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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The New Terror of Pirates

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MensagemAssunto: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyTer 05 Nov 2019, 13:20

Relembrando a primeira mensagem :

The New Terror of Pirates

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Suzuk Hamada. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyQua 18 Dez 2019, 00:33

The New Terror of Pirates
Inicia-se a Missão #05


Legenda
- Falas #ff6600 - ~ Pensamentos #ffcc33  ~ - Técnica -



Paprecia que havia achado a solução de seu problema. O mordomo cuidava desta região no turno noturno e ele não parecia ser burro nem fraco então não precisava se preocupar com ele, mas algo lhe chama a atenção, o nome de uma outra pessoa pronunciada pelo mordomo, não ouviu tal nome ou leu sobre ele nos documentos mostrados por seu superior mas talvez fosse o outro homem da foto.

- Quem seria esse tal de Alf... - Ele mesmo cortava sua fala quando ouvia os barulhos na mata indo em direção ao Senhor Khan. Olhou rapidamente e melhor ainda após Li apontar de onde vinha e neste momento precisava fazer algo, provavelmente essa era a tentativa de assassinato, mesmo que esteja muitos presentes a pessoa teria artimanhas e não poderia deixar realizá-las.

Este momento era o de mais tensão, não sabia o que era na mata mas não poderia se descuidar então então começou a agir sem demora. Iniciou correndo em sua velocidade máxima e usando de sua aceleração para ajudá-lo, logo no começo desse trajeto tentaria tomar o cuidado com o jardim, um certo cuidado na verdade por que poderia ser um alarme falso mas não podemos arriscar. No meio do trajeto sacava com minha mão direita a mais acessível adaga que estavam em seu suporte logo as retirando e se tivesse proteção as retiraria também tentando fazendo e se esforça pra dar o máximo só com sua mão direita tendo bastante cuidado. Depois de já estar armado o que podia fazer é correr e esperar chegar a tempo.

~ Se ele for pego e morto minha reputação acaba... Não posso deixar! ~ Assim que se aproximasse esperando que sua velocidade fosse o suficiente para chegar ao Sargento a tempo, se botaria em sua frente caso fosse um inimigo e estivesse prestes a fazer um ataque, se não ficaria frente dele totalmente centrado na movimentação na floresta, se alguém avançasse em sua direção e estivesse com a intenção de atacar logo também avançaria, mas quando ela fosse atacar dependendo de sua direção me esquivava me esforçando o máximo possível tanto indo para trás, pulando pra um lado ou pro outro, agachando ou então pulando mesmo, e logo depois se caso estivesse no ar tentaria dar uma cambalhota dependendo da altura e quando estivesse realizando esticava minha perna direita fazendo meu calcanhar bater na contra a cabeça do alvo, depois se ele viesse ao não subiria em cima dele e o imobilizaria, caso não fosse ao chão buscava uma estocada rápida no corpo do alvo, visando acertar suas pernas ou seu braço dominante.

Caso eu não pule então eu tentaria me esquivar e depois desferir a estocada nos lugares já citados, nesse momento depois da estocada poderia ser realizada uma rasteira logo depois o imobilizaria ele já estando ao chão. Mas agora se por ventura não fosse possível o meu desvio tentava agir mais rápido que o inimigo, respondi rand bem fundo e fazendo o ar passar por todo o meu corpo visava realizar uma estocada letal e rápida, tentando ser mais rápida do que a do oponente. Com minha adaga preparada acertava a região de sus barriga podendo ser em qualquer área, e logo depois se fosse desferido algum ataque procurava resistir o máximo ao mesmo, e levaria seu punho direto a se fechar e cerra-lo, logo desferira um grande soco em seu rosto que pensava o fazer se afastar e então retirava sua adaga. Neste momento ficaria atento as ações do oponente e se caso ele continuasse a avançar tentaria as formas já ditas antes de detê-lo.

Agora, por via das dúvidas caso todo o alarde fosse só um animal selvagem me relaxaria, guardaria a adaga e respiraria um pouco para repor os fôlegos logo se dirigindo a Khan. - Bom, o senhor vi-viu que é bastante perigoso, pode acontecer imprevistos a qualquer momento então por favor tente se manter seguro junto a sua família, e desculpe por esse alarme falso. - Chegava e falava com o velho bastante natural mas ofegante pela corrida, neste momento procuraria algum lugar para se sentar e então ouvir se tivesse algo pra ouvir do velho, caso não só esperaria um pouco para se recuperar no local se o encontrasse.

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyQui 19 Dez 2019, 21:34

A Chegada
O aparente perigo chamava a atenção dos dois homens que conversavam ali, principalmente de Hamada que tinha como objetivo a proteção do famoso senhor Khan. Partindo em direção ao arbusto o marinheiro avistou um estranho homem correndo na direção do velho, porém, ainda fora de sua propriedade. Vendo tal acontecimento suspeito e claramente ofensivo, o protagonista sacou suas adagas e tentou bloquear o golpe inimigo, mas na verdade acabou por sofrer uma investida do homem que o fez recuar e tropeçar algumas vezes titubeando uma queda.

