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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ego homini Lupus

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyQui 29 Ago 2019, 13:53

Relembrando a primeira mensagem :

Ego homini Lupus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Braum Zoldwyck, Marian Hawke e Jhin Codsworth. A qual não possui narrador definido.


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GustCodsworth
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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyDom 15 Set 2019, 20:28


KING OF THE HILL


Chegando na taverna, em uma casualidade consegui encontrar meu tão desejado cigarro ali mesmo, pagando o homem, e logo acendendo meu cigarro, baforando-o calmamente com minha mão esquerda. ''Caralho....precisava disso aqui mesmo...'' Aliviado, porém insatisfeito com os resultados de hoje, me contrara um tanto quanto inquieto.

Desfrutando de uma audição requintada, consigo ouvir tranquilamente o que o maldito taverneiro planejava a poucos metros de mim. '' A merda de um grandalhão, pagando três imbecis para baterem uma criança, sério? E essa merda de anel, que eu saiba só minha família tinha jóias tão valiosas assim. '' Pensaria tragando novamente meu cigarro, tentando esconder a inquietação, estralando os dedos da mão esquerda no próprio balcão.

Atencioso sempre a sua volta, Jhin pode perceber a mulher adentrando o local, e se sentando próximo ao mesmo. Como foi criado em boa família, não se atenciava tanto para o físico, porém podia perceber a calmaria que vinha junto com a moça. ''Cê tá me tirando que esses otários tão zuando uma mulher aqui.'' Pensaria brevemente vendo o Taverneiro pegar as coisas, em meio a gargalhadas dos homens.
— Ei irmão, me dá essa cerveja aí — Diria entrando na frente do Taverneiro,que se movia para alguma mesa, em uma tentativa de intimidação momentânea — Eu pago! E também me vê esses copos aí — Enquanto que tentaria pegar tudo que estava na mão do Taverneiro.

Caso o mesmo se recusasse de ínicio, fitaria calmamente para com o fundo de seus olhos, entortando levemente a cabeça para a esquerda, dando um olhar vazio ao taverneiro — Posso te garantir que o maior de seus problemas não está em uma criança de cabelo branco, senhor taverneiro. — Diria mantendo uma postura ereta e imóvel, em frente ao taverneiro.

Se ele continuasse se recusando a me entregar a cerveja, iria novamente colocar a mão em frente ao seu peito, em uma tentativa de impedí-lo mais uma vez, porém atento caso ele tente uma investida ou empurrão, iria firmar o pé esquerdo um pouco para trás como um apoio. Me aproximando brevemente de seu rosto, lateramente. susurrando em seu ouvido — Que que tu acha que a marinha vai achar, se souber que você tá querendo mandar três homens pra cima de um muleque hein, seu desgraçado? — Agora, tentando novamente pegar as coisas da mão do homem.

Em todos os casos, caso conseguisse pegar as coisas do Taverneiro, levaria para a mulher que havia entrado ali, colocando um copo em sua frente, e um copo a esquerda, enchendo ambos — Olha, tudo aqui hoje, é por minha conta, viu? — Deixaria a jarra de cerveja em sua mesa, e pegaria meu copo, indo em direção a mesa dos três imbecis. Mantendo o cigarro sempre em minha boca até o momento.

Atento sempre ao homem que segurava o porrete, que parecia ser o líder ali do bando, iria me aproximar com passos mansos até a mesa, alongando as juntas do pé, com movimentos que também aqueciam a minha panturrilha. — Rapaziada, eu acho que eu não queria tá na pele de vocês não. — Diria indo para trás do homem do porrete, fingindo que iria passar reto, mantendo os passos mansos.

Me atentaria até o momento em que eu saísse do campo de visão do homem sentado, e arremessaria o copo de cerveja na sua cabeça, e junto com esse movimento, uma rotação impulsionando a perna direita, de frente para trás, fazendo um 180°. Acertaria uma bicuda na cabeça do homem , caso o mesmo continuasse sentado até o momento. Se ele tivesse se levantado logo após minha falação, iria visar um chute com a sola do pé no peito, com um intuito de derrubá-lo em cima da mesa.
''Cai dentro porra, vamo ver quem fica em pé nessa porra.'' Caso tomar golpes em meio ao combate, iria manter sempre a cabeça erguida, afinal, fui ensinado pelo meu irmão a não correr de uma boa luta. Manteria sempre a boa postura, e a respiração calma.

No caso do homem ainda estar com o porrete na mão após esse movimento, iria me manter sempre com a perna direita em posição, para caso necessário dar um impulso para trás, e desviaria de qualquer possível ataque com o porrete. No caso do homem não estar com porrete na mão, iria então atacar o homem que estivesse a sua esquerda, mantendo sempre a cintura mole, para caso tomasse algum chute, me esquivaria para a esquerda, ou caso tomasse algum soco, saltaria para trás com o pé de apoio, continuanndo com chutes calculados na costela e peito, para fazer o homem perder a respiração mais fácil, buscando sempre um nocaute. E caso a guarda embaixo estivesse aberta, chutaria seus testículos. Após uma série de chutes no homem a esquerda, no caso do outro infeliz que houvesse sobrado estivesse por ali, iria dar um soco forte no meu peito — VAI ME PARAR? EU SOU A MERDA DE UM DEUS — Diria independente se houvesse tomado algum golpe.

No caso de socos e ponta-pés, iria usar basicamente da virtude do Taekwondo, desvio e contra-ataque, surpreendo os adversários, me atentaria fitando seus braços e pernas, e também seus olhos diante de mim, aproveitando de meu rápido preparo e velocidade de resposta, esperaria o ataque do adversário e iria para o lado reverso, aproveitando da abertura da defesa para desferir chutes no peito do adversário.
Se algum dos três viessem com alguma arma branca, ou qualquer objeto que encontrarem no local, iria desviar sempre para trás, mantendo a distância dos objetos e aproveitando dos momentos após seus golpes para um contra-golpe de imediato.
Caso alguém venha com estocadas ou chutes diretos, iria tentar agarrar o objeto/perna. Puxaria o cara para minha direção, e soltaria contra seu estômago uma joelhada com a perna esquerda, mantendo sempre o sorriso no rosto, independente da situação.
No caso de algum dos três meliantes portarem uma arma de fogo, e o mesmo sacasse em minha direção, iria desviar sua atenção para mim, esperando alguma ajuda externa. — Oh seu palhaço, se você meter uma bala no meu peito eu vou te assombrar pro resto da sua vida, torce pra mim ficar vivo, seu desgraçado — Diria com um sorriso no rosto, acalmando a postura, e gesticulando com os braços, calmamente.



