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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySeg 04 Nov 2019, 12:51

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Salazar O. Reis. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptyQui 07 Nov 2019, 17:21

Me levantaria de onde quer que eu estava descansando e abriria os meus olhos enquanto respiraria o ar fresco da ilha -É, acho que hoje é o dia, o dia do que você pode estar se perguntando, o dia em que eu me tornaria um caçador de piratas, por quê? Bem, na verdade eu não sei, bem que eu poderia inventar algum objetivo pra mim tipo "Eu serei o rei dos caçadores de piratas" nah, muito brega, poderia ser "Eu preciso vingar a minha irmã que se transformou em pirata graças ao rei dos piratas" não, muito clichê, ou quem sabe "Eu me tornarei o fodão que comanda todos os caçadores de piratas, o Hokag- não, quer dizer, o ichiban" não também, é sem inspiração- respiraria profundamente e continuaria enquanto seguiria rumo ao centro -eu acho que eu não sou muito bom com esse lance, então acho que vou continuar do jeito que estou.- se eu não conseguisse encontrar por algum motivo o centro da vila em que eu sempre morei, chegaria em alguma pessoal aleatória e perguntaria -Ei, cê sabe onde fica o centro? Preciso comprar algumas coisinhas, sabe como é né? Tenho uma família para cuidar e sempre peguei comidas do lixo, mas hoje eu finalmente consegui receber uma certa quantia de grana para comprar comidas gostosas. Bem, como você pode ver, eu estou não só procurando pelo centro como estou também passando por dificuldades, se quiser me ajudar com qualquer quantia, eu seria muito grato- "Bem, não é o melhor dos jeitos de conseguir informações, mas vai que, né?" caso ele falasse que não sabia onde ficava o centro, eu seguiria perguntando para as pessoas, e caso ele falasse que sabia onde ficava, agradeceria ele e iria até o local desejado; caso ele não me desse dinheiro, eu olharia para ele com olhar de despreza e diria -São pessoas como você que não ajudam os mendigos, que estão ajudando a continuar a grande diferença social que está acontecendo pelo mundo, se sinta culpado seu resto de merda.- "He, ao menos farei ele se sentir culpado." mas se ele me desse, eu apenas agradeceria ele dizendo um obrigado.

Ao chegar no centro, procuraria alguma loja que vendesse armas de fogo, e ao encontrar alguma, entraria dentro dela e falaria com o vendedor -Ei, tio! Quanto é que tá um rifle barato na tua mão junto com uma luneta, munições e uma bolsa para carrega-la? Se as munições fazerem ultrapassar 50k de berries, pode tirar elas. - após dar a oferta, aceitaria se for menos que 50k de berries, mas se não fosse, passaria de loja em loja pedindo a mesma coisa até conseguir uma. Comprando o rifle, sairia da loja e começaria a olhar o design dela -hmmmm, bem simples, não que isso seja ruim, é claro que não é, mas né? Você me entendeu...- logo em seguida guardaria-a dentro da bolsa e começaria a ir em direção a taberna, e caso eu não soubesse onde ficava, usaria o mesmo esquema que usei na hora de procurar a loja (mas sem pedir o dinheiro, é claro). -... talvez você pode estar se perguntando "Cê é burro é cara? O certo seria você ter comprado pistolas, pois geralmente no começo sempre se enfrenta os bandidos estando perto deles" e é aí que eu te respondo, meu caro ser que não existe, eu simplesmente comprei porque uma pistola (ao menos até onde eu sei com os meus anos que de experiência em viver aqui) custa 30k de berries, e eu não quero apenas utilizar uma, isso seria burrice, então resolvi comprar logo um rifle, nunca usei um em minha vida, mas né, sempre tem uma primeira vez pra tudo- falaria comigo mesmo enquanto seguia em direção ao taberna, e logo após terminar de falar, começaria a assobiar Believer até chegar a taberna também não sei o porque, mas é a vida.

