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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyTer 24 Dez 2019, 19:47

Discurso
   
Mesmo após a nossa explicação a mulher matinha seu arco apontado em nossa direção, mas a nossa conversa se encerrava sem nenhuma confusão desnecessária. Infelizmente Calros não nos acompanhava e preferia voltar ao seu Quartel General juntamente da tal Helena ”Não fique se lamentando por quem nunca foi seu companheiro” ela me repreendia ”Eu já o considerava um amigo, mas parece que as coisas não eram bem assim pra ele” diria em resposta ”Bem, você além de bater nele o sequestrou, talvez fosse meio óbvio ele não querer sua amizade” ela me lembrava disso

Assim, deixávamos o lixão que afundava em meio à lama destruindo o laboratório de Fish rumo ao nosso Quartel. Para a minha sorte, em meio aos prisioneiros havia um curandeiro que me ajudava com os ferimentos utilizando seus conhecimentos em Herbalismo. Quando tudo finalmente terminou me encontrava cansada, mas exalando felicidade por ter sucesso em mais uma missão como revolucionária. Me manteria deitada para recuperar ao menos um pouco da minha energia para poder comer algo, afinal durante todo esse tempo seria estranho não sentir fome - As coisas tem passado bem rápido desde que sai de Wars diria me recordando do meu início de jornada.

Eu provavelmente havia me tornado a oficial de maior cargo ali, tinha agora que avaliar a situação atual do grupo. Primeiramente, procuraria por meus companheiros - Há alguém aqui que já estava no Quartel antes da minha chegada questionaria - Preciso saber quantas baixas tivemos diria em seguida como explicação. A perda do coronel era a mais óbvia, todavia ainda não sabia sobre a situação de Capullo e de outros que estavam conosco - Entendo, acho que estamos piores do que imaginava dizia de forma pensativa, caso houvesse uma reposta um tanto desanimadora quanto ao número de sobreviventes.

Diante disso, iria até onde estavam os ex-prisioneiros que havíamos resgatado e tentaria recrutar alguém para a nossa causa, afinal iremos precisar cada vez mais de pessoas capacitadas - Olá a todos diria de forma sorridente - Eu tenho algo para perguntar para vocês faria um pequeno suspense antes de continuar. Acabaria elaborando um discurso para motivá-los a nos ajudar - Nós revolucionários lutamos em favor dos oprimidos começaria a falar - Derrotamos as forças do mal para que ninguém sofra! prosseguiria - Mas, recentemente tivemos grandes perdas e assim mais do que nunca iremos precisar de toda a ajuda possível levantaria minha mão direita - Então, todos aqueles que tiverem forças e podem nos ajudar eu lhes armarei para se unirem a nossa causa! tentaria causar uma comoção ali balançando minha mão erguida.

Após finalizar o meu discurso pegaria o meu violino, havia me lembrado de uma música que combinaria muito bem com a situação atual. Estaria buscando deixa-los ainda mais convencidos de que deveriam seguir o caminho da revolução - Não tem problema, eu não estou aqui para obrigar ninguém a se juntar a nós diria caso alguém se recusasse a ser um revolucionário. Tocaria a música completa já que precisava passar a mensagem por inteiro para que pudessem entender - Muito obrigada pela atenção sorriria na direção de todos.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 
Legenda e Status:
 

Musiquinha :
 


Última edição por Vincentão em Qui 26 Dez 2019, 16:17, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyQui 26 Dez 2019, 10:09

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UTOPIA - GRAND LINE - 21




Deitado na cama, o ruivo podia sentir o clima diferente em sua pele, agora o ar não era tão pesado e não havia poeira sobre suas botas. Sem camisa, duas enfermeiras enfaixavam seus braços e seu torso, haviam costurado os buracos em seu ombro e com certeza ficaria algumas cicatrizes naquela localidade. O marine não estava sozinho na ala hospitalar, na verdade, estava um caos, depois da confusão que a ilha havia passado, o Quartel estava ajudando o Hospital da cidade acolhendo civis. Havia também aqueles prisioneiros que Helena havia trazido, de todo modo, o soldado em meio a devaneios pedia por um relógio e arrancava olhares assustados, mas era atendido, uma enfermeira pegava o relógio de um dos civis desacordado na cama ao lado e entregava para Calros, tudo para ele ficar quieto.

Calros ficava olhando para o relógio, tentava adivinhar as horas e, nesse tempo desmaiava e voltava a acordar, era os efeitos do remédio que havia dado para a dor, provavelmente morfina. Não se sabe que parte do dia era, mas depois de ser curado já não sentia mais as dores da missão e até arriscava se levantar para comer. Gwen o rodeava, aquela criatura era o assunto no Quartel, um leão andando por aí tudo bem, mas agora uma aranha? Nojento. Calros se levantava, podia notar vários feridos ao seu redor, parecia um hospital de guerra, o cheiro forte de carne morta e sangue inundava suas narinas e o fazia sair rapidamente do quarto.

Saindo do quarto, sem camisa e descalço, todo enrolado em faixas, o ruivo podia notar que um certo silencio, algo até prazeroso. Não havia muito segredo no QG, todos os corredores levavam até o pátio de alimentação, então basicamente era so andar reto, mesmo com algumas fisgadas, era uma tarefa relativamente fácil. Ali era a maior ala do Hospital, não havia ninguém para servir a comida, como era de costume, em vez disso tinha uma grande mesa na lateral com comida para ser pega, nada muito chique, na sua maioria era pão, biscoito e suco. Havia alguns marinheiros sentados conversando, todos com ferimentos leves, Gwen atraia alguns olhares, nada ameaçador, era apenas curiosidade.

Pegando o que quer que fosse, sentava para se alimentar. Não havia carne (ta muita cara) mas Gwen parecia se satisfazer com um pão velho que Calros havia pegado. A aranha não saia em momento nenhum do lado do seu mestre, depois de quase perde-lo, tudo que aquela coisa peluda e preta queria era brincar com ele. Assim sendo, depois da refeição, o marine se aproximava dos que ali estavam e perguntava sobre a secretaria – Segundo andar – dizia um deles, enquanto fazia uma careta para a aranha. Com o destino traçado, o ruivo seguia sua pequena jornada, agora era a parte mais dificil: Subir as escadas.

