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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Island End! Goodbye Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Island End! Goodbye Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


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Wander
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySeg 11 Maio 2020, 17:42


A negociação acabava sendo mais produtiva do que eu esperava, pois além dele desejar um valor baixo pelo serviço ainda trouxe a tona uma segunda opção que era justamente o que eu queria arrancar deles anteriormente. - A situação é um tanto quanto urgente, já que os suprimentos podem acabar e há o constante risco do mar aberto... Mas o que disse parece uma proposta interessante. Conte-me mais. - Disse enquanto aceitava a bebida pegando o cálice com a mão direita, mas sem a intenção de beber.

E assim ele trazia à mesa uma proposta de sociedade em um acordo bem interessante. Nesse momento, não pude deixar de lembrar a ideia de produção de drogas que deixei pra trás já que o ambiente perfeito para algo desse tipo seria uma ilha dominada por piratas assim como Chaos. Diante disso, surgia a vontade de revelar minha verdadeira identidade, mas o ambiente ainda é traiçoeiro demais para isso pois, afinal, quem diabos esses caras são?

- Interessante... Eu posso sim fazer esse serviço por você. Mas, dado a minha urgência, peço algum tempo para isso. Primeiro vou tentar convencer o pescador apenas através da grana. - Diria minha opinião, mas já havia entendido que minha visão não valia de nada ali dado o fato de que ele podia muito bem "facilitar" as coisas se eu fosse direto para a missão. Puxando isso ainda mais para o extremo, talvez ele pudesse até mesmo influenciar o pescador a negar o pedido. Bom, só me restava que Alek compreendesse e cooperasse com um aliado em potencial.

Enfim, entregaria os cem mil berries para Alek agir como intermediador e então esperaria pelo pescador para ao menos tentar fazer isso apenas com grana antes de aceitar ir para alguma tarefa arriscada como segunda opção.

- Agora, se me permite...- Assim que o pescador chegasse pousaria a taça de vinho em algum lugar plano ali perto e me aproximaria dele levantando a mão em um cumprimento amigável. - Olá Senhor Tusk. Não sei se Zóio já explicou, mas preciso furar a vigília costeira da marinha para buscar pessoas em alto mar. Ofereço oitocentos mil berries pelo serviço. - Iria direto ao ponto, oferecendo minha primeira proposta.

Se ele não aceitasse apenas com isso, olharia em volta em busca do pedaço de carne que eu arranquei do rei do mar e que, possivelmente, havia trazido até ali. Caso avistasse, chamaria a atenção do mink - Vejo que você é um apreciador da pescaria, certo? Pois veja, tenho uma carne rara das boas aqui. - E mostraria o fragmento da criatura. - É carne de rei do mar. Fui engolido por um deles, mas escapei... Em adição ao pagamento, te entrego esse pedaço agora e posso entregar a localização da carcaça depois do serviço, que tal?

Mas se não avistasse a carne por ali, teria que improvisar. - Sente esse cheiro? Eu tomei banho mas até agora estou com resquícios desse cheiro... É cheiro de rei do mar. Zóio é testemunha de que fui engolido por um. Eis minha segunda proposta: Após o serviço eu te entrego a localização do rei do mar. O que acha?

Se minha lábia e o valor oferecido não fossem o suficiente para convencer o guia, teria que virar para Alek e então concordar com a execução imediata da missão. - Tsc... Tá certo, eu vou atrás da coisa lá. - E me aproximaria do malandro para dar mais confidencialidade às próximas palavras. - Mas se vou me arriscar assim deveria ao menos saber quem de fato são meus parceiros de negócios. Não acha? - E assim tentaria ter certeza de que tipo de grupo eles pertenciam. Já não sabia mais se eram mercenários, piratas, civis com negócios no submundo ou algo além disso, e queria muito confirmar.

Por fim, seja no cenário em que convenci Tusk ou no que eu teria que colaborar com os planos de Alek, buscaria entender quais seriam os próximos passos. - Como vai funcionar o plano? - Externalizaria a vontade através desse questionamento.




OFF: A carne não foi citada nos ganhos avaliação da aventura anterior por não ser relevante, mas foi um pedaço que arranquei e carreguei comigo logo após escapar do estômago do rei do mar. Se quiser confirmar só ir no post 18 dessa aventura: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 18:33

off. Tinha faltado um zero no valor que te cobraram Wander, mas como o erro foi meu vamos dançar assim.
off2. preguiça até de por em negrito hj, levei choque testando o cabo da forte, então me dei essa folga.

NARRAÇÃO


Banco de Utopia, 2 minutos para a explosão.

- Você dar as costas para seu oponente não me torna menos seu oponente, garotinha, e eu sei muito bem que não é uma pessoa indefesa, mas uma escoria pirata em minha frente. – Dizia o homem entre a fumaça se pondo em posição defensiva, ele sabia que só precisava de mais alguns minutos, a pirata atacava com uma foice num movimento horizontal que ele prontamente defendia com a espada, depois tentava um soco, mas o marine já havia percebido o padrão de golpes e socos que Ria frequentemente usava e se defendeu com um dos braços. As lâminas do punho da pirata atravessaram o antebraço do marine, que sorriu enquanto acertava sua própria cabeça contra a cabeça da pirata, ela ficou tonta.

Ria se afastou e, utilizando destroços como projeteis, avançou. Enquanto o homem se defendia de um pedaço de madeira voador vindo em sua direção a pirata com suas lâminas acertou-lhe as pernas e, em seguida, uma estocada em seu abdômen que, sem ar, estava indefeso para o golpe final da pirata.

