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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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West
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyDom 03 Nov 2019, 23:40

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UTOPIA - GRAND LINE - 14



A revolucionaria via a cena em sua frente, um dilema formava em sua mente. Antes de pensar em qualquer ação, atendia o seu caracol – Sim, sou eu – respondia o Coronel do outro lado – Muito bem, também encontrei alguns – A menina dizia mais algumas coisas que eram necessários, por fim o líder da missão continuava – Faça o que quiser, liguei para avisar que perdi o contato com Capullo, então estamos por nós – a respiração pesada não escondia a preocupação – Ele sabe se cuidar, liberte o máximo de escravos que puder e leve-os para a superfície – indicava o Coronel, finalizando a ligação.

Katherine agora iria resolver o problema a sua frente. Guardando o den den mushi, se aproximava do palhaço, que agora estava um pouco mais calmo, mas ainda se contorcia no solo, entre soluços e risada. Com cautela, chutava a adaga do sujeito para longe, depois dizia algumas palavras reconfortantes, causando um silencio no local. Podia ouvir os gemidos dos prisioneiros, como se alertassem algo para a mulher. Contudo, Kathe continuava sua busca nos bolsos do paletó roxo do homem, que agora estava parado.

Não se sabe se a mulher era inocente ou confiante demais, um homem que acabava de perder seu único tesouro não teme a morte, assim, o palhaço vendo uma brecha, saltava gritando sobre a mulher, que não esperando um salto daquele, caiu de costas no chão pedregoso, em sua lombar sentia o peso do homem – HAUUHAUHAHUAUA – de mãos nuas, o palhaço começava seu show, fechando seus punhos, socava o rosto da mulher com ferocidade, ele ria a todo momento. Soco atrás de soco, Katherine pagava caro pela sua bondade, naquele lugar não havia espaço para isso, ali era o inferno e ela havia cometido um grave pecado capital.

Rapidamente sentia sua boca de enchendo de sangue, seus olhos doíam e seu rosto estava ardendo. Havia alguns cortes no lado direito do seu rosto – GOSTOU? HAHAHAH – ria o homem, que ainda mantinha a posição “montado” na mulher – Eu não ligo pra mais nada – sua mão fechava no queixo da menina, formando um bico em seus lábios – Eu so quero ver o circo pegar fogo – se inclinando para frente, beijava os lábios sangrentos da revolucionaria, que naquele estado de choque inicial, estava numa posição completamente desfavorável.

Do outro lado da caverna, outro embate ocorria. A criatura avançava contra Helena, que buscava uma posição melhor para atirar suas flechas. Já Calros, tinha uma resolução melhor, ele sacava sua pistola e mirava nas costas do sujeito a sua frente. Seis tiros foram ouvidos – Ahhhh, filho da puta!! – exclamava o homem, cambaleando para frente – Que dor do caralho – suas mãos tentavam tocar nos ferimentos, três balas acertavam, Calros não sabia atirar, sua mão sentiu o recuo, assim, três balas passaram direto pelo sujeito, acertando em outro coisa ou pessoa.

O pirata não caia, era um sujeito resistente. Se virava para o ruivo, que tentava recarregar a arma, mas sua falta de habilidade o atrapalhava e aquela ação gastava mais tempo do que o desejado. Seu rosto estava encoberto pela penumbra da caverna, mas podia ver um brilho avermelhado em seus olhos – Eu vou te matar de uma forma muito ruim – sua boca formava um sorriso diabólico – Muito ruim ... – usando sua mão esquerda, ele arrancava a flecha cravada em seu ante braço direito, essa ação fazia um esguicho de sangue sair do pequeno buraco.

O marinheiro não se intimidava com o inimigo em sua frente, ele avançava e quando estava próximo, saltava para acertar um soco com certa força no ombro direito do adversário – haha, minha vez – quando Calros acabou seu golpe, do lado direito veio um soco potente, lhe acertando no rosto em cheio. O golpe jogava o ruivo no chão, mas desta vez ele havia caído fora do corredor, estava no local aberto da “prisão”, conseguia ouvir os grunhidos da criatura e ver a movimentação de Helena.

O golpe havia doido, sentia sua bochecha dormente, mas não sangrava. Aquela seria uma luta de homens, onde o mais forte venceria e naquele momento, Calros precisava subir um degrau ou seria amassado. O inimigo caminhava em sua direção, balançando a maça num circulo enquanto sorria. O sangue das balas pingava no solo, deixando um rastro de sangue por onde passava, seu braço direito também sangrava, mas o homem ignorava tudo isso, como um touro, ele so via seu alvo e descansaria apenas quando o matar.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyQui 14 Nov 2019, 23:36

E a luta continua
Posts em Utopia - 14
Bem, eu claramente não era a única pessoa resistente no cômodo. Apesar de ainda estar surpreso com meu braço não ter quebrado ou com outras coisas que provavelmente me matariam. Eu estava muito mais surpreso com a resistência do homem a minha frente. Ok, estou na Grand Line, isso pode ser bem óbvio. Porém, nunca, nem nas melhores das minhas intenções, eu imaginaria que descarregar uma arma nas costas de alguém significaria tão pouco.

Com aquela pistola eu matei três homens sem nem perceber e atirando randomicamente para assustá-los. Tudo bem, minha posição e situação eram tão ruins agora que só acertei três dos seis tiros que dei. Todavia, três tiros, três balas entraram nas costas do sujeito e ele parecia simplesmente não se importar com isso. Esses mesmos três tiros me faziam ter nojo do que eu havia feito no dia anterior ao retirar vidas humanas, só a recordação disso já me faz revirar o estômago. No entanto, esse homem a minha frente é tão absurdamente mais forte do que aqueles encapuzados que lutei anteriormente que nem parece que eu usei a mesma arma. Essa é a verdade inquestionável. Quão forte um ser humano pode ficar?

Essa curiosidade atiçou a minha mente enquanto tudo ocorria, eu avancei e dei um soco no homem, que foi basicamente ignorado e eu mesmo acabei por ser socado. O que é meio curioso dado que ele possui uma maça. Ou seja, ele não ataca simplesmente com ela e sim com qualquer parte do corpo dele. Algo que eu preciso estar mais atento, principalmente porque a luta não acabou. Ele estava vindo até mim e eu precisava cuidar disso rápido, ou não só o homem na mesa morreria, como eu e Helena também morreríamos.

A primeira coisa que eu faria obviamente seria me levantar e me posicionar para uma luta de perto. O adversário tem uma maça, se eu chegar perto o suficiente talvez fique simplesmente inviável para ele utilizar essa arma. Tudo bem que o espaço aqui não é limitado igual seria, por exemplo, em um ringue de boxe. Porém, se eu conseguir levar ele para alguma parede ou para as grades eu posso fazer com que ele não use a maça. Quem sabe os próprios prisioneiros não iriam me ajudar e segurá-lo, eles precisam que eu vença para saírem daqui.

