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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySex 29 Nov 2019, 20:40

4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Sidney Thompson. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptyTer 03 Dez 2019, 02:24


Sid não sabia dizer se voltar a clinica tinha sido uma boa ideia, mas tinha certeza que não valia a pena ficar no porto. O mendigo/médico ainda permanecia próximo a veterinária, e provou-se colaborativo mesmo após criticar as atitudes do pequeno demônio. – Eu ainda acho que é uma péssima ideia confiar nele. Eu já disse que ele é sujo? – Protestava Lucrécia. – Já, um milhão de vezes, CALA A BOCA! – Jamal se exaltava.

As vozes permaneciam discutindo, enquanto o garoto esperava pelo momento de partir, ainda que não soubesse para onde. Ascendia um de seus cigarros especiais para tornar a espera mais tolerável, até que ao anoitecer partiu junto ao sujeito maltrapilho e ajudava sua companheira ferida e de ânimos frios. – Bom, merdas acontecem. Mas ainda vai ter voltar, não esquenta a cabeça. – Sid ainda era capaz de se manter indiferente, ainda que desejasse se vingar de Fish que havia roubado toda a atenção de sua chegada.

O mendigo guiava a dupla até um esconderijo bem amplo, que poderia facilmente armazenar algumas tropas de zumbis, como o garoto bem notou, mas no momento era apenas uma vastidão sem nada. – Perfeito. – Era um começo ao menos, e serviria para que descansassem em segurança. Havia também enlatados para sustendo básicos, que duraram o bastante para que a vontade de algo mais suculento pudesse ser saciada sem problemas. Mas a decisão de sair vinha apenas após ouvir os boatos, através do próprio mendigo, que seu grupo tinha sido dizimado pelo Comodoro junto ao sujeito insano e forte que estava no porto. “Puta merda... Todo mundo? Até as tropas secundárias?” O grupo tinha se dividido pouco antes de entrar na ilha, o barco de Sid tinha progredido sozinho, enquanto as outras duas iriam aportar em um local mais escondido para posteriormente se unir ao capitão, mas o contato tinha se perdido por completo, e talvez agora estivesse sozinho e preso com aquele mendigo e moça ferida.

Discretamente, aguardaria até o anoitecer, e só então iria sair pelo alçapão que dava para a casa velha e abandonada. Sendo cuidadoso para não expor as feridas a estresse, planejava agir furtivamente, vestido com o casaco com o demônio estampado nas costas e o capuz enfiado na cabeça. Pelas sombras o Senhor do Escuro caminhava, preparando mais um de seus baseados e andando em companhia da fumaça.

Em sua ronda noturna começaria por fazer o reconhecimento da região e ir atrás de rumores ou boatos sobre o ocorrido do porto. Procurando por piratas sobreviventes ao massacre ou sobre barcos misteriosos que pudessem ter chego após o ocorrido. – Você acha que todos realmente morreram? – Sem responder, Thompson tentava manter a confiança de que ao menos alguns deles pudessem ter sobrevivido.

- E temos que começar a reunir mais zumbis... – O que já tinha refletido a respeito, procurar tropas de marinheiros isoladas e de baixa patente. Mesmo ferido não teria problema em exterminar alguns grupos de soldados. Os corpos seriam uteis, os que sobrevivessem feridos já deviam ser sombras de qualidade decente.


Historico:
 



OBJETIVOS:
- Reunir os sobreviventes do bando NPC (Se tiver algum) – Verificar com GM.Ryoma.
- Tentar criar uns zumbis
- Aprender uma perícia – Depois dou uma olhada na lista.

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Ghast
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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySeg 09 Dez 2019, 22:49


Narração

Céu nublado, 18 graus
Noite, Lua crescente, Poucos ventos
Localização: Utopia



Não baba o beck - 01

Sid







Esperando até o anoitecer, Sidney Thompson subia pelo alçapão do esconderijo no qual estava e começava sua ronda noturna. Trajando um casaco preto e agindo com furtividade, o garoto caminhava com seu beck em mãos, seu intuito era achar seus antigos companheiros, perdidos na problemática acontecida na ilha de Utopia.

Mesmo com sua atípica personalidade ríspida, o coração de Sidney latejava com a possibilidade de todos estarem mortos, visto que, devido a toda situação vivenciada por eles, não seria difícil conceber uma realidade na qual isso de fato aconteceu.

Dessarte, durante a ronda, o jovem terminava cruzando os diversos becos da cidade. Por conta do horário, não haviam muitas pessoas por lá, vez ou outra trombava com bêbados e homens quaisquer sem nenhum indício do brilho da vida nos olhos, a madrugada aparentava só guardar a desgraça nas ruas de utopia.