Ao chegar na taberna, sentaria em algum banco/cadeira que se encontraria perto do balcão, e perguntaria ao balconista -Ei, cê tem algumas recompensas aí? Se sim, poderia por favor me dizer algumas informações sobre esses procurados?- se a resposta fosse não, continuaria a procura de uma taberna que tivesse, mas se a resposta fosse sim, escoraria meus cotovelos em cima do balcão e prestaria atenção no que ele estivesse falando.
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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySex 15 Nov 2019, 00:24


Narração
Dia - Manhã
Tempo bonito, fresco, sem sinal de chuva
Localização: Wars Island - North Blue

Salazar O. Reis
Salazar acordou e o dia que via era bonito. Mesmo naquela ilha cheia de poluição o local parecia tranquilo e bonito. Era um novo dia e aquele dia por algum motivo era diferente do normal para Reis. Ele estava determinado com alguma coisa que nem mesmo ele parecia saber o que era.

Levantando-se foi direto para uma loja de armas. Aquela ilha minúscula com menos de seis mil habitantes não escondia nenhum segredo dele que nasceu lá e morou lá desde sempre. Além disso, ele também não possuía muita opção, num local com tão poucas pessoas só havia uma opção na ilha para comprar a arma.

A loja não era grandiosa, longe disso. De qualquer forma, naquela pequena ilha, ao entrar a reação foi um pouco tardia, mas chegou. O vendedor olhou ele de forma feia, mas quando Salazar pediu o que queria foi prontamente atendido. Era um rifle winchester 44 de acordo com o vendedor. O preço cobrado pela arma, mais munição, luneta e o coldre pra colocar ela foi de simples trinta mil berries. Nada realmente caro, era imaginado que ele abusaria por ser a única loja da cidade, mas o preço parecia justo. Por isso o jovem Salazar pagou a arma tranquilamente. Enquanto saía da loja ouviu algo como "vá se banhar", num tom bem baixo, mas o suficiente para ele ouvir.

Justo ou não a frase, Salazar continuou seu caminho até a taverna mais próxima. Era meio cedo e por isso ao entrar viu que o local estava vazio. O povo estava trabalhando, provavelmente na fábrica. Ao sentar-se no balcão viu uma careta do taverneiro. Ou era o cheiro do jovem que causava isso ou o reconhecimento do homem a quem Reis era. - Eu tenho comida aqui. Bebida também. Você está numa taverna, não no quartel general da marinha. - Ouviu o cara respondendo de forma bem amistosa até apesar da frase em si.

O homem que respondia era um pouco mais alto que o jovem sentado, mais velho, provavelmente da idade que o pai de Salazar teria. Ele coçou um pouco a cabeça enquanto falava, mas percebendo que isso não era realmente uma boa resposta decidiu complementar. - Você pode ir lá no quartel general e perguntar se lá tem o cartaz do menino desaparecido. - Falou o homem. - Não é como se a ilha tivesse alguém realmente procurado nessa ilha, mas um menino desapareceu a pouco tempo e seus pais estão procurando desesperadamente por ele. - Complementou o homem.


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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySab 16 Nov 2019, 17:18

