Então aguardar-ia até o ataque do cãozinho começar assim como o incêndio causado pelo velhote. Mesmo não sendo o melhor dos esconderijos eu acredito que quando a confusão iniciar-se os possíveis guardas e vigias ficariam muito afobados para notar-me enquanto correm na direção do incêndio e portão principal.

Se de fato houvesse guardas por ali, e eles fossem direto ao foco do confronto assim que a arruaça começasse, eu esperaria por mais alguns minutos em silêncio para dar tempo de todos os guardas e vigias abandonarem seus postos e passarem pelo jardim, então minha pessoa despreocupadamente desfilaria em direção às portas de madeira passando casualmente pelo caminho de pedras, enquanto começaria a assobiar uma melodia alegre. Agora sem me importar com o barulho, pois imagino que haveriam gritos e muita baderna para abafar minha linda melodia. "Tão ingênuos. Na primeira oportunidade simplesmente abandonaram a segurança do barão.”

Assim que chegasse em frente às portas de madeira eu a empurraria normalmente, talvez algum funcionário ou guarda desatento tenha deixado-as abertas, mesmo sendo totalmente inacreditável tamanho descuido, eu seria ainda mais tola se tentasse quebrar uma porta que já estivesse aberta, não concordam? Certo, vamos para a primeira opção plausível.

Assim que chegasse em frente às portas de madeira eu iria fazer um corte vertical próximo a maçaneta, e em seguida bateria com a base da haste para empurrar, e assim quebrar a mesma. Não é a mais discreta das entradas, mas a fazenda está em chamas e tem invasores na portão principal, quem vai notar uma porta de madeira quebrando nos fundos da residência? Contudo ainda existe a possibilidade de haver uma fechadura mais resistente, ou uma corrente que me impeça de quebrá-la, nesse caso é com muito pesar que terei de recorrer ao plano B. (Mentira, o plano B é muito mais divertido e impactante, vocês irão ver :3)

>><<

Se minha entrada não tão discreta pelos fundos da mansão não fosse possível de ser feita, eu abandonaria de vez qualquer tentativa de não chamar atenção, e realizaria uma entrada no mínimo triunfal, o que convenhamos, é algo mais digno de minha pessoa.

Tomaria distância de alguns metros da parede do casebre até a plantação, parando alguns instantes para respirar com mais calma, e então iniciar uma curta corrida, apoiar a lâmina da lança no solo e impulsionar-me para saltar em direção a janela do segundo andar. Visto que eu acabaria chamando a atenção de quem estivesse ali, ao menos teria alguém para testemunhar minha brilhante entrada em cena.

Eu tentaria girar o corpo no ar mantendo as pernas agachadas e assim que estivesse perto da janela eu a “chutaria” com a sola dos sapatos para além de quebrá-la fazer os estilhaços caírem dentro da residência. Enquanto iria terminar de rotacionar o corpo para cair na ponta dos pés evitando tocar o joelho no chão, por motivos de não querer me cortar, e ficando de costas para a janela. Segurando a extremidade da lança próxima da base.

Depois disso imagino algumas possibilidades, a primeira seria no caso de eu ter adentrado no quarto de algum funcionário e acredito que quem estivesse ali ficaria muito assustado com um ser tão belo visitando-os a noite, mas eu não tenho tempo para esperar a surpresa dos funcionários que ali estivessem passasse, então agiria casualmente. - Onde fica o quarto do barão? Tenho assuntos importantes para tratar com ele. - Como se eles fossem me responder calmamente…

- Tanto faz, eu mesma procuro. - Então iria me levantar e caminhar na direção da porta como se nada tivesse acontecido, e antes sair quase esquecendo a porta aberta eu olharia uma última vez para o(s) funcionário(s). - Melhor eu fechar, vocês não devem querer que ninguém invada a privacidade do local, mas lembrem-se de fazer silêncio. - Não iria me importar nem um pouco com a gigantesca contradição entre minhas palavras e atitudes, na verdade faria questão de deixar o mais claro possível meu total descaso em relação a algo tão trivial, afinal são apenas servos.

Apenas deixaria a lança deslizar por minha mão até eu poder segurá-la no meio da haste, e não tentaria tirar cacos de vidro ou algo do tipo que tivessem ficados presos no casaco, pois minhas lindas minha pessoa poderia cortar suas lindas e delicadas mãos.

Uma outra possibilidade seria se um ou mais guardas estivessem no quarto, nesse caso eu não teria muito tempo para recompor-me. E assim que os visse eu avançaria contra o que estivesse mais próximo a porta, acreditando que teria alguma vantagem pelo “efeito surpresa”, eu iria acertá-lo um golpe ascendente no queixo utilizando a parte inferior da haste, após segurar a lança com as duas mãos, e logo em seguida o acertaria no meio do tórax com a base da haste, em outro golpe utilizando as duas mãos, para empurrá-lo na direção da porta, e finalizaria minha digníssima entrada com um chute de sola do sapato direto no rosto para fazer a porta abrir ou quebrar, aproveitando para pisar em cima do guarda, e ficar no corredor. Onde provavelmente eu teria mais liberdade de lutar se comparado a um quarto fechado.

Talvez alguém se pergunte o motivo de uma atitude tão insensata após tomar tanto cuidado para ficar escondida. Para economizar tempo, e não precisar contornar toda a mansão novamente até chegar na entrada principal? Por julgar que não faria diferença, visto que facilmente os guardas dentro da mansão poderiam agrupar-se com os que estivessem vigiando as portas independente da situação? São bons palpites, mas não é nada tão chato assim, é apenas por puro capricho mesmo, e também porque eu mereço mais atenção do que arruaceiros e incendiários

>><<

"Se eu fosse um barãozinho amedrontado preso dentro da própria casa onde eu me esconderia?” Perguntaria-me uma vez que estivesse dentro do casebre, provavelmente nos corredores. "Naturalmente que no terceiro andar, pois é onde parece mais seguro, e faria os possíveis assassino gastarem mais tempo.” Então procuraria pelas escadas até que levariam-me até o segundo e terceiro andar.

Se durante minha breve visita eu ainda estivesse despercebida (principalmente no caso de não precisar usar o plano B), eu ainda tentaria passar despercebida, me escondendo atrás de algum móvel grande ou uma parede na divisória entre os cômodos para poder passar pelos guardas após eles se afastarem ou desviarem a atenção para outro lugar que não seja em minha direção.

Então procuraria pelas escadas, e tentaria utilizar de espelhos ou alguma vidraria que pudesse refletir, para poder olhar os corredores antes de precisar atravessá-los, e se por sorte eu encontrasse algum espelho pequeno jogado pela casa eu o levaria comigo, justamente para essa função de observar os corredores.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySeg 20 Jan 2020, 12:33




Como uma gata que se esconde antes do bote a jovem permaneceu oculta no jardim traseiro da mansão, ali onde arbustos de volume considerável e com aspecto bem cuidado serpenteavam criando um caminho que poderia ser confortável a um passeio, mas naquele momento era apenas um amontoado de folhas cobertas por neve.