Após a batalha travada, o sujeito já estava suando e sentia seu corpo mais pesado, talvez fosse o efeito da morfina passando. A dica era precisa, no segundo andar havia apenas um corredor que levava até a sala com o nome da líder do QG. Calros entrava sem bater e logo via um homem sentado atrás da mesa lendo alguns arquivos – Pois não? – dizia o homem, sem olhar para quem era. O ruivo se apresentava e não recebia muita atenção – Muita coisa aconteceu hoje meu amigo, buracos no céu por onde raios caiam, e você vem me dizer que prestaríamos atenção na MERDA DE UM DIRIGIVEL? – ao terminar a frase, o homem batia a mão na mesa, jogando os arquivos para o lado, num tom alto e agressivo – Seus colegas devem ter morrido, isso sim – agora falava mais calmo, ajeitando seu cabelo loiro – A ilha está destruída meu amigo, então tenho problemas maiores para resolver – aquele rapaz era arrogante, vestia um uniforme da marinha, seu cabelo era loiro e penteado para trás, seu rosto era quadrado com o maxilar bem definido, num geral, era um sujeito bonito.

O ruivo não se deixava abater pela ignorância do homem, mas Gwen já estava pronta para o bote. Perguntava sobre onde dormir e sobre sua capitã – Eu sou seu superior – falava agora sim olhando para Calros – Katt está morta – sussurrava por fim, sorrindo – brincadeira hahaha – o clima pesado era quebrado pela péssima piada – Ela esta sendo tratada, parece que sua batalha com Prosineck foi mais difícil do que se pensava – completava o homem – Pode dormir em qualquer lugar rapaz – dizia o sujeito, colocando os pés sobre a mesa, enquanto acendia seu cigarro. Aquele homem tinha um charme esquisito, mas sua aura não era boa, algo estranho rodeava aquele sujeito – Está dispensado – concluía, fazendo o sinal para Calros deixar o escritório.

Com as poucas notícias que havia recebido, podia fazer o que quisesse, vendo o sol nascer por uma das janelas, sentia uma brisa nova varrendo seu destino, em algum lugar daquela ilha Kath e Alexander estariam fazendo algo, será que Calros havia feito a escolha certa?

No Quartel dos revolucionários, a correria reinava. Havia mais pessoas do que o normal naquele espaço apertado e muitos não sabiam o que fazer dali em diante, em sua maioria, os ex-prisioneiros queriam se alimentar e isso era prontamente atendido por Charlotte, que corria de um lado para o outro em busca de mantimentos. Tin e Ramiro ajudavam no que podia, procurando por roupas e cobertores para aquecer os mais fracos. Depois de se sentir um pouco melhor, Kath se levantava do seu quarto isolado, enquanto ouvia algumas risadas vindo do cômodo maior.

Todos estavam reunidos, Jin parecia contar algo engraçado e arrancava risada de todos a sua volta. Após passarem por aquele susto, agora um pouco de paz era bem-vinda. Havia um grande caldeirão sobre o fogão exalando um cheiro excelente, havia tigelas nas mãos e um clima de afetividade. Quando a Major chegou, as risadas pararam, mas não porque eles não gostavam da menina e sim porque a admiravam, todos que foram salvos viram seus esforços e sua bondade, eles a admiravam, aquela celestial era a salvadora de muitas famílias.

Questionava se alguém já estivera ali antes, como esperado a resposta era negativa, aquelas eram pessoas comuns, muitos nem conhecia a existência do quartel. Sobre as baixas, Battos tomou a frente – Scarmander e Capullo ainda não voltaram Major, esperamos o pior, mas torcemos pelo melhor – suas palavras eram sinceras, a probabilidade deles voltarem vivos após a terra ter sugado tudo em sua volta era pequena, mas milagres existem nesse mundo, a esperança ainda fagulhava em seus corações. Não havia muito o que fazer, a grande onda havia passado e agora era a ressaca daquilo que podia ser pior, por isso, Kath buscava espaço naquele circulo e chamava a atenção para si, todos a fitavam com atenção.

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Kath se erguia, seu corpo ainda fraco e com varias ataduras, mas isso não impedia a visão heroica que as pessoas tinham da mulher. Suas asas brancas apenas adicionava um toque divino em sua aparência. Sua voz era firme, mesmo que fraca, suas palavras eram fortes e entravam nos corações daqueles que escutavam. Homens fechavam o punho e balançavam a cabeça em concordância, mulheres secavam as lagrimas, lagrimas de um mundo que podia se tornar melhor – MAJOR! – gritava Battos, em couro, todos batiam palmas e se erguiam – PELA CAUSA! – gritava uma mulher – VIVA A REVOLUÇÃO! – gritos e assobios inundavam o local, era algo lindo de se ver.


Canções eram coisas comuns no exercito revolucionário, algumas para dizer sobre as glorias, outras sobre heróis que morreram em combate, mas todos conheciam a mais famosa – VOCÊ OUVE AS PESSOAS CANTAREM –a voz era de Battos, que erguia a mão em sinal de luta, o povo então seguia cantando, numa só voz, numa só alma, todos olhando para Kath, que poderia não saber ou não ter noção, mas agora era a líder de um grupo de pessoas que a seguiriam por qualquer lugar que ela fosse.

Você ouve as pessoas cantarem?
Cantando uma canção de homens zangados?
É a música de um povo
Quem não serão escravos de novo!
Quando a batida do seu coração
Ecoa a batida dos tambores
Há uma vida prestes a iniciar
Quando o amanhã chegar!
Você vai se juntar na nossa cruzada?
Quem vai ser forte e ficar comigo?
Além da barricada
Existe um mundo muito tempo para ver?
Então junte-se na luta
Isso lhe dará o direito de ser livre!
Você ouve as pessoas cantarem?
Cantando uma canção de homens zangados?
É a música de um povo
Quem não serão escravos de novo!
Quando a batida do seu coração
Ecoa a batida dos tambores
Há uma vida prestes a iniciar
Quando o amanhã chegar!
Você vai dar tudo o que você pode dar
Para que a nossa bandeira pode avançar
Alguns vão cair e alguns viverão
Você vai se levantar e tomar a sua chance?
O sangue dos mártires
Regará os prados de França!
Você ouve as pessoas cantarem?
Cantando uma canção de homens zangados?
É a música de um povo
Quem não serão escravos de novo!
Quando a batida do seu coração
Ecoa a batida dos tambores
Há uma vida prestes a iniciar
Quando o amanhã chegar!



