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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyQua 25 Set 2019, 17:29

Esconde-esconde

   
A “criança” era realmente estranha até porque rapidamente mudava o seu humor novamente e facilmente aceitava brincar comigo de esconde-esconde. Ele realmente era um usuário de Akuma no mi, o que poderia vir a ser preocupante mais a frente caso ainda tivesse que lutar com ele ”Eu vou acabar tendo que dar uma lição nele” dizia de forma pensativa.  Battos e Charlotte sorrateiramente conseguiam aos poucos abrir a porta, tendo uma oportunidade maior ainda quando o menino saía saltitando pela escuridão - Eu vou ter pode ficar tranquilo diria de forma sorridente nesse momento - Tentem não fazer muito barulho com essa porta aí falaria uma última coisa antes de sair também pela escuridão. Depois de algum tempo eu me deparava com uma placa de metal que estava no solo e na parede que ela antes estava havia um buraco grande o suficiente para que pudesse passar por ele. Seguiria por dentro dele, era um local um tanto apertado e eu tinha que inclinar o corpo um tanto para conseguir andar corretamente por ele, mas nada que não pudesse fazer. A abertura me levava até o fim da caverna, onde da ponta há uma distância considerável havia um guarda com cabelos guardando uma cela com pessoas totalmente sujas e ainda mais há frente estava o menino escondido atrás de uma pedra ”Vou ter que de alguma forma atrair essa criatura até aqui” era o que estava pensando no momento.

Começava a pensar em algumas possibilidades a serem usadas por mim, talvez chamar sua atenção fosse o mais fácil o problema verdadeiro poderia estar no que faria em seguida. Assim eu voltaria pelo buraco e tentaria seguir por uma outra direção que pudesse me levar de volta até onde estava a cela. Caso encontrasse um caminho alternativo passaria para o próximo passo, apanharia uma das pedras do chão e jogaria próximo ao ser para atraí-lo até a mim procurava evitar que o menino me visse lutar ele para não acabar tendo uma outra mudança repentina em seu humor. Se meu plano funcionasse e ele me visse iria sem perder tempo em sua direção - Então, é você que está mantendo essas pessoas presas? não diria em um tom muito alto para chamar atenção. Visualizaria as partes superiores do tronco do meu inimigo, assim miraria um chute na cabeça diretamente ou então no pescoço para fazê-lo se chocar contra a parede da caverna. Se de alguma forma ele resistisse ao primeiro ataque, faria um giro para ataca-lo novamente com a parte de trás do pé também na altura do crânio para levá-lo até o chão. Se em algum momento fosse atacada com a adaga que ele antes brincava, recuaria um tanto para trás e jogaria o meu corpo para o lado deixando ambas as pernas esticadas para lhe passar uma rasteira enquanto caía.

Caso esse embate se resolvesse rapidamente, buscaria por coisas dentro dos bolsos do ser principalmente se ele tinha alguma chave consigo já que estava guardando a cela. Se conseguisse encontrar algo, primeiro iria encontrar o garoto para fazê-lo sair dali ou então dar alguma abertura para que ele pudesse sair dali sem que o “visse” - Onde será que ele está!? fingiria estar procurando ainda. Se ele não saísse dali iria em sua direção - Bom, a tia te achou e agora você tem que me procurar diria sorridente - Pode ir até aquela direção, se vire de costas e conte até 30 está bem? manteria o sorriso enquanto apontava para um local qualquer um tanto distante dali. Feito isso iria na direção da cela abri-la com a chave - Pronto, vocês estão livres agora diria - Vocês conseguem andar? Querem alguma ajuda? Temos de ser rápidos para sair daqui me ofereceria para ajudar - E aliás, quem são vocês? Como se chamam? faria um questionamento final.

