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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 V - Caos em Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptySeg 16 Set 2019, 01:03

Relembrando a primeira mensagem :

V - Caos em Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyQui 05 Dez 2019, 00:49


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após vagar algum tempo pelo cemitério e ter que por algum empenho em encontrar o meu túmulo, finalmente encontrava o meu tesouro — Finalmente! Ai está aí você - olhava para o meu túmulo, como se fossemos velhos conhecidos que se reencontravam após um saudoso tempo distantes — Mas a última coisa que eu vou sentir é falta - ponderava, em tom alto¹, pois estava cansado de apenas pensar solitariamente, já reconsiderando se era uma boa ideia. Bem, eu não tinha mais estômago para embrulhar; o que quer que tivesse ali, não me causaria tanta ânsia quanto poderia causar quando meu coração ainda pulsava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao meu lado, os delinquentes pareciam ter chegado ao local que queriam — E pensar que aqui havia um tesouro... - me questionava. Seria a herança de um grande mestre? Uma pessoa rica? Um exímio marinheiro? Era uma pena que os próprios epitáfios não podiam ser lidos apropriadamente após aquela bagunça — Lidarei com vocês depois! E parem de judiar do garoto! - já estava enraivecido por aquela injustiça que acontecia na minha frente e eu nada podia fazer para pará-los, senão pestanejar do lado de cá — Onde está a Gunter a essa hora para dar uma lição nesses cabrões?! - me questionava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O grupo falava sobre algumas baboseiras a respeito de uma chave e um baú, o qual mal me dei o trabalho de olhar. Afinal, fantasmas não tinham interesses em riquezas — Esses jovens indisciplinados! Se eu pego esses dois, não coloco na cadeia, os faço fazerem trabalho comunitário até desejem nunca mais causarem uma desordem! - continuava em meus devaneios a respeito do que faria se estivesse vivo, o que, para mim, era um sinal de evidente insanidade - uma doença que o mundo dos espíritos me trazia letargicamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa forma, dando uma última olhada para o meu túmulo, flutuaria lentamente em sua direção, balançando o meu rabo de peixe até ficar a centímetros de distância dele — Que os vermes tenham sido piedosos comigo - respiraria fundo - ou seja lá como os fantasmas faziam - e mergulharia túmulo a dentro — Está bem escuro aqui, eu não contava com essa - pensaria, no interior do caixão, indo de um lado para o outro a fim de tentar ver ou sentir algo —A Amanda certamente ficaria decepcionada após essa empreitada mal sucedida - às vezes a minha falta de tato para as coisas mais lógicas e inteligíveis era algo que surpreendia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se não há o que ver aqui, é melhor sair, antes que essas trevas possam me engolir - pensava, já me mexendo para deixar o meu túmulo para trás. Talvez, algum dia, caso alguém o abrisse, eu poderia ver o que havia lá dentro — Já era para eu ter chegado do lado de fora, não? - pensaria, ao ter a minha saída frustrada — O que está acontecendo? Talvez eu tenha ido realmente ido para o inferno agora e deixado o mundo real? Mas é assim, tudo preto? - indagaria, completamente desnorteado — Mas essas vozes lá fora são dos mesmos rapazes, não?! Aqueles delinquentes! Do que estão falando?! Ah, é agora que eu puxo os seus pés para a cova! - tentaria sair do meu túmulo, me remexendo para todos os lados. Se havia entrado, havia como sair!





¹ Começar falando em tom alto, para no final, quando virar esqueleto, já começar a gritar de dentro do túmulo e começar a tacar o terror!




Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
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Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (23/30); Corpo decomposto (9/9)

















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Caraca eu vou morrer de verdade com esses 9 posts como fantasma V - Caos em Utopia! - Página 5 1439049992
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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyDom 08 Dez 2019, 20:21

Takamoto Lisandro Finalmente vou poder parar de narrar tudo.



Batuques, esfregadas e dezenas de barulhos soavam dentro do caixão de madeira do tenente, a terra cobria seu abrigo e suas chances de ser desenterrado eram quase nulas. A alma que pensava que havia partido para sempre e destinada a passar o resto da vida vagando pelo mundo sozinho tinha finalmente conseguido concluir o processo de transação da akuma no mi e garantido o total efeito dela. A yomi yomi no mi não era uma simples akuma, ela dava ao usuário uma nova chance, uma segunda possibilidade de vida. Os osso rangiam e sem notar, Karyo não tinha o mesmo corpo de outrora, a escuridão profunda de onde ficava seus olhos era o reflexo do que via naquele momento, só podia rebolar seu corpo, de um lado para o outro tentado escapar de sua prisão de madeira.

Na superfície, a dupla de marginais sorria enquanto o garoto se encontrava em pleno desespero sabendo que sua vida poderia ser tirada ali mesmo, não existia melhor lugar para se esconder um corpo do que no cemitério. – Não consegue nem correr, kakaka! Medo demais que as pernas não funcionam? É isso mesmo? Kakakak! – O grandalhão se aproximava cada vez mais do garoto que rastejava pelo chão, suas pernas tremulas quase não se mexiam. – Pare por favor! A gente tinha combinado que éramos um trio! Porque estão fazendo isso? – Indagava soluçando de pavor. – Repartir pra dois é bem mais em conta. – Respondia socando um punho em sua palma fazendo o estralar do soco soar bem alto. – Acabe com ele logo! – Ordenava o loiro, porém sua atenção era desviada por barulhos por perto. – VOU TÊ QUEB-! – O grandalhão era cortado. – CALA BOCA! – Ele olhava para trás surpreso. – Han?! – Mais uma vez o loiro. – Fecha a matraca! – Seus olhos vasculhavam em volta inquieto. – Você contou para alguém?! – Perguntava enfurescido para o garoto no chão. – Não, não falei nada pra ninguém. Por favor Trevor, não faça isso comigo. – Suplicava para Trevor que não dava nem atenção ao saber que o garoto não estava mentindo sobre ter contado o lugar do tesouro para alguém. – Calados. – Olhava em volta e não enxergava ninguém, seus passos eram lentos e silenciosos, tentava buscar a fonte do barulho e depois de examinar bem, concluiu que vinha de baixo da terra. – Alguém foi enterrado vivo aqui? – Trevo não podia conter a repulsa de pensar em tal possibilidade. – Não quero me envolver com essa loucura.