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyQui 26 Dez 2019, 13:47

Bem, vamos tentar ajudar
Posts em Utopia - 21
O quartel general estava uma confusão absurda, parecia um cenário de guerra totalmente confuso. Tentei me concentrar durante o treinamento, mas a verdade é que meu corpo não me obedecia e acabava por desmaiar algumas vezes. Quando acabou o meu tratamento devolvia o relógio para o civil desacordado e seguia a minha vida.

E ela não era das melhores no momento, o local estava uma bagunça completa e por isso nem o refeitório e nem a secretaria foram um mar de rosas. Principalmente por causa da condição deplorável que meu corpo se encontrava, simplesmente subir as escadas já me deixava suando e cansado de forma que nem sabia ser possível por uma tarefa tão simples. E tudo isso para eu esbarrar com um cara que era grosseiro pelo simples fato de existir. Como se ser grosseiro levasse alguém a alguma coisa. Por isso, depois de uma conversa nada proveitosa sorriria para ele e diria da forma mais educada e irônica que fosse possível antes de sair. - Obrigado pelas informações.

Saindo daquele cômodo me via meio perdido entre o que fazer. O quartel general estava uma confusão, então queria ajudar, só não sabia o que poderia fazer exatamente. Pararia no topo das escadas pensando por um tempo. Não adiantaria muito treinar num lugar tão bagunçado. A cidade precisava se reorganizar.

Iria então voltar para a enfermaria, que com certeza era o local mais necessitado de apoio. - Gwen, fique andando pelo teto. - Diria apontando para um dos cantos do quarto. Pela reação que o povo teve antes era melhor deixá-la um pouco isolada na hora de ajudar, não queria ninguém alucinando por causa de ela estar por perto.

Com ela num local seguro, olharia a situação de outra forma, não era médico e provavelmente não seria um tão cedo, se é que algum dia viraria um. Tentaria jogar as gazes empapadas de sangue fora, retiraria agulhas já usadas de perto de locais cheios de pessoas machucadas, caso algum material estivesse acabando perguntaria para qualquer pessoa na região. - Onde tem o depósito para eu pegar mais? - Isso se houvesse algum depósito, torcia para que sim. Se houvesse seguiria as ordens para ir até o local. Antes de partir indicaria para Gwen voltar para meus ombros, não queria deixá-la sozinha. Não acho que um possível depósito estaria com algum tipo de vigília, mas se houvesse avisaria que precisava de item x, y ou z, para a enfermaria.

Assim iria aos poucos servir como faxineiro do local, tentaria ir organizando as coisas para facilitar ao máximo o trabalho dos médicos e enfermeiros. Sempre ficando de olho também em Gwen pra ter certeza de que ninguém estava tentando maltratá-la. Aprendendo onde ficavam os objetos. Além disso, como eu mesmo possuo treinamento com primeiros socorros e anatomia humana ajudaria qualquer chamado que fosse feito. Seja um simples: “preciso de gaze aqui”, “alguém pressione aqui”, entre outros chamados desse tipo.

Tentaria manter um ritmo legal disso enquanto fosse possível. Meu corpo não estava bem, longe disso, então enquanto fosse possível ajudar eu ajudaria. Também não me forçaria a ponto de cair no chão e não fazer mais nada, se não acabaria simplesmente sendo mais um que precisaria de tratamento naquele local, o que era o oposto do meu objetivo por ali.

Quando acabasse os que precisavam de ajuda, ou eu percebesse que não conseguiria ajudar mais porque acabaria simplesmente caindo no chão de cansaço, partiria da ala hospitalar, procurando por qualquer banheiro que existisse por aí. Precisaria tomar um banho antes de ir dormir. Um bom e demorado banho, deixando os meus músculos relaxarem na água quente se fosse possível.

Limpo e sem camisa, só me faltaria onde eu dormiria. Isso não era nem mesmo uma incógnita, o loiro babaca havia deixado bem claro que podia dormir onde eu quisesse. Então eu andaria a procura de qualquer quarto de dormitório vago, entraria e dormiria neste. Algo que eu precisava já tinha muito tempo e por isso não pensava tanto sobre.



Consumíveis:
 

Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyQui 26 Dez 2019, 17:57

Shokugeki no Katherine

   

Todos estavam reunidos em um grande cômodo, depois de momentos de sofrimento e tristeza eles conseguiam demonstrar alegria. Assim que entrei no quarto onde estavam as risadas foram substituídas por um ar de admiração - É excelente ver que todos estão bem diria de forma sorridente. Capullo era provavelmente a nossa segunda baixa já que não havia retornado para nós - O coronel infelizmente está morto procuraria evitar chorar novamente, mas muito provavelmente não conseguiria conter as minhas lágrimas.

O meu discurso realmente chamava a atenção de todos os presentes ali, me olhavam intensamente a cada palavra dita o que me deixava animada pelas próximas coisas que viriam a seguir. Alguns choravam e outros fechavam seus punhos acompanhando meus movimentos, no fim encerrávamos com a música “Você ouve as pessoas cantarem?” Battos era quem puxava a todos para entoarem a melodia. A atmosfera em que estávamos era algo lindo de se presenciar, aplausos, assobios e gritos exaltando a causa por qual lutávamos todos os dias sem cessar - Iremos em frente sem temer! seria a última coisa que diria a eles.

Em seguida, pegaria um prato para poder me alimentar visto que o caldeirão exalava um cheiro delicioso e eu com certeza não resistiria por muito tempo a tentação de provar o que estava sendo servido ali. Me serviria com cuidado, evitando acidentes - Vamos evitar algum desastre aqui né falaria com quem estava perto de mim rindo - Sou muito desastrada às vezes manteria o tom risonho na conversa. Voltaria para o lugar onde estava sentada anteriormente e ficaria dessa forma por algum tempo - Battos, sabe qual será a nossa próxima ilha? o questionaria demonstrando curiosidade quanto ao assunto.

Quando terminasse de comer, me levantaria com mais um questionamento em mente dessa vez direcionada aos presentes - Pra que lado fica a cozinha se houver alguma é claro manteria a minha atenção em quem explicasse a direção. Seguiria as instruções e caminharia tranquilamente pelo Quartel, estava na hora de fazer alguma sobremesa - Vejamos, o que eu posso fazer? falaria comigo mesma enquanto pensava em algo durante o trajeto até a cozinha. Teria algo em mente no momento em que chegasse até o lugar - Já sei! me empolgaria com o que tinha pensado.

