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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação - 2: Falência ambígua

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MensagemAssunto: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySeg 09 Dez 2019, 16:43

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação - 2: Falência ambígua

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySab 04 Jan 2020, 14:31


Apesar de não estar surpresa, toda a seriedade era muito chata , faz ela parecer uma velha senhora ranzinza. - Francamente, você precisa de algum senso de humor, se continuar tão séria o tempo todo, logo menos terá tantas rugas quanto a senhora Badeaux mesmo ainda sendo jovem. - Diria com tom de lamentação, respondendo Martha, antes de adentrar ao vestíbulo.

>><<

- Sim, rosa e com bastante purpurina pra poder brilhar ainda mais no escuro, é genial! - Cansada de ouvir Crow falando o óbvio eu o responderia sendo claramente irônica, antes dar as costas para ele e suspirar por me sentir desgastada mentalmente tendo que lidar com esse tipo de ser. "Parece que essa ilha só é habitada por idosos irritantes.”

>><<

Dentro do… Estabelecimento gastronômico? Talvez eu possa referir-me assim, sendo extremamente gentil com o local, eu fiquei muito perplexa com a falta de discernimento por parte de Crow, a ponto de permanecer olhando para ele estando terrivelmente surpresa, enquanto pisquei algumas vezes. " Como? Como essa situação tornou-se tão insuportável? É melhor eu não me estressar, se não terei cabelos brancos antes de hora.” Como se já não bastasse o “restaurante” provavelmente ter sido o finalista no concurso de pior estabelecimento gastronômico do North Blue, ainda a pessoa que me faz companhia é um velho tapado. Mas tudo bem eu já comi em locais piores…. Ok, a quem eu quero enganar, sempre tive um chefe particular para fazer minhas refeições, e quando decidia comer fora, eu fechava um restaurante só para mim. De longe essa foi a pior das piores fatalidades que já sofri. Talvez a segunda pior, quebrar uma unha é também foi uma tragédia horrenda e desumana…

- Não pretendo ocultar-me por muito tempo, um instante de distração é muito mais do que minha pessoa precisa. - Diria naturalmente esboçando enquanto esboço um sorriso esnobe. E se Crow tentasse retrucar-me eu imediatamente concordaria com ele. - Velhote, você está absolutamente correto! Um instante é tempo demais, meio instante já é suficiente, ou talvez até menos. - Então deixaria um risada irritantemente arrogante escapar. Ao menos a diversão em provocar alguém irritante não me foi tirada (até agora), e provavelmente será meu passatempo mais divertido para fazer, nesse local calorento e nada aconchegante. E não iria gastar mais saliva fazendo perguntas para Crow, ele é um velhote MUIIIITO tedioso e monótono para ter um privilégio tão grande.

>><<

- O que está querendo dizer velhote? Eu tive que me controlar para andar devagar, se não vocês me perder completamente de vista. - Diria demonstrando estar irritada e insatisfeita, com a lerdeza deles. - Se minha pessoa não se importasse com a sujeira teria sido ainda mais tedioso e sem graça, dessa maneira eu pude tornar o desafio minimamente mais interessante para alguém de meu nível é claro. - Sendo mentira ou não, eu os faria acreditar que estava dizendo apenas a mais das verdades, demonstrando confiança em minha postura e no tom de voz, além de fazer parecer que nem precisei esforçar-me para tal.

"Uma capa? Pra que? É um sacrilégio cobrir uma obra prima moldada pelos deuses da perfeição.” A princípio eu não veria necessidade de uma capa, considerando a idéia de Crow uma total tolice, porém não vejo motivos para demonstrar minha insatisfação. " A não ser que seja uma capa realmente bonita, nesse caso, eu poderia talvez considerar.”

Insistir em andar por meio de uma floresta que não posso enxergar direito, correndo o risco de rasgar as roupas? Ou pior ainda, sujar meu lindíssimo rosto? É piada né? De extremo mal gosto inclusive, por obséquio alguém avisa pro roteirista que ele deve ter estar com o script errado. (Pra não lembrar que ficou descrevendo história de figurante random roubando meu tempo de tela..) Não faria a menor questão de seguir Crow, iria belamente esperar pelo resto da equipe, encostada relaxadamente em uma parede ou árvore que parecesse estar limpa. Ficando de braços cruzados e deixando transparecer um sorriso aparente.  


Off: SOS - Pobre e inocente Narradora em apuros:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySeg 06 Jan 2020, 18:32




Um teste após o outro para nossa deusa, como o mundo pode ser tão cruel para achar somente este tipo enfadonho de pessoas para por no caminho dela? Ouso dizer que Kare preferiria enfrentar sozinha 50 em uma luta até a morte, onde obviamente ela não teria dificuldades…. Na opinião dela, do que ter de lidar com este tipo de gentalha.

- Do jeito que você se veste duvido que consiga algo maior que um instante. - Retrucou o velho que comia um queijo. Kare já farta daquele velho fez questão de despejar todo seu sarcasmo sobre o mesmo, embora Crow parecesse ser alguém ''lento'' de mais para irritar-se com tal coisa. - Se você acha. - deu os ombros e uma mordida no queijo forte que comia.

>><<

- Hnm… E qual o nível que você supõem ter? - retrucou Crow sem estar realmente muito impressionado.

>><<

Uma capa parecia ser um ultraje para ela… A não ser é claro que fosse uma capa bonita, mas então…. Voltaríamos no mesmo problema não? Obviamente Kare continuar-se-ia negando a manchar uma capa que fosse boa o que desvirtuaria completamente o propósito da ideia dada…. Não que ela desse realmente ouvidos para uma ideia dada por alguém como Crow…. Ou qualquer pessoa………………….


>><<

- Vejo que cansou seus belos pezinhos? Hahahaha. - Foi a primeira reação de Rasnak quando o grupo a alcançou alguns minutos depois. Crow havia, como dito, seguido em frente e naquele mesmo instante… Puru...Puru..Puru...Catch… - Ras? - A voz saiu de um caracol que Rasnak puxou de dentro da jaqueta, era um pouco maior que o palmo da mão do mesmo e ''vestia-se'' com uma capa preta parecida com a que Crow usava, além disso, obviamente era a voz do mesmo que era pronunciada por aquele pequeno animal… Obviamente e não obstante nada disso era novidade para Kare que como boa filinha mimada de Papis todo poderoso conhecia obviamente este tipo de ''tecnologia''.

- Diga.  -   - Tem seis vigias na estrada… A não ser que vocês entrem muito na floresta dúvido que vão passar por eles. - - Passe por eles. Quando começarmos ataque-os por trás. Eu vou na frente junto da novata. - Um largo sorriso surgia no rosto do espadachim. - É provável que tenhamos que adiantar o ataque. - falou no den den mushi, mas também para os membros do grupo que estavam ali.

- Vocês ficam na retaguarda pra caso precise … eu e a Domino aqui vamos lidar com os paspalhos na estrada. Né? - Um arrepio pode talvez ter subido a espinha de Kare devido a falta de classe de uma pergunta como: Né? Mas o que se pode fazer, Rasnak não era nenhum tipo de poliglota ou mesmo…. Culto….


Menos de um minuto depois Crow voltaria a ligar informando as armas que os homens pareciam carregar. Dois possuíam espadas, um machado, uma maça, um bastão longo e como não poderia faltar… Um rifle ao qual Crow se prontificou em eliminar assim que a luta começasse.

>><<

- Para demonstrar toda a minha educação……… - era visível que ele segurava-se para não rir. - Você pode escolher quais dois quer cuidar.

>><<

[Caso Kare não armasse um barraco ou qualquer outra coisa e aceitasse o ''plano'']

A rua tinha uns 2m de largura, talvez um pouco mais costeada por árvores finas de ambos os lados. Quando mais para dentro mais próximas as árvores eram, mas junto a estrada eram esparsas o suficiente para manobrar com algum cuidado sua lança.

A estrada de terra tinha uma capa de neve sobre ela, muito embora o clima estivesse mais aberto agora ainda que bastante frio. A lua eventualmente aparecia no céu sendo logo encoberta por alguma nuvem o que criava faixas de terra iluminada e outras sombrias.

Onde os sujeitos estavam haveriam algumas tochas dispostas além dos lampiões anteriormente citados.  As tochas estavam em intervalos muito menores e começavam a mais de 20m do grupo. Ponto do qual Rasnak e Kare conseguiram observar eles sem serem vistos.

Do ponto de onde vinham conseguiriam ver apenas dois homens, mas também o bruxulear de uma fogueira onde provavelmente os outros estavam acomodados.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptyTer 07 Jan 2020, 10:02


A pergunta do Velhote era realmente difícil de responder, coloquei o dedo indicador no queixo e fiquei olhando para cima por alguns segundos, pensando seriamente no assunto. Porém eu falhei miseravelmente em encontrar uma resposta, e apenas dei de ombros sorrindo de maneira arrogante. - É impossível de dizer a infinidade do nível de uma deusa. - Lamentaria-me por não poder respondê-lo apropriadamente. Mas o que minha pessoa poderia fazer, é o mesmo que perguntar quantos números existem ou tamanho de universo.

