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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O bando nasce! Nobreza contra ralé!

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MensagemAssunto: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptySab 07 Set 2019, 19:29

Relembrando a primeira mensagem :

O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Genichiro Fiore. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptyQui 16 Abr 2020, 13:05


O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Who are you calling short?
Disfarce por água abaixo, confusão generalizada e justiça sendo feita. Com sucesso, fiz o grandalhão se ajoelhar na minha frente, mas durou pouco: ele fez um grande esforço para ainda assim conseguir me golpear. E que belo golpe. Fui jogado para trás, de costas ao chão, olhando para o céu do reino de Goa. O chão gelado incomodava minhas costas, mas infelizmente não tive tempo para me levantar. Sendo imobilizado por alguns instantes, antes de que a garota decidisse participar da luta, comecei a pensar se aquilo realmente foi uma boa ideia. Toda vida tinha um valor infinito, e, se eu continuasse pensando assim, me convenceria de que aquela foi a atitude certa a se tomar.

Meu braço direito imobilizado me impedia de ter uma boa resposta contra o meu agressor. Os apitos se aproximavam, a policia estaria ali em alguns instantes. O segurança estaria em pé em pouco tempo também, e a garota e o escravo ainda poderiam fugir. O disfarce deles ainda não estava prejudicado, eles deveriam aproveitar a oportunidade. Ainda fazendo força para tentar me livrar - provavelmente sem sucesso - esperava alguma ação da garota para que eu pudesse, quem sabe, aproveitar a brecha e fugir também. Mas aquele escravo não poderia ficar lá, ela deveria ajudá-lo. Eu tentaria arranhar a cara do meu agressor, enfiar meus dedos em seus olhos, puxar as suas narinas para causar dor. De alguma maneira eu precisava recuperar os movimentos do meu braço direito.

- Garota, a gente precisa dar o fora daqui. Pegue o escravo e se esconda com ele. Não se preocupe comigo, eu vou te encontrar de algum jeito! - comandei.

Esperava que ela colaborasse. Uma vez que obtivesse o mínimo de movimento do meu braço esquerdo, tentaria reagir. Usando a parte cega da minha lâmina, a pressionaria contra a garganta do homem que estava em cima de mim, a fim de conseguir tirar a sua pressão. Meu objetivo ali não era mais nocautear cada um dos meus adversários, mas fugir enquanto era tempo. Tentaria sair debaixo do homem o mais rápido possível, auxiliando, caso necessário, a fuga da garota das madeixas rosas e do escravo. Os seguiria onde quer que eles fossem, ficando atento a qualquer investida que pudesse vir em nossa direção, tentando rebatê-la com a parte chata da espada, como se fosse um taco de baseball.

Caso não fosse possível me livrar, lamentaria, era uma grande mudança no meu plano, e talvez visitar o rei de Goa fosse uma tarefa quase impossível. Tentaria evitar possíveis agressões, revidando e ainda tentando machucar meus oponentes com socos e chutes, evidenciando toda minha imperícia nesses quesitos. Talvez fosse uma boa ideia aprender a lutar sem algum tipo de arma, somente utilizando meus socos e chutes. Mas isso era um plano para depois, eu deveria focar no meu objetivo principal: descobrir o que a Marinha estava fazendo aqui no dia do assassinato do meu irmão.

- Me soltem seus merdas! - cuspiria na frente do segurança grandalhão - Nunca mais me chame de pequeno! Eu tenho a altura normal para a minha idade!!

Todavia, fugir não era impossível. Se a garota tomasse as atitudes corretas em combate, talvez eu tivesse mais facilidade para me livrar dos meus agressores e conseguisse auxiliar na fuga do escravo.

- Esse daqui é seu, eu vou atrás do escravo. - colocava minha mão em minha costela, tentando amenizar a dor.

Respirando fundo e deixando minha raiva passar aos poucos, afinal, quem me insultou já estava numa situação pior, comecei a raciocinar o que estava acontecendo. Tentaria utilizar da minha aceleração para atingir minha velocidade máxima e ultrapassar qualquer ator ou segurança que viesse em minha direção, dando passos para o lado ou girando meu corpo como um grande running back, a fim de chegar até o homem que chutava o escravo. Aquilo era desumano e sem sentido algum, e ele eu fazia questão de deixar uma marca, pelo menos por um tempo. Quem sabe um galo na cabeça. Posicionei minha espada na minha mão direita, com a ponta mirando o céu, colada ao lado do meu corpo.

