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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O bando nasce! Nobreza contra ralé!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptySab 7 Set 2019 - 19:29

Relembrando a primeira mensagem :

O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Genichiro Fiore. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyDom 5 Abr 2020 - 23:24

Depois de perceber que não havia movimento nenhum naquele portão, decidi fazer outro caminho. A muralha era realmente bem feita, o dinheiro a mantinha em pé, sem nenhuma brecha ou tijolo mal encaixado. Tudo era devidamente colocado, perfeitamente montado para separar seres humanos pelo seus respectivos poderes aquisitivos. Entretanto, haviam coisas que eu achava estranho, como a garota de cabelos rosas encaracolados de antes. Ela não tinha roupas espalhafatosas e, justamente por isso ela foi parada pelo policial. Diferente de mim, a sua passagem foi liberada após ela ter trocado algumas palavras, talvez ela fosse tão esnobe quanto qualquer outro nobre ali. Se eu a encontrasse mais alguma vez lá dentro, eu a questionaria.

Ainda não podendo sonhar com o inalcançável, eu precisava achar uma maneira de entrar na Cidade Alta, e eis que, por algum motivo, um leprechaum talvez, eu tive uma brecha que era como uma dádiva. Um policial dorminhoco ao lado de uma escadaria que levava para o topo da muralha. Era a minha chance. Com uma corrida silenciosa e com o corpo inclinado para a frente, como um ninja, subi degrau por degrau até o topo, sem que ninguém me visse. Ainda alerta, fiquei a procura de vigias nas torres que estavam montadas ali no topo. Não demorou muito para eu perceber que eu estava sozinho, pelo menos por aquele instante. Aproveitei aquele momento para dar uma olhada na ilha. A Cidade Alta era uma utopia. Talvez não tão utópica, afinal, existia. Eu precisava então chegar lá, em terra firme, mas não havia nenhuma maneira de descer.

As torres de vigia poderiam ter algum policial, mas também poderiam conter uma passagem para o lado de dentro da cidade. Era uma opção improvável, mas era a mais segura e, bem, não custava nada tentar. Ainda com as pernas cansadas e a respiração ofegante, de frente para os palácios, decidi seguir a torre de vigia à direita para investigar. Eu procuraria alguma maneira de entrar nessa torre, talvez pela porta, ou pela janela, com calma e sem fazer muito alarde. Não desembainharia minha espada a não ser que tentassem me atacar, me limitando a colocar a mão na ponta do cabo da espada, como um descanso para as mãos. Se houvesse gente lá dentro, mas não me notassem, não faria esforço algum para que isso fosse mudado, procurando alguma escada ou algo similar que me levasse para baixo, me direcionando para lá.

- Vocês não vão querer se meter comigo, fiquem aí onde estão. -diria caso fosse percebido. Eu não era um bom mentiroso, já havia deixado isso claro. Eu era ação. Ainda não desembainharia minha espada para não causar um alvoroço, mas tentaria colocar minha atenção no que estava para acontecer. Caso não houvesse nenhuma maneira de adentrar na cidade, eu partiria para a briga, senão, apenas correria o máximo que eu pudesse para tentar entrar na Cidade Alta e, então, tentar despistar os policiais. Esperava que não precisasse lutar tão cedo, mas se essa fosse a única opção, eu partiria para a ofensiva, utilizando a minha técnica. Procuraria começar desembainhando minha espada e partindo para frente, girando meu corpo. - Bash!

Se não houvesse como entrar para a cidade e fosse possível atravessar a torre de vigia para a continuação da muralha, eu faria - ou tentaria -, furtivamente ou não. Uma vez lá, continuaria fazendo a mesma coisa, andando pela extensão da muralha até encontrar uma maneira de descer. Caso não fosse possível, voltaria para a parte da muralha onde eu estava, tentando olhar para a altura da queda e se havia alguma coisa para amortecer. Se houvesse algo realmente grande, e próximo da muralha, que pudesse amortecer minha queda, eu daria o salto. Olharia a altura mais uma vez, tremendo um pouco de medo, respirando fundo e então pulando de costas. De alguma maneira eu teria que encontrar uma maneira de descer para onde os nobres nojentos estavam.
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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptySeg 6 Abr 2020 - 21:40

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após observar a bela vista e os seus arredores, Genichiro seguia pela direita, avançando rápido pela grande muralha deserta. A primeira torre não possuía portas ou janelas, ao menos, não aquelas partes móveis usualmente de madeira, não. A entrada da torre era uma abertura semicircular, com cerca de 2.5m de raio, enquanto que algumas aberturas retangulares, com aproximadamente 25cm de largura e 50cm de altura, serviam de ameia na parede à sua direita, outrora maciça.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentro da torre havia uma grande bandeira do Reino de Goa, cobrindo quase toda a extensão da parede à sua esquerda, a única sem nenhum tipo de abertura. Na base da bandeira havia um largo baú, mas este encontrava-se trancado e, se o jovem tentasse carregá-lo, veria ser muito mais pesado do que seu porte físico aguentava. Também havia uma mesa no centro da torre, com algumas peças de madeira, provavelmente usadas por estrategistas em momentos de guerra. Uma fina camada de poeira indicava que fazia algum tempo que haviam sido usados. Também haviam duas cadeiras simples de madeira.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem nada que chamasse a sua atenção, o loiro passou por ali sem demora e seguiu até a próxima torre. A segunda torre tinha uma estrutura bem similar à primeira, mas não possuía ameias. Já o seu interior era diferente. Também havia uma grande bandeira e um baú, igualmente trancado e maciço, mas no canto à frente e à direita do espadachim começava uma extensa escada que descia a torre até a base da muralha. Os lances de escada eram largos, podendo descer/subir três pessoas simultaneamente, lado a lado, e também havia um corrimão para impedir quedas acidentais, bem diferente da escada exterior.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro começava a longa descida, descendo e descendo, até chegar à base da torre. Era apenas o meio da tarde, mas o espadachim já havia exigido de suas pernas muito mais do que o normal. Na base da torre havia uma porta, esta sim de madeira, fechada, mas destrancada, a qual dava acesso ao interior da muralha, a tão perfeita Cidade Alta.

Legendas:
  • Civil
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyQua 8 Abr 2020 - 12:32

Após andar por alguns metros em cima da torre e lamentar por não ter aprendido a arrombar uma fechadura antes, acabei achando uma escadaria para forçar mais ainda minhas pernas. Eu ia precisar de um descanso quando chegasse na Cidade Alta. Após muitos degraus, eu cheguei a base da torre. Inclinei meu corpo pra frente, com as mãos no joelho e ofegante, depois flexionei as pernas implorando para que elas funcionassem por um pouco mais de tempo. E ali, diante de mim, estava uma porta de madeira me separando dos nobres nojentos. - Ninguém me para. Próxima parada: palácio! - eu sabia que dali em diante as coisas poderiam ficar mais sérias. Por algum motivo eu era distinguido dos outros nobres. Será que era uma simples questão de vestimenta ou eles sentiam o cheiro de pobreza exalando em mim?

Eu não tinha problemas em me desfazer dessa roupa e conseguir uma roupa cara. Claro que eu não ia pagar para parecer um engomadinho desses, então era hora de fazer algo que eu mandava bem: roubar. Talvez uma loja, ou entrar na casa de alguém, ou pegar emprestado de alguém enquanto esse alguém está num sono induzido num beco qualquer. Enquanto eu tentava bolar um plano na minha cabeça e fantasiar coisas que dificilmente eu conseguiria fazer, iria para a porta de madeira, adentrar na zona rica do reino. Olharia ambos lados para não ter surpresa alguma. Caminharia tranquilamente tentando identificar o local ao meu redor, prestando atenção em sua arquitetura e nas conversas alheias. Também teria uma atenção especial guardada para a menina de cabelos rosas. Apesar de bonita, ela deveria ser tão nojentinha quanto o restante dos nobres.

Agora era a hora de procurar uma roupa de nobre. Se eu achasse uma porta aberta, uma janela de fácil acesso, tentaria adentrar na casa utilizando de toda a minha furtividade, prestando atenção em possíveis testemunhas, esperando a hora certa para agir. Se eu encontrasse uma loja de roupas, tentaria entrar sem ser percebido, como uma presença quase que nula. Procuraria um conjunto de roupas masculinas e nobres para vestir, daria total preferência para a cor amarela, afinal, era a minha cor favorita e eu me sentiria muito mais bonito com ela. Não fazia questão de carregar minhas roupas antigas comigo, eu não era materialista. ~Eu nasci pra usar amarelo mesmo, uau.~

Caso não fosse possível encontrar uma abertura para alguma casa ou achar uma loja de roupas, tentaria utilizar as minhas roupas atuais, torcendo para que ninguém me discriminasse. Se eu acreditasse que eu era um nobre, as pessoas também acreditariam. Essa era a premissa da série American Gods, mais ou menos. Eu andaria em meio aos possíveis nobres que estivessem por lá, sem olhar na cara de ninguém e tentando ser o mais invisível possível. Não sabia se seria fácil identificar o palácio de onde eu estava, mas eu tentaria. Caminharia seguindo o fluxo de pessoas caso não conseguisse encontrar o meu objetivo, eu não ligava de me perder. Era uma aventura, afinal. Eu também não era uma criancinha, sabia me virar.
Historico:
 
Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyQua 8 Abr 2020 - 21:12

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após um breve momento de descanso, Fiore abria a porta e olhava para os lados, vendo dois policiais vindo naquela direção. Seus uniformes, no entanto, eram diferentes daqueles na entrada da muralha. Voltando para a torre e encostando a porta, deixava os dois passarem por ali e irem embora, seguindo com a sua ronda. O loiro saía novamente um ou dois minutos depois, desta vez com a barra limpa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por um momento, o jovem pensou ser possível se perder, sem conseguir achar seu caminho para o palácio, mas bastou olhar em sua direção para ver a gigantesca muralha ao redor da área mais nobre da ilha. Se aquela primeira muralha tinha, digamos, uns cinquenta metros, a muralha ao redor do Palácio deveria ter uns cem metros ou mais!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mas voltando à Cidade Alta, as ruas eram bem largas e adornadas com diversos itens de diversos temas. A rua mais próxima do loiro tinha diversos enfeites pendurados de um lado para outro da rua, formando um espécie de telhado colorido e brilhante, como se fosse haver uma festa de pompa ali mesmo, no meio da rua.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As casas, portanto, ficavam com sua frente voltada para a rua, e não para aquela muralha simples e feiosa. Para Genichiro, isso significava uma coisa: Sorte. Andando por trás das casas, sem nenhum olho sobre si, o jovem observava as entradas em busca de uma aberta e logo achou. A janela da quarta casa estava escancarada e era tão grande, que daria para Genichiro passar por ela como se fosse uma porta. E foi o que ele fez.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Lá dentro, a casa parecia vazia. Vazia de gente, ao menos, já que existiam incontáveis móveis, quadros, esculturas, livros e cacarecos espalhados por, literalmente, todos os lugares. Ainda assim, o espadachim conseguiu encontrar o quarto do casal (dado o tamanho da cama) e, ao lado, o closet com uma infinidades de roupas, sendo apenas uma delas na cor amarela.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Vestindo aquela roupa… diferente, Fiore deixava o seu quimono surrado para trás e saia da casa pela janela/porta, ainda oculto dos nobres do local.

Legendas:
  • Civil
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

Roupa Chique:
 

Uniforme dos Guardas:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptySex 10 Abr 2020 - 15:22

Sorte. Você acredita nela? Eu queria dizer que não, mas fiquei com medo de que, na verdade, ela realmente de existisse e passasse para o outro lado. Como se tudo estivesse correndo para o meu bem naquele dia, mais uma vez eu conseguia executar meus planos sem problema algum. Primeiro as escadas magicamente pouco vigiadas, depois as torres completamente vazias, e agora uma casa totalmente aberta para que eu pudesse pegar uma roupa emprestada. Sem muita dificuldade, consegui chegar numa casa com mais móveis em um cômodo do que todos os móveis que eu tinha na minha casa. - Eles são bem ricos mesmo. - comentei enquanto passava o dedo por cima das superfícies, indo em direção ao closet.

Apesar da infinidade de roupas ali, só havia um conjunto de roupas amarelas. A cor brilhava aos meus olhos, encantados e maravilhados. Era realmente a prova que existia um deus: a cor amarela - Isso não pode faltar no guarda-roupas de ninguém. - vestia o conjunto, me passando por um nobre enjoado - Mas vai ficar faltando no deles. Com tanto dinheiro eles podem comprar centenas de roupas amarelas. - satisfeito com o meu novo look, decidi que era hora de rumar o palácio. Mas essa seria uma tarefa muito mais difícil do que as anteriores, começando pela muralha que era, pelo menos, duas vezes o tamanho da primeira. Minhas pernas aguentariam uma escadaria daquele tamanho? Será que seria uma boa ideia descansar antes de ir para lá?

Decidi que era hora de aproveitar a cidade, usufruir e abusar da infraestrutura e não pagar por nada. Já do lado de fora, procurei ir para a rua, onde os nobres deveriam estar caminhando. Não esperava ser olhado diferente, então estava mais tranquilo quanto a isso. Será que existia alguma coisa bem chique que eu poderia ver alguma utilidade ali? Como um spa, um teatro, algum lugar onde as pessoas se reuniam e, possivelmente, poderiam me fornecer mais informações da realidade que viviam ali. Eu caminharia pela cidade sem pressa alguma, como uma maneira de restaurar a energia das minhas pernas. Também estava procurando a garota dos cabelos rosados, como se fosse uma side quest. Eu queria saber se ela poderia vir a ser útil para mim em alguma maneira.

Caso não encontrasse nada, ficaria chateado e decepcionado com aquele lugar - Tanta frescura pra entrar e não tem nada de legal aqui? - resmungaria, me dirigindo então para a muralha do palácio. O serviço não podia esperar. Provavelmente a guarda seria melhor ali, e eu não teria um caminho secreto para passar. A sorte talvez estivesse do meu lado, então algo provavelmente aconteceria. Mas eu não poderia contar com isso, afinal, eu não era uma pessoa supersticiosa. - Se eu disser que tenho um horário marcado com o rei, será que acreditariam? Não custa tentar, não é? - para mim era melhor do que começar uma confusão. Qualquer coisa eu me faria de louco ou de esquecido.

Assim que me aproximasse de um portão de entrada, contaria com um policial me parando. Caso ninguém viesse, muito que bem, continuaria minha caminhada, mas se eu não fosse bem vindo ali, explicaria - E-eu tenho uma sessão marcada com o Rei, está marcada para agora, não está? - e tentaria entrar. Caso ele me informasse que não tinha recebido nenhuma informação, ou que eu não tinha nada marcado, tentaria me passar por um cidadão confuso - Não? Jura? Achei que eu já havia marcado... Enfim... Quando que é o horário mais próximo? Eu tenho informações secretas que são do interesse do Rei. Não adianta me perguntar o que é. - tentaria agendar para o horário mais próximo, ou para o dia mais próximo - desde que não passasse de dois dias.

Impossível de entrar no palácio, me voltaria para a cidade, dessa vez preocupado com um lugar que eu pudesse pernoitar. Talvez uma taverna, ou, quem sabe, o telhado de uma mansão. Estava interessado em adquirir informações sobre as grandes personalidades da cidade, parando em alguma biblioteca caso encontrasse uma. Se, em algum momento, eu encontrasse a garota dos cabelos rosas, eu a abordaria - Você! Você sabe navegar? - esse era meu oi, e eu não estava a fim de ficar de lero lero caso ela não fosse útil para os meus objetivos. Quanto antes eu pudesse adquirir popularidade e ficar mais forte, melhor!
Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptySab 11 Abr 2020 - 10:48

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro, vestido ricamente, ia até as ruas, errando em busca de algo diferente. Ele passava por alguns nobres pelo caminho e, alguns destes, olhavam em sua direção uma segunda vez. Eles viam sua espada na cintura e pensavam ser uma cópia, levada por mero enfeite, e não por proteção. — Mas por que comprar um modelo tão medíocre? — Indagou uma mulher para o homem ao seu lado. — Talvez seja porque parece mais real. — Comentou, embora houvesse um tom de dúvida em sua voz. A mulher ficava boquiaberta, surpresa com a esperteza do nobre loiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com uns três minutos de caminhada, o espadachim via uma pequena aglomeração e ia naquela direção. Uma platéia com cerca de dezoito nobres observavam um palco vazio com uma cortina rubra na frente, uma apresentação parecia estar prestes a começar e, com mais um minuto de espera, as cortinas se abriam, dando início ao espetáculo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dois atores entravam em cena, vestidos como verdadeiros reis, cheios de jóias das mais brilhantes e chamativas, embora fosse óbvio serem falsas. Eles entravam pelo lado esquerdo do palco e davam dois passos antes de um deles comentar: — Mas que cheiro de merda é esse? — O palavreado parecia chocar a platéia, mas um homem era jogado pelo outro lado do palco, caindo no solo de madeira e batendo seu rosto no mesmo. Ele vestia apenas trapos e estava completamente imundo, além de possuir alguns ferimentos espalhados pelo corpo. Diferentemente das bijuterias dos outros atores, os ferimentos pareciam assustadoramente reais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a aparição do terceiro ator, o segundo nobre da peça dizia: — Isso lhe responde? — O 'isso' era dirigido ao homem caído no chão e a platéia gargalhava com a cena. Um nobre próximo, comentava: — Agora vem a melhor parte! — Os dois atores representando nobres arregaçaram as mangas e se aproximaram do maltrapilho indefeso, pareciam prestes a espancarem o mesmo. Um pouco atrás de si, uma voz meiga, mas exalando nojo, comentava: — Isso é repugnante! — Se olhasse para trás, veria a mulher de antes, com seus cabelos rosas e chamativos.

Legendas:
  • Civil
  • Nobres
  • Atores
  • ???
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

Roupa Chique:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptySeg 13 Abr 2020 - 12:57

Vestido como um dos nobres, desfilei pelas ruas por alguns instantes, ouvindo comentários não sobre a minha roupa, mas pela genialidade de escolher um modelo de espada mais realista, apesar de não ser muito belo. Eu não estava orgulhoso, mas estava impressionado com a força que os nobres faziam para serem inocentes. Imaginei se todos ali eram a mesma coisa, se negando a imaginar que aquilo poderia realmente ser uma espada. Isso era melhor para mim, preferia ser confundido com alguém tentando ser estiloso do que um potencial agressor. Tomara que os guardas reais também pensassem dessa maneira no momento que me vissem. Não queria estragar o disfarce tão cedo.

Após caminhar um pouco, me deparei com uma espécie de apresentação artística no meio da cidade, com vários nobres reunidos para assistir. Decidi ficar por lá, aproveitar um pouco da cidade e ver o que eles guardavam dentro de uma muralha de cinquenta metros. - Começa logo! - resmunguei, sem paciência para nenhum minuto. E foi justamente um minuto depois da minha chegada que a peça começou. Atores elegantes e bem vestidos, como os nobres da cidade, entraram e chocaram o público com o seu vocabulário, até que algo realmente chocante aconteceu. Segundos após o início, um terceiro participante entrou, jogado no chão e com os ferimentos assustadoramente reais, destoando com o restante do figurino dos outros atores.

Aquilo ficou na minha mente. Meus olhos arregalados não focavam em outra coisa, eu queria vaiar. Sabia que aquilo representava, muito provavelmente, alguém de menor poder aquisitivo. Eu queria descobrir se aquilo eram feridas de verdade. Parar a peça e no final aquilo ser realmente atuação poderia acabar com o meu disfarce, mas eu queria fazer alguma coisa ao mesmo tempo. Concordar com aquela atuação era deixar que, de forma indireta, as pessoas fossem influenciadas a odiar os pobres. Os atores se preparavam para golpear o homem caído, quando uma voz surgiu atrás de mim. - Isso é repugnante! - repreendeu com a maciez de sua voz, me atraindo a atenção.

Ali estava ela. A garota de antes. Os cabelos de broca caindo sobre os ombros, num formato estranho e único. Era ela quem eu estava procurando, curioso com a sua entrada naquela parte da cidade. Foi a única pessoa além de mim que foi parada no portão, e eu queria saber se havia algum motivo para aquilo. Entretanto, nós concordávamos em uma coisa: aquilo era repugnante. Eu precisava agir, precisava parar aquilo de alguma maneira, mas ao mesmo tempo não poderia perder o disfarce de nobre. Era hora de fazer o que viesse na minha cabeça. Pensei nos nobres achando que minha espada era parte de uma fantasia. Isso poderia funcionar... Ou não. Eu tentaria correr entre os espectadores, me esgueirando até alcançar o palco, onde, sacando minha espada, tentaria saltar e me apresentar para o público. - Eeeeeu! O chapolin amarelado! - esperava que minha entrada triunfal causasse algum espanto - Não contavam com a minha astúcia!

- Eu sou a personificação da justiça, atentem-se, nobreza! - então me voltaria ao homem caído, agacharia e sussurraria para ele - Responda rápido: você está aqui porque quer? - e então esperaria a sua resposta. Caso ele estivesse lá por conta própria, tentaria dar um alívio cômico, me virando para a platéia e permitindo a continuidade da cena - E recolham os dentes quando acabar! - e correria na direção da garota de cabelos rosados, sob aplausos ou não. Eu teria que agilizar essas ações, afinal, os atores sabiam que eu não era parte da peça e poderiam estranhar. Assim que chegasse perto da menina, tentaria agarrar seu braço e sussurrar - Precisamos de um lugar mais vazio, eu preciso da sua ajuda pra dar uma lição nesses nobres.

Entretanto, caso o homem caído não fosse um ator, e sim um plebeu trazido a força, faria daquela cena uma batalha emocionante. Sacaria a minha espada. - Só por cima do meu cadáver! - tentaria me colocar entre o corpo e os agressores. Talvez eles não pudessem distinguir se minha espada era verdadeira ou não, mas não contava que eles iriam descobrir. Eles eram atores, então não estava contando com movimentos extraordinários que fossem me nocautear. - Isso aqui acaba agora! - falaria num tom baixo para que os espectadores não ouvissem, mas que o recado fosse passado para os atores. Procuraria ajudar o homem a se levantar e descer do palco, indo até a garota e sussurrando a mesma coisa que na situação anterior. Era hora de agir, o disfarce estava comprometido.
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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyTer 14 Abr 2020 - 9:10

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um movimento percorria a multidão e logo um novo ator surgia em cena! Com sua apresentação espalhafatosa, os nobres riam e aplaudiam, extasiados com a sua performance. — Eu tenho uma roupa igual! HAHAHA — Gritou um nobre franzino. Os dois atores fantasiados de nobre, por outro lado, estavam visivelmente confusos, cochichando um com o outro e fazendo gestos para alguém que se escondia atrás da cortina.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitando a hesitação dos dois, Genichiro aproveitava para indagar ao terceiro sobre sua vontade em estar ali ou não. A princípio o homem apenas o encarou, de olhos arregalados, incrédulo, até finalmente balançar negativamente com a cabeça de uma forma quase imperceptível.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sem hesitação, o espadachim se colocava entre o homem ferido e os atores, apontando sua espada para estes últimos. A multidão continuava acreditando que aquilo fazia parte da peça, mas, agora, vaiavam o espadachim, defensor dos oprimidos. O nobre franzino, antes orgulhoso, agora se encolhia na multidão, na esperança de não ser comparado com aquele ser desprezível que havia subido no palco. A mulher de cabelos rosas apenas observava tudo, boquiaberta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os dois atores pareciam indecisos sobre a veracidade da arma do Chapolin Amarelado e, consequentemente, inseguros em agir. Genichiro sentia o homem ferido em suas pernas, enquanto uma voz quase gritava às suas costas. — Chapolin Amarelado pequeno. Apanhar pro Golum! — O homem devia possuir uns 100Kg de pura banha e se aproximava lentamente pelo lado direito do palco ao mesmo tempo que dois outros homens corriam para a frente do mesmo, bloqueando uma possível fuga do espadachim e do homem ferido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os dois homens na frente do palco não usavam fantasias e o gigante que vinha pela direita parecia mais um monstrengo do que um nobre, fazendo com que a platéia de nobres começasse a ficar indecisa. — Que peça estranha. — Dizia um. — Não teve isso na outra apresentação. — Afirmou o outro. Alguns até mesmo começavam a se afastar, voltando para suas casas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Desgraçado! — Um dos atores fantasiados gritou para o espadachim, enquanto o outro completou: — Você vai ser nosso escravo até pagar sua dívida! — Com a espada em mãos, todos os quatro homens comuns pareciam inseguros de avançar, mas não o grandalhão, que se aproximava cada vez mais. O homem ferido permanecia jogado no chão, tremendo.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyTer 14 Abr 2020 - 15:51


O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Who are you calling short?
Minha atitude gerava a reação que eu esperava mesmo: surpresa. Eu sabia que entrar numa peça do nada poderia prejudicar meu disfarce, mas contei mais uma vez com a sorte para que as pessoas ainda pensassem que aquilo tudo se tratava de uma encenação. Entretanto, para minha própria surpresa, os valores de heróis eram invertidos da muralha para dentro. Em qualquer outro lugar do mundo, por onde passei, eu seria aplaudido. Mas ali não. Ali a lei era outra. Pobres não eram coitados, eles eram as aberrações.

Ainda atordoado com aquela recepção, me abaixei para falar com o homem ferido, temendo que, na verdade, ele fosse me xingar por estar atrapalhando a festa. Seus olhos pediam por socorro, ele me confirmou com a cabeça balançando discretamente. Raiva. Era isso que eu sentia. Não havia outra palavra para descrever o que estava crescendo dentro de mim naquele momento. Senti como se minhas pupilas ficassem menores, focadas somente em meus oponentes. Era realmente verdade aquilo? As pessoas estavam pegando outros seres humanos para serem açoitados em público. O mundo estava acabando mesmo. Fiore... Você precisa fazer alguma coisa, rápido.

- Chapolin Amarelado pequeno. Apanhar pro Golum!

Por um milésimo de segundo eu repeti a frase na minha mente. Chapolim amarelado. Pequeno. Ele acabou de me chamar de pequeno. Olhei para a aberração que havia falado aquilo. Não sei quem estava mais feio ali: eu com as veias da face saltadas, corado de vermelho e com os olhos arregalados ou aquele cara que simplesmente era horrível por natureza. Minha altura é normal. Minha altura é normal para a minha idade! Vou fazer ele ficar de joelhos na minha frente, ai vamos ver quem é o baixinho! Rangi meus dentes, ignorando o fato de ser ameaçado pelos atores e pelos outros dois homens que estavam na frente do palco, impedindo minha fuga. Indiferente. Eu não queria fugir.

- Eu. Não. Sou. Pequeno!! - bradei enquanto me preparava para saltar na sua direção.

Com a espada já desembainhada, a colocaria do lado de meu corpo. Ele era definitivamente um grandalhão, e burro, a julgar pela sua aparência. Queria iniciar com um golpe impactante, que me desse a brecha para faze-lo ajoelhar perante mim. Utilizando a minha técnica, procuraria saltar até o segurança girando em meu próprio eixo, a fim de conseguir mais poder para golpeá-lo com força com a lâmina da minha espada. Não planejando parar, independente de acertar o golpe ou não, tentaria utilizar a minha agilidade contra o seu tamanho, me esgueirando em volta de seu corpo e o confundindo. Tomaria cuidado com os seus braços, que pareciam bem fortes, mas não me preocuparia muito com suas pernas, que pareciam não servir para outra coisa senão caminhar.

Tentando me esgueirar e confundi-lo, queria dar um show de espadas para a plateia ingrata. Para isso, usaria toda a minha perícia de samurai para cortar sua pele na parte de trás do joelho. Eu não era nenhum perito em anatomia, mas sabia que para ajoelhar, usávamos o joelho - lógico -, então faria ele sentir dor lá para que pudesse ficar prostrado em minha frente. Caso, em algum momento, eu fosse acertado, não pararia a minha ofensiva. A minha fúria consumia minha energia, disfarçando seu gasto como a adrenalina fazia. Talvez eu fosse sentir dor, mas, com certeza, ela pioraria depois que a ação acabasse. Tentaria correr um pouco mais inclinado para frente, a fim de facilitar uma esquiva ágil, sempre procurando contra-atacar com cortes secos e ágeis da minha katana.

- Vocês que acham isso repugnante: lutem comigo! - gritaria em meio a minha ofensiva.

Minha mensagem tinha um destinatário. Queria que ela ouvisse e que me ajudasse a acabar com aquilo o mais rápido possível. Era uma peça para qualquer um que estivesse vendo, e eu torcia para que ela tivesse culhões para agir naquela situação.


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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyQua 15 Abr 2020 - 8:50

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— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em fúria, Genichiro não perdia tempo e avançava contra o grandalhão, girando em torno do próprio eixo e cortando o gigante do ombro esquerdo ao lado direito da cintura. O urro de dor assegurava aos nobres restantes que aquilo ali NÃO fazia parte da apresentação e o caos tomava conta do ambiente, com os riquinhos da cidade correndo igual baratas tontas, um se esbarrando no outro, pessoas caindo, gritos de desespero...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Filho da p- Essa porra é de verdade! — Gritou um dos atores, assustado com o sangue derramado. — GUARDAS! GUARDAS! — Gritaram vários dos nobres. A mulher de cabelos rosados também corria, afastando-se da cena. O espadachim, no entanto, ainda se digladiava com o grandalhão, pois seu golpe inicial não havia sido o suficiente para derrubá-lo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mesmo com dor, o segurança tentava segurar a roupa do espadachim com sua mão, mas o garoto girava em torno do próprio eixo e esquivava, indo para trás do homem e realizando um corte atrás do seu joelho. O corte produzia o efeito desejado e obrigava o grandalhão a cair sobre seu joelho direito. Ainda assim, o segurança girava com seu braço direito esticado e atingia o samurai na região das costelas, derrubando-o no chão à frente do palco.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro caiu de costas no chão belo e limpo da Cidade Alta, com uma leve dor no lado direito das costelas. Os dois atores que estavam lá embaixo aproveitaram a oportunidade para segurar o espadachim, ainda no solo, tentando imobilizá-lo. Um *toc* seco e alto era escutado pelo samurai antes de um dos seus agressores cair desacordado. Atrás dele estava a mulher portando um bastão de madeira, visivelmente assustada, mas ajudando o espadachim assim mesmo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um dos atores do palco descia e vinha na direção de Genichiro e da mulher, enquanto aquele que já estava lá embaixo lutava para segurar o espadachim no solo, tentando imobilizar a mão direita dele, com a espada. — Vadia! Não atrapalha! — Gritava para a mulher. Enquanto isso, o outro ator que estava no palco ia na direção do escravo e começava a chutá-lo. — É tudo sua culpa, seu merda! — O homem caído apenas gemia com os golpes. O grandalhão chorava com a dor, alisando o corte com uma das mãos e tentando se levantar com o auxílio da outra. Os nobres haviam desaparecido por completo, embora ainda fosse audível alguns dos seus gritos. O som de apitos também eram audíveis e estavam cada vez mais próximos.

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! - Página 2 EmptyQui 16 Abr 2020 - 13:05


O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Who are you calling short?
Disfarce por água abaixo, confusão generalizada e justiça sendo feita. Com sucesso, fiz o grandalhão se ajoelhar na minha frente, mas durou pouco: ele fez um grande esforço para ainda assim conseguir me golpear. E que belo golpe. Fui jogado para trás, de costas ao chão, olhando para o céu do reino de Goa. O chão gelado incomodava minhas costas, mas infelizmente não tive tempo para me levantar. Sendo imobilizado por alguns instantes, antes de que a garota decidisse participar da luta, comecei a pensar se aquilo realmente foi uma boa ideia. Toda vida tinha um valor infinito, e, se eu continuasse pensando assim, me convenceria de que aquela foi a atitude certa a se tomar.

Meu braço direito imobilizado me impedia de ter uma boa resposta contra o meu agressor. Os apitos se aproximavam, a policia estaria ali em alguns instantes. O segurança estaria em pé em pouco tempo também, e a garota e o escravo ainda poderiam fugir. O disfarce deles ainda não estava prejudicado, eles deveriam aproveitar a oportunidade. Ainda fazendo força para tentar me livrar - provavelmente sem sucesso - esperava alguma ação da garota para que eu pudesse, quem sabe, aproveitar a brecha e fugir também. Mas aquele escravo não poderia ficar lá, ela deveria ajudá-lo. Eu tentaria arranhar a cara do meu agressor, enfiar meus dedos em seus olhos, puxar as suas narinas para causar dor. De alguma maneira eu precisava recuperar os movimentos do meu braço direito.

- Garota, a gente precisa dar o fora daqui. Pegue o escravo e se esconda com ele. Não se preocupe comigo, eu vou te encontrar de algum jeito! - comandei.

Esperava que ela colaborasse. Uma vez que obtivesse o mínimo de movimento do meu braço esquerdo, tentaria reagir. Usando a parte cega da minha lâmina, a pressionaria contra a garganta do homem que estava em cima de mim, a fim de conseguir tirar a sua pressão. Meu objetivo ali não era mais nocautear cada um dos meus adversários, mas fugir enquanto era tempo. Tentaria sair debaixo do homem o mais rápido possível, auxiliando, caso necessário, a fuga da garota das madeixas rosas e do escravo. Os seguiria onde quer que eles fossem, ficando atento a qualquer investida que pudesse vir em nossa direção, tentando rebatê-la com a parte chata da espada, como se fosse um taco de baseball.

Caso não fosse possível me livrar, lamentaria, era uma grande mudança no meu plano, e talvez visitar o rei de Goa fosse uma tarefa quase impossível. Tentaria evitar possíveis agressões, revidando e ainda tentando machucar meus oponentes com socos e chutes, evidenciando toda minha imperícia nesses quesitos. Talvez fosse uma boa ideia aprender a lutar sem algum tipo de arma, somente utilizando meus socos e chutes. Mas isso era um plano para depois, eu deveria focar no meu objetivo principal: descobrir o que a Marinha estava fazendo aqui no dia do assassinato do meu irmão.

- Me soltem seus merdas! - cuspiria na frente do segurança grandalhão - Nunca mais me chame de pequeno! Eu tenho a altura normal para a minha idade!!

Todavia, fugir não era impossível. Se a garota tomasse as atitudes corretas em combate, talvez eu tivesse mais facilidade para me livrar dos meus agressores e conseguisse auxiliar na fuga do escravo.

- Esse daqui é seu, eu vou atrás do escravo. - colocava minha mão em minha costela, tentando amenizar a dor.

Respirando fundo e deixando minha raiva passar aos poucos, afinal, quem me insultou já estava numa situação pior, comecei a raciocinar o que estava acontecendo. Tentaria utilizar da minha aceleração para atingir minha velocidade máxima e ultrapassar qualquer ator ou segurança que viesse em minha direção, dando passos para o lado ou girando meu corpo como um grande running back, a fim de chegar até o homem que chutava o escravo. Aquilo era desumano e sem sentido algum, e ele eu fazia questão de deixar uma marca, pelo menos por um tempo. Quem sabe um galo na cabeça. Posicionei minha espada na minha mão direita, com a ponta mirando o céu, colada ao lado do meu corpo.

Assim que chegasse perto o suficiente, flexionaria meus joelhos para conseguir uma impulsão suficiente para alcançar a testa daquele ator. Bradando como um guerreiro espartano, procuraria acertar a sua testa com a base do cabo da minha katana. Sendo bloqueado ou desviado, dentaria continuar a ofensiva. Se ele, por algum motivo, conseguisse desviar para os lados, giraria meu corpo assim que chegasse ao chão, me impulsionando mais uma vez em sua direção, procurando atingi-lo no ombro com uma estocada. Se meu primeiro golpe fosse bloqueado, esperaria aterrissar para então tentar aplicar a mesma estratégia anterior, estocando meu oponente no ombro.

Uma vez que o escravo estivesse livre de agressores, tentaria ajudá-lo a se levantar. Talvez ele fosse bem mais alto do que eu, então passar um de seus braços sobre meus ombros fosse desconfortável, então o auxiliaria segurando um de seus braços, enquanto, com a outra mão, eu apoiava suas costas, tentando agilizar sua passada, caso necessário. Faria um sinal para a garota: um assovio, um grito, um sinal com as mãos, o que se encaixasse melhor na situação. Estava na hora de bater em retirada, e eu procuraria qualquer beco próximo a muralha, onde, talvez, a informação ainda não tivesse chegado. Lá poderíamos resolver os próximos passos, além de nos conhecermos melhor.

- Genichiro Fiore, obrigado por me ajudar lá, doriru-chan!



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