Todavia, mesmo com a típica solidão do horário, não seria — e não foi — difícil achar um grupo de marinheiros. Aparentemente, eram 4 oficiais e, pelas roupas, são todos de patentes baixas. 2 homens e 1 mulher bebiam soturnamente sentados em caixotes próximos à entrada de um bar mal movimentado, o último era um homem que estava escorado em uma parede próximo a eles, com os braços cruzados e olhos fechados. Esse era o único que trajava-se diferente dos outros, tinha uma manto cinza que cobria de seu pescoço até sua cintura.

De onde estava, Sid também podia ter um relance do interior do bar. Lá, um único rapaz limpava o balcão com um pano velho, um olhar desolado habitava seu rosto. O homem não aparentava ser lutador, era um moreno velho calvo e zarolho com um fino bigode acima de seus lábios, vestia apenas calças comuns, uma camisa amarela e um avental branco e sujo por cima dela. Ademais, as luzes do estabelecimento não paravam de piscar, dando um ar nefasto à rua na qual Sid encontrava-se, visto que o local era a única fonte de luz de lá.



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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySeg 23 Dez 2019, 20:13


Sidney caminhava sozinho na noite pelas ruas de Utopia, ia despreocupado enquanto fumava o seu cigarro cheiroso, e até mesmo um tanto distraído, compenetrado em sua procura. Vindo volta a meia a trombar com um bêbado desconhecido, quando podia notar o encontro, se prepara para colocar força na batida na esperança de derrubá-lo na trombada. Quando não previsse, apenas empurraria o infeliz para longe com certa violência. – Sai fora!

Podia ver no estado deplorável que a ilha se encontrava, e não conseguia deixar de achar certa ironia na cena. – Tá mais pra distopia. – Uma voz imaginara colocava o pensamento em palavras. Mesmo as forças da lei bebiam desanimadamente do lado de fora do bar. – Que clima... – Deixou escapar em baixo tom enquanto ia se aproximando do grupo e manifestava seu clone de sombras logo ao seu lado. Puxando do bolso, estendia a duplicata um punhado de dinheiro e então dava as ordens. – Pega alguma coisa pra beber.

Era uma pena não ter serviçais para fazer esse tipo de trabalho insignificante, e por preguiça, preferia mandar seu escravo eterno na missão, aguardando a bebida enquanto tentava interagir de forma amigável com os marinheiros.

- E como andam as coisas por aqui? Já conseguiram pegar o Fish? – Ainda sem demonstrar o mínimo de cautela ou preocupação, Sid procuraria um caixote se possível, se não, transformaria sua sombra em um quando ela retornasse. – Eu meio que tenho que ir matar esse palhaço aí. Longa história. Mas era bom encontrar com meu bando antes, ouviram alguma noticias sobre piratas na região? Zumbis? Um cachorro peludo e branco? Tô procurando por essa galera aí.... E novos.... “empregados”.... Se tiverem interesse. – Terminando com o baseado, iria jogá-lo ao chão e apagar a brasa com o sapato, esperando que até a chegada de sua bebida os marinheiros ainda não tivessem se atrevido a começar uma batalha na qual não teriam chances.

- Você não espera que eles realmente vão colaborar, ou espera? – Questionava com tamanha descrença que quase fazia o pequeno demônio sorrir. “Eu vou ferrar eles de qualquer forma, então pelo menos quem sabe eu escuto alguma coisa de útil.” Sem importância, deu de ombros, parou de olhar o vazio e voltou a encarar os marinheiros em sua frente esperando sua bebida.

Por excesso de confiança, arrogância, ou qualquer que seja a forma desejada de nomear. O garoto ainda matinha uma postura natural, nada de guarda elevada. Mas esperava ser ágil o bastante para reagir a perigos imediatos para recuar usando a alta-velocidade do Soru caso tudo desse errado.

Em todo caso, se houvesse o estouro de uma briga, não teria a qualquer intensão de resolve-la de outra forma. Conseguindo ou não tomar distância dos inimigos, a primeira coisa a se fazer era sacar as adagas. Não imaginava que teria grandes dificuldades pelo uniforme que a maioria usava. Então eles seriam os alvos primários, para evitar maiores interrupções. Soru para aproximações rápidas e um golpe duplo ao girar segurando uma adaga com cada mão deveria ser o bastante para terminar com qualquer novato. Neste tempo, enquanto massacrava os mais fracos, aproveitaria para analisar as reações do que se vestia diferentemente do restante.