Assim que chegasse perto o suficiente, flexionaria meus joelhos para conseguir uma impulsão suficiente para alcançar a testa daquele ator. Bradando como um guerreiro espartano, procuraria acertar a sua testa com a base do cabo da minha katana. Sendo bloqueado ou desviado, dentaria continuar a ofensiva. Se ele, por algum motivo, conseguisse desviar para os lados, giraria meu corpo assim que chegasse ao chão, me impulsionando mais uma vez em sua direção, procurando atingi-lo no ombro com uma estocada. Se meu primeiro golpe fosse bloqueado, esperaria aterrissar para então tentar aplicar a mesma estratégia anterior, estocando meu oponente no ombro.

Uma vez que o escravo estivesse livre de agressores, tentaria ajudá-lo a se levantar. Talvez ele fosse bem mais alto do que eu, então passar um de seus braços sobre meus ombros fosse desconfortável, então o auxiliaria segurando um de seus braços, enquanto, com a outra mão, eu apoiava suas costas, tentando agilizar sua passada, caso necessário. Faria um sinal para a garota: um assovio, um grito, um sinal com as mãos, o que se encaixasse melhor na situação. Estava na hora de bater em retirada, e eu procuraria qualquer beco próximo a muralha, onde, talvez, a informação ainda não tivesse chegado. Lá poderíamos resolver os próximos passos, além de nos conhecermos melhor.

- Genichiro Fiore, obrigado por me ajudar lá, doriru-chan!



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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptySab 18 Abr 2020, 21:48

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A mulher tentava acertar o outro inimigo do espadachim, mas este, atento, segurava o bastão dela com uma de suas mãos, puxando-a para si e quase a derrubando. Isso deixava claro que força não era uma das qualidades da mulher. Ainda assim, uma mão a menos sobre o garoto foi o suficiente para que este empurrasse o rosto do agressor para longe de si, enfiando seus dedos em seus olhos, nariz e boca, algo bem desagradável de se fazer.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o comando do samurai, a mulher corria em auxílio do escravo, ainda apanhando do ator. Genichiro apenas ouvia o esforço da mulher, já que seus olhos estavam focando os dois oponentes à sua frente. Assim como antes, os homens pareciam receosos em atacar o jovem armado. — Você vai se arrepender, Chapolin Amarelado! — Jurou um deles, cuspindo aos seus pés.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vamos, vamos! — Gritava a mulher, já correndo — Ou melhor, tentando correr. — com o escravo apoiado em si. Genichiro a seguia, ainda atento aos seus perseguidores, que pareciam desistir de persegui-los. A mulher entrava no beco mais próximo, se bem que um beco ali na Cidade Alta era mais largo e iluminado do que muitas ruas da Cidade Baixa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De qualquer forma, a mulher seguiu pelas ruas mais estreitas, carregando o homem surrado com dificuldade, enquanto este mancava e apertava o estômago com uma das mãos. Os apitos aumentaram ainda mais de intensidade antes de finalmente se afastarem do trio. Alguns sinos começaram a tocar, resultando num xingamento da mulher de cabelos rosas. — Estamos presos! — Alertou, mudando de direção bruscamente, quase derrubando o homem e caindo junto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Levou-os até uma área próxima das muralhas, na parte traseira das grandes casas, parando ao lado de uma delas e deixando o homem se sentar por um momento. Suada e exaurida, informou: — O sino indica que todas as entradas e saídas foram fechadas! Alguma ideia de como sairemos daqui agora? — Após uma breve pausa para respirar, completou: — Aliás, você é louco! — Apesar da ofensa, as palavras vieram com um largo sorriso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao se referir a mulher como 'Doriru', a expressão da mesma se tornava confusa. — Dori-? Ah… tá! — Com sua destra, mexia nos cabelos, demonstrando ter pego a referência entendido o rapaz. — E você, como está? — Perguntava ao homem, ferido e sangrando. Ele, no entanto, apenas se encolhia, sem falar nada.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptyDom 19 Abr 2020, 15:13


Com o caos instaurado na cidade, corremos para os largos e bem iluminados becos da cidade alta, que serviriam como uma ótima rua para se morar se fosse localizado em alguma outra região da ilha. Ali era a pura ostentação e luxo. Sob o nome de Chapolim Amarelado, fugi com Doriru e o escravo para podermos recuperar o fôlego. Ao som de apitos as portas da cidade se fechavam e agora não havia saída: ou eu encontrava o rei ou eu saía morto de lá. Pelo menos na minha mente era assim que estava funcionando. Eu precisava ter um foco. - Eu não pretendo sair daqui mesmo. - respondi com um sorriso travesso.