No caso do mesmo não querer continuar a luta, iria pegá-lo pela gola da camisa e jogá-lo para fora do local. Voltaria para o interior do estabelecimento, encarando o Taverneiro caso o mesmo estivesse na minha vista. me aproximaria do infeliz,observando se ele havia pego alguma arma, caso houvesse algum sangue em meu rosto perto de minha boca, passaria minha lingua no mesmo. — Então seu merda do caralho, onde que tá essa criança que você quer tanto? HEIN? — Diria me aproximando do taverneiro, mantendo uma boa distância caso o mesmo estivesse armado, porém caso o mesmo estivesse desarmado, me aproximária cara a cara dizendo as mesmas palavras.

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptySeg 16 Set 2019, 22:06




TRAPACEIRA, CONTADORA DE HISTÓRIAS E, OCASIONALMENTE, COMPANIA INDESEJADA
nightingale






- Muito obrigada e até nosso próximo encontro- Agradeceria também com um aceno de cabeça e seguiria o caminho recém indicado pelo homem. Era uma cortesia é claro, seu destino tinha uma passagem só de ida.

Não tinha tido sorte com histórias até agora, além da própria é claro, mas essa duvidava que algum dia contaria a alguém. "E o marinheiro aposentado que agora chefia uma livraria?" Talvez. Faria uma nota mental de anotar aquilo mais tarde.

A garota nunca tinha realmente entrado em uma taverna na vida, mas a descrição que seus antigos amigos assassinos davam encaixaria-se perfeitamente com o lugar que acabaria de entrar. "Um" veria primeiro o que lhe parecia o Taverneiro, um homem gordo e careca limpando um copo, "Três" escutaria dois assobios vindos de algum lugar que ela não deu-se o trabalho de olhar, Estúpidos  "Quatro" repararia no homem loiro que sentava-se à poucas cadeiras de onde ela mesma haveria de escolher seu assento.

Ao escutar a resposta do Taverneiro ela mesma daria seu melhor sorriso felino, em um esforço para não subir no balcão e furar os dois olhos daquela monstruosidade e observá-lo sangrar até a morte. No entanto, ela pensaria um pouco na resposta, afinal também nunca tinha bebido na vida.

"Por quê é que você está sequer considerando essa possibilidade?" Balançaria a cabeça em negação "Seu mestre te mataria se soubesse disso" finalmente dizendo — É claro, que ingenuidade a minha!— "Achar que vocês enchem essas barrigas enormes com alguma outra coisa" Começaria à comer os amendoins da 'des'cortesia da casa e finalmente abriria o caderno novo.

Registraria a história do marinheiro que havia encontrado, apesar de que no momento ela lhe pareceria um tanto triste.

Até, é claro — porquê o dia estava indo estranhamente perfeito e isso já devia ser suspeito o suficiente— ela escutar algo da boca de um homem que sentava-se em algum lugar ali que atravessou seus pensamentos como uma cigarra montada numa zarabatana. Ela então, dando um sorriso assassino, viraria outra página no caderno escrevendo o título de mais uma história.

"Os modos fazem o homem"

O dia acabara de ficar mais interessante.

Hawke viraria-se para trás imediatamente, enquanto guardaria o caderno e o lápis onde pudesse em suas roupas,  porém antes que sua mente conseguisse processar e traçar um plano de torturar o homem até a morte, sua curiosidade à faria reparar primeiro no homem loiro que iria em direção ao Taverneiro,que se movia para alguma mesa. Observaria, levantando uma sobrancelha,  enquanto o homem tentaria pegar tanto o jarro de cerveja quanto os copos da mão do careca, não lhe pareceria um movimento casual. "O quê ele está fazendo?" A garota mudaria de posição na cadeira, sentindo uma tensão aumentar no ar, ou era dentro dela mesma?

Não teria tanto tempo assim para refletir visto que o homem logo voltaria...na direção dela. Observaria cada movimento com cuidado, e um pouco de confusão. "Eu não bebo" ela iria querer dizer, porém no tempo que passaria deliberando se o diria ou não o estranho já sairia de seu alcance, indo em direção a mesa do trio que agora ela veria claramente.

Ah.

Já podia ver a cena acontecendo na cabeça.


Fitaria o copo de cerveja na mesa por alguns segundos. "De mão amiga, um pouco não vai me matar" Pegaria o copo, dando um pequeno gole na bebida, bloqueando a parte careta de si mesma que gritava histericamente em algum lugar no fundo da cabeça.

Observaria enquanto o estranho provavelmente chamaria a atenção dos três, provavelmente bandidos toda para si. Não tinha exatamente os pés mais leves do mundo, não para furtividade pelo menos, mas haveria de aproveitar o que pudesse da distração para pegá-los de surpresa.

Assim que todos aqueles olhos tivessem um outro alvo que não ela, moveria-se de seu assento para o alvo que estivesse mais próximo. Caso fosse o homem com o bastão, afiaria os olhos e o quanto pudesse de sua percepção para esquivar-se de qualquer ataque que recebesse de prontidão. Caso recebesse uma estocada direta do bastão antes que pudesse chegar perto dele, esquivaria-se para o lado e avançaria rapidamente e virando o corpo em uma meia lua e descendo o punho fechado sobre seu rosto frontal ou a lateral dele.

Caso não recebesse nenhum ataque buscaria então agarrar o bastão com uma mão e, virando-se também em uma meia lua, descendo o punho fechado sobre a parte de trás de seu pescoço para, no mínimo, desestabilizá-lo e poder arremessar sua arma fora, e se não conseguisse desarmá-lo, seguiria sua mão que havia buscado a arma para um soco direto em sua coluna, ou em sua barriga, caso o homem se virasse em sua direção.

Caso fosse qualquer um dos outros homens aparentemente desarmados, começaria com um chute na parte de trás do joelho para desestabilizar sua postura, seguindo de dois socos nas costas ou no tórax caso ele se virasse e uma cotovelada na lateral do pescoço para trazê-lo ao chão, sempre prestando atenção para esquivar-se de qualquer ataque lançado em sua direção, especialmente caso o homem surgisse com uma arma de fogo

Seguiria então para o último, prestando a devida atenção para esquivar-se de um provável ataque que ele lançaria em sua direção, e repetiria os mesmos dois socos, porém um na barriga e outro no maxilar, jogando seu rosto para cima e finalizando com uma cotovelada no peito.

