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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyQui 12 Dez 2019, 01:24

E ele está vivo
Posts em Utopia - 17
Era possível passar pelo corredor, só que somente em fila única, o que era até normal dado o tamanho daquele estreito espaço. Helena foi na frente, Noxus ia na retaguarda e eu acabava todo desengonçado no meio do povo daquela fila. Graças a isso que acabei esbarrando com uma imagem que eu realmente não esperava ver por ali. - Alexander? - Indagava sem acreditar muito no que via. Não perguntaria se estava tudo bem, a resposta ali era bem óbvia.

Ele estava com um corte feio em sua barriga que me fez instintivamente colocar a mão em minha barriga. Não sei o que acontecera com ele, mas começava a sentir uma injeção de energia vinda de algo que provavelmente era raiva. Eu sentia dor de vê-lo daquela forma. Eu estou em débito com Alexander e EU não estava lá quando ele mais precisava de mim.

Vendo o estado em que ele estava minha mente logo se locomoveu para o local que ele estava preso. Aquele monstro literalmente estava cortando um homem para comê-lo e este seria o destino de Alexander se Katt não houvesse aparecido e salvado o dia. Se eu fosse mais forte e parasse aquele pirata tudo teria sido mais simples.

Quase como se com resposta a isso tudo que eu pensava acabava ouvindo aquele pirata gritando do ponto em que viemos. Ele havia sobrevivido até mesmo aquela queda de detritos? Minha mente começava a pensar no que viria a seguir. Eu já sabia o que aconteceria. Noxus até ajudava e gritava que eu e ele iríamos cuidar daquele monstro que me derrubou tão facilmente.

No dirigível foi sem querer. Eu havia matado três homens meramente por não acreditar que uma pessoa poderia morrer tão fácil com tiros dado por mim. Aquilo havia pesado em minha mente por um tempo. Imaginar Mona me julgando não era algo que ajudara, apesar de ter certeza que ela entenderia com o tempo. Só que agora a situação era diferente, aquele homem não pararia por nada. Ele já fora derrotado e esmagado por pedras e mesmo assim estava gritando que estava vindo. Meu corpo formigava só de sentir o que estava por vir.

- Pode seguir com Helena tranquilamente Alexander. Eles não sabem quem você é e eu não vou deixar aquele homem chegar até vocês. - Diria baixinho para Alexander apesar de nem termos conversado. Após essa fala, já respirando fundo olhando para o lado de Noxus. - Gwen. - Falaria, chamando a atenção de minha aranha. - Vá com Alexander e com Helena. Depois nos encontramos. - Ainda estava longe de eu poder treinar a aranha para ela ser útil em combate comigo.

Assim, aos poucos me guiaria para o final da fila indiana. - Ele é ainda maior do que eu. - Comentaria com Noxus quando estivesse ao seu lado. - Vai ter dificuldade de lutar nesse corredor, principalmente com a maça dele. - Complementaria. - Mas isso também vale para nós que estaremos um do lado do outro. - E na verdade imaginava que esse poderia ser o pior cenário para lutarmos, mas que escolha tínhamos? - Quer que eu seja a linha de frente? - Diria, basicamente servindo de escudo humano para aquele cara. Não sei se seria muito útil, lembrando que ele me derrubou tão fácil. - Ou quer que eu tente passar para as costas dele e assim o cercamos? - Me parecia o melhor plano mesmo que eu pudesse levar algum tipo de golpe por tentar ir para o outro lado.

Katt havia descrito Noxus como um caçador, na minha cabeça isso significaria que ele usaria armas de fogo, mas não sei quão perigoso isso seria naquele espaço apertado. Além disso, não via nenhuma arma, na verdade pelo tamanho do cara seria mais lógico ele socar o pirata igual eu tentaria fazer.

Não sei o que Noxus mandaria eu fazer na luta, afinal ele era meu superior, ele mandava ali na dupla. Mas basicamente, eu na frente, ou ele na frente, ou eu/ele tentando ficar do outro lado para atingirmos o pirata pelos dois lados. Essas eram as opções que eu conseguia enxergar em minha mente.

Para o primeiro caso, tentaria manter minha posição igual a que havia me nocauteado, só que obviamente mais atento agora a golpes absurdamente mais poderosos que viriam lateralmente. Quando o pirata estivesse se aproximando avisaria Noxus. - Ele está chegando. - E já partiria para o ataque.

Não queria nem saber de deixar aquele monstro preparar o ataque dele novamente. Iria com tudo, como aquele corredor não era dos mais fáceis de se ver alguma coisa, não tentaria mirar em algum ponto específico que ele pudesse estar mais machucado por causa do desabamento que ocorreu em cima dele, assim, partiria para o rosto dele. Chegando o mais rápido que eu pudesse ao seu alcance socaria o rosto daquele homem com todo o impulso que peguei para chegar até ele.

Se mesmo assim ele conseguisse atacar mais rápido do que eu, levaria meu braço para o lado do golpe da maça e o firmaria com toda a força que eu pudesse fazer mantendo meu movimento, pois literalmente ligaria o foda-se para o meu braço quebrar ou não, seguiria o meu movimento e socaria ele com meu outro braço. Era o impulso para acertá-lo em cheio. Eu precisava acertar aquele homem pelo menos uma vez antes de Noxus assumir a luta.

Com esse golpe encaixando eu tentaria socá-lo novamente agora com um uppercut em seu queixo para desorientá-lo um pouco naquele ambiente apertado. Para isso aproveitaria que era menor que ele e flexionaria rapidamente meus joelhos, e pegaria impulso com basicamente um salto para cima socando-o para cima.

Caso Noxus preferisse ficar na frente, iria me planejar para realizar golpes com uma distância maior. Não precisaria me preocupar tanto com a defesa nesse caso e por isso antes mesmo de ver o pirata já tomaria uma distância de Noxus e deixando os braços mais livres treinaria alguns socos rápidos com minha esquerda e com a minha direita. Queria que meus braços fossem rápidos como chicotes. Teria que aproveitar qualquer brecha que aparecesse na possível luta entre eles.