Quando ia se afastar um grande estrondo era ouvido, uma grande quantidade de terra saltava no ar junto com pedaços de madeira. – Mas que po-! – Saindo de seu tumulo nada mais do que um esqueleto trajando sua farda da marinheira e um broche em seu peito com uma pedra mística. Seu rosto virava por reflexo fitando o trio boquiabertos com seus olhos arregalados e línguas saltando de suas bocas. – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, UM ZUMBI!!!!!!!!!!!!!!



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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyDom 08 Dez 2019, 23:57


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O meu sono eterno havia sido maculado e a minha paz perturbada. Essa é uma verdadeira história de horror. "Ao menos, é o que parece" - não podia negar. Dentro do meu caixão, ainda achando que era um espírito, me rebati por completo, completamente desnorteado, até quebrar o meu caixão e me dar conta que não era apenas algo de errado - mas sim algo muito errado estava acontecendo  — Eu sinto a vida... - podia sentir, genuinamente podia sentir algo tocar-me; eu tocar a algo; o meu tato estava ali  — E a morte - levantei o meu braço, lembrando-me daquela vívida sensação de poder me mexer. Era essa liberdade que eu havia tanto desejado!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Essa é a terra que um dia eu pisei - os meus dedos rompiam a terra, segurando um punhado dela, enquanto botava força para me reerguer — Eu sinto... Eu sinto... - mal podia acreditar no que estava acontecendo. Podia sentir o ar como se estivesse vivo — Estou de volta! De volta do mundo dos mortos! - não sabia se era pela felicidade que me tomava, mas a sensação de eloquência transbordava, o que parecia deixar a minha voz um tanto desagradável - talvez, cruel¹ — HAHAHA! Parece que os céus me escutaram! - olharia as minhas mãos esqueléticas; tocaria a minha cabeça, puxaria a minha veste de marinheiro para ver a minha coluna vertebral. "Gunter irá surtar quando ver isso!" - por mais bizarro que fosse aquilo, era real, eu sabia disso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa forma, imediatamente me lembraria - na verdade, eles próprios me lembravam - de que não estava sozinho. "Esses delinquentes precisam de uma boa lição..." - ponderava — Eu vim do sétimo círculo infernal para trazer uma mensagem! - me aproximaria lentamente, com os passos trôpegos; afinal, estava andando pela primeira vez novamente após meses — Frank... Trevor...! - apontaria para os dois que considerasse os valentões, julgando-os pela aparência e pela ocasião — Vocês profanaram esse cemitério... vocês pagarão caro por roubarem o meu tesouro! Por agredirem o meu protegido! Temo que uma maldição não seja suficiente para vocês! - bradaria, erguendo a mão, como se estivesse invocando uma magia poderosa. A minha intenção era, senão, assustá-los até que ficassem tão horrorizados que nunca mais fariam isso, além de garantir que o jovem nunca mais fosse agredido por eles.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Andaria em suas direções, com as cavidades negras e profundas sustentando os seus olhares, enquanto ameaçaria — Nunca mais pisem sobre essas terras! Nunca mais encostem um dedo em meu protegido! - golpearia o ar com o braço — Ou vossas carnes não serão o suficiente para satisfazer os meus anseios - aterrorizaria-os². É claro que essa história não tem nem pés e nem cabeça, mas era tudo em prol de garantir a segurança do rapaz que sofria nas mãos dos valentões. Afinal, eu não poderia protegê-lo de todas as ameaças do mundo. E, se podia fazer algo por ele, de verdade, era ensiná-lo a se defender - mas precisaria de tempo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Esperava que eles corressem e, seguindo as minhas ordens, deixassem aquela caixa ali, antes que o bicho-papão visitasse-os durante a noite. Dessa forma, iria na direção do garoto que sofria bullying — Não tema, apesar que isso deve ser difícil... - manteria certa distância, mas nem tanta, a fim que ele sentisse medo o suficiente para não conseguir mexer as pernas e fugir, mas na medida em que pudesse me escutar — Tenente Karyo Shen se apresentando, de volta à vida, aparentemente. Espero que os valentões não tenham te causado muitos problemas e que eu tenha assustados-os tanto que nunca mais voltem a mexer com você - diria as minhas intenções, a fim de que ele progressivamente confiasse em mim — Venha comigo, te levarei até o Quartel da Marinha para que possamos tratar seus ferimentos. Também irei te apresentar uma pessoa - convocava-o, com a certeza de que ele me escutaria; talvez não pelo melhor dos motivos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Garoto Ryu... Ryu, correto? - falaria, já de costas, em direção à saída do cemitério — A partir de hoje você está sob as asas da marinha e eu irei ensiná-lo a como se defender. Não permitirei que saia até que consiga se proteger; proteger aqueles que ama e seguir com a sua vida, atrás de seus sonhos, seja lá quais forem - viria a minha cabeça em sua direção, erguendo o meu indicador na altura de sua cabeça — Prepare-se, estamos indo em direção ao QG. E trate de trazer essa caixa com você - advertiria, rumando em direção ao Quartel General de Utopia — TENENTE KARYO SHEN SE APRESENTANDO! TRAGAM-ME O TENENTE GUNTER E AMANDA, IMEDIATAMENTE! A CAPITÃ KATT SE ENCONTRA?! - ordenaria assim que visse os primeiros marinheiros — E tragam-me uma foice decente. Há muito o que se fazer por aqui em Utopia! Um homem morto não pode sequer descansar! - com uma nova chance, voltaria a cumprir o meu dever com diligência. Não daria outra chance para a dona morte novamente.







¹ Bem, é a voz de um esqueleto, não é como se fosse desejável, mas é uma ideia temática pra deixar a voz dele como se fosse um arauto vindo direito do inferno, quando na verdade é um justiceiro nato.

² Utilizando a perícia Intimidação.


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyQui 12 Dez 2019, 22:42

Takamoto Lisandro Pega ele que nem princesa, ele merece.



O remoer do cadáver e sua figura assustadora não transfigurava o real sentimento do esqueleto naquele momento, suas primeiras impressões ao voltar da vida não foram sobre seu corpo ser composto de apenas ossos ou apenas a alegria por retornar a vida. Sua personalidade ignorava o fato incrível de ficar de pé mesmo tendo seu coração perfurado e sua alma retirada de seu corpo. Ele se concentrava em apenas uma coisa, não podia deixar o garoto chamado Ryu ser morto a sua frente, antes de tudo, ele era um marinheiro, o protetor dos fracos.. Um homem da justiça!