Bom, quando eu levantasse eu investiria no cara, eu não posso perder tempo, preciso vencer rápido. Não sou a pessoa mais rápida do mundo, mas qualquer velocidade já é melhor que nenhuma. Iria fechar a guarda, colocando meus dois braços bem fechados na frente do meu corpo e queixo, deixando a mostra basicamente meus olhos e parte do nariz. Encurvaria um pouco nesse movimento é claro. Avançaria como louco até ele.

Quando chegasse mais próximo, ou seja, no range da maça ficaria mais atento e na realidade iria avançar para o lado do braço que está segurando a maça. Diminuir a distância entre meu corpo e o lado dele com a arma deste tipo diminuiria o espaço do impulso dele. Para essa diminuição eu não faria nada especial além de continuar andando/correndo o mais rápido possível nessa direção. Não daria um salto ou algo do tipo. Queria manter os dois pés próximos do chão para estabilidade caso ele me acertasse com um golpe surpresa.

Por que imagino que seja um golpe surpresa? Porque eu até vi o soco vindo, mas só o tomei, então não existe razão para pensar muito além disso em algo como: eu vou conseguir desviar. E com uma distância menor provavelmente a chance de vir soco é maior que da arma. Melhor que sejam socos que aquela maça. Se eu visse um soco vindo com tempo hábil para fazer qualquer coisa, a primeira coisa que eu faria seria firmar os pés. A segunda seria revidar. Tentaria acertar o rosto dele ou seu plexo solar ao mesmo tempo que ele me acertasse. Se eu conseguisse ser mais rápido no meu acerto, um reflexo ótimo, seria um counter perfeito e todo o impulso que o adversário dá seria utilizado contra ele mesmo.

Caso eu chegasse mais rápido nele e ele não fizesse ainda um movimento ofensivo caberia a mim realizar o primeiro golpe. E eu faria isso rápido visando o ombro do braço que estava indo, ou seja, o ombro do braço que segura a maça. Tentaria atingir ali com um cruzado com todo o momento que tive até chegar a ele. Se acertasse não pararia por ali e ainda aproveitando o momento giraria meu corpo para acertar seu outro ombro com outro cruzado vindo do outro lado. Se este golpe entrasse também, continuaria o meu ataque, agora voltando para o lado do braço com a maça tentaria mais um cruzado. Só que ao invés de acertar seu ombro desta vez, aproveitaria que havia “criado” esse padrão e assim subiria um pouco mais minha mão, tentando acertar a bochecha do homem.

Para um golpe da maça seria o que eu mais me preocuparia. Caso algo ocorresse, como ele me empurrar para ganhar distância e tentar me acertar com a maça, eu tentaria me aproximar ainda enquanto o arco do ataque da maça esta vindo, para que ao invés da parte realmente preocupante me acertasse, ele acabasse acertando o cabo da arma em mim.

Se me aproximar não fosse possível por alguma razão, eu tentaria fixar os pés com falei e usar minhas mãos para segurar o cabo enquanto me acertava. Doeria, com certeza doeria, mas eu não quero aquela maça contra mim, quero um bom um contra um na mão. E se segurar fosse possível, eu tentaria arrancar aquela maça da mão dele como desse. Se fosse necessário morderia a mão dele. Pisaria no pé dele, não me importaria de forma alguma de usar algum truque sujo que aprendi com Said para atingir meu objetivo.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptySex 15 Nov 2019, 23:46

Apanhar sempre, desistir jamais
   
Aquele que me ligava era realmente o Coronel e ele me dizia para libertar o máximo de pessoas que fosse possível para levá-las até a superfície. O verdadeiro motivo da ligação era pra avisar que ele tinha perdido a comunicação com Capullo o que era um tanto preocupante já que isso poderia significar que havia acontecido algo. Mas, no momento atual não tinha tempo para me preocupar com isso só me restava confiar que logo as coisas se normalizariam. Mesmo tentando me certificar que o palhaço não iria fazer nada contra mim, ainda assim acabava por entrar em uma situação ruim ”Olha aí! Eu não falei pra você matar ele sua retardada?” ela claramente estava irritada ”Ser boazinha com esses psicóticos só te levará a morte” me manteria em silêncio enquanto a escutava ”Tudo bem, acho que fui muito inocente agora” estaria um pouco desconcertada ”Você deixou esse asqueroso te beijar ainda com essa boca toda suja de sangue!” não poderia dizer nesse momento que ela estava errada em estar extremamente irritada.

A minha situação atual era um tanto desfavorável, mas havia aprendido uma simples lição que carregaria comigo de agora para frente que era finalizar o meu inimigo o deixando impossibilitado de fazer algo e evitar acontecimentos semelhantes a este. Primeiramente precisava arranjar uma forma de me desvencilhar do palhaço e utilizaria a minha perna direita para fazer conseguir isso. Apostaria numa joelhada em sua virilha, afinal todo homem por mais durão que seja irá sentir dor quando acertado nessa região - Você não presta mesmo diria em referência ao beijo, em seguida faria meu movimento. Caso essa oportunidade fosse inexistente tentaria de uma outra forma, dessa vez rolaria para os lados várias vezes buscando fazer ele se desequilibrar de cima de mim.

Uma vez de pé aproveitaria a chance para lhe dar um chute direto em seu rosto utilizando toda a minha força procurando levá-lo a nocaute de uma vez.  Somente pararia de atacá-lo se ele acabasse caindo perante ao primeiro golpe, se ainda permanecesse acordado ou então de alguma forma evitasse o ataque prosseguiria. Ergueria a perna numa altura boa o suficiente para usar o calcanhar em um axe kick diretamente em seu pescoço semelhante a uma verdadeira machadada. Caso ainda assim ele se mantivesse desperto realizaria mais um golpe que na minha concepção seria o decisivo, um chute na sua cabeça visando atingir sua têmpora - É agora que você cai! diria em meio a realização do movimento.

Se de alguma forma ele conseguisse me atacar, eu incialmente recuaria alguns passos para abrir pelo menos uma pequena distância entre nós. Caso ele tentasse algum soco direto visando atingir as partes superiores do meu corpo, me movimentaria jogando parcialmente o corpo para o lado dando alguns pequenos passos para aumentar a eficácia da esquiva. Na tentativa de um soco realizado na diagonal me abaixaria enquanto buscava novamente ir até o flanco do meu oponente já que poderia conseguir abrir uma oportunidade de contra-ataque. No caso de algum ataque vertical, eu jogaria o meu corpo totalmente para o lado utilizando um giro para ter mais sucesso em minha movimentação - Duvido você conseguir me atingir! diria o provocando caso obtivesse êxito no que estava fazendo.