Vendo a resposta que eu havia recebido do taverneiro, pensaria consigo mesmo enquanto olharia o rosto do velho "Puta merda, eu até que ficaria raivoso com esse velho, mas ele falando dessa forma, ha, bem, ao menos ele não falou de uma forma agressiva"; após terminar de escutar o que o velho tinha a me dizer, me levantaria do local em que eu estava e diria ao velho enquanto seguiria para fora da taverna -Bem, você tem razão, valeu aí vovô pelas informações.- e então continuaria falando mas bem baixinho -Vai se fuder.-. Ao sair da taverna, vendo que ainda estava de manhã e não tinha muito o que fazer pela rua, andaria até o QG da ilha e enquanto seguia até lá, tentaria me distrair falando comigo mesmo -Belezinha, Salazar! Sua primeira missão estará prestes a começar, não é bem uma das melhores missões, como por exemplo uma em que eu tenho que caçar piratas ou revolucionários, mas já é um começo, é como diz o ditado "cavalo dado não se olha os dentes", de qualquer jeito, vou ter que pensar em como irei achar esse garoto; eu acho que será uma tarefa simples achar ele, afinal está ilha é pequena e mais da metade dela é tomada por uma empresa, pera aí, será que essa empresa que pegou o garoto? E por qual motivo ele sumiu? Será que foi raptado, morto ou simplesmente resolveu fugir de casa que nem outros garotos.- essas perguntas finais, acabaram por me intrigar, pois são perguntas essências e que facilitaria muito a busca pelo garoto, apesar de eu achar que eu terei que descobrir essas coisas sozinho, pois se os marinheiros já soubessem dessas informações, eles não precisariam de ajuda.

Ao chegar no QG, entraria dentro dele e então perguntaria para algum marinheiro/recepcionista que eu visse por lá -Vim até aqui pois estou interessado nessa busca pelo tal garoto desaparecido, mas antes de começar a procura-lo, gostaria de saber quanto é a recompensa e se vocês teriam alguma informação sobre ele.- "Eu não gosto nem um pouco da Marinha, mas é o jeito eu vir até aqui, espero que ao menos eles ajudem em algo." pensaria despreocupadamente enquanto prestaria informação no que a pessoa estaria falando. Independentemente das informações que eu conseguiria, agradeceria a pessoa dizendo um simples "obrigado" e então sairia do QG e pararia de frente a ele enquanto pensaria de pé e parado "Merda, e agora, o que eu faço? Nunca fiz algo desse tipo em minha vida, apenas roubei, matei e sobrevivi, mas me tornar um detetive e babá na mesma hora, puta que pariu." eu estaria confuso e perdido no que eu teria que fazer, não sabia que decisão tomar e precisava descobrir logo, pois se não esse menino pode acabar morrendo após eu demorar muito tempo "A, quer saber? Vou é vasculhar toda a vila, não é um local tão grande e quem sabe posso encontrar algo ou alguém importante para essa procura. pensaria vendo que seria a melhor decisão que eu poderia tomar agora.

Seguiria de casa em casa, rua em rua, beco em beco e todas as pessoas que eu encontraria pelo caminho sempre seguiria fazendo a mesma pergunta -O(a) Senhor(a) viu algum garoto passando por aqui? Ou alguma pessoa ou grupo de pessoas suspeitas passando por aqui?-, prosseguiria fazendo essas coisas sem tempo limite, e caso eu percebesse que não tinha nada que pudesse ajudar na vila, eu continuaria procurando fora da vila, mais precisamente nas áreas livres e nas fábricas, dizendo -Estou aqui por ordem da Marinha, estou procurando por alguém.- caso não me deixassem entrar nas fábricas.

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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptyTer 19 Nov 2019, 01:59


Narração
Dia - Manhã
Tempo bonito, fresco, sem sinal de chuva
Localização: Wars Island - North Blue

Salazar O. Reis
Saiu da taverna sabendo seu novo destino, soltava algumas palavras feias bem baixinho para aquele senhor que havia o ajudado. Um modo peculiar de tentar se demonstrar superior? De demonstrar que não deveria nada a ninguém? Difícil saber, mas o importante ali não era isso.

A informação que recebera desse velho era a de não existir nenhum perseguido na ilha no momento, somente uma criança perdida. Isso estava bem longe do que Salazar desejava para si mesmo. Reis queria matar um filho da puta qualquer e receber dinheiro por isso, tipo, melhor impossível para alguém como ele. Mas fazia sentido não existir nenhum procurado decente naquela ilha, não tinha nem população para isso.