O esqueleto se levantava, trajava consigo vestimentas de sua honra, os bandidinhos de meia tigela só enxergavam a sua face sem expressão e o abismo escuro de seus olhos. Karyo mesmo sem língua conseguia falar perfeitamente além manter todos seus outros sentidos, o poder das akumas no mi eram misteriosos e poderosos. Os delinquentes estavam perdidos, suas pernas tremulas e seus rostos horrorizados, até mesmo Ryu entrava na conta. – Nu-nu-num pode ser?! – O loiro coçava seu olhos tentando retirar a imagem assustadora de sua frente, mas Shen não saia do seu campo de visão. – Isso só pode ser uma alucinação, foi você! FOI VOCÊ RYU! PARE COM ISSO! – Ele gritava ensandecido de medo, mas reconhecia que a face do garoto indicava apenas terror. – MERDA! – As palavras do ceifador eram complemente intimidadoras. – ACABE COM ELE! – Ordenava o loiro apontando para a caveira, porém o grandalhão já tinha mijado nas calças. – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHH! – Sua força serviu especialmente para bater seus pés em sua bunda e fugir do cemitério. – Ah.. Hahha.. JHahahaha. – Seu sorriso cínico se tornava desespero, fitava o tesouro e o zumbi a sua frente. – FODA-SE! – Jogava o tesouro no esqueleto que recebia um forte golpe onde ficava seus músculos abdominais, ele partia em retirada deixando para trás o garoto no chão.

A estratégia de Shen não tinha só sido efetiva como também fez os malfeitores se borrarem. – NÃO ME DEIXEM AQUI!!! – Gritava Ryu, ele jogava sua mão em direção ao caminho que os cuzões tinham fugido, batia forte no chão sujo do cemitério. – Não.. – Só era ele e o tenente. – Por favor não me coma! Não tenho um gosto bom senhor zumbi! – Ele se virava de costas e agarrava sua cabeça ficando de bunda pra cima tentando enfiar sua cabeça na terra para que toda a sensação de pavor e medo fossem embora junto com o esqueleto. – KYYYYYYA! NÃO ME COMA! – Ele gritava tremendo de forma afeminada, nem conseguia ouvir as palavras de Shen, pelo menos não todas. – tema. causado problemas. te levarei. para. ferimentos. – Ao ouvir a última palavra e sabendo que o revivido iria causar ferimentos e acabar com sua vida, o rapaz apenas desmaiou ali mesmo naquela posição vergonhosa. O sopro do vento reinava mais uma vez, mas nenhum barulho além do ranger dos ossos de Shen e a baba escorrendo dos lábios de Ryu.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyQui 12 Dez 2019, 23:51


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Em vida ou em morte, a minha prioridade será sempre com a justiça!" - jogava o meu braço para o lado, naquela típica encenação heroica — Corram, delinquentes! Corram! Mostrem para o mundo os grandes covardes que vocês são! Que honra há em virar as costas para o seu oponente?! - para mim, tal atitude era tão ridícula, dada a situação, que sequer valia a pena partir em perseguição. "Também não há honra em correr atrás de alguns arruaceiros... não para mim. Delegarei a tarefa para algum soldado raso, e deixarei claro para trazerem-os à minha presença" - planejava. Um tigre devia pensar como um tigre; um tenente, como um tenente! Só assim poderia aguçar o meu senso de responsabilidade e estar à par de minhas responsabilidades.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vendo os delinquentes se distanciarem, voltava os meus olhos para o pequeno e indefeso Ryu — Oh! Desculpe! Não queria te assustar! - diria para o garoto — Não! Pare! Não irei machucá-lo! Eu juro! Sou um marinheiro! Um marinheiro puro! Não há, sob esses céus, marinheiro mais devoto do que eu! - tentava convencer o garoto, me aproximando dele - o que só parecia degradar drasticamente a minha situação — O que está havendo?! Deixe-me ajuda-lo! - sem jeito, me aproximaria, andando de forma nada convencional sobre a terra disforme e sob os túmulos profanados — Irei levá-lo comigo! Para a segurança, longe desse inferno! - colocaria os meus dedos ao redor do resto do garoto, tentando despertá-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao ver que o meu fracasso era inevitável, suspiraria fundo - ou algo do tipo?! - e envolveria o garoto em meu abraço da morte — A partir de hoje você está sob as asas da marinha e eu irei ensiná-lo a como se defender. Não permitirei que saia até que consiga se proteger; proteger aqueles que ama e seguir com a sua vida, atrás de seus sonhos, seja lá quais forem. Utopia está um caos e não é perambulando por ai com pessoas perigosas a solta que você irá sobreviver - diria, esperando que estivesse minimamente consciente para me escutar, de sorte que não precisaria repetir o discurso novamente para o mancebo. Jogaria-o sobre o meu ombro, apoiando-o com uma mão; com o outro braço, pegaria e carregaria o dito tesouro, objeto de toda aquela confusão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, deixaria aquele recinto lúgubre onde um dia jazi, rumando à suntuosa luz que me era o Quartel General. De volta à minha segunda casa; ao meu lar — TENENTE KARYO SHEN SE DE VOLTA À ATIVA! CONVOQUEM O TENENTE GUNTER E AMANDA AO MEU ENCONTRO IMEDIATAMENTE! - ordenaria assim que visse os dois primeiros marinheiros —VOCÊS! PREPAREM UM RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL DE UTOPIA E ME ENTREGUEM ASSIM QUE POSSÍVEL! QUERO SABER QUE PIRATAS OU BANDIDOS SE ENCONTRAM À SOLTA, O QUE FIZERAM E QUANDO E ONDE FORAM VISTOS POR ÚLTIMO. ME ATUALIZE DE TUDO QUE FOR IMPORTANTE DOS ÚLTIMOS MOVIMENTOS DE TODAS AS FACÇÕES NA ILHA - delegaria a tarefa para mais três homens — A CAPITÃ KATT SE ENCONTRA?! QUEM ESTÁ NO COMANDO?! - pararia outro soldado — VOCÊ! TRAGA-ME UMA FOICE DECENTE¹, HÁ MUITO O QUE FAZER EM UTOPIA! TANTO QUE UM HOMEM MORTO NÃO PODE SEQUER DESCANSAR! - de volta à vida - se podia assim chamar - era hora de por ordem na casa — E VOCÊ! POR QUE ESTÁ AI PARADO?! LEVE ESSE GAROTO PARA A ENFERMARIA E CHEQUE SUAS CONDIÇÕES, AGORA! - de fato, havia muito a ser feito.²





¹ Reivindicando a arma básica que se ganha por level.

² Quero me inteirar da situação da ilha, como um todo, para me atualizar das paradas e abrir possibilidades.

