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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyTer 03 Dez 2019, 01:15

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Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Lurion e Kingler Irontooth. A qual não possui narrador definido.


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Domom
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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySex 06 Dez 2019, 19:15

No espelho, os dentes afiados perfilados num macabro sorriso tornavam-no irreconhecível a si mesmo, aquela torpe fealdade facial refletindo o tormento de sua alma violada; os dourados olhos, agora lúgubres, enalteciam esse aspecto mórbido de desesperança que engolfava cada milímetro de sua existência. O tronco desnudo ostentava escamas argênteas que, inexplicavelmente, ofereciam um aspecto carbônico e mortiço, era todo ele escuridão. Seis anos de escravidão originaram o caos que lhe dominava, fazia florescer sensações que lhe pungiam o espírito e aturdiam-lhe os pensamentos. Os últimos anos, foram vividos no interior de páginas silenciosas das cruéis narrativas históricas e, também, dedicados ao aprimoramento de sua saúde e constituição física, tudo isso sob abraço hediondo do anonimato, este cruel substantivo que reduzia-o a mera estatística, alimentando a obscuridade a qual estava preso neste momento.

Lento, em transparente resignação, , volveria o olhar aos pulsos, contemplando devoto a cicatriz rósea, perscrutando gravemente o círculo descamado traçado sob a frigidez dolosa do aço. Sem o menor esforço visualizava os grilhões a comprimir-lhe os pulsos. Submergindo mais em sua imaginação, rememorava a dor; as costas vergastadas ardiam conforme afundava em sua memória, seu corpo inflamava, as feições rígidas contrair-se-iam em pesar, para enfim, cessar todo este simbolismo ígneo decorrente de mazelas passadas.

Encararia novamente o espelho, semblante leve, o negrume de sua consciência evolara-se parcialmente após um breve instante de lucidez, regredir ao tempo de escravidão imbuia sua alma do mais puro ódio. Resistir é penoso, lutar contra a própria natureza é tarefa árdua, principalmente diante da intolerância regente em todo continente.  Sob o anonimato percebia o desprezo em olhares que o trespassavam como flechas, ou na arrogância com a qual retribuíam sua força laboral com tostões minguados. Desejava em seu âmago exterminá-los impiedosamente, mas se assim o fizesse igualaria se a eles em sua maldade demoníaca, contudo, não podia simplesmente permitir que prosseguisse, eis aí o dilema que corroía sua alma. Daí nascia este negrume que engolfava seu espirito, vilipendiava sua aparência e consumia sua sanidade, esta luta constante contra si mesmo e a impossibilidade de se extinguir a vileza residente no cerne da civilização. Golpearia a pia com o punho direito, sem preocupar-se com a resistência da mesma, ou com a dor proveniente de sua decisão, urraria em seguida, de dentro do cubículo isolado acreditava não poder ser ouvido. Necessitava dar vazão ao que lhe afligia.

Este era seu último dia no casebre, tinha de deixa-lo antes do anoitecer, portanto, tratava-se uma manhã favorável as desnecessárias reflexões anteriores, uma vez que, estaria novamente à mercê da compaixão, desprezo e crueldade de seus algozes. Sim! Algozes! Economizara cinquenta mil berries que acreditava ser o suficiente para partir ou pelo menos se manter, dependeria exclusivamente de suas decisões, que em seu estado atual pendiam para o pior lado da balança. Observaria o espelho uma última vez, contemplaria seu aspecto nu, o mapa delicado e selvagem que suas escamas traçavam, os dentes alvos e pontudos como serras; sentia-se bonito, sentia-se único, sentia-se livre. Mas vestir-se-ia ao enfastiar-se de si, com o ego devidamente alimentado, Kingler optaria por uma camiseta negra, deixando à mostra os braços rijos e um short que deixaria desnudas parte das pernas, a cabeleira negra e longa disposta para trás como sombria cachoeira. Estava pronto!

