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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Island End! Goodbye Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Island End! Goodbye Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyTer 02 Jun 2020, 03:14


E então minha instiga de suspense era retribuída com o silêncio do pescador, que processava aquela revelação por alguns instantes. Quando ele abriu a boca para falar, entendi o por que disso. Esse homem era como tantos outros e, não muito diferente dos habitantes das ilhas mais pacatas dos blues, seu conhecimento de mundo era limitado.

Reagi a isso com mais uma leva de gargalhadas, usando seu bom humor para animar a viagem. E assim me senti inspirado em retribuir essas boas risadas com uma cena espantosa - Pois você vai ter mais uma história de pescador para contar... - Puxei o braço que carregava a prótese para fora da empunhadura do timão e então prossegui, deixando apenas a mão destra conduzir a viagem. - Veja, tem algo que até mesmo o mais poderoso dos homens tem dificuldade em fazer. E isso seria... - Disse enquanto erguia meu braço esquerdo a minha frente. - ...Lamber o cotovelo! - Dobrei o braço e deixei minha língua para fora de minha boca, aproximando meu rosto na direção do cotovelo.

- Mas com meu poder... - Uma seção surgiria em meu cotovelo, deixando que ele se desacoplasse. Com isso eu teria a liberdade de fazer esse fragmento voar até a ponta de minha língua. - ...Isso se torna simples. - E então conduzi meu cotovelo de volta para seu lugar e retomei a postura diante do timão, com ambas as mãos no volante.

E assim seguimos viagem até nos encontrarmos diante da figura daquela embarcação enorme. Com a aparição inesperada de um gigante daqueles, não pude evitar sentir um frio percorrer minha espinha enquanto uma expressão mista entre medo e espanto se formava em meu rosto. Mas logo pigarrearia e respiraria fundo para retomar a calma e dar minhas ordens como um capitão.

- Apague as velas. - Com palavras breves e esclarecedoras, faria meu primeiro pedido para meu tripulante. E, assim como ele, buscaria apagar as fontes de iluminação que estivessem ali por perto. Com essas ações, meu objetivo seria manter a embarcação mais discreta em nossa aproximação.

- Não é minha embarcação, mas sinto que meus tripulantes estão lá. - Sussurraria para o homem morsa. - Não reconhece o navio? Talvez sejam pescadores de reis do mar, assim como você. - Essa era uma das milhares de opções para a natureza da tripulação que surgia em minha mente, e era a que eu trazia a tona talvez por minha esperança de não encontrar sujeitos problemáticos por ali. - De qualquer forma para passar pelo bloqueio precisamos levar de volta alguma pescaria, certo? Vamos nos aproximar com discrição e então vou tentar me infiltrar lá dentro.

Ainda no timão buscaria uma aproximação discreta do casco da caravela. Para isso, me deslocaria rente às ondas para que, por mais pequenas que fossem, me dessem uma cobertura parcial contra a detecção visual. Além disso, vasculharia com o olhar as amuradas e o que quer que fosse possível enxergar naquele navio em busca de encontrar oportunidades de me aproveitar de pontos cegos causados por obstáculos como, por exemplo, a própria amurada ou amarras das velas.

Enquanto pilotava o navio nessa aproximação, eu aproveitaria a calmaria dos ventos antes da tempestade para fazer um reconhecimento por alto: Desacoplaria um pedaço de minha cabeça que carregasse um de meus olhos e o faria voar para cima até que eu conseguisse ter uma visão privilegiada do que poderia encontrar no convés. Buscaria me informar da quantidade de pessoas, o que carregavam ou o que faziam, pontos discretos para uma invasão e, quem sabe, também buscaria por rastros de minha mão ou de Alex. Em minha espionagem a medida que pingos de chuva fossem caindo nesse olho piscaria ele varias vezes e faria o pedaço se chacoalhar para se secar. Se o vento começasse a ficar forte ou estivéssemos próximos demais da embarcação, conduziria o pedaço de volta a seu lugar.

Caso a aproximação se concluísse com sucesso, se iniciaria a etapa de infiltração.- Você tem corda? - Perguntaria para Tusk, procurando por esse objeto. Se ele conseguisse me arranjar isso, minha invasão seria facilitada. - Se der errado por favor pegue meus pés de volta... - Desacoplaria ambos os pés e amarraria firme eles dois com as cordas e depois voaria com o corpo até alguma entrada no casco da embarcação ou, em ultimo caso, flutuaria até algum ponto discreto no convés. Durante o voo deslizaria a mão pela corda, assim carregando ela comigo para não deixar os pés para trás. Enfim, após voar até minha entrada e garantir ter algum apoio para dispensar a necessidade do voo, puxaria os pés até mim com a corda para pôr eles de volta em seus devidos lugares.

Mas na hipótese de não ter corda, minha primeira ideia para entrar seria buscar pela extensão da embarcação por alguma fenda como, por exemplo, as portas de canhões ou quaisquer adornos que o navio tivesse. Caso avistasse essa entrada oportuna, buscaria agora meios de chegar até ela como cordas ou escadas. Se encontrasse algo assim, aproximaria a embarcação dali e então tentaria subir por essa rota de invasão.

Minha segunda ideia seria usar meus conhecimentos físicos para analisar a altura da embarcação e a força média de meus arremessos. Com um cálculo de impulso e de trajetória de lançamento eu buscaria ter uma noção das chances de eu conseguir arremessar meus pés para o convés da embarcação. Se fosse possível, tentaria mirar em um ponto que eu havia considerado ser mais discreto com a analise anterior do olho desacoplado. Quando os pés pousassem na amurada eu seria capaz de voar até alcançar o piso da caravela e assim faria.

Se nenhuma dessas ideias se mostrasse ser plausível em meu julgamento inicial, eu apenas continuaria contornando a embarcação em busca de oportunidades de entrada. Esse tempo também seria utilizado para eu pensar melhor usando as informações que eu adquirisse em minhas analises anteriores.

Na possibilidade de eu conseguir invadir o navio misterioso a primeira coisa que eu faria seria me mover cautelosamente para me manter o mais silencioso possível e então buscaria me esconder entre os elementos do cenário. Lembraria também de reacoplar possíveis pedaços que eu tivesse separado antes. Enquanto oculto, ouviria o que se passava pelo ambiente e buscaria encontrar informações que pudessem me ajudar a entender a situação.

Caso detectado, focaria em evitar ataques reflexivos por parte do tripulante: Esquivaria de possíveis investidas inimigas ao contrair meus músculos de forma que meu corpo se movesse para fora da trajetória de tal ataque. Ao notar que uma esquiva curta não seria o suficiente, estenderia tal defesa ao me impulsionar com um salto para longe de meu agressor evitando tanto sua ofensiva quanto seu alcance de ataque. Faria isso até que ele se cansasse ou desse espaço entre suas investidas.

- Calma lá, o ser humano já passou da era da barbaridade. Vamos conversar como homens civilizados? - E a lábia seria minha terceira camada de defesa.

Havia também a chance de uma infiltração não ser necessária, principalmente se Tusk reconhecer a embarcação como amigável em uma segunda analise. Nesse caso eu deixaria as coisas fluírem até que eu me visse em uma situação que me colocaria na necessidade de agir ativamente.

Histórico:
 


Última edição por Wander em Qua 03 Jun 2020, 04:50, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyTer 02 Jun 2020, 20:59

Fuga! Invasão de Marines!