Um bom bolo de chocolate serviria pra adocicar um pouco o meu paladar, logo começaria a procurar pelos ingredientes ali - Vou precisar de chocolate, farinha, ovos e mais outras coisas faria uma pequena lista mentalmente para evitar esquecer de alguma coisa. Com tudo em mãos, de imediato começaria a fazer bolo para não perder muito tempo - Mão na massa! diria de forma animada ”Você deveria parar de se arriscar para somente cozinhar ou tocar” ela aparecia novamente com essas ideias malucas ”Não, eu vejo essa parte mais como um lazer depois de uma missão” responderia negativamente como sempre.  

No final, com o bolo pronto eu colocaria uma rosa feita de chocolate por cima para melhorar a aparência - Mandei bem! diria de forma sorridente enquanto buscaria por um garfo e faca para experimentar. Depois de provar o doce voltaria até o outro cômodo com o bolo em mãos - Vejam, o que eu fiz para nós! diria por fim. Momentos de alegria como esse eram realmente bons para estabelecer alguns laços de amizade e companheirismo, ainda mais depois de tanta tristeza.

Spoiler:
 


Histórico:
 




Objetivos:
 




Spoiler:
 


Legenda e Status:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyQui 26 Dez 2019, 22:14

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UTOPIA - GRAND LINE - 22



Entre as dores dos golpes, Calros não deixava abalar pela falta de educação do loiro e fazia aquilo que fora ensinado: Ser educado. Saindo do local com certo rancor por assim dizer, descia as escadas com o sangue quente nas veias e caminhava direto para a enfermaria. O marinheiro pensava em ajudar no local que mais precisava, no fim, ele estava certo. A enfermaria estava improvisada numa ala separada, o ruivo tinha visto a parte mais branda, onde quem não havia risco de morte ficava, ele voltava para o próprio quarto, onde uma garota de cabelo curto e negro cuidava de um senhor de idade.

A moça não havia notado a presença do marine e tomava um susto com sua aproximação e tentava disfarçar o ocorrido. Calros queria trocar as próprias ataduras e pedia por mais – No final do corredor, senhor – dizia a menina, muito envergonhada. Seguindo até la, pegava o necessário e voltava para seu “quarto” onde via uma pessoa conhecida. Helena estava sentada na cama, olhando para o senhor ferido, seu rosto não escondia o desconforto da cena – Calros – dizia, pulando da cama ao ver o ruivo – Eu vim mais cedo, mas você estava descansando – a garota vestia uma camisa branca comum e uma saia azul, seus cabelos estavam soltos, não parecia em nada com a arqueira que ele havia conhecido na missão – Eu vim ... Eu vim te avisar sobre o enterro do Noxus – seu olhar descia para o chão – Achei que queria comparecer, afinal, você o viu por último – a voz de Helena era fraca e tremula, como se estivesse segurando o choro na garganta.

Saltando da cama, a arqueira olhava para o marine – Tem outra pessoa querendo te ver também – sem dizer quem, a menina saia da sala, talvez esperando que o rapaz a seguisse. Assim sendo, a caminhada levaria até uma sala com dois guardas, que ao ver Helena abriam espaço para que a dupla entrasse. O local era espaçoso e possuía diversos buques espalhados, fazendo o aromo do local ser doce e agradável. Deitada na cama estava Katt, com seu corpo enfaixado, seu rosto estava com um olho roxo, mas ainda sim, não havia perdido sua beleza – Calros, bom ver que você está bem – sua voz era fraca, algumas palavras saia como sussurros – Eu queria te dar a promoção pessoalmente, mas ainda não consigo andar – a loira tentava rir, mas tossia em vez disso – Mandaram um cara do Novo Mundo para ajudar a por as coisas no lugar, mas ele é ... digamos que lhe falta educação – se virando na cama, esticava seu braço até a cabeceira e tirava um envelope – Contem seu salario e a medalha de promoção – a moça sorria, do melhor jeito que podia – Você terá que fazer um teste com a Helena, para sabermos se está pronto, só para oficializar – a respiração era pesada e dificultosa.

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Helena aguardava impaciente, mordendo o lábio superior, parecia não aceitar a situação da sua superior. Mas Katt estava viva, isso que importava – Há também uma chave, ela é do armário do Noxus – sua fala era pausada – Ele não tinha família, então quero que fique com as coisas dele, para que nunca se esqueça do homem que lhe salvou – uma lagrima escorria do olho direito da loira, que tentava impedir o choro a todo custo – Estão dispensados – finalizava com a postura de sempre, aquela era uma mulher de fibra, que não seria quebrada facilmente. Helena levava Calros até o fundo do QG, onde havia algumas cruzes já postas. Um homem velho segurava uma pá, enquanto um caixão branco tampado estava aos seus pés.

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- Estamos todos aqui – Quem falava era Helena, como Katt havia dito, Noxus não tinha família ou amigos, de forma que so ela e Calros estavam ali para se despedir do rapaz. O velho girava uma manivela e o caixão descia até o fundo do buraco. A primeira pá de terra era jogada, depois a segunda e assim por diante. A arqueira esticava sua mão e segurava a do ruivo, talvez por não querer passar por aquilo sozinha, ela estava com a cabeça abaixada, enquanto lagrimas escorriam pela sua bochecha – Eu juro ... Eu juro que não irei perder mais ninguém nas minhas missões – ela soltava a mão e limpava as lagrimas – Jure também Calros, temos que ficar mais fortes, para que coisas assim não aconteça – enquanto a terra era jogada no tumulo, uma gota de chuva caia bem no rosto do ruivo, talvez fosse verdade o que diziam, até mesmo o céu chora.

O discurso da Major tinha o efeito desejado, o coração de todos havia sido tocado por suas palavras. Infelizmente não tinha bebida para comemorar, mas a sopa iria lhe dar as forças necessárias para superar os próximos desafios. Kath se ajeitava como podia, a roda era aberta para que ela coubesse entre eles – Eu dei uma olhada na sala de comando, parece que a próxima ilha é Jaya, o log pose já deve estar apontando para ela – falava o rapaz, enquanto colocava uma colher de sopa na boca – Vimos o arsenal, aqui tem armas para todos e mantimentos para uma semana, no máximo – o rapaz não havia ficado parado, Battos era esperto e tinha aquilo tudo em mente – Eles eram em poucos, não achei nada que citasse um barco para podermos ir, esse é o grande problema Major – a situação era bem explicada para Kath, que teria que pensar em algo – Ahh, tenho uma coisa que irá gostar, achei ela embaixo de uma cama haha – ele dizia apena isso, deixando o mistério no ar.

