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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Crows, Swords and Widows

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MensagemAssunto: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptyQua 28 Ago 2019, 19:11

Relembrando a primeira mensagem :

Crows, Swords and Widows

Aqui ocorrerá a aventura do pirata Grim e dos(as) civis Miyamoto Ryuma e Lucinda Castiel. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Kyoki
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySex 27 Set 2019, 20:51


 
'Cause I'm a survivor
Lucinda ainda não confiava plenamente em Messias, apesar dele não demonstrar nenhuma atitude agressiva contra a mulher, ele ainda era um completo estranho para ela, Lucinda precisava estar totalmente atenta a ele, ou na pior das hipóteses, ele poderia ataca-la a qualquer momento. Não pode deixar de notar o olhar curioso do homem, o que fez franzir sua testa o fitando de cima a baixo, na verdade Lucinda já não estava entendendo mais nada daquela situação. Então, simplesmente deixou aqueles pensamentos confusos de lado e, decidia aproveitar da hospitalidade que parecia ser oferecida de bom agrado.

“Ele vai matar você, e depois, sabe os deuses o que ele vai fazer com seu corpo. Olha o tamanho dele, ele vai te quebrar em duas, ele vai te matar. A sua cabeça é próxima a ser pendurada na parede, corra daí...” ─ A respiração da mulher ficava descompassada por breve momento, sua maldita paranoia havia voltado, por um bom tempo achou que tinha se livrado dessa maldição, mas pelo visto não havia se livrado nada da paranoia. A morena respirou fundo, deixando o ar preencher seus pulmões, estabilizando a sua paz interior novamente. Assim, logo voltava a prestar atenção no que o homem dizia a ela, Lucinda tentava disfarçar a pequena crise interna que acabara de ter, torcendo para que ele não tivesse notado. ─ Olha, se minha companhia não lhe incomodar nenhum pouco, por mim tudo bem. ─ A mulher simplesmente dava de ombros, fingindo não se importar muito se ele gostaria ou não de sua companhia.

Lucinda, logo se sentou à mesa e pegou uma das frutas que estavam ali, em poucos minutos devorou a fruta era como se não comesse a semanas, estava completamente faminta. ─ Mi… quem? Nunca ouvi falar desse lugar, e olha que eu já viajei muito. Cidade dos vinhos? Gostei muito daqui já. Estou tão faminta, poderia comer um boi inteiro. ─ Um sorriso se abriu nos lábios da morena juntamente com uma risada baixa, esperava pacientemente pela tal sopa que o homem estava preparando, não negava que o cheiro estava ficando bom. ─ Bom, antes de irmos à cidade, eu preciso me lavar antes. Já não basta estar com as roupas rasgadas, ir suja já demais para mim. ─ Enquanto falava, Lucinda limpava a sujeira de baixo de sua unha, usando outra unha para realizar o feito. Não demorou para que a tigela fosse colocada a sua frente, a fitaria por alguns segundos antes que caísse de boca na mesma, pegou a tigela com ambas as mãos e aos poucos foi virando a mesma em sua boca, sentindo o liquido e alguns pedaços de carne adentrarem sua boca, não se importava nem mesmo em pegar um talher ou se estava quente, se a sopa estaria boa ou ruim, sua fome estava tão grande que nem se importou com o gosto ou se queimaria sua boca ou não.

Após terminar de tomar a sopa da tigela, colocaria a mesma sobre a mesa sentindo-se muito satisfeita, seu estomago havia até mesmo parado de doer, caso a sopa estivesse boa, diria. ─ Essa sopa estava do caralho, muito boa, fazia tempos que eu não comia algo tão bom assim. ─ Lucinda levava sua destra até a barriga dando algumas leves tapinhas sobre a mesma, não demoraria para que ela soltasse um arroto alto, o que a deixaria de certa forma envergonhada. ─ Desculpa, foi sem querer. ─ Não se aguentava e acabaria soltando uma risada um tanto quanto alta, estava rindo da própria falta de educação.

Caso a sopa estivesse ruim ou não tivesse gostado, a mulher tentaria disfarçar, passaria sua língua entre seus dentes diversas vezes na tentativa de tirar o gosto de sua boca. ─ É… Tá ótima… Argh… Obrigada pela refeição, Messias… ─ O olhar da mulher não podia negar que não tinha gostado, mas não iria falar isso para o homem que lhe ajudou e ainda a alimentou, seria um descaso da parte de Lucinda, optaria por mentir para o mesmo. Não era seu forte ser indelicada com os outros, apesar de ter vivido com piratas por muito tempo e ser bastante verdadeira e direta, não conseguia simplesmente dizer a verdade a Messias.

Independente de como estaria a sopa, Lucinda moveria seu olhar novamente para as cabeças penduradas na parede, estava curiosa sobre aqueles troféus. ─ Então, Messias, o que você é? Estou bastante curiosa sobre essas cabeças, como as conseguiu? Você é tipo um caçador ou sei lá? ─ A mulher voltaria seu olhar para o homem, seus olhos tinham uma tranquilidade que acalmaria qualquer pessoa desesperada, uniria ambas as mãos um pouco abaixo de seu queixo. Se por acaso o homem confirmasse ser um caçador, um breve sorriso se formaria nos lábios dela. ─ Bem, eu suponho que você deva ser… Furtivo, certo? Em particular, eu não costumo pedir por ajuda, mas… Eu gostaria muito que você me ensinasse a ser furtiva, eu posso até mesmo pagar você, se desejar. ─ O tom de voz da mulher era encantador, raramente usava de sua lábia para conseguir algo, normalmente usava da “força” para conseguir o que queria.

Caso ele aceitasse a ajudar, Lucinda abriria um largo sorriso demonstrando o quão contente estava com aquilo, enquanto se levantaria da mesa. ─ Perfeito, Messias. Você é o cara, me diga quando começaremos. ─ A mulher assumia uma pose um tanto quanto convencida, adorava quando algo saía como o planejado. Se em hipótese ele se recusasse a ajudá-la, a mulher simplesmente daria de ombros. ─ É uma pena… Então me leve apenas até a cidade, de lá eu me viro sozinha. ─ Realmente não se importaria com aquilo, ela iria aprender a ser furtiva de qualquer forma, seja com ele ou não. De qualquer forma, esperaria pacientemente até a hora que ele partisse em direção a cidade.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySab 28 Set 2019, 12:01

Crows, Swords and Widow #04

A dupla de recém conhecidos começava a mostrar uma grande união para combater aquele infame inimigo. Ambos estavam focados em desafiar o seu adversário ao limite e começavam com um flanco, Grim ia de um lado enquanto que Ryuma aproveitava do outro para que ambos estivessem opostos. Os ataques partiam do capitão que procurava esquivar-se dos ataques daquele homem, de início, fora efetivo e não foi acertado por nenhum dos grandes braços dele e aproveitando disso, uma abertura proveniente dos ataques, agarrava o homem, prendendo seus braços por debaixo de suas axilas.

O espadachim, observando claramente uma vantagem para ser aproveitada além da uma óbvia abertura, iniciava o seu ataque, um forte golpe com a lateral de sua espada na têmpora do lojista que rapidamente perdia o equilíbrio e ia ao chão, quase arrastando o pirata junto que estava agarrado a ele. O homem havia perdido a sua consciência, mas sequer estava tão ferido assim para que não se levantasse após e continuasse o combate.

Com o inimigo derrotado, Grim começava a dar ordens para o espadachim, dizendo que o mesmo ajudasse ou achasse uma saída pela loja que não fosse dar de cara com os marinheiros. Enquanto isso, o pirata começava a roubar as coisas da loja. Ryuma, com muito esforço, não conseguia encontrar uma saída alternativa pela loja, restando apenas a entrada principal para sua fuga.

Com um mapa da ilha e do North blue inteiro debaixo do seu baixo, ele começava a vasculhar ainda mais itens, conseguindo uma bússola, luneta e quinhentos mil berries do caixa. O furto havia sido concluído e restavam apenas escapar daquela região. O vendedor começava a retomar a sua consciência quando o pirata o desafiava, obviamente elogiando e ao mesmo tempo falando de forma irônica para ele. Seus esforços haviam sido obviamente compensados e restava apenas a fuga para o pirata.

Incentivado pela adrenalina que sentia, não restava escolha a não ser enfrentar todos aqueles marinheiros que estavam do lado de fora. Os piratas iam para o lado de fora e começavam a suas lutas. Haviam diversos tipos de armas e também inimigos dos quais deveriam combater para abrirem uma linha em meio ao cerco e conseguirem escapar por ali. Obviamente os marinheiros rendiam alguns ataques em meio as defesas, deixando Grim e Ryuma com cortes variados pelo seu corpo, nenhum era profundo o suficiente para lhe render um ferimento grave, apenas leves, mas gerando um sangramento que demandariam ataduras e tempo para que se curassem, seus companheiros que haviam ficado do lado de fora apresentavam um quadro pior, sendo Fuyuki com um ferimento em sua coxa, sangrando bastante e Varric com um ferimento em seu ombro, do qual também sangrava bastante.

Em meio a tanta briga, eles conseguiam escapar por uma das ruas e com um esforço mais do que pesado conseguiam despistar os marinheiros por ora. Tinham alguns ferimentos para se curarem e mal haviam se curado dos anteriores. Era claro que Grim sentia as suas costelas ardendo mais do que tudo, sua respiração estava mais ofegante do que os seus companheiros e suas dores ainda piores, seus ferimentos haviam ficado mais graves com tanto esforço físico que havia feito. – Capitão, você está bem? - Perguntava Varric, ajudando o caolho a se manter em pé que havia perdido as forças de suas pernas momentaneamente.




Em uma área mais longe dali, Lucinda estava em uma incógnita, divida entre algumas escolhas das quais poderia fazer e uma grande desconfiança do homem que havia salvo a sua vida e lhe trazido para um lugar onde pudesse descansar. Embora desconfiada, aproveitava da hospitalidade do homem, comendo os seus frutos e quando a sopa era servida, esquecia que a mesma estava no forno há tão pouco tempo e sequer havia se esfriado. O gosto era bom e percebia que o homem havia esfriado um pouco da sopa para que não sofresse com queimaduras, para a sorte dela, pois tal atitude teria lhe deixado durante um grande tempo com queimaduras internas que seriam difíceis de achar um tratamento correto.

- Espero que esteja do seu agrado, costumo cozinhar apenas para mim. – Dizia o homem, quando percebia das vestes e do banho, ele olhava com uma cara meio tristonha. – Como moro sozinho, não tenho vestes para mulheres, peço desculpa. Mas há um chuveiro no banheiro. – Ele apontava para uma das portas daquela sala com o dedo indicador, deleitando-se sobre a sua sopa a colheradas. Messias não se importava com aquela atitude da garota, fosse os seus palavrões ou o seu arroto, pois até mesmo ele arrotava daquela forma. – Você é bem bruta para alguém que parece mais uma princesa. – Seus olhos mostravam uma certa atração pela morena, o ferimento do qual a mesma havia sequer lhe incomodava mais.

Suas perguntas eram voltadas para as cabeças na parede e ele começava a explicar sobre elas. – Costumo caçar animais pela região, tanto por dinheiro, tanto por necessidade. Algumas vezes, costumo enfrentar alguns desafios, então quando consigo mata-los, homenageio-os colocando em minha parede para lembrar de cada coisa da qual já trilhei. – O homem tinha grande orgulho em dizer aquilo. – Nada que um processo de taxidermia para deixa-los tão preservados. – E o mesmo tinha razão, pois se olhasse com detalhes aqueles troféus, olharia que os pelos, olhos e qualquer outra coisa parecia ser bem real.

Furtivo era a palavra certa para descrever um caçador, Messias sorria como quem havia gostado da ideia. – Quando você quiser, Lucinda. Estou pronto para te ensinar. – A sopa dele havia tido o seu fim quando a última colherada havia entrado em sua boca. Quando ela se levantasse para começar o aprendizado, ele pegaria o seu arco para cuidar de eventualidades que poderiam acontecer dentro daquela floresta e ambas partiriam para aquele local em busca de serem os mais furtivos possível.


Considerações:
 

Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptyDom 29 Set 2019, 18:16



EPICINIUM





Seu punho respingava tal como gotículas cadentes de orvalho sobre a relva após o salseiro, não fosse pela tênue distinção do sangue ao invés de água— este, é claro, extraído de seus inimigos. Despidos de vida, tombavam um a um diante de sua investida raivosa, a sensação deleitosa de sentir as juntas encaixarem-se violentamente contra suas faces não passando despercebida ao pirata, ele que se deliciava com cada osso estilhaçado, cada murmúrio de agonia. De fato, não seria exagero dizer que a consonância dos grunhidos dolorosos lhe soavam como uma doce melodia, capazes de estampar o mais diabólico dos sorrisos em seus lábios.


"Ah..." viu-se crocitando o regozijo mentalmente, no momento em que haviam despistado seus perseguidores pelas ruas. "...cheirinho de marinheiro morto. Existe forma melhor de começar o dia?" Contudo, as más notícias lhe vieram em forma de uma vingativa pontada ardente nas costelas, no instante em que a adrenalina havia deixado seu corpo. Instintivamente levaria a destra até o local, invocando um efeito placebo ao apalpar cuidadosamente a região como se fosse capaz de curar o ferimento.


A face se moldurava numa expressão de completo desgosto, ainda que o sorriso jamais deixara seus lábios— afinal, enquanto diante dos companheiros, não permitiria que reclamação ou grito de dor algum fosse proferido, não importando a gravidade da situação. Tão centrado estava em acobertar suas dores que, ao perceber a indagação de Varric sobre seu estado, despejaria um riso anasalado aos ares, buscando apoiar-se em alguma parede qualquer com a canhota. — Bah — ao praguejar, a entonação rouca e árdua da voz denunciaria sua aflição. — 'Tão de fodelância' comigo, né? — aproximaria-se então de ambos, encurtando a distância para com eles à passos lentos e um tanto debilitados.




Uma vez diante dos amigos, enfeitaria o cenho com o olhar preocupado de um pai, entortando os lábios quando uma sensação de pena preenchera seu âmago. — Olhem só pra vocês... — sussurraria, ao que afagaria os fios esverdeados de Fuyuki à fim de penteá-los com os dígitos. Resvalando o polegar direito em sua bochecha, retiraria dali os vestígios de seu próprio sangue. — Estavam os dois contra vinte marinheiros, e ainda se preocupando comigo? Francamente, seus idiotas... — deslocaria-se então ao anão, apanhando o colarinho do mesmo à fim de ajeitá-lo de forma apropriada, bem como também os botões de sua jaqueta. — Sim, Varric, seu capitão está bem. E quer saber? Nunca estive melhor, por ter vocês dois comigo. E não vamos nos esquecer...


 Mantendo o sorriso de canto afiado, deixaria a destra pousada por sobre o ombro esquerdo de Varric, virando-se então para Ryuma. — Digam boas-vindas ao nosso mais novo companheiro. Bando, esse é Miyamoto Ryuma, o espadachim do Carvalho Negro. — deslocaria-se entre os três, gesticulando os presentes com as mãos conforme os apresentava. — Miyamoto Ryuma, o espadachim do Carvalho Negro, esse é o Bando. Somos poucos, por enquanto, mas somos foda'. Tão fodas, inclusive, que vamos roubar um barco e sumir dessa espelunca de ilha, junto com mais um ou dois tripulantes. Talvez até um faxineiro. — diria, ao que abriria todos os dedos de ambas as mãos em frente à face, como se estivesse tentando se explicar. — O quê? Tu já viu a sujeira que 'cê faz no barco, Varric? Pois eu sim, e ninguém merece.


Dito aquilo, ouviria quaisquer ideias que os companheiros tivessem sobre como prosseguir. Se o tópico discutido envolvesse a ida até um local de descanso, para tratarem dos ferimentos por hora, concordaria com a cabeça. Fosse o caso, ou se também ninguém tivesse sugerido aquela ideia em primeiro lugar, lhes diria de qualquer forma: — Pois bem, iremos até uma taverna, então. Nada como vagabundar enquanto bebemos, não? Afinal... — jogaria outro olhar ao espadachim, levando a canhota até seu ombro ao que aplicaria um aperto convidativo no local. — Precisamos selar nosso trato com uma bebida. Você não vai escapar dessa!


Assim, se caso todos concordassem com o plano, deslocaria-se pacientemente para fora do local em que estavam escondidos. Optaria, contudo, por uma rota alternativa— tentando esgueirar-se por de trás do beco em que estava, tentando ao máximo evitar um contato com qualquer marinheiro à vista. Para complementar as chances de saírem dali sem ser vistos, até mesmo aguardaria alguns minutos antes de saírem às ruas, utilizando também da Visão Aguçada para avistar quaisquer perigos distantes. Assim, esperançosamente conseguiriam caminhar pelas ruas sem muitos problemas. — Procurem por qualquer placa ou indicação de bar ou taverna, quem sabe não estejamos muito longe? — dito aquilo, faria o mesmo, seguindo até o local indicado seja por encontrá-lo sozinho, ou se algum dos companheiros o fizesse.  


Hist;:
 

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySab 05 Out 2019, 18:38

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
Ogume de minha espada cantou nas ruas naquela manhã, ressoando sua melodia metálica e sangrenta em meio aos gritos e grunhidos de dor de meus oponentes que, dada a ferocidade de meu mais novo grupo, caíam um a um diante de nossa investida. Fora inesperado um começo de dia tão turbulento quanto àquele, mas algo me dizia que deveria me acostumar à coisas parecidas, visto que pretendia velejar com aqueles sujeitos até o outro lado do mundo.


"E eles ainda me parecem muito fortes, ainda que esse Grim não tenha feito nada demais... talvez seja por conta de seus ferimentos. Me pergunto que tipo de homem consegue ser ferido dessa forma e continuar lutando."

Meu corpo não havia saído ileso daquele embate, contudo, e sentia os cortes em minha pele enviarem fisgadas de dor por todo o meu corpo sempre que me movia. Não passavam de ferimentos pequenos, de modo que saímos ganhando de todo o ocorrido. Agora, correndo pelas ruas, logo nos distanciamos dos reforços de marinheiros ao adentrarmos em um beco qualquer, este felizmente escondido o suficiente para não sermos descobertos por agora. Ali, apoiaria minha canhota em uma das paredes, curvando o corpo um pouco à frente enquanto a destra ia até minha cintura, buscando algum equilíbrio. A boca se abriria minimamente, sugando o ar matutino e então despejando o hálito quente à fim de recuperar o compasso de minha respiração.

Grim, no entanto, não demorou e já estava com energia o suficiente para falar com seus outros companheiros. Eles pareciam se preocupar muito com ele, denunciando uma grande ligação entre os três que provavelmente foi forjada de muitas outras lutas no passado. Aquilo, de certa forma, acabou entregando um ar mais convidativo ao bando, visto que não pareciam ser apenas criminosos qualquer. Teve certeza disso quando o caolho lhe introduziu aos outros dois, e por isso me aproximei deles após me recompôr.

- Vocês conseguiram segurar bem lá atrás, e não teríamos conseguido sem a sua ajuda, obrigado. - falaria a Varric e Fuyuki com a voz calma como sempre, mantendo a calmaria presente até mesmo em meu semblante. Após Grim anunciar uma oferta de bebida, seu primeiro instinto fora recusar, mas o plano de descansar na taverna e a ocasião de selar aquele "contrato" com o bando o fizeram pensar duas vezes. - Eu vou recusar a bebida, mas descansar pode ser uma boa ideia. Seus ferimentos parecem muito graves, então precisamos ir logo. Não vai poder se tornar o Rei dos Piratas se morrer por perca de sangue no meio de uma ilha como essa, vai? -

E assim saíram para as ruas à procura da suposta da taverna ou bar. Tentaria ao máximo se portar como um cidadão comum em maio às massas, se muitas pessoas estivessem andando ali. Caso contrário, tentaria caminhar pelas calçadas onde existissem sombras, mantendo-me cabisbaixo pra desviar qualquer atenção sobre mim, ainda que duvidasse que muitos marinheiros conheceriam sua cara.

Enquanto o fazia, procuraria também qualquer fachada ou anúncio por placas que indicassem que um bar estava próximo. Na ausência disso, me aproximaria de um cidadão que não me parecesse muito suspeito ou mau humorado, tentando manter uma aparência amistosa enquanto me aproximaria dele. Diria ao mesmo então - Bom dia, poderia me informar onde existe um bar ou uma taverna aqui por perto? - se a pessoa soubesse, lhe agradeceria e então me aproximaria dos companheiros, para lhes dizer então - Me sigam, descobri onde fica o lugar. - E assim seguiria até o local indicado pela pessoa. Se ela não soubesse lhe informar, repetiria a pergunta em até cinco pessoas, e se a última não soubesse, assumiria que não existisse um lugar assim na ilha.

Contudo, se tivesse sucesso em achar o bar, seguiria até o mesmo pacientemente. Antes de adentrar no mesmo, analisaria se existisse alguma comoção na frente dele, ou se muitos marinheiros se mostrassem presentes ali. - É melhor esperarmos. - diria ao bando se fosse o caso.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySeg 07 Out 2019, 14:10


 
'Cause I'm a survivor

Lucinda não se recordava da última vez que tivera comido uma boa refeição, nos últimos anos a única comida, se aquilo podia ser considerado comida, que havia comido era a do cozinheiro de seu navio ─ todos chamavam de “a gororoba maldita” pois, ou ela te matava de vez ou te deixava com infecção alimentar fodida. Uma vasta lembrança preenchia os pensamentos de Lucinda, lembrava que todas as noites quando se reunia para comer com seus homens, eles brigavam com o cozinheiro por causa da comida ruim, mas no final todos comiam tudo, não deixavam uma migalha se quer ─ eles também não tinham muitas opções, era aquilo ou morreriam de fome. Um breve sorriso se formou nos lábios da morena, nunca tinha reparado como momentos como aqueles eram tão importantes e felizes para ela, o remorso logo pesou em sua mente. “Você os matou, assassina.” ─ Lucinda não podia se deixar abater naquele momento, então tentava focar em outras coisas.

Sim, a comida estava do caralho, obrigada. ─ Dizia em um tom levemente animada, mas ao ouvir o que ele dizia em seguida, seus olhos se moveram na direção em que ele apontava, logo voltando a olhar para ele. ─ Ah, tá tudo bem. Eu só preciso de um bom banho mesmo, estou um bagaço. Mas em questão das roupas, não tem problema, eu uso essas mesmas. ─ Lucinda não se aguentou ao ouvir as palavras do homem, uma alta e forte risada escapou dos lábios da morena, ouvi-lo a chamar de princesa era realmente muito engraçado, sabia que estava longe de parecer com uma princesinha. ─ Você é engraçado, Messias. Os anos no mar me fizeram ser assim, mas na verdade, acho que nunca fui muito princesa. ─ Após alguns minutos rindo, conseguia se conter por um momento, logo esboçando um largo e carismático sorriso para o homem.

Lucinda parecia estar bem atenta a cada palavra em que ele proferia, achando deveras interessante a vida do lenhador, ao seu ver, não era muito diferente do que ela fazia antes, matar e usar a cabeça como um troféu. A mulher conseguia notar o perfeito estado em que as cabeças se encontravam, aquele homem tinha feito um ótimo trabalho e, aquilo encantava os olhos de Lucinda. ─ Wow! É incrível, adoraria aprender a fazer isso um dia. ─ O olhar da morena chegava a ter certo brilho, em sua mente conseguia visualizar a cabeça de seus inimigos penduradas na parede, então um largo sorriso se formou nos lábios dela, estava completamente viajando em seus pensamentos.

Porém, sua linha de pensamento foi quebrada quando ouviu que Messias iria ensinar a ela, rapidamente pulou para fora do banco de madeira pondo-se de pé, nem se importava mais em tomar o banho provavelmente iria se sujar novamente. ─ Vamos, estou ansiosa pela aula. ─ A ferida em sua barriga já não lhe incomodava mais, estava completamente preparada para aprender ser furtiva. Podia sentir uma onda de ansiedade percorrer seu corpo, imaginando como seria o seu treinamento com o homem, afinal ainda era um pouco difícil de acreditar que um homem daquele tamanho conseguia ser furtivo ─ além de que não imaginava que ele iria aceitar tão rápido. O importante era que ele iria a ensinar, e isso já era alguma coisa.

~~ Início do Aprendizado: Furtividade. ~~

Ambos saíram da cabana, Lucinda se mantinha logo atrás do grande homem deixando com que ele a guiasse pela floresta. O dia estava um pouco quente ainda parecia ser de manhã, a morena conseguia ouvir os pássaros cantando de todos os cantos da floresta, era encantador para quem gostasse de ouvir, mas para Lucinda aquilo irritava seus ouvidos ─ as grandes arvores tampavam a maioria da luz, deixando apenas alguns filetes de raios solares adentravam entre as pequenas brechas de folhas. Por mais que achasse encantador, Lucinda não gostava muito de ficar em florestas, isso lhe trazia certas lembranças ─ lembranças essas que lhe deixaram cicatrizes no rosto.

Pois bem, Lucinda. Estamos quase chegando a nosso destino, enquanto isso lhe explicarei como funciona a futividade. ─ O homem parecia bastante atento ao caminho, sua canhota segurava firmemente o arco, pendurado em seu ombro destro havia um estojo médio de couro com algumas flechas dentro. ─ Bem, não é uma habilidade muito fácil no começo, você terá que treinar bastante para poder se aperfeiçoar, eu por exemplo demorei anos para aprender a ser furtivo. Principalmente por causa do meu tamanho, não sei se percebeu, mas eu sou bem grande. ─ O homem soltava uma gargalhada logo após dizer aquilo, era impossível não perceber o tamanho dele, assim então Lucinda também acabou rindo em seguida. ─ Mas você é pequena, e magra, então acho que não será tão difícil para você aprender e pegar o jeito. ─ Messias caminhava calmamente, os únicos barulhos que se poderia ouvir além de sua voz, eram das folhas e galhos secos em que pisavam e os malditos pássaros que Lucinda tanto odiava.

Lucinda se manteve quieta durante boa parte do caminho, prestando bastante atenção em cada palavra que era dita a ela, não queria perder nada. ─ Então, a furtividade é basicamente se esconder, se esgueirar e andar sem que você seja notada. Isso lhe ajudara bastante, principalmente se você estiver caçando ou fugindo de algum predador. Você conseguira se camuflar em algum lugar sem que a presa ou caçador lhe note ou ache. A não ser que ele sinta o seu cheiro ou que você faça algum barulho, aí ficaria muito complicado para o seu lado. ─ Após alguns minutos de caminhada, ambos chegavam em uma parte um pouco mais fechada da floresta, haviam muito mais arvores a sua volta do que antes, o lugar chegava a ser mais escuro que o restante da floresta em que acabara de passar. ─ Por isso é importante usar do ambiente ao seu favor, e optar por sombras ou estruturas para se esconder. Não importa o quão bom seja um ladrão, ele não pode roubar enquanto o sol caí por sobre sua cabeça. Bem, chegamos.

A morena não negava que o lugar era deveras assustador, seus olhos se moviam para todos os lados a cada novo barulho que ouvia na imensidão da floresta, não conseguia identificar se eram os animais ou as folhas e galhos batendo, estava tudo muito confuso para Lucinda. ─ É.. Você tem certeza que é aqui mesmo que vamos treinar? Messias ao ouvir a voz feminina notando a mesma estar um pouco tremula, virou-se para trás vendo o quão assustada estava a mulher, o que o fez rir. ─ Não se preocupe, eu vou proteger você, aqui é bem seguro. Venha, quanto antes começarmos, mas cedo vamos terminar e ainda poderemos ir à cidade. ─ A mulher ainda não estava convencida de que aquele lugar era seguro, então se aproximou o mais rápido possível do homem, ficando praticamente colada ao corpo dele.

Ok, vamos começar. Como eu disse antes, é bastante importante usar o ambiente ao seu favor, sombras, estruturas, arbustos, qualquer coisa que dê para se esconder dentro ou atrás. Sempre antes de fazer qualquer movimento analise a situação, veja se está tudo certo para que você possa avançar ou se afastar, qualquer erro pode ser fatal... ─ O homem conforme ia explicando iria se afastando aos poucos da mulher, entendia que a mesma estava assustada, mas não podia ensiná-la com ela praticamente grudada a ele. ─ As roupas também ajudam bastante na hora de ser furtivo, tente usar roupas mais escuras que possam se camuflar em lugares escuros. A forma como você anda também é importante, você simplesmente não pode sair pisando que nem um cavalo, você precisa ter pés leves ao caminhar ou correr, para que seu calçado não faça muito barulho e isso entregue sua posição. ─ Messias caminhava de um lado para outros, gesticulando com as mãos explicando tudo aos mínimos detalhes, ele parecia muito centrado no que falava para a mulher, que parecia estar entendendo tudo o que ele dizia a ela, pois a única coisa que a mesma sabia fazer era acenar com sua cabeça, concordando com tudo.

O homem ficou mais alguns minutos explicando para a mulher todos os detalhes de como ser furtivo, apesar de algumas dúvidas surgirem na mente de Lucinda, não hesitou em perguntar para Messias que tentou responder da melhor forma possível a todas as perguntas da morena.  Ao ver que Lucinda finalmente tinha entendido tudo, Messias passava para a parte mais importante, o treino. O homem dava uma pequena demonstração de como Lucinda deveria fazer, mostrando na pratica a ela algumas técnicas simples, porém muito uteis ─ Logo, Messias deixou que Lucinda começasse a praticar sozinha. A mulher errou diversas vezes, era um pouco impaciente e muitas vezes se apressava demais, demorou algumas horas para que finalmente conseguisse realizar um ato furtivo perfeito. E, em seguida, havia digerido tudo que aprendeu, conseguindo repetir a perfeição por várias tentativas.

~~ Fim do Aprendizado ~~

Após horas dentro da floresta, Lucinda voltaria com Messias para a cabana. ─ Hey, obrigada por ter me ensinado sobre furtividade, prometo lhe recompensar de alguma forma. ─ Não era muito boa em agradecimentos, na verdade não sabia nem mesmo como iria pagar a ele, precisava ver se tinha algum trocado em seus bolsos, afinal como havia perdido seu navio também tinha perdido boa parte da sua fortuna. ─ Agora, eu gostaria muito de pelo menos tomar um banho, estou cheia de terra, e folhas, argh.... Messias? Você poderia me levar a cidade? Acho que devo ter algum trocado nos meus bolsos, preciso de roupas novas. ─ Apesar de estar bastante cansada por causa do treino, Lucinda ainda precisava ir à cidade pois ficar com aquelas roupas sujas e rasgadas não eram uma opção muito agradável para a morena.

Caso Messias concordasse em levá-la até a cidade, a mulher pediria para que ele esperasse um pouco pois primeiro tomaria um banho, como já sabia onde ficava o banheiro na cabana ─ caminharia calmamente até o banheiro e o adentraria, fechando a porta em seguida. Lucinda não perdia tempo e logo retirava suas roupas e as deixava em um canto separado, caminharia até o chuveiro, se por acaso tivesse um ali, e o ligaria rodando seu registro ─ a mulher logo entraria debaixo da agua sem se importar se estaria fria ou quente, apenas desejava tomar aquele banho de qualquer forma. Após alguns minutos no banho, Lucinda finalmente sairia do banheiro vestindo as mesmas roupas, porém sua pele estaria mais limpa e seus longos cabelos negros molhados, a mulher teria usado uma toalha para se secar que provavelmente seria do lenhador, caso houvesse uma ali. ─ Então, eu acho que usei a sua toalha para me secar, mas eu prometo que irei lava-la quando chegarmos da cidade. Desculpa. ─ Lucinda tinha um sorriso descarado em seus lábios ao falar aquilo.

Se por acaso estivesse tudo certo para ir à cidade, Lucinda seguiria Messias calmamente sempre se mantendo ao seu lado para que não se perdesse do mesmo. Enquanto caminharia em direção à cidade, procuraria nos bolsos de sua calça por algum trocado, caso não achasse nada em seus bolsos, começaria a pensar em algum plano para conseguir mais dinheiro. Porém, se achasse dinheiro em seus bolsos, o deixaria ali guardado e já pensaria no que iria comprar com aquele dinheiro.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptyQua 09 Out 2019, 00:14

Crows, Swords and Widow #06

Messias não se incomodava com as risadas da garota, sua proximidade com a natureza e o afastamento do resto da civilização fazia com que o lenhador tivesse certos problemas quanto a conversar com as outras pessoas, embora seus olhos e sentimentos estivessem sempre analisando o comportamento de terceiros como Lucinda conseguia perceber.

Era notável o enrubescer que o homem tinha quando a garota dizia que o seu trabalho era incrível, podia se perceber que era algo que animava o homem e emocionante para o mesmo. – É algo que se deve ter bastante atenção, mas, com um pouco de esforço, se torna mais tranquilo de aprender. Se for do seu desejo, posso lhe ensinar. – Messias usava o mesmo tom de voz de antes. Por fim, eles foram para a floresta para que Lucinda aprendesse sobre a furtividade que desejava.

Horas haviam se passado e o aprendizado seu fim, a furtividade estaria começando a se tornar algo mais natural para a moça e o lenhador mostrava algumas gotas de suor que encharcavam um pouco de sua roupa, principalmente abaixo de suas axilas. – Ter a sua presença pro aqui já é uma recompensa. – Não sabia se ao certo se aquilo era uma cantada, algo parecido ou apenas um contentamento do grandalhão. – Como disse antes, o chuveiro está ao seu aguardo se assim for de seu desejo. Posso sim te levar para a cidade, tenho alguns afazeres por lá também. – Respondia o homem.

A mulher demorava alguns minutos durante o seu banho, após sair do mesmo enxugada com a toalha e propriamente vestida, ele dava uma leve risada. – Sem problemas, já imaginei que isso fosse acontecer. Bom, estou pronto, vamos? – O homem portava um machado preso em uma bainha na sua cintura, o arco estava pendurado em seu torso com a linha cruzando na diagonal e as aljavas prendidas em seu ombro. Em seus pés, havia uma sacola de cor bege com algumas manchas em vermelha, algum animal, provavelmente. Ele a agarrava procurando seguirem caminho em direção a cidade.

Não haviam trilhas pelo caminho e era fácil de se perder, se não fosse Messias, Lucinda demoraria o dobro ou triplo do tempo para chegar até a cidade. O lenhador tinha uma grande facilidade para abrir caminho entre as árvores e arbustos, seguindo como se conhecesse uma trilha, por fim, chegavam a uma. Uma clareira das árvores mostrava-se a frente revelando a trilha de terra batida por onde seguiam o restante do caminho. Fora possível acompanhar algumas carroças guiadas por cavalos transportando o que parecia ser vinho, os homens cumprimentavam Messias como se fosse um velho amigo.

A cidade se revelava grande, haviam diversas construções, grande parte de madeiras e outra parte de tijolos. As ruas estavam cheias de comerciantes dos mais variados tipos, equipamentos, frutas, legumes, vinhos. As iguarias daquela cidade abriam-se de início para um mercado. Dentro do bolso de Lucinda, haviam cinquenta mil berries separadas em cinco notas de dez mil berries. – Cá estamos na cidade da ilha de Micqueot – O homem abria uma grande sorriso.




Enquanto isso, em uma das ruas afastadas do porto., o capitão procurava ignorar a dor sentida de seus ferimentos, sorria ao ver que os seus companheiros haviam feito um excelente trabalho e consequentemente orgulhava-se de tê-los como amigos. Varric sorria ao ver seu capitão tão animado e Fuyuki mostrava-se vermelha após ter o toque em seus cabelos. Ryuma não poderia ser deixado de lado, havia mostrado que era um exímio espadachim, não tão honroso, mas, deveras forte.

A indagação sobre o faxineiro levantava algumas dúvidas que eram facilmente resolvidas com o próprio capitão reclamando da sujeira feita pelo seu companheiro anão. Varric, completamente aborrecido com esse fato, por fim, tomava-se pela sua consciência culpado pelos seus atos. – Sinto muito se o meu estilo de vida incomoda os seus modos, capitão. – O tom de completa ignorância e ironia estava em sua voz, mais uma gargalhada vinha em seguida para demonstrar a pequena brincadeira que o tripulante respondia.

Ninguém se pronunciava além das palavras ditas naquela ocasião, levando a Grim propor a taverna para seus companheiras, isso animava bastante Fuyuki e Varric, mas o espadachim novato parecia não estar tão agraciado com a ideia. – Ih, frutinha. Capitão, esse aí pode ter se mostrado útil na última batalha, mas sem uma gota de álcool dentro do seu corpo não vai muito longe não. – O anão tinha um claro gosto com a bebida, seu vício talvez falasse um pouco alto demais, mas, era claro que o homem tinha as características de um pirata.

Por fim, eles começavam a se guiarem pelas ruas de Micqueot, procurando pela taverna mais próxima, não demorando para que encontrassem assim que viravam a esquina. ”Bar do Joe”. Os mesmos adentravam o local e o ambiente era de total diversão, mulheres com roupas de vaqueira com muitas partes de seu corpo a mostra, menos as mais importantes, estavam servindo os diversos homens daquele estabelecimento. O cheiro forte de álcool era presente no ar assim como os temperos de carne vermelha, frango e o mais o que fosse servido por ali. Algumas mesas estavam vazias assim como alguns bancos, ao leste, uma banda local tocava alguns instrumentos mais antigos em uma música animada. – Nós estamos todos bêbados! Bêbados de cair! E todos que não estiverem bêbados! Deem o fora daqui! – Os homens cantavam em um coro. – Esse lugar é... GENIAL! – Varric obviamente se animava e ia em direção ao bartender para pedir sua primeira caneca de cerveja.


Considerações escreveu:
Grim:Todos os ferimentos agravados em um post a mais.
Cortes leves em áreas variadas do corpo. – (0/3) - Após Tratamento.

Ryuma: Cortes leves em áreas variadas do corpo. – (0/3) - Após Tratamento.

Legendas escreveu:
red - Vendedor
lightblue - Varric
lightgreen - Fuyuki
#339933 - Messias
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySex 11 Out 2019, 13:57





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O homem tem seus motivos, Varric. Deixe-o valorizar sua sobriedade, sobra mais rum p'nóis' três assim, né' não? — Expeliria o timbre juvenil e convidativo dos lábios cicatrizados e um tanto ensanguentados, um líquido que, em sua insanidade, passou à desejar que fosse uma boca cheia de rum. Tal fora sua ânsia por encontrar o paraíso dos bêbados que logo o avistaram após uma breve caminhada pelas ruas da cidade, onde felizmente marinheiro ou civil algum tivera o infortúnio de importuná-lo em meio àquela "missão" importante. "Homem algum fica entre um pirata e seu maldito álcool." A lembrança daquele ensinamento tão longínquo acabara por despertar um humor nostálgico no caolho, muito para seu descontentamento.

O mau humor persistira até mesmo quando suas mãos abriram as portas do estabelecimento, sendo sorvido de imediato pelo júbilo palpável no ambiente em que ingressavam. Ali, onde a música recheada de entusiasmo aglutinava-se ao possível bailar dos presentes o mundo se aproximava da perfeição, quase que expurgando os vestígios de melancolia do caolho para fora.

"Parece que foi a mil anos atrás, não?" Crocitou o corvo albergado em seu ombro.

"O que?" Respondeu-o mentalmente, ainda que soubesse ao que a ave se referia.

"Mégara, Asterin e Raven." Se explicou. "Foi num bar assim que se conheceram."

"É mesmo?" Desviou da pergunta como se a mesma não lhe fosse nada importante, ainda que não conseguisse pensar em mais nada desde que seus pés o levaram ali para dentro. O coração molestado ardia por vingança, ao ponto em que encontrava dificuldade em entender o motivo de terem de descansar por algumas horas ali. Poderia simplesmente seguir para o porto, enfiar-se em um combate mortal à fim de roubar um barco e zarpar para Lvneel, onde poderia martelar o último prego naquele assunto de uma vez por todas.

"Os corpos de todas elas devem estar penduradas frente ao cais, enquanto nos divertimos aqui..." Resvalaria a arca dentária superior na inferior, rangendo os dentes enquanto os dedos buscariam moldar um punho violento. Não obstante, a mente enfatizaria o principal motivo de seu ódio ao lhe expor lembranças indesejadas daquele caçador, repetindo os momentos finais de Asterin quando a mesma teve seu corpo separado em dois pelo violento machado do homem.

"Você não pode fugir disso pra sempre, sabe muito bem."

A maldita ave tinha razão. Mas mesmo assim, não estava forte o suficiente para fazer alguma diferença contra aquele trio de caçadores ainda. "Ainda mais neste estado..." Os ferimentos ainda lhe ardiam como todos os infernos, de modo que logo buscaria alguma cadeira para sentar-se, de preferência próxima à algum canto distante e obscuro do estabelecimento.

 — Fuyuki, Ryuma...  — Chamaria ambos sem que lhe tocassem dessa vez, pois o humor não permitia que o fizesse. Sua orbe azulada estaria parcialmente acobertada pela pálpebra, enquanto que os lábios se moldariam em um sorriso mentiroso e amarelo, conforme a cabeça meneava à possível mesa no canto do estabelecimento. — ...cuidaremos desses ferimentos antes de tudo. Ainda sobrou alguma coisa daquele kit que tu foi comprar mais cedo, Fuyuki? Se sim, vamos indo. Um de vocês chame o Varric, também, antes que ele desmaie no meio da taverna. — Arquearia a sobrancelha, conforme gesticulava as palavras com as mãos, conforme transformaria o timbre rouco e imponente da voz num sussurro ríspido e cômico: — Acreditem, não vão querer ver isso.

Assim, deslocaria-se até o local desejado, sendo este a tal mesa que estivesse mais afastada das demais, tomando cuidado para não despencar devido aos ferimentos que lhe maculavam durante o caminho. Em prol disso buscaria apalpar quaisquer mesas vazias durante o caminho, e até mesmo ombros de desconhecidos na ausência de qualquer outro apoio. Assim, com sorte alcançaria o local desejado, onde enfim permitiria à si mesmo a tão conquistada folga. Sentando-se lenta e pacientemente na cadeira que estivesse de costas para a parede, deixaria a parte traseira da cabeça apoiada na mesma ao expelir dos lábios um gemido abafado de cansaço.

Céus... estou soando como a porra de um velho, na real. Vem cá, vamos acabar logo com isso. — Dito aquilo, deixaria que sua médica tratasse dos novos ferimentos. Sendo estes apenas simples cortes pequenos, não esperava que fossem utilizar muito do Kit comprado anteriormente. Durante o tratamento, lhe ajudaria ao posicionar o corpo da forma que ficasse mais confortável, não se movendo quando não fosse preciso, ainda que de forma alguma manteria a boca fechada: — Ficaremos um bom tempo aqui dentro, então cada um pode cuidar dos seus assuntos. Tomem banho, comam e bebam, não me importo. Apenas peço que se reúnam aqui embaixo quando eu der o chamado. Será o momento em que partiremos para roubar a porra do barco para sairmos da ilha, entendido?

Deixaria que a voz soasse mais séria do que de costume, algo que também transpareceria em sua face carrancuda e cheia de serenidade. Feito isso, permaneceria quieto naquele local, ao que apoiaria o cotovelo esquerdo por sobre a mesa apenas para levar os dígitos até o queixo hirsuto. Atento aos seus arredores, buscaria ouvir quaisquer informações sobre a ilha, ou avistar qualquer briga ou acontecimento que fosse ali naquele local, imaginando que se uma confusão tivesse de acontecer, teria maiores chances de ficar sabendo em um lugar como aquele.

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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptyQua 16 Out 2019, 23:26


 
The City.
Os olhos verdes que antes focados nos troféus na parede, moveram-se para os cantos de suas orbitas observando o discretamente o homem, pode notar o leve rubor que formou nas maçãs do rosto dele, o que aos olhos de Lucinda o deixava “fofo” ─ um homem daquele tamanho ficando ruborizado com um simples elogio, era incrível, um breve sorriso se formou em seus lábios. “Ele não deve conhecer muitas mulheres, parece tão ingênuo...” ─ Pensou, não negava que tinha certo interesse em Messias, gostava do estilo de homem que ele era fazia total seu tipo, completamente rústico, e aquilo chamava sua atenção. ─ Adoraria aprender, Messias. Tenho certeza que irei aprender rapidinho. ─ Virava sua cabeça para o homem, com um belo e dócil sorriso em seus lábios róseos.

Lucinda logo saia da cabana juntamente a Messias indo em direção a floresta. Após horas dentro da mata, voltaria para a cabana estando completamente cansada e soada, se repugnava ficar daquele jeito, precisava de um banho urgente e assim o fez. ─ Você é uma graça, Messias... Uh, que canseira, obrigada por me deixar tomar banho. ─ Após dizer isso, a morena iria finalmente tomar seu tão aguardado banho, enquanto ponderava sobre à fala de Messias. O que ele quis dizer com aquilo? Ter a minha presença já uma recompensa... Ele está me cantando? Oh, que meigo... ─ Lucinda por estar cansada não percebeu de cara o que ele tinha falado, mas não pode evitar soltar certas risadinhas em seu banho, pensar naquilo estava mexendo de certa forma com ela.

Após sair do banheiro já trocada, apenas assentiu com a cabeça confirmando que poderiam ir, Lucinda acompanhava o homem pela floresta novamente, durante todo percurso até a cidade se manteve em silencio, seus olhos observavam atentamente por todos os lados enquanto pensava que estaria muito fodida se tivesse decido ir embora da cabana ─ provavelmente estaria perdida na floresta como uma barata tonta. Lucinda caminhava a alguns passos atrás de Messias, seus pés já estavam doloridos de tanto andar por aquela mata maldita, sentia os calos se formarem nas solas de seus pés que latejam de dor cada vez mais “Meus pés doente, mais que caralho.” ─ Enquanto o acompanhava pela estrada de terra, pode avistar algumas carroças com mercadorias passando por ambos, Messias parecia conhece-los bem pois até mesmo os cumprimentavam.

Chegando a cidade, Lucinda não ficava muito surpresa com a mesma, de certa forma não era novidade já havia visto cidade semelhantes a aquela em suas viagens, seus olhos transmitiam certo desapontamento esperava mais da cidade. ─ É, parece ser uma cidade legal... Bem, você mora aqui a bastante tempo, deve saber onde vende roupas, podemos ir à loja agora? ─ Seu tom de voz era tão desapontado quanto o seu olhar, mas caso Messias a levasse sem nenhum problema, o acompanharia lentamente enquanto mancava de certa forma, precisava urgentemente tirar suas botas. Adentraria a loja junto a Messias, e nem mesmo esperaria por algum atendente, não tinha paciência para isso, e já começaria a olhar pelas roupas escolhendo a dedo as peças que mais lhe agradavam.

Após alguns minutos, escolheria algumas peças de roupas e já correria para o provador, onde se trocaria rapidamente experimentando uma a uma. Minutos se passariam novamente, então Lucinda sairia do provador trajando uma roupa, ela olhava para Messias que provavelmente estaria lhe esperando e perguntaria. ─ O que acha? Vou levar essa aqui. ─ O semblante da morena já teria mudado completamente, aparentando estar mais feliz e leve com as roupas. ─ Quanto custa? ─ Direcionaria a frase para qualquer pessoa que trabalhasse no estabelecimento, caso tivesse a quantia certa do dinheiro pagaria pelas peças de roupa. ─ Vamos, Messias? Sei que tem mais o que fazer aqui e não quero lhe atrasar. ─ Sairia da loja já se sentindo maravilhosamente bem.

Caso ele não soubesse, Lucinda bufaria estando ainda mais descontente ainda com a situação. ─ Então vamos procurar uma, não deve ser difícil achar uma loja de roupas. ─ Seus olhos reviravam levemente, o seu maior descontentamento naquele momento, o principal causador de seu mau-humor repentino, era as botas machucando seus pés, aquilo estava a irritando de uma forma que nem mesmo ela conseguia explicar ─ apesar de ter passado quase toda a sua manhã com ela, não estava acostumada andar muito. Procuraria pela loja junto a Messias, se em hipótese não encontrasse, perguntaria para algum cidadão da cidade onde poderia encontrar uma loja de roupa, se esse mostrasse onde encontrar a loja apenas o agradeceria e seguiria até a mesma ─ se por acaso não soubesse, Lucinda perguntaria para outra pessoa até que tivesse sucesso em sua busca.


 
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySab 19 Out 2019, 22:14

"The only reason a warrior is alive is to fight
And the only reason a warrior fights is to win."
A calmaria depois da tempestade. A adrenalina cessou. A ardência dos ferimentos causados pelos marinheiros é incomoda, mas não é como se eu fosse morrer por isso. Ainda não é hora de parar.

Apoiaria minha espada no chão e me levantaria, esboçando um leve sorriso no rosto, após ouvir as palavras de Varric.

- Se eu já estivesse em pé antes, não teria conseguido te ouvir. - caçoaria do anão. Caso Grim defenda meu estilo de algum modo, o agradeceria com um aceno com a cabeça, novamente, demonstrando seriedade.

Seguiria o grupo pelas ruas da cidade, com os pensamentos vagueando longe. Rispidamente fecharia os olhos enquanto continuaria a caminhar. "Neve. Isso me lembra os rigorosos invernos que passávamos em casa. Brincar de jogar bolas de neves com minha família... Irmão... Tempos que não voltam."

Voltaria a mim mesmo diante da taberna, e caso o grupo adentrasse, os seguiria. Ouviria as palavras de Grim sobre se curar e responderia - Vá primeiro Grim, seus ferimentos são piores, enquanto isso, vou voltar aos meus negócios anteriores. Se me dão licença - Me viraria e procuraria por alguém que pareça forte e saiba intimidar, mirando no possível vendedor local, caso ele parecesse. Se alguém me chamasse atenção, me moveria até a pessoa em questão.

- Antes que me esqueça - Viraria-me para Grim lançando um leve sorriso lateral e franzindo as sobrancelhas - Tente não destruir tudo aqui. -

Se a pessoa em questão parecesse capaz de me ouvir, diria - Ei, poderia me ensinar a intimidar as pessoas? - E se caso a resposta fosse sim, prestaria atenção em seus ensinamentos.

Caso não encontre ninguém, veria se Grim estivesse sentado a alguma mesa, e me sentaria a mesma, encostando o braço direito sobre a mesa, com o punho fechado, enquanto manteria a outra mão encostada no cabo da espada.

Objetivos:
 

Histórico:
 


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Objetivos Futuros:
 


Última edição por Miyamoto em Sex 15 Nov 2019, 09:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptyQua 23 Out 2019, 00:13

Crows, Swords and Widow #06

O homem já era experiente em estar na cidade e Lucinda tinha aquele conhecimento devido ao tanto de pessoas que reconhecia o homem durante a sua trilha. Os pés da garota doíam após aquela longa caminhada e ela pedia para que o caçador a levasse em alguma loja de roupas, coisa da qual não era difícil encontrar não muito longe dali. Talvez já era previsto ou a mulher estava sendo tão rápida na troca de vestimentas que nenhum vendedor estava por ali e Messias ficava do lado de fora esperando que ela provasse todas as roupas da qual era de seu desejo.

No fim, ela escolhia um look final e ia até o caixa para poder pagar custando trinta mil berries para a mesma. – Você ficou incrível com essas roupas, ainda mais linda do que já era. – Ele demonstrava o mesmo enrubescer em suas bochechas desviando o rosto para o lado. – Vamos. Estaremos indo em direção ao porto. – O homem começava a caminhar, fazendo com que ela viesse logo atrás dele.

Chegando a aquele local, era possível ver que uma baderna estava acontecendo, marinheiros brigavam contra um trio de piratas que parecia estar invadindo alguma loja por ali. Os homens de azul e branco estavam sendo castigados pelas forças malignas. – Piratas fazendo piratices. – Messias parecia não gostar muito do que estava vendo, talvez sendo mais pacífico? Um homem reconhecia o grandalhão e se aproximava, onde ambos começavam a papear algo do qual Lucinda não prestava muito atenção, tendo sua atenção voltada mais para o combate dos piratas que parecia começar a empreitar uma fuga do estabelecimento, adentrando o recinto.




Em meio a diversão que estavam tendo dentro daquele bar, Grim parecia estar vivenciando memórias e alucinações incomodas para ele, seu punho estava fechado sobre a mesa e seus dentes rangiam com a força que era depositada acima deles. Os ferimentos eram perigosos ainda para a saúde do homem e eles estavam sempre presentes, fazendo com que a raiva fosse um pouco amaciada para que a sua agonia viesse em frente a mesma.

Esquecendo um pouco de sua agonia, tanto psicológica como física, voltava para a sua médica e o novato. Sua pergunta era a respeito do kit que havia comprado antes e sua ordem era para que pudessem se tratar, incluindo Varric no meio antes que o mesmo viesse ao chão. – Ainda há o suficiente para tratar a todos, embora não vá ser útil após isso. Deixe Varric comigo. – Ela sorria para Ryuma, já que ambos ainda não tinham tanta afinidade, achava melhor que a garota de cabelos verdes cuidasse do bárbaro.

O capitão tinha o seu caminho guiado em meio a tropeços e ombros segurados até o outro canto da sala onde havia quase como uma área Vip de um bordel, mas, sem garotas. Era naquele lugar em que todos os quatros eram tratados. – Báh! Deixe-me! Estou ótimo do jeito que estou! – Varric se desvencilhava do grupo e voltava para a baderna, enquanto que Ryuma começava a procurar pelo homem mais carrancudo e possivelmente intimidante daquele local e era no canto oposto daquele bar que ele encontrava o que desejava.

Era um homem loiro de musculatura definida, ombros e braços largos com um machado em sua mão e a espada presa em sua cintura. Seu cabelo era raspado nas laterais e longo do topo até seu ombro, com uma barba rasteira que marcava um L em torno de seu rosto e terminava na altura de sua clavícula trançada nas pontas. Era quase como um verdadeiro Viking, tendo um elmo preso ao seu cinto junto com uma faca de caçador.

Ele conversava com dois homens, sendo o único em pé, mas, sua conversa não era bem uma conversa já que era óbvio que estava intimidando os dois homens recuados que estavam quase se abraçando. Sua faca era retirada da cintura e presa na mesa de madeira com tanta força que talhava um rombo. Ryuma se aproximava para perguntar ao homem sobre se ele poderia ensiná-lo a interrogar alguém. – Garoto, você não vê que eu estou um pouco ocupado para seus desvaneios aqui?! – Era possível sentir até mesmo um leve aperto no coração após ouvir a voz grossa do homem. Os dois recuados tinham ficado um pouco mais tranquilos com o espadachim por ali, mas, suas feições mudavam quando o bárbaro voltava a sua atenção para eles. – Então, como eu estava dizendo, cadê a porcaria da minha grana?! – Os mesmos pareciam estarem prestes a dar até mesmo as calças para ele. – Nós não sabemos, senhor! – Gritavam ambos.

Tal atitude parecia ser tão corriqueira que ninguém estava prestando atenção no quarteto naquele canto do bar, nem mesmo o dono do estabelecimento.


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MensagemAssunto: Re: Crows, Swords and Widows   Crows, Swords and Widows - Página 3 EmptySex 25 Out 2019, 10:41



Cards on the Table






S uas lesões ainda formigavam ardentemente mesmo depois da medicina ser aplicada, flagelando ambos o corpo e alma do caolho com suas súbitas pontadas de dor. Conquanto, não seria uma aflição tão banal que conseguiria lhe roubar grunhidos dolorosos dos lábios cicatrizados, mantendo suas lamúrias teimosamente trancafiadas na garganta. Apesar da força de vontade, contudo, não conseguiria fugir das alucinações tão facilmente.

Se encontrava cercado pelo perigo, afinal, um que não podia escapar. Sua mente.

Flanqueado pela nostalgia por conta daquele maldito estabelecimento, os bombardeios de lembranças indesejadas dificultavam até mesmo sua respiração, de modo que sorveria o ar profundamente à fim de se acalmar. Os dedos se apossariam dos cantos da pequena mesa com força, como se buscasse um apoio para impedi-lo de cair. Tu tá cercado de colegas, desgraça. Não tem nada pra temer aqui, nada!

E de fato estava, pois não tardou para que seu mais novo companheiro— Ryuma— lhe entregasse um sorriso de canto, tal como algumas palavras que reviveram seu humor. Em resposta, simplesmente suspirou e arqueou a sobrancelha, dizendo-lhe amistosamente: — Se eles não mudarem essa música fodida, não prometo nada.

Empenhando-se à todo custo para restabelecer sua calma assim que ficou sozinho, então, deslocaria o raciocínio para um tópico ainda mais pendente: seu plano para aquela ilha. Afinal, não existe em mar algum uma medicina mais efetiva à um pirata do que a possibilidade de se enriquecer. Em prol disso, volveria a atenção do único olho para as bebidas que eram servidas e tomadas naquela taverna, pensativo.

O vinho de Micqueot é o melhor de todo o mundo, ou assim dizem. Crocitaria a voz em sua própria mente, conforme realizaria movimentos circulares com a ponta do indicador por sobre a mesa. Um barril cheio deve valer por volta dos duzentos mil, mas não encontraríamos nenhuma bebida de qualidade por aqui, não nessa taverna. Meditativo, simplesmente apoiaria o cotovelo direito por sobre a superfície de madeira de modo que pudesse sustentar a face em meio aos dedos abertos. Deste modo, buscaria deixar o olho flanqueado pelo médio e o anelar, enquanto que o polegar tinha o trabalho de massageá-lo lentamente na têmpora. Navios. Eles enviam diversos barris de vinho em navios de carga, tenho certeza. E por coincidência estamos precisando de um naviozinho' agora. Por quê não roubar um que já vem atolado de carga?

Possuindo agora o esboço para uma estratégia decente, deixaria aquele assunto de lado assim que buscaria se levantar da cadeira, batendo o punho duas vezes contra a mesa à fim de anunciar sua saída. Mesmo se roubarmos um navio, precisamos de alguém para pilotar a porcaria da coisa. Varric não é nada mal, mas... como atirador, preciso do nanico nos canhões. A única mão livre é a minha. Assim sendo, andejaria até o balcão à procura do albergueiro ou de qualquer outra pessoa que aparentasse estar no comando ali.

Filho. — Vindicaria a atenção do sujeito caso o mesmo estivesse ali, ao que apoiaria o antebraço direito por sobre o balcão antes de arquear o torso para frente. — 'Xô te perguntar um 'trem. Sabe m'dizer onde encontro um capitão de navio por aqui? Ou qualquer navegador, contramestre e pá. Qualquer homem ou mulher que seja um navegador que não fique perdido em alto mar. Esses são os tipos que beberam da água do oceano, saca? Ficam leléu' d'cabeça. — Gesticularia a fala ao levar o indicador direito frente ao ouvido, rodopiando-o em círculos antes de arregalar o único olho que possuía. — E, aproveitando... tome esse dinheiro e procure pra mim algum fodido que queira se juntar à uma tripulação aqui. Precisamos de algumas mãos adicionais no convés, sabe como é.Mãos que podem matar marinheiros.

Caso o sujeito em que procurava lhe fosse indicado, não perderia tempo agradecendo o homem com mais nada além de dez mil Berries em sua mesa, simplesmente lhe dando as costas antes de deixar que os pés lhe acarreassem até a pessoa em questão. Se caso o mesmo se encontrasse sentado, tomaria uma cadeira próxima dele(a) à fim de se juntar à mesa. O olhar convidativo anunciaria sua chegada, tal como uma súbita e rude limpa de garganta. — Fala, campeão. Me disseram que tu já é calejado em navegação. Posso lhe pagar p' me ensinar, em dinheiro ou rum. O que me diz?

As palavras que deixariam seus lábios teriam o teor manipulador de sempre, visto que claramente estava mentindo sobre o pagamento final.


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