Doriru pareceu gostar da minha atitude, mascarando seu insulto com um sorriso. Aquela garota ainda viria a ser útil para o meu bando. - Você sabe navegar? Preciso de um navegador para o meu bando. - perguntei para ela enquanto ela se preocupava com o ferido. Não tinha muito o que eu fazer, meus cuidados com ele não eram médicos, mas eu o protegeria de alguma ameaça, como nobres lunáticos tentando o escravizar. Me viraria para ele, de braços cruzados, determinado. - Se existe um, existem vários. Seguinte: eu tenho uns planos aqui nessa cidade, coisas pessoais, mas ainda assim eu vou te ajudar. Meu povo passa por algo parecido de onde eu venho, então eu vou tomar as suas dores. Assim que eu me encontrar com o rei a gente vai ajudar a soltar os outros escravos. - estenderia a mão com o polegar levantado.

Encolhido e talvez aterrorizado, ele não fosse falar nada. Mas não importava no momento. Eu tinha outras coisas para fazer. Meu disfarce estava comprometido, e agora entrar no palácio seria uma tarefa muito mais difícil. Dei alguns passos para longe dos dois, olhando para os arredores e mirando a muralha gigantesca. Como seria possível entrar naquela fortaleza sem ser percebido. Ou será que a furtividade ainda era necessária? Talvez eu pudesse entrar lá de algum outro jeito. Duvidei que os policiais daqui pudessem entrar lá, da mesma maneira que os policiais do lado de fora também não tinham permissão. Fora que, com os apitos, muito provavelmente os portões estariam bloqueados. Não queria amaldiçoar o momento que eu ajudei uma vida humana... Mas que timing.

- Bom, a gente tem que fazer alguma coisa. Eles não vão desistir enquanto a gente não estiver preso. Uma distração seria bom, os policiais iriam convergir para um canto da cidade enquanto eu pudesse ter uma brecha para ir para o palácio. - estava coçando o queixo quando uma lâmpada se acendeu do lado da minha cabeça - Tive uma ideia! Doriru, cuide do escravo, não sejam pegos! Eu volto logo para te buscar! Cuidem-se. - e então partiria em disparada na direção do palácio. Eu tinha um plano simples e arriscado. Mas era assim que eu gostava de viver. Infelizmente iria me desfazer do traje de Chapolim Amarelado.

Na minha mente isso funcionaria: eu mesmo criar uma distração, colocar a roupa amarela em alguém, ou algo, e então gritar que o Chapolim Amarelado estava atacando por lá. Isso tudo eu planejava fazer perto da muralha, perto de alguma escada - sim, acredito que seja a melhor opção, já que os portões estavam fechados. Com sucesso, iria, de cueca mesmo, correr para o meu acesso à muralha do palácio. - Essa vai ser minha maior vigarice! - minha empolgação para colocar o plano em prática me dava um boost de ânimo no caminho até o local que o plano tomaria forma.

Provavelmente seria difícil encontrar uma pessoa para vestir a roupa, então procuraria um objeto. Uma vassoura, rodo, um vaso, um manequim, qualquer coisa que estivesse de fácil acesso. Sem vergonha alguma e com bastante pressa, tiraria minha roupa e ficaria de cueca para evitar constrangimentos. Vestiria o objeto sem muito capricho, mas o bastante para que pudesse confundir um guarda a distância. Feito isso, não ligaria se alguém estivesse vendo sem entender nada, apenas daria a volta no quarteirão e me aproximaria de algum acesso para a muralha, procurando uma cobertura, como uma caixa, ou um poste, ou um muro, para gritar aos policiais. - Ahhhh! O Chapolim Amarelado está roubando comida para dar aos pobres!!