Kath terminava a sopa, sentindo mais viva do que antes, doravante, não havia cozinha no local, era um QG relativamente pequeno e com poucas possibilidades, não algo elaborado. Com a barriga cheia e sem muito o que fazer, o pessoal começava a se ajeitar para dormir, exceto Battos, que puxava a Major até a sala de operação – Como havia prometido – quando ele abriu a porta para mostrar o objeto, um barulho vinha da porta de entrada, um barulho de metal batendo contra metal – INTRUSOS – uma voz vinha do corredor, e depois um silencio.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptySex 27 Dez 2019, 03:28

Funeral
Posts em Utopia - 22
Quem diria que me veria indo para o funeral de Noxus tão rápido. E isso com um turbilhão de informações. Katt estava viva, apesar de muito machucada. O enterro já estava para acontecer, e, além disso, aparentemente eu iria ficar com os pertences do falecido porque ele dera a vida para me salvar, fora o fato dele não possuir família ou amigos aparentemente. Não me sentia exatamente a vontade com isso, mas como eu negaria esse tipo de “ordem” exatamente?

Com tudo isso em minha mente, a informação que era dada antes acabava por voltar, eu faria um teste para subir ao cargo de sargento. Depois do que ocorreu comigo e o falecido sargento ficava até difícil de me ver no mesmo cargo que ele, claramente ele era mais forte do que eu. Porém, ao mesmo tempo percebia que esse era um dos passos que tinha em minha mente para meu primeiro objetivo ao entrar na marinha. Subir de cargo até ter a liberdade na marinha para caçar Himeriko com toda a liberdade que eu quisesse. Não poderia deixar aquela oportunidade passar, principalmente sabendo que por minha causa um sargento havia morrido.

Já no tribunal me via sozinho com Helena. Tudo bem que falaram que ele não possuía família e amigos, mas isso me parecia um pouco demais, sério que nem mesmo oficiais da marinha apareceriam para enterrar o sargento? Ok, a ilha estava destruída, talvez ele nem era o único marinheiro que morrera, mas aquilo me incomodava. Não... aquilo me doía por dentro, como um homem que se sacrificava pelos outros poderia estar tão sozinho naquele mundo? Naquele momento percebi que eu não era tão diferente assim. Não possuía família, não conhecia aquela mulher que precisava de conforto pela morte de Noxus e que assim segurava a minha mão, não conhecia ninguém naquela ilha além dos revolucionários, e nem eles eu consideraria como amigos, me sequestraram, tudo bem que não eram más pessoas, mas também não eram necessariamente boas.

Meu coração se apertava um pouco ao perceber que simplesmente nada havia mudado desde que saí do North Blue, o meu único amigo, Asmar, ficou lá, como era óbvio de acontecer. O meu colega de quarto morreu, o instrutor que me aceitou na marinha estava desaparecido na ilha de Aracne junto do outro marinheiro, Yumi, que havia conversado mais e estava criando algum tipo de vínculo. Aparentemente eu era um buraco negro onde todos a minha volta simplesmente morreriam e eu não poderia fazer nada para evitar isso. Minha mente até parecia dar um estalo, ao perceber que o ser vivo que eu era mais ligado no momento era uma aranha que domara a menos de um dia. Os outros eu conhecia tinha poucas horas e só sabia o nome.

Não sei se era por não o conhecer, mas pela situação, acabava me identificando muito com a figura de Noxus que existia em minha mente, ajudar os demais sem pensar tanto, sem família ou amigos, até mesmo a forma de lutar era parecida. Sentia lágrimas juntando em meus olhos, a única diferença que eu enxergava era que ele havia chegado antes de mim naquela situação, parecia até mesmo uma questão de tempo que eu morreria, fraco do jeito que sou.

Ouvia então Helena jurando que não perderia mais ninguém em missão alguma, ela pedia que eu jurasse isso com ela. Meu coração não titubeava, eu não queria ver ninguém morrendo, isso não mudava e Mona voltaria dos mortos se eu começasse a encarar a morte como algo corriqueiro. - Eu, Calros Lazo, juro que não irei perder mais ninguém nas minhas missões. - Aquilo parecia me deixar ainda mais triste. Eu acabava vendo Noxus morrendo na minha frente de novo e de novo agora porque eu simplesmente era fraco demais para dar alguns passos sem cair no chão. Sentia as lágrimas saindo dos meus olhos.

Então, como se para esconder as minhas lágrimas, do céu começava a pingar suas primeiras gotas de chuva. Não me importaria em me molhar, na verdade até me fazia bem. Fecharia os olhos com o rosto levantado para o céu, deixar a chuva lavar aquele peso de mim se fosse possível. Lá no fundo eu sabia que chover era ótimo para a ilha como um todo, limpar o cheiro do sangue e o fogo que estava alastrado pela cidade. Eu precisava dessa limpeza, a ilha precisava daquela limpeza. Queria voltar no tempo e simplesmente pescar em paz com a minha família. Fazia tanto tempo que eu não pescava, desde que todos morreram eu não pesquei uma única vez sequer, não conseguia nem mesmo me reconhecer.

Esperaria o caixão ser totalmente enterrado e iria olhar para a terra que estivesse por cima do caixão por um tempo. Me aproximaria o máximo que pudesse do caixão, me ajoelharia e falaria bem baixo, na altura de onde estivesse a cabeça de Noxus, como se estivesse cochichando para ele. - Eu juro que não deixarei seu sacrifício ser em vão. - E me levantaria, olharia para Helena, não sorriria, não teria nem mesmo condições para isso. Precisava tirá-la dali, precisávamos andar de novo e continuar a viver, dar esse passo à frente e aceitar a morte dele. - Helena. - Falaria com a voz triste, provavelmente num tom baixo, que a chuva até atrapalharia que ela ouvisse, ao mesmo tempo, torcendo para tentar acordá-la de um transe que eu imagino que ela estaria. - Pode me levar para o armário de Noxus? - Aquilo ainda precisava ser feito.

Torceria que ela entendesse o que eu realmente pretendia fazer ali, queria que ela começasse a andar e fosse aceitando que teria que fazer isso alguma hora. Independente disso, esperaria o tempo que fosse necessário ali no caixão, ao lado de Helena, até ela me levar ao local, não sei quanto Noxus era importante para ela, então qualquer tipo de comentário poderia ser uma bomba relógio. Quando a tenente aceitasse me levar até lá, seguiria calado na maior parte do tempo, provavelmente ouvindo com atenção qualquer coisa que ela estivesse a falar. É nesse momento geralmente que começam a relembrar bons momentos com a pessoa que morreu. Infelizmente, no meu caso, a única recordação marcante era dele se sacrificando para me salvar, o que nos levou até esse velório. O que poderia falar de Noxus além de que ele era um herói?