Se não conseguisse encontrar outro caminho, ainda dentro do buraco procuraria pelo meu violino - Aqui está diria quando o encontrasse. O objetivo era tocar uma música para fazer com que o ser saísse de perto da cela e fosse buscar pela origem do som se distraindo por alguns momentos. Esperaria por um momento até que ele parasse exatamente em uma posição próxima a minha, a ideia era cair em cima dela com um chute que teria seu impacto aumentado por eu estar acima dele ”É agora!” diria momentos antes do pulo. Poderia ser um pouco arriscado, mas se obtivesse êxito poderia nocauteá-lo de uma vez ou então deixá-lo debilitado para sofrer um chute giratório em seguida ”Você é mesmo louca!” ela novamente aparecia para me criticar ”Não, eu só estou pensando numa forma de acabar com esse cara” responderia com um pouco da minha paciência com ela perdida. Isso de certa forma, me lembrava de quando ainda estava com meus antigos companheiros onde tive que chamar a atenção de alguns homens que guardavam um depósito. Eu torcia para que as coisas continuassem dando certo para não acabar tendo alguns problemas maiores que sequer poderia confrontar de frente.

 
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyQui 26 Set 2019, 08:48

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UTOPIA - GRAND LINE - 10



A dupla via o sinal e resolvia avançar, afinal, o que podia dar errado? Helena, talvez por ser mais experiente que o jovem marinheiro, relutava em seguir, mas seu pensamento era o mesmo de Calros, não havia motivo para o prisioneiro tentar engana-los. O teto do corredor era alto, mas era logico que não havia buracos, estava apenas alguns metros acima das suas cabeças. Quando o sujeito havia feito o sinal para eles avançarem, ambos se olhavam, mas estavam num ponto que recuar não era uma opção, por isso, seguiam com calma e graciosidade, caminhando na ponta dos pés.

O prisioneiro continuava a sinalizar para avançarem e assim, chegavam até o final do corredor, dali poderiam olhar de canto como era o local. Podiam notar que era um lugar espaçoso, o teto estava uns oito metros acima. Era como uma grande gaiola, com várias celas isoladas. Podia notar que muitas ocupadas, viam braços entre as grades, além do murmúrio daquelas pobres almas. O cheiro ali era diferente, não fedia a esgoto, era algo mais forte, mais palpável, sangue talvez? Não podia ter certeza.

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Todavia, no canto, do lado de uma mesa de pedra, havia uma criatura enorme, de 4-5 metros, segurava uma faca e parecia estar cortando uma pessoa deitada na cama. A criatura vestia apenas um saiote e não usava nenhuma camisa, não possuía nenhum pelo no corpo, tinha mãos anormais de grandes e braços longos e grossos que chegavam até o joelho, era claramente uma criação de Fish. Olhando para o outro lado, podia ver uma porta que deveria levar para outro lugar, mas não sabia aonde. Havia celas sobre celas e uma escada de pedra que levava para algo parecido com o segundo andar. Tinha quatro fileiras de celas, com 8 em cada andar.

Helena seguia para o prisioneiro que haviam chamado eles, mas Calros corria em direção ao carcereiro, saltando e acertando um soco na sua nuca, o ruivo não conseguia saltar para acertar a cabeça. Ao dar o soco, sentia sua mão estralar e uma dor surgir, por pouco seu pulso não torcia. A criatura não movia um centímetro, simplesmente se virara – Anh? – ao virar, podia ver sua boca enorme com vários dentes faltando. Seu nariz era maior que o normal, o que chamava atenção, era que aquilo não tinha olhos – snif snif – puxando o ar pelas narinas, tentava sentir o cheiro de algo novo – YAHHHH – erguendo seu punho, um soco duplo de cima vinha para cima de Calros, que naquele momento, ele perceberia que tinha cometido um grande erro.

Helena por outro lado, se aproximava da cela e podia ouvir a pessoa – Meu deus, aquele ruivo tem problema mental? – ambos pareciam chocados – Aquela criatura é burra, ele não enxerga, era só a gente roubar as chaves que ele deixa naquela pochete – falava o sujeito, que tinha voz masculina, ainda não podia ver sua face – Agora os piratas vão escutar o barulho e voltar – terminava de falar, quase indignado com a situação. Helena revirava os olhos e tirava uma flecha da aljava, agora teriam que terminar com aquele guarda, ou as coisas iriam por água abaixo.

