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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Bastardos Inglórios

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyDom 8 Dez - 18:39

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Tony Redstorm. A qual não possui narrador definido.


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Dante
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyTer 10 Dez - 14:14



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Post largado no trajeto do moonwalk.
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Recobrei minha consciência aos poucos naquela imundice que chamava de lar. Minhas pernas estavam dormentes, cruzadas sobre a mesa enquanto meu corpo inteiro recostava-se na cadeira forrada com os braços servindo de travesseiro. Era a postura mais confortável que eu conseguia encontrar naquele lugar, apesar de ser um tanto ruim para minhas costas vez ou outra.

Deixei escapar um bocejo baixinho, mandando uma mensagem clara sobre meu cansaço ao universo. Aos poucos, fui saindo daquele estado relaxado e comecei a me espreguiçar por ali até que estivesse completamente de pé. Observei ao meu redor, no fim, não havia nada de diferente por ali embora eu desejasse que caísse ouro do céu ou algum amor da vida milagroso. Um suspiro foi dado, fitando o chão com certa melancolia. Fechei os olhos.

- Inferno - Reclamei ao colocar as mãos no meu bolso e perceber que havia mais um motivo para ficar puto naquele dia. - Tô sem nenhum tostão, vai dar nem pra comprar pão assim. - Ele diminuía cada vez mais. Em contraposição, minhas dividas nadavam com os peixes em algures de uma ilha do céu. Andei preguiçosamente na direção do armário para ver se ainda tinha algo pra devorar, tendo quase certeza de que a resposta era negativa. Teria de sair de casa mais uma vez, onde foi que eu deixei aquela guitarra mesmo? Seria bem útil pra fazer alguns trocados. É melhor isso do que me prostituir. Mas o instrumento já tinha sumido fazia alguns dias, e eu não tinha nem ideia de onde estava.

Segurei a maçaneta e empurrei a porta, encarando a luz do sol com desdém. Isso é, se é que estava de dia. Nem disso eu tinha certeza. Pelo menos estava torcendo para que algo de divertido acontecesse hoje, já que tive a inovadora ideia de sair do meu covil. Tinha que fazer algum dinheiro de alguma forma, só não sabia como. Então observava tudo ao meu redor, tentando captar uma ideia plausível.


Objetivos, Ficha, NPC & Histórico:
 

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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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Wing
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyQua 11 Dez - 18:57



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Arthas Mandrake


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Disseram-lhe que todo homem deve ter o seu adágio. Não se lembrava, àquela altura, exatamente de que bocarra o ditado lhe soara na primeira vez. Talvez do pai, noutra de suas demonstrações de oratória como o bom sacerdote que o velho outrora foi, ou mesmo um dos marechais de Scoia'tael, a guarda citadina à que pertencia enquanto residente de Mandrágora. Não importava o dito-cujo; o importante era que todo homem tivesse o seu adágio. O de Arthas Mandrake era a vingança travestida em soberania, liberdade e redenção.

Naquele dia, acordou particularmente amargurado. Quando rompeu a tênue linha dos sonhos e deu-se por desperto num canto escuro do acampamento, uma caverna rupestre cuja mobília era composta por frutos da natureza como folhas, caules e peles de bicho, grasnou ao nada, praguejou e encheu o mundo de impropérios. O mau humor que lhe pulsava às veias era quase constante e sempre latente; e, afinal, até então não havia razão alguma para o contrário. Seus inimigos ainda imperavam, a dor e a sede de vingança se engrenhavam no canto esquerdo do peito e o elfo rabugento teve de dispôr os meses antecedentes ao mero reconhecimento do ilhéu Conomi Island, sem que pudesse dar-se ao luxo de engenhar sua armada. Mas decidira de antemão que aquele diria lhe seria um marco, e as florestas, anestésicos à zanga que alterava seu humor, lhe esperavam ante o esconderijo cavernoso.

Se prostraria, todo ele retesado e se alongando às traças, como couro, diante dos penduricalhos presos a fivelas fixas nas frestas pedregosas da parede esquerda do local, que em verdade eram amuletos competentes à religião imperante no extinto reino de Mandrágora. Quando estivesse de chão sob as joelheiras, ambas as mãos se uniriam no vão entre os dois olhos, tencionando uma prece. — Cáerme cáemm deien.Que o destino permita servi-los, prosaria com seus deuses, crente de que cada palavra resmungada ao dialeto mandragoriano daria cabo de certa parcela do seu mau humor. Rogaria ainda, como de costume, na intenção de que se alembrassem de seu povo e o munissem com força suficiente para que o elfo pudesse, através dos próprios punhos, evitar que a história culminasse por se repetir. Perdera a conta de quantas rezas daquela já havia feito, mas a fé não lhe vacilava.