>><<

Admito que o comentário de Rasnak me arrancou um riso, no final é inevitável que não prestem atenção em mim. - Você está correto, então seja um cãozinho obediente e coloque as quatro patas no chão para eu poder descansar meus belos pézinhos na sua face. - Iria ordená-lo com tom de provocação e muita ironia, apenas para retribuir a “preocupação” por parte de Ras.

Assim que Ras atendesse o denden muchi eu iria me intrometer na conversa deles, inclinando-me para falar com Crow. - Parece que o Velhote ainda ta vivo e conseguiu alguma coisa. - Diria como se estivesse me lamentando de decepção, mas logo começaria a rir sarcasticamente para parecer que era apenas uma brincadeira.

>><<

No mais, eu não iria me importar com Ras a ponto de ficar irritada com toda a “etiqueta” dele ao falar, muito menos com as “bajulações”,  é apenas um cãozinho latindo querendo atenção.  Mas não veria sentido na gentileza dele em deixar-me escolher, seria contar muito com a sorte esperar que os alvos escolhidos tivessem posicionados de forma que a seleção fosse feita tão levianamente, e que eles fossem simplesmente aceitar um tipo de duelo apenas porque os escolhi. Porém minha resposta não se basearia em algo tão chato e irrelevante quanto essa lógica sem graça. - Hm? Achei que estivesse com medo de machucar o focinho e  iria observar-me enquanto cuido dos cinco. - Responderia parecendo estar sendo sincera fazendo uma expressão de dúvida, quando na verdade seria apenas mais uma provocação.

- Chame a atenção dos vigias, irei pelo meio das árvores para surpreendê-los quando estiverem focados em sua pessoa, com isso teremos alguma vantagem no início. - Eu não seria muito sutil com as palavras e na tonalidade, diria como se estivesse dando uma ordem, mas não de forma proposital para irritá-lo. É apenas meu comportamento normal, mesmo que não seja interpretado dessa forma. - Fique aqui até eu sinalizar, se for um cãozinho esperto vai entender quando ver. -

>><<

Acreditando que o cãozinho não seria infantil o suficiente para recusar minha sugestão, iria fechar alguns botões do casaco para que a cor escura e seu tamanho me auxiliem a camuflar-me na escuridão, então seguiria pela floresta, mas sem me aprofundar muito apenas ficando distante da iluminação das tochas e lamparinas, usando a luz da lua para observar os locais fáceis de caminhar sem fazer muitos ruídos, tomando cuidado para não esbarrar em galhos ou acabar tropeçando, e quando a lua estivesse coberta por algumas nuvens caminharia por trás das árvores próximas entre si usando a sombra ao meu favor, se eu conseguisse me aproximar, pararia poucos metros em frente de onde os vigias estavam.

Escolheria um caminho onde tivesse raízes altas ou pelo menos uma rota direta até eles, mas se as raízes fossem baixas, eu me manteria atrás das árvores cavaria um pequeno buraco no meio da caminho usando a base da lança, nada muito fundo ou largo, apenas o suficiente para caber um pé, mas se houvesse muitas folhas eu percebesse que não poderia fazer sem ser descoberta, eu abandonaria a idéia sem hesitação.

Independente de ter uma “armadilha” ou não, seria a hora de sinalizar pro cãozinho, eu usaria a lâmina da lança para refletir a luz da lua ou das tochas/lamparinas. Priorizaria a descrição nesse momento, e não me importaria de regressar alguns metros para sinalizar em um ângulo que apenas Ras conseguisse enxergar, ou que pelo menos parecesse mais difícil dos vigias enxergar, se fosse necessário é claro, nesse último caso eu acredito que não teria problemas em regressar para minha posição de ataque, pois os vigias iriam estar com as atenções voltadas para em Ras. Admito que não é a mais chamativa das sinalizações, mas deve servir para um ataque surpresa.

It’s showtime!

Talvez os vigias ficassem desconfiados  de apenas uma pessoa atacando-os, e começassem a observar a floresta em busca de uma emboscada, nesse caso eu ocultaria-me melhor, ficando de lado atrás das árvores com a lança paralela ao corpo, mesmo ao custo de perder a visão dos inimigos.

E se algum deles viesse a adentrar na floresta eu iria aguardar pacientemente, me orientando pelos sons, e quando eu tivesse certeza de que alguém estava próximo o suficiente para ser acertado, eu avançaria na direção do som dos passos, e atacaria rapidamente com uma estocada, esperando que o “curioso” ficasse no mínimo surpreso com meu avanço, para acerta-lo onde parecesse mais vulnerável, barriga, perna, ombros.

E iniciaria um combate apenas realizando estocadas rápidas para mantê-lo distante, e evitar que o mesmo agarre minha arma, prevendo que não seria o usuário de bastão, pois assim como para mim, o local não seria favorável para ele, não faria ataques laterais, visto a limitação da floresta, enquanto iria recuar um pouco devagar, até ter algumas árvores mais próximas, então correria por entre elas para reagrupar-me com Ras.

>><<

Se eu conseguisse aproximar-me sem ser notada, seria a hora da entrada triunfal ao palco. Sem a necessidade da “armadilha”, ou caso Ras não tivesse visto o “sinal”. Eu atacaria quem estivesse mais próximo, seja um dos vigias parados por não ter visto Ras (Admita, esse “sinal” é bem melhor), ou alguém que avançasse contra ele ao notá-lo.

Então subitamente atacaria, correndo rapidamente, com a mão direito no meio da haste, e assim que estivesse poucos metros de distância do inimigo alvo, eu saltaria para frente em sua direção, para estocar a lateral da barriga de meu alvo, impulsionando minha arma com a mão direita, permitindo que ela deslize e rotacione, dessa forma aumentando o poder perfurante e ganhando alcance sem me expor.

Em seguida utilizaria as duas mãos para  puxar minha arma na diagonal para cima a direita, abrindo um corte. Para logo em seguida, fazer o mesmo movimento, porém no sentido oposto. E aproveitando que a lança estaria abaixada eu realizaria um terceiro golpe, cortando-o verticalmente de baixo para cima.

Se os três golpes fossem conectados, haveria o quarto, rapidamente giraria verticalmente a lança com as duas mãos, para segurá-la por cima dos ombros com a mão direita como se estivesse pronta para arremessá-la,  e iria cravá-la no meio do peitoral do vigia. E logo iria segurar a lança “normalmente”, invertendo a empunhadura,  para puxá-la bruscamente arrancando-a do peito do vigia, e acertar um chute com a tornozeleira em suas costelas, para derrubá-lo em algum de seus aliados.

Se ele conseguisse revidar antes de eu finalizá-lo ou algum aliado dele fosse rápido o suficiente para me atacar, eu saltaria para trás na direção da floresta, aproveitando para ajeitar os óculos e dizer sarcasticamente apenas brincando com eles. - Ara ara, isso foi perigoso. - Caso golpe fosse mais longo do que meu salto, eu cairia com o calcanhar utilizando-o como pivô para fazer um giro movendo o corpo diagonalmente para trás, com a intenção de esquivar-me do golpe quase sendo acertada.

>><<

Matando o primeiro ou não, eu “escaparia” da batalha. - Me desculpem rapazes, mas não tenho tempo para lidar com peixinhos fora do aquário. -  Então correria na direção como se estivesse fugindo. Tomaria cuidado para não cair na minha “armadilha”, se caso houvesse feito, e quando estivesse após após ela, ou alguns metros no interior da floresta, eu me viraria esperando estar sendo perseguida.

Para iniciar um combate utilizando estocadas rápidas, enquanto seguro a lança próximo a base com a mão direita para dar força e impulso a meus ataques, mantendo a mão esquerda próximo ao meio do cabo apenas para tornar os ataques mais firmes. Sem me prender muito ao local onde fosse acertar, pode ser braços, pernas, lateral da barriga ou costelas, o que me parecesse mais fácil e desprotegido, apenas causando dor com ferimentos superficiais e mantendo meu perseguidor longe, para deixá-lo frustrado por não conseguir aproximar-se, e irritado pelos constantes ferimentos.

Se ele caísse na armadilha, seja tropeçando ou pisando em falso, eu imagino que ele deixaria alguma abertura, ou que tenha perdido a paciência e realizado um ataque amplo a ponto de esbarrar em alguma árvore ou galho. Em ambos os casos eu aproveitaria a brecha para impulsionar-me contra ele, e acerta-lo com uma estocada pesada na região do abdome ou tórax, puxaria e empurraria a lança contra o tronco dele, mais três ou quatro vezes, para causar diversas perfurações profundas, até sentir que ele ficou sem forças. E finaliza-lo com uma última estocada com a lâmina da lança na horizontal, então giraria minha arma em noventa graus, e com as duas mãos abriria um corte vertical ascendente.