Quando o pirata aparecesse e eles começassem me aproximaria para uma distância que sabia ser a possível de acertar e tentaria aproveitar qualquer espaço que o pirata desse para lançar um possível soco nele. Como dependeria muito de o que ele deixaria aparecer como alvo não me importaria realmente de onde o acertaria. Desde que não fosse uma região muito dura, como, por exemplo, o cotovelo dele, iria acertar com a maior força que eu pudesse.

Nesta situação, caso eu notasse que em algum momento Noxus estivesse levando a pior, iria simplesmente puxá-lo por trás e assumir seu lugar. Utilizando os golpes que descrevi caso estivesse na parte frontal da batalha.

Para a última hipótese, pensaria em qual seria a melhor forma de rodeá-lo em um corredor tão apertado. Olharia para cima para verificar a altura que estava o corredor naquele ponto em que estávamos. Lembro que apesar de no começo ele ser tão baixo que era ruim para mim, depois ele acabou se tornando alto o suficiente para ficarmos mais do que tranquilo. Será que havia buracos nas paredes onde poderia me apoiar e altura o suficiente para que eu pudessr pular para a parte de trás do homem quando ele chegasse? Essa seria de longe a melhor situação possível, provavelmente pegaria ele de surpresa, mesmo que ele me visse, só de se virar para me acertar já acabaria fazendo Noxus o acertar.

Porém, se esse não fosse o caso, iria tentar simplesmente rodeá-lo na confusão que fosse à luta entre ele e o sargento. Para isso tentaria passar no lado que ele segurava a maça, pois assim não haveria como ele me acertar e acertar Noxus ao mesmo tempo, ou ele miraria em mim tentando me prensar contra a parede, ou miraria no sargento me deixando livre para passar.

Caso conseguisse assim ficar nas costas do homem, iria socá-lo sem dó, mirando principalmente na região da coluna vertebral da C1 até a C7, a leitura sobre anatomia humana me ensinou muito bem o que aconteceria com ele se eu o acertasse ali direitinho. Se ele se virasse em minha direção eu tentaria realizar os mesmos golpes que havia idealizado inicialmente, aproveitando que desta forma Noxus teria todo o espaço do mundo para acertá-lo.

Sempre que fosse acertado eu fecharia os dentes com força e tentaria aguentar a dor, não poderia desmaiar de novo. Se fosse necessário me socar para ficar acordado eu faria isso.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptySex 13 Dez 2019, 18:18

Doutor Destino x Surfista Prateado

   
As coisas realmente estavam complicadas para nós, afinal o homem era um membro da CP8 e isso indicava que ele era forte o bastante para lutar contra o Coronel. Não houve tempo para Scarmander responder a minha outra pergunta, afinal o tal Megaherz avançava na direção dele de forma veloz. A primeiro momento ele conseguia segurá-lo formando um escudo com as placas de metal e com isso nos mandava recuar.

Mais uma difícil decisão recaía sobre mim já que com os ex-prisioneiros ali nossa movimentação seria um tanto mais lenta e toda tentativa de ganhar tempo seria útil para nós. Todos os outros revolucionários olhavam para mim, como a segunda com maior patente não teria como fugir da situação - Battos, você fica encarregado de levar a todos em segurança daqui seria a minha primeira ordem - Eu ficarei aqui para auxiliar o coronel diria em seguida.  

Faria um sinal para que se apressassem e logo de pois voltaria o meu olhar para a batalha entre os dois homens - Coronel! Consegue fazer mais uma barreira atrás de nós!? o questionaria. Me manteria ali como uma espécie de segunda linha de defesa, afinal não tinha muitas chances contra aquele agente tampouco havia espaço no corredor para uma luta entre duas pessoas. Mal o embate tinha começado e toda a terra ao redor começava a ceder dificultando toda a nossa condição de batalha - Espero que ele consiga derrotá-lo falava comigo mesmo nesse instante.  

Caso ele não pudesse fazer nada, eu então teria de encontrar alguma outra forma de auxiliá-los em sua fuga e obviamente teria de lutar contra o tempo já que o duelo entre os dois poderia acabar a qualquer momento. Observaria as coisas ao meu redor, talvez conseguisse derrubar terra no chão e assim conseguir bloquear a passagem mesmo que momentaneamente. Não sabia ao certo se aquele agente também estava atrás dos ex-prisioneiros por qualquer motivo e por isso faria de tudo para lhes proporcionar uma fuga segura. O mais provável seria a captura ou a morte de todos os revolucionários presentes, provavelmente os outros civis seriam como um “bônus” somado ao seu trabalho bem feito.

Utilizaria primariamente as minhas pernas para derrubar a terra, conforme o andar da carruagem usaria as minhas mãos para facilitar o meu trabalho. Empregaria praticamente toda a força restante que possuía ”Você está louca? Além de ficar no meio dessa disputa ainda quer “ajudar” causando algum tipo de deslizamento!?” ela claramente estava indignada com minha atitude ”Eu estou apenas tentando ajudar o meu superior!” diria em seguida ”Da pior maneira possível né? Vai acabar matando você e ele” me respondia de forma irônica.

Se em algum momento o coronel me perguntasse o motivo de ter ficado eu sorriria antes de responder seu questionamento - Sabe, eu não costumo deixar ninguém que está em perigo para trás responderia de forma animada - Você com certeza pode derrotá-lo! mesmo que não estivesse lutando ao menos daria algum apoio moral a ele. Caso ele acabasse por insistir para que eu fosse embora não me restavam muitas escolhas - Parece que dessa vez terei que desobedece-lo levantaria os ombros ainda sorridente demonstrando que ficaria por ali.

Era bem provável que o agente tentasse me atacar, afinal se comparada ao Coronel eu era o elo mais fraco e tentaria utilizar isso a nosso favor - Pode vir aqui se quiser, vou te mostrar como a banda toca! pegaria o meu novo violino e começaria a tocar. Uma pequena e saudável provocação em um momento “agradável” ”Você só sabe fazer idiotice!” mesmo com a sua fala eu a ignoraria. Se por algum momento estivesse em alguma situação de perigo obviamente teria de me esquivar para evitar qualquer ataque por parte do inimigo. Faria movimentações para o lado e também abaixaria em primeiro momento, ele provavelmente seria algum tipo de padrão dos espadachins para atacar com isso buscaria evitar ser atingida no peito ou pernas.

