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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 V - Caos em Utopia!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySeg 16 Set - 1:03

Relembrando a primeira mensagem :

V - Caos em Utopia!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Karyo Shen. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptyQui 17 Out - 11:01


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Mais um pouco, aguentem só mais um pouco!" - pensei, à medida que tentava estabilizar as minhas pernas, as quais já encontravam-se titubeantes pela fadiga acumulada em meu corpo. "Isso não pode demorar... mas eu não consigo acabar com isso em uma investida, preciso aguentar mais! Fazer mais!" - segurava a minha foice com força, depositando nela as minhas esperanças. "Havia-a deixado de lado quando forjei a 13's Jason, mas você nunca me deixou na mão... espero que não seja agora que o faça" - tomava nota, erguendo o olhar e sustendo-o em Arloong, a calamidade que havia caído sobre mim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não pense que sairá impune! - avançaria, sem intentar dar brecha para o pirata. As suas lâminas acopladas nas correntes podiam ser assombrosas, mas não era o suficiente para me fazer recuar. Precisava me atentar para não ser acertado, pois mais ferimentos podiam me custar a luta; fazia-se necessário preservar um mínimo de energia para a minha carta final. Assim, atentaria-me não só às lâminas quando estivessem no ar, mas aos movimentos do tritão. Tudo estava nas origens; a origem do movimento, o levantar do braço, o curvar das mãos, todas essas ações principiavam os golpes que conduziam as lâminas voadoras. Dessa forma, acreditava que conseguiria me antecipar à trajetória dos ataques, tornando a minha esquiva mais efetiva ao sair da linha desenhada pela arma. Todavia, correntes eram muito maleáveis, assim como os chicotes e uma mudança súbita no movimento  era completamente plausível, de modo que me prepararia, também, para tentar desviar de tais ofensas súbitas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, logo entrasse em curta distância, desferiria um golpe vertical descendente - ameaçando usar a técnica Sosen, a qual ele havia visto anteriormente - na expectativa que imediatamente recuasse, em razão da impressão que a técnica pudesse ter deixado. Prevendo esse movimento - ou mesmo que ele não o fizesse - continuaria com a derradeira técnica que havia aprimorado durante o combate¹, a qual aperfeiçoei após usá-la tantas vezes — SHI KAITEN KAMA! - executaria a técnica, visando o seu complexo solar, para logo conectá-la com uma investida e outros dois ataques, sendo um diagonal descendente e o útlimo ascendente, um seguido do outro, na parte superior de seu corpo. Assim, buscava cultivar a intuição e o instinto de proteger aquela área.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Meu corpo não aguentava muito mais e sabia que, após isso, não havia opção senão dar tudo de mim. Por meio desses ataques, visava criar a oportunidade para dar o desfecho naquela história. Arfante, com as pernas e braços trêmulos, mas com a cabeça erguida e os olhar determinado, esperava ter causado dano o suficiente para proceder com o meu último recurso — NÃO PERCAM O ÂNIMO! CONTINUEM A LUTAR ENQUANTO EU CONTINUAR! TEMOS UM PIRATA PARA DERROTAR, UMA MISSÃO A CUMPRIR E VIDAS A SALVAR! - gritava, mais para manter o meu corpo aquecido e estimulado do que para os outros.

HP:??%

SP: 62/116




Shi Kaiten Kama | Foice Rotativa da Morte:
 




¹ Como eu revisei a técnica durante o combate e já havia a utilizado antes, a explicação para que ela tenha ficado mais forte foi justamente ao aumento da maestria com ela, pela prática em combate.


Citação :

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Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!
Perdas: 13's Jason.

NPC's: Bando do Arloong.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (13/30); extramente fudido.









Objetivos




Spoiler:
 
Off


Takaaaaa! Obs: como a estratégia anterior foi interrompido e a técnica não chegou a ser executada, mantive o SP, nos conformes - e só altero depois do post do narrador, ao ver que foi mesmo usada.
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Takamoto Lisandro
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Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptyTer 22 Out - 18:54

Takamoto Lisandro Tenha uma boa morte.



Entre a justiça e a força para exerce-la há um espaço, a pessoas chamam esta lacuna de coragem. A garra e persistência do tenente eram louváveis, ao tremer de suas pernas suplicava em meio a agonia apenas mais um pouco de tempo, não podia parar, não podia hesitar. O pirata a sua frente sorria observando a tremedeira do marinheiro. – Com medo? – Seu deboche era claro como o dia, seus dentes afiados rangiam mostrando seu monstruoso sorriso, o tritão olhava ao redor e via seu bando aterrorizar as pessoas e se deliciava, a força dos homens peixes era tremenda. Apesar de estarem em menor número, os piratas dedicaram seus esforços para eliminar cada vez mais marinheiros, se contasse com o tempo, a vitória iria para o lado da justiça, mas se Arloong não fosse derrotado pelo capitão, todos ali correriam perigo eminente. Os amigos de Shen, os civis e a ilha sofreriam de um mal terrível. Carregando esse fardo em suas costas, o peso lhe fez sustentasse mais uma vez. Talvez a última vez.

Não pense que sairá impune! – Vociferou avançando sem medo, o pirata balançava suas adagas junto com seu corpo em um movimento circular, exigia força para rodar as adagas em 360° graus. Movimento o corpo e dando passos, lançava as lâminas diretamente até o ceifador que observava todo os movimentos do capitão pirata, não queria cair em uma armadilha, seus olhos afiados assistiram as adagas vindo em direção, desviava da primeira a adaga e defendia por reflexo a outra. Aproximava-se, porém a com a adaga defendida, ele girou sem seu próprio eixo fazendo o punhal dá uma volta pelo mesmo, Shen o ameaçava com sua técnica conhecida, o fazendo dá um pulo para trás durante a execução do ataque, aproveitava do recuo para avançar solenemente. Em seu corpo, enraizado em suas fibras e mente, se permitiu mais uma vez gritar o nome de sua técnica. - SHI KAITEN KAMA! – O braço do tritão realizava o último movimento lançando a adaga vindo do franco do rapaz, porém, a preparação já tinha sido feita, os olhos escuros de Shen se tornavam uma mancha negra e ao movimento de sua foice, dilacerava o peito do tritão, o ataque havia sido profundo fazendo Arloong cuspir sangue, o impacto do golpe tinha sido massacrante, se o mesmo sobrevivesse deixaria uma grande cicatriz. A corrente da adaga havia sido quebrada por um tiro certeiro vindo de um aliado, cravando a lâmina do pirata ao chão bem próximo do tenente, sua vida havia sido salva.