Se tivesse sucesso em todas as situações, voltaria sua atenção para o taverneiro, mantendo uma distância considerável até mesmo para fora do bar, caso aquela abominação tivesse se armado. Caso não, apenas voltaria para mais um gole do copo e viraria a atenção para o homem estranho quando tudo estivesse quieto

- Que dia! Isso já me rende uma boa história!- Beberia novamente um pouco do cerveja- Hawke, contadora de histórias, prazer. Tu é daqui? - Acenaria com a cabeça e um sorriso genuino. E, antes que o homem respondesse, viraria-se para o taverneiro, caso ele não estivesse morto, desmaiado ou fugido - Agora, meu querido amigo, já que você parece conhecer a parte mais inescrupulosa e ridiculamente fedida dessa maldita ilha, você conhece alguém, sabe...que tem os pés leves, bom em passar despercebido tanto por olhos treinados quanto por simplórios quanto seus amiguinhos ali?
Info:
 






The bird is singing and the death is coming
ψ

Nota:
 
OFF:
 

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NIGHTINGALE


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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyTer 17 Set 2019, 22:02





Chef da cozinha


       
-Para aqueles que têm o dom de cozinhar, nenhum lanchinho é sacrifício, nenhum almoço é motivo de lamúrias e nenhum jantar, tortura.- Diria em voz serene, caminhando rumo a cozinha, buscando os equipamentos dos quais o velho falou ,colocaria o avental, amarraria meu cabelo para traz com outro barbante de avental, evitando o uso do chapéu, porém mantendo a higiene de mesma maneira. Iria então olhar em volta, analisando quantos cozinheiros presentes ali, contaria calmamente o número, e então iria para uma torneira, lavando minhas mãos de forma delicada e atenta, buscando a perfeição.

Após isso, buscaria algum ''banquinho'' por ali. Caso o mesmo estivesse ali, colocaria o mesmo no meio da cozinha, subindo logo em seguida, Porém caso encontrasse ou não algum suporte para tamanho, pegaria de qualquer maneira uma panela e uma concha, chocando as duas no meio da cozinha -ATENÇÃO SEU BANDO DE ESTRUME! O Chefe exige máxima dedicação nos pratos de hoje, sei que vocês são capazes, então, façam por valer a vaga de vocês aqui. TEMOS 4 HORAS DE MISE EN PLACE, QUERO 7 A CADA 10 DOS COZINHEIROS AQUI TRABALHANDO COM MISE EN PLACE, 1 A CADA 10 CHECANDO TODO EQUIPAMENTO, FOGÃO, FORNO, TUDO!! 2 A CADA 10 CUIDANDO DAS PROTEINAS, COMO TEMPEIRO, E FORNO, E QUERO CORRERIA NESSA COZINHA!! VOCÊS VIERAM ATÉ AQUI,ENTÂO MOSTREM PARA QUE VIERAM!! QUERO TUDO EM ORDEM, e pra vocês que estão se perguntando quem sou eu? - Gritaria tudo isso acalmando somente no final.- Sou seu maior pesadelo. - Finalizaria, descendo do banquinho, e escolhendo um fogão para trabalhar com a carne, crendo que a atenção estaria toda em mim. "Acho que posso ter problemas, mas vou transformar essa cozinha em algo perfeito em um dia"

Caso o Chef estivesse por ali, ie viesse me dar um puxão de orelha ou alguma bronca, iria cortá-lo imediatamente -Olha, eu sei que você é o cara e tal, eu realmente te admiro, mas quando o assunto é tocar o terror, isso vem de família.- Olharia diretamente em seus olhos brevemente, com ar frio, porém logo desviando novamente para minha mesa, dando total atenção ao meu preparo. Já tendo passado por experiências assim no restaurante do meu irmão, estou acostumado em ter que botar ordem quando a coisa fica feia "Caralho, isso aqui tava tudo bagunçado, agora tá mais no estilo que eu gosto".
Olharia em volta atrás de um refrigerador, onde supostamente ficariam as carnes, e iria atrás das mesmas, pegaria então uma grande peça de bovino. E passaria pegando várias especiarias azedas e marcantes no caminho, buscando realçar o sabor da carne, colocaria tudo em uma panela de pressão, com água, sal, e todas as especiarias, além de um pouco de limão e uma colherzinha de açucar, para dar liga em todas as especiarias, realçando o sabor além, para outro patamar.

Se tudo ocorresse como o esperado, iria então finalizaria a última meia hora de Mise en Place dando ordens, após o preparo da minha carne na panela, iria novamente buscar a atenção no meio do Restaurante com a minha panela e minha concha - EI SEUS PALHAÇOS, AGORA EU QUERO TODO MUNDO FINALIZANDO, E QUERO 5 A CADA 10 SÓ NA MONTAGEM DE PRATOS, 2 A CADA 10 NA LIMPEZA QUE VAI VIM DA PRIMEIRA REMEÇA DEPOIS DISSO, E O RESTO NA FINALIZAÇÃO DOS PREPAROS PRO RESTO DO DIA, BORA PORRA!! - Diria erguendo a concha com a mão direita, e então me acalmando novamente depois disso, voltando para o preparo dos pratos. Faria um prato molde para ser seguido pelo resto da noite, mostrando para todos que estivessem na montagem - Se liga aqui ó, tá vendo? Quero realçar a cor natural dos vegetais, então evita jogar molho, essas porras em cima da verdura, tá me entendendo? E não quero a carne encharcada de gordura, dá uma secada no papel, e depois põe no prato rodeando assim só de molho, o resto, você só faz em moldes de canecas e coloca, entendeu?- Diria enquanto preparava o prato molde, olhando para os que estivessem na montagem, esperando o máximo de atenção dos mesmos - Então beleza, bora lá porra.-

Ficaria sempre de olho em todos os processos de longe e de perto, rodando por dentro de toda a cozinha, me atentaria aos mínimos detalhes, do corte do vegetal, até para dentro dos fornos das proteínas ainda não finalizadas, dando ordens quando necessário, esperando que saia tudo bem no meu primeiro dia de trabalho.