 
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyQui 19 Dez 2019, 11:03

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UTOPIA - GRAND LINE - 18



Alexander forçava um sorriso ao ver Calros, mesmo sendo inimigos, havia um certo afeto entre eles, companheiros entre rivais. O rapaz estava fraco a concordava com o plano do marinheiro e seguia junto com a arqueira, dando uma olhadela para quem ficava, sabendo que provavelmente aquela seria a ultima vez que eles se veriam. Noxus estava nervoso, mas tentava esconder isso ao máximo a sensação ruim que inundava seu estomago. Ouvia o que seu parceiro ruivo dizia e sabia que ele estava em condições piores que a sua – Eu vou na frente, você não está com condições de lutar – dizia, parecendo confiante em sua força.

O pirata estava ali, pronto para cumprir a ordem do seu capitão, sabendo que se falhasse novamente seria morto. O bandido confiava que ele sairia vitorioso e viria conferir o resultado ali, por isso, colocaria toda sua força. Noxus erguia seus punhos, a batalha iria começar. O pirata golpeava com sua maça de baixo para cima, mas o marine dava dois passos para trás e esquivava, contra-atacando com um golpe nas costelas do rival, acertando-o. O caçador avançava e dava outros dois socos, todos bem-sucedidos, e outros socos, até que o pirata cuspia sangue e se ajoelhava, sem olhar para Noxus.

O marine se aproxima – Fiqu... – antes de terminar sua frase, o pirata soltava sua maça e erguia seu corpo numa velocidade incrível, sangue voava para as paredes – OTARIO! – gritava no momento em que acertou o queixo de Noxus com um soco poderoso, jogando o rapaz contra o teto, fazendo-o cair ao lado de Calros. O ruivo então notando que seu companheiro estava apanhando, tomava a frente, fazendo o inimigo rir. Ambos estavam frente a frente agora, o sujeito tão ferido quanto o próprio marine, sangrava no rosto e mancava com a perna direita.

O boxeador tentava um soco desesperado que era facilmente bloqueado pelo inimigo e um contra-golpe vinha rápido, acertando na barriga do marine, que cuspia sangue. Seu corpo estava pesado e por pouco suas pernas não cediam, mas em meio a dores e quase derrota, o ruivo firmava suas pernas e devolvia um uppercut no queixo do pirata, jogando no teto. O homem batia suas costas e ia ao solo, o marine sangrava pelos ferimentos passados e caia de joelhos, todos cansados. Noxus tentava levantar, mas sentia o chão tremer, poeira caia do teto, era como se o mundo estivesse na mão de um idoso com tremedeira.

Imbuindo o braço de Haki, os dois socavam ao mesmo tempo, causando uma onda de choque. Ambos estavam lutando ferozmente, enquanto Kath tentava chutar o teto para bloquear o caminho que os civis tinham ido. O Coronel tinha uma gama de material a sua volta que lhe fornecia uma vantagem. O lixão tinha diversos metais misturados na terra e a cada vez que ele moldava as placas, o local se mexia, tudo balançava. Não havia tempo para camaradagem, ele parecia concentrado no combate.

Nesse imbróglio o Agente usava o soru e passava ao lado do Coronel, desse modo, o sujeito coberto de titânio prateado, se virava para Kath. Ele esticava seu dedo – Você não precisa dela – era possível escutar Scarmander rosnando de raiva, mas a major não tinha medo em seus olhos, sacando o violino e começava a tocar. O agente parava seu avanço o narrador ria sozinho e franzia sua testa – O que está fazendo? – aqueles segundos de vacilação, foram o bastante para o Coronel usar as placas das laterais e fazer uma lança improvisada – BLACK SPEAR – o metal tornava negro peço haki e num avanço rápido, atravessava a barriga do Agente.

Quando Noxus deu por si, conseguia ver as paredes caindo, as placas de metais se soltando da paredes e tochas vacilando – Calros – sussurrava, ao ver o Pirata ao lado do ruivo, que por sua vez, também começava a se levantar – EU DISSE QUE IRIA MATA-LOS – o pirata erguia sua maça acima da sua cabeça – RUIVO FILHO DA PUTA – mirando na cabeça do marinheiro, ele descia a arma rapidamente. Por força do destino ou algo parecido, o teto acima do pirata desabava e ele ficava coberto de terra, suas mãos eram a única coisa que ficava fora da terra. As mãos eram cobertas por uma luva negra, coberta de espinhos, estava acima da cabeça do soldado, que poderia pega-la se quisesse.

A lança foi mal calculada, ela havia atravessado o agente e acertado também a major, 5 cm de metal havia entrado em sua barriga. Ela sentia a dor e o sangue saindo do furo. O furo era pequeno, por ser apenas a ponta da lança – KATHERINE – gritava o Coronel, empurrando o Agente para o lado – Vamos sair daqui – puxando a menina para o lado, ambos começavam a correr, deixando o inimigo caído ali, respirando com dificuldade. Correndo aparentemente ser rumo, sentiam tudo caindo e o barulho de algo estralando no fundo, parecia que outra luta estava acontecendo, mas pouco importa, tinham que achar a saída.

Noxus e Calros corriam ou melhor, andavam da melhor forma possível. Estavam sujos, coberto de sangue, terra e poeira, mas vivos e isso era o mais importante. No corredor que estavam, podiam ver no fundo uma escada de metal que parecia levar para a superfície – Veja, vamos rápido – Noxus começava a correr, mas Calros não tinha essa força e ficava para trás. O teto e toda a estrutura começava a desabar, Calros parecia não conseguir correr e já sentia dores em seu corpo, Noxus vendo seu companheiro ficando para trás, voltou para salva-lo, pegou no colo e começou correr, mas não iriam conseguir, então o sujeito tomou uma decisão, arremessou o ruivo com força para frente – VÁ, SUBA LOGO – quando ele se levantou para correr, foi soterrado por escombros. A escada para saída estava a dois metros do marine, ele teria que ser rápido, ou também seria soterrado.