Sairia de casa e seguiria rumo ao centro da ilha, tencionava encontrar uma taverna ou um estabelecimento semelhante, queria despedir-se da ilha que o abrigara e, nada melhor que um drink para acalmar os ânimos e clarear o raciocínio. De forma alguma perguntaria caso encontrasse dificuldades no trajeto, era capaz de ler, e fazia o bem, portanto, atentar-se-ia as placas e outras formas de sinalização. Caminharia absorto, imponente, com a cabeça erguida e os ombros leves; expressão fechada, ocultando os dentes e oferecendo um olhar inquisidor e feroz. Os passos seriam largos, espaçados, não se dignaria a cumprimentar e, tampouco, sorrir a quem quer lhe dirigisse o olhar. Se lhe movessem olhares de desprezo, retribuiria. Era gigante – não literalmente – e estava obstinado.

Cessando sua busca, adentraria no estabelecimento com firmeza, passos pesados e postura hirta, suas escamas, derme, músculos transpiravam desafio, exalavam uma ousadia até então inefável, contrastante com sua baixa estatura e sua força. Idealizava-se como um bastião da diferença, quem poderia questioná-lo em sua fantasia?  Aproximar-se-ia do balcão e pediria com voz grave:


_ Uma cerveja! e logo que a recebesse, sorveria metade do conteúdo de uma só vez, depositando a caneca (ou seja lá qual recipiente fosse) com força no balcão, ocupando-se da responsabilidade de equilibrar a força para não quebra-la com o impacto, e diria despretensiosamente. –   AHH! Tava numa sede absurda ... e completaria após um curto silêncio para o balconista Sabe que horas o barco para Longuetown sai?
Objetivos}
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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 07 Dez 2019, 00:49

"A forma de chegar não foi nada serena", pensava ele enquanto andava, mas o que em sua vida poderia ser ?. Seguia fomentando enquanto prosseguia, não sabia direito que rumo tomar, só tinha em mente alguns próximos passos que deveriam acontecer se ele quisesse obter o mínimo de sucesso na sua nova empreitada, sim, se um pouco desse certo já seria o suficiente. Apesar da pouca idade, ele achava ser um pouco mais maduro que as pessoas normais, não dizia isso abertamente é claro, mas essa questão se fazia evidente ao se iniciar e manter uma conversa por tempo mínimo, achava que as pessoas comuns estavam completamente imersas em seus cotidianos, tão enraizadas em seus afazeres diários que não percebiam ou simplesmente ignoravam que a vida é algo muito maior, mais cativante e que pode ser aproveitada.

"Jovem, ainda assim". Abria um pequeno sorriso, provavelmente deixará em evidência seus caninos, alvos e brilhantes, mas o sorriso se dirigia apenas a sua atual divagação, não costumava ser do tipo que via as coisas boas da vida, sem dúvida era um daqueles realistas, talvez a única parte que deve ser ressaltada por aqui reside no fato dele conseguir rir da própria desgraça como ninguém, era uma das poucas alegrias que ele tinha de fato, e achava que era uma coisa boa conseguir levar algumas coisas que para a maioria das pessoas seria ruim com bom humor, de fato queria aprender e observar diversas coisas novas, por isso tomou a decisão de deixar sua ilha para trás, e era por isto que ali se encontrava, caminhando.

Necessitava de um objetivo, o primeiro e problemático empecilho era não ter conhecimento algum do lugar em que estava, chegará a pouco tempo e sua observação até então não havia lhe trazido nenhuma informação relevante, precisaria de um lugar com fácil acesso as pessoas que estejam dispostas a falar e que não se importam em ao menos olhar para um Mink de uma ilha longínqua, de certo ele não se importava com o que as pessoas dizem sobre ele, entende que a primeira reação pode ser ruim devido ao estranhamento que aquele contato pode causar, mas acredita que pessoas abertas a mínima compreensão podem se apresentar de alguma forma em algum lugar, no tempo que passou no navio, aprendera que os humanos gostam muito de momentos de recreação, um em particular e que lhe chamava atenção pelo alto consumo eram as chamadas festas, não tinha resoluta certeza de que encontraria uma festa aquela hora porém sabia que este tipo de reunião se dava em lugares conhecidos como bares e tabernas, era o que ele faria em sequência, caminharia com olhar atento ao primeiro sinal de um estabelecimento como o descrito e entraria no recinto procurando um lugar ao canto que lhe proporcionasse uma boa visão de todo o local, caso obtenha sucesso na localização, procuraria inicialmente algum semelhante para que assim a comunicação se desse de forma mais natural e fácil, ao menos alguém que não fosse humano, caso não encontrasse ninguém que se encaixe na descrição, pediria com um aceno uma bebida e, gentilmente, perguntaria para aquele que lhe servisse: - Saberia me dizer onde encontro uma boa loja de armas por aqui ?
Objetivos:
 