“Shinigami MOW”

O sangue se espalhou pelo chão, as pessoas ali gritavam pela carnificina enquanto Ria cortava a garganta do homem que, no fundo, só estava fazendo seu trabalho.

A porta do cofre parou de se mover,
ainda aberta, mas não era possível mais
que uma pessoa passar por ela por vez.


Céus de Utopia.

Saltando pelos poucos prédios mais altos que sobravam pela cidade estavam uma figura de amarelo seguida por uma pessoa de preto em uma estranha perseguição, estavam a 3 prédios de distancia a princípio, mas com sua técnica com as sombras e o soru o demônio rapidamente se aproximava da pessoa de amarelo, mas sem muito cuidado. Em uma pirueta o braço que não arremessava o cabo da garota se transformou em um tipo de rifle que em um tiro preciso acertou a sombra do pirata, a partindo, fazendo que ele caísse de uma altura de praticamente 2 andares. Ela conseguia ganhar pouco mais que alguns segundos de vantagem com essa manobra.

Sidney viu quando a garota entrou pelas janelas de uma casa pouco a frente dele.

Se entrasse na construção veria uma residência comum, uma família sentada a mesa comendo uma espécie de almoço, ainda que fosse o meio da tarde, os movimentos eram ritmados, quase mecânicos, e não havia sinal daquela que era a perseguida ali.


Ruinas de Utopia

A negociação avançava entre Alek e o pirata deformado, o homem cobrava pouco pelo seu trabalho de relacionar as pessoas, talvez aquilo fosse até mesmo estranho, ele fez um sinal com a cabeça para Tusk quando este começou a própria negociação com o pirata.

- Você cheira estranho... Rei do mar? – comentou o Mink morsa antes de qualquer coisa – Olha bem guri, eu posso te tirar daqui, posso tirar qualquer um, tu vai me passar os oitocentos por que pelo cheiro você perdeu o seu barco perto de um dos ninhos de rei, isso é péssimo... O Zoi me mostrou a carcaça, era um filhote, então teremos que partir logo... a mãe vai dar falta, e ai que a Mãe Morsa nos proteja se estivermos navegando... Vem, vamos pro meu barco, fica afastado, mas não é difícil de chegar, no caminho eu explico o resto. – Tusk subiu em uma carroça do lado de fora – A gente tem menos de 4 horas, corre. – Quando Ross entregasse o dinheiro o Mink separaria uma parcela e entregaria ao Zoio, que por sua vez levava até Alek que se despedia com um sorriso.

A carroça passava por construções destruídas na parte pobre da ilha, já tinham se afastado quando o Mink começou a falar – Você sabe que me mandaram ficar de olho em você né? Se é forte mesmo, pela Mãe Morsa, você não tem ideia de com quem você se meteu HEheHEheHE – o mink parecia se divertir com a situação – Me conta sua historia guri, dependendo do que eu falar pra ele você pode conseguir uma coisa bem lucrativa.

Ao chegarem num pequeno porto de pescadores Tusk entregaria varas de pescar, uma grande rede e um balde de iscas para Ross – você é meu assistente, eu sou um dos poucos caras com uma licença pra navegar por causa do navio de pesca, o problema é que se tudo acabar e quando voltarmos não trouxermos nada vão desconfiar, então vamos ter que invadir outro barco pesqueiro e roubar parte do do dia, ok? Não vai ser difícil, não perto de encontrar uma rainha do mar enfurecida, pela Mãe Morsa, como você foi encontrar um ninho?

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyDom 17 Maio 2020, 02:30


A medida que a negociação se discorria a pressão aumentava. Talvez fosse paranoia ou cautela, mas eu só esperava o pior vindo daqueles dois. A ajuda que arrumei com Zóio - sendo este o primeiro que avistei ao chegar em Utopia - não era garantida, ainda mais agora que o verdadeiro chefe assumiu as rédeas para acatar meu pedido guiado pelo desespero. As coisas acabavam se encaminhando para que eu finalmente fosse ao resgate, mas a sensação sufocante continuava presente.

Me apressei e segui o morsa, subindo a bordo de sua carroça. No caminho acabei escutando suas palavras que tornavam aqueles sujeitos ainda mais misteriosos. Apesar de ainda não ter certeza do que se tratavam os "negócios" deles eu sabia que eles eram capazes de trama coisas contra o governo local, então gente boa não eram. Portanto, por se tratarem dos mais próximos de corruptos que havia conhecido em Utopia até então, havia decidido que iria revelar coisas sobre mim. Era um risco que eu assumiria, mas antes teria mais um pouco de cautela.

- Depois que passarmos pelo bloqueio da marinha eu te conto algumas coisas... - Disse em resposta ao seu conselho para abrir o jogo com ele. Esperava que entendesse que eu precisava ter apenas uma garantia antes de expor a verdade.

E assim a viajem seguiu, com eu em silêncio admirando a única programação naquela área de Utopia: Destruição, mortos e pobreza. Foi assim até que chegamos ao cais, onde ele me deu materiais de pescaria para auxiliar em nossa mentira.