De pé, beberia o que restasse do suco de seiva competente à noite anterior, se aninharia sob as roupas de escolta — já nessa altura definindo seu destino, uma vez que se deparasse com os coldres vazios — e, com os seus amuletos resguardados na pochete, deixaria a caverna, de rosto ainda um tanto teso e estampado por feições de nostalgia.

Soergueria o queixo para que a aurora lhe inundasse o rosto em luz — se é que houvesse alguma escapando à sombra das florestas temperadas de Conomi Island — e abriria o seu meio riso horrendo que tanto evidenciava se tratar de um tipo pouco habituado a sorrir. Só a prole da natureza se equiparava às divindades no caráter mitigante de seu mau humor, e não fora por mero acaso que Arthas erguera seu acampamento justamente sobre ela. No que inspirasse uma lufada nada modesta de ar puro e esticasse os tendões, poria a bandana cor de vinho sobre a parcela direita do próprio rosto, submetendo o olho destro à habitual escuridão. Apesar desse mesmo olho ainda servir-lhe quase tão bem quanto o são, o elfo era corriqueiramente tomado por um caolho, e julgavam que o tecido lhe servia meramente para esconder a monstruosidade que lhe substituía ao glóbulo ocular; estavam redondamente equivocados. O que visava ocultar detrás da amarra não era o olho em si, ainda inteiro e prestativo, e sim a vergonha simbólica presente na cicatriz que adveio de uma longínqua negligência; uma que estava decidido a extinguir, portanto a ideia de ter olhos curiosos sobre ela dava-lhe nos nervos. Nessa manhã, no que diz respeito a isso, nada mudou, de modo que só tomaria rumo dentre as florestas uma vez que certo de tê-la atado mais que bem.

Era uma pena que tivesse de deixar seu habitat, o ponto que mais lhe alembrava do extinto lar, para se dirigir ao subúrbio da Conomi Island. No entanto, via-se com os coldres vazios e a aljava esfomeada pela rabeira de setas, pois, afinal, na natureza não havia inimigos que obrigassem-no a recorrer às armas. Sabia que dali adiante o cenário seria outro, e as florestas, nesse campo, pouco podiam lhe prover, uma vez que o ofício de Mandrake era o de um guerrilheiro. Como o ágil aprendiz que era, os meses que antecediam esse ponto haviam lhe lustrado a mente com muito conhecimento, dentre os quais se destacava as vias de acesso principal ao centro de Conomi, e é para lá que rumaria em diante.

Hora ou outra se veria diante do populacho e certamente o mau humor matinal voltaria a cobrir o elfo como um véu, em contraponto ao bom ânimo temporário que tivesse adquirido na morada dos seus deuses. Arthas julgava, também, ser homem do povo, e a devoção que carregava sob o peito era capaz de trespassar qualquer disparidade racial, mas o hábito dos terrestres envolvia agitação em demasia quando equiparado ao jeito taciturno dos elfo-celestiais, o que faria, como em todas outras vezes, com que Mandrake empinasse o nariz e curvasse os seus lábios numa expressão ranzinza enquanto estivesse no centro, procurando, de fachada em fachada, por forjarias ou comerciantes de armas que lhe pudessem satisfazer o anseio.

Numa simulação de tato aguçado, fungaria os arredores uma vez que adentrasse ao estabelecimento; um ato pouco cortês, motivado pelos seus nervos e que tinha como fito deixar claro sua averiguação do ambiente, como se um gesto de superioridade. Por conseguinte, abordaria o balconista peculiarmente: o único olho exposto por semicerrar-se, feições que inspirariam a antipatia e, sob os lábios retorcidos numa horrenda expressão de humor alterado, a língua estalando aos moldes da de um cavaleiro à sua montaria a fim de garantir a devida atenção. — Eu levarei uma adaga, uma espada curva, o melhor dos arcos compostos que tiver e junto dele um leque de flechas. Para já, dh'oine. — Resmungaria em voz roufenha, fechando a fala com o equivalente em língua élfica a "humano". De sua pochete, traria um maço de notas calculado de modo que pusesse sobre o balcão exatos cento e setenta mil berries; nem um tostão furado a mais ou a menos, pois era assim que agia conforme a moral: trabalho digno por uma recompensa apropriada.

Esperava não ter de aguardar em demasia e, se porventura as ações do balconista lhe contrapusessem essa expectativa, praguejaria em língua élfica num tom que claramente não deixasse brechas para discussão, ciente de que a impressão de irritação superaria qualquer barreira linguística.

Uma vez satisfeito, Arthas devoraria, com o olho solitário, o arsenal que o sujeito lhe entregasse, visando se certificar de que estava nos conformes do pedido, no que seguiria por acomodá-lo com as fivelas e coldres do uniforme de guerrilha: a espada no flanco direito da cintura, pendendo sob uma alça de couro que obstruiria o pomo, a adaga num discreto coldre preso ao peito, as flechas recheando a aljava e o arco atrelado a uma fivela que trazia às costas.