Eu estaria sempre recuando lentamente enquanto o mantenho distante com as estocadas velozes, tomando cuidado para não me desequilibrar por andar de costas, e usaria a haste da lança para desviar a trajetória dos golpes desferidos contra minha pessoa, de forma a fazer o atacante acertar algumas árvores ou galhos com eles, e usar tais oportunidades para fazer mais perfurações superficiais em alta velocidade.

Se o combate se estendesse e eu acabasse de costas para uma árvore eu fingiria estar ansiosa e desesperada por ter ficado encurralada, então “descuidadamente” realizaria um corte horizontal na altura de meu quadril, o que pode acertar alguma outra árvore, mas isso seria ainda melhor. Ficando propositalmente com a parte superior de meu corpo completamente desprotegida. - Eu detesto homens insistentes! - Diria demonstrando estar irritada para aumentar a efetividade do blefe.

Então imagino que minha pessoa seria alvejada por um golpe alto, na altura da cabeça provavelmente, e eu esperaria o último segundo para subitamente abaixar-me, mantendo os joelhos dobrados, enquanto o golpe atinge a árvore atrás de mim. E se assim fosse feito eu iria esboçar um sorriso maléfico de satisfação.

E sem dar tempo para o atacante reagir, eu me tomaria impulso diagonalmente contra ele, segurando a lança próximo a lâmina com a mão direita para perfurar seu pescoço. Observando seus últimos suspiros por detrás dos óculos. - Tolo, eu avisei que não gosto de tanta insistência. - Provocando-o com tom de voz sedutor. Em seguida com muito descaso eu puxaria a lança para trás, deixando o corpo cair aos meus pés.

Caso o perseguidor tentasse fugir ou fosse para trás de uma arvore, eu não perderia tempo e imediatamente iria estoca-lo na região próximo ao joelho de sua perna de apoio, e empurraria a haste da lança como se tivesse tentando perfurar até o solo pera derrubar o vigia ou ao menos fazê-lo perder o equilíbrio. E usaria tal oportunidade para puxar a lança para trás e realizar outra golpe perfurante na região abdominal do mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 12:26




- Hahaha, se eu deixasse os cinco pra você teria que mandá-la de volta em um caixão. - O comentário dele derivou-se do fato que na última vez que algo similar ocorreu o quinto Homem havia a nocauteado e com isso ela estava agora na situação atual. - A certo. O Thomas ali. - Indicou um homem atrás. - É o socorrista, então não será a Martha dessa vez. - Concluia a provocação.

Era um tipo de luta diferente onde cada um tentava de alguma forma diminuir o outro de forma "pacífica", mas que não contribuia em nada para o "clima cooperativo deles."


>><<

- Haha, essa é boa. Sentar e esperar não é comigo. Faça como quiser, eu vou ir quando quiser. - AInda que falasse de forma teimosa ele havia "ficado", mas era provável que não fosse esperar de fato um sinal.

>><<

Embora fingisse que não a mulher parecia ter de fato ouvido os conselhos de Crow sobre suas roupas e atenta-se assim ao fato de cobrir-se mais usando do seu casaco. A roupa mais escuro que também escondia mais de sua pele exposta ajudou-lhe de fato a ser mais "invisível". A neve também era uma boa companheira nesse aspecto abafando o som de cada passo e evitando que folhas rangerem ou galhos quebrarem.

O piado distante de uma coruja era eventualmente ouvido. Com ele também chegou aos ouvidos da jovem o som das conversas ao redor da fogueira. As palavras não eram distinguíveis, apenas os ruidos da conversa. Haviam também um cheiro suculento de gordura no ar provindo de algo que assava acima das chamas daquela pequena fogueira. Bebiam algo, não sabendo-se o que era, alcoólico ou água, poderia ser qualquer um dos dois.


Kare estava dentro da zona de árvores quase em uma linha paralela ao "acampamento" a não mais que 5m do grupo de 4 homens sentados ao redor da fogueira. Sua visão deles não era completamente limpa já que as árvores não eram alinhadas, mas felizmente para ela a luz da fogueira que iluminava o local também prejudicava a visão noturna do grupo de modo que mesmo que olhassem diretamente para dentro da linha de árvores não seriam capazes de ve-la.

Nesse momento ela começava um plano ao qual devo julgar inusitado, por outro lado algo preocupante chegou ao seus ouvidos.


- QUE MERDA DE NOITE FRIA NÃO É MESMO? - Rasnak não havia esperado e avançou caminhando pela rua como se não fosse nada de mais. Olhando pelas brechas das árvores conseguiria vê-lo acenando para a dupla de guardas.

- EII. PARE AI.. IDENTIFIQUE-SE. - - Hahaha, que isso. Sou Bronw. - Rasnak havia parado. - Faz duas horas que to andando nessa merda de floresta, ta frio pra caralho, não acham? - - Quem se importa, o que quer aqui? - - Hora, vamos com calma. Eu so senti o cheiro e meu estomago me mandou pra cá. - Muito embora não houvesse sido após o sinal de Kare era ainda um tipo de distração, embora talvez muito diferente de alguma imaginada por ela.

Todavia funcionava. Dos quatro homens ao redor da fogueira outros dois se levantaram indo em direção a fronte onde Rasnak falava. Sobravam ao redor da fogueira naquele momento um portador de espada e outro de machado.

Esse era o momento esperado pela jovem. Rasnak por sua vez continuava com o papo mole que parecia estar irritando os sujeitos.

- Olha, eu tenho aqui comigo uma garrafa de Run. Eu divido com vocês, ein? Ein? Vamos lá caras, é só um pedaço de carne. Vocês vão mesmo deixar um sujeito simpático que nem eu vagando nesse frio?

Os homens no entanto não tiveram a chance de responder visto que nesse momento Kara saltava de dentro da linha das árvores atacando a dupla que estava ainda sentada ao redor da fogueira cuidando do "churrasco". Os homens estavam meio distraídos olhando pro fogo e eventualmente na direção onde seus quatro companheiros dialogavam com Rasnak.

O sujeito da espada foi o homem de azar da vez, ele estava sentado sobre um tronco cortado, a espada apoiada ao seu lado sobre seu assento. Suas costas estavam levemente curvadas para frente. Kare mirou logo abaixo das omoplatas do mesmo perfurando-o.

Novamente sentiu aquela sensação, aquela que já parecia distante devido a todos os acontecimentos desde então. A resistência macia da carne humana, a vibração transmitida pelo cabo de madeira da lança, o som ao torcer a arma e o grito agonizante do ceifeiro que desce dos céus para clamar o seu direito sobre a pobre alma de um moribundo.

Sentiu a força acumular-se e pressionar todo seu corpo, seu pé afundando na neve até alcançar o solo de terra abaixo, o que viu a seguir foi o rastro de sangue que desenhou na noite o caminho da morte no ar.

- ATAQUEEEEE. - Gritou o sujeito com o machado à frente dela, este na verdade possuía dois machados agora que era possível ver mais de perto. Cara um tinha menos de um metro de comprimento, feitos completamente de metal escuro de com uma cabeça pequena que terminava em uma lâmina com não mais de 8cm de extensão no fio.


Antes de avançar com o terceiro golpe o bárbaro havia se levantado e avançava contra ela. Ao mesmo tempo a outra fronte explodia em caos similar de gritos, disparos e xingamentos ao que indicava Rasnak havia começado a se mover, não que Kare pudesse enxergar naquele momento.

Saltando para trás ela evitou o golpe horizontal do machado e quanto aterrissou próxima a linha das árvores o corpo do espadachim finalmente tombou ao lado. A neve abaixo dele logo foi tingida, o som de carne queimada encheu o ar. Ao cair ele acabou derrubando não só o jantar no fogo como sua própria perna estava sobre as chamas, mas não haviam gritos ele havia morrido quase instantaneamente colapsado pelo choque do golpe recebido.

Antes do bárbaro atacar novamente a jovem optava por uma saída estratégica. - VADIA. - Ouviu o homem gritando antes de uma árvore ao seu lado ser alvejada por um machado rodopiante voador muito sanguinário. O bárbaro a seguiu.

>><<

Do outro lado Crow havia sido bem sucedido. Os homens haviam se virado para o grito de seu companheiro, neste momento Crow pulou saindo das sombras cravando fundo suas adagas pelas costas do atirador.

>><<

A lança projetou-se para frente, mas encontrou inesperadamente uma força robusta como oposição. O bárbaro com grande força elevou um de seus machados jogando o golpe de Kare para o alto enquanto continuava a avançar na direção da mulher.

Era um homem da altura dela. Sua cabeça era raspadas nas laterais e tatuada. O cabelo no centro ela longo e preso em uma trança que ia até o meio das costas. Usava um casaco de pele de coloração cinza escura, mas sem mangas que permitia ver seus braços que embora fossem finos tinham músculos bem definidos. No bíceps havia uma corda trançada amarrada em ambos os braços, a cor era negra.


