One Piece RPG
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Enuma Elish
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor GM.Alipheese Hoje à(s) 04:13

» Um Rugido Inicial
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Graeme Hoje à(s) 00:12

» As Raízes do Vigilante Lucífugo
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 21:42

» ブルーベリーパイ ~ Blueberry Pie
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Skÿller Ontem à(s) 21:14

» Cap 3: O alvorecer da névoa trovejante
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor PepePepi Ontem à(s) 20:02

» [M.E.P.] Keke
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Keke Ontem à(s) 19:14

» [Mini - Keke] Entre o aço e o açúcar.
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Keke Ontem à(s) 19:12

» [LB] O Florescer de Utopia III
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Kekzy Ontem à(s) 19:11

» III - Grand Line
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Bijin Ontem à(s) 19:04

» The One Above All - Ato 2
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Thomas Kenway Ontem à(s) 18:50

» [Mini - Cass Sabach] A fumaça cresce no horizonte
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Jinne Ontem à(s) 17:50

» [M.E.P - Cass Sabach] A fumaça cresce no horizonte.
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Jinne Ontem à(s) 17:49

» ZoukTamachiroo
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Jinne Ontem à(s) 17:48

» ZoukTamachiroo
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Jinne Ontem à(s) 17:47

» Aldo Rahner
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Shogo Ontem à(s) 16:55

» The Victory Promise
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Akise Ontem à(s) 15:11

» 10º Capítulo - Parabellum!
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Marciano Ontem à(s) 14:09

» As mil espadas - As mil aranhas
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Noelle Ontem à(s) 11:43

» Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor Furry Ontem à(s) 10:32

» Ato 157: Se eu quisesse tua opinião, Eu tirava na Porrada
Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Emptypor K1NG Ontem à(s) 08:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG
Pokémon Adventure RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 Island End! Goodbye Utopia!

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5 ... 9, 10, 11  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 59
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptyDom 24 Nov 2019, 01:52

Relembrando a primeira mensagem :

Island End! Goodbye Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Fanalis B. Ria. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Fran B. Air
Pirata
Pirata


Data de inscrição : 30/11/2017

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptyQui 30 Abr 2020, 00:49

Ataque Ao Banco Mundial! Parte 3!


Enquanto o homem segurava meu ataque, o encararia com certo desprezo, algo que tinha se iniciado desde sua fala. Ele tinha dito que o dinheiro era das pessoas, mas era realmente? Quer dizer, as pessoas guardaram seu dinheiro naquele banco monopolizado com todas as suas taxas abusivas, mas foi por opção ou por simplesmente não ter outra opção? Era como se alguns pensamentos revolucionários passassem pela minha cabeça hora ou outra, ainda mais naqueles momentos onde pessoas do governo falavam coisas que para mim eram obviamente bizarras já que foi um banco como aqueles que ajudou a matar meu pai ao piorar sua doença por causa das dívidas. O que me levava a dizer emburrada para aquele ser desprezível aos meus olhos.

- Não me faça rir... Esse dinheiro que vocês roubam aos montes por impostos é das pessoas? O que você sabe marinheiro? Nada! -

Aquele parecia estar se tornando o pior cenário possível, um cenário onde as portas se fechavam e não conseguíamos levar nada para casa além dos trocados que provavelmente teriam no caixa. Sem falar que o macaco não estava parecendo ter resultados dado os funcionários voando pelo lugar, o que me deixava ainda mais irritada durante a luta dado o que estava acontecendo, além daquele alarme barulhenta disparando, minha perna baleada e o Mordomo que eu via sentado no balcão como se não quisesse nada da vida tomando seu chá e aguardando aquela confusão toda acabar. A perna seria fácil de resolver já que durante todo o resto da luta utilizaria minha cauda como apoio sempre que precisasse de algum movimento mais brusco, além de tentar ignorar a dor do ferimento, mas o resto seria um problema.

“Eu não tenho ideia do que fazer se o Macaco não conseguir parar esses portões, tomara que eles possam ser abertos novamente! Só sei que preciso acabar logo com esse cara.”

Enquanto ele bloqueava meu ataque, levantaria levemente minha perna e o chutaria com violência para frente na intenção de pegar alguma distância do homem. Se não conseguisse o fazer, simplesmente pularia para trás caso houvesse espaço para isso. Caso eu não conseguisse o empurrar e não tivesse espaço para sair por trás, flexionaria minha cauda na parede ou objeto que estivesse atrás de mim para me propulsionar para frente com violência e conseguir empurrar o homem.

Seria difícil lutar contra ele utilizando aquela arma, então quando conseguisse tomar a distância que queria, a arremessaria com tudo na direção da cintura do homem, onde faria com que a minha Crescent Rose rotacionasse horizontalmente em uma altura abaixo de onde ele estivesse posicionando sua espada. A intenção seria de o atingir ou pelo menos fazer com que ele bloqueasse a foice arremessada já que assim que arremessasse partiria em sua direção com tudo ao utilizar minha cauda para pegar ainda mais velocidade no início da minha investida ao flexiona-la contra o chão com tudo, tomando cuidando com a foice arremessada já que ela poderia ser rebatida de volta.

Assim que me aproximasse do homem passaria minha mão esquerda em frente de seu rosto como se fosse o atacar para desviar a atenção de seus olhos, mas quando o fizesse o atacaria com um soco com a mão direita diretamente em sua bochecha para tentar o nocautear. Caso minha mão passasse direto por ele, talvez por de alguma forma o homem conseguir se esquivar voltando sua cabeça para trás, pressionaria o botão da minha manopla liberando a lâmina escondida e tentando causar o corte mais profundo possível em seu rosto na altura das bochechas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Caso ele tentasse me atacar antes de eu conseguir dar meus golpes, rapidamente removeria a minha arma que se assemelhava muito com um guarda-chuva, minha Crescent Scythe-Umbrella, de sua cápsula compactadora já liberando suas oito lâminas em um ataque, onde desviaria a espada do homem ao atacar o braço dominante que ele utilizasse para segurar sua espada com uma das lâminas simétricas de minha arma em um corte vertical de baixo para cima.

Se o homem ainda pudesse lutar, rotacionaria minha arma para fazer com que suas lâminas se alinhassem novamente com seu cabo, se retraindo e tentaria o atingir com o cabo ao realizar uma estocada no abdômen para logo em seguida lhe dar um golpe vertical de baixo para cima no queixo ao rotacionar minha arma e depois mais um ataque horizontal, dessa vez na sua bochecha direita, tentando o finalizar. Se ainda sim não fosse possível, abriria novamente minha arma para liberar suas lâminas e daria dois ataques horizontais, sendo o primeiro da esquerda para direita e o segundo da direita para esquerda, tentando dilacerar seu corpo o atingindo pela lateral.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Me manteria sempre atenta para caso o atirador que lutava com Yue tentasse me atingir antes de eu estar com o guarda-chuva em mãos, sendo que me posicionaria de forma que o espadachim ficasse entre mim e o atirador. Claro que se ele tentasse mirar em mim, sairia da mira da arma no instante em que percebesse, por mais que soubesse que Yue não deixaria que isso acontecesse e cobraria o homem antes que pudesse realizar qualquer disparo. Agora caso estivesse com minha arma, não teria porque me esquivar, apenas liberaria suas lâminas para que a cota de escamas da arma ficasse entre mim e o homem e me defendesse do disparo.