A temperatura nada agradável deixava as pernas, pés, mãos e face de Kare bastante frios, sua respiração condensava-se a sua frente e não fosse a costela doendo ela talvez acabasse se permitindo embalar nos braços de morfeu para não mais acordar, isso e o alarme que não muito depois começou a soar.

"FOGO, FOGO" [ SINOS TOCANDO ] [APITOS] - Outros gritaram por fogo e então disparos foram ouvidos. "ATAQUE" - ouviu-se o grito na noite, mais sinos tocaram e tudo se transformou em uma completa balbúrdia. Luzes se acenderam na casa algumas na parte inferior e outras no terceiro andar, mas nenhuma foi vista no segundo andar. Um bom observador poderia chegar a conclusão que as luzes do primeiro andar pertenciam a funcionários em seus quartos de empregado, enquanto a janela única que acendeu-se no centro da mansão no andar mais alto seria provavelmente de um dos moradores ou quem sabe algum hóspede.

Também houve agitação no pavilhão ao lado da casa, aquele que era pior cuidado com grandes janelas fechadas por venezianas de madeira. Quatro homens deixaram aquele galpão, dois seguiram em diagonal indo para o portão de entrada, enquanto outros dois avançaram para a porta da frente da mansão, Kare conseguia discernir isso pelo ângulo da corrida, mas não saberia dizer se eles haviam ou não entrado na casa.

Houveram mais sons de disparos vindos do terreno a frente, Kare então aproximou-se da casa desfilando pelo caminho de pedras em direção a porta principal dos fundos da casa, lá verificou se a mesma não estaria ingenuamente destrancada para então com sua lança tentou cortar através da porta. A madeira grossa e bem acabada não foi tão facilmente cortada, mas vendo que o primeiro golpe deixou um sulco profundo a jovem prosseguiu e com quatro golpes conseguiu cortar o entorno da fechadura  que lhe permitiu com um chute escancarar a porta.

A sua visão foi logo iluminada pelas luzes adiante no hall de entrada, sim, a visão de uma das portas seguia livre até poder se enxergar a porta frontal da residência passando por outros dois cômodos antes. As passagens entre esses cômodos eram por grandes arcos de madeira.

Spoiler:
 

A sala por onde entrou tinha 4m de largura por outros 4m de comprimento com o teto a cerca de 3m de altura, o arco de madeira tinha 2m de altura. Parecia ser uma sala de leitura, pois nela havia duas largas poltronas além de mesinhas pequenas dispostas ao lado destas. Estantes abarrotadas de livros, abajures e duas amplas janelas uma em cada lado da porta que ela acabará de chutar, ambas as janelas trouxeram uma recordação a Kare, pois nestas também era possível sentar visto que nelas haviam almofadas.  

O cômodo da frente não era possível discernir o que era, mas além deste se via o Hall de entrada a após mais um arco o que era apenas um corredor de entrada onde finalmente se dava a porta frontal da mansão onde quatro homens estava fronte a uma porta aberta. No momento do chute todos voltaram-se para Kare.

- QUEM É VOCÊ? - Mas antes que ela sequer considerasse responder outro já gritou. - NÃO IMPORTA, MATEM.

Mais além da porta Kare poderia ver o conflito do lado de fora, mas isso somente se houvesse havido tempo para observar.

Os quatro vestiam calças e camisas que não se diferenciavam ou chamavam atenção, logo não havia muito para prestar atenção em suas roupas, fora o chapéu que todos utilizavam. Estes tinham cada um uma cor em aspectos de marrom, mas para alguém tão refinada como Kare era facilmente perceptível as diferenças dos tons, muito embora fossem todos chapéus horríveis.

E para a infelicidade da jovem, dois daqueles homens eram atiradores, cada um com um revólver no coldre a direita de sua cintura. Já o que havia feito a primeira pergunta possuía uma espada, quanto aquele que havia mandado matar Kare não parecia carregar nenhuma arma visível. Estavam agora separados por quase 30m, cada um em uma porta. O vento frio avançou embocando de uma a outra fazendo com que folhas soltas nas mesas do cômodo onde Kare estava voassem. Não havia luz em seu cômodo, mas o Hall de entrada estava iluminado e devido aos arcos de madeira esta mesma luz conseguia alcançar a posição da jovem, ainda que não fosse muito brilhante, logo, os sujeitos conseguiam vê-la, mas não conseguiam averiguar em detalhes a sua aparência.

Haviam outros sons na mansão, gritos de funcionários pareciam mais próximos e eram bastante audíveis de onde Kare estava o que talvez indicasse que o cômodo a frente fosse na verdade um corredor largo que permitisse ir para ambos os lados.


Citação :

Recapitulando, Você está na sala de leitura, a frente a um arco de madeira que dá acesso a um cômodo escuro que talvez seja um corredor, alguns metros mais à frente um novo arco que agora chega ao hall principal como o da foto e ao final deste Hall a mais um arco que dá em um corredor que termina na porta de entrada da frente.

Devido a adrenalina e toda a situação estressante Kare foi capaz de ver esses detalhes em poucos instantes e agora os dois atiradores estavam movendo suas mãos em direção aos coldres de suas armas.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptyQua 22 Jan 2020, 23:54



"Porque estou me lembrando dela logo agora…? “ Olhar para as janelas era estranhamente reconfortante, apesar da situação completamente desfavorável. "Pelo menos eu não estaria congelando nesse exato, e o calor seria facilmente resolvido, as marcas que ela deixa até que não são tão ruins.” Queria eu poder devanear um pouco mais sobre o que uma certa loira está fazendo agora, mas aparentemente os empregados que vieram recepcionar-me não parecem muito acolhedores. "Dessa vez é minha pessoa que necessita apressar-se.” Um sorriso travesso formou-se em minha boca enquanto mordi o lábio inferior, para conter a excitação que tentava invadir meu corpo.

Observei os atiradores com o canto dos olhos enquanto ainda estava com o rosto voltado para uma das janelas. "Talvez minha ausência hoje, deixe-a com mais vontade de me “punir” da próxima vez.”

Pacientemente esperaria os atiradores retirarem as armas de seus coldres e apontá-las para mim, enquanto inclino-me levemente para frente apoiando o peso do corpo no joelho direito, fazendo menção de saltar na diagonal para frente. E assim que eles estivessem prontos para disparar eu pularia na diagonal, mas não para frente. com a perna direita apenas. Eu faria um semicírculo com a perna esquerda esticada, enquanto uso o joelho direito para impulsionar um salto para trás, ao mesmo tempo que “jogo” a perna esquerda e giro o corpo no ar mantendo as pernas eretas, pousando graciosamente no chão com a ponta do pé direito.