Kath não conseguia manter aquele ritmo, o sangue estava praticamente sendo esguichado do seu corpo. O Coronel vendo o teto desabar atrás de si, para o avanço – Fique atrás de mim – erguendo suas mãos, raios roxos saiam da mesma. Ele conseguia parar o desabamento perto de si, controlado o metal na terra, gritando enquanto usava seu poder, ele abria um buraco acima dele, o sol iluminava o corredor, incomodando o rosto – VENHA – quando Kath se aproximou, ele pegou a menina e arremessou para cima e antes que ela pudesse falar qualquer coisa, o buraco se fechou. Kath conseguia ver o lixão ao seu redor, o chão tremia e varias pessoas estavam caminhando a sua esquerda, um grupo desconhecido ou não tão desconhecido assim, um sujeito de cabelos brancos ela conhecia, era Alexander.



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Vincent
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyQui 19 Dez 2019, 17:14

Revolta e Tristeza  
   

Enquanto eu realizava meus esforços para tentar bloquear o caminho, os dois homens lutavam de maneira feroz utilizando tudo que podiam para derrotar o outro. O subsolo balançava intensamente conforme o decorrer da batalha, o Coronel parecia ter alguma vantagem já que haviam vários metais espalhados pelo lixão.

Movimentando-se de maneira veloz em demasia, o agente se aproximava de mim dizendo que Scarmander não precisava de mim. Apesar disso, eu começava a tocar e nesse momento conseguia parar seu avanço dando tempo o suficiente para meu aliado acertar o estômago de Megaherz com uma lança improvisada imbuída por algo negro. Esse final do duelo poderia ser algo totalmente bom, mas se tornava algo ruim para mim - Me dei mal levaria a mão imediatamente até a barriga. Além de atravessar nosso inimigo, a arma feita pelo coronel também me atingia trazendo consigo a dor e uma quantidade de sangue considerável.

Não havia tempo para perder e por isso começávamos a correr do subsolo enquanto aparentemente as coisas desmoronavam com o estourar de outra luta que para nós no momento era pouco importante. Devido a minha situação era óbvio que não conseguiria manter o mesmo ritmo, afinal não sou feita de metal para evitar sentir incômodos gerados pela dor ”Por que você nunca me escuta? Já é a segunda vez que acaba se dando mal”  ela estava visivelmente irritada ”Dessa vez foi um acidente” diria em resposta ”Acidente!? Se você tivesse corrido com os outros estaria bem” ela se encontrava muito alterada.

Ao ver teto desabar atrás de si, o coronel decidiu por parar nosso avanço e mandou que eu ficasse atrás de si, dessa forma ele abriu um buraco que revelava a luz do sol sobre nós. Antes que pudesse falar qualquer coisa ele me jogava pra cima, o buraco se fechava praticamente em seguida. Por alguns segundos eu permaneceria sem reação, estaria nesse instante tentando raciocinar sobre o que havia acontecido ali ”Não é óbvio? Ele se sacrificou para salvar sua vida!” ela se manteve irritada ”Tudo por causa da sua idiotice!” a minha mente estaria um turbilhão nesse momento ”Ele também não poderia ter sobrevivido ao agente se eu não estivesse lá para o ajudar" tentaria encontrar alguma explicação para aquilo.

Spoiler:
 

Era bem provável que as lágrimas começariam a descer pelo meu rosto, mesmo que não conhecesse o coronel a tanto tempo a sua morte ocorria de uma maneira inesperada e ainda para me salvar. Eu estava de volta a superfície e podia ver o lixão ao meu redor, vindo em minha direção pela esquerda estava um grupo onde certo albino chamava a minha atenção - Felizmente você está bem diria para mim mesma soltando um suspiro em alívio. A tristeza se demonstrava fortemente em mim, mas Scarmander não iria querer que eu ficasse sofrendo pra sempre - Com o seu sacrifício irei sobreviver por mais um tempo sorriria tristonha.

Iria na direção de Alexander, nós primeiramente precisávamos encontrar nossos outros companheiros - É bom vê-lo novamente sorriria - Nós vamos precisar sair daqui manteria minha expressão - Aconteceram muitas coisas, mas deixarei para explicar tudo mais tarde já que agora nossa prioridade será achar o restante do grupo diria por fim. Me preocuparia em não realizar muito esforço para evitar agravar a minha situação e com isso não hesitaria em pedir auxílio a ele - Vou precisar de uma mãozinha aqui riria um pouco desconcertada.


 
Histórico:
 




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Última edição por Vincentão em Sab 21 Dez 2019, 02:34, editado 2 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyQui 19 Dez 2019, 22:20

Imprestável
Posts em Utopia - 18
Incrível como eu era incompetente. Noxus mandou eu ficar atrás porque já estava muito surrado. Não bastando isso, demorou um tempo até eu realmente assumir a luta, neste meio tempo tanto o pirata quanto o sargento se acertaram. Percebia que Noxus sentia, e muito, os golpes do pirata. Aquela força desproporcional a todo o resto.

Quando assumi, levei um golpe, mas acabei vencendo com um único soco, ainda bem. Noxus havia dado muito dano nele e acabávamos com a vitória naquela luta. Bem, mais ou menos, eu era tão fraco que o pirata levantara mais uma vez e eu fui salvo por um desabamento que o soterrou. Sério, que força e resistência absurda. Olharia a minha mão por um mísero instante pensando em quão fraco eu era.

E isso me atinou a algo. Aquela luva do pirata era tão superior à minha que parecia uma piada. Vi o tanto que ela afetava o sargento, claro, o pirata também tinha força, até absurda demais para meu gosto, mas não era o único responsável, uma boa arma sempre ajuda. E eu sabia que a marinha não podia me dar uma arma melhor por causa do meu cargo, mas a situação ali não me permite ficar pensando nesse tipo de detalhe. Com isso em mente pegaria aquelas luvas, assim, não só ficava mais equipado, como também, mesmo se aquele maldito se levantasse mais uma vez, agora estaria sem suas luvas.

Durante a fuga guardaria as minhas luvas no bolso e colocaria as luvas do pirata para ver se me serviam já que ele era um pouco maior do que eu. E, infelizmente, nessa fuga, senti meu corpo padecer e cair no chão. Realmente era tão fraco que meu destino era simplesmente morrer ali soterrado. Noxus no entanto não aceitava esse fato. Em um ato heroico acabou me pegando no colo e me jogou na direção da escada, onde acabei vendo ele ser soterrado também por escombros.