Não deixando de lado o risco de ser demitido, e caso o mesmo aconteça, iria jogar o avental no chão zangado, expressando minha total raiva - ESSA MERDA AQUI NUNCA VAI PRA FRENTE - Gritaria frente ao dono do restaurante, partindo em disparada pra fora, ficando do lado de fora esperando alguns momentos descansando


legenda:
 


historico:
 


objetivos:
 





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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyQui 19 Set 2019, 20:48

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A cozinha estava movimentada como o usual. Ali, com o chef galego e mal encarado, não havia conversas paralelas, apenas breves comentários sobre os preparativos do dia. Ocasionalmente uma dúvida. Mas o barulho de panelas, de facas cortando legumes, frutas ou carnes, de peixes sendo descamados e de frangos sendo depenados, preenchia o ambiente, assim como o mix de odores dos mais simples até os mais exóticos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contudo, naquela cacofonia, o som de algo sendo arrastado atraiu a atenção dos cozinheiros, dando uma pausa em seus serviços para buscar a fonte daquele som incomum. Um jovem de cabelos prateados arrastava um pequeno suporte de metal pelo chão de mármore até o centro da cozinha, parando lá e subindo no suporte, ficando quase um palmo mais alto. Expressões confusas olhavam em sua direção e até o Chef parecia incerto sobre como reagir aquilo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Braum gritava tentando impor sua vontade sobre os demais cozinheiros e estes, por incrível que pareça, o olhavam atentos. Perplexos com aquela novidade em uma das cozinhas mais profissionais da ilha. Quando o jovem finalmente se calou, o mar de rostos se viraram, em busca do Chef.

Chef:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com algumas risadas abafadas, os cozinheiros voltaram cada qual ao seu serviço, ignorando as ordens de Braum completamente. Este, por sua vez, resolveu se adiantar e começar a preparar um grande pedaço de contrafilé, com quase 12Kg. Pegando alguns temperos aleatórios e uma grande panela de pressão, foi até um espaço vazio na grande bancada e pretendia começar seu serviço, quando:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Você parece saber alguma coisa, então eu vou lhe dar um pouco de liberdade. Mas qualquer prejuízo, será retirado do seu bolso! — Disse o Chef, já recuperado do trauma anterior. — Só não vá cometer a burrice de colocar a carne inteira aí dentro. Temperar uma peça de carne deste tamanho apenas por fora é o mesmo que nada! Além de que, você deve trabalhar tanto quanto os demais, ou até mesmo mais, por ser novato, então não ache que vou deixá-lo enrolar na minha cozinha! — E, com um breve aceno, um ajudante trouxe uma caixa com dezenas de legumes e temperos — cebolas, pimentões, tomates, salsinha, hortelã, alho e rabanete —, colocando-a ao lado de Braum. Ali próximo também tinha vários potes pequenos, todos vazios, além de várias facas e demais utensílios. — Quero tudo isso cortado em meia hora!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, a algumas quadras dali, o pau comia solto! Enquanto o larápio lutava para enxergar através da cerveja escura jogada em seu rosto, um pé acertou-o em cheio, arremessando sua cabeça para trás, a qual se chocou com tanta força na mesa de madeira que a mesma se rachou até quase a metade, vibrando com o impacto.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus dois comparsas se levantaram, com o mais próximo avançando de imediato com uma sequência de socos enquanto o outro se afastava sacando um revólver, mirando no loiro à sua frente. Era possível ouvir alguns dos bêbados do local vibrando com a peleja gratuita. — EITA CARAI! — Gritou um. — Aposto 2.000 no loirinho! — Enquanto que outro gritou: — Aposto no grandão! — O grandão sendo aquele que tentava rebocar o taekwondoca rumo a parede mais próxima.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O loiro até conseguiu recuar, evitando o primeiro e segundo soco, mas indo sempre para trás, ficou preso no avanço do boxeador, o qual parecia um touro raivoso com o rosto avermelhado da raiva. Sentindo suas costas tocarem a parede, ficou sendo arremessado de um lado para o outro a cada soco, sem conseguir distância suficiente para contra atacar com um chute.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Contudo, o grandão parou subitamente e recuou num pivô com sua perna direita, gritando: — Agora! — O atirador já estava pronto e atirou de imediato, mas não antes de sentir sua perna dobrar. O tiro atingiu a parede, uns 10 centímetros do rosto de Jhin. Olhando para trás, confuso, foi atingido duas vezes no tórax e uma no pescoço, caindo inconsciente. Com um estalar de língua, o grandão resolveu terminar o reboco, mas foi atingido na virilha pelo loiro. Foi possível ouvir um coro sendo feito pelos demais presentes do bar, todos homens com exceção de Hawke: — Ouuu...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O larápio, com as mãos na virilha e as pernas tortas, tentou se virar e fugir. No entanto, a Rouxinol já se aproximava e o golpeou com um soco no estômago, fazendo-o ficar sem ar e deixar seu queixo vulnerável para o upper que se seguiu. O homem caiu antes mesmo que ela pudesse continuar sua sequência e, no meio de aplausos e vivas dos embriagados, a dupla retornou ao balcão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O taverneiro olhava assustado para todos os lados, como se seus clientes houvessem se tornado monstros e todos ali fossem seus inimigos. Gaguejando, respondeu ao loiro tentando impor um pingo de autoridade: — E-e-elestá no Funchal, um rest-taurante no centro da cidade-de! Não tem como errar! Quer dizer… Ele seguiu naquela direção, é onde imagino que esteja, não tenho certeza… Ma-a-s antes dissso! Você precisa me pagar pelos danos ao meu estabelecimento! Dez mil pela cerveja e doze mil pela mesa! — E, como que planejado, a mesa terminou de se partir por completo e desabou com estardalhaço. — Viu, viu?! — Disse o barrigudo, mais corajoso agora! — Os únicos vagabundos que eu conhecia são aqueles que vocês nocautearam sem nenhuma necessidade! Seus… Seus… Arruaceiros! — Indignado, retirou o pote com amendoins de perto da boxeadora e o escondeu embaixo do balcão. — E agora, quem vai quebrar a cara daquele moleque mal educado? Vocês, por acaso?!