Assim que meu pé tocasse o chão da mansa minha pessoa imediatamente avançaria contra os atiradores enquanto segura a lança no meio do cabo com a mão direita, e propositalmente mantendo o corpo inclinado para frente. E naturalmente esperaria não alcançar os atiradores, pois acredito que os outros dois tomariam a frente para intervir.

E assim que o primeiro dos dois não atiradores viesse de encontro a mim para um conflito direto, eu não pararia a investida até ser atacada, e faria o mesmo movimento anterior, porém dessa vez lançando a perna direita por detrás do corpo para realizar um salto para o lado com menor distância e amplitude em relação ao anterior, ao mesmo tempo que faço um corte horizontal alto mirando o rosto do mesmo cavalheiro que veio ao meu encontro, e por ser apenas um blefe eu não me importaria se errasse, na verdade seria ainda melhor para fazê-los acreditar que estão fora de meu alcance.

E durante o salto eu iria inclinar o corpo paralelo ao solo, para parecer que irei deitada no chão, mas não passaria de uma pequena exibição, eu me apoiaria sob a ponta do pé direito girando sob seu eixo, e realizaria outro corte horizontal na altura do ombro, porém dessa vez eu faria a haste deslizar pela minha mão durante a rotação do corpo e esticaria o braço assim que terminasse de rodar segurando-a próxima da extremidade, e assim "ganhando" alcance em meu golpe para poder acertar os quatro, mas antes de terminar o golpe eu levantaria um pouco meu braço direito para acertar próximo ao pescoço do primeiro que veio me atacar, e para contrabalancear o peso, eu terminaria o breve passo com a perna esquerda esticada para trás.

- Os empregados do barão Ten sempre tratam os visitantes com tanta hostilidade? - Claro que não ficaria sem fazer minhas habituais implicâncias, dizendo sendo muito debochada enquanto olho na direção de quem estivesse mais próximo a minha frente.

Talvez meu descaso desse tempo para os atiradores mirarem em mim, bom não que seja um problema, apenas deixaria o peso do corpo cair sob a perna esquerda enquanto flexiono a direita para poder abaixar-me rapidamente e desviar dos disparos, aproveitando também para puxar a lança lateralmente e segura-la próximo a lâmina com a mão esquerda, e antes de receber mais tiros eu me impulsiona utilizando o joelho direito e o pé esquerdo para avançar contra um dos atiradores, e acertá-lo com um corte diagonal ascendente feito com as duas mãos e aproveitando o movimento para acertar seu rosto com a parte inferior da haste, enquanto iria soltar a mão esquerda e  giraria na ponta dos pés, e me equilibrar na ponta do pé esquerdo ao, permitindo que minha perna direita fique livre para realizar um chute giratório ao mesmo tempo que faço um corte amplo na horizontal, completando assim o giro com intuito de terminá-lo com o chute e o golpe da lança acertando o atirador ao mesmo tempo em alturas diferentes.

Acredito que seria necessário uma performance mais elaborada para essa coreografia, claro que os coadjuvantes fariam muito bem o trabalho de enaltecer meu talento, esses atiradores com certeza serão incomodada, então devo honrá-los com um pouco mais de atenção, observando a mira de suas armas para sair da frente da frente da trajetória, movendo o corpo para os lados e dando passos pequenos e rápidos quando necessário.

Minha experiência com espadachins me faz acreditar que eles são fáceis demais, é só mantê-los longe com estocadas rápidas, mas no momento não estou com vontade de brincar com ele, então deixaria que se aproximasse para atacar-me da maneira que desejasse, e evitaria os golpes horizontais dando passos para trás, para os verticais e feitos na diagonal eu moveria-me para os lados, se fossem estocadas apenas moveria o corpo para lado e usaria de tais aberturas para acertar os cotovelos, punhos e joelhos dele com a haste, e se ele tentasse um golpe mais demorado eu avançaria de imediato, acertado a lateral do joelho com a parte inferior da haste e em seguida o chutaria com a sola do sapato.

E agora temos um cavalheiro misterioso, admito que esse ganhou uma atenção especial de minha pessoa, que não pode conter um discreto sorriso malicioso nós lábios. "Deixar uma mulher curiosa é uma estratégia tão cruel... São tantas as possibilidades, está me deixando terrivelmente interessada." E com ele eu ficaria há uma distância segura, e me afastaria com passos ligeiros toda vez que ele se aproximasse, principalmente para evitar chutes que podem ter um alcance maior, mas se tentasse me socar eu não teria tanto problema e deixá-lo se aproximar, apesar de ficar um pouco decepcionada… E me afastaria assim que ele dobrasse os braços com pequenos saltos para trás ao mesmo tempo que golpearia suas pernas com perfurações e cortes rápidos, mas se de fato ele conseguisse desferir-me um soco eu me iria me esquivar movendo o corpo na mesma direção e sentido do golpe enquanto caminho para trás, mas diferente do costume de sempre esquivar-me a poucos centímetros de ser acertada apenas por puro capricho, dessa vez eu não me permitiria esse luxo, pois ele poderia sacar uma lâmina pequena ou algo do tipo, então por tal razão eu manteria-me distante dele. E também existe a possibilidade dele me imobilizar para os outros se aproveitarem e me acertarem com força e intensidade, apesar de que eu adoraria que algo parecido acontecesse, mas não em tal contexto e com tais pessoas, então eu deixaria-o avançar contra mim e abaixaria passando por debaixo de seus braços enquanto iria girar o corpo para acertar as costas dele com o cabo da lança e empurra-lo na direção de algum móvel que estivesse perto.

Durante o pequeno espetáculo eu os conduziria em minha coreografia para que os coadjuvantes ficassem se alinhando, dessa forma dificultando a pontaria dos atiradores, principalmente se eles tiverem algum senso de companheirismo. E também tentaria não matá-los (mas também não tentaria muito…) com golpes não tão profundos na região do pescoço ou abdome, e preferencialmente os acertando com o cabo.


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Última edição por love.licia em Sab 25 Jan 2020, 13:50, editado 1 vez(es) (Razão : Tive que corrigir a contagem de posts no histórico.)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySex 24 Jan 2020, 17:10




Em outro lugar.

O céu começava a mostrar alguns sinais de melhora. As nuvens antes escuras começavam a se afastar na direção do mar. Sentada em uma janela havia uma certa jovem olhando as estrelas que começavam a despontar agora que as nuvens haviam partido. Em sua mão havia uma taça de vinho a qual ela girava casualmente o conteúdo salientando a cor bordo avermelhada.