Agora para o caso de o espadachim tentar me atacar em qualquer momento durante o combate, tentaria evitar qualquer tipo de contato com sua arma, até mesmo da minha própria arma com a dele. Onde se ele tentasse uma estocada, um ataque vertical ou diagonal, me direcionaria com auxílio de minha cauda para o melhor lado que me proporcionasse uma esquiva. Agora no caso de um corte horizontal, me abaixaria, pularia por cima do homem ou mesmo recuaria para evitar qualquer dano, fazendo sempre a melhor opção dependendo de seu ataque. É claro que se pulasse por cima dele, utilizaria de minha cauda contra o teto para retornar para o chão o mais rápido possível, impedindo que fosse atingida no ar.

OFF:
 

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

Crescent Scythe-Umbrella:
 

Infinity Gauntlets Scythe:
 

Crescent Rose:
 

Voltar ao Topo Ir em baixo
Wander
Pirata
Pirata
Wander

Créditos : 14
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2013
Idade : 22
Localização : Não sei :D

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySeg 04 Maio 2020, 18:05


Minha curiosidade me levou a chegar até aqui, pois depois de ler no jornal que o lugar estava caótico e com a marinha desesperada eu considerei que seria um lugar interessante de se visitar. Pois bem, eu finalmente havia chegado e logo de cara percebi que não sabia nada sobre essa ilha até o momento em que pisei nela. - Malditas fake news... - O lugar estava sim num cenário pós-guerra, mas também estava sobre uma vigilância costeira rígida por parte dos soldados navais. Para completar, no meu momento atual estou com um novo rosto horrendo, trajando apenas uma fralda de pano e sem uma das mãos... Bom, acho que antes de mais nada devo uma explicação de como cheguei a esse ponto, certo?

Anteriormente...

Tudo começou quando num belo dia no cenário desolado pós-guerra da terceira ilha da quinta rota eu decidi embarcar numa viagem pela GL usando um navio de pequeno porte e sem sequer usar um eternal pose para me guiar. Eu sei, foi uma loucura, mas eu tinha confiança em minhas habilidades como um navegador experiente, mas como era de se esperar aquele era apenas o começo de eventos traumáticos que estavam por vir. Inicialmente tudo correu bem, pois eu usei meus poderes para me guiar em meio ao mar e me esforcei para colocar meus conhecimentos de navegação para estabilizar minha canhoneira.

Mas uma sequência de eventos foi deixando minha viagem cada vez mais conturbada. Primeiro, um espírito maligno surgiu para cobrar uma dívida que eu tinha com ele. Depois de superar o encontro sobrenatural, uma luz começou a me perseguir em meio ao mar aberto, luz essa que cogitei ter origem de ações humanas ou de alguma criatura. No fim, acabou sendo a pior possibilidade: Um rei do mar. Em um piscar de olhos, fui engolido pela besta deixando minha mão esquerda para trás na embarcação e então acabei conduzido por uma viagem nada agradável entre suas entranhas, onde tive minhas vestes dissolvidas pelo suco gástrico. Me vi em uma situação desesperadora onde eu não podia decidir o meu próprio destino, pois me afogaria no mar se eu escapasse do estômago da criatura. No fim, a sorte me agraciou com a morte do rei do mar e, consequentemente, tive a chance de sair de seu estômago.

E foi dessa forma que desembarquei em Utopia encontrando o primeiro nativo do lugar. Esse era Zóio, um cara que carregava uma marreta e que adorava pregar peças. Ele estava me ajudando a me situar naquele ambiente desconhecido, me guiando pela ilha e ouvindo meu pedido de auxílio para resgatar a embarcação que deixei à deriva no mar. Embora ele quisesse me ajudar, havia uma complicação: Depois da guerra que ocorrera ali, a marinha havia cercado as encostas e estava numa vigília rígida para com o fluxo de embarcações em Utopia. Para me ajudar a contornar isso, ele me levou até o amigo dele chamado Alek. Esse cara possui mais "conexões" com as pessoas da ilha e poderia arranjar alguma forma de quebrar o bloqueio para me permitir seguir até onde meu navio estava. Lá eles me pegaram em mais uma pegadinha, fingindo terem me cercado em uma emboscada.

Agora.

Com esse resumo dos eventos anteriores, finalmente chegamos ao presente. Alek se acabava de rir depois de me assustar com a "emboscada". Enquanto ele aproveitava a graça de toda aquela presepada, eu tratava de explicar o porquê de eu estar por ali.

- Fiquei sabendo através do Zóio que você tem as manhas... Estou aqui para encontrar alguma forma de furar o bloqueio da marinha, pois preciso resgatar minha tripulação que está à deriva. - Disse, iniciando nossa negociação ao ir direto ao ponto.

- Não sei não, isso parece difícil de fazer. Burlar as linhas da marinha é uma tarefa quase impossível, chega até ser um desafio. - O malandro parava suas gargalhadas para dar sua resposta ao meu pedido.

- Desafio?! Um desafio Alek?! AQUI É HARDCORE GARAI! Eu posso ajudar mermão. Mas é o seguinte, vou te contar o que você vai precisar fazer... - Antes que eu pudesse retaliar dando minhas propostas para convencê-los, Zóio se empolgava e encurtava as coisas para trazer a tona o seu preço.

- Antes de falar sua proposta, deixa eu te dizer meu nome... - Aproveitaria sua pausa para finalmente me apresentar, coisa que não havia feito até então. - Me chamo Williard, mas podem me chamar de Will. - Inventaria então o nome para meu disfarce atual. - Agora sim, prossiga. - E então voltaria minha atenção para ele, curioso com o que queria de mim.

Estaria calmo e aberto às ideias deles, sem deixar que a brincadeira de antes afetasse meu humor. Mas apesar de tentar manter a calma, era impossível não sentir uma pontada de ansiedade toda vez que meu sexto sentido me indicava a localização de minha mão perdida. Era de apertar o coração ter de relembrar constantemente o perigo que Alex e meu membro perdido passavam estando perdidos na imensidão do mar sem um navegador.

Esses pensamentos serviam para reafirmar meu objetivo atual... Durante todas as dificuldades que passei recentemente e também tendo uma relação próxima com o sobrenatural era inevitável que o conceito de karma surgisse em minha mente. Mas longe de um conceito de punição divina, o que é inegável é o fato de que minhas escolhas me levaram a chegar onde estou atualmente e, por isso, a vontade de ser menos egoísta crescia cada vez mais em minha mente.

- Certo, certo. Mas se vamos mesmo ir atrás de meus tripulantes, como faremos isso? Você tem algum plano ou conhece algum marinheiro que nos apoiaria? - Depois que eles me explicassem o que queriam de mim, buscaria arrancar deles o que planejavam fazer para conseguir chegar até nosso destino. - E eu acho melhor eu navegar a embarcação que usaremos para o resgate... Como expliquei antes, eu tenho o meio de encontrar eles. E na volta eu saberei encontrar a terra firme. - Trataria de firmar meu posto como o navegador da operação. Já havia contado para eles que tinha um Vivre card que conseguiria me guiar e acho que isso já era informação o suficiente para convencer eles a acatarem meu pedido, mas se não fosse o caso eu teria que improvisar futuramente.

