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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ego homini Lupus

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MensagemAssunto: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyQui 29 Ago 2019, 13:53

Ego homini Lupus

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Braum Zoldwyck, Marian Hawke e Jhin Codsworth. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptySex 30 Ago 2019, 15:14




TRAPACEIRA, CONTADORA DE HISTÓRIAS E, OCASIONALMENTE, COMPANIA INDESEJADA
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"Estava escuro. Artificialmente escuro como se uma nuvem pesada passasse por cima do sol fraco. Da janela do prédio antigo em que ela se recostava, irradiava o que restava de luz no céu. O cheiro de mofo dos carpetes, e de papéis queimados, tão comuns à eles, agora pareciam só...errados, a cidade ao longe, parecia estática, morta, não era mais aquele lugar cheio de casas abandonadas e tesouros que sonhavam em encontrar nos mais altos andares de casas de nobres. Parecia estranha, errada também.

Ao contrário da figura parada no grande pátio de rochas escuras abaixo. Hawke conseguia enxergar a cicatriz enorme que atravessava seu rosto e os cabelos escuros por baixo do capuz esfarrapado. Ele...voltou?

Seu corpo se tomou de um estupor, podia sentir os batimentos cardíacos cada vez mais fortes como se o coração fosse pular para fora da garganta. A garota correu, até suas pernas queimarem como fogo, Ele voltou, Ele voltou, repetia na cabeça enquanto o cenário passava como um borrão ao seu redor. Agora tudo voltaria à ser como era antes, ela não precisaria ir embora, nenhum deles precisaria.

Porém quanto mais corria, mais ele parecia distanciar-se, virando um beco escuro, olhando para ela do topo de um casarão abandonado. Por quê estava fugindo? Por quê estava fugindo de novo? Começou então á sentir o ar úmido, com cheiro de sal, estava no porto, como? ela odiava o porto, era barulhento e a garota odiava o cheiro de sal e de peixe.

Ele estava de costas, olhando para os navios moribundos no horizonte, não virou, não parecia sequer respirar. O que não à impediu de gritar seu nome, gritou até acreditar que suas cordas vocais tinham se partido, e tentou correr novamente, mas estava atolada, ou assim se deu conta ao olhar para baixo, em corpos, até o joelho em rostos familiares.

Não conseguiu olhar para frente, o cheiro de sangue inundou sua cabeça até perder os sentidos"


Marian abriria os olhos dourados em um susto. "Merda" passaria ambas as mãos pelo rosto na tentativa de se acalmar e de ajustar os olhos à iluminação. "Onde eu estou?" Percorreria rapidamente o lugar com a visão, da última vez que se lembrava, havia pago um barqueiro para lhe trazer à algum lugar, mesmo que naquela hora fosse especialmente difícil de lembrar-se qual lugar era.

A garota levantaria de onde estivesse, espreguiçando-se como um gato para despertar o corpo. "Supera" como poderia? fazia terrívelmente tão pouco tempo que todas as suas noites até aquele momento haviam sido preenchidas com sonhos parecidos.

Olharia ao redor novamente, dessa vez para centrar seu pensamento, estaria sozinha, depois de muito tempo, e a sensação beiraria algo entre estupor e ansiedade.Precisava de concentração "O quê ele te ensinou? Recorde-se!" Respiraria fundo "Do quê você precisa?" era o básico, "liste o quê você precisa e isso determinará o caminho que você vai seguir".

Então procuraria sair, desde criança não conseguia organizar os pensamentos em um lugar fechado, então se se encontrasse em um, procuraria sair para fora até que conseguisse enxergar o céu e de preferência o sol.

Assim finalmente colocaria a cabeça para pensar "Preciso de uma arma" Sabia que seu estilo de luta não lhe entrega o conforto das lâminas então qualquer manopla que pudesse colocar nas mãos era uma vantagem. "Preciso de um caderno e de um lápis" Desde que Thomas havia roubado aquele primeiro caderno para ela à muitos anos atrás a garota sempre recordava tudo neles, acontecimentos, ideias e principalmente histórias. E precisava mais do que nunca de um velho hábito para manter os pés no chão.

- Nessa ordem então- Moveria-se pelo lugar à procura da loja de armas, primeiro, abordando o primeiro civil que encontrasse que lhe parecesse que tinha ideia de alguma coisa- Alto lá amigo! Vocês tem uma loja de armas por aqui?- Esperaria pela resposta e se dirigiria para o local indicado caso ele soubesse, agradecendo com um simples- Obrigada- caso não apenas continuaria perambulando até que conseguisse encontrá-la "Deus, eles devem ter uma, não?"

Entraria no lugar, caso o encontrasse, e pararia primeiro no balcão, chamando qualquer atendente ou funcionário- Amigo! Preciso de duas manoplas para essas belas mãos! Você tem algo que caiba dentro de trinta mil berries?- Não, não estava à fim de gastar o dinheiro todo mas não estava particularmente exigente hoje, só pegaria a primeira que lhe servisse e parecesse que não iria se desmontar sozinha no primeiro uso, caso houvesse uma, caso não, subiria a oferta em até quarenta mil até que achasse sua arma.

Caso tivesse sucesso no primeiro da lista sem qualquer complicações, aproveitaria a presença do vendedor, o qual deveria ter informações da região e se dirigiria à ele novamente, deslanchando uma história- Muito obrigado, agora, essa vai parecer uma pergunta estranha, mas acredite em mim, eu estou em um dia mais estranho ainda. Onde eu posso arrumar um caderno e um lápis? É que eu constantemente perco o fio da meada, sabe? Poisé eu sei, terrível. E preciso anotar as coisas para não esquecê-las.

Um pensamento sobre explosões cruzaria sua cabeça em um lampejo mas ela o afastaria para longe, pensando "depois". Se obtivesse a informação, seguiria então para o próximo destino, se não, usaria novamente do conhecimento de qualquer civil que passasse por si na rua
Info:
 






The bird is singing and the death is coming
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NIGHTINGALE


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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptySex 30 Ago 2019, 20:34


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HEAR
ME ROAR

Am I making this right?