Está bela e graciosa jovem tinha um semblante levemente decepcionado, mas parecia se recusar a permitir-se ficar demasiada encomodada com o que quer que estivesse passando na cabeça dela. Seu cabelo estava preso em um coque apertado acima da cabeça, estava bem puxado, o que lhe dava um certo ar de "professora má e experiente", mas suas roupas contrariavam essa aparência. Seu robe azul claro não ocultava completamente a cor viva da lingerie abaixo a qual se vos for de interesse saber era vermelha com detalhes em roxo com algumas rendas na mesma cor dos detalhes.

- Hnf! Quem perde é ela. - Mas não havia tristeza nesta voz e sim apenas um Q de malícia e uma pitadinha de raiva que obviamente teriam que ser dirigidas para algum lugar. Este belo rosto então virou-se para cama, onde havia um coelho de pelúcia. - Acho que hoje vamos ser só eu e você.

>><<

Alheia às punições que sofreria a nossa deusa se via em uma situação deveras irritante e inapropriada a alguém da sua envergadura social, pois naquele momento estava impedida de rejubilar-se com os sentimentos calorosos que subiam por seu corpo investindo em tomar conta de seus pensamentos. Ainda assim, talvez isto pudesse de alguma forma tornar-se um bom motivador para ela levar as coisas mais a sério.

O fato era realmente como a jovem pensava, sua punição pelo não comparecimento seria realmente intensa, ainda assim aquela era apenas uma preocupação para o futuro, embora fosse de fato muito mais atraente que as preocupações do presente.

As armas deixaram seus coldres erguendo-se na direção da jovem invasora ao mesmo tempo que ela inclinava-se parecendo desejar saltar para um confronto, seus movimentos de dança eram no entanto desconhecidos para homens brutos que de fato não conseguiam compor em suas mentes que era possível existir aquele tipo de mobilidade. Kare era mais hábil em seu controle corporal do que os atiradores eram em sua proficiência visual.

Lascas da porta, parede e inclusive o som de vidro quebrando foram ouvidos misturando-se aos sons produzidos por cada aperto dos gatilhos, em meio a esta sinfonia um demônio dançava com o rosa de seus cabelos ao vento. Em seu rosto, mesmo que não notasse, haveria neste momento um sorriso, talvez não pelo combate, talvez apenas pela antecipação do que estaria lhe esperando mais além.

Inconcebível era como um dos atirador havia conseguido alvejar a janela que estava tão distante da posição inicial de Kare. Este se perguntado iria jurar que a teria visto saltando naquela direção. Ao pousar rodou de novo ao ritmo da "dissinfonia" tocada por aquelas armas.

Durante os disparos, o sujeito antes sem arma correu, mas não seguia em direção a Kare e sim para algum lugar que fugia a visão dela. Os disparos pararam não muito depois, cada arma tendo disparado seis tiros cada e cada atirador possuindo apenas uma arma se viam obrigados a recarregar. Nesse momento tanto nossa brava lanceira quando o infame espadachim correram um em direção ao outro.

O "corredor" entre as portas era livre, não havendo mobília que separasse ambos. Haviam sobre o chão de madeira apenas um tapete, este localizado na área central do Hall de entrada, mas após este era apenas o piso de madeira poliga. Kare, muito mais rápida que seu agrassor, percorreu uma distância maior e por isso quando se encontraram não era exatamente no centro da distância entre ambos, mas sim na sala anterior a chegar no Hall de entrada.

Está não era exatamente uma sala, pois se olhada para os lados seria visível em ambos as escadas para chegar no segundo andar. Kare saltou girando seu corpo para a esquerda enquanto cortava com a lança na altura do rosto de seu oponente, este que se abaixou. Ainda assim havia sido um resultado extremamente satisfatório para Kare, pois o chapéu horrendo havia sido arrancado da cabeça do espadachim. Por debaixo do mesmo havia um cabelo preto puído e bastante sem graça… ainda assim era melhor do que o chapéu.

O giro da jovem continuou com ela apoiando-se delicadamente sobre a ponta do seu pé, o chão polido lhe permitia conseguir girar com facilidade, seu rosto nesse momento trincou-se em dor devido ao movimento brusco de esticar seu corpo paralelamente ao chão o que fez sua lança deslizar mais que o pretendido. O alcance da lança havia sido devidamente ampliado tal era seu plano, mas devido as suas próprias limitações havia escorregado tanto que a lâmina passou do ponto e assim acertou o espadachim com o cabo da arma e não a lâmina.


O cabo golpeou o ombro do espadachim, mas sem a lâmina os danos não foram severos e o mesmo conseguiu se recuperar e contra-atacou Kare em direção ao seu rosto, ela por reflexo jogou o tronco para trás a tempo de evitar o contra-ataque, mas sua peruca rosa recebeu um corte deixando-a muito mais curta do lado direito do que do lado esquerdo. Felizmente para o espadachim aquele não era o cabelo verdadeira da mulher, pois se assim fosse ele teria acabado de abrir os portões do inferno. Desequilibrada pela esquiva improvisada e também pela dor a jovem precisou dar dois saltos para trás a fim de se equilibrar. Ficando agora quase no primeiro degrau da escada da esquerda. (Esquerda em relação a porta que você entrou.)

O espadachim estava de costas para a escada da direita enquanto os dois atiradores continuavam na porta frontal que estava a esquerda de Kare.

- Visitante? Hahaha, que tipo de visitante invade pela porta dos fundos durante um ataque?

Nesse momento os atiradores haviam terminado de inserir as balas no tambor de seus revólveres e estavam puxando o cão prontos para atirar novamente, Kare sentia seus olhos vis sobre o seu magnífico corpo antes da nova "dissinfonia" começar.  

Os tiros mais uma vez cortaram o ar da sala e novas lascas de madeira começaram a saltar e chover sobre elas. Talvez sabendo da competência de seus companheiros o espadachim havia saltado para trás neste momento, afastando-se de Kare.

Kare se abaixou em seguida recuando ocultando-se atrás da parede cortando assim a linha de tiro da dupla. A sua frente tinha o espadachim na ponta da outra escada também coberto pela parede. A distância entre eles era um pouco mais de dois metros, enquanto os atiradores permaneciam na porta frontal da casa. A porta por onde Kare entrou continuava aberta e com isso uma corrente de vento gelada cruzava o ambiente dos fundos até a frente.

OFF: Como expliquei no discord parece que não houve um bom entendimento do que passei do cenário e assim acabou ocorrendo uma confusão na interpretação das posições dos oponentes. Logo pra não ser injusto eu fiz aquele desenho e interrompi o post na metade dos seus casos.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySab 25 Jan 2020, 13:48


Durante um tempo eu ignoraria completamente o ambiente e a situação em que estou para tocar na ponta da peruca cortada com os dedos polegar e indicador em forma de pinça. - Eu apreciaria mais se tivesse cortado só as pontas e mantido o comprimento original, ainda precisa praticar muito se quiser ser considerado um cabeleireiro amador. - Diria com um pouco de descaso como se estivesse insatisfeita com algum serviço prestado enquanto tento “incentivá-lo” a melhorar. Tal atitude seria apenas para demonstrar minha despreocupação e o fato de quem eu nem mesmo o considero um espadachim, quanto mais alguém bom o bastante para que minha pessoa possa considerar um adversário.