Por falar em improvisar, depois de tratar de todos esses assuntos com os dois eu teria mais um pedido. - Vocês são bem convincentes em suas pegadinhas, né? Se souberem como ensinar, quero aprender a atuar desse jeito também. Acho que vai ser útil no que a gente planeja fazer.




OFF pro Avaliador: Tô ligado que vocês não gostam de repetição de falas de NPCs no post, mas como caí aqui de paraquedas eu achei bom dar uma retomada no que aconteceu na aventura anterior...

OFF pro Narrador: Dei a deixa para eu aprender atuação logo, já que esse provavelmente será um dos únicos momentos de calmaria da aventura kkkk

Objetivos:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] |[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

RIP:
 

Titulo Internacional:
 


Última edição por Wander em Seg 04 Maio 2020, 18:23, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Zed
Pirata
Pirata
Zed

Créditos : 42
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 18/08/2011
Idade : 24
Localização : Chaos

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySeg 04 Maio 2020, 18:10


Sidney estava colocando em movimento o seu plano para assassinar Willian Fish. Por hora, não tinha tomado nenhuma ação direta contra o Shichibukai que indiretamente era responsável pela morte de Evangeline. Thompson apenas estava andando pelas ruas destruídas e eliminando marinheiros, causando certo pânico nas comunicações internas e acumulando soldados mortos-vivos a cada pelotão massacrado. Seu objetivo no momento era apenas alcançar a torre de rádio onde pretendia fazer um comunicado para a ilha, porém como era de se esperar uma vez que abandonasse a furtividade, era interrompido por um novo batalhão de marinheiros.

- E então? – Perguntava o garoto, com toda naturalidade do mundo. – Vai abrir caminho ou se juntar aos meus números? – Deu então a chance do Tenente fazer sua decisão. Como ele já tinha dito, ele não precisava mata-los, mas não se importaria de fazê-lo se houvesse necessidade, ele meramente queria chegar até a torre, fosse por cooperação, ou por força bruta.

Considerando que conseguisse se livrar daquele empecilho e chegar até o local pretendido, não daria grandes ordens ou faria alarde. Deixaria seus soldados do lado de fora e sozinho caminharia com naturalidade pelo edifício, procurando os grandes aparelhos que permitiriam que sua voz fosse ouvida por todos os habitantes do local. Talvez houvesse necessidade de pedir ajuda a alguém especializado em lidar com aquele tipo de tecnologia, mas isso se resolveria com um simples. – Eu quero fazer um anuncio para a ilha. – A faca de gelo em mãos devia ser convincente o bastante caso ele não reconhecesse o rosto de Sidney.

Recebendo a devida ajuda, iria por fim dar sua mensagem, esperando que o verdadeiro alvo de todo aquele esforço pudesse escutá-lo. – Olá povo de Utopia, aqui é Sidney Thompson. Eu não vou gastar meu tempo me dirigindo a vocês, civis fudidos e passadores de fome, eu quero apenas que os marinheiros de prontidão não sejam idiotas. Eu vou matar Willian Fish, e qualquer um que se meter no caminho. Se virem um garoto acompanhando de um exercito de Zumbis, saiam da frente ou vão ser eliminados. Vocês também têm a opção de se juntar a mim. Sintam-se livres pra fazer isso, eu não tenho nenhum ponto de encontro especifico, mas vocês podem me procurar no meio das confusões, não deve ser difícil. – Afastando-se então do microfone, pensaria um pouco mais. “Falta dizer alguma coisa importante?”

- Eu diria que você já falou mais que devia, acabou completamente com o elemento surpresa. – Lucrécia era conhecida por sua prudência, logo ela desaprovava esse tipo de plano chamativo. – Acho que foi sucinto o suficiente... Falou bonito, eu não teria dito melhor. – Jamal por outro lado apenas queria ver o circo pegar fogo, qualquer grande exposição era motivo de comemoração, independente de qual fosse o resultado final.


Historico:
 



OFF: O Alê finalizou minha aventura, mas não resolveu a situação que eu tava enfiado. To nem aí! para mais informações: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hellfire
Membro
Membro
Hellfire

Créditos : 5
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 9010
Data de inscrição : 14/07/2018

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptyQui 07 Maio 2020, 19:46

Off1. Bem, eu estive com problemas de saúde então não pude postar antes... farei algo rápido pois estou tendo alguma dificuldade em colocar minhas coisas em dia.
Off2. Ria, mesmo como adaptadora, as coisas fora do seu edc não serão tão efetivas, apagar os npcs treinados no soco vai ser difícil. Considere esse post como se não tivesse passado um minuto... com a adição de gente e a minha demora não coloquei muita coisa no post, entãooooo não precisa ter medo da bomba explodir tão rápido.
Off3. Até onde eu sei não tem radio em OP, mas coloquei algo semelhante. Alias Zed, vou ler tudo que estava acontecendo contigo, mas me diz, quantos zumbis e quantas sombras tu tem contigo mesmo? Eu não re-narrei todos os marines, o atirador oculto nem nada, mas considere que a cena apenas continuou
Off4. Wander, eu não conheço a referencia dos NPC's então eles vão mudar um teco... Alias, eles não tinham nenhum motivo pra te ajudar nem tem ideia se você é confiável... conplicado achar gente corrupta assim ne hahaha



NARRAÇÃO


No banco a situação é caótica. (4 minutos para a explosão)

Ria acertava um chute no meio do peito do segurança, empurrando-o pouco mais de dois metros para trás, o homem parava no centro do salão, sorria desafiando a pirata. Ela podia ver a postura do marine, seu jogo de pés, a forma como segurava aquela espada mais longa que as comuns, ela sabia que ele estava preparado para sua investida.
Tinha se posicionado de forma a ver o atirador que lutava com sua companheira sem perder de vista o espadachim, Yue parecia estar tendo mais dificuldades do que ela esperava, mas a luta parecia bem equilibrada.

Um novo corpo voava de dentro do balcão.
A porta ainda não havia parado. Em mais
um minuto ela estaria totalmente fechada.

Rapidamente a pirata avançava, arremessando uma de suas muitas armas, que o marine habilmente defendia. Tal arremesso era apenas uma distração, e num golpe fluido a ruiva atingia a lâmina de seu punho na bochecha do homem e deixava um largo corte, a boca do marine cheia de sangue sorriu.
Ria percebia a mão do homem agarrando seu pulso em pleno ar, aquele marine era experiente, com um movimento rápido ele usou o momentum de Ria contra ela, retirou seu corpo para o lado e arremessou a garota em direção a Yue. A ruiva voou e teve seu corpo jogado contra a parceira, o atirador, atento, saltava para trás do balcão antes do impacto, se escondendo ali. O espadachim avançava rapidamente, sua lamina quase tocava o chão, o que as duas fariam?

...