Legendas:
  • Civil
  • Bandidos

Histórico:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyQui 19 Set 2019, 22:30


KING OF THE HILL


— Funchal.... você sabe onde é isso, madame? — Pensaria por alguns segundos antes mesmo de perceber que não fazia ideia do que o taverneiro falava, mas logo voltando uma pergunta para a moça que me ajudara ali — A propósito, me chamo Jhin, Codsworth. — Abriria um sorriso sincero, e grato, apontando com o polegar para meu semblante, logo após isso, passando por perto da mesma e me escorando no balcão do Taverneiro, encarando-o e ao mesmo tempo tentando alcançar o pote de amendoim, caso conseguisse, entregaria-o para a moça que acabara de salvar minha cabeça de um buraco feio. ''Já pensou meu rostinho com uma bala dessas? eu não ia me perdoar nunca, puta merda. ''

— Te devo muito mais que isso, mas no momento, preciso resgatar esse moleque, é difícil explicar, mas tenho certeza de que ele passa por algo que eu passei no meu tempo também. O taverneiro mencionou uma joia que vale milhões, e se esse pentelho tem algo assim, ele deve mesmo vim de uma família importante, como era a minha, sou um pouco inquieto, e odeio ter conversas longas assim, em momentos como esse, então vou ir andando, fique a vontade caso queira me acompanhar, afinal, creio que daqui vão sair boas histórias, se é que as procura. — Diria para Hawke, me virando para a porta. — A PROPÓSITO, QUEM APOSTOU 2 MIL EM MIM, TRATE DE PAGAR PRA ESSE LIXO DESSE TAVERNEIRO, E CONTEM PRA TODOS QUE HOJE VOCÊS VIRAM COMO UM VERDADEIRO LEÃO LUTA. HAHAHAHAHA — Diria em voz alta meio a gargalhadas, saindo em passos largos da porta.

''Tá, agora eu preciso me encontrar por aqui. '' No caso de Hawke ter dito pra que lado fica o Funchal, seguiria suas orientações, porém em caso negativo, iria perguntar pra primeira pessoa na rua, tirando meu casaco de minhas costas, e colocando-o em meu ombro. — Com licença, irmã(o), você consegue me explicar pra que lado fica o Funchal? acho que é um.. restaurante, deve ser. — Perguntaria para quantas pessoas fossem necessárias até chegar ao meu destino.

...— Você tem que ter bons modos filho, não vai se esquecer — Dizia aquela voz aconchegante e hipnótica, que me cobria todas as vezes que tinha medo. — Sim mamãe!! — Dizia tentando de forma desengonçada fazer um cumprimento formal. Memórias que me assombram nos momentos mais quietos do dia... Flashback momentâneo, antes de chegar ao Funchal. E caso assim conseguisse alcançar meu destino, iria verificar qual o porte do restaurante, afinal, tinha experiência com aquilo, minha família já viajou para diversos restaurantes só para provar sua comida uma vez. ''um dos meus preferidos? Baratie, sem dúvidas.'' Resmungaria comigo mesmo.

Caso fosse um restaurante de grande porte, me atentaria sempre aos garçons, provavelmente viriam me atender até mesmo em pé, colocaria meu casaco sobre o braço esquerdo, e limparia meus pés antes da entrada, batendo-os no chão sequencialmente, e após isso adentraria-o. Esperaria então um atendimento.

Caso estivesse acompanhando de Hawke, diria — Um belo dia senhor(a) não é mesmo? Gostaria de perguntar, se nos é requisitada uma reserva, eu e minha esposa queriamos mesmo provar a melhor comida daqui, antes de partir em nossa viagem, estávamos bem ocupados com negócios, porém viemos no tempo livre, esperando aproveitar de sua bondade, obrigado. — Porém no caso de estar sozinho, diria — Um belo dia, não é mesmo, senhor(a)? Gostaria de perguntar, se me é requisitada alguma reserva pra comer por aqui? sou de fora e bem... queira me perdoar, mas ouvi que aqui é o melhor restaurante da cidade, e não podia contentar-me em partir para viagem sem provar as delicias do local. — Em ambos os casos, diria mantendo a postura, massageando o braço direito com o esquerdo, afim de aquietar um pouco as dores braçais, porém não expressando sonoramente o descontentamento. Esperando que fosse bem recepcionado pelos garçons. No caso de uma reserva ser necessária. — E bem, não me importo com valores, só preciso comer aqui por um momento, aliás, gostaria também de perguntar, você viu por ai um menino de cabelo prateado? pequeno, ele é meu filho, se caso o encontrar, ele está perdido, e é doido da cabeça, não sabe o que faz... gritou com um taverneiro e saiu correndo por ai, gostaria muito de saber pra onde ele foi. — Diria passando a mão direita sobre o pelo do meu casaco, alternando a visão entre o mesmo e quem me atendera dentro do restaurante.

''Caralho, eu sei lá se vou ter dinheiro para pagar isso aqui.'' Pensaria, segurando minha risada para dentro de meus pulmões, no caso de conseguir uma mesa no restaurante, enquanto que buscaria sentar-me na mesma, lembrando de sentar-me pelo lado esquerdo, como mamãe me ensinou. — Permita-me — Diria arrastando para trás a cadeira de Hawke, caso a mesma estivesse me acompanhando, para dar um ar de cavalheirismo aos garçons do local. Continuando caso Hawke estivesse comigo, iria chegar próximo a mesma, quase que sussurrando — Você não queria comer? agora a gente vai comer, só não sei se tenho dinheiro pra isso aqui.. KKK— Diria em voz baixa, gargalhando e tentando segurar ao mesmo tempo, e então voltando para a postura caso o garçom venha atender.

Acompanhado ou não, pediria então — O mais caro, e a bebida mais cara também — Diria, caso sozinho, mantendo olhar serene e então  colocando o casaco por trás da cadeira, e após isso mantendo meus braços juntos a perna. Caso acompanhado de Hawke, diria a mesma frase porém olhando para a mesma, em uma tentativa de segurar a gargalhada ali mesmo, passando a mão no nariz, disfarçando a merda que estava prestes a fazer. '' Caralho, eu não vou conseguir segurar isso não.''

Se o atendente tivesse visto o moleque, porém o mesmo estivesse perdido pela ilha, viraria minha palavra para o mesmo, tentando esbanjar um olhar de inquietação — N-não.. tá tudo bem, meus guardas estão procurando ele nesse momento, tenho certeza de que conseguirão, enquanto isso, vamos comer, acho que devo ficar forte antes de procurar meu filho. — Porém, caso o moleque se encontrasse por ali, falaria ao atendente — P-poderia chamá-lo para mim, por favor? Diga que eu cuidei do Taverneiro pra ele, ele com certeza vai vim depois disso, ele é meio doido, não posso explicar muito...só quero a segurança do meu filhote. — Fingindo uma respiração ofegante e pesada, iria então colocar a mão esquerda no ombro do atendente, afim de mostrar um falso desespero para o mesmo, e conseguir contato com o moleque que me causou tanto trabalho.