— Cuidado! — afirmou o homem ao sofrer o golpe de Suzuk. As coisas ficavam confusas, porém, tanto quanto aquela poeira, as coisas se acalmavam. Mais claramente o homem demonstrava estar abaixado protegendo algo. O mordomo que acompanhava o protagonista lentamente cessava suas passadas ao ver quem estava lá. — Quase você o golpeia... — comentou segurando uma criaturinha que aparentava ser um Gato, porém, tinham pequenas asas — Tudo bem Jeofrey, agora você voltará para sua casa — falou calmamente acariciando o animal.

O mordomo lentamente se aproximava da situação, mais tranquilo. — Chamando atenção como sempre Alfonse. Quase que você assusta o jovem marinheiro! — esbravejou o homem, com certo tom de ironia ao referir-se. O homem se erguia com a criatura em seus braços e nesse momento ficava claro o contraste de altura entre ele e Suzuk. Era quase dois metros e meio a altura daquele homem. Em seu ombro estava a marca do golpe do protagonista, mas não haviam ferimentos. Ele não tinha sofrido nada com o enfrentamento.


— Como você não se perdeu nessa floresta? — questionou o mordomo, se aproximando e pegando a assustada criatura — Dizem que não são todos que conseguem vagar por ela sem se perder, mesmo que não seja tão grande... — prosseguiu, indicando que ambos o acompanhassem em direção ao casebre. O trio caminhava, com Hamada a direita do mordomo e Alfonse ao lado contrário. — Eu conheço essa floresta como a palma da minha mão! — riu o homem. Não se dando conta, já se aproximavam do casarão. — Então você é o único que tem esse conhecimento nessa ilha. Agora fiquem aí que vou preparar a refeição. Já está anoitecendo!

— Tudo bem! — afirmou Alfonse — Olá senhor Khan! Como vão as pernas do guerreiro? — questionou olhando para o velho homem, voltando sua atenção então para Hamada — Então você é marinheiro? Muito legal, eu sou apenas um ferreiro. Alfonse Rocksmash! — estendeu a mão para o jovem rapaz. A mão do estranho homem era áspera como pedra, forte e bem maior também. Seu corpo aparentava ser bem rígido, uma vez visto de perto. Seu semblante tinha requintes de plástico, talvez por sua postura bem formal.

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptySab 21 Dez 2019, 15:41

The New Terror of Pirates
Preocupação... #06


Legenda
- Falas #ff6600 - ~ Pensamentos #ffcc33  ~ - Técnica -



Neste momento passava em minha cabeça várias coisas, mas a principal é a que o "invasor" não se deu o trabalho árduo de me atacar, na verdade o que teve essa iniciativa foi eu, não pretendia arriscar a vida do Sargento que estava protegendo. Depois do alvoroço e toda a fumaça se esvair pude perceber o homem no qual eu teria "parado", era forte e robusto, um corpo feito para trabalhos pesados, suas roupas também poderiam confirmar isso mas o que ficou de mais intrigante foi o fato do mesmo não ter sofrido nada com o meu ataque. Sua pele parecia ser mais dura que pedra. Não levei isso adiante por que não queria mais problemas, mas acho que os mesmos estavam com algo "interessante", um animal de porte pequeno era visto aos braços do homem, ele se parecia com um gato mas possuía algo único... Duas pequenas asas.

~ O que seria isso?! Um gato pode ter asas normalmente? Muito bem, seja o que for talvez precise me dar um pouco de atenção a esse estranho animal... ~ Os pensamentos são algo importante, eles faz com que possamos no expressar de qualquer forma possível sem alguém comentar algo, sem alguém dar alguma crítica. Logo lgoo começávamos a caminhar até o casebre, aquela paisagem de final da tarde era maravilhosa mas ao mesmo tempo me trazia sérias dúvidas, pelo o que ouviu e continua a ouvir esse homem é o "famoso" Alfonse. E como era esperado após sua breve conversa, o Mordomo estaria "livre" esta noite o que me causava grandes preocupações, já tentando pensar em novas ideias para proteger o local... Conseguiu ouvir que Alfonse conhecia essa floresta com a palma de sua mão, o que era bom para uma situação de escapamento ou perseguição, mas não ajudava o meu objetivo e missão de assegurar a casa. Talvez algumas perguntas pudessem me ajudar mas acredito que teria de pensar muito para não ser um "0 a esquerda" falhando em minha primeira missão. ~ Espero que esse tal de Alfonse me trate com o mínimo de respeito. Mss vindo desses caras... ~

Em pouco tempo a caminhada cessava, parávamos em frente ao Senhor Khan e o gigante parecia ser um bom amigo dele, tendo intimidade suficiente para fazer piadas e pelo o que pude absorver dos pequenos momentos com o Sargento foi que ele não era alguém que tinha muitos amigos ou se abria facilmente...

