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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 For Whom the Bell Tolls

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MensagemAssunto: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptySab 23 Nov 2019, 13:11

Relembrando a primeira mensagem :

For Whom the Bell Tolls

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bellamy Navarro. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyDom 15 Dez 2019, 21:21

Eu dera minha ideia com a melhor das intenções, apenas tentando  cooperar com a missão. O que eu não esperava era a negativa dos meus colegas. E, o pior: era uma negativa completamente válida e fundamentada. Por mais que fosse bastante plausível que nos separássemos para aumentar as chances de acharmos pistas, era igualmente plausível permanecermos juntos, por não sabermos quantos piratas haviam ali, isto é, se fosse realmente esse o caso. Era o enigma do gato de Schroedinger – apenas um dos conhecimentos que eu adquirira na faculdade e gostava de aplicar só para não parecer um período inútil na minha vida –, nos separarmos ou não era, ao mesmo tempo, uma ótima ideia e uma péssima ideia, igual ao gato que, enquanto a caixa não fosse aberta, estava vivo e morto.

Outro ponto que eu considerava, por mais que evitasse, era que dá última vez que eu fora imprudente naquela mesma floresta, meu amigo fora assassinado. Não tinha jeito, tudo naquele dia estava me dando algum gatilho. ”Impressionante” - eu pensava. Não imaginava, mesmo, que seria tão difícil pra mim superar. Talvez fosse melhor seguir o que Hugo dizia. ”Pelo menos, por enquanto...” - concluía, mentalmente. Se em algum momento eu achasse que estava na hora de abrir a caixa, eu o faria, mas julgava mais vantagem deixar o gato quieto na dele. Mas, assim, eu não precisei pensar muito pra perceber que havia uma diferença gritante entre dois adolescentes em uma floresta e quatro caçadores em uma floresta, afinal, eles ganhavam a vida lutando contra criminosos e, com certeza, foram para um lugar na iminência de uma luta devidamente armados. ”Certo?” - ecoou a dúvida na minha cabeça. Essa pergunta me deixou realmente preocupado.

Primeiramente, eu olharia meus colegas, visando me certificar que eles estavam armados, apenas para me certificar que era tudo paranoia da minha cabeça. Como eu, por hora, concordava com Hugo, diria - Bom, eu acho que você está certo. Vamos juntos e, se for necessário, nos separamos - diria, tentando aparentar firmeza - Vamos prosseguir? - perguntaria, caso ninguém mais se manifestasse, e seguiria andando.  Tentaria me manter atento o tempo inteiro aos meus sentidos, buscando captar algum odor ou som diferente. Caso percebesse algo, pararia e aguardaria por um momento, tentando me concentrar no som ou no cheiro, para ter certeza que se tratava realmente de algo. Em um caso positivo, avisaria meus companheiros. Em um caso negativo, seguiria atento.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyTer 17 Dez 2019, 04:04


Narração
Dia - Manhã
Tempo fechado, provável neve caindo ao mais tardar do dia
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Ao ter a ideia negada, Bellamy simplesmente aceitou a situação, o argumento fazia sentido e por isso não havia motivo para ir contra a ideia dos caçadores naquele momento. Assim, Navarro acabou seguindo com os quatros caçadores, isso lembrava o seu passado e o tanto que a situação era diferente, de dois adolescente basicamente perdidos para cinco adultos que provavelmente sabiam no que estavam se metendo.

Dado que andariam em grupo Bellamy notou as armas que seus colegas usavam. Os três homens usavam espadas que pareciam iguais, tanto que por isso não era possível distingui-los usando as armas como base. Já Patrícia possuía uma nunchaku algo meio incomum de se ver por aí. Com isso sendo a base da observação de Gimenez começaram a andar na floresta.

A primeira coisa que chamou a atenção do jovem foi a diversidade de cheiros que existiam naquele local apesar de boa parte da ilha ser tomada por neve a maior parte do tempo. As folhas das árvores, o mato, tudo emitia um cheiro realmente agradável para acalmar qualquer possível medo de Bellamy quanto aquele local. O barulho em geral da floresta era o de animais menores. Ouvia muito o canto de pássaros que provavelmente estavam abrigados em ninhos para se aquecerem. Ouvia o vento batendo entre as folhas e tudo estava bem calmo em geral.

Isso continuou assim por um bom tempo, era difícil determinar, mas Bellamy poderia chutar que facilmente passaram uma hora andando naquela floresta sem qualquer tipo de pista realmente útil. Este fato acabou mudando quando o leve cheiro de sangue invadiu as narinas de Gimenez. Não era difícil determinar de onde o cheiro vinha e com isso acabaram parando em um pequeno descampado que possuía nada mais nada menos que um corpo humano. Este estava totalmente dilacerado, claramente boa parte do cadáver fora devorado por algum tipo de animal, não sabiam determinar qual animal, mas com certeza algum grande.

