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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Ronco do Bárbaro

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MensagemAssunto: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQua 13 Nov 2019, 19:00

Relembrando a primeira mensagem :

O Ronco do Bárbaro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gustav Karlsefni. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQui 26 Dez 2019, 17:13

Gustaf Karlsefni


Ao fazer o brinde, recebia em coro uma resposta. Amigos e desconhecidos brindavam pela vitória que o bárbaro havia conquistado – BRAHAHAHA, aquilo não foi nada – dizia, enquanto seus dedos grossos apertavam a caneca cheia de algum liquido alcoólico, provavelmente cerveja. Retribuía o abraço sorridente, enquanto bebia um gole largo do liquido – Eu poderia lutar por dez dias e dez noites, eu apenas brinquei com aquela vagabunda brahahah – as palavras eram ditas com firmeza, talvez fosse verdades, talvez não, para Gustaf, pouco importava.

- Eu não podia deixar ela fugir depois de se meter com essa taverna – falaria num tom mais baixo, olhando para o taberneiro e procurando pela ruiva de canto de olho – Somos amigos, não é? – se virava para o resto dos clientes – QUALQUER UM QUE TENTAR ALGUMA GRACINHA NESSE LUGAR, IRÁ SENTIR A MINHA IRA BRAHAHAH – o tom ameaçador era rapidamente perdido pela risada alta. Gustaf geralmente não importava com a segurança das pessoas, excluindo Nereu e outras poucas pessoas, não importava com terceiros, mas aquele sujeito havia lhe dado bebida sem nada cobrar, parecia ser um bom homem que fazia de tudo para manter aquilo funcionando, por esse simples motivo, o loiro o admirava de certo modo, ele havia feito sua própria Vinland (terra natal de Gustaf) e isso era algo grandioso.

Após a interação com o bigodudo, o trio de garotos se aproximava e não enrolavam sobre o que queria – BRAHAHAH – o matador ria, tentando disfarçar o fato de não ter grana alguma – Eu esmaguei a cabeça daquela bucaneira, então vamos ir atrás do segundo alvo – dizia, procurando em seus bolsos os cartazes de procurados. Encontrando-os, leria em voz alta o próximo nome – Yohan, O Elfo Pestilento – mostraria o cartaz para as crianças – ESTE É O PROXIMO BRAHAHA – viraria a caneca de uma só vez, arrotando assim que terminasse – Viram Nereu por ai? – Gustaf virara o rosto para todos os lados, ficando a ponta do pé para conseguir ver se o tritão estava por ali.

Como esperado, o navegador estava próximo a uma das portas, logicamente, o loiro seguiu até lá sem se despedir de Claudius e dos demais, não que fosse um ato arrogante, ele simplesmente havia esquecido da presença dos três. Tentaria não empurrar as pessoas enquanto passava, afinal, seu corpo estava dolorido e fazer um esforço desnecessário iria apenas piorar. Doravante, se fosse preciso tirar alguém da frente, assim faria sem pestanejar. Chegando até o tritão, diria sorridente – NEREU VELHO AMIGO – erguia sua mão, fechando o punho – O QUE ESTÁ FAZENDO? – esperava pelo cumprimento do seu parceiro, não deixando de observar manchas de sangue em suas mãos.

Esperava pela resposta do amigo e acreditaria em qualquer coisa que ele dissesse, confiava cegamente no tritão – DEIXA ISSO PARA LA BRAHAHA – passaria o braço em volta do pescoço do colega – HORA DE CELEBRAR, EU ACORDEI! – puxando o amigo para o centro do bar, começaria a bater palma e rir da situação, era hora de festejar – OUTRA BEBIDA – caminharia até o balcão e esperava por uma caneca cheia. Beberia aquilo que fosse posto, para o bárbaro, uma vitória só vale a pena se vier com uma boa festa em seguida. O rapaz esqueceria os problemas e aproveitaria aquele momento e nada mais. Durante a festa, se aproximaria de Catherine, provavelmente apoiado no álcool em sua mente – Quando eu sair dessa ilha, quer ser a médica do meu bando pirata? Brahaha – diria olhando para a moça, um pouco abobalhado, mas nem esperaria pela resposta, subiria em algo (cadeira, mesa) – UM BRINDE A MINHA VITORIA, EU VOU NAVEGAR POR TODOS OS MARES E ENCONTRAREI O ONE PIECE – seu rosto vermelho e suas veias sobressalentes não deixava esconder sua embriaguez – QUALQUER UM QUE SE METER NO MEU CAMINHO, SERÁ AMASSADO PELO MEU MARTELO – nesse momento, procuraria pela sua arma, não encontrando diria para Nereu – PARCEIRO, CADEU MEU MARTELO? ESQUECE! EU QUEBRAREI OS CRANIOS DOS INIMIGOS, COMO FIZ COM AQUELA BUCANEIRA BRAHAHAH – seu discurso podia não ter muito sentido, mas serviria como aviso ou alerta para todos, ninguém iria vence-lo, que isso fique claro.

Depois de beber tudo que lhe fosse dado, procuraria uma cadeira, onde encostaria seu corpo cansando, mas alegre pela festa. Fecharia seus olhos claros e deixaria o sono vir, se possível, com os braços cruzados a frente do seu corpo apoiado na mesa, que todos escutassem o ronco do bárbaro. Talvez algum pesadelo o acorde, ou qualquer outro fator externo, quando o loiro abrisse seus olhos, buscaria algum liquido para beber – Nereu? – chamaria pelo seu parceiro – Que horas são? – perguntaria, coçando seus olhos com as costas das mãos, se espreguiçando em seguida. Levantaria ainda apoiando nos objetos e buscaria um local para aliviar sua bexiga, não encontrando, sairia e faria na rua mesmo, ignorando que estivesse por perto. Sentaria novamente, respirando com mais calma, deixando seu corpo acordar aos poucos.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptySex 27 Dez 2019, 02:41


Narração

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O Ronco do Bárbaro - 10

Gustaf








Mais uma vez, Gustaf sentia-se em “casa” por conta do ambiente hospitaleiro daquela taverna. É claro que ela era bem diferente de sua terra natal, enquanto Vinland era fria e hostil, esse estabelecimento era quente e aconchegante. Talvez seja isso que faz os viajantes sentirem-se tão bem recebidos, qualquer lugar pode ser uma casa quando se é tratado com carinho. De qualquer jeito, o Bárbaro bebia e festeja, fazia questão de retribuir o abraço do taverneiro — sujeito que nem sequer sabia o nome ainda, mas já considerava como amigo — e vangloriar-se pela caçada da bucaneira. Gustaf também conversava um pouco mais com o taverneiro, brincava sobre uma possível amizade, tendo uma resposta positiva dele

— DOHAHAHAHA, MAS É CLARO QUE SOMOS AMIGOS, COMPANHEIRO. A propósito, me chame de Orloff, acho que não havia lhe contado meu nome ainda, se contei esqueci, é muita bebida! DOHAHAHAHA —

Quanto à “ameaça” realizada por Gustaf, Orloff também entrou na brincadeira, passou seus braços por cima do ombro de seu colega e levantou seu copo de cervajo enquanto gritava

— SE SE METEREM CONOSCO ACABARÃO COMO MADLEY JHONES, MORTA EM UMA VALA DOHAHAHAHAHAHA—

Após dar mais um tapa nas costas de Gustaf, ele despedia-se alegando ter que voltar a trabalhar.