- Prazer Alfonse, me chamo Suzuk, Soldado Suzuk Hamada. Vendo você percebo que não é um Ferreiro qualquer,el está longe de ser um... Mas muito bem, eu gostaria de fazer umas perguntas ao senhor, se não for incômodo claro. Pode acabar sua conversa com o Senhor Khan e se puder me avise. Me retirando. - A palavra em si não era a que eu realmente buscava, não queria comentar dessas coisas com o Khan por perto então tentava me afastar na residência, podia perceber a Sol se indo, o fim da tarde se aproximava a cada segundo e a luz do dia se acabava. Quando a noite predominar neste céu será um dos horários prováveis para atacarem, isso é realmente ruim, então tendo em mente que o Ferreiro fosse a falar comigo olharia bem em seus olhos e as palavras iriam sair. - Certo, pude ouvir que o senhor conhece essa floresta com a palma da sua mão, o Mordomo pelo o que estávamos conversando ele não irá fazer seu turno noturno o que dificulta a minha missão. Vamos direto ao ponto, queria saber se o Senhor sabe os lugares da floresta onde as pessoas poderiam entrar e sair sem muitos obstáculos, e que facilite o caminho até o casebre. - Como sempre não demonstraria emoção alguma nas palavras, seriam frias e diretas mas objetivas, agora e neste momento minha única preocupação era o sucesso da missão.

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyQui 02 Jan 2020, 11:52


Alfonse estranhava a abordagem do protagonista, mas não questionava nada. Assentindo com a nuca, o mesmo prosseguia as conversas enquanto o protagonista se afastava. Certo tempo passou, a refeição estava pronta. A garota levava sua irmã para dentro, empurrando sua cadeira de rodas, enquanto o velho, sem falar nada, também adentrava. — Quando terminarem de conversar, adentrem! — indicou o caseiro, fechando a porta e partindo para preparar a refeição de todos.

Preparados, a dupla iniciou sua conversa. O protagonista Suzuk expunha seu lado ao pedir a ajuda para aquele ferreiro, que relutava um pouco em aceitar tal ideia. — Não sei, tenho meus afazeres na cidade, não lhe garanto nada, mas tentarei ajudar no que puder. Agora tenho que ir, cuide de tudo, marinheiro, a noite às vezes é longa demais! — sorriu antes de partir.

Hamada tinha diversas possibilidades a partir daquele momento. Alfonse seguia o mesmo caminho que surgiu, pela floresta. Em contrapartida, no interior do casebre acontecia a refeição da noite. O mordomo alimentava a filha mais velha do senhor Khan, que não conseguia fazer isso sozinha. O clima não era dos melhores. No lado externo, o vendo soprava as folhas da vegetação, que tinha suas movimentações normais naquela noite de lua crescente.

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyDom 05 Jan 2020, 23:50

The New Terror of Pirates
Incapacitado? #07


Legenda
- Falas #ff6600 - ~ Pensamentos #ffcc33  ~ - Técnica -



O ciclo noturno havia chego, a brisa do local agia levando as folhas ao redor para um destino indeterminado cujo poderia ser o do jovem Suzuk. Depois de sua breve conversa com o Ferreiro, antes que fosse embora tentará dar um breve aviso ao mesmo. - Avise-nos qualquer coisa por favor! - Ele tendo ou não escuto, o fato do Marinheiro agora estar sozinho naquele lugar era evidente, aquela vasta região onde até os menos experiente poderiam se esconder por ali com dificuldades era o seu local de trabalho, com tudo o que ocorria na mente do jovem só se passariam as possibilidades a se tomar, neste momento já era muito tarde pra tentar bolar alguma armadilha, ele não podia vigiar todo o local pois só conseguia cobrir uma área, pensando nisso talvez tenha tomado a decisão certa...

~ Hmm... Levando em consideração tudo o que já pensei, focar minha vigilância a parte de trás do casebre é a melhor escolha, se eles tentarem vir pela frente o Mordomo com certeza poderá dar um jeito antes que eu chegue para o apoio, e se vierem por trás... Terão de me enfrentar. ~ Neste momento, com seus pensamentos já formados se dirigia até a porta onde era a entrada da casa, indo até onde todos estavam jantando e logo me pronunciaria sem muito alarde.

- É-É, boa noite. Estou passando para avisar que vou ficar na parte de trás da casa e não irei jantar, se precisarem de mim estarei a dispor. - Falava então calmamente a todos, mas, direcionando mais ao Mordomo e ao Khan.

Se não conseguisse se retirar e fosse induzido a comer o juntar, não iria contra a palavra de ninguém assim se sentando na mesa pronunciando a palavra: - Licença - para todos assim começando a comer. Responderia perguntas ou dúvidas com respostas básicas, ainda mais se fossem sobre minha vida, se não fosse, tentaria buscar e falar as que mais se adequava ao ambiente e situação. Depois de jantar, então levaria meu prato a pia o lavando e o botando em um escorredor se tivesse, logo prosseguia em direção a porta mas antes passando a mesa de jantar. - Obrigado a todos, estarei lá fora como falei e qualquer pode me avisar como for possível. Boa noite.  - Depois então partiria para o local já pré-destinado.