Meu primeiro pensamento era simplesmente correr para salvá-lo, mas minha mente gritava para não deixar aquilo tudo ser em vão. Meu corpo estava dolorido, eu havia caído no chão tinha nem mesmo um minuto, respirando fundo faria todo o possível para chegar até a escada. Daria passos tentando ignorar qualquer sensação de dor, tentaria me desligar do mundo e do meu corpo, precisava só sobreviver ou não adiantaria de nada aquilo tudo.

Se chegasse na escadaria e conseguisse subir para fugir do local, ao sair para o lixão iria olhar para trás. Seria possível voltar e tentar desenterrá-lo? Era o que ele desejaria? Minha mente começava a se perder, aquela maldita grand line só me trouxe desgraça desde o primeiro momento, cada dia que passava nesse lugar só me sentia mais e mais fraco.

Sem acreditar no que havia acabado de acontecer olharia a minha volta. Noxus me salvara para que eu terminasse o serviço, na verdade, Katt estava lá embaixo também, aquilo me dava um sentimento de urgência ainda maior. Onde estavam os reféns e Helena? Precisava garantir a sobrevivência deles, os dois desejariam isso.

Tentaria me firmar em pé por alguns instantes para olhar a minha volta e achar Helena, Alexander e os demais. Se não os avistasse, tentaria começar a andar na direção que havíamos vindo do quartel general, provavelmente a tenente os levou para lá. Focaria todo a minha mente e esforço em simplesmente me manter acordado e andando.

Porém, se avistasse Helena e os demais, me aproximaria. - Noxus foi soterrado junto do pirata. Temos que ir. Ou vamos tentar resgatá-lo? - Perguntaria num fio de esperança que sabia que não existia. - Katt deve ter sido enterrada também, não? - Comentaria ficando ainda mais cabisbaixo, o que faria eu colocar a mão em minha cabeça. Havia perdido sangue, desmaiado, parado por simplesmente não ter mais forças. - Vamos andando gente. Temos que sair daqui antes que o ambiente comece a desabar, ou antes que mais piratas cheguem. - Diria já imaginando que Helena ordenaria que fossemos embora.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptySex 20 Dez 2019, 14:35

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UTOPIA - GRAND LINE - 19



Katherine sentia o vento fresco passando pelo seu cabelo, refrescando seu rosto sujo de sangue e suor. Dizem que só se entende a vida, quando a morte lhe aperta a mão e no caso da Major, ela sentiu a foice do submundo em sua garganta, contudo, o Coronel lhe salvava. Sentia a terra fofa em seus pés, parecia que tudo iria afundar, por mais que as lagrimas escorrem por seu rosto, ela ainda precisava sair dali, no fim, a missão parecia ter sido um sucesso. Em meio ao sentimento de culpa e sofrimento, um homem saia da multidão vindo em sua direção – Estou um pouco ferido, mas estou bem – quem falava era Alexander, fazia um tempo que eles não se viam.

O grupo parecia ser liderado por uma arqueira, que ao ver a dupla apontava a flecha armada no seu arco – QUEM É VOCÊ, GAROTA? – todos paravam, seria outro pirata? Quem poderia ter essa resposta era Calros, que sentia o ar abafado vindo lhe abraçar. Noxus havia lhe dado uma nova chance e o ruivo agarrava com força. Correndo por sua vida, suas mãos suadas agarravam nas laterais da escada e subia com pouquíssima destreza, por questões de segundos, sentia o ar mais limpo entrando em sua garganta. Dali, podia ver próximo de si o grupo de civis que havia salvado.

Do outro lado do lixão, os subordinados de Kath guiavam os ex-prisioneiros – Leve-os para nosso esconderijo, eu vou procurar pela Major – quem falava era Battos e rapidamente Charlotte e Ramiro sinalizava positivamente com a cabeça. Battos e Tin saiam correndo pelo lixão, com cuidado para não pisar em terra falsa e cair num buraco que os sugaria até a morte. A dupla enquanto corria, conseguia ver uma garota loira, com suas roupas rasgadas, coberta de sangue, gritando algo enquanto estralava seu chicote, mas eles tinham outras coisas para fazer.

- VÃO NA FRENTE, VÃO PARA O QG – as ordens eram de Helena e rapidamente os civis saiam correndo, todos desordenados, afinal, muitos ali eram procurados e se fossem para o QG, não iriam sair dele, preferiam liberdade. Alexander não esboçava reação, ele e Kath estavam cansados, exaustos. Helena não demonstrava agora, mas seus olhos estavam inundados de lagrimas, na sua mente, a Capitã havia sido soterrada junto com os demais. Calros estava bem no meio entre o embate, Helena apontando a flecha para Kath e Alexander, enquanto pessoas corriam por suas vidas. Battos e Tin vinham correndo – MAJOR!! – gritava Tin, sacando sua espada e apontando para Helena, que agora estava encurralada entre o grupo revolucionário.

O solo do lixão cedia em vários locais, tremores e nuvens de poeira tomavam o cenário, arvores sugadas e metais se contorcendo, era um grande buraco negro que sugaria tudo e todos, naquele embate mexicano, teriam eu resolver seus problemas rápidos ou não teriam que lutar mais, depois de passar por tudo aquilo, até mesma a fuga estava sendo complicada, a questão era, compensava lutar ali?



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptySab 21 Dez 2019, 02:38

Reencontros
   
Eu estava sentindo um misto de sentimentos já que me sentia feliz e aliviada por encontrar Alexander vivo, mas também estava sofrendo com a culpa pela morte do coronel. Com uma das mãos limparia as lágrimas do rosto, o albino se aproximava de mim para dizer que estava bem - Ainda bem sorriria. Aparentemente uma mulher liderava o grupo já que era a primeira a se manifestar de maneira um tanto hostil apontando um arco em nossa direção - Ei, calma tá legal? olharia para ela fazendo um sinal com ambas as mãos para acalmá-la.

Não sabia exatamente quem era eles, talvez fossem marinheiros ou então mais agentes já que ela mandava os outros que estavam consigo correr para o QG - Eu me chamo Katherine diria em resposta a sua pergunta. Voltaria a minha atenção para Alexander em seguida - Sabe quem são? faria um questionamento a ele, como sempre evitava demonstrar alguma reação ao que acontecia. Eu estava em meus limites, o cansaço consumira com voracidade praticamente toda a minha energia me deixando em um estado de exaustão e por isso lutar nesse momento era totalmente dispensável.