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptySeg 23 Dez 2019, 00:17

Takamoto Lisandro Me xinga kek



Enquanto observava o corpo do garoto desmaiado pelo medo, o sol finalmente dava um sinal de vida passando a iluminar a ilha, tímido ainda, porém os raios de luzes tiravam toda a escuridão que caia sobre o cemitério. O homem esqueleto jogava o corpo do garoto em seu ombro sólido com facilidade, o rapaz era mais leve do que parecia assim podendo notar o quão facilmente o grandalhão conseguia levanta-lo com gola. – Não.. não me coma.. – Resmungava dormindo, mesmo não estando consciente o trauma com toda certeza foi grande para mesmo desacordado suplicar ao esqueleto que não fosse devorado. O tenente tinha em suas mãos um novo pupilo e a caixa metálica contendo o que seria uma akuma no mi, ele ainda lembrava o caminho do QG da marinha começando sua jornada até o local que tanto ansiava a retornar, nem mesmo a morte retirou sua obstinação com seus deveres.

A caminhada era quase silenciosa, as solas do sapato do marinheiro deixavam um rastro de lama negra pelo caminho. Passava pela guarita de Gunter no caminho, porém ele já não estava lá e nem mesmo o seu substituto do posto, teria que seguir em frente perante a cidade, sorte que a madrugada e todo o transtorno da ilha facilitou para sua caminhada tranquila já que não existia quase ninguém para se assustar perante ao seu olhar putrificado. – Pai.. – Retornava a falar o garoto, porém não era mais sobre um pesadelo. – Vou mudar, vou ser forte.. – Pequenas lágrimas desciam do rosto do rapaz molhando as vestimentas de Karyo e consequentemente suas costas, ainda tinha tato apesar de não ter mais pele.

Sem demoras, podia chegar na antiga zona de elite da cidade de Utopia, não era mais como antigamente, já tinha passado antes, porém estando realmente presente em carn.. Em alma e osso, pode perceber o quão o cenário estava acabado. O hotel McCranley ainda estava de pé, mas em um estado precário, finalmente podia ver sinal de vida, marinheiros rodando pelos cantos e um grupo se deparava com o akumado. – Sargento, o que é aquilo?! – Perguntava um soldado apontando para Shen, o sargento saltava para trás abalado. – Mas o quê é isso? UM DEMONIO?! Deve ser alguém fantasiado pregando uma peça. – Ele puxava sua espada e os demais soldados juntos a ele faziam o mesmo, Karyo estava determinado a mostrar quem realmente era gritando suas pretensões. – ELE FALA! – Dizia outro soldado. – Calma! Muita calma soldados! – Ordenava o sargento do esquadrão de três recrutas. – Ele está vestindo nosso uniforme sargento. – Reconhecia um dos marinheiros. – Karyo Shen? Não era aquele herói que salvou civis em um ataque de um bando pirata antes de toda a merda em Utopia rolar? – Indagava um deles para o outro. – Calados. – O sargento tomava a iniciativa. – FIQUE ONDE ESTÁ CRIATURA! SOLTE ESSA PESSOA QUE VOCÊ CARREGA E A MALA! – Estavam ainda longe um do outro, ele puxava um den den mushi de seu casaco e começava a falar, porém Karyo não conseguia entender o que ele estava falando. – Não ache que essa brincadeira vai durar muito tempo! Karyo Shen morreu, é melhor você tirar esta máscara e parar de gracinhas! E nem pense em se mexer, um dos meus subordinados está com sua testa na mira!