- Entendido. E isso vai ser mais rápido que pensa, pois sei exatamente onde eles estão... - Disse olhando para o mar, focando em meu sexto sentido para guiar meus olhos diretamente na direção em que sentia minha mão perdida. - Vamos? - Por fim me colocaria de prontidão para segui-lo até sua embarcação. Subiria a bordo do barco logo após o pescador e como um bom navegador me apressaria para ajudá-lo nos preparativos para zarpar, seja puxando a âncora ou posicionando as velas de acordo com a direção do vento e das correntes marítimas.

Depois disso, encostaria na amurada ou em algum assento perto da cabine do navegador para acompanhar a navegação do capitão. Se ocorresse alguma turbulência ou solavanco repentino, buscaria apoios por perto para não me desequilibrar.

Durante o caminho, preferiria ficar em silêncio para não incomodar o navegador e nem complicar a história de que eu era um simples ajudante de pesca. Só começaria a abrir a matraca depois que já passássemos da ronda dos fuzileiros navais, nesse momento eu traria a tona parte do que eu escondia. Mas antes, vale acrescentar que se tivesse mais gente a bordo pediria que nos deixasse a sós para termos essa conversa.

- Como disse antes, vou revelar um pouco de quem eu sou... Resumindo, sou um pirata com certas habilidades. - Me limitaria a dizer isso. - E com uma dessas habilidades, eu sei exatamente onde devemos ir. - Concluiria com essas palavras.

Havia a possibilidade de um marinheiro estar a bordo de nossa embarcação, já que essa seria uma medida de segurança válida. Nesse caso, permaneceria sem fazer minha revelação.

Tendo revelado ou não que eu tinha poderes, passaria a auxiliar o mink como um copiloto na viagem ao apontar na direção em que eu sentia ser a posição atual de minha mão esquerda. Ditaria a direção em linguagem de navegação, facilitando que ele seguisse na direção certa.


Histórico:
 

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Pensamentos
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyDom 17 Maio 2020, 08:41

Ataque Ao Banco Mundial! Parte 6!


Tudo que fazia era dar um sorriso de satisfação por ter finalmente derrotado todos aqueles guardas. Meus ferimentos ardiam, mas mesmo cansada e ofegante, não podia parar, a qualquer momento a marinha ia chegar prendendo todo mundo, se tinha uma coisa que eu sabia naquele momento era que não dava para ficar parada nem por um segundo. Rotacionaria minha arma algumas vezes para que voltasse a sua forma original e a guardaria já pegando as outras que estavam espalhadas pelo lugar e guardando tudo, fazendo isso apenas se as achasse com facilidade, do contrário, deixaria para trás mesmo.

Com isso, correria na direção de Yue, precisava checar como ela estava sendo que quando a alcançasse sorriria caso ela estivesse bem ao dizer a abraçando e a ajudando a levantar se houvesse necessidade. – Ah, que bom, tá tudo vem com você. – Agora se ela não estivesse bem, olharia nervosa para o corpo do último marinheiro que usava a espada ao sussurrar – Desgraçado... – Para logo em seguida arrastar o corpo de Yue para o canto a deixando escorada em alguma parede já que as coisas poderiam ficar complicadas a qualquer momento e seria ruim se os marinheiros chegassem com ela jogada no chão.

Depois de checar como ela estava, restava ajudar o Macaco e resolver a situação daquela porta para que pegássemos o meu dinheiro. Sim, eu já considerava que parte do que estava dentro do cofre me pertencia, não queria mesmo sair de mãos abanando. Andaria em sua direção da forma que conseguisse ao passar por cima dos corpos tanto dos guardas mortos quanto dos clientes que estivessem deitados com medo para que quando me aproximasse colocasse a mão direita no ombro do meu amigo e o questionasse sobre aquele cofre.

- E aí? Vi que o portão não se fechou por inteiro, mas não dá pra passar por ali, os funcionários não vão abrir? – Viraria com tudo meu rosto encarando o funcionário que estivesse mais perto, talvez todo o sangue sobre mim o intimidasse um pouco, mas mesmo que isso não ocorresse, não perderia a oportunidade de tentar assustar alguém só pela diversão, então continuaria falando com a minha delicada e doce voz se parecesse que não era possível de abrir o cofre. – Sabe, aquela bomba de antes não passava de uma bombinha, um traque se preferirem chamar assim, a próxima bomba vai explodir esse banco inteiro e vocês vão todos morrer, é isso que querem? –

Tentaria abrir a entrada do cofre puxando a porta, até mesmo colocando minhas pernas na parede e fazendo força com minhas mãos na direção contrária, parando após alguns poucos segundos caso não desse certo onde diria. – Não tem jeito, vou ter que explodir isso aqui, a marinha vai chegar e nos cercar a qualquer segundo, não temos tempo! – Daria uma rápida olhada para as pessoas e funcionários que estavam no lugar.

“Eu não quero matar essas pessoas, não tem a menor necessidade de elas morrerem aqui... Mas não tem jeito, minhas bombas devem abrir esse portão.”

Então gritaria apontando para alguma parede distante da porta do cofre onde sabia que a explosão não chegaria para matar aqueles que estavam lá. – Quem não quiser morrer, vai pra aquela parede e fica abaixado, eu vou explodir esse portão, não to nem aí. Quem tentar fugir ou qualquer coisa, morre. ANDA! – Olharia para o Macaco e Yue ao completar. – Vocês também, isso vai ser perigoso! - Iria até a entrada e pegaria a bomba que tinha ajustado para explodir depois de alguns minutos, então juntaria com outras cinco bombas das que tinha feito e deixaria todas na entrada do cofre, sendo que as ajustaria para explodir dali a 10 segundos, não deveria demorar mais que alguns poucos segundos para fazer tudo isso e esses 10 segundos seriam o tempo para que eu me escondesse também.

