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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Ronco do Bárbaro

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MensagemAssunto: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyQua 13 Nov 2019, 19:00

O Ronco do Bárbaro

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Gustav Karlsefni. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyQui 14 Nov 2019, 09:24

Gustaf Karlsefni


O início da jornada de Gustaf até o maior tesouro do mundo iria começar numa pequena ilha no East Blue. Era engraçado o motivo de estar ali, o destino havia se encarregado. Alguns meses atrás, quando decidiu partir da sua ilha natal, pegou um mapa, jogou para o alto e ao cair ao chão, colocou seu dedo num ponto específico. Ao retirar, podia ler Dawn Island, não tinha ideia de onde ficava, é isso o animava, iria começar sua jornada daquele lugar. Pegando suas economias, comprou duas passagens num barco clandestino e após uma jornada de alguns meses, finalmente havia chegado no seu destino final juntamente com seu braço direito, o tritão Nereu.

Quando o barco finalmente parou, o jovem bárbaro levantou seus braços e esticou as suas costas, estava cansado de ficar em alto mar. Seu corpanzil estava sedento por alguma aventura e sua barriga por algo diferente de peixe para comer – BRAHAHA - sua risada era alta e chamava a atenção de qualquer desavisado – NEREU! VAMOS COMEÇAR NOSSA JORNADA – suas palavras eram ditas para o tritão que o acompanhava, seu braço direito e melhor amigo. Se despedindo dos homens do barco, o loiro saltaria da borda do barco diretamente na ilha, pousando de forma heroica, colocando seu punho naquela terra desconhecida.

Seus dedos se fechavam e abraçavam um punhado de terra/areia/lama e levaria até seu olfato aguçado – Me cheira à desafios – sussurraria, dessa vez para si próprio. Estava ansioso como uma criança ao ganhar doces, havia imaginado diversas vezes como aquela ilha seria, teria um Rei? É a Marinha? Sabia que teria que arrumar confusão com eles. Ao se levantar, ajeitaria sua capa vermelha e tatearia seus bolsos, conferindo se ainda havia moedas – Temos que comemorar, finalmente chegamos aqui brahaha – diria para o seu amigo, sorrindo e satisfeito ao notar que sobrava algumas notas – Vamos procurar por alguma taverna – terminaria apontando para frente, como se soubesse o caminho.

Enquanto caminhava rumo ao desconhecido, prestaria atenção as pessoas de Dawn, como vestiam? O que comiam? Gustaf conhecia apenas sua ilha e durante sua viagem, parou rapidamente em locais para reabastecer, mas não desceu do barco, havia jurado pisar somente na ilha que os deuses mandaram. O jovem era curioso e poderia encarar as pessoas mais do que devia de forma inconsciente. Não pararia para perguntar sobre uma taverna e ficaria levemente irritado se Nereu fizesse isso, o aspirante a pirata se movia usando seu olfato aguçado – sniff, sniff – puxava o ar para suas narinas, tentando sentir o cheiro de carne ou de cevada, até o cheiro de uva fermentada seria bem-vindo.

Se orientando pelo cheiro, sabia que chegaria a algum lugar. Todavia, se não sentisse o cheiro de nada que lembrasse uma taverna, sucumbiria a vontade de todos e pararia uma pessoa qualquer – Sabe me dizer onde tem uma taverna por aqui? – falaria levemente desanimado, por não ter sentindo o cheiro de nada. Recebendo a resposta, seguiria pelo local indicado, caminhando ainda irritado, com as veias do pescoço levemente enrijecida. Finalmente, chegando na taverna, seja qual for o modo, abriria a porta do local – BRAHAHA CHEGAMOS! – bradaria, satisfeito – ME TRAGA DUAS CANECAS DA MELHOR CERVEJA DESSE LUGAR MEU AMIGO – falaria alto e confiante, enquanto caminhava para se sentar em alguma mesa.

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O rapaz estava feliz, em meio a sua barba, era possível ver seus dentes brancos quase sempre a mostra. Acomodado em algum lugar, esperaria a cerveja chegar, e então brindaria com seu amigo – QUE HOJE SE INICIE NOSSA BUSCA PELO ONE PIECE – os copos se bateriam e então viraria a cerveja de uma vez, não ligando de cair pelos cantos da boca – ARRRRF – suspiraria, batendo o fundo da caneca na mesa, satisfeito por saciar sua sede. Ao terminar, agora daria mais atenção ao local, vendo quem estaria ali dentro e se alguns deles estava o encarado, não que ele ligasse, mas não queria ser surpreendido no primeiro dia.

Doravante, continuaria a conversa com seu aliado – Como havíamos planejado – Gustaf tinha uma lista em sua mente, dos objetivos que queria cumprir naquela ilha – Meu avô me disse que para começar a ser um pirata, temos que ter um barco, ahhhh, ele tinha dito para sempre termos um médico e um cozinheiro a bordo – enquanto falava, seus olhos brilhavam, aquilo era o que ele sempre havia desejado – Além de dinheiro, acho que isso é o principal, não temos nem armas ainda BRAHAHHA – sua risada tomava conta do local, podendo chamar uma atenção desnecessária – Creio que devemos fazer algo a respeito – concluiria, pedindo outra caneca de cerveja, aproveitando aquele momento.

Observações:
 



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyQui 14 Nov 2019, 21:40


Narração

Céu limpo, 30 graus
Manhã, sol forte e sem vento
Localização: Dawn Island - East Blue



O Ronco do Bárbaro - 01

Gustaf










Com sua excêntrica e imprudente maneira usada para descobrir seu próximo destino, Gustaf e Nereu partiam para Dawn Island. Após um longa e entediante viagem, eles chegavam à ilha, mais especificamente, no vilarejo de Frushin, lugar que, mesmo pequeno, trazia certo charme rural. Tal peculiaridade local era exposta nas construções — a maioria de madeira e concreto— e nos extensos territórios destinados à agropecuária. Mesmo assim, era perceptível que o local tinha o mínimo de desenvolvimento, não deixando nada a desejar na questão de espaço e visual. Mesmo no porto, Gustaf pôde ter uma noção — mesmo que mínima — que essa parte da ilha era um pouco mais pacata.