Muitos piratas estavam em Utopia, uma movimentação bem incomum, mas talvez o mais incomum deles fosse o homem seminu, incompleto e de face estranhamente arranjada e coberto de entranhas que acompanhava Alek e Zoio pelos becos da cidade, dentre todos ele era o único que tentava se manter oculto, o que não era muito difícil com todas as tropas sendo enviados para locais aparente randômicos pela cidade.

- Cê tá com sorte – dizia Alek – nunca vi as canas tão desorganizados, fora a vez que caíro as luzes do céu, obvio. Eu conheço um homem, um pescador, ele tem um barco e pode te tirar da ilha, mas eu imagino que você esteja sem grana né? Vai ser mais difícil convencer ele sem isso... alias você tá fedendo, vai tomar a merda de um banho que assim você vai chamar atenção demais de qualquer um. Tem uma calça aqui fora pra você quando voltar. – Alek fazia um movimento de pescoço indicando um banheiro semi destruído – depois nos discutiremos detalhes como, pra começar, o que eu ganho pra te ajudar? Fechou? Ignore o que o Zoio diz, ele fala demais, vai acabar fazendo a gente ser pego se der atenção demais pra ele.

...

Noutro canto da cidade, próximo de uma torre da DMMN (Denden Mushi Music & News) da ilha um pequeno batalhão de mortos vivos seguindo uma figura soturna causavam comoção, estavam parados frente a frente com um pequeno grupo de marines – Se renda! E prometo que não vou te machucar... muito – advertia o maior dos marines, Sidney sabia que o homem não recuaria sem lutar.

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fran B. Air
Pirata
Pirata
Fran B. Air

Créditos : 32
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Feminino Data de inscrição : 30/11/2017
Idade : 24
Localização : The Wonderful Land

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySex 08 Maio 2020, 02:43

Ataque Ao Banco Mundial! Parte 4!


Não tinha muito o que fazer naquela situação, tendo um atirador escondido podendo atirar a qualquer segundo, um homem com uma espada vindo nos cortar e meu ex-mordomo igual uma batata sentado no balcão balançando as pernas como se fosse uma criança que não ligava para nada que acontecia, só tinha uma opção, matar os dois o mais rapidamente possível e brigar com o Mordomo depois. Sem tirar os olhos do espadachim, utilizaria minha Crescent Umbrella para me levantar rapidamente já que minha perna estava levemente debilitada enquanto ajudaria Yue com minha cauda, sendo que enquanto fizesse diria baixo, mas rapidamente para ela. – Eu vou jogar você nele pra você atacar, mas quando eu disser “agora” feche os olhos e os ouvidos. - Dito isso, gritaria.

- YUE, VAI! – Com a intenção de que ela ficasse esperta com o que viria a acontecer.

- AAAH! – Daria um grito para elevar minha força enquanto arremessaria Yue com agilidade utilizando minha cauda na direção do homem da espada, tomando cuidado para que ela fosse em um ângulo onde ficasse o mais difícil possível para que ele atingisse minha companheira e com que ela passasse do lado dele, de forma que se afastasse o máximo possível de mim e do balcão. Ainda sim utilizaria o chicote que tinha em minha cintura para atingir o braço dominante que ele utilizasse para segurar a arma e puxar com força, dando a certeza de que qualquer ataque que fosse desferido na direção de Yue fosse imediatamente desviado.

Feito isso, havia outra preocupação, o homem escondido, então não pensaria duas vezes, conseguindo ou não puxar o braço do marinheiro com a espada, soltaria o chicote, ajustaria uma de minhas bombas para explodir após 3 segundos durante um salto que daria para longe do balcão e a jogaria atrás do móvel onde ele estava escondido já gritando para Yue. - YUEE. AGORAAA! - Com isso, abriria meu Crescent Umbrella apontado para o balcão para me proteger de quaisquer destroços e da explosão, enquanto tamparia meus olhos com a cauda, manteria a arma contra meus braços me mantendo levemente agachada para não ser arremessada pela explosão e com as mãos tapando os ouvidos para abafar o barulho, sendo que causaria a detonação apenas se tivesse certeza de que meus companheiros não se feririam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

“É impossível que qualquer ser vivo sobreviva a isso, ele com certeza está morto.”

A explosão provavelmente faria com que ele ficasse em mil pedaços, mas ainda sim não era certeza, então ignorando a fumaça roxa, o barulho, o pânico e os destroços, manteria meu Crescent Umbrella aberto para bloquear qualquer disparo vindo em minha direção e correria em ziguezague na direção do balcão ou de onde ficava o balcão, já que ele provavelmente seria destruído, indo hora para diagonal da esquerda, hora para a direita, o que garantiria um maior sucesso em não ser atingida por quaisquer disparos graças a minha elevada velocidade em uma situação maluca onde ele tivesse sobrevivido a algo de poder tão destrutivo e criado por uma de minhas armas ou caso eu não tivesse conseguido utilizar a bomba por alguma razão.

Me aproximando do homem que portava a arma de fogo mas ainda com alguns metros de distância, se ele ainda pudesse lutar, faria com que as lâminas da minha arma se contraíssem e a arremessaria na direção dele para que a lâmina existente na ponta da arma o empalasse como se fosse uma simples, porém poderosa, lança e não uma maravilhosa arma tecnológica criada por mim. Feito isso, cruzaria meus braços em forma de “X” e me manteria avançando sempre tomando cuidado para que ele nem sequer conseguisse mirar na minha persona. Quando me aproximasse o bastante liberaria as lâminas de ambas as minhas manoplas e abriria meus braços para realizar um corte em “X” o mais profundamente que conseguisse em seu peito.

Se ainda sim o homem se mantivesse em pé, seja por ser muito resistente, seja por eu não ter conseguido fazer o que queria, mais uma vez daria um jeito de avançar em sua direção se já não estivesse próxima, mas dessa vez voltando com as lâminas de minhas manoplas e sacando a foice curta que carrego nas costas. Ao me aproximar, utilizaria de um corte horizontal mirando no pescoço do homem para acabar com ele dando o corte mais profundo que conseguisse e até mesmo o decapitando já que essa seria a intenção do meu ataque.

Obviamente tinha a chance de que a qualquer momento o espadachim viesse tentar me atingir enquanto eu atacasse o atirador, então tomaria cuidado com ele sempre me mantendo o mais atenta possível, me distanciando já que eu não era o seu alvo e tentando me aproximar o máximo possível do atirador. Se de alguma forma ele conseguisse me alcançar, quando fosse me atacar, se eu não conseguisse me afastar a tempo, desviaria ao pular ou me abaixar para golpes horizontais ou ir para o lado em ataques verticais. Fazendo sempre o movimento mais propício para sair da trajetória de seu ataque com eficiência.

OFF:
 

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

Crescent Scythe-Umbrella:
 

Infinity Gauntlets Scythe:
 

Crescent Rose:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Convidado, consistência é o segredo! Só vai!