O berço do mar me acolheu bem estes últimos meses, e em minha jornada velejei por inúmeras ilhas, até chegar em meu ponto de destino, Ilha Micqueot. Inalaria o ar para dentro de meus pulmões, buscando apreciação imediata de onde havia chegado. Caso ainda estivesse dentro daquele navio de bastardos, cujo quais me transportaram pelo North, e que desenvolvi certo laço de amizades pelo caminho, exceto com o Rodrick, maldito invejoso que vivia perdendo no baralho. Assim caso estivesse naquele navio, e este se encontrasse aportado, sairia com o pé direito, buscando sempre de cabeça erguida visualizar aonde quer que tenha chegado, algo que faria mesmo se já estivesse no porto e não dentro do navio.

Me encontraria com calças e sapatos, e caso ainda não houvesse sido roubado, meu velho casaco preto. Alongaria minhas pernas e costas, colocando as mãos em meus pés e fazendo exercícios, me preparando para um longo dia de caminhada, afinal, era muito a se fazer. ''Caralho, eu to cheio de coisa pra pegar, o dia vai ser uma merda.'' Caso o sol estivesse sobre minha cabeça, buscaria encontrar alguém, e diria a ele(a) me aproximando calmamente: — Opa, você poderia me informar onde encontrar alguém que trabalhe com metal, o motivo é meio pessoal sabe... Só que se tiver alguém aqui com especialidade em metal, um ferreiro ou algo do tipo, gostaria muito de saber onde encontrá-lo. — Diria mantendo um olhar dócil e amigável, buscando manter uma aparência de bom samaritano. Caso a resposta fosse positiva, partiria em busca do sujeito, seguindo o local indicado pela boa alma.

''Caralho, será que o povo aqui não sai de casa não?'' Pensaria confuso e impaciente, caso não encontre ninguém que pudesse me informar o paradeiro do ferreiro local, buscaria fazer um Tour pela cidade, usando de meu ouvido afiado para tentar escudar das batidas do martelo no aço quente, denunciando a localização de um ferreiro, ou algo parecido, tendo em vista minha convivência com este som, seria facilmente distinguível. Não obtendo sucesso buscaria algum bar onde pudesse conseguir informações com meu dinheiro, já colocando a mão em meus bolsos a procura do mesmo, após um cansativo dia de procura.

Contudo se o encontrasse, e o mesmo estivesse em seu serviço, manteria distância não atrapalhando o seu trabalho, sabendo da meticulosidade que exige este tipo de trabalho, esperaria o ferreiro, ou a ferreira terminar o seu serviço calmamente, escorado em qualquer parede que tivesse ali por perto do artista do metal. ''To louco pra bater o martelo, esse cara tem que me ouvir''. Caso o ferreiro me note, e pare seu serviço para falar comigo, visaria um olhar sério e sossegado, mantendo a confiança e cabeça erguida dizendo : — Então, vou mandar a real, acabei de chegar, tenho talento pra esse negócio ai, to querendo refinar minhas habilidades, e faço serviços pra você, claro, não tenho a experiência que tu tem, então faço as coisas mais básicas. 9 a cada 10 moedas são suas, então sei lá, só quero trabalhar com uma condição. Você deixando eu fazer um equipamento pra mim aqui, eu pagaria pelos materiais.— Diria usando de minha seriedade, dobrando os braços e analisando a forja do mesmo, mostrando conhecimento na área. Caso tivesse algum material no fogo passando do ponto, e eu o percebesse diria — Aquilo ali já pode tirar, tá na hora de martelar — Diria apontando para o mesmo.

Se o mesmo aceitasse e me falasse o preço dos materiais que usaria para forjar minhas botas, pagaria para o senhor, se não fossem dentro do preço diria — Cara, eu não tenho o dinheiro agora, trabalho de graça pra tu então, qual é? — Diria. E caso ele aceitasse a proposta, ou se tivesse o dinheiro, seguiria as instruções do(a) Ferreiro(a): — Me mostra a forja então, pra mim saber onde eu tenho que ir pra pegar as coisas. Pode ser?

'' É, isso aqui vai ser necessário...'' Caso o ferreiro negue tudo, partiria para o velho método que usava com o meu pai, o método da encheção de saco. Sentaria ao lado do ferreiro, pedindo toda hora pra deixar eu trabalhar — Por favor cara, namoralzinha, uma chance. — Diria cabisbaixo, dobrando os joelhos e observando o ferreiro a trabalhar, não deixando nem assim de aprender qualquer técnica que já não saiba.

Caso o ferreiro negue tudo, ficaria perambulando por volta do estabelecimento do ferreiro, a passos lentos, buscando o momento em que não haja guardas em volta para um assalto.




Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyTer 03 Set 2019, 15:16





Chegada a Ilha.


Como havia saído da ilha de minha família entrando em um barco dos empregados para viajar até a ilha de Micqueot, iria dormir pelo fato de passar por varias ilhas antes porém ficaria com receio de acontecer algo na viajem então dormiria cedo para que se algo acontecesse na madrugada ficasse alerta, mesmo sendo da família não devo desconfiar.

Lembrando de meu passado e tudo que aqui me trouxe logo então eu então pensaria em meus planos de me tornar forte a ponto de deixar minhas emoções de lado e apenas conseguir o que quero, para que então consiga voltar e estar mais forte de que toda minha família provando que não sou fraco e o melhor lugar para isso é o mar então para la que seguirei sai para a ilha mais próxima com poucas coisas não tive tempo e então depois de lembrar colocaria minha mão no anel e iria dormir

Acordaria rapidamente e levaria minha mão até o anel em meu dedo para checar se ainda estaria ali o rodaria e então levantaria e iria para o lado de fora, caso não estivesse com o anel em meu dedo chamaria toda tripulação e os interrogaria se não aparecesse faria todos procurarem, mas se fossemos atacados por piratas ficaria escondido até uma oportunidade, mas se nada houvesse acontecido ali e chegássemos na ilha tranquilamente iria então desembarcar então olharia em volta vendo como é a ilha então me encolheria por causa do frio e seguiria até a cidade, logo depois procuraria uma loja a qual pudesse pedir algumas informações sobre posso comprar alguns itens como uma arma com um preço razoável, lembrando que havia esquecido a minhas em minha ilha chegaria até quem estivesse na ilha - Com licença Senhor(a), poderia me informa aonde posso encontrar alguns equipamentos como armas ?- caso não ache alguém que me informe seguiria pela cidade procurando estas lojas.