Histórico:
 

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"Pensamento"
-Fala
Ação




                               ''Não se engane, eu realmente não me importo"
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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptySab 07 Dez 2019, 05:22

NARRAÇÃO


Clima: 23° C, parcialmente nublado

IRONTOOTH


Kingler Irontooth é um homem que já presenciou o inferno. Suas cicatrizes, prova de seus dolorosos dias de escravo, mesmo que fechadas, ainda eram uma lembrança tortuosa de dias sombrios, lembranças essas que o atormentariam pelo resto de sua vida, quase que miserável para quem olhasse. Em seu ultimo dia vivendo nas sombras de Conomi, Kingler encarava-se contra um espelho, como se buscasse algo que havia perdido dentro de si, mas, logo baixava seu rosto, o que acabara fazendo-o ver cicatrizes em seus pulsos, devido ao uso contínuo de algemas. Quanto mais o tritão olhava para estas marcas, era como se a dor que havia causado-as retornasse. Mas, por mais que seu psicológico tivesse sido destruído, Kingler finalmente havia conseguido sua liberdade, a qual acabou por direcionar em descanso para seu corpo ferido, e em estudos históricos, além de, claro, formas de sobreviver neste mundo cruel, o qual parecia desprezá-lo de todas as formas, devido a sua aparência. Mesmo com raiva, a qual era proveniente de  tudo ao seu redor, um resquício de bom senso e auto-controle ainda manifestavam-se em suas ações. Entretanto, uma hora toda essa raiva deveria ser dissipada, o que, na falta de algum objeto duro o suficiente para receber seu acesso de fúria, acabara fazendo o tritão desferir um soco destro, no espelho o qual havia contemplado-se inúmeras vezes, o que era seguido por um libertador brado, enquanto via fragmentos de si, espalhados pelo espelho que quebrara. Por sote, não havia cortado-se com os estilhaços.

Uma vez feito isto, Kingler finalmente colocara suas roupas rotineiras, enquanto encarava-se pelo resto do espelho que ainda estava preso à parede, admirando sua aparência, a qual certamente faria bastante sucesso entre os de sua espécie. Uma vez vestido, finalmente, estava pronto para partir desta ilha, rumo aos seus objetivos, mas não sem antes despedir-se da mesma com uma boa bebida. Quando saíra de seu velho casebre, era possível ver que, alguns dos pobres moradores, dos casebres próximos ao dele, aparentavam-se assustados ao verem o tritão sair de sua casa. Contudo, eles logo retornavam para suas devidas casas, quando a curiosidade deles havia cessado.

Uma vez fora de seu casebre, e rumo ao centro da ilha, era uma caminhada bastante extensa, devido ao local em que morava, mas, por sorte, era um caminho de terra reto até seu o centro entre uma plantação de arroz e uma faixa de floresta, o qual seguiria.
 
LURION

Uma vez que acabara de chegar em Conomi, o Mink parecia divagar sobre sua localização. mesmo que o porto desta ilha fosse um tanto arcaico, ainda era um porto. Sua personalidade era como uma jóia rara em meio à tanto cascalho. Mesmo com as adversidades que a vida lhe causara após a saída de sua terra natal, Lurion ainda via algum motivo para rir. Contudo, este nível de evolução espiritual, sempre é acompanhado de um realismo quase que melancólico, além de uma sensação de superioridade, perante a grande maioria das outras pessoas, devido suas atitudes, bastante maduras para sua idade. Enquanto buscava formas de guiar-se pela ilha, pensava em como havia chegado ali, e, principalmente, no que faria a partir de agora. Devido sua localização, Lurion possuía uma visão bem ampla: atrás dele, o porto de Conomi, com suas simples, mas funcionais construções de madeira, também era possível ver dois barcos médios atracados, e um barco longínquo no horizonte. Á sua frente, via o vilarejo central desta ilha, além de uma área, a qual parece ser uma pequena plantação de laranjas.