Histórico:
 




Objetivos:
 




Spoiler:
 


Legenda e Status:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptySeg 25 Nov 2019, 18:18

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UTOPIA - GRAND LINE - 15



A luta se seguia e Calros tinha o tempo como inimigo, se quisesse salvar o sujeito na cama de pedra, teria que ser mais rápido. O ruivo se levantava, respirava fundo e sentia que seu corpo estava ficando mais resistente, talvez fruto do seu treinamento e do avanço que ele estava tomando. Doravante, seu inimigo estava em melhor estado, por incrível que parece, ele não se contorcia ou demonstrava qualquer sintoma de dor pelos tiros, ele simplesmente balançava a maça enquanto cuspia algo rubro no chão

Helena se movimentava, esquivando dos golpes da fera, a menina queria ajudar seu companheiro de missão, mas ela tinha seus próprios problemas. O pirata inimigo estralava seu pescoço – VENHA COM TUDO, SEU MERDINHA – Segurando com suas duas mãos sua maça, o sujeito apertava seus pés contra o solo e esperava pelo ruivo. Este por sua vez, erguia seus braços e cobria seu queixo, ficando numa posição defensiva. Calros então avançava em busca da vitória, colocando sua velocidade contra a precisão do inimigo, uma aposta que poderia cobrar seu valor.

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Quando estava próximo do pirata, Calros ouvia o mesmo gritar – RED IMPACT! – seu tronco girava e o barulho da maça cortando o ar era audível. Num movimento de finta, o marinheiro tentava saltar para perto do braço da maça, destarte, em vão, o golpe lhe acertou com uma força magnifica. Calros sentia a lateral do seu corpo completamente dormente, seus olhos se fechavam, seus pés não tocavam no solo. O sangue escorria do corte que fora feito perto do seu supercílio, seu ombro continha 3 furos profundos e dali escorria uma pequena cascata do liquido do diabo.

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- CAAAAAAAALROS! – podia escutar a arqueira gritando, entre as risadas do pirata que havia ganho aquele combate. Calros se chocava contra a parede no fundo, abrindo uma pequena cratera no local, então seu corpo sem forças caia no chão, já desacordado.

A menina tentava se desvencilhar daquela pro poderia ser o pior beijo da sua vida. Ela sentia o liquido quente escorrendo por sua garganta e o gosto acido em sua língua. Era possível sentir as lagrimas escorrendo dos olhos do palhaço, talvez pela morte do seu filho, ou talvez pela joelhada que ele acabara de tomar na virilha. Kathe tirava o sujeito de cima de si, jogando para o lado, em meio a gritos e gemidos. O inimigo caia de cócoras e parecia rir de si mesmo, da desgraça que acontecia ao seu redor, era o mundo uma enorme piada? Ninguém saberia responder.

Erguendo sua perna, um chute de misericórdia acertava o pescoço do sujeito, que por fim, caia desacordado, contudo, as lagrimas ainda escorriam dos seus olhos, talvez ele tenha encontrado aquilo que procura em outro espectro.

ACIMA DOS NOSSOS PROTAGONISTAS

O tempo parecia se abrir, as nuvens não estavam tão cinzas como antes, não se via tanta fumaça e o cheiro de sangue e morte eram levadas para longe, se misturando com a brisa saborosa do mar. Uma gota de chuva caia sobre o ombro de um homem que agora respirava ofegante, enquanto tirava seu capacete – Merda de borboleta – um liquido prata se encolhia das extremidades do seu corpo formando um braço que ele já não possuía.

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Ao seu lado, o corpo sem vida de um revolucionário, Capullo não tinha mais uma perna e em seu peito, um buraco grande o suficiente para se passar um braço. O homem misterioso se levantava e colocava novamente seu capacete, parecia cansado e apressado ao mesmo tempo, ele abria uma portinhola e saltava para dentro dos tuneis, em busca de algo que poderia salvar sua vida.

O leão rugia e tentava morder aquele homem que se aproximava com seu espirito forte o suficiente para abalar qualquer covarde. Em sua cintura, um par de machados banhado em sangue, usava uma capa negra que lhe escorria pelas costas – Um pequeno gato, então ela também está aqui – sussurrava para si, momentos antes de cortar o leão, fazendo-o desmaiar. Do mesmo modo, o sujeito saltava para dentro do túnel.

A CAPITÃ

Quando Noxus avisou que tinha ouvido um grito estranho vindo do lado de Helena, a menina terminava de nocautear uma figura com dentes afiados. Katt se punha a correr para aquele lado, angustiada por algo que não sabia explicar, era como um aperto no coração. Quando a dupla via um local aberto, se aproximou e logo via Calros caído, gemendo de dor. O ruivo já havia acordado do desmaio, mas via tudo levemente embaçado. Katt apertava seu chicote com força e num ataque enfurecido, jogou o pirata contra a cama de pedra, causando o desabamento da parede sobreo local, esmagando o sujeito e o paciente. Depois, esticou o chicote contra aquela criatura bestial e num golpe seco arrancou sua cabeça, que caia próximo aos pés de Helena, que colocava suas mãos sobre sua boca, assustada com a força daquela menina.


O HOMEM DE LATA

Quando Scarmander fez o caminho contrario e achou os aliados de Kathe, ele se preocupou e partiram em busca da mulher. Logo, encontraram o buraco na parede e abaixo deles a figura da menina em pé ao lado do corpo do palhaço, podia ver varias mãos saindo de uma jaula coberta pelas sombras – KATHERINE! – gritava um deles, chamando atenção para si – VAMOS SAIR DAQUI – falava um deles, enquanto um pedaço de metal descia do buraco, fazendo uma base para a menina subir.



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Última edição por West em Sab 07 Dez 2019, 10:52, editado 1 vez(es)
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyQua 04 Dez 2019, 03:52

Fracote
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Um golpe. Um único golpe. Foi tudo o que o cara precisou para eu desmaiar. Quando acordava via que a capitã havia simplesmente matado a criatura como se ela fosse uma pulga. Sorriria com a ironia. Poucos segundos atrás, bom, não sei quanto tempo atrás na verdade fiquei desmaiado, mas de qualquer forma, pensei que estava mais resistente e forte. E o que acontecera? Fui derrotado por um único golpe sem fazer merda nenhuma ali além de provavelmente causar a morte do homem que estava na mesa.

Me arrastando como pudesse iria na direção da mesa. - Obrigado por nos salvar. - Diria para a capitã, pensando em como agora eu devia a minha vida para mais uma pessoa, sendo que a primeira eu ainda não havia pagado a minha dívida, e essa segunda, sinceramente, não sei como pagaria também. Katt era claramente infinitamente mais forte do que eu. - Estou em débito com você. - Diria ainda me arrastando ou andando na direção da mesa.

Quando finalmente chegasse nela, usaria de toda a minha força para tentar retirar os escombros de cima do homem. - As chaves da cela estão nessas pequenas bolsas da criatura. - Falaria enquanto tentasse empurrar os escombros. Precisava pelo menos ter a certeza de que minha fraqueza havia causado a morte dele. Quem sabe um milagre não ocorresse e ele estivesse vivo ainda.