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Do outro lado, Katherine via o menino e um sujeito de cabelos verdes logo abaixo. A major tentava uma rota alternativa, mas rapidamente percebia que não tinha outra, senão aquela em que estava. Notando tal fato, surgia uma ideia em sua mente; retirando seu violino das costas, começava a tocar uma melodia no intuito de ludibriar o sujeito la embaixo. De fato, ele levantava a cabeça e ficava mais atento, segurava sua adaga e olhava para todos os lados. Vendo esse embrolio, Katherine saltou para acerta-lo com um chute poderoso, doravante, foi facilmente esquivado com um simples passo ao lado – HAHAHAHHAA olha só – dizia o homem – Uma bela dama – colocando os olhos no sujeito, ele possuía a boca cortada até as orelhas e um sorriso horripilante – O que faz aqui gatinha? KYAHAHAHAHA – diria em meio a gargalhadas, trocando sua adaga de mãos rapidamente.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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Vincent
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyDom 29 Set 2019, 11:43

Lutando contra o Coringa  
   Não havia um outro caminho que eu pudesse utilizar e dessa forma era obrigada a utilizar o meu plano B para derrubar o guarda. A minha música conseguia chamar a atenção do homem, mas na hora do chute ele facilmente se esquivava saltando para o lado e dessa forma o meu plano falhava miseravelmente. As coisas até então estavam estranhas, afinal só havia encontrado seres deformados de alguma forma - Eu estava brincando de esconde-esconde com um menino, mas parece que ele não está por aqui falaria a verdade de forma sorridente - Então, acho que vou me divertir um pouco com você diria em seguida me colocando em uma posição de luta - Tenho algumas perguntas em relação aquelas pessoas ali, então espero que consiga falar depois que eu bater nessa sua cara feia apontaria na direção da cela e em seguida o provocaria.

Teria de tomar cuidado com seus movimentos já que ele movimentava a adaga entre as suas mãos de forma rápida e isso poderia indicar que suas habilidades com a arma eram no mínimo razoáveis. Por esse motivo eu tomaria a ofensiva, recuaria alguns passos para trás visando ter uma maior distância para correr e assim consequentemente conseguir atingir minha velocidade máxima em meio ao disparo para atingi-lo com um golpe forte na primeira tentativa. Aos poucos eu começava a ficar mais animada por estar em uma luta e se esse fosse um oponente que se demonstrasse forte as coisas somente melhoravam para mim - Tente não acabar sendo derrotado no meu primeiro golpe! diria de forma provocativa. Correria em forma de ziguezague para ocultar o lado em que atacaria até que estivesse a uma distância considerável, dessa forma o meu êxito provavelmente seria muito maior se deixasse em tanta evidência. Quando estivesse a uma distância considerável saltaria na direção do meu inimigo para realizar um Guyver kick, chute realizado juntamente de um giro onde propositalmente erra-se o primeiro com a perna esquerda para pegar o oponente de surpresa com a perna direita, no intuito de surpreendê-lo. Recuaria assim que atingisse o chão novamente, mas sem dar tempo para que ele pudesse se recuperar avançaria novamente com mais um giro junto de um salto realizando um Turning Kick 360 na altura da cabeça. Para finalizar meus movimentos realizaria um chute frontal contra o peito dele com maior foco na utilização do calcanhar na hora de atingi-lo.

Se eu não tivesse tempo para ser a primeira a atacar ou então tivesse que me esquivar após a minha sequência de movimentos ofensivos recuaria alguns passos para trás. Se ele tentasse me atacar diretamente com sua adaga, procuraria andar para o lado direito jogando parcialmente o corpo buscando deixar um espaço para que pudesse contra-atacar com uma rasteira, isto é, no caso da primeira opção onde ainda não havia atacado. Diferentemente de uma espada, uma adaga certamente requeria uma aproximação maior e dessa forma tentaria manter uma distância considerável dele para aproveitar minha habilidade com o tempo contando a duração dos seus movimentos, com isso poderia aumentar ainda mais a precisão das minhas esquivas. Caso ele cogitasse algum golpe pela diagonal andaria para trás a cada golpe e quando encontrasse alguma brecha, utilizaria de um giro para sair de sua frente ficando ao seu lado ou atrás de si para um novo contra-ataque, para esse momento chutaria a lateral do seu corpo. Como uma outra forma de atacar e contando que já sabia o tempo de suas ações, faria uma finta onde fingiria que me movimentaria para a lateral quando na verdade iria em sua direção em linha reta próxima o suficiente dele miraria uma joelhada em seu plexo solar. Se ele tentasse um golpe na horizontal, me abaixaria para jogar o corpo para o flanco emendando um rolamento também para aumentar a eficácia da minha esquiva.

