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 Nox I - Loucura

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MensagemAssunto: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptySex 06 Dez 2019, 17:53

Nox I - Loucura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nox Valentine. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptyDom 08 Dez 2019, 01:16

Três anos haviam se passado do dia fatídico responsável por mudar completamente a vida de Nox. A memória da capitã pirata atirando em seus primos tinha ficado bem marcada na memória do jovem. Não tinha sido um processo simples aprender a ter uma estabilidade mental,afinal,anos foram necessários para que Nox encontrasse a paz e deixasse de ser a criança imprudente que era. Ir atrás de vingança como está agora só o levaria à morte,antes de qualquer coisa tinha que ficar forte. Forte o bastante para não perder as pessoas que ama.

Nox ainda estava um pouco sonolento,tinha passado o dia anterior inteiro conversando com Grim,seu primo falecido,e cuja alma desde sua morte supostamente viveria em Nox. Ambos estavam planejando o que Nox faria a seguir,já tinha ficado muito tempo parado,era hora de agir. Não tinha ideia se era noite ou dia,o jovem tinha ficado tanto tempo conversando distraído que acabou por desmaiar de sono,uma ocorrência até comum para Nox. Suas olheiras profundas eram provas das incontáveis horas que tinha passado acordado em outras ocasiões. Preciso ir para Loguetown. Assim poderei finalmente ser um marinheiro. Dessa forma,poderei ganhar dinheiro,ficar mais forte e de bônus é possível que tenha mais acesso a informações sobre a capitã pirata que matou você,Grim. Nox,por estar bem animado de finalmente iniciar sua aventura,gesticulava e conversava em voz alta com a imagem irreal de seu primo que estava em seu ombro direito. Certo,certo,não precisa ser Loguetown,só é mais fácil,pois ouvi dizer que tem uma enoorme base da Marinha lá. Além de que é próximo da Grand Line,onde é mais provável que eu encontre aquela mulher. Claaaro,se você ouviu me parece verídico então,afinal,você sempre está em completo contato com a realidade - Hild,a qual estava no ombro esquerdo,dizia em tom sarcástico. Por favor,não estou falando contigo nesse momento,chispa. O jovem continuava a relembrar-se de seu plano que logo colocaria em prática.

Iria ao centro da cidade. Primeiro de tudo seria necessário se armar. Botas ou grevas,mas preferencialmente botas,que seriam bem úteis. Afinal,não posso bloquear espadas com os meus pés. Preciso de algo leve,que não atrapalhe muito minha movimentação,mas que seja rígido o suficiente para não ser destruído na primeira batalha que eu tiver. Iria em direção a pessoa mais próxima e perguntaria: Bom dia/tarde/noite,senhor(a). Gostaria que,se fosse possível,você me direcionasse a algum vendedor de armas local que você conheça - o jovem faria uma leve inclinação em respeito e enquanto estivesse na conversa,analisaria o comportamento do indivíduo com o qual dialoga. Era um hábito que tinha adquirido. Não sentia nenhuma grande compulsão a fazer isso,mas seria útil entender um pouco sobre a mente das pessoas com quem conversava,as intenções delas são quase sempre um mistério. Hild,sua prima falecida,alertaria Nox caso achasse algo suspeito,estava sempre cuidando de seu priminho - O que seria de você sem mim,né? - diria contente. Se por acaso achasse a pessoa suspeita,Hild faria uma sugestão violenta - Ele(a) está escondendo algo,enche ele(a) de porrada!! - Nox,por sua vez,responderia com uma negação - Não! - que seria proferida em voz alta,no meio da conversa,possivelmente gerando um estranhamento no ouvinte. Terminando o diálogo,caso o indivíduo não fosse útil,seja por ter achado o jovem estranho ou simplesmente por não ter informações,seguiria à próxima pessoa e assim em diante.