Enquanto estivesse deixando tudo certo agachada, procuraria por algum lugar onde a porta parecesse mais frágil ou se tivesse algum lugar com menos camadas de metal pois seria nesse lugar que deixaria as bombas, senão tivesse, as colocaria no chão encostadas na porta em qualquer lugar mesmo. Durante esse momento, o Mordomo viria até bem perto de mim e se agacharia também ao dizer algumas palavras, onde eu me manteria séria e não tiraria os olhos das bombas que configurava já que não podia errar. – Nossa, de fazendeira à terrorista, como o mundo dá voltas, não é? Senhorita Ria? – Ele se levantaria e começaria a beber um pouco de sua xícara de chá. De toda forma, quando acabasse de configurar a última, diria sorrindo em um tom agradável.

– Acho que eu era uma terrorista brincando de ser fazendeira. RIAAHAHAHA – Daria risada de minha piada enquanto corresse utilizando minha cauda como auxílio e indo para junto dos outros. Nesse instante notaria algo estranho, apesar do Mordomo estar morto ele faria o mesmo, correria como se estivesse vivo, o que me levaria a falar para ele enquanto aguardássemos a explosão. – Por que sair dali? Você tá morto... – Para que ele sorrisse e respondesse. – Não sei, como instinto minhas pernas simplesmente mexeram. – Com isso ele daria mais uma golada e ficaria abaixado comigo enquanto aguardássemos que aqueles poucos segundos se passassem.

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Depois da explosão, se quando a poeira baixasse desse para ver a porta do cofre aberta, adentraria o lugar pegando todo dinheiro que conseguisse carregar e falando para Yue e o Macaco fazerem o mesmo. – Peguem tudo que der, vou fazer muitas armas legais com essa grana! – Se houvesse alguma sacola no lugar a pegaria para conseguir carregar ainda mais, caso não tivesse, pegaria qualquer bolsa que visse com os clientes e tomaria para mim, agora em último caso onde não tivesse nada do tipo, simplesmente pegaria todo dinheiro que conseguisse carregar para logo em seguida me dirigir para a saída.

Agora em uma situação onde a bomba não funcionou e eu não consegui o tão querido acesso ao cofre, franziria as sobrancelhas furiosa ao dizer irritada. – Não acredito que esse cofre segurou uma explosão das minhas bombas! Quem fabricou esse aço deve ser um gênio... GRRR. – Não tinha o que fazer, era como se tivéssemos ido para aquele banco em vão, sair de mãos abanando dali não seria nada legal, ficava pensativa, ainda mais porque estava sem tempo, então teria que achar uma solução rápido.

“Os funcionários não vão abrir e a marinha tá chegando... E agora? Bem, acho que algum dinheiro é melhor do que nenhum dinheiro, com certeza esse banco deve ter uma quantia bem razoável aqui na frente pra atender as pessoas com possíveis trocos e saques por mais que não deva chegar nem perto do que tem no cofre.”

Olharia para o Macaco e apontaria para ele com minha cauda ao dizer de forma bem mais calma que antes. - Macaco, o caixa aqui na frente, você descobriu onde é? Se não tiver descoberto, no seu interrogatório deve ter percebido quem é o funcionário mais medroso, pede pra ele dar todo dinheiro que esse banco tem aqui na frente, vamos ter que levar só isso dessa vez. – Assim que me fosse mostrado, pegaria o dinheiro com um grande sorriso no rosto de satisfação e me dirigiria para porta da frente, que abriria para ver se não tinha nenhum marinheiro do lado de fora já me preparando para a fuga que teria que fazer com os outros.

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySeg 18 Maio 2020, 17:33


Sidney se jogava aos céus estilosamente em uma perseguição a moça de roupa amarela. Mas tudo acabava errado quando ela disparava sem dificuldade nenhuma em um fino fio de sombras, que se rompeu antes mesmo do garoto conseguir lançar sua segunda teia de sombras.

Caiu e rolou no chão por um momento, a queda não lhe causava grandes estragos, era resistente a aquele ponto, mas por um momento sentiu como se não fosse muito mais que isso. – Não tem por que seguir ela, ela é invencível. – Dizia uma das vozes, e o garoto sequer sentiu vontade de contestar. Apenas procurou com os olhos um local aconchegante para sentar. Uma caixa abandonada, um barril ou uma pedra serviria.

Se conseguisse encontrar um assento, iria acender um cigarro distraidamente pensando sobre o que fazer a seguir. “Bom, eu não vou conseguir dar a mensagem que eu queria, e provavelmente se continuar assim eu não vou conseguir fazer nada... Então foda-se.” Dando de ombros, jogou o cigarro pela metade do outro lado da rua, e começou a bolar um baseado, que seria aceso imediatamente que estivesse pronto.


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyQua 20 Maio 2020, 17:09


NARRAÇÃO
Doca dos pescadores.

- Hehehe, mais rápido que penso, bom saber que temos alguém otimista aqui – o grande homem morsa ria para o pirata deformado enquanto tirava um papel de uma sacola que carregava. Os dois passavam por alguns oficiais, Tusk apenas mostrava o papel, nenhum dos oficiais os parou, aquilo era realmente uma tarefa simples se tivesse os documentos corretos.