E se o cabeleireiro arruinador de perucas viesse me atacar eu correria para as escadas subindo alguns degraus para esquivar, mesmo com ele não me atacando eu subiria os degraus do mesmo jeito. E o encararia por cima dos ombros como se tivesse acabado de lembrar de algo importante. - Desculpa, eu não tenho tempo para ficar gastando com relés lacaios, preciso matar o barão Ten…- Nesse ponto eu faria uma pausa na escada e colocaria o dedo indicador abaixo do queixo como se estivesse pensativa. - Ou é pra matar o baronete...? Não importa, ambos morrerão.- Nesse momento eu estaria conversando comigo mesma, ou apenas pensando alto, antes de voltar a prestar atenção no espadachim. - O quarto do barão fica em qual andar mesmo?- Nesse momento eu estaria perguntando diretamente para o usuário de espada.

Eu não esperaria por uma resposta, mas sim por um ataque, provavelmente carregado de raiva, então continuaria a subir belamente as escadas até parar próximo ao último degrau. - Não precisa me responder, apenas vou torturar e matar todos os funcionários que ver pela frente, até alguém me contar, ou próprio aparecer. - Dizendo com um tom de voz sádico enquanto esboço um sorriso bem meigo para criar um contraste sinistro entre as palavras e minha aparência. E imediatamente faria menção de continuar a correr pelos corredores.

Porém uma dor insuportável desencadeada pela movimentação abrupta me assolou, ou pelo menos é o que eu demonstraria para o espadachim. Inclinei meu corpo para frente abaixando a cabeça, e abracei o lado direito das costelas com a mão esquerda, deixando um gemido de dor escapar. - Maldição… Onde ele me acertou não para de doer.- Iria resmungar parecendo estar irritada para trazer mais vivacidade a cena.

E se o espadachim aproveitar tal oportunidade para atacar-me eu não poderia conter um sorriso maléfico formando-se em meus lábios enquanto fito ele pelo canto dos olhos. " Tão ingênuo.” E rapidamente iria rotacionar parcialmente o corpo enquanto utilizando o pé direito como pivô, para realizar um golpe horizontal baixo, mirando os tornozelos do espadachim que estaria subindo as escadas, com intenção de derrubá-lo. E caso ele realmente rolasse escada abaixo, a princípio eu olharia para o espadachim confusa. - Por que vossa pessoa desceu? Por acaso deixastes cair uma moeda? - E depois de mais uma implicância eu iria esboçar um sorriso debochado e seguiria pelos corredores com pressa. Mas se ele não caísse eu saltaria para trás para evitar algum possível golpe.

Nesse ponto independente da situação, eu começaria a correr pelos corredores procurando por escadas até o terceiro andar. Seria algo como um teste, para descobrir a localização do barão, e dependerá da reação dos mercenários, pois se o espadachim parecer desesperado e mandar os atiradores me perseguirem é sinal de que estou no caminho correto. Mas se ele não fizer isso, quer dizer que o barão não está nos andares superiores, talvez nem mesmo esteja na mansão… Confesso que seria muito um imenso infortúnio essa última opção, de qualquer forma meu melhor palpite seria o fujão desarmado, talvez ele tenha ido proteger o barão, em algum local mais escondido dentro do casebre… É um incômodo muito grande ficar deduzindo coisas, então apenas deixarei que os lacaios me contem a verdade.

Caso o espadachim ainda estivesse me perseguindo eu apenas continuaria a correr pelos corredores, enquanto derrubaria móveis e objetos nele, e se conseguisse criar uma distância considerável eu dobraria em qualquer corredor e iria aguardar para que ele se aproxime descuidadamente, então iria acertá-lo no rosto, segurando a lança com as duas mãos mantendo a mão direita mais próxima da lâmina.
Mas se os atiradores fossem me perseguir eu tentaria me esconder em algum corredor antes que terminem de subir as escadas, de preferência atrás de algum móvel, se eles simplesmente ignoraram os corredores, significa que estão indo para o quarto do barão, então só preciso segui-los… Bem simples não concordam? Porém se eles começassem a vasculhar é sinal de que o barão está em outro lugar e estão apenas me procurando para se livrarem de minha ilustre presença.

Caso os atiradores me procurem enquanto estou escondida, eu iria esperar até que eles se aproximem, então os surpreendo avançando subitamente na direção do mais próximo, empunhando a lança nas duas mãos. Já imaginando que o atirador saque a arma para atirar, eu iria golpeá-lo na lateral do pulso com o lado da lâmina, para desestabilizar a pontaria e por consequência fazê-lo errar o tiro. E em sequência iria golpear o queixo do atirador com um golpe ascendente utilizando a parte inferior da haste. Por fim eu faria um corte diagonal descendente no atirador, aproveitando meu golpe anterior para fazer um movimento em sentido reverso.

Em relação ao segundo atirador eu manteria-me alinhada entre com ele e o atirador mais próximo, então empurraria o primeiro atirador na direção do segundo, podendo ser com um chute na lateral das costelas, ou um golpe utilizando o cabo da lança. Então saltaria para avançar contra o segundo atirador golpeando-o no rosto, com um ataque horizontal da lança.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySeg 27 Jan 2020, 10:59




O que havia com esses oponentes? Todos eles haviam combinado de ser o mais insuportáveis possíveis? Aquilo não podia ser só coincidência, afinal… Como era possível que todos eles atacassem exatamente onde era mais odioso?

Estragando suas unhas, estragando sua roupa, estragando o seu disfarce… Vez após vez eles faziam o mesmo de uma maneira extremamente insuportável. Bom, naquele momento poderia ter sido pior e tenho até mesmo medo de imaginar como as coisas estariam se houvesse sido o cabelo real de Kare que houvesse sofrido tal horroroso tratamento capilar.

Mesmo assim fico surpreso e até emocionado ao ver que Kare havia conseguido amadurecer, talvez seja como olhar para um criança rebelde que você estava aflito durante muito tempo de que ela nunca fosse amadurecer, mas ali estava ela e ainda permanecia composta. [Lagrimas de orgulho]

O homem por outro lado só a olhou estranho, talvez por não entender a "piada" feita pela jovem. Ou talvez pensando que gabarito ela possuía para poder opinar sobre as habilidades de trabalho de alguém? Afinal, para uma "ladra" ela também não estava nada bem.