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptyQua 25 Dez 2019, 03:26


Narração

Céu nublado, 18 graus
Noite, Lua crescente, Poucos ventos
Localização: Utopia



Não baba o beck - 02

Sid






Em um piscar de olhos, Sid convocava um de seus Doppelmans e o enviava para comprar um trago. As sombras da noite o clima de exaustão da cidade disfarçavam as ações do garoto. Pelos acontecimentos recentes da ilha, quem quer que visse a cena provavelmente questionaria a própria sanidade.

Assim — enquanto sua cópia realizava o pedido para o balconista com olhar de peixe morto — Sidney, sem qualquer resquício de medo ou hesitação, decidia provocar alguns marinheiros moribundos e talvez extrair algumas informações sobre seu bando.

Em resposta à primeira pergunta do garoto, um dos homens — um sujeito de corpo robusto, barba rala e cabelos castanhos — ria de Sid e demonstrava desdenho, era nítido que ele já estava fora de si pela bebida

— ~Hic~ Fisher? Zehaha, isso não é coisa de criança moleque. Vai cheirar sua própria merda antes que a gente te dê um baculejo —

Durante a cena, a mulher do grupo tentava repreender o sujeito, mesmo estando nítido que ela se divertia com a situação. Todavia, seu “sermão” era interrompido quando Sid materializava seu Doppelman — Já retornado, com uma garrafa de saquê na mão e menos 10.000 berries no bolso — em um caixote, ao ver tal cena, a feição de riso dos 3 marinheiros era tomado por confusão, confusão essa que transformava-se em horror quando a marinheira proferia tais palavras




— E-ESSE ROSTO, EU O C-CONHEÇO, ELE É SIDNEY THOMPSON, O FILHO DO DEMÔNIO. OS RUMORES ESTAVAM CERTOS —

Dessarte, os três levantavam-se e tomavam suas armas, Sid até conseguiu soltar mais algumas palavras, mas eles estavam amedrontados demais para responderem, não sabiam nem se era mais viável começar uma luta ou fugir. Todavia, tal conduta envergonhante era mudada quando o rapaz o qual trajava um manto sacava sua espada e saltava até Sid em uma tentativa infrutífera de realizar um corte lateral, visto o largo passo para trás dado por ele com o soru.

Tal evasiva não foi o suficiente para desanimar o rapaz — que aparentava ter a maior patente no grupo — ele olhava para seus subordinados e tentava soltar alguns gritos inspiradores, entretanto, a determinação do sujeito transformou-se em choque ao ver a garganta dos dois homens cortadas espirrando sangue. Em um piscar de olhos, Sid havia retornado para a posição anterior e ido mais além com seu soru, os mundanos soldados não puderam nem acompanhar a cena.

Tendo isso acontecido, a única garota do grupo tentava soltar algumas palavras — mas só saiam gaguejos — terminava por perder as forças na perna e cair de joelhos em meio a choros. Era certo que nenhum de seus companheiros de mesma patente pudessem ter alguma chance de estarem vivos.

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Ademais, o rapaz do manto — um moreno de alta estatura e longos cabelos negros cacheados — colocava suas espada em perpendicular com seu corpo e terminava por correr até Sid. Contudo, seus movimentos eram lentos que o jovem — mesmo sem saber como o rapaz o tentaria atingir —  tinha uma vasta janela de ações de esquiva ou contra-ataque até sua chegada.




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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptyQui 26 Dez 2019, 19:55


O garoto se sentia confortável para aproximar-se do grupo de marinheiros. Porém eles não demonstravam o mesmo conforto, uma vez que seu controle sobre as sombras denunciava sua verdadeira identidade. – Demorou pra notar. – Comentou com total desdém, pouco antes de recuar ao sinal de agressividade, um movimento largo e desnecessário como logo percebeu, o lendo espadachim sequer parecia capaz de acompanhar sua velocidade com os olhos, e o mesmo se dizia a respeito da dupla que caiu instantes depois.

- Bom... Eu não esperava que tivessem sobrado soldados decentes depois do ultimo massacre... Mas isso tá vergonhoso. – Comentou em total apatia, mais interessado na verdade em soprar alguns fios de cabelo que atrapalhavam a vista. – Você devia cortar o cabelo, já mais do que passou da hora. – Comentou Lucrécia, a quem Sid prontamente olhou para o vazio, demonstrando sua atenção, por outro lado, tediosamente preparava a adaga para aparar o golpe do espadachim e resvalar a espada na direção oposta, por cima de sua cabeça, enquanto tentaria girar ao passar pela lateral do marinheiro, no processo, usando a adaga livre para entalhar um profundo corte no flanco.