O barco de era decrépito, tinha espaço para 5 pessoas e cheirava a peixe, um navegador experiente poderia notar que apesar de solida a embarcação era má conservada e potencialmente perigosa de se navegar, a única coisa realmente bem cuidada era um dispara arpão, o objeto era polido e aterrorizantemente grande, seja lá o que esse homem pescava não eram simples peixes.

- Trace o curso marujo – Dizia Tusk tomando a corda das velas das mãos do pirata – Você vai me levar ao ninho da fera... e aos seus companheiros.

Seguiriam o caminho traçado enquanto jogavam conversa fora – Habilidades é? Que tipo? Eu bem tenho habilidades também, pesco os maiores seres de que já se ouviu noticia Hehehe Uma vez pesquei uma tartaruga do tamanho de uma ilha, falo sério.

... (o próximo post vai continuar navegando, depois veremos se chegará ao seu barco)


Banco de Utopia – 1 minuto para a explosão

Ria em meio a seu assalto via sua amiga ferida, mas Yue sinalizava que ela devia continuar, era um corte pequeno no abdômen e a medica sabia que corriam contra o tempo ali. Em seguida ela ia até o macaco que sorridente falava apressado – Depois de 10 funcionários apagados consegui parar a porta, esse aqui falou o botão que tinha que apertar para parar o mecanismo, mas ainda não falou nada de como abrir mais a porta – ele segurava um funcionário gordinho cujo rosto tinha sido tão socado que pouco era reconhecível – Devo continuar tentando tirar a informação?

Apavorado com o que a pirata falava o menino gordinho falava por entre a cara inchada – Não fem cobo abfrir defois fe o afarme tofa, eu blofeei a enerfia de fechar bais, é parfe do sisteba de feguranfa. Descufa mofa firata.

Ria tentava abrir mais a porta, conseguia com sua força abrir espaço suficiente para duas pessoas de seu tamanho passarem por vez mais ou menos. Com a ordem tanto Yue quanto o Macaco entravam no cofre e começavam a encher os sacos de dinheiro que havia lá dentro

Yue começava a ouvir no corpo do marinheiro caído saindo de um pequeno denden mushi da marinha as seguintes palavras – Josef, nós estamos chegando, estamos cercando a quadra, não se preocupe, a cavalaria chegou.

(como tinha como entrar no cofre sem explodir tudo supus que tu seguiria o plano sem explodir não é?)

Becos de Utopia

Sidney se sentava em um caixote num beco da cidade, bolava um baseado, via a cena da figura entrando na casa sem reação, desistindo de qualquer perseguição, as vozes diziam que ele era incapaz e ele simplesmente aceitara?
Os pequenos contratempos faziam com que o pequeno demônio desistisse um momento de sua contenda, ele não sabia que talvez aquele fosse o pior dia para passar uma mensagem.
Ao longe ouvia o som de seus zumbis se aproximando, não havia dado nenhuma ordem a eles, então seu grupo apenas o seguia de longe.

(Antes na aventura da Ria é dito que estão querendo causar disrupção na cidade, cortar a radio pra não ter noticias faz parte.)


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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyQui 21 Maio 2020, 18:07

Ataque Ao Banco Mundial! Dead End!


Meu pai sempre me dizia para ser gananciosa quando os outros tinham medo e ter medo quando os outros são gananciosos. Acho que ele não falava de roubos a banco quando dizia isso, mas mesmo assim aquela frase devia se aplicar nessa situação, tínhamos que sair dali o mais rápido possível, a última coisa que eu queria era ser presa e levada para ennies lobby de novo, já tinha sido um saco fugir da primeira vez.

“Preciso dar um jeito de distrair os marinheiros na saída.”

Olharia para todos dadas as circunstâncias, estava feliz por termos conseguido, mas ainda tínhamos que sair daquele lugar, então começaria a falar do nosso plano de fuga de forma firme, queria que fizessem exatamente o que eu dissesse. – Vamos sair logo daqui, peguem o que der em 20 segundos! Vamos cegar aqueles marinheiros na saída e dessa vez não vai ser com meu brilho natural. RIAAHAHAHA. – Daria uma risada de minha piada e pegaria três bombas enquanto esperaria pelos outros na saída.

Assim que chegassem do meu lado, diria para Yue e o Macaco. – Vou ajustar essas bombas pra explodirem daqui 5 segundos. – Apontaria para Yue e continuaria. - Yue, quando eu te der uma e contar até 2, você joga a sua pra direita. – Então para o Macaco. – A sua, quero que arremesse para a esquerda. – Depois apontaria meu indicador direito para meu próprio rosto revelando um sorriso sádico dado ao que estava prestes a fazer. -  Eu vou jogar a minha pra frente, isso vai garantir nosso sucesso. Assim que elas explodirem os marinheiros devem ficar cegos por alguns segundos, então vamos sair correndo na direção do esconderijo. – Agora apontaria para cima para finalizar minha explicação. - Boujin ainda não deu o disparo de aviso então não deve ter visto ninguém, mas essas explosões já vão servir como uma precaução, vamos causar um pequeno caos onde talvez possamos nos misturar com a população com medo, então tanto a cegueira, quanto o som, a fumaça e o pânico causado pela explosão vão estar a nosso favor. –

Nesse instante o Mordomo que estava lá escutando como se pudesse participar de qualquer coisa apontou para a bomba na entrada e disse de forma séria. – Estamos quase sem tempo Senhorita Ria, não quer morrer com um de seus brinquedos, não é? – Eu arregalaria os olhos já que tinha me esquecido por um breve momento, mas não me preocuparia, alguns segundos era tudo que eu precisava de toda forma. – Vou fazer isso bem rápido. -

Ajustaria as bombas para explodir em 5 segundos dando elas para os outros e gritaria para meus companheiros. – Um, dois... AGORA! FECHEM OS OLHOS! – Com isso arremessaria minha bomba para a frente do banco esperando que os outros fizessem aquilo que lhes foi pedido. Feito isso, fecharia os olhos por alguns breves segundos até que as explosões ocorressem de forma que não me segassem mesmo que minimamente, já que ocorreriam um pouco afastadas da entrada.