Excitado por uma nova página em sua jornada, Gustaf soltava uma gargalhada e pousava em seu novo destino. Nereu apenas consistia a chamada da jornada com um aceno de cabeça, mantendo um semblante sério que não demonstrava arrogância, mas sim respeito.

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Já em terra firme, o bárbaro podia notar que a cidade se encontrava cheia, muito cheia para falar a verdade. As ruas estavam lotadas de pessoas, comerciantes se espalhavam por todo tipo de esquina gritando seus produtos. Vários grupos de homens e mulheres pareciam beber pelas avenidas, sem falar das tavernas que cuspiam cada vez mais e mais clientes por conta da superlotação. Tudo, inclusive as pessoas, parecia estar adornado em referência a alguma coisa. Nas ruas, eram penduradas bandeirolas de cores quentes, diversos girassóis também estavam espalhados, tanto nas estruturas quanto nos cabelos das mulheres que — apesar das claras diferenças físicas — assemelhavam-se com seus vestidos amarelos, vermelhos ou laranja.

A graça da cidade era reforçada no momento que Gustaf dava uma longa fungada no ar e sentia, por todos os lados, o marcante cheiro de cerveja e carne. Um aroma cítrico de laranjas também podia ser notado, mas sempre associado a crianças ou, no máximo, adolescentes. Era nítido que alguma espécie de festividade estava ocorrendo.

O rapaz até tentou seguir um bar por meio do olfato, o problema é praticamente a cidade inteira cheirava como um grande carnaval a céu aberto. Restava então contar com a hospitalidade desse povo e pedir informações. Ele logo o fez, sendo respondido um senhor de meia idade com o rosto vermelho de bebida. Seu estado de embriaguez era tamanho que ele falava lentamente e soluçava entre frases.

— ~Hic~ a vilaa, inteira é um baar hoje, rapaz. Mas ~Hic~ se você realmente procura um é só seguir reto por essa direção —

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Seguindo o caminho apontado, Gustaf encontrava um lugar não tão grande para os lados, mas com 3 andares de altura. Não era um taverna gigante e rica — talvez fosse para o bárbaro, visto suas origens — mas uma coisa não podia ser negada, ela tinha certo charme. Era evidente que o local estava lotado, pessoas sentavam-se até na janela para beberem. No entanto, antes que o bárbaro e seu companheiro pudessem, talvez, até pensar em desistir de entrar. Eram puxados por braços e braços por um corredor feito de pessoas, todas com canecas na mão. Nereu claramente não sabia como reagir mediante uma cena dessa, todos gargalhavam e batiam palmas para a situação.

O bárbaro poderia até ter o direito de ficar irritado, mas antes que o fizesse, era recebido com um vigoroso abraço seguido por um tapa nas costas por um homem de meia idade com um bigode chamativo que, com um sorriso de orelha a orelha, dizia virando-se para algumas garotas vestindo trajes de atendentes

— TEMOS MAIS SANGUES NOVOS PARA O FESTIVAL, COLOQUEM LOGO UMA GARRAFA DE CERVEJA NÃO MÃO DOS HOMENS, POR CONTA DA CASA! —  


Dito isso, o senhor dava outro tapa nas costas do bárbaro e continuava, dessa vez com um rosto mais sério

— Divirta-se e descanse bem até a noite, meu rapaz —


Definitivamente, uma cultura tão nova poderia fazer o bárbaro reagir de maneira hostil, mas com uma cerveja na mão, ele logo comemorava o inicio de uma jornada. Não haviam lugares para sentar a não ser o chão. Além disso, todos pareciam entretidos em sua própria conversa agora, não se importando mais com os recém-chegados. entretanto, Gustaf poderia notar um olhar ou outra advindo de mulheres, até mesmo de alguns homens.

Em resposta ao que o guerreiro dizia sobre a questão que envolvia barco, dinheiro e armas, seu compatriota respondia de maneira calma, mas ainda meio sem jeito pelos recém eventos, tanto que ele dava um rápida tosse com a mão em frente a boca para recupar-se

— Err, sim, sim. Marujos não serão problema com tanta gente por aqui. Cair em um festival como esse... Definitivamente seus dedos foram guiados pelos Deuses, Gustaf —

Tossindo da mesma maneira, o tritão parecia estar em seu semblante normal dessa vez, então, após um longo gole em sua cerveja, ele continuava

— Armas não devem ser difíceis de conseguir... Resta saber se temos o dinheiro para elas... Notei, alguns cartazes por aqui, todos com uma recompensa aparentemente. É válido dizer que podemos extorqui-los sem maiores problemas com autoridades locais, mas isso fica com você, Camarada—

O tritão logo dava outro grande gole de olhos fechados, esperando uma resposta de seu companheiro.

O bárbaro também pôde notar alguns olhares tortos em sua direção, mais especificamente, na de Nereu. Se observasse bem, poderia ver que vinha de um grupo de três adolescentes, todos mal-encarados com algumas cicatrizes no rosto e adagas na cintura. No entanto, a finura de seus braços deixava claro que provavelmente nem sequer saíram das asas de suas mães.

off:
 
Legendas:
 

Taverneiro:
 

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptySex 15 Nov 2019, 00:27

Gustaf Karlsefni


Enquanto caminhava até a taverna indicada pelo velho, Gustaf não parava de sorrir. Ele via aquilo tudo de forma harmoniosa, era tão diferente do local onde nasceu e cresceu. Vinland era uma ilha feita de neve praticamente, o sol durava poucas horas, não havia bebidas e comidas excêntricas como aquelas que ele via e cheirava. Para todo canto que olhava, podia ver pequenos grupos de pessoas sorrindo e bebendo, até mesmo ele podia dizer que algum evento estava ocorrendo ou iria ocorrer ao anoitecer. A postura rígida do bárbaro já não existia, ele olhava para tudo, principalmente para as mulheres, tinham tanta delas, com roupas curtas e convidativas. O loiro já havia apreciado a cama de uma dama, mas as mulheres de lá ocupavam o papel de cuidar da casa e dos filhos, casavam jovens e formavam família no primeiro deflorar.