Por via das dúvidas, caso não o parassem para o jantar, continuaria seu caminho até a parte de trás casa. Usando sua vantagem de ser um relógio, tentaria prever quantos minutos/horas se passaram desde que anoiteceu, e assim quantos faltariam para o amanhecer, querendo ou não, era algo de extrema necessidade. Depois de feito, procurava um lugar mais estratégico para ficar, tentaria se baixar em um local que tivesse uma ampla visão do ambiente e ele não tivesse uma boa visão sua, e acima de tudo, onde poderia de deslocar facilmente. Mesmo que fosse difícil não era impossível, talvez se ficasse um pouco afastado da casa do Sargento mas concluísse os objetivos, valeria a pena este esforço. Se por sia vez não encontrasse, tentava se esforçar as máximo para encontrar algum lugar bom para ficar de vigia.

Depois de toda a missão até chegar onde estaria, o que lhe restava era prestar atenção e esperar, não procurava ficar em uma posição que lhe desse desconforto pois assim o faria cansar rápido e causar barulhos, logo procurava o contrário. Uma coisa bastante boa nesta situação é sua vantagem de "enxergar no escuro". Com a mínima luz ele podia enxergar tão bem quanto normalmente, talvez seja assim que os animais enxergam no escuro(?). Então caso alguma lâmpada da casa, eletrônico aceso, o brilhar das estrelas. Essas coisas já o poderiam ajudar muito a enxergar qualquer coisa que tente se aproximar.

O tempo iria passando e Suzuk iria contando ou seja como for que se saiba o tempo passado, convenhamos, saber disso deve ser mó rolo. Tentando se manter calmo e relaxado, procurava também ficar ligado o máximo possível em seus instintos, mesmo que não sejam aguçados, ainda os tinha e precisava usá-los, assim ficar quieto para conseguir escutar os barulhos na mata, sons de passos, as folhas, tudo isso era importante para conseguir êxito no seu trabalho.

~ Mano... Com certeza alguém vai aparecer aqui e eu vou ter que ir pra porrada, sempre acontece, por que não agora? Seria tão bom se eu ficasse assim durante todos os três dias sem ter nenhuma confusão... ~ Viajava em seus pensamentos uma possibilidade quase impossível, conhecemos o mundo, nada é perfeito e não teria uma exceção agora, e se fosse preferiria pra me livrar da morte... Mas bem, de volta a tocaia, enquanto ficava vigiando, se ouvisse muita movimentação na mata e conseguisse ver que alguém/pessoas estivessem avançando para invadir a casa, teria de parar/pará-lo. Assim sairia de sua localidade correndo em sua velocidade máxima em direção a(s) pessoa(s) e assim tentaria impedir(-las), pularia em alguma delas causando atenção, sacaria suas adagas desde o princípio e então utilizaria elas para efetuar cortes diagonais no(s) torso(s) de quantos fossem possíveis, tentaria várias táticas que pudessem atrapalha-los e tomaria total cuidado ao para não ser atingido, fazendo esquivas o mais rápido o possível como rolamentos ou saltos em direções livres. Tudo era importante, mas, acima de tudo tinha algo que teria de ser feito de imediato. - ACORDEM! ESTÃO INVADINDO A CASA!! -

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyQua 08 Jan 2020, 11:38



O véu da noite se desembrulhou sobre Las Camp, tingindo o céu de escuro e pontilhando-o com as vibrantes luzes das estrelas. Da janela de sua casa, Elscid observava com temor a criação, admirando aquela tela celeste com suas pupilas vigorosamente dilatadas. Era apaixonado pela noite, por como, mesmo em um período no qual as sombras vagam livres e o mal espreita em cada esquina, Deus colocara um farol para clarear as trevas e guiar os homens até a manhã seguinte. E, de forma semelhante, Elscid considerava-se a lua na metáfora que conduzia todos os seus passos, todas as suas aspirações. Acreditava ser um estandarte, um messias, alguém que salvaria a humanidade do longo período que passaram escravos do pecado e presas da maldade. Alguém que seria luz nas trevas.

Entusiasmado como em todas as noites anteriores, vestiu suas melhores roupas e, trancando a porta para provavelmente nunca mais retornar, desatou a andar pela noite de Las Camp. Para todos os efeitos, era uma noite comum: só mais uma noite em uma ilha qualquer num mar qualquer. Contudo, para Elscid, hoje era um dia diferente, pois hoje era o dia em que finalmente ingressaria nos ranks da Marinha. Aquele havia sido seu sonho por bastante tempo, e, em verdade, agora era seu destino. De fato, a humilhação que imaginava ter que passar enquanto mero recruta ou soldado raso assustava-lhe; era, afinal, um escolhido de Deus! Não deveria ter que submeter-se à homens e mulheres falhos que sequer enxergam a Verdade. No entanto, tinha fé na instituição da Marinha, pois acreditava que, a despeito de suas falhas - todas elas atribuídas ao gênero humano -, a Marinha era um representante de Deus na Terra, criada para sustentar a ordem mundial perfeita. Assim, também tinha fé no processo, o qual julgava ser um plano divino para prepará-lo para cumprir com seu destino.