Última edição por Fanalis B. Ria em Sex 08 Maio 2020, 19:54, editado 1 vez(es)
Voltar ao Topo Ir em baixo
Zed
Pirata
Pirata
Zed

Créditos : 42
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 18/08/2011
Idade : 24
Localização : Chaos

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySex 08 Maio 2020, 19:29


Havia no ar um cheiro de déjà-vu. Mas tentando ignorar aquela sensação o garoto dava de ombros. E apenas acenava displicentemente para que os zumbis iniciassem o massacre. Isso devia deixa-los ignorantes ao fato que o garoto dava ordens a sombra que se agitava no chão. – Vá atrás do atirador, termine com ele rápido e volte até aqui. – Dito isso, moveria os pés em alta velocidade, um total de dez passos por segundo, e então iria deslocar-se quase que em um piscar de olhos até o maior e mais imponente dos inimigos.

Ao chegar até ele, ainda no ar já devia ter sacado o par de adagas de gelo. Girando acrobaticamente evitaria se chocar contra o marinheiro, apenas passar por ele, no processo o atacando duas vezes. Com a canhota iria passar a lâmina no pescoço de forma a cortá-lo, e com a destra uma estocada contra o peito. Ao pousar do salto, daria novas ordens aos zumbis. – Evitem destruir os corpos, matem com golpes precisos e deixem vivos os que estiverem incapacitados.

Uma vez que lidasse com o maior dos problemas para os zumbis, iria observar o combate e procurar os focos que necessitassem de ajuda. Abusaria o quanto pudesse de seus passos rápidos, e da energia que ainda tinha sobrando para potencializar seus golpes com Haki. Quanto ao atirador oculto, caso ouvisse o disparo, imaginou que apenas teria que revestir o braço com a mesma aura enegrecida e defender o projetil. O restante dos adversários, próximos o bastante para ataca-lo, sequer deviam conseguir acompanhar sua velocidade, então apenas iria perfurar qualquer engraçado atrevido antes mesmo de ser tocado.

Não devia haver grandes empecilhos dentre aquele grupo. Logo o garoto apenas garantiria que os marinheiros fossem devidamente exterminados pelas tropas. E então iniciaria a dar as ordens de que os corpos fossem carregados para dentro da estação de comunicação, vivos e mortos, os que tivessem sobrevivido seriam roubados das sombras e quaisquer outros itens de relevância, como armas ou dinheiro. Os zumbis ficariam responsáveis por reunir os bens, enquanto o pequeno demônio se encarregaria da coleta de sombras e criação dos novos zumbis com os corpos recém colhidos.

Alguns ficariam de guarda, para garantir que ninguém louco o bastante naquela torre tentasse interromper o ritual de ressurreição. E a maior parte deles seriam ordenados a ficar do lado de fora e segurar qualquer invasão, mesmo que apenas temporariamente.

Terminado o ritual, iria proceder para o plano primário, dar seu grande comunicado a todos aqueles que pudessem ouvir, causar aquela onda de pânico e faísca de rebelião. E finalmente, deixar Fish muito bem preparado para o seu destino.

- Olá povo de Utopia, aqui é Sidney Thompson. Eu não vou gastar meu tempo me dirigindo a vocês, civis fudidos e passadores de fome, eu quero apenas que os marinheiros de prontidão não sejam idiotas. Eu vou matar Willian Fish, e qualquer um que se meter no caminho. Se virem um garoto acompanhando de um exército de Zumbis, saiam da frente ou vão ser eliminados. Vocês também têm a opção de se juntar a mim. Sintam-se livres pra fazer isso, eu não tenho nenhum ponto de encontro especifico, mas vocês podem me procurar no meio das confusões, não deve ser difícil.


Historico:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wander
Pirata
Pirata
Wander

Créditos : 14
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2013
Idade : 22
Localização : Não sei :D

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySex 08 Maio 2020, 22:25


Quase minha lábia tinha dado frutos, pois, para meu agrado, fisguei o interesse de Zóio ao oferecer meus serviços para lidar com pessoas problemáticas no lugar deles. Mas para meu azar ele era apenas o bárbaro do grupo. Aquele que realmente pensava era Alek, que já tomava as rédeas pedindo um preço justo pelo serviço enquanto me mandava tomar banho para pelo menos parecer decente antes de qualquer negociação.

Diante disso, prosseguiria com minhas palavras. - Tem razão. - Concordaria com Alek, deixando ele confortável. - Porém acho que a demanda do Zóio merece ser ouvida. Mas antes, banho! Hahahahaha... - E seguiria para o chuveiro, apressado. Interromperia a conversa ali, mas não desistiria de usar persuasão para conduzir as coisas futuramente.

- Um banho, hein? Parece que a vida tá melhorando... - Pensaria antes de entrar debaixo do chuveiro. Com tanta coisa ruim acontecendo recentemente, aquilo já era uma conquista para se comemorar. Tiraria a mochila das costas e pousaria no chão ali perto de forma que ela não se molhasse e depois tiraria a fralda e pousaria ela ali por cima. Após isso iria para debaixo do chuveiro e deixaria a água fluir sobre o corpo enquanto esfregava a pele para tirar resquícios de sangue e pedaços de carne.

Enquanto a água entrava em contato da pele, minha mente iria ficando cada vez mais calma até que ficasse mais propício em enxergar o sobrenatural. Como é de se imaginar, esse lugar estava repleto de aparições aproveitando o corpo espectral para fazer besteira ali por perto. Trataria de ignorar isso para focar em meus pensamentos. - Utopia... Terei um enorme desafio aqui. Se me descobrirem serei eu contra toda a marinha, certo?

- Escuta, garoto. Esse cara aqui te conhece...- Ouviria uma voz vinda da parte de fora do chuveiro. Era o flamenguista, sentado ao chão na companhia de um outro morto. O visitante era um cara ruivo barbado de porte atlético e de expressões rígidas no rosto. Eles estavam ali sentados de braços cruzados, como samurais em uma reunião.

- Espera, você ouve meus pensamentos? - Arregalaria os olhos, assustado pela possibilidade de invasão de privacidade.

- Só se você estiver propício para isso. Afinal, é uma das habilidades de um médium. - Kabu Lozo contaria, tirando minha dúvida. - Mas o que importa é esse cara... Ele disse que você presenciou a morte dele.

- Sou Edmund Dante, ex-regente de Shurima. Eu morri naquela briga de bar, espancado até a morte por Relâmpago Marquinhos... - A medida que ele fosse falando eu relembraria daquela briga a qual ele iniciou e eu tentei auxiliá-lo. Mas nosso oponente - o Marquinhos - era alguém no nível de um Shichibukai. No primeiro soco que levei dele eu quebrei meus ossos e logo entendi que aquela luta era desnecessária para mim e me retirei. No caso de Dante, não havia a opção de recuar de uma luta que ele mesmo iniciou e, com isso, ele apanhou até perder a vida.

Edmund Dante morto:
 

- Caraca, então você morreu mesmo! - Eu não tinha essa certeza até hoje, pois a última imagem que tive antes de ir embora foi a dele de pé se recusando a cair mesmo tão machucado.

- Mas a questão aqui, Gregory, é que a história seria diferente através de sua escolha. - Dizia mestre Kabu Lozo, se levantando para gesticular na explicação que estava por vir. - Rapaz, imagine uma situação onde temos jogo que consiste em uma maquina que multiplica moedas, dez moedas e dez rodadas. Nessas rodadas temos que tomar a escolha de colocar ou não uma de nossas moedas na máquina. Se ambos pagamos uma moeda, a maquina devolve duas moedas para nós dois. Mas se eu pagar e você não, eu não ganho nada e a maquina te devolve três moedas. Tentador, não? - Ele estabelecia um cenário, construindo algum sermão.

- Claro que sim... - Responderia seu questionamento para que ele continuasse o raciocínio.

- Como imaginei... Mas há um terceiro cenário. Se nem eu nem você pagarmos, nós perdemos as moedas. Esse é o pior cenário e lembre que o jogo tem dez rodadas. - Ele continuaria, construindo ainda mais aquela ideia.

- Espera, eu já ouvi isso uma vez, mas nunca pensei nisso a fundo... - Era uma história que meu mestre me contava, mas que eu nunca levei a sério.

- Dentro desse cenário, há as personalidades ruins e as boas. A primeira em algum momento tomará a iniciativa de não pagar e a segunda nunca deixará de pagar primeiro. Dentro desses estilos, há variações de perfis que variam na quantidade de moedas que ganham nesse jogo... Entre os bons, há o que mais perde: O trouxa que pagará não importando o que foi feito pelo outro jogador. Há o rancoroso, que uma vez que você não pagar ele nunca mais paga. Entre os maus estão aqueles que tentam enganar... Esses são uns que mais perdem. Aqueles que irão se dar melhor serão os que perdoam. Aqueles que não são trouxas mas que voltam atrás se o adversário voltar são os que mais ganham. Você entende?

Suspiraria, absorvendo aquilo a contragosto e entendendo a analogia ao meu egoísmo. - Em outras palavras quem só tenta se dar bem com egoísmo uma hora vai se foder pois não confiarão mais nele... Mas quem só tenta agradar também se fode e é feito de trouxa. -

- Quem sacrifica algo pelos outros são os maiores vencedores. Eles podem se dar mal as vezes, mas quando ganham levam também a confiança do adversário. - Ele concluiria com essas palavras. - Edmund é apenas um exemplo de algo que você abriu mão pelo individualismo. Ele seria um bom aliado confiável diante do sacrifício que você se negou a prestar.

Seria uma conversa de palavras duras que serviriam para moldar ainda mais meu pensamento e desejo para me tornar mais cooperativo com aliados. De qualquer forma eu tinha mais uma chance diante do desafio que aquela ilha me prestaria e, dessa vez, eu faria o certo.

E assim depois de algum tempo no banho e terminando a conversa com os seres espectrais, sairia do chuveiro e recolheria minhas coisas. Usaria a fralda para me secar então procuraria vestir a calça que me esperava lá fora.

- Agora sim podemos negociar decentemente, sem o cheiro de peixe invadindo suas narinas. - Diria aos sujeitos, fazendo piada com minha situação. - O que você ganha pra me ajudar? - Retomaria a conversa de antes, indo direto ao ponto. - Bom, como eu contei pro Zóio eu acabei de escapar de uma barriga de rei do mar... Pelo azar, também não sou tão agraciado pela fortuna. Então que tal começarmos com o Zóio compartilhando a ideia que teve antes? - Tentaria trazer a proposta do sujeito como uma moeda de troca naquela negociação. Se Alek não estivesse convencido só pela ideia de seu amigo, ofereceria dinheiro. -Que tal uma quantia de trezentos mil berries? Mais que isso faltará para o pescador. - Faria meu primeiro lance, já esperando que não seria o suficiente mas pelo menos apostando na sorte de convencer apenas com isso. - Novecentos então, em dinheiro. É o que tenho. - Seria a segunda proposta.

Se a negociação não chegasse a um consenso, teria que analisar o curso da discussão para imaginar novas alternativas.

Histórico:
 

____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] |[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

RIP:
 

Titulo Internacional:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Hellfire
Membro
Membro
Hellfire

Créditos : 5
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 9010
Data de inscrição : 14/07/2018

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySab 09 Maio 2020, 19:07

NARRAÇÃO


No Banco de Utopia Ria se levantava e atirava sua subordinada pelo lado do marine que avançava, ela restringia o movimento do homem para que ele não se voltasse contra Yue, mas o próprio marine não podia está menos interessado, continuou avançando em direção a capitã. Ria jogava suas bombas para trás do balcão e abria seu guarda-chuva metálico para se proteger da explosão, abrindo a guarda em relação ao espadachim.

O som da explosão coincidiu com a dor lacerante de uma lâmina cortando fora a fora as costas da garota. Ela sentiu quando o homem que a cortou foi arremessado para trás, mas sabia que apesar do impacto o seu guarda chuva tinha protegido o marine de muitos estilhaços graças a sua posição.

Ria não viu dentro da fumaça e mesmo com o corte avançou para onde achava que o atirador estaria, encontrando o corpo morto do homem ali, mas perdendo de vista onde o outro marine estava. Provavelmente Yue estaria o distraindo, mas era impossível dizer com toda aquela fumaça e com as dificuldades de ouvir devido à explosão.

Dentro daquele espaço com os sentidos quase privados dela talvez tenha sido um instinto da sua forma animalesca que ela tenha conseguido se esquivar para o lado quando viu a lamina estocando contra ela, causando apenas um pequeno corte na bochecha.

Ria não conseguia ver se o macaco havia cumprido sua função.

...

Perto da DMMN uma dança macabra de mortos vivos dilacerava marines a despeito da ordem de seu mestre, os 8 zumbis não pareciam ter noção de suas forças ainda, como se as sombras ainda se acostumassem com os novos corpos. O mestre tinha um grande marine de garganta cortada aos seus pés, manchando o chão de sangue. Sidney ainda avançou duas ou três vezes para apunhalar os soldados que tentavam lutar contra sua massa de corpos, finalizando-os rapidamente.

Houve um disparo que acertou o braço enegrecido de Sidney, causando apenas um incomodo, o som do disparo se seguiu de um grito de horror. O garoto pode ouvir por um den den mushi o som da carne do atirador sendo perfurada por sua sombra.

Não havia sobreviventes que pudessem ter suas sombras roubadas e, dentre todos os mortos, apenas o tenente tinha um corpo útil de ser utilizado ainda.

O demônio entrou na torre que, pra sua surpresa, parecia vazia. Subiu um andar seguido de seus mortos, enquanto andava notava que o lugar não tinha uma alma viva, um silencio desconfortável estava instalado. Chegou ao terceiro andar, na sala de transmissão onde viu apenas uma pessoa ao lado da janela, era um corpo feminino numa roupa amarela que cobria todo o corpo, o rosto coberto por uma máscara com um raio estampado. A figura tombou a cabeça para o lado e numa audível risada apenas disse – Valeu pela ajuda! – antes de saltar pela janela, Sidney pode ver que algum tipo de cabo era atirado da mão da figura em alta velocidade e a puxava para longe.

Quando chegasse perto da mesa de transmissão, se tentasse apertar os botões notaria que as luzes não acendiam, olhando embaixo da mesa poderia notar os fios todos cortados.

...

Saia do banheiro um homem que acabava de passar por algum tipo de iluminação espiritual e tentava uma negociação, Alek ouviu atento, ponderou e falou – Zoio, saia, você não é mais necessário aqui... Chame o Tusk – depois se voltaria para o pirata enquanto o homem simples da marreta corria para fora – o quão urgente é a sua situação? Eu tenho um trabalho que você poderia fazer como pagamento, ou, se preferir pode me dar cem mil bellies pra te tirar da cidade e depois você define um preço com o pescador para te levar até o seu navio, está bem caro facilitar a saída, até os marines mais corruptos estão difíceis de comprar sabe? – ele servia uma bebida para si e uma para o maneta em finos cálices – Mas é logico que você poderia preferir pegar uma certa coisa, de um certo alguém para mim no lugar e nós consideraríamos tudo pago e eu poderia te ajudar muito a resgatar seu navio, o que acha?

Se Gregory concordasse Alek continuaria – Existe um documento registrando as rotas de suprimentos do exército revolucionário, eu tive em minhas mãos, consegui pegar daquele maldito podre do governo, mas eles conseguiram recuperar em seguida, se eu tiver essas cartas de navegação muitas portas se abrem para os meus negócios entende? Muitas armas que podem ao invés de ser usadas para uma guerra perdida podem se tornar instrumentos importantes para algo mais palpável... eu posso até te deixar participar dos lucros depois dependendo de quão útil for...

Alguns minutos depois voltaria Zoio com um Mink morsa, pelo cheiro ele era obviamente o pescador de que tinham falado antes, era um ser grande e mal encarado, os dois se sentariam na beirada da sala e observariam a discussão dos homens.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Fran B. Air
Pirata
Pirata
Fran B. Air

Créditos : 32
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Feminino Data de inscrição : 30/11/2017
Idade : 24
Localização : The Wonderful Land

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptyDom 10 Maio 2020, 15:30

Ataque Ao Banco Mundial! Parte 5!


Em meio à fumaça me afastaria do homem ao saltar para trás ou para os lados, estava frustrada por ele de alguma forma ter me atingido com mais dois ataques, mesmo sabendo que eu era muito mais forte que ele. Então ignorando a dor causada por meus ferimentos, daria um sorriso sádico e começaria a provoca-lo, sem me importar muito com a forma com que ele fosse reagir, era mais por diversão mesmo.

- Eu esperava que piratas fossem me atacar pelas costas, não, até mesmo piratas tem princípios. Mas um marinheiro atacando uma garota pelas costas? Qual era mesmo o seu nome? Hein? Sr. Sem Honra? RIAAHAHAHA. – Riria de forma descarada da minha piada achando graça, por mais que para qualquer pessoa normal provavelmente nem seria uma piada.

Dito isso, se visse minha Crescent Rose, guardaria meu Crescent Umbrella em sua cápsula compactadora e correria na direção da minha outra arma a pegando ao dar uma estrelinha e já me posicionando para ir atacar o homem, do contrário, utilizaria meu Crescent Umbrella com suas lâminas expandidas mesmo. Partiria para cima do espadachim já esperando que ele fosse me atacar, de forma que provavelmente seria mais fácil de sair da direção de seu ataque. Onde simplesmente me abaixaria, pularia ou me movimentaria para os lados, fazendo sempre o movimento que me permitisse a esquiva enquanto já posicionaria minha arma para realizar um corte horizontal no abdômen do homem tentando dilacerar o mais profundamente possível sua pele e causar o maior dano que conseguisse.

Conseguindo ou não o atingir, daria um soco por baixo de seu queixo com o braço direito de lado onde liberaria a lâmina de minha arma tentando causar um corte vertical indo de seu abdômen até o pescoço bem no centro de seu corpo. Provavelmente ele tentaria me atingir nesse meio tempo, então durante a execução do golpe, faria os mesmos movimentos de esquiva que havia planejado durante o anterior.

Ficaria surpresa se ele ainda conseguisse lutar, mas mesmo assim não me abalaria, me afastaria um pouco utilizando minha cauda para me auxiliar. Feito isso o encararia rapidamente e vendo algum destroço no chão, faria uma pequena acrobacia com minha arma para o tirar do chão e o guiar onde arremessaria o escombro utilizando minha arma mesmo na direção do homem, fazendo isso duas ou três vezes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

Feito isso, aproveitaria a pequena distração criada para avançar em sua direção onde quando chegasse perto, me abaixaria e tentaria o atingir nas pernas com dois cortes horizontais limpos na altura dos joelhos onde daria o primeiro da esquerda para direita e o segundo da direita para esquerda. Onde logo depois, se estivesse com o Crescent Umbrella, faria com que suas lâminas se contraíssem para com a ponta do cabo dar uma estocada na barriga do homem com a intenção de o deixar sem ar, fazendo o mesmo se fosse com a Crescent Rose, embora não houvesse a necessidade de trocar sua forma.

O atingindo ou não, daria um jeito de pegar minha Crescent Rose se já não estivesse com ela já que provavelmente a teria visto no decorrer da luta, já guardando minha Crescent Umbrella. Então avançaria contra o espadachim mais uma vez, onde dessa vez rotacionaria minha arma quando me aproximasse onde almejaria um corte vertical no braço dominante que ele utilizasse para segurar sua arma. Mas esse ataque seria apenas uma distração onde se ele fosse atingido, bloqueasse ou fosse desviar do ataque, daria a oportunidade de fazer o quê realmente queria.

“Essa luta já durou demais, hora de acabar com isso. Os outros marinheiros devem chegar logo.”

Posicionaria minha arma de forma que o corpo do homem ficasse entre mim e ela, então rapidamente colocaria minha perna direita em seu peito. Nesse momento vários pequenos lampejos vermelhos começariam a sair de meu corpo e ser direcionados para a arma, o que me levaria a dizer devagar. – Shinigami... – Nesse momento puxaria o gatilho da arma, realizando um poderoso disparo para trás tomando cuidado para não atingir nenhum aliado, é claro. Então concluiria gritando o nome de minha técnica. – MOW! – Tentando cortar o homem em dois ou pelo menos causar um profundo corte em suas costas.

Na hipótese de não encontrar a Crescent Rose, ainda faria a técnica, embora não realizasse o disparo e apenas puxasse o Crescent Umbrella com força para causar o corte nas costas do homem. A técnica provavelmente acabaria com ele, mas se ainda não tivesse sido derrotado, o finalizaria ao passar meu braço em frente ao seu pescoço com a lâmina de minha manopla para fora onde cortaria o pescoço do homem na parte da frente em um corte diagonal.

Caso em qualquer momento durante a luta ele fosse tentar me atingir com algum ataque, recuaria com um salto para trás utilizando minha cauda para me auxiliar sempre que fosse possível, mas se não fosse dar tempo, saltaria por cima dele ou me moveria para os lados. Na hipótese de me atacar durante algum de meus avanços contra o mesmo, daria um carrinho para deslizar pelo chão ao lado do homem, deixando minha arma posicionada de forma que causasse um corte horizontal em suas pernas com o movimento.