A situação se tornava uma verdadeira confusão, as pessoas corriam de forma desordenada como se estivessem temendo algo e a área ao nosso redor começava a se desfazer em um ritmo rápido, as coisas estavam literalmente sendo sugadas para algum buraco. Calros surgia em meio a essa “disputa” entre nós e a arqueira, passou-se mais um tempo até que Tin chegasse juntamente de Battos. A mulher acabava por ficar cercada por nós - É bom revê-lo também Calros, é um alívio ver você e o Alexander inteiros riria mantendo minha atenção em si - Nós viemos juntos pelo dirigível em meio aquela confusão responderia sua pergunta antes de voltar minha atenção para a mulher  - Vocês dois se conhecem? Explique a ela que não queremos confusão diria ao olhar para o ruivo - Nós não vamos machucá-la e eu nem quero que isso aconteça reforçaria a minha afirmação anterior.

Havia chegado a hora de retornar ao quartel, o perigo estava nos cercando e poderíamos acabar sendo sugados também pelo “buraco negro” se ficarmos por mais tempo. Colocar todos em risco agora seria uma tremenda idiotice ”Idiotice? Você é especialista nisso” sua aparição era somente para me irritar ”Agora não é hora para ficar me irritando” diria em resposta.

Mesmo que a mulher tentasse nos atacar a prioridade máxima seria ir embora dali, nem ânimo eu possuía para mais uma luta de tão exaurida que estava - Vamos todos retornar, não há tempo para perder aqui daria a minha primeira ordem. Se ela fosse realmente marinheira, então havia uma possibilidade do ruivo querer ir com ela e essa probabilidade se tornaria ainda mais alta caso eles se conhecessem - Você vem não é? questionaria ao voltar minha atenção a ele. Calros acabava por fazer um pequeno discurso a respeito do que acreditava e curiosamente ainda nos chamava para adentrar a marinha  - Nós lutamos para ajudar todas as pessoas oprimidas, tanto que o nosso objetivo aqui era libertar os escravos assumiria um tom sério - Nós não vamos nos sujeitar a vocês, aliás essa discussão não irá nos levará a lugar algum já que temos uma visão diferente de justiça e também de qual lado está certo sorriria por fim - Foi por pouco tempo, mas eu gostei de conhecê-lo e espero que sejamos amigos algum dia essa seria a nossa despedida, acenaria antes de deixá-lo para trás. Caso ele decidisse por nos acompanhar eu sorriria - Fez a escolha certa então! faria um sinal com a mão para que ele me seguisse.

Spoiler:
 

Apesar de estarmos com pressa, não me forçaria a correr e tentaria evitar me esforçar demais para não acabar desmaiando ou algo assim - Alguém me ajuda aqui diria sorrindo aos meus companheiros. Quando chegasse no Quartel iria primeiro em busca de alguém que pudesse me ajudar com o ferimento, em seguida descansaria por um bom tempo e por fim cozinharia algo para comer - Tem algum médico por aí!? falaria em um tom bem alto para que todos que estivessem ao meu redor pudessem ouvir.

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Última edição por Vincentão em Dom 22 Dez 2019, 15:53, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyDom 22 Dez 2019, 02:00

Reencontro
Posts em Utopia - 19
Consegui sair. Respirei o ar porco daquele lixão do lado de fora, mas a verdade é que não havia tempo para isso. Uma confusão absurda acontecia ali. Helena apontava o arco para Katherine, e isso me fazia pensar em uma única pergunta naquele instante: como ela estava aqui? Em seguida pensava em outra mais simples, eles entraram no dirigível com a gente? Cara, será que eu estou sonhando com ela? Acho que não, Alexander parecia conversar com ela, só se fosse uma alucinação coletiva.

Pior ainda, parecia que ela e Helena iam lutar, eu não havia lutado com nenhuma das duas de forma apropriada, mas a revolucionária havia me derrubado com um chute, Helena havia machucado aquele pirata mais do que eu sonhara em machucar. Só que sinceramente... isso não importava, eu não conseguiria ajudar e mesmo sendo forte duvido que Helena conseguisse prender todos eles, até porque havia mais alguns ali chegando.

Katherine parecia falar comigo, sorriria ao ouvir a palavra “inteiros”. - Bem, com certeza podemos falar que isso foi sorte. E como você chegou aqui afinal? Última vez que falei com você estávamos em Aracne Island. - Perguntaria num tom amistoso, não porque eu achasse a sequestradora gente boa, mas porque eu não queria lutar ali. - Helena... esse homem salvou a minha vida anteriormente. Acho que podemos deixá-los ir, até porque tanto eles quanto a gente queremos que o menor número de civis se machuque por aqui. - E dando um pequeno passo para a direção que era do quartel general eu complementaria. - Eu mal me aguento em pé, você teria que lutar sozinha.

Com isso dito ouviria Katherine falando para eles recuarem e perguntando se eu iria com eles. - Sério? - Eu acabaria rindo daquilo. - Olha, não posso negar que alguns de vocês eram até boas pessoas, mas vocês têm uma visão bem diferente da minha. - Diria. - Pode até ser ignorância minha, confesso que vocês abriram meus olhos para muitas ideias e que vou tentar ficar mais atento aos meus arredores. - Daria uma pausa. - Só que são muito extremistas... pelo menos alguns que conversaram comigo pareciam partir para muitas conclusões erradas. - Eu olharia para Helena, lembraria de Noxus, que havia literalmente dado a vida dele para me salvar. - Mas eu acho que estou no lado certo. Não vou mentir e falar que somos perfeitos, mas nós tentamos sempre ajudar.

Respiraria fundo aquele ar fétido do lixão. - Vocês mesmos não pareciam ser ruins, por que você não vem com a gente? - Perguntaria. - Vai ser difícil. Provavelmente vocês sofreriam um pouco de preconceito por causa do grupo que vieram, mas eu acho que fazendo boas ações acabariam sendo reconhecidos. - Complementaria.