De qualquer forma, apesar desse discurso, gostaria, evidentemente, de reduzir os sapos que haveria de engolir e, para tanto, precisava primeiro de uma espada. Talvez eles possuíssem armas para emprestar-lhe no quartel, mas jamais imporia tamanho respeito se chegasse ao quartel sem uma arma na cintura. Com isto em mente, sua primeira tarefa antes de efetivamente alistar-se era arranjar uma boa espada. Provavelmente encontraria uma certa dificuldade devido à noite já ter caído e os estabelecimentos estarem fechando a esta altura, mas sua fé era, como sempre, inabalável. Seu destino era claro e designado por um ser maior, o que era de acontecer, aconteceria. Não importava a hora ou lugar, se precisava de uma espada, Deus haveria de colocá-la em suas mãos de uma forma ou de outra. Tudo que precisava era sair andando pelas ruas de Las Camp e esperar pelo sinal divino.

Dito e feito. Sem desanimar ou pensar muito a respeito, Elscid começou a caminhar. Pretendia caminhar até amanhecer se fosse necessário, até que encontrasse um lugar que vendesse-lhe uma boa espada. Caso encontrasse tal lugar, iria apressar-se para entrar e, sem muitas delongas ou futilidades, apenas anunciaria ao primeiro - e único, se este fosse o caso - vendedor que avistasse, dizendo:

- Dê-me a tua melhor espada!

Não se importaria muito com cordialidades; seu status enquanto enviado permitia-lhe ignorá-la. De qualquer forma, dizendo isto, buscaria algum assento, fosse uma cadeira ou banco, onde pudesse esperar tranquilamente enquanto o vendedor trazia a arma. Caso não houvesse algum, meramente cruzaria os braços e permaneceria postado no mesmo lugar, aguardando a chegada da arma, olhando fixo para o vendedor buscando intimidá-lo com seu penetrante olhar.


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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 16:45

Suzuk Hamada e Elscid Harblade

A natureza estava verdadeiramente agitada naquela noite, a ventania cada vez mais aumentava fazendo com quem a vegetação ao redor da residência do ex-sargento se agitasse ainda mais. Sem muito sucesso, o jovem Suzuk tentava dizer mais algumas palavras ao ferreiro que acabava por sumir na floresta em meio a escuridão. Com isso, o que vinha à tona para o rapaz era que estava sozinho e teria de realizar a proteção do local sozinho, em uma ótima área para ataques surpresa por parte de um eventual inimigo.

Tendo ideia de qual decisão tomar ele se dirigia até a entrada da casa, todos estavam reunidos na sala de jantar e comiam tranquilamente - Tem certeza? ouvira um questionamento por parte do mordomo devido a sua fala. A filha mais jovem de Khan nesse momento se levantava de onde se encontrava sentada - Venha, não precisa sentir vergonha de se sentar conosco falou de forma sorridente com o rapaz. O chefe da casa se manteve calado já que não sentia necessidade de falar mais nada ao loiro.

Suzuk não apresentou resistência e logo se sentou ao lado de todos para também se alimentar, os fatos a seguir se passaram de forma silenciosa. O mordomo prosseguia ajudando Margareth a se alimentar enquanto que os outros dois permaneciam ocupados com os próprios pratos - Esse silêncio está irritante a mais jovem ali se pronunciou primeiramente - Já que temos um convidado, conte-nos um pouco sobre você e por que se tornou um marinheiro mostrou novamente um sorriso amigável.

Depois de terminar de comer, o gatuno se levantou e se dirigiu até a pia para lavar o prato que havia sujado - Não era necessário, mas agradeço dizia Li Fang. Com isso, Suzuk deixava residência rumando os fundos onde procurou por uma posição confortável já que ficaria ali até amanhecer de vigia observando o matagal. Conforme o tempo passava por ali mais se podia ouvir os sons que a floresta produzia tanto pelos animais que viviam ali quanto pelo vento que balançava a vegetação.

Um pouco distante do casarão de Khan estava o também jovem Elscid que caminhava pelas iluminadas ruas de Las Camp. Da janela de sua casa ele havia observado o céu escuro e até mesmo gostava dela já que se considerava um “farol" assim como a lua que serviria para guiar as pessoas por todos os lugares no período noturno. Vestido em suas melhores roupas e com o entusiasmo preenchendo o seu ser buscava por uma loja de armas naquele horário, até mesmo caminharia até amanhecer para alcançar o seu objetivo.

Ele finalmente ingressaria a marinha e mesmo que servir a outros homens significasse uma humilhação, a organização ainda era a representante de Deus para manter a ordem mundial segundo suas crenças. Bem verdade que poderiam lhe dar uma arma quando se alistasse, mas o rapaz queria impor respeito aos marinheiros. Os ventos também se demonstravam presentes na cidade, o que acabava por tirar as pessoas da rua para evitar problemas. Por sorte, o espadachim conseguia encontrar uma única loja de armas que estava prestes a fechar - Se tivesse chegado um pouco mais tarde não me encontraria aqui comentou o dono.