Pelo menos era isso que pensava, executando o golpe de misericórdia, mais uma vez seu corpo sentia o peso do mundo. E suas pernas não só falhavam como também tomavam no chão, seus joelhos colidiam contra o concreto e sua foice escapulia das suas mãos. O tenente havia se ajoelhado perante ao capitão pirata, os combatentes observavam o desfecho e o clima fervia e o lado dos piratas explodia em fúria e êxtase. – BOA CAPITÃO!!! – Gritava um de seus homens á Arloong, o tritão resistia ao seu ferimento e endireitava seu corpo. – Eu não só te matarei, como matarei todos os outros. – A voz dele não tinha perdido sua força. – Ele sangrava, mas aquilo não o mataria por agora. Todos os marinheiros dali não acreditavam no que viam, o seu comandante na batalha havia perdido. – KARYO!!! – Gritava o ex-marinheiro ao ver seu amigo sendo agarrado pelo tritão pelo tritão, precisava de apenas uma mão para levantar o corpo de Shen incapacitado. – Eu ainda tenho minha outra arma. – O pirata usava do corpo do tenente de escudo contra o atirador de outrora, segurando Shen como uma das mãos e na outra sua adaga, ele sorria vitorioso. – Nunca mais nos veremos. – Erguia sua adaga em um ato simbólico para desferir o último golpe. E no mesmo instante, a adaga cravada no chão era direcionada em direção ao semi-morto ceifeiro branco, o peito ferido havia tirado uma das vantagens do tritão, sua pele resistente não o salvaria mais uma vez.


Offs:
 

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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptyTer 22 Out - 20:19


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Uma picada, um ponto de sangue no braço e efeitos que nunca havia sentido antes. Só após o primeiro momento de ímpeto que percebia ter sido drogado por Unmei. Não sabia dizer quais as substâncias e seus pormenores, mas confiava na garota e, diante da situação, não podia me dar o luxo de reclamar. Sentia, entretanto, o ônus daquele efêmero animo se esvair, de forma que minhas capacidades haviam decaído ao seu ápice. Já duvidava que conseguiria lutar e a situação estaria praticamente perdida. Se eu caísse, não sabia que fim teriam os meus companheiros, mas temia pelo pior - era inevitável. Com Amanda e Kurai já machucados, continuar lutando era a minha única e terrível opção.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Terrível como fosse, aceitava-a de braços abertos. Havia assumido um compromisso com total consciência da minha responsabilidade como marinheiro e, ainda, como Tenente. A vida de meus subordinados e amigos estava em minhas mãos, sem falar na dos incontáveis civis que ainda deviam estar fugindo a esmo, perdidos na escuridão. Alguns haviam tido a lúgubre má sorte de se deparar com o bando de piratas do Arloong, morrendo cruelmente em suas mãos. Diante de tudo isso, como poderia me considerar um genuíno marinheiro, estar à par de meus sonhos, se recuasse sabendo que tanto estava em jogo? Quantos mais cairiam se eu me acovardasse? Impreterivelmente precisava continuar protegendo a todos, mesmo que o último dos meus músculos rasgasse; até que todo o meu corpo virasse apenas ossos. O sangue férreo que me foi passado continuaria a pulsar mesmo após a morte, contra todas as injustiças, se tivesse a chance.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Destarte, entre as trocas de golpe, esquivas, interferências e ajuda de meus companheiros, os quais sempre presavam por mim - e agora iria retribuí-los - e faziam de tudo para me proteger, prosseguiria vigorosamente em meu combate. Confiaria neles, como havia feito até agora, para continuar me dando cobertura, mantendo a minha decisão — COBERTURA, MAS NÃO INTERFIRAM! - gritava. Já fazia um enorme esforço para garantir que a minha voz fosse ouvida, mesmo naquele momento crucial. Podia sentir as escamas do tritão tocarem o meu pescoço, apertando-o enquanto ele me segurava no ar. Estava quase sem ar, sem energias e, se conseguisse, só me restava força para um último movimento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitando o ensejo que a droga me dava, inibindo a dor lacerante que me abalaria se não fosse por seus efeitos, compraria um tudo ou nada. Erguido no ar, deixaria-me ser sufocado um pouco mais para encurtar a distância entre o meu braço e o chão, em um ato desesperado, levando em consideração todo o peso que estava em minhas costas. Não havia espaço para erros. Um passo em falso e todos os meus esforços tornar-se-iam parte daquele lixão, completamente esquecidos e obsoletos. Destarte, só me importava em alcançar a adaga que o tritão havia deixado cair no chão e estava cravada próximo a mim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tudo dependia desse momento e, sabendo disso, deixaria que ele começasse o golpe para que abaixasse sua guarda por um curto momento. E esse curto momento era tudo que eu precisava. A minha última carta na manga já não podia ser mais usada, tornando-se obsoleta, mas um novo coringa havia surgido. Superando a dor que me rasgava a minha carne e me asfixiava, contando com toda a minha astúcia e sorte, responderia — Eu também tenho sua outra arma! - falaria ao já ter pego a adaga e estar rumando-a ao seu peito, no local onde havia aplicado o golpe anterior — Meus companheiros... ELES NÃO MORRERÃO! - cravaria a adaga ainda mais fundo, ultrapassando sua pele, sua carne e seus ossos — SEUS DIAS DE CRIME... ACABAM AQUI! - apesar dos golpes recebidos, continuaria a pressionar a adaga, até que a minha consciência se esvaísse — Os civis... continuem... levem-os para a base... a base do governo... - com as minhas últimas forças, daria a ordem. A minha última ordem.





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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptyDom 27 Out - 13:42

Takamoto Lisandro Rip



O que há depois da morte? O eterno vazio, o escuro inquietante, talvez o paraíso? Esta resposta estava vindo ao brilhar de uma lâmina para os dois combatentes. O fincar do metal ao passar pela carne tinha um som devastador, dois corações haviam se partido na sincronia de ambos movimentos fatais. O tritão de pé cuspia sangue, com seus olhos arregalados tentava compreender o que estava acontecendo, sentia por todo seu corpo uma fraqueza e em sua espinha sentiu o frio da morte. – Mas. O quê?! HUA!! – O líquido rubro manchava seus dentes e transbordava de sua boca o fazendo cair sobre seu peito azul, ele olhava para baixo encarando a realidade. Sua adaga fincada em seu peito, fintava a cara de Shen, um homem que quase não possuía mais vida, porém seu espirito o permitiu empurrar a adaga até chegar ao coração do pirata. – Vô..cê.. – Ainda segurando o marinheiro, tentava de tudo para ficar de pé, mas suas pernas tremiam e seus joelhos cederam, a cena mudava, agora era o capitão que estava ajoelhado agarrando o pescoço do tenente.