Para quem achava que a fuga seria a parte mais tranquila, eu estava tendo uma surpresa atrás da outra, quer dizer, quem seria o próximo? Um almirante saindo de algum beco? Olhava para as minks gato, o atirador, o espadachim, o mascarado que tinha feito algo estranho e não teria outra reação senão franzir as sobrancelhas dando um sorriso sádico já pronta para o combate eminente enquanto pensava em formas de sair daquela situação repentina e bizarra. Tudo que via era o Mordomo com a mão no queixo encarando o espadachim pelo lado e dizendo em seu tom calmo de sempre com um sorriso despreocupado.

- É... Não achou que seria fácil, não é mesmo Senhorita Ria? -

“Cala boca Mordomo... É isso, esse definitivamente é o pior cenário possível! Totalmente diferente dos dois marines cegados pelas minhas bombas que eu esperava encontrar, o que diabos aconteceu com Boujin? Nem pra dar um aviso, será que caiu no sono durante esses 5 minutos? Estranho, ele não é disse, pelo menos acho que não capturaram ele.”

Só tínhamos uma opção diante daquela situação e era com certeza sair dali e contar quanto dinheiro a gente conseguiu no roubo. Com o bloqueio do espadachim, apenas dispararia com minha arma de surpresa tentando o atingir já que provavelmente ele não esperava por um rifle embutido em minha foice onde tentaria o atingir onde conseguisse já que a lâmina estava sendo parada. Onde aproveitaria a deixa do disparo para me distanciar alguns metros dele indo em uma direção que permitisse que eu me posicionasse de forma que o espadachim ficasse entre mim e o atirador ao longe agindo como uma espécie de escudo humano, mas sem me aproximar dos marinheiros que tinham comido poeira, tudo que precisava era de alguma distância para meu próximo ataque.

Assim que me distanciasse contaria mentalmente dois segundos e saltaria na direção do espadachim mais uma vez ao utilizar minha cauda como um dos propulsores além de minhas pernas para conseguir ainda mais velocidade, além de suprir a dor que sentia na perna que havia ferido e ainda me incomodava um pouco, mas sabendo de sua arma, focaria mais em ataques de longa e média distância. Onde conforme me aproximasse daria um mortal seguido por uma pirueta onde realizaria três disparos na direção do espadachim e posicionaria minha arma de forma que os adornos dela se encaixassem no pescoço do espadachim ao dizer - Shinigami... – Sendo que completaria a frase logo em seguida – REVERSE! – Já fazendo força contra o corpo do marinheiro para o lançar na direção de alguma das minks gato ou mesmo das duas ao mesmo tempo se nossas posições permitissem isso.

Se meu golpe não tivesse dado certo, mais uma vez partiria para cima do espadachim caso ele já não estivesse perto, sendo que dessa vez rotacionaria minha arma na vertical tentando o atingir com um corte de baixo para cima de sua cintura até o ombro. O fato é que já estaria irritada por estarem tentando atrapalhar meus planos, então não pegaria leve com ninguém que ficasse em meu caminho, até mesmo resmungando com os marinheiros em tom de descontentamento.

- Morram logo malditos! -

Se ele bloqueasse meu ataque novamente, utilizaria dessa chance para soltar minha arma com a mão direita mantendo-a apenas com a mãos esquerda e auxiliando com minha cauda para que não perdesse força. Com a mão direita daria tentaria dar um soco em sua face, onde tudo seria uma espécie de finta já que sabia que a reação natural dele seria tentar se esquivar do soco como sua arma estaria ocupada bloqueando minha foice, no momento em que ele fosse tentar se esquivar liberaria a lâmina escondida de minha manopla ao tentar um corte horizontal no pescoço do homem.

Talvez o espadachim fosse tentar me atacar, por isso tentaria jamais aproximar meu corpo do dele com exceção de quando fosse o atacar com a lâmina de minha manopla. É claro que se ele fosse tentar me atingir desviaria ao saltar para trás desde que houvesse para onde ir, sendo que em outros casos pularia por cima dele dando um mortal onde deixaria o cabo de minha arma entre mim e ele para evitar possíveis ataques contra mim durante o salto, além de utilizar minha cauda contra o próprio corpo do homem que seria o apoio que utilizaria para mudar a trajetória de meu corpo.

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Durante toda a luta contra o marinheiro espadachim faria de tudo para evitar contato com qualquer outro marinheiro, principalmente o mascarado que tinha algum poder estranho sempre me distanciando e tomando cuidado para não conseguirem mirar em mim ao me manter constantemente em movimento e deixar o espadachim entre mim e os outros para bloquear a mira de suas armas.

Caso em algum momento percebesse que alguma das Minks estavam tão distraídas com Yue ou o Macaco que não estavam prestando muita atenção em mim, por mais que isso fosse difícil de se fazer dada a minha intrigante presença, em silêncio e de forma fria por não me importar muito com a vida de marinheiros, realizaria um disparo com a minha Crescent Rose na cabeça da Mink distraída, tentando a derrotar antes mesmo que percebesse meu ataque.

Shinigami - Reverse:
 

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

Crescent Scythe-Umbrella:
 

Infinity Gauntlets Scythe:
 

Crescent Rose:
 


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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyQua 03 Jun 2020, 14:04

Deja Vu!
I've just been in this place before
(Higher on the street)
And I know it's my time to go
Calling you, and the search is a mystery
(Standing on my feet)
It's so hard when I try to be me, woah
Whooooaaa!!

A ruiva agia de maneira rápida e sem esperar muito usava de sua vantagem a arma escondida que simplesmente disparava uma bala contra o espadachim, que em sua mente estava desprotegido, mas logo ele puxou sua segunda espada em um saque rápido onde não apenas ele bloqueou a bala…

O homem partiu a bala ao meio naquele momento. Dando dois passos para trás e largando a força do bloqueio de uma única vez, onde ele usava de sua capacidade de acelerar e rapidamente desferia um golpe na ruiva dizendo. -SaMbO sTyLe: Gemini Slash- a garota via as duas lâminas começando então pegando fogo, e o homem desferindo um corte duplo bem ao centro do corpo dela passando por sua lateral direita e deixando um X na barriga dela.

O X começava pouco abaixo dos seios e ia até perto da virilha. O golpe não apenas tinha machucado, mas queimava um pouco a região, e a dor era grande. Por sorte sua habilidade regenerativa iria lhe ajudar posteriormente. Mas mesmo sentindo o sangue descendo e a dor das queimaduras, ela ainda enxergava uma brecha.

Assim, Fanalis saltava para o alto executando sua tecnica pegando com a foice e lançando o inimigo para trás num angulo perfeito onde ele acertava as duas minks as afastando para trás. O Macaco e Yue vendo a oportunidade já começavam a avançar para fugir dali também junto da ruiva.

Havia sido uma troca de golpes francas, mas a sorte ainda estava do lado da ceifeira, pois nesse momento ela quebrou o óculos do marine que logo falava. -Meu óculos, meu óculos, eu não enxergo nada sem eles.- e ele pegava os oculos sem lentes no chão e colocava de volta no rosto.

Ele então respirava mais aliviado. -Bem melhor, bem melhor...- Mas ele tinha perdido tempo fazendo isso, e mesmo as minks acabaram por demorarem para se reerguer o que gerou um bom momento para que a nossa Axolotl que podia avançar agora livremente pelo caminho.