- É impressão minha ou haviam mais humanos por aqui? - Falou José olhando para os sinais que haviam no chão. Era difícil determinar se havia acontecido simplesmente uma luta épica entre o morto e o animal, ou não. De fato havia uma quantidade absurdas de pegadas humanas por ali e isso indicava que havia sim mais de um, só que era também estranho imaginar que mesmo assim eles perderam para um animal e deixaram um de seus colegas ser devorado. - Com certeza eram mais de um. Olhem aquilo ali. - Falou apontando para um pedaço logo a beira do descampado. Uma pequena bandeira pirata hasteada. - É o símbolo do grupo que estamos caçando. Eles estão aqui como imaginávamos. Agora só precisamos encontrá-los e prendê-los antes que essa fera devore todos.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptySab 21 Dez 2019, 01:34

A trilha, somados ao aroma da natureza e a neve caindo tornavam a caminhada realmente agradável. Só havia um problema: eu não estava ali para isso. Com o tempo, a insegurança dava lugar ao tédio e o medo era substituído pela frustração e, se tem uma coisa que eu perdi ali foi tempo. Quando o cheiro de sangue entrou pelas minhas narinas, tomando o lugar dos aromas naturebas que, logicamente, dominavam o local, eu sentira uma súbita vontade de comemorar. Sério, meu primeiro pensamento fora - ”Finalmente, caralhoooooow” - mas eu soube me conter. A cena era horrorosa, o cidadão muito possivelmente seria enterrado como indigente, mas a concepção de que estávamos no caminho certo? Ela era maravilhosa. Se as pegadas não eram confirmação o suficiente, a bandeira pirata hasteada ali perto não permitia dúvidas. Eu tinha certeza: ”A temporada de caça começou” - pensei - ”E eu sou um caçador” - concluí.

O que eu deixava de lado e, talvez fosse uma das primeiras observações que eu deveria fazer, é que o cara fora estraçalhado e seus companheiros fugiram. E, seja lá o que fizera aquilo, possivelmente, estava perto. Agora, o que poderia ter feito aquilo? A Floresta Malka era conhecida por ter tigres gigantes e ferozes habitando nela, logo, só havia uma conclusão que eu podia tomar ali - ”Ursos. São ursos, tem que ser ursos...” - repetia em minha cabeça quase que como um mantra. Não era uma certeza baseada em algum dado ou conhecimento específico. Não era nem sequer uma certeza, era uma esperança cega que eu passei a nutrir, por acreditar que seria mais fácil sobreviver a um ataque de urso. Mas, independente da fera que fosse, eu a enfrentaria de peito aberto – óbvio, torcendo para ela não abrir meu peito.

Eu me voltaria para os restos mortais do cadáver e começaria a mexer em suas roupas, visando vasculhar seus bolsos em busca de algo. Procuraria uma arma, de qualquer tipo, dinheiro e qualquer coisa que pudesse usar como pista, para ver se conseguia algo o qual pudesse cheirar e procurar o bando na floresta através do odor. Achando algum objeto que não fosse do nobre pedaço de carne moída, eu fecharia meus olhos e respiraria fundo com o item posicionado bem perto da ponta do meu nariz, tentando me atentar bem ao odor para, mais a frente, lembrar-me dele, se necessário. Caso encontrasse dinheiro e/ou alguma arma, tentaria guarda-lo(s) comigo.

Uma vez tendo revirado o cadáver, me levantaria e olharia bem para o chão, tentando procurar alguma pista, objetos caídos ou alguma trilha específica que as pegadas seguissem. Ainda perguntaria para meus companheiros: - Vocês não acham melhor levarmos um pedaço do nosso amigo ali conosco? - apontando com o meu dedo polegar por cima do meu ombro para o, talvez, pirata falecido no chão - Não sabemos se a fera está longe e, muito menos se ela já marou a fome dela - concluiria meu raciocínio e esperaria pela resposta do quarteto. Caso fosse uma afirmativa, eu esperaria que eles tivessem a iniciativa. Para o caso de uma negativa, eu diria, tentando soar o mais jocoso possível: - Pois bem, só espero que não tenhamos que escolher alguém pra ser devorado enquanto os outros quatro correm...