Sem cortesias, voltaria ao calçadão central da ilha e de lá tomaria rumo às florestas. Mas, dessa vez, não nutria intenção alguma de retornar ao conforto do acampamento em que até então se assentara. Conforto, desse dia em diante, era algo de que Arthas estava disposto a abdicar; reservaria-o como um troféu distante, para quando satisfizesse sua devoção. O ponto infame e de que por vez ou outra ouvira partir da língua dos terrestres, notório na ilha desde que sob o comando revolucionário, era o acampamento Aurors. Menearia de onde quer que estivesse até os ermos da floresta, à companhia dos seus deuses e, uma vez que novamente sob a trilha sonora provinda da natureza, de um arreganho estampado nos seus lábios. Um sorriso nefasto, um tanto pesaroso e que, sob olhar perspicaz, deixava clara a intenção detrás da busca do ponto em questão: alçar vitórias e sobrepujar, de vez por todas, os algozes de seu povo.


Objetivos & Histórico:
 

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Última edição por Wing em Dom 15 Dez - 20:18, editado 5 vez(es) (Razão : Código quebrado)
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyQui 12 Dez - 1:06



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Tallahassee McQuarrie


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Durante todo o tempo que Tallahassee passou em Conomi apenas um objetivo mantinha-se presente em sua mente o tempo todo: Vingança. O nome “Jedediah” ecoava em sua cabeça, martelando sua consciência como se o próprio executor de seu pai estivesse ali, presente, cutucando o encéfalo do pistoleiro amargurado que se mantinha vivo dia após dia desde sua infância com o único propósito de vingar a morte de seu pai. Os bicos que fizera até o momento renderam bons frutos tais quais estadia, alimento, donzelas e dinheiro, o bastante para compensar o inferno que era viver naquele lugar pacato e pagando de civil, mas isso estava prestes a mudar. O homem estava pronto para assumir a máscara mais uma vez e se vingar do Governo, honrando o nome McQuarrie bem como deveria ter sido feito há tempos.

O abrir dos olhos do pistoleiro indicavam duas coisas. Simples, óbvias e irrefutáveis. A primeira se tratava de algo que qualquer ser com ao menos meio cérebro e parcialmente sóbrio saberia, que era o fato de ele ter acordado. A segunda, era o de que não era o dia de sorte de qualquer recruta ou agente de espécie alguma pois o seu algoz havia despertado, pois Tallahassee não acordara com o desejo de distrair-se com a companhia de mulheres ou com a vontade de realizar mais um trabalho fútil e mal pago, a única coisa que rondava sua mente cansada era o desejo de aplicar o seu deturpado e violento senso de justiça.

A primeira coisa que faria ao acordar seria caçar seu chapéu com a destra, acessório que normalmente repousava-se na extremidade da cabeceira todas as noites. Seguraria o objeto então sob seu colo uma vez sentado, olhando-o, estudando a peça que tão bem conhecida e permitindo-se viajar para o passado, vivenciando mais uma vez o trágico dia em que sua vida mudou, Recordando-se de seu pai morto e sua mãe que fora forçado a abandonar. Um suspiro escaparia seus lábios conforme esfregava as costas dos dedos com a destra algumas vezes, enxotando qualquer resquício de poeira, por fim vestiria o adorno de couro em sua cabeça e levantaria da cama. Vestiria sua calça, botas, jaqueta e, por fim, máscara.

McQuarrie daria seu primeiro passo para fora, olhando os arredores e respirando o ar fresco profundamente. Seus passos eram firmes e determinados rumando em direção a um único objetivo; uma loja de armas para que conseguisse seu arsenal. Assoviava, baixo, uma canção antigo que lembrava seu pai cujo qual vivia tocando em sua gaita quando tinha tempo livre. Chegando próximo de seu destino, encurtaria o passo e calmamente adentraria o estabelecimento. Olharia para a esquerda e direita, analisando cada canto do local e averiguando sua qualidade. Andaria até o balcão e acenaria suavemente com a cabeça enquanto levaria as pontas do polegar e indicador a aba do chapéu. — Revólver, chicote, lâmina longa e leve, um de cada. Não esqueça das munições — exigiria e aguardaria os produtos, oferecendo a quantia em dinheiro desejada e munindo-se com as armas, mais um aceno como o anterior e já bastava, daria meia volta e andaria em direção a porta.

Caso algo impedisse a aquisição dos itens, Tallahassee se veria impaciente no mesmo instante e bufaria feito um touro, encarando o culpado por tal atraso no aguardo da situação se resolver, se possível.

Uma vez satisfeito sairia por onde entrou e traçaria seu próximo objetivo: O tal acampamento Aurors que era tão popular na ilha, o primeiro passo para a Revolução, o lugar que determinaria o início de sua vingança. Andaria a passos largos em direção a floresta, munido até os dentes e pronto para o que der e vier.