Pareciam ter chegado a algum tipo de impasse cada qual em sua "cobertura" contra os disparos. Na sala um dos atiradores recarregada enquanto o outro cautelosamente começava a se aproximar. Do lado de fora o confronto parecia continuar, ainda haviam disparos e as chamas pareciam haver aumentado já que a claridade infiltrada pelas janelas da frente estava aumentando.

Dando um passo atrás a bela logo se "desculpou" com seu oponente, tal pedido fez o rosto do mesmo se torcer em uma face de raiva devido a soberba apresentada por aquela mulher. - A ÚNICA QUE VAI MORRER AQUI É VOCÊ. - O homem avançou em fúria.

Kare correu escada acima aproveitando-se da distância inicial que possuía em vantagem ao seu perseguidor de espada em riste. E devo dizer nesse momento estar completamente decepcionado com minha musa…. Onde estava a risada malévola depois de dizer que realizaria um massacre?

Logo mais ao terminal de subir a escada havia um pequeno pedaço coberto por parede de onde não havia visão do lobby abaixo, mas assim que prosseguisse a corrida iria estar correndo pela sacada onde seria provavelmente alvo dos atiradores novamente, não que talvez…. Eles… fosse… uma… é… bem… isso aí.
Ali aproveitando deste último pedaço coberto e de suas recentes habilidades artísticas a jovem inclinou-se para frente fingindo dor. Felizmente para ela o espadachim que subia as escadas não podia ver seu rosto, pois mesmo que atuasse estar com dor seu rosto permanecia perfeito e pleno como se estivesse magnifica em uma praia, afinal ela se negaria a fazer um semblante tão feio e terrível como um rosto de dor, não é mesmo?


- VOCÊ É MINHA. - Gritou enquanto saltava os últimos degraus com a espada erguida acima da cabeça para cair com um corte vertical sobre Kare, mas antes que seu golpe fosse concluído a jovem já estava rotacionando seu corpo para cortá-lo.

Poderia ter fingido estar incapacitada, no entanto a dor estava realmente ali e por isso no momento de sua torção para atacar seu semblante havia se tornado subitamente mais feroz o que levou seu oponente a um certo espanto antes de ser ferido. Estando também tão próximos ao fim da escada o golpe realmente o derrubou degraus abaixo e assim, após uma …. Piada? Bom… Vamos perdoá-la, Kare realmente não possui nenhuma boa veia para a comédia.

Um dos atiradores a havia seguido e estava agora começando a subir as escadas enquanto o outro permaneceu. Assim que Kare saiu da cobertura da parede e começou a correr pelo mezanino o atirador que permaneceu embaixo começou a mais uma vez alvejá-la. O parapeito foi especialmente castigado pelo atirador. As molduras de madeira que formavam os pilares de sustentação do mesmo, as quais haviam sido pacientemente esculpidas, lixadas e envernizadas estavam sendo agora castigadas pelas pelas do revólver do sujeito.

Alguns disparos passaram pela "mureta" e atingiram a parede próximo a Kare como também um vaso de flores em cima de uma cômoda fazendo com que água se espalhasse pelo chão do mezanino.

Sem ser atingida Kare atingiu o lado oposto a escada chegando em um ponto onde haviam 3 portas, sendo uma a frente, uma à esquerda e outra à sua direita. Ali seguiu em frente abrindo a porta e fechando-a atrás de si a tempo de bloquear os disparos do oponente que havia subido as escadas. Buracos explodem na porta atrás de si fazendo lascas de madeira prender-se em sua peruca.

O cômodo em que estava agora era um escritório no limite lateral da residência. Haviam três amplas janelas ao fundo da sala com molduras brancas de madeira dando-lhe uma aparência quadriculada. A frente destas janelas havia como esperado uma grande mesa de mogno com uma cadeira almofadada. Ali diversos papeis, canetas de pena, tinteiro, abajour, carimbos entre outras coisas estavam dispostas. Haveriam provavelmente muito mais itens, mas apenas estes eram possíveis de ser observados pela luz que se infiltrou das janelas.

Cadeiras mais simples, três delas, estavam na frente da mesa, um tapete grosso no chão e estante com livros nas paredes laterais completavam o cômodo. Ao lado da porta um cabideiro onde estavam um casaco grande e pesado e também um chapéu preto estilo "coco".

Pelos buracos na porta atrás de si um pouco de luz se infiltrava como feixes. O atirador estava carregando sua arma enquanto continuava a passos lentos avançando em direção a sala. Nesse momento poderia ficar ali e armas uma emboscada? Poderia sair e tentar uma das outras portas? O que o atirador iria fazer? Ele entraria ali atrás dela? Ou ele sabia que cômodo era aquele e por isso não veria necessidade de perseguir a sua presa? Quais dos recursos ali poderiam ser úteis a jovem?

 


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptySeg 27 Jan 2020, 17:45


Após observar o escritório por alguns instantes eu caminharia até uma das janelas para deixá-la escancarada, e em seguida iria ocultar-me nas sombras do ambiente que não estava totalmente iluminado, utilizando um pouco mais de tato para me orientar, e não acabar esbarrando em algum móvel, o que certamente arruinaria minha camuflagem.

E com essas simples atitudes minha pequena armadilha estaria criada, pois o atirador poderia sentir-se tentado a observar a janela por acreditar que eu escapei por ela, e nesse caso eu iria aguardar pelo momento que o atirador estivesse o mais próximo possível da janela, para surpreendê-lo com uma esticada nas costas próximo a nuca, a fim de derrubá-lo na neve, porém eu não usaria a lâmina e sim a base da lança. Durante minha aproximação eu recordaria-me da posição dos móveis e objetos que pude identificar enquanto usava as mãos para localizar-me, a fim de evitar tropeçar em alguma coisa enquanto faço meu ataque.

Se fosse realmente tão fácil me livrar do atirador, minha pessoa não veria diversão alguma na situação e até mesmo ficaria entediada. - Esses mercenários são muito ingênuos…- O tédio seria tanto a ponto de fazer minha pessoa bocejar enquanto cobre a boca com a mão, e logo em seguida espreguiçar-me-ia esticando os braços para cima, para pode relaxar um pouco. Também aproveitando do momento mínimo de paz para retirar as lascas de madeira presas na peruca.

Mas talvez o atirador pudesse ler através de meu breve plano, ou simplesmente não fosse curiosos o suficiente para olhar a janela aberta. Nessa situação me vejo obrigada a esperar para que o atirador vire suas costas para mim mesmo que parcialmente, então eu avançaria segurando a lança com a mão direita próximo da lâmina e a esquerda perto da extremidade final, deixando a lança apontada para baixo, e realizaria um corte de baixo para cima, na sequência faria um corte diagonal descendente, girando o quadril e parte do corpo para aumentar a amplitude do golpe, tentando acertar próximo ao ombro do atirador apesar de poder ter um pouco de dificuldade por causa do ambiente escuro. E caso ele tente afastar-se, eu o estocá-lo-ia impulsionando a lança com a mão direita "jogando" o ombro para frente com intenção de aumentar a força de meu golpe, pemitidindo a arma deslizar pela palma de minha mão.