Guyver Kick:
 

Turning 360 Kick:
 

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Spoiler:
 
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyDom 29 Set 2019, 14:22

Duro como pedra
Posts em Utopia - 11
Eu estava certo em confiar no prisioneiro, mas infelizmente não podia simplesmente salvá-lo em paz, a grand line não deixaria a vida ser tão fácil. Quando cheguei ao fim do corredor e olhei para as outras direções acabei vendo um ser grotesco e gigantesco aparentemente fatiando um ser humano ou preparando para isso. Tinha que fazer algo e fui socá-lo. Infelizmente ele era duro como uma pedra e a única coisa que eu senti é que a minha mão iria quebrar.

O ser gigantesco então virou-se em minha direção e eu percebi que ele não tinha olhos. Até porque ele aspirou o ar como se não houvesse amanhã para sentir onde estava a minha posição. Quem diria que um bicho usaria o cheiro nesse lugar, até pouco tempo atrás o cheiro deixaria qualquer um louco e agora era usado contra mim. - Consegue acertar o nariz dele? - Perguntaria para Helena rapidamente.

Para o ataque vertical que estava vindo em minha direção, tentaria desviar me jogando para o lado em direção de qualquer uma das celas, dependendo de qual estava mais perto. Agarraria a barra da cela para me manter em pé mesmo tento me jogado com toda a força que podia. Se houvesse alguém dentro da cela que agarrei diria rapidamente. - Vá para o fundo. - E então olhando para o bicho falaria. - Ei, tente me acertar de novo. - Falaria já preparando meu pé para dar um impulso lateral para me esquivar, todo meu foco estaria simplesmente no impulso que tentaria dar para o lado, da mesa, quando ele fosse tentar me acertar.

Se conseguisse, ele provavelmente acertaria a grade da cela e a abriria, ou no mínimo bateria inutilmente na grade, o que já mostrava que ele não era absurdamente forte, só absurdamente duro. Conseguindo teria chegado com sucesso ao lado da mesa, e nela olharia para o ser humano que aquela criatura estava fatiando, se já estava viva ou não, afinal, algum ser estava gritando até pouco tempo. Caso o humano estivesse vivo tentaria observar rapidamente qual dano ele havia levado, se estava sangrando muito ou não, nesse caso me concentraria simplesmente no humano, por não possuir muito tempo e não saber quão eficiente outros ataques seriam no gigante.

Com isso tudo feito, tentaria recuar na direção do corredor, mas não entraria nele se fosse possível simplesmente ir direto até lá. Se recuando ele tentasse me atacar de forma horizontal iria me jogar na direção do corredor fazendo uma “ponte” com meu corpo rapidamente e iria então usar as pernas para me impulsionar para trás, onde por um instante elas passariam por cima de meu corpo e poderia então ir para trás com sucesso. Se assim conseguisse iria retirar o vinho vencido de minha mochila, se ele usava o cheiro para me ver, o vinho ali seria um bom jeito de me proteger. Abriria a garrafa e jogaria pelo chão e um pouco em minha roupa, jogando no final a garrafa aberta para um dos lados para ela quebrar e liberar o cheiro.

Para o caso de recuar e ver um golpe vertical indo em minha direção, iria novamente me jogar para o lado da forma mais absurdamente rápida que eu pudesse, só que agora na direção da cela do outro lado. Se ele não tivesse quebrado a cela anterior simplesmente não adiantaria muito fazer algo usando o ser em si a força. Ele era o guarda, então as chaves estariam ou na pochete do tronco principal ou nas bolsinhas menores na cintura, independente do caso teríamos que acabar com esse bicho gigante para liberar os prisioneiros.