O estabelecimento era um tanto grande tendo as armas dispostas por várias prateleiras no local, o homem era alto e musculoso devido aos esforços que fazia ao forjar armas. Não demorou muito para que ele pegasse uma espada e colocasse sobre o balcão da loja - São 30.000 Berries por esta disse e estendeu sua mão em seguida. A espada não possuía nada chamativo, mas seu material era relativamente resistente e com toda certeza inicialmente seria de grande ajuda.
”Ferreiro:
 

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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 17:44



Elscid esperou pouco até que a sua nova espada lhe fosse apresentada, mas foi tempo o suficiente para que pudesse refletir sobre seus próximos passos. Ingressar na Marinha era o primeiro, mas Elscid almejava o topo, pois só poderia verdadeiramente varrer o mundo de seus pecados e imperfeições quando estivesse no topo do mesmo. Por esta razão precisava tanto impor respeito desde o primeiro dia; quanto antes fizesse um nome para si e provasse seu valor perante os oficiais de maior patente, mais rápido estaria em posições de responsabilidade e autoridade para fazer as mudanças que julgava necessárias. Contudo, seu caminho era certo, pois já havia sido escrito por mãos mais perfeitas que as suas. Focar no presente era tudo que devia fazer naquele momento, pois não deveria cometer erros ou desviar-se da carreira que lhe fora proposta.

O ferreiro colocou a dita arma sobre o balcão e anunciou seu valor - trinta mil berries -, o que não seria um grande problema para o jovem espadachim. De seu bolso tirou um saco de dinheiro, do qual retirou a quantia para pagar pela arma, e entregou as moedas ao vendedor. Em verdade, não era avarento; o dinheiro era uma posse supérflua e suja, uma invenção diabólica que corrompia homens e mulheres e os subjugava à avareza. Elscid meramente submetia-se à tamanha heresia por necessidade; deveria suportar as tentações do Inferno até poder extingui-las. Aquilo era parte das suas provações, e manteria-se digno do seu próprio propósito até o fim da jornada.

Despediu-se friamente do Ferreiro - um mero "Adeus, ferreiro" foi tudo que disse -, sem sequer agradecê-lo pela espada, e voltou às ruas de Las Camp. Desta vez seu destino lhe era sabido: o quartel da ilha era pra onde deveria ir. Ventava em Las Camp, e Elscid sentia-se acolhido; a brisa acertava-lhe o rosto como beijos etéreos de um deus orgulhoso. Elscid seguia caminhando com uma altivez notável, levando sua espada nas mãos para que os transeuntes - que não eram tantos, mas eram - pudessem vê-la e terem noção de quem se tratava o rapaz. Estava animado, e esperava causar boas impressões quando chegasse ao local. Mas também estava um tanto curioso com o contingente de Las Camp; com certeza haveria joio no trigo, mas pedia aos céus que não fossem os fracos e dispensáveis não fossem mais numerosos que os de qualidade. Se assim o fosse, certamente o responsável pelo quartel, Yasuhiro Tohara, haveria de ser um fraco também, e Elscid odiaria submeter-se à uma autoridade de caráter duvidoso.

De qualquer forma, chegando ao quartel, iria rapidamente à onde quer que fosse a recepção e anunciaria suas intenções de alistar-se como marinheiro para o responsável por recepcioná-lo ou pelo alistamento. Daí em diante, aguardaria por quaisquer respostas ou instruções para que pudesse dar prosseguimento ao processo, e, neste meio tempo, faria questão de varrer o lugar com sua visão e analisar os indivíduos ali. Buscava por quaisquer indícios de fraqueza e impiedade, quaisquer sinais que condenassem aqueles desconhecidos à Justiça Divina, pois lembraria seus rostos e haveria de cortá-los quando chegasse a hora. Deixava um suave mas nada tímido sorriso escapar-lhe dos lábios enquanto pensava todas estas coisas, ainda aguardando uma resposta sobre o alistamento.



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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyTer 14 Jan 2020, 23:40

The New Terror of Pirates
Noite Agitada... #08


Legenda
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Pelo visto esta família não era só feita por pessoas chatas, a filha mais nova do velho era a que me recebeu melhor dentre todos, tirando sua filha mais velha cujo prefiro não comentar. Mas bem, o jantar estava entediante mas não reclamava, quem parecia não gostar era a mocinha que logo tentou despertar o ânimo na mesa de jantar perguntando um pouco mais sobre mim.