>><<

Se eu conseguisse me livrar rapidamente do atirador então continuaria na busca pelo quarto do barão. Apesar do segundo atirador ter ficado para trás, o que pode indicar que ele decidiu proteger o barão que está no primeiro andar, porém no momento eu manteria minha busca concentrada nos andares superiores.

Procurando pela escada que deem acesso ao terceiro andar. A princípio eu não iria expor-me, observar-ia cuidadosamente o longo corredor da mansão, ficando próxima da parede apenas colocando parte do rosto no corredor, com intenção de identificar possíveis guardas em frente a uma porta, isso seria o melhor indicador possível para mim acreditar que estão protegendo o quarto de seu patrão. E de imediato eu não os atacaria, mas sim iria observá-los melhor, para identificar quais armas estão utilizando, se é que estiverem usando alguma.

E no caso de não encontrar nenhum vigia, eu assumiria que o barão está no primeiro andar, ou nem está no casarão, porém eu preciso começar a procurá-lo por algum lugar. Ou talvez ele realmente esteja no terceiro andar, mas seria um gigantesco tiro no escuro tentar adivinhar qual seria o quarto dele sem nenhum indicativo, então essa opção está imediatamente descartada.

Ainda no caso anterior eu retornaria para o primeiro andar, porém seria mais sigilosa e iria descer pela escada atrás do espadachim, talvez assim fosse mais difícil dele me ver, e se ainda ele estivesse consciente eu o golpea-lo-ia atrás da cabeça usando a região da haste próximo a lâmina, apenas para deixá-lo desacordado.

Porém se houvessem sons de mais gente se aproximando eu deixaria propositalmente a porta do primeiro cômodo que adentrei aberta e contaria com a sorte para entrar em qualquer uma das outras portas mais próximas, torcendo para que estivesse vazio, e assim talvez eu ganhe algum tempo e também possa deixar os guardas confusos mesmos que por um curto período.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptyQua 29 Jan 2020, 08:57



Citação :

Ó doce lembrança, o perfume deixado em uma fuga apressada. A perseguição apaixonada de amantes proibidos, ó destino és tu cruel ao separar estás almas dedicadas? O desejo do proibido que fazes os corações pulsar forte no peito de ambos, era este o reencontro predestinado.

A doce dama em fuga que se esconde para poder ter finalmente o seu destino selado a espera do seu fiel cavaleiro. O cavaleiro que se apressa em perseguir o perfume de ó nobre donzela. O destino cruzado desta história de amor. Separados pela injustiça da guerra, pela hipocrisia do homem, mas unidos em seus corações.

O coração de ambos martelava em unisom mesmo quando estavam separados, mesmo a distância de lados opostos não seria o suficiente para conter o desejo de juntos estarem. Ó mundo cruel esse que separa tão ávido casal apaixonado. Escondida do infortúnio ela esperava o seu amado, apressado por seu amor ele galopava ao seu encontro destinado. O peito de ambos se moviam em sincronia, suas respirações pesadas pela ansiedade daquela encontro.

Ó nobre cavaleiro entrou pela porta, fugaz em seu ímpeto e iluminado seu ser fez-se visto. Seu rosto ansioso varreu o ambiente, sua respiração condensava-se e seu coração rugia. Não muito longe a donzela sentia-se insegura de seus desejos, seu coração igualmente rugia em um doce dueto com seu amado.

Aos olhos de tal nobre homem surgiu apenas a desolação, um vento frígido que congelava seu fervor fugaz. A luz da lua banhava o ambiente, mas ele não via a sua donzela. O perfume ainda no ar fez seu coração martelar. Avançou um passo em busca de seu destino, sua garganta seca, o suor em sua testa, o som da sua respiração a donzela conseguia perceber todas estas coisas, pois ele era seu verdadeiro amor, mas precisava ter certeza de que para ele o mesmo era a verdade incondicional, necessitava de uma prova, pois se não de que maneira poderia lhe entregar o seu coração.

A preocupação dominou o bravo cavaleiro, preocupação em ter perdido o seu amor. Porque ela não o havia esperado? Eles não estavam afinal destinados? Como um amante iludido que não conseguia acreditar em seus olhos ele avança devagar, descrente e cego por seus sentimentos. Sua respiração pesada marcou o caminho um sopro de cada vez, mas ele finalmente encontrou.

O frio na barriga, as borboletas voando. Sim, ali estava o seu destino ansiado. Ali naquele lugar a sua amada que tanto mexia com seu espirito. Almas gemeas destinadas.

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Sem resistir ela deu uma última olhada inclinando-se pela janela aberta. No fundo um rosto desesperado, uma mão levantada e uma súplica naqueles lábios. - Porque? - Afinal essa era a mais dura lição do amor. By Sadboy

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Encostou-se na parede do escritório espiando para fora, assim que seu rosto apareceu pela porta um disparo foi feito fazendo-a ter que novamente se encolher. Quantos minutos já haviam se passado? E quanto tempo mais teria para aquele jogo?

O segundo atirador havia agora subido as escadas, passando por seu colega morto ao pé das escadas. Ali bem à sua frente estava o penúltimo dos moicanos. Ele deu dois tiros no momento em que viu o perfeito rosto de Kare espiando pela porta, um dos disparos inclusive foi bastante próximo, já o outro acertou o tinteiro em cima da mesa. Talvez ele sofra de parquinson?

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Citação :


Ó mundo cruel que põem à frente de tão benevolente dama tantas provações do destino. Estava agora mais uma vez desamparada tendo perdido o seu amor. Tudo que lhe restava era aquele cômodo incômodo e apenas um substituto para o seu verdadeiro cavaleiro.

Ali estava ela a direita da porta, desolada e sozinha. Ó destino como tu és cruel.

A porta havia aberto para o lado esquerdo da entrada de modo que Kare estava agora ao lado direito. Mais a sua lateral encontrava-se o cabide com o casaco e o chapéu, para além destes a estante com livros.

O atirador estava a 10m da entrada da porta, mas talvez houvesse se movido desde que realizou os disparos.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 4 EmptyQua 29 Jan 2020, 18:21


Que ótimo…(ironia)... O segundo atirador subiu as escadas mais rápido que eu gostaria, agora estou encurralada dentro desse escritório e minha única saída é um corredor, esse cenário é ótimo para o atirador, pobre de mim que sou um alvo tão fácil. Como minha pessoa deve escapar dessa situação desesperadora… " Esse chapéu parece bonito, e talvez combine com minha roupa, será que serve em mim? Só há uma maneira de descobrir.” Então pegaria o chapéu que está no cabideiro e o provaria, ajustando cuidadosamente sob minha cabeça para não ficar apertado e nem frouxo. Como esse segundo atirador não me parece ter intenção de entrar na sala, eu me permito esse luxo.