Sabendo de sua situação de forasteiro, Lurion tomara a decisão de ir atrás de informações. E, em sua primeira ação, optara por buscar uma taverna pelas redondezas. Após uma pequena caminhada do porto até a o centro da ilha, provara-se uma decisão bastante sábia. Mesmo com o estranhamento das poucas pessoas que estavam andando pela rua neste momento, para com o Mink, a primeiro momento, parecia que não era o centro das atenções. Por sorte, um dos estabelecimentos mais próximos do porto, era justamente a taverna que tanto almejava, o  que fizera que o Mink entrasse no estabelecimento sem antes olhar mais atentamente ao seu redor.

AMBOS

Uma vez dentro da Taverna, Lurion optara por ocupar uma mesa no canto esquerdo, a qual dava à ele uma visão bastante ampla do local. Havia 7 mesas redondas de madeira talhada espalhadas pelo local, com 4 cadeiras em volta de cada uma. Além da mesa que ocupara, apenas mais uma estava ocupada, por duas pessoas. Um senhor com cerca de 50 anos de idade, com uma enorme caneca de metal em mãos, enquanto bebe algo. Suas vestes são uma camisa branca, completamente encharcada de suor e bebida, uma calça preta, que mal cobria as canelas do homem, além de um par de sapatos pretos com cadarços amarelos. em sua cintura carregava um suporte de espadas, assim como a espada presa devidamente no lugar. seu rosto possuía rugas por toda sua extensão, e seus cabelos, apesar de não aparentarem fios brancos, não possuía cabelo algum na parte de cima da cabeça, indicando que era calvo, ou, como preferem dizer: um aeroporto de mosquito. Além disso, o senhor era bastante barrigudo, mas seus braços, pernas e rosto, eram quase finos. este senhor era acompanhado por por um jovem, aparentemente com 20 anos de idade, cabelos negros e longos, além de uma aparência bastante decente, apesar de ainda aparentar estar bêbado. suas vestes eram uma camisa amarela-clara, e uma calça preta, junto de um par de sandálias de borracha simples. o jovem tinha em mãos uma garrafa de Rum, e, nçao parecia estar armado. Estes homens bebiam, riam, quase que em berros, enquanto copos e garrafas eram cada vez mais empilhados na mesa em que estavam

Além disso, era possível ver o taverneiro de onde estava, detrás de um balcão, com 5 lugares em sua frente. O taverneiro aparentava seus quase 70 anos, cabelos longos e brancos, amarrados para trás, e bigode e cavanhaque bem feitos. suas vestes eram um terno preto, com uma gravata borboleta e  era possível ver que usava uma camisa branca por baixo do terno. Além disso, o velho encarava fixamente o Mink que havia entrado, enquanto limpava o balcão.

Após sentar-se e observar o local em que estava, o Mink levanta sua mão, acenando para o taverneiro.

-hum... Ei, Zeke!, deixa de preguiça e leva uma bebida pro cara ali no canto!   -dizia o taverneiro, enquanto olhava para o Mink. Nisso, vindo dos fundos do estabelecimento, um jovem de cerca de 15 amos, e, apesar de sua estatura alta para a idade (cerca de 1,80), utilizada vestes bastante largas para o seu tamanho. Seu cabelo era loiro, liso, longo, e despenteado,  cobrindo praticamente todo seu rosto, com a exceção da boca e parte dos olhos. aparentava estar descalço. -Saco... -dizia o jovem, enquanto ajeitava a cerveja em uma caneca de metal detrás do balcão, e depois levava até o Mink, e colocava-a em sua respectiva mesa.

-Espero que goste de cerveja, pois não servimos leite aqui... -dizia Zeke, em um tom de ironia -Enfim, são 2 mil por caneca, mas se quiser uma porção de peixe frito que é 6 mil, servimos outra caneca... -O jovem continuava a falar de forma bastante despreocupada, até que o Mink fizera-lhe uma pergunta; -Loja de armas? Você é cego? tem uma literalmente do lado da taverna! -dizia o jovem mal educado, enquanto bocejava.

Enquanto Lurion e Zeke conversavam, a porta da taverna era bruscamente aberta, e alguém entrara, com passos firmes e uma postura imponente, um tritão, que, apesar de sua baixa estatura, transpassava uma confiança amedrontadora. sua entrada brusca acabara por chamar a atenção de todos no local, enquanto seguia para o balcão e pedia uma cerveja.