Com a possível recusa, iria falar com Helena. - Tenente, por favor, podemos só ir? Quero descansar e fazer um tumulo apropriado para Noxus. - Falaria a última frase com uma dor no coração. - E temos que garantir a segurança dos civis... esse pessoal não trará problemas para os civis. - Diria mais uma vez, reforçando o ponto de que lutar ali era desperdício de energia e tempo. Tudo isso por um motivo óbvio. Alexander estava ali. Resgatá-lo lá debaixo e lutar enquanto ele fugia era um bom passo, me sentia mais leve naquele momento. Para complementar isso só mesmo impedindo que ele lutasse com essa marinheira que poderia facilmente atravessar uma flecha na cabeça dele.

E assim começaria a andar, bom, a tropeçar em caminho do quartel general. A morte de Noxus provavelmente iria aparecer em minha mente outra e outra vez no caminho, o que poderia ter feito de diferente para impedir aquilo? Sinceramente, com a minha força atual a única resposta que vinha era a palavra: nada. Eu precisava treinar e ficar mais forte, essa era a verdade.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptySeg 23 Dez 2019, 14:38

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UTOPIA - GRAND LINE - 20



Em meio ao barulho que os rodeava, arvores sendo quebradas e metais sugados para o fundo, o grupo ainda tentava resolver aquele imbróglio. Calros e Kath pareciam ter algum passado que Helena desconhecia e talvez viesse a questionar seu parceiro sobre, mas naquele momento ela não iria abaixar o arco. Depois de um breve comprimento, o ruivo dizia a verdade, devia sua vida a Alexander – Ainda não sei quem são, vou manter minha flecha pronta para mata-los – a fala da mulher era firme, mas sua preocupação com a fuga dali era grande, estava sempre olhando a sua volta.

Destarte, Kath não parecia se importar, agia como uma Major deveria ser, mantinha a calma e chamava seus subordinados para irem embora e para surpresa de todos, sua pergunta se virava para Calros, o Marinheiro. Helena franzia a testa e inconscientemente abaixava sua flecha, olhando firmemente para seu parceiro. A proposta parecia balançar as bases do ruivo, seria aquilo uma táctica da Major para que pensassem que ele era um agente duplo? Talvez ela não fosse tão inteligente assim e aquilo fosse um convite genuíno, de qualquer modo, o boxeador expunha sua ideia e seus ideias, ele não iria acompanha-la (infelizmente).

A troca de olhares era genuína, a diferença de ideias fazia o contraste entre aquela dupla que poderia muito bem lutar a lado a lado, mas por força do destino escolheram caminhos diferentes, ninguém ali estava certo, não a lados para a justiça, o mais forte impõe o certo e aquilo vira lei, a diferença era que Kath queria quebrar essa meda e Calros a manteria firme. Com o solo ao redor afundando, ambos grupos pareciam prontos para sair, Kath se despedia dando as costas e saindo para onde seu Quartel ficava, seus homens corriam para ficar ao lado e lhe ajudar. Helena já guardava o arco e ia para o seu Quartel, acompanhada do ruivo, ela não aceitava aquilo muito bem.

Cada um seguia seu rumo deixando o laboratório de pesquisa de Fish afundando na lama, destruído. Mas nem tudo ali estava morto, entre os destroços um buraco se abria e dentro dele saia um homem completamente machucado, ele erguia alguns metais e caia no solo desacordado. No outro, uma garota loira carregava um leão em suas costas, arrastando-o até a cidade, completamente ferida, tremia a cada passo.

Helena e Calros passavam pela cidade, agora mais calma, pessoas já estavam nas ruas, pegando os destroços do que podia. Eles chegavam no quartel, onde o ruivo era prontamente atendido e colocava na ala hospitalar, sua aranha não saia de perto em nenhum momento. Kath precisava de ajuda para caminhar, mas chegava no seu quartel, entre aqueles prisioneiros havia um curandeiro e ele ajudava a moça. Mandava alguns homens buscarem por plantas na floresta que protegia o esconderijo e por fim, Kath estava deitada na cama, cansada, mas viva, a missão dela foi um sucesso, assim como a de Calros.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyTer 24 Dez 2019, 02:28

Em paz...
Posts em Utopia - 20
Helena não parecia muito satisfeita com o que havia feito, mesmo assim partimos daquele lugar sem lutar e conseguimos chegar no quartel general sem problemas. Lá eu recebia tratamento pela primeira vez em realmente não sei quanto tempo. Enquanto começava o tratamento eu pensava no déficit de força que possuía. Que alternativa tinha? Minha principal forma de lutar dependia dos meus punhos e eu não conseguia me imaginar tão bem com uma arma igual era com as mãos.

Com a mão o melhor golpe possível para utilizar seria um counter. É um golpe bem básico do boxe, só que se usado com perfeição possuí um dano absurdo. Era uma boa forma de pelo menos contrabalancear aquela fraqueza óbvia que eu possuía. E uma das coisas essenciais para o counter é um bom timing. Ter uma noção boa de tempo por si só ajudaria com outras coisas, mas acho que me ajudaria a pensar em como realizar o golpe no momento que eu desejava.

- Algum de vocês tem um relógio? - Perguntaria para qualquer um que estivesse no cômodo em que estava sendo tratado. Se possuíssem, complementaria. - Pode me emprestar enquanto estou no tratamento? - Se fosse sim a resposta, pegaria o relógio e tentaria usá-lo enquanto estava sendo tratado para me focar na contagem do tempo. Fecharia os olhos por alguns segundos, para ser mais exato sempre contaria um tempo em segundos e olharia no relógio se havia contado perfeitamente. Não seria um número fixo de segundos ou acabaria me viciando em um único tempo. Caso qualquer uma das respostas fosse negativa, tentaria me filtrar em relaxar meu corpo e permitir que tratassem meu corpo com a menor interferência possível vindo de mim mesmo.

Quando o tratamento acabasse devolveria o relógio se esse fosse o caso. - Muito obrigado por tudo. - Diria independente da situação. Moveria os braços devagar para ver quão ferrado estava meu corpo e quão dolorido eu estava ainda. - Sabe que horas são? - Perguntaria para qualquer que fosse a pessoa ali.

Com isso tudo resolvido olharia para Gwen. - Vamos achar algo para comer então? - E indicaria para ela subir até meu ombro. Lembrando que Katt andava por aí com um leão, não deveria ser muito problemático eu andar com o meu próprio pet por aí. Inclusive, quando as coisas resfriassem iria procurar por ela para pedir ensinamentos de como treinar meu pet. Gwen precisava de um bom treinamento para me auxiliar no dia a dia e em lutar.