Chegando no armário, iria respirar fundo, torcendo para não existirem itens pessoais que me fariam sentir ainda pior do que já me sentia por ser tão fraco. Abriria o escaninho e olharia para dentro, retiraria cada item e os colocaria no chão para analisa-los melhor.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptySab 28 Dez 2019, 11:49

Intruso

   
Nosso próximo destino seria Jaya como informado por Battos, ele ainda completava dizendo a respeito dos mantimentos e que podíamos armar todos os presentes ali. Isso tudo me fazia pensar em sair da ilha o mais rápido possível, mas infelizmente o moreno também avisava que não havia um barco para nos tirar dali. Como a pessoa de maior patente ali, cabia a mim resolver esse problema - Vejamos, iremos tentar primeiro nos comunicar com o Quartel de Aracne e assim pedir ajuda de alguma forma quanto a isso dizia de forma pensativa.  

Quando terminei a sopa já me sentia revigorada e pronta para outra, Battos ainda tinha algo para me mostrar, os outros no cômodo se ajeitavam indo dormir. O mistério que ele fazia quanto ao que tinha para revelar atiçava a minha curiosidade já que queria saber qual era a tal surpresa - Então, vamos logo ver isso! diria de forma animada. Mas, como se o universo agisse contra nós, um barulho impedia o rapaz de entregar o objeto, um intruso havia adentrado o Quartel e fora uma voz que avisara sobre o acontecimento num grito. Isso me deixava um tanto irritada ”Quem pode ser agora!?” pensava demonstrando toda a minha indignação.

Esperava ao menos que não fosse mais um inimigo que deveríamos ter de enfrentar já que estava querendo evitar mais problemas - Teremos de ir verificar isso  falaria com Battos, em seguida realizaria um sinal com a mão para que ele me seguisse na direção do ocorrido. Manteria minha atenção quanto a quaisquer perigos que viessem a aparecer em nossa frente - Quem é você? faria um questionamento de imediato assim que avistasse alguém em nosso caminho - O que faz aqui? emendaria outra pergunta quase que em seguida. Somente depois disso é que aguardaria pela resposta dada - Você nos assustou sabia? diria rindo caso fosse alguma pessoa que não representasse  nenhuma ameaça para nós ou se fosse algum conhecido nosso que esteve perdido de alguma forma.

Se fosse alguém que trouxesse perigo, eu me afastaria alguns passos e analisaria bem quem estava por ali para poder pensar em algo - É melhor embora daqui se não quiser ter problemas maiores do que pode enfrentar diria em tom de ameaça. Caso a pessoa mesmo assim não resolvesse ir embora teria de insistir - Você realmente vai querer se machucar? manteria o mesmo tom. Se não adiantasse me colocaria em posição de luta e iria esperar suas movimentações para ter noção do que iria fazer para então eu começar a fazer algo a respeito ”Você gosta de se meter em briga hein?” aparecia somente para me irritar ”Se convencer não adianta, apanhar um pouco vai” responderia.

Caso tudo se encerrasse de maneira tranquila, finalmente poderia ir com Battos ver o que ele tinha para me mostrar - Bom, agora você pode me mostrar falaria de forma sorridente para ele. Novamente estaria animada para ver o que o moreno tinha para dar a mim ”O que será hein?” estaria pensativa enquanto caminhava até o cômodo mais uma vez.
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyDom 29 Dez 2019, 22:23

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UTOPIA - GRAND LINE - 23



Quando a ultima pá de terra cobriu o local, a chuva já estava um pouco mais forte. O coveiro cobria e ajeitava tudo do melhor modo, fazia o sinal da cruz, sinal de algum Deus provavelmente e cumprimentava a dupla com um aceno tímido com a cabeça, deixando-os sós. Helena limpava as lagrimas – Vamos – girando nos próprios calcanhares a garota levava Calros para o armário de Noxus. Deixando o amigo e sentimentos para trás, adentravam no Quartel, um pouco molhados e cansados, por mais estranho que pareça.

Caminhando pelos corredores, rapidamente chegavam até um quarto com vários armários de metal. Eram separados por números, olhando a chave podia notar que era o 96 – Aquele ali – indicava apontando timidamente, Calros respirava fundo parado em frente a portinhola, colocava a chave a girava, um clique era ouvido e então a porta se abria. La dentro havia algumas coisas, entre elas uma vara de pescar de metal, ela era dividida em três partes, que se enroscavam para se juntar e virar uma vara de pescar de fato. Além disso havia também alguns livros, três para ser mais exato, estavam um pouco empoeirados mais podia ver escrito na capa “Manual de Carpintaria.”, “Fisica para Iniciantes” e “Marcenaria Basica”. Tirando os livros podia notar uma pequena caixinha de metal com iscas para usar na vara. Colocando tudo no chão, havia um papel amarelado, virando para cima podia notar um desenho.


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O desenho era de um homem pescando com uma criança. Os traços não eram dos melhores, mas era um bonito desenho. No rodapé podia encontrar a mensagem “Para o melhor Pai do mundo” e um nome riscado, tornando-o indecifrável – Devia ser o filho dele, Kath falou que ele não tinha ninguém, então creio que ... – a menina não tinha coragem de terminar a frase, era melhor assim no final de contas. A chuva havia parado de cair, podia ouvir novamente o vento cantando pelas brechas das janelas e o sol iluminando as ruas, agora mais limpas – Faremos os testes assim que o sol se esconder, você tem a tarde livre Calros – falava Helena, mas antes de sair ela parava na porta – Tem um lago, fica a duas ruas abaixo do QG, as pessoas pescavam lá, quem sabe isso lhe ajude em algo – dando uma ultima olhada par ao ruivo a menina o deixava.

