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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptyQui 02 Jan 2020, 11:21

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UTOPIA - GRAND LINE - 23



- O teste será no pátio, não é difícil de encontrar, você já deve ter passado por lá – dizia a menina, enquanto saia do local, deixando Calros absorver aquela árdua tarefa. Havia muitos objetos ali que levavam o ruivo ao seu passado, as semelhanças com Noxus fazia os pelos dos braços de qualquer homem eriçar, nem mesmo os melhores profetas conseguiriam pensar em tamanha coincidência. Doravante, o corajoso marinheiro queria esvaziar sua mente com uma tarefa que há muito tempo não fazia: pescar.

O lago era fácil de encontrar, não havia ninguém em volta, todos estavam ocupados cuidando do que havia sobrado de seus pertences. Colocando a vara de pescar entre duas pedras, colocava a isca e deixava a isca fazer o seu trabalho. O rapaz pensava em sua família, em seu filho, que nem mesmo respirou o ar sujo desse mundo. O céu já estava mais claro, a chuva tinha ido embora e o sol apontava entre as nuvens. De tempo em tempo algum peixe fisgava a isca, mas nenhum que tivesse o tamanho suficiente para um jantar a dois, nome máximo aperitivos.

Gwen parecia se divertir, o aracnídeo corria pela grama, caçando grilos e insetos menores. Depois de algum tempo, o sol já começava a se esconder quando Calros arrumava suas coisas, dando os peixes que havia pescado para Gwen, que parecia olhar para o dono e mandar aquele sorriso reconfortante. A aranha engolia alguns e enrolava um ou dois em sua teia, guardando o jantar para depois. Voltando para o QG, rapidamente chegava no pátio. Podia ver dez garotos com não mais que dezesseis anos enfileirados – Calros, vejo que a pescaria surtiu efeito – dizia Helena, olhando os peixes que Gwen carregava sobre sua cabeça, todos enrolados em sua teia.

- Esses são recrutas novos que vieram dos blues para cobrir as lacunas que apareceram depois da pequena guerra na ilha – Helena sussurrava para que os demais não escutassem – Eles já fizeram o primeiro teste, agora falta os outros dois, treinar com os equipamentos da marinha e por ultimo o combate corpo a corpo – havia dois caixotes num canto – Ali tem armas, faça como quiser, irei avaliar seu desempenho – deixando Calros a frente do pequeno batalhão, a arqueira pegava uma cadeira e sentava no canto, observando a atitude do seu colega.

Quando as forças esvaiam do corpo do Coronel, as lagrimas da Major caia sobre seu rosto. Contudo, não há tempo para lagrimas em meio a guerra, rapidamente Kath dava as ordens que eram necessárias para completar o sonho do homem que havia dado sua vida pela causa. Todos seguiam o que era ordenado, pegavam uma picareta e uma pá que ali havia, outro pegava a bandeira etc.

Depois de meia hora no máximo, todos estavam fora do esconderijo sobre a lua amarela brilhando no céu. Ramiro cavava a cova enquanto todos estavam cabisbaixos, em sua maioria não conheciam o Coronel, talvez seu nome e seus feitos, mas a pessoa e sua vontade apenas o grupo de Kath havia visto. O caixão improvisado era coberto pela bandeira verde sobre o corpo era enterrado no fundo do buraco. Aquela ocasião merecia algumas palavras e Kath não as poupava, dessa vez com menos ênfase, cantava com belas palavras as ultimas vontades de Scarmander enquanto tocava seu violino.

O silencio da floresta era quebrado pelos gritos de todos com os punhos erguidos, terra era jogada sobre o tumulo e agora jaz um dos mais fortes revolucionários da Grand Line. A noite seria longa e o grupo merecia um descanso, afinal, o próximo dia seria de suma importância. Todos voltavam para o quartel e voltavam para seus lugares tentando voltar a dormir, exceto por Battos, que puxava Kath para o local de antes. Chegando la, ele tirava uma bota de dentro de uma caixa de metal – Achei isso aqui e creio que irá te servir – a bota era entregue nas mãos da celestial. O rapaz deixava a mulher sozinha para pensar ou simplesmente para que ela fosse descansar, afinal, todos estavam exaustos.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptyQui 02 Jan 2020, 17:48

Rouba bandeira
Posts em Utopia - 24
Após a sessão terapêutica que foi a pescaria, me via numa situação super inusitada e isso me deixava animado e ao mesmo tempo temerário. Eram dez meninos, tão novos e ao mesmo tempo já estavam entrando na marinha, isso me parecia errado, deveriam estar curtindo a vida naquele momento.