Seus passos firmes a frente afundavam na neve sem nenhuma delicadeza, seus golpes eram pesados e superaram largamente a força física de Kare de modo que parecia fácil para ele empurrar a lança da jovem para longe dele. Não saia incólume é claro, nem sempre o golpe da jovem era completamente afastado, mas os pequenos ferimentos nem pareciam incomodá-lo.  


Um pequeno corte na bochecha, um rasgo no ombro, um raspão no quadril. A "armadilha" se mostrava ineficiente, a base do homem e suas pisadas firmes e pesadas simplesmente compactaram sempre a neve de modo que aquilo não o incomodou muito. Devia ser alguém acostumado a caminhar em terrenos traiçoeiros.  

Ele recebia ataques, mas também conseguia se aproximar da jovem que se via obrigada a recuar um pouco mais adentro. A luz começava a ser mais escassa e isso começava a piorar as condições de luta. Moveu-se para trás de uma árvore com grande graça apenas para ver o golpe forte do machado quebrar a árvore, que ainda era fina com uns 10cm de diâmetro.

O seu oponente sorria, parecia que tinha um plano e estava confiante no mesmo, pois continuava a pressioná-la para dentro enquanto aceitava os pequenos danos recebidos.

O plano de Kare de tender desviar com a haste de sua arma e contra-atacar foi completamente anulado pela força opositora de seu oponente e também por seu uso de duas armas. Kare acabava sendo jogada para o lado de forma incômoda sempre que havia um encontro entre as armas de movo que logo focou-se únicamente em esquivar o que era bastante fácil desde que continuasse conseguindo antever os ataques de seu oponente, o que não duraria por muito tempo devido a ser obrigada a constantemente recuar.

Os golpes do bárbaro mudaram de horizontais e começaram a ser mais verticais agora que as árvores haviam se fechado um pouco.


[- Eu detesto homens insistentes! -]

- Adoro mulheres teimosas. - respondeu antes de interromper por um momento o avanço, mas a folga não durou muito tempo.

Novamente Um golpe vertical ao qual Kare se antecipou tentando a seguir golpear o pescoço de seu oponente. Mas a visibilidade já havia em muito diminuído e a empunhadura dupla do bárbaro lhe permitiu lançar um ataque simultâneo.

Ele no entanto não usou o lado cortante de sua arma, o que poderia ser tido como um benefício que Kare recebia por ser atraente e deixar o sujeito com alguns pensamentos impróprio na cabeça. Ainda assim era um golpe pesando que atingia-a na lateral do abdome jogando-a para o lado a rolar na neve.

- Resista um pouco mais, vai ser mais satisfatório assim.

>><<

Estavam agora em um pouco onde as árvores eram ligeiramente maiores a quase 10m da beira da estrada. A luz das chamas já não alcançaram aquele ponto, mas a lua provinha alguma iluminação embora muito precária. Kare havia caído na neve e trombando com uma árvore.


Era uma floresta de pinheiros de modo que não havia quase nenhuma outra vegetação existente a não ser os troncos retos daquele tipo de árvore.

Não seguiam um padrao feito pelo homem então algumas árvores estavam a menos de um metro da outra enquanto outras se afastavam a até 2m.

>><<

O dano sofrido doia, mas não havia sangue nem ossos quebrados. Havia sido acertada em uma area "vazia", mas isso não quer dizer que não doia. O bárbaro esperava que se levantasse antes de voltar a investir.  



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySex 10 Jan 2020, 10:42


Hã? O que? É estranhamente prazeroso… Não quero dizer sobre a sensação do tato, é algo diferente. A visão do espadachim caindo diante minha pessoa por algum motivo fazia meus olhos brilharem. Ter o poder ditar o destino sobre a vida dele foi tão satisfatório. Mais, quero provar mais dessa sensação, eu me sinto sedenta, um vontade insaciável por mais prazer em controlar as linhas do destino de vidas meramente humanas, a excitação era imensa, porém não era suficiente para saciar-me.

Um pequeno sorriso luxurioso lentamente formou-se em meus lábios enquanto observei o espadachim despencar sem qualquer reação. Minha boca logo ficou seca, e vagarosamente passei a língua de maneira sensual por cima de meus lábios, ansiando ainda mais por provar dessa sensação novamente.

>><<

Ah sim, doeu, doeu bastante, a ainda doía como um inferno, mas não estou falando de meu corpo, não, é algo pior, muito pior. " Eu, a mais incrível e superior a todos os seres, ser atirada e rolar no chão por um mero verme mortal, é uma profanação imperdoável.” A humilhação que senti nesse momento era pior do que qualquer dor física, meu corpo tremia sem eu saber o motivo, a raiva não estava apenas em meu emocional, mesmo em meio a neve, as profundezas abissais de meu interior ardiam e queimavam como uma labareda, que incendiavam-me por completo até a superfície.

Eu ficaria deitada de costas para o chão observando a lua iluminando o céu de Micqueot, respirando fundo para externar tai sensações nocivas (ao menos para o do machado ali), se durante a queda meus óculos tivessem caído perto de mim, eu estenderia o braço para apanhá-los e deixá-lo preso com uma das pernas da armação por dentro da saia, enquanto esboço um sorriso largo e sinistramente psicótico, tudo bem se minha pessoa não estiver tão linda como de costume, não tenho intenção de deixar o culpado vivo para contar histórias. - Não morra tão rápido, preciso fazê-lo pagar por seu pecado, com sofrimento! - Talvez o personagem do disfarce estivesse me influenciando um pouco, não sei, mas durante a ordem que fiz minha voz estava agressiva e ameaçadora.

Para levantar-me eu ergueria as duas pernas para trás, depois iria impulsioná-las para frente, fazendo minhas costas deixarem o solo, permitindo que minha pessoa “salte deitada”, aterrissando com os dois pés no chão e os joelhos flexionados. Não é a mais glamourosa e elegante maneira de ficar de pé, porém nem diante a morte eu submeteria-me a ficar de joelhos. E assim que meus pés tocassem o chão eu iria avançar subitamente, direto contra o bárbaro, a sensação desconfortável na lateral da barriga não seria nada mais do que combustível para o incêndio dentro de meu ser.

Empunhando a lança segurando no meio da hastes com a mão direita, minha pessoa iria perfurar o bárbaro com a intenção de fazer minha arma atravessar seu peitoral antes que pudesse reagir, não haveria sutileza ou graciosidade, seria apenas uma demonstração agressiva de brutalidade e força.

Se o bárbaro tentasse me atacar no meio do caminho, eu simplesmente iria parar, atrasando a investida, sendo necessário eu até mesmo iria retroceder um passo ou dois, permitindo que o golpe dele passe poucos centímetros em minha frente, não seria uma reação pensada, apenas o instinto que tenta proteger o corpo involuntariamente, e então prosseguiria com o ataque, desta vez alterando a trajetória para perfurar o ombro do bárbaro, enquanto piso firme no chão rotacionando o calcanhar, e impulsionando o tronco para frente, usando toda a força do corpo nessa estocada.

Porém se o bárbaro tentasse bloquear, eu continuaria a atacar até estar bem próxima de acertar e faria um corte diagonal para baixo, mas sem acertá-lo, e sim para que o movimento do braço oferecesse impulso para eu girar o corpo enquanto fico na ponta dos pés, e o acerte por cima do ombro em um corte circular diagonal descendente. E se ele fosse capaz de bloquear mesmo com a mudança no ataque e tentasse usar da força para empurrar-me, eu deixaria-o conduzir-me, e giraria o corpo em sentido reverso ao anterior, assim como outro corte circular na diagonal, porém de baixo para cima. O cortes diagonais teriam angulação pequena, por volta de quarenta e cinco graus (não que eu me importe com essa exatidão, é só uma estimativa), para não esbarrar nas árvores ao redor.

Antes de fazer o próximo movimento independente de ter tido sucesso ou não, antes de desengajar eu esperaria ser atacada de volta. - Vamos reaja! Você não tem permissão para se cansar tão facilmente, vossa última dança está apenas começando. - O provocaria com o tom de voz elevado, enquanto ostentando um sorriso sádico e arrogante no canto da boca, encarando-o diretamente com um brilho flamejante em meus sedutores olhos alaranjados.

Esperando que a provocação o deixasse estimulado e também tivesse a funcionalidade de desviar a atenção de minhas pernas, que estariam com os joelhos flexionados, eu saltaria para trás assim que ele tentasse golpear-me, seja com o machado ou talvez um chute deselegante caso as mãos estivessem ocupadas para tentar conter minha intensidade ardente. Iria recolher minha lança segurando-a no meio da haste, ficando o cotovelo direito dobrado em um ângulo reto, com o braço atrás da linha do tórax, rotacionando sutilmente o pulso e punho.