Chegando ao ferreiro(a),o cumprimentaria assim como tinha feito com a pessoa com quem tinha falado antes e terminaria por dizer - Bem...eu gostaria de alguma arma para um lutador como eu que utiliza primariamente as pernas no combate. Uma bota,uma greva ou algo do tipo. Quero algo rígido,mas que não atrapalhe a movimentação,por favor,se for possível. Caso o homem(mulher?) fosse rude de alguma forma,Hild faria comentários maldosos,os quais Nox simplesmente iria ignorar. Se o ferreiro(a) pedisse o dinheiro,o jovem apenas entregaria o que foi pedido,pegaria sua arma e a vestiria,terminando por se despedir e sair. Alternativamente,caso o ferreiro(a) oferecesse uma oferta diferente,um pagamento pela arma com uma tarefa,e não dinheiro,o jovem escutaria atentamente para avaliar o que foi proposto,seria de preferência não gastar o pouco dinheiro que tinha. Também analisaria o indivíduo,caso ele parecesse estar com algum problema,Nox ofereceria ajuda em troca do armamento.

Apenas se por acaso estivesse ocorrendo alguma confusão na cidade,um assalto ou uma agressão,Nox se desviaria de seu plano de procurar o ferreiro(a) por alguns instantes. Ou,poderia ser que isso ocorresse depois de conseguir sua arma,e nesse caso prosseguiria da mesma maneira. Desde que não fosse algo que parecesse muito perigoso,o jovem iria tentar ajudar quem estivesse em apuros. Não é que fosse bondoso,tinha seus próprios interesses: queria se tornar mais forte,e uma luta ou outra ajudaria nisso. Além do mais,se tivessem pessoas em sua volta,poderia conseguir a atenção que queria e havia a possibilidade de ser recompensado. Se a vida de alguém estivesse em apuros,por outro lado,mesmo arriscando sua vida,Nox estaria disposto a ajudar quem precisa. Não desejaria que ninguém perdesse seus entes queridos como havia acontecido com ele mesmo. Você vai acabar se matando um dia desses... - Hild diria com desgosto. Usaria sua agilidade incomum para chegar ao local do problema o mais rápido possível.


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MensagemAssunto: Re: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptyTer 10 Dez 2019, 23:18

NARRAÇÃO


Até onde vai a crueldade humana? Era de fato uma dúvida que já possuía resposta, sendo tal questionamento motivado unicamente pela completa perplexidade que algumas situações são capazes de causar. A tão esperada resposta, para muitos injustiçados como Nox, era óbvia: não tem fim.

Já caía o sereno da noite pelas ruelas esquecidas daquela cidade do East Blue, anunciando uma certa movimentação, ainda que, de início, tímida, de trabalhadores pelas ruas. Gordos, magros, suados ou cansados, todos aqueles se dirigiam aos braços acalentadores da boemia, ávidos por uma – ou várias, para os mais empolgados – caneca de cerveja depois de longas horas de trabalho.

Em paralelo, o inquieto esquizofrênico seguia rumo àquele aglomerado de gente, este último aparentemente impaciente, como um efeito inacabado da jornada de trabalho. Antes que pudesse perguntar ao primeiro que encontrara, este fazia uma expressão de profundo pavor e se distanciava, como se tivesse acabado de se encontrar com a morte. Bizarro. Algo semelhante acontecia com o segundo que Nox se deparava, o terceiro e também o quarto, até que finalmente lhe surgia uma possibilidade de sucesso.

Era um anão muito alegre, mais que o nível socialmente aceitável. No auge de seus vinte centímetros, possuía uma rala barba branca, nariz grande e deformado, talvez resultado de inúmeras fraturas que recebeu durante a vida. Vestia uma túnica completamente vermelha que cobria do pescoço até os pés, estes que se encontravam calçados por sandálias pretas de couro. Por fim, a garrafa de cerveja em sua mão direita denunciavam o que já era claro: era perfeitamente visível que estava alterado.


- HIC! – soluçava, com as bochechas incrivelmente rosadas. – Loja de... HIC! Armas? – falava com a voz embargada, pausando em seguida, provavelmente porque seu tempo de resposta havia sido comprometido pelo álcool. – AH! HAHAHA! Eu s... HIC! Sei onde fica, porra! Só entrar naquele... HIC! Bar de esquina e pedir! – gesticulava, apontando para o tal lugar. - DE NADA! – gritava, caindo na gargalhada logo após, ao passo que cambaleava de volta ao trajeto que estava a fazer antes.

Chegando ao local, Valentine notava que era um verdadeiro muquifo, com homens bêbados para todos os lados, alguns até mesmo caídos ao solo. Talvez causasse estranheza num primeiro momento: venda de armas num bar? Era estranho, de fato, mas logo depois do esquizofrênico solicitar seu pedido no balcão, era possível perceber o que estava a ocorrer.