- Muito bem... Na verdade eu não tenho um motivo para entrar na Marinha, ela dentre as outras opções foi a que mais poderia me ajudar a cumprir o que desejo, não tenho um objetivo certo, um dos quais tenho é exterminar os Tritões por uns assuntos, o outro já é tentar mudar para melhor o jeito atual de agir da Marinha. Resumindo, meu caminho por esta profissão é para conseguir efetuar melhor os objetivos futuros. - Então respondia a menininha tentando ser o mais carismático possível, mas não exagerando. Talvez minhas palavras gerasse alguma repercussão dentro do ambiente, responderia as mais normais por educação, as pessoais simplesmente iria preferir não comentar. - Não me sinto muito à vontade para me abrir... - Minhas últimas ações antes de sair da casa era lavar ao menos o prato cujo eu comi, não era necessário fazer tal tarefa como havia sido tido por Lifang, porém me senti a par de fazer tal tarefa.

Após sair para fora da casa, encontrava seu lugar para ficar e então "brotava" ali naquele local observando atentamente a movimentação na floresta. Talvez essa primeira noite não tivesse nada demais, só que todo esse vento dificultava a minha identificação no matagal, qualquer barulho feito poderia ser alguém... preciso me concentrar e procurava isso, tentaria observar com mais cuidado a floresta, como o som deles se mexendo seria impossível de ser reconhecido, então precisava observar se seres iriam sair daquele lugar. Imagino que os animais seriam facilmente reconhecidos, nunca ouvi falar sobre animais bípedes, logo só restariam os quadrúpedes, assim, se visse corpos andando em quatro patas, ainda assim daí ia alguma atenção, porém voltaria sua atenção maior para qualquer ser bípede.

~ É, parece que esta noite eu não vou precisar me preocupar com furtos... Mesmo assim, se eu deixar algo passar seria horrível para minha reputação. Só preciso me manter assim até mais algumas horas, já é o tempo do Mordomo acordar e eu talvez possa tirar um cochilo. ~ A noite não estava tão divertida e isso era bom, prefiro não passar por problemas por hora. Conforme o tempo ia passando, ia medindo sua passagem para ter a mínima noção do horário, tendo em mente que tentar invadir uma casa ao amanhecer seja bastante idiota, poderia começar a se "descuidar" mais ao amanhecer, fechar um pouco os olhos, o sono seria inevitável mas se manteria acordado e alerta até que pudesse ter algum sinal de que Lifang estaria acordado.

Esperar ali era a única coisa a se fazer, se neste meio tempo alguma tentativa de invasão fosse efetuada, procuraria por tentar evitar o mais rápido o possível o avanço, retiraria minhas adagas e partirá em direção ao(s) alvo(s). Cortes diagonais, horizontais ou verticais seria os escolhidos, visava acertar seus troncos e ombros, sem falar em limitar seus movimentos acertando suas pernas. Táticas básicas seriam utilizadas, formas de esquivas também não poderiam ser esquecidos, rolamentos para lados vantajosos, saltos, acrobacias, dando o máximo para não ser acertado. De último caso e se fosse realmente necessário, avisaria a todos sobre a invasão esperando ajudar se necessário. - INVASORES! -

Agora, se a noite fosse se alongando e nada fosse acontecendo, a cada 1 hora repararia o céu para ver se estava perto ou não do amanhecer. Ficaria parado e relaxado o resto do tempo prestando atenção sempre na mata para qualquer imprevisto, porém, em suma, estaria relaxando o tempo inteiro.

Personagem:
 

Objetivos:
 


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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptySab 18 Jan 2020, 12:22

Suzuk Hamada e Elscid Harblade


Ao responder as perguntas feitas por Mahilla o jovem optava por um tom carismático dizendo que ser marinheiro era uma forma mais fácil de alcançar seus objetivos. Observando a mata a sua frente Suzuk tentava “driblar” as dificuldades de identificação que a ventania trazia consigo procurando se manter atento a movimentações diferentes. As horas iam se passando e com isso o vento aos poucos se cessava deixando as coisas de forma silenciosa, apenas os insetos se demonstravam presentes por ali.  

A todo momento o rapaz procurava se certificar do horário para saber quanto tempo faltava para amanhecer já que tinha em mente que tentar invadir durante o amanhecer era algo idiota.  Pouco antes desse fato era possível ouvir algum barulho vindo de dentro da floresta - Conseguiremos mesmo fazer isso chefe? era o som de uma voz primeiramente - Mas é claro, ao que parece só tem um marinheiro fazendo a segurança desse lugar  respondia o outro indivíduo.

Sem mais preocupações o sol surgia sobre o céu, com isso o gatuno se deixava levar pelo sono e descuido fechando os olhos em alguns momentos. Tentar se manter acordado nesse instante era uma tarefa árdua já que seu corpo simplesmente não lhe obedecia, mas a todo custo conseguia evitar dormir - Você nem mesmo aguenta ficar de vigia por uma noite!? o homem aparecia ao seu lado de maneira inesperada utilizando um tom alto. O despertamento foi imediato - Acho melhor você ir descansar, se o senhor Khan pega você aqui dormindo em meio ao serviço nem mesmo eu sei o que ele faria disse com um sorriso em seu rosto tentando amedrontar o jovem.