- Bem... Eu não queria ter que fazer isso... Mas acho que realmente já é hora... – Suspirando profundamente, guardou uma das adagas e usou a mão livre para separar o excesso de franja e a adaga para arrancar o excesso de cabelo que lhe cobria as vistas. Por fim, voltou o olhar em direção ao sujeito do manto e a menina de joelhos.

- Ah... – Lembrava-se então dos inimigos ainda presentes. – É... Bom, quanto a eles.... Eles eu realmente queria fazer aquilo. Principalmente com o babaca que me mantou cheirar merda. – Comentou em deboche ao apontar para a dupla caída e indo em direção ao espadachim. – Mas se você só tivesse respondido as perguntas de boa eu não teria que ter matado eles, a culpa é sua. Babacão. – E com objetivo de causar ainda mais agonia ao ferido, usaria a adaga para ficar cutucando as costelas, fazendo perfurações muito sutis, não para matar, apenas para incomodar.

- Fish, o que aconteceu com ele? Os piratas que chegaram comigo? Vai, desembucha! – Tentaria pela segunda vez extrair uma resposta. Considerando que tivesse êxito em ferir o adversário sem causar a morte dele (ainda) e escapar ileso da pequena troca de golpes. Já no caso dele não ser capaz de responder aos questionamentos, dirigiria as perguntas para a garota chorosa.

Mesmo no cenário onde interrogasse o homem, não tiraria os olhos da garota, enquanto continuava a mostrar seu sorriso maldoso e zombeteiro. Esperava que ela fosse fugir eventualmente, acovardada pelo que vira para tentar informar aos superiores. Mas não estava nos planos do garoto permitir tal situação. Caso ela tomasse coragem o bastante para se por de pé, o garoto tornaria a materializar as sombras, transformando-as em adagas de arremesso para que iniciasse consigo mesmo uma espécie de jogo de tiro ao alvo mirando nas pernas da moça.


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySab 28 Dez 2019, 00:15


Narração

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Não baba o beck - 03

Sid






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Continuada a “luta” — embora o termo massacre se encaixe melhor no confronto — Sidney respondia ao avanço do espadachim com uma simples desviada de seu ataque para o lado. O sucesso de tal ação foi relativo, mesmo que tenha conseguido sim aplicar o desvio, a espada do marinheiro deslizou pela adaga de Sid durante o bloqueio, cortando superficialmente o braço do garoto, nada para se preocupar. Entretanto a lâmina do espadachim não conseguiu nem realizar uma ferida considerável, assemelhava-se mais ao arranhão de um gato de rua. É nítido que o homem estava muito abaixo do filho do demônio em questão de poder, mesmo sendo bem mais forte que seus subordinados.

o pequeno dano sofrido por Sid não veio a troco de nada porém, enquanto desviava a espada de seu oponente, ele consegue rodopiar seu próprio corpo para a direita do sujeito para dilacerar a porção direita de seu abdômen. Sendo naturalmente menos habilidoso que o gatuno e estando sem equilíbrio e postura pelo seu recente ataque falho, o rapaz recebia o corte por inteiro, derramando uma grotesca quantidade de sangue e sujando as congeladas lâminas do filho do demônio.

Assim, era nítido que o combate chegava o fim. Sidney então aproveitava a vitória para cortar um pedaço de suas franjas, ficou claro para o jovem que eles estavam longas a ponto de atrapalhá-lo, portanto — de maneira despreocupada — ele partia-as do modo que mais o agradasse com sua adaga enquanto guardava a outra. A lâmina ensanguentada pingava um pouco em seu rosto — abaixo de seus cílios inferiores —  e nas mechas já caídas ao chão, contribuindo ainda mais para o semblante sinistro do pirata.

Finalmente lembrando que não estava só nessa viela, Sid voltava sua atenção para o grupo de marinheiros novamente. Era óbvio que o espadachim  já não sentia mais vontade de lutar, não conseguia mais, apenas contorcia-se com os joelhos e cotovelos ao chão enquanto tentava bloquear o seu sangramento com as mãos. O sujeito grunhia suas dores e olhava para Sid de forma odiosa, qualquer um que visse a cena poderia ver a vergonha nos olhos do rapaz, observar seu oponente fazer algo tão mudando como cortar os cabelos após lhe vencer ataca o orgulho até do mais modesto dos homens.