Como teria desviado verticalmente e percebi que por enquanto não valia a pena atacar, eu tentaria só verificar se os tiros de Helena estavam sendo efetivos. Um tiro de flecha perfura muito mais que meu soco, talvez quebrasse um pouco a resistência absurda que essa criatura tinha, principalmente se ela acertasse o nariz dele como eu pedi. Precisava de outro tipo de arma para machucá-lo e por isso tentaria me aproximar da mesa para pegar aquela faca que ele estava usando para fatiar o humano.

E se isso fosse possível, tentaria verificar o que mais estava na mesa além da faca, e claro, do humano ali.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyTer 01 Out 2019, 09:23

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UTOPIA - GRAND LINE - 11



Na caverna escura, podia notar o fogo do espirito de Katherine que não recuava ao ver seu horrendo inimigo, pelo contrário, ela parecia animada ao saber que teria um combate para resolver. Dizendo algumas palavras para intimidar o palhaço, conseguia arrancar alguns sorrisos deles é verdade, mas só isso. No fundo, o garoto colocava sua enorme cabeça para fora da pedra e olhava desconfiado para a luta que ia se desenrolar, o mesmo acontecia dentro da cela, as pobres almas agarravam as grades e sequer piscavam, o destino delas estavam nas mãos daquela mulher.

Tomando a dianteira, recuava alguns passos para ter um espaço maior de ação e avançava em zigue zague, ocultando sua real intenção com seus movimentos; O palhaço lambia seus lábios sujos, erguendo seus punhos, ainda segurando a adaga na mão direita, ele ria da cena. Estando próximo, a Major usava sua noção exata de tempo, maximizada pela sua acrobacia para saltar e atacar com sua perna esquerda, que era desviado com facilidade pelo palhaço, que ria – Errou sua put... – antes de terminar a frase, outro chute acertou em cheio no seu nariz, que no mesmo momento começava a sangrar.

Ao tocar o solo, a bela mulher recuava alguns passos, mantendo uma certa distância do alvo. O palhaço cambaleava, mas não caia, tocava seu nariz, vendo o sangue. Kathe sabia que aquilo não bastaria para derrotar o sujeito, por isso, avançava novamente para acabar com aquilo. Girando seu corpo no ar, acertava o chute no peito do homem, mas fazer dois movimentos parecidos contra aquele sujeito era um erro cometido apenas uma vez, quando o calcanhar vinha de cima, o homem usava sua mão livre para agarrar a perna da mulher – Voe pequeno pássaro – como se a garota não pesasse nada, o palhaço arremessou-a contra a parede de pedra.

Suas costas batiam no solo pedregoso e escorregava até o solo. Sentia a dor irrompendo seu corpo, mas nada muito grave, era apenas a dor do impacto em sua lombar. O sujeito de cabelo verde se aproximava para degolar a garota, que tinha pouco tempo para se levantar e terminar com aquilo. Enquanto isso, seus dois companheiros lutavam para abrir a porta, até que finalmente conseguiam, usando a espada como alavanca, a porta de metal caia para dentro da sala. Lá dentro, havia folhas, mapas, e uma variedade de objetos estranhos, o melhor era o molho de chave pendurado num prego acima.

Quem estava com problemas maiores era Calros, que saltava para o lado fugindo do soco que vinha em sua direção. O golpe acertava o chão e levantava uma pequena nuvem de poeira em meio aquele lugar já abafado. Ao esquivar, batia a lateral do seu corpo contra uma das grades, e por pouca não caia em seguida, podia sentir um desconforto no seu braço direito, mas nada demais. Helena nem respondia a pergunta do ruivo, sacando uma flecha, atirava para acertar o nariz da criatura e de fato acertava, causava apenas um risco e uma gotícula de sangue escorria do local, o carcereiro sequer virava para o lado de Helena, inspirava outra vez e seguia para o lado do ruivo.

Ainda próximo a cela, o jovem marinheiro tinha um plano em mente. Quando o soco vinha em sua direção, saltava novamente para o lado, tentando se esquivar do soco da criatura, doravante, o rapaz não era rápido o suficiente, sentia seu braço direito sendo apertado contra as barras de ferro. A criatura era forte e dura, mas as barras eram de aço puro. No mesmo instante sentia seu braço formigando e uma dor incomoda pelo impacto, mas não sequelas daquele primeiro golpe.