Naquele ponto ela podia ver que alguns atiradores que vinha de outras direções miravam nela, inclusive o Sniper que anteriormente escolheu por algum motivo não atirar, ele ia andando por cima das casas e entre os becos saltando e correndo com a mira pronta para atirar.

Yue e o Macaco iam se preparando para fugir também, não valia a pena esperar o homem se levantar, afinal ele parecia perigoso já que suas duas espadas pegaram fogo de repente.



I don't believe in no devil
'Cause I done raised this hell
I've been the last one standing
When all the giants fell

I won't shiver
I won't shake
I'm made of stone
I don't break

O pescador tinha ficado interessado, e levemente surpreso, o poder parecia util, principalmente para os dias solitários no barco, afinal era uma habilidade cheia de possibilidades. Seja como for naquele ponto a conversa não se seguia muito.

Mas logo quando o barco tinha aparecido o garoto precisava checar o que estava ali. Ele pedia uma corda para Tusk que procurava alguma e rapidamente trazia para Gregory, que amarrava bem seus pés e começava a flutuar sua parte de cima, onde ele checava o que estava acontecendo.

Ali dentro do barco tudo estava vazio, ou melhor, não tinham tripulantes? Mas quando ele ia se aproximando mais, ele podia notar que tinham sim… Mas estavam mortos, todos em uma gigantesca poça de sangue.

Membros dilacerados, e espalhados pelo barco, provavelmente algo tinha atacado e matado eles por ali… Mas na verdade sua mão não estava ali… Então vasculhando um pouco melhor o barco mais a dentro ele via um cartão que parecia o chamar.

Será que era um cartão com sua mão dentro? Não, era pequeno, mas a sensação era a mesma de se fosse… Desse modo se ele abrisse o cartão encontraria apenas seus dedos ali, e uma carta escrita.

Carta escreveu:
Bem vindo ao Jogo Lâmina Fantasma. Estamos ansiosos para te ver agindo. Se quiser saber o que aconteceu apenas prossiga seguindo o que procura… É interessante sua persistencia.

-Ass: Just Play My Game

Seria um blefe? Uma pegadinha ou apenas havia ali uma mensagem interessante? Bem a saga da mão devia ter o levado pra outra coisa? Como isso podia ter ficado tão complexo, se ele só queria achar o barco? Seja como for agora que ele tinha pego essa parte tão próxima ele podia sentir a divisão... Haviam agora duas partes além dessa separadas, uma parecia seguir para o rumo que ele estava indo, ou seja provavelmente o barco anterior onde ele deixou a mão. A outra ia para mais longe desse lugar.

Então bem… As coisas tinham ficado complicadas de uma maneira exagerada… É, tudo ta interligado, ou não? Quem sabe, nem, eu sei que que eu to fazendo Tusk então vendo que havia grande silêncio na embarcação apenas chamava por atenção do rapaz, ele tinha notado que tava sem sinal de vida lá dentro. -Ta tudo bem aí?- dizia com alto tom de voz.

Feedback/Dicas:
 

ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyQua 03 Jun 2020, 19:27

Fuga! Bater ou Correr em Utopia!


Apesar de estar lutando contra o marinheiro espadachim, minha atenção não tinha saído dos outros que me cercavam, mas não dava para ficar parando e observando tudo que acontecia, de alguma forma tínhamos que sair daquele lugar todos vivos. Ignoraria a dor que sentia com o ferimento causado em meu abdômen e me manteria fugindo em direção ao túnel, não pararia por uma simples picada de mosquito em minha linda pele.

“Acho que eles não vão desistir tão fácil, quem diria que algum marinheiro entre eles ia conseguir me acertar?”

Durante a corrida o Mordomo olhava para meu ferimento e depois para meu rosto dando um leve sorriso sarcástico, o que me fazia franzir as sobrancelhas olhando para baixo e respondendo sua atitude irônica com uma piada rindo no final. – Você fica quieto aí Mordomo, se ainda pudesse morrer, certeza que já ia tá morto seu engraçadinho. Riaahaha. – Ignoraria qualquer comentário de Yue ou o Macaco caso eles percebessem minhas falas com o fantasma e continuaria meu caminho.

Como a qualquer momento o sniper ou os marinheiros podiam começar a atirar, não daria margem para que o fizessem. Começaria a fazer movimentos durante a corrida da forma mais aleatória que conseguisse dando  mortais, piruetas, cambalhotas, estrelinhas e todo o tipo de movimento acrobático que surgisse em minha mente além de não seguir em linha reta variando a corrida indo para diagonal, os lados ou seguindo em frente mesmo. Nesse momento não estaria preocupada com uma performance maravilhosa, por mais que provavelmente fosse ser, estaria mais preocupada em não ser atingida pelo que quer que fosse disparado ou arremessado contra mim.

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Além de não ser atingida, teria a intenção de atacar também, então gritaria para Yue e o Macaco os avisando. – CUIDADO COM OS DISPAROS DELES, NÃO VAMOS PARAR DE FUGIR POR NADA, VOU COBRIR A RETAGUARDA! – Durante o primeiro movimento que fizesse rotacionaria minha Crescent Rose ao pressionar seu botão para destravar seus eixos e a rotacionaria para que ela saísse de sua forma de foice e fosse para sua forma de rifle.

Feito isso conforme fosse fazendo meus movimentos acrobáticos, começaria a disparar contra quem quer que tentasse mirar enquanto corria ou parar para disparar em mim ou meus companheiros dando quantos tiros fossem necessários. Começaria tentando atingir os marinheiros que pareciam ser mais fáceis de serem derrubados que o sniper, mas não deixaria de tentar o atingir também sempre que surgisse alguma boa oportunidade durante meus movimentos, não cessando os disparos e recarregando minha arma sempre que fosse necessário.

Caso naquele início de fuga percebesse em algum momento o acumulo de três ou mais atiradores, ajustaria uma das quatro bombas que me restavam para explodir no tempo que estimasse para que ela chegasse nas pessoas e explodisse, tentando acertar o tempo sempre para mais para ter certeza da bomba não explodir no nada e a arremessaria na direção do grupo esperando que a explosão desse fim neles e até mesmo atrapalhasse os demais sendo que avisaria meus aliados enquanto daria um sorriso sádico. – Outra bomba, fechem os olhos e os ouvidos! –

Outra coisa que faria durante a corrida seria utilizar o cenário em nosso favor, sedo que sempre que aparecesse algum objeto grande ou mesmo de tamanho suficiente para atrapalhar os atiradores mesmo que um pouco, tentaria fazer com que ele ficasse entre nós e eles, além de virar nas esquinas vazias sempre que fosse possível para sair da mira deles mesmo que por um curto espaço de tempo onde avisaria os outros sempre que fosse fazer um movimento diferente do trajeto ao falar. – Por aqui! – No tom confiante de sempre de que sabia o que estava fazendo.

Se durante a fuga visse algum objeto que pudesse arremessar como um barril ou uma caixa, seguraria o objeto com minha cauda sem parar de correr e o arremessaria na direção dos marinheiros tentando atingir e retardar o máximo deles que conseguisse. Talvez tivessem pessoas no meio da rua também, então esperando que marinheiros não atacariam civis, se conseguisse encontrar alguém, seguraria a pessoa com minha cauda e a utilizaria para me defender de possíveis disparos ao deixar a pessoa entre mim e os marinheiros ao pensar.