Com a confirmação da morte do homem ali eu me veria respirando fundo por um instante. Por que eu sou tão fraco? Apertaria a minha cabeça por um instante com ambas as mãos, tentando fazer a força e a dor mudarem meu pensamento e esquecer assim o quão inútil eu era.

- Senhorita Katt. - Diria para a capitã, tentando procurar um novo horizonte ali. - O capitão dele não está aqui. Mas ele o chamou antes de me nocautear. - Informaria. - Vamos esperar Prosineck aqui para emboscá-lo? Ou vamos levar todos esses reféns para um local seguro antes dele chegar? - Não é como se soubéssemos quanto tempo tínhamos, mas ficar parado ali não era uma boa opção.

Olharia se havia alguma coisa que poderia ajudar na soltura dos reféns, se é que soltaríamos agora, provavelmente sim, mas nunca se sabe que tipo de plano a minha superior poderia pensar. Se isso não fosse algo realmente necessário. Iria olhar a minha volta, mesmo com a visão meio turva, a procura de Gwen. Não sabia o que havia acontecido com a pequena naquela confusão toda. Ela não fora acertada junto de mim? Quando a encontrasse, tentaria verificar se ela estava machucada ou não.

Se a pobre aranha estivesse inteira, iria então pensar em meus próprios cuidados. Meu ombro estava sangrando. Sério, parece que sangue estava se tornando parte do meu dia a dia com uma velocidade muito acima do que eu desejava. Iria tentar apertar o ferimento e ver se naquela cama de pedra havia algum tipo de gaze ou qualquer coisa do tipo para enfaixar meu ombro. Caso não existisse teria que improvisar com minha própria roupa de marinheiro. O que parecia já virar rotina também.

E por mais incrível que pareça, o pirata poderia simplesmente aparecer naquele momento. Então mesmo grogue de dor, com a visão embaçada, tentaria então compensar e afinar minha audição para tentar ouvir se havia algum indivíduo se aproximando. Torceria para que não houvesse barulhos demais dos prisioneiros pedindo para serem resgatados. Provavelmente eles sabiam que não seria bom chamar atenção demais.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyQua 04 Dez 2019, 23:06

Conflitos

   
Com um pouco de esforço eu conseguia finalmente retirar o palhaço de cima de mim lhe aplicando uma joelhada na virilha. Ele estava totalmente fora de si, nem mesmo por um instante cessava a gargalhada e somente parava quando eu o acertava novamente no pescoço lhe dando o seu golpe de misericórdia. Apesar das coisas terem saído um tanto do meu controle, ainda assim consegui fazer com que tudo desse certo no final ”Certo? Você apenas garantiu a sua sobrevivência por mais um dia, tirando isso foi tudo um verdadeiro fracasso” poderia até ser verdade o que ela havia dito ”Do que está falando? Eu ainda posso resgatar esses prisioneiros!” essa era a minha resposta ”Você deveria mesmo é ir embora, tentou ser boazinha com esse palhaço e olha no que deu!” ela acabava por me irritar com suas palavras ”Eu vim até aqui justamente por isso, não posso simplesmente abandoná-los aqui tendo chegado tão longe!” esbravejaria demonstrando os meus sentimentos nesse instante.

O nosso conflito acabaria por se encerrar com o brado de um dos meus companheiros me chamando para ir embora dali - Espera! Eu preciso tirar essas pessoas daqui! gritaria em resposta indo na direção do corpo do palhaço Não vai demorar! diria em seguida começando a vasculhar suas roupas. Procuraria por uma chave que pudesse abrir a cela onde eles estavam - Não vou deixá-los aqui quando encontrasse a chave iria na direção dos prisioneiros para libertá-los - Venham, temos de ser rápidos para sair daqui faria um sinal com a minha mão indicando que tínhamos pressa para deixar o subterrâneo. Logicamente teria de me precaver caso algo viesse por acontecer como ser atacada por novos guardas ou até mesmo pelas pessoas que estivessem ali, afinal alguém ali tinha matado o cabeçudo. Manteria minha atenção ao redor e no movimento que realizavam enquanto fazia minhas ações, talvez estivessem esperando algum momento especifico para tentar algo contra mim também ”Katherine você pode acabar se arrependendo, é melhor deixar esse buraco logo!” ela igualmente parecia estar brava ”E deixar essas pessoas aqui presas? Para continuarem sofrendo? Não mesmo!” não poderia simplesmente deixá-los ali ”Entenda que às vezes sacrifícios são necessários, a compensação pode vir mais cedo ou mais tarde! Não seja idiota a ponto de querer ficar aqui e morrer!” ela insistia em tentar me impedir e novamente estávamos entrando em um confronto mental ”Não custa ajudá-los!” diria por fim.

Se algo desse errado em minha tentativa e alguém me atacasse, eu primeiro tentaria analisar a situação para então reagir de uma forma mais apropriada. Utilizaria de um jogo de pernas para me movimentar para os lados e também tentar meu oponente a primeiro momento, a fim de realizar algumas aberturas em sua defesa. Giraria também para me afastar de ações ofensivas e assim tentaria utilizar isso para ocultar um contra-ataque quando o inimigo estivesse a uma distância considerável de mim. Passaria uma rasteira e em seguida procuraria visar o peito para atingir o plexo solar do meu adversário em um chute direto que serviria para enganá-lo. O objetivo final era chegar até onde estava a base feita de metal e sair dali sem nenhum ferimento adicional ”Você só aumenta os riscos quando se arrisca dessa forma” permanecia com suas palavras ”Talvez você não se importe em deixar os outros para trás, mas eu sempre estou pensando em ajudar os outros” diria em resposta ”Sabe, essa ideia idiota só vai te levar para um caixão mais cedo” suas palavras e o jeito de falar me irritavam profundamente.  

Caso eu fosse forçada pelos meus companheiros a deixar aqueles prisioneiros ali, ficaria um tanto revoltada com a situação e iria falar com Scarmander - A ideia não era salvar as pessoas que estão presas aqui? questionaria de imediato quando o avistasse - Por que então estamos deixando prisioneiros para trás? prosseguiria com minhas perguntas. Aguardaria alguns instantes para ouvir sua resposta antes de me pronunciar novamente - No fim, todos só se importam com as próprias vidas era o que falaria caso ele não tivesse um bom motivo para tal decisão. Ainda assim teria de acatar suas ordens mesmo estando irritada diante de tal situação, afinal era ele quem estava no comando e muito provavelmente sabia o que estava fazendo. Durante o caminho eu ainda faria mais uma pergunta a ele sendo sua resposta anterior positiva ou negativa - Aconteceu algo com Capullo? questionaria em meio as passadas.