Se a minha estratégia funcionasse, esperaria os policiais baixarem a guarda para, pelado e com a espada na mão, correr em direção à muralha, não me importando o acesso que fosse - por falta de opção, a escada realmente acaba com as pernas. Entretanto, caso ninguém caísse no meu plano, seria uma decepção: eu perdi uma roupa amarela muito chique. De braços cruzados e cuequinha, lamentaria - Droga... O que eu vou fazer agora? - e então tentaria voltar ao traje que eu havia abandonado, esperando ainda o encontrar lá, para vesti-lo novamente e vasculhar sorrateiramente ao arredor da muralha do palácio, tentando identificar possíveis falhas de segurança.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptyTer 21 Abr 2020, 11:33

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A mulher se mostrava confusa com a intenção do jovem permanecer por lá. — Vamos para a sua casa? A minha está fora de cogitação! — Sobre a sua pergunta, a jovem de cabelos rosas respondia com um largo sorriso. — Estou aprendendo, no momento! Como você soube? Já me viu treinando no porto e ficou surpreso com as minhas habilidades? HAHAHA! — Para quem estava fugindo da polícia, ela acabou por rir alto demais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro voltou sua atenção para o homem ferido, enquanto a mulher ainda terminava de processar as informações recebidas. Enquanto o espadachim falava com o homem, que apenas o observava em silêncio, a mulher começou a enchê-lo de perguntas. — P-pera aí! B-bando? De onde você vem? Rei? REI?!!! EHHHHHHHH?!

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O samurai apenas dava mais algumas ordens antes de sair em disparada, deixando a mulher para trás com suas perguntas em aberto. As ruas da cidade alta estavam, de uma forma geral, vazias. Vez ou outra uma patrulha passava as pressas, em busca de um foragido vestido de amarelo, mas quanto mais distante do local do incidente, menos patrulhas haviam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Chegando as muralhas que protegiam o Palácio Real, Genichiro via o portão principal guarnecido por cinco guardas. Olhando para o alto, precisaria dobrar o pescoço para trás até o máximo para conseguir avistar o topo da muralha. Mesmo se houvesse uma escada, subí-la seria uma tarefa hercúlea! Sendo assim, o espadachim começava as preparações para o seu plano… inesperado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dando a volta, achava uma estátua atrás de uma das casas da área. Sem pudor, o samurai se despia avidamente e colocava a roupa ao redor da estátua, quase como um manto, correndo logo em seguida para a rua principal que levava ao portão para o Palácio Real. Distante e oculto por um poste de luz, no momento apagado, o infante dava um grito alertando os guardas sobre o tal foragido e eles corriam na direção apontada. Bem, todos corriam, menos um.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aquele que ficava para trás possuía as mesmas vestes dos guardas da Cidade Alta e portava uma larga espada de duas mãos, apoiada no chão à sua frente. Ocasionalmente ele olhava na direção que seus colegas haviam corrido, mas logo voltava a sua atenção para seus arredores, principalmente para a rua que levava até ali. As suas costas estavam as grandes portas de madeira Adam que davam acesso ao Palácio Real.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptyQua 22 Abr 2020, 13:58


Uma estátua era a materialização da minha sorte naquele dia. Não havia outro sentimento para aquela situação senão empolgação. Tudo funcionava perfeitamente, e eu conseguia a minha brecha para ter acesso ao palácio. Era, desta vez, um pouco mais trabalhoso por conta de um único guarda que ficou por lá, mas isso não era problema. Eu já havia aquecido há alguns minutos atrás, estava pronto para lutar. Sem dó nem piedade, golpearia para machucar, o tirando do meu caminho rapidamente para que eu pudesse me encontrar com o Rei de Goa. Firmei minha espada na mão. A segurei diferente, como se fosse uma kunai, então parti para o ataque numa corrida. O meu fator surpresa poderia ser a minha ausência de roupas, mas eu não me ateria a isso: atacaria sem subestimar.

Diferente dos outros policiais, este segurava uma espada. Isso me animou um pouco. Estava contente em encontrar um oponente com o mesmo estilo de combate que eu, mas não pretendia deixá-lo mostrar sua habilidade. Preparando meu golpe numa investida discreta, meu braço direito estava atrás do corpo, a lâmina na horizontal, preparada para um golpe potente. Assim que me aproximasse do meu oponente, saltaria em sua direção, e rotacionaria meu tronco junto ao meu eixo, de forma que, num golpe vertical de cima para baixo, eu viesse a atingir o meu adversário. Provavelmente aquilo não seria o suficiente para nocautear o policial, então eu continuaria meu ataque. Corrigiria a posição da minha espada para a convencional, e, independente se meu golpe anterior tivesse sido bloqueado, esquivado ou até mesmo tivesse sucesso, eu daria prosseguimento com uma estocada, procurando atingir o ombro do braço que sustentava sua espada.