Todos gritavam, todos os companheiros de Karyo ecoavam suas vozes com toda a força contagiando coragem. A euforia poderia ser sentida pelo tenente, se o mesmo ainda tivesse todos os seus cincos sentidos em perfeição. Seus olhos pesavam, mesmo abertos não conseguia enxergar quase nada além das trevas engolindo a cara feia de Arloong. Sua audição estava confusa, ouvia sons ecoantes e distorcidos, nenhum tomavam uma forma que o mesmo pudesse entende, quando solto pela mão fraca do tritão, mal sentiu dor ao cair de costas, não sentiu o calor do pavimento. Em sua boca havia um sabor amargo de ferro, seu nariz estava entupido por alguma razão. Já estava indo do mal para o pior, porém sentia mais uma vez um calor intenso, sua cabeça era inclinada e duas mãos tiravam os fios negros de cabelo de seus olhos. – Vai ficar tudo bem.. – Podia sentir as lágrimas caindo sobre seu rosto, a atiradora não conseguia reter seu choro.

A batalhava chegava ao fim com a vitória dos homens da justiça e com uma perda inestimável para a marinha. O corpo de Shen havia sido pego por seu grande amigo Karyu que manteve sua cara fechada e Gunter que em uma expressão de raiva e tristeza não pode olhar diretamente para seu tenente. Colocaram o rapaz em uma parede mais próxima deixando que o Shen descansasse, por mais que seu coração não batesse mais, ainda sentia e via tudo que estivesse próximo dele. – O ceifador branco.. Morreu? – Perguntava um soldado próximo. Gunter assentiu com sua cabeça. – O maldito não podia apenas se contentar e ficar parado? Olhe aonde a sua justiça te deixou Shen. – Dizia repleto de culpa e raiva. – Não era para ser ele. – Socava a parede com força, o pirata saia perto antes que desabasse.

O último suspiro de Shen foi dado minutos antes, mas por alguma razão, ele se sentia vivo, porém não se via em primeira pessoa mais e sim em terceira, podia assistir tudo como se estivesse de pé bem ao lado de seus companheiros. – Ele protegeu a todos e deu a sua vida para salvar quem ama. Viveu em nome da justiça e morreu como herói, o ceifador branco ainda vive. E vai continuar a viver, todos que presenciaram e ouvirão seus feitos carregarão a vida de Karyo Shen em seus corações. Uma pessoa só morre verdadeiramente quando é esquecida, e Karyo Shen, o Ceifador Branco. Ele nunca será esquecido!


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySeg 28 Out - 19:45


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Senti meus olhos pesarem e a minha visão escurecer. A cidade ao fundo já não existia mais; a escuridão avançava da periferia para o centro, cobrindo cada vez mais o rosto de Arloong. "Então essa será a última coisa que verei..." - o rosto do homem-peixe estava profundamente gravado em minha mente e levá-lo-ia para o túmulo comigo, tanto a impressão de sua imagem como a sua carne. "Ao menos... ao menos eu consegui defender os meus companheiros" - aqueles meus últimos pensamentos davam-me a impressão de uma profunda amargura. Sempre achei que se morresse cumprindo o meu dever, morreria contente. Por que não me sentia assim?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Faltava-me algo e a sensação de incompletude era aterradora. Podia escutar com clareza o meu coração pulsar fraco; na verdade, era a única coisa que conseguia escutar no momento. Era como se estivesse imerso em um vão escuro, frio e solitário, no qual o meu batimento ecoava por todos os lugares. E, para a minha surpresa, eram batimentos de desespero. Por que tinha que partir tão cedo? Não havia trilhado metade do caminho que almejava trilhar. Não havia feito metade das coisas que desejava fazer. Não havia cumprido a promessa que fiz ao meu finado pai. Não... não queria morrer. "Mas é assim que as coisas acabam..." - pensei, terrivelmente infeliz. "Ah, se eu tivesse apenas um pouco mais de tempo! Uma segunda chance! Uma... uma nova vida..." - me lamentava. Tudo que eu queria agora era continuar... continuar a existir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Como será que estão os meus companheiros? Eles conseguiram vencer as suas lutas?" - me indagava, preocupado. Ainda que houvessem abatido o líder, não sabia do restante da situação. "Ainda estou morrendo?" - me questionava, pois evidentemente podia ouvir a minha própria voz em minha cabeça. "Amanda está cuidando de mim?" - ponderava, considerando que podia ter sido salvo. "Não. Certamente eu morri, não tem como me recuperar daqueles ferimentos... mas do que eles estão falando?!" - estranhamente conseguia escutar os meus colegas comentando sobre mim. "Ceifador Branco? Esse sou eu?" - não conseguia entender nada do que estava acontecendo. Nada. "Esse é o Kurai? Com certeza é o Kurai. O que ele está falando da minha justiça? A justiça dele o fez ser um desertor! E ele está completamente certo - continuava a pensar, não me habituando àquilo, aproveitando os meus últimos momentos de clareza.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alguns momentos depois, continuava a escutá-los. "Ainda não morri?" - começava a estranhar. Essa insólita situação era bizarra demais para eu compreender. Como podia escutar e, além disso, pensar?! O que diabos estava acontecendo comigo?! Senti outra sensação insólita, essa era como se eu tivesse um rabo de peixe¹. Comecei a balançá-lo e... "O QUE?!" - olhei para baixo e o meu corpo estava encostado em uma parede, com o sangue formando uma poça no chão. "Aquele claramente sou eu. E aqueles claramente são eles" - olhei para os lados, confirmando que os meus companheiros, de fato, estavam ali. Se eu tivesse um queixo, estaria coçando-o nesse exato momento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"Vou me aproximar" - bateria a cauda de peixe, me aproximando de Gunter — Gunter! Ei, gunter! - chamaria o seu nome — Gunter? Alô, Gunter! - me aproximaria, gritando fantasmagoricamente - saindo som ou não - ao seu ouvido. "Ele definitivamente está surdo" - passaria por dentro dele e me aproximaria de Amanda, da mesma forma — Amanda! Amanda! - chamava a minha companheira de naufrágio. "Está moca" - concluía. Se pudesse suspirar, suspiraria. "Só me resta acompanhá-los, se não podem me ouvir. É assim que é a morte? Você vira um fantasma e segue os seus familiares e amigos? Não pode ser, eu não vejo outros fantasmas em volta, vejo?" - olharia para os lados, em busca de outros fantasmas ou seres estranhos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ei, o meu corpo! Vocês não vão deixá-lo ai, vão?! E os civis! Os civis! Não se esqueçam de guiá-los até a base do governo, não deixem de lado seus deveres! É a nossa missão! Deem as suas vidas por eles, se preciso! - mesmo na morte, continuava a atormentá-los com a minha justiça, minhas falas sobre dever e tudo mais - e os seguiria até que houvessem completo o nosso dever, fiscalizando-os tanto em vida como na morte. Continuava sendo o mesmo marinheiro; talvez não mais o Ceifador Branco como conheciam, mas, ainda, Karyo Shen.