Durante o pulo para trás antes de tocar o solo eu impulso o braço direito para frente o estendendo por completo, ao mesmo tempo que giro o pulso no sentido oposto ao anterior, permitindo que o cabo da lança deslize por minha mão em linha reta, enquanto gira, aumentando o alcance, com a intenção de perfurar o bárbaro antes que consiga defender-se após realizar o ataque.

Caso alguma das tentativas de ataques feitas anteriormente tivessem o acertado, eu tentaria mirar em local onde o bárbaro já estivesse ferido, caso contrário eu acertaria-o no ombro próximo ao peito. Então iria segurar firme na extremidade final da haste, puxando a lança de volta para mim, voltando a empunhá-la no meio do cabo.  

E assim que eu estivesse empunhando a lança novamente iria avançar de imediato contra o bárbaro, dessa vez com a intenção de perfurá-lo no meio tronco, na divisa do abdome com o tórax. Se me importar caso tente bloquear o ataque, pois eu acredito que se ele estivesse ferido teria mais dificuldade para bloquear. Então continuaria a pressioná-lo com alguns golpes em sucessão, para fazê-lo recuar, iria variar entre estocadas e cortes mais verticais com baixa amplitude. Caso o bárbaro tente revidar eu atacaria o machado com a lâmina de minha arma, antes dele poder executar os golpes, acreditando que meus golpes estivessem mais pesados que os dele nesse momento, caso o mesmo estivesse sido anteriormente acertado por minha pessoa.

Mesmo se tivesse a oportunidade eu não causaria nenhum golpe letal, tentando manter os golpes superficiais o suficiente para machucá-lo, porém sem intenção de ser fatal. - O que houve? Você não me parece tão insistente agora. - Continuaria a atiçá-lo apenas por me divertir vendo quanto o bárbaro estaria tendo dificuldades em lidar comigo. Enquanto os ataques consecutivos continuariam a acontecer.

Porém se o bárbaro ainda mostrasse resistência e pudesse conter-me eu chutaria a lateral do joelho de sua perna de apoio quando ele tentasse andar, seja para recuar ou avançar, e em seguida faria um corte vertical ascendente no meio de seu corpo, e no meio do golpe eu recuaria um passo para trás e continuaria e erguer o braço para trás, a fim de acertar o queixo dele com a parte inferior da haste.

Devido a intensidade de meus sentimentos em tal situação, eu não estaria sendo muito cuidadosa, os movimentos sem muita sutileza de minha parte (eu admito) poderiam agravar a dor na lateral do abdome o que talvez me faça perder a compostura em algum momento, ou em mais de um momento. No mais, se a dor fosse tolerável eu apenas rangeria os dentes de raiva, sem conseguir parar de sorrir, por querer fazer o bárbaro passar por uma dor ainda pior.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySex 10 Jan 2020, 13:58




Um estado de fulgor em pura raiva, um frio na espinha que poderia ser sentido pelos mais sensíveis. A sede de sangue dificilmente poderia ser descrita. As corujas se calaram naquele momento. Um rato percebendo-se de sua chance saiu correndo de trás de uma árvore para voltar a sua toca, era sua chance, as corujas haviam se calado.

Mas se viu frente a algo pior, o rato que corria para sua toca rapidamente desistiu e afundou cavando na neve. Sabia decisão. Kare permanece deitada por um instante destilando em seu âmago aquela raiva profunda. A luz, embaçada atrás de uma nuvem alta, pouco servia para acalentar seu intento.

- Assim mesmo que eu gosto. Levanta que vou te mostrar o teu lugar. - Girava ambos os machados nas mãos.

Vapor exalava da boca de ambos a cada palavra condensando-se no ar gélido que até então os separava, não que esta situação fosse perdurar por muito tempo. As coisas estavam prestes a esquentar.

Indiferente ao tom usado o bárbaro continuava a sorrir para ela, excitado com a situação em proporções similares a raiva que sua oponente por ele sentia, este talvez pudesse ser tomado como a loucura por batalha que só aqueles seres primitivos conseguem sentir? Aqueles os quais se permitem serem dominados por seus instintos mais animalescos? Este talvez fosse também o suave e prazeroso gosto que Kare começava a apreciar?

>><<

A lâmina projetava-se dividindo o espaço que os separavam. Mesmo os passos leves de Kare afundavam na neve fazendo que torrões dá mesmo fosse chutados a cada novo passo dado em direção ao seu oponente. O mesmo deu apenas um passou firme a frente com ambos os machados prostrados abaixo e com as lâminas viradas para trás. Kare por outro lado corria como uma lanceira mirando desde o início de seu avanço o seu golpe.

Vendo que seu oponente movia-se para bloquear Kare começou a descer sua lâmina a se impulsionar com ela para girar, mas ainda no momento os machados do bárbaro subiam em cruz atingindo e forçando para o alto a arma da jovem interrompendo qualquer aceleração que ela pretendesse retirar do seu próprio movimento.

As armas jogadas para o alto forçaram inclusive seu corpo que acabou sendo ''jogado'' para o ar. Mas aquilo não era diferente de uma dança, porém mortal e mais cruel. Kare adaptou a está brusca mudança e permitiu-se ''ceder'' ou como melhor devo dizer, moveu-se de forma graciosa como o ar que flui ao redor de seus obstáculos. ''Jogada'' para trás rodopiou trazendo seu golpe novamente agora circulando-o por cima e retornando em uma ascendente mortal.

O golpe circular cruzou cortando a canela da perna direita que o bárbaro usava para firmar-se a frente ao mesmo tempo que ambos os machados estavam novamente descendo de seu bloqueio em direção ao quadril de Kare. O golpe da jovem que ocorrerá com leve vantagem em tempo drenou levemente o poder por detrás do contra-ataque do bárbaro, este que ainda possuía uma força bruta superior a da jovem. Atingida foi, novamente no quadril agora simultaneamente com o cabo de ambos os machados. Ainda que este houvesse sido um golpe duplo o poder total dele havia sido menor que o primeiro golpe sofrido devido o ataque fortuito da jovem, não que isto fosse dizer que ela não houvesse sido jogada para o lado chocando-se de ombro em um pinheiro.

Neve ''choveu'' do impacto.

Ali, de costas para a árvore a jovem ficou, o bárbaro também endireitou sua própria postara. - Você é forte. - O homem movia o pescoço, sons dos ossos estralando fizeram-se ouvir. - Mas não parece estar acostumada a lutar. - Constatou, mas sem qualquer indício de deboche ou julgamento. - Ainda assim. - Fez-se um pequeno silêncio donde o sorriso dele crescia. Forte! - Deixou de sorrir.

Ele deu um passo ao lado, circulando, Kare instintivamente o acompanhou mantendo assim a linha frontal em suas visões um do outro. Fronte a fronte analizavam-se. O vento soprou gélido, mas nenhum dos dois sentiu qualquer resquício do frio. Seus sangues ferviam, suas almas estavam em erupção, o ar entre eles vibrava ante seus desejos violentos.

Ainda que pouco, era perceptível que ele havia aliviado o peso imprimido sobre a sua perna ferida, seus passos com a mesma já não afundavam tanto na neve como antes.

Ele mais uma vez avançou empurrando Kare ainda mais para dentro da mata. A jovem guerreira que por tal ação já esperava saltou para trás. Se o bárbaro lhe sobrepujava em força ela o sobrepujava em velocidade não importante mesmo a perda que sofria por estar movendo-se na neve fofa.

Seu braço dobrou-se a lança por seus mão escorregou e em um ínfimo instante depois se fixou o pulso torceu-se ao redor de si mesmo empurrando com velocidade de um bote de serpente a lâmina afiada e cruel de sua arma. Seu corpo moveu-se como um com sua arma, sem nem mesmo perceber ou planejar, era como se fizesse ali um salto de dança. Sua perna para trás se moveu, esticando-se horizontalmente e alinhando-se de forma perfeita ao movimento de seu braço como uma bailarina seu corpo tornou-se uno em uma linha com sua arma.

Efetiva foi e seu movimento alcançou o bárbaro antes que houvesse-lhe tempo de recolher suas armas, ele se moveu, o tronco girou e o golpe com sua braço aceitou. A lâmina perfurou-lhe a carne, seu rosto crispou.

Sangue… o leve odor subiu ao ar. Filamentos de vapor ergueram-se da neve, o sangue ali afundou. Era quente e superou em um breve instante a neve, derreteu-a e ali misturou-se tingindo a pura brancura com os sentimentos daquela batalha.

Ao pousar a lança foi novamente recolhida, com este movimento o bárbaro também jogava seu braço contra a arma tentando golpe-la enquanto se afastava porém sem muito sucesso. O movimento fazia o sangue espirrar marcando as cascas rugosas dos pinheiros. Havia pela primeira vez a tensão no rosto do mesmo. Mas haviam recuado um pouco mais para dentro da mata e agora estavam a 12m da estrada. As sombras ali já eram maioria.