 



Histórico:
 




Objetivos:
 




Spoiler:
 


Legenda e Status:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptySab 07 Dez 2019, 10:57

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UTOPIA - GRAND LINE - 16



Era possível sentir a presença daquela mulher, que na verdade ainda possuía a aparência de uma menina. Ela recuava seu chicote e o prendia na lateral da sua cintura – Helena, me atualize – dizia, com certa raiva em sua voz. A arqueira, voltava a si, tentando não olhar para a cabeça da criatura – Estávamos lutando contra esses dois inimigos – falava, enquanto saltava a cabeça para se aproximar da Capitã – Tivemos alguns imprevistos, ainda bem que vocês vieram – finalizava com um agradecimento e um olhar de admiração para a loira.

Katt olhava para Carlos lhe agradecendo, não havia piedade em seus olhos – Não há debito, estou apenas cumprindo a missão – sua postura e a aura que a rodeava mostrava que a garota estava enfurecida e tentando conter aqueles sentimentos, afinal, ela era uma marinheira. Noxus caminhava até o corpo daquele monstro e pegava as chaves, conforme Calros havia dito. É nesse momento, uma gritaria de homens suplicando por liberdade ecoava pelos ouvidos – O que fazemos Capitã? – questionava o homem de mãos grandes, esperando a ordem. Logicamente, se esperava libertar todos, era parte do plano, doravante, dentre aqueles prisioneiros, podia haver assassinos, piratas, ladrões e toda a escória da ilha, será que valia realmente a pena solta-los?

- Temos que solta-los, são pessoas! – afirmava Helena, num tom exaltado – Então eles estarão sobre sua responsabilidade – dizia Katt, enquanto olhava para o local de onde tinham vindo, como se esperasse por algo. Nesse diapasão, o ruivo estava se arrastando depois de tomar vários golpes, seu corpo era resistente, mas lhe faltava técnica, socar o ombro não derruba nem mesmo uma criança de dez anos e agora ele sabia disso por conta própria, havia sofrido um golpe potente e por pouco não tinha ido dessa para uma melhor.

Seus esforços o levaram até os escombros. Não tinha como ter certeza de aquele sujeito com a barriga aberta estaria vivo ou morto, destarte, entre os escombros ele podia ver um braço conhecido, era do seu inimigo, aparentemente, estava morto, aparentemente. Os escombros eram pesados e o ruivo no máximo conseguia tirar os mais leves e mesmo assim, não se via o corpo da vítima. Após alguns minutos perdidos, enquanto seus dois parceiros buscavam libertar os presos, conseguia ver metade do rosto do homem, seu olho ainda estava aberto, mas parecia morto, seu corpo fora esmagado pelos escombros e pelo corpo do homem arremessado por Katt. Outro fato curioso, e que o inimigo também foi prevalecido com a retirada dos escombros o que podia ter sido uma péssima ideia do marinheiro.

Humanos, Minks e Tritões saiam das jaulas, todos gritando ou sorrindo, alguns buscavam simplesmente agradecer. Se tivessem um conhecimento maior, veriam que ali havia homens com prêmios por suas cabeças, revolucionários e bandidos, mas também havia gente inocente e crianças, fato que no fim das contas, era uma boa ação. Depois de tentar ajudar o morto, Calros voltava para Katt, que dava pouca atenção – Eu já imaginava – falava friamente, sem olhar para os prisioneiros sendo soltos – Eu vou espera-lo aqui, vocês levem os prisioneiros para fora do lixão – concluía, cruzando seus braços. Era possível ver os olhos levemente marejados da menina, o resto podia não entender, mas ela sentia que algo muito ruim havia acontecido com seu leão, seu único e melhor amigo.

Com a posição da sua capitã, restava a Calros ajudar na soltura do pessoal. Uma surpresa agradável, era ver sua aranha subindo por suas pernas até ficar no seu ombro, um pouco suja por ter se escondido, mas estava viva. Pessoas saiam correndo desesperadas pelo labirinto que o rodeava, mas a maioria se aglomerava para ver o que iria acontecer. Entre essas pessoas estava um conhecido do ruivo, Alexander estava ferido, havia um corte profundo em sua barriga com um curativo porcamente feito, ele não havia visto Calros e o mesmo também não havia lhe visto. Nos escombros que Calros havia retirado, o pirata movia seus dedos lentamente, e respirava baixo e inaudível, não era possível perceber isso.

Após finalizar o palhaço Katherine começava a vasculhar suas vestimentas em busca da chave para libertar os prisioneiros. Ninguém reclamou sobre essa ação. O restante do grupo esperava no corredor superior, ansiosos para irem embora, era nítido que algo de errado não estava certo. As chaves estavam dentro do paletó do homem, assim sendo, a jaula foi aberta e homens, mulheres e crianças saiam do local, o odor, aparência e força de vontade basicamente não existiam naquele grupo, pouca coisa os diferenciavam de animais.

As roupas estavam gastas e sujas, alguns não usavam sapatos, os olhos vermelhos e as unhas sujas pelo barro. Não havia muito o que fazer, aquelas pessoas não tinham força nem para agradecer, exceto por uma criança que se aproximava de Kath – Moça ... – a menina aparentava ter não mais que doze anos – Meu pai pediu pra entregar isso para a pessoa que nos salvasse – um saco marrom sujo era entregue para a revolucionaria – Ele está dormindo agora – apontava a pequena para o fundo da cela, onde podia ver um sujeito calvo deitado, não se movia, era nítido que já não havia ar em seus pulmões e a vida havia se esvaído do seu corpo decrepito.

Abrindo o saco, poderia ver um violino feito por Choris S. Brau, um famoso produtor de instrumentos musicais do Novo Mundo. Era possível saber disso pela sua característica assinatura “C.S.B” na parte inferior. O instrumento estava um pouco empoeirado, mas ainda sim era belíssimo. Destarte, era hora de partir, pois nisso, as pessoas iam subindo na base de metal e sendo levada até o corredor por Scarmander, que parecia preocupado por baixo da máscara, nenhuma palavra saia da sua boca.

Depois de alguns minutos, todos estavam fora daquele buraco, havia no total 16 pessoas, contando com os revolucionários. Todos caminhavam com rapidez, sendo liderados até a saída, e foi nesse meio tempo que ouviram aplausos – clap – um barulho repetida vezes – Scarmander, quanto tempo velho amigo? – a voz vinha do fundo do corredor, estava escuro e não podia dizer quem era ou o que era, mas Scarmander respondia – O que faz aqui Megaherz? – era possível sentir a tensão no ar, a saída ficava no rumo da voz, se quisessem sair precisariam passar ali, agora estavam na vantagem, aparentemente, tinha apenas um inimigo a frente, mas porque Scarmander estava tão tenso? Logo vão descobrir.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptySeg 09 Dez 2019, 03:09

Vamos fugir

Posts em Utopia - 16
Katt falava que não havia débito, eu não concordava com aquilo, ela havia me salvado mesmo que por qualquer outro motivo que não seja simplesmente me salvar. Mas não havia do que salvá-la ali agora e por isso me concentrei em outra coisa. Infelizmente, como havia imaginado, o homem estava morto. Resgatar os prisioneiros e fugir, era só isso que precisávamos fazer, mesmo assim a capitã parecia meio relutante em sair ainda. Bem, relutante não era a palavra certa. Ela não iria sair.