¹ O rabo de peixe é parte da alma, a qual ele consegue se mover pensando em um rabo de peixe, batendo ele para um lado e para o outro e, consequentemente, movendo o seu corpo astral (?!).






Citação :

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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySab 2 Nov - 13:18

Takamoto Lisandro Mina Terrestre



Sabe.. Mesmo vendo ele com essa adaga fincada no peito. Não só parece que está dormindo? – Gunter não podia deixar de derramar lágrimas, ele já não tinha mais forças para segurar seu choro. – Ainda sinto que ele está aqui.. Não é estranho?! – Passava o antebraço enxugando seu rosto, Kurai se mantinha distante, já não era mais um marinheiro e mesmo tendo um relacionamento próximo com Shen e os demais, ele pensara que não tinha o direito de compartilhar o mesmo luto que os demais, afinal, ele tinha desertado e deixado de ser um companheiro de Shen. O pirata embriagado de tristeza e raiva se mantinha calado, observando os marinheiros se amontoarem ao redor do corpo de seu tenente agradecendo pelos seus atos heroicos e pela força que havia demonstrado, a morte do ceifador branco não foi em vão, salvou civis e tornou possível a vitória sem demais baixas.

Ainda chorando, Gunter continua com suas palavras. – Até sinto que nessas horas ele estaria chamando meu nome. – E realmente o fantasma de Shen não parava quieto. – Vamos leva-lo para o QG G-18, devemos fazer um bom funeral. – Dizia Unmei, mas Elena se aproximava do corpo, sua expressão era serena. – Só um momento. – Se aproximava do cadáver de Karyo, de joelhos se aproximava do rosto do rapaz e com um sorriso tirava os fios de cabelos da face tranquila do morto. – Você nunca mudou seu jeito de ser Karyo, mesmo sofrendo continuou lutando, foi isto que me fez sempre gostar de você. – Seu sorriso calmo ruía quando as lagrimas desciam de seu queixo e caiam sobre o rosto do falecido. Eles precisaram de alguns minutos para se recompor e finalmente iniciar a locomoção até o QG-18, Gunter e Unmei ficaram encarregados de finalizar a missão e evacuar os civis até o Elena ficou com ao lado de Shen. O primeiro a fazer ela cumprir a missão e graças ao sacrifício do tenente tudo foi possível.

Ao chegar na base do governo, os marinheiros se aprontavam para ajudar a controlar a situação em Utopia. Se reunindo em uma sala, Gunter e Unmei discutiam sobre os planos enquanto Elena ficava a sós em um quarto reservado para a proteção do corpo do falecido, a loucura em Utopia ainda acontecia, Kurai havia sumido e deixado o grupo. – O que devemos fazer sem você Shen?


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySab 2 Nov - 14:44


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não podia acreditar, muito mais me acostumar com aquela estranha sensação de estar flutuando, longe dos olhos de todos - ainda que meu corpo estivesse ali - e sem que minha voz os alcançasse — Sim! Sim! Eu estou aqui! Bem aqui ao seu Gunter! Gunter! - inutilmente tentaria chamá-lo mais uma vez, rodeando-o de um lado para o outro de sua cabeça. "É. Não tem jeito" - balançaria a minha cauda de peixe e atravessaria as paredes das casas, em busca de um espelho. "Será que consigo me ver nessa situação? Como será um espírito? A minha alma?" - indagava, à medida que procurava o objeto, de vereda em vereda, parede após parede, de vidro quebrado em vidro quebrado, precisava me certificar de que aquilo estava mesmo acontecendo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Para a minha surpresa, a súbita chegada de Elena havia aquecido o meu coração - se eu tivesse um! - e, ao mesmo tempo, me colocado em profunda depressão — Elena! Elena! V-você... e-eu... eu também gostava de você - soturnamente dizia, olhando para o chão. Letargicamente me aproximaria dela, rondando-a — Você sempre será a minha luz! E eu sempre serei a sua espada! - ditava fortes palavras, as quais, agora, no entanto, não tinham mais tanto sentido — Eu... eu queria estar vivo para poder te contar - aqueles profundos sentimentos contidos pesavam mais em mim do que qualquer coisa que havia sentido em vida — Talvez... - não sabia mais como formular os meus pensamentos, e não era por minha consciência finalmente estar ser esvaindo — Mas... mas mesmo na morte, eu estarei ao seu lado, sempre orando por ti - estaria chorando, se tivesse olhos; não tinha dúvidas que meu peito estaria doendo, sem ar, nesta terrível experiência lúgubre.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao menos me certificaria de que eles cumpririam a missão, pois só assim poderia descansar em meu leito de morte em paz. "O que vocês estão fazendo? Não foi isso que eu ensinei! Não fiquem tão cabisbaixos só porque eu morri, levantem a moral dos civis! Deem esperança para essa população flagelada!" - me irritaria, uma vez que eles estivessem displicentes demais lamentando a minha partida ao outro mundo. "Pensando bem... ainda me encontro nesse mundo" - concluía, tão confuso como poderia estar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo chegávamos ao Quartel General de Utopia, o que me deu algum alívio. "Eles foram bem sucedidos com a missão, ao menos... ao menos o meu sacrifício não foi em vão" - mesmo morto, podia sentir uma amargura e tristeza tomarem conta de mim, enquanto visualizava tudo à distância, sem que pudesse ser percebido. "Se o meu destino é esse, me basta aceitá-lo" - a morte era inevitável e, por mais que eu quisesse me opor a ela, a mãe natureza era implacável, de forma que não havia a possibilidade de uma segunda chance, por mais intenso que fosse o meu desejo. "Droga! Droga! Por que tão fraco?! Se ao menos eu tivesse mais poder... mais... mais força" - praguejava. Como um espírito, não duvidava que fosse capaz de soltar uma maldição em alguém com as minhas lamentações, então logo parei.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa forma, completamente desolado, me aproximaria de Gunter e da pequena Unmei para escutar os seus planos. "O que será que eles estão pensando? Gunter, você precisa mesmo é ir para o hospital!" - gritava com ele, como se adiantasse. Só então percebia o que havia acontecido de mais tenebroso — KURAI! ONDE ESTÁ VOCÊ?! KURAI! - dispararia para todos os lados, ultrapassando tudo que estivesse à minha frente. "Maldição! Ele fugiu! E deixou a pequena Unmei sobre nossa responsabilidade! Ela precisará de um novo nome e uma nova identidade, não podemos deixar ninguém descobrir que ela é a filha legítima de Elena Eisenberg, senão...¹" - já temia pelo pior. Todavia, confiava em Amanda e Gunter para lidar com a situação. Unmei, apesar de criança, já era uma médica excepcional e com certeza tinha muito a acrescentar na marinha. "Como o destino é engraçado... a filha da Tenente que revirou Lvneel de cabeça para baixo com seu esquema de corrupção, orquestrado por um vil Dragão Celestial... tudo para proteger essa garota, que agora volta à casas que sempre acolheu sua mãe antes da tragédia recair sobre ela" - refletia, vislumbrando a trágica ironia que era tudo aquilo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproximaria-me dela, pensando que, agora, tinha ainda mais um motivo para querer continuar vivendo. "Unmei... eu entendo o Kurai... de toda forma, você é caçada pela marinha, mas... se a dermos como morta você terá uma nova chance, e essa melhor chance é sob as narinas de seus protetores e, também, carrascos" - ponderava, enquanto voltava a prestar atenção no que os meus companheiros estavam tramando — Pois cresça, Unmei! Cresça! Traga ao mundo a justiça que a sua mãe desejou e não pode dar, e também não pode ter! - me animava. Tinha certeza que, sob a tutela daqueles que andaram ao meu lado, ela cresceria como uma tremenda força na marinha.