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Última edição por Kenway em Sex 13 Dez - 3:01, editado 2 vez(es)
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Sunken
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptySex 13 Dez - 1:38



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Latiffa Blackheart


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A viagem chegava ao fim. No convés, encostada na amurada, Latiffa deixava seu braço relaxado, fazendo-o balançar com o avançar da embarcação. Olhava para a proa, no horizonte, esperando pelo momento em que a forma da ilha brotasse dali. "Ah, Ronnie, nem estou acreditando que eu vou realmente seguir nosso sonho maluco." Deu uma risadinha para si própria, levando a mão esquerda a tampar a boca. Riu porque sabia como aquela empreitada poderia terminar. "Morte." Sabia mas não ligava. Até porque ela não tinha mais nada para perder.

Quando surgisse no poente a bendita da ilha, Latiffa não esperaria. - Até, amigos, muito obrigada pela carona! - Diria, acenando para os marujos no convés e lançando duas beijocas no ar. Ainda com a mão para cima ela inclinaria seu tronco para além da amurada, se jogando com tudo no oceano.

Ali no oceano, sua morada, ela viraria seu rosto para onde tinha visto a ilha e começaria seu nado rápido. Os seis tentáculos mexeriam com rapidez, como chicotes, impulsionando o corpo da Arqueóloga. Claro, estaria sorrindo. Se vesse algum ser marinho no meio do caminho, gritaria: - Bom dia! - Acenando com a mão direita, sem interromper o avanço.

E ao perceber que estava próxima da ilha, começaria a subir o nível do mergulho, faria isso gradualmente até que começasse a caminhar sobre a areia da praia. - Uhh... - Supiraria. - Isso foi divertido. - Já fazia tempo que não dava um mergulho aqueles.

Olharia então a sua volta e buscaria a primeira alma viva que encontrasse. - Sabe me dizer onde eu acho os revolucionários? - Diria isso com calma e olhando para as costas de ambas as mãos, vendo se não havia lascado nenhuma unha. Não faria contato visual direto com a pessoa, como se não ligasse muito para ela. - Meu amor, vamos, não tenho muito tempo. Ainda tenho que comer alguma coisa. Estou de jejum desde ontem, acredita? - E agora estaria passando as mãos no cabelo, para tirar o excesso de água, ainda sem olhar para a pessoa com o qual falava.

Ela só queria a resposta.



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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyTer 17 Dez - 19:32

Takamoto Lisandro Primeiro post



Finalmente depois de tanto tempo as peças do destino estavam se juntando, parecia que criador tinha guardado o melhor nas ilhas desconhecidas dos blues. Manipulando cada movimento, todos estavam presentes nesta ilha chamada Conomi Island, governada por revolucionários e ávidos em combater as ações do governo e marinha. Aportando na praia, a sirena que não era tão bela assim era desprezada com expressões de desgostos e ânsia de vomito pelos marujos que dispensavam seus beijos. – Mermão, ainda bem que ela já foi. – Disse um depois que a mesma havia pulado do barco e nadado até a praia, uma ilha com duas cidades de grande comercio e em seu todo grandes florestas se tornando um pulmão para o East Blue. Saindo da praia, encharcada com seus cabelos brancos cobrindo seu rosto conseguia encontrar uma pequena criança, uma garota para ser exato, brincando pelas redondezas chutando a areia e se deliciando ao corre livremente descalça aproveitando os grãos cristalinos. Seus olhos congelaram ao encarar a rainha do mar, pelo menos era o que a menina pensou, não pode conter de abrir sua boca revelando tamanha surpresa. A moradora dos mares não se continha e perguntava pelos revolucionários, tinha seus objetivos claros, a garota não se mexeu ou piscou, em um choramingo desmaiou de vez. Seu corpo caiu como uma pena no chão, lentamente e com graça. Parecia que encontrar uma sirena, uma semelhante dos tritões foi o suficiente para abalar o coração da pobre garota, mas o visual assustador de uma criatura que acabou de sair do mar com seus cabelos jogados a esmo trajando um vestido negro atiçou bem o medo da pobre criança.

O maluco não tinha nem o que comer na casa, quero saber como ele conseguiu uma casa, este era Tony. Sabendo que não brotaria comida ou dinheiro do solo, nada pode fazer além de sair de casa e ser recebido com um bolo de calcinha sendo jogado em sua face. – Seu pervertido! Pague o que me deve! – Dizia uma moça com lábios rubros, seu olhar era como uma salva de tiros que poderia matar qualquer um. Depois que o bolo de roupas intimas saia da visão do espadachim, pode ver um homem ajoelhado em frente à sua porta suplicando por perdão. – Desculpa! Desculpa! Sou novo na ilha! Não sabia que você era uma.. uma.. Daquelas mulheres da vida sabe. Pensei que você tinha se apaixonado por mim! – Ele juntava as mãos e as chacoalhava. – Que tipo de garota dorme com o primeiro cara que conhece pela noite? Só um idiota pervertido pode pensar que uma mulher fica duas horas ouvindo papo sobre medalhas bestas e dorme com ele significa que ta apaixonada. Errado! Quero meu dinheiro! – O rapaz começava a chorar. – Eu pensei que você tivesse gostado! Usei todo meu arsenal, pensei que tinha se apaixonado pelo meu charme. – Ele agora estava com ambas as mãos no chão se curvando diante da mulher e de quatro perante ao Tony.