O motivo para isso era simples. Quando contei sobre o capitão estar vindo ela ordenava que todos fossem embora enquanto ela iria esperar pelo pirata. Adoraria ficar e ajudar, mas ser realista era algo necessário. Havia perdido para um subordinado de forma totalmente ridícula, Katt nem mesmo queria que eu estivesse ali, ela só me chamou caso não achássemos ele na base, foi o caso, mas acabei causando a vinda dele para o local de qualquer forma, então talvez ela até considerasse a minha ida positiva no final das contas. Independente disso, nós ali só serviríamos como distração para a capitã.

Com isso em mente, logo a responderia. - Ok capitã! - Diria já olhando em minha volta quantos eram mais ou menos. Alongaria meu corpo tentando fazer ele esquecer da dor e da tontura para pelo menos andar em paz.

Obviamente Helena seria a líder do grupo por possuir a patente mais alta. - Vamos pelo caminho que viemos? - Indagaria para Helena, mas provavelmente a resposta seria positiva, era o único caminho que sabíamos para a saída... - Deixa eu ver se o corredor está inteiro ainda. - Um pedaço havia despedaçado quando aquela criatura batera e fora soterrado. Iria então ainda no meio do meu alongamento, tentando fazer a cabeça voltar ao normal, e o corpo voltar a funcionar pelo menos para andar sem me rastejar, e observaria o estado do corredor.

Se o corredor ainda estivesse tranquilo, indicaria com a mão que dava para irmos pelo caminho que viemos. No entanto, caso não estivesse, teríamos duas opções: a primeira seria retirar os escombros e torcer para que não caísse mais nada; a segunda seria procurar outra rota de escape.

Sendo possível passar pelo corredor, seja retirando os escombros ou não sendo necessário. Iria na frente, falando em tom calmo para todos os prisioneiros. - Sigam-me. Com cuidado para não chamarmos atenção. - Isso se a própria Helena não me ordenasse ficar atrás ou segui-la ao invés de eu ir guiando.


Caso não seja possível passar pelo corredor

Precisaríamos de uma rota diferente e a primeira coisa que eu pensaria seria em perguntar. - Algum de vocês sabe uma possível rota de escape? - A indagação iria para qualquer prisioneiro que ouvisse, talvez algum deles soubesse, eu imagino que pelo menos um tenha entrado nesse local acordado, ou seria possível todos estarem desmaiados? Nessa incrível e minúscula chance iria olhar pela porta para o outro cômodo que existia.

Afinal, do corredor o pirata não havia vindo, mas isso também não indicava que ele estava somente descansando por ali e que não havia nenhuma saída por ali. Mesmo se não houvesse qualquer tipo de saída clara por ali, observaria o que havia por ali, os piratas guardavam o que por ali? Algum tipo de item importante? Isso me lembraria de algo, voltaria para o salão principal e falaria com a capitã. - Katt, o pirata estava com um mini den den mushi ou algum outro objeto que comunicou com o capitão. Se você pegar ele será que não consegue ouvir algumas ligações dos piratas sendo feitas? - Era só uma ideia que me surgia, não necessariamente ela seria útil, talvez o objeto estivesse quebrado graças aos escombros que caiu em cima do pirata.

Na sala do lado, veria se existia alguma saída ou algum outro caminho possível que poderíamos tomar. Se existisse, perguntaria para Helena. - Vamos arriscar por aqui mesmo? - Diria indicando o caminho que havia achado. Se o cômodo possuísse algum objeto diferente, como possível objeto de tortura, faria o possível para quebrá-lo enquanto andasse a procura da saída.

Se ele simplesmente levasse a bifurcações ou algo do tipo, a primeira ideia seria algo bem ridículo e útil. - Algum de vocês possuí um olfato mais apurado? - Indagaria não só para Noxus e Helena, como para os prisioneiros também. - Consegue falar para que lado fica o lixão? - Perguntaria sendo a minha única forma de imaginar, no momento, uma possível rota fácil para fora caso achássemos mais de um caminho.


Independente do caminho que seguíssemos, uma coisa era certa, estávamos em processo de fuga, tinha que ficar atento a qualquer sinal de perigo. O capitão pirata estava vindo para a base dele, existe a chance real de acabarmos esbarrando de frente com ele. Por isso andaria sempre atento e preparado para a luta. Durante todo o processo tentaria manter meu corpo alongado e aquecido para agir de imediato mesmo com todas as dores que eu estava.


Consumíveis:
 

Histórico:
 

Ficha para ajudar:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyTer 10 Dez 2019, 15:30

Choris
   

Ninguém se opunha as minhas ações para resgatar os prisioneiros e somente esperavam de forma ansiosa mostrando que algo ali estava errado. As chaves se encontravam no paletó do palhaço e um instante todas as pessoas que se encontravam encarceradas podiam sentir o doce gosto da liberdade. A situação que estavam era um tanto deprimente e sequer conseguiam me agradecer por estarem praticamente sem forças ”Está vendo? No fim ajudá-los valeu a pena” provocaria Azura com a minha escolha ”Não posso deixar de dizer que foi arriscado” essa era a única coisa que ela me dizia.

O meu objetivo ali era somente retirar os escravos de seu cárcere e não esperava ser recompensada por apenas cumprir o meu trabalho, mas no fim uma criança vinha até com um saco em mãos. Dentro estava um violino empoeirado de um grande produtor de instrumentos, apesar da sujeira ainda era possível ver que era lindo. A cor branca misturada com a preta realçava a sua beleza - Que pena pelo seu pai, mas vejo que você é obediente e forte sorriria minimamente buscando confortar um pouco a criança, afinal aquela era uma grande perda para ele. Antes de irmos para a base de metal, depositaria um beijo em sua testa numa forma de complementar o meu agradecimento havia ficado feliz com o presente ”Agora sim, você pode sair dessa arriscada vida de revolucionária” ela tinha que voltar a dizer isso ”Não diga besteiras, eu estou adorando fazer isso” responderia em seguida praticamente.

Fora questão de minutos para que nós saíssemos do buraco, em seguida seguiríamos para a saída do lugar com rapidez até que alguns aplausos interromperam nosso percurso. A tensão cobria o ambiente do corredor onde estávamos, talvez esse fosse o motivo de tanta pressa ou a preocupação com Capullo que provavelmente estava correndo perigo. Scarmander que não dissera nada anteriormente se demonstrava tenso com o aparente inimigo que ainda estava escondido nas sombras.  