-aguarde um pouco, meu jovem... -dizia o senhor enquanto servi uma cerveja para o Kingler, a que, mal colocara em frente ao tritão, e ele já havia tomado metade em um único gole, e exclamara o quanta sede estava... -S-são 2 mil por caneca... -dizia o senhor, um tanto intimidado pela abordagem do tritão. Após alguns segundos de silêncio, Irontooth perguntara sobre o horário do barco que vai para Loguetown.

-Loguetown, sim? bom... que eu saiba, chegou um vindo de lá hoje, mas ele só zarpa amanhã cedo... Mas, se me permite, não dá pra ir nadando, no seu caso? Sinto muito caso tenha sido desrespeitoso, mas-  -o taverneiro parara de falar, e olhara para trás do tritão, e gritara: -MAS QUE FILHOS DA MÃE!!! -dizia o taverneiro, quando via que a dupla que ocupava uma das mesas havia desaparecido sem pagar, deixando apenas a bagunça para trás.

-EI, ZEKE!!! VÁ PEGAR AQUELES MALDITOS E FAZER ELES PAGAREM A FORTUNA QUE NOS DEVEM!!! -Dizia o velho para seu ajudante, que estava atendendo o Mink. Contudo, masi parecia que o jovem estava dormindo em pé, e assustara  quando chamado novamente.

-Zzzzzzzzzzz.... Já tô indo... -respondia o jovem, com total desdenho...

-Francamente... esse meu neto é preguiçoso demais, apesar de lutar tão bem... ei, senhor tritão, quer ir pra Loguetown, correto? Vamos fazer  o seguinte: eu tenho um pequeno barco que uso para transportar mercadorias. Se ajudar-me com isso, eu faço questão de levar-lhe hoje mesmo! -Dizia o taverneiro para o tritão.

A situação era tão cômica que chegava a ser trágica. a decisão estava nas mãos de Kingler. Lurion iria intervir na conversa entre os dois? A decisão cabe apenas à eles.

Off:
 



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MensagemAssunto: Re: I - Pseudopredadores   I - Pseudopredadores EmptyOntem à(s) 21:03

Indescritível deleite lhe preenchia a alma conforme o líquido dourado transitava incólume garganta abaixo. Sentia a tensão esvair-se conforme a caneca esvaziava e o ódio amainava-se inexplicavelmente, como se a cerveja, amarga invenção, viesse imbuída de inefável encanto, insólita magia que apagava, momentaneamente, as agruras de uma existência dolosa.   Durante poucos segundos ignorou parte da realidade ao redor, atentando-se aos detalhes que compunham o ambiente somente em um momento posterior.

Decerto que a decoração nada apresentava de insólito, mas uma figura destoante lhe atraiu o olhar, inenarrável magnetismo guiava os dourados olhos à sua contemplação, não necessariamente contemplação, mas uma fixação angustiante. Indiscretamente volveria o olhar ao ser de aspecto leonino. Observaria calmamente os cabelos vulcânicos contrastando com os frígidos olhos azuis, a pelagem, os traços animalescos, claramente tratava-se de desumana representação, assim como Kingler. Em seu imo o tritão compactuava com aquele indivíduo, embora desconhecesse as narrativas originárias de sua história, não mais sentia-se isolado, naquele universo particular não era mais a única aberração e, involuntariamente, sua postura rígida esboroava como o frágil castelo que era. As demais pessoas não lhe despertavam interesse, notara as vestimentas e pouco se importou com os detalhes restantes.

É importante pontuar que o parágrafo anterior diluiu-se no contexto temporal, este misto de sensações que se apresentaram em milésimos de segundos e desfizeram-se com os eventos posteriores, sejam as frases pueris do balconista ou fuga dos picaretas. Dentro de não mais que minutos estava diante de uma trama irrisória, da qual poderia, se quisesse, assumir o papel de protagonista. A metáfora agradava-lhe, ele, marionete por toda a vida, vilão e coadjuvante por imposição tinha diante de si, agora, a oportunidade de sagrar-se herói. “Que ironia...” pensaria descontraindo a feição. Bastava aceitar a oferta e partir atrás dos “criminosos”.