“Não quero machucar essas pessoas inocentes, mas acho que a marinha não deve querer também, acho que posso usar isso ao meu favor.”

Caso alguém me alcançasse para tentar um ataque, focaria em primeiro sair do caminho da trajetória do ataque ao me mover para o lado ou interromper minha corrida brevemente indo para trás, fazendo o melhor movimento possível. Sendo que se fosse para o lado, logo em seguida miraria na cabeça da pessoa dando um disparo e acertando ou não continuaria correndo, agora se fosse para trás, saltaria por cima do ataque permitindo que a lâmina escondida em minha manopla saísse ao pressionar seu botão ao tentar um corte horizontal na parte da frente do pescoço da pessoa, sempre sem interromper minha movimentação.

Em último caso me abaixaria dando um carrinho para frente sendo que logo em seguida utilizaria minha cauda para ficar em pé novamente e assumir o controle de meu corpo ou saltaria também com o auxílio de minha cauda já que minha perna ainda estava levemente machucada. O importante seria não ser atingida ou impedida de me mover naquele momento, mas se conseguissem me acertar tentaria ignorar a dor e continuar seguindo em frente. Em ambos os casos, após a esquiva ou ser atingida tentaria realizar um disparo com minha Crescent Rose bem na testa da pessoa que tivesse me atacado.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyQui 04 Jun 2020, 03:27


A invasão se completava sem maiores complicações com eu colocando em prática o plano de voar até o barco para depois trazer os pés até mim usando a corda. Ao ter uma primeira vista do ambiente, contrai o rosto em nojo e cerrei os dentes ao me sensibilizar pelo que encontrava. O cenário ali era devastador e sangrento, com cenas que me faziam agradecer por não poder mais ser cortado. As almas daqueles pobres coitados pairavam sobre o navio, limitados a vagar sobre aquela pequena prisão e ainda pareciam consternados pelo fim traumático que receberam.

Como um ato de misericórdia, saquei uma de minhas kunais e imbui ela com energia espiritual a fim de usar minha habilidade de captura de almas. Deixei que quase todos os fantasmas fossem conduzidos para minha lâmina, exceto por um dos miseráveis o qual eu guardaria para ser minha testemunha mais tarde. E depois dessas providencias me senti livre para dar atenção ao lugar que sentia ser a localização de minha mão.

Sem nem me aproximar eu estendi o braço esquerdo e forcei que os pedaços dentro daquele envelope trouxessem o documento até mim. Quando abri, a primeira informação que me atingia era a presença de apenas meus dedos ali. - Mãozinha? O que fizeram com você?- Me coloquei a ler a carta e então, nesse momento, tudo em minha volta sumiu e só existia aquele papel... Para que possa sentir o mesmo peso que senti ao ler aquelas palavras imagine uma imagem minha de costas e vá aos poucos me contornando até ter um ângulo de visão frontal, onde meu rosto estava oculto pelo papel. E então abaixei a mão, revelando olhos arregalados e um rosto esticado por conta da mandíbula caída por trás da boca fechada, tudo isso formando uma clara face de surpresa e apreensão.

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Durante a leitura as dúvidas sobre aquela situação iam se acentuando e ao final da carta um pensamento martelaria com mais força em minha mente - Quem diabos é esse tal de Just, da família "Play My Game"? - Repeti mentalmente o nome que assinava a mensagem, buscando uma forma bem humorada de lidar com aquele mistério. Depois, inclinei a cabeça para o lado tentando imaginar possíveis suspeitos. - O bicho sabe até minha verdadeira identidade... Será que... - Em minha mente surgiram as imagens de Alek e Zóio chorando de rir enquanto me pregavam peças e levei em conta a possibilidade de ser mais uma de suas pegadinhas.

Por fim, deixaria de lado minhas especulações ao ouvir a voz de Tusk se elevar lá embaixo. Seguiria até a amurada onde o navio dele estava e olharia para baixo enquanto balançava o braço para chamar sua atenção. - Tudo certo aqui. - Tentaria dizer isso sem deixar que a voz escapasse, deixando que ele apenas fizesse leitura labial. De qualquer forma, deixaria visível para o pescador um "joinha" com a mão para que ele entendesse que estava tudo sob controle. - Vou continuar explorando. - Apontaria para mim e depois apontaria para trás, na direção do convés. - Faça silencio enquanto isso... - E levaria o indicador esticado até meus lábios para que ele entendesse o gesto de silêncio.

E com isso retornaria até o convés, deixando que meus dedos pousassem em meus ombros como se fossem papagaios dos piratas estereotipados. Aproveitaria para observar os arredores para investigar que tipo de informações poderia encontrar sobre a embarcação. Começaria caçando símbolos nas bandeiras, velas, caixas, onde quer que fosse. Após isso, passaria o olhar pelos cadáveres e também apalparia seus bolsos em busca de uniformes, rastros mais detalhados de como poderiam ter morrido, objetos que pudessem trazer alguma pista e, com um pouco de sorte, algo que tivesse valor para ser saqueado.

Depois dessa vasculha no primeiro ambiente, iria mais além e daria um pouco de atenção à rastros auditivos. Começaria procurando sons estranhos na embarcação, me aproximando de portas e escotilhas. Nessa busca, em dado momento me agacharia e encostaria o ouvido no piso de madeira para ver se notava algum rastro de som de sobreviventes ou qualquer coisa que pudesse instigar alguma curiosidade.

Nessa busca também caçaria por possíveis pescarias nos suprimentos da embarcação para, quem sabe, adiantar essa necessidade trivial por ali mesmo. Também analisaria a sala de navegação, o timão, os mastros, velas e demais equipamentos necessários para a pilotagem do veículo em busca de julgar se a embarcação ainda estava em boas condições de navegação.

Por fim, se tivesse livre, me dirigiria até o fantasma restante e com seriedade o questionaria sobre os eventos recentes naquele lugar. - O que houve aqui? - Seria direto, sem expressar qualquer empatia por sua situação. O fantasma escolheria permanecer em silêncio, talvez por conta do trauma ou porquê estava com medo de revelar o que sabia. Eu me curvaria, aproximando meu rosto do dele e então em um tom ameaçador faria mais uma pergunta. - Cadê o Play My Game, porra?

- Eu num sei, sinhô... - Diria, trêmulo e pálido como uma alma penada.

Enfim, como estava fuçando um ambiente desconhecido havia a chance de encontrar criaturas hostis por ali. Se acontecesse isso, eu reagiria buscando saltar e depois correr para longe tanto da trajetória de movimento de seus ataques quanto de seu campo de ação para me reposicionar em um ponto mais seguro.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyQui 04 Jun 2020, 14:14


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A ruiva ignorava os ferimentos e conversava com seus fantasmas, enquanto Yue e o Macaco olhavam com aquela cara de “É sério mesmo? Agora?” mas pela pressa da situação até ali eles acabavam por deixar pra lá e seguirem fugindo segundo as instruções.

Ria tentava ir passo a passo desviando dos marines, usando os obstáculos ao seu favor. Ela ia passando por árvores pedras e aos poucos ia acertando. Até que em um devido momento um dos marines havia desferido um tiro extremamente preciso.

Dentre um dos giros que ela havia feito sentiu uma picada na perna, bem na panturrilha, mas ao olhar para a perna ou checar veria que não teve ferimento? Sim, talvez a bala não tivesse força para ultrapassar a resistência.