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Feito isso, ignorando quaisquer marinheiros que estivessem do lado de fora, até mesmo passando de seu lado se fosse necessário para os despistar e chegar no caminho secreto para a loja de roupas, sairia correndo com tudo onde o máximo que faria seria sacar a minha Crescent Rose a removendo de sua cápsula compactadora já a transformando para seu formato de foice e desferindo um corte horizontal da minha esquerda para direita no pescoço de quaisquer marinheiros que ficassem em nosso caminho ou que por algum motivo não tivessem se cegado e fossem tentar nos atacar. É claro que ficaria ligeira com qualquer arma sendo apontada para nós, onde tentaria sempre ficar fora da mira e até mesmo auxiliaria meus companheiros a não serem atingidos ao utilizar minha cauda para os tirar de qualquer trajetória de possíveis disparos.

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Logo a quarta explosão na entrada do banco ocorreria, mas apenas a ignoraria, não tinha porque olhar para trás, tudo que eu queria era fugir daquele lugar sem que conseguissem nos capturar. Já estava cansada de ser presa ou ter que ir para outras ilhas salvar os outros, por mais que fosse fazer isso quantas vezes fosse necessário se isso ocorresse mais uma vez assim como tinha sido em todas as ilhas desde que havia chegado na Grand Line. Finalizaria dizendo para os outros enquanto fugíssemos ainda sorrindo. – Vamos sair logo daqui! -

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

Histórico:
 

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Crescent Rose:
 


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Última edição por Fanalis B. Ria em Dom 31 Maio 2020, 15:43, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySab 23 Maio 2020, 11:48


O pescador tomava conta das tarefas mais simples e deixava o timão a minha disposição e assim, satisfeito e ansioso, segui até o volante e tomei posse da tarefa de piloto. Deixei que a mão direita o segurasse com força, enquanto que a prótese em meu braço esquerdo apenas me auxiliava desastradamente em uma das empunhaduras. E assim iniciamos a viagem, com eu seguindo meu instinto de onde deveria achar minha embarcação. Dado a imprevisibilidade da situação, cabia a mim apenas torcer que o navio estivesse intacto e, quem sabe, ele estivesse fora da área de ameaça dos reis do mar.

Tusk parecia não se importar com o fato de eu ser um criminoso, estava mais curioso com o que eu sou capaz de fazer. Com sua resposta deixei uma breve risada me escapar - Caraca, agora entendo o que dizem sobre histórias de pescador. Hahahahaha! Bom, já eu sou um bom navegador e um bom combatente, mas não é dessas habilidades convencionais que me refiro... - Daria uma pausa, deixando um silencio para que ele em sua curiosidade presumisse do que se tratava. - ...Estou falando de uma fruta do diabo.

E durante a viagem seguiria a direção que sentia ser a localização da mão. Buscaria conciliar a influência do vento e das correntes marítimas para obter a maior velocidade resultante possível rumo ao meu destino. Para fazer isso eu manobraria o timão e também passaria instruções para Tusk ajustar as velas.

Se avistasse alguma anormalidade em meio as águas do caminho como um redemoinho ou silhuetas de bestas marítimas colossais, traçaria um novo percurso em busca de evitar tal ameaça contornando-a.

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Última edição por Wander em Seg 01 Jun 2020, 03:28, editado 1 vez(es) (Razão : Histórico)
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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySeg 25 Maio 2020, 18:40

A participação do jogador Zed foi cancelada a pedido do mesmo.

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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptySeg 01 Jun 2020, 14:34

Are you ready, hey, are you ready for this?
Are you hanging on the edge of your seat?
Out of the doorway the bullets rip
To the sound of the beat

Another one bites the dust
Another one bites the dust
And another one gone, and another one gone
Another one bites the dust
Hey, I'm gonna get you, too
Another one bites the dust

A ruiva havia se preparado para aquele momento, talvez, não da melhor forma, mas ela pegava seus explosivos que estavam ali e mandava que os outros dois colocassem nas paredes laterais enquanto ela centralizava o outro na porta. Logo se afastaram e fechavam os olhos como as ordens na pirata, que ouvia o barulho estrondoso, que mesmo para quem tapou os ouvidos podia agora sentir um “PIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII” que zoava nos ouvidos.

Isso não atrapalhava a garota que após a explosão aproveitava para começar a correr. Algo que ia bem, afinal isso havia atrapalhado os marines que tiveram de se defender de alguns destroços das paredes que passaram voando, e assim ela ia surfando entre eles, e os seus aliados igualmente. Entretanto apenas um vinha em sua direção, não era bem um marinheiro, ou era?

Confusamente um mascarado esquisito que passava em velocidade por a garota, ela até tentava desferir um golpe, mas o homem simplesmente passava através do golpe como se fosse uma ilusão.

Ela podia notar que a criatura veloz naquele instante fazia as duas mãos brilharem pronunciando uma palavra que ela não conseguiu entender. Mas ele simplesmente passava por ela e logo usando os pés apenas começava a caminhar no ar, tomando distância da ruiva e de todos ali…

O que exatamente o mascarado tinha feito? Seja como for não havia tempo para pensar em tantas coisas ela apenas corria motivando os outros a fazer o mesmo, entrentanto quando já se distanciava de tudo um marine aparentemente atrasado com uma espada nas costas aparecia em sua frente.

E duas marines minks gato junto do mesmo saltavam nos aliados de Fanalis. Esses se defendiam mas eram parados. Ria até mesmo desferia um golpe mas era bloqueada e o espadachim dizia. -Foi mal pessoal, cheguei atrasado. Tinha ido comer um ramen.-O interessante era a aparencia dele. Era um garoto de cabelos castanhos com duas espadas por incrivel que pareça sua aparência era muito comum, ele estava usando uma camiseta regata da marinha, e seus oculos refletiam as chamas da explosão

Entretanto algo chamava atenção ali na camiseta dele, uma medalha, que parecia importante, possivelmente indicando algo que ele tenha feito de surpreendente. Mas talvez lutar contra ele não fosse a prioridade e sim correr… Ainda mais que ela podia notar outra coisa, já mais ao longe ela ainda também podia ver um cara sem farda, provavelmente um caçador de recompensas que mirava bem nas costelas dela, ainda não tinha disparado mas podia ser bem perigoso Bem… Isso era uma decisão da ruiva.

Ai como é difícil
A vida do pescadô
De noite ele enrosca o anzor
Na gaiada da taboca
De dia ele queima no sor
Dando banho na minhoca

O pescador que ia ouvindo a história do rapaz sobre ter um fruto do diabo, ele dava uma risada, como se tivesse levado na piada, mas logo em seguida o rosto dele voltava ao normal, pois poderia mesmo ser sério naquele ponto. Então o silêncio durava uns instantes…

E o pescador então dizia. -Iiiié? E como é esse tal fruto do demonho? Eu já vi muita coisa do diabo, cachorro do diabo, peixe do diabo, baleia do diabo, mas fruta eu nunca vi nem comi eu só ouço falar.- ele dava um sorrisinho de canto tentando saber mais sobre o assunto, afinal é de sabedoria popular que elas são bem caras, mesmo quem nunca as viu pode ter uma noção.;

Naquele ponto o rapaz ia dirigindo, sempre o melhor que podia, apesar de tudo, poucas dificuldades tinham aparecido, ele sempre mantinha o timão bem firme, até que no fim das contas ele chegava perto de uma enorme embarcação, ele podia notar que sua mão estava muito perto.

O barco avistado era uma caravela de 6 mastros, que não dava pra enxergar o que estava em cima, o pescador se aproximava de
Gregory e dizia. -É… O barco é grandão mesmo em?- enquanto ele falava isso o céu que tinha começado a se fechar…

Começava a fazer algumas gotas de água caindo, era notável que provavelmente estava por vir uma chuva bem mais forte. O vento estava favorável no entanto, não demonstrando grandes oscilações o que podia indicar que não seria uma tempestade ou ao menos não uma de grandes ondas.

Seja como for, agora que sentia sua mão tão perto Gregory precisava tomar suas decisões o que fazer? Invadir aquele barco? Ou o que? Ele tinha ali um problema em mãos mas como resolver ele era a pergunta.


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MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 5 EmptyTer 02 Jun 2020, 03:14


E então minha instiga de suspense era retribuída com o silêncio do pescador, que processava aquela revelação por alguns instantes. Quando ele abriu a boca para falar, entendi o por que disso. Esse homem era como tantos outros e, não muito diferente dos habitantes das ilhas mais pacatas dos blues, seu conhecimento de mundo era limitado.

Reagi a isso com mais uma leva de gargalhadas, usando seu bom humor para animar a viagem. E assim me senti inspirado em retribuir essas boas risadas com uma cena espantosa - Pois você vai ter mais uma história de pescador para contar... - Puxei o braço que carregava a prótese para fora da empunhadura do timão e então prossegui, deixando apenas a mão destra conduzir a viagem. - Veja, tem algo que até mesmo o mais poderoso dos homens tem dificuldade em fazer. E isso seria... - Disse enquanto erguia meu braço esquerdo a minha frente. - ...Lamber o cotovelo! - Dobrei o braço e deixei minha língua para fora de minha boca, aproximando meu rosto na direção do cotovelo.

- Mas com meu poder... - Uma seção surgiria em meu cotovelo, deixando que ele se desacoplasse. Com isso eu teria a liberdade de fazer esse fragmento voar até a ponta de minha língua. - ...Isso se torna simples. - E então conduzi meu cotovelo de volta para seu lugar e retomei a postura diante do timão, com ambas as mãos no volante.

E assim seguimos viagem até nos encontrarmos diante da figura daquela embarcação enorme. Com a aparição inesperada de um gigante daqueles, não pude evitar sentir um frio percorrer minha espinha enquanto uma expressão mista entre medo e espanto se formava em meu rosto. Mas logo pigarrearia e respiraria fundo para retomar a calma e dar minhas ordens como um capitão.