Correndo da luta, ia direto para a mesa de abata. Helena, atirava outra flecha, acertando próximo ao ouvido, é novamente, fazia um pequeno machucado na pele. A criatura seguia o rastro de Calros até o local; O ruivo olhava para a pessoa na mesa, podia notar que era um homem magro, com cabelo preto e barba por fazer, mas isso não chamava atenção, seu abdômen estava aberto, podia ver com clareza seus órgãos internos, o sujeito estava vivo, mas não por muito tempo. Na mesa, havia a faca (que mais parecia uma espada) um prato e uma colher de madeira, nada além disso.

Vendo que não conseguiria machucar a criatura de forma comum, ambos recuavam um pouco. Helena ia para o mais longe possível do bicho e Carlos ficava próximo ao corredor. O carcereiro então seguia o ruivo. Ele era lento, mas para o seu tamanho, se movia muito bem. Chegando próximo ao marinheiro, atacava com um golpe horizontal, que fora facilmente esquivado com um salto para dentro do corredor, contudo, as mãos do guarda acertavam a parede de pedra, causando um leve desmoronamento sobre Calros. Pedras da lateral se soltavam e caiam sobre ele, rapidamente, sentia a dificuldade em respirar pelo peso sobre seu abdômen, além da nuvem de poeira que o impedia de inalar oxigênio puro.

Aquele animal levantava as duas mãos para esmagar Calros e enterra-lo ali mesmo, quando uma voz diferente era escutada – EI, SEU BICHO BURRO – era uma voz masculina – QUER SOTERRAR TODO MUNDO, DEIXE OS PELE VERDE EM PAZ – ordenava a voz. Helena se escondia na penumbra, por isso não era vista, a criatura se virava para o sujeito novo, mas não dizia nada, contudo, também não se movia, apontava do melhor modo que podia para o túnel – O que? – questionava – Caralho, de todos do bando, eu tinha que ficar aqui – retrucava o homem, indo para onde Calros estava levemente soterrado.


ENQUANTO ISSO NA SUPERFÍCIE

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Um homem grande, se aproximava do lixão. Usava um terno sujo da cor preto, seu braço direito tinha sido decepado e no local, havia apenas o cotovelo para cima. Ele caminhava até onde os revolucionários haviam entrado, não podia ver seu rosto, pois o mesmo usava um capacete em sua cabeça.

O homem parecia apressado e até mesmo cansado, mas parou ao ver Capullo – Quem diria, um sujeito tão famoso aqui no lixão – a voz era distorcida pelo capacete e parecia num tom sarcástico, que Capullo preferia não responder – CP8 – sussurrava, enquanto se levantava e erguia o casulo ao redor do seu pescoço – O que faz aqui? – perguntava o rapaz, se preparando para o combate. O homem de terno ria da situação – Preciso de um braço novo, dizem que aqui em baixo tem algo para ajudar – terminando a frase, um liquido metálico escorria pelo seu cotoco, formando um braço de algum liquido estranho – Seu chefe está aqui também? Quero muito revê-lo – terminando a frase, ambos saltavam para o embate.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptySab 05 Out 2019, 17:07

Vem Tranquilo  

   
Todas as atenções estavam voltadas para a minha luta contra aquele palhaço já que ao fundo era possível observar que o menino saía de seu esconderijo e que os prisioneiros passavam a estar mais atentos com o que acontecia ali. O embate se iniciava com meus movimentos e assim conseguia enganar meu oponente com o guyver kick - Vamos lá, mais feio você não fica! era o que tinha dito quando tivesse recuado para realizar a outra investida. Infelizmente os meus golpes seguintes não davam tão certo quanto o primeiro que até mesmo o fizera cambalear um pouco, ele tinha força o suficiente para agarrar minha perna e me lançar contra a parede pedregosa da caverna. A dor vinha praticamente de imediato, mas eu sequer possuía algum tempo para reclamar da minha situação até porque o homem se aproximava com sua adaga e teria de ser rápida para realizar algo ”Você se colocou nessa situação perigosa idiota, podia ter simplesmente deixado esse moleque para trás” Azura parecia um tanto irritada ”Não posso ir embora agora já que salvar essas pessoas é a minha missão” responderia de imediato.