Nesse instante eu olharia na direção do Coronel buscando explicações, porém a primeira coisa que faria era fazer um sinal para que as pessoas se mantivessem atrás de nós revolucionários - Fiquem atrás de mim e dos outros falaria num tom que todos pudessem ouvir. Em seguida questionaria meu superior - Quem é esse? estaria nesse momento curiosa para ter uma resposta do homem - Ele estava enfrentando o Capullo ou algo assim? seguiria com minhas perguntas. Mesmo sendo apenas um indivíduo, a tensão que rodeava o local não era normal ”Isso significa que vocês devem correr” chegava dizendo coisas covardes ”Fala sério, a gente não vai fugir assim” diria me irritando com ela. Me manteria atenta a qualquer movimentação hostil, me colocando em uma posição de luta esperando o que meus companheiros iriam fazer nesse momento.

Histórico:
 




Objetivos:
 




Spoiler:
 


Legenda e Status:
 


É o Choris:
 

O Megahertz que eu conheço:
 

Violino:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyQua 11 Dez 2019, 21:37

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UTOPIA - GRAND LINE - 17



Todos se organizavam da melhor maneira possível, correndo e formando o aglomerado para sair daquele local onde fedia a sangue e morte. Katt estava tensa e suava, fazendo ela limpar suas mãos na sua saia. Helena não tinha a personalidade de líder, mas procurava fazer o seu melhor – Por favor – dizia num tom mais baixo do que deveria – Vamos sair daqui, confiem em nós – o outro marinheiro, ajudava os mais fracos e carregava uma senhora sem uma perna em suas costas. Calros perguntava e recebia a confirmação com um aceno apressado com a cabeça da menina.

Tomando a frente, ele verificava o corredor. O local estava um pouco apertado pelas pedras que havia desmoronado, mas, conseguiriam passar ali em fila única. Helena caminhava até o local e fazia a segunda verificação, dando um sorriso para o ruivo, tentando passar a confiança que naquele momento, ela não possuía. Com a fila formada, Helena liderava e Noxus ficava na retaguarda, cabendo a Calros fazer a manutenção pelo caminho, caso precisasse.

O ruivo, podia notar um sujeito familiar entre os resgatados, sujo e com a feição coberta de poeira, mas mesmo assim, se forçasse a vista ou se aproximasse, conseguiria ver Alexander ali no meio. Não houve despedidas, Katt ficava para trás enquanto o restante fugia para fora daquele lixão. Todos adentravam pela caverna e seguiam. Podia tatear o medo pela respiração dos transeuntes, Noxus tentava manter a calma, mas sua respiração estava ofegante. Helena se lembrava daquelas criaturas verdes de antes, se aparecessem de novo, os civis estariam em risco.

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Katt estava levemente mais tranquila agora que todos tinham saído. Ela sabia que se fosse derrotada, Prosineck iria atrás do grupo e um massacre aconteceria, ela precisaria derrotar aquele pirata ali. Não demorou muito para passos serem ouvidos na escuridão, era possível ver dois olhos vermelhos brilhando e logo a figura do pirata aparecia. Segurava um machado, suas roupas estavam sujas de sangue e resto de corpos inimigos, não era possível ver seu rosto, encoberto pelo capacete, mas podia ouvir algo – Levante logo seu inútil – dizia, com a voz rouca – Eu cuidarei dela – a ordem era direcionada para seu subordinado, que agora se levantava dos destroços, ainda meio tonto – Sim – sussurrava – Irei mata-los, Capitão – pegando sua maça, seguia cambaleante para o grupo.

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Não havia tempo para responder as perguntas de Katherine. Megahertz encobria seu corpo com algum liquido prateado – Infortúnio lhe encontrar, mas não posso deixar alguém como você fugir – no local onde não havia braço, apareceu um, contudo, não havia mãos e sim uma espada. Usando o soru, o agente avançava para atacar Scarmander, mas esse usava seu poder e fazia as placas laterias do túnel se soltar e fazer um escudo. O barulho do golpe acertando o metal ecoava pelos ouvidos de todos, assustando os demais – FUJAM, ELE É MEMBRO DA CP8 – quando a frase terminou, as placas foram cortadas em duas partes e o homem aparecia, sorrindo da situação.

Recuar seria uma escolha a se fazer, contudo, havia os ex-prisioneiros e isso atrapalharia a movimentação. Os revolucionários olhavam para Kathe, ela como a segunda maior patente ali teria que escolher: Ajudar naquele pequeno espaço ou fugir e tentar algo diferente. O clash de golpes fazia poeira cair do teto do túnel apertado, pequenos tremores eram sentidos vindo de outro lado, parecia que tudo estava prestes a desmoronar.

Quanto aos marinheiros, sentiam os tremores com mais intensidade, pequenas pausas eram dadas pelo receio de tudo cair sobre suas cabeças. Helena liderava o grupo, mas parecia um pouco perdida, pelo que ela lembrava, deveriam chegar naquele local onde haviam massacrado aqueles seres. Contudo, tudo pareceu piorar quando uma voz familiar foi escutada – EIIIII – gritava – EU AINDA RESPIRO SEUS MERDAS – o sujeito de antes chegava até o grupo, suado e sujo, sua aparência já não era tão imponente quanto antes. Noxus girava seu corpo e erguia seus braços – Helena, leve eles – dizia de costas – Eu e Calros damos conta disso – falava o homem, enquanto olhava para o ruivo, buscando sua resposta. A iluminação era baixa, havia algumas tochas penduradas nas laterais.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 5 EmptyQui 12 Dez 2019, 01:24

E ele está vivo
Posts em Utopia - 17
Era possível passar pelo corredor, só que somente em fila única, o que era até normal dado o tamanho daquele estreito espaço. Helena foi na frente, Noxus ia na retaguarda e eu acabava todo desengonçado no meio do povo daquela fila. Graças a isso que acabei esbarrando com uma imagem que eu realmente não esperava ver por ali. - Alexander? - Indagava sem acreditar muito no que via. Não perguntaria se estava tudo bem, a resposta ali era bem óbvia.

Ele estava com um corte feio em sua barriga que me fez instintivamente colocar a mão em minha barriga. Não sei o que acontecera com ele, mas começava a sentir uma injeção de energia vinda de algo que provavelmente era raiva. Eu sentia dor de vê-lo daquela forma. Eu estou em débito com Alexander e EU não estava lá quando ele mais precisava de mim.

Vendo o estado em que ele estava minha mente logo se locomoveu para o local que ele estava preso. Aquele monstro literalmente estava cortando um homem para comê-lo e este seria o destino de Alexander se Katt não houvesse aparecido e salvado o dia. Se eu fosse mais forte e parasse aquele pirata tudo teria sido mais simples.

Quase como se com resposta a isso tudo que eu pensava acabava ouvindo aquele pirata gritando do ponto em que viemos. Ele havia sobrevivido até mesmo aquela queda de detritos? Minha mente começava a pensar no que viria a seguir. Eu já sabia o que aconteceria. Noxus até ajudava e gritava que eu e ele iríamos cuidar daquele monstro que me derrubou tão facilmente.