—Até mais, meu jovem, estarei no balcão agora —

Após isso, era a vez de Claudius e companhia importunarem o bárbaro, esse que, por sua vez, respondia na lata e sem qualquer vergonha que não possuuqo dinheiro para pagar. Claudius até pestanejou e apontou a mão amolecida para o loiro como quem havia perdido uma amada, mas de nada adiantou. Seus colegas apenas o arrastam pelo ombro até o quanto da taverna enquanto ele balbuciava algumas palavras

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— M-Meu dinheiro… P-Próximo alvo? N-Não… —

Esvaziando a caneca de cerveja e soltando um longo arroto, Gustaf olhava para todos os lados em busca de Nereu, achando-o rapidamente. Contudo, antes que o fizesse, ele pôde perceber que o lugar havia esvaziado bastantes comparado a como estava de tarde, mesmo alguém com o porte que o loiro tinha podia caminhar tranquilamente pelo estabelecimento sem se preocupar com esbarrões. A maioria das pessoas que ainda estavam no lugar iam saindo pela porto principal, não era como um movimento de mandada desenfreado, mas de tempo em tempo, a taverna ia esvaziando-se.

Sendo assim, o loiro encontrava o tritão e logo cumprimentava-o, sua alegria ao ver seu antigo amigo era mais que nítida, laços como esse serão de extrema importância para os duros obstáculos que o Bárbaro enfrentará pelos mares a seguir

— Gustaf! É bom te ver em pé. Fui pegar a recompensa, falei seu nome na entrega, o mérito é seu afinal, mas não sei se  passou...—

No entanto, de pouco valiam as as palavras do tritão, sendo agarrado por seu amigo, ele era levado para a farra que restava na taverna

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— M-Mas… Esquece, vamos beber! —

Assim, ambos bebiam, festejavam e gargalhavam. Durante isso, era possível notar que Nereu ia abrindo-se um pouco mais pelo efeito da bebida, não demorou muito até que o Tristão chapasse completamente e começasse a dançar com Claudius e seus companheiros. todos passavam os braços pelos ombros de quem estavam ao seu lado e dançavam ao som do músico

— COÉ, GUS, COLA COM NOIX AQUI. O FAUSTO TÁ CONTANDO UMA HISTÓRIA DE QUANDO DESCOBRIU QUE MULHER NÃO TEM PINTO —

Todavia, a atenção do loiro estava voltada em Catherine, ele não podia deixar de fazer sua oferta para a mulher antes que fosse derrubado pelo álcool. Estava nítido que ela foi afetada pela proposta, talvez o seu estado embriagado também tenha colaborado para isso, mas o rosto da ruiva corou, ela tomou uma expressão completamente séria enquanto encarava o bárbaro, chegou até a tentar respondê-lo

— É seri- —

No entanto, não deu tempo, ela foi cortada completamente por Gustaf que subia em uma mesa e proclamava seu sonho e voz alto, recebendo diversos urros de saudação por seus companheiros em resposta. A ruiva até tentou se irritar, mas apenas soltou uma breve risada enquanto chocava sua palma aberta contra o próprio rosto. Talvez o bárbaro não estivesse sério, talvez ele estivesse só provocando a ruiva, talvez ele tenha feito aquele pedido de coração, todavia, essa cena sempre será nublada e difícil de compreender, talvez será até esquecida pelos efeitos da ressaca.

Assim, a festa continuava. Chegava uma hora que apenas Gustaf, Nereu, Catherine, Claudius e seus amigos permaneceram na taverna, até Orloff havia indo embora. Poderia-se dizer que seria impossível esquecer essa noite, as conversas e os momentos compartilhados nela, mas, na proporção que o álcool desce pela garganta e lava a tristeza e a apatia, ele também leva as memórias e a sobriedade nessa enxurrada de sentimentos.



Portanto, após os ânimos acalmarem-se, o bárbaro dormia em uma cadeira qualquer pela taverna, mas — me em sua percepção — acordava em um piscar de olhos. Já era dia em Dawn Island, provavelmente tinha passado do meio do dia. Gustaf acordava ao som dos pássaros cantados e dos roncos de seus colegas que dormiam a seu redor: Nereu e Catherine sentados no chão com as costas na cadeira mas em lados opostos; Claudius, Nero e Fausto dormindo aos pés do bárbaro. Logo, todos eram acordados por Gustaf que levantava-se abruptamente já em busca de algo para beber, mas apenas se deparava com canecas vazias de cerveja

— Merda, perdemos o festival… Que horas são —
— Fudeu, minha mãe vai me matar… —
— A minha também… —
— Pô, a minha também… —
— ...Calem a boca —

Ninguém soube responder a pergunta de Gustaf, todos estavam tão apedrejados quanto ele, eram os únicos na taverna que, estranhamente, estava com sua porta frontal trancada. Assim — enquantos seus companheiros ainda acordavam e tentavam juntar quaisquer resquícios de disposição — o loiro passava 1 minuto inteiro mijando — uma urina que, diga-se de passagem, não poderia estar mais podre e amarela — e planejando no que fazer de agora em diante. Ademais, enquanto mijava, o bárbaro sentia-se desnorteado com o abafado do banheiro, além do pouco vento do dia de hoje, as portas estavam completamente fechadas. Também sabia que precisava de um banho — mesmo caso não ligasse ou não optasse por um — sua camisa já se colava com seu corpo pelo suor, ele suava cerveja praticamente.

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptySex 27 Dez 2019, 21:42

Gustaf Karlsefni


A boca seca e a cabeça dolorida indicavam as consequências da noite anterior. O bárbaro abria seus olhos com dificuldade, sentindo seu corpo dolorido, mas aquilo era algo costumeiro em sua vida – AHHHHH– bocejava, se levantando enquanto escutava o som dos demais ainda dormindo se misturando com o cantarolar dos pássaros do lado de fora. Sua mão procurava por novas bebidas, mas todas as canecas estavam vazias – merda – a língua estralava por algum liquido gelado, mas havia algo mais urgente. A movimentação do loiro acordava todos, alguns levantavam assustados, outros com pressa, mas aquilo podia ficar para depois, o rapaz rumava direto para o banheiro, onde tirava todo aquele liquido asqueroso do seu corpo – Bom demais – sussurrava enquanto segurava seu órgão com as duas mãos. Depois lavaria o rosto na pia e beberia um pouco da agua da torneira, caso tivesse uma.

Depois de se aliviar, voltava para onde todos estavam – Bom Dia a todos – dizia ainda sem a animação rotineira – Que noite do caralho brahahah – falava puxando uma cadeira para se sentar, olhando para o grupo se levantando. Sua língua inchada o impedia de falar com a oratória confiante de sempre, por isso, ele seria rápido – Nereu, vamos atrás do Elfo o mais rápido possível, então fique pronto – sua mão passava por seu rosto, tentando acordar de uma vez por todas – Cath – o apelido fora dito sem intenção e completamente improvisado – Diga ao Orloff que pagarei tudo hoje a noite, fale para ele encher os estoques, beberemos mais cerveja a noite brahaha – a risada agora tomava forma – E VOCES – o tom mais firme era dirigido ao trio ternura – Vão pra casa, não contem para ninguém nosso acordo, pagarei o combinado hoje a noite – por fim, ficava novamente em pé, afinal, estava pronto para o combate, ou assim esperava.