O local estava enfeitado, com cores vivas, o rapaz cutucava o tritão com seu cotovelo a cada coisa diferente que via, não importando com a reação que ele poderia ter. Por fim, chegaram até a taverna indicada, era um local simples, tinha três andares e estava completamente lotada, pessoas se apertavam por um espaço naquele estabelecimento. A dupla era puxada para dentro, como o mar faz com as ondas e logo um homem os abraçava, Gustaf sorria para ele e retribuía passando seu braço em seu pescoço – CERVEJA! BRAHAHAH – ria dando um soco de leve no ombro do tritão. O povo era gentil e fazia o aspirante a pirata se sentir confortável, não poderia ser diferente, havia ganho bebida de graça.

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Buscando um local mais afastado, dizia seus planos para o seu imediato, que respondia de forma calma, suas palavras eram ouvidas com cuidado pelo loiro, que balançava a cabeça em sinal de concordância com o que ele dizia. Nereu explicava que havia visto alguns cartazes de procurados e fazia Gustaf abrir um grande sorriso – Meu amigo, pegue esses cartazes – diria, bebendo o que restava de cerveja – Iremos ver o que temos em nossas mãos brahaha – riria, descontraído, pegando no ombro do seu parceiro – Agora, aproveite a festa brahaha – finalizaria, erguendo a caneca, virando-a para baixo, para saborear a ultima gota que ali restava.

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O tritão indo ou não em direção aos cartazes, Gustaf começaria a caminhar procurando por mais bebidas. Enquanto falava com seu imediato, ele havia notado algumas crianças olhando para seu amigo de forma desdenhosa, aquilo o irritava e fazia sua bebida amargar em sua lingua, mesmo naquela situação, iria verificar o que ocorria. Com sua estatura, tentaria tirar as pessoas do seu caminho com certa educação, até chegar no trio ternura – Sabem onde posso arrumar mais bebida? – agacharia, para olhar nos olhos do que estivesse no meio, suas palavras escondiam a irritação e Gustaf tentava ser o mais amigável possível. Recebendo uma resposta amistosa, indicando o local do “refil”, sorriria, mostrando seus dentes branco – Obrigado – começaria a virar o corpo, parando no meio do movimento – Outra coisa – agora, se aproximaria ainda mais, para falar próximo ao ouvido deles – Se olhar com esses olhos de desprezo novamente para o meu amigo – faria uma pausa dramática – Eu vou arranca-los e darei aos corvos – sua respiração estaria pesada e seus punhos fechados – AGORA, VAMOS COMEMORAR BRAHAHA – finalizaria, dando um tapa no ombro do sujeito, ignorando sua contra resposta.

Daria as costas para o trio, confiante que eles haviam entendido o recado, o bárbaro confiava em suas palavras e em sua postura, sua arrogância era tremenda que inflava seu ego mais do que deveria. Caminharia até barman, pedindo por outra caneca – VELHO AMIGO – gritaria ao vê-lo – ME VE OUTRA CANECA – colocaria o dinheiro sobre a mesa, caso fosse necessário – ME DIGA, O QUE ESTÃO COMEMORANDO? – estava curioso e queria entender, que tipo de deuses aquelas pessoas glorificavam ou o que diabos comemoravam. Recebendo tanto sua cerveja, quando sua resposta, cumprimentaria com um aceno e sairia rumando para onde Nereu estava, sempre olhando para as mulheres e distribuindo piscadelas.

Voltaria para o tritão estava ou caso ele venha até onde o jovem estava, fingiria que não havia ocorrido nenhuma cena com as crianças e caso Nereu perguntasse, o loiro daria de ombros – Perguntei onde havia mais bebida – levantaria o copo, para demonstrar a veracidade das suas palavras – Deixe-me ver esses cartazes – terminaria a frase, já tentando ver os valores e nomes, para escolher algum ao acaso, como fora a escolha dessa ilha. No meio daquele pessoal, estaria com sua guarda baixa, era um homem alto e forte, poucos se atreviam a enfrenta-lo de frente, seu egocentrismo ainda era grande pelo seus feitos na sua vila.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptySex 15 Nov 2019, 17:30


Narração

Céu limpo, 30 graus
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O Ronco do Bárbaro - 02

Gustaf










Mesmo sendo pego de surpresa pelo festival de Dawn Island e sendo puxado abruptamente até uma taverna, o bárbaro não aborreceu-se. Para falar a verdade, seu característico espírito festivo fez ele animar-se com a tamanha beleza e hospitalidade oferecida pela cidade.

Em meio a goles e mais goles, o rapaz procurava um local mais isolado para conversar com Nereu. A taverna estava tão lotada que ambos poderiam pensar que seria impossível achar um ponto, no entanto, logo assentaram-se nas escadas para o primeiro andar. Mesmo com o constante tráfego de pessoas por lá, ninguém parecia ficar tempo o suficiente para entender o que os guerreiros discutiam.

Em reposta ao que Gustaf dizia, o tritão consentia com a cabeça e descia as poucas escadas indo atrás dos cartazes, mas não antes de virar sua caneca e pegar um pernil de carne no caminho. Mesmo Nereu sendo tipicamente fechado, o bárbaro podia ver que seu companheiro conseguia aproveitar a festa.




A fim de resolver uma questão que havia deixado um gosto amargo em sua boca, o loiro caminhava até o trio de rapazes, não, moleques. Sua alta estatura, somada ao alto contingente de pessoas no bar, fez o percurso ser um pouco mais difícil, mas a gentileza do bárbaro ao abrir caminho fez as pessoas se dispersarem rapidamente, abrindo espaço para sua passagem, mas logo retornando para a farra.