Desse jeito, Thompson dirigia-se ao homem, fazia alguns comentários provocativos e tentava extrair algumas informações torturando-o com sua lâmina

— A-AHHRGH! ~Hah~ ~Hah~ —

Na primeira cutucada, o marinheiro urrou de dor, ele logo começava a transpirar excessivamente, sua respiração ficava ofegante em um ritmo digno de um ataque de pânico. Ele até tentou engatinhar para fora dos domínios de Sid, mas — por algum motivo — parou antes que se movesse por, sequer, 1 metro. Em seus olhos e em suas palavras, havia relutância e dor

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— Você é realmente um de-demônio —

Ele tentava resistir, tentava não falar, entretanto, ao olhar para trás, via sua subordinada congelado pelo medo. A garota não tentava fugir, suas pernas não permitiam isso, a poça de algum líquido — quase certamente urina — formava-se abaixo de suas pernas, ela constantemente olhava para seus companheiros mortos, ação que apenas aumentava o terror em sua face. Talvez, esse tenha sido o motivo que fez o marinheiro falar, ele via o quão primordial era o medo da garota, era como antílope ladeado por leões. Talvez, ele pensasse em sua própria segurança, em uma possível família e, por isso, fazia de tudo e jogava sua honra no lixo para não morrer. De qualquer forma, tais motivos provavelmente não importavam para Sid, o que realmente valia era que ele tinha pelo menos alguma pista de onde estavam seus companheiros agora

— Fish… as informações da Marinha quanto a ele estão dúbias… a maior parte dos que foram atrás dele estão mortos, de qualquer jeito, os rumores dizem que ele foi visto seguindo para o utoporto, mas é incerto… —

Ele então parava, olhava para o chão por 3 segundos com um rosto amargurado e continuava

— Seus… companheiros… eu não sei, eu juro por Deus que não sei. A única informação repassada para nós é a de que alguns do navios piratas no porto tentaram fugir, outros tiveram seus tripulantes correndo para os becos da cidade. Se sua embarcação ainda está lá… não devem ter fugido. Isso é tudo, por favor, nos deixe ir, ou pelo menos a garota, ela só é uma recruta —

Assim, o filho do demônio conseguia algumas informações favoráveis, estava longe de ser perfeito, mas dava-o uma pista de onde ir de agora em diante. O que fazer com os marinheiros era de total escolha dele, não é como se pudessem reagir. Ademais, o bar ao lado seguia de mesma forma, vazio, sem alma e sórdido.

Npc:
 

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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySab 28 Dez 2019, 00:53


O confronto contra o “mais forte” daquele grupo mal começava e já se via finalizado. Depois de gastar alguns segundos, se distraindo com a paisagem, foi ao interrogatório, onde acabava por descobrir absolutamente nada. Mesmo as informações vagas que o sujeito entregava em seus momentos finais não eram novidade. – Até aquele mendigo foi mais útil que você. – Disse com uma expressão de total repulsa ao mirar o sujeito caído.

- Você foi tão inútil, mas tão inútil que eu até perdi a vontade de te matar. – Guardando a segunda adaga, se levantando da posição acocorada em que estava, manifestou sua sombra em forma humanoide ao seu lado. – Termine com ele. – Instruiu, uma vez que se recusava a acabar com tão inútil vida.

- E quanto a você... – Seguiu mantendo o tom tranquilo enquanto direcionava-se a garota e esperava que a sombra sacasse sua própria adaga para tentar decepar a cabeça do infeliz com um único golpe.

Ao aproximar-se da moça, o garoto iria abaixar-se, novamente flexionando os joelhos mas ainda de certa forma pronto para qualquer reação que pudesse ser necessária. Abrindo a boca, principiava a falar, quando os olhos se dirigiam a poça no chão. – Sério? Se mijou?.... Que desgraça.... – Suspirando em desaprovação, já começava a questionar se estava tomando a atitude certa.

- Qual seu nome mijona? – Ainda mantendo a expressão e tonalidade calma, aguardou por uma resposta, repetido o nome dela antes de prosseguir: - ..., você prefere morrer aqui com seus amigos.... – Subitamente parou a frase. Olhou distantemente como se reorganizasse as palavras em sua mente e então reiniciou: - Você prefere morrer como heroína, ou viver o bastante pra se tornar uma vilã? – Sentiu então um maior peso ao discurso. – Cê tirou isso de um livro? Ou é original?

No caso da moça escolher o caminho do heroísmo, escolhendo ficar com seus companheiros, o garoto apenas daria de ombros, com uma expressão de leve desanimo e então se levantaria ao mesmo tempo em que puxasse a arma para atacar o pescoço da garota antes que ela pudesse entender o que se passava.