Se a ruiva dissesse que ele deveria trocar as ataduras, assim faria. Não tinha intenção de tomar banho naquele momento, então essa sugestão seria negada com uma careta digna de risos – AGORA NÃO – erguendo as mãos para afastar a pessoa é a ideia. O aspirante a pirata cresceu numa terra gélida e não tinha o costume de tomar banho, o fato de estar numa ilha mais quente não havia tido o efeito para que ele mudasse esse habito. Contudo, procuraria primeiro por seu martelo, olhando para todos os lados e caso não encontrasse perguntaria para o tritão – PARCEIRO, CADE MEU MARTELO? – suas mãos tateavam sua cintura e suas costas, até que finalmente encontrasse sua arma.

Antes de sair, caminharia até Cath e diria próximo a ela, de modo mais sorrateiro – A proposta de ontem estará de pé até eu zarpar da ilha mulher – sem olhar para seus olhos, daria um sorriso aberto, demonstrando que ficaria feliz de ter ela em seu bando. Depois disso, sairia andando dando ordens e acelerando os que ali estavam – NEREU, VAMOS CAÇAR UM ELFO HOJE BRABAHHAHA – arrumando sua capa, sairia para fora da taberna (caso as portas tivessem sido destrancadas, caso contraria ficaria esperando a ruiva abri-las). Lá fora, Gustaf lembrava-se de algo e viraria abruptamente – Irmão, onde está o corpo da bucaneira? – ele se lembrava disso ao ver as ruas novamente, ele não se recordava do que havia acontecido, por isso, esperava por uma resposta do tritão.

O corpo estando escondido ali próximo, Gustaf não sabia muito o que fazer – Bem, deixe isso pra depois, vamos procurar por esse Elfo – a verdade era que o bárbaro não sabia o que fazer, talvez não lhe pagassem a recompensa pelo rosto estar desfigurado, além disso, podiam prendê-lo, era melhor pensar com mais calma, ou seja, com uma bebida na mão.  De todo modo, o rapaz caminharia com o peito erguido pela cidade, olhando para as redondezas, ele lembrava que havia perdido o festival, então provavelmente teria os resquícios das festividades, esse pensamento seria interrompido por uma dúvida – Nereu, o velho nos disse o local, você lembra qual era? – Gustaf não queria demonstrar que não sabia ou não lembrava o local. O tritão dizendo o nome do ponto, outro fato ocorria – Pra que lado fica isso? Brahaha – eles não estavam com o trio (caso estivesse, não faria a segunda pergunta, apenas seguiria com eles) e não conheciam a cidade, a risada era verídica, teriam que achar o local na marra, mas o bárbaro estava de bom humor, então ligava para isso.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptySab 28 Dez 2019, 07:23


Narração

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O Ronco do Bárbaro - 11

Gustaf



Terminando suas necessidades, Gustaf voltava ao salão principal e soltava um preguiçoso bom dia. As respostas não poderiam ser piores, Nero vomitava em um canto enquanto seus amigos o seguravam pelo ombro; Nereu estava há 5 minutos sentando em uma cadeira com as mãos no rosto, esse que estava inclinado para baixo, e os cotovelos na perna, provavelmente com uma enxaqueca imensurável e remoendo-se das ações que fez noite passada; Catherine nem no salão estava, havia saído por alguns minutos, mas trazia algumas canecas de água gelada e as colocava sobre uma mesa

— Bebam essa merda e vão para a casa… Tenho que achar o Orloff ainda… —


O bárbaro então avisava para seu companheiro o próximo alvo que eles caçarão. O tritão apenas concordava mexendo a cabeça, mas continuava na mesma posição por mais algum tempo, só levantava-se quando o loiro já mudava sua atenção para a ruiva. Aparentemente, Nereu subia para os quartos do primeiro andar.

Falando na ruiva, ela respondia Gustaf após virar a caneca de água e enxugar a boca com suas mãos. As olheiras e o cabelo assanhado deixavam claro o péssimo estado da mulher

— Certo… só tenho que descobrir como vou fazer as contas de tudo de ontem… bem, eu dou um jeito, vou estar esperando á noite, apenas tente chegar inteiro dessa vez —

Ela terminava colocando um sorriso de canto de boca e indo para o quarto dos fundos, ia arrumar algumas coisas aparentemente. Ademais, o bárbaro tentava mandar Claudius, Nereu e Fausto para casa, mas eles — os que não estavam vomitando pelo menos — apenas viravam a cabeça para trás e diziam com um olhar meio morto

— E como você espera encontrar Yohan? —
— É, além disso, a gente falou para a mãe que íamos procurar um emprego de verdade hoje, não dá pra voltar pra casa assim, certeza que vamos ser expulsos —

Após limpar a boca suja de vômito com as costas da mão, Nero também respondia virando a cabeça para Claudius

— Bom ponto —

De qualquer modo, a coisa que mais preocupava o loiro no momento era seu martelo, ele gritava para Nereu em busca dele, um grito audível por toda taverna. Já antecipando o pedido de seu colega, o tritão descia as escadas com a mão direita levantada, nela, o martelo de Gustaf podia ser visto, já limpo de qualquer resquício de sangue. Chegando ao nível de seu colega, Nereu arremessava a arma para o loiro como sempre o fizera. No Cabo do martelo, havia um envelope amarrado com uma liga

— Aí está o pagamento de ontem. Fui entregá-la com Orloff —

Já sóbrio, o tritão voltava com sua atitude de poucos palavras, talvez um pouco mais emburrado pela ressaca, mas sua lealdade continuava inquestionável. Percebendo que o grupo começava a se preparar para partir, Catherine voltava com um punhado de chaves. Caminha então apressadamente à porta frontal e parava lá procurando a certa

— Só um segundo —

Finalmente achando a correta, ela abria a porta e provocava quem saía com uma saudação típica de nobres que — apesar da beleza natural da ruiva — certamente não combinava com as roupas que ela e os rapazes vestiam

— Cavalheiros, a porta está aberta —

Catherine não pode conter um leve riso ao falar desse jeito, de acordo com ela, isso não combinava com sua persona. Todavia, as pequenas gargalhadas transformaram-se em um simplório sorriso de canto de boca quando ela ouviu a pergunta do bárbaro, a forma que a ruiva reagiu a oferta dele era nublada, ainda era incerto se recusaria ou aceitaria

Eu pensarei na proposta. Até mais, encontro vocês à noite —

As portas então fechavam-se e Gustaf estava mais uma vez nas ruas de Dawn Island, contudo, o ambiente parecia "um pouco" diferente… Os homens e mulheres que dançavam e riam nas vielas locais deram lugar a bêbados moribundos que nem sequer devem lembrar onde moram; O doce aroma de frutas cítricas, carne e vinho foi substituído pelo odor de vômito e mijo, os poucos becos que não eram assim traziam uma fragrância que lembrava um motel de esquina, dispensando demais comentários. Pelo menos as decorações não pareciam completamente arruinadas, isto é, as decorações que não tocavam ao chão e as mais difíceis de serem movidas — como estátuas e espantalhos — afinal, as flores que decoravam alguns estabelecimentos estavam espalhadas pelo solo e pisoteadas, as frutas que eram expostas e vendidas estavam jogados por toda a cidade e já apodrecidas