Do lado esquerdo da ilha, o chamado de intruso era anunciado. Kath saia apressada para verificar, trazendo Battos consigo, logicamente, todos estacam acordados e saia correndo para o local. Quando a Major se aproximou do corredor, havia varias pessoas a sua frente fazendo burburinhos e sussurrando algo, era visível a surpresa nos olhos de cada um. Se esgueirando entre eles, Kath podia ver o motivo de tudo isso: Scarmander. O Coronel estava completamente sujo, sua mascara de ferro quebrada de um lado do rosto, mostrando sua pela chamuscada e seu olho verde brilhando como uma joia rara – Katherine – ele sussurrava, esticando a mão para a garota – Se aproxime – todos saiam da frente, dando espaço para ela.

O homem estava com diversos ferimentos pelo corpo, sangrando como um porco – Eu vim lhe dizer – a voz fraca do Coronel não combinava com aquele homem que ela havia conhecido – Vim lhe dizer para sair dessa ilha, eles vão construir um Quartel gigantesco – a frase era interrompida pelo pigarro no pulmão do homem, o sangue escorria pelo seu lábio e orelha – Me enterre com a bandeira da minha célula, faça isso – seus olhos começava a se fechar, mas antes ele tinha algo para dizer – Tenho um barco, escondido numa caverna a noroeste, pegue-o e vá bem ... – quando ele iria terminar, seu rosto perdeu a força e seu braço batia no chão, o Coronel Scarmander agora era um homem morto de fato.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptySeg 30 Dez 2019, 14:15

Vamos pescar
Posts em Utopia - 23
Quem diria que as coincidências que eu havia visto nele acabavam por aumentar ainda mais. Noxus era um pescador, ver a vara de pescar animou um pouco o meu coração, fazia tanto tempo que não havia pescado que realmente achava incrível o tanto que até o mero toque a vara de pescar já me fazia ficar nostálgico. Além da vara, uma isca diferenciada existia por ali. Consideraria ela como uma isca especial, principalmente pela forma que a adquiri.

Além disso, o sargento pelo visto era um carpinteiro. Nunca me vi como um, mas seria interessante pensar nas opções que poderiam surgir em minha mente caso eu seguisse os passos de Noxus. Talvez, quando eu já houvesse prendido Himeriko poderia fazer meu próprio barquinho e pescar em paz na Grand Line, se é que é possível ter paz nesse lugar.

E tudo parecia andar de forma tranquila, até que eu achei um desenho. Era um homem e uma criança pescando e uma mensagem que era para o melhor pai do mundo. Finalmente uma diferença entre mim e Noxus. Se é que posso chamar isso de diferença. Ele chegou a ver seu filho crescer um pouco, o meu morreu com a mãe antes mesmo de nascer. Não consigo nem falar qual era pior. Só de lembrar já me doía por dentro e por isso agradecia Helena mentalmente quando ela mudava o assunto e me lembrava da possível promoção para sargento. Ela até mesmo me informava um lugar onde o povo costuma pescar na ilha. - Obrigado. Onde será o teste? - Perguntava já me levantando, preparando para partir.

Com a resposta sairia, guardaria o desenho do filho de Noxus no bolso. Procuraria o lugar que Helena havia comentado. Várias oportunidades de aprendizado surgiam em minha vida ultimamente, possuía livros de medicina, possuía livros de carpintaria. Precisava aprender a treinar a Gwen ainda. Parece que eu estou me tornando mais um intelectual do que um lutador com o tempo, sendo que Himeriko era extremamente mais forte do que eu.

Quando achasse o lugar, sentar-se-ia na pedra mais aconchegante que tivesse e prepararia a vara de pescar. Que tipo de peixe será que existe por ali? Espero que de um peixe que não tentasse me comer, a Grand Line precisa ter outro tipo de peixe além daqueles que quase me mataram. Respiraria fundo quando jogasse o anzol na água, ficaria parado, só ouviriam minha respiração baixa.

Lembranças com Mona e meus pais pipocavam minha mente naquele momento. Antes mesmo de perceber a imagem de Himeriko invadia minha mente. Será que eu não conseguiria pensar mais em minha família sem lembrar da noite do meu casamento? Tentaria esvaziar a minha mente aos poucos e não pensaria em nada. Sentiria o tempo passando e só me moveria para efetivamente fisgar o peixe.

Manteria esse ritmo durante literalmente toda a tarde. Mesmo com a imagem do meio tritão invadindo a minha mente. A ação de pescar por si só já relaxava meu corpo. Me sentia mais leve naquele momento do que me sentia em muito tempo, parecia que havia voltado no tempo. Não me importava nem mesmo com quão eficiente estava sendo a minha pescaria. Só me preocupava com minha própria paz, precisava relaxar tanto o corpo quanto a mente para o teste que viria a seguir.

E assim, quando o tempo houvesse passado, iria me levantar e guardar a vara de pescar. O que faria com os peixes que pesquei? Bem, tinha que ter pensado nisso antes de pescá-los, então deixaria que Gwen ficasse com todos, provavelmente ela encobriria de teia os peixes para comê-los depois quando quisesse. Assim partiria para o local que Helena me informou, com o espírito mais leve, parece que havia passado por uma sessão de terapia.

Quando chegasse no local, retiraria a mochila e olhando para Helena indagaria. - Como é o teste?


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptySeg 30 Dez 2019, 16:53

O Funeral
   

Haviam muitas pessoas no corredor e quando me aproximei, podia ver exatamente o motivo para tanto burburinho por ali. Por um instante, o sentimento de alívio me preencheu por completo já que visualizava o coronel vivo - Que bom vê-lo! diria de imediato. Sua situação era deplorável, totalmente sujo e com parte de sua máscara de ferro quebrada revelando um pouco de seu rosto que tinha sido queimado pelas chamas, além dos vários ferimentos espalhados pelo corpo. Podia perceber então que ele não tinha muito mais tempo de vida mesmo tendo chegado até ali com uma mensagem para mim - Fique tranquilo, nós iremos sobreviver meus olhos novamente se encheriam de lágrimas.  

Spoiler:
 

A voz fraca que saía de seus lábios sequer combinava com sua imponência demonstrada anteriormente, mas todo o orgulho pela revolução e o altruísmo ainda queimavam fortemente dentro de si. Ele havia nos deixado seu barco, mas teríamos a difícil missão de enterrá-lo - Pode deixar, nós faremos algo grandioso para você diria enquanto tentaria com as costas da mão enxugar as lágrimas insistentes em cair. Eram essas suas últimas palavras antes de deixar esse mundo, seu braço nesse momento sem vida batia contra o chão sinalizando que ele havia partido. O alívio que sentira anteriormente rapidamente estaria desfeito e dava lugar para a enorme tristeza que voltava a estar em mim - Vá em paz nesse momento, não mais procuraria parar as lágrimas.