Bem, não era o pai deles para dar sermão sobre isso, além de ser muito bom saber que pelo menos eles estão seguindo o caminho da marinha e não o caminho da pirataria. Com isso em mente, tinha que fazer as primeiras impressões deles neste teste ser pelo menos melhor do que a minha. A mera lembrança daquele superior desajeitado me fazendo passar por um teste inexistente me fazia perguntar como era possível ele ser um marinheiro com uma patente superior a básica.

Lembrando ainda mais do meu próprio teste, a segunda tarefa foi um treinamento que fiz no meio de uma floresta onde o superior basicamente tinha que fazer um pega-pega com a gente. Eu não acho que eu era rápido o suficiente para fazer algo desse tipo, mas precisava treiná-los, algo que eles podem perceber a própria fraqueza e melhorar aos poucos. - Bom, vou dividi-los em dois grupos de cinco. - Falaria me aproximando do centro do pátio. - Cada time ficará em um dos lados. - Diria olhando a minha volta se havia alguma coisa que eu poderia usar de divisória por ali. Não havendo, chamaria Gwen. - Acha que consegue colocar uma quantidade grande de teia aqui? - Perguntaria colocando a minha mão no meio do pátio. Ela não era treinada ainda, mas não acho que isso requereria muito dela.

Após isso feito, apontaria para qualquer um deles e iria dividi-los um a um de forma aleatória, independente deles parecerem amigos ou não. - Faremos a brincadeira clássica do rouba bandeira, a equipe que fazer três pontos primeiro irá vencer. - Diria torcendo para que eles conhecessem as regras da brincadeira. - Vocês não escolhem os grupos porque vocês não terão esse poder quando se tornarem soldados, farão as missões com quem o superior ordenar. - Diria já explicitando que não queria saber de ouvir qualquer tipo de reclamação vinda deles.

Caso algum deles demonstrasse não conhecer o jogo, eu explicaria de forma básica, até porque o jogo não era dos mais complicados. - O time A precisa pegar a bandeira do time B e levá-la para o seu lado do campo, e vice-versa. Se alguém do time B tocar no jogador do time A, enquanto este está no campo do time B, este ficará “congelado” até alguém do seu time tocá-lo para descongelá-lo. Os jogadores, obviamente, são imunes a esse congelamento em seu próprio campo.

Com eles entendo o jogo, partiria para alguns comentários que fariam eles pensarem em como agir no jogo. - Se você for muito egoísta e acreditar que consegue resolver tudo sozinho, provavelmente será congelado em algum lugar que seu time não pode mais te salvar. - Com uma pequena pausa, lembraria de algumas vezes em minha infância que brinquei disso. - Mas se você for extremamente medroso e não agir em algumas situações pode perder oportunidades únicas de vitória. Esse jogo é bom para vocês aprenderem a agir em grupo, testarem a própria agilidade e a tomada de decisões individuais.

Após o meu ponto de vista ter sido explicitado, falaria uma regra que teria que adicionar para eles não se matarem ali. - Lembrando que é um mero toque, não quero saber de vocês socando o colega com a maior força possível para atordoá-lo ou machucá-lo, esse tipo de feito resultará em uma penalidade de menos um ponto para o seu time como um todo. - E isso me lembraria outra regra necessária para o controle deles. - Se algum de vocês for tocado e não parar, torçam para que eu não tenha visto, ou eu irei descontar um ponto do time também, lembrando que eu vou permitir que a pontuação fique negativa, então nada de pensamentos como: “estamos com zero, posso abusar um pouco”. - Descontando o ponto do time como um todo provavelmente desanimaria a qualquer tipo de pessoa que poderia trapacear no jogo.

Eu retiraria as minhas luvas antigas e ruins perto das novas. - Elas serão as bandeiras. - Diria jogando uma luva para cada um dos times. - Quero elas a um metro do final do pátio de cada lado. - Falaria, indicando que eles cuidassem das próprias bandeiras, afinal, é o que teriam que fazer durante toda a partida. Iria então me aproximar do canto com Helena. - Vocês têm cinco minutos para se organizarem. E entre cada round teremos mais três minutos para se reorganizarem se quiserem.