— Que braba —
— Certeza que vão aumentar os impostos depois dessa —

Nero e Fausto pareciam mais entretidos em observar a desgraça que se tornou as ruas de Dawn Island, Claudius no entanto, começava a falar sobre a caçada de hoje, dava umas dicas e pedia certas coisas

— Seguinte, Gustaf, tamo indo pro Monte Cubo, ele divide um lixão cheio de miserável da capital, não tem como o Yohan não estar lá, aquele lugar é um esconderijo perfeito pra bandidos. Mas tem um problema, esse cara vem atraindo uma atenção estranha esses dias, é certo que ele não vai tá sozinho, só não sei quantos vão ser —

O garoto então levantava suas como quem era abordado por guardas e continuava

— Looonge de mim dizer que tu e o Nereu não dão conta, Gustaf, longe de mim. Mas… até onde sei, pode ter bem umas dez pessoas lá, e sei que o senhor ainda tem outro alvo para caçar depois. Tendo dito isso, minha proposta é: a gente passa no golpe baixo e compramos umas armas de verdade pra mim e esses dois imbecis por um precinho camarada, daí, a gente vai pro monte e caça eles sem problemas. O que tu me diz ? —

Assim, lançando essa proposta, Claudius colocava a escolha nas mãos do bárbaro. É certo que tinha um fundo de verdade no que o garoto disse, mesmo sendo guerreiros formidáveis, seria difícil que os bárbaros derrotassem tantas — possíveis — pessoas sem nenhuma estratégia bem elaborada, problemática que seria facilmente remediada com mais combatentes.

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQua 01 Jan 2020, 20:35

Gustaf Karlsefni


Quando saiam do bar deixando Cath para trás, o pequeno grupo já sentia o choque da troca de ambiente – Agrgg – Gustaf cobria o nariz com sua mão, tentando inibir aquele fedor que era inalado – Fedor do pós festa brahaha – não havia como ficar bravo com a cena, pois, eles próprios estavam fedendo, o bárbaro exalava o cheiro do álcool pelos poros, talvez o fedor que ele estivesse sentido fosse dele mesmo, não podia distinguir. Eles caminhavam até que num dado momento Claudius parava para dizer as preocupações e informar sobre o próximo alvo, o loiro prestava atenção nas palavras, mesmo que não levasse muito a sério.

- Juntem aqui crianças – o bárbaro se agachava, para ficar na altura dos pivetes, respirava fundo – Aqui está o pagamento – tirando do envelope as notas, distribuía os 25 mil prometidos – Nereu entregou o corpo da bruxa ontem – ainda segurando o envelope na mão, ele olhava com firmeza e usando sua intimidação para dizer algo que poderia mudar a vida daquelas crianças para sempre – Olhem, aqui tem dinheiro para comprar armas para vocês, eu não tenho problema com isso, mas direi aquilo que eu aprendi – Gustaf engolia em seco, molhando a garganta, esperava um tempo para continuar – Quando está na batalha, o inimigo não terá pena de vocês, terão que atirar para matar ou serão mortos – uma rápida olhadela para Nereu, indicava que o tritão sabia o motivo daquele “sermão” – Se quiserem, peguem o dinheiro, comprem uma camisa bonita, bebam e fodam por alguns dias, garanto que sua mãe vai ficar orgulhosa, agora ... – antes de terminar a frase, o homem erguia ser corpo de três metros, segurando no cabo do martelo – Querem virar o mundo de cabeça para baixo, ou ficar em casa lendo sobre feitos de homens melhores que vocês?

Gustaf lembrava quando passou por essa situação. Ele e seu irmão tinham brigado com outras crianças, eles haviam apanhado tanto que seus olhos não se viam de tanto que o rosto tinha ficado inchado, seu pai, estava na ilha naquele dia, ele espancou os dois – SE APANHAREM NA RUA, APANHARÃO EM CASA TAMBÉM – o grito e raiva ainda fazia os pelos do braço se eriçarem, logicamente, o pai queria o bem para eles, uma semana depois, Gustaf colocou fogo na casa da família deles, seu irmão matou os animais deles, nunca mais tiveram problemas com as crianças ou com aquela família, a vida era assim, os fortes subjugam os fracos, era hora daquela crianças entenderem o que a vida significava.

O trio aceitando o desafio, Gustaf riria tão alto que parecia um trovão ressoando pelos céus – BRAHAHAHHAHA – daria um tapa no ombro de cada um – ERA ISSO QUE EU QUERIA OUVIR CARALHO – ele havia nutrido um certo afeto por aqueles fedelhos, era bom ter pessoas para comemorar, o loiro gostava de estar rodeado de companhia – VAMOS ATÉ O GOLPE BAIXO COMPRAR ARMAS, AVANTE! – sairia caminhando para a direção que seu nariz apontasse, não sabendo se era o certo ou não. Doravante, aquelas palavras poderiam ser duras demais para eles, nem todo mundo tinha coragem para ser livre, por isso, o tom de voz seria calmo, demonstrando todo o desapontamento – Bem, sem problemas – sairia dando as costas, seguindo para um rumo qualquer, esperando estar indo para o local comprar armas, com a decepção estampada no rosto, não queria demonstrar aquilo para o trio, afinal, ele haviam feito uma escolha.

Estando ou não com o trio ternura, Gustaf queria ir até o golpe baixo com o dinheiro em mão, queria comprar algumas coisas. Durante o caminho não diria muita coisa, aquele fedor o incomodava tanto que seu estomago estaria revirando, em algumas ocasiões, ter olfato aguçado é uma maldição. Quando chegasse no local, entraria sem bater, como já conhecia o dono dali, não iria ser cauteloso – GOLPE BAIXO, VOLTEI – quando abrisse a porta (caso estivesse aberta) já anunciaria sua presença. Estando fechada, bateria com força na madeira, para ele se apressasse em abri-la.

Cumprimentaria o velho, não enrolaria nos seus objetivos – Quero três armas para os meninos ali, rifles de preferência – abriria o envelope, pensando no que mais ele queria – Quero também um machado – viraria para Nereu, para ver se ele queria um, ele acenando que sim, continuaria – Dois machados e ... você por acaso teria álcool em garrafa e isqueiro? – um sorriso diabólico aparecia em sua face, em meio a sua barba amarela – Para um serviço – responderia, caso alguém perguntasse o motivo. Pagaria o preço estipulado – Escutou algo sobre ontem? BRAHAH – jogaria a indireta, para ver se ele sabia sobre a morte da bucaneira, afinal, era algo que podia lhe trazer certa fama.