Spoiler:
 


Depois disso, voltaria até onde Battos estava e assim daria início para os preparativos do funeral do Major - Arranje algumas pessoas para carregá-lo e também providencie algum caixão para colocá-lo dentro não perderia tempo e começaria a dar minhas ordens. Também buscaria por Charlotte e pelo resto dos que estavam comigo, se estivessem ali era melhor ainda, mas caso fosse preciso retornaria até o cômodo maior para procurá-los - Charlotte, iremos precisar de flores para o enterro prosseguiria falando e me viraria para Ramiro em seguida - Junte mais membros dispostos para cavar uma cova olharia para Tin - A bandeira da célula dele será essencial, então deixo isso em suas mãos Tin encerraria de forma sorridente.

Não deveríamos demorar muito para realizar os preparativos, afinal os marinheiros a qualquer momento poderiam vir atrás de nós e no momento a prioridade era ir para Jaya. Com tudo pronto, juntaria a todos os revolucionários no Quartel para realizar o funeral do Coronel - Bom, como todos sabem o Coronel Scarmander infelizmente veio a falecer iniciaria minha fala - Estamos aqui para honrá-lo uma última vez e nos despedir dele começaria a tocar uma música no violino. Tocaria por algum tempo até que achasse que fosse o suficiente para parar - A despedida é sempre dolorosa, ainda mais quando temos que enterrar um companheiro faria mais um discurso - Mas, esse é o melhor momento para nos fortalecer através da dor e com isso ter força o suficiente para deixar que situações como essa sejam raras seguiria falando.  

Pararia por um tempo para respirar profundamente - O coronel foi um grande homem e mesmo com sua morte nos ajudou a prosseguir com nossa causa! cessaria novamente as minhas palavras - Essa é a hora que devemos nos unir para seguir em frente... levantaria a minha mão direita antes de encerrar o discurso - Pela revolução! tentaria causar mais uma comoção. Por fim, faria um sinal para que começassem a colocar o caixão do falecido dentro da cova - Com o barco que ele nos deixou iremos para Jaya! manteria o braço erguido. O que eu tinha para dizer acabava por ali ”Ora ora, belas palavras vindas de uma idiota como você” só estava ali novamente para me incomodar.  

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 7 EmptyQui 02 Jan 2020, 11:21

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UTOPIA - GRAND LINE - 23



- O teste será no pátio, não é difícil de encontrar, você já deve ter passado por lá – dizia a menina, enquanto saia do local, deixando Calros absorver aquela árdua tarefa. Havia muitos objetos ali que levavam o ruivo ao seu passado, as semelhanças com Noxus fazia os pelos dos braços de qualquer homem eriçar, nem mesmo os melhores profetas conseguiriam pensar em tamanha coincidência. Doravante, o corajoso marinheiro queria esvaziar sua mente com uma tarefa que há muito tempo não fazia: pescar.

O lago era fácil de encontrar, não havia ninguém em volta, todos estavam ocupados cuidando do que havia sobrado de seus pertences. Colocando a vara de pescar entre duas pedras, colocava a isca e deixava a isca fazer o seu trabalho. O rapaz pensava em sua família, em seu filho, que nem mesmo respirou o ar sujo desse mundo. O céu já estava mais claro, a chuva tinha ido embora e o sol apontava entre as nuvens. De tempo em tempo algum peixe fisgava a isca, mas nenhum que tivesse o tamanho suficiente para um jantar a dois, nome máximo aperitivos.

Gwen parecia se divertir, o aracnídeo corria pela grama, caçando grilos e insetos menores. Depois de algum tempo, o sol já começava a se esconder quando Calros arrumava suas coisas, dando os peixes que havia pescado para Gwen, que parecia olhar para o dono e mandar aquele sorriso reconfortante. A aranha engolia alguns e enrolava um ou dois em sua teia, guardando o jantar para depois. Voltando para o QG, rapidamente chegava no pátio. Podia ver dez garotos com não mais que dezesseis anos enfileirados – Calros, vejo que a pescaria surtiu efeito – dizia Helena, olhando os peixes que Gwen carregava sobre sua cabeça, todos enrolados em sua teia.

- Esses são recrutas novos que vieram dos blues para cobrir as lacunas que apareceram depois da pequena guerra na ilha – Helena sussurrava para que os demais não escutassem – Eles já fizeram o primeiro teste, agora falta os outros dois, treinar com os equipamentos da marinha e por ultimo o combate corpo a corpo – havia dois caixotes num canto – Ali tem armas, faça como quiser, irei avaliar seu desempenho – deixando Calros a frente do pequeno batalhão, a arqueira pegava uma cadeira e sentava no canto, observando a atitude do seu colega.

Quando as forças esvaiam do corpo do Coronel, as lagrimas da Major caia sobre seu rosto. Contudo, não há tempo para lagrimas em meio a guerra, rapidamente Kath dava as ordens que eram necessárias para completar o sonho do homem que havia dado sua vida pela causa. Todos seguiam o que era ordenado, pegavam uma picareta e uma pá que ali havia, outro pegava a bandeira etc.

Depois de meia hora no máximo, todos estavam fora do esconderijo sobre a lua amarela brilhando no céu. Ramiro cavava a cova enquanto todos estavam cabisbaixos, em sua maioria não conheciam o Coronel, talvez seu nome e seus feitos, mas a pessoa e sua vontade apenas o grupo de Kath havia visto. O caixão improvisado era coberto pela bandeira verde sobre o corpo era enterrado no fundo do buraco. Aquela ocasião merecia algumas palavras e Kath não as poupava, dessa vez com menos ênfase, cantava com belas palavras as ultimas vontades de Scarmander enquanto tocava seu violino.

O silencio da floresta era quebrado pelos gritos de todos com os punhos erguidos, terra era jogada sobre o tumulo e agora jaz um dos mais fortes revolucionários da Grand Line. A noite seria longa e o grupo merecia um descanso, afinal, o próximo dia seria de suma importância. Todos voltavam para o quartel e voltavam para seus lugares tentando voltar a dormir, exceto por Battos, que puxava Kath para o local de antes. Chegando la, ele tirava uma bota de dentro de uma caixa de metal – Achei isso aqui e creio que irá te servir – a bota era entregue nas mãos da celestial. O rapaz deixava a mulher sozinha para pensar ou simplesmente para que ela fosse descansar, afinal, todos estavam exaustos.



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