Chegando nos delinquentes, Gustaf abaixava-se quase 2 metros para conseguir olhar no rosto do garoto do meio e fazer uma pergunta. Mesmo com o bárbaro escondendo seu real humor, pôde-se sentir o medo nas ações e palavras da pessoa a qual perguntava, visto que, com o corpo retraído e em meio a gaguejos, ela dizia

— S-Sim, s-senhor. B-Basta o senhor pedir a algum atendente vagante o-ou ir ao balcão, l-logo ali, o A-Algar tá lá —


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O garoto terminava apontando para um local não muito distante de Gustaf. Trava-se de um extenso balcão de madeira com 3 atendentes servindo clientes, 2 mulheres e 1 homem, este que parecia ser o mesmo senhor que o ofereceu a primeira garrafa gratuitamente. Aparentemente, ele se chamava Algar. Além dos diversos barris que haviam lá, bebidas mais finas eram expostas em uma prateleira próxima à parede, destilados como whisky e vinho. Também havia uma porta dentro do espaço do móvel, e, pelo forte cheiro de carne e álcool advindo de lá, não seria difícil para o bárbaro perceber que provavelmente tratava-se da cozinha.

Mesmo contente com a informação adquirida, o guerreiro não havia memória tão curta para esquecer da rixa adquirida com tais jovens pelos seus prováveis olhares de preconceito em relação a Nereu. Por isso, aproximando-se do grupo, Gustaf lançava uma hostil ameaça aos ouvidos dos garotos que — com os olhos vermelhos, quase expulsando lágrimas — respondiam num cômico coro gritado.

— D-DESCULPEM-NOS, S-SENHOR! NÃO FAREMOS M-MAIS ISSO!




Antes que seus corações parassem e eles desabassem pelo medo, o bárbaro voltava ao seu humor festivo e dava um tapa no ombro do sujeito mais a sua frente, esse que, por sua vez, já não conseguia conter mais o choro e, sorrindo de alívio, gritava para o guerreiro

— S-SIM, SENHOR!

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Já no balcão, Gustaf encontrava o Algar e o cumprimentava. O bigodudo, limpava algumas canecas com um pano velho, mas logo a levantou em saudação ao bárbaro recém-chegado.

— OLHA QUEM ESTÁ AI! SIRVAM LOGO MAIS UMA CANECA AO RAPAZ, DOHAHAHA —

Após isso, Algar falava em um tom minimamente mais sério, na verdade, só parecia assim porque ele abaixou sua voz e soltou palavras mais lentamente, entretanto, aquele semblante festivo ainda repousava sob ele

— Pelo desconto do festival, o copo vai sair por 1.500 berries, amigo. Mesmo em clima de gandaia precisamos nos manter. —

Então, com o dinheiro já em mão, o taverneiro continuava em reposta a pergunta feita por Gustaf, dessa vez, mais excitado por contar de sua própria cultura

— DOHAHAHA, você é um forasteiro, não é? Estamos comemorando o festival de outono, é uma forma de agradecermos por uma colheita próspera. À noite, teremos alguns torneios e jogos, coisas como competições de bebedeira, baralho e até luta. Quando o dia estiver prestes a virar, queimaremos a maior abóbora da colheita desse ano na praça da cidade. Lá, todos farão suas preces agradecendo aos Deuses. Só assim o festival será terminado e a tradição será cumprida —  

Logo, a caneca do bárbaro era enchida por uma ruiva de olhos esmeraldas com um sorriso cativante.

— Aqui está —


dizia ela ruiva olhando nos olhos de Gustaf com um sorriso de canto de boca. Logo após isso, ele retirava-se para a cozinha em resposta a um chamado

Percebendo que seu colega partia, o taverneiro levantava sua caneca em saudação e dizia

— Até mais! Não deixe de vir à noite, DOHAHAHAHA! —

Novamente no meio do salão, a atenção do bárbaro era chamada por Nerue, que voltava com três cartazes em mão. Ele— visivelmente mais afetado pela bebida — até tentava falar de modo sério, mas vez ou outra deixava escapar um soluço

— Aqui, julguei esses como os mais interessantes, mas há mais cartazes no quadro se não se interessar por nenhum. Tentei descobrir informações sobre algum deles, mas ~hic~... Err, como ia dizendo, tentei saber algo sobre eles, mas só descobri seus crimes. Aqui, pegue-os —

O tritão então entregava os 3 pedaços de papéis na mão de seu companheiro. Sempre que o bárbaro observasse a foto de um, ele recebia algumas informações de seu colega.


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— A mulher praticou atos de pirataria como roubo e assassinato de civis. O de orelha largas é conhecido por queimar plantações e matar gato, seja porco ou vaca. O último é um... Ex-marinheiro, matou seus superiores e deserdou. Você escolhe o alvo, irmão —


off:
 
Legendas:
 

Npc's:
 

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyDom 17 Nov 2019, 10:11

Gustaf Karlsefni


Depois de ter uma boa conversa com os jovens, o bárbaro saia sorrindo, enquanto lembrava do medo estampado nos rostos deles, imagina se ele estivesse com um machado, eles borrariam nas calças. Se locomover pelo local era um pouco difícil, o local era pequeno e parecia estar comportando mais pessoas do que devia, o loiro não se importava com aquela situação, estava feliz com os diversos aromas que adentrava em sua narina. Carne, vinhos, cerveja, além de algumas mulheres belas que o rodeavam, quem sabe esse festival seja mais proveitoso do que ele imaginava.

Quando encostou seus braços no balcão, logo o homem de bigode veio lhe atender. Depois de solicitado a bebida, colocou o valor cobrado na mesa – Aqui está – dizia sorrindo – Sua cerveja é muito boa brahaha, lembra-me um pouca a que faziam na minha cidade – continuava, enquanto saboreava ainda gelada. O aspirante a pirata questionava sobre a festividade e o que poderia ser; logo recebia a resposta e algo lhe fazia sorrir de satisfação – EU PARTICIPAREI DESSAS COMPETIÇÕES BRAHAHA – batia com sua caneca no balcão – SE FOR APOSTAR, APOSTE EM MIM – Erguendo sua caneca, diria num tom alto com sua voz rouca – SOU GUSTAF KARLSEFNI, EU ME TORNAREI O MAIOR PIRATA DESSE MUNDO E ENCONTRAREI O ONE PIECE! BRAHAHA – sua pele estava levemente corada pela bebida ter subido um pouco a sua cabeça, além do calor que estaria sentindo, afinal, ele era acostumado com temperaturas gélidas e ali, estava abafado pelo calor humano.