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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyDom 22 Set 2019, 13:25





Cozinhando com o Zoldyck


       
Com as instruções e as palavras do chef"Pelo menos reconhecer que sei cozinhar ele percebe " então concentraria para dar peso as minhas palavras demostrando que sou bom, logo então pegaria o cardápio do restaurante olhando os pratos e os mais pedidos do restaurante, "Vou preparar mais ingredientes dos pratos mais famosos" assim começaria rodando o anel em meu dedo pelo ritual "Aqui demonstrarei todos aqueles dias que você me ensinou mãe" e separaria ingredientes com base no cardápio, pegaria os ingredientes que ele havia me entregado e os cortaria conforme os pratos no cardápio, primeiramente pegaria tomates e cebolas, lavaria os tomates e os separaria dos outros ingredientes já logo em seguida removeria a casca da cebolas as cortaria no meio em seguida em tiras cada metade, e seguida descascaria os vegetais não os cortaria não sabendo os pratos que serviria no restaurante com os ingredientes para entrada de um lado do balcão, almoço no centro e sobremessa no canto direito.

Logo seguiria para onde os ingredientes como sal pimenta e outros se encontrava e pegaria alguns para aonde eu estava separaria as panelas e colocaria alguns pratos ali perto para que quando começasse os pedidos estivesse pronto, me concentraria no chef para qualquer comando de qualquer prato ou coisa parecida, caso ele não falasse nada  "Saco me contratou para eu não cozinhar ?" ficaria observando os outros cozinheiros caso algum precisasse de dicas ou estive errado -O que você apreendeu em se faz assim.- caso algum tivesse algum problema.

Depois prepararia a carne pegaria a carne que ele me deu e cortaria em pedaços menores alguns de 300/600g, os temperaria com sal e pimenta dependendo dos pratos que o restaurante faz como alguns pratos que se possuem carne pode se temperar com ervas frescas, mostarda e com molho inglês logo em seguida deixaria a carne descançndo em uma vasilha a qual fizesse com que o prato pudesse ficar mais saboroso, também poderia preparar a carne para que pudesse fazer uma carne selada para dar sabor a carne e depois cozinha-la um pouco com alguns vegetais e outros temperos para fazer um caldo, dependendo do cardápio estaria preparado

Caso ele demorasse muito a mandar algum pedido ou algo assim gritaria ao chef -Pensei que tinha me contratado para trabalhar, parece que o restaurante não é bom para chamar tanto clientes reclamando da demora, assim que me fosse passado algum pedido com uma voz firme mas não gritante diria -Finalmente mostrar o que vim fazer- e então começaria a fazer o prato que foi pedido com os ingredientes que ali foram me proporcionados

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyDom 22 Set 2019, 18:02




TRAPACEIRA, CONTADORA DE HISTÓRIAS E, OCASIONALMENTE, COMPANIA INDESEJADA
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— Que pena — Diria Marian ao ver seus amendoins sumirem de sua frente. Ela, no entanto, deu algumas risadinhas abafadas do estado alterado do Taverneiro.
Lutar fazia com que ela se sentisse "certa" novamente, o coração acelerado assim como o sangue esquentando os punhos eram como se tivesse achado a última parte de um mecanismo quebrado e o colocado para funcionar de novo.

— Temo que não sei, Jhin Codsworth— Baixaria a cabeça, abrindo o caderno novamente a anotando cada ponto do que havia acontecido dês de que havia passado da porta do lugar. Haveria de ter escutado ele mencionar uma criança para o Taverneiro, e agora sua explicação de que a mesma criança talvez possuiria uma jóia que valeria milhões, parecia parte de um assunto que ela haveria pegado em andamento, mas era a primeira coisa que lhe pareceria promissora naquele dia.

Ela pensou então um pouco e dirigiu-se ao taverneiro — Cinco mil — Colocaria o dinheiro no balcão — Pela cerveja, que nem tava tão boa assim, e pela mesa você finje que não aconteceu e eu finjo que não vi você abrigando bandidos para o primeiro marinheiro ou caçador de recompensas que passar por mim na rua, ou coloque na conta dos cavaleiros ali — Lançaria uma piscada com o tom de voz mais encantador que pudesse apontando para os outros bêbados que apostavam na luta, guardaria então o caderno e o lápis seguindo o homem loiro, agora não tão estranho assim - pela porta.

Os civis seriam novamente o recurso de ambos novamente, porém Marian deixaria a tarefa nas mãos de seu mais novo conhecido enquanto ela se ocupava em pensar como poderia deixar a história mais dramática.

Lembrava que gostava das luzes brilhantes e douradas dos restaurantes à noite, assim como o bar nunca tinha realmente entrado em um além de quando precisava reunir informações para algum contrato. Desse modo não teria exatamente certeza do que deveria fazer, então assumiria que uma vez que chegasse ao local, apenas precisaria entrar e esperar que Jhin pedisse a informação já que pelo momento ele parecia saber mais da situação que ela mesma.

Esperaria a conversa enquanto olhava ao redor do lugar procurando por janelas, saídas, guardas, porém repararia também na decoração e arquitetura do lugar, afinal sempre tinha uma propensão para gostar de coisas brilhantes e bonitas, especialmente as que podia roubar.

Caso ele conseguisse uma "mesa"— palavra mencionada que ela logo pensou ser como aquilo tudo funcionava— ela seguiria para a tal, e pararia por alguns segundos com os olhos cerrados de confusão quando o homem puxaria a cadeira que ela pretenderia se sentar.

— Ahm...Obrigado— Marian abriria novamente o caderno enquanto detalhava mais alguns pontos de sua mais nova história que ela provavelmente esqueceria se não o fizesse agora, só levantando a cabeça novamente quando seu companheiro falasse novamente — Espero que não mesmo, uma fuga de última hora de um restaurante é interessante pra história— ela responderia sorrindo e balançando o caderno ao lado do rosto.

Então, caso algum atendente decidisse atender os pobres coitados, ela esperaria que Jhin fizesse o pedido para dar um sorriso torto para ele. Pensando logo em seguida na merda que aquilo provavelmente ia dar porém consertando seu sorriso, pois definitivamente seria interessante.