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyTer 24 Dez 2019, 00:51


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O sol se espraia pelos meus ossos, afastando o véu sombrio que me cobria - era a essência da morte, junto à terra seca e o cascalho frio que ainda não havia se desprendido de mim. Com uma leve sacudida, me desfazia daqueles resquícios agourentos; da má fé e heresia daquele terreno profano. "Se não foi alguma divindade que me trouxe à vida novamente, certamente foi o diabo" - e, com isso, imaginava que havia muito mais do parecia naquele cemitério. Quem sabe o que fora ali em eras passadas. Quem sabe me dar uma explicação para o que estava acontecendo? "Por que algum vivo saberia como funciona a morte?" - ponderava. Não tinha respostas e não esperava tê-las tão cedo. Assim, continuava a contemplar o sol nascente, que irradiava de forma que nunca havia visto antes; afinal, agora eu podia olhá-lo diretamente, pois não tinha olhos para queimar. "É mais bonito do que eu podia imaginar!" - era uma experiência e tanto vislumbrar o prelúdio do dia em todo o seu esplendor; em toda sua suntuosidade. "Com uma dádiva como essa, certamente não foi o diabo que me trouxe de volta" - podia concluir, em minha ignorância.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Finalmente voltava a pisar nas vívidas terras do mundo real - o mundo humano, assim passava a chamar. Um caminhante solitário, que havia perdido muito, mas agora vagava novamente sobre esse solo maltratado em busca de redenção. Olhava para os lados e tudo que via era um cenário devastado; um sacrilégio a um território sob a égide da justiça. Nem mesmo as poderosas forças do Governo, os enormes esforços da marinha podiam obstar, por completo, os desejos sórdidos e desmedidos das almas atormentadas. Decerto o mundo pode ser cruel; mas benevolente para quem sempre se mantém fiel. Fiel aos seus ideais, às suas virtudes, às suas crenças e ao seu destino - e podia enxergar, mais do que nunca, qual era o meu. Aceitaria o meu destino, a minha maldição, seja lá o que fosse, como a eterna lâmina da justiça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pararia no meio do caminho, olhando para baixo, fitando a grama morta sob meus pés — Forte. Você se tornará forte - olharia para o carrapicho que sobrevivera, apesar de tudo ao seu redor se encontrar esmorecido — Sob a minha guarda, crescerá forte. O suficiente para proteger quem ama. O bastante para prosperar independentemente do ambiente. Porém, antes disso... tem que aprender a se defender - colocaria a minha mão sobre sua cabeça, sentindo os seus cabelos entre meus dedos. Ergueria a cabeça, deixando a destruição de lado - por agora - e seguindo em direção ao quartel general — Farei de você um esplêndido marinheiro - fazia o meu último comentário, seguindo estrada. Finalmente me deparava com outros marinheiros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas de minha alma desgastada ecoou um grito; fruto de revolta e atrito. Uma terra banhada em sangue, repleta de mistérios e cemitérios; sem esperança e liderança - e me contrarie quem disser que é terra com lei uma cidade com civis atordoados, assassinados, desmembrados, silenciadosE O QUE ESTÃO FAZENDO AI PARADOS?! - arguia — Se acham que eu sou um monstro, corram! - dava um passo pesado à frente, desafiando-os — Se sou um monstro, aquele que devastou essa ilha, um demônio, algoz que matou diversos inocentes, por que não me atacam?! - dava o meu segundo passo a frente, com o garoto ainda em meus ombros — Se os céus me enviaram, me rejeitaram; se o inferno me expulsou ou me enviou, o que isso importa?! - com o olhar intimidador e uma postura solenemente irreverente os desafiava — Há destruição por todos os lados! Cemitérios lotados! Civis assustados! O que estão fazendo ai parados?! - rasgaria com ímpeto o meu uniforme ao meio com meus dedos cadavéricos — Se não acreditam em mim, vejam! Testemunhem o que me tornei! Mas não neguem o que direi! - mostrava o meu corpo amaldiçoado; minhas costelas e a coluna esquelética que me sustentava deviam seu o suficiente — Soldados... entendo vosso medo - erguia a minha mão desocupada até a altura de meus olhos — Também estou - deixava-me esmaecer, com toda a minha sinceridade — Não sei o que aconteceu, mas estou aqui - abria o braço, deixando-me completamente exposto e mostrando que não tinha intenção de lutar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alternaria o olhar entre o garoto e eles, colocando-o no chão — Repito! Sou o Tenente Karyo Shen! Aquele que vocês chamam de Ceifador Branco! - lembrava a forma como haviam me nomeado em meus últimos pulsos — Nascido em Wars! Crescido nas fornalhas! Fiel companheiro do Tenente Gunter e eterno defensor da justiça! - colocava vagarosamente Ryu no chão, assim como a caixa do tesouro — Agonizei por muito tempo no lado de lá - dava um breve momento para que captassem ao que estava me referindo — Agonizando em infindáveis arrependimentos e na solidão, no aguardo de meu perdão - clamava, com eloquência — Mas passo por essas terras e só vejo desolação, tristeza e preocupação - olhava para o meu novo pupilo, o qual sofrera nas mãos dos delinquentes que aproveitavam que as amarras da lei estavam mais frágeis que nunca — Esse é o pequeno Ryu. Será o meu pupilo daqui em diante. Peço que cuidem bem dele e o levem até a enfermaria - olhava, então, para a caixa — Aqui, supostamente, há um tesouro estranho... uma tal akuma no mi, ouvi falar. Levem-a para o quartel, lá podemos ver do que se trata e tomar as devidas providências - esperava alguma resposta — Se ainda não confiam em mim, que me algemem. Não tenho problemas em estar nas mãos de meus companheiros - convocaria, esperando que alguém viesse me algemar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo alguém viesse me algemar, falaria quando estivesse no meio do caminho — Mas saibam. Saibam que quando tudo estiver esclarecido; quando eu voltar à minha segunda casa, vestir meu uniforme e colocar o meu distintivo, não darei tempo para vocês sequer suspirarem. Desejarão que eu seja um monstro, pois assim poderiam me abater! Há muita coisa por aqui a se fazer. Como homens que carregam o peso de milhares de vidas nos ombros, eu lhes suplico! Quando chegar o momento, me emprestem suas forças. Ofereçam seu sangue por cada vida perdida; por cada sonho interrompido - olharia novamente para o pequeno Ryu, pensando em como seu futuro poderia ter ficado a um fio de ruir; o quanto ele já havia passado, para lamentar por seu pai estando desacordado — Prendam-me. E, depois, ergam suas armas para que esse povo, um dia, volte a sentir a paz novamente - me ajoelhava, deixando meus joelhos ruírem ao chão, com os braços para a frente, de punhos fechados — Esse é o meu único pedido - suplicaria, pronto para conhecer o outro lado da moeda, guiando-me ao aroma de lar que me faltava.




OBS: Sobre o post, o Karyo tá bolado com tudo que tá acontecendo e sua impotência em fazer algo, pois estava morto. Sim, ele descontou parte nos marinheiros, pois na sua visão todos deveriam estar erguendo as armas, seja treinando ou confrontando aqueles que trouxeram a desgraça para a ilha. Eles podem estar fazendo algo, no final das contas, mas marinheiros no meio do caminho, mesmo que estivessem patrulhando, em situações drásticas eram para estar tomando medidas drásticas - treinar mais, em todo tempo livre. Essa é a visão de Karyo, 200% de dedicação, se estiver parado enquanto tem pessoas morrendo, está falhando com o seu dever.

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Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt; Ryu; Frank & Trevor.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (26/30); Corpo decomposto (9/9)









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Coala fedido :vemnamao:

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptyTer 31 Dez 2019, 12:09

Takamoto Lisandro Posta antes das 16:00 que acho que vem double. Ignora minha adv e só vem.



Enquanto um rifle era apontado para o esqueleto, outro marinheiro cochichava com seu Den Den Mushi. – Reportando! Tem um cara fantasiado de esqueleto com a farda da marinha se declarando como Karyo Shen, está perto do QG, vamos pará-lo e interroga-lo. – Era um comunicador de grande rede, após o caos que se alastrou pela ilha haviam formado uma rede de comunicação para facilitar o transito de informações, todos as altas patentes tinham um consigo, então em resposta ao soldado utilizando o comunicador. – Shen? Ousam brincar com este tipo de coisa? Passem as coordenadas e esperem pela minha chegada. Isto é uma ordem! – Parecia que algum alto rank havia decidido enfrentar de frente nosso caro tenente. – Sim senhor!

Ele está se aproximando sargento, devo disparar? – Indagava um dos subordinados do sargento daquele esquadrão. – Não, vamos cumprir as ordens do nosso superior. Devemos recuar ou reduzir os movimentos desse impostor. Fiquem preparados para qualquer tipo de ataque deste louco. – O esquadrão não parecia estar agressivo, assumiam uma posição defensiva e mesmo escutando os murmúrios de Shen, eles não fugiam ou o atacavam, já o akumado queria mostrar para aqueles olhos incrédulos que no que ele realmente havia se transformado. Erguia seu braço puro osso, mostrava sua coluna e suas costelas. – Sargento, isso não pode ser real.. – Um dos marinheiros sussurrava com medo. – Isto é só uma simples ilusão soldado, eu mesmo já presenciei ilusionistas, eles são apenas falsos magos que tentam confundir nossos sentidos. Confiem nele, ele já deve estar vindo, ele tinha acabado de chegar, não vai demorar muito para.. – Enquanto o esqueleto abria seus braços e gritava perante a todos que era Karyo Shen, um homem corria em velocidade máxima, suas sobrancelhas franziam de raiva. Passava pelo esquadrão e em um pulo chegava até o esqueleto que olhava diretamente Gunter erguendo seu punho em pleno ar, foram apenas alguns segundos, mas os dois se entreolhavam e um soco era desferido no tenente jogando o esqueleto para longe, cerca de 4 metros da posição em qual estava.