Eu ficaria atento também para o caso dele se prontificar em me atacar, meus olhos focariam em sua posição, procurando uma boa alternativa para contra-atacar. Optei pela abordagem do bloqueio, usando a minha lâmina para interromper o trajeto da dele. Em qualquer instante, olharia no fundo dos seus olhos e, sem deixar de prestar atenção no combate, tentaria uma intimidação. - Você não vai querer ficar no meu caminho. Eu sei que você tem uma família, mas eu estou aqui por um objetivo maior. - faria então força, procurando tirar a pressão de cima de mim, e contra-atacar com um corte baixo, procurando sua coxa - Finja ter sido golpeado de surpresa e ninguém vai te culpar. Me ajude a te ajudar! - e então me atentaria a possíveis contra-ataques, ficando de prontidão para tentar uma esquiva saltando para trás, onde a lâmina dele talvez não me alcançasse, continuando o ataque com estocadas, que, na minha opinião, eram golpes mais difíceis de serem bloqueados.

Se eu conseguisse ter minha passagem liberada, seja por bem ou por mal, não hesitaria. Pelado e ofegante, meu próximo objetivo era me encontrar com o rei e questioná-lo: ele mandou matar meu irmão? Foi uma infeliz coincidência? Por que diabos haviam marinheiros aqui bem durante a nossa passagem? Meu irmão era um pirata com uma recompensa por sua cabeça, e fez bem em não me envolver nos atos, mas era hora do mundo saber que os Genichiro possuíam outro integrante, e ele não iria se intimidar com traições, atentados e ameaças. Ele faria as coisas acontecerem!

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptyQui 23 Abr 2020, 23:54

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era um contra um, espadachim contra espadachim, lâmina contra lâmina. Com esse pensamento, Genichiro avançava, intrépido, de cuequinha. O guarda, a princípio, apenas olhava para aquela cena, confuso. Ver um garoto correndo, quase nu, pelas ruas da Cidade Alta era, para dizer o mínimo, incomum. — Ahn… Jovem Senhor, peço que retorne a sua resid— Com a aproximação do jovem a lâmina semi-oculta às suas costas também se tornou visível e, com a percepção do que ocorria, o guarda puxou sua lâmina rapidamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro já pulava e girava ao redor do próprio eixo, atacando com um golpe descendente que seria capaz de matar um. Mas não aquele guarda! Ele não havia ficado só sem motivo! Com um movimento fluido, a grande espada era puxada e se intrometia no caminho da pequena katana, bloqueando o ataque. Ainda assim, devido ao ímpeto do ataque e à surpresa do guarda, o mesmo dava um passo para trás com sua destra, perdendo momentaneamente o seu equilíbrio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem perder tempo, o samurai atacava novamente, desta vez com uma estocada. O guarda se firmava rapidamente antes de dar um giro anti-horário de 360º ao redor do próprio eixo, sendo atingido de raspão e, logo em seguida, desferindo um contra-ataque ascendente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A ponta da lâmina do guarda riscava o chão da Cidade Alta, previamente liso, antes de atingir o alvo com violência. Fiore ainda tentava bloquear com sua katana, mas não era o suficiente, e logo se via sendo arremessado. Ele girava uma, duas, três vezes antes de cair de volta ao solo e girar mais três! — AGRUPAR! — Gritava o guarda, possivelmente para os seus companheiros. — Fuja, se quiser, mas não deixarei que passe deste ponto! — Dizia, num tom severo, para o jovem à sua frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O samurai estava a seis metros de distância do guarda, o qual portava sua lâmina com ambas as mãos. Havia um rasgo na altura do ombro e o azul de sua farda escurecia conforme sangue vertia do ferimento. Ainda assim, o guarda não parecia afetado pelo ocorrido, apenas observando o seu oponente, sem demonstrar intuito de avançar contra o mesmo.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptySab 25 Abr 2020, 15:31


Depois que eu deixei Wano, nunca mais encontrei um oponente à altura com o mesmo estilo de combate. Apesar de sermos espadachins, seu combate estava mais voltado para movimentos lentos e pesados, com um poder destrutivo maior que os meus, que eram mais ágeis e incômodos. Eu deveria me adaptar se quisesse ser o espadachim mais forte, então me forcei a não ficar intimidado com o seu poder. Apesar de não hesitar em instante algum, eu percebi que ele ainda cometia alguns deslizes, o que me deixou mais confortável para continuar lutando. Depois de fazê-lo sangrar um pouco e ser lançado alguns metros para trás, cheguei a conclusão que não seria nada fácil entrar no palácio. O que já era de se esperar.