Agora, contrariamente, se ela fosse inteligente o bastante para se corromper em troca de sua vida, o demônio iria exibir seu triunfante sorriso e ajuda-la a levantar. – Ótimo, é basicamente a mesma coisa de antes, imagine a mim como um almirante, siga minhas ordens, talvez você receba uma promoção de maior destaque no bando conforme seus serviços, você conhece o protocolo, até melhor do que eu. – Amigavelmente iria dar umas palmadinhas no ombro da garota tentando levantar sua moral.

- Bom, agora vamos ao trabalho. Eu preciso transportar os corpos dos seus amigos, me ajude a levar os presuntos até um local seguro... – Olhou então o grupo de corpos e começou a traçar um plano de como transportá-los. – Você vai fazer o trabalho pesado? – Desconfiou Jamal. “Claro que não.” Sid apenas ajudaria a sua sombra humanoide a erguer dois corpos e deixar com que a moça carregasse o mais leve. E assim seguiriam novamente até o esconderijo. Com o olhar atento a procura de novos grupos de marinheiros distraídos. “Tenho corpos, agora preciso de sombras.... Difícil vai ser não matar esses arrombados de farda.” Ao mesmo tempo em que procurava novos inimigos, procurava no horizonte, esperançoso qualquer silhueta que pudesse relembrar os membros de seu grupo, talvez algum deles tivesse tido sucesso em sua fuga do navio. – Eles não iriam matar o Bolinha.... Iriam? – E pela primeira vez Sid viu a voz preocupar-se genuinamente com o bem-estar de alguém. “Sei lá cara.... Esse pessoal é fanático. Não duvido que olhem um cachorro em um barco pirata e resolvam atirar na fogueira ou algo do gênero.” Mas mesmo assim tentava se manter esperançoso na possibilidade de um encontro aleatório com o animal, bem como tendia a acontecer ao longo de suas aventuras. “Não... Aquele cachorro ficou vagando sozinho por Terralegre, cheia de maníacos e ficou inteiro. O desgraçado deve estar comendo um hamburger agora.” Ao menos parte da tensão se esvaia com o pensamento.

Muito mais tarde, distraído em sua caminhada, foi quando notou um pequeno arranhão em seu braço. Tão insignificante que sequer havia notado. – Ué?... Ele me arranhou? –Não conseguia deixar de gargalhar. – Uma puta espada daquelas e ele fez isso? – A risada ressoava tão alta que por um momento se preocupou em alertar toda a vizinhança.


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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySeg 30 Dez 2019, 03:31


Narração

Céu nublado, 18 graus
Noite, Lua crescente, Poucos ventos
Localização: Utopia



Não baba o beck - 04

Sid






Insatisfeito com as respostas adquiridas, Sidney exclamava o qual inútil o marinheiro foi, então terminava por decidir executá-lo sem nenhum receio. Uma expressão de alívio e vergonha tomou conta do rosto do rapaz quando ele escutou que seria poupado primeiramente, mesmo sabendo que ficaria vivo, é compreensível que ele fique mortificado após perder e ser recebido com piedade de maneira tão desonrada. Entretanto, quando Sid convocou seu Doppelman, o alívio do espadachim virou ódio; a vergonha, medo. Antes que pudesse soltar alguma palavra, a sombra deslocava-se até as costas do sujeito e — erguendo a cabeça espadachim pelo cabelo — fazia dois cortes limpo, um em sua nuca e outro em seu pescoço, deixando o corpo decapitado cair no chão.

Após isso, o garoto ia até a recruta e já conseguia ver que ela não reagia bem a toda essa cena. O medo transformou-se em horror, seus olhos esbugalhavam-se e seu queixo caía em meio a tremidas calafrios. Também apoiava as mãos no chão,  dando indícios de uma tentativa de se levantar, mas vacilou e ficou imóvel quando Sid se aproximou dela. Abaixando-se para ficar no mesmo nível da garota, o pirata conseguia ter uma melhor noção de sua aparência. Com cabelos e olhos negros, pele macia e alva — sem quaisquer marcas exceto uma pinta abaixo de seus fartos lábios — a moça lembrava aqueles que habitavam o país de Wano, talvez desconhecido pelo gatuno entretanto. Ademais, ele percebia a poça de urina e fazia alguns comentários, esses que não tiveram reação alguma por parte da recruta, a mesma feição de terror permanecia lá. De maneira serena, Sid perguntava o nome da moça

— P-P-Pearl, m-meu nome é Pearl —

Parecendo acalmar-se um pouco mais, ela finalmente ouvia a proposta de Sidney e, com uma expressão já mais tranquilizada, dizia de modo acatado, mas não antes de olhar para seus colegas mortos por um instante

— E-Eu quero v-viver, não importa como, e-eu quero viver. Eu não ligo para meu cargo, n-não ligo para essas pessoas, m-mas eu não posso morrer ainda —

Assim, o pirata finalmente dizia de modo claro a sua proposta, essa que foi aceita de maneira consideravelmente positiva por Pearl, afinal, embora que a garota ainda tremesse e soluçasse, um fraco sorriso banhado de lágrimas já formava-se em seu rosto. Portanto, com a ajuda de seu novo capitão, ela levanta-se e limpava a poeira de suas pernas, mas corava completamente ao perceber que soltou sua bexiga e está completamente encharcada

— E-Eu... n-não foi p-por querer, não me mate por favor —

Dizia a garota enquanto recebia umas tapinhas de consideração do pirata e, mortificada, escondia seu ventre com ambas as mãos. Mesmo em tal situação, ele ainda respondia ao pequeno discurso de Sidney a respeito do novo cargo atribuído a ela e às primeiras ordens já dadas

— S-Sim, capitão, v-você diz o caminho —

Sem muito pestanejar, a morena pegava um dos cadáveres em seu ombro, mas acabava por derrubá-lo ao chão. Enquanto, apressadamente, o pegava, ela mais uma vez suplicava por sua vida

— D-Desculpe, capitão, foi um acidente, p-por favor, não me mate —

Então, a ex-marinheira seguia seu novo chefe por onde quer que ele fosse, estava mais tranquila, mas é nítido que demoraria muito até que ela esquecesse o terror vivenciado hoje.



Assim o mórbido grupo caminhava pelas escuras vielas da ilha atrás de um rosto conhecido ou outro grupo de marinheiros. A noite seguia soturna e vazia, alguns becos eram repletos de corpos, o sangue pintava Utopia, estava claro que o estrago feito pelo Shichibukai será marcado na história. Com toda essa caminhada, o estômago do pequeno psicopata já grunhia de fome, sua boca também já ficava seca de sede, restando apenas o saquê que comprou para beber, não seria de admirar-se que ele perdesse as esperanças de conseguir fazer algo de proveitoso nessa madrugada. No entanto, antes que o fizesse, finalmente podia ver alguns rostos e focinhos conhecidos.

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Em um beco escuro — abaixo de um lampião piscante, provavelmente danificado — Iesuke era visto lutando contra 5 homens, nenhum marinheiro aparentemente.

Um acabava de ser morto após o espadachim desviar de sua lâmina e girar seu corpo para trás das costas do homem, fincando sua katana lá.


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Após isso, aparava mais dois golpes — um de sua esquerda e outro de sua direita  — dava um salto para trás, guardava sua lâmina — arremessando uma reta de sangue para a frente — e ameaçava os 4 que ainda estavam de pé

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— É o último aviso, desapareçam —

Em uma escada próxima do ponto que desenrolava-se tal cena, uma loira com um olhar entediado e apressado podia ser vista segurando um cachorro pelos braços, seu vestido vermelho destacava-a eno ambiente cinzento de Utopia. Em meio às piscadas do lampião, Sid pôde confirmar que a garota tratava-se de Naevys, sã e salva aparentemente. Ademais, é certo que o cão em seus braços era bolota, o peludo apenas respirava ofegante com a língua para fora e balançava o rabo enquanto presenciava os assassinatos.

— Termina isso logo, cara! —
— Tsc… Cala a boca —


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MensagemAssunto: Re: 4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só   4ª Edição - Preguiça de bolar um titulo para uma aventura de uma pagina só EmptySeg 30 Dez 2019, 19:19


Pouco parou para analisar as reações de sua vítima, porém era capaz de ter uma bela noção mesmo sem vê-lo, e não deixava de esconder um sorriso perverso de prazer. Este se alargava a medida que a pobre garota fazia bem como imaginado e cuspia palavras em desespero. – Não precisa se preocupar, eu não vou matar você por esses erros bobos. Só não deixe sua lealdade ser questionada que você estará cem por cento segura. – Dizia com um sutil agitar da mão, como se fosse irrelevante causar ainda mais danos ao corpo dos mortos.

Seguindo adiante da dupla de carregadores, o pequeno demônio ascendia um dos cigarros que vinha carregando por qualquer que fosse o motivo. As mórbidas ruas escuras e silenciosas eram-lhe bem agradáveis, e o clima não poderia estar melhor naquela noite. O silencio noturno era apenas interrompido quando imaginou ouvir uma voz familiar. – Não fui eu não.

Guiando-se pelo som, não tardou a avistar um trio familiar, e apenas um deles se prestando a enfrentar os inimigos. Como bem imaginado. – Aquele cara é meu amigo. – Resumiu muito sucintamente para a menina. – Leve os corpos até ele. Eu vou na frente. – Dizendo isso, deixou a sombra encarregada de acompanhar a jovem enquanto disparou com um soru em direção ao primeiro adversário em sua frente. Ao aproximar-se, daria uma cambalhota para dar ainda mais força ao chute que aplicaria ao chegar mirando no rosto de quem quer que fosse o infeliz.

- Não desapareçam não! – Ordenaria assim que pousasse ao chão para os inimigos. Esperando que a interrupção desse tempo para trocar algumas palavras com o companheiro. – Pode deixar que eu cuido desses bundões. Ajuda a menina ali a carregar os corpos, preciso deles vivos pra criar mais alguns zumbis. Depois a gente conversa. – E sem mais nem menos iria novamente “raspar” para se reunir no meio do grupo de marinheiros. – Eu ainda vou me dar ao trabalho... – Suspirou antes de prosseguir. – Se não quiserem apanhar, larguem as armas, vocês tem um terço de segundo.

Sem esperar qualquer resposta, iria canalizar o haki em ambos os punhos. E qualquer sujeito armado se tornaria um alvo. Imaginando que não seria um grande desafio, não se dava ao trabalho de planos elaborados, apenas iria esmaga-los com o peso bruto de sua força e agilidade. Aproximações diretas e em linha reta e imaginou que um único soco bem dado nas costelas ou contra o rosto seriam o bastante para tirá-los do combate. Talvez houvesse a necessidade de realizar uma breve esquiva em um golpe desesperado, mas não precisaria de muito esforço para isso.

Uma vez que tivesse dizimado com aquele pequeno grupo, tornaria a falar com o grupo, mas ainda sem dar tantos olhares a atenções. Um tanto quanto apressado ele só ia se aproximando dos adversários caídos com uma faca em punho. – Total coincidência encontrar vocês por aqui. Que bom que ao menos alguns sobreviveram. O mendigo tinha dito que todos os piratas no porto tinham sido mortos pelo comodoro. Mas eu tinha certeza que pelo menos o peludão ali ia sair dessa tranquilo. – Se prestou a olhar para o cachorro, rindo em descrença do conforto em que se encontrava. – Mas o filho da puta tá bem tranquilão... E eu aqui preocupado... – Dando de ombros, voltou ao trabalho.

Com os poderes que havia adquirido, iria segurar a sombra dos marinheiros com a mão livre e então puxá-las forçadamente para o nosso plano, e então com a adaga separá-la de seu dono original. Assim que os corpos fossem chegando, iria depositar as sombras nos mortos. Procurando naquele grupo vivo o de melhor aparência física para se tornar a essência do espadachim que havia matado a pouco.

- Consegui um esconderijo temporário. Não é muito bonito, mas é um espaço grande. A Mika tá por lá, se feriu no meio da rebelião. Eu vou mostrar o lugar para vocês. Vem comigo. – Chamando a todos, guiaria o caminho para o esconderijo. Durante o percurso aproveitava para continuar com explicações breves que posteriormente seriam complementadas. – Acabei de recrutar a garota.... Você vai ser... 50! – Decidiu de forma aleatória. – O que houve com o restante? Sabem onde estão algum deles? Ou algum dos zumbis?.... Imagino que se matarem os zumbis os que tiverem perdido a sombra possam tê-la recuperado.... Mas é só uma teoria. – Bocejando profundamente conforme ia falando, se via cada vez mais cansado, e tentou bolar um de seus baseados na esperança de que isso o ajudasse a ficar mais alerta, se apenas a confecção não fosse o bastante, certamente a fumaça ajudaria.

- Bom, é melhor a gente descansar por hoje... Amanhã a gente faz os planos e começa os preparativos... Temos que matar uma bela quantidade de gente por aqui. Mas sem pressa... – Se espreguiçava tentando espantar o sono, e até mesmo oferecia ao grupo uma tragada do baseado se tivessem interesse.


~ Aprendizado de Pericia: Geografia. ~

Chegando ao esconderijo, deixaria todos ficarem à vontade e interagirem entre si. Enquanto isso, tentaria aproveitar seu tempo de forma produtiva. Imaginou que seria bom dar uma olhada em mapas da ilha, talvez houvesse algum disponível no local, bem como livros relacionados ao assunto, porém divagando em ideias e conteúdos aleatórios, direcionou sua atenção para um tópico mais generalizado que pudesse ser útil em mais de uma situação, assim, começou a estudar Geografia antes de se recolher para uma bela noite de sono. – Me acordem ao meio dia. – Disse em voz alta para qualquer, dormindo ou acordado ouvi-lo.


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