E Salazar pensava exatamente nisso enquanto viajava em sua louca mente indo para o quartel general. O fator dele querer dinheiro era tão óbvio, acima de salvar alguém, ou prender alguém, que a primeira coisa que ele perguntou para a secretária do local foi sobre a recompensa por achar a criança. A mulher o olhou com um olhar meio diferente, fazendo uma careta, talvez pelo fato de Reis viver nas ruas. - Os pais do pequeno Edmundo estão oferecendo quatrocentos mil berries para quem encontrar a criança. - A voz dela saiu meio triste e pesada.

O jovem podia ver algum tipo de força que a mulher parecia fazer para continuar falando. - Qualquer ajuda será mais que bem vinda. Já se passaram três dias e ainda não houveram quaisquer chances de achá-lo. - A voz dela apesar de completar a primeira frase perfeitamente, acabou por falhar no final da segunda sentença. - Ele desapareceu a tarde, voltando da escola. O amigo dele, Tomas, afirma que Edmundo foi com ele até a casa dele que fica a meras duas quadras de distância da casa de Edmundo. Porém, Edmundo não chegou a entrar em sua própria casa. - Toda a informação foi jorrada de forma rápida e pontual, com ela tentando não se apegar ao fato em si para não se deixar levar pelos sentimentos.

- Eles moram na borda com a pequena região sem nada, então imaginou-se que ele possa ter ido para a pequena floresta e se divertido por lá até se perder, mas não foi encontrado nenhum vestígio dele por lá. - A voz dela foi ficando mais tensa enquanto falava isso, contrariando toda a força que ela havia feito para falar as informações anteriores, aos poucos ela ia se perdendo de novo em seus sentimentos. - A essa altura os pais dele aceitam qualquer tipo de ajuda independente de quem seja e apostaram todas as economias deles nisso. - Com as informações Salazar respondeu um simples obrigado e saiu do quartel general.

Como não fazia a mínima do que faria, o jovem Reis simplesmente começou a andar a esmo, percebeu que nem mesmo sabia como era o menino. Branco? Negro? Cabelo curto? Loiro? Moreno? Acabou então indagando na rua sobre simplesmente achar uma criança ou alguém que lhe parecesse suspeito o suficiente. A cidade, se é que poderia ser chamada disso, não era muito grande e por isso logo Salazar se viu onde provavelmente eram as tais casas que a secretária havia falado. Estava perto da borda da cidade com a região livre da ilha.

A casa de Edmundo deveria ser por ali e a casa de Tomas também. O que Salazar faria para reconhecer tais casas ou vasculhar a região que seria o primeiro passo para talvez encontrar o garoto.


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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptyQua 20 Nov 2019, 15:24

Após a mulher terminar de me explicar a situação que está rolando com o menino, antes de eu falar obrigado, eu olharia para ela com um sorriso e então diria -Provavelmente ele já deve estar morto, mas mesmo assim vou aceitar ajudar vocês, dinheiro é dinheiro afinal de contas...- e então começaria a rir e continuaria a fala -... Tô zoando, fica de boa aí que irei tentar encontra-lo, portanto que eu receba essa puta recompensa eu já fico satisfeito.-. Ao perceber que eu não fazia a miníma ideia de como achar esse garoto, apenas tendo noção de coisas que não falam da aparência dele, percebi que teria que pensar mais no que fazer antes de prosseguir, então, com a mão no queixo e olhando para frente, começaria a pensar "Bem, consegui descobrir mais ou menos onde ele mora, porém não sei exatamente como é a casa dele, se é cinza, azul, grande, pequena, larga, apertada, ou seja, basicamente terei que deixar tudo nas mãos da sorte, puta que pariu, espero que eu não entre em alguma casa com pessoas perigosas." ao terminar de pensar sobre o que eu iria fazer, começaria a andar em direção ao local em que tinha as casas e então bateria de porta em porta perguntando -Tem um tal de Edmundo que morava nessa casa? Um garoto, provavelmente criança e que desapareceu. Se não tiver, mas você saber algo sobre ele que poderá ajudar a acha-lo, me diga aí.- continuaria procurando de casa em casa a casa de Edmundo.