Respiraria fundo após falar isso tudo, eu conseguia imaginar isso como um teste melhor do que o meu próprio teste, mas dependeria de como eles agiriam também. Me lembrava de mim mesmo correndo pela floresta, não foi muito proveitoso perto do que poderiam aprender aos poucos nesse tipo de brincadeira, principalmente por ser algo mais em grupo. Tentaria analisá-los durante o jogo, principalmente para ver quem eram os mais fortes e mais fracos, não queria algum tipo de massacre na próxima etapa.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySex 03 Jan 2020, 02:07

Descanso
   
Mais um momento de emoção se passara em minha vida, o adeus ao Coronel terminava de maneira enérgica com a demonstração de nossa união. Era realmente a hora de nos fortalecermos para seguir em frente na revolução. Com o fim de tudo, retornávamos para dentro do Quartel onde alguns procuravam voltar a descansar para estarem dispostos no dia seguinte que seria de grande importância para a gente.  

Battos era a exceção dentre todos, ele me puxava até o local onde estávamos antes da aparição repentina do coronel. Eu voltava então a ficar curiosa para saber o que era e de dentro de uma caixa metálica ele apanhava um par de botas - Ter um par novo é sempre bom diria com um sorriso no rosto. Ele em seguida me deixava sozinha, talvez quisesse me deixar descansar ou refletir sobre algo ”Você deveria repensar as suas idiotices pra parar de se arriscar tanto” lá estava ela de novo ”Caminhar com o perigo é o que torna isso tudo divertido” diria de forma provocativa.

Mais um ciclo em uma ilha estava chegando ao fim, assim eu estava adquirindo cada vez mais experiência em minha carreira e isso obviamente era motivo de orgulho para mim. Em algum momento também acabaria por alcançar a fama e ter meu nome conhecido pela maioria dos membros do governo mundial. Seguindo gradativamente poderia ser chegar a ser um dos símbolos da revolução, ajudando e conseguindo apoio das pessoas por onde passar - Ainda bem que sonhar um pouco não custa né? falaria comigo mesma e riria em seguida.

Havia conhecido pessoas incríveis até então como Athena, Mephisto e os outros que havia conhecido em Wars Island. Alyssa, Geovanna, Battos e Alexander no Farol quando lutamos juntos contra os piratas e também Charlotte, Tin e Ramiro que haviam se juntado comigo recentemente desde Aracne. Tenho ainda muitas coisas novas para conhecer, afinal a minha jornada está apenas em seu começo e creio que se permanecer no mesmo ritmo poderei experimentar diversas experiências por esse vasto mar.

Ainda com alguns pensamentos em mente, retornaria até o cômodo maior do Quartel para poder me acomodar corretamente e assim também descansar. Prestes a adormecer estaria focada em Jaya e o que encontraria nessa ilha até então misteriosa para mim - Mal posso esperar para ir até lá sussurraria para não incomodar ninguém que estivesse dormindo por perto. Fecharia os olhos assim deixando que a imaginação criasse uma pequena expectativa do que teria pela frente. Pela manhã estaria disposta para a caminhada que faríamos até a caverna onde Scarmander escondera a embarcação - Há alguém que possui bom conhecimento da ilha por aqui!? questionaria em um tom que todos pudessem ouvir - Todo o tempo que conseguirmos ganhar nos será útil diria em seguida.  

Com tudo pronto, seguiria na frente liderando o grupo havendo ou não alguém ali que conhecesse bem a ilha - Vamos lá! faria um sinal para que todos me seguissem. Chamaria para perto Battos e Alexander, os dois que me ajudariam na hora de escolher o caminho que seguiríamos - Preciso que um de vocês vá na frente e verifique se estamos indo na direção certa falaria com os dois. Isso com toda certeza não seria necessário se houvesse algum “guia”, mas estar preparada para o pior era sempre bom.
 
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySex 03 Jan 2020, 09:26

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UTOPIA - GRAND LINE - 24



No pátio da Marinha um teste inusitado iria começar, Helena olhava com atenção, meio boquiaberta, mas não apenas ela, os recrutas se olhavam e davam de ombros, afinal, eles iriam entrar na marinha para fazer brincadeiras daquele tipo? Que seja. De qualquer modo se separavam conforme Calros ordenava. Gwen não seguia as ordens do seu dono, talvez por vergonha dos outros ou por simplesmente não entender aquilo, por isso, separavam o campo com uma lança que havia na caixa.

A brincadeira se desenrolava sem muita desenvoltura, os recrutar não abraçavam aquilo como deveria, ficavam rindo e conversando entre si, falando sobre a viagem, sobre as garotas que deixaram na ilha natal, na verdade, ninguém nem tentava passar para o outro lado, exceto por um garoto, este já havia pego a bandeira duas vezes sem muita dificuldade, se movendo agilmente com saltos e fintas, mesmo que ninguém quisesse realmente pega-lo, depois de apenas 5 minutos, ele já tinha pego a bandeira três vezes – Terminei, quando vai parar de nos tratar como crianças? Viemos lutar, então pare de bobagens – O rapaz era esguio, tinha o cabelo negro caindo sobre os olhos, não demonstrando ser muito amigável pela sua atitude, mas mostrava um poder de liderança que lhe podia ser útil.

Deitada no solo húmido do quartel, Kath pensava nas pessoas que já havia passado pelo seu caminho, de Wars até Aracne, culminando em Utopia. Fechando seus olhos claros, sua mente finalmente descansava depois de um dia difícil. Quando o sol nascia para os revolucionários, muitos deles já estavam acordados, conversando e tomando o café matinal, a Major era a ultima a acordar, talvez pelo cansaço e pelos ferimentos seu corpo desejava um descanso maior. Quando a mulher abriu os olhos, podia ver todos vestidos com roupas melhores, alguns com armas nas suas cinturas, diferentes do grupo de prisioneiros que ela havia salvado, agora tinha bom homens e mulheres ao seu lado, aquilo já parecia uma célula revolucionaria.

Com todos reunidos, Kath queria saber se algum deles conhecia a ilha, por um momento ninguém levantava a mão, contudo, uma mulher estendia a mão – Eu não tenho um bom conhecimento da ilha, mas antes de ser ... – a saliva seca descia por sua garganta – sequestrada, eu andei um pouco pela ilha vendendo as mercadorias do meu falecido marido – ninguém tinha a audácia de perguntar muita coisa, mas aquilo parecia ser útil. Battos fazia sinal para que ela se levantasse, então ela explicava o pouco que sabia – A ilha é muito grande, há pouca floresta, então eu acho que o melhor é ir pelo Utoporto – a voz da garota não escondia sua vergonha em falar com toda aquela atenção – Lá costuma ter muito movimento, então um grupo como o nosso passara despercebido, eu imagino isso pelo menos – suas bochechas estavam rosadas quando ela terminou de falar.

Battos se aproximava juntamente de Tin – A caverna fica a noroeste, pelo que ouvi, o Porto que ela disse é aquele que vimos antes, ele fica a Oeste, então é uma possibilidade – Battos parecia apreensivo – Talvez seja melhor nos separarmos em dois grupos, e fazermos caminhos diferentes, somos quase vinte pessoas – o grupo agora esperava pelas ordens da Major, para saber como iriam agir.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySex 03 Jan 2020, 13:20

Já que é assim
Posts em Utopia - 25
Bem, quem diria né, crianças recusaram jogar mais do que eu e todos os adultos que fizeram o teste comigo no North Blue. Bom, acho até lógico que adultos consigam ver pontos importantes que podem ser aprendidos das pequenas coisas. - Aí aí, que decepção. - Falaria para ninguém em específico. -Bem, eu passei um teste para vocês. Nove de vocês ficaram parados e um, por causa disso, pegou tudo sem o menor problema.

Daria uma pausa esperando eles entenderem o que haviam feito, mas acho difícil deles entenderem, já que pareciam agora só aquele tipo de adolescente babaca tão comum nessa idade. - Por que os noves pensam que passaram no teste? Se não fizeram nada? - Indagaria com a voz bem calma, tipo, realmente não fazia o menor sentido qualquer um ali pensar que passou, eu dei uma ordem e simplesmente a ignoraram.

- Era uma ordem simples onde poderiam se conhecer melhor e aproveitar isso para o futuro, mas já que não querem por ser “infantil demais” acabaram por reprovar. - Falaria, viraria para Helena e perguntaria. - Quando é o próximo teste de entrada? Porque eles terão que repetir o teste do começo. - Daria uma pausa e viraria para o único que passou no teste. - E bem, já que o único que fez alguma coisa passou, nem chega a ter muitos méritos, mas passou já que “participou da brincadeira”. Vamos para a terceira etapa. - Falaria, chamando-o na direção da caixa de armas.

- Você vai continuar? Ou vai desistir e tentar de novo com os seus amigos? - Perguntaria, já que era uma opção válida, ele poderia muito bem ter sido um dos que ficou parado, mas por sorte foi o que participou. - Você irá lutar com o quê? - Perguntaria se ele quisesse participar ainda do teste. - Bem, então boa sorte para todos vocês no próximo teste de entrada. - Diria já juntando-o com os demais caso ele recusasse participar do último teste.

Eu imagino que ele vá participar, até por provavelmente querer bater no “babaca que reprovou geral”. Quando ele pegasse a armas, analisaria bem o que quer que fosse que ele iria utilizar enquanto indicaria para ele ir ao centro do pátio comigo. - Vamos lutar por um tempinho. - Seria a única coisa que eu comentaria para ele. Focando-me nas luvas, sentiria que havia um botão nelas e curioso apertaria, onde veria os espinhos sumirem da luva, o que era ótimo para não machucar o jovem e demonstrar que não levaria a luta tão a sério quanto poderia, até porque nem havia terminado de me recuperar.

- Quando eu contar até três. - Avisaria e então começaria a contar de forma espaçada igual, não é como se eu quisesse ter vantagem. - Um... dois.... três. - Quando eu terminasse eu avançaria sobre o jovem já preparando o soco. Queria acabar com a distância independente de que arma ele havia pegado.

Estando levemente inclinado para frente, logo mais baixo do que o meu máximo, usaria um cruzado de esquerda mirando em suas costelas. Caso ele tentasse me acertar, esquivaria com passos rápidos para a esquerda, onde tentaria acertá-lo com o cruzado de esquerda em sua cabeça. Caso qualquer um dos movimentos fosse concluído com sucesso, tentaria emendar um combo e com a mão direita tentaria dar um uppercut em seu plexo solar para acabar com seu fôlego.

Se ele me acertasse no meio do processo basicamente ignoraria e seguiria com meu movimento. Já, se ele sentisse demais meus golpes tentaria dosar um pouco a força do golpe seguinte, tentando dá-lo mais uma chance de fazer algo.

Não estaria tão focado no ponto de derrubá-lo ou algo do tipo, tentaria principalmente ver como ele reagia, quão forte seus golpes eram e quão rápido ele podia ser. Queria analisar o potencial do menino, sabia que ele era ágil por causa do rouba bandeira, mas não quer dizer que ele já era capaz de usar toda sua agilidade numa luta, mesmo que de treino.

Caso mesmo acertando os dois primeiros socos o jovem se mostrasse apto a continuar, tentaria acertá-lo com alguns jabs de esquerda rápidos, tentando testar se ele conseguia usar sua velocidade e na chance de uma abertura aparecer acertá-lo-ia com um direto de direita em sua face. Neste processo não me importaria tanto com golpes, apesar de manter sempre a pose do peek-a-boo, protegendo meu centro do corpo e o meu rosto.

Com isso tudo feito, já teria tido alguma noção básica de sua velocidade, força e resistência. - Já está bom. Você passou. - Diria para ele caso o acertasse mais algumas vezes ou ele me acertasse com força o suficiente. - Parabéns por fazer parte da marinha agora. - Diria. - Você receberá uma medalha por ter passado no teste e ingressado na marinha. - Falaria, mas eu mesmo não possuía a insígnia. E com aquilo eu havia terminado o teste de ingresso da marinha do jovem e ao mesmo tempo o meu teste de sargento, que sinceramente, não fazia a mínima ideia de se teria passado ou não.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySex 03 Jan 2020, 23:27

Gran Finale
   

Por sorte havia uma garota por ali que conhecia ao menos um pouco da ilha, ela indicava que o melhor caminho era por Utoporto. O movimento da que existia na cidade iria com toda certeza ocultar nosso grupo - Entendo, sua ajuda vai ser muito útil para nós falaria de forma sorridente com ela. Battos estava apreensivo ao falar comigo, ele explicava que era o mesmo porto que havíamos visto antes e que estava localizado a oeste de nós. Tin/Alexander dizia que talvez fosse melhor nos separarmos e fazer caminhos diferentes já que estávamos em quase 20 pessoas.

A decisão estava em minhas mãos e por alguns segundos pensaria nas ordens que daria a todos - Façamos o seguinte, Tin/Alexander já que deu a ideia separe 10 pessoas que irão com você falaria primeiramente - Enquanto que Battos e o resto virão comigo diria por fim. Quando todos estivessem prontos poderíamos seguir em frente - É hora de partirmos! diria em tom enérgico e faria um sinal indicando que todos avançassem - Não podemos perder tempo, então andem o mais rápido que puderem! falaria mais uma vez antes de começar a caminhar.

Durante o trajeto manteria a minha atenção ao redor para não acabar sendo surpreendida por alguma coisa que nos faria parar. Evitaria qualquer coisa que fosse nos atrasar e também procuraria não atrair ninguém enquanto caminhava ”Do jeito que é idiota vai acabar fazendo alguma besteira” Azura queria me irritar como sempre ”Desculpa, não sou tão inteligente como você” estaria obviamente incomodada e falaria de forma irônica.

Um novo capítulo estava prestes a começar em minha vida, como sempre estaria empolgada para presenciar o que o futuro reservava para mim. A minha única certeza provavelmente seria que eu acabaria mais uma vez entrando em alguma confusão e claramente estaria feliz por viver ao máximo a minha vida.

 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Seg 20 Jan 2020, 17:14, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 8 EmptySeg 13 Jan 2020, 21:46

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VICENT


Perdas:
● 50 mil - Evento Trêsze (OK!)

Ganhos:
● Violino – Choris S. Brau - Saga (Ver com Rigel) (OK!)
● Par de botas (lvl 3) (OK!)
● 2 Missões:
- Libertar pessoas escravizadas. (OK!)
- Recrutar novos revolucionários para a causa. (OK!)
● Salário missões: 140 mil berries (OK!)
● Condecoração Abolition (Medalha) (OK!)
● Condecoração Valiancy (Medalha) (OK!)
● Par de botas – 16 de dano - Saga (Ver com Rigel) (OK!)
● Desenvolvimento da Vantagem Liderança. (1/3) (OK!) [Fez um bom trabalho, continue assim e quem sabe na próxima aventura já não adquira os dois pontos necessários para a vantagem.]

Relação de personagens:
● Ele faz, nao sou obrigado.

Exp: 10 EXP.
EdC: 10 EXP.

PEPE


Perdas:
● 50k de berries - Evento do caloteiro (OK!)


Ganhos:
● Bota lvl 1 (OK!)
● Balas de pistola - 2 cartuchos (OK!)
● Uniforme da marinha (OK!)
● Luva do pirata, preta e com espinhos - 16 de dano - Saga (Ver com Rigel) (OK!)
Luva:
 
● Missão concluída - Ajudar superior (OK!)
● 20k de berries - missão concluída (OK!)
● Vara de pescar de aço - Saga (Ver com Rigel) (OK!)
● Livro - Manual de Carpintaria (OK!)
● Livro - Física para Iniciantes (OK!)
● Livro - Marcenaria Básica (OK!)
● Comida que está na ficha atualizada para - Um cacho de uva e uma maçã (OK!)
● Garrafa de água que está na ficha atualizada para - 7/10 usos (OK!)
● Enterprise, Ascendence e Bravery (Medalhas) (OK!)
● Desenvolvimento da Vantagem Noção Exata do Tempo. (0/5) (Adicionado) [Não sei exatamente se era a sua intenção desenvolver isso, pois não tem uma lista de objetivos nos seus posts, mas houve um momento com um relógio que deve ter sido para isso... Enfim, pouco desenvolvimento para sair te dando muita coisa, então ao menos colocando isso na sua ficha já fica o preparo para não esquecer, caso seja realmente essa a sua vontade.]
● Promoção para Sargento. (Adicionado)

Relação de personagens:
● Ele faz, nao sou obrigado.


Exp: 12 EXP.
EdC: 12 EXP.

Localização: Utopia - 7 Rota (Ambos) (OK!)

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): West - 4 créditos.Ué?

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