No dirigível foi sem querer. Eu havia matado três homens meramente por não acreditar que uma pessoa poderia morrer tão fácil com tiros dado por mim. Aquilo havia pesado em minha mente por um tempo. Imaginar Mona me julgando não era algo que ajudara, apesar de ter certeza que ela entenderia com o tempo. Só que agora a situação era diferente, aquele homem não pararia por nada. Ele já fora derrotado e esmagado por pedras e mesmo assim estava gritando que estava vindo. Meu corpo formigava só de sentir o que estava por vir.

- Pode seguir com Helena tranquilamente Alexander. Eles não sabem quem você é e eu não vou deixar aquele homem chegar até vocês. - Diria baixinho para Alexander apesar de nem termos conversado. Após essa fala, já respirando fundo olhando para o lado de Noxus. - Gwen. - Falaria, chamando a atenção de minha aranha. - Vá com Alexander e com Helena. Depois nos encontramos. - Ainda estava longe de eu poder treinar a aranha para ela ser útil em combate comigo.

Assim, aos poucos me guiaria para o final da fila indiana. - Ele é ainda maior do que eu. - Comentaria com Noxus quando estivesse ao seu lado. - Vai ter dificuldade de lutar nesse corredor, principalmente com a maça dele. - Complementaria. - Mas isso também vale para nós que estaremos um do lado do outro. - E na verdade imaginava que esse poderia ser o pior cenário para lutarmos, mas que escolha tínhamos? - Quer que eu seja a linha de frente? - Diria, basicamente servindo de escudo humano para aquele cara. Não sei se seria muito útil, lembrando que ele me derrubou tão fácil. - Ou quer que eu tente passar para as costas dele e assim o cercamos? - Me parecia o melhor plano mesmo que eu pudesse levar algum tipo de golpe por tentar ir para o outro lado.

Katt havia descrito Noxus como um caçador, na minha cabeça isso significaria que ele usaria armas de fogo, mas não sei quão perigoso isso seria naquele espaço apertado. Além disso, não via nenhuma arma, na verdade pelo tamanho do cara seria mais lógico ele socar o pirata igual eu tentaria fazer.

Não sei o que Noxus mandaria eu fazer na luta, afinal ele era meu superior, ele mandava ali na dupla. Mas basicamente, eu na frente, ou ele na frente, ou eu/ele tentando ficar do outro lado para atingirmos o pirata pelos dois lados. Essas eram as opções que eu conseguia enxergar em minha mente.

Para o primeiro caso, tentaria manter minha posição igual a que havia me nocauteado, só que obviamente mais atento agora a golpes absurdamente mais poderosos que viriam lateralmente. Quando o pirata estivesse se aproximando avisaria Noxus. - Ele está chegando. - E já partiria para o ataque.

Não queria nem saber de deixar aquele monstro preparar o ataque dele novamente. Iria com tudo, como aquele corredor não era dos mais fáceis de se ver alguma coisa, não tentaria mirar em algum ponto específico que ele pudesse estar mais machucado por causa do desabamento que ocorreu em cima dele, assim, partiria para o rosto dele. Chegando o mais rápido que eu pudesse ao seu alcance socaria o rosto daquele homem com todo o impulso que peguei para chegar até ele.

Se mesmo assim ele conseguisse atacar mais rápido do que eu, levaria meu braço para o lado do golpe da maça e o firmaria com toda a força que eu pudesse fazer mantendo meu movimento, pois literalmente ligaria o foda-se para o meu braço quebrar ou não, seguiria o meu movimento e socaria ele com meu outro braço. Era o impulso para acertá-lo em cheio. Eu precisava acertar aquele homem pelo menos uma vez antes de Noxus assumir a luta.

Com esse golpe encaixando eu tentaria socá-lo novamente agora com um uppercut em seu queixo para desorientá-lo um pouco naquele ambiente apertado. Para isso aproveitaria que era menor que ele e flexionaria rapidamente meus joelhos, e pegaria impulso com basicamente um salto para cima socando-o para cima.

Caso Noxus preferisse ficar na frente, iria me planejar para realizar golpes com uma distância maior. Não precisaria me preocupar tanto com a defesa nesse caso e por isso antes mesmo de ver o pirata já tomaria uma distância de Noxus e deixando os braços mais livres treinaria alguns socos rápidos com minha esquerda e com a minha direita. Queria que meus braços fossem rápidos como chicotes. Teria que aproveitar qualquer brecha que aparecesse na possível luta entre eles.

Quando o pirata aparecesse e eles começassem me aproximaria para uma distância que sabia ser a possível de acertar e tentaria aproveitar qualquer espaço que o pirata desse para lançar um possível soco nele. Como dependeria muito de o que ele deixaria aparecer como alvo não me importaria realmente de onde o acertaria. Desde que não fosse uma região muito dura, como, por exemplo, o cotovelo dele, iria acertar com a maior força que eu pudesse.

Nesta situação, caso eu notasse que em algum momento Noxus estivesse levando a pior, iria simplesmente puxá-lo por trás e assumir seu lugar. Utilizando os golpes que descrevi caso estivesse na parte frontal da batalha.

Para a última hipótese, pensaria em qual seria a melhor forma de rodeá-lo em um corredor tão apertado. Olharia para cima para verificar a altura que estava o corredor naquele ponto em que estávamos. Lembro que apesar de no começo ele ser tão baixo que era ruim para mim, depois ele acabou se tornando alto o suficiente para ficarmos mais do que tranquilo. Será que havia buracos nas paredes onde poderia me apoiar e altura o suficiente para que eu pudessr pular para a parte de trás do homem quando ele chegasse? Essa seria de longe a melhor situação possível, provavelmente pegaria ele de surpresa, mesmo que ele me visse, só de se virar para me acertar já acabaria fazendo Noxus o acertar.

Porém, se esse não fosse o caso, iria tentar simplesmente rodeá-lo na confusão que fosse à luta entre ele e o sargento. Para isso tentaria passar no lado que ele segurava a maça, pois assim não haveria como ele me acertar e acertar Noxus ao mesmo tempo, ou ele miraria em mim tentando me prensar contra a parede, ou miraria no sargento me deixando livre para passar.

Caso conseguisse assim ficar nas costas do homem, iria socá-lo sem dó, mirando principalmente na região da coluna vertebral da C1 até a C7, a leitura sobre anatomia humana me ensinou muito bem o que aconteceria com ele se eu o acertasse ali direitinho. Se ele se virasse em minha direção eu tentaria realizar os mesmos golpes que havia idealizado inicialmente, aproveitando que desta forma Noxus teria todo o espaço do mundo para acertá-lo.

Sempre que fosse acertado eu fecharia os dentes com força e tentaria aguentar a dor, não poderia desmaiar de novo. Se fosse necessário me socar para ficar acordado eu faria isso.


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