Esperaria pelos objetos, enquanto isso, havia outra pergunta para se fazer – Quanto aos seus alvos, podia me poupar o tempo é dizer o nome deles logo – a voz rotineiramente alta, daria lugar para algo mais intimidador, escondendo as verdadeiras intenções. Dizendo ou não os nomes, pagaria o preço que fosse estipulado, daria as costas e antes de sair, levantaria a mão para se despedir – IRÁ ESCUTAR ALGUMAS NOTICIAS ANTES DO SOL SE PÔR – batendo a porta, voltaria para rua, esperando se guiado para o local do inimigo. Se Nereu ou os jovens perguntassem sobre o álcool (na hipótese de ter comprado na loja) – Vocês três não falaram que poderia haver muitos inimigos? – levantaria a garrafa – Eu vou tacar fogo no esconderijo, separa-los e vamos flanqueá-los BRAHAHAH – so de pensar na imagem deles correndo entre as chamas fazia o pulso de Gustaf pulsar mais forte, ansiando pelo combate.

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQua 08 Jan 2020, 03:24


Narração

Fim da Manhã, Clima quente
Sem vento, alta sensação térmica
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O Ronco do Bárbaro - 12

Gustaf



Enfim tendo ouvido o ponto que Claudius levantava, o Bárbaro abaixava-se e chamava todos os garotos para perto, finalmente entregando o pagamento pela parte deles nas caçadas. Cada um respondia de sua própria forma, mas — ainda que um pouco velado pela ressaca — a satisfação era um sentimento comum a todos

— É agora que eu fico rico investindo no tesouro direto —
— Finalmente vou poder pagar o agiota, nunca mais faço dívida, meu Deus —
— Puta que pariu ~sniff~ ~sniff~ finalmente...—

Ainda abaixado, Gustaf continuava suas palavras. O rapaz sempre soube brincar com elas, o modo que ele formava seu discurso assemelhava-se a alfaiates tecendo as mais finas vestimentas, ou até mesmo a musicistas gracejando despreocupadamente com notas compondo melodias consagradas. Sintetizando: ele sabia o que falar, como falar e quando falar, sua habilidade na retórica e oratória fornecia um peso maior em sua fala. Tal peso ficou nítido na reação dos garotos ao que o Bárbaro dizia, mesmo que não fosse difícil incitar o desejo da aventura e do heroísmo no fervente coração de um jovem, estava claro que eles estavam dispostos a seguir Gustaf fielmente depois do que foi lhes dito. Por hora, o bárbaro podia ver que os olhos dos garotos brilhavam como os de não alguém que seguiam a um rei ou a um chefe qualquer, mas sim a um verdadeiro líder

— EU TÔ CANSADO DE LER O JORNAL E SENTIR INVEJA DE GENTE FAMOSA, MEDÍOCRE E PREPOTENTE, QUEM VAI SER FAMOSO, MEDÍOCRE E PREPOTENTE SEREI EU AGORA —
— EU TÔ CANSANDO DE ROER ATÉ AS UNHA DO PÉ COM MEDO DO DIA DO PAGAMENTO DO AGIOTA, QUEM VAI SER AGIOTA SEREI EU AGORA. E DIGO MAIS, VOU SER CAFETÃO TAMBÉM —
— VAMO PRA GLÓRIA PORRA! —


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Dessarte, os 3 fitavam o horizonte de maneira extremante chula e  faziam seus excêntricos juramentos, era certo que eles podiam parecer não muito inteligentes e ambiciosos, mas mais certo ainda era a autenticidade, pureza e honestidades deles. O bárbaro agora optava por voltar a Golpe Baixo, mas por não saber o caminho de cor, acabou sendo guiado pelos moleques. Chegando lá, tentava abrir a porta abruptamente, mas — mesmo mofada — ela mostrava-se resistente à força do bárbaro, mais uma vez estava trancada e, mais uma vez, Claudius ia até a frente do objeto e batia nele o que parecia ser uma espécie de combinação, não demorando muito até que o mesmo corredor nefasto fosse aberto, permitindo a passagem do grupo

— Mas eu nunca decoro essa desgraça —
— É que tu és muito é burro, Nero —
— Pô...—

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Lá dentro, ele não poupava esforços e já avançava até Golpe, deixando bem claro o que buscava desta vez: 3 rifles, 1 machado— visto que Nereu negava a necessidade de mais um —  uma garrafa de álcool e um isqueiro. Vendo os pedidos, Golpe logo mandava os meninos buscarem na porta ao lado, mas não deixava de lançar um olhar cético para Gustaf

— Cuidado onde coloca fogo, rapaz —

Continuava, dessa vez tocando no assunto da bucaneira

— Óbvio que escutei, antes de todos na real. Tenho ouvidos até embaixo da cama da mulher do prefeito. Foi um serviço bem feito. Quanto ao meu alvo… ele é um sujeito que detém certo poder, não é ninguém que sabe segurar uma espada ou arma, mas seus contatos são meio cabulosos. Seu nome é Edward Lazuli, um mercador bem-sucedido que vive na cidade alta, um local bem protegido demais pra você matá-lo e sair ileso —

Tossindo com o punho fechado em frente a boca, Golpe acariciava o gato preto em sua cintura e continuava

— Entretanto… O cumpade Edward é um sujeito esguio, semanalmente viaja até esse vilarejo para manter um caso extraconjugal e, pra abafar o bagulho, termina fazendo isso com uma guarda consideravelmente menor, não costumo levar mais que 3 ou 4 guardas. O próximo encontro tá marcado pra daqui a 3 dias, ele vem de noite em uma carruagem que percorre um pequeno bosque até que chegue à estrada principal, é nele que eu quero que você ataque esse devedor filho da puta. Se quiser saber como chegar até lá, pergunta pro Fausto, ele é sabe bem da geografia da ilha —

Durante a conversa, os garotos voltavam com todos os suprimentos para a empreitada, entregavam colocavam a garrafa de 2L de álcool e o isqueiro em uma bolsa enquanto admiravam-se com as rifles e entregam o martelo nas mãos do bárbaro. Percebendo que as dúvidas haviam sido sanadas e os materiais haviam sido entregues, Golpe cobrava 250.000 berries por tudo, sendo logo pago por Gustaf que não pestanejava ao entregar o dinheiro


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— Sempre bom fazer negócio, contigo, vou ficar no aguardo das notícias sobre Edward, até mais ver —


Assim, o bárbaro despedia-se de golpe e voltava pelo caminho de antes, abrindo a já destrancada porta e sendo recebido pelo ofuscante sol da manhã, o contraste da escuridão do sobrado no qual estava com a luminosidade das ruas da vila Fuusha incomodavam um pouco seus olhos, mas não era nada que impedisse seu avanço. Por falar em avanço, Gustaf ainda não sabia como chegar ao Monte Colubo, estava a mercê do caminho imposto pelos garotos, não sabia nem mesmo se chegaria hoje ou quão longo seria o percurso. Entretanto, em resposta às possíveis dúvidas do loiro, Claudius dizia algumas coisas e já apontava o caminho

— O Monte Colubo é meio longe, se a gente for a pé agora deve chegar lá pelo fim do entardecer, mas… —

o garoto então colocava um sorriso malicioso no rosto e aproximava-se do ouvido do bárbaro, sussurrando algumas palavras e apontando para um estábulo atrás de si

— Se a gente pegar uns cavalos… emprestados, tenho certeza que não vai dar nem duas horas de viagem. É coisa rápida, a gente fazia isso direto, o dono é meio gagá então termina nem percebendo às vezes —

Mesmo tentando sussurrar, ficou claro que todos do grupo escutaram, visto a reação apresentada por cada um.