Não me venha dizer que é Karyo Shen, ele morreu! – O esqueleto caia no chão onde a terra amaciava sua queda e sujava sua farda. – Quem pensa que é? Vou te quebrar um pouco antes de ti prender, não ache que pode falar tantas asneiras e se passar pelo meu amigo e sair impune. Ninguém pôde descansar desde sua morte, se ele estivesse aqui tudo teria sido diferente. Não ouse se passar pelo Ceifador Branco! – Ele não tinha puxado nenhuma arma, seus punhos eram suficientes para acabar com qualquer tipo de vigarista ou louco ao qual possa fazer esse tipo de brincadeira. – Levante que ainda estou com raiva.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptySex 03 Jan 2020, 00:39


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nada que eu fazia parecia convencê-los. E não era a toa. Sabia que no fim das contas eles estavam certos em agir como agiam em relação a mim. “Parece que eu realmente tenho a aparência de um monstro saído direto do sétimo inferno” - fitava os meus dedos esqueléticos, contraindo-os e relaxando-os; contraindo-os e relaxando-os — Bem, ao menos vocês estão com a guarda alta, o que é bom, não posso negar… Quem os treinou? - indagaria, ao passo que me ergueria novamente — Pois se não querem acreditar em mim, digam ao seu superior que eu que-! - exclamava — GUNT-!! - a mão feroz de meu companheiro me calava; e não só isso, mas também me atirava a metros de distância. Rebolei no chão, sentindo os meus ossos se estatelarem no solo a cada rodopio que dava. Fincaria os meus dedos profanos na terra com força, a fim de parar-me.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Gunter!” - completava a minha frase mentalmente. Ele podia não me reconhecer, mas apesar de ter passado muito tempo ausente, sempre estive nas proximidades de meus conhecidos, de modo que reconhecia a sua figura, mesmo que tivesse mudado e amadurecido muito desde que chegamos ali. Erguiria-me, com a mão a suavizar a face, onde o soco havia acertado em cheio. “Não acredito que esse soco doeu assim… eu ainda sinto dor?! Ou o Gunter está tão forte que inflige dor até mesmo a um meio-morto?!” - alisaria mais um pouco o machucado, para em seguida estralar as mãos e menear a cabeça, a fim de me aquecer. “Bem, eu testarei o quão forte você ficou, assim como farei você acreditar em quem eu sou com as minhas próprias mãos!” - afirmaria para mim mesmo ao tomar essa decisão e dar um passo à frente — Se conhece tão bem esse Karyo Shen, me diga! Me diga onde o conheceu! - provocaria, partindo para cima de meu companheiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E avançava para cima dela com ímpeto; era certa raiva que me consumia. Não uma raiva ruim; mas uma raiva daquela situação. Queria que ele me reconhecesse; queria que olhasse em meus olhos e me chamasse pelo meu nome; queria que falasse: “Como é bom te ter de volta”. E, diante desses pensamentos, ergueria os meus punhos, avançando em sua direção em uma troca franca — Vejo que o Karyo te ensinou bem! Onde está a sua pistola?! Não irá sacá-la! Ótimo! Pois é que o Shen faria! Uma espada para uma espada! Mãos nuas para mãos nuas! - clamava, investindo em um movimento retilíneo, visando devolver um soco cruzado em sua face. Não era o meu forte, mas também não era o dele. Ainda, eu me dava melhor quando o assunto era contato físico; ele, quando o assunto era inteligência — Onde Karyo lhe conheceu, senão na gávea do navio que partia de Wars para Lvneel?! - diria, antes de desferir o soco — QUEM O SALVOU DAS TERRÍVEIS SOMBRAS DE ELENA EISENBERG?! QUEM FOI ATÉ AQUELA MALDITA CAVERNA TE RESGATAR?! QUEM LUTOU AO SEU LADO CONTRA OS LACAIOS DAQUELA ASSOMBROSA MULHER?! - gritaria, sem ponderar o tom. Todos essas últimas perguntas eram de uma ocasião que nos uniu profundamente; uma ocasião que a própria marinha acobertou e que poucos sabiam do que ocorreu em Lvneel, senão nós¹. Com isso, esperava que os meus sentimentos o alcançassem; seja pela voz, seja pelas mãos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, não sendo suficiente, prosseguiria, até que me desse por satisfeito — As refeições que fizemos juntos... os desafios que enfrentamos... quando eu e o Tuudus te livramos daquela droga - me recordava com amargura da vez que que o escutei sofrer incessantemente ao tratamento contra a droga da servidão utilizada por Elena². A lembrança era o suficiente para fazer minha voz esmaecer — Gunter... - chamava-o, após acertá-lo ou não — Estou tão irreconhecível assim? - a voz de lástima não podia esconder o quão confuso eu estava em relação a tudo aquilo. Hora eu queria seguir em frente, como se nada tivesse mudado. Hora eu queria recuar, com receio daquilo que me tornara — Se nem você me reconhece mais... - temia como essa frase poderia ser completada. Preferia evitar tais pensamentos — A Amanda?! A Elena?! Onde está todo mundo?! Eu os acompanhei! Acompanhei do mundo dos mortos! Ou seja lá onde eu estava. Mas eu juro! Dou toda a minha palavra que eu estava por perto, vagando por essas terras como um fantasma! Gunter, eu sei... sei de tudo... - esperava estar próximo o suficiente para por a minha mão em seu ombro, ao fazer uma sugestiva menção aos recentes fatos que se desenrolaram de Kurai e Unmei — E...e... temi tanto que vocês estivessem do lado errado, poderia morrer uma segunda vez com tanta dor que sentiria em meu coração... mas vocês não me decepcionaram. Nunca me decepcionaram - encostaria a minha testa na dele, passando para um abraço em que colocaria a sua cabeça entre meu ombro e meu pescoço — Eu estou de volta, amigo - dizia, trazendo-o para perto de mim — Já podemos voltar aos velhos tempos? - após um tempo indagaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era tudo o que eu queria. Sentir que tudo estava de volta ao seu devido lugar. Sentir os velhos tempos. Sentir a vida que um dia eu tive.




¹ Info da segunda aventura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Como envolveu uma Tenente da marinha que tinha ligação com o submundo e um dos Tenryuubitos, o caso foi abafado pelo Governo Mundial, que participou da operação que a matou.