Andaria, ainda, até a bandeira e, com a mesma estando ao meu alcance, tentaria pegá-la para cheira-la. Faria o mesmo procedimento já citado, tentando captar algum odor diferente, para ver se seria possível localizar o bando. Se, em algum momento, eu achasse algo que julgasse interessante ou importante, avisaria ao quarteto. Independente dos meus resultados obtidos, esperaria uma definição de meus companheiros para seguirmos adiante na busca. Tentaria prestar atenção nas pegadas para segui-las, atendo-me também para barulhos odores estranhos e, talvez, conhecidos, uma vez que eu tivesse conseguido algo em minhas buscas. Caso eu não conseguisse nada, apenas procuraria sem ter muitos parâmetros, igual fizera para chegar até o local no qual me encontrava naquele momento. Se minha audição aguçada captasse algum som que remetesse a um animal selvagem se aproximando, eu fecharia meus olhos e me concentraria no som, buscando sua origem, e diria para meus companheiros que deveríamos aumentar a velocidade de nosso passo. Achando algum sinal dos piratas antes deles, também avisaria, apontando a direção. Caso não, seguiria procurando.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptySeg 23 Dez 2019, 23:52


Narração
Dia - Manhã
Tempo fechado, provável neve caindo ao mais tardar do dia
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
A cena era nojenta e tals, mas isso estava bem longe de impedir que Bellamy ficasse animado com a situação. Se aproximava para olhar melhor o cadáver que havia por ali. Nesse momento um forte clarão rompeu nos céus. Navarro ouvia um som claro de trovão e todo o ambiente em torno de Gimenez se tornava branco. Após o acontecido aos poucos o local voltava ao normal e conseguia enxergar normalmente.

O que havia acontecido ali era difícil de saber, mas não importava para a situação, nenhum dos caçadores falava disso e parecia que iriam simplesmente seguir a caçada. Bellamy então, próximo do cadáver procurava por algum tipo de indicativo de como seguir a busca. Cheirava o corpo, mas o único cheiro ali que realmente chamava atenção era o cheiro do sangue, não tinha nem comparação. O corpo em si também não possuía maiores pistas. O tronco basicamente deixara de existir, os braços estavam com várias mordidas, e até mesmo uma das pernas foi quase totalmente devorada, sobrando só metade da canela para baixo. As botas e luvas do pirata chamavam atenção pela qualidade, apesar de estarem totalmente lambuzadas pelo sangue do corpo, pareciam algum tipo de material que poderia claramente ser usado, era no mínimo melhor que a bota que ele estava usando. Se alguma arma fora utilizada pelo corpo, claramente fora levada pelos piratas que estavam lá, o que era meio difícil de imaginar já que fugiram como podiam.

A esperança então ia para a bandeira. Levantando-se foi até a bandeira e cheirou, aquilo sim possuía outro cheiro, já conseguia até mesmo falar que sentia leves tons desse odor pelo ar. Caso se afastasse um pouco do cadáver provavelmente conseguiria seguir em alguma direção só pelo cheiro que sentira.

Os caçadores começavam a andar na direção que as pegadas levavam, foi quando Bellamy indagou sobre levar um pedaço do corpo para usarem como algum tipo de isca de besta. - Acho que quem devorou esse corpo com certeza já está satisfeito... ou comeria a outra perna também. - Aquilo não era um bom argumento, outra coisa podia ter feito a besta parar de comer, mas Navarro aceitava aquilo e seguia então falando sobre torcerem para não terem que decidir entre algum deles ser devorado.

E assim aos poucos o grupo continuava a andar. O cheiro da bandeira ia ganhando força ao mesmo tempo que o cheiro do sangue ia perdendo. Com isso ficou fácil para guiar o grupo no cheiro da bandeira. E isso foi se estendendo até que Hugo fez um sinal para eles pararem. Bellamy conseguia ver outra clareira a sua frente, esta estava com pelo menos dez homens. Três estavam sentados claramente cansados de alguma coisa que estariam fazendo anteriormente. Outros cinco estavam em pé andando por aí vigiando o acampamento de forma bem porca, os dois restantes pareciam preparar alguma refeição para o grupo como um todo. Era possível ver pistolas e espadas espalhados entre os piratas.

Ouviu então o cochicho de Hugo. - E então, alguma sugestão de como vamos atacar?


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyQua 15 Jan 2020, 21:00

Seguíamos nossa jornada em busca dos piratas. A tarefa havia se tornado consideravelmente mais fácil, depois de eu captar o odor deles, que estava na bandeira, e conseguir localizá-los. Essa eficiência do meu nariz era uma parada da qual eu me orgulhava muito, me sentia muito importante naquele momento. Sentia até que poderia substituir cães em patrulhas. Seria uma responsabilidade enorme. Conseguia até me imaginar de cachorro. Não seria um cão qualquer, seria um cachorrão moralizador, seria algo como um rottweiller, ou talvez um buldogue, ou, melhor ainda - ”Eu seria um belldog… Ou, quem sabe um pitbell?” - refletia em minha cabeça. Eu também poderia ser um lobo solitário, ou uma raposa majestosa. Talvez, seguindo meu sangue latino, eu seria um coiote?