- Ei! Eu estou tão entediada dentro desse escritório… Diria fingindo estar muito carente, mas na verdade ainda estaria ajustando o chapéu na cabeça e fazendo algumas expressões e poses imaginando se ficou ele ficou bem em mim. Provavelmente o atirador irá dizer uma resposta em negação, ou nem dizer nada. Em ambos os casos. - Vamos, não se faça de dificil, eu adoraria ter alguém para satisfazer-me, estou tão sozinha e carente. - Dizendo com um tom de voz bem manhoso,  não somente para atiçá-lo, mas para também tentar identificar a posição do atirador através de sua voz, caso o mesmo responda. Eu ficaria esse tempo todo próximo a parede e o cabide, evitando aparecer na porta.

E se o atirador não entrasse no escritório eu continuaria demonstrando estar carente. - Você está sendo tão malvado… - Então um sorriso maléfico surgiria em meus lábios, enquanto retiro o casaco do cabide e começo a amassá-lo um pouco, depois de encostar a lança na parede. - Nesse caso, eu irei imediatamente ao encontro de vossa pessoa. - Agora utilizaria um tom de voz mais travesso.

Segurando o casaco parcialmente embolado na mão esquerda e a lança na mão direita, eu me colocaria de costas para a parede próximo a porta e jogaria o casaco para o alto em direção ao corredor, estendendo o cotovelo esquerdo e erguendo o braço. Para fazer o casaco “abrir” no ar e poder ir um pouco mais longe, com isso eu esperaria que o atirador fosse disparar contra o casaco apenas por instinto depois de eu provocá-lo, e também por reflexo ao ver um objeto grande “voando” pela porta, antes mesmo de identificar que não se trata de minha belíssima pessoa.  

Após arremessar o casado eu correria dobrando pela porta e atravessando o corredor, mantendo-me inclinada para passar por debaixo do casaco arremessado antes dele cair no chão. Avançaria em uma linha reta na direção do atirador, esperando que ele fosse mira o revólver em mim para atirar, nesse momento eu manteria meu olhar focado no atirador, e abaixaria-me um pouco flexionando os joelhos, e saltaria para o lado, logo em seguida voltaria a correr em linha reta para me aproximar dele. Então segurando a lança apenas com a mão direita eu ameaçaria arremessá-la, esboçando um sorriso confiante para deixar o atirador inseguro, e terminaria de gesticular o arremesso, porém abaixaria o braço para acertar o chão, e seguraria na haste com a mão esquerda para aumentar a firmeza, então iria impulsionar-me sob a lança para saltar na direção do atirador.

Eu manobraria meu corpo para ficar de cabeça para baixo no ar em um salto carpado, trocando a empunhadura da mão direita para estocar o atirador no meio do peitoral e abrir um corte seguindo a rotação dos giros. Caindo por detrás do atirador, apenas para observá-lo por cima do ombro, aguardando ansiosa por sua queda. Se o atirador demonstrasse alguma resistência eu ficaria irritada por ele arruinar meu momento de vitória, dando meia volta para cortar as costas dele, segurando a lança com as duas mãos mantendo a direita próximo à lâmina, para fazer um corte ascendente na diagonal. E assim que ele caísse eu finalmente continuaria a seguir pelo corredor em busca das escadas.

Mesmo eu acreditando muito que não, o atirador ainda pode entrar no escritório, e nesse caso eu derrubaria o cabide nele assim que cruzasse a porta, e iria aguardá-lo a se recompor, apenas para perfurá-lo no abdome, torcendo um pouco a lança enquanto pressiono-a para que adentre mais fundo, e  depois iria puxá-la para o lado afim abrir um corte e acertar o braço que ele segura o revólver.

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Já estando cansada de lidar com servos medíocres eu volto a procurar pelo cômodo o de o barão está escondido, começando pelo terceiro andar em busca de possíveis vigias em frente uma porta. Se não encontrasse guardas no terceiro desceria até o primeiro novamente.

Por já estar impaciente eu não tentaria passar despercebida, na verdade faria questão de ser notada por algum mercenário. - Por quanto tempo pretendem inutilmente tentar matar a única pessoa dessa mansão que sabe exatamente o que está acontecendo? - Digo revirando os olhos em desprezo, e abaixando minha arma não expressando qualquer intenção e vontade de revidar assim que alguma hostilidade fosse dirigida a mim. - Não tenho tempo para lidar com servos sem relevância, se deseja encerrar esse ataque rapidamente apenas me leve até o local onde o barão está escondido, essa fazenda irá arder em chamas antes de qualquer reforço por parte da marinha chegar, sua melhor opção é confiar em mim, eu apenas quero a recompensa pela cabeça de um dos criminosos responsáveis por essa invasão, não tenho o menor interesse em atacar seu patrão o filho dele. - Diria demonstrando alguma seriedade, mas estando bem tranquila e até mesmo um pouco relaxada, apesar de toda a situação.

Se fosse o suficiente para quem estivesse  ouvindo acreditar em minha pessoa ou pelo menos hesitar antes de me atacar eu jogaria a lança com o cabo na horizontal aos pés do mercenário. - Eu permito que carregue-a, já estou cansada de ficar andando com ela, e não preciso de uma lança para conversar. - Acredito que essa atitude seria suficiente para atenderem minha exigência, afinal eu abri mão de empunhar minha arma sem hesitar, então eles podem me atacar enquanto estou praticamente sem nenhuma proteção, caso pensem que minha pessoa poderia estar blefando.

Então se optassem por me guiar até o barão eu coloco as mãos atrás da cabeça com os dedos entrelaçando e os seguiria despreocupadamente. - Não carrego nenhuma arma escondida, depois eu deixo você me revistar até se satisfazer. - Brincaria com o mercenário, caso ele ainda parecesse desconfiado, até mesmo daria uma piscadela para provocá-lo. Bom eu estou usando um par de tornozeleiras, mas a única forma de alguém morrer por causa delas seria de desgosto por arruinarem meu look.

Talvez de nada adiantaria todo meu gigantesco esforço em não punir mais servos, e eles simplesmente optem por adiantar a própria passagem só de ida para o purgatório,  então apenas iria esperar virem até mim com intenção de golpear-me, aguardar-ia eles começarem a atacar, então iria revidar golpeando de baixo para cima com intenção de acertar punho ou tornozelo (em caso de chutes), utilizando minha velocidade para conseguir acertar antes de completarem o golpe, apenas como uma maneira de demonstrar minha benevolência, permitindo-os a pensarem melhor. Caso tenha um atirador iria esperar ele apontar a arma para mim então pularia rolando para trás de algum móvel grande o suficiente para servir de cobertura.


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