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— Argh… O plano é roubar cavalos como se nada tivesse acontecido…? —

Grunhia o tritão enquanto colocava a mão direita a frente do rosto e fazia um feição de desaprovação

— Me coloca nessa história não, tu e o Nero que são dois imbecis cagados, esse velho sequelado pode acordar a qualquer momento se estiver lá

Dizia Fausto enquanto levantava suas mãos na altura do peito e movi-as em negação

— Pô, eu acho um bom plano —

Dizia Nero enquanto levava sua seus dedos aos queixo e olhava para o céu, indicando uma possível indagação por sua parte.

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Caso olhasse bem, Gustaf podia perceber que o estábulo tratava-se de uma modesta construção de concreto, possuía 3 andares que se alinhavam de forma irregular e provavelmente também servia como alojamento para seu dono. Do lado da porta de entrada, uma pequena estrutura coberta com telhas e protegida por uma pequena cerca guardava dois cavalos amarrados pelo pescoço nas tábuas da cerca, um era negro com olhar destemido e o outro era marrom com um semblante que expressava serenidade. Ninguém parecia estar vigiando eles

Ademais, o bárbaro podia ver que uma estrada de barro seguia pela direita do vilarejo até um portão com estacas de madeiras, oferecendo caminho até o lado de fora aparentemente.

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQui 09 Jan 2020, 23:05

Gustaf Karlsefni


A caminhada até a loja do velho era tranquila, por mais que o sol forte fizesse o álcool evaporar pelo corpo, a sensação era boa, logo a ressaca estaria menor. Parando em frente a porta, a mesma se encontrava trancada e precisava dos garotos para abri-la, bastava fazer a batida secreta ao que parece e logo o golpe-baixo aparecia. Não havia tempo para se perder ali, as coisas que eram solicitadas foram atendidas, por sorte, havia tudo ali. Era engraçado ver os moleques com os rifles, era cristalino que eles não sabiam usar aquela arma direito, mas nada que um treino não lhes ensinasse. Golpe-Baixo finalmente dizia sobre o alvo que Gustaf teria que matar, o bárbaro ouvia, mas em seu pensamento sabia que jamais iria fazer aquilo, dês do inicio tinha em mente em não cumprir ordens daquele sujeito.

A ideia era pegar o dinheiro dos cartazes, arrumar um barco e vazar daquele local, mas o loiro fora pego de surpresa com a festa e ainda havia Catherine, ela teria que ir com eles, um médico seria de suma importância nas viagens. Pois bem, com o machado em mão, jogava o mesmo para o alto, girando e pegaria no ar – Agora sim brahaha – ria, imaginando os desmembramentos que poderia causar com aquela lâmina. Com tudo em mãos, respondia sem a mesma cordialidade do vendedor – Valeu velhote – diria simplesmente, saindo do local com o machado ainda em mãos.

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Com o sol novamente na face, era hora de caminhar ou pelo menos era isso que o bárbaro pensava, tendo em vista que Claudius tinha uma outra ideia – Cavalo? – assim como Nereu, Gustaf fazia uma careta de desaprovação – Vamos caminhando, bom o alcool sai do corpo brahaaa – diria colocando o machado no cinto, do lado contrario ao do martelo – Se chegarmos anoitecendo será melhor, pegaremos de surpresa brahaha – completava, dando um soco de leve no braço do garoto. Girando em seus próprios calcanhares, se punha a caminhar para o lado do sol, imaginando ser esse o caminho.

Quando mostrassem pra que lado fosse, se colocaria no rumo e caminharia. Durante o caminho, quando estivesse mais entediado, cantaria alguma música da sua terra, ficaria jogando o machado para o alto e pegando, desatendo com sua volta e com as pessoas que o rodeasse. Se notasse a trupe desanimada, diria uma segredo para eles – Eu chamei a Cath para vir ser a medica do bando pirata que vou criar brahaha – riria satisfeito, como se ela já tivesse aceitado – Acho que ela não resistiu ao encanto do bárbaro aqui BRAHAHA – daria algumas cotoveladas nas crianças, enquanto piscava com apenas um dos olhos.

Assim sendo, quando finalmente chegassem perto do Monte Colubo, esperaria a explicação de Claudius para formular um plano simples. Analisaria um modo de atear fogo no local e principalmente, saber se o tal Elfo estava lá, para isso, ficaria de sentinela por alguns minutos, usando seu olfato para tentar entender o local, pois como já sabia o tal Elfo parecia gostar de drogas alucinógenas, então se um cheiro estranho estivesse no ar, significava que ele deveria se encontrar no local.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptySeg 13 Jan 2020, 18:05


Narração

Fim da tarde(penumbra), frio moderado
vento intenso
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O Ronco do Bárbaro - 13

Gustaf



Optando por seguir a pé, Gustaf e seu grupo foram até o portão do vilarejo e fizeram sua saída sem problemas. Mesmo com a ressaca e a indisposição do pós-festival, já era possível ver que cidade voltava à ativa de pouco a pouco; Os marinheiros de baixa patente já faziam as guardas dos portões e os comerciantes já recolhiam seus produtos, não ia demorar até que tudo voltasse até seu padrão.Assim que encontrou-se do lado de fora, Gustaf pôde ter uma noção melhorar da rota a qual percorreria, ficou claro que não seria uma caminhada tortuosa. A estrada era de terra batida — bem alinhada e com poucos imperfeições — seguia de forma retilínea — podendo apresentar curvas posteriormente —  e não apresentava quaisquer bifurcações. O ambiente era rústico, mas aconchegante, a estrada cortava um grande campo com pouquíssimas árvores, mas estava longe de ser desmatado, diversas gramíneas eram vistas sendo balançadas pela brisa naquele verde mar. À esquerda, era possível ver uma formação montanhosa com bosques em sua base

— Aí está, essa é a formação montanhosa que abriga o Monte Colubo. Não vale a pena entrar pelo bosque agora, mais pra frente tem uma entradinha escondida, vamo seguindo —
— Pra que falar formação montanhosa, mermão? Fala montanha, nerd desgraçado —
— Calma, carai —

Dessarte, o grupo seguia, Gustaf mostrava umas constante animação, cantando e rodopiando seu machado em suas mãos. Nereu seguia sério, tinha uma olhar cerrado que carregava seriedade, constantemente olhava para os céus e o efeito do vento na vegetação

— Uma tempestade se aproxima —

dizia olhando brevemente para Gustaf. Olhando para o céu, o bárbaro não pôde ver uma única nuvem negra, então acreditar no tritão havia virado uma questão de confiança em suas habilidades.