Em meio a esses pensamentos, quando me dei conta, já estava de frente para o acampamento dos piratas. Contava um grupo de dez pessoas, sendo que apenas cinco pareciam vigiar o lugar. Minha primeira impressão, foi de que eles não estavam realmente concentrados ou dispostos a fazer aquilo. ”Eu não confiaria meeesmo a minha vida nesses caras” - eu pensava. Se eu fosse algum dos outros cinco, a segurança que eu estaria sentindo seria a mesma que trancar um portão com um biscoito cheetos. Mas, se isso era ruim pra eles, era ótimo para mim.

Eu pensava em maneiras de como poderíamos atacar quando Hugo, como se previsse meus pensamentos, me indagava se eu tinha alguma ideia de como atacar. Olhando para ele de rabo de olho, cochicharia - Um minuto. Uma dúvida que pairava em minha cabeça era se aqueles homens eram os que estavam junto com o pobre homem que nós havíamos visto algum tempo antes. Ou, o que sobrara dele. Caso fossem, eles já deveriam estar com um certo estresse psicológico e paranóicos que a fera voltasse. Ao menos, era o que eu imaginava. Voltaria minha atenção para o grupo de piratas e olharia um a um, tentando ver algum tipo de sinal de luta ou combate, talvez algum ferimento ou resquício de sangue em suas armas.

Procuraria, ainda, observar os que patrulhavam, se eles estavam armados. Além de tentar contabilizar o número de armas que estavam pelo chão, principalmente o número de armas de fogo. A última coisa que eu queria era que o plano desse errado e acabássemos com mais furos que uma peneira. Os que estavam armados com armas brancas me preocupavam menos, mas ainda considerava importante contar também. Ainda procuraria ver a distância entre os que estavam descansando e cozinhando, em relação às armas. Queria que tivessem o menor tempo de reação possível. Por fim, olharia a clareira na qual estavam, procurando por pontos em que fosse mais fácil de algum de nós se aproximar dos piratas, sem ser visto.

Minhas duas maiores preocupações eram as seguintes: conseguir separar os que patrulhavam dos demais, para pegá-los despreparados; e se realmente só haviam aqueles dez ali, ou ainda haviam mais piratas que pudessem chegar. Tanto que, ao longo das minhas observações, ainda tentaria procurar algum indício de se haviam mais pessoas no acampamento, ou eram só eles, fosse o número de mochilas, de armas, até mesmo de pratos. Qualquer coisa que pudesse revelar se eram só aqueles dez. ”Quer dizer...” - ecoou na minha cabeça, ao me recordar do “Sr. Carne Moída” - ”Onze” - pensei, concluindo que era o número máximo que me interessava.

- Bom… - começaria a falar, cochichando - Aqueles três ali parecem estar completamente exaustos, enquanto aqueles dois estão distraídos cozinhando. Se algo acontecer, quem deve ir atrás são aqueles cinco ali - diria, tentando não soar como o “Capitão Obvio”, que eu sabia que estaria sendo -  Por isso, precisamos nos livrar deles. Algum de vocês é rápido? Minha ideia é a seguinte: dois de nós dão a volta na clareira e façam algum som. Mexer em arbustos, galhos, qualquer coisa que pareça que tem algo ali. Os cinco devem ir atrás, achando que é a fera novamente. Daí, temos duas opções: os três que sobrarem vão atrás, pra emboscarmos eles. Ou, os três que sobrarem atacam os que ficarem aqui, desse lado mesmo, porque todas as atenções vão estar na direção do barulho. Atacamos os cozinheiros e depois os três que estão cansados, enquanto esperamos que os outros dois despistem os piratas e voltem pra cá antes deles. O que acham? Alguém tem outra ideia? - perguntaria. Esperaria por um momento de deliberação para, caso elegessem minha ideia ou a que parecesse mais qualificada, agirmos. Tentaria seguir o plano que fosse eleito o melhor, buscando um desfecho positivo para eu e meus companheiros.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyQui 16 Jan 2020, 14:49


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Bellamy Gimenez Navarro
Bellamy estava orgulhoso de si mesmo, o que fazia Navarro começar a viajar em sua própria imaginação de forma magnífica enquanto seguia a trilha do odor dos piratas. Ao chegar ao local com os piratas se atentava bastante ao máximo de detalhes que conseguia ver, claramente os piratas não estavam em condições alguma de atacá-los, os vigias eram ruins, alguns cuidavam da alimentação do grupo e outros estavam só descansando.

Os que descansavam mostravam diversos machucados pelo corpo quanto mais Bellamy prestava atenção, não estavam incapacitados, mas pareciam querer descansar. Os dois cozinheiros estavam atentos a panela, será que não estava meio cedo para isso?

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Não é o melhor dos mapas já que fui repetindo as figuras para facilitar o entendimento. Os dois cozinheiros tem uma "skin", o mesmo pros três que estão descansando e os cinco que estão vigiando. Coloquei você e os npcs no mapa como se fossem só aquele boneco no meio da selva, para representar que estão naquele ponto. O resto é como se estivesse mais andando na região próxima de onde estão no mapa, não necessariamente em um ponto fixo no mapa.

