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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Island End! Goodbye Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Island End! Goodbye Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Fran B. Air
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptyDom 28 Jun 2020, 11:27

YUE! Você Vai Viver Livre!

Com a fala de Yue e da capitã, apertei minha amiga com força entre os braços. Naquele instante as muitas valiosas memórias que tinha passado com a garota começaram a passar rapidamente em minha mente, desde quando nos conhecemos em uma barraca médica em Conomi Island, quando eu estava na ponta do navio durante a subida na reverse mountain enquanto ela me dava um sermão falando que era perigoso e eu podia cair ou mesmo quando fugimos juntas no caminho para Ennies Lobby. Enquanto a apertava, lágrimas escorriam de meus olhos, tanto a morte seria horrível quanto sermos presas de novo, não é como se fosse ser possível escapar daqueles marinheiros molestadores e abusadores uma segunda vez.

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“Não vou deixar você morrer, simplesmente não vou!”

Precisávamos dar um jeito de sair daquele lugar e carregando Yue nos braços seria ainda mais difícil, mesmo assim, eu jamais a abandonaria, daria meu máximo para conseguirmos escapar de uma forma ou de outra. Sabia que não adiantava ficar chorando ou qualquer coisa do tipo, então franziria as sobrancelhas, não porque estava brava ou algo do tipo, era mais porque agora estava realmente séria naquela fuga. Com Yue nos braços, começaria a pensar em formas de despistar a capitã da marinha.

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“Os becos não estão adiantando, não consigo sair das vistas dessa mulher, os telhados também seriam inúteis e ainda não vi nada de diferente que pudesse utilizar pra sair do radar dela. Talvez outra carroça? Mesmo assim seria difícil, não adianta ir pra cima e nem pros lados… E se eu for pra baixo? Até Hirotown em Conomi tinha um sistema de esgotos, lembro de ter utilizado deles algumas vezes vários anos atrás pra fugir depois de roubar materiais pras minhas armas.” Começaria a balançar a cabeça para os lados ao me lembrar do Mordomo ”Bem que o Mordomo podia indicar o caminho, do que adianta ter um fantasma seguindo se nessas horas ele some?”

Responderia a capitã com um leve sorriso, mas um tom bem mais sério que o de costume. - Não sei por que quer tanto me capturar a ponto de deixar seu QG indefeso pras revolucionárias o atacarem... - Dito isso, finalizaria gritando. - MAS EU NÃO VOU DEIXAR! - Então  daria um salto com as pernas e a cauda ao mesmo tempo para pegar o máximo de distância que conseguisse e voltaria a correr desenfreadamente tomando todas as medidas possíveis para que a capitã não me atingisse ou me parasse de forma alguma, principalmente com seu chicote que aparentemente era sua principal arma.

Começaria a olhar para os lados procurando por alguma coisa que pudesse utilizar a meu favor para fugir indo para ela imediatamente se encontrasse para só então ver o que faria. Claro que nessa procura, o foco principal seria encontrar alguma entrada para o esgoto, sendo que deveria possuir um buraco grande o bastante para que Yue e eu pudéssemos passar de alguma forma. Nesse meio tempo, enquanto procurasse o bueiro, me manteria tentando despistar a capitã utilizando dos becos, sacadas, estruturas, pessoas e quaisquer objetos que aparecessem no caminho. Como me manteria utilizando minha cauda frequentemente como um terceiro membro além de minhas pernas, provavelmente não seria muito difícil carregar Yue e fazer acrobacias para nos esquivar, distanciar e tentar despistar a capitã sempre que fosse necessário ou possível, mesmo estando bastante ferida por causa dos ataques de mais cedo.

Em uma situação onde a capitã fosse tentar nos atingir com seu chicote, focaria em tentar me esquivar enquanto continuasse avançando, então tentaria se o ataque permitisse, desviar do chicote dando um simples salto para frente ou diagonal utilizando as pernas em conjunto com a cauda. Agora se não fosse ser o bastante, utilizaria de algum movimento mais complexo como um mortal ou um parafuso para frente, mas sempre com cuidado para não apertar Yue ou deixar que ela caísse ou fosse atingida em nenhum momento.

Se a capitã conseguisse me acertar, tentaria ignorar a dor como já tentava fazer com as dores que sentia da luta que tínhamos travado, fazendo o mesmo se ela me derrubasse ao deixar para lá o ocorrido me levantando e pegando Yue nos braços novamente após um leve xingamento para a marinheira. - Maldita! - Mas já voltando a correr novamente.

Caso ela fosse me puxar para algum lugar com seu chicote, como de prache, prenderia a lâmina de minha manopla no chão enquanto tentaria me segurar em algum lugar com minha cauda para ganhar tempo e tirar o chicote da minha pessoa. Mas se não fosse ter jeito, ao menos deixaria Yue para que apenas eu fosse puxada enquanto tentaria utilizar minha cauda para assumir o controle enquanto tentasse impedir ou amenizar qualquer dano ao deslizar minha cauda e as lâminas de minhas manoplas pela primeira superfície que encontrasse ao tentar me estabilizar para tentar chegar na superfície que fosse ser lançada com as pernas para ficar bem.

Agora se ocorresse de ser puxada em direção a capitã para que ela utilizasse algum golpe contra mim, tentaria desviar minha direção ao bater minha lâmina ou cauda em alguma superfície como o chão para não ser atingida, sendo que em último caso utilizaria o próprio corpo da marinheira para isso no último segundo enquanto tentasse me livrar do chicote dela me segurando.

Ela poderia utilizar seu soru em vários momentos, se utilizasse simplesmente saltaria em alguma diagonal aleatória sem cessar a corrida até que voltasse a conseguir acompanhar seus movimentos, podendo continuar desviando de quaisquer ataques que viessem em minha direção sem ser atingida por alguma surpresa vindo de uma direção que eu não esperasse.

Estaria atenta também com alguma aparição do leão ou de alguma barricada, sendo que se avistasse algo do tipo que pudesse interromper o meu movimento com Yue, instantaneamente mudaria minha direção ao entrar no primeiro beco que houvesse para desviar o caminho. Agora se não tivesse jeito de fugir tão facilmente, com Yue nos braços, na posição descrita antes, faria os pulos acrobáticos necessários para subir nos telhados e passar pelo bloqueio podendo continuar com a fuga ao deixar os marinheiros e/ou o leão para trás, por mais que a capitã provavelmente fosse continuar me perseguindo com facilidade.

Todas os meus movimentos seriam tomando o máximo de cuidado para não machucar Yue e que ela não fosse atingida ou removida de de mim pela capitã ou de qualquer outra forma. Sempre continuaria seguindo em frente, parando apenas se de alguma forma a capitã conseguisse tirar Yue de mim, já que não avançaria em hipótese alguma sem ela comigo, preferindo ser presa com minha amiga.

Se encontrasse algum bueiro do tipo, não entraria nele automaticamente, entrar lá para fugirmos seria bom, mas seria melhor ainda se conseguíssemos fazer isso e despistar a capitã ao mesmo tempo.

Vendo o bueiro, adentraria com Yue na primeira rua que estivesse por perto depois de passar pelo mesmo. Conseguindo entrar nessa rua, manteria a fuga por pelo menos duas quadras, para então virar a direita e depois de mais uma quadra, a direita novamente, voltando para a rua onde eu estava no início. Conseguindo chegar nela, tentaria sair da vista da capitã por alguns poucos segundos ao dar o maior salto que conseguisse em direção ao bueiro com muito cuidado com Yue para que a mesma me acompanhasse nesse movimento mais brusco sem se machucar, de forma que removeria a tampa a arremessando para cima habilmente para que desse tempo de eu e Yue pularmos no bueiro e a tampa o fechasse na posição exata, de forma que conseguíssemos finalmente despistar a mulher, onde correria pelos esgotos procurando por um segundo bueiro algumas quadras distante daquele pelo qual havia entrado.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 01:17


Quase que às cegas gastei meu ultimo resquício de orientação para tentar atingir o mestre das sombras e, para minha tristeza, fracassei. O que encontrei foi nada mais do que novas ilusões de meu inimigo ardiloso e quando pousei no chão percebi que agora as sombras reinavam. Para onde olhasse, era apenas escuridão... Agora nem mesmo minha experiência como navegador poderia me ajudar a me guiar em meio a esse cenário.

Nesse momento não pude deixar de sentir que os ombros pesaram por conta da aflição crescente em estar numa armadilha que só me arrastaria cada vez mais para a perdição. A cabeça trabalhava a mil, mas o tempo era limitado e eu não podia chegar a conclusão alguma.

E então algo surgia entre as sombras contrastando o suficiente para me fazer notar sua presença. Era algo fascinante, mas que não pude admirar por mais tempo dado a urgência de minha situação. - Não sei o que foi isso, mas é o meu único norte aqui. - Voltei meu corpo na direção que vi a aura por último. Era o inimigo? Mais uma armadilha? Um fantasma aliado? Um poder de médium que despertei? Não tomaria tempo para pensar na sua natureza agora.

Faria meus pedaços arrancados retornarem voando - ou caminhando no caso do pé - até mim. Enquanto os pedaços retornassem, já estaria preparando o meu próximo ataque: As duas mãos se armariam novamente com a kunai de aço e com minha ninjaken e se juntariam em minha frente com minha prótese flutuante por conta do fragmento de antebraço que ela carregava. E então elas começariam a girar em minha frente, acumulando energia cinética. - É agora ou nunca. - E quando elas tivessem rápidas o suficiente, avançaria em linha reta deixando que as três mãos tomassem a dianteira.

- SAI DA FRENTE, SATANÁS! - Usaria novamente minha técnica, só que dessa vez em sua potência máxima. A hélice agora possuiria seis metros de diâmetro e avançaria pelos mesmos cinco metros varrendo o que se encontrasse em seu caminho. Se no meio da trajetória eu notasse uma nova movimentação por parte da aura, redirecionaria a técnica para persegui-la.

Minha ideia com isso seria lançar uma ofensiva de alcance amplo na direção da região onde senti aquela presença diferenciada. Essa escolha se daria pelo fato de eu não saber com exatidão sua posição e também para dificultar que ele escapasse. No processo eu mataria algumas sombras mesmo sabendo que elas se multiplicariam, fazendo esse sacrifício para perseguir mais uma vez o responsável por tal bagunça.

Minha técnica podia ou acertar a origem daquela sensação estranha, mas eu já tinha em mente três cenários para prosseguir com minhas ações:

A primeira hipótese seria que eu havia sim atingido o alvo e ele estaria bem em minha frente para eu encaixar mais um ataque em sequencia. Nesse caso eu deixaria as lâminas da hélice rasparem algumas vezes em sua carne para logo em seguida erguer meu braço direito atrás de mim enquanto conduzir minha mão destra para seu devido lugar. Assim já tentaria avançar a kunai para aplicar uma estocada em seu peito, visando penetrá-lo com a lâmina. Depois disso puxaria a arma para o lado forçando o ferimento a se abrir ainda mais enquanto a kunai saía de lá de dentro. Concluiria com uma rasteira em sua perna para impedir que ele saísse de meu alcance.

O segundo cenário seria minha hélice passar em branco sem encontrar nada senão mais e mais sombras. Se isso ocorresse, daria sequencia já conduzindo minhas duas mãos para o pacote de shurikens para preparar três arremessos rápidos em três direções distintas. As mãos encaixariam quatro shurikens para cada lançamento, visando usar mais uma vez as rajadas horizontais para cobrir uma área maior. Os alvos de tais ataques? Colocando em termos práticos, primeiro imagine um relógio onde a minha frente - a região em que a técnica havia acabado de alvejar - seria as doze horas. Os três arremessos se dariam nas minhas três, seis e nove horas. Qual meu objetivo com isso? Confirmar mais um palpite: Talvez as cores indicassem a posição atual do inimigo e se eu o pegasse no meio de uma nova posição eu conseguiria definir um padrão.

A terceira probabilidade seria eu não atingir o alvo com a técnica mas conseguir sentir de novo a presença da mesma forma de antes. Nesse caso eu interromperia a técnica de imediato para redirecionar tanto meu corpo quanto as três mãos para interceptar o sujeito em meio a sua movimentação. E então eu realizaria a versão rápida da "Sai da frente, satanás!" criando uma hélice de apenas três metros que avançaria perseguindo aquele rastro com eu correndo logo atrás. Se a técnica fosse de encontro ao inimigo nesse instante, ao mesmo tempo que a hélice o cortava eu já tentaria encaixar uma rasteira em suas pernas para fazê-lo cair no chão e então virar picadinho com o avanço das lâminas.

No momento da ativação da potencia máxima de minha técnica meu foco seria evitar a interrupção de meus oponentes nesses dois segundos e, portanto, ficaria atento aos seus sons no assoalho do navio para correr na direção oposta. Se mesmo assim alguns sempre que chegassem perto demais, também tentaria driblá-los ao me agachar e fazer um giro em torno do calcanhar para me deslocar entre o seu flanco. Enquanto as mãos girassem, elas também usariam o voo para me acompanhar nas tentativas de evitar serem interrompidas.

Se mesmo com meus afastamentos e fintas as sombras conseguissem me alcançar, deixaria que as mãos iniciassem a técnica da forma que estavam, prontas ou não. Mas se a técnica tivesse sido cancelada, reposicionaria as mãos e iniciaria a versão rápida da hélice. O que não poderia deixar era que o ataque não fosse feito.

Para notar ataques sendo feitos contra mim eu me basearia no som de aproximação, paradas repentinas por parte de meus oponentes e qualquer resquício de visão que conseguisse arrancar no ambiente obscuro. Se com essas informações eu notasse ataques sendo feitos contra mim, deixaria meu corpo se arquear de forma a me contrair o bastante para esquivar do perigo. Caso fossem diversos ataques em direção ao meu ponto atual, saltaria alto para me reposicionar fora dali e no meio do ar deixaria minhas pernas se chocarem num chute frontal com aqueles que estavam em minha rota de pouso.

Na hipótese de eu ser atingido mesmo com minhas evasivas, deixaria meu corpo ser projetado na direção do golpe. Assim não ofereceria resistência, deixando que parte da força do impacto servisse para me impulsionar e não me causando danos.

Caso tentassem novamente me agarrar, mais uma vez seccionaria a região alvejada para deixar que eles ficassem apenas com o ar. Se mesmo assim eles dessem um jeito para insistir em imobilizar o pedaço desacoplado, usaria a capacidade de voo dessa parte para chacoalhar o enxerido até ele perder as forças ou ficar tonto demais para continuar agarrado. Lembraria de conduzir de volta até mim qualquer pedaço separado ao usar essa tática.

Por último, vale acrescentar que se lançassem um ataque contra mim eu focaria em esquivar enquanto redirecionava o golpe para atingir enquanto me defendesse.

• Sai da frente, satanás!:
 

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 10:37

New blood joins this earth
And, quickly, he's subdued
Through constant pained disgrace
The young boy learns their rules

A marinheira só conseguia pensar uma coisa… A ruiva era no mínimo imbecil… Bom, o bem estar da loira infelizmente não cabia a ela, e não podia amolecer simplesmente porque entendia o estado da outra moça… Enquanto mordia os lábios inferiores de raiva, o que os fazia sangrar, ela achava que o que a ruiva fazia era um descaso total com a amiga ferida, ainda mais quando ela tinha sido submetida a uma proposta pacífica.

Ela não sabia é claro das experiências do passado de Ria, o que a fazia apenas poder enxergar por aqueles olhos. Que detinha na face nesse exato momento. Mas seja como for, tolice por tolice, o chicote iria rular. A ruiva até falava algumas coisas ali mas a capitã bocejava, era sim um ato de desrespeito ao que ela dizia, ela não parecia ligar para as palavras. -Ta bom. Tenta. Não é a primeira vez que ouço isso.- e até mesmo esperava a ruiva dar seu primeiro passo antes de caçar ela.

Ria tinha caçado bueiros em volta, ou outra carruagem? Ela tinha, mas nada tão visível assim estava nas vistas e assim que ela virava as costas agarrando Yue firmemente, ela via o chicote vindo pelas suas costas, e reagia saltando para a lateral, com alguns milésimos de atraso do que sua esquiva normalmente faria.

Mas era a brecha perfeita, o chicote resvalava se enrolando no tornozelo de Fanalis, que ia ao chão com a puxada, que sem conseguir controlar tão bem a queda por conta da força contrária que a puxou, fazendo com que ela acabasse deixando Yue cair, o bater do chão contra as costas de Yue fazia com que como reação do corpo mais sangue começasse a sair da boca da loira.

A ruiva tinha visto isso, mas não apenas isso, Yue começava a perder o ar, estava sufocando aos poucos com o próprio sangue. E não iria resistir por muito mais tempo, precisava urgentemente de tratamento. Ria que tinha ido ao chão agora, se preparava para se levantar mas logo ouvia -AIR SLASH! Trembling Gangorra!!- E logo ela via o joelho que atingia seu queixo a jogando para o ar, enquanto via a capitã flutuando sobre si.

E um chicote se enrolando em seu pescoço enquanto ela no ar, fazia um dash como o do Soru girando em torno do corpo da ruiva com o chicote a enrolando, deixando ela com os dois braços colados no corpo. -Buso Koka: Chains OF JUSTICE- ela tinha reforçado aquilo como se fosse uma real corrente poderosa. E assim descia ao chão com a gartoa, deixando que ela caísse com a barriga para baixo. Enquanto ela montava por cima dela, com os joelhos sobre as dobras das duas pernas de ria…

E usava as coxas grossas para prender a cauda… Bem tinha que ter alguma vantagem nisso né? As coxas ali poderiam até mesmo fazer com que qualquer um esquecesse da dor física… Entretanto esse breve momento de fã service sumida da realidade não durava.

Ria podia ver Yue acordando, levantando o rosto do chão e caminhando de 4 em direção a ruiva, dizendo. -Não faz isso… Ela… Cof cof, não merece isso cof cof…- e ela vomitava ainda mais sangue, já perto do rosto da pirata, ela poderia ouvir o coração da loira, estava cada vez batendo mais devagar, seus batimentos, sua respiração, seu corpo estava a cada segundo indo mais perto do limite. E novamente ela tinha um desmaio e caiu deitada com o rosto perto do de sua capitã.

Ria podia sentir o pouco de ar que saia do nariz dela bater sobre seus cabelos, era um mísero sopro de vida, mas ela ainda tinha um pouco disso. A capitã, estava ainda rendendo a pirata, enquanto pegava as algemas, segurando o chicote com a mão direita e pegando as algemas na parte de trás…

E agora o que Ria ia fazer nessa situação? Aquilo estava talvez no final? É uma possibilidade real que estivesse… A situação era desde os danos que Yue tomou unilateral para a capitã, aquele foi o ponto em que talvez a perseguição tenha acabado, não efetivamente mas será que tinha mesmo? Ou será que ainda queimava uma chama na garota ruiva? Há, essas coisas sempre foram difíceis de se controlar.

Waiting, for your modern messiah
To take away all the hatred
That darkens the light in your eye
Still awaiting, I

Gregory naquele ponto tinha de se recompor, seus pedaços se moviam em direção ao seu corpo, os pézinhos iam caminhando enquanto o resto flutuava se juntando a ele novamente. Ele preparava as mãozinhas e começava a desenvolver sua técnica, mas agora na versão forte dela.

Quando elas estavam com a velocidade aumentada ele logo fazia com que aquilo fosse executado, ele avançava sem freio em direção ao inimigo cortando e dilacerando, sangue e mais sangue se espalhava por todo o barco. Enquanto aura começava a correr daquela furiosa lamina giratoria.

Ele continuava implacavelmente e vendo que ia ser pego o homem ali falava. -SINHOOO EU SOU TRABALHADOR SINHOOO, FAZ ISSO COMIGO NÃO!!- gritava a aura fugindo loucamente enquanto as lâminas dilaceraram tudo. Ele conseguiu fugir do primeiro moedor, mas logo a kunai na mão de gregory voava em direção ao peito do indivíduo.

O fazendo bater no chão com força, Gregory via aquela aura com força, e podia agora identificar se tinha ou não acertado… Aquele era um novo tipo de poder… Que de fato tinha chamado atenção dele.

Mas no momento ele focava em interceptar o cara que mesmo depois da faca no peito tinha sobrevivido e tentava cambaleando fugir, e assim com as hélices girando ele avançava atingindo o inimigo cortando ele em meio a uma esquiva, que o derrubava no chão…

Toda a névoa sumia no momento em que ele caia ferido, até mesmo as sombras… Tudo aquilo sumia com o garoto cuspindo sangue no chão e implorando pela vida. -Não me mata pur favo, ele disse que me mataria se eu não te pegasse. DESCULPA EU NÃO QUERIA FAZER ISSO!!- agora a aparência dele era melhor vista.

Era um rapaz de uns 16 anos de cabelo loiro raspado na lateral, um brinco na orelha esquerda que estava sem os 2 dentes da frente naquele momento, ele parecia estar no ápice do desespero daquela pessoa, ele agora que as sombras tinham sumido se mostrava pateticamente fraco, possivelmente apenas a sua fruta era boa, mas o resto não era nada útil.

Ele passava a mão nos cortes da barriga e ao mesmo tempo sentia que talvez não tivesse salvação… Mas mesmo assim ele fazia mais outro último apelo. -Eu, eu.. Posso… SER UTIL… Sei quem me mandou pra cá...- talvez ele estivesse blefando, ou talvez ele realmente pudesse dizer, mas seja como for, ele estava lutando pela própria vida, isso era inegável, o garoto não tinha desistido de viver.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 12:42

Presa?! Último Recurso de Ria!

Quem mais estava sofrendo com toda aquela situação era de longe Yue, eu não me importava em ser presa, mas ela estava lá toda ferida tossindo sangue, se rastejando em minha frente e eu não podia fazer nada, a capitã era simplesmente invencível na situação em que eu estava. Se quisesse ter alguma chance na Grand Line, eu precisava realmente ficar mais forte, quer dizer, como assim eu não tinha força para ganhar de uma mera capitã da marinha? Achava que podia ganhar facilmente até mesmo do tão falado almirante de frota, a diferença de forças entre mim e um almirante deve ser absurda. Olhava para Yue naquela situação e simplesmente parecia que não tinha o que fazer.

“Yue, me desculpe…” Pensava antes de logo em seguida falar chorando. - Me desculpe Yue… Me desculpe por fazer você passar por isso. -

Estava mais do que claro que seria impossível fugir da garota com Yue nos braços, sem falar que a situação em que eu me encontrava… Era simplesmente o pior cenário possível, qualquer pessoa normal já teria desistido de lutar bem antes, talvez na aparição repentina da capitã, imagina então uma pessoa completamente rendida, presa por um chicote e com a capitã impedindo o movimento das pernas. Mas eu não queria desistir, não ali, isso de forma alguma.

Sem falar que depois de ver o que os marinheiros de Dream Whater fizeram com as piratas, as molestando na prisão do quartel general, não queria deixar que Yue fosse submetida àquilo, mas ao mesmo tempo não queria que ela morresse. Sabia que ela era forte e aguentaria o que quer que acontecesse, não era um simples soco que ia acabar com ela, por isso mesmo tão ferida, tinha certeza de que ela poderia aguentar. Agora ser violentada? Não queria dar nem chance ao perigo, quer dizer, e se todos os quarteis tivessem os mesmos fundamentos? Não era um risco que queria correr.

Ainda tinha comigo a seringa com o sedativo que tinha me apagado instantaneamente por horas a fim alguns dias atrás enquanto procurava o Urso, se conseguisse injetar na garota, muito provavelmente ela iria apagar e isso daria a chance perfeita para que eu e Yue conseguíssemos sair daquele local, a questão era que eu precisava fazer isso de forma que ela não percebesse e não conseguisse utilizar seu “tekkai”. Era simplesmente a minha última alternativa, depois disso, provavelmente teria que aceitar irmos para trás das grades para então enfrentar os marinheiros na prisão e dar um jeito de sair de lá.

Por sorte eu era ótima em fazer coisas sem que os outros percebessem, então enquanto falasse com Yue, coisa que utilizaria como forma de distração por mais que fosse verdadeiro e eu estivesse chorando de verdade vendo o estado da minha amiga sem eu poder fazer nada para a ajudar, se fosse possível, também ficaria debatendo minha cauda e minhas pernas tentando a atingir com o calcanhar utilizando as botas para atrapalhar a capitã. Enquanto a cauda se balançasse, tentaria alcançar a seringa em minha mochila movendo o braço mesmo que um pouco para pegar o sedativo sem que a capitã percebesse. Talvez não fosse possível de pegar pelo chicote estar muito apertado, se esse fosse o caso, iria para minha forma completa para mudar a estrutura de meu corpo e voltaria rapidamente para minha forma humana para que meus músculos encolhessem mesmo que um pouco, dando a folga que eu precisava para alcançar a seringa.

Se conseguisse pegar o objeto, tomando cuidado para que ela não percebesse e com agilidade, tentaria a atingir com a seringa no abdômen onde havia cortado sua roupa ou em qualquer outro lugar que fosse possível na situação, sendo que se desse certo, tentaria injetar todo o líquido paralisante com a intenção de a derrubar para que a mesma caísse desacordada ou mesmo ficasse desorientada por algum tempo.

Agora se eu não conseguisse por alguma razão a sedar, quando me destransformasse colocaria meus braços a frente de meu corpo e me impulsionaria para frente fazendo força com os pés e as mãos. Enquanto fizesse isso, puxaria a ponta do chicote comigo tentando dar um nó no chicote da capitã deixando ele todo bagunçado para caso a garota fosse o utilizar.

Mesmo conseguindo me soltar para fugir da capitã, ao me transformar novamente em minha forma híbrida e pegar Yue nos braços, perceberia que não tinha o que fazer, ficando com minhas pálpebras trêmulas e sem lacrimejar apenas porque não tinha mais lágrimas. Ela estava muito debilitada e precisava de tratamento urgente, então apenas me ajoelharia com ela nos braços a deitando suavemente no chão e falando com a voz fraca e tão trêmula quanto minhas pálpebras. - Por favor! Trate a minha companheira! Pode me prender e fazer qualquer coisa, só tratem ela e me garanta que os marinheiros não vão fazer nada de errado com ela, por favor. - Nesse momento estenderia os braços para frente para que a garota colocasse as algemas que tanto queria pôr.

"Não posso ver Yue morrer, eu já vi duas pessoas importantes pra mim morrerem, me recuso a deixar que isso aconteça de novo!"

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySeg 29 Jun 2020, 22:04


A sensação misteriosa ressurgiu assim que avancei acreditando cegamente naquele rastro, quase como se eu tivesse passado por uma provação. Isso foi agradável, mas melhor ainda era acompanhar com clareza o desespero do meu verdadeiro inimigo ali. Minha lâminas rasparam em sua carne, dilacerando e trazendo ainda mais aflição na face daquela figura antes oculta.

Sem mais resistência, ele caia suplicando por clemência. Eu parei em sua frente ofegante, raivoso e banhado de sangue. Em meu rosto os traços de irritação apareceriam, mas logo dariam lugar à expressão neutra de um assassino satisfeito por estar prestes a concluir o seu trabalho.

Minhas mãos retornariam para os braços e eu deixaria apenas a prótese de prontidão para reagir em caso de mais artimanhas. - Trabalhador?! Quantas oportunidades te dei para resolver isso pacificamente? - Diria em tom ríspido para transparecer meu descontentamento e deixar claro que ainda éramos inimigos. Antes de lançar mais palavras, limparia o sangue das armas ao deslocar elas por minha pele e então as guardaria em suas bainhas.

- Eu te dei muitas chances, não acha? - Após proferir essas palavras inspiraria fundo para me acalmar. - Mas como sou gente boa, vou te dar mais uma. Desembucha o que você sabe e eu te deixo viver e seguir seu caminho. Quem fez isso e por quê? - E com isso esperaria pelo que ele havia de revelar.

Permaneceria cauteloso quanto ao sujeito, sempre prestando atenção tanto em suas ações quanto em indícios da presença de seus poderes. Em caso de alguma hostilidade por parte dele, buscaria o finalizar com uma ofensiva letal: Seriam dois disparos rápidos começando com eu levando ambas as mãos até o pacote de shurikens para arremessar duas delas mirando sua cabeça e seu coração e, ao mesmo tempo, a prótese avançaria para aplicar uma estocada em sua testa. Se ele desviasse das estrelas de aço, a prótese o perseguiria em meio a sua evasiva.

Caso ataques fossem lançados a mim, buscaria mover meu corpo usando passos rápidos para me tirar da linha de acerto inimiga. Se só o trabalho de pés não fosse o suficiente para me afastar do perigo ou se eu não tivesse como correr, deixaria meu corpo se arquear ao contrair os músculos o suficiente para sair da rota de colisão. Para ataques de alcance em área eu pularia para me reposicionar em um ponto mais seguro.

Durante essa conversa estaria também atento aos arredores, em busca de perceber se algo mais estava oculto pela cortina de névoa seja no mar ou naquela embarcação. Tentaria notar também se Tusk ainda estava por perto.




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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptyQua 01 Jul 2020, 12:56


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Presa naquela situação a Ruiva dava sua cartada final, ela pegava ali sua seringa para tentar bater contra Katt ela golpeava com força contra ela de um modo que tentava ser furtiva, mas logo a marinheira enrigecia os músculos ativando o Tekkai. A agulha batia quebrando e tornando a seringa inutil pra o resto daquele momento.

Mas isso simplesmente era o suficiente para que a ruiva mudasse de forma, virando o modo calanguinho o que soltava seus braços do chicote já que o tamanho e estrutura eram menores. Mudando de volta para a forma humana para confundir e sair de dentro do laço. Entretanto mesmo assim era uma fuga completamente incerta.

Pois enquanto ela ainda estava mudando de forma o chicote já cantava no pé do ouvido. Mas antes que ela voltasse a apanhar seguidamente dos golpes consecutivos que iam lhe prejudicar profundamente. Ela recobrava um pingo de sanidade… E pedia por a ajuda para Yue. A capitã se aproximava dela falando. -Eu te disse o tratamento era de nosso interesse, ela vai ser tratada, e que Deus ajude ela, que não seja tarde demais.- E assim algemava a garota.

Ela começava a dar alguns passos e não demorava para que as tropas chegassem ao lugar. O leão vinha trazendo vários soldados que se apresentavam, dois deles corriam o mais rápido que podiam, pegando uma maca e abrindo ela colocando Yue dentro para ser carregada com segurança. -Tomem cuidado no transporte, essa dái ta nas ultimas. Qualquer nova instabilidade, e a situação dela pode agravar.- Ela acariciava a cabeça do Mr.Juba e dava uns biscoitinhos pra ele, enquanto ia caminhando com a garota algemada, segurando no centro da algema.

A caminhada até o QG era tranquila, onde ela parava a garota na sala médica e revistava ela antes de mais nada. Removia as manoplas e todos os itens dela, incluindo o dinheiro e similares. -As médicas vão te tratar também, sente-se aqui na maca.- e ali ria podia ver que estavam logo na sala do lado tratando de Yue, na emergência, aparentemente ela estava passando por procedimentos complicados, as enfermeiras corriam pra lá e pra cá trazendo sedativos e outras coisas, instrumentos para sutura e similares.

E logo uma mulher de cabelos verdes com jaleco se apresentava frente a pirata, ela era uma moça bem bonita, usava um oculo quadrado de armação preta, lentes bem grossas, mas dava pra ver que seus olhos eram também da cor de seus cabelos. Ela tinha belíssimas curvas e em seu jaleco estava escrito Dra. Jully, ela ajudava a garota, tratando dos cortes, fraturas e similares enquanto Katt não saia ali do pé nem por um segundo.

Quando o tratamento terminava, ela via que Yue precisaria ficar internada mais algum tempo.

A ruiva era levada pra uma cela vazia, e durante o caminho pelo corredor ela via que tinha por ali, olhando para a cela ela descobria algo, o homem que ela tava procurando estava desmaiado dentro de um desses lugares. Boujin preso, bem isso mostrava que ela teria de ir ali qualquer hora.

Mas logo ela era levada pra a zona feminina, ela era colocada numa cela vazia, mas provavelmente deveriam vir mais pessoas. Porém antes de ir embora dali a capitã parava pra falar.- Relaxe, eles vão fazer o que puderem pra ajudar ela. Mas me diga uma coisa, por que exatamente você entrou nessa vida de crimes?- comentava ela olhando seriamente pra ruiva, talvez apenas curiosidade, ou algo pra um relatório.

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O cara se tremia todo e se mijava nas calçãs ao sentir a intenção assassina tão perto dele. Ele começava a gaguejar falando. -Eu.. e.e.,e.e Eu nã nã nã não sei, no no nome, mas sei como se se ses e pare par parece...- ele não se levantava por medo de fazer algo que despertasse ainda mais Gregory…

Assim ele pegava o sangue no chão e desenhava um boneco de palito com o bração todo gordo e dizia. -Ele é meio humano, meio maquina.. Cy cycyccycycycbooooorgue ele te tetetem brabrbraço metal, e perna metal… Ele disse que quer a arma dele de vovovolta….- e isso era a informação que ele tinha pra passar aparentemente, talvez não muito ultil… Talvez sim util.

Mas agora havia alguma informação que podia trazer a lembrança do jovem Gregory… Algo que era dele, mas que originalmente não lhe pertencia… Ok… Pensando melhor não é tão obvio assim pra um pirata, esquece. -Eu não sei que arma é essa, mas eu sei que ele quer muito… E ele me forçou a fazer isso pra não matar o meu irmão...- ele comentava completamente assustado mas sem gagueira agora.

Enquanto isso Tusk dirigia o outro barco que eles tinhama achado em alto mar falando .-Cabra, vou te falar, meu barquinho já era, ta afundando ali… Ao menos temos esse daqui... - Ele comentava apontando, aparentemente as sombras tinha feito centenas de furos no barco enquanto a luta tinha acançado.

Enquanto isso o cozinheiro que ainda tava ali amarrado comentava.-Então quando é que eu vou ser solto, acho que eu já mostrei que eu não mato né? Eu acho...- dizia ele meio apreensivo quanto ao fato de ainda estar amarrado nesse ponto todo.

Além disso depois de a névoa sumir, o céu também ficou limpo e pela posição do Sol, era agora algo em torno das 17:00 horas, o que poderia realmente fazer ali algum sentido real. E vendo o log pose, eles poderiam estipular que dali seria umas 3 horas até Utopia mais ou menos.

O fazedor de vinhos comentava novamente ainda buscando fazer alguma amizade. -Se não tiverem lugar pra ficar, podem ir pra minha casa, tenho bebida lá, e posso fazer um jantarzão, e abastecer os barcos pra a próxima viagem.- e agora o que ia acontecer dali por diante era questões de gregory.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptyQua 01 Jul 2020, 15:59


- Uma arma? É isso que ele quer? - Pensei, surpreso com tal motivação. Eu nunca fui de ter sorte de encontrar coisas valiosas, então logo minha linha de raciocínio caía sob as duas coisas mais impressionantes que encontrei em minha jornada: A lâmina gélida e a fruta do diabo. - Só pode ser a fruta... Penumbra é cheia de tecnologia e foi lá que ganhei meus poderes. - Tomei essa nota mental, confuso por conta desse fantasma do passado ressoar nos dias atuais.

Nesse momento Tusk surgia em aproximação e erguia sua voz para dar a noticia de seu naufrágio. Não pude deixar de sentir tristeza por ele e ainda mais raiva contra o moleque responsável por isso. Minhas mãos tremiam e em minha mente eu projetava diversas formas de tomar de vez a vida do garoto. Mas, no fim, eu contive tais impulsos para cumprir minha palavra e até senti certa empatia por sua situação trágica.

- Muito bem, garoto. Vou deixar você seguir vivo, por mais que mereça pagar pelo que fez aqui. - Diria aliviando a barra para o sujeito, embora meu rosto ainda se contorcesse diante da raiva que sentia pelos seus atos.

Caso meus tripulantes conseguissem perceber o que acontecia ali, tentaria me virar para não deixar que eles tivessem ângulo de visão direto pro meu rosto. Antes de me apressar para o navio do banco eu me ocultaria atrás da cabine daquela embarcação para retomar meu disfarce: Retiraria pedaços de meu rosto para assumir a forma de meu alter-ego usando a lâmina de minha ninjaken como espelho. Deixaria essas camadas de minha face guardadas rentes a minha pele dentro de meu short e então me apressaria de volta pro convés. - Boa sorte, garoto. - Diria antes de seguir para meu navio.

Para subir a bordo da embarcação de minha tripulação eu pretendia arremessar meus pés para o convés e então, uma vez que eles tocassem o assoalho, eu flutuaria até meus dois membros. Se eu acabasse errando minha mira e os pés estivessem numa rota perigosa rumo ao mar, chamaria a atenção de meus aliados. - PEGA OS PÉS AI, MERMÃÃÃOOOO! - E se ninguém fosse capaz de agarrá-los, tentaria ao menos arremessar várias shurikens em sua direção em busca de acertar duas delas para prendê-lo ao casco e assim parar sua queda.

Mas antes de colocar em prática meu plano de embarque eu deveria ter certeza que estava numa distância favorável para tal ação, que seria cerca de dez metros. Se não fosse o caso, tomaria as providencias para fazer aquele navio do jovem se colocar em movimento e depois conduziria ele para diminuir o distanciamento.

Assim que embarcasse no grande navio da empresa financeira, me sentiria um pouco mais aliviado. Mas a sensação de peso ainda estaria nas costas, pois haviam mais problemas a serem resolvidos.

- Ooopa rapaz, boas noticias: A pesca acabou. - Lançaria algumas palavras amigáveis para o civil e então forçaria um sorriso falso para tentar ao menos afastar as desgraças de minha mente. - Vamos celebrar e descansar um pouco com um banquete. Mas antes disso... - E então lançaria um olhar sério para o outro navegador a bordo. Antes de mais nada tínhamos que traçar um plano para as próximas ações.

- Tusk. - Chamaria a atenção do mink para que ele se aproximasse para uma conversa em particular em um tom de voz que manteria a conversa apenas entre nós. - Tu perdeu o navio, meu chapa... Meu pêsames. - Tentaria o consolar enquanto demonstrava o pesar com uma expressão de tristeza. - ...Você tem planos de tomar esse navio para si? Seria uma boa ideia se nosso destino não fosse um lugar tão policiado quanto Utopia. Assim que chegássemos na encosta seriamos abordados e tudo aqui confiscado... Isso que é foda. - E então ouviria sua opinião.

Depois de ouvir seu ponto de vista como residente da ilha, era hora de trazer a tona a segunda parte de nossa discussão: - Tem um outro problema... Na batalha eu perdi meu Vivre Card que apontava para Utopia. E meu log pose não aponta para lá. - Mostraria a bússola em meu pulso, a qual estava calibrada para uma ilha qualquer na quinta rota. - ...Se você ou o navio não possuírem instrumentos para nos guiar até lá, as coisas vão se complicar um pouco. - Era uma preocupação, mas eu já possuía contramedidas em mente para lidar com isso.

De qualquer forma, depois dessa breve conversa seria hora de recuperar as energias. Seguiria até o cozinheiro e desfaria as amarras que o imobilizavam. - Vamos comer um pouco. A viagem até Utopia vai ser árdua. - Diria enquanto o soltava daquelas cordas. - Peço perdão pelo inconveniente, mas agora iremos direto para sua amada. Vai lá fazer uma comida para abastecer o estômago dos navegadores. Quanto melhor for, mais rápido chegaremos. - Lhe daria algumas palavras inspiradoras para trazer alguma esperança em meio àquela aflição toda. Se ele se apressasse para fazer nossa refeição, chegaria perto do Tusk discretamente e sussurraria. - ...Fica de olho nele.

E, por fim, enquanto o cozinheiro fazia sua tarefa eu seguiria até a cabine de navegação e procuraria com mais afinco por mais instrumentos que ajudariam na situação que estava por vir. Procuraria especificamente por algum log pose calibrado, papeis, caneta e algum Den den mushi que me desse a opção de, em último caso, mandar uma chamada de emergência para a marinha. Depois que vasculhasse a sala de pilotagem seguiria para os cadáveres para procurar pelas mesmas coisas naqueles corpos caídos.

Se a qualquer momento eu fosse atacado seja pelo jovem das sombras, pelo cozinheiro ou por qualquer inimigo surpresa, eu buscaria evitar ser atingido com uma esquiva: Chutaria o chão para me impulsionar para o lado mais espaçoso em minha posição atual e deixaria meu corpo se inclinar nessa mesma direção. Mas eu podia perceber que só isso poderia não ser o suficiente ou, quem sabe, eu não tivesse a possibilidade de usar o chão de apoio para tal movimento. Nesse caso, deixaria meu corpo se seccionar para abrir espaço vazio pro ataque passar direto.

Mas se o alvo de ataques fosse algum pedaço, deixaria que o fragmento escapasse flutuando para fora da trajetória da investida inimiga.

Caso o motivo para eu me esquivar fosse o garoto do nevoeiro, eu já contra-atacaria para finalizar ele: Levaria a mão esquerda até o pacote de shurikens para atirar uma rajada de quatro delas em sua direção e, ao mesmo tempo, deixaria que a prótese flutuante fosse em sua direção para aplicar dois cortes, um se daria ao mesmo tempo que a aproximação das estrelas de aço e seria um corte horizontal em seu pescoço e o outro vira logo em sequencia em forma de um golpe de estocada na cabeça visando pegá-lo no meio de qualquer evasiva.

Vale acrescentar que faria a prótese flutuante ficar ao meu lado em meus movimentos. Se ela fosse usada para atacar, retornaria a mim depois que desempenhasse seu papel.




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Última edição por Wander em Qui 02 Jul 2020, 01:16, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptyQua 01 Jul 2020, 20:28

Capturada Pela Segunda Vez! Ennies Lobby Part 1!

- Uffff. - Sorria e respirava aliviada vendo Yue recebendo os tratamentos adequados pelos médicos da marinha, eu não queria perdê-la, simplesmente não podia a perder, não depois de tudo que passamos juntas, afinal, ela tinha se tornado a minha melhor amiga, eu nem prestava atenção nas pessoas curiosas que olhassem ou qualquer outra coisa em nosso redor no caminho, só me preocupava com o bem estar de Yue.

Depois dos tratamentos, não podia deixar de perguntar esperando uma resposta que me acalmasse ao falar meio cabisbaixa sabendo do estado de minha amiga. - Yue vai ficar bem, né? - Sabia que provavelmente a resposta seria positiva já que querendo ou não, já tínhamos passado por muita coisa juntas e ela tinha acabado ficando quase tão forte quanto eu, mas mesmo assim, seu estado era no mínimo preocupante.

“Nunca mais vou arriscar tanto meus amigos… Foi mais do que comprovado hoje que sem o devido preparo, tudo pode dar muito errado.”

Indo para minha cela, minha maior surpresa ocorreu vendo Boujin, dava um enorme sorriso interno, não queria demonstrar esse sentimento para a capitã já que poderiam fazer algo com ele o interrogando ou de outras formas já que talvez não soubessem de seu envolvimento comigo no roubo ao banco, mesmo assim, era perfeito ter achado ele ali naquela situação, na verdade, melhor impossível. “Então até que não foi um desperdício de tempo ter sido presa, parece que as coisas ainda dão certo pra mim de alguma forma no final.”

Já na cela, via o Mordomo, ele estava sentado encostado em uma das paredes do lugar e falava no instante em que eu entrava. - Estava te esperando Senhorita Ria, saiba que eu acho que tomou a decisão certa tendo deixado ela te prender… Se eu pudesse, te dava um abraço pra te consolar agora mesmo, sei que você queria lutar até o fim, mas foi a atitude de uma verdadeira líder.  - Sua fala me fazia ficar corada e abaixar a cabeça por estar feliz com o elogio mesmo vindo de um fantasma, o respondia dizendo alegremente. - Obrigada. - Talvez a capitã pensasse que eu falava com ela a agradecendo por ela ter me guiado, mas não me importaria.

Com a pergunta da capitã daria leve sorriso e a responderia normalmente. - Ah, eu não entrei em uma vida de crimes... - Mas falando isso, levantaria as mãos algemadas colocando o indicador direito em minha bochecha para continuar tentando explicar minhas próprias palavras. - Humm. Acho que pra vocês seriam crimes, mas eu meio que tava pegando o dinheiro que o Banco Mundial rouba do povo pra financiar minhas armas... Aquela coisa de ladrão que rouba ladrão... - Abaixaria os braços e concluiria falando. - Você me entendeu. -

Com essa resposta, faria um questionamento para a capitã, ainda estava preocupada com Yue em um lugar daqueles. - Sabe, capitã… Qual era o seu nome mesmo? Acho que não chegamos a nos apresentar, me chamo Fanalis B. Ria. - Continuaria com minha fala mansa, embora não tivesse medo ou qualquer coisa parecida, eu claramente não estava em uma situação onde a vantagem estivesse do meu lado ali. - Da última vez que me prenderam lá em Dream Whater, vi uma pirata sendo abusada, pelo menos ouvi tudo, os marinheiros de lá eram uns molestadores… Eu fiz de tudo pra que você não prendesse Yue justamente pra ela não correr esse risco, pode me assegurar que ela fique bem pelo menos enquanto estivermos aqui no seu QG? - Tinha que jogar a realidade na cara dela, isso provavelmente garantiria a segurança de Yue, o que me deixaria mais tranquila e sem preocupações para pensar em uma forma de sairmos daquele lugar.

Então me aproximaria das grades que nos separavam ao continuar falando agora mais animada para concluir a resposta da pergunta da marinheira. - A minha mãe, Jabami Erza, abandonou a própria filha pra seguir na pirataria, então eu sempre fiquei imaginando que devia ser uma coisa muito doida ser pirata pra uma mãe abandonar sua única filha por isso e realmente, é muito bom ser livre e seguir as próprias regras, eu adoro esse estilo de vida. -

Daria um enorme sorriso mostrando todos os dentes sem me importar com nada; mesmo estando de biquíni, presa, toda machucada, enfaixada e em uma situação onde qualquer pessoa provavelmente estaria se descabelando. Ao olhar diretamente nos olhos da capitã, sem piscar ou desviar o olhar com os meus olhos escarlate exalando confiança e determinação, só não mais que em minha fala, concluiria sem hesitar nem por um segundo, dando uma pausa na fala apenas para puxar o ar necessário para esboçar toda a minha convicção ao dizer.


- A verdade é que... Eu vou me tornar a Rainha dos Piratas! -

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Não recuaria ou me importaria se ela risse de mim ou algo do tipo, apenas me manteria a encarando por alguns segundos e escutaria o que ela tinha a dizer antes de virar e me sentar na cama ou no chão mesmo se não houvesse um leito, me mantendo de braços cruzados e apoiando minha cabeça contra as mãos ao me encostar na parede para aguardar a saída da capitã para poder analisar direito aquela cela.

Assim que ela se retirasse, me levantaria, eu tinha que entender cada detalhe daquela cela e não deixar nenhuma oportunidade de fuga passar despercebida. Analisaria as barras da cela e a fechadura, já que eu tinha um ótimo conhecimento sobre metais, analisando se tinha algum desgaste ou ponto mais fraco ao longo das barras. Depois examinaria cada centímetro quadrado do piso, paredes, teto e a janela se houvesse alguma ao falar irritada vendo o Mordomo sentado só observando enquanto bebia algo em uma xícara. - Bem que você podia dar uma forcinha aqui... - Onde ele ajudaria após dar um leve tapa na própria testa e reclamar um pouco, dando um leve sorriso irônico no final. - Droga, esqueci de ficar invisível. Tá... Eu ajudo... É como eu disse... Uma verdadeira líder... Hahaha... - Terminando com isso, analisaria bem mobília e os objetos como o vaso ou pia, procurando por qualquer coisa que pudesse utilizar para sair da cela como por exemplo uma barra que poderia utilizar de alavanca para estourar alguma parte comprometida da grade ou coisa do tipo, apenas parando quando percebesse que seria fisicamente impossível sair da cela dessa forma por ser tudo perfeito e a prova de fugas.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySex 03 Jul 2020, 15:04


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Naquele momento a capitã esperava ter ouvido algo diferente, mas é… Ela não deveria ter esperado mais do calango nervoso do que apenas falácias… Era penoso para ela na real que uma pessoa jovem tivesse sofrido esse tipo de pensamento simplório, ela se questionava o quanto um interrogatório seria importante para amanhã. -Mas assim, sabe que o banco é usado por civis comuns né?- por que de fato era…

Ela simplesmente não sabia se a ruiva tava tentando ser engraçada ou o que era, só que parecia ser ingênua… Mas isso não era problema dela no fim, ela já tinha se arrependido de perguntar quando aí sim a história mais longa começava, o que era realmente algo que ela prestava atenção, até ouvir a parte de “Rainha dos piratas” Katt começava a gargalhar, mesmo que sem querer - HAHAHAHAHAHA Rainha dos piratas? Serio? Não me leve a mal, não estou zombando dos seus sonhos. Mas é ingenuidade não ter se preparado para o pior pensando tão grande.-e ela olhava pra a mulher com um olhar que tentava ser intimidador..

Mas a capitã que tinha olhos de predador naturais em sua face pouco ligava para aquilo apenas comentando. -Que foi? Cara feia pra mim é fome… Olha só eu não vou zombar do que você deseja, mas deveria ser realista com a sua força e seu estado.- ela comentava saindo dali e fechando a cela .-Há, amanhã é o interrogatório.- e se retirava dali, deixando a garota sozinha para poder dormir ou fazer o que quisesse.

Na cela do lado ela podia ouvir um barulho, era uma voz diferente que se comunicava com ela, de alguém desconhecido. - E aí ruivinha, cê fez o que pra ser presa?- era de uma moça que tinha um tom bem doce e convidativo, ela apenas parava ao lado da cela olhando meio de canto pelas grades.

Já o guarda começava a passar patrulhando as celas, enquanto ela tentava puxar esse assunto, se ria perguntasse de volta ouviria ela dizendo. -Eu meio que roubei muito, matei muito, e acabei sendo condenada aqui também hahaha, mas eu to bem, acho que minha jornada chegou no fim.-E nisso o guarda chegava colocando o pratinho por baixo das celas, era a hora da comida da tarde.

Era algo simples, era uma sopa bem feita de carne cozida, com dois ovos cozidos também que eram bem fortes, poderiam ser bons para pessoas querendo recuperar as forças. No geral a cadeia ali parecia decente, tinha uma beliche e o colchão era até confortável ali.

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As motivações do inimigo eram realmente as mais estranhas possiveis, mas seja como for ele escolhia por deixar o garoto vivo, retomava seu disfarce para que ninguem pudesse ver ele e desejava boa sorte jogando os pés para Tusk que segurava e via o rapaz flutuar de um barco pra outro já com a face reformada.

O barco onde o cara das sombras ficava era deixado para trás, e Gregory podia ver que ele tinha começado a afundar. E o garoto começava a gritar. -EEEEIIII PERA AÍ SINHOOO O BARCO TA AFUNDANU NUM SEI NADAR!!!- comentava ele gritando em desespero.

As flechas explosivas agora estavam cobrando da resistência da embarcação que foi completamente fodida. O barco ia afundando e afundando, mas eles não chegavam a ver o destino pois o processo era lento. As palavras de gregory no entanto animavam o gado. -É serio isso? Perfeito eu posso mostrar pra vocês minha maneira especial de abrir garrafas. Vocês vão curtir.- E assim enquanto o cozinheiro animado se preparava para fazer os bagulhos dele, apesar de ainda amarrado…

Tusk se aproximava de Gregory que questionava sobre as vontades de Tusk de manter o barco. -Não seria má ideia viu, por que meu barco foi caro, mas dá pra vender esse também- e quando o garoto Gregory falava ele então dava um sorrisinho de leve.

Ele sabia uma coisa que podia ser util, a primeira delas, ele tirava um log calibrado pra utopia. -Pra voltar pra lá eu consigo dar um jeito, achei esse na cabine de comando, tem mais coisa lá, mas quanto a encosta, eu vou te mostrar um lugar interessante pra a gente aportar. Quando tu vir a ilha se aproximando eu te mostro a rota.- Ele dava uma piscadela e um sorriso de canto de boca.

Ele então comentava sobre algo que ele tinha ouvido do garoto, falando na orelha de gregory baixinho., enquanto o cozinheiro se debatia no chão tentando se mover pra cozinha usando a força do queixo. -O moleque é podre de rico, ele tem uma doca particular, e ele tava me contando disso, se a gente ajudar ele a conhecer a morena dele sabe o que isso significa?- falava o pescador claramente bastante feliz com a ideia de ter um lugar onde aportar diferente do habitual.

Mas não só isso ele pegava ali mais uma coisa que ele tinha recebido, era uma informação escrita. -E olha só, o moleque não ta mentindo, aqui o selo dele, é realmente de civil rico hehehe- ele mostrava um selo de carta que geralmente se coloca sobre ela para indicar a procedencia da paradinha, ele tinha o marcador de selos no caso.

No fim da conversa ele desamarrava o garoto e comentava que era um incoveniente e ele gritava. -Finalmente livre!!! Vou ser feliz!!!- por fim saia correndo até a cozinha pra fazer o que mais gostava, e com o sussuro pra tusk o pescador falava “Pode dexar” e ia pra perto dele na cozinha.

Gregory ajustava o curso tranquilamente, e começava a jornada de navegação enquanto buscava por mapas, canetas e essas coisas, ele tinha ali o mapa basico que mostrava a rota pra utopia, e duas canetas tinteiro, além de uma luneta quebrada. Mas no geral era o suficiente.

Quando ele chegasse lá fora denovo veria que o Cozinheiro já apresentava seus pratos, tinham duas barcas de sushi prontas, e também alguns temakis que cheiravam muito bem, ele pegava 3 cervejas de vidro e levantava pro alto falando. -Rapazes olhem minha habilidade especial para abrir garrafas.- E então ele apontava apenas o dedo indicador para a boca das garrafas desferindo um ataque extremamente veloz com o dedo, que lembrava uma bala.

E isso cortava com perfeição a boca das garrafas parecendo até um corte industrial, ele era um mestre naquilo claramente… Uma habilidade que ele demonstrará só agora, e então colocava as garrafas na mesa falando. -Legal né?

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySex 03 Jul 2020, 17:20


Minha mente estava a mil e a adrenalina se recusava a cessar seu efeito em meu corpo, e segui assim até que meu comparsa de navegação trouxe boas noticias. Nesse momento sumia o peso sobre os ombros que se perdurou desde o trauma que tive em ficar completamente perdido em meio à cúpula de sombras. Me permiti sorrir com a mesma alegria que um náufrago recebendo um cobertor depois de seu resgate. E, com isso, joguei fora todos os planos complicados de navegação e me permiti relaxar em meio a meus afazeres.

Após achar aqueles itens básicos, usaria as informações das cartas de navegação para corrigir o curso da embarcação rumo à Utopia. Guardaria a luneta quebrada, canetas e papeis dentro de minha mochila julgando que poderiam ser úteis mais tarde. E então ao sair me depararia com a cena do cozinheiro exibindo seus pratos. Não poderia deixar de me sentir hipnotizado com a chance de comer bem depois de tanto tempo em alto mar.

A tentação seria tanta que até esqueceria de vasculhar os corpos para já me dirigir até o banquete. - Que incrível! - Me aproximaria batendo palmas diante da demonstração de sua habilidade peculiar. - Como faz isso? - Perguntaria, instigado tanto pela curiosidade quanto pelo medo de ser alvo daquilo. E depois de perguntar isso já provaria um dos sushis - Com certeza é o melhor que já provei... - E comeria mais um. Mesmo se a comida fosse suja ou feita com carne de rato, há melhor tempero do que a fome e a gentileza de um bom cozinheiro?

- Mas então... Vamos continuar a comer e celebrar lá dentro da cabine do navegador. Temos que acompanhar a trajetória da viajem. - Declararia, contendo a vontade de me empanturrar com a comida. - Tusk, já fiz um pré-ajuste tomando base nas cartas náuticas. Assuma o timão e confirme se está tudo certo com seu Log Pose. - Daria minhas ordens a ele e, por fim, me afastaria para seguir na direção dos mastros.

Procuraria entre os troncos de madeira aqueles que carregavam as bandeiras do governo ou do banco mundial. Assim que encontrasse subiria até lá por meio de escadas ou, se necessário, me ocultaria atrás da madeira para poder desacoplar os pés e voar até o ponto almejado. Uma vez lá, arrancaria as bandeiras e depois desceria até o convés para jogar elas atrás de caixas ou barris que pudessem estar por ali ou trataria de escondê-las dentro do banheiro caso não houvessem esconderijos ali fora. Seria uma medida para evitar que identificassem a embarcação logo de cara. Mas enfim, depois disso me dirigiria até a sala do timão para prosseguir interagindo com a tripulação.

- Ow Tusk, tu não vai perguntar mesmo por que eu mudei de roupa do nada? - Chegaria falando isso, abrindo os braços para que eles vissem eu de bermuda, camisa regata e óculos de sol, bem diferente de antes que eu só tinha uma calça. - Mermão, se eu contar vocês não vão acreditar. Vão achar que criei minha própria história de pescador agora que sou um. - Me aproximaria dos pratos para pegar mais um aperitivo e continuar comendo enquanto falava.

- Tudo começou lá na luta com o navio fantasma... - Começaria a contar mas logo faria uma pausa, imaginando que só por essa introdução a história já era difícil de digerir. - ...Do nada me vi num novo lugar: Uma praia paradisíaca! Cara, tinha gente de todos os lugares do mundo que também foram para lá do nada, incluindo a mais belas moças dos quatro cantos do mundo. - Acenaria com a cabeça para reafirmar meu conto enquanto tomava uns goles da cerveja para ajudar a descer pela garganta mais um bolo de comida. - Pois é, pois é... O anfitrião nos levou lá para participar de uma festança que duraria três dias, sem pausa. Ele não precisava nem explicar, mal começou a festa e já descaralhei... Aproveitei tudo que tinha e mais um pouco, cheguei até a me travestir para... - Nesse momento até eu riria um pouco com a situação absurda que criei e, dessa forma, deixaria a frase inacabada para eles tomarem conclusões errôneas. - Não é o que estão pensando. Eu me travesti para me infiltrar entre as moças. Quase deu certo. - E então explicaria o mal entendido.

- Mas o ponto alto ainda estava por vir... Depois de receber tantos foras achei que sairia de mãos abanando, mas foi nos quarenta do segundo tempo que surgiu a oportunidade. - Pausaria para beber mais um gole da cerveja, deixando que minha mente revivesse tal memória junto à felicidade liquida da bebida. - Acabei deitando acompanhado por três mulheres. - E a história chegaria ao ápice do absurdo.

- Num tô falando, rapaz? É verdade verdadeira. - Diria caso duvidassem.

- E depois que os três dias se passaram voltei pra cá como se nada tivesse ocorrido. Trouxe comigo só as memórias e as coisas que peguei por lá... - E mais uma vez beberia um gole de cerveja, usando a alegria líquida para amenizar a melancolia. - ...Acho que só superei o navio fantasma graças a essa inspiração... É por isso que temos que ajudar o Erick a encontrar a morena dele. É ou num é? - E brandiria a cerveja, celebrando o amor do cozinheiro.

Após terminar de contar esse conto, gargalharia um pouco para externalizar a alegria. Algumas almas partem de um jeito e retornam completamente mudadas, essa é a beleza da navegação. Uma viajem que se daria apenas para resgatar uma mão perdida acabou se tornando uma aventura memorável para mim.




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Última edição por Wander em Sab 04 Jul 2020, 16:03, editado 4 vez(es) (Razão : Histórico)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 9 EmptySex 03 Jul 2020, 21:01

Nova Aliada?! Prison Part 2!

Sentada no chão e escorada na parede com a cabeça levemente abaixada de olhos fechados estava descansando um pouco, isso até escutava aquela doce voz e não resistia ao abrir os olhos e levantar a cabeça, apesar de não ver nada naquela cela vazia além do Mordomo que dormia no chão de lado. Não sabia ao certo quem era, mas tirando aquele churrasco que mais parecia um sonho, já fazia um tempo que não tinha uma conversa com alguém diferente.

“Quem será? Só espero que não seja algum outro fantasma vindo me assombrar, o Mordomo ali já é demais.” Nesse instante o Mordomo coçou o traseiro por cima dos trajes finos, parecia estar em um sono pesado apesar de tudo.

Mesmo sem saber ao certo se a garota era ou não real, onde a segunda opção era bem possível dado o cativeiro em que eu me encontrava, não era como se aquilo fosse fazer diferença na situação em que eu estava de toda forma, então a responderia normalmente como se fosse apenas mais uma presa mesmo. - Hum... Eu sou uma pirata procurada e roubei um banco hoje, mas acabei esbarrando com a capitã e ela me prendeu, acredita nisso? - Para então concluir com algumas perguntas estando bastante curiosa em escutar as respostas. - E você? O que houve? -

Escutava atentamente o que a garota tinha a dizer, mas não ficava nem um pouco surpresa, ela parecia ser só mais uma em meio aos criminosos da uma prisão qualquer, aparentemente não tinha nada de especial nela, ao menos até sua última fala que acabava me despertando um déjà vu. “O jeito que ela fala… É igualzinho as pessoas que eu tirei do farol, é como se ela tivesse perdido a vontade de continuar e desistido.” Não gostava de ver ninguém naquela situação, nem mesmo uma completa estranha como ela, afinal, talvez as pessoas que ela matou e roubou merecessem isso.

Foi nesse instante em que deram um pouco de comida, não era como se eu estivesse com muita fome já que até pouco tempo atrás estava em um enorme churrasco, mas mesmo assim, era meu prato favorito, sopa, então pegava o prato e ficava o encarando por alguns segundos até falar com a garota que estava na outra cela ainda encarando o prato. - Acha que tem chance disso estar envenenado? Talvez alguma droga que me obrigue a falar no interrogatório ou algo do tipo.  -

Escutaria a garota para ver sua resposta, sendo que se ela achasse que sim, apenas deixaria o prato no lugar em que o marinheiro deixou para que ele recolhesse depois, agora se ela achasse que não, como tinha um vasto conhecimento sobre venenos e componentes químicos sendo uma cientista, examinaria a comida ao sentir seu cheiro, balançar o prato para ver a textura e jogar um pedaço de carne se avistasse um rato ou coisa do tipo para ver se a criatura resistiria por alguns segundos após comer do alimento. Se parecesse tudo bem, começaria a comer da sopa aos poucos já tentando estreitar meus laços com minha companheira de bloco de celas ao falar amigavelmente. - Meu nome é Fanalis B. Ria, e você? Como se chama? -

Continuaria com a conversa para ver sua resposta apenas por mera curiosidade. - Você acha mesmo que a prisão é game over? - A escutaria enquanto comesse se é que estaria comendo até que a garota terminasse de falar, sendo que quando o fizesse, viraria tudo que ainda tivesse no prato e o jogaria onde  marinheiro o deixou ao concluir falando para a garota com convicção de minhas palavras. - A gente vai se ajudar e dar um jeito de sair dessa, eu, você e meus companheiros, Boujin e Yue, vamos sair dessa todos juntos! -

Veria a reação da garota a consolando se ela se recusasse a acreditar ao tentar a acalmar de forma simpática, apesar de não ter ideia de como faríamos para sair daquele lugar, afinal não é todo dia que um ciborgue chega explodindo o navio de transporte. - Vai dar tudo certo, é só confiar em mim. - Independentemente do que ela falasse, me despediria, não tinha muito o que fazer naquela cela e provavelmente teríamos tempo de sobra para conversar. - Vou dormir um pouco, depois a gente se fala, boa noite aí. -

Nem sabia se era noite mesmo, apenas me deitaria na cama olhando para o teto enquanto imaginaria ansiosa como seria o tão falado interrogatório por alguns minutos, até que fecharia os olhos e tentaria pregar no sono para que chegasse a hora do mesmo. Assim que eu fosse chamada, me levantaria animada para mais um dia. - Yup. Bom dia, tavam demorando. - E deixando o Mordomo na cela dormindo, seguiria quem fosse me chamar sempre de cabeça erguida, mostrando um ar confiante e mantendo um leve sorriso no rosto, feliz por não ter ocorrido o pior com Yue, até o lugar onde fossem ser realizadas as perguntas, sendo que se visse Boujin ou Yue no caminho, tentaria dar um sinal de positivo com o polegar para que meus companheiros soubessem que o plano de resgate e fuga já estava em andamento, por mais que ainda não tivesse nada em mente. Chegando na sala, antes de me sentar, questionaria quem tivesse me guiado com algo que já estava começando a me incomodar um pouco, apesar de continuar mantendo o bom humor. - Será que vocês não tem algum uniforme de prisioneira aí? Eu vou acabar passando frio se ficar andando só de biquíni por aí. - me sentaria para escutar as perguntas que fossem ser feitas e as responder apropriadamente.

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