Elscid utilizava o intervalo em que o homem fora pegar sua nova arma para refletir sobre o prosseguimento de sua caminhada. Entraria para a Marinha e queria impor respeito desde o primeiro momento para que pudesse mais rapidamente galgar posições dentro da organização, assim poderia limpar o mundo dos pecados existentes nele. Para pagar o ferreiro o jovem pegava um saco com dinheiro e depositou sobre a mão do homem a quantia que lhe fora pedida pela arma - Foi bom fazer negócio com você disse de forma sorridente e em seguida passou a espada para Eslcid. De forma fria o espadachim deixava o local, apenas se despedindo e com isso ele voltava as ruas de Las Camp que conforme o tempo passava ficavam menos movimentadas.

Carregando sua espada consigo, o rapaz buscava mostrar quem era para os cidadãos que cruzavam seu caminho e conseguia despertar a curiosidade de alguns. Outros se demonstravam temerosos já que com a chegada de novos moradores na ilha o índice de assassinatos e roubos havia aumentado de maneira considerável. O quartel de Las Camp era uma construção simples que não ocupava tanto espaço, mas ainda assim tinha capacidade para comportar o contingente de 2.000 marinheiros. Apenas as luzes de fora estavam acesas sinalizando que aquela não era uma boa hora para se estar ali - Ei você! o que faz ai? Elscid podia ouvir o grito de um dos marinheiros que faziam ronda por ali. Ele apresentava uma expressão de desconfiança e ouvia do rapaz que este queria se alistar naquele momento - Não sei se sabe, mas essa não é uma boa hora para tentar se alistar por aqui falava de uma forma séria - Volte amanhã se esse for realmente o seu desejo disse por fim.


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MensagemAssunto: Re: The New Terror of Pirates   The New Terror of Pirates - Página 2 EmptyDom 19 Jan 2020, 14:38

The New Terror of Pirates
Invasores! #09


Legenda
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As maneiras como as coisas estão seguindo... isso é bastante estranho... A noite foi uma calmaria só, os ventos aos poucos começavam a se esvair, o único som que permanecia era os dos insetos. Achava isso bem legal, mas como o ditado diz: "Depois da calmaria, vem a tempestade..." E neste momento parecia que ele se concretizava.

~ Vozes...? VOZES! ~ Então, mesmo já com sono, ao ouvir os barulhos no mato não pode negar de se exaltar, no momento em que refletia em minha mente sobre o barulho no matagal, saberia que não era de fraquejar. Lifang se aproximava aos poucos, me aconselhando a dormir para não termos mais problemas, sendo que após ter escutado alguém conversando, dormir era a minha última opção a se fazer.

- Lifang... Preciso de café ou energético rápido! Ao menos me diga aonde está, preciso me manter animado. Tome conta de todos se for preciso, mas agora, preciso que fique e observe a mata... ouvi vozes ou era pessoa conversando, não sei ao certo, porém se forem muitos nossa vida fica um pouco mais complicada pelo horário... Qualquer coisa grite. - Neste momento já pronunciaria suas falas mais seriamente e baixo o suficiente para que só eu e ele pudéssemos ouvir, todo aquele momento tirava um pouco de seu sono, mas precisava de mais do que isso, por isso procurava por bebidas energéticas. Se tudo seguisse certo, partiria andando calmamente para dentro da casa, começando a acelerar meus passos botando meus pés para dentro do casebre. Procuraria pela(s) bebida o mais rápido possível, se fosse o café e estivesse quente, só botaria em um copo ou caneca que encontrasse e então beberia, caso frio, procuraria esquenta-lo, mas se fosse demorar muito beberia frio mesmo. Se encontrasse energético, beberia mesmo que fosse de sua garrafa/lata, procurava molhar seu rosto e então partir novamente para o lado de fora.

Tendo tudo feito dentro da casa, antes mesmo de começar a sair dela, sacaria minhas adagas que ficavam em seus suportes. Se estivesse alguém dentro da casa, tentaria dar alguma desculpa ou falar algo para tirar sua atenção, pois não queria trazer desespero para esse momento. Partiria para o lado de fora e se caso o Mordomo estivesse lá observando perguntaria a ele se teria escutado outros barulho, caso não, permaneceria no local olhando diretamente para a mata, prestando bastante atenção nos sons. Se quem quer fosse que estivesse naquele local,  avançasse, procurava ir de encontro a ele(s) e tentar pará-lo(s). Visava acertar seus ombros e tronco, desferir chutes baixos e para esquivas, predominaria mortais, rolamentos ou pulos para que pudesse continuar ileso o maior tempo possível.

Se por algum acaso, fossem muitos e eu não pudesse lidar com eles, gritar o mordomo seria minha única opção para tentar amenizar um pouco a situação, ainda não queria deixar ninguém em desespero mas numa hora dessas seria inevitável, sendo assim logo anunciaria a invasão daquelas pessoas (caso fossem muitas pessoas) e continuaria a tentar lidar com eles com minhas táticas. De último recurso, ainda teria o Den-Den Mushi que haveria ganhado, sabia que usar aquilo era só em urgência então não usaria a não ser que fosse realmente necessário.

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