- Hmpf! Aquele retardado... – balbuciava o atendente, este que era totalmente idêntico ao anão que havia encontrado na rua, exceto pela cor da túnica, que era totalmente negra. Eram gêmeos. – Olha aqui, moleque... – dizia, ao mesmo tempo que apontava o dedo indicador diretamente para a face do mais novo cliente. – Ninguém pode saber que eu vendo armas aqui, falou? – passava a encarar agora.

Descia de sua cadeira alta – provavelmente para compensar sua baixa estatura – e andava vagarosamente em direção a um cômodo logo atrás do balcão, sumindo do campo de visão do esquizofrênico e iniciando uma série de barulhos escandalosos, como sons de metais se chocando contra o chão, pedaços de madeira contra a parede e afins. Passado algum tempo – e muita barulheira –, o anão reaparecia, agora com grevas em suas mãos. Subia com muita dificuldade de volta à cadeira e jogava o item na mesa, voltando a encarar o Valentine.


- Trinta mil berries. – disparava, agressivo e antipático.

Nox o pagava sem pestanejar, aparentemente desejando muito dar o fora dali o quanto antes. Guardava o dinheiro restante e, antes que pudesse partir, ouvia:


- Eu não ligo para o que vai fazer com essa merda, só tome cuidado com o Máscara do Diabo. Ele ainda está à solta e se te pegarem perto dele com isso aí, vão saber que fui eu que vendi. –  o grisalho dava a conversa por encerrada.

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MensagemAssunto: Re: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptyQua 11 Dez 2019, 23:31

O jovem observava indiscretamente as pessoas que passavam na rua. Eram,em sua maioria,trabalhadores que desejavam viver uma vida pacata,sem muitos problemas e buscavam o máximo de conforto que fosse possível. É o que eu queria para você...sabe? Você não tem que carregar o mundo inteiro em seus ombros - Hild falava com uma gentileza que era incomum dela. O garoto esquizofrênico tentava ignorar sua prima e seguir com o seu objetivo: conseguir sua arma. Eu não posso mais simplesmente sobreviver e permanecer em uma vida cômoda. Quem está na zona de conforto não evolui,e eu não quero continuar sendo a pior versão de mim mesmo - Nox refletia consigo mesmo,entretando sem partilhar esse pensamento com sua prima.

O aspirante a marinheiro,o qual procurava se armar,tentava em vão se aproximar de algumas daquelas pessoas e perguntá-las aonde poderia achar alguém que vendesse algum dos itens que desejava. QUE DESGRAÇA!! O próximo que fizer essa cara estúpida de espanto,sério,bate nele por mim,nunca te pedi nada - Hild estava claramente furiosa. Nox,por outro lado,pensativo - Hmmm,eu sei que não sou exatamente a definição de normal,mas poxa... - estava um pouco aborrecido - Se bem que eu não tenho tomado um banho faz um tempinho,né? - o jovem pegava seu jaleco com sua mão direita e o aproximava de seu nariz,tentando sentir seu próprio cheiro - Arghn!! Eu tô nojento - Meh,depois que eu resolver o que preciso,aí eu tomo um banho merecido. Enquanto caminhava,avistou um anão que estava bêbado,perfeito!! Ele não deve me julgar,creio eu. Só esse cheiro de álcool que exala dele que...urgh,não é o que eu chamaria de agradável. Terminando a conversa,Nox estava satisfeito,apesar do homem estar bêbado,tinha ganhado sua simpatia.

O problema era o bar - Ahh,o bar... - Como diabos se compra arma em um bar?! - sussurava para Hild,a qual retrucou Ah,Nox,tão inocente...legal isso não é,obviamente. O esquizofrênico estava inquieto,não queria comprar algo ilegal,mas precisava da arma,estava em um dilema. Decidiu prosseguir com a compra,e logo já estava feito. O jovem não tinha ouvido absolutamente nada do que o atendende tinha dito,estava perdido demais em seus próprios pensamentos,tinha feito tudo no automático,distraído,sem notar o que fazia. Esqueceu-se até de seu pequeno hábito de usar seus conhecimentos de psicologia. Apenas voltou um pouco a seus sentidos ao estar partindo do bar,quando foi avisado a respeito do tal "Máscara do Diabo". MaNaQuToHoGatUasgh - estava desesperado,sussurou para Hild apenas uns sons ininteligíveis. Calma,oh menino,respira. Começaria a se focar,pensar na natureza sempre conseguia acalmar Nox:

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Melhor? Bem...o que você vai fazer agora? Vai denunciá-lo? Afinal,ele está comercializando armas ilegalmente,as quais podem ser vendidas para piratas. O vendedor,indiretamente,também é culpado pelos atos cometidos pelos portadores do item vendido. Ele nem de perto é inocente. Sua prima não era a pessoa mais calma desse mundo,muito pelo contrário na verdade,mas ela tentava fazer seu melhor para ser racional e ajudar Nox. Você tem razão... - o jovem conversava em uma voz baixa,mas audível para quem estivesse próximo,sem se importar se tinha alguém ouvindo. Mas...eu iria preferir não colocá-lo em problemas,afinal,ele me ajudou...né? - o aspirante a marinheiro,confuso,tentava amenizar a situação,mas no mesmo instante Hild responderia com rispidez - Ele não te ajudou não,ele vendeu a arma pra você! Aquele anão quer dinheiro,veja se você me entende,use seu cérebro,ele simplesmente tomou mais da metade da sua grana e foi rude,isto fora ser contrabandista de arma. Ele que se foda! - o esquizofrênico,em um primeiro momento,estava sem palavras - Ela está certa...Ambrosia,a capitã pirata de quem busco me vingar,poderia muito bem ter se armado em um contrabandista como aquele atendente de bar - deu tapas em seu próprio rosto como se quisesse acordar de transe. Eu estava sendo estúpido,tem razão...porém não irei voltar para confrontá-lo diretamente,eu já comprei uma arma dele,o ato está feito,devolvê-la só me fará voltar para a estaca zero. Tudo o que posso fazer agora é botar essas grevas para bom uso. Tão bom uso,aliás,que possa redimir não apenas a mim mesmo,como também o anão que as vendeu - Nox falava,gesticulando e em um tom de voz médio,sussurando unicamente quando disse - Nós iremos atrás do tal "Máscara do Diabo",que pelo nome,certamente é alguém problemático. Hild,ao ouvir isso,não estava satisfeita ao saber que seu primo se meteria em confusões,mas certamente,para ela,era melhor do que ele continuar naquele estado de "bebê chorão".

E agora,gênio,qual a sua ideia? - a prima perguntava com ironia. O aspirante a marinheiro colocaria as grevas,caso já não as tivesse posto anteriormente,e as esconderia por baixo de suas longas calças,se fosse possível. Primeiro de tudo,retornaria àquele anão bêbado que tinha encontrado pela rua e tentaria buscar respostas dele. Nox tinha a capacidade de entender a mente alheia,o que somado à falta de cognição do homem bêbado,que estava notavelmente alterado,poderia ajudar o esquizofrênico a encontrar respostas a respeito do Máscara do Diabo. Afinal,o anão embriagado era irmão gêmeo do contrabandista de armas,então haveria uma boa possibilidade do alcoólatra ter alguma informação do malfeitor que o jovem estava à procura. Em seguida,o levaria a um local menos lotado,para que o anão,que não estava em suas completas capacidades mentais,não falasse em voz alta algo indesejado,podendo trazer atenção de outras pessoas. Se o bêbado rejeitasse,faria-lhe uma oferta - Bem,quem sabe,se você me ajudar com informações úteis eu possa te pagar uma bebida ou outra...mas preciso que você colabore,tudo bem? - utilizaria seus conhecimentos em psicologia para prever quaisquer atos do anão e tentaria usar o máximo de informações que pudesse em sua tentativa de persuasão. Bem,Nox não é a mais convincente das pessoas,mas considerando a situação favorável,ele teria uma chance. Ok...eu peço a você as informações que possa ter a respeito do homem conhecido como Máscara do Diabo,seu irmão me contou a respeito dele,e quero saber um pouco mais. Para deixar o alcoólatra mais tentado,durante a conversa,faria gestos de como se estivesse segurando uma garrafa e tomando ela,remetendo à bebida que o anão ganharia de prêmio caso fosse de ajuda. Se fosse de fato útil,agradeceria e daria o dinheiro suficiente para uma única bebida ao homem. Por acaso,pelos conhecimentos que Nox tem em psicologia,se conseguisse prever uma revolta do alcoólatra pelo fato de a recompensa ser demasiadamente pequena,fugiria o mais rápido que fosse possível e diria enquanto corre - Se eu conseguir dinheiro por sua causa,eu volto!. Todavia,se não fosse de qualquer utilidade,o jovem apenas se desculparia e deixaria o local.