"Não gostaria de ficar muito tempo nesta ilha mas não consigo sair sozinho daqui " então se passasse muito tempo que estivesse andando entraria então em um restaurante ou algum lugar aonde poderia descançar e depois seguir procurando "Por que Diabos eu não cosingo acha nada nesta ilha ?" então rodaria meu anel para que pudesse invocar um pouco de sorte e seguiria a jornada procurando a loja, caso ache a loja logo então entraria e perguntaria:- Vocês possuem algum tipo de bota de ferro ou algo que me ajude com  um preço razoável não tenho tanto dinheiro- dependendo do preço tentaria negociar um preço razoável para uma bota barata, em seguida se conseguisse iria voltar para o bar e esperar um pouco esperando ver quem era o dono e tentar conversa com ele dizendo: -Olá, senhor estou de passagem pela cidade e preciso de algum dinheiro por favor tenho bastante habilidades na cozinha seria uma grande honra cozinha aqui, todos falam bem desse bar e sempre quis ver com meus propios olhos, posso cozinhar aqui hoje e você me pagaria pelo dia de hoje ?- tentando agradar o senhor para que ele aceite minha oferta e esperar sua resposta caso não aceite sairia e seguiria até outro bar, preocurando algum lugar aonde posso conseguir dinheiro para me preparar para outra viagem, então seguir conhecendo a cidade e as lojas caso não acontecesse nada antes.

legenda:
 

historico:
 

objetivos:
 





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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyTer 10 Set 2019, 01:08

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Sol estava alto e o centro da cidade já estava bem movimentado. Marinheiros faziam suas rondas, revolucionários e piratas planejavam suas ações, civis andavam despreocupados, comprando e vendendo mercadorias, vinhos principalmente. Diversos clientes tomavam seu desjejum em diversas lojas espalhadas pelo local e o cheiro de pão e vinho preenchiam a cidade quase inteiramente. Um dia de semana comum na ilha de Micqueot, uma rotina para a grande maioria. Mas não para três jovens com desejos maiores do que eles mesmos!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Marian grunhia baixinho, acordando lentamente com o brilho do sol incomodando os seus olhos áureos. Se sentava e se espreguiçava, meio perdida. Após alguns segundos olhando ao redor, notava estar em uma vasta praça. Havia dormido em um banco de madeira comum, quase no centro do local, e alguns transeuntes olhavam em sua direção com um misto de pena e desprezo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Perdida entre seu passado e seu pesadelo, andou sem rumo pelo caminho de pedras alvas da praça. Com grama verde ao redor e algumas videiras aqui e ali. Após fazer uma modesta lista mental, indagou um civil próximo e logo seguiu rumo ao seu primeiro destino.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Praticamente do outro lado da cidade, um pequeno navio de exploradores atracava. O primeiro tripulante a desembarcar era um homem alto, musculoso e bem apessoado, atraindo a atenção de algumas mulheres que passavam pelo local. O nome dele? Rodrick! Logo após vinha Jhin, desembarcando com o pé direito enquanto o cheiro de peixe e sal preenchia suas narinas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como quem tem boca vai a Mariejoa, Jhin descobriu antes mesmo de desembarcar onde poderia encontrar um ferreiro, pois um dos tripulantes era natural de lá. Sendo assim, seguiu as indicações de seu companheiro de viagem, indo em direção ao centro da cidade enquanto os exploradores gritavam insultos amigáveis às suas costas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Coisas como: — Já estava na hora de você parar de nos perturbar, seu escroto! — Ou então: — Espero nunca mais ver sua cara feia, maldito!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Concomitantemente, a dois cais de distância, um jovem de cabelos prateados tinha sua atenção atraída por uma enxurrada de insultos vindo de um navio próximo. Seria uma briga? Ignorando o fuzuê e girando o anel, passou pelos subordinados de sua família, os quais abaixaram as cabeças em respeito à sua autoridade, e desceu do pequeno barco. Sem perder tempo, seguiu direto para o centro da cidade, entrando em algumas lojas no caminho e indagando sobre onde encontrar uma arma.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Hawke, por sua vez, já estava em uma! O atendente, um negro com cabelos e olhos azulados, riu com a forma de se expressar da boxeadora. — Claro, claro! Vou achar algo, só um momento. — Ele saiu de trás do balcão e foi até quase a metade da loja, abrindo algumas gavetas até encontrar o que buscava e voltar. — Pelo valor que você pediu, terei essas manoplas simples: De couro, mas reforçada com ferro. E do menor tamanho fabricado, perfeito para as suas belas mãos! Que tal? — A boxeadora aceitou e a negociação foi concluída.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Aproveitando a boa vontade do vendedor, o perguntou sobre onde poderia encontrar um caderno e um lápis e o outro prontamente respondeu: — Saindo da loja, vire à esquerda e siga por duas quadras. Você vai encontrar uma pequena livraria. Lá deve ter algo que lhe sirva. — E, antes que saísse da loja, ouviu-o dizer: — Que seu dia estranho melhore!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Carrasco de Zoldyck finalmente encontrava uma loja que pudesse atender às suas necessidades. A porta ainda oscilava quando este entrou por ela, acionando brevemente um sino preso acima da mesma. O único funcionário visível, um negro com cabelos e olhos azulados, estava atrás do balcão e esperou pacientemente até que Braum fosse até ele. — Sinto muito, mas só terei botas de couro com um preço acessível. — O garoto comprava o equipamento, resignado, e saia da loja, procurando por um bar, a seguir.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A boxeadora, por sua vez, encontrava a pequena livraria — E coloque pequena nisso! Uma loja com algo em torno de 1m por 2m ocupada com dezenas de livros, todos espalhados pelo chão sem catalogação aparente. Um senhor na casa dos 80 anos, dormindo em uma cadeira de balanço com os pés num pequeno puff, ocupava a frente da livraria, impedindo que qualquer um entrasse ou saísse sem passar por cima — ou por baixo — de suas pernas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A um quilômetro e meio dali, o loiro conhecido como Coração de Leão estava encostado em uma parede a quase 10 minutos. Atravessando a rua, um homem na casa dos vinte anos batia incessantemente em uma lâmina carmesim. Para um leigo era improvável chutar o que seria aquilo no futuro, mas o loiro sabia que aquele pedaço retorcido de metal se tornaria uma foice dentre algumas horas. A lâmina foi mergulhada em um barril com água e o chiado de fervura elevou-se, a voz do ferreiro — agora de costas para o loiro — quase se perdendo em meio ao ruído. — Eu sei que sou bonito, mas eu corto pro outro lado, cara.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Codsworth ignorou o mal entendido e explicou sua situação com sinceridade. O outro ouviu atenciosamente, limpando o suor do seu rosto e arremessando as gotículas ao chão num gesto circular. — Ô, cara, eu entendo tu, passei pelo mesmo perrengue. O chefe me aceitou aqui como aprendiz e trabalho para ele como escravo desde então. Ele é um cara legal, por sinal. Se tu quiser, acho que ele aceita tu também, sem problema. Por uns trabalhos exaustivos ele pode lhe dar um pedaço de pão de ontem e, quem sabe, até te deixe criar alguma coisa com os restos de materiais. Quem sabe? — Após um encolher de ombros, como quem não se importasse com nada, continuou: — Mas ele não tá! Por que tu não volta outra hora, chapa? — E, retirando o metal que aquecia na fornalha, voltou ao seu trabalho repetitivo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Braum, em um bar próximo, também tentava a sorte, tentando conseguir um trabalho e juntar uns berries para continuar sua aventura. A sorte, infelizmente, estava ocupada em algum lugar distante dali. O careca barrigudo que limpava o copo com um pano mais sujo do que o chão ouvia o garoto com uma expressão de puro descontentamento. O bar era, de forma bem resumida, uma espelunca. — Você realmente acha que alguém vem aqui pensando em comer? — Disse o homem, desanimado. — Tente a sorte num restaurante, garoto. Há vários para riquinhos no centro da cidade. Mas, se realmente estiver precisando de dinheiro... — Os olhos do careca se dirigiram para o anel na mão de Braum, este girando-o compulsivamente. — Conheço um cara que daria uma boa grana por uma peça como esta.

Legendas:
  • Civil

Histórico:
 

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Vendedor:
 

Aprendiz:
 

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyTer 10 Set 2019, 17:06




TRAPACEIRA, CONTADORA DE HISTÓRIAS E, OCASIONALMENTE, COMPANIA INDESEJADA
nightingale





As manoplas caíram tão bem como uma luva, tanto que Hawke já podia sentir parte de si mesma voltando ao normal, como se tivesse achado novamente uma coisa que tivesse perdido à muito tempo.

Sorriria genuinamente para o vendedor amigável que logo depois informaria-lhe de seu segundo destino naquele dia. "Vire à esquerda e siga por duas quadras. Livraria. Certo" Despediria-se com um aceno de cabeça antes que sua confusão mental desse alguma brecha para que esquecesse da informação. Não antes que escutasse um pequeno desejo para que seu dia melhorasse vindo do vendedor cujo nome ela sequer tinha lembrado de perguntar.

"Deuses, onde estão minhas maneiras?"

Aquilo à fez parar por alguns segundos e dar uma risadinha consigo mesma. Havia se lembrado de alguém, mesmo que a lembrança tivesse fugido de seu alcance antes que pudesse se recordar-se de verdade.

Depois de alguns passos arrastados, encontraria a livraria mencionada pelo homem. E pelo Deus de olhos negros do Vazio aquilo pareceria seu antigo quarto de tão pequeno, pelo menos era o quê a vista da frente lhe aparentaria. Haveria um senhor de guarda, se é que podia dizer assim pois o mesmo se encontraria afundado em sono, apesar de bloquear com suceesso passagem de entrada, provavelmente de tipos como o dela.

Abaixaria, dobrando ambos os joelhos, observando o homem por alguns segundos e bateria ambas as mãos na tentativa de acordá-lo, se aquilo não funcionasse ela tomaria a liberdade de chacoalhar um dos ombros do homem até que conseguisse acordá-lo.

Quando tivesse sucesso, indagaria, apontando para a loja antes que o homem tivesse tempo de dizer qualquer outra coisa.

- Tá aberta?-
Levantaria uma das sobrancelhas esperando a resposta, e perguntando logo em seguida- Eu tenho dez mil berries e me disseram por aí que você pode me vender um caderno e um lápis, acabei de chegar por essas bandas e estou procurando a c-i-d-a-d-e toda por isso!

Caso o homem dissesse que sim, acompanharia-o para o interior da loja para pegar e pagar, pagar pois ainda não estava no ânimo certo para roubar alguma coisa, ainda mais de um senhor de idade.

"Princípios, Hawke"

Logo depois, se a negociação fosse bem sucedida, continuaria minhas intermináveis indagações aos civis e vendedores da cidade, dessa vez perguntaria ao senhor por uma taverna.

- Meu deus, que horas são? Eu estou faminta! tem alguma taverna simples por aqui que eu possa arrumar uma comida para encher a barriga? - Agradeceria pela compra e pela informação mesmo se ele não à tivesse e perguntaria à mais um civil na rua caso fosse necessário.

Não estaria sendo completamente mentirosa e nem honesta. Sim precisaria colocar alguma coisa pra dentro uma hora ou outra, mas também precisava de informações e de dinheiro, que acabava à cada parava que eu fazia. Não fazia mal roubar de alguém de vez em quando por mais que minha especialidade fosse mais brutal que sutil, só precisava saber de quem e aonde. Uma Taverna? era sempre seu lugar favorito para pescar informações de pessoas cinco vezes mais informadas do quê ela e dez vezes mais adiantadas na bebida.

Quando achasse a taverna, seguiria para o balcão e me dirigiria para quem mais me parecesse o Taberneiro por ali, e perguntaria sorrindo:

- O que você pode arrumar para encher a barriga de uma garota em seus últimos dez mil berries?
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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyQua 11 Set 2019, 22:33


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TAKE
ME BACK

IN CRISIS OR NOT A LION REMAINS A LION




Escorado em uma parede próxima a residência do ferreiro, aflito de ser chutado pra fora, penso em todos os tipos de opções para conseguir meu equipamento, vendo o ferreiro martelar ali ''Caralho, será que isso vai demorar muito?'' Refletindo sobre a possibilidade de finalmente conseguir fazer meu trabalho, deixaria o tempo me levar para o fundo de minhas memórias... Lembrando-me dos tempos em que eu vivia na ilha da família, em um dia que estava sentado no topo da mansão, no telhado, e junto à mim meu irmão Thunder, de 26 anos.

— Meu Deus muleque, olha pra isso aí, você tá cheio de cicatriz pra tudo que é canto, como você lida com isso? o povo não acha você feio não? Porque eu acho — Diria em um tom irônico, em meio a gargalhadas, caçoando pacificamente com meu irmão, apontando para todas as marcas em seu corpo. Arrumando minha franja para trás, Thunder abre um sorriso de alegria ao me ver feliz, como seu irmão mais novo, e seu fã também, ouvi atentamente as suas palavras, e me lembro delas ecoando sempre que estou em situações diversas... — Quando o mundo dá as costas pra você, Jhin, você dá as costas para o mundo — Logo após isso, somos interrompidos pelo som de canhões vindo da direção do cais, se mesclando com o som do martelo batendo da ferreiro.

E assim retorno a consciência do local que me encontrava...

''Mané escravo, cê tá maluco mano!!" Pensaria quase que em voz alta, enquanto cruzaria os braços em meio a falha tentativa de conseguir um afazer, esbanjando mesmo assim um olhar de agradecimento. — Sei que não é culpa sua cara, tá tranquilo, depois eu passo ai na volta, pode ser? Valeu! — Enquanto daria de costas e estenderia minha mão esquerda pra cima, em sinal de despedida. ''Tá, e agora porra? Vou é atrás de um cigarrinho, cê tá maluco.'' Pensaria enquanto checando se meu dinheiro se encontrava no mesmo bolso da calça na noite anterior.

Enquanto que tentando apreciar a nova cidade, buscaria uma respiração calma, e tentaria ouvir alguma conversa típica de BAR, ou caso eu mesmo consiga ver a entrada de um bar, chegaria com um andado calmo em frente o estabelecimento, coçando meu queixo com a traseira da mão direita, e olhando nos olhos da primeira alma viva que ali em frente estivesse. — Cigarro. Sabe onde compro? e isqueiro também, de preferência? — Buscaria um olhar distante e calmo, como quem não ligasse para o que estivesse acontecendo em sua volta.

''Ae caralho, finalmente alguma coisa tá dando certo.'' No caso de conseguir tal informação, iria para o local indicado, e buscaria alguém responsável no local, para então saciar a vontade que eu fiquei em um navio, sem meus cigarrinhos no final da viagem. — Iae meu/minha caro(a), to atrás de uns cigarrinhos, tá ligado? do bom, e um acendedor também me cairia bem demais da conta, quanto tu tá cobrando por uma caixa de cigarro, e um isqueiro? Precinho bom pra um quem sabe futuro cliente hein — Diria em tom alegre, buscando uma melhor proposta de preço.

Se minha tentativa de encontrar alguém que venda cigarro for falha, olharia para o céu, com intuito de me localizar no dia, no caso do sol não estiver se escondendo atrás de algum lugar em minha vista ainda, iria para o Bar mais próximo, usando de minha audição para buscar aquele típico e costumeiro griteiro que um Bar proporciona, para assim então pedir algumas bebidas para o Taberneiro. — Ai maluco, meu dia foi uma merda, me desce 2 copão logo de cara — Diria batendo na mesa com a mão esquerda, e com a direita iria colocar o dinheiro sobre a mesma. Beberia então meus canecos, e ficaria por ali observando o interior do Bar.

Conseguindo meus cigarros ou não, buscaria o centro da cidade, e de lá, sentaria em algum banco, caso tivesse, em caso negativo, sentaria no chão mesmo, acendendo meu cigarro, e tragando aos poucos, até acabar com 1. ''Caramba, esse lugar é demais, só que não tenho tempo a perder aqui.'' Analisando sempre os moradores, e quem passasse por ali que me chamasse atenção,como alguém com armas grandes, ou armaduras chamativas, ou cabelos diferenciados dos demais. No caso de encontrar alguém assim, iria em direção a essa(s) pessoa(s), me colocando em sua frente e apontando o dedo para sua cara dizendo: —Oh, seu merda, eu quero te descer a porrada — ''Se eu quero chegar na Grand Line, esse é o melhor jeito de chamar atenção de alguém. Espero estar fazendo a coisa certa, puta que pariu, eu to fudido.'' Pensaria momentaneamente.

Mantendo sempre a defensiva. No caso do oponente buscar um ataque, fixaria meu pé esquerdo no chão, e efetuaria um chute pressionando com a sola do pé no peito do adversário, buscando distanciá-lo e tirar seu fôlego por alguns instantes.
chute:
 

Caso eu percebesse que o oponente recuado foi atordoado brevemente, iria partir para a agressiva, mudaria para uma postura aberta, visando um chute mais efetivo, porém antes do verdadeiro chute, um blefe, e logo após abaixar a postura do blefe, faria um 360°, e acertaria o adversário com o calcanhar da perna esquerda, visando o peito.
Agressivando:
 

— Isso é tudo que você pode fazer, caralho? — Gritaria independentemente do meu estado, enquanto estralando o pescoço, com intuito de chamar ainda mais atenção em volta, afinal, devo mesmo buscar um jeito de juntar gente pra ir embora.

No caso de não passar ninguém nos quesitos pela praça, ficaria ali mesmo observando por alguns momentos, logo após isso fechando meu casaco, e encolhendo-me ali mesmo, buscando um descanso.

''É, amanhã é outro dia'' Pensaria enquanto caindo em sono.







Histórico:
 



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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptySex 13 Set 2019, 14:52





Busca pelo futuro


       
Com a fala do dono do bar fecharia a cara olhando pra ele dizendo enquanto levanto:-O dia em que esse anel sair do meu dedo será quando estiver morto, da próxima vez que ver alguém não seja um curioso de merda, fique calado você não é nada, é apenas um dono de taverna.- após levantar passaria por ele dando de encontro com meu ombro esquerdo nele, ficaria reparando caso tente avançar contra mim e seguiria para fora da taverna"Rato de merda, interesseiro e gordo, devo sair daqui, não passo mas um segundo no mesmo lugar que ele" chegando fora da taverna faria uma cara mais simpática perguntaria para a pessoa mais próxima:-Aonde posso encontrar algum restaurante perto do centro ? Estou precisando de um emprego e sei cozinhar - se me dessem essa informação seguiria até o restaurante, se não iria até a praça central e procuraria por mim mesmo.

Caso encontrasse o restaurante, entraria concertaria a postura para parecer um pouco mais refinado "Preciso parecer confiável afinal preciso do emprego." em seguida olharia em volta procurando o responsável com qual possa conversa, se este não se encontrasse perguntaria a um garçom ou funcionário do recinto:-Com licença, pode me informa aonde se encontra o encarregado pelo restaurante ?- assim que ele me respondesse agradeceria ele, se me informasse pediria para que o chamasse ou me levasse até ele, se não quisesse me informar sairia pela porta procurando outra oportunidade em outro restaurante.

Assim que encontrasse com o responsável o cumprimentaria com um aperto de mãos e em seguida com um sorriso no rosto um pouco tímido falaria:-Olha sou novo na cidade mas sei cozinhar bastante adoraria ter a oportunidade de cozinhar nesse lugar maravilhoso, estou precisando de dinheiro, então ficaria honrado se tivesse alguma chance.- após sua resposta agradeceria o responsável, se aceitassea oferta e me cedesse o emprego perguntaria em seguida -Por onde posso começar ?- mas se não houvesse essa possibilidade, seguiria para fora do restaurante.

Fora do restaurante seguiria "talvez hoje não seja meu dia de sorte, vou parar por enquanto" então seguiria passando pelas ruas da cidade procurando alguma comoção por ali, tentando achar alguém que me chamasse a atenção "Afinal quero ficar mais forte alguém que vive nas ruas, poderia ser interessante e me ensinar algumas coisas, será que tem alguém interessante nesta cidade."

legenda:
 


historico:
 


objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptySab 14 Set 2019, 23:56

— N A R R A Ç Ã O —

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Cuidado, pirralho, seu desejo pode se tornar realidade! — A troca de insultos entre o taverneiro e o garoto chamava a atenção de alguns dos clientes, embora a maioria estivesse embriagada o suficiente para sequer perceber a pequena rixa. Saindo como um foguete do estabelecimento, Braum deixava para trás as portinholas de madeira balançando para cá e para lá, com seus fixadores enferrujados rangendo desagradavelmente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Sentindo-se um pouco trêmulo devido ao estresse anterior, tentava controlar a voz com parcial sucesso e pedia informações à uma mulher na casa dos 40 anos que passava por ali. Com instruções simples, ela lhe informava onde ficava um dos melhores restaurantes da região e, de acordo com ela, que precisava de ajudantes. — Mas não precisa ficar tão preocupado… Você ainda é jovem e tenho certeza que eles serão pacientes com você. — Confortava-o, compreendendo mal o seu estado, e se despedia com um sorriso gentil. Braum também seguia em frente, rumo ao centro da cidade.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Marian observava calmamente um senhor que dormia profundamente, roncando baixinho e murmurando de forma ininteligível. Porém, bastou um bater de palmas para que o vovô saltasse de sua cadeira, sacudindo uma bengala fina tirada sabe-se lá de onde — Quase atingindo a cabeça da garota no processo. — e gritando: — MALDITO, MORRA! — Os dois, o velho e a jovem, olharam-se perplexos por alguns segundos, até que o senhor recomeçou: — Olá! Bem vinda, moça linda! Claro que a minha loja está aberta, não está vendo? — Com duas tossidas, tentou disfarçar o fora dado à sua cliente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Um caderno e um lápis, ein? Hm… Eu normalmente cobraria um pouco mais do que isso, mas posso dar um pequeno desconto à você, menina. Aceite como minhas desculpas por meu despertar rude. — Enquanto movia-se mais do que lentamente para o interior de sua lojinha e procurava com os olhos o produto ofertado, esclareceu a situação para Marian mesmo sem esta pedir nenhuma explicação. — Sou um marinheiro aposentado e, após tanto tempo de guerra, me assusto fácil com sons agudos, me lembram tiros… Ah, achei! — Sua voz era trêmula, indicando o peso de sua idade, assim como seu esforço para se abaixar e conseguir tirar um caderno de baixo de meia dúzia de livros, derrubando estes sem demonstrar preocupação. — Aqui está! — Entregou o caderno a garota e, do bolso em sua camisa, pegou um lápis simples e também a entregou, recebendo os dez mil como pagamento. Após indicar a boxeadora a direção de alguns bares, se despediu com um aceno e voltou a se sentar na cadeira de balanço, apoiando seus pés e recomeçando a cochilar antes que Marian virasse a esquina.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Jhin Codsworth encontrava-se na esquina de um grande quarteirão, em uma região provavelmente frequentada pelas pessoas de classe baixa ou, no máximo, classe média-baixa. O cheiro ali, ao menos, era melhor do que o odor de peixe no porto: Cheiro de vinho barato. Nesta esquina em questão havia um bar, silencioso devido ao horário, e nele o loiro entrou atravessando as portas de vai-e-vem.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além do ambiente esperado e dos bebuns espalhados pelo bar, completamente embriagados, havia um careca barrigudo limpando um copo com tanto vigor que era surpreendente o copo de vidro ainda não ter estourado em suas mãos calejadas. Jhin foi até ele, usando todo o seu carisma, mas a expressão carrancuda do taverneiro não mudou. Pegando algo em baixo do balcão e jogando na direção do cliente, bravejou: — Doze mil! — Uma caixa de um cigarro vagabundo e um isqueiro transparente, sendo possível ver o líquido inflamável lá dentro, deslizaram até a beira do balcão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A porta se abriu novamente e três homens que eram visivelmente delinquentes entraram, sentando-se na mesa mais afastada, no canto mais obscuro. O careca pegou o dinheiro do loiro sem olhar uma segunda vez para o seu cliente e foi até o trio, parecendo furioso. Longe dos demais e sussurrando, para que ninguém mais os ouvissem, começaram a conversar:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus desgraçados, por que demoraram tanto?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Calma, calma... — Dizia um deles, portanto um longo bastão de madeira. Era o mais alto do trio e o mais mal encarado também. Quem sabe o líder? — Acha que você é o primeiro a nos chamar hoje? Hehehe...

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Que vá pro inferno você e seus contratos! Quer um serviço ou não? — O trio apenas ria com a irritação do barrigudo. Após um gesto do marmanjo com o bastão, ele continuava: — Um garoto de uma figa veio aqui mais cedo. Estava com um anel que deve valer, no mínimo, alguns milhões! — Era difícil saber se aquilo era verdade ou se ele estava aumentando a história, mas os olhos dos larápios chegaram a brilhar! — Ele saiu daqui e foi em direção ao Funchal e, a não ser que seja um mentiroso de merda, deve ficar lá por algum tempo. Tem cabelo de velho, todo branco, apesar de ainda estar na puberdade, não há como confundí-lo!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Oh, interessante… Que tal nos trazer uma cerveja enquanto pensamos em como… convencermos esse garoto a nos dar seu anel, ein? — O trio gargalhava alto enquanto o taverneiro voltava ao balcão, carrancudo. Seria uma pena se alguém ali possuísse uma audição melhor do que a grande maioria e tivesse escutado tudo claramente, não é mesmo?

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Jhin, tragando seu cigarro ocasionalmente, havia escutado uma história interessante sem nem precisar sair em busca de uma. Restava decidir o que fazer sobre. Ou nada fazer, se assim preferisse. As portas se abriam novamente, sendo que desta vez era uma mulher na casa dos vinte anos que entrava. Seus cabelos negros na altura do pescoço eram lustrosos e seus olhos pareciam ter uma iluminação própria na penumbra do local. Do trio afastado, vieram dois assobios. Sentando-se a duas cadeiras à direita do loiro, pediu por comida e o taberneiro deu uma risada de deboche.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E não é que vieram atrás de comida mesmo... — Comentou com si próprio, baixinho. — Isso é um bar, moça. Se quiser, tenho cerveja, vinho e algumas coisas mais fortes, fortes demais pra você, eu imagino. E posso lhe conseguir uns amendoins, se quiser. — Sem esperar por uma resposta, pegou um pote amarelado com amendoins pela metade e o colocou na frente da garota, sem pedir nada em troca. Provavelmente uma cortesia da casa. Seus olhos se prenderem momentaneamente no busto dela, mas ele logo desviou o olhar. — Enquanto você pensa... — Disse afastando-se com uma jarra de cerveja e alguns copos, indo em direção à uma mesa afastada com três marmanjos. Um deles gritou de lá:

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Se quiser eu posso cuidar de você, coração. Te levo pra casa e lhe dou comida… Pra fazer! — Gargalhou com a própria piada e os outros dois riram também.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Alheio a tudo isso, o garoto de cabelos prateados estava em um restaurante anormal de grande, com mesas no primeiro andar, no segundo andar, no mezanino com quase 50 metros quadrados e ainda com duas dúzias de mesas na calçada. O letreiro com o nome do estabelecimento — Funchal — era maior, em comprimento, do que o navio que havia transportado o Carrasco até ali. Atrás do Chef, o qual o jovem tentava impressionar, era possível ver uma cozinha totalmente equipada e já lotada de cozinheiros, começando os preparativos para o almoço — também conhecido como Mise en Place — que seria daqui a quase quatro horas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Não venha me bajular, eu só me importo com resultados! Quer trabalho? Está contratado! Mas saiba que não pego leve com ninguém e que, se fizer merda, eu vou lhe expulsar do meu restaurante na mesma hora e sem lhe dar um tostão! — Esperaria pela resposta do garoto e, no caso de ser positiva, diria: — Então o que está esperando? Seus colegas já estão dando duro e você aí, olhando pro tempo? Pegue um avental, uma touca e comece a trabalhar antes que eu me arrependa. Vamos, vamos!

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MensagemAssunto: Re: Ego homini Lupus   Ego homini Lupus EmptyDom 15 Set 2019, 20:28


KING OF THE HILL


Chegando na taverna, em uma casualidade consegui encontrar meu tão desejado cigarro ali mesmo, pagando o homem, e logo acendendo meu cigarro, baforando-o calmamente com minha mão esquerda. ''Caralho....precisava disso aqui mesmo...'' Aliviado, porém insatisfeito com os resultados de hoje, me contrara um tanto quanto inquieto.

Desfrutando de uma audição requintada, consigo ouvir tranquilamente o que o maldito taverneiro planejava a poucos metros de mim. '' A merda de um grandalhão, pagando três imbecis para baterem uma criança, sério? E essa merda de anel, que eu saiba só minha família tinha jóias tão valiosas assim. '' Pensaria tragando novamente meu cigarro, tentando esconder a inquietação, estralando os dedos da mão esquerda no próprio balcão.

Atencioso sempre a sua volta, Jhin pode perceber a mulher adentrando o local, e se sentando próximo ao mesmo. Como foi criado em boa família, não se atenciava tanto para o físico, porém podia perceber a calmaria que vinha junto com a moça. ''Cê tá me tirando que esses otários tão zuando uma mulher aqui.'' Pensaria brevemente vendo o Taverneiro pegar as coisas, em meio a gargalhadas dos homens.
— Ei irmão, me dá essa cerveja aí — Diria entrando na frente do Taverneiro,que se movia para alguma mesa, em uma tentativa de intimidação momentânea — Eu pago! E também me vê esses copos aí — Enquanto que tentaria pegar tudo que estava na mão do Taverneiro.

Caso o mesmo se recusasse de ínicio, fitaria calmamente para com o fundo de seus olhos, entortando levemente a cabeça para a esquerda, dando um olhar vazio ao taverneiro — Posso te garantir que o maior de seus problemas não está em uma criança de cabelo branco, senhor taverneiro. — Diria mantendo uma postura ereta e imóvel, em frente ao taverneiro.

Se ele continuasse se recusando a me entregar a cerveja, iria novamente colocar a mão em frente ao seu peito, em uma tentativa de impedí-lo mais uma vez, porém atento caso ele tente uma investida ou empurrão, iria firmar o pé esquerdo um pouco para trás como um apoio. Me aproximando brevemente de seu rosto, lateramente. susurrando em seu ouvido — Que que tu acha que a marinha vai achar, se souber que você tá querendo mandar três homens pra cima de um muleque hein, seu desgraçado? — Agora, tentando novamente pegar as coisas da mão do homem.

Em todos os casos, caso conseguisse pegar as coisas do Taverneiro, levaria para a mulher que havia entrado ali, colocando um copo em sua frente, e um copo a esquerda, enchendo ambos — Olha, tudo aqui hoje, é por minha conta, viu? — Deixaria a jarra de cerveja em sua mesa, e pegaria meu copo, indo em direção a mesa dos três imbecis. Mantendo o cigarro sempre em minha boca até o momento.

Atento sempre ao homem que segurava o porrete, que parecia ser o líder ali do bando, iria me aproximar com passos mansos até a mesa, alongando as juntas do pé, com movimentos que também aqueciam a minha panturrilha. — Rapaziada, eu acho que eu não queria tá na pele de vocês não. — Diria indo para trás do homem do porrete, fingindo que iria passar reto, mantendo os passos mansos.

Me atentaria até o momento em que eu saísse do campo de visão do homem sentado, e arremessaria o copo de cerveja na sua cabeça, e junto com esse movimento, uma rotação impulsionando a perna direita, de frente para trás, fazendo um 180°. Acertaria uma bicuda na cabeça do homem , caso o mesmo continuasse sentado até o momento. Se ele tivesse se levantado logo após minha falação, iria visar um chute com a sola do pé no peito, com um intuito de derrubá-lo em cima da mesa.
''Cai dentro porra, vamo ver quem fica em pé nessa porra.'' Caso tomar golpes em meio ao combate, iria manter sempre a cabeça erguida, afinal, fui ensinado pelo meu irmão a não correr de uma boa luta. Manteria sempre a boa postura, e a respiração calma.

No caso do homem ainda estar com o porrete na mão após esse movimento, iria me manter sempre com a perna direita em posição, para caso necessário dar um impulso para trás, e desviaria de qualquer possível ataque com o porrete. No caso do homem não estar com porrete na mão, iria então atacar o homem que estivesse a sua esquerda, mantendo sempre a cintura mole, para caso tomasse algum chute, me esquivaria para a esquerda, ou caso tomasse algum soco, saltaria para trás com o pé de apoio, continuanndo com chutes calculados na costela e peito, para fazer o homem perder a respiração mais fácil, buscando sempre um nocaute. E caso a guarda embaixo estivesse aberta, chutaria seus testículos. Após uma série de chutes no homem a esquerda, no caso do outro infeliz que houvesse sobrado estivesse por ali, iria dar um soco forte no meu peito — VAI ME PARAR? EU SOU A MERDA DE UM DEUS — Diria independente se houvesse tomado algum golpe.

No caso de socos e ponta-pés, iria usar basicamente da virtude do Taekwondo, desvio e contra-ataque, surpreendo os adversários, me atentaria fitando seus braços e pernas, e também seus olhos diante de mim, aproveitando de meu rápido preparo e velocidade de resposta, esperaria o ataque do adversário e iria para o lado reverso, aproveitando da abertura da defesa para desferir chutes no peito do adversário.
Se algum dos três viessem com alguma arma branca, ou qualquer objeto que encontrarem no local, iria desviar sempre para trás, mantendo a distância dos objetos e aproveitando dos momentos após seus golpes para um contra-golpe de imediato.
Caso alguém venha com estocadas ou chutes diretos, iria tentar agarrar o objeto/perna. Puxaria o cara para minha direção, e soltaria contra seu estômago uma joelhada com a perna esquerda, mantendo sempre o sorriso no rosto, independente da situação.
No caso de algum dos três meliantes portarem uma arma de fogo, e o mesmo sacasse em minha direção, iria desviar sua atenção para mim, esperando alguma ajuda externa. — Oh seu palhaço, se você meter uma bala no meu peito eu vou te assombrar pro resto da sua vida, torce pra mim ficar vivo, seu desgraçado — Diria com um sorriso no rosto, acalmando a postura, e gesticulando com os braços, calmamente.



No caso do mesmo não querer continuar a luta, iria pegá-lo pela gola da camisa e jogá-lo para fora do local. Voltaria para o interior do estabelecimento, encarando o Taverneiro caso o mesmo estivesse na minha vista. me aproximaria do infeliz,observando se ele havia pego alguma arma, caso houvesse algum sangue em meu rosto perto de minha boca, passaria minha lingua no mesmo. — Então seu merda do caralho, onde que tá essa criança que você quer tanto? HEIN? — Diria me aproximando do taverneiro, mantendo uma boa distância caso o mesmo estivesse armado, porém caso o mesmo estivesse desarmado, me aproximária cara a cara dizendo as mesmas palavras.

Histórico:
 



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