"Puta merda em, eu pensei que eu seria um caçador de recompensas que matava uns arrombados ali, outros filhos da puta ali, e ganhava um monte de grana, mas não, estou aqui procurando por uma criança que está desaparecida por dias e que provavelmente está morta. Foda isso." pensaria enquanto continuaria a procura. Caso eu conseguisse algumas informações extras enquanto procurava a casa, eu agradeceria a pessoa que me deu as informações falando -Valeu aí por ter me falado essas informações, pois com toda certeza uma das coisas que eu mais estou precisando é de informações, principalmente sobre a aparência do garoto e como ele se comportava, além de com quem ele andava.-. Ao finalmente encontrar a casa família do garoto Edmundo, diria para os pais enquanto continuaria do lado de fora da casa -Bem, posso entrar por gentileza? Eu estou querendo ajudar a encontrar o garoto.- estou seguro que eles deixariam em entrar se eu falasse que eu queria ajudar na procura, afinal de contas eles estão desesperados.

Entrando dentro da casa, sentaria em algum lugar e então começaria a conversa com eles dizendo -Bem, eu soube que vocês estão precisando de ajuda para encontrar o filho de vocês e que tem uma recompensa para quem encontra-lo, então eu resolvi ajuda-los, mas antes, gostaria que vocês me respondessem algumas perguntas, primeiro, como era a aparência do garoto? Segundo, com que tipo de gente ele andava, onde essas pessoas moram e como se chamam? Terceiro, aconteceu alguma briga ou algo do tipo entre ele e alguma pessoa dias antes dele sumir?- após feito as perguntas, deixaria minhas pernas cruzadas enquanto esperaria pelas respostas deles.



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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySab 23 Nov 2019, 03:08


Narração
Dia - Manhã
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Localização: Wars Island - North Blue

Salazar O. Reis
O rapaz de cabelo branco acabava brincando com algo bem possível e triste. A marinheira logo o olhou com um olhar meio choroso só de imaginar a situação da criança estar realmente morta. Salazar até mesmo retirou sua piada dizendo que o encontraria nem que fosse pelo dinheiro.

Apesar da "piada" de mal gosto, o dia seguia tranquilo para Salazar, até então tudo que ele queria ele conseguira de uma forma ou de outra. Apesar de ter algumas informações faltantes, a marinheira explicara bastante e a situação ficava bem mais clara na mente do jovem Reis. Essas informações levaram-no para uma região específica da ilha. Só que, claro, ainda muitos dados faltavam para ele realmente encontrar o jovem Edmundo.

Com isso em mente, sua primeira ação foi bater em uma casa qualquer ali da região. A pessoa que atendeu era um homem que Salazar reconhecera rapidamente. Era um marinheiro aposentado, que agira no dia da batalha que matara seus pais. Ele fora condecorado como herói de guerra e ali estava agora, parado com uma perna a menos o olhando enquanto Salazar falava sobre o que queria. - Ah, sim. O pequeno Edmundo. Eles moram a duas casas daqui. - Falou apontando para a direita.

O homem não falou mais nada e por isso Salazar, que ainda não sabia a aparência de Edmundo, acabou indo para a casa da criança e ao bater na porta logo ouviu passos apressados dentro do local. A mulher que abriu a porta o olhou por um segundo esperançosa e acabou demonstrando o olhar de tristeza ao perceber que não era a marinha com alguma notícia ou seu próprio filho a porta. Não precisava de muito para perceber que aquele era o local que Edmundo morava.

Quando falou que queria ajudar a encontrar o menino acabou sendo aceito dentro da casa. Talvez a mulher simplesmente não se importasse com um possível roubo ou qualquer coisa do tipo, perder o filho já era a pior coisa possível. Ao entrar lembrou bastante de sua própria casa quando mais novo, não era uma família rica, também não era uma família pobre. Não era a toa que a recompensa era quatrocentos mil e era "tudo que eles tinham" de acordo com a marinheira.

Quando sentou-se numa cadeira da sala que a mulher demonstrou que poderia se sentar, Salazar começou a falar tudo, apesar de algumas informações desnecessárias serem ditas, como basicamente "estou fazendo isso pelo dinheiro", a mãe parecia minimamente mais feliz de ver que mais um se juntava a busca de seu pequeno. Ela se levantou e voltou com uma foto de Edmundo. Nada chamava a atenção naquele menino, cabelo escuro, pele clara, tamanho mediano, não parecia se destacar de forma alguma.

- Meu pequeno Edmundo era um doce que nunca fez mal a ninguém. Não entendo quem pode ter levado ele e porque. - Ela se forçava a falar aquilo da forma menos chorosa possível, o homem a sua frente precisava de informações boas e conscientes para não dificultar a procura de seu filho. - Não fiquei sabendo de nenhuma briga. E Tomas também não comentou nada de diferente que poderia ter acontecido.  - Falou a mãe já com a mão limpando uma pequena lágrima que ia surgindo de seu olho esquerdo. - Tomas é o melhor amigo dele. Mora a duas quadras daqui indo em direção ao centro da cidade, numa casa de madeira escura. - Falou a mãe de Edmundo ainda respondendo as perguntas de Salazar da melhor forma que podia.

O caso realmente parecia que ele havia evaporado sem motivo algum. A mãe de Edmundo parecia que ia acabar chorando e Reis poderia provavelmente fazer mais perguntas, confortar a mulher, ou simplesmente sair dali e procurar pistas em outros locais.


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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySab 30 Nov 2019, 18:36

Após ter se passado algum tempo de procura, finalmente tive a informação sobre onde Edmundo morava, chegando-se ao local, fui recebido por uma mulher evidentemente triste, e que demonstrava um pouco de decepção ao perceber que quem estava ali na porta não era alguma pessoa que ela queria, mas sim eu, porém, é como diz o ditado, não sou o herói que eles querem, mas sou o herói que eles precisam. Entrando dentro da casa, percebia que era parecida com a minha mãe de antigamente, algo que até que me fez refletir um pouco sobre o meu passado, mas não foi nada muito profundo. Enquanto a mãe respondia aquelas perguntas que eu havia feito, eu prestava atenção no que ela falava e percebia que ela estava segurando o choro, algo bem raro inclusive, normalmente as pessoas iriam chorar no lugar dela. Terminando ela de responder as perguntas, olharia para ela enquanto escoraria meus cotovelos na minha coxa e deixaria a minha coluna em um angulo próximo de 45 graus à minha coxa, então começaria a falar com ela -Bem, agradeço todas as suas informações e pode ficar tranquila que eu irei encontrar o teu filho, mas se você tiver mais alguma informação que queira passar e que possa me ajudar a encontra-lo, estarei ouvindo.- diria isso para ter certeza de que ela não teria mais informações para passar, e se ela tivesse mais e me dissesse, eu me levantaria do local em que estava e seguiria até a porta enquanto agradeceria ela -Obrigado aí pelas informações, vou fazer de tudo para encontrar o seu filho, até mais.- "Bem, eu não me importo tanto com o sumiço do filho dela, mas né, uma família desesperada dando tudo o que eles tem para quem achar o seu filho desaparecido.".

Ao chegar do lado de fora da casa, começaria a ir em direção à casa do tal amigo do Edmundo, "Tomas", e enquanto seguia até lá ficaria conversando comigo mesmo para me distrair -Caralho, vei, tá foda esse caso, esse guri parece que simplesmente desapareceu do nada, sei lá, pode ser que ele tenha sido sequestrado, ficou louco e se matou, sei lá, tanta coisa que pode ter acontecido com ele, mas não faria nenhum sentido ele de repente se matar, por quê? Bem, nem preciso explicar, e também não faz nenhum sentido ele ser sequestrado, morto por vingança ou qualquer coisa do tipo, afinal de contas, a própria mãe dele falou que ele não havia brigado com ninguém e que ele era um garoto tranquilo. Porra, preciso achar alguma informação muito boa sobre ele se não eu poderei perder essa chance de sair da merda.-. Ao chegar na casa de Tomas, bateria na porta dele e diria alto o suficiente para alguém da casa escutar -Com licença, tem alguém em casa? Gostaria de fazer algumas perguntas para o Tomas.- caso não tivesse ninguém em casa, eu simplesmente pararia de bater na porta e então sairia para ir até a floresta para ver se encontro algo lá que possa me ajudar, tal como um pedaço de roupa, uma peça de roupa, um fio de cabelo, uma pegada, qualquer coisa que poderia me ajudar a achar o local em que ele está; mas se eles estiverem em casa, eu pediria para entrar falando -Posso entrar?- ao entrar, me sentaria em qualquer lugar perto do Tomas ou de algum responsável dele que gostaria de responder as perguntas no local dele, e então começaria -Bem, vamos logo direto ao ponto, estou investigando o desaparecimento do Edmundo e gostaria de te fazer algumas perguntas: Onde você/Tomas estava na ultima vez em que viu o Edmundo? Você/Tomas estava fazendo o que junto com o Edmundo antes de ele desaparecer? E tinha mais alguém com quem você/Tomas e o Edmundo andava? Se sim, onde ele mora? -.

Após as perguntas serem respondidas, agradeceria a pessoa dizendo "obrigado pelas informações" e então faria a mesma coisa que eu teria feito caso eles não estivessem em casa.
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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptyTer 03 Dez 2019, 02:28


Narração
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Salazar O. Reis
Agradecendo a informação e indagando sobre algo a mais, via a mãe de Edmundo negando com a cabeça. Meio óbvio, a mãe só queria o filho de volta, não iria esconder informações. Assim, Salazar se via saindo daquele local com muitas dúvidas, estava indo para um caminho de perguntas sem respostas sem fim?

Talvez fosse a situação, e assim se dirigiu para a casa do tal Tomas, não foi muito difícil de identificar a possível porta da casa do menino. Porém, ao bater na porta algumas vezes, não teve nenhuma resposta. Foi assim que decidiu se dirigir para a floresta, sem planos e sem esperanças de encontrar realmente uma forma de achar esse menino.

No entanto, enquanto andava na direção da floresta sentia uma pulga atrás da orelha, como se estivesse sendo observado. Ao chegar nas primeiras árvores foi quando ouviu o primeiro passo mais alto e percebeu que alguém estava realmente indo em sua direção. Só que ao se virar pra o local viu uma criança. Um jovem menino para ser mais específico.

- Você não é da marinha, né? - Ouviu o menino perguntando.- Eu sou Tomas. - Falou o menino. - Eu sei o que aconteceu com Edmundo, mas a marinha não pode saber. - Tomas era loiro. Tirando isso, poderia ser facilmente confundido com o próprio Edmundo, ambos pareciam bem padrões e nada especiais. - Como explicar... - O vento batia nas árvores e a dúvida do menino de como começar a contar a história era palpável.

Ele respirou fundo e começou a falar então. - Não sei se você sabe, mas tem uma arena de lutas clandestinas na ilha. Edmundo apostou um pouco de dinheiro que não tinha lá... e como o participante dele perdeu, foram cobrar. - A voz dele de medo era bem clara. Ele parecia sentir dor por ter guardado aquele segredo. Será que se ele contasse para a marinha iriam atrás da cabeça dele? - Você vai resgatar ele? - Perguntou o jovem, não é como se ele tivesse realmente dado detalhes, mas o caminho havia simplesmente aparecido para Salazar. Ele sabia o que ele tinha que fazer, bom, mais ou menos, além de ficar claro que a marinha não deveria se meter nisso. - Eles devem estar escravizando ele até a dívida ser paga. - A apreensão em sua voz agora era ainda mais palpável.


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MensagemAssunto: Re: Sem rumo definido   Sem rumo definido EmptySab 07 Dez 2019, 15:39

Seguindo o meu trajeto que me levaria até a floresta, me deparei com um menino que se dizia ser o Tomas, "What? Do nada esse muleque brota do chão e fala que é o Tomas, e me pergunta se eu não sou da Marinha." pensaria enquanto manteria um olhar de estranhamento na direção do garoto, mantendo uma sobrancelha levantada e a outra mais para baixo. Escutando tudo o que o garoto tinha para falar, voltaria para o meu olhar normal e falaria para o garoto -Hmmmmm, bem, deixa eu ver se entendi, você é o tal do Tomas e sabe tudo o que aconteceu, e basicamente o Edmundo apostou em um campeonato de luta clandestina um dinheiro que ele não tinha, e então após o seu lutador perder, ele foi cobrado e provavelmente está sendo escravizado para pagar a sua dívida, certo?- esperaria um tempinho esperando a resposta do Tomas e então prosseguiria -Bem, sem querer ofender vocês dois, mas puta merda, cara! O que vocês dois tem na cabeça para fazerem uma porra dessa? E porque você não parou o seu amigo? E além disso, o que você está fazendo aqui na floresta? Vocês dois só podem ter problemas mentais, se a família dele não estivesse oferecendo dinheiro, eu nem ajudaria vocês, pois vocês dois estão colhendo o que plantaram...- pararia novamente para dar uma respirada e então voltaria a falar -Ok, eu vou resgatar ele, só preciso que você me fale onde é esse local, pois eu já ouvi falar dele mas nunca fui até lá e nem sei onde é.-

Descobrindo onde fica essa arena, seguiria até ela enquanto voltaria a falar sozinho -Bem, não sei se é melhor eu realmente fazer esse trabalho, pois de acordo com o que eu escutei sobre, esse local é protegido por um tal pirata aleatória aí que já foi a Grand Line, sem falar que provavelmente tem outras pessoas poderosas fazendo negócios nesse local... Quer saber? Foda-se essa porra, é só eu ir lá, matar os caras que sequestraram o garoto, resgatar o garoto e dar o fora de lá antes que alguém me descubra. Além disso, eu tenho uma coisa que me dá uma vantagem neste trabalho, a minha arma, por ela poder atirar de uma longa distância, é só eu me esconder em algum lugar de longe e então matar esses canalhas sem que eles me percebam.- ao terminar de falar, antes de entrar no local, colocaria a minha mascara e então entraria lá dentro normalmente tentando não chamar muita atenção (apesar de eu estar levando minha arma para o local). Ao entrar, procuraria algum lugar para sentar e então olharia em minha volta para reconhecer o local em que eu estava "Hmmm, até que este local não é tão ruim, eu poderia fazer uma bela grana apostando aqui, mas eu tenho que me focar na missão." olharia ao meu redor procurando o local de apostas e então ao achar me dirigiria até o local, chegaria perto do cara que estaria cuidando da parte das apostas e então falaria com ele -Hmmm, não sei em quem apostar, quem você acha que teria mais chance de ganhar, tiozin?- ouviria a resposta dele e então prosseguiria -Ok, mas me diz aí, o que aconteceria comigo se eu perdesse a aposta e não pagasse?- essa pergunta seria a mais importante de ser feita, pois com a resposta dela, eu poderia saber o que está acontecendo com o Edmundo, e talvez até onde ele está.
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