Entretanto o caçador que até agora tinha poupado as balas mirava do teto de uma construção… O golpe dele ia bem nas costelas de ria, a bala simplesmente entrava e prendia. Mesmo com todas as piruetas, o cara simplesmente tinha pego o tempo exato da movimentação, e mesmo com um padrão aleatório de pra onde ir e como girar, todos temos um tempo de movimentação.

Aquela pancada havia feito a garota perder o equilibrio por um breve momento o que abria uma leve brecha para um gatuno de adaga saltar em direção dela para realizar um corte, entretanto Yue, golpeava o gatuno por trás com um giro de corpo, fazendo um movimento 180º e a adaga acertava em um ponto das costas do marinheiro que caia antes de acertar a ruiva.

Yue olhava pra ela seria como sempre porém com leve tom irônico em um sorriso leve. Mas voltando a seriedade dizia .-Tome cuidado alguns deles são perigosos.- e assim voltando a correr Ria via mais outro deles se dirigindo a ela, algo que rapidamente era resolvido já que aparentemente era um random, ela simplesmente saltava por cima do tal e usando a lâmina escondida  finalizava ele.

E depois de algum tempo saltando, pulando correndo, finalmente a Ruiva notava que havia despistado os marinheiros? Isso tava realmente ficando bem estranho no fim das contas…  Bem seja como for aparentemente ela tinha carta branca para poder voltar para o esconderijo ou o que quer que fosse fazer dali por diante. Pois pelo que observava não tinham olhos sobre ela. Talvez tudo só tivesse dado certo mesmo…

Yue com um olhar um pouco preocupado, mas que era disfarçado por sua cara seria falava.- Não ouço nenhum deles, e não vejo nenhum rastro… Acho que despistamos eles aparentemente...- ela também tinha um mal pressentimento, e o macaco igualmente… Mas todos tinham de aproveitar a distância que ganharam para poder sair dali.

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Vendo aquela situação… a surpresa era inevitável… o que diabos poderia ter levado aquele momento? E muitas coisas passavam pela cabeça dele antes que pudesse investigar o navio, até mesmo respondendo o pescador o pedindo para que mantivesse um silêncio por hora… Ele ia buscando pistas, rastros… e bem era até competente na sua procura.

Primeiro a bandeira do barco, ela tinha o símbolo do banco mundial. O que poderia indicar que ali era alguma entrega ou quem sabe algum tipo de movimentação de dinheiro, ou simplesmente transporte de funcionários… Não dava pra ter certeza.

Os pedaços mais inteiros de roupa só mostraram ser algo mais relacionado a um terno ou coisa assim. Provavelmente era algo relacionado ao banco. Pela forma dos cortes ele podia dizer que foram feitos por lâminas, provavelmente Kunais ou coisas assim. Mas alguns foram esmagados por mãos furiosas como manoplas.

Era estranho, mas ao mesmo tempo plausível. Além disso os passos havia afundado pequenos pedaços do barco, que tinham um formato estranho mas ainda mais, o cheiro era metálico… O que passava uma sensação estranha, como se não fossem pés orgânicos, talvez botas de ferro.

Já mais a fundo na embarcação ele podia ver uma dispensa grande, ela tinha um bom estoque, desde peixes, carne seca, até mesmo ingredientes mais complexos, como cuminho, e temperos variados. Seja como for, ele poderia usar. A embarcação estava em um bom estado e no geral, podia ser navegada sim, só iria precisar de uma boa limpeza.

No fim das contas Gregory tinha achado um ser pra interrogar, e ele questionava a seus fantasmas o que poderia ter rolado e onde estava o cara dono da carta. Mas o fantasma não parecia ter nenhuma informação.

No entanto o que era estranho era que naquele ponto uma pessoa saía de dentro do convés falando. -Aí galera obrigado pela carona, e desculpem o incomodo o banheiro ficou meio fedido mas tamo junto...- era um rapaz jovem, provavelmente entre seus 20 a 25 anos.

Ele parecia ter se safado da tragédia na cagada… Literalmente… mas assim que ele focava a visão ele via Gregory e todo o sangue no chão, e os pedaços de pessoas espalhados pra todo lado e até notava pisar num resto de carne..

Os olhos dele se esbugalharam pra fora enquanto ele disparava um grito ensurdecedor. -AHAAAAAAAAAAA- Era um susto fenomenal.

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Depois de tal medo, o garoto já caía pro lado desmaiado. Ele claramente não esperava ver o que viu e o rolo de papel higiênico rolava de sua mão, de certo se ele não tivesse feito as necessidades antes, teria se cagado ali também.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyQui 04 Jun 2020, 20:22

Cala Boca! A Gente Realmente Fugiu?!


Olhava para os lados desconfiada, aquilo tinha sido fácil demais, não esperava que fosse conseguir fugir sem perder pelo menos um ou dois membros do corpo. Então pressionando o ferimento causado pela bala com a minha cauda e ainda tentando ignorar as dores que sentia, continuaria com a fuga ao falar para Yue e o Macaco. – Vamos voltar pra loja de roupas, pelo que eu vi Boujin não foi capturado pelos marinheiros, ele deve estar lá já que é o nosso ponto de encontro. Só não entendi porque ele não deu o tiro de aviso. Tô um pouco preocupada com ele. –

Eu sabia que provavelmente estaríamos sendo seguidos por alguém dada a quantidade de pessoas que estavam atrás de nós, então não pararia de correr por nada. Assim que chegássemos no túnel que dava na loja, colocaria duas bombas no mesmo, deixando uma em cada lado do mesmo mais ou menos na metade do caminho as programando para explodir após 5 minutos e continuaria já que lacrar ele seria a melhor opção para atrasar os marinheiros caso ainda estivessem nos seguindo.

Durante o caminho poderiam tentar nos atacar ou alguma emboscada, então me manteria focada em qualquer coisa que acontecesse em nosso contorno sem perder minha atenção, até mesmo com as brincadeiras do Mordomo que ficava enchendo o saco durante a fuga falando comigo. – Ei, Senhorita Ria... Senhorita Ria... Ei... Ei... – Me levando até mesmo a manda-lo se calar. – Fica quieto Mordomo... Preciso me concentrar aqui... Morto não fala! Riaahaha. – Faria a piada de mal gosto brincando com ele e rindo ao final para que ele entendesse que era apenas brincadeira.

Se desse tudo certo e conseguíssemos chegar na loja de roupas, caso Boujin estivesse lá, correria em sua direção o abraçando sem me importar em o sujar de sangue e falando irritada. – Você quase me matou de preocupação, o que aconteceu? Não deu pra avisar dos marinheiros? – Agora se ele não estivesse lá, procuraria um pouco pelos cômodos e apenas diria para os outros ainda um pouco angustiada. – Vamos ter que esperar por Boujin, não dá pra simplesmente nos desencontrarmos nessa ilha. – Nesse instante o Mordomo viria andando ao falar. - E o Urso, tá se esquecendo do Urso? - O que me levaria a o encarar brava, mas sem o responder.

“Claro que não... O Urso também, ele ainda tá na base das revolucionárias...”