Depois de fazer um breve discurso, uma moça de cabelo de fogo enchia sua caneca – O-Obrigado – a voz que tanto chamava atenção, parecia se esvair, Gustaf corava as bochechas e perdia toda a pompa que sempre ostentava – Como ela é bonita – aquilo que era pra ser um pensamento, saia involuntariamente pelos seus lábios, fazendo-o ficar sem jeito – Eu vou encontrar meu amigo – diria, se despedindo de Algar e daquela bela mulher. Enquanto caminhava rumo a Nereu, daria alguns olhares para trás, tentando guardar o rosto da atendente, talvez eles se encontrem depois.

Ao encontrar seu amigo, o mesmo visivelmente embriagado, doravante, para Gustaf (que também estava num estado eufórico) estava completamente bem – Nereu, acho que vi aquilo que nos contavam, uma valqui ... – Antes de terminar a frase, seus olhos pousavam sobre os cartazes nas mãos do tritão – Deixe-me ver – seus dedos seguravam as folhas, enquanto ouvia a explicação sobre aquelas procurados. Havia três cartazes de procurados, com a somatória total de seis milhões de berries.

O navegador dizia seus crimes – Ex-Marinheiro? Esse pode ser interessante – Gustaf segurava os cartazes e passava o braço sobre o pescoço do seu imediato – EU DIGO PARA PEGARMOS OS TRES BRAHAHAHA – Talvez pelo impulso ou confiança demais em si, ou a bebida em excesso, tudo isso era um dos motivos daquela euforia – A noite terá varias competições, acho melhor capturarmos esses patifes antes do anoitecer, para termos pelo menos um dinheiro para apostarmos brahaha – enquanto falava, ainda se apoiando no tritão, Gustaf já caminhava rumo aos jovens de antes – Nereu, esses são meus amigos ... – Antes do tritão concordar ou não, o bárbaro não deixava muita opção. Enquanto isso, seu dedo apontava para um dos jovens, esperando que eles dissessem seus nomes – Esse é Nereu e eu sou Gustaf, agora vamos lá fora, tenho uma proposta para vocês.

Se as crianças não estivessem ali mais, Gustaf puxaria Nereu para fora de toda forma, e buscaria aqueles jovens, contudo, se eles ainda estivessem ali e seguissem conforme ordenado, os puxaria de canto – Olhem esses cartazes – mostraria os três que possuía – Conhecem algum? – Sendo positiva, sorria e continuaria – Darei 25 mil berries para cada, se me levarem a esses procurados – Se tentassem barganhar o preço, aceitaria o valor máximo de 100 mil berries, nada acima disso – Tá bom, pagarei esse valor – diria após a barganha, caso chegassem em valor igual/inferior a 100 mil.

- Fiquei tranquilos, não irão precisar lutar, apenas nos mostre quem são e cuidamos do resto brahaha – diria descontraído, dando um tapa no ombro de algum deles. Ficando acertado a empreitada, perguntaria mais uma coisa – Por acaso tem alguma loja de arma por perto? Preciso comprar dois machados – balançaria seu braço, como es estivesse segurando um machado invisível. Qualquer que seja o rumo tomado, indo para a loja de armas, ou para um dos procurados, Gustaf caminharia descontraído, focando nos enfeites e nos aromas novos que sentia encher seus pulmões.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyTer 19 Nov 2019, 13:52


Narração

Céu limpo, 30 graus
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O Ronco do Bárbaro - 03

Gustaf









Ainda atônito pela ruiva que encontrara anteriormente, o bárbaro dialogava com seu aliado acerca dos cartazes em sua mão. O mesmo animo mostrado por ele ao fazer uma grande caçada era compartilhado por seu colega, esse que, por sua vez, levantava seu copo e gritava

— S-SIM! —

Então, ambos caminhavam até os jovens, o tritão não demonstrava resistência, apenas se deixava levar. Aparentemente, ele realmente não havia percebido que os jovens estavam com olhares mal-encarados para ele minutos atrás, visto seu semblante que denotava uma leve confusão enquanto era guiado ao grupo. Em resposta aos cumprimentos do bárbaro, o garoto do meio respondia ainda meio acanhado

— P-Prazer s-senhor Gustaf e senhor N-Nereu. Eu sou o C-Claudius, esse à minha direita é o Fausto, e esse na minha esquerda é o N-Nero —

Todos curvavam as costas em uma desajeitada reverência ao terem seus nomes citados. Desse modo, em resposta a proposta de Gustaf, Claudius — aparentemente surpreso — dizia

— 25 MIL BERRIES? A GENTE TOPA —


O garoto então apontava e berrava para cada um de seus colegas

— FAUSTO, AVISA PRO GOLPE-BAIXO QUE TAMO INDO PRA LÁ EM 5 MINUTOS. NERO, VAI ATÉ TEU PAI E PEGA UNS INFORMAÇÕES DO MALANDROS —

Com exceção de Claudius, todos retiravam-se. O último garoto que sobrou levava os bárbaros até a saída da taverna e os guiava pela cidade enquanto dizia

— Vou levar vocês até a loja do Golpe Baixo, não são as armas de maior qualidade da ilha, mas dão pro gasto —

Enquanto caminhava pelas ruas, Gustaf percebia que a paisagem continuava igual, a festa estava longe de parar. Após poucos minutos, os três chegavam em um grande sobrado velho, quase que destruído pelo tempo. O garoto então batia o que parecia ser uma combinação na mofada porta de madeira e. Assim, ela abria-se e todas entravam.




O local revelava-se acabado da mesma forma por dentro, poucas velas penduravam-se às paredes. Aparentemente, quem arquitetou a casa queria dar ar nefasto a ela. Possuía um longo corredor que se estendia até uma pequena sala, com uma poltrona vermelha cheia de arranhões e, encima dela, um velho com 3 fios de cabelo, um rosto decrépito repleto de rugas e um bigode que estendia-se até seu pescoço. Em seu colo, havia um arisco gato cinza que não parecia parar quieto. Pelo corredor, podiam ser avistadas diversas portas trancadas.

Gustaf, Nereu e Cladius — que guiava o grupo — aproximavam-se do sujeito, que colocava um sorriso de quem queria demonstrar superioridade, mas as condições de seu corpo fazia-o ter um semblante cômico para falar a verdade.

— Coé, Claudius, por que tu me convocas, moleque —

O garoto então respondia

— Coé, Golpe. Meus colegas aqui tão a fim de umas informação sobre uns meliantes e umas armas, faz teu preço pra eles —

O velho então coçava a barbicha do seu queixo e dizia

— Hmm, tô vendo que os dois são grandes e fortes, podem ser úteis... Vai ser o seguinte, 30.000 por uma arma e 10.000 por uma informação precisa, se quiser algo mais vago tá por 5.000. No vago digo os últimos pontos de ação do maluco e digo também a forma que agem. Se comprar a mais cara, te falo até o tipo sanguíneo do filho do filho da puta, só dizer um nome —

Apontando para uma porta à direito do bárbaro ele dizia as seguintes palavras, mas não antes de dar uma longa fitada nos olhos de Gustaf

— As armas tão aí se quiser, o preço já tá dito. Aliás... Se vocês cobrarem uns filhos da puta que tão me devendo... deixo levar duas pelo preço de uma —

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyTer 19 Nov 2019, 22:00

Gustaf Karlsefni


Saindo do bar juntamente com Claudius, o loiro buscava dar uma ultima olhadela para a meninota que havia lhe atendido, aquela ruiva havia chamado sua atenção, esperava verdadeiramente encontra-la no festival, se tivesse tempo para tanto. O trio ternura havia aceitado a proposta com facilidade, fazendo Gustaf pensar que deveria ter oferecido menos, mas que seja, era um saqueador por sangue, mercador não era da sua linha sanguínea. Claudius parecia orquestrar rapidamente suas ordens, os outros dois saiam correndo para cumprir o que fora ordenado, e agora seguiam para a loja de um sujeito com nome esquisito.

A passos largos, caminhavam pela multidão, o festival continuava a todo vapor, pessoas rindo e bebendo. Não sabia mensurar quanto tempo havia passado no bar, mas já estava voltando ao seu normal, a bebida saia do seu corpo em forma de suor, grudando sua camisa em seu peito bem definido. Rapidamente chegavam num grande sobrado, com sua estrutura velha e acabada. O garoto tomava a frente e batia na porta, fazendo um som abafado na madeira oca, logo a porta se abria e todos estavam la dentro.

Lá dentro, podia sentir a mudança de luminosidade, seus olhos não conseguiam enxergar com clareza. Havia pouquíssima luz advindo de velas nas paredes. O Local não era belo e aconchegante como o bar, pelo contrário, um sentimento de local abandonado e malcuidado. Mas não estava ali para julgar a beleza, queriam informações sobre alguns bandidos, e no fim do corredor estava o sujeito que iria ajudar, um velho quase careca, com uma aparência bem-acabada, com rugas e um longo bigode.

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O trio se aproximava e Claudius conversava com certa proximidade com o velho, como se fossem velhos conhecidos. Gustaf olhava para Nereu, como um sinal para ele não abaixar a guarda, aquilo podia ser uma armadilha ou coisa parecida, era melhor prevenir. O tal Golpe Baixo não poupava as palavras e já mandava o papo direto, esse era um homem bom de se tratar. Gustaf respirava fundo, tentando sentir algum cheiro diferente: Pólvora, Álcool. Depois abriria os braços, dando um sorriso caloroso – Gostei de você brahaha – dizia, dando uma cotovelada em Nereu – Negócio fechado velhote – colocaria sua mão no bolso, retirando o dinheiro – Tome, quero as informações de 10.000, tem um pouco a mais, porque quero saber onde posso comprar um bom barco brahaha – continuaria, dando uma risada alta no final – Depois de juntar uma grana, irei zarpar para a próxima ilha, eu vou ir pra GL achar o One Piece brahaha – finalizaria, rindo satisfeito por ter fechado o acordo.

- Nereu, pegue um martelo para mim – diria para o tritão, apontando com a cabeça para a porta indicada – Quero de uma mão apenas, como não podemos matar os bandidos, não irei pegar algo afiado brahaha – terminando de falar, mostraria os cartazes para o velhote – Aqui velho, me diga onde estão esses sujeitos e depois me fale quem eu tenho que cobrar para você – Agora seu semblante estaria concentrado, com a atenção voltada para as informações que seriam ditas. Ouviria tudo que devia ser ouvido, atento a cada informação que pudesse absolver seria importante e quando o velho terminasse sua explicação, sorria satisfeito – BRAHAHAH, perfeito velho – olharia para o lado, procurando pelo tritão – Obrigado pelas armas, irei mostrar que ninguém fica em divida com Golpe Baixo – diria confiante, enquanto colocava sua mão no martelo, que provavelmente Nereu teria trazido.

- Quando ao barco, sabe onde posso comprar um, ou roubar de algum inimigo seu? – diria, enquanto daria golpes diagonais no vento, sentindo o peso do martelo, satisfeito por estar armado agora. Gustaf era proeminente em todos os estilos, sabia lutar de diversas formas, mas era excelente com um machado/martelo, sendo sua arma favorita. De toda forma, conseguindo as informações e as armas, pediria pelos cartazes  e se despediria – Vou me indo, pretendo acabar com tudo rápido, tenho que encontrar uma ruiva mais tarde brahaha – colocaria os cartazes em seu bolso e colocaria o martelo entre seu cinto e sua cintura – Vamos Claudius, temos muito o que fazer – puxaria o moleque e caminharia para fora do local, satisfeito por seu plano estar indo bem.

Uma vez lá fora, não escolheria um alvo específico, iria para o que fosse mais próximo – Então, vamos começar a caçada – falaria para a dupla, mostrando seu lado sanguinário e louco para amassar seus inimigos, seu rosto estaria estampando sua pior forma e Gustaf estava sedento para acabar com aquilo. Seguiria o garoto para o alvo estabelecido, caminhando com seus dedos sobre a face do seu novo martelo. Quando chegassem no local indicado, procuraria um modo de não ser visto pelo alvo, se escondendo ou se misturando na multidão da melhor forma que for possível. Se estivesse mais afastado da cidade (floresta, esconderijo, etc) usaria seu olfato aguçado para sentir odores que poderiam indicar quantas pessoas haveria no local, se estavam com armas de fogo (cheiro de pólvora) etc.