- Apague as velas. - Com palavras breves e esclarecedoras, faria meu primeiro pedido para meu tripulante. E, assim como ele, buscaria apagar as fontes de iluminação que estivessem ali por perto. Com essas ações, meu objetivo seria manter a embarcação mais discreta em nossa aproximação.

- Não é minha embarcação, mas sinto que meus tripulantes estão lá. - Sussurraria para o homem morsa. - Não reconhece o navio? Talvez sejam pescadores de reis do mar, assim como você. - Essa era uma das milhares de opções para a natureza da tripulação que surgia em minha mente, e era a que eu trazia a tona talvez por minha esperança de não encontrar sujeitos problemáticos por ali. - De qualquer forma para passar pelo bloqueio precisamos levar de volta alguma pescaria, certo? Vamos nos aproximar com discrição e então vou tentar me infiltrar lá dentro.

Ainda no timão buscaria uma aproximação discreta do casco da caravela. Para isso, me deslocaria rente às ondas para que, por mais pequenas que fossem, me dessem uma cobertura parcial contra a detecção visual. Além disso, vasculharia com o olhar as amuradas e o que quer que fosse possível enxergar naquele navio em busca de encontrar oportunidades de me aproveitar de pontos cegos causados por obstáculos como, por exemplo, a própria amurada ou amarras das velas.

Enquanto pilotava o navio nessa aproximação, eu aproveitaria a calmaria dos ventos antes da tempestade para fazer um reconhecimento por alto: Desacoplaria um pedaço de minha cabeça que carregasse um de meus olhos e o faria voar para cima até que eu conseguisse ter uma visão privilegiada do que poderia encontrar no convés. Buscaria me informar da quantidade de pessoas, o que carregavam ou o que faziam, pontos discretos para uma invasão e, quem sabe, também buscaria por rastros de minha mão ou de Alex. Em minha espionagem a medida que pingos de chuva fossem caindo nesse olho piscaria ele varias vezes e faria o pedaço se chacoalhar para se secar. Se o vento começasse a ficar forte ou estivéssemos próximos demais da embarcação, conduziria o pedaço de volta a seu lugar.

Caso a aproximação se concluísse com sucesso, se iniciaria a etapa de infiltração.- Você tem corda? - Perguntaria para Tusk, procurando por esse objeto. Se ele conseguisse me arranjar isso, minha invasão seria facilitada. - Se der errado por favor pegue meus pés de volta... - Desacoplaria ambos os pés e amarraria firme eles dois com as cordas e depois voaria com o corpo até alguma entrada no casco da embarcação ou, em ultimo caso, flutuaria até algum ponto discreto no convés. Durante o voo deslizaria a mão pela corda, assim carregando ela comigo para não deixar os pés para trás. Enfim, após voar até minha entrada e garantir ter algum apoio para dispensar a necessidade do voo, puxaria os pés até mim com a corda para pôr eles de volta em seus devidos lugares.

Mas na hipótese de não ter corda, minha primeira ideia para entrar seria buscar pela extensão da embarcação por alguma fenda como, por exemplo, as portas de canhões ou quaisquer adornos que o navio tivesse. Caso avistasse essa entrada oportuna, buscaria agora meios de chegar até ela como cordas ou escadas. Se encontrasse algo assim, aproximaria a embarcação dali e então tentaria subir por essa rota de invasão.

Minha segunda ideia seria usar meus conhecimentos físicos para analisar a altura da embarcação e a força média de meus arremessos. Com um cálculo de impulso e de trajetória de lançamento eu buscaria ter uma noção das chances de eu conseguir arremessar meus pés para o convés da embarcação. Se fosse possível, tentaria mirar em um ponto que eu havia considerado ser mais discreto com a analise anterior do olho desacoplado. Quando os pés pousassem na amurada eu seria capaz de voar até alcançar o piso da caravela e assim faria.

Se nenhuma dessas ideias se mostrasse ser plausível em meu julgamento inicial, eu apenas continuaria contornando a embarcação em busca de oportunidades de entrada. Esse tempo também seria utilizado para eu pensar melhor usando as informações que eu adquirisse em minhas analises anteriores.

Na possibilidade de eu conseguir invadir o navio misterioso a primeira coisa que eu faria seria me mover cautelosamente para me manter o mais silencioso possível e então buscaria me esconder entre os elementos do cenário. Lembraria também de reacoplar possíveis pedaços que eu tivesse separado antes. Enquanto oculto, ouviria o que se passava pelo ambiente e buscaria encontrar informações que pudessem me ajudar a entender a situação.

Caso detectado, focaria em evitar ataques reflexivos por parte do tripulante: Esquivaria de possíveis investidas inimigas ao contrair meus músculos de forma que meu corpo se movesse para fora da trajetória de tal ataque. Ao notar que uma esquiva curta não seria o suficiente, estenderia tal defesa ao me impulsionar com um salto para longe de meu agressor evitando tanto sua ofensiva quanto seu alcance de ataque. Faria isso até que ele se cansasse ou desse espaço entre suas investidas.

- Calma lá, o ser humano já passou da era da barbaridade. Vamos conversar como homens civilizados? - E a lábia seria minha terceira camada de defesa.

Havia também a chance de uma infiltração não ser necessária, principalmente se Tusk reconhecer a embarcação como amigável em uma segunda analise. Nesse caso eu deixaria as coisas fluírem até que eu me visse em uma situação que me colocaria na necessidade de agir ativamente.

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Última edição por Wander em Qua 03 Jun 2020, 04:50, editado 3 vez(es)
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