Entraria então na 'mentira' se é que pudesse chamar assim, caso o atendente dissesse que havia visto quem ambos estavam procurando, ela diria logo depois de seu companheiro — Sim, sim, muito obrigada senhor, estamos morrendo de preocupação! — e fingiria sua melhor cara de preocupação.

Quando e caso ele se afastasse sem mais nenhuma pergunta a nós, Hawke —que até então caiu em si— viraria-se para o homem que acompanhara até então, perguntando-lhe, meio que com uma risada — Você conhece esse menino? O que a gente diz quando ele chegar aqui? Que tem gente maluca nessa ilha atrás do anel dele?
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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptySeg 23 Set 2019, 23:54

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto o jovem Zoldyck estudava o cardápio e começava a cortar legumes e vegetais em geral, a dupla dinâmica interrogava/intimidava o taverneiro. Este ficava com o rosto cada vez mais vermelho até se assemelhar a um tomate, prestes a explodir!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]ISSO É INADEMESSIVEU! — Gritou, se enrolando com a última palavra. — Vocês se metem onde não são chamados, agridem meus clientes, destroem minha propriedade e ainda criticam a mim e a minha mercadoria? — Jhin e Hawke, no entanto, apenas se viravam e saiam, sem dar atenção às reclamações do dono do bar. O loiro dizia para o apostador pagar dois mil ao taverneiro, mas todos, inclusive o careca ganancioso, sabiam que isso nunca aconteceria. A garota de cabelos negros como um corvo deixava cinco mil no balcão, dinheiro este já recolhido pelo barrigudo, para pagar a suposta dívida de 22 mil berries! Os dois atravessavam a porta de vai e vem e chegavam a rua, com os gritos do homem ainda ecoando atrás deles.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Eles poderiam não saber, mas o restaurante Funchal era um dos mais renomados da cidade e o primeiro homem que perguntaram indicou o caminho. Enquanto a dupla caminhava até seu novo destino, o garoto de cabelos prateados terminava a sua parte do mise en place.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]NOVE E MEIA! COMECEM OS PREPARATIVOS! — Gritou o Chef. O próprio começou a trabalhar, iniciando o preparo de alguns pratos, e os demais cozinheiros o imitaram. Todos os veteranos já sabiam bem o que deveriam fazer, ou não estariam ali caso contrário. Sendo assim, o Chef gritou apenas para o novato: — Ô, estagiário! Vou confiar em você e o deixar com as carnes, não faça eu me arrepender! Qualquer dúvida pergunte ao Simon! — Simon, aparentemente, era o cozinheiro mais próximo do jovem, pois o mesmo acenou para Braum com um leve sorriso.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Braum preparava alguns bifes com temperos variados e também selava alguns, fazendo um caldo com estes. O tal do Simon ao seu lado, um homenzarrão moreno na casa dos 30 anos, cuidava dos peixes. Para Braum, que além de cozinheiro era pescador, era notável a habilidade do outro. Além dos diversos tipos de corte que ele sabia fazer, com extrema precisão, tudo o que sobrava ele jogava em uma grande panela de barro para fazer uma moqueca de peixe. A única parte do peixe que ia para o lixo eram as espinhas, completamente limpas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Simon percebeu o olhar curioso do garoto — Que pretendia a princípio corrigi-lo, mas não havia conseguido notar nenhum erro no preparo do moreno. — e sorriu, sussurrando para ele: — Que tal fazer algumas almôndegas? — E, momentos depois, o Chef gritou: — DEZ E MEIA! Falta apenas MEIA HORA para iniciarmos o serviço. Alguém está atrasado? Novato? Não quero reclamações posteriores!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A frente da cozinha, na área comercial, já era possível ver dezenas de garçons arrumando as mesas, estirando as toalhas, colocando os talheres e os pratos. Na porta, um leve burburinho era audível enquanto seguranças e atendentes se preparavam para receber os clientes.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Já do lado de fora, centenas de pessoas aguardavam em uma fila imensa. Jhin e Hawke paravam momentaneamente e observavam o restaurante colossal. O letreiro com o nome do estabelecimento — Funchal — era quase do mesmo tamanho, em comprimento, do que o navio que havia transportado o loiro até ali. Já a morena, podia comparar o tamanho do restaurante com a base de seu ex-mentor, Grayson. Sendo que o estabelecimento era um pouco maior, além de ser incomensuravelmente mais luxuoso!

Arquitetura Exterior:
 

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a entrada lotada, a dupla seguiu até o fim da fila. No caminho, perceberam que todos ali pareciam ser nobres ou, no mínimo, de classe média-alta. Vestes requintadas, jóias chamativas… Diversos seguranças circulavam por ali e até alguns marinheiros foram vistos pela dupla. Ao chegarem ao fim da fila, não demorou até um funcionário vestido de texudo vir até eles — Olhando os dois da cabeça aos pés com uma leve expressão de dúvida. — e anunciar: — Vocês ficarão com a última mesa. Vagas esgotadas por hoje! — Um trio de nobres pomposos se aproximavam e deixaram claro em suas faces o descontentamento com o funcionário e com a dupla, por tabela. Dois seguranças ficaram atrás de Jhin e Hawke, avisando aos atrasados que não haveria mais vaga para aquele dia, enquanto que o funcionário voltava para a entrada, anunciando: — Preparem-se para uma experiência estupenda, pois abriremos em apenas quinze minutos!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Quinte minutos para o restaurante abrir, mas sabe-se lá quanto tempo até aquela fila inteira ser acomodada no interior do estabelecimento. Sem nenhum funcionário além dos seguranças, não adiantava perguntar sobre o garoto. Enquanto esperavam, Hawke aproveitou para admirar a arquitetura do restaurante. Bem iluminado até mesmo com o sol chegando ao topo da abóbada celeste.

Legendas:
  • Civil
  • Bandidos

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyQui 26 Set 2019, 21:53


KING OF THE HILL

''Marinha...sério isso? Não posso fazer bosta aqui na frente, vou deixar passar. '' Pensaria comigo mesmo enquanto nos dirigiamos à porta da frente do Funchal. Colocando minha capa sobre meus ombros novamente, iria adentrar então o local, percebendo o aglomerado de nobres que estavam insatisfeitos com tamanho azar, viraria de modo em que somente os mesmos estivessem com a visão pra mim, enquanto que atrás dos guardas  para não ser percebido, e mostraria gentilmente o dedo do meio aos mesmos, e colocaria a língua pra fora, caçoando da situação dos mesmos, porém me ajeitando rapidamente, em direção a entrada do restaurante, esperando um garçom nos levar até nossa mesa.

— Eu não conheço o menino, mas ele tem algo valioso com ele, e tem gente atrás dele... queria saber quem é, se é apenas um moleque, ele precisa de alguém pra guiar ele. — Diria então para Hawke, com uma breve pausa — E você? está sendo guiada por alguém ou... sei lá, vai ficar por aqui? vai ir embora?—Finalizaria minha fala virando em direção a Hawke e gesticulando com os braços conforme as perguntas são feitas rapidamente, esperando por respostas.

Se fossemos agraciados com a visita do garçom, esperaria o mesmo nos encaminhar até a nossa mesa,e após nos sentarmos direciona minha palavra para ele. — Bonne nuit, monsieur. Nós queremos do seu melhor prato, e de seu melhor vinho, claro, que armonize com o prato... — Diria em voz calma e confiante, esperançoso que o garçom não peça para vasculhar meus bolsos cheios de nada. ''Caralho, hoje vamo comer mó bem.''

E então acrescentaria a minha fala após o pedido. — Queira me perdoar monsieur, mas você não teria visto por ai um moleque, cabelo espetado e claro, branquinho como a neve. Ele é meu filho, estou a procura dele a manhã toda...o pestinha não deve ter ido tão longe da região, estou começando a ficar preocupado veja pois, ele irá perder o almoço! — Se o garçom responder que positivamente viu a criança, iria fingir a maior cara de alívio — Obrigado monsieur, poderia me falar onde ele está? estava muito preocupado... — ''Caralho, achei o moleque, ele só não pode correr, tem que saber que quero ficar de boa''

Caso o garçom infelizmente fosse negativo na sua resposta, soltaria um suspiro — pas de problème, monsieur, caso ouvir uma história desse garoto por ai, diga que Jhin Codsworth procura por ele...como um amigo. — ''Agora, vou ter que pelejar.''



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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyDom 29 Set 2019, 13:39




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Funchal

Deus como aquilo seria terrívelmente grande e terrívelmente parecido com sua antiga casa, só que com cinco tons à menos de mofo, ratos, livros velhos e assassinos. Se lembrou então que nunca tinha perguntado à seu mestre o que sua antiga base era antes de ser um antro de carrascos, talvez nem ele soubesse.

"Marinha?" Ela olharia de canto de olho para o lado enquanto seguiriam para o fim da fila, não seria uma surpresa já que aquilo pareceria entupido de nobres "Nobres pomposos com muitas jóias" a garota notou, lembrando-se de uma amiga que gostava de roubar uma coisa brilhante por contrato feito, e logo depois dando um sorriso maldoso à eles com o anúncio de esgotamento das vagas.

Esperaria então em silêncio pelo andamento da fila, ela pararia novamente para observar o lugar, reparando primeiro nas várias janelas que contornariam o estabelecimento e se perguntando silenciosamente se a queda os mataria caso precisassem fugir, esperava que a última mesa que aquele homem homem vestido com aquela roupa estranha haveria de ter mencionado não fosse tão acima do chão assim, mesmo que uma parte de si gostaria de saber se a vista dali era parecida ou até melhor que a de sua antiga casa.

— Não,não. Eu sou uma coletora de contos e recentemente me encontrei com um estoque muito escasso de boas histórias, então saí para encontrar novas — Responderia à pergunta de seu companheiro, aquilo não era exatamente mentira porém estava muito longe mesmo da verdade.

Esperaria que Jhin fizesse então o pedido caso alguém viesse atendê-los. O que ela comia, pela aparência do lugar, duvidava que eles teriam sequer algo parecido por ali. Para logo depois lançar-lhe um sorriso torto, tornando à olhar em volta do lugar para identificar a melhor rota de fuga.

 "Isso com toda certeza vai acabar mal"

Logo depois que seu companheiro se pronunciasse novamente, ela seguiria acompanhando-o — Sim, estamos morrendo de preocupação! — com sua melhor cara de tristeza.

Tanto se o atendente confirmasse ou negasse, ela tiraria seu caderno do bolso para mais algumas anotações sobre sua mais nova história até agora, definitivamente não podia mais classificar o dia como tedioso, sequer precisaria exagerar naquela parte. Logo depois seguiria para fazer o melhor desenho que eu conseguisse me lembrar da fachada do lugar, virando-se um momento para cima e dizendo baixinho e rindo — Quando eles descobrirem eu voto para que a gente fuja por uma das janelas
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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus - Página 2 EmptyDom 29 Set 2019, 22:55





Comece o almoço


       

Enquanto faço os preparativos e observava o cozinheiro ao meu lado, ficaria surpresso por não despediçar nenhum ingredientes "Parece que aqui tem bons cozinheiros" e continuaria cozinhando. Quando ele me pedisse as almondegas diria:- É pra já senhor - em seguida olharia para bancada pegaria todo resto de carne que ali tinha, colocando no lidificador e batendo até que ficasse em um tamanho bom e bem triturado, depois adicionaria amido para moldalas, e algumas ervas melhorar o sabor enquanto faço as bolas de carne olharia para como o Simon cozinha.

Logo depois "Bom, precisarei de um molho para as almondegas" pegaria uma panela adicionaria um fio de azeite, em seguida uns 2 dente de alho cortados, sal, e fitaria o alho no azeite para dar sabor em seguida pegaria os tomates separados mais cedo e os picaria em pedaços grandes adicionaria majericão, salsinha picada entre outros tamparia a panela para deixar o alho ali pronto mas não colocaria os tomates temperados "Não posso desperdiçar comida se não terei que pagar." logo então deixaria a panela e os tomates perto das almondegas.

Depois pegaria também a massa de macarrão e comecaria a prepará-la colocando farinha já, para que pudesse moldar a massa, pegando ela e a abrindo em seguida com uma faca cortaria a massa em tiras para que pudesse enrolar e fazer o macarrão, olharia logo para simon caso me sobrasse tempo e perguntaria sobre o restaurante: -Os pratos aqui são por pedidos ? e quem passa para a gente ?- tentando parecer o mais proficional possível, para que ele possa confiar em mim na cozinha, depois de sua resposta perguntaria -E geralmente enche o restaurante ? Estou com medo de começar a fazer pratos, mas não ter tantos clientes e sobrar comida.-

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