Quando o sol começava a sumir nas encostas da cordilheira, Fausto — que já havia guiado o grupo para fora da estrada, fazendo-os entrar no bosque e atravessá-lo até a entrada de uma caverna— fazia sinal de parada e olhava para trás com uma expressão preocupada

— a-a Marinha tá aqui —
— Fudeu —
— Já era —
— Tsc —

Olhando bem para a entrada do local, Gustaf podia ver dois rapazes com o boné típico de marinheiros, mas com capas escondendo o torso e parte traseira do cabeça. Ambos pareciam esconder-sem nas paradas exteriores da caverna, tentando bisbilhotar o que acontecia lá dentro. Ademais, de dentro da caverna, o bárbaro podia sentir um cheiro adocicado de planta queimada.

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyQui 16 Jan 2020, 11:16

Gustaf Karlsefni


O caminho era de fato longo, caminhavam por horas até finalmente conseguir ver a formação do Monte Colubo. Fausto conhecia bem a região e os dirigia tranquilamente pelo bosque, Gustaf imaginava fazendo aquele caminho sozinho, apenas a ideia de ficar perdido ali por dias o fazia dar uma risada solitária, ignorando os possíveis olhares que receberia. O grupo avançava até a entrada da caverna, onde todos pareciam receosos pela presença de dois marinheiros. O bárbaro havia crescido no Novo Mundo, naquele mar a presença da Marinha era praticamente nula, além do fato de ser de uma família de piratas renomado. Na mente do loiro, aqueles eram homens fracos que abriam mão da sua liberdade por pouco dinheiro, não havia ódio, era mais um sentimento de pena.

- O que tem eles estarem aqui? – dizia questionando todos ao mesmo tempo – Por acaso temos cartazes por nossas cabeças? – logicamente, a pergunta era retorica – Os três fiquem aqui, lembrem-se, qualquer pessoa que não seja eu ou Nereu, atirem pra matar – enquanto falava, Gustav gesticulava com a mão o movimento de segurar a arma. Se virando para quem estivesse com o álcool e o fogo, pegaria para si – Peguem uma posição melhor, se cuidem – terminava, cumprimentando o trio com um aceno de cabeça, enquanto começava a caminhar para fora do arbusto em direção ao lado aposto dos marinheiros.

Enquanto caminhava para o lado externo da caverna, as narinas do rapaz se enchiam de um aroma diferente, algo adocicado. O aroma estranho parecia ser uma mistura de ervas, mas era apenas um palpite que poderia muito bem estar equivocado. Destarte, quando os marines notassem sua presença, sorriria para eles e colocaria seu dedo a frente da boca, sinalizando para ficarem em silencio – shhhhhi – poderia ser escutado se tivessem uma boa audição. Diversas atitudes podiam vir da dupla de branco, Gustaf acreditava que nenhuma seria uma retaliação, iria dizer que era caçador de piratas, talvez acreditassem, o que não era uma falsa apresentação, ele havia caçado uma procurada duas noites atrás.

Chegando na borda da caverna, olharia com apenas um olho para dentro, não vendo nenhuma movimentação, saltaria o mais rápido que conseguisse para o lado dos marines – Não se preocupe, sou um caçador de recompensas – sussurraria para eles, levantando a mão esquerda até sua nuca, tentando disfarçar a mentira com um sorriso no rosto. Não queria muito papo com os dois, por isso, cortaria suas falas sem medo algum – Vou colocar fogo na caverna – soltaria essa frase e esperaria a resposta. Ambos podiam ter algum tipo de plano, ou fossem apenas curiosos, era difícil dizer e Gustaf tinha um plano que parecia a prova de falhas, pelo menos ele pensava assim.

- Aquele é meu parceiro Nereu, eu sou Gustaf – apresentaria, caso eles fossem amigáveis – O que vocês estão fazendo aqui? – questionaria também, afinal, podiam estar numa missão ou algo do tipo, mas sua resposta seria a mesma – Não se preocupem, eu sou forte pra caramba, podem ir tomar uma cerveja enquanto eu cuido desses vagabundos BRAHAHA – riria alto, esquecendo que devia fazer silencio, por isso, cobriria sua boca com a mão, impedindo que qualquer som saia.

Doravante, se não houvesse amizade ali e eles tentassem atacar, o bárbaro não pestanejaria. Saltaria perto da dupla, esticaria seus braços, agarrando a cabeça dos dois. Suas mãos enormes deveria ser o bastante para agarra-las, com força bateria uma na outra, em um impulso ao mesmo tempo, fazendo-a se baterem. Não queria mata-los, apenas coloca-los para dormir. Conseguindo, faria um sinal para que Nereu se aproximasse. Contudo, se eles fossem mais forte do que se imaginava, tentaria não ser ferido de imediato, faria um rolamento desengonçado para longe da dupla e sacaria seu machado, onde ergueria seu corpanzil, usando toda sua intimidação – Eu não quero mata-los, mas farei se for preciso – diria com a voz grave, ignorando o local onde estavam.

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Conseguindo aliar-se com os marines, não diria que havia três atiradores na espreita, era melhor ter essa carta na manga. Ainda agachado, agora tentaria ver ou sentir o cheiro de algo vindo da caverna – Sabem de algo que eu deva saber? – perguntaria, vendo quais informações aqueles dois tinham, Gustaf tinha as dicas do Golpe Baixo, mas será que ele sabia de tudo mesmo? Talves fosse melhor confirmar. De todo modo, sacaria a garrafa de álcool, arrancaria a tampa, rasgaria um pedaço da sua camisa, ou das faixas dos ferimentos, e colocaria na boca, deixando um pedaço para fora, colocaria a tampa e pediria o isqueiro – Fiquem atentos – colocando fogo, jogaria a garrafa caverna a dentro, com as mãos livres, pegaria o martelo com a direita e esperaria as consequências do fogo.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyDom 19 Jan 2020, 02:56


Narração

Fim da tarde(penumbra), frio moderado
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O Ronco do Bárbaro - 14

Gustaf



Gustaf logo tomava conhecimento da presença de marinheiros, mas isso não chegava nem perto de desestabilizá-lo, ele tinha plena certeza do que fazer e como fazer agora, mesmo com todo sua bronquidão, uma briga sem sentido não era o que buscava. O bárbaro então questionava ao grupo o porquê da mudança de atitude ao avistar os marinheiros, mas ele não esperava respostas, já seguia dando ordens de posicionamento, sendo essas acatadas por todos. Enquanto caminhava até os dois sujeitos com Nereu, os 3 moleques corriam sorrateiramente para 3 árvores distintas com as rifles em mãos, mas não as miravam, esperavam o sinal de Gustaf para isso.