Sem perder tempo Kare avançava novamente, desta vez mais convicta de seu sucesso, mas seu oponente não era tão mole e mesmo ferido continuava concentrado, talvez se não ainda mais empenhado.

O braço ferido mais uma vez ascendeu golpeando contra a lâmina de Kare. Não importava a velocidade da jovem ante a brutalidade de seu oponente. Viu antes do golpe seu punho fechar-se com força no cabo do machado a mera tensão aplicada por seus músculos fez ainda mais sangue jorrar, mas sua face não parecia se desfocar. A lança de Kare foi jogada para o lado por um movimento cruzado do machado que subiu diagonalmente a frente do corpo do homem, o movimento fez o corpo da jovem girar expondo seu flanco. E então em um movimento pouco usual o bárbaro a "estocou".

Ágil a jovem conseguiu evitar o pior ao permitir-se rodas, mas desta vez o homem havia usado em sua direção o lado afiado de sua arma. A lâmina enroscou-se e rasgou o seu precioso casaco.

Kare voltou a falar, voltando novamente a pressionar com palavras o seu oponente, mas o clima impiedoso também cobrava dela o seu preço. Sua garganta ardia e suas palavras saíram ofegantes e mais secas do que o pretendido. Seu busto subia e descia com intensidade e a nuvem de vapor a frente feita por sua respiração era constante.

Lutar na neve começava a mostrar para jovem as suas dificuldades e sua baixa resistência começava a dela cobrar o seu preço. O bárbaro por sua vez ainda tinha sua respiração controlada, ele afinal, movia-se muito menos que a jovem, apenas mantendo a firmeza e constância de sua velocidade.

- Você não parece muito melhor, me pergunto até quando vai ter ânimo para essas provocações baratas?

Quando o homem terminou de falar a jovem sentiu que por sua pele, abaixo das roupas escorria um fino filete de sangue serpenteando em sua pele sedosa. O último ataque havia passado mais próximo do que o antecipado.

Por sua vez o bárbaro tinha uma perna ferida e também um braço, ambos do lado direito. O braço que estava desnudo tinha agora uma coloração vermelha desde o cotovelo até o pulso de onde o sangue pingava em direção a neve. Já do lado de Kare os ferimentos eram menores, porém sua condição física estava se deteriorando rapidamente bem como a qualidade visual do ambiente que logo seria precária demais para enxergar com exatidão os movimentos de seu oponente.

O cenário ainda era o mesmo, neve fofa com espaçamentos similares entre as árvores que ainda eram apenas jovens pinheiros.











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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySab 11 Jan 2020, 13:19


Minha maior preocupação no momento seria o casaco cortado, quando isso acontece com alguma roupa, eu simplesmente jogo fora, é desagradável usar algo rasgado em público, e costurar para continuar usando é tão deselegante. Porém eu teria que suportar esse fato, pois o casaco ainda me seria útil, e não tem nenhum outro mais bonito no momento. "Até que não era um casaco feio… Tanto faz, só preciso jogar fora e comprar outro depois que tudo isso acabar.”

E ainda havia o corte, logo depois de fazer minha grandíssima pessoa rolar no chão, rasgar minha roupa, e agora cortar minha pele porcelana. "Minha paciência se esgotou, acabarei logo com esse traste antes de mais tragédias acontecerem.”

O bárbaro havia se mostrado alguém muito entediante, ele não havia sido um parceiro divertido para se conduzir em minha coreografia, o me fez esfriar de imediato. - Você está sendo um brinquedo muito chato. - Diria decepcionada enquanto movimento a cabeça negativamente. - Então apenas irei descartá-lo. - Um singelo sorriso formou-se em minha face, sendo contraditório com a intenção de minhas palavras.

E logo após minhas últimas palavras eu já estaria avançando contra o bárbaro, segurando a lança com as duas mãos, minha mão direita ficaria mais próximo a base, erguendo-a por cima dos ombros para estocar sua perna cortada, abusando de meu alcance superior para ele não poder contra-atacar. Naturalmente eu imagino que ele vai tentar se defender, não é problema algum, esse golpe é apenas para desviar a atenção dele. Pois antes de acertar a perna dele eu puxaria a lâmina da lança para trás, e ao mesmo tempo daria um passo ou pequeno salto na direção dele, para acertar com força a lateral de seu rosto/queixo utilizando a extremidade final da haste. Em seguida iria mover a mão direita até o meio do cabo para fazer um corte ascendente, enquanto coloco meu pé atrás do calcanhar do bárbaro. Por fim eu estocaria-o no meio do tronco e empurraria-o para frente, enquanto puxo meu pé que está nas costas do calcar dele para trás, com intenção de derrubar o bárbaro.

Se após isso o bárbaro caísse eu ainda estaria entediada com ele, a ponto de bocejar. - Não interprete-me erroneamente, nunca considerei algo tão desestimulante como uma batalha.- E se ele ainda continuasse vivo eu iria torcer e empurrar a lança contra seu corpo, enquanto piso firme com o calcanhar no braço machucado dele, para que ele não tente empurrar de volta. Mas se ainda sim o bárbaro resistisse eu mais uma vez “cederia” puxando a lança para cima com as duas mãos, imaginando que a dor de removê-la de maneira tão brusca fosse suficiente para ele soltá-la. E mais uma vez iria perfurá-lo, de preferência no mesmo local.

Ainda existe a possibilidade desse desestimulante embate continuar, vejam que estou numa situação bem difícil aqui, a neve faz com que seja necessário gastar mais energia para mover-me, as árvores limitam os movimentos que posso fazer, e a escuridão obstrui minha visão, acabei ficando mais fadigada do que o bárbaro, e quanto mais tempo minha pessoa gastar aqui mais difícil ficará o proceder da missão. O que eu poderia fazer? Me esconder? Assumir uma postura estática  para conservar energia? Acabar tudo em um único gole? Ohh céus, tadinha de mim, só me resta deixar o desespero tomar conta de meu ser e torcer para a sorte estar ao meu lado.

Só que não :p

Essa é a melhor situação possível!  Se o bárbaro for tão esperto quanto diz ele certamente irá usar todo o cenário para beneficiar-se. Eu só preciso deixar a situação favorável para mim, é tão simples que chega a ser chato. - Eu avisei que não tenho interesse em peixes pequenos otário. - Disse de maneira muito debochada, puxando a pele abaixo do olho com o dedo do meio enquanto mostro a língua para ele. - Vou matar os outros peixinhos primeiro, não vá a lugar nenhum até eu voltar, ohh, não é como se você pudesse. - Diria a última parte do sarcasmo em relação a perna dele estar ferida. "Acho que estou me deixando levar pela personagem… Mas é libertador não precisar ser civilizada com a escória. -

Então belamente desfilaria por detrás de alguma árvore para ir em direção ao acampamento, escolhendo uma rota para caso eu seja perseguida force-o a sair das sombras, dando as costas para o bárbaro, demonstrando total desinteresse por ele.

Talvez o “barbarozinho” fosse tomado por uma imensa fúria nesse momento, seja pela ameaça aos companheiros ou por meu comportamento desleixado, de qualquer maneira não importa o motivo. Ele poderia atacar-me enquanto estou completamente desprotegida por ficar de costas, nessa situação eu me guiaria pelo som de seus passos pesados, e daria um passo longo para frente a fim de esquivar-me. Então me voltaria para ele, esboçando um sorriso de pena. - Essa passou perto, se colocar mais ímpeto talvez consiga cortar meu casaco novamente. - E o “aconselharia” com uma tonalidade de voz sarcástica.

E caso ele continue a me atacar, apenas iria esquivar-me enquanto recuo a passos pequenos para trás, sem bloquear ou contra-atacar, moveria rapidamente meu corpo, apenas o necessário antes de ser atingida. - Talvez tenha sido sorte você me acertar duas vezes, mas nem que a própria Deusa da sorte o abençoa-se teria chance de me acertar pela terceira. - As provocações continuariam a fim de fazê-lo ser ainda mais imprudente e continuasse a me atacar sucessivamente. Esperaria uma boa abertura, talvez um golpe muito descuidado, ou os ferimentos fizessem com que ele ficasse desestabilizado em algum momento. Enfim, usaria tal oportunidade para estocá-lo no meio do peito, e pôr um fim a essa luta desnecessária.

Mas talvez ele fosse esperto o suficiente para não me seguir, ou ao menos acreditar nisso… Quem sabe quisesse ir para a residência do tal barão ou encontrar algum outro sentinela para alertar o ataque. Nesse caso eu sumiria em meio às árvores e o seguiria por algum tempo. Enquanto retiro meu casaco, e o carrego acima do ombro. Quando eu estivesse em um local propício para terminar com a vida dele, primeiro eu arremessaria o casaco em sua direção, para ludibriá-lo, esperando que a escuridão da floresta fosse suficiente para fazê-lo acreditar que estava sendo atacado, e assim tente revidar. Então minha pessoa surgiria instantaneamente por detrás do casaco pronta para perfurá-lo com a lança.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptyDom 12 Jan 2020, 10:39




Citação :

"My sweet and dear Kare" …. Lamento esta vossa dificultosa e problemática situação, mas peço que nestes momentos difíceis suporte tão árduas provações, as coisas já foram piores, então Smile, Smile, pois felizmente suas unhas ainda estão inteiras.