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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptySeg 25 Nov 2019, 03:44


Narração

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O Ronco do Bárbaro - 04

Gustaf








A animação demonstrada por Gustaf ao receber a proposta de Golpe baixo era compartilhada por Nereu — de sua própria maneira — o tritão dava um fraco sorriso de canto de boca e soltava boas palavras em relação à ilha

— É estranho, mas os humanos daqui são mas hospitaleiros do que eu esperava —

Com o dinheiro entregue em suas mãos, o vendedor contava as notas passando o dedo por elas e, sem olhar para ele, dirigia algumas palavras ao bárbaro

— Rei dos piratas? Esse é realmente um grande sonho, garoto, só tente não abandonar ele por conta de um rabo de saia, já vi o espírito de muitos homens morrerem por conta dessa droga, tsc —

O senhor realmente pareceu incomodado ao dizer isso, olhava para o lado e dava um rouco suspiro antes de terminar. Desse modo, continuava enquanto Nereu dirigia-se à porta ao lado em busca das armas

— Começando pelo barco, tu até pode achar alguns por aqui, mas se quiser qualidade é só perguntar por Davos em Forto Branco, a maior cidade dessa ilha. Te garanto que o desgraçado faz uns trabalhos de qualidade por aquele preço. Tem sempre a possibilidade de tomar um de alguém mesmo, mas desses procurados que mostrasse, só o destronado tem uma pequena escuna, só não garanto que seja de qualidade —

Golpe baixo então tomava os 3 cartazes da mão de Gustaf e começava a discorrer sobre eles, não tirando o olho dos papéis

— Quanto a esses putos... bora começar pelos mais simples. Yohan é um naturalista filha da puta, depois de fumar um beck com uns cogumelos, umas ervas e mijo de gato, nunca mais foi o mesmo, agora ele tem uns papos tortos sobre amar animais e comer mato, para ele, mais vale o gado morto por conta de um veneno que ele criou do que comido por gente. Por falar nesse veneno, não deixe ser acertado por ele, tu provavelmente vai ter que cortar fora essa parte do teu corpo. É difícil saber sua localização exata, mas boatos dizem que ele tem uma cabana perto do Monte Ballon, siga rastros que tu deve achar —

Devolvendo o cartaz para Gustaf, ele continuava, dessa vez com o da bucaneira como foco

— Essa aqui não tem muito de especial, é uma filé que cansou da vida pacata e agora mata, rouba e sequestra. Ela tem um trabuco bem periculoso em mãos, dá pra estourar a cabeça de um cavalo com ele, então se liga. Pelo que sei, ela vai estar aqui na cidade para o festival, provavelmente em alguma taverna, tente falar com civis, algum deles podem ter a visto, poucos sabem que ela já tem uma recompensa, não se interessam pelos cartazes —

Após isso, Nereu voltava com dois martelos e colocava um nas mãos de Gustaf, ambos não mostravam uma qualidade tão grande, mas tinham mais que o necessário para abrir buracos em crânios, por falar nisso, o de Nereu já mostrava ter um pouco de sangue.

— Estão aí, foram os melhores que encontrei lá —

Vendo tal cena, Golpe Baixo voltava a tomar palavra

— Vejo que vão aceitar resolver meus trabalhos de agiotagem, não é? Depois conto do maluco, mas, por hora, vamos falar do último procurado: O destronado. Loudwater era um marinheiro conhecido por aqui, trabalhava na parte administrativa. Um dia, apenas surtou e falou que iria se rebelar contra o Governo. Agora, ele trabalha com revolucionários pela ilha. Você não vai achá-lo aqui, ele está em Monte Ballon disfarçado na taverna do Boi Oco, isso digo com certeza. Acrescento também que ele é um esgrimista cabuloso, então cuida com essa espada —

Golpe Baixo então parava, alisava o goto em seu colo e continuava

— A Bucaneira é mais simples por hora. Quanto ao meu alvo, passarei as informações mais tarde. Se tu sumir antes de lá pode deixar que meus homens te caçam pelos Blues. Até mais ver —

Despedindo-se de Golpe baixo, Claudius guiava Gustaf até a taverna novamente

— Quem diria que a gente vai voltar pra lá, ein? Eu tô ligado que ele falou que ela pode estar em uma taverna qualquer, mas tô certo que essa é a certa, podexá que a gente acha ela num pulo —

Aparentemente, o garoto já mostrava estar acostumado ao bárbaro, expondo até certa intimidade, forçada ou não.







Mais uma vez em frente ao bar, Gustaf pôde notar um grande estrondo pelo local, como se fosse a explosão de um pequeno canhão. Uma desenfreada correria acontecia pelo local, diversas pessoas fugiam apavoradas dele, muitos caíam ao chão e eram pisoteados pela multidão. Um ou outro tinha marcas de sangue pelo corpo, mas sem machucados. Falando em sangue, o Bárbaro podia sentir seu intoxicante aroma concentrado dentro da taverna.

— ... Creio que a achamos —

— Que porra é essa, garai. Perdão senhor, mas eu não entro aí mais não, tô aqui fora qualquer coisa —

Já ciente da reação de seus companheiros quanto a tal problemática, os bárbaros entravam no estabelecimento após a correria ter amenizado. Não havia praticamente ninguém lá, apenas o velho taverneiro e seus funcionários — inclusive a ruiva que habitava o pensamento de Gustaf — todos tinham uma expressão horrorizada em seus rostos. O motivo disso não é de admirar-se, um cadáver estava claramente exposto ao chão, com os braços e pernas em posições agonizantes e cabeça completamente estourada. Quem quer que seja, está irreconhecível.