¹ A trama envolvendo Elena Eisenberg veio dessa [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], na qual ela era uma Tenente da marinha em Lvneel, a qual foi treinada pelo pai de Kurai Hoshiken (o ex-marinheiro que desertou, amigo de Karyo), dona de uma forte justiça, mas que o seu caminho cruzou a de um Tenryuubito, o qual matou seu marido e fez dela e sua filha escravas. Para proteger sua criança, Unmei Eisenberg, ela fez as coisas podres que se pode imaginar e tinha um enorme esquema de corrupção e tráfico de drogas em Lvneel. Todavia, Karyo e Gunter descobriram a presepada e, junto dos aliados do Governo e da marinha eliminaram ela. Quando a história toda veio à tona, Kurai foi salvar Unmei do Tenryuubito, resgatando-a e sendo expulso da marinha, razão pela qual virou pirata, por tabela.





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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptyQui 7 Nov - 23:34

Takamoto Lisandro Hora de começar o plot



A sós com Elena, a pobre alma do marinheiro pode apenas contemplar sua luz observando o rosto de frio do falecido. – Sinto muito por não estar aqui. – Disse relutante. – Você deu seu melhor não foi? – Uma pergunta vazia, ela sabia que não teria uma resposta. – Esse seu rosto sério, até mesmo morto, você continua o mesmo. – Tentava afastar a tristeza com uma pequena piada, conteve suas lágrimas. – Vamos resolver a situação de Utopia e lhe dá um bom funeral, eu devo isso a você pelo menos.. Queria que nosso reencontro fosse diferente. – A sala era escura, a marinheira estava cabisbaixa olhando para a face sem vida de Karyo, enquanto a alma se lamentava, sentia vontade de rever seu amigo pirata, atravessando paredes com facilidade em sua forma fantasmagórica, pode passar pelos portões da base de Utopia e não muito longe, um homem encostado em uma parede observando a movimentação do quartel. Tomando um gole de uma garrafa retangular, passava a mãos nos beiços exprimindo uma cara azeda. – Não sei se devo deixar Unmei.. Mas ela pode ter uma nova vida dada pelos companheiros dele, eles devem ajuda-la, afinal, Karyo sempre foi bom em reunir as pessoas certas.

Tragava mais um gole finalizando sua bebida e guardando a garrafa metálica em seu bolso. – Eles devem protege-la. – Falando sozinho em um tom sombrio perdido em seus próprios pensamentos, Kurai quase embriagado caia em seus próprios devaneios pensando alto. – Só não sei se posso deixar ela assim, uma das últimas promessas que fiz a ele foi de dá uma chance a pequena menina de crescer e ter uma vida normal. Não sei o que fazer Karyo, sempre fui o de ir pela emoção, tenho que decidi até o funeral dele. – Concluiu ao dá um passo e perder seu equilíbrio tascando o queixo no chão, se levantou devagar e caminhou até uma hotelaria velha. – Você morre herói ou vive o bastante para se tornar o vilão.. Idiota, devia ter se tornado o vilão.

A alma retornava para o quartel e ia em direção a Unmei, Gunter estava ao seu lado tentando anima-la. – Tudo vai ficar bem. Tenho certeza que ele não gostaria de ver ninguém triste, mas cumprindo seu dever. – Sorriu. – Quando vai ser o funeral? – Perguntou Unmei com os olhos vermelhos. – Depois de resolver a bagunça por aqui, graças a ele, estamos ganhando. Mais algumas semanas e tudo estará resolvido. – Ela olhava para Gunter com esperanças. – Unmei, já que ele não está mais aqui, o manto de te proteger passa para mim. É o que eu acho, tenho uma ideia que vai te ajudar, mas antes tenho ajudar a trazer paz a Utopia. – Se abaixava e de joelhos segurava a mão da jovem. – Prometa que ficará aqui, ninguém vai mexer com você. Me dê apenas tempo. – E com o balançar da cabeça da menina, o marinheiro suspirava aliviado. – Hora de começar o trabalho. – Suas costas pareciam mais largas, como se estivesse carregando mais peso, os pesos deixados pelo seu grande e amigo tenente.