² Infos da aventura citada acima. Na ocasião, Gunter foi drogado por uma substância que o faz ficar extremamente suscetível a sugestões e ordens. O tratamento foi de choque, sem nenhum amparo médico e com altas chances de morrer, visto que se a droga ficasse mais tempo em seu corpo seria pior ainda. Isso foi feito dentro de uma casa abandonada. Ele ficou gritando de dor do lado de dentro dela, tendo surtos psicóticos, enquanto o Karyo e o agente Tuudus (que fez esse paranauê) só podiam ficar com as mãos e a cabeça encostadas na porta, escutando os gritos do amigo, esperando que tudo ocorresse bem.

OBS: Gunter é um NPC que me acompanha desde a minha segunda aventura, e estamos finalizando a minha quinta. São quase cem posts juntos. Ele é um NPC muito querido para o Karyo. O seu melhor amigo.

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Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

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Caraaaaaaaaaaamba, x1 contra Gunter, OLOCO!

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptySex 03 Jan 2020, 22:34

Takamoto Lisandro Reunião.




O esqueleto se levantou tirando a poeira de suas vestes, estava de frente com seu velho amigo, ele possuía consigo um olhar de raiva contra sua pessoa. Já o atirador olhava para seu punho tirando os olhos de seu inimigo por alguns segundos, havia sentido no baque do seu soco que atingiu algo duro, sólido, pensou que tinha esmurrado literalmente um osso. Deixava isso de lado por um momento, porém sem tirar a ideia que realmente socou algo tão concreto quanto um osso. Karyo já tinha se recomposto durante aqueles segundos, ele olhava para seu amigo que não havia o reconhecido e notava seus ensinamentos presentes no companheiro ao qual nunca havia deixado de lado mesmo enquanto se transformou em uma simples alma. – Você não precisa saber! Não vou deixar nenhum impostor ou criminoso falar dele. Utopia ainda não está perdida! – Vociferava apertando seus punhos.

Os dois se degladiavam, era uma troca de socos intensa, os dois se encaravam e não davam nem mesmo um passo para trás, se atingiam, se machucavam e conversavam não só com os lábios, mas com seus punhos. – Para acabar com você não preciso de nenhuma arma. – Respondia, a salva de murros saltava com ainda mais fervor, porém em um súbito movimento, Karyo revelava que sabia como ele o havia conhecido e mais informações sobre a história deles juntos. Gunter acertava um bom soco na cara seca de Shen que era forçado a recuar arrastando seus pés na terra úmida, mas isto não o fez relutar, mesmo sem olhos, o oco de onde eles ficaram possuía uma chama esverdeada que podia ser chamada de determinação.

COMO VOCÊ SABE DISSO?! – Gunter gritava confuso, seu rosto estava vermelho e sua respiração abafada, mesmo assim continuava, dava dois passos para iniciar sua corrida e o esqueleto mais uma vez voltava a falar. – As refeições que fizemos juntos... os desafios que enfrentamos... quando eu e o Tuudus te livramos daquela droga [...]Gunter... Estou tão irreconhecível assim? – Foi com estas palavras que o avanço do marinheiro parava, os dois se olhavam. – Se nem você me reconhece mais... – Mesmo não possuindo expressão, o marinheiro conseguiu senti a dor de seu amigo, ele jogava a fora a força de seus braços antes que estavam sendo usadas para socar o morto-vivo, seu rosto se retorcia em confusão e de seus olhos brotavam lagrimas salgadas. – Mas não pode ser.. – Ele olhava para o que podia ser o fantasma de Shen. - A Amanda?! A Elena?! Onde está todo mundo?! Eu os acompanhei! Acompanhei do mundo dos mortos! Ou seja lá onde eu estava. Mas eu juro! Dou toda a minha palavra que eu estava por perto, vagando por essas terras como um fantasma! Gunter, eu sei... sei de tudo...

As pernas do atirador ficavam sem forças, bambas como madeira podre, seus joelhos batiam no chão, porém seu torso estava completamente ereto encarando o que poderia ser realmente Karyo Shen. – Nã.. Não.. Não pode ser. Isso não é possível..  Você.. vo-cê morreu..! – Gotas de água desciam pelas maçãs do rosto do rapaz. – E...e... temi tanto que vocês estivessem do lado errado, poderia morrer uma segunda vez com tanta dor que sentiria em meu coração... mas vocês não me decepcionaram. Nunca me decepcionaram [...]Eu estou de volta, amigo.

Gunter não pôde fazer nada além de uivar para o alto, podia-se sentir que a alma daquele homem havia sido revigorada por um forte alivio. – Você. Vo.. VoCÊ! VOCÊ VOLTOU, KARYO! – Gunter não parava de chorar, Karyo andava até seu amigo e abaixando-se colocava o rosto do seu amigo contra seu ombro, o consolando pela demora. – Já podemos voltar aos velhos tempos?

Lançando suas mãos aos ombros esqueléticos de Karyo, ele abria espaço entre ele e seu amigo, passava uma das suas mãos enxugando as lágrimas. – Karyo.. É.. É claro, é claro que sim! – Mesmo estando próximo de Gunter depois de morto, Shen nunca mais tinha visto aquele sorriso sincero na face dele, de algum modo, seu coração se aqueceu o fazendo notar que mesmo estando naquele estado, ele podia se sentir vivo. Gunter usava dele para se levantar, ele havia perdido a compostura por alguns minutos e o esquadrão a suas costas havia assistido toda a luta e estavam pensando que ele havia perdido. – Mas como? Seu coração foi perfurado. – A reposta estava na sua cara. – Você virou um esqueleto! Como você pode estar vivo Shen?! Como assim você sabe de tudo? O que quis dizer com fantasma? Mais importante, Yumei, ela está bem, mas Utopia.. Utopia foi devastada.. Eu não pude fazer nada Shen.. Eu não pude.. – Ele mais uma vez não conseguiu retrair suas lágrimas. – Que bom que você voltou. – Mesmo relutante, seu sorriso se abria e sua face encheu-se de vida.