O comando do homem era para que os policiais se agrupassem. Eu teria alguns instantes antes que eles chegassem, e, mesmo que eu pudesse fugir, não o faria. Logo no meu primeiro desafio eu avacalharia? Nunca. Me levantei e limpei os cotovelos e o joelho, deixando escapar uma risada. - Genichiro Fiore não foge de uma batalha. - limpei o suor do meu rosto, olhando fixamente para o meu adversário, que permanecia parado, esperando uma ofensiva minha. Lembrei de meu irmão. Um grande samurai. O que ele faria numa situação dessas? Eu precisava ser destemido como ele era. Sua coragem fez que nossos companheiros se juntassem a nós, e isso, no momento, se aplicaria a Doriru, que era a navegadora que eu precisava para o meu bando. Toda essa motivação me servia como um combustível. Um placebo, talvez, mas eu me sentia mais disposto.

Seis metros longe do meu adversário, optei por igualar a força de impacto de sua espada de duas mãos e minha fina katana. Bash acabava por ser uma técnica bastante útil, e eu gostava de usá-la, independente do oponente. Talvez fosse meu golpe assinatura. Giraria minha katana junto ao meu corpo, erguendo-a antes de golpear o policial. Eu tinha ciência que ele não era qualquer um, e muito provavelmente meu golpe seria bloqueado. Para isso, tentaria confundi-lo com meus movimentos. Depois do meu primeiro ataque, daria um passo para trás para preparar mais uma estocada, e a faria, mas tentaria mudar meu movimento no último segundo, ripostando o possível bloqueio do meu adversário, focando meu golpe não nele, mas em sua espada, procurando abrir uma brecha para um corte horizontal na altura da barriga, movimento que o fizesse perder a postura e aceitar sua derrota.

Como eu não tinha muito tempo, tentaria checar se ele possuía alguma chave, e então iria em direção ao portão do palácio, torcendo para que, mais uma vez, a sorte estivesse ao meu lado.

ぶつける - Bash:
 
Historico:
 
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 3 EmptySeg 27 Abr 2020, 00:27

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fiore não se intimidava com o guarda brutamontes e apenas limpava o excesso de poeira no corpo desnudo, se preparando para uma nova investida. — Então sucumbirá! — Alertou o guarda, em resposta ao brado confiante do garoto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O samurai avançou e o espadachim fez o mesmo! Pulando e girando, mais uma vez, Genichiro colocou todo o seu poder ofensivo por trás daquele golpe, desferindo um corte descendente. Seu oponente fazia algo similar, girando e atacando com um golpe ascendente. As lâminas se encontraram no meio do caminho e o tinir de aço contra aço ecoou pela Cidade Alta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Infelizmente para o loiro, a força do homem era maior do que a sua e, mais uma vez, ele perdia naquele quesito. Ainda assim, após um segundo ou dois para recuperar a base, o samurai retornava a ofensiva, desta vez com uma estocada. O homem tentava evitar a fina lâmina com uma esquiva, atacando na vertical. Fiore mudava o trajeto de sua lâmina e interceptava o ataque opositor, vencendo desta vez, não por sua força, mas pela surpresa do oponente. Uma brecha e um corte em seu estômago.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Infelizmente, para o samurai, o corte não foi profundo o suficiente. A grande espada havia recuado com a estocada, mas, com a dor, o homem cerrava os dentes e os punhos e a trazia de volta. — Vertikalt Snitt! HURAAAAAAAA!!!

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A lâmina cortava o peito desnudo do loiro, rasgando sua pele e seus músculos da altura do ombro até quase a sua única vestimenta, rapidamente tingindo de rubro suas pernas e o solo cinzento da avenida. O guarda também sangrava, do ombro e do estômago, mas não tanto. Ambos os guerreiros davam um passo para trás, feridos e exaustos. Simultaneamente, passos eram ouvidos e os quatro outros guardas surgiam ao longe, dobrando uma esquina e vendo a batalha dos dois espadachins rivais. Será que a sorte havia abandonado o loiro?

Legendas:
  • Civil
  • Nobres
  • Atores
  • ???
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

Roupa Chique:
 

OFF:
 

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