O tempo acelerava, as semanas se passavam e a paz retornava ao eixo, Utopia podia descansar relaxada. Foi marcado o dia do funeral dos marinheiros e do Ceifador Branco que perderam suas vidas lutando pela justiça, seria uma cerimônia pública com entrada aberta ao povo, o quartel tinha uma decoração fúnebre e no grande pátio diversos caixões abertos com os nobres cadáveres enfeitados e bem apresentados, mal pareciam que estavam mortos, existiria alguém com uma akuma no mi que paralisasse a necrose? Pelo menos era o que alguns se perguntavam, entre o público um senhor que o fantasma conhecia Kurai estava disfarçado entre os civis. No centro do pátio existia fotos dos falecidos e uma grande moldura no centro com a imagem do tenente, uma mesa a frente com um den den mushi acoplado com um alto falante. A capitã Katt Knockout inicia seu discurso, ele trajava de modo formal saindo um pouco de seu estilo, porém não deixava de estar ao lado de seu companheiro Mr.Juba, um grande leão, ele estava calmo e apreciando sua dona falar. – Hoje não é um dia triste, não meus senhores, hoje é o dia que homenagearemos aqueles que deram suas vidas em nome da paz e proteção do povo. Os heróis da justiça! – Incitando o público com palavras encorajadoras, começou a dizer cada nome dos marinheiros que perderam suas vidas, por último citou o nome de Shen. Deixou o altar com uma salva de palmas aos falecidos e deixou a vaga aberta para aqueles que tiverem o interesse de falar mais um pouco sobre os falecidos.


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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySex 8 Nov - 12:57


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O momento no qual havia recebido a notícia de Elena havia me abalado por completo. Não poderia vislumbrar um bom romance que acabasse de maneira mais torturante que esse. Amava-a e havia jurado ser a sua espada, protegê-la para todos os fins; servi-lá sempre que necessário. Mesmo após a dissolução da Divine Tools, da qual ela era a líder, a minha promessa permanecera intacta. "A verdade é que fui eu que precisava da sua proteção. Sempre precisei" - pensava, de espírito murcho — O nosso reencontro... se não for em vida, será na morte, mas ainda há de acontecer. Vagarei por quanto tempo for necessário para te encontrar" - me consolava com a ínfima e longínqua possibilidade. "Ah... se ao menos eu pudesse voltar à vida... mesmo que só por um instante" - desejava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Longe dali, encontrando Kurai e lidando com mais uma das minhas preocupações - as quais me perseguiam mesmo após a morte - insanáveis, vislumbrava o quão abalado o meu amigo encontrava-se — Kurai! Você foi um ótimo companheiro, disso não tenho dúvidas, mas... largue essa bebida agora! Essa bebedeira não faz o seu estilo e tampouco faz jus a pessoa que és! - dava um sermão, rondando de um lado para o outro com o meu espírito fantasmagórico — Sobre Unmei... tenho certeza que ela crescerá bem aqui na marinha. Ela crescerá forte e, caso deseje, poderá se aposentar cedo, levando uma vida normal - comentava, agora vendo o meu antigo companheiro cambaleante — Ah, Kurai... não se renda. Não se renda, ainda - dizia, ao vê-lo cair no chão naquele estado decrépito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao quartel, ao menos um dos meus problemas parecia se encaixar. "Gunter aprendeu bem... tenho certeza que no futuro ele fará um papel essencial no crescimento de Unmei, os dois são geniais, afinal - ponderava — Você também cresceu bastante, Gunter - observava as suas costas, de forma a contemplar o desenvolvimento e relembrar todos os momentos os quais havíamos passado juntos; todas as dificuldades que havíamos superado, desde sequestros à naufrágios, de traições a promessas cumpridas; de vida à morte.

[...]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O tempo fez o seu trabalho em Utopia e a ilha foi pacificada. Infelizmente não pude participar tão efetivamente como desejada, mas tinha a confiança necessária em meus companheiros de que eles conseguiriam cumprir os seus deveres com diligência. "O que importa, no final das contas, é quantas vidas são salvas e quantas foram poupadas" - tomava nota, à medida que vagava a ermo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Pelo que pude apurar, o meu funeral e dos marinheiros que faleceram em desempenho de suas funções seria em breve. "Será que é isso que falta para a minha alma descansar em paz? Após os ritos funerários, alguém pode enfim repousar em seu leito de morte" - rememorava as tradições, agora acreditando que eram reais. Todavia, ainda restava uma questão a ser explorada. "Ainda assim, não vi nenhum espírito por aqui? Por que apenas eu?" - questionava, sem saber a resposta - a qual provavelmente nunca teria. "Será que, de todos os mortos, apenas eu tinha tantos ressentimentos que não pude ser levado ao céu? Estou fadado a vagar eternamente pela terra até que as minhas mágoas sejam superadas?" - buscava uma resposta, sem obter os desejados resultados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, rumaria até o meu funeral e, estando nele, passaria pela multidão, observando quem havia vindo prestigiar o meu enterro. "Ora, ora, se não é o velho Kurai... corajoso e destemido, espero que não seja descoberto..." - temia que alguém enxergasse por trás do disfarce do meu amigo - o qual eu poderia reconhecer em qualquer lugar! - e trouxesse-o um grande problema; porém, no fundo, estava contente que ele corria os riscos apenas para se despedir de mim. "Bem, eu faria o mesmo por ele..." - concluía. Ao passo que vagava por aí, a Capitã Katt, figura que conhecia agora, discursava, de modo que tentaria me atentar aos nomes preferidos, esperando que não houvesse mais nenhum conhecido naquela lista.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não podia negar, mas estava ansioso para os discursos e curioso sobre o que os meus companheiros teriam a falar de mim, se é que teriam a coragem de subir ao altar e discursar frente a todos — Vamos! Eu mereço ao menos isso! - incentivaria-os, mesmo que não pudessem ouvir, passando rapidamente por entre eles — Subam! Coragem! Vocês são marinheiros ou o quê?! - resmungaria pela demora, aguardando até que o primeiro deles desse o primeiro passo.







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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySex 15 Nov - 23:26

Takamoto Lisandro Karaca



Uma semana antes do velório, em uma parte suja de Utopia.

Você não precisa fazer isso, tem outro jeito. – Dizia Gunter em um beco escuro em plena madrugada, sua voz ecoava pelos cantos escuros e sujos da cidade. – Fale baixo. – Falou o outro homem olhando para os lados observando os arredores. – Não faça barulho desnecessário. Tem infiltrados tentando acha-la, o maldito ainda não largou o osso, ela corre perigo e no dia que for descoberta... Será o fim ou alguém terá que ter o mesmo fim que tive. – Retirando o capuz, a face amarga de Kurai era revelada. – Shen não deixaria que você fizesse isso! – Sua voz continuava indignada, mas mantinha o volume baixo. – Realmente... Mas ele não está aqui.. Não mais. – A expressão remoída do marinheiro era angustiante. – Se você fizer isto, não vai ter perdão, não terá volta.. Será caçado para sempre, todo o mundo vai querer acabar contigo, vai ser como antes. – Relutando e buscando soluções, o marinheiro erguia o punho com raiva. A palma do pirata baixava o braço do rapaz. – Eu nunca tive intensão de voltar. – Kurai assentia e acalmava o coração de Gunter que saia do beco terminando a discussão concordando com o plano do pirata. Kurai esperava até a saída do marinheiro da ruela para desferir sua última frase da noite. – Esteja preparado para me matar.

Tempo atual, no velório.

Bem... não queria ser o primeiro a falar, mas...há algumas coisas que quero falar a respeito do Karyo. A começar pelo dia em que ele subiu no mastro e me encontrou lendo um livro enquanto eu deveria estar observando o horizonte... Ele reclamou comigo e a partir daí comecei a ser mais diligente em serviço. Mesmo tendo me dado um sermão, nos tornamos amigos... Posso dizer com firmeza que ele foi o melhor amigo que eu poderia ter, ele atravessou uma ilha para me salvar, mas não tenho dúvidas que ele atravessaria um mar inteiro para fazê-lo. Hoje... hoje eu gostaria de retribuir o favor, gostaria de retribuí-lo pelas tantas vezes que me ajudou, infelizmente... Mas o meu débito será pago e o seu legado herdado! Jamais deixarei que a imagem de meu nobre amigo seja manchada e darei continuidade ao seu maior sonho: um mundo justo! É por isso que continuarei lutando. Obrigado por tudo... amigo. – Estas eram as palavras ditas por Gunter que segurava bem o choro e saia do altar deixando mais uma vez o espaço vago, este por sua vez era ocupado por Amanda.

Bem... eu era a subordinada dele, ainda que fosse mais forte. A primeira vez que conheci Karyo, estava em uma enrascada quase sem esperanças, mas uma mão se estendeu em minha direção. Mesmo contra todo o bom senso, Karyo veio me salvar sabendo que poderia morrer. Nisso, estávamos a caminho de Wonderful Land, quando ficamos à deriva, juntos, em um bote, por três semanas até que fossemos resgatados. Durante esse tempo, mesmo não sendo o mais inteligente, Karyo nunca se deixou abalar. Havia nele a responsabilidade de um grande homem da marinha, mesmo sendo apenas um Sargento na época. Ele não demonstrava fraqueza, ele foi e continuará sendo um porto seguro, mesmo lhe faltando muitas coisas, nunca lhe faltou um coração. É o que tenho a dizer. Obrigado a todos. – Assim como Gunter, a marinheira foi aplaudida, outra vez o espaço estava vago e o pirata se aproximava cada vez mais do altar e não estava mais sozinho, com ele uma moça com óculos escuros pelo menos era o que aparentava. – Ei, ei! Eu posso falar algumas palavras? Eu minha filha fomos salvos pelo tenente, gostaria de expressar meus sentimentos. Por favor! – O público não podia entrar naquela área. – Senhor, desculpe, mas por motivos de segurança apenas funcionários do governo podem entrar nesta área. – Dizia um dos marines fazendo um cerco ao redor do altar, a capitã Katt notava a movimentação, porém não fazia nenhum movimento. – Por favor! Minha filha foi salva por ele, só queremos agradecer! – Repetia Kurai e seu bigode falso. – A capitão se movimentava em direção ao civil, porém era parada por Gunter. – Podemos deixá-los subir? Seria o que Karyo queria, um mundo justo. – Sem falar, Katt apenas chamava os civis com o simples gesto com a mão e dava consentimento para o guarda sair do meio. – Obrigado! Muito obrigado! Será rápido!

De forma apressada, o homem e a garota estavam de frente para o público e de trás de grandes nomes da marinha. – Vejamos.. O que eu posso dizer deste homem.. Sinto que o conheço a tanto tempo, parece um marinheiro forte e determinado pleno de suas próprias convicções, um verdadeiro homem da lei e ordem. Sinto acima de tudo respeito! Pena que teve que se sacrificar durante o caos que ocorria... É... Você é realmente um idiota Karyo Shen! – Todas as pessoas não podiam acreditar nas últimas falácias ditas pelo homem que retirava seu disfarce se revelando, junto dele Unmei também tinha seu disfarce retirado. – Estou aqui hoje para revelar o grande segredo da marinha, esta garota, Unmei Eisenberg! Filha da tenente Elena Eisenberg! – Em velocidade máxima os marinheiros iam até o pirata, porém eram parados com sua principal ameaça. Em volta de seu corpo, dinamites acopladas ao seu redor e em suas mãos o detonador. – Não se aproximem se não quiserem se matar ou matar a todos aqui, tenho o bastante para destruir metade deste QG. – A fúria nos rostos de cada marinheiro esquentava o clima. – Ninguém se mexe! – Gritava o pirata para o público apavorado. – Façam o que esse maldito diz! Não se mexam – Falou Amanda, a capitã olhava para seu parceiro felino e se aproximando cochichava em seus ouvidos.

Esta garota teve sua vida acabada pelo governo e marinha, foi a este sistema falho de justiça que a mãe dela morreu e ela é considerada uma criminosa. Vou acabar com tudo hoje! – Ele se virava para os marinheiros com um sorriso no rosto e apenas agitando seus lábios todos que sabiam do plano escutaram suas palavras. – É a hora. – A capita Katt gritava para todos os marinheiros dali. – As dinamites são falsas, capturem ou matem, cuidado com os civis! – Era uma ordem, o seu bichano não havia farejado nada de estranho vindo do pirata mesmo quando estava disfarçado, o raciocínio lógico da capitã foi o que impulsionou o restante do plano. Amanda puxou de sua cintura um revolver e estando a queima roupa de Kurai efetuou um disparo que assustou toda a população. – Não! – Unmei se metia no meio do projetil sendo atingida instantaneamente. – Kurai pegava o corpo da garota em seus braços rapidamente, de suas mãos sangue escorria e a roupa de Unmei estava vermelha diferente do tom branco que trajava. – Vocês vão pagar! Eu vou destruir o governo! Acabarei com todos vocês!!! – Gritava se jogando entre os civis e sendo perseguido pelos marinheiros, o funeral se tornava um lugar de gritos e pavor.

Se aproximando da garota, Amanda olhava para sua superior e concluía. – Morta. – Katt olhava para Gunter rispidamente. – Quero bater um papo com você mais tarde. Agora.. QUERO O MALDITO PIRATA PRESO! Todos aqui, terminem o enterro e cuidem do restante até minha volta. Ele não deve ir muito longe, vamos Mr.Juba. – Montava no seu leão e se direcionava ao caminho de Kurai. O corpo de Unmei era recolhido e direcionado ao necrotério, lá estava Elena fazendo o reconhecimento do corpo. Saindo de lá, retirou um den den mushi preto. – Alvo morto. – A voz masculina que a respondia estava triste e ao mesmo tempo alegre. – Entendo. Fim da missão. Porém temos uma nova, o pirata Kurai desafiou o mundo, dá um fim nele é o nosso dever. – Elena olhou para trás sentindo alguém a observando. - ... Entendido. – Guardava o den den mushi, o corpo de Karyo Shen ainda não tinha sido enterrado, graças a ação do terrorista, ele teve seu corpo enterrado no cemitério da cidade com uma lápide dizendo "Karyo Shen, Ceifador Branco. Grande marinheiro e herói de Utopia".


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Última edição por Takamoto Lisandro em Seg 18 Nov - 22:11, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: V - Caos em Utopia!   V - Caos em Utopia! - Página 3 EmptySab 16 Nov - 1:33


Karyo Shen

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O momento pelo qual eu ansiava chegava e, passo a passo, Gunter subia nos degraus. "Depois de todo esse tempos juntos... o que será que ele tem a dizer sobre mim?" - indagava; de certa forma, ansioso. Flutuava de cá para lá, de lá para cá, esperando o início de seu pronunciamento. "Espero que minha morte não lhe tenha deixado ressentimentos pendentes" - era o meu maior temor. Entretanto, tão logo Gunter começava a discursar, o meu espírito decaído se tranquilizava e, pouco a pouco, eu parava de me agitar, apenas adejando no ar. "Você... você é realmente um amigo. Um honrável e fiel amigo - flutuava lentamente em sua direção, acompanhando-o lado a lado, como sempre estivemos desde que nos conhecemos. Era a forma de lidar com o remorso que eu sentia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seguida, veio Amanda, a qual conheci em nosso naufrágio rumo à Wonderful Land. Uma mulher forte e independente, repleta de conhecimentos, os quais foram essenciais em nossa sobrevivência e, apesar de ser a minha subordinada, o seu poder estava aquém do meu quando era vivo. "Mas não precisa colocar as coisas dessa maneira nesse momento..." - me lastimava pela forma rude com a qual ela se colocava. Era sempre assim. Mesmo sendo o seu superior, ela sempre caçoava de minhas lacunas. E eu sentia falta disso. "Amanda..." - o final de seu discurso poderia me fazer chorar. Sabia disso, pois sentia um imenso vazio em mim. A morte havia-me negado até mesmo as simples formas de expressar o que sentia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não acreditava que mais alguém fosse se pronunciar, sendo pego desprevenido quando um civil insistiu em tomar a voz no palco. "Eu os salvei?" - de fato, havia salvo alguns civis das garras de Arloong, apesar de ter perdido a vida no processo. Todavia, não lembrava de seus rostos, pelo véu da noite ter sido o plano de fundo do meu leito de morte. De toda forma, sempre seguia o lema "fazer o bem sem olhar a quem", tal como havia sido ensinado por meu finado pai. Meu pai que um di-!! "KURAI?!" - voei rapidamente em sua direção. "QUE ESTUPIDEZ VOCÊ ACHA QUE ESTÁ FAZENDO?!" - esvoaçava ao redor freneticamente. Como eu queria que ele pudesse me escutar para impedir essa idiotice! "Idiota! Idiota! Pare já com isso! - meus gritos desesperados não podiam ser ouvidos senão por mim. ""KURAI, PARE ANTES QUE VÔ-" - e a cena passou em câmera lenta como um filme. O projétil fez o seu caminho até Unmei, a qual cedeu ao chão e, instantes depois, estava com uma poça de sangue a se formar ao redor de seu corpo. "N-não... Não..." - me aproximava vagarosamente, com cuidado, como se não quisesse acordar uma criança. "U-unmei..." - volvi os olhos, em busca de quem havia feito o disparo. A situação era ainda mais devastadora.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]"A-amanda?!" - não sabia sequer o que pensar. O mundo parecia ruir. Tudo que havia construído até então desabava bem à frente de meus olhos. E eu, impotente, nada podia fazer. Nada. "G-g-gu" - balbuciava algumas palavras incompreensíveis e meu espírito murchava, levando-me até o chão, onde me encontrava completamente desolado. Kurai corria da marinha, enquanto Amanda ficava ali, parada, após aquela horrível traição. Mesmo na morte, as minhas costas conseguiam ser apunhaladas. "Como pode me trair assim?! Como pode trair os seus companheiros assim?!" - gritava inutilmente para a marinheira. "Como podem fazer isso?! Era uma criança! Uma criança!" - vociferava para todos os lados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não fosse o suficiente, via Elena se aproximar com um semblante gélido. E suas palavras atravessaram o plano entre os dois mundos e me cortaram a alma. "Missão cumprida" - pensei, junto à sua fala. Se tivesse um corpo, nesse momento, ele cairia no chão, sem forças, tal como o meu espírito esmaecia. Se havia um momento em que eu não fazia mais questão de viver, esse era o momento.

Citação :

Nome do Player: Karyo Shen
Nº de Posts: 15
Vantagens: Liderança; Adaptador; Voz Encantadora; Ambidestro.
Desvantagens Código da Honestidade; Código dos Heróis.
Perícias: Forja; Intimidação; Engenharia; Mecânica; Interrogatório e Arrombamento.
Ofício: Ferreiro.
EdC: Ceifador

Ganhos: Akuma no Mi [Yomi Yomi no Mi]!
Perdas: 13's Jason; Minha vida.

NPC's: Bando do Arloong; Capitã Katt.
Extras: Log Pose (07/30) - Wonderful - Utopia (20/30); Corpo decomposto (4/9)















Objetivos


Spoiler:
 
Off

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Última edição por GM.Kekzy em Seg 27 Jan - 22:16, editado 5 vez(es) (Razão : Postei em cima do post antigo, vou editar depois. Over and over again...)
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