Dado a velocidade com que tudo se sucedeu e o tempo que o tritão perdera divagando, seria teoricamente impossível encontrá-los na multidão, mesmo que, apresentassem características distintas e roupas chamativas. Em dados momentos munia-se da razão, portanto, não sairia de imediato, v voltaria lentamente o olhar para o balconista. Analisando grotescamente a sentença do mesmo, interpretara que este incidente parecia comum ao estabelecimento e, provavelmente, os clientes em questão eram frequentadores usuais da taverna. Óbvio que todo esse breve raciocínio constituía-se por mera suposição, dedução fraca, sem profundidade, mas que para a situação em questão viria a calhar. Diria calmamente ao taverneiro, desfazendo a expressão rígida de outrora:


_ Ao que parece eles já tinham planejado e provavelmente devem ter se dispersado na multidão. Procurar por eles vai ser que nem procurar uma agulha num palheiro... Tem alguma informação a respeito desses dois que pode vir a ser útil? Outras tavernas que eles frequentem na região, nomes ou seja lá o que eu puder usar. aguardaria alguns segundos a resposta de seu interlocutor, em qualquer caso retrucaria - De qualquer forma temos um acordo. diria com seu tom grave.

Embora não demonstrasse, divertia-se com a situação. Embora fosse humano, o taverneiro demonstrava simplicidade e, também, respeito, mesmo em sua zombaria, como a referente a ir para Longuetown nadando. Diante de um tom de voz diferente, ou outro contexto, certamente teria recorrido a violência. Teria partido o velho ao meio sem o menor escrúpulo. Mas não foi o caso.

Pegaria a caneca novamente e sorveria o restante de sua cerveja numa golada só, sentindo o êxtase dionisíaco elevar seu espírito ao estado de pureza, quase um nirvana. Pousaria a caneca no balcão de forma leve enquanto balbuciaria um “AHHH!!”de excitação. Puxaria do bolso um maço de berries, contaria exatos quatro mil, depositaria os com força no balcão e tornaria a dizer:


_ Tô pagando a minha cerveja e do leão esquisito ali.   – a expressão tornar-se-ia severa novamente, munido de um autoritário indagaria de forma grave, aludindo um comentário feito anteriormente. - Se houvesse uma estrada que unisse Conomi a Longuetown, o senhor preferiria ir andando ou de carruagem? sorriria vitorioso, um sorriso brando com os lábios sem exibir os dentes .

Não compreendia o ímpeto que guiara a tal cortesia monetária, mas um estranho senso coletivo brotava em seu cerne, experimentara tal sensação cerca de quatro anos antes, remando nas galés rodeado por irmãos de raça. Desde o naufrágio estivera sozinho, um ponto negro em meio a vastidão alva. Nem mesmo os livros libertavam-no desse vazio existencial, a necessidade de compartilhar e estabelecer um lugar comum atormentavam-no todos os dias e, agora, florescia do improvável a possibilidade de estabelecer essa correlação. Levantar-se-ia e caminharia rumo a saída, resoluto, expressão firme e confiante. Durante o trajeto olharia para o desconhecido mink enquanto diria:


– Vai ficar aí parado com cara de pastel? esboçaria um sorriso com canto da boca, movimentando em crescente a bochecha esquerda, tornando visíveis os dentes os afiados dentes cândidos. Sorriso terno e amistoso, ansiava que aquele estranho compreendesse o pacto silencioso forjado por esta condição comum. Sairia do estabelecimento.

Caso o taverneiro houvesse lhe transmitido informações a respeito da dupla, seguiria os possíveis caminhos indicados com rigor, de forma alguma ousaria perguntar a qualquer transeunte a respeito de determinadas localizações, perseveraria obstinadamente até que alcançasse seu objetivo. Se os encontrasse, não procederia de imediato, avaliaria calmamente as possíveis saídas e outros métodos que permitissem outra fuga aos indivíduos, para então, num momento posterior, agir.

Se o taverneiro não dispusesse de informações a respeito, sairia a procura dos fugitivos pelas ruas. Atentando-se as características físicas de ambos, um gordo e calvo trajando camisa branca e calça negra, o outro mais jovem trajando amarelo e negro ostentando uma extensa cabeleira. Seria metódico dentro dos seus limites, sabia tratar-se de tarefa árdua, mas encontrando qualquer transeunte que obedecesse tais características segui-lo-ia de forma despistada, mas caso fosse descoberto em decorrência da sua pífia capacidade furtiva ou de camuflagem, prontificar-se-ia em defender-se de possíveis investidas e recuar para reformular suas táticas ofensivas.
Off:
 

Objetivos:
 

Histórico:
 

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