Objetivos:
 

Mushroom Bombs:
 

Histórico:
 

Feitos:
 

Crescent Scythe-Umbrella:
 

Infinity Gauntlets Scythe:
 

Crescent Rose:
 


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Convidado, consistência é o segredo! Só vai!
Voltar ao Topo Ir em baixo
Zed
Pirata
Pirata
Zed

Créditos : 42
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 18/08/2011
Idade : 24
Localização : Chaos

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySeg 11 Maio 2020, 16:44


O combate procedia dentro dos planejados, sem grandes dificuldades, ainda que com poucos corpos decentes e nenhuma sombra extra. – É a vida. – Deu de ombros, como se o massacre fosse irrelevante, e deu a ordem para os zumbis voltarem a carregar os corpos bons que antes traziam, e também o do tenente.

O garoto adentraria a estação e diria para que os corpos ficassem de guarda do lado de fora, e os corpos depositados no primeiro andar da torre. Logo que começou a explorar sozinho o local, ficou claro que este não estava habitado. – Eu to sentindo uma parada estranha no ar.... Um cheiro ruim.... Péra, cê ta fumando um baseado? – Quebrando totalmente o clima o garoto assentia com a cabeça, com o baseado entre os lábios, e aproveitando para aguar sua planta.

Finalmente na sala de comando, os olhos distraidamente percorreram a maquina de luzes apagadas, ignorando por meio segundo a presença na janela. - Que merda é essa? – Deixou escapar em voz alta. – Adorei o modelito. – Enquanto Lucrécia prestava atenção em detalhes menos importantes, Sid não perdeu muito tempo em agir logo que ela pulou da janela. – HOJE NÃO! VOLTA AQUI! – A sombra, que já teria retornado agora revestia os punhos como se fossem luvas.

O pequeno demônio realizava uma façanha acrobática ao tentar sair pela janela e então lançar seu braço em direção ao prédio mais próximo, estendendo da luva um fino cabo de sobra que se fixaria em um ponto mais alto e serviria com um proposito bem semelhante ao da garota de roupa colada.

Sidney iria persegui-la pelas alturas, utilizando também dos telhados, algumas corridas rápidas com o Soru antes de voltar a saltar e se impulsionar com um novo cabo sombrio. Considerando que conseguisse alcançar a mulher, agiria com simplicidade, apenas chutando-a para uma superfície plana e então ficando próximo dela o suficiente para uma conversa. – Não é assim que funciona, você não pode só aparecer e sair correndo, eu controlo o funcionamento dessa peça. Entendeu? Agora desembucha, quem é você? E tira a porcaria da máscara. – Diria para a garota.


Historico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Wander
Pirata
Pirata
Wander

Créditos : 14
Warn : Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 10010
Masculino Data de inscrição : 05/07/2013
Idade : 22
Localização : Não sei :D

Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 EmptySeg 11 Maio 2020, 17:42


A negociação acabava sendo mais produtiva do que eu esperava, pois além dele desejar um valor baixo pelo serviço ainda trouxe a tona uma segunda opção que era justamente o que eu queria arrancar deles anteriormente. - A situação é um tanto quanto urgente, já que os suprimentos podem acabar e há o constante risco do mar aberto... Mas o que disse parece uma proposta interessante. Conte-me mais. - Disse enquanto aceitava a bebida pegando o cálice com a mão direita, mas sem a intenção de beber.

E assim ele trazia à mesa uma proposta de sociedade em um acordo bem interessante. Nesse momento, não pude deixar de lembrar a ideia de produção de drogas que deixei pra trás já que o ambiente perfeito para algo desse tipo seria uma ilha dominada por piratas assim como Chaos. Diante disso, surgia a vontade de revelar minha verdadeira identidade, mas o ambiente ainda é traiçoeiro demais para isso pois, afinal, quem diabos esses caras são?

- Interessante... Eu posso sim fazer esse serviço por você. Mas, dado a minha urgência, peço algum tempo para isso. Primeiro vou tentar convencer o pescador apenas através da grana. - Diria minha opinião, mas já havia entendido que minha visão não valia de nada ali dado o fato de que ele podia muito bem "facilitar" as coisas se eu fosse direto para a missão. Puxando isso ainda mais para o extremo, talvez ele pudesse até mesmo influenciar o pescador a negar o pedido. Bom, só me restava que Alek compreendesse e cooperasse com um aliado em potencial.

Enfim, entregaria os cem mil berries para Alek agir como intermediador e então esperaria pelo pescador para ao menos tentar fazer isso apenas com grana antes de aceitar ir para alguma tarefa arriscada como segunda opção.

- Agora, se me permite...- Assim que o pescador chegasse pousaria a taça de vinho em algum lugar plano ali perto e me aproximaria dele levantando a mão em um cumprimento amigável. - Olá Senhor Tusk. Não sei se Zóio já explicou, mas preciso furar a vigília costeira da marinha para buscar pessoas em alto mar. Ofereço oitocentos mil berries pelo serviço. - Iria direto ao ponto, oferecendo minha primeira proposta.

Se ele não aceitasse apenas com isso, olharia em volta em busca do pedaço de carne que eu arranquei do rei do mar e que, possivelmente, havia trazido até ali. Caso avistasse, chamaria a atenção do mink - Vejo que você é um apreciador da pescaria, certo? Pois veja, tenho uma carne rara das boas aqui. - E mostraria o fragmento da criatura. - É carne de rei do mar. Fui engolido por um deles, mas escapei... Em adição ao pagamento, te entrego esse pedaço agora e posso entregar a localização da carcaça depois do serviço, que tal?

Mas se não avistasse a carne por ali, teria que improvisar. - Sente esse cheiro? Eu tomei banho mas até agora estou com resquícios desse cheiro... É cheiro de rei do mar. Zóio é testemunha de que fui engolido por um. Eis minha segunda proposta: Após o serviço eu te entrego a localização do rei do mar. O que acha?

Se minha lábia e o valor oferecido não fossem o suficiente para convencer o guia, teria que virar para Alek e então concordar com a execução imediata da missão. - Tsc... Tá certo, eu vou atrás da coisa lá. - E me aproximaria do malandro para dar mais confidencialidade às próximas palavras. - Mas se vou me arriscar assim deveria ao menos saber quem de fato são meus parceiros de negócios. Não acha? - E assim tentaria ter certeza de que tipo de grupo eles pertenciam. Já não sabia mais se eram mercenários, piratas, civis com negócios no submundo ou algo além disso, e queria muito confirmar.

Por fim, seja no cenário em que convenci Tusk ou no que eu teria que colaborar com os planos de Alek, buscaria entender quais seriam os próximos passos. - Como vai funcionar o plano? - Externalizaria a vontade através desse questionamento.




OFF: A carne não foi citada nos ganhos avaliação da aventura anterior por não ser relevante, mas foi um pedaço que arranquei e carreguei comigo logo após escapar do estômago do rei do mar. Se quiser confirmar só ir no post 18 dessa aventura: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Histórico:
 

____________________________________________________

Falas
Pensamentos
Esquizofrenia (Fantasia)

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] |[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

RIP:
 

Titulo Internacional:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty
MensagemAssunto: Re: Island End! Goodbye Utopia!   Island End! Goodbye Utopia! - Página 4 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Island End! Goodbye Utopia!
Voltar ao Topo 
Página 4 de 11Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5 ... 9, 10, 11  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Grand Line - Paradise (Paradaisu) :: Utopia-
Ir para: