One Piece RPG
For Whom the Bell Tolls - Página 5 XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» Apresentação 4 ~ Falência Articulada
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor GM.Furry Hoje à(s) 20:36

» Supernova
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Shroud Hoje à(s) 18:48

» Do ferro ao aço
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Vincent Hoje à(s) 18:03

» 1º Cap: O começo de uma grande aventura
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Muffatu Hoje à(s) 17:53

» Cap. 2 - The Enemy Within
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor King Hoje à(s) 17:39

» As mil espadas - As mil aranhas
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor jonyorlando Hoje à(s) 17:06

» Unidos por um propósito menor
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Oni Hoje à(s) 16:49

» [MINI-Ballu] Um momento desesperador
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Shroud Hoje à(s) 15:16

» Green Alert! O imortal Renasce! Ressurreição dos Skull Moneys(Parte.1)
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Noah Hoje à(s) 15:14

» [MEP - Haqim]
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Haqim Hoje à(s) 14:36

» [Mini-Radamanto] One Piece - MEP
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Radamanto Hoje à(s) 14:28

» [Mini-Radamanto] One Piece
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Radamanto Hoje à(s) 14:19

» [Mini-Haqim] Maelstrom
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Shroud Hoje à(s) 14:07

» Enuma Elish
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor GM.Furry Hoje à(s) 14:04

» III ~ Uma Loira na Ilha das Aranhas?
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Noelle Hoje à(s) 14:03

» [MINI-*fxgabriell*] *Em busca de justiça*
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Bijin Hoje à(s) 14:01

» [LB] O Florescer de Utopia III
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor GM.Midnight Hoje à(s) 13:25

» Chapter I: Seafret - Oceans ♪♫♪
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor ADM.Tidus Hoje à(s) 13:24

» Capítulo I - Surgem os Eternos!
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Faktor Hoje à(s) 12:47

» Kit - Vincent Kjellberg -Blum vai pegar
For Whom the Bell Tolls - Página 5 Emptypor Blum Hoje à(s) 12:37



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG
Veritaserum RPGPeace Sign RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


 

 For Whom the Bell Tolls

Ir em baixo 
Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7  Seguinte
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 53
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySab 23 Nov 2019, 13:11

Relembrando a primeira mensagem :

For Whom the Bell Tolls

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bellamy Navarro. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo

AutorMensagem
Greny
Civil
Civil


Data de inscrição : 31/08/2012

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySex 15 Maio 2020, 00:49






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Zoey 105


- Tá ótimo, obrigado - respondi ao enfermeiro após ele me dizer que a janta seria a comida padrão do hospital. Eu realmente não via problema, só queria comer alguma coisa, na esperança que talvez ajudasse a fazer eu me sentir melhor logo daquele estado letárgico em que eu me encontrava. O hospital emanava monotonia. Mas também, hei de convir que não havia muito mais o que eu pudesse esperar de um hospital. Talvez fosse bom um pouco de calma, após todo o estresse que havia tido mais cedo. Na verdade, eu não tinha condição pra suportar mais agitação, sentia-me tão debilitado que tinha a sensação que qualquer vento mais forte poderia me derrubar a qualquer momento.

Estava com dificuldade para sentir qualquer coisa além da “brisa”, mas não tinha dúvidas que fiquei feliz ao saber o estado de saúde de José. Como já disse, não tinha com ele a mesma intimidade que acabei criando com os demais - afinal, não é qualquer um que você permite que embale sua perna atravessada por uma espada - mas era o meu plano que estávamos seguindo. Sabia que a morte dele pesaria na minha consciência em qualquer outra situação de liderança que eu viesse a ter.

- Obrigado, boa noite - diria, virando me para voltar. Como sempre, iria devagar, por mais que me incomodasse, queria ao máximo evitar cair no chão. Então seguiria com minhas passadas vagarosas, com a perna ruim suspensa e a boa intercalando com as muletas quem iria a frente. Antes, passaria pelo quarto de José para ver como ele estava. Caso ele parecesse estar dormindo, seguiria para o meu. Se estivesse acordado e me visse, eu daria um sorriso e perguntaria - E aí, como cê tá? - e esperaria uma resposta. Ele havia ficado fora de ação desde antes de eu acabar com aquelas muletas então, caso ele perguntasse o que houve comigo ou depois de derrubarem ele, diria - Ah, nós capturamos os piratas, mas quando eu fui derrubar o capitão, ele me deu uma espadada na perna.

Se ele estivesse muito grogue, tão quanto ou mais do que eu, diria para ele para conversarmos no dia seguinte, pois ele precisava descansar, e iria para o meu quarto. Caso ele me pedisse para ficar, o que eu não achava muito provável, procuraria um lugar para sentar e perguntaria se ele já havia tido algum susto como aquele tiro, além de fazer as mesmas perguntas que fiz para Hugo. Caso ele falasse dos Looney Tunes, esperaria para ouvir a metade que não consegui ouvir de Hugo. Se alguém passasse indo com a minha comida em direção ao meu quarto, tentaria assobiar para chamar a atenção da enfermeira ou enfermeiro. Após comer minha comida, me despediria e iria eu ir dormir, pois nós dois precisávamos dormir. Mas, faria questão de dizer antes de sair: - Ah, mandou bem demais na floresta. Não teria dado certo sem você.

Uma vez no meu quarto, quer eu tivesse falado com José, quer não, sentaria em minha cama e esperaria minha comida, caso não tivesse comido ainda. Independente do local em que eu estivesse, agradeceria a quem me levou a janta e perguntaria como deveria dormir com minha perna naquele estado. Tentaria comer tudo antes de voltar a dormir, colocando o prato sobre a cômoda após ter terminado e apagando a luz. Tentaria dormir, seguindo as instruções que me fossem passadas. ”Quem sabe uma boa noite de sono não me ajuda a melhorar desse estado morgado...”

Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 


Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 134
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySab 16 Maio 2020, 00:37


Narração
Noite
Começando a nevar
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Agradeceu os enfermeiros e começou a se distanciar para aos poucos retornar para o seu quarto. Não iria só fazer isso e por isso parou na porta do quarto 106 antes, queria checar como José estava. Percebeu enquanto andava com as muletas que aos poucos as sensações iam retornando a sua perna, não estava doendo ainda, mas começava a incomodar.

Ao abrir a porta do quarto de José viu com facilidade que ele estava dormindo em sua cama. Máquinas mediam o batimento cardíaco dele entre outras coisas, claramente o estado que ele ficara era bem pior que o de Bellamy. Iria sair sem falar nada, mas viu que o homem não estava sozinho naquele quarto. Hugo e Luís estavam adormecidos em cadeiras que foram colocadas lá. Hugo estava com a perna enfaixada também.

Quando fechou a porta e se dirigiu ao seu quarto. Quando abriu sua porta viu que alguém conhecida estava chegando na porta do 106. - Já está até andando. - Falou Patrícia meio surpresa vendo ele em pé. - Bem... andando não é o certo a se falar. - Falava ela apontando para as muletas. Enquanto ela falava abria a porta do 106 e via que todos lá dentro estavam dormindo. Ela não estava com a roupa do hospital, mas Bellamy conseguia ver ataduras perto do pescoço dela, provavelmente estava enfaixada na região do ombro que fora machucada.

Via o enfermeiro chegando com sua comida e por isso entrava no quarto e sentava-se na cama. Patrícia ia o seguindo, provavelmente pensando no que fazer da vida ali já que não queria acordar os outros três. Enquanto o enfermeiro entregava a comida, Bellamy indagava sobre o que faria com sua perna. - Ela está doendo muito? Posso te dar algo para a dor agora. - Perguntou o enfermeiro, demonstrando que não havia alguma coisa que o Navarro especificamente precisasse fazer. Mas percebendo que era sobre alguma posição para dormir, o enfermeiro negou com a cabeça e foi embora.

- Bem, como está se sentindo? - Perguntou a menina querendo matar o tempo, ela se apoiou na parede do quarto dele. - É até legal que você acordou. Herald estava se perguntando se precisava informar a marinha que você era um caçador ou não. Ele falou que você queria ser tratado como um na divisão do dinheiro, mas não sabe se você quer oficializar para a marinha que é um. - Informou ela. - Posso contar pra ele sua resposta e aí quando você sair do hospital já será oficializado como um caçador provavelmente. - Complementou a informação.

A janta de Bellamy era uma gororoba meio sem graça. Ele comia e provavelmente conversava mais um pouco com Patrícia pode falar com ela aqui e tals se quiser. Depois da conversa ela saiu e ele pôde dormir tranquilo.

Quando acordou, a primeira coisa que chamou sua atenção foi a perna. Ela incomodava muito mais agora, sentia como se existisse alguma coisa puxando seu músculo por dentro, um incomodo realmente forte.

Ferimentos escreveu:
0/5 posts para ela parar de incomodar
0/10 posts para sua perna voltar completamente ao normal em movimento


Legendas:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : Zero
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 20
Localização : No seu coração

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptyTer 19 Maio 2020, 20:31






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Sonho mesmo é estar com a perna boa


Mesmo não estando no ápice da minha capacidade mental naquele momento, sabia com certeza que tinha um sorriso em minha boca ao ver aqueles Hugo e Luís dormindo ao lado de José. Achava bonito aquele companheirismo. Mais que isso, estava feliz por não ter ninguém lamentando alguma perda. Haviam passado anos desde o incidente naquela mesma floresta, em que Brody fora assassinado. Eu já estive na situação deles, dormindo ao lado de alguém em um hospital. A diferença é que meu amigo não resistira aos ferimentos. Naquele dia eu prometi a mim mesmo que ficaria mais forte. Saber que eles não sentiriam a mesma dor que eu era algo que me deixava verdadeiramente alegre.

Me preparava para entrar em meu quarto, quando me deparei com Patrícia. Era inevitável ela comentar sobre eu já estar em pé, o que fazia dar uma risada. Não aquelas gargalhadas, era mais um riso que ainda fiz força para segurar. A única coisa que eu consegui pensar em dizer após o comentário foi - Pô, mancada - seguido de um sorriso. Pedia licença e entrava em meu quarto para jantar, mas era seguido pela moça. Talvez ela não tivesse mesmo o que fazer naquele momento. Após sentar em minha cama e pegar o prato, tive um diálogo mínimo com o enfermeiro e o agradeci com - Obrigado, Raimundo - embora eu não fizesse ideia de qual fosse o nome dele. Fitei meu alimento por alguns segundos com uma sobrancelha erguida. Tentando entender do que se tratava, pegava pequenas colheradas e as soltava de volta no prato, enquanto Patrícia permanecia no quarto.

- Assim, eu tô completamente grogue, não devo lembrar de metade dessa noite quando acordar amanhã. Mas, pelo menos, não tô sentindo quase nada no meu corpo, e isso é a melhor coisa que eu podia querer - disse após ser questionado sobre meu estado de saúde. Continuei a ouvir o que ela disse em sequência enquanto começava a comer aquilo. Não precisava estar exatamente no ápice de minha capacidade mental para saber o que dizer. - Pode avisar ao Señor Heartstone, que eu sou um caçador.

Após isso, continuamos a jogar conversa fora, enquanto eu botava a gororoba para dentro. Os assuntos variaram entre caçadas, algumas piadas de perneta aqui, outras de ombro ruim lá. Não lembrava direito de tudo que fora dito, talvez fruto da anestesia que permanecia no meu organismo, mas, pelo menos, fora o suficiente para rirmos. E, sinceramente, eu queria mesmo algum motivo para rir após tudo o que se sucedera de manhã. Ah, a comida? Como era de se esperar, estava mais fraca do que eu. Se fosse para eu atribuir uma nota, seria “dó”. Findada minha gororoba, digo, janta, Patrícia se despediu e saiu do quarto. ”É, até que eu tava precisando disso...” Antes que eu me desse conta, havia dormido.

Então, acordei.

Quem disser que eu queria que o efeito da anestesia passasse logo, está mentindo. Eu não sei se eu acordei com dor ou se acordei com a dor, só sabia que ela estava lá. Mas não era uma dor qualquer, era como se durante a operação eles tivessem substituído a espada por uma colmeia, e as abelhas estivessem picando minha perna por dentro tentando sair. Isso para dizer o mínimo. Minha respiração estava ofegante, contorcia-me na cama, sentindo como se cada célula do meu corpo gritasse em agonia. Lembrava das palavras do enfermeiro em minha cabeça, dizendo que se a dor fosse muito forte ele me passaria um remédio. ”Talvez o que ele fosse me dar fosse um tiro na cabeça...” Era a única coisa que eu sentia que poderia ter a possibilidade de me ajudar a sentir menos dor.

Esperaria um pouco para ver se aparecia algum profissional da saúde para me ver. Caso passassem alguns minutos e ninguém viesse, pegaria minhas muletas e tentaria levantar. Tentaria a todo momento realizar a locomoção da mesma maneira, intercalando perna boa com as muletas. Já sabia qual era o caminho até a recepção, então o seguiria em busca de alguém que pudesse me atender. Achando essa pessoa, diria - Por favor… arf… tem algum remédio… arf… pra passar essa dor na perna? - e após isso, tendo conseguido ou não o meu remédio, perguntaria - Obrigado… arf… outra coisa, quanto tempo até eu ter alta? Esperava que a resposta fosse “o quanto antes”. Eles me dando já a possibilidade de sair, iria dar mais uma olhada para ver como José estava. Estando lá e acordado, eu o cumprimentaria, caso não, pegaria minhas coisas e tentaria ir em direção a alguma loja de roupas sociais, para tentar substituir minhas roupas que foram destruídas.

Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#ff6633) | Pensamento (#993300)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 134
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptyDom 24 Maio 2020, 23:43


Narração
Noite
Começando a nevar
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Respondeu sem problemas que queria ser um caçador. Não existia outra opção de resposta em sua mente naquele momento. Poderia ser efeito de estar sedado, vai saber, talvez o homem quisesse outra coisa de sua vida e não conseguia pensar naquele momento.

Independente disso a conversa continuou por um tempo enquanto ele comia aquilo que chamavam de comida. Patrícia foi embora e Bellamy foi dormir. Quando ele acordou sentiu o incomodo na perna absurdo e começou a esperar por algum enfermeiro aparecer, apesar dele não fazer nada para efetivamente chamar um. Quem sabe alguma obra do destino não fosse o suficiente para aparecer um salvador cheio de morfina.

O mundo não o ajudou e ele se viu obrigado a levantar com todo aquele sofrimento. Aos poucos foi em direção ao local que sabia existir alguém que pudesse ajudar minimamente. Chegando aos poucos falou que queria algo para tratar da dor na perna. O homem que ali estava era diferente dos que atenderam a noite. - Claro... - Falava o homem entranhando ver Bellamy com toda aquela expressão de dor. O homem sumiu por um tempo e quando voltou entregou um remédio para Navarro, claramente de menor intensidade que o do dia anterior, pois mesmo após tomá-lo ainda sentia a sua perna. - Acho que o senhor já pode sair. - Respondeu o homem para Gimenez quanto a sua segunda pergunta. - No máximo precisará pagar a muleta para sair, ou comprar algo como uma bengala. - Falava ele.

Bellamy parecia satisfeito com a alta e antes de realmente sair foi ver como José estava. O jovem ainda dormia, seus irmãos haviam saído, provavelmente foram comer alguma coisa, ou tomar um banho, ou qualquer outra coisa. Navarro então podia sair do hospital, escolhendo ou não pagar pela muleta, tendo que ir mancando ou não até a loja caso não pagasse.

Ao chegar na loja mais próxima, percebeu que no caminho estranhava completamente a cidade que estava andando, parecia não reconhecer as ruas e seus arredores. Parecia uma cidade nova para ele, se sentia um estranho naquele lugar. Quando entrou na loja viu que os olhares para ele não eram dos mais felizes, provavelmente imaginavam que ele era um mendigo que havia acabado de fugir de um possível tratamento do hospital.

Ferimentos escreveu:
1/5 posts para ela parar de incomodar
1/10 posts para sua perna voltar completamente ao normal em movimento


off:
 

Legendas:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : Zero
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 20
Localização : No seu coração

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySeg 25 Maio 2020, 18:44






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Um estranho no ninho


Mal havia passado o efeito da medicação e eu já buscava por outra. Mas, visto que a outra opção, fora me entupir de remédios, era seguir sentindo dor, não era uma decisão pra lá das mais difíceis de tomar. O enfermeiro me deu o remédio e ainda me informou que já poderia sair do hospital. Então, fica o questionamento: o que falar do nobre cidadão, que eu mal conhecia e já considerava demais? Eram duas boas notícias de uma só vez. Dava até para dizer que eu estava feliz, na medida do possível. Muito obrigado... - disse ao rapaz, ainda com um ar de sofrimento em minha voz, e me botei rumo ao meu quarto. Fiz uma análise superficial de minhas roupas e, bom, tanto o paletó quando a camisa estavam arruinados. A calça também, mas, mesmo que estivesse boa, como eu a vestiria com minha perna enfaixada? Apenas calcei minhas meias e meus sapatos - que graças aos Céus estavam inteiros, vesti o paletó para me proteger do frio. Meus pertences, que por sorte eram poucos, guardei nos bolsos. O maço de cigarros e os fósforos naqueles de baixo, que eu descosturara alguns anos antes, o dinheiro foi para o bolso superior em que deveria ficar um lenço; e o revólver pus no interior.

- Aqui está - disse ao pagar pelas muletas - Ah, ficaram o resto de uma camisa e uma calça social no quarto, se puderem jogar fora, eu agradeço - e saí pela porta do hospital. Andava pelas ruas de Malkiham ou, ao menos, o que eu acreditava que fosse. O lugar parecia outro, completamente diferente. Era como se no intervalo de tempo em que eu estive “fora do ar”, a ilha tivesse passado por uma reformulação completa em um piscar de olhos, e eu tivesse virado um estranho na ilha a qual morava há mais de uma década. ”Não, isso não é possível… vai ver todo o sangue que eu perdi e a medicação mexeram com minha memória...” - concluí, julgando que fosse o mais racional a se pensar. Mas tudo bem, afinal, eu sabia da localização do que mais me interessava naquele momento: meu bolso. Lá, estavam meus cigarros. Aquele incômodo miserável em minha panturrilha não diminuía, mas a vontade de fumar começava a aparecer e crescer. Já tinha algum tempo que uma daquelas belezas não estava em minha boca, mal podia esperar a hora em que encontrasse a loja e conseguisse comprar minhas roupas, para poder procurar um banco e apreciar um cigarro com minhas muletas ao lado. Credo, me senti um idoso escrevendo isso...

A primeira parte do plano parecia se encaminhar para a conclusão. Em um pulo - ou melhor, alguns - cheguei até a loja de roupas. Os olhares desconfiados daquelas pessoas pareciam dar a entender que não sabiam que a nova moda era blazer com camisola de hospital. ”Se eles não entendem o conceito, não é da minha conta...” - pensei, dando um sorriso e uma leve revirada nos olhos. Procuraria no interior da loja por alguma camisa social e um blazer ou colete, além de uma bermuda social. Caso não encontrasse, procuraria qualquer blusa e bermuda que me fosse esteticamente agradável. Colocaria as roupas escolhidas sobre meus ombros e iria até o provador só para garantir que havia ficado bom em mim, sentando até no chão se fosse necessário. Separaria o dinheiro para pagar as roupas, colocaria o blazer, independente de ser o meu ou o da loja, por cima das roupas e me dirigiria até o balcão, perguntando quando fosse minha vez de ser atendido: - Bom dia, como eu até a padaria mais próxima? E quanto fica, só essas peças que tão no meu corpo? - e pagaria, dizendo - Obrigado, um bom trabalho! Tendo certeza de não ter esquecido nada na loja, sairia com minhas novas roupas, seguindo rumo à direção indicada.

No caminho, observaria se encontrava algum banco ou não, próximo ao lugar, para poder me sentar. Na padaria, pediria dois pães na chapa e uma caneca de café com leite. Após comer e pagar, me dirigiria até o banco e sentaria para acender um cigarro e começar a fumá-lo, com minhas muletas ao meu lado. Observaria a cidade e as pessoas, para tentar organizar meus pensamentos e, talvez, tentar identificar algo que me recordasse.


Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 



____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#ff6633) | Pensamento (#993300)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 134
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptyQui 28 Maio 2020, 03:21


Narração
Dia
Tempo Claro, mas ainda frio
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
O jovem seguia após a felicidade das boas notícias que havia conseguido. Pagou os poucos milhares de berries que precisava para manter as muletas. No mínimo interessante pensar que aquilo agora seria pouco para ele, até um dia atrás seria a maior parte de seu dinheiro no bolso. Se despedia do enfermeiro que dera as boas notícias e recebera o dinheiro e partia sem preocupações após pegar seus itens.

Andar pela cidade era difícil, não só pela perna machucada, mas por não reconhecer as ruas e os estabelecimentos. Algo parecia errado nisso tudo, como era possível isso no entanto não ficava muito em sua cabeça, provavelmente ainda estava meio zonzo por causa do machucado e dos remédios. Quando finalmente chegou numa loja de roupa, não estranhou muito quando viu os olhares que eram dirigidos até ele, na verdade até fazia piadas consigo mesmo aceitando que realmente o seu visual era no mínimo chamativo o suficiente para alguém o olhar estranho.

Procurar pela loja foi um processo penoso graças as muletas, mas com o tempo Bellamy conseguia juntar todas as peças de roupas que queria. Um blazer e uma camisa social, além de uma bermuda. O blazer obviamente era a peça mais cara, pois era claro para ele que a qualidade da peça simplesmente superava as outras duas. Por isso não estranhou quando foi no caixa e indagou sobre o preço, constatando que o blazer custava três vezes mais que a camisa e que a bermuda. Tudo ficou no total duzentos e cinquenta mil berries, apesar de receber muito dinheiro, percebia que um décimo do seu lucro acabava de ir embora simplesmente comprando boas roupas. Quem sabe essas não durariam mais que as anteriores. Claramente eram de uma qualidade superior.

A atendente ficou feliz ao receber o dinheiro, provavelmente pensava que aquele homem todo enfaixado e com muletas não teria dinheiro para realmente pagar. Com um tom feliz a jovem começava então a explicar para Bellamy onde ficava a padaria mais próxima. Apesar de entender perfeitamente os pontos de referência dados pela atendente, não conhecia nenhum daqueles locais, só conseguindo chegar na padaria realmente porque era um caminho simples. Será que acabaram saindo da floresta em outra cidade? Era uma possibilidade, apesar dessa ideia ainda soar estranha. No caminho percebeu que não encontrou nenhum banco para se sentar, infelizmente.

Na padaria via várias pessoas sendo atendidas, era uma padaria até grande, onde ele foi prontamente atendido e desta vez sem olhares estranhos apontados para ele. Na verdade sua roupa, ou melhor dizendo, o seu blazer, indicava que poderia muito bem virar até sócio daquele lugar se assim desejasse. Apesar disso, gastando meros dez mil berries conseguia tomar um bom café da manhã, enchendo seu estômago.

Quando saiu, ao perceber que não havia nenhum banco por perto, começou a andar até encontrar um. Queria fumar para relaxar. Só encontrou tal desejado lugar para sentar numa praça perto do mar. Via vários barcos indo e vindo. Realmente quanto mais ficava lá sentado mais percebia que aquele lugar simplesmente era completamente estranho. Foi quando viu um homem velho entrando em um dos navios, aquela senhor parecia bastante com seu avô. Talvez aquela estranheza toda fosse algo bem comum em seu sangue. Talvez seu corpo desejava se aventurar, igual a seu avô, e por isso forçava a estranhar aquele lugar. Se não se sentia como se conhecesse a cidade e o mundo era porque precisava explorá-lo para conhecê-lo. 

Ferimentos escreveu:
2/5 posts para ela parar de incomodar
2/10 posts para sua perna voltar completamente ao normal em movimento


off:
 

Legendas:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : Zero
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 20
Localização : No seu coração

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySex 29 Maio 2020, 04:27






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Uma pausa


Uma coisa que me deixou impressionado - tirando, claro, o fato de que eu não conseguia mesmo reconhecer a cidade - fora a diferença de tratamento de quando uma pessoa aparenta ter dinheiro para quando aparenta não. Era como meu avô costumava dizer: ” - A roupa certa faz diferença.”

Dito isso, imagino que subentenda-se que eu já estava devidamente trajado e alimentado. Pra ficar perfeito, faltou só um banco para eu poder sentar e apreciar um cigarro. Mas não me dei por vencido tão fácil, botei o pé - literalmente - na rua e segui meu rumo. Até onde? Até o primeiro banco que encontrasse. Após uma questão de minutos, encontrei o que tanto buscava. Lá, de frente para o vasto mar. Sentei-me e comecei a fitar o horizonte. Aquilo me deixava pensativo. ”O que será que tem por lá? -” ecoava em minha cabeça. Claro que já ouvira muitas histórias, vira muitas fotos e cartões postais, mas não era a mesma coisa. Queria sentir na pele. Já tinha meus 21 anos, mas voltava a me sentir aquela criança de dez que ouviu que passaria algumas semanas na casa do avô. Achava incrível a possibilidade de estar no mar, pena que minhas expectativas foram quebradas e viera de Zeppelin. Mas era o mar que me atraia. Me sentia um bobo sonhador, olhando para o mar e os navios atracados com um sorriso no rosto.

Coloquei, enfim, um cigarro na boca e o acendi. Soltava a fumaça e a via subindo até se dissipar completamente no ar. Me sentia leve, tanto que poderia me misturar ao monóxido de carbono e desaparecer no ar. Talvez o que fosse minha âncora para fazer isso fosse aquele aperto que persistia na minha perna, a sensação constante que parecia ter um peso ali, que queria ir sabe-se-lá para aonde. Apesar disso, estava em paz. Em determinado momento, me peguei pensando - ”Rapaz… Quando foi que eu fiz 84 anos?” Quer dizer, eu estava sentado, olhando o mar, fumando e com bengalas. Faltava só um jornal e um pão para jogar aos pássaros. Comecei a gargalhar sozinho ali. Talvez eu parecesse maluco para que passasse na hora. E, quer saber? Talvez eu fosse. Mas não me importava nem um pouco com isso.

Continuava encarando os navios parados, quando uma visão simplesmente me deixou em um estado de choque, tanto que quase deixei meu cigarro cair. Lá estava, em pé em um dos barcos, meu avô. Ao menos, era o que eu achava. Tinha os mesmos cabelos brancos, o mesmo porte físico, mas se virou e mostrou ter algo que o diferenciava de meu avô: uma barba. Se tem uma coisa que o velho não gostava, era de deixar a barba crescer. Posso dizer sem exagero nenhum que o cheiro do meu avô era de loção pós-barba na maior parte do tempo. Ele dizia que ficava com cara de velho. Mas eu continuava o chamando de “velho”. Chegava a ser engraçado, afinal, ele odiava. Mas que culpa eu tenho se o velho é velho? Não posso negar que fiquei decepcionado por não ser ele. Mas ainda íamos nos encontrar, eu tinha essa sensação. Talvez meu subconsciente estivesse me pregando peças, como uma forma de me dizer  - ”Cai fora logo!”

Bom, se eu estava me dizendo isso sem falar, quem era eu para me desdizer? Aliás, isso fez sentido? De qualquer forma, iria pedir uns conselhos. E julgava que as pessoas mais indicadas para isso, seriam aqueles que eu já conhecera:  - ”Os três patinhos.”

Havendo ali algum lugar que pudesse jogar a bituca de cigarro, eu terminaria de fumá-lo, a jogaria fora e iria em direção à Casa de Copas. Não havendo um local apropriado para o depósito de meu amigo à base de nicotina, levantaria na hora e iria fumando ele até achar alguma lata de lixo ou estabelecimento em que pudesse entrar apenas para jogá-lo fora.

Caso minha amnésia recente realmente não me permitisse achar o lugar, perguntaria a alguém na rua como fazer. Uma vez lá, caso não encontrasse alguém do grupo que eu já conhecia, perguntaria aonde poderia encontrá-los ou se dava para esperar que voltassem. Uma vez com Hugo, Luís ou Patrícia, diria - E aí, meu(s) querido(s)/minha querida, tudo bem? Como eu faço pra sair da ilha? Tô querendo começar uma jornada no mar e quis pedir algumas dicas de alguma pessoa que eu já conhecesse - e abriria um sorriso.

Off:
 
Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#ff6633) | Pensamento (#993300)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 134
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptyDom 31 Maio 2020, 05:05


Narração
Dia
Tempo Claro, mas ainda frio
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Percebeu parado naquele banco que seu destino simplesmente não era ficar naquela ilha. Queria sair e se aventurar. Com seu próprio devaneio decidiu se levantar e procurar pelos caçadores, eles o ajudariam a resolver esse problema com facilidade.

Para isso precisaria ir até o clã Copas, e naquele momento sua mente estava meio quebrada. Ao mesmo tempo que jurava não se lembrar de onde era esse estabelecimento, já havia visto a construção após sair do hospital. E o motivo para isso era simples. A mansão do clã Copas era simplesmente a maior construção da cidade. Os três andares da mansão chamavam a atenção e por isso Bellamy conseguia se dirigir com facilidade para o lugar que desejava.

Quando chegou, viu que o lugar estava até bem movimentado naquele momento. Muitos pareciam discutir lá dentro alguma coisa, como muitos falavam ao mesmo tempo ficava difícil para Gimenez com sua boa audição se concentrar em um, pois todos pareciam falar alto. Enquanto se aproximava via a jovem Patrícia do lado de dentro olhando para o povo que discutia. Apesar do tom mais alto, não era aquelas discussões acalentadas, pareciam só discutir algo simples. Por isso Bellamy não se importou em entrar e indagar a caçadora sobre uma forma de viajar. Naquele momento Navarro viu a mulher abrir um sorriso de orelha a orelha. - Gente, acho que achei o nosso homem. - Falou ela e ele percebeu que todos ali pararam de discutir para olharem para ele.

Com a pausa seus ouvidos agradeciam e ela falava. - Bellamy quer viajar para outra ilha. - Naquele momento ele ouvia uma risada forte de um homem já conhecido. Herald. - Nosso salvador. - Falava ele se aproximando feliz e esticando a mão para cumprimentá-lo. - O nosso clã estava programando a próxima viagem para Flevance. - Explicava ela tentando situar melhor o menino da situação. - Vamos continuamente lá pegar as recompensas e entregar os criminosos já que aqui em Malkiham não existe quartel general da marinha. O seu pagamento mesmo saiu do meu bolso, só vou receber quando entregarmos os presos em Flevance. - Complementava Herald imaginando que a fala de Patrícia não era o suficiente para que o jovem entendesse tudo. - O bando que vocês prenderam é muito grande. Quer nos ajudar com a escolta? - Perguntou o homem com um sorriso no rosto difícil de recusar.

Ferimentos escreveu:
3/5 posts para ela parar de incomodar
3/10 posts para sua perna voltar completamente ao normal em movimento


off:
 

Legendas:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : Zero
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 20
Localização : No seu coração

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySeg 01 Jun 2020, 12:55






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


A Razão do sorriso das mulheres For Whom the Bell Tolls - Página 5 344152600


A Casa de Copas estava um furdunço. Era muita coisa sendo dita, por muita gente e em muitas direções. Sinceramente, era um pouco irritante. Minha audição podia ser boa, mas não o suficiente para captar nem ruído do que estava sendo discutido, mas como não havia nenhuma cadeira voando, xingamentos ou dedo na cara, julguei não ser nada tãaaao importante. Estava feliz por estar novamente dentro de um recinto, pois isso me ajudava a regular a temperatura corporal, afinal, eu estava andando de bermuda no frio. É de se imaginar que minhas pernas estivessem arrepiadas, e estavam.

Avistava uma figura conhecida e, para minha sorte, ela não estava envolvida na discussão. Com a maior inocência desse mundo, perguntava se ela sabia qual era o melhor proceder para sair daquele lugar. Foi quando ela abriu um sorriso quase tão branco quanto ela própria, que fez até com que eu me sentisse em um comercial de Colgate. Ali eu já estranhei. As únicas coisas minimamente plausíveis que pairavam em minha cabeça eram: - ”Ou essa mina tá afim de mim, ou ela me odiou tanto que tá feliz que não vai mais ter que cruzar comigo... Será que eu combinei algo com ela enquanto estava grogue, ontem? -” também cheguei a supor. Então, eu fui anunciado como “o homem por quem eles estavam buscando”, coisa que não cheguei a entender direito até perceber que eu havia virado o centro das atenções. Eu poderia ter feito algum comentário inteligente, mas quando eu me dei conta a única coisa que fui capaz de dizer foi um genuíno - Ué?

Enquanto eu me questionava do porquê estarem ela anunciou meu interesse em ir embora dali, respondida por uma risada cheia de vitalidade do meu prefeito ator pornô sueco favorito. Mas ninguém havia cogitado me dar nenhum tipo de contexto. Aí dificultava. Foi quando Herald me intitulou “o salvador”. - Um pouco de contexto ajudaria… - disse, meio relutante. Então me explicavam a situação, e quem passou a abrir um sorriso de orelha a orelha fui eu. Estava realmente empolgado, não esperava que fosse conseguir tão rápido uma carona para fora dali. Tá certo que não seria bem uma carona, era mais um trabalho, mas isso não diminuía nem um pouco o sentimento. Dava para dizer que fiquei de perna bamba. - Então, eu tô meio perneta agora… mas podem contar comigo, com certeza! - diria - Quando partimos?

Esperaria por novas instruções e os seguiria para tentar fazer o que me designassem. Caso não me fosse designado nada, eu perguntaria para Patrícia - Tem algo que eu possa fazer agora, ou em que eu possa ser útil? Caso a resposta fosse negativa, diria - Então, o que fazemos agora? - e esperaria uma resposta. Caso não houvesse o que fazer, perguntaria - Tem algum lugar em que eu possa me sentar?  

Depois de algum tempo, perguntaria  - É esse carnaval toda sempre que vocês vão decidir quem vai pra Flevance? - e esperaria também pela resposta. Após uma possível explicação, diria - E o ombro, tá como?... Aliás, eu cheguei a devolver teu nunchaku? - eram duas preocupações que passariam pela minha cabeça, independente do momento. Caso a última parte viesse seguida de uma negativa, diria - Desculpa... Depois eu te compro outro... - Perguntaria, também - Como tá o José? - e, caso Hugo e Luís não aparecessem, completaria com - E os outros dois? Estão aonde?

Off:
 
Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#ff6633) | Pensamento (#993300)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
PepePepi
Membro
Membro
PepePepi

Créditos : 134
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Data de inscrição : 15/03/2013
Localização : Utopia - 7ª rota

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptyQua 03 Jun 2020, 02:34


Narração
Dia
Tempo Claro, mas ainda frio
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Ficou perdido por um tempo enquanto ouvia tudo aquilo. Parecia que a situação caia como uma luva para ele. Conseguiria transporte com um grupo que já havia conversado. Animado com a possibilidade indagava sobre quando partiriam. Herald sorria com a pergunta. - Partiremos em algumas horas, pouco depois do almoço. Vai demorar um pouco mais de um dia de viagem, pretendemos chegar em Flevance na noite de amanhã. - Falava ele informando mais algumas informações.

Com a resposta em mãos Bellamy indagava sobre como poderia ajudar. O povo olhava para o menino todo quebrado e cada um sugeria uma coisa diferente. Nada parecia realmente possível para alguém naquele estado. Alguns sugeriam que ele ajudasse a carregar pesos, o que Herald na hora recusou. Outros sugeriam pontos que seria necessário ficar em pé por um bom tempo, o que também foi negado. Foi quando o líder do clã de caçadores sorriu ao lembrar de algo. - Você vai cuidar do velho Scrooge McDuck. - Falou ele e diversos ali começaram a sorrir com a fala dele. Alguns concordavam e vários outros só riam, não que isso significasse que discordavam, pareciam rir da ideia mesmo. Patrícia desejava boa sorte pra ele, apesar dele mesmo não saber o porque disso.

O povo então começava a se dispersar, Patrícia continuava por perto pegando uma cadeira para cada um deles. Parecia ser algo educado a se fazer enquanto o tal McDuck não aparecia. Aproveitando o tempo sozinhos o jovem perguntava se era sempre daquele jeito. Ela balançava negativamente a cabeça sorrindo. - Não, geralmente não temos tantos presos e por isso só precisamos usar uma das celas do navio. Por isso só um de vigia por turno era o suficiente. Essa vez usarão as duas, então precisamos de mais vigias. - Explicava ela de forma bem lógica. Ele continuava a conversa mudando um pouco o assunto ao perceber que ela estava até muito bem pra quem tinha levado um tiro. - Estou ótima. - Brincava ela girando o braço, devagar é claro. - Pelo menos estou com ele melhor do que a sua perna. - Brincava a menina. - E eu estou com o nunchaku já. Eles pegaram de você após você desmaiar e me devolveram. - Explicava ela. O que era meio óbvio, já que ele foi despido, tratado, colocado num hospital que não conhecia. Poderiam ter feito qualquer coisa com ele na verdade.

Com o coração mais leve por saber que a menina estava bem, chegava a outra de perguntar dos outros. - José está bem... só precisa descansar. Os outros dois nem se machucaram direito, então estão já prontos para uma próxima. - Falava ela. - Só que nós não... - Ela começava, mas era interrompida por uma batida na cabeça dela de um velho com bengala.

O velho tinha uma bengala, usava uma roupa vermelha chique e tinha um óculos de lentes redondas bem pequenas, para completar o visual tinha uma cartola. - McDuck, olá. - Falava ela com um sorriso meio incomodo, a pancada parecia ter doído. Bellamy percebia que apesar da bengala, o velhote parecia andar muito bem sem ela. Ele se sentava onde ela estava. - É você que vai me entreter por um tempo? - Falava ele com uma voz meio ranzinza. - É bom me entreter, fico muito chato quando não vejo dinheiro em minhas mãos por muito tempo. - Falava ele aceitando como ele era. - O que você tem? - Perguntava o velhote retirando uma mochila dele das costas e colocando entre os dois. - Ou vamos nos entreter com coisas minhas? - Falava ele mostrando diversos jogos, a maioria daqueles mais lógicos e que você precisaria pensar muito para vencer. Sendo o mais chamativo, por ser uma caixa mais bonita e bem cuidada, o xadrez.

Ferimentos escreveu:
4/5 posts para ela parar de incomodar
4/10 posts para sua perna voltar completamente ao normal em movimento


Legendas:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Greny
Civil
Civil
Greny

Créditos : Zero
Warn : For Whom the Bell Tolls - Página 5 10010
Masculino Data de inscrição : 31/08/2012
Idade : 20
Localização : No seu coração

For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 EmptySex 05 Jun 2020, 01:37






[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Eu não sei jogar xadrez


Após ser decidida minha “missão”, tirava um tempo para conversar com Patrícia. Fiquei feliz ao perceber que não fora obra da minha mente o quão agradável fora o papo da noite anterior - pelo menos, as partes que eu lembrava. Mas o clima seguia descontraído. - De novo, mancada… - disse, em meio a uma risada, quando ela voltou a comentar sobre minha perna. A conversa continuava e ela me explicava que reouvera seu nunchaku após meu desmaio.  ”Ué, mas eu não me lembro de ter desmaia… -” comecei a pensar, até me dar conta que não era possível me recordar de estar inconsciente.

Ok, admito que estava tentando ocupar minha cabeça. Não conseguia tirar da cabeça os sorrisos no rosto de todos quando me designaram para cuidar do tal “Scrooge Duck”. Estava um pouco nervoso com isso, afinal, já começava a imaginar que o velho podia ser insuportável. Já vou deixar claro que, se tem uma coisa que eu adoro, é estar certo. E, para minha infelicidade, eu estava certo. No meio de meu diálogo com Patrícia, a garota foi interrompida por uma bengalada na cabeça. Na mesma hora eu já sentia que havia fechado a cara e olhei de rabo de olho para o velho que ali se postava em pé. Aquilo me irritou. Estava prestes a me pronunciar, quando a mulher cumprimentou o senhor. Sim, era óbvio que era daquele cara que eu iria cuidar.  ”É… mierda...” - me conformei que o coroa tinha tudo para ser um completo pé no saco.

Assumindo a cadeira, ele já me perguntava se seria eu que iria o entreter. Na mesma hora eu estranhei, e isso talvez pudesse ser percebido na minha expressão facial. Afinal, eu não sabia qual era o tipo de entretenimento que aquele cidadão buscava. - Opa, meu señor, não sei me falaram disso aí não - disse. Eu queria ser caçador e tal, mas não estava afim daquele coroa me dar algum tipo de ideia errada. Mas ele já deixava claro, após, obviamente, já demonstrar que era um genuíno pé no saco, sem dar muita margem para eu ter dúvidas sobre isso. Mostrou seu “arsenal” e, após me deixar aliviado, me instigou a escolher um dos jogos. Só tinha um problema: ”Eu não tenho idéia de como se joga nenhuma dessas coisas… A maioria eram jogos de pensar. Eu não tinha muito conhecimento, mas tinha muita vontade de aprender.

~ INÍCIO DO APRENDIZADO DE LÓGICA ~

- Então, eu não sou muito familiarizado com esses jogos, mas estou completamente disposto a aprender. Pode me ensinar? - perguntaria.  Em caso de uma resposta positiva, tentaria prestar atenção no que ele me ensinasse e aplicar no jogo, perguntando caso algo não ficasse claro ou eu não entendesse. Caso ele negasse, eu provocaria com - Tem certeza? Só preciso de uma aula e te ganho - numa tentativa de tentar fazer sua personalidade, que parecia ser forte e teimosa, a fazer o que eu queria.

Após a explicação do jogo, tentaria aplicar o que me foi ensinado da melhor maneira para ganhar, sempre visando elaborar estratégias que me parecessem capazes de ter êxito. Buscaria a todo momento me manter concentrado e com o cérebro em constante atividade. Talvez fizesse comentários, piadas e perguntas durante a partida, caso me parecesse oportuno.

Caso eu fosse derrotado pelo senhor, meu lado competitivo iria aflorar e eu diria - Melhor de três - esperando uma revanche. Ele poderia não aceitar, o que me levaria a dizer - O que foi? Tá se sentindo ameaçado? Havendo a chance real de eu voltar a perder, diria - Melhor de cinco - e ficaria nessa sucessivamente até conseguir vencer, independente do tempo que levasse. Buscaria a cada partida melhorar minhas estratégias e conhecimento sobre o jogo.

Como um pedido de revanche é passível de duas possibilidades de resposta, se após uma das minhas possíveis muitas derrotas ele não quisesse mais me conceder partidas, tentaria instigar seu lado capitalista, o qual ele me deixou implícito ter, dizendo - Aposto 2 mil berries - esperando atingi-lo. Continuaria com - O dobro ou nada - a cada nova revanche que eu tivesse de ter, até conseguir vencer, ou falir, o que viesse primeiro.

Isso se repetiria em todos os possíveis jogos que ele quisesse jogar, até passar o tempo necessário pelo fim do meu serviço de acompanhante. Ao final, diria - Obrigado, até que foi bem divertido - e devolveria a ele qualquer dinheiro que eu pudesse ter ganho, dizendo - Eu não ligo muito pro dinheiro, só queria vencer - com um sorriso no rosto, tentando não parecer presunçoso.

~ FIM DO APRENDIZADO DE LÓGICA ~

Quando meu tempo cuidando do senhor acabasse e o mesmo fosse embora, chegaria para Patrícia, caso ela ainda estivesse por ali e perguntaria - Bastante… simpático, ele. E agora? - e esperaria uma resposta que, caso fosse algo que indicava não haver mais tarefas, completaria com - Certeza? Nenhum bebê ou criança que eu precise cuidar agora? - sendo que esta última parte não seria dita caso Scrooge ainda estivesse no recinto, afinal, quem sabe seus pulmões já afetados pela idade não lhe concederam ouvidos de tuberculoso no processo? Depois, perguntaria - Vem cá, qual a relação do coroa com o clã?

Objetivos & Legendas:
 
Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Falas (#ff6633) | Pensamento (#993300)

Objetivos:
 

R.I.P:
 
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty
MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 5 Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
For Whom the Bell Tolls
Voltar ao Topo 
Página 5 de 7Ir à página : Anterior  1, 2, 3, 4, 5, 6, 7  Seguinte

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Malkiham Island-
Ir para: