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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O bando nasce! Nobreza contra ralé!

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptySab 07 Set 2019, 19:29

O bando nasce! Nobreza contra ralé!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Genichiro Fiore. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyDom 08 Set 2019, 09:36

Citação :
~Legenda~
- Fala
~Pensamento~
 

   Hoje era um dia diferente. O luto era eterno, mas ainda havia uma vida inteira pela frente. E melhor: agora eram dois sonhos para perseguir. Depois da morte de seu irmão, Fiore herdou o sonho dele de ser o melhor espadachim do mundo, juntando com o seu próprio sonho de ser o Rei dos Piratas. Apesar dos dias em que passou na orla sem colocar nada na boca senão o próprio dedo a fim de mordê-lo de leve para evitar o choro, ele estava determinado a começar a ir atrás do seu sonho hoje. Mas ele precisava de algumas coisas, como, por exemplo, um barco e um navegador, pois ele não sabia nada sobre navegação. Ele se levantaria, bateria as mãos espalmadas na roupa para tirar a poeira e então tentaria se localizar na ilha.

   Independente de onde estivesse, ele tinha uma prioridade momentânea: comer. Sua barriga rugia, pedia socorro, urrava. De onde ele vinha, isso era um sinal de vergonha. Se certificou que ninguém estava lá para ouvi-lo sofrer com a fome, e, independente da presença de alguém, ele se apressaria para o centro comercial mais próximo, procurando por uma taverna ou restaurante para comer. Ele caminharia de cabeça erguida, procurando alguma placa ou algum aroma que indicasse que havia comida ali. Ele entraria no primeiro lugar que encontrasse, afinal, não estava em condições de escolher o que queria para se alimentar.

- Ei, me traz o que vocês tiverem aí, carne de preferência. - faria o pedido, procurando se sentar em algum lugar perto de onde fora atendido.

   Assim que obtivesse a comida, esse seria o seu foco. Aproveitaria cada mordida, morderia com força e encheria a boca o máximo que pudesse. Não estava ligando para etiqueta, então os cotovelos em cima da mesa serviriam de nada além de apoio para a voracidade em que estaria comendo. Se alguém viesse falar com ele, só responderia com uhum e aham, pois estava fazendo algo muito mais importante. Ele não prestaria sequer atenção no que estava sendo dito e, ao fim de sua refeição, perguntaria para a pessoa.

- Eu não ouvi uma palavra que você falou, mas você sabe navegar? - perguntaria, e, caso a resposta não fosse um sim, continuaria - É que eu vou ser o próximo Rei dos Piratas, e eu preciso de um navegador para isso. Hehehe.

~Uma espada agora cairia bem também hein...~

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyTer 17 Set 2019, 01:10

— NARRAÇÃO —


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O céu se encontrava ensolarado e com poucas nuvens, para alguns um ótimo jeito de começar o dia, o sol estava alto no céu o que indicava que a hora do almoço se aproximava. Ao redor do aspirante a pirata ele poderia ver algumas pessoas passando pela rua, cada uma com um objetivo diferente, pelas suas costas havia apenas uma parede de tijolos de um edifício de dois andares meio acabado pelo tempo.

Nenhuma boa aventura começaria com o pé direito sem um bom rango e era nisso que o jovem estava focando, assim ele sai à procura de algum lugar para poder enfim saciar a fome monstruosa que o dominava, sem muita dificuldade ele encontra um restaurante que na placa dizia “Belo Prato”, o cheiro de comida caseira chegava até o jovem que nem esperava para distinguir que prato que daria tal cheiro.

Assim que Genichiro entrou o garçom que ali trabalhava disse – bom dia, o senhor gostaria de ver o cardápio? – Sem dar muita atenção ao garçom depois de ter dito o que queria o jovem pegou a mesa mais perto que havia, que ficava perto da porta.

O garçom saiu resmungando algo sobre a grosseria do jovem, mas logo voltou com um prato de costelas bovinas ao ponto, algo que parecia ser ervilhas e arroz comum, um prato razoavelmente grande poderia se dizer.

O mesmo colocou o prato sobre a mesa de Genichiro e disse –são 1000 berries. – Sem dar muita importância o jovem pagou e disse - Eu não ouvi uma palavra que você falou, mas você sabe navegar? - E rapidamente o garçom respondeu – eu sou apenas um garçom- era visível que o funcionário não gostava da maneira como o jovem se comportava.

Ainda assim Genichirom responde - É que eu vou ser o próximo Rei dos Piratas, e eu preciso de um navegador para isso. Hehehe. - Ao escutar as palavras “rei dos piratas” o garçom soltou uma leve risada e disse – Mais alguma coisa? –

O primeiro passo foi dado pelo aspirante a pirata, mas o que ele faria a seguir, perguntaria mais alguma coisa ao garçom? Apenas sairia depois de comer e aonde iria? O leque de decisões era enorme, tudo dependia das atitudes que ele tomaria.
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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyTer 17 Set 2019, 23:06

Belo Prato era o restaurante escolhido pelo samurai. Comendo seja lá o que fora colocado na frente dele, que sequer pensou em distinguir visualmente o ingredientes, ele percebia que o garçom resmungão falava algumas coisas em seus ouvidos. Ele tinha muito o que pensar e muito o que saborear, portanto não deu a mínima para o que ele falou, mesmo que aquilo tenha sido o preço do prato. Fiore estava muito entretido em sua refeição para pensar em dinheiro gasto, ainda mais quando estava sendo a primeira refeição de uma épica jornada que estava a acontecer. Com seus cotovelos em cima da mesa e os arredores da boca sujos, ele resmungou algo sobre não estar ouvindo bulhufas, e ainda perguntou se o homem ali sabia navegar.

    Infelizmente achar um navegador não era uma tarefa fácil, ele tinha noção disso, e não desanimou com o não que veio rapidamente após sua pergunta. O loiro continuou mastigando enquanto apoiava seu rosto no punho esquerdo, olhando de canto para o garçom que respondia sem esconder a sua insatisfação de atender aquele cliente. Perceber quando não era desejado não era um dom especial, bastava perceber nas atitudes impacientes daquele homem. O Genichiro se explicou, dizendo que gostaria de futuramente ser o rei dos piratas, o que arrancou algumas risadas do garçom. Ignorando aquilo, ele continuou comendo, até que o homem continuou o atendimento.

- Mais alguma coisa?

- Hum! Bem lembrado! - Fiore ergueria uma das talheres, apontando para o teto, e com um olhar heroico ele responderia - Também serei o maior espadachim que esse mundo já viu. Vou precisar de uma espada, você sabe me dizer onde que eu posso encontrar uma?

    Independente de obter uma resposta ou não, ele abandonaria o restaurante logo em seguida rumando adquirir a sua primeira espada. Debaixo daquele sol escaldante, dando seus primeiros passos fora do restaurante, ele agradeceria sem olhar para trás e sem nem mesmo pagar a conta.

- A comida tava muito boa! Obrigado por tudo!

    Caso ele tivesse uma direção a seguir, assim faria. Caso contrário, continuaria andando, dessa vez prestando atenção não somente no comércio, mas como nas pessoas e na arquitetura do local. Queria saber se o lugar que estava era rico ou pobre, se havia fartura ou escassez. Estar em uma ilha era uma grande oportunidade de aprender sobre ela, e assim o faria enquanto procurava a loja de armas. Não estava com pressa para encontrar uma, então não pararia para perguntar para os civis sobre a localização da mesma, caso ainda não a tivesse. Ele deixaria o acaso tomar conta dele naquela jornada, e se fosse da vontade do narrador destino que ele encontrasse a loja, ele encontraria.

    Uma vez dentro da loja, caso a encontrasse, Fiora já sacaria o dinheiro ansioso, procurando as armas com os olhos e apontando com ânimo para a primeira katana que encontrasse.

- Ali! É aquela que eu quero. Eu quero uma katana, quanto que custa?

    Ele não ligaria de dar muito dinheiro naquela arma, mas só a compraria se coubesse em seu orçamento. Uma vez com a arma, o loiro procuraria algum lugar chamativo, ou com bastante pessoas, para fazer a convocação para o seu bando. Ele procuraria um palanque ou algo do tipo para fazer a declaração.

- Alguém aqui quer cair nos mares em busca do maior tesouro que o mundo já viu? Ou melhor, que ainda não viu mas vai ver um dia!

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyQua 23 Out 2019, 00:12

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por isso que odeio atender crianças... — Fiore ouviu o garçom murmurando às suas costas enquanto saia do estabelecimento. — Nem pra me dar uma gorjeta! — Lastimou o outro. — Até disse onde ele poderia comprar uma espada!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sobre o local para se conseguir uma espada, a resposta do garçom foi o mais específica possível: — "Em uma loja?" — Sim, até o tom de dúvida havia transparecido em sua voz!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, o jovem estava sem pressa e errou pelas ruas da ilha, absorvendo os detalhes da cidade. Independente de para qual direção olhasse, era possível ver a alta muralha que cercava a cidade. Havia visto pequenas casas do lado exterior das muralhas, as casas dos mais pobres e desafortunados, ao entrar na cidade. Na região em que estava, ainda próximo das muralhas, as casas ainda eram simples, embora mais ricamente decoradas, provavelmente dos moradores de classe média.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A sua esquerda, no centro da cidade, também era possível ver um palácio, imponente devido à altura e a sua arquitetura. Talvez aquilo indicasse que, quanto mais próximo do centro da cidade, mais ricos eram os seus habitantes. E vice versa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já a sua frente, além dos muros e beirando o horizonte, havia um monte cercado por florestas. Se a sua visão não lhe enganasse devido à distância, poderia jurar que via algumas casas espalhadas pelo monte. Mas o monte e o palácio estavam distantes demais e sua atenção voltou ao seus arredores.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As ruas eram bem cuidadas e policiais patrulhavam para cima e para baixo enquanto diversos nobres andavam distraídos em conversas fúteis. Vez ou outra o garoto podia ver um trabalhador — mensageiros, ajudantes, serviçais… — cortando apressadamente seu caminho por entre os nobres para completar alguma tarefa. Os nobres ignoravam os trabalhadores com tanta eficiência que era como se eles fossem fantasmas passando por ali, visíveis apenas para o jovem Genichiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com relação às patrulhas, era engraçado — Se é que poderia usar essa palavra! — como nenhum marinheiro havia cruzado o seu caminho. Quanto mais andava, mais policiais via pelas ruas, mas nenhum marinheiro. Será que havia sequer um QG naquela ilha? Será que os seus olhos o haviam enganado naquela fatídica noite?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Independente da resposta para tal pergunta, uma placa de bronze com uma espada e um escudo atraiu a atenção do jovem e não demorou para que Fiore estivesse dentro da pequena loja de armamentos, os olhos brilhando em excitação. Um jovem, na casa dos 20 anos, se aproximou do garoto com um sorriso amigável no rosto. — Irasshaimase! — Sua voz também exalava carisma e sua leve mesura indicava respeito, apesar de Fiore ser bem mais novo. Um atendimento completamente diferente do garçom!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Fiore logo se apaixonou por uma katana, apesar dela ser bem simples, e começou a gesticular com empolgação. O vendedor respondeu com um sorriso brincalhão. — Essa é apenas trinta mil berries! Mas... — Seu sorriso murchou um pouco enquanto sua expressão facial e corporal demonstrava um certo desconforto, talvez vergonha ou constrangimento? — Desculpe, mas não posso vender armas com fio para crianças! — O vendedor afirmava, esfregando uma mão com a outra e mudando o peso de uma perna para a outra, obviamente desconfortável com a situação.

Legendas:
  • Civil

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptySeg 23 Mar 2020, 00:24

A comida estava boa e eu estava pronto para ir atrás da minha espada. O que é um espadachim sem uma, afinal? Caminhei pela não tão popular Dawn Island, no sentido de que havia muita diferença entre os verdadeiros trabalhadores e aqueles que tinham dinheiro até debaixo das unhas. A cidade era caprichada e visivelmente cara, com ruas e casas bonitas e que exigiam uma boa quantidade de dinheiro para poder se camuflar. Os que não possuíam tal quantia eram os trabalhadores, que iam de lá para cá e de cá para lá em passos apressados, rumando qualquer que fosse o lugar, mas com um objetivo em comum: trazer mantimento para sua casa, para sua família. Isso doía um pouco de ver, mas eu não poderia fazer algo impensado, afinal, aquilo já estava assim e eles pareciam satisfeitos. Não me entenda errado, eu gostaria de mostrá-los que eles não são meros objetos a serem ignorados pelos nobres.

Dentro daquelas muralhas não havia marinha, apenas uma patrulha de policiais. As imagens da morte de meu irmão eram muito recentes e eu não parava de pensar naquilo. Eu tinha certeza que eram marinheiros que mataram meu irmão. A roupa branca e azul, os rifles clássicos de marinheiros, os chapéus... Será que nós demos tanto azar de chegarmos aqui logo com uma visita atípica de marinheiros na ilha? Eu queria engolir o choro, e consegui, fiz o máximo que pude com a cerviz dura e cara fechada. Tomoe estaria sempre em meu pensamento, mas a tristeza de sua perda não poderia me afetar por tanto tempo, eu tinha objetivos a cumprir. Os dele e os meus. Continuei a perambular a cidade procurando a minha katana.

First things first, minha espada. Após minha caminhada pela cidade, acabei encontrando a tal loja. Sua placa era bastante sugestiva e eu gostaria de parabenizar o responsável por aquilo. Adentrei olhando para todos os cantos como uma criança entrando num parque de diversões, com passos apressados, com um objetivo em claro, mas apaixonado por tudo que estava ao redor. Um vendedor não demorou para aparecer. Era mais velho que eu, mas não parecia tanto assim. Me aproximei olhando para os cantos, quando, como um imã, uma katana prendeu meus olhos e, aos poucos, puxava o meu dedo indicador, que, com excitação gesticulava apontando o que eu queria. O vendedor me falou o preço, e eu já estava sacando o dinheiro da minha bolsa de moedas. - Criança? Quem? Eu? - parei por um instante - Mas eu sou um samurai, eu posso te provar!

Caso o vendedor só estivesse tirando uma com a minha cara, pagaria o preço estabelecido e tomaria posse de minha nova espada. Tentaria encaixá-la do lado da cintura, preso em alguma parte do pano da minha roupa, para que pudesse sacar com facilidade com a mão direita. - Vem cá, cara, deixa eu te perguntar, você sabe de alguns marinheiros passeando pela cidade? - eu queria saber se os assassinos do meu irmão ainda estavam por aqui, e eu começaria minha vingança dessa maneira caso fosse possível - Tem algum motivo especial para estarem aqui ou só estão passeando mesmo? - dadas as informações, agradeceria e sairia da loja, procurando então andar mais para o centro da cidade, onde os verdadeiros nobres estavam. Quem sabe que tipos de história eu poderia arranjar por lá.

Caso o vendedor realmente não quisesse me vender a espada, eu teria que provar que eu era capaz de portar uma katana, mas eu não sabia como. Eu não queria intimidá-lo, afinal, apesar de ter uma feição inofensiva, eu sabia fazer isso. Eu queria convencê-lo de forma justa. Não se rouba alguém que está disposto a vender uma espada. - Existe alguma coisa que eu possa fazer para te convencer? Você vai se impressionar comigo, eu te garanto. - eu iria sugerir. Eu realmente não ligaria de fazer alguma coisa para provar que eu merecia aquela espada, aceitaria a proposta de prontidão, desde que eu julgasse que, de fato, aquilo colocaria em prova minha maestria com lâminas.

Entretanto, eu temia uma coisa: ele estava falando da minha altura. Era bom não ser isso. Se ele esboçasse qualquer coisa sobre eu ser baixinho - O QUE EU NÃO SOU -, eu perderia a paciência. Não era o melhor lugar para perder as estribeiras, mas era mais forte do que eu. Com a palma da mão aberta, eu bateria no balcão e rangeria os dentes, pressionando o vendedor para que se desculpasse. - Minha altura é normal pra a minha idade! Retira o que você disse agora! Retira! - me inclinaria pra frente e, talvez até mesmo com a ponta dos pés, mas tentaria aproximar minha face da face do homem. Eu não queria sair de lá sem a minha espada, mesmo que eu tivesse que furtar uma.
Historico:
 

Off:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptySab 04 Abr 2020, 18:25

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda visivelmente desconfortável, o vendedor coçava a cabeça e olhava para trás, em direção ao caixa. Genichiro afirmava não ser uma criança, mas sim um samurai, e o vendedor o olhava nos olhos por alguns segundos, ponderando aquela informação, até dar um leve suspiro, pegar a katana e, com um movimento de mão, indicar para o mais jovem o seguir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No caixa, havia um homem na casa dos 40 anos, com o cabelo e barba negros e apenas alguns fios brancos rebeldes ali no meio. Sua expressão era bem mais séria do que o vendedor, embora fossem parecidos um com o outro, e o motivo logo foi conhecido pelo espadachim. — Pai, este ga-jovem gostaria de comprar esta katana. Trinta mil berries. — O homem, com apenas um grunhido de compreensão, pegava o dinheiro oferecido por Fiore, contava-o e agradecia. — Obrigado. — Curto e grosso, assim como a sua voz.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O vendedor parecia extremamente aliviado com a atitude do pai. Talvez temesse uma reprimenda por tentar vender uma espada para alguém tão novo? De qualquer forma, o filho pedia para que Genichiro o acompanhasse novamente e o levava até a porta da loja, entregando-o a katana com ambas as mãos. — Desculpa qualquer coisa, senhor! — Após o loiro pegar a arma, ouviria: — Muito obrigado e volte sempre!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No entanto, Genichiro ainda não havia acabado e fazia algumas perguntas para o vendedor. — Marinha? Quem precisa desses cachorros do governo? HIAHIAHIA! — A gargalhada não durava muito, com o jovem fingindo tossir antes de continuar: — Perdão pelo tom, senhor! — Contido, voltou a responder o espadachim. — As vezes, alguns marinheiros passam pelo nosso reino, normalmente para tratar com o nosso Rei. Mas sequer lembro a última vez que vi um por aqui.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com sua pergunta respondida, o espadachim saia da loja e seguia seu rumo, agora devidamente armado. Buscava chegar na região mais rica da cidade, andando na direção da muralha que cercava a Cidade Alta, mas nem sempre as coisas acontecem como o planejado. No portão que servia de entrada para a Cidade Alta havia quatro policiais, dois de cada lado. O espadachim via dois homens, de paletó e gravata, saírem pelo portão, assim como uma mulher ricamente vestida entrar pelo mesmo, sem sequer um movimento por parte dos policiais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contudo, bastou o loiro dar um passo naquela direção para que um dos policiais corresse em sua direção, colocando uma mão em frente ao seu peito para pará-lo. — Pare, garoto! Você não tem autorização para entrar na cidade Alta! — Afirmava com firmeza, sem sequer pedir por um documento ou autorização. Os outros três policiais olhavam para o garoto, mas não tomavam nenhuma atitude no momento. Genichiro ainda via um casal passando por ele e adentrando na Cidade Alta, sem que os policiais sequer olhassem para eles. Os nobres, no entanto, olhavam para o espadachim com expressão de deboche, com a mulher cobrindo a boca com a destra e rindo, comentando algo sobre seu respeito com o homem ao seu lado.

Legendas:
  • Civil
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

Policial:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptySab 04 Abr 2020, 21:10

Agradecido, sai da loja de armas empunhando minha nova arma. Não era grande coisa, não era a mais especial de todas, mas era a arma que meu dinheiro poderia comprar. Um samurai sem uma espada era um samurai incompleto. Com ela firmemente presa à minha cintura, me misturei com os civis e rumei a parte mais rica da cidade, aproveitando cada passo da minha caminhada para analisar algum detalhe interessante daquela região. Entretanto, minha caminhada foi interrompida quando, por algum motivo, um policial me parou colocando a mão próxima a meu peito, alegando que eu não poderia adentrar na Cidade Alta. ~Esse cara não vai sair do meu pé mesmo... Droga.~ Não me movi. Ao invés disso, olhei para os lados, analisando aquela situação.

Nobres iam e viam sem sequer que fossem olhados na cara, sem sequer serem incomodados a mostrar um documento comprovando que eles deram sorte o suficiente na vida para acumular algum dinheiro e ascenderem na sociedade. Homens que atravessavam o portão como se fosse o quintal de sua imensa propriedade, com a conversa ininterrupta, que provavelmente era importante demais para que dissessem um bom dia/tarde/noite para os policiais que trabalhavam ali. Mulheres rindo como se eu fosse uma piada, um miserável tentando conhecer um pedaço de seu mundo. O meu copo estava quase cheio, e cada futilidade que eu via em Dawn Island era uma gota a mais, quase transbordando a minha paciência.

Sem pensar muito na situação, me dirigiria ao policial - Eles devem te pagar muito bem. Eu duvido que quando acabar seu turno você vai aí pra dentro. - rangeria os dentes, mas evitando fazer algum movimento brusco ou agressivo. Eu não queria causar confusão ali na entrada, e nem tão cedo. Eu queria entrar na cidade alta, chegar de alguma maneira até o rei e perguntar para ele sobre os marinheiros que estavam aqui. Mentir talvez fosse uma opção para entrar ali, mas definitivamente palavras não eram o meu forte. Eu era ação, não persuasão. Mais três policiais me encaravam, talvez de prontidão para me ensinarem uma lição caso eu precisasse. Como se esses magrelos tivessem alguma chance comigo.

Recuaria alguns passos sem tirar os olhos do homem que veio me parar. Provavelmente minhas palavras não surtiriam grande efeito, mas ainda assim, o encararia. Depois de poucos metros mais distante dele, eu daria as costas e procuraria algum lugar para ficar sentado. Algum lugar que eu tivesse visão de quem entrava e quem saia daquele portão. Deveria haver alguma forma de entrar sem ser percebido, e furtividade sim era algo que eu era bom, ou pelo menos melhor do que lábia. Independente do lugar que eu estivesse, eu tentaria prestar atenção se havia alguma mudança no padrão da ação dos policiais: talvez algum estereótipo que eles tivessem como suspeito, os levando a parar os cidadãos que tentavam o ingresso na Cidade Alta, ou como eles lidavam com mercadorias entrando na cidade. Eu poderia tentar entrar escondido junto dessas mercadorias.

Eu não era muito bom com disfarces, então não me arriscaria nisso. Talvez a melhor jogada fosse entrar junto de algum tipo de carga. Talvez feno numa carroça, ou embaixo de algum pano, entre alguns objetos - ou embaixo deles. Caso encontrasse alguma carroça, tentaria caminhar sem atrair alguma suspeita, e, utilizando de toda a minha furtividade, procuraria me misturar com a carga, de forma que eu não ficasse visível. Mas essa era uma opção bastante improvável na minha opinião. Eu não via nenhuma outra maneira de entrar lá sem ser percebido, então não ficaria preso a isso. Caso, dentro de - no máximo - uma hora eu não visse a oportunidade perfeita, eu voltaria para a minha caminhada, desta vez pelo perímetro do local que eles chamavam de "Cidade Alta". Minhas intenções eram simples: saber se haviam outros portões, brechas, passagens subterrâneas ou escadas, ou até mesmo encontrar uma outra carroça nos arredores de uma hipotética entrada.

Caso houvesse alguma brecha, como um buraco na parede ou um portão sem segurança, eu não pensaria duas vezes em ir em sua direção. Apesar da decisão rápida, eu ainda tentaria manter a cautela, não chamando atenção, mantendo a velocidade dos passos e ingressando na Cidade Alta antes que a segurança local chegasse. Na situação de tentarem me parar quando estivesse bastante próximo de entrar na cidade, eu não pararia: utilizaria de toda a minha velocidade para correr dos policiais, buscando em seguida um local para voltar ao low profile, andando pelas sombras e longe dos nobres - que aparentemente sentiam o cheiro de pessoas que não compartilhavam de seu preconceito.

Talvez fosse mirar muito alto, mas eu realmente queria ter uma reunião com o rei antes de deixar Dawn Island.
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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyDom 05 Abr 2020, 11:27

— N A R R A Ç Ã O —

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[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A expressão de decepção no rosto do policial era clara. Como deduzido pelo loiro, ele não podia passar daqueles muros após seu turno. Na verdade, mesmo como policial, sua patente lhe permitia atravessar aqueles muros apenas em extremas necessidades. — Apenas se afaste! — Bradou o policial, e o espadachim fez como pedido, sentando-se em um banco a uns vinte metros do portão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Genichiro continuou sendo observado pelo policial ranzinza, mas, como não estava fazendo nada de errado, o oficial ficava sem opções de como lidar com aquele garoto. Com o passar do tempo, o espadachim concluiu que o movimento de entrada e saída naquele portão, mesmo este sendo o principal, não era elevado, o que não era uma surpresa. Os mais pobres normalmente não podiam entrar na Cidade Alta e os ricos não se importavam com o que havia fora da alta muralha, sob raras exceções.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após uns vinte minutos, uma jovem na casa dos dezoito anos, muito bonita, passou marchando em frente ao loiro. Suas roupas eram simples e sua expressão era de poucos amigos, mas o que mais chamava a atenção eram seus cabelos que, não bastando serem rosas, ainda eram longos e tão encaracolados que lembravam uma broca. O mesmo policial de antes tomou a frente e bloqueou o caminho da mulher. Com uma mão na cintura e outra apontando para o rosto do oficial, a mulher explicou algo e logo sua passagem foi liberada. Simples assim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No restante do tempo necessário para completar uma hora, nada de diferente ocorreu e, como já esperado pelo loiro, nenhuma carroça surgiu. Desistindo daquela estratégia, partiu em busca de uma entrada diferente, deixando para trás o policial que suspirava de alívio por ter um problema a menos em suas mãos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após alguns minutos de caminhada, Genichiro encontrou outro portão, este bem menor e guardado por apenas dois policiais. Era engraçado como todos os policiais ficavam do lado de fora dos muros, vigiando apenas quem entrava, como se lá dentro a lei fosse outra ou, simplesmente, acima daqueles oficiais. Não havia forma de passar por ali sem ser notado e o loiro continuou a caminhar, fazendo seu perímetro ao redor daquela muralha… impenetrável?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais alguns minutos e o jovem espadachim pôde depender de suas habilidades para provar que a muralha não era tão bem protegida como deveria! Numa área bem mais sombria da cidade, quase como num beco, praticamente sem movimentação alguma, havia uma extensa escada que serpenteava muralha acima. Os primeiros degraus da escada eram protegidos por um único policial, o qual estava sentado no segundo degrau, cochilando.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Furtivo como um gato, o espadachim passava por ele e subia rapidamente, antes que mais alguém surgisse por ali. Após os primeiros degraus, a escada tornava-se extremamente estreita, sem nenhum corrimão para que o loiro pudesse se apoiar. Com uma das mãos na parede, Genichiro subiu, subiu e subiu, até suas pernas bambas alcançarem o topo daquela magnífica construção.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No topo da muralha, teria uma visão privilegiada da cidade (rica e pobre), assim como da ilha como um todo. Olhando para os lados, veria em ambas as direções um caminho com cerca de seis metros de largura, com um muro em cada lado, úteis para evitar quedas acidentais. A cada cinquenta metros, aproximadamente, havia uma torre de vigia. Por sorte do espadachim, não havia nenhum policial ou guarda ao alcance de sua vista. Para seu azar, também não via nenhuma forma de descer, além da escada que acabara de subir.

Legendas:
  • Civil
  • Policiais de Goa

Histórico:
 

Espadas Simples:
 

Garota:
 

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MensagemAssunto: Re: O bando nasce! Nobreza contra ralé!   O bando nasce! Nobreza contra ralé! EmptyDom 05 Abr 2020, 23:24

Depois de perceber que não havia movimento nenhum naquele portão, decidi fazer outro caminho. A muralha era realmente bem feita, o dinheiro a mantinha em pé, sem nenhuma brecha ou tijolo mal encaixado. Tudo era devidamente colocado, perfeitamente montado para separar seres humanos pelo seus respectivos poderes aquisitivos. Entretanto, haviam coisas que eu achava estranho, como a garota de cabelos rosas encaracolados de antes. Ela não tinha roupas espalhafatosas e, justamente por isso ela foi parada pelo policial. Diferente de mim, a sua passagem foi liberada após ela ter trocado algumas palavras, talvez ela fosse tão esnobe quanto qualquer outro nobre ali. Se eu a encontrasse mais alguma vez lá dentro, eu a questionaria.

Ainda não podendo sonhar com o inalcançável, eu precisava achar uma maneira de entrar na Cidade Alta, e eis que, por algum motivo, um leprechaum talvez, eu tive uma brecha que era como uma dádiva. Um policial dorminhoco ao lado de uma escadaria que levava para o topo da muralha. Era a minha chance. Com uma corrida silenciosa e com o corpo inclinado para a frente, como um ninja, subi degrau por degrau até o topo, sem que ninguém me visse. Ainda alerta, fiquei a procura de vigias nas torres que estavam montadas ali no topo. Não demorou muito para eu perceber que eu estava sozinho, pelo menos por aquele instante. Aproveitei aquele momento para dar uma olhada na ilha. A Cidade Alta era uma utopia. Talvez não tão utópica, afinal, existia. Eu precisava então chegar lá, em terra firme, mas não havia nenhuma maneira de descer.

As torres de vigia poderiam ter algum policial, mas também poderiam conter uma passagem para o lado de dentro da cidade. Era uma opção improvável, mas era a mais segura e, bem, não custava nada tentar. Ainda com as pernas cansadas e a respiração ofegante, de frente para os palácios, decidi seguir a torre de vigia à direita para investigar. Eu procuraria alguma maneira de entrar nessa torre, talvez pela porta, ou pela janela, com calma e sem fazer muito alarde. Não desembainharia minha espada a não ser que tentassem me atacar, me limitando a colocar a mão na ponta do cabo da espada, como um descanso para as mãos. Se houvesse gente lá dentro, mas não me notassem, não faria esforço algum para que isso fosse mudado, procurando alguma escada ou algo similar que me levasse para baixo, me direcionando para lá.

- Vocês não vão querer se meter comigo, fiquem aí onde estão. -diria caso fosse percebido. Eu não era um bom mentiroso, já havia deixado isso claro. Eu era ação. Ainda não desembainharia minha espada para não causar um alvoroço, mas tentaria colocar minha atenção no que estava para acontecer. Caso não houvesse nenhuma maneira de adentrar na cidade, eu partiria para a briga, senão, apenas correria o máximo que eu pudesse para tentar entrar na Cidade Alta e, então, tentar despistar os policiais. Esperava que não precisasse lutar tão cedo, mas se essa fosse a única opção, eu partiria para a ofensiva, utilizando a minha técnica. Procuraria começar desembainhando minha espada e partindo para frente, girando meu corpo. - Bash!

Se não houvesse como entrar para a cidade e fosse possível atravessar a torre de vigia para a continuação da muralha, eu faria - ou tentaria -, furtivamente ou não. Uma vez lá, continuaria fazendo a mesma coisa, andando pela extensão da muralha até encontrar uma maneira de descer. Caso não fosse possível, voltaria para a parte da muralha onde eu estava, tentando olhar para a altura da queda e se havia alguma coisa para amortecer. Se houvesse algo realmente grande, e próximo da muralha, que pudesse amortecer minha queda, eu daria o salto. Olharia a altura mais uma vez, tremendo um pouco de medo, respirando fundo e então pulando de costas. De alguma maneira eu teria que encontrar uma maneira de descer para onde os nobres nojentos estavam.
ぶつける - Bash:
 
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