Caminhando até a entrada da gruta, os bárbaros logo eram notados por um dos marinheiros, que dava um tapa na espalda de seu adjacente e virava-se alvejando Gustaf e Nereu com sua Rifle

— A-Apresentem-se —

Dizia ele quase sussurrando. Em resposta a isso, o loiro fazia um sinal de silêncio e aproximava-se imprudentemente do armado rapaz, logo anunciando quem era e seu plano. Talvez por seu tamanho ou talvez pelo carisma em sua gesticulação, ele não sofreu tiros, mas sua atitude descuidada poderia facilmente ter descontrolado a situação

— T-Tenha mais cuidado na próxima! Como quer eu não me assuste com um gigante e um tritão chegando por trás de mim! —

Ele então soltava sua rifle, deixando-a suspensa pela bandoleira, flexionava seus joelhos e apoiava suas mãos lá, soltando um longo suspiro e continuando a falar, dessa vez mais relaxado

— Finalmente apareceu alguém para tomar conta da situação… Pode tocar fogo onde quiser, só tem bandidos aí, mas não deixe se espalhar para a floresta ou a ilha inteira terá problemas —

Ouvindo a apresentação e a pergunta do loiro, o outro marinheiro tomava a voz

— Nereu e Gustaf… entendi, prazer. Eu me chamo Mitchell, o medroso do meu lado é o Porcco. Somos apenas recrutas em uma missão de conhecimento, achamos alguns bandidos nessa caverna mas perdemos nossos Den Den Mushi’s na floresta, agora não sabemos o que fazer. Se você realmente planeja lutar, salvará nossa pele —

Desse modo, o loiro confirma o reforço que dava, quase deixando escapar uma gargalhada no momento

— Embora sejamos fracos, não podemos simplesmente fugir, se algum dos bandidos saírem da caverna, daremos reforço

Dizia Mitchell decidido. Ainda agachado, Gustaf podia ver ouvir diversas gargalhadas da caverna, constantemente alternada com pessoas dizendo coisas como“Tua vez, prova essa”. Também perguntava quaisquer informações relevantes, sendo logo respondido

— Bem, quem está aí é o Elfo Pestilento mais alguns de seus capangas. Estamos aqui a mais 1 hora e só conseguimos sentir o cheiro de ervas queimadas e pessoas gargalhando. Sinceramente, não sei o que se passa lá —

Assim, com as informações reunidas e as permissões concedidas, o bárbaro enfim acendia o pano da garrafa com álcool, jogando-a para dentro da caverna. O barulho do vidro quebrando-se seria o necessário para alertar quem quer que estivesse lá dentro, mas não demorou até que o cheiro de fogo ficasse muito mais forte que o de ervas e diversos homens começassem a correr para fora da formação rochosa. Todos iam cobrindo as narinas, a boca e os olhos do fogo, mas logo sacavam suas armas ao serem cercados pelo grupo de Gustaf

— M-Merda —

Dizia um bandido qualquer. Ao todo, eram 12, incluindo Yohan, o Elfo Pestilento estava sorrindo descontroladamente com os olhos vermelhos e duas cimitarras em mão, ao seu lado, um lobo cinzento rosnava para o loiro e os marinheiros.

O primeiro tiro dado por Nero em um bandido qualquer anunciava o inicio do embate de 7 contra 12, visto que um acabava de ser derrubado e ainda havia a besta do Elfo.

— P-PORQUÊ NÃO ESPEROU? —
— E-EU NÃO SEI, TAVA NA MIRA —
— PRESTEM ATENÇÃO PORRA

Logo os 2 marinheiros eram vistos cercados por 4 homens, Nereu por 3 e Gustaf por 4. Todos portavam cimitarras comuns e não vestiam armadura. Ademais, Yohan e seu lobo eram vistos correndo até Nereu e o resto dos moleques, o bandido partia com um sorriso sádico em seu rosto.

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Última edição por Ghast em Ter 21 Jan 2020, 04:43, editado 1 vez(es) (Razão : Erro em nome de NPC)
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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro - Página 3 EmptyDom 19 Jan 2020, 19:42

Gustaf Karlsefni


A Marinha era exatamente aquilo que Gustaf imaginara. A dupla ali parecia ser a descrição perfeita que o avô do bárbaro falava – Marinha – gusp – são homens fracos e sem ambição Gustaf – As palavras do velho e sua imagem cuspindo no chão quando desgostava de algo ainda era clara em sua mente. Eles pareciam apenas crianças com medo de fazer arte e tomar surra do pai, uma metáfora perfeita para a situação – Eu não estou aqui pra salvar vocês – retrucava no exato momento em que aquilo era dito, não escondendo a cara de nojo só de pensar em algo assim – Se não querem enfrentar os inimigos de frente, então vão pra casa – dizia com mais rispidez, sabendo que eles poderiam atrapalhar o plano que estava em andamento.

Pelo menos eram fracotes e não iam contra a ideia de jogar a molotov dentro da caverna. Com o pano acesso, a garrafa era arremessada na escuridão, o barulho do vidro quebrando era alto e logo o cheiro da fumaça sobreponha ao cheiro esquisito das ervas. Gritos e passos eram ouvidos saindo do esconderijo, nesse momento podia notar um sorriso de satisfação nos lábios de Gustaf, logo sua mão pousava sobre o machado, seu sangue já corria com mais força em suas veias, deixando seu pescoço vermelho.

Os bandidos saiam em desorganização e logo estavam encurralados pelo grupo, ou pelo menos era essa a ideia. Como todo bom plano, aquele estava preste a começar. O tiro dado por um dos garotos ecoava pela floresta, acertando um dos adversários – Bom tiro – sussurrava para si, enquanto tirava o machado e o martelo do cinto – VOCÊS VÃO TODOS MORRER BRAHAHAH – gritava o bárbaro num tom desvairado. Os inimigos estavam em maior número, logo cada um se via cercado por eles – YOHAN SEU BASTARDO, VENHA ATÉ MIM – sua postura mudava completamente, seus olhos brilhavam de fúria ao ver o sujeito avançando contra Nereu.

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Doravante, antes do prato principal havia as entradas. Alguns bandidos cercavam Gustaf – SAIAM DA MINHA FRENTE – segurando firme no cabo das suas armas, flexionava levemente seus joelhos – AHHHHHHHHHHH – bradava enquanto girava seu corpo com os braços esticados. Usaria seu tamanho e força para acertar, ou pelo menos, tentar acertar o máximo de inimigos de uma vez. Vociferaria alto para tentar intimidar os inimigos e chamar a atenção de todos para si. Completando o giro em 360°, verificaria quem havia sido acertado e se o loiro estava com algum ferimento, tendo em vista, que durante o giro não cessaria o movimento por qualquer ataque simples.

Varreria seu redor rapidamente com seus olhos. Atacaria aquele que estivesse em pior condição, ou seja, sangrando, desequilibrado ou até mesmo caído. Avançaria sem escrúpulos e usaria a lâmina do machado para cortar tudo que conseguisse, carne, músculos, ossos, não se seguraria agora. Queria derrotar aqueles sujeitos logos e partir para cima do Elfo. A cada golpe gritaria e mostraria os dentes – YOHANNNNNN – enquanto estivesse cercado pelo quarteto, atacaria com ambas as mãos, mesmo não tendo total controle das duas, tentaria fazer o melhor possível.

Se após o giro, o resultado não fosse dos melhores, atacaria do mesmo modo, sem se preocupar demais com a defesa, acreditava em sua capacidade e parecia não ter aprendido a lição de noites atrás. Caso sentisse algum golpe nas costas ou nas laterais, se viraria no mesmo momento e atacaria com força e sem piedade, naquele momento, tudo se resumia a alguns metros em sua volta, se sangue fervia em suas veias, seu rosto ficaria vermelho, demonstrando toda sua fúria. Seus olhos ficariam atento ao movimento dos quatro, assim que tivesse oportunidade, atacaria e atacaria, não recuaria nenhum passo, não com todos olhando.



Ponto-Situação do Personagem:
 
NPC Acompanhante:
 

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