Olhando para as espadas e armas no chão, percebia que conseguia contar seis, sendo três espadas e três pistolas. Os cinco que andavam por aí portavam tanto espadas quanto armas, então ficava difícil dizer se os cozinheiros não lutavam, se outros haviam morrido e os de patrulha simplesmente ficaram com as armas ou qualquer coisa do tipo.

Gimenez então narrava seu plano para os seus colegas, os meninos gostavam do plano enquanto Patrícia ia balançando a cabeça negativamente ao ouvir o plano dele, mas parecia já ser voto vencido. - Adoramos o plano. Como nós três sempre trabalhamos em trio e lutamos melhor dessa maneira, acho que a melhor opção é você e Patrícia serem a isca. - Falava Hugo animado só que não num tom alto o suficiente para chamar a atenção dos piratas. - Estamos a espera dos piratas se distanciando. - Falava ele indicando que Patrícia e Bellamy podiam ir fazer a distração.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptySeg 17 Fev 2020, 01:13

Senti um certo êxtase ao ter minha ideia aprovada. Sentia-me um líder, uma parte central de toda a missão. A sensação de importância era tanta que eu até ignorava a chance real do plano dar clamorosamente errado e nós cinco sermos assassinados brutalmente. Mas, sinceramente? Eu não imaginava como isso poderia acontecer. Não queria admitir, mas estava começando a ficar realmente animado.

O que eu não imaginava era que essa empolgação despencaria tão rápido quanto subiu. A razão? Quando eu ia perguntar para meus companheiros quem seriam as iscas, eles próprios já deixaram claro: seríamos eu e Patrícia. Verdade seja dita, eu fiquei bastante desapontado. Era como se eu fosse uma águia com a asa quebrada, ansiosa pra voar novamente e, quando estivesse recuperado, e apto para voltar a voar, tivesse um ataque cardíaco em plena decolagem e fosse de encontro ao solo. Claro, guardadas as devidas proporções. Quer dizer, era o meu plano. Eu me imaginava chegando na voadora, falando - ”Mãos para o alto, vocês estão ferrados” - ou algo desse nível. Claro que eu entendia que, por eles dizerem que lutavam melhor assim, podia aumentar nossa chance de sucesso. - ”Se é pra dar certo, ser a isca talvez seja um preço pequeno a se pagar...” - eu pensava. A verdade é que eu estava querendo me convencer disso, para ver se eu conseguia ficar menos decepcionado. Não deu certo.

- Certo - começaria a cochichar, tentando não soar chateado - Vamos dar a volta e esperar o melhor momento pra chamar atenção. Fiquem ligados - terminaria, e então começaria a andar para dar a volta na clareira, visando ir para o extremo oposto de onde eu estava inicialmente, tentando ser o mais silencioso e discreto possível. Tentaria me atentar às moitas, árvores e outras coisas que pudesse usar para me esconder, além dos movimentos dos guardas, buscando achar algum padrão. Também tentaria prestar atenção em qualquer conversa que eles pudessem vir a ter e eu conseguisse escutar, para o caso de eu conseguir “pescar” alguma informação.

Uma vez tendo chegado no local que eu queria, eu perguntaria para Patrícia - Você costuma trabalhar com eles três? - e aguardaria a resposta. Era apenas uma curiosidade, pelo fato de Hugo ter me dito que estava acostumado a trabalhar com os outros dois, mas não mencionar nada sobre ela. Além das conversas às quais ela parecia alheia, incluindo o plano de ação. - Você não me pareceu muito convencida do plano, quer ficar aqui e dar apoio pra eles, ou se garante em vir comigo? - perguntaria - Estamos na Floresta Malka, morto a gente já tá. O que vier é lucro - encerraria, em um tom de brincadeira.Caso ela optasse por ficar lá, eu indicaria para ela tentar se esconder em uma direção que os guardas não passassem na hora de me perseguir. Caso ela dissesse que viria comigo, eu diria - Beleza então. Você é rápida? Tenta me acompanhar… - e abriria um sorriso, tentando bancar o “amigável”.

Antes de começar a distração, eu me tentaria me aproximar do pescoço dela e daria uma cheirada forte, tentando captar algum odor, fosse de perfume, shampoo, ou qualquer coisa desse tipo, e me justificaria - Só pro caso da gente se separar, eu ter algum cheiro pra tentar seguir… ah, qualquer coisa, grita. É capaz de eu conseguir ouvir. Vamos? - perguntaria, para saber se poderíamos dar prosseguimento com o plano. Caso ela quisesse ficar, esperaria que ela se afastasse. Com ela vindo comigo, eu começaria a procurar no chão galhos grossos ou qualquer coisa que pudesse usar para fazer um barulho que remetesse a uma fera selvagem. Tendo êxito, começaria a gerar os sons, buscando ser perseguido. A medida que eles se aproximassem, tentaria me afastar proporcionalmente e, caso começassem a correr, eu correria junto, visando sempre ir em linha reta.