Já na loja deixaria que Yue tratasse de meus ferimentos após cuidar dela mesma e do Macaco sendo que caso as revolucionárias estivessem lá, não daria muita importância, mas ainda sim perguntaria de forma descontraída enquanto fosse tratada. – Me diz, conseguiram os documentos que queriam no QG dos marinheiros? A distração ajudou? E o que tinha neles, hein? Planos pra derrubar o governo? – Estava curiosa por mais que não fosse me ajudar em muita coisa saber daquilo, afinal, acabei arriscando minha vida para ajudar elas.

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Supondo que Yue tivesse conseguido me tratar, meus olhos começariam a brilhar pois me lembraria de que tínhamos conseguido realizar o assalto de forma que perguntaria para eles empolgada. – E aí, quanto a gente conseguiu? Me dá aqui, deixa eu ver. – Só de pensar nas armas que poderia fazer no futuro já me dava uma sensação de êxtase pois ainda não podia fazer nada absurdo já que nunca tivemos uma quantia descente de berries. Vendo o dinheiro sorriria animada e o guardaria na bolsa feliz da vida.

Feito isso, pegaria roupas novas e iria no banheiro tomar um banho e me trocar, a última coisa que queria era continuar suja e encharcada de sangue, então não pouparia esforços para isso. A não ser que parecesse que tínhamos sido seguidos, nesse caso apenas pegaria algumas roupas limpas quaisquer da loja já pronta para dar o fora dali o mais rápido possível e despistar os marinheiros.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptySab 06 Jun 2020, 05:00


Cruzei os braços, respirei fundo e lancei um olhar de ódio na direção da testemunha - Cadê o cara que fez isso aqui, porra!? - Repeti mais uma vez, com uma veia saltando de minha testa por conta da irritação de não obter a resposta que desejava.

- Eu num sei... - Ele respondeu, quase chorando.

- Eu não tenho escolha... - Descruzei os braços para assumir uma posição de reza, com dois dedos da mão direita erguidos como um budista. - UMU BUGA FEI DI TAL, UMU BUGA FEI DI TAL... - Recitei meu mantra para trazer agonia àquela alma para assim coagir ele a dizer o que sabia.

Foi nesse momento que um sobrevivente surgiu de uma das portas, se deparando com a chacina e com meu ritual em andamento. Enquanto ele gritava o observei com olhos arregalados por conta da surpresa, algo que facilmente poderia ser interpretado como um olhar sanguinário de alguém que escolheu seu próximo alvo. O sujeito aparentemente não resistia a visão perturbadora e caía para trás, arrebatado pelo medo.

- Oh, droga. - Interromperia o mantra para poder dar atenção à testemunha que pelo menos não estava traumatizado. - Todo mundo pra dentro, vai vai vai. - Conduziria os dedos que pairavam sobre meus ombros para dentro de um de meus bolsos a fim de evitar outro mal entendido futuramente.

E assim trataria de ir até o sujeito, posicionando a corda em minhas mãos. A primeira coisa que eu faria seria colocar suas mãos para trás para atar elas por ali. Após isso, conduziria seus pés até as mãos e amarraria eles junto das mãos para, dessa forma, deixá-lo imobilizado naquela posição.

Tendo sucesso na imobilização, trataria de tomar providencias para prosseguir minha busca pela minha antiga embarcação. Em primeiro lugar, seguiria até a amurada e gritaria para Tusk lá embaixo - OW TUSQUE!! Negocio fedeu pros tripulantes aqui, morreu vários. Ah, e achei o peixe aqui para nós. Bom, ou aproveitar que já tô aqui para prosseguir a viagem conduzindo essa embarcação... Prefere subir a bordo ou só me seguir?! - Esclareceria a situação para o pescador e esperaria por sua decisão. Se ele optasse por querer subir a bordo, procuraria pelo convés por alguma corda para amarrar no mastro ou em algum apoio firme mais próximo para então lançar a corda até ele. Caso ele tivesse dificuldades em subir, ou a corda não alcançasse até lá embaixo ou nem sequer eu encontrasse uma nova corda eu simplesmente desacoplaria um pedaço de meu ombro e conduziria o fragmento até ele - Segura nisso ai. - E então faria ele voar até o convés.

Faria então os preparativos necessários para colocar a embarcação de volta em movimento, seja puxando a âncora e abaixando velas que estivessem recolhidas. Por fim iria até a cabine de navegação, onde assumiria o controle do timão.

Caso a imobilização do sujeito tivesse dado certo, arrastaria ele comigo quando tivesse que entrar na cabine de pilotagem. Se ele acordasse em algum momento, começaria minha conversa enquanto realizava minhas tarefas. - Calma rapaz, só te amarrei para evitar julgamentos. Não fui eu que fiz isso... - Iniciaria minha tentativa de acalmar ele para poder ouvir sua parte da história. - ...Imaginei que você sim pudesse me ajudar a entender o que houve aqui. O que você viu ou ouviu antes e durante o cagão? - Faria minha primeira pergunta do interrogatório. - Parece que uns morreram de cortes e outros foram esmagados brutalmente... Tem uns indícios de passos pesados o suficiente para quebrar o piso... Sabe alguma coisa sobre isso tudo? - Compartilharia minhas observações para ver se ele poderia contribuir com alguma nova evidência.

Mais uma vez, eu teria que ter em mente a cautela. O cara podia muito bem ter usado a estratégia de se fingir de morto e eu sabia muito bem disso. Por isso, eu estaria atento para a possibilidade dele não ter desmaiado e estar apenas aguardando o momento certo para me pegar de surpresa e dar o bote com ataques em sequencia. Para preservar minha integridade física nesse caso, eu usaria de um salto para me deslocar no sentido do lado que eu julgasse ter espaço o suficiente para não me chocar com obstáculos. Eu buscaria prosseguir pulando em uma movimentação frenética para os lados em busca de dificultar sua mira e assim evitar ataques subsequentes. Se notasse que apenas esses impulsos não seriam o suficiente para me tirar da linha de acerto inimiga eu também moveria as partes alvejadas ao contrair o corpo para fora do perigo.

E, claro, a conversa faria parte de minha defesa. Entre minhas evasivas eu estaria lançando palavras contra os ouvidos do sujeito.

- Ow amigão, que preconceito é esse? Só por que não sou de sua religião você acha que eu fiz isso? Reveja seus conceitos... - Diria, me referindo a cena da realização de meu ritual de tortura de almas. Essa retaliação teria como objetivo fazer ele sentir peso na consciência e plantar a ideia dele estar errado em sua mente. - Sou inocente, só encontrei esse navio à deriva. Por que não cooperamos para entender o que houve aqui? - E com isso buscaria tentar persuadi-lo a me ouvir.

Se conseguisse fazê-lo ficar aberto a uma conversação, faria os mesmos questionamentos que pretendia caso tivesse ele imobilizado.

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Última edição por Wander em Seg 08 Jun 2020, 00:10, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyDom 07 Jun 2020, 14:16


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As coisas tinham dado certo de uma maneira estranha… mas a garota seguia avançando, e ao passar pela porta secreta ela simplesmente colocava bombas na passagem. Duas delas pra ser mais exato. Assim seguia rumo a loja. Ao chegar lá dentro ela procurava pelas revolucionarias ou pelo homem que fazia parte da sua tripulação.

Entretanto eles não estavam ali, o que a fazia ficar mais preocupada ainda. Yue, apesar de não demonstrar tanto ela tinha um olhar um pouco sério e meio perdido o que poderia indicar também que ela se preocupava, ou no mínimo se importava com a situação, mas de modo mais emergencial ela se preparava para tratar os ferimentos da ruiva.