O esquadrão começava a se aproximar com cuidado. – Tenente GUNTER! – Gritava o sargento. – Vamos acabar com eles juntos! – Gunter virou sua face e pairando sua mão no ar, abria sua palma. – Parem imediatamente! Não se deve atacar um companheiro, não podem ver? Estão na frente do herói de Utopia, estão diante do Ceifador Branco, Karyo SHEN! – O esquadrão engolia em seco, olhavam para o esqueleto, para Gunter e depois se entreolhavam. – Isso não é um farsante esque..? – As sobrancelhas do atirador franziam. – Saúdem Shen! – Todo o esquadrão se enfileirava e batiam continência para o ceifador. – Você, informe para o QG que Karyo Shen está vivo e que iremos reerguer Utopia! Diga que estamos indo até lá. – O marinheiro encarregado das comunicações respondia. – Siim senhor! – Gunter era mais rígido com seus subordinados. – Pronto Shen, devemos voltar para o QG. Isso vai ser uma surpresa para todo mundo, só estou com medo que se assustem com sua aparência. – Soltava uma gargalhada, rever seu grande amigo mesmo em uma forma horrenda tinha revitalizado o antigo Gunter.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 5 EmptySab 04 Jan 2020, 01:35


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Colocava a minha mão em seu dorso, trazendo-o para perto de mim em um abraço apertado. O céu não me deixava mentir; havia sentido falta daquele homem e tê-lo ao meu lado era sinônimo de conforto — Eu prometo. Prometo jamais partir assim novamente - batia em suas costas para aliviar as suas lágrimas. Era o que havia aprendido; era o que fazia naquele momento em que pouco sabia como reagir. Ocasiões tão sentimentais assim não eram o meu forte e nem de longe estava habituado a elas, mas não fosse por isso que a evitaria — Estaremos juntos novamente. Para o que der e vier - recitava o bom adágio, naquelas poucas palavras que não conseguiam expressar tudo o que sentia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Onde quer, no que quer que meu coração tivesse se tornado, tinha certeza de que, agora, ele estava aliviado. Ainda não sabia a razão de ter me tornado essa arcabouço de ossos, e se tinha alguém que poderia me ajudar a descobrir, esse alguém era Gunter — Eu achei que você poderia ter a resposta que procuro. Por que me tornei isso? Por que voltei à vida?! - mais uma vez encarava as minhas mãos cadavéricas. Talvez eu nunca viesse a me acostumar com aquilo. “O que mais me dói em olhar para essa pilha de ossos é ver que as cicatrizes que ganhei nas forjas, que me lembram de meu finado pai e os dias que passei desejando ajudá-lo não estão mais aqui” - observava, lembrando de minha despedida em seu túmulo. Esperava um dia voltar lá; quem sabe o boné da marinha que deixei repousando sobre seu túmulo ainda não estivesse o protegendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar de sentir que parte de mim havia sido deixada para trás, também sentia que parte havia retornado. Sentia isso ao ver a fila de marinheiros se alinhar diante de mim. Podia supor que eram todos soldados ou, no máximo, sargentos, visto que mostravam tanto respeito a um tenente. Reconhecia que a minha patente ainda estava longe de ser o suficiente para almejar o zênite que almejava, mas me enchia de um novo vigor ao ver que tantos homens estavam dispostos a permanecer na marinha em meio ao caos que havia se instaurado em Utopia. De tal forma, olharia para o Tenente Gunter, abrindo o que considerava ser um sorriso — Estes são os seus homens? - indagava — Sei que a situação deve estar difícil. Eu acompanhei de longe algumas coisas, mas não é hora de mantê-los parados. É hora de agir. A todo momento é hora de agir. Seja parando os malfeitores, seja ajudando a reconstruir a casa dos civis. Há muito a ser feito. Não há tempo para ficar parado. Você sabe disso - olhava para Gunter, esperando uma resposta — Eu não quero ver ninguém parado daqui em diante! - exclamava aos marinheiros — Vocês devem servir ao povo com as suas vidas! Esse é o caminho de um marinheiro! - e podia falar isso sem receio de estar sendo hipócrita.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, chamaria Gunter e começaria a andar em direção ao Quartel General — Aquele é o pequeno Ryu. Ele estará sobre a minha tutela agora. Um garoto fraco, mas que acredito ter um grande coração e que precisa de força para conquistar e proteger o que ama - apontava para o mancebo que havia encontrado no cemitério — Inclusive, eu escutei uns rapazes falando que dentro dessa caixa há uma Akuma no Mi. Me lembro de ter escutado vagamente algumas histórias sobre… mas o que seria isso? - questionaria a Gunter, com certa curiosidade a respeito do dito tesouro — Encontrei ele ao sair de minha cova… Ele estava na companhia de dois garotos que judiavam dele para encontrar essa caixa que chamaram de “tesouro” - complementava, explicando a situação para Gunter — Estou um pouco cansado, peça aos seus homens que o levem à enfermaria, por favor - pedia ao meu amigo, passando os meus dedos, novamente, no local que ele havia acertado — Foram bons socos - diria, quando já estivessemos a caminho do Quartel General. Não queria falar muito sobre, pois havia dado um a menos do que ele - e não deixaria isso barato no futuro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao chegar no Quartel General, a primeira coisa que faria seria ir atrás do meu uniforme de Tenente, assim como uma nova foice, vez que tinha perdido a minha na batalha contra Arloong — Aliás, o que deu com aquele grupo de piratas? - perguntaria a Gunter, após ter me vestido apropriadamente e ter alocado as medalhas em minha veste — Há algum deles aqui na prisão? - indagaria, enquanto convocaria o meu amigo a fazer-me companhia até o arsenal do quartel, onde pegaria uma boa e afiada foice¹. “Essa deve servir como uma boa reserva, mas prefiro empunhar uma que fiz com as minhas próprias mãos” - não podia negar, era muito melhor brandir uma arma que nascera de mim; afinal, se ela era uma extensão do meu eu, não poderia ser diferente — Estou quase pronto para voltar à ativa, mas antes, tenho uma visita a fazer nas forjas. Enquanto isso, pode me preparar um relatório da situação de Utopia? Quero saber quem são as forças que se encontram na região e o panorama geral da ilha - solicitaria a Gunter; apesar de estarmos na mesma patente, sabia que ele faria a tarefa com diligência e de boa vontade, pois era algo essencial para que eu pudesse fazer algo pela ilha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal sorte, rumaria para as forjas, após me despedir brevemente do novo tenente — Em breve estaremos em campo novamente - diria ao dar as costas, já imaginando a que tipo de arma eu daria a vida. “Uma afiada e sem igual!” - me exultava.




¹ Foice que o marine tem por direito a cada level.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 25
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!; Mudança no PP - Corpo Esquelético; Broche Azul (Saga); Tesouro do Cemitério; Desvantagem - Aparência Monstruosa.
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt; Ryu; Frank & Trevor.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (28/30); Corpo decomposto (9/9)









Objetivos


Spoiler:
 
Off

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