Alternativamente,no caso de seu primeiro plano falhar,colocaria suas grevas à mostra buscando chamar a atenção do tal "Máscara do Diabo". Desfilaria pela cidade com seus armamentos à mostra,pois o aviso do anão tinha sido exatamente para não fazer isso,pelo o que tinha entendido. O aspirante a marinheiro estava literalmente buscando problemas. Hild com certeza acharia a ideia burra,mas Nox continuaria a fazê-la,porque estava sem mais ideias. Não queria voltar para o atendedor do bar,visto que não sabia exatamente a relação dele com o criminoso que o jovem estava procurando,e fazer perguntas para pessoas aleatórias da rua não tinha sido exatamente efetivo,exceto pelo anão alcoólatra.

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MensagemAssunto: Re: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptySab 14 Dez 2019, 03:32

NARRAÇÃO

Nox até conseguia retornar ao local que pedira a informação, mas não havia mais sinal algum de anão bêbado; pelo contrário. A ruelas continuavam da mesma forma que vira da primeira vez: repletas de trabalhadores boêmios. Provavelmente boa parte daquela gente era recém-chegada à ilha, consequentemente diminuindo consideravelmente as chances de terem alguma moradia, o que ajudava a explicar sua permanência nas ruas mesmo sob o cair da noite.

De qualquer forma, as grevas do esquizofrênico agora se encontravam à mostra, como se estivesse a chamar por algo ou alguém. Andava por aí como um patrulheiro, despreocupadamente exibindo sua nova aquisição a quem quer que olhasse. Andava por algumas quadras, seguindo com aquele plano... inusitado. Na medida que caminhava, o número de trabalhadores diminuía, até que se deparava com uma multidão enfurecida.

- JUSTIÇA JÁ! – gritava um deles, sendo acompanhado por outros logo após.

Estavam organizados frente a uma grande loja, protestando com cartazes e placas. Parecia ser uma construção pública, já que as reclamações eram direcionadas a esta. De alguma forma, os protestantes sabiam que quem eles procuravam estava lá. Depois de certa confusão – que já parecia estar formada há pelo menos algum tempo –, um sujeito mais alto se posicionava frente ao aglomerado de pessoas.


- OUÇAM! O prefeito até pode ter dado tudo o que deu para os anões, não temos nada contra eles. Mas não podemos permitir isso que está acontecendo agora! Há pouquíssimos empregos restantes na cidade, e esses poucos que restaram dão prioridade aos anões! QUEREMOS ALGUMA RESPOSTA! – bradava, enraivecido. – É! – um coro uníssono por parte da multidão sucedia a pequena fala, como se em confirmação ao que foi dito.

Deveria haver entre cinquenta e setenta indivíduos, todos raivosos. Olhares eram lançados em direção a estes. Pessoas espiavam pelas janelas das casas e cada vez mais trabalhadores e desempregados se agrupavam naquele protesto. Estavam fartos da situação. O evento era amedrontador até mesmo para o mais confiante dos políticos.

Passados alguns minutos, um esquadrão de dez homens surgia, cada um com um rifle. Dadas as circunstâncias, aparentavam terem sido acionados por alguém; talvez pelo homem que aquele povo tanto queria. A situação começava a ficar cada vez mais preocupante, numa tensão estarrecedora. Seu líder questionava:


- O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? QUE BADERNA É ESSA?! – gritava em um tom extremamente alto; aparentava estar quase estourando as cordas vocais. O eco do grito certamente ressoaria por pelo menos meio quilômetro.

A população revoltada voltava sua atenção aos homens. Em afronta, o número de revoltosos só aumentava, desafiando a equipe recém-chegada. A cena provavelmente seria o último momento antes de um embate sangrento. O que faria Nox frente a tal complicação?

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MensagemAssunto: Re: Nox I - Loucura   Nox I - Loucura EmptySeg 16 Dez 2019, 20:34

Aventura cancelada a pedido do player.

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