Quando a garota se ajustasse ela pegaria uma pinça e alguns curativos, logo começaria por a única coisa que poderia ser preocupante dado os poderes da pirata que era a bala encravada. Ela removia a bala o que poderia doer um pouco mesmo que ela tomasse bastante cuidado. -Você precisa ser mais cuidadosa nas lutas. Os cortes apesar de fundos, não representam uma ameaça tão preocupante, mas se uma bala fica dentro do corpo é complicado pra que se regenere.- ela passava algum tempo explicando isso, talvez demonstrando sua preocupação com a ruiva.

Já que ela era meio dura e as vezes usar certas palavras não fosse muito o forte dela… Ela passava uma pomada sobre as zonas queimadas apenas para o alivio da dor, que tinha um alivio quase imediato naquele momento. Era o que precisava ser feito. O macaco ficava rondando pela loja de modo insano, ele parecia procurar alguma coisa.

Mas naquele ponto após o tratamento as preocupações da pirata eram outras, seus olhos brilhavam quando pensava que tinham conseguido algo ali naquele momento difícil, e questionava quanto tinham pego. Yue então pegava a bolsa e trazia para que abrissem e olhassem juntos e quando ela abria…

Bem… Havia uma surpresinha nas bolsas… Haviam calcinhas dentro? Sim isso mesmo, eram bolsas com 10 calcinhas cada fazendo volume, todas no valor de 1k cada. Algo que não era com toda certeza esperado, e de onde haviam surgido essas calcinhas? E nesse momento, a face daquele mascarado vinha na mente da Ruiva…

Ela lembraria do momento que as mãos dele brilharam quando passou por ele, ele provavelmente havia substituído os berries por calcinhas, usando o poder de alguma akuma no mi estranha ou algo do gênero. Mas ele não tinha conseguido pegar tudo, havia ainda no fundo das bolsas um pouquinho de berries que quando somassem daria um total de 8.000.000 de berries restantes do roubo.

Além disso havia uma carta no final de uma delas junto ao restinho de dinheiro, e essa carta se a abrissem poderiam entender rapidamente o conteúdo que dizia o seguinte:
Carta escreveu:
Agradeço profundamente por realizar o trabalho duro, cara Ruiva, espero que tenha ficado feliz com sua parte é claro. Nos veremos de novo em breve, se quiser mais venha me procurar e quem sabe possamos negociar.

Ass: Mascara Prateada.

Sim, ela havia sido roubada na cara dura, e talvez alguém tivesse notado isso? Será que por isso os marinheiros voltaram sua atenção pra outra coisa e ela conseguiu sair tão rápida e apressada, ou teria algo a mais nessa historia? De todo modo após esse tempo que haviam levado elas podiam ouvir o barulho das bombas explodindo, haviam se passado os 5 minutos previstos. O que elas iam fazer depois disso? Bem, as coisas tinham chegado em um patamar insano...

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Depois de ter encontrado o sobrevivente maluco o rapaz tomava uma boa precaução para que as coisas não complicassem amarrando as mãos e pernas do garoto antes que algum problema acontecesse. Ele logo convidava Tusk para que pudesse subir ou apenas seguir ele pelo mar e o pescador então falava. -Eu vou te seguindo por aqui, qualquer coisa grita.- falava ele se preparando para começar a mover o barco qualquer hora.

Gregory então ajustava as velas, subia a ancora e preparando tudo ele logo começava a colocara o barco em movimento enquanto o garoto ao lado dele amarrado acordava, ele logo começava a suplicar. -Por favor não me mata não Snif Snif eu sou muito novo pra morrer, por que tu matou eles Snif Snif...- e assim o homem explicava o que tinha rolado…

Ele não acreditava tanto, mas sabia que resistência naquele momento era meramente inútil… Então respirando profundamente o rapaz que sentia o forte cheiro de sangue em suas narinas, o que o fazia varias vezes sentir uma vontade de vomitar por lembrar da cena que viu…

Começava a falar o que ele sabia, ou ao mínimo o que ouviu. -Eu não sei eu fui pra o banheiro e ele fica muito no fundo da embarcação, eu ouvi apenas um tiro, mas tudo foi silencioso tirando isso.- Ele olhava pra cima o máximo que dava mesmo estando amarrado ao chão e parecia tentar lembrar se houve mais algo.

Então ele dizia algo importante para o reconhecimento de um possível inimigo e suas características… -Seja lá quem fez isso, foi rápido e silencioso, de modo que talvez sequer tenha havido luta direito.- eu não consegui sequer acreditar que era possível, os guardas daqui pareciam fortes mesmo viu…

Ele então pensava no que poderia contribuir… Afinal se ele fosse uma vitima inutil… talvez fosse morto mais rapido ou algo assim… Era melhor dizer alguma coisa importante.-Esse barco aqui transportava alguns funcionários do banco, e os guardas eram agentes do governo...- ele explicava isso para talvez ser poupado por ser util de algum modo, o desespero era real na face dele.

Enquanto isso, a chuva começava a ficar mais forte, e ele podia sentir também agora o vento acelerar as coisas, pois vinha a favor da direção que ele rumava, mas, ainda assim, preocupante pela força, os trovões ficavam mais altos, e também era possível notar oscilações no mar, ondas um pouco mais problemáticas se formando.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyDom 07 Jun 2020, 22:27

Filha da Mãe! Ladrão que Rouba Ladrão tem 100 Anos de Perseguição!


Olhava para aquela bolsa e não tinha outra reação senão ficar a encarando por alguns segundos sem entender nada com a sobrancelha direita trêmula e um sorriso sem graça. Nesse instante  o Mordomo que normalmente era mais sério começou a dar uma gargalha em minhas costas, como se tivesse visto algo muito engraçado, nunca tinha o visto rir tanto até aquele momento em que disse ainda rindo. – Isso que dá não querer me escutar... HAAHAHAHAHHAHAHA. Ele te pegou de jeito Senhorita Ria... HAHAHAHA... Te pegou de jeito! –

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Olhei de canto para o Mordomo e saquei na hora o que estava acontecendo. “Máscara Prateada? Então foi isso que aquele cara fez naquela hora.” Tentava dar um soco de lado no abdômen do Mordomo que passava direto com ele se desfazendo como se fosse fumaça ao dizer irritada. – Da próxima fala logo o que quer dizer, eu sei que você tá morto, mas eu não... Não tenho todo o tempo do mundo igual você. Riaahaha. – Daria uma risada não só da minha piada, mas também de desespero, aquele dinheiro que tínhamos conseguido não pagava nem as bombas que tinha usado. Concluiria para que todos escutassem enquanto olharia para o relógio. - Vamos esperar dez minutos para ver se Boujin ou alguma das revolucionárias aparece. -

"Deve ser tempo o bastante para nos aprontarmos antes da marinha achar esse lugar."

Depois de tomar o rápido banho que tinha planejado e me trocar utilizando uma das calcinhas das bolsas inclusive, iria até o Macaco ainda secando meus longos cabelos ruivos ao dizer já mais tranquila. – Macaco, tá tudo bem? Por que tá correndo pela loja seu maluco? Perdeu alguma banana aqui? – Escutaria atentamente a provável resposta sem sentido que ele daria e me dirigiria na direção de Yue, tínhamos que decidir logo o que faríamos a seguir.