O senso de diversão daquela jovem era difícil de compreender, ou apenas talvez difícil demais de se satisfazer. Irritou-se com o fato de seu oponente ser teimoso, ou talvez concentrado demais, talvez pelo menos não ser tão irritável com palavras?

Bom.. Entendo de onde vem está confusão… Estou a chamar-lhe de bárbaro afinal… Mas errado está aquele que vê as coisas apenas por estes esteriótipos que a sociedade impõe. Ele é um sujeito como qualquer outro, apenas aprendeu a lutar com machados…. Sim… Ele tem um corte de cabelo diferente, mas é só por causa da cultura dele TaOk? Não quer dizer que ele é algum lunático sanguinário que faz sacrifícios para deuses das trevas…. Bom… Ele na verdade faz, eeetoo….


>><<

Kava, a furiosa Kare,avançou novamente contra seu oponente que manteve-se similarmente as outras vezes que embateram, ou seja, caminhando lento, mas firmemente. Seus machados cruzados desta vez a frente do peito. Da esquerda para direita o machado desta mão moveu-se cortando para baixo a fim de bloquear a lâmina da jovem, mas neste arco inferior tudo que encontrou foi um espaço vazio de onde deveria estar a arma da jovem.

Kare saltou em direção a ele atacando com a parte inferior de sua lança em um arco cruzado superior varrendo da direita para sua esquerda visando o queixo do bárbaro. O oponente ergueu a mão esquerda, o cabo de Kare travou contra o cabo do machado, mas este posicionamento acabou fazendo com que o peso do golpe fosse jogado na perna direita do bárbaro a qual estava ferida. Kare sentiu através do impacto que não foi repelida e sim apenas travada, o braço do bárbaro recuou um pouco quando sua perna cedeu levemente fazendo com que ele tivesse de dar um passo para trás para poder jogar o peso na perna esquerda.

Neste momento a jovem dava mais um passo à frente, agora com sua perna esquerda que ficou ao lado da perna direita de seu oponente enquanto traçava um arco inferior com a ponta se sua lâmina.

No momento seguinte as coisas se tornaram confusas. Sentiu sua lâmina perfurando e rasgando o abdome de seu inimigo, mas também sentiu imediatamente seu corpo leve.

Levantou-se segundos depois zonza. Ao mesmo tempo que sua lâmina subia contra o bárbaro ele movia o machado que havia usado para tentar bloquear o primeiro golpe. No entanto, sendo a jovem mais rápida o seu golpe havia o alcançado primeiro, mas um movimento repleto de força já havia sido iniciado e com isso também foi acertada no externo esquerdo que havia ficado completamente exposto em seu golpe ascendente.

Piscou.. Agora tanto seu lado direito quanto o esquerdo estava doente, mas para sua felicidade o fato de ter saltado para cima do bárbaro a permitiu evitar a lâmina do machado e assim ser golpeada pelo cabo logo abaixo.

Sua respiração estava pesada quando se levantou, mas ao menos estava melhor que o seu oponente.

Em pé em meio a um círculo de pinheiros. Sangue… Tosse… sangue saiu da boca deste. Cambaleou e o machado de sua mão direita caiu na neve, o mesmo que havia acabado de golpear Kare. Sangue escorreu pelo seu queixo, mas também pelo tronco vindo de um corte profundo no abdome.

Apoiando-se na lança para não pôr os joelhos no chão ela novamente se empertigou e caminhou até o bárbaro.

- Você me pegou. [tosse, sangue]. Foi divertido.

Porém Kare não achou, e com uma estocada no peito o derrubou. O bárbaro caiu para trás deitando na neve, Kare aplicou seu peso sobre a arma e sentiu-a atravessar a caixa toráxica de seu oponente, um último engasgo repleto de sangue acabou sendo as "últimas palavras" dele.  

O peito de Kare subia e descia pesadamente, o bárbora no entanto estava mais calmo do que antes…

>><<

Se retorna-se iria encontrar Rasnak no acampamento deles junto com os outros, todos vivos. Ras teria apenas um corte superficial abaixo do olho esquerdo enquanto Crow estaria recebendo tratamento no antebraço direito.

Kare não teria sinais visíveis de ferimentos, mas estaria sentindo uma dor pulsante a cada passo ou respiração mais profunda. A dor provavelmente passaria depois de algum tempo, afinal não parecia haver ossos quebrados.

- Parece que ele te deu um suador, hahahahaha. - Agora que Rasnak houvesse falado iria perceber que seu rosto estava bastante corado e que inclusive estava com calor devido a dor havia gotas de suor em sua testa.

- Acho que temos que seguir. Quanto antes acabarmos com isso, antes vamos embora e depois dessa estou precisando é de um bom trago.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySeg 13 Jan 2020, 20:41

Finalmente a luta do bárbaro chegou ao fim, apesar de ter sido ao custo de danos irreparáveis (R.I.P Casaco). " E eu reclamando das marca que a Apressadinha deixou... Agora vou ficar com o corpo desfigurado de tanta mancha roxa. E para piorar esse usuário de machado sem competência alguma não sofreu o suficiente antes de falecer.” Já deu para notar que estou muito insatisfeita com a situação de modo geral. Correto? (Na verdade não me importo com vossa resposta.) Então prossigamos. - Ahhr...Grr!!! - Deixei um longo suspiro escapar quando tentava me conformar, porém o efeito causado foi o oposto, por causa desses machucados, que insistem em doer.

E sem muitas opções retornaria para o acampamento, sem me apressar e ainda sendo tendo de controlar a intensidade de minhas respirações. Porém, para minha felicidade o cãozinho e o velhote pareciam estar bem piores. - Vou tentar me conter para não brincar tanto e voltar para socorrê-los da próxima vez. - Já havia tornado-se um terrível hábito aturar as constantes provocações do cão de guarda, e acabei respondendo sem pensar de maneira sarcástica, apenas para manter as implicâncias. 

Não esperaria por qualquer tipo de tratamento médico por parte deles, apenas iria recostar-me em uma árvore ou parede, com alguma sombra mesmo que fracamente, ficando de braços cruzando e evitando respirar fundo. Aguardando o cãozinho e o velhote terminarem de lamber as próprias feridas. Cobrindo-me com o casaco para esconder os possíveis hematomas assim como o filete de sangue, e agiria arrogantemente como se não tivesse acontecido nada com minha pessoa. E se caso fosse-me questionado sobre algum machucado minha pessoa iria responder friamente, podendo até mesmo soar grosseiramente. - Até parece que alguem de nivel tão baixo seria capaz de me ferir. - Tentaria não esboçar o menor sinal de dor durante a fala, mesmo que exigisse minha determinação.

E assim que eles estivessem devidamente “remendados” eu iria encará-los com o canto dos olhos. - Pretendem continuar eliminando os figurantes durante o resto da noite até se esgotarem ou vamos para o ato principal? - Diria debochadamente com um tom de descaso por eles. Não que fosse mudar algo saber qual o próximo passo, de qualquer forma eu ainda precisaria gentilmente acompanhar os cavalheiros por mais algum tempo. Mas de acordo com a rota escolhida meu real pode ser alcançado mais facilmente do que o previsto, porém o oposto não deixa de ser verdade. Levando isso em consideração eu não iria opinar, a não ser que minha pessoa seja questionada.

E então os seguiria, caminhando despreocupadamente pelo meio da rua, aparentando realmente estar relaxada e confortável em meio ao caos que está a se aproximar. Afinal onde mais eu estaria se não no centro? É onde mais chama atenção, e minha cota de permanecer oculta já esgotou-se. 


Tá bom, ok, vocês me descobriram. Não é só pra querer chamar atenção e parecer ainda mais arrogante que eu estaria caminhando casualmente no centro. Na verdade eu estaria atenta com as árvores e também com as esquinas e possíveis becos escuros. Afinal não somos os únicos que podem realizar um ataque furtivo vindo das sombras, e o meio da rua me parece um local mais “seguro” para se estar, ao menos minha pessoa deve ter tempo de reagir e evitar outra fatalidade. Como outro corte na roupa… Mas é óbvio que eu não quero deixar ninguém perceber essa minha preocupação, por isso fingiria estar relaxada, enquanto discretamente observo o ambiente. Satisfeitos agora? 


OFF: SOS - Narradora em apuros.:
 

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptySeg 13 Jan 2020, 22:48




- HAHAHAHA, do jeito que você demorou vai é poder brincar nada e ainda ter de se apressar. - Respondeu o homem rindo da "óbvia" demora que ela teve em finalizar a luta. - Achei era que vocês tavam trepando pelo tanto que demorou, AHAHAHAHAHA. - continuou com seu humor completamente vulgar.


O médico rapidamente terminou de cuidar de Crow, Rasnak por sua vez dispensou qualquer tratamento apenas passando o dedo pra limpar o acúmulo de sangue antes de lamber o resto que ficou próximo a sua boca.

Kare foi a seguir questionada sobre suas necessidades de trato, mas a oferta foi presunçosamente recusada pela jovem que poderia ter recebido algo que lhe aliviasse a dor se houvesse admitido.

>><<

Sairam da estrada algum tempo depois com Crow os guindo por uma trilha em meio as árvores que os levaria ao alto de uma encosta elevada. O terreno onde estavam havia se tornado aos poucos mais irregular com subidas e descidas. Haviam começado a se aproximar das cordilheiras de Budou e conforma a noite avançava e também seguiam ao norte mais frio ia se tornando.

A região ainda não era própria e completamente montanhosa, mas do ponto de onde observavam, mesmo agora durante a noite era possível enxergar as altas montanhas alguns km além do ponto da propriedade que iriam atacar.  

A frente deles, abaixo do barranco de onde espreitavam, a propriedade localizada por entre montes e morros de terra em pedra em um terreno irregular. Uma estrada central cruzava de um portão de entrada por entre os parreirais até uma "mansão" no extremo oposto a entrada, toda a via era iluminada em curtos intervalos por lamparinas a óleo. Dali onde estavam era possível ver 2 homens no portão.

As uvas estavam plantadas de ambos os lados da estrada central, devido a noite o parreiral ia até o ponto onde a visão deles alcançava. Dali era possível enxergar também quatro torres de madeira, duas em cada lado da estrada fixas em pontos intermediários a plantação. Duas delas mais próxima a casa e pavilhões e outras duas mais próximas ao limite frontal da propriedade.

Da entrada até a mansão haveria ao menos 800m de distância, já a largura da plantação não era possível determinar dali.

A mansão tinha um aspecto de casa colonial com 3 andares e sem curvas fluidas sendo uma fachada mais quadrada com cores claras roda feita de madeira e com telhas de barro. Não era possível enxergar do ponto em que estavam se haviam guardas na entrada.

Próximo a casa haviam outros 2 galpões, um a esquerda e outro mais ao fundo.

- Será que eles têm recebido apoio dos Stain? - Questionou Crow em dado momento.

Crow estava próximo a borda da encosta deitado na Neve, Rasnak o mesmo ao seu lado. Não conversavam particularmente baixo de modo que era possível para Kare lhes ouvir. Ela junto aos demais estavam em pé junto a linha de árvores que se encerrava a uns 3m da encosta.

- Considerando a quantidade de homens que conseguiram contratar e o dinheiro que ele deveria ter… É possível.

Caso Kare mostrasse algum interesse eles iriam lhe explicar sobre a vinícola Stein que era uma das três maiores da ilha, caso o contrário eles apenas prosseguiram conversando de forma a informar os outros.

- Dois no portão, ao menos um em cada torre. Deve ter pelo menos dois na entrada e dois dentro. Com aqueles da dezesseis. Parece haver mais que a contagem inicial, deve ter ao menos uns oito dormindo em um dos barracões.

- Se eles forem no nível dos caras lá trás não deve ser muito problema. - Rasnak disse confiante. - Você viu afinal o que a cadelinha do patrão falou. Talvez a gente deva mudar o plano, ela pode dar conta de todos sozinha e a gente vai até a mansão e dá cabo do filho e do pai.


….

- Hahahaha, viu? - Rasnak cutucaria Crow com o cotovelo caso Kare houvesse mesmo concordado com a sugestão. - Infelizmente isso roubaria toda a minha diversão.

>><<

Ficariam ali mais um tempo, tempo este que poderia ser usado para Kare buscar mais detalhes na mansão, insistir em algum plano ou saltar do barranco de cabeça no chão. Este tempo também seria usado por Rasnak para explicar qual era o plano dele.

Que mais ou menos consistia em, Kare e Crow se esgueirar para dentro. Kare iria diretamente para a mansão enquanto Crow iria incendiar uma das torres de vigia. Com o princípio do fogo Rasnak e CIA atacariam o portão da frente.

Kare que deveria ter permanecido escondida deveria esperar que possíveis reforços deixassem a mansão em direção ao confronto antes de partir em busca do barão. Deveria tomar cuidado por talvez o filho do mesmo, o qual aparentemente era bom lutador, estar acompanhando o pai.





OFF: Não precisa começar o ataque, pode usar o post só pra procurar mais infos de local e conversar msm.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação - 2: Falência ambígua   Apresentação - 2: Falência ambígua - Página 3 EmptyQua 15 Jan 2020, 17:31



Um sentimento até então desconhecido por mim veio a mim quando meus olhos visualizam a mansão e a plantação como um todo. "Parece a cabana onde os servos dormiam, mas porque estou com esse pressentimento logo agora, seria...hm… Nostalgia?” Mas ainda sim, algo era diferente, aquela cabana onde o barão mora não me faz lembrar totalmente o local onde os servos viviam, seria talvez. " O tamanho, é minúscula, parece até mesmo uma casa de bonecas se comparada a pequena moradia dos meus escrav...servos.” Ainda não sabendo dizer bem o motivo de ter esse sentimento logo agora, minha pessoa apenas piscou algumas vezes e sacudiu a cabeça, para afastá-lo. Saudades talvez? Não, provavelmente apenas minha enorme vontade de menosprezar os seres mundanos esteja se manifestando. Sim, é mais provável tal opção.

>><<

Stain, quem se importa com Stain? Eu deveria me importar, talvez seja uma informação que vale minha atenção? Não mesmo, é apenas um nome aleatório que julgo desnecessário, mas não é como se me fizesse cobrir os ouvidos para evitar a conversa, só não iria ter interesse a ponto de perguntar algo a mais.

E bom, sobre o plano do Cãozinho…. Me pareceu um tanto.. " Ingênuo, esses cãozinho é muito inocente, pior seria se o restante dos guardas contratados realmente deixassem a mansão para atacar os invasores, e abandonarem o “rei” completamente desprotegido no tabuleiro.” Isso seria problema dele, mas infelizmente me afeta, e não de uma maneira positiva. - Se o baronete tiver um mínimo de esperteza ele deve segurar alguns dos guardas dentro da mansão, para proteger o próprio barão e a si mesmo, não que eu os veja como um problema, apenas faria o plano demorar mais do que o previsto, se vai fazer alarde no portão principal é melhor que eu procure uma porta nos fundos, onde talvez a proteção fique negligenciada. - Não quero bancar a gênia do crime ou algo assim, apenas não estava totalmente satisfeita com o plano atual, então só quis deixar claro meu descontentamento assim como uma alternativa para solucionar o possível problema.

Se não houvesse maiores problemas com minha...digamos...sugestão, minha pessoa esgueirar-se-ia pelo terreno, a fim de explorar um pouco melhor o casebre, procurando se haveria outras formas de adentrar, principalmente por uma porta nos fundos, torcendo para que houvesse guardas a vigiando, pois seria um indicativo de que a mesma estaria aberta. Manter-me-ia afastada das torres de vigia assim como das cabanas dos funcionários, se fosse possível utilizaria das sombras feitas pelos montes e montanhas para ocultar-me durante a análise, enquanto iria aproximar-me aos aos poucos, tentando circundar a mansão, atravessando pelo meio das parreiras, se fosse necessário eu cortaria uma ou duas "arvores" de cada fileira para poder cruzar cada "canaleta", escolhendo as que não ficassem tão próximas ao limite da plantação, para tentar chamar menos atenção possível e priorizar a ocultação. Tentaria achar alguma possível entrada que não seja a principal, sendo provavelmente a mais bem vigiada, talvez uma janela entreaberta, apesar de muito improvável essa última opção.

Em último caso minha pessoa se veria obrigada a esconder-se dentro da plantação de uvas, pois acredito que dificultaria muito a minha capacidade de observação, que já está debilitada devido a escuridão, e também porque seria extremamente desgostosos me enfiar no meio de uma plantação, correndo o grave risco de ficar com galhos e folhas presos no cabelo… Tudo bem que é uma peruca, mas mesmo assim, inadmissível!

>><<

Se eu tivesse obtido algum sucesso durante a breve observação da mansão, eu me me posicionaria próximo aos fundos do casarão tentando não ser vista pelos vigias, e se houvessem guardas vigiando a tal porta seria ainda melhor. Caso contrário ficar-me-ia mais próximo da entrada principal. E de qualquer maneira eu iria aguardar pela distração por parte do cãozinho e do velhote, para iniciar o ato principal. Devaneando a situação como uma bela oportunidade de atingir meu real objetivo.


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Apresentação - 2: Falência ambígua
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