Vamos me dê! – Ela estirava seu braço e abria sua mão. – Ok, só deixe me recompor.. – Ele limpava suas lágrimas e o ranho de seu nariz. – Pera. – Levantava-se quase caindo novamente por perder seu equilíbrio, aquele homem não parecia ser nada atlético apesar de sua grande altura, tinha cerca de 1 metro e 90 centímetros, cabelos negros e olhos da mesma cor. Possuía um rosto bonito e um estiloso corte de cabelo que contrariava sua personalidade tão medrosa e ingênua. – Isso é o suficiente? – Ele colocava sobre a mão da moça uma quantidade exorbitante de dinheiro, tanto que a mesma arregalava os olhos e ativava seu modo sedutor como toda mulher prática colocava um sorriso de vidro em seu rosto. – Nossa, não seja assim lindinho. Realmente fiquei pasma com seu arsenal se é que me entende. Se quiser pode me ver outra vez, só me procurar, você sabe meu nome.. Lindinho. – O rosto do rapaz se avermelhava quase se tornando um tomate. Tony com toda sua experiência poderia dizer... Esse cara era o cara mesmo e nem parecia está sendo enganado. – Ei você, me dê minhas calcinhas. – Direcionava a atenção ao espadachim que estava de plateia observando todo o desfecho da situação, o rapaz notava agora a presença de Tony, morar perto dos cabarés sempre foi uma dadiva e uma maldição para ele.

Se chegou aqui, pensou que seria a hora do atirador aparecer na história, porém digo que não é sua hora ainda, é a hora dos dois atiradores aparecerem. Ambos tinham uma relação clara, eles estavam à procura de armas. O McQuarrie tinha chegado primeiro, acordado pelo espirito de vingança sem ser do motoqueiro fantasma, ele carregava em suas mãos a ansiedade de cumprir o seu papel de vida e acabar com todos aqueles que perturbavam sua mente ensandecida de violência, não passava por muitas ruelas adentrava sem rodeios na primeira loja decente de armas. – Bom dia. – Era recepcionado por um senhor de idade beirando os 60, ele estava de pé atrás do balcão lustrando um revolver que brilhava com o reflexo da luz da janela, o raio de luz acertava a retina do rapaz que piscava, ele andava vasculhando e observando a qualidade dos materiais. – Encontrou algo que goste? – O velho trajava um sobretudo e um chapéu de cowboy parecido com o do mercenário, porém sobre seu rosto tinha um cachecol vermelho velho, quase uma relíquia. O atirador não tinha tempo para conversa, jogava de sua boca tudo que precisava e o vendedor apenas escutava com atenção observando a face de seu cliente. – Hum.. Certo.. – Ele se virava, e dava dois passos pegando das dezenas de caixas de estoques do interior do balcão todos as mercadorias mencionadas. – Tantas armas, você vai para uma guerra garoto? ... Eu já tive minha cota de merdas sabe, quando era mais novo parecia com você. – Ele dizia. – Deve ta pensando agora: “O que esse velho ta falando meu irmão? Quero saber das tuas histórias de vida não. Quero minhas coisas e sair daqui pra matar aqueles que não gosto e blá, blá, blá.. – Ele olhava de relance para o homem, pelo canto do olho, poderia parecer que ele estava zoando McQuarrie, porém seu olhar era sério e duro o bastante para quebrar uma parede. – Vingança, fama e glória, não sei o que tu quer, mas cada homem que passa aqui tem uma dessas três ambições. Fico grato por ter tanta gente burra assim no mundo, assim posso lucrar! – Ele dizia levantando e colocando toda a mercadoria em cima do balcão. Colocava sua mão entre as armas e o cliente. – Antes, o dinheiro rapaz.

Na mesma hora, entrando mais um cliente na loja, este era Arthas o celestial que apreciava a natureza e dormia em cavernas feito um ogro. – Opa, bom dia. – Recebia bem o novo cliente que também não tinha bons modos e apresentava-se com uma expressão razinza. O lojista apenas balança sua cabeça pensando que ambos não tinham recebido educação dos pais, o celestial vociferava seus requisitos. – Hum.. Certo.. – Ele pegava a pegava a mercadoria de McQuarrie, mudava alguns itens e direcionava sua atenção para o elfo. – Antes, o dinheiro. – Sendo mais prático que o primeiro cliente, Mandrake contava os berries e pagando toda a mercadoria pelo preço oficial daqui do fórum, ele estava prestes a se equipar. – O arco não é dos melhores, mas se quiser um revolver tenho um dos bo – A sua fala era interrompida. – MISTER JACK! UM TRITÃO! APARECEU! E ESTÁ COM A SOFIA! EU VI! – Um grandalhão aparecia quase quebrando a porta desesperado pelo fato dito. – Outro apareceu? Nunca cansam de ser expulsos. – O senhor pegava as mercadorias e devolvia o dinheiro para o Arthas. – Preciso resolver algumas coisas, vou fechar a loja por enquanto, espero que esperem em frente a loja. E digo pra você. – Apontava para o celestial. – Aqui é o único lugar que vai encontrar algum arco, não há muitas lojas que apreciam tal instrumento. – Ele expulsava os dois clientes e trancava a loja. – Se quiserem ajudar vai ser mais rápido, não que precise de ajuda, mas tô ficando velho sabe. – Ambos os atiradores estavam de fora da loja encarando o velho e o grandalhão. – Depressa! – O homem estava aflito.



Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyQua 18 Dez - 18:44



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Arthas Mandrake


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Algo mister a se entender acerca de Arthas Mandrake é a disciplina de caráter militar que rege-lhe a todas ações, mesmo durante a suposta despretensiosidade da rotina. Ele, afinal, não enxergava a despretensão de esquina em esquina, nos cortejos de bom dia, na fanfarra das tavernas e nas meretrizes que hora ou outra se bamboleavam diante de si. A guerrilha Scoia'tael e o viés conservador passado de pai para filho o fizeram duro como o couro; um homem rijo, teso, de poucos sorrisos que se limitavam aos momentos de conquista e, dada a sua tragédia pessoal, amargo e em constante guerra com o mundo, o seu passado e consigo mesmo. Para que a reação vindoura não passe a transparecer apenas como maus agouros gratuitos e sem justificativa, da parte do celestial, esse contexto é peça-chave.

No instante em que seu maço de tostões foi devolvido e junto de outro qualquer o vendedor lhe arrastou loja afora, aos berros e tropeços, como se faz a um vira-lata, os maus humores de Mandrake se destacaram através de uma surpreendentemente chamativa veia a sobressaltar-se no canto esquerdo da testa, pulsando forte como a aorta de um cavalo. — Seu velho caduco! Dh'oine estúpido! Com quem tem a impressão de que está lidando?! Acha que sou seu daschund? Acha que há algo de especial nesta pocilga? Colocarei esses tostões no bolso dos seus concorrentes com o maior dos prazeres, e vou tratar de esfregar em sua fuça o arco que eu conseguir! Quanto pior for ele, pior para ti. Vocês Dh'oine não demonstram dignidade. Não sabem o que é tratar outrém com um pouco de squaess! Respeito! — Trovejaria o elfo há pouco taciturno, agora de humor escancarado e num tom exaltado que beirava o gutural. Só voltaria a tragar do ar puro de Conomi Island quando exclamasse até a última palavra, resfolegando como o equino à que a veia saltada parecia pertencer. Respeito e cortesia eram certamente algo que admirava, mas para o próprio infortúnio e a construção de certa hipocrisia, não aprendeu a retrucar ignorância com virtude.

Aquele ainda era o sopé da montanha de impropérios e certamente o elfo ranzinza ainda tinha outros em seu arsenal, os quais teria usado, não fosse o termo com que logo em seguida o balconista acabou por justificar sua partida: "tritão". Não, o odor salino, as escamas e a viscosidade pertencentes aos homens-peixe, bem como o generalizado afastamento dos costumes civis que Arthas via neles, não gerava, aos olhos do celestial, simpatia maior por eles que pelos Dh'oine; pelo contrário, era substancialmente menor. Sim, seu adágio, o desejo fulgurante de atender aos povos submissos ao Governo Mundial, superaria qualquer desencontro entre as raças, e Arthas certamente escolheria, sem delongas, um tritão civilizado a um companheiro elfo que servisse às forças da organização. Mas esse não era o caso dos tritões da ilha de Conomi Island. Soube enquanto investigava a motivação revolucionária competente a Conomi, outra vez como um ágil aprendiz, que Aurors e seus homens teriam supostamente libertado-a do tirânico domínio dos tritões, outrora ali imperante, e nisso nutriu uma enorme antipatia pelos tritões dessas bandas, nos moldes de um residente natural do North Blue. Quando tratava-se da alteridade em questões de tirania, Arthas tendia a tomar a dor do próximo, associando os tiranos desconhecidos à ação desgovernada do governo em suas terras; fossem ou não esses tiranos parte do corpo constituinte dessa organização, um tirano é um tirano, e povo algum devia ser submetido ao despotismo que arrancava as raízes da nação, como fizeram ao Reino de Mandrágora.

Squaess'me, Hen Ichaer. — Mais comedido, de rédeas encurtadas pelo raciocínio acerca dos tritões e até num gesto de censura pessoal, como mandavam os costumes de elfo-celestial, murmuraria a sentença de perdão aos seus deuses, graças ao descontrole de há pouco; era a enésima nessa quinzena, mas não deixava de haver nela a mais pura sinceridade. Arthas jamais demonstraria indiferença ao que pensavam os deuses élficos, ainda que o gênio raivoso não fosse algo passível de seu controle.

Eu vou tratar desses tritões contigo, homem. — Afirmaria, fazendo a cólera cair por terra e retornando apenas ao estado ranzinza habitual, e a vontade de potência no esmeralda dos seus olhos demonstrava que não o faria como um favor. Não era um cão de aluguel e não tinha expectativas de uma recompensa advinda daquilo. — Se há algo que desperta-me mais loa'then que um comerciante descortês, é a tirania que os tritões foram capazes de exercer aqui. Eu pretendia me submeter aos serviços do Acampamento Aurors, mas a patrulha vem a mim sem que eu tenha de pedir por ela. Os deuses élficos não falham para com os seus devotos. — Pronunciando em tom alto e claro o equivalente em língua élfica a "ódio", o que queria era meter um pé na bunda de um dos membros da escória que outrora reprimiu a liberdade do povo Conomiano; uma peleja que não era sua, mas o espírito de revolucionário o levaria a comprar.

Na companhia do velhote mercador e seu lacaio, o aspirante à revolução seguiria, em ritmo digno de marcha imperial, até o paradeiro do tritão que haviam eles mencionado. Quando pusesse o dito-cujo à sua vista, porquanto limitada ao olho esquerdo, arregalaria espontaneamente esse mesmo olho em desdém à criatura, empinando o nariz para que a luz natural lhe realçasse um contraste entre a ponta horrenda da cicatriz sob sua atadura rubra e o encantante, porém ameaçador, olhar esverdeado de falcão no glóbulo à mostra. Homem regido pelos hábitos, já correria o braço esquerdo à altura dos ombros numa busca vã do arco que devia ter, só agora se dando conta de que ia à luta como um cavaleiro sem gorjal e grevas, mas sem deixar-se intimidar por isso. Desajeitado e de mãos abanando, cruzaria os antebraços sobre o peito e estamparia uma carranca de desprezo em seu rosto. — Quem é o peixe ímpio que alterou o curso do meu dia, e em que d'yaebl de terra pensa que está?! — Sua postura, retesada como a corda esticada ao limite de um arco que não trazia às costas, no entanto pronto para disparar. O pé direito batendo no calçadão em um sinal de desaforo e o esmeraldino dos seus olhos envolvendo o tritão em amargura e perdição.


Tradução Élfico-Português:
 

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Última edição por Wing em Qui 19 Dez - 10:48, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyQui 19 Dez - 10:39



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Latiffa Blackheart


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Não tinha alma viva na praia desde que emergira do mar. Na verdade, havia uma criança, porém ela acabou desfalecendo com a aproximação da sereia. - Ué, o que aconteceu contigo, pirralha? Seus pais não te alimentaram bem? - Latiffa aproximou-se do corpo da menina, cutucando-a com um de seus tentáculos. - Eita, a bichinha desmaiou mesmo. - Bateu a mão direita na testa, franzindo o rosto. - Ai, ai, eu só queria tomar meu café da manhã. - Se fosse a Latiffa de outrora, simplesmente teria deixado a garota ali. Entretanto, após o tempo que passou com seu mestre, a doença da empatia havia infectado a sirena, uma infecção que estava ainda em seus estágios iniciais. - Ah, vamos lá, talvez salvar uma criança faça o povo da ilha ter uma boa primeira impressão de mim... - Comentou, dando um sorriso de canto de rosto que parecia definir a ideia que acabara de ter como boa. Oh, desgraçada Latiffa, mal sabia no que estava se metendo...

Enrolaria a criança com dois tentáculos, um segurando a parte do abdome e outro a região das coxas, para que não à machucasse. Manteria a menina erguida no ar, deitada na horizontal, enquanto os outros membros fariam o trabalho da locomoção. - Ei, me ajudem! Uma criança desmaiou! Uma criança desmaiou! Me ajudem! Um médico! - E ficaria repetindo essas frases até encontrar um adulto. Adentraria cada vez mais a ilha em uma profusão de desespero encenado: em cada frase que gritasse ela balançaria os braços no ar, arregalaria os olhos, faria um bico com sua enorme boca; no geral, reproduziria um escândalo para chamar a atenção.

Certamente ela se arrependeria dessa decisão mais tarde.



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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyQui 19 Dez - 19:48



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Tallahassee McQuarrie


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A primeira vista nada de anormal no atendimento do homem com quem brevemente se comunicava — Justiça, não vingança… gostei do chapéu — a voz suave porém parcialmente rouca do pistoleiro finalmente escapou de seus lábios, abafada parcialmente pela máscara. No entanto durante os acontecimentos estúpidos e barulhentos que vieram a seguir o rapaz se viu a beira de surtar a cometer um crime de ódia pela falta de cortesia e consideração demonstrado por “Jack”.

Tallahassee fitou o outro cliente com uma parcela considerável de curiosidade e interesse em seu olhar, tendo boas primeiras impressões no homem cujo passado aparentemente o castigara moldando-o no que é hoje como fizera com o próprio cowboy. Encarou o vendedor com uma expressão recheada de desdém e impaciência, mas nada falou e muito menos fez muito embora estivesse a beira de agarrar o dono da loja pela gola e obrigá-lo a vender os itens. Os acontecimentos absurdos foram demasiados espontâneos e confusos para que pudesse reagir, por fim, só aceitou. Seu interesse pelo arqueiro esvaiu-se aos poucos a cada palavra impaciente que perfurou seus ouvidos durante o chilique, o suficiente para fazer com que Tallahassee suspirasse e se prepara-se para partir em busca de outra loja.

O mascarado daria alguns passos, distanciando-se da dupla com quem acabara de ‘interagir’, porém algo impediria o homem de prosseguir. A palavra “Aurors” escapara da boca do arqueiro com uma determinação ímpia, carregando intensidade comparável ao ódio do caolho para com desordeiros, simpatizou-se, imaginou que todo esse rancor e amargura tinha tanto a ver com o Governo quanto sua própria sede de vingança. Deu meia volta, encarando o vendedor novamente — Estou disposto a ajudar, mas sem algo com o que atirar ou lutar não sou muito útil — disse McQuarrie enquanto seguia o recém conhecido Jack.

Seguiria os homens logo atrás do armeiro, correndo em seu encalço e preparado para o que der e vier. Chegando ao destino ou caso parasse em qualquer outra situação, sendo interceptado talvez, o homem encararia os transeuntes do local e analisaria a situação, tentando identificar os responsáveis do possível tumulto e estudando o papel de cada um dos participantes, vítimas ou não, para ter completa certeza do que exatamente estava acontecendo antes de agir. Seus olhos sobretudo cairiam sobre detalhes como armas e uniformes, talvez medalhas e quem sabe posturas e jargões militares ditos pelas pessoas ali presentes, qualquer indício que pudesse ajudar a identificar revolucionários.


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MensagemAssunto: Re: Bastardos Inglórios   Bastardos Inglórios EmptyDom 22 Dez - 13:26



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Post largado no trajeto do moonwalk.
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Tão logo que empurrei aquela tranqueira de madeira centenária me deparei com o caos que era o mundo, e que no fundo desejei abandonar toda vez que me confrontava com ele. Era estranho, mas irônico. Dar as caras com algo tão confuso quanto minha cabeça assim que eu saia de casa era realmente espantoso, nada convidativo para permanecer o dia fora.

Mas… Os dias eram assim.

E eu teria que aturar isso até conseguir alguma coisa pra comer, pelo menos. Meu estômago roncava como uma porca desgraçada e obesa, não me dando muito mais escolha que não sair pela cidade em busca de algum bico ou rolo. Nem que eu tivesse de encontrar uma viola ou uma gaita pra tocar na esquina. Minhas sobrancelhas ascenderam junto com a incompreensão que a situação bem ali, na minha frente, revelava para meus olhos e ouvidos.

Fiquei meio pasmo por alguns segundos, mas após tentar ligar os pontos do que estava ocorrendo, tornei minha postura padrão e forjei despreocupação novamente, tal como um ferreiro forjava espadas. Abri a boca com calmaria e um pouco de relaxo no tom, aquilo não era exatamente problema meu. - Boa sorte aí, amigo. - Encostei a destra no ombro do pobre coitado para consolá-lo brevemente, entretanto logo me veria andando para longe dali. Mais um iludido nas mãos dessas megeras. Incomparavelmente belas e atraentes, mas manipuladoras e vis. Deve-se ter tanto cuidado com uma mulher quanto com o diabo em pessoa.

Mas por falar em ferreiros, espadas, e diabos, eu estava sem minha lâmina também. Provavelmente ir ao encontro de uma fosse uma boa ideia, arranjando dinheiro vendendo minhas habilidades. No entanto a preguiça e desânimo acometia meu espírito com uma força avassaladora, e tudo que me movia agora era o apetite prezando por carne. Sem perspectiva, procuraria agir somente por instinto. Algo que me fosse atraente, como o cheiro de calabresa sobre pizza ou uma espada reluzindo, quem sabe, teria minha atenção.


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Tiro de sorte? Sorte é não tomar um tiro meu
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