Uma vez em fuga, tentaria realizar alguns movimentos em ziguezague, para me esquivar de algum possível projétil que fosse disparado. Procuraria algum lugar que pudesse me esconder, estando sozinho ou com Patrícia. Achando algum esconderijo digno, tentaria me esconder e indicaria para Patrícia o fazer, caso ela ainda estivesse comigo. Tinha em mente arbustos grandes, talvez até árvores que eu conseguisse escalar de maneira rápida, dando preferência para elas no caso e eu estar só.

Havendo a real possibilidade dos piratas serem tão rápidos quanto nós, ou até mesmo serem superiores, eu sugeriria escalarmos árvores para facilitar nossa fuga, tentando fazer uma escada ou até jogar Patrícia em um galho, que desse a possibilidade dela continuar escalando, isso é, caso eu conseguisse tal coisa.

Caso fossemos descobertos antes de estarmos devidamente localizados e/ou preparados para a realização do plano na sua plenitude, tentaria seguir os mesmos planos de fuga.

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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyDom 23 Fev 2020, 15:25


Narração
Dia - Manhã
Tempo fechado, provável neve caindo ao mais tardar do dia
Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Apesar da alegria inicial por ter seu plano aceito, acabou se vendo triste porque eles falaram para ele ser a isca junto de Patrícia. Como a justificativa era boa, acabou sem ter bons argumentos para participar da porradaria e teve que aceitar ser isca junto com a única mulher que havia por ali. Pela fala deles, a curiosidade acabou atingindo Bellamy, que perguntou sobre quanto ela conhecia eles. Ela respondeu num tom baixo, para não ser ouvida pelos caras do acampamento. - Somos amigos tem muito tempo... mas eles são inseparáveis. - Respondeu ela a primeira pergunta, passando então para a segunda. - O plano não é ruim, não é incrível também. Eu só sabia desde o começo da explicação que ia sobrar para gente. - Justificava ela sobre o porquê de ter achado o plano mais ou menos, porém ela não demonstrava medo algum de ir como isca andava lado a lado com Navarro.

Conseguiam ir com certa facilidade para a posição que desejavam chamar a atenção, Patrícia ficou calada a maior parte do tempo, sempre olhando na direção do acampamento para ver se algum inimigo olhava para eles ou qualquer coisa do tipo. Não ouvira nada, na verdade a única coisa que ouvia vindo do acampamento era os passos dos homens na vigília e o crepitar das chamas de quem estava cozinhando. Ninguém falava nada, pelo menos não numa altura que ele ouvisse, o que provavelmente indicavam que estavam realmente calados.

Bellamy então começava seus preparativos, pegava um punhado de gravetos, mas isso era o normal de se fazer, o homem fazia outra coisa, que era muito mais chamativa e estranha. Ele se aproximava da mulher e dava uma inspirada tão forte que o máximo que fazia era espantar a mulher. Mesmo ele explicando para ela o motivo daquilo, ouviu um espantado. - Ok... - Mas ela realmente não parecia estar ok. Na verdade, depois daquilo ela parecia evitar ficar tão perto de Gimenez quanto ficava anteriormente e parecia realmente estar com duvida de participar daquilo tudo com ele, provavelmente Navarro parecia um simples maluco para ela naquele momento.

Apesar dessa situação estranha que ficaram, viu que Patrícia também recolhia gravetos, mas mais importante para ela, parecia que ela já montava uma rota de fuga mental, falando como seria bom correr a frente por estar olhando a forma das árvores naquela região. E, apesar da ideia ser até interessante, Bellamy não tinha o talento para imitar um animal selvagem, soando claramente como um humano e arrancando até mesmo risadas de Patrícia. Independente disso, aquilo chamava a atenção dos homens ali no acampamento, que ao olharem para a direção deles foram se aproximando bem rápido.

Não havia muito o que pensar e Gimenez começou a correr, Patrícia realmente conseguia correr até mesmo mais rápida do que ele, ouvia os passos e gritos dos piratas logo atrás, agora com muita facilidade para ouvir o que falavam. Seus gritos mandando eles pararem, ou perguntando quem eles eram.

Os pirata então sacavam suas armas e Navarro até conseguia desviar da primeira bala e da segunda, mas foi quando viu Patrícia logo a sua frente ser acertada por um dos tiros. Era difícil determinar se machucara, mas a assustara, e isso fora o suficiente para que ela tropeçasse e ele visse ela rolando no chão a sua frente. Olhando para trás veria que os piratas estavam a uns quinze metros de distância, Bellamy não teria muito tempo para pensar, precisava pensar no que faria rapidamente ali.

Havia árvores por todos os lados, a grama não era muito alta, passando somente dos seus pés, não via nenhum animal de grande porte por perto, somente pássaros e insetos.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptyQua 18 Mar 2020, 15:29

O plano parecia se encaixar perfeitamente no que eu havia concebido. Chegamos ao outro lado da clareira sem sermos vistos, e começamos os preparativos. Primeiramente, parei para inalar o aroma de minha companheira de missão, com a maior inocência desse mundo. Só depois que eu pensei que talvez eu pudesse ser mal interpretado.  - ”Bem, já era… vida que segue” - eu pensei, e dei prosseguimento ao plano, catando galhos e gravetos no chão para simular algo passando ali. Porém, não sei se foi o calor do momento falando mais algo ou coisa do tipo, mas, quando eu percebi, estava fazendo sons que, de fato, simulavam um animal selvagem. Rosnados altamente convincentes, que poderiam facilmente pertencer a uma fera de verdade. Não entendera a gargalhada de Patrícia perante minha magistral imitação mas, antes que eu pudesse indagar, fomos percebidos e nos botamos em fuga.

Um ponto que me deixara surpreso, fora que Patrícia era mais rápida que eu. Mas, era algo que fazia sentido, afinal, ela já devia ser muito melhor preparada e treinada para essas situações, por ter que capturar um leão por dia em nome da profissão. E, não via  a hora de estar oficialmente nesse meio também. A perseguição fazia com que eu me sentisse vivo, uma sensação gostosa de adrenalina correndo pelas minhas veias. Sentia como se nada pudesse dar errado. Pena que não deu para aproveitar muito, porque não tardou para que tudo começasse a dar errado. Começando pelo fato que eu estava pensando desde o começo a saltar nas árvores, mas eu demorei muito para lembrar que eu não conseguiria fazer isso. Eu nem sabia como chegar ao topo de uma árvore. E, para piorar, ainda vi minha colega ser atingida por um disparo. A decepção tomava conta de mim, afinal, minha festa tinha tudo para ser transformada em um velório. E, o pior, por minha culpa. Eu achava fielmente ter pensado em tudo mas, só fui perceber tarde demais que eu não tinha planejado absolutamente nada. Nós dois parecíamos condenados, por culpa minha e da minha boca grande. ”Impressionante como eu consigo dar razão pro meu coroa, mesmo depois de tanto tempo” - eu me indagava.

Vendo Patrícia caída no chão, analisando o entorno e olhando os piratas atrás de mim relativamente perto, milhares de coisas passavam pela minha cabeça em uma fração de segundo mas, a grande maioria, me levava a uma mesma conclusão: - ”Eu tô fudido...” Essa parecia ser a única certeza daquele momento. Eu criara o plano, executara o plano e estava vendo meu plano fracassar. Só me restavam duas opções, morrer, ou criar outro plano. Olhando ao meu redor, não parecia haver para onde correr ou aonde me esconder, e, mesmo que houvesse, a sensação que eu tinha era de que seria como se eu estivesse brincando de gato e rato, e não via muita chance de sobreviver.

Na minha cabeça, se eu corresse, o gato me pegava, se eu ficasse, o gato me comia… - ”É isso...” - pensei - ”Tá na hora de imitar a parábola de Jonas...” - concluí. Via minhas chances de êxito como sendo relativamente pequenas mas, eu já estava numa floresta, repleta de feras selvagens e sanguinárias, sendo perseguido por um grupo de piratas assassinos. Era o pior cenário possível, naquele momento. Com minha morte já sendo quase garantida, o que eu tinha a perder?

Era com esse pensamento tranquilizante que, quando eu me dei conta, eu gritei - CALMA! - parando, caso eu ainda estivesse em movimento. E, uma vez tendo gritado, eu tentaria levantar minhas mãos, para indicar que eu estava desarmado, em um ato (momentâneo) de redenção, e continuaria - Vou virar agora - e assim tentaria o fazer, me voltando em direção aos piratas, ainda com as mãos para o alto - Foi só uma brincadeira de mal gosto - diria e, prosseguiria com - Então, algum dos senhores aceita um cigarro? - Em caso de uma resposta negativa, perguntaria - Se incomodam se eu fumar, então? - e tentaria fazer o movimento de pegar meu maço de cigarros e a caixa de fósforos no meu bolso. Caso alguém dissesse que “sim”, entregaria-lhe(s) um cigarros e os acenderia, acendendo o meu por último.

A todo momento olharia para os homens, contando os homens e tentando contabilizar suas armas, tanto as que portavam quanto as que parecessem guardadas. Observaria também seus movimentos, para tentar observar algum tipo de movimento ou intenção hostil. Meu plano B ideal seria fugir, mas não havia garantia nenhuma de que eles cinco iriam atrás de mim e eu não queria deixar Patrícia em uma situação comprometedora.

Caso pedissem alguma explicação melhor, diria: - Estávamos apenas andando pela floresta, vimos vocês e eu disse que poderiam estar caçando algum animal selvagem. Ela duvidou que eu conseguiria imitar uma fera, e eu quis mostrar que ela estava errada. E aí, como eu me saí? - perguntaria, tentando soar o mais convincente possível, para enganá-los. Talvez deixasse escapar um sorriso de canto de boca. Após uma possível resposta, que não incluísse uma revelação sobre o fato de serem piratas, perguntaria - Estão aqui tentando caçar o que? Um urso, um tigre? - e esperaria. Tudo seria uma tentativa de ganhar tempo.

Havendo a real possibilidade de nos fazerem ir com eles para o acampamento, iria sem oferecer muita resistência. Caso isso não acontecesse e nos deixassem, o que eu acreditava ser difícil, perguntaria para Patrícia se ela estava machucada, mesmo que de leve. Havendo uma resposta positiva, chamaria os homens e perguntaria se havia um médico entre eles, para ajudá-la, ou se no acampamento deles havia alguém que pudesse ajudar.

Caso eu percebesse que tentariam me atacar, no caso de ser algum golpe desferido contra mim por uma arma branca, eu tentaria me esquivar para o lado oposto ao da lâmina e tentaria desferir um chute na costela de quem partiu para cima de mim, utilizando o pé referente ao lado o qual me desloquei como apoio, para realizar um movimento de 90° para realizar o chute. Em caso de falha no meu ataque, tentaria desferir uma rasteira contra o indivíduo, visando derrubá-lo. Se o ataque fosse feito como uma estocada ou um golpe corpo-a-corpo, a estratégia seria a mesma, com a esquiva sendo para a esquerda, visando chutar o oponente com meu pé direito.

Em caso de parecer que os piratas me alvejariam com balas, eu tentaria saltar para trás de uma árvore, visando me esconder. Caso não houvesse alguma árvore perto, mas a distância entre eu e o homem fosse de até dois metros, eu tentaria saltar na direção do mesmo, porém, jogando meu corpo em direção à sua lateral, para tentar botar minhas mãos no chão e as usar de apoio para realizar uma rasteira no homem, e quem mais estivesse perto. Com a última hipótese se confirmando, tentaria realizar um giro de 360° durante minha rasteira, igual um pião, para atingir todos que estivessem no raio do meu golpe. Caso esse cenário altamente específico e fantasioso desse certo, tentaria ainda pegar a arma de um dos homens e apontar para os mesmos, mandando-os se renderem, e iria tentar me aproximar de Patrícia, ainda apontando a arma de fogo para os mesmos e tentando um disparo, caso fosse necessário. Se eu não conseguisse o apoio, mas parecesse ter tempo de reação, tentaria pular na direção das árvores, para me abrigar.


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MensagemAssunto: Re: For Whom the Bell Tolls   For Whom the Bell Tolls - Página 2 EmptySeg 23 Mar 2020, 23:14


Narração
Dia - Manhã
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Localização: Malkiham Island - North Blue

Bellamy Gimenez Navarro
Correndo com Patrícia acabou por perceber as falhas que seu plano possuía. Não podia fazer nada quanto aos defeitos naquele momento, precisava simplesmente improvisar e sobreviver enquanto toda aquela confusão era resolvida de alguma forma. Infelizmente o mundo não era gentil com o Bellamy e assim o jovem viu que a colega havia recebido um tiro.

A reação de Navarro foi rápida, gritando calma, levantava os braços e fingia sua inocência para todos os piratas que já estavam chegando. Começava a discursar, inventando uma desculpa qualquer para aqueles homens, além disso, ele falava que queria fumar. Os piratas foram atraídos pela situação absurda e deixaram ele fumar, não pediram nenhum cigarro. Dessa forma Bellamy começava a fumar enquanto percebia que o tiro acertara Patrícia e que ela sangrava em seu ombro esquerdo na parte das costas.

Como percebia, todos eles empunhavam uma espada e uma pistola cada. Começava então a explicar o que havia acontecido para eles. Os piratas começaram a rir. - Que merda de desculpa hein menino. - Falou um deles. - Você foi péssimo, tanto que não tivemos medo de vir atrás de você. Uma fera é muito melhor do que aquilo. - Falava ele exibindo-se. - Agora vão embora antes que nós decidamos usar vocês como isca para a próxima fera. - Falou o homem apontando a pistola para eles.

Eles viraram as costas e iam sair, mas foi quando todos eles ouviram um grito vindo do acampamento, claramente de algum de seus aliados, seja os cozinheiros, seja os machucados. O pirata que estava ali na frente virou-se então perguntou para Navarro sobre aquilo. - Quanta coincidência, não é mesmo menino? - O tom de voz não era dos mais agradáveis.


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