Começaria a andar a esmo no quartel general, para me acostumar com aquele novo ambiente, eu não conhecia a ilha, não sabia nada de nada na verdade, parecia um costume na Grand Line estar perdido e estava começando a odiar esse sentimento. Algum momento acabaria esbarrando na(o) lanchonete/restaurante, onde entraria e pegaria qualquer coisa que possuísse por ali para comer, se não fosse o tipo de local onde me servisse, pediria pela comida, não precisava ser nada especial, só pedindo pelo que saísse mais rápido. Além disso, pediria um pouco de carne. - Se tiver um pouco de carne crua para a minha aranha também, não precisa ser muito. Ainda não sei se ela pode comer carne cozida. - Diria já agradecendo em seguida. - Muito obrigado por tudo.

Devidamente alimentado estava na hora de ajudar e praticar. Levantar-se-ia e partiria em direção a secretaria do quartel general, se eu não tivesse achado esse lugar enquanto andava a esmo acabaria por perguntar para o primeiro marinheiro que eu passasse perto. - Com licença, pode me informar onde é a secretaria? Eu preciso de informações sobre algumas coisas. - E com a possível informação partiria para o local.

Chegando lá eu olharia para a pessoa vendo se ela estava muito atarefada ou não. Se fosse o caso dela estar até meio tranquila começaria a falar. - Olá. Eu sou Calros Lazo. Um marinheiro que me alistei no North Blue. - Falaria com calma para a pessoa absorver bem e talvez se indagar sobre onde eu queria chegar com isso. - Eu estava em uma missão com alguns superiores em Aracne Island. Só que fui sequestrado e caí aqui, literalmente caí, acho que devem saber de um dirigível que caiu na ilha hoje. - Explicaria. - Katt até me deu um pouco de um panorama da situação, mas estávamos com pressa. - Complementaria. - Gostaria de saber um pouco mais da ilha e se seria possível descobrir o que aconteceu com meus colegas em Ilha Aracne. - A esperança era bem pequena, a Ilha Aracne não possuía nenhum quartel general e havíamos sofrido um ataque, a chance de terem contato era basicamente zero.

Caso não fosse possível comunicar com o povo em Aracne, agradeceria as informações e perguntaria. - Estou meio que perdido sobre onde dormir, e como proceder, precisaria provavelmente conversar com algum superior sobre missões e minha permanência na ilha ou não. Onde encontro Katt? - Perguntaria, e isso não era só para saber onde ela estava realmente, eu vi Noxus sendo soterrado, a capitã estava lá dentro, a chance de ela ter sido soterrada era absurda, precisava aliviar um pouco a minha mente quanto a isso. Como ela era absurdamente forte imagino que estaria tudo bem, mas precisava ter certeza.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 6 EmptyTer 24 Dez 2019, 19:47

Discurso
   
Mesmo após a nossa explicação a mulher matinha seu arco apontado em nossa direção, mas a nossa conversa se encerrava sem nenhuma confusão desnecessária. Infelizmente Calros não nos acompanhava e preferia voltar ao seu Quartel General juntamente da tal Helena ”Não fique se lamentando por quem nunca foi seu companheiro” ela me repreendia ”Eu já o considerava um amigo, mas parece que as coisas não eram bem assim pra ele” diria em resposta ”Bem, você além de bater nele o sequestrou, talvez fosse meio óbvio ele não querer sua amizade” ela me lembrava disso

Assim, deixávamos o lixão que afundava em meio à lama destruindo o laboratório de Fish rumo ao nosso Quartel. Para a minha sorte, em meio aos prisioneiros havia um curandeiro que me ajudava com os ferimentos utilizando seus conhecimentos em Herbalismo. Quando tudo finalmente terminou me encontrava cansada, mas exalando felicidade por ter sucesso em mais uma missão como revolucionária. Me manteria deitada para recuperar ao menos um pouco da minha energia para poder comer algo, afinal durante todo esse tempo seria estranho não sentir fome - As coisas tem passado bem rápido desde que sai de Wars diria me recordando do meu início de jornada.

Eu provavelmente havia me tornado a oficial de maior cargo ali, tinha agora que avaliar a situação atual do grupo. Primeiramente, procuraria por meus companheiros - Há alguém aqui que já estava no Quartel antes da minha chegada questionaria - Preciso saber quantas baixas tivemos diria em seguida como explicação. A perda do coronel era a mais óbvia, todavia ainda não sabia sobre a situação de Capullo e de outros que estavam conosco - Entendo, acho que estamos piores do que imaginava dizia de forma pensativa, caso houvesse uma reposta um tanto desanimadora quanto ao número de sobreviventes.

Diante disso, iria até onde estavam os ex-prisioneiros que havíamos resgatado e tentaria recrutar alguém para a nossa causa, afinal iremos precisar cada vez mais de pessoas capacitadas - Olá a todos diria de forma sorridente - Eu tenho algo para perguntar para vocês faria um pequeno suspense antes de continuar. Acabaria elaborando um discurso para motivá-los a nos ajudar - Nós revolucionários lutamos em favor dos oprimidos começaria a falar - Derrotamos as forças do mal para que ninguém sofra! prosseguiria - Mas, recentemente tivemos grandes perdas e assim mais do que nunca iremos precisar de toda a ajuda possível levantaria minha mão direita - Então, todos aqueles que tiverem forças e podem nos ajudar eu lhes armarei para se unirem a nossa causa! tentaria causar uma comoção ali balançando minha mão erguida.

Após finalizar o meu discurso pegaria o meu violino, havia me lembrado de uma música que combinaria muito bem com a situação atual. Estaria buscando deixa-los ainda mais convencidos de que deveriam seguir o caminho da revolução - Não tem problema, eu não estou aqui para obrigar ninguém a se juntar a nós diria caso alguém se recusasse a ser um revolucionário. Tocaria a música completa já que precisava passar a mensagem por inteiro para que pudessem entender - Muito obrigada pela atenção sorriria na direção de todos.


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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Qui 26 Dez 2019, 16:17, editado 1 vez(es)
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