— Um estrago desses... aquele velho não exagerou quando falou do trabuco, fique atento, irmão —

Dizia Nereu virando-se a seu companheiro. Quanto ao que fazer agora, dependia deles, mas era certo que o assassino já não encontrava-se mais no local. Além disso, as pessoas da taverna nem sequer perceberam a chegada dos guerreiros

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MensagemAssunto: Re: O Ronco do Bárbaro   O Ronco do Bárbaro EmptyQua 27 Nov 2019, 10:11

Gustaf Karlsefni


As dicas do sujeito eram bem proveitosas, quando ele terminou Gustaf tinha a localidade de todos. Aparentemente, teria que ir para um local chamado Porto Branco atrás de alguns deles, mas por sorte, a Bucaneira estaria no festival noturno e pelo dizer do Golpe Baixo, poderia estar num bar bebendo o que lhe convém. Ao terminar de explicar, o bárbaro bateu sua mão no balcão com entusiasmo – FOI DE GRANDE AJUDA VELHO BRAHAHA – ele ria alto, satisfeito por ter conseguido tudo aquilo – Ouvira sobre meus feitos logo, logo – falaria em seguida, virando as costas para o homem, já se posicionando para deixar aquele galpão – Vamos Nereu, hora da caçada – finalizaria sua passagem, dando um sorriso de canto de boca, levemente escondido por sua barba amarela.

Se despedindo do velho, agora devidamente armado, Claudius levaria a dupla até o bar que estavam, nas palavras do garoto, a mulher poderia estar lá, Gustaf o seguia cegamente, feliz por voltar para aquele local acolhedor. Claudius já parecia acostumado com a presença do sujeito que havia lhe ameaçado e também não havia desdenhado do tritão, o aspirante a pirata tinha isso em sua personalidade, todos a sua volta gostavam da sua presença imponente, o loiro tinha facilidade em fazer amizade, mas balanceando a isso, inimigos brotavam de todos os cantos.

Os passos do trio eram largos e a vontade de voltar para aquela lugar alegre moviam a todos. Contudo, o clima foi completamente quebrado, quando um estrondo foi ouvido vindo do bar, Gustaf olhou para Nereu, o tritão provavelmente faria o mesmo, ambos pensando quem era o pivô dessa ação. Pessoas corriam, algumas machucadas, outras sangrando, mas havia algo em comum: O horror em seus rostos. A dupla correu para dentro do local e podiam observar o motivo, havia um cadáver com os miolos espalhados pelo chão.

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Nereu comentava algo, mas o bárbaro estava imerso num poço de raiva. Seu rosto se encolhia e suas sobrancelhas quase se uniam, seus dentes fechados de forma tão forte que rangiam, Gustaf estava irado com aquilo, ele gostava daquele lugar, uma aura maligna saia do corpo do rapaz – Nereu ... – sussurraria – Ela é minha – finalizaria suas palavras, se agachando para olhar o corpo, vendo que de fato, a arma que a mesma utiliza tem um poder de fogo absurdo. Ao se levantar, se viraria para o dono do local – Para onde a autora disso foi? – não havia calor em suas palavras, sua voz estava rouca e por mais que saíssem calmas as palavras, sua alma ansiava por um combate.

Se relutassem ou não se lembrassem para onde a mulher, ou qualquer que seja a pessoa que havia feito aquele ato tinha ido, Gustaf tentaria forçar uma lembrança – VAMOS, INDIQUEM UM RUMO MERDA! – gritaria, se aproximando, não se preocupando se iria assusta-los mais ou menos. De todo modo, assim que conseguisse a resposta, seguiria para o rumo indicado, sem trocar qualquer palavra com Nereu, mas esperando que o tritão o seguisse logicamente. Seus passos pesados indicariam sua movimentação, sua mão apoiando na cabeça do martelo, pronto para esmagar aquela maldita mulher.

Procuraria pela Bucaneira, tinha sua foto em mente, por isso, usaria seus olhos para vasculhar o que lhe fosse possível, usaria também seu olfato para tentar desvencilhar o cheiro forte de pólvora, afinal, se a mesma usa uma arma de fogo com tamanha potencial, deve usar uma grande quantidade desse pó cinza. Encontrando a mulher, cessaria seu avanço, buscando folego para gritar – MADLEY JHONES – esperaria a mulher olhar – SUA MORTE CHEGOU! – sacaria o martelo, segurando pela corda de couro em sua ponta – PREPARE-SE, IREI ESMAGAR SEU ESPIRITO E COLOCA-LA AOS MEUS PÉS – suas palavras eram firmes e sua oratória perfeita, mesclando isso com sua intimidação e postura, buscaria esmagar o espirito de todos ao redor.

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Gustaf não iria avançar de imediato, como sabia-se, a mulher era uma atiradora, iria esperar pelo seu famoso tiro e mostrar para todos que aquilo não podia feri-lo. Firmaria a base e começaria a girar o martelo a sua frente, formando um “escudo” com a rotação do mesmo. Logicamente, a bala poderia passar e pegar em seu coração, mas também poderia ser bloqueado pelo metal da arma, era hora de apostar no seu protagonismo. Recebendo o tiro, tentaria não cair e colocaria seu joelho no chão para impedir a queda, se Nereu viesse lhe ajudar, levantaria a mão, indicando para ele se afastar – Eu cuido da mulher – sussurraria, indicando para o tritão cuidar dos capangas da mulher, caso tenha algum.

Recebendo o primeiro tiro e bloqueando de forma efetiva, sorriria mostrando seu pior lado – Eu farejo o medo em você – diria, num tom mais baixo. Gustaf queria ganhar aquela luta sem precisar esmagar a mulher. Sabia que estava em desvantagem, mesmo enraivecido pela crueldade da mulher, queria-a viva, pois iria castiga-la de uma forma cruel – Desista, você não pode me ferir – falaria por fim, enquanto avançava a passos largos que era finalizado num salto, seus braços segurando o martelo acima da sua cabeça, traria num golpe descendente na cabeça da mulher.

Contudo, se não a encontrasse, sairia perguntando aos transeuntes se haviam visto uma mulher de pele morena com uma arma, falaria seu nome, afinal, ela era uma mulher procurada. Seguiria as dicas até encontra-la e faria o mesmo dito nos parágrafos acima.



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