Começaria a falar normalmente com minha amiga loira tentando chegar em algum lugar. - E agora? Não dá pra sair da ilha sem Boujin e o Urso... Sem falar que a gente tem que recuperar o nosso dinheiro de alguma forma antes de voltar pra Dream Whater, o pessoal que tava em Wonderful já deve estar lá, nosso barco e nossas coisas também já que ficou tudo com a marinha. – Jogaria a toalha que estivesse usando para secar os cabelos em algum lugar qualquer e continuaria. – Parece que as coisas aqui não têm fim, sempre aparece alguma coisa nova e bizarra pra fazer. –

O Mordomo viria andando por trás de mim até chegar em minha frente ficando de costas para mim e diria com sua voz calma e tranquila de sempre. – Verdade, tudo sempre se complica aqui, essa ilha não parece ser uma Utopia para todo mundo.  – Ele se viraria com o rosto avermelhado, claramente a cara de um tarado. – Exceto em alguns momentos... – Me levando a fechar os olhos franzindo as sobrancelhas e o responder ainda mais irritada que antes. – TAVA ME OLHANDO DE NOVO?! – Já dando um soco em sua cabeça que por mais incrível que pareça acertaria dessa vez, o lançando com tudo na parede.

Me viraria novamente para Yue e continuaria, ignorando quaisquer reações dela ou do Macaco sobre minhas supostas alucinações. – Acho que a nossa melhor pista sobre Boujin é aquele mascarado mesmo, não é como se pudéssemos sair pra perguntar os marinheiros sobre o Boujin e se esse cara tava espionando a gente, deve ter visto o que aconteceu. – Viraria o rosto levemente para baixo ao segurar o queixo com a mão e continuaria. – Mas como a gente acha ele? No bilhete ele disse pra gente procurar, mas não deixou nenhuma pista. –

“Hum... Tudo que a gente sabe é que ele é um tarado e que tem um poder estranho ou é muito rápido ou os dois. Talvez seja conhecido pelos nativos como algum tipo de ladrão ou pode ser que é a primeira vez dele na ilha. Queria achar as revolucionárias, talvez elas saibam de alguma coisa, elas iam atacar o QG, será que ainda estão lá?”

Olharia para Yue e depois o Macaco antes de começar a falar determinada com minha voz naturalmente confiante. – Vocês não se feriram muito, né? Vamos pro QG da marinha, a gente deve achar as revolucionárias por lá ou no caminho, se precisar a gente ajuda elas. Não seria inteligente invadir o lugar sem sinal delas, então se não tiver sinal, vamos ter que perguntar por aí desse mascarado. –

Dito isso, pegaria minha coisas e sairia pela porta da frente mesmo indo em direção ao QG da marinha que nem ficava tão longe assim do banco, já que eu conhecia o lugar de quando estava estudando onde atacar. Tomaria cuidado para que não tivéssemos contato com qualquer marinheiro, indo sempre por ruas que tivesse como nos esconder ou nos misturar sem sermos notados com facilidade, sendo exatamente o que faria além de fazer sinal para os outros fazerem o mesmo até que chegássemos perto do QG.

Chegando lá, observaria a construção para ver se notava alguma coisa como o ataque de revolucionárias tentando roubar documentos extremamente importantes e secretos, já planeando para ver se valeria a pena fazer alguma coisa. Se não estivesse acontecendo nada, iria para o bar mais próximo que tivesse percebido nos arredores, onde entraria me sentando em frente à pessoa que parecesse mandar no lugar e perguntaria. – Já ouviu falar de algum Máscara Prateada? -

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 6 EmptyDom 07 Jun 2020, 23:55


Após tomar conta da enorme embarcação ao preparar ela para se mover, retomei minha viagem rumo ao outro fragmento de mão que eu julgava também estar num navio. Enquanto conduzia o volante, iniciei minha conversa com o rapaz em busca de mais pistas para entender o caso. Em meio a tudo isso, sentia que revisar essa situação em minha mente só me deixava com mais nós na cabeça e mesmo as informações que eu havia obtido me deixavam ainda mais confuso. Com o recado me convidando para "jogar", a cena sangrenta e os relatos da testemunha eu formava um prejulgamento do perfil do sujeito: Sádico, psicopata, letal e furtivo.

Mas no cenário também haviam os rastros estranhos de pegadas em pleno piso de madeira com um aroma metálico. Isso não parecia ser fruto de alguém supostamente silencioso, o que levantava em mim suspeitas que o crime foi cometido por mais que uma pessoa.

- Um rápido e outro mais bruto... Ou talvez seja uma única pessoa com habilidades versáteis. - Pensei me intrigando com tal possibilidade. - Seguindo essa linha de raciocínio, tem duas pessoas conhecidas que podem estar por trás desse jogo. O primeiro seria aqueles homens que conheci em Chaos que me prenderam para chegar até regente da ilha que fora sequestrado, mas que me perderam de vista quando escapei. Já minha segunda suspeita... - E então me vinha em mente a figura da organização onde passou a infância e aprendeu coisas que crianças não deveriam ser expostas. - ...A associação de assassinos. - Ao meu ver eu não possuía negócios inacabados com esse grupo, mas convenhamos que para preencher um grupo de assassinos a chance de algum indivíduo insano estar incluso entre os "alunos" era alta.

Enfim, eu retomaria a conversa depois de um momento de pausa na conversa para eu tomar nota mental de minhas ideias.

- Escuta. Como parte dos tripulantes morreram de cortes letais e outros foram esmagados brutalmente eu acredito que o cenário mais provável seja de que foram dois ou mais criminosos que fizeram o serviço. - Diria, implantando em sua mente essa possibilidade para dar-lhe mais um motivo para deixar de me temer mesmo que com razão. - Eu vou te soltar, mas só se terminarmos nossa conversa. - Mas claro, deixaria ele ainda sentir o gostinho do medo para não tirar-lhe o combustível da sua sinceridade. - Quem é você? O que faz da vida e o que estava fazendo a bordo desse navio importante? - Lançaria mais um questionamento e desviaria meu olhar para seu rosto para analisar qualquer indicio de mentira para logo em seguida voltar a observar o mar. Depois de sua resposta, prosseguiria - Está sendo verdadeiro comigo? - Ergueria uma sobrancelha, em suspeita. Usaria apenas umas frase curta, deixando que seu medo trabalhasse sozinho para pressionar ele a revelar tudo o que tivesse. - Vou te levar para Utopia quando minha pescaria estiver acabada.

Continuaria a pilotar a embarcação rumo ao próximo pedaço e durante a viagem estaria atento ao horizonte e aos movimentos das águas para captar sinais de perigo. Para evitar ser pego por ondas enormes ou por águas traiçoeiras que me lavassem ao naufrágio, ao notar a formação ou a presença de tais perigos eu manobraria o timão para movimentar o navio de forma a seguir por uma rota adjacente que contornasse o curso original.

Usaria meu sexto sentido e a visão para notar a minha aproximação de algum lugar onde minha mão perdida pudesse estar largada. Assim que tal ponto estivesse no horizonte, vasculharia os arredores do timão em busca de alguma luneta e, se encontrasse, antes de aproximar mais a embarcação eu usaria o item para observar de perto o que encontraria por lá. Se não encontrasse uma luneta, tentaria analisar usando apenas o olho nu.

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