Teria de aproveitar todo o tempo que tinha para fazer uma série de movimentações evasivas, eu primeiramente realizaria um kip up onde recuaria parcialmente o tronco num quase rolamento e utilizando ambas as mãos jogaria as pernas para cima. Evitaria perder tempo enquanto estivesse de pé, logo realizaria um giro andando em direção a esquerda e dependendo de sua proximidade já estaria com um contra-ataque em mente. Manteria a perna destra a frente do corpo, assim utilizaria a perna esquerda como apoio para a rotação que realizaria e em seguida chutaria com a perna direita. Esperava pegá-lo com a guarda baixa nesse momento, com isso visaria atingir alguma área do pescoço para cima que pudesse levá-lo até o chão imediatamente ou então somente fazê-lo sentir muito mais o ataque que antes. Não queria que ele tivesse tempo para respirar e conseguir se recuperar, forçaria o mais rápido possível uma nova aproximação jogando meu corpo contra si e lançando o joelho contra o seu rosto. Por fim, se mesmo assim ele se mantivesse de pé eu tentaria lhe passar uma rasteira já que muito provavelmente estaria no chão por conta do último golpe e talvez próxima a ele - Toma essa! comemoraria logo após finalizá-lo com meu ataque final.

Em um cenário onde não tivesse muito tempo para me movimentar rolaria para o lado direito buscando estar distante dele novamente e assim poder levantar tranquilamente. Se ele tentasse uma estocada visaria dar mais passos para os lados acompanhados de alguns giros, buscaria utilizar o solo para enganá-lo. Era importante também continuar usando minha noção exata do tempo para saber o tempo de seus golpes e dessa forma maximizar minha eficácia nas suas brechas. Caso ele tentasse um golpe na diagonal alternaria os meus passos tanto para esquerda quanto para a direita em diferentes momentos que me fossem propícios, aproveitaria também para movimentar o tronco parcialmente acompanhando as pernas. Um ataque na horizontal me forçaria a abaixar ou então jogar todo o corpo para uma das laterais acompanhado de um rolamento. Teria também de estar preparada caso ele novamente tentasse me arremessar contra as paredes da caverna, com isso me atentaria aos movimentos da sua mão e puxaria a minha perna o mais rápido possível quando errasse alguma ação procurando evitar novas brechas.
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyQua 09 Out 2019, 00:55

O que fazer?
Posts em Utopia - 12
As minhas escolhas com certeza não foram as melhores no quesito segurança pessoal, mas agora eu havia visto que o homem em cima da mesa de cirurgia estava vivo, por pouco tempo, mas ainda estava vivo. Isso é o que se passava pela minha mente enquanto perdia o ar por estar sendo literalmente soterrado.

Minha primeira ação ali era óbvia, iria fazer toda a força que eu podia para retirar o escombro de cima de mim, e, assim, voltar a respirar normalmente. O que poderia fazer ali naquela situação? Meu braço doía com o golpe daquele brutamontes, mas para piorar alguém que conseguia mandar nesse brutamontes havia aparecido, sendo que o homem ainda estava respirando em cima daquela mesa.

E que situação que aquele coitado se encontrava, não havia visto a cena ocorrendo de fato, mas só minha imaginação já me deixava meio nauseado. Aquele homem ia ser literalmente comido vivo por aquela abominação que as flechas de Helena não conseguiram machucar. Mesmo se por algum milagre eu machucasse aquele monstro, o que faria com aquela vida que está quase acabando? Ele precisava de sangue e de seu ferimento fechado. Não sei fazer cirurgia, mas sei costurar... será que existe alguma agulha e linha por aqui? Se experimentos são feitos talvez existam, é difícil saber.

Com todos esses pensamentos em mente, algo mais importante acabava invadindo e fazendo tudo isso sumir, o chefe desse brutamontes estava chegando. Se eu conseguisse retirar os escombros a tempo de cima de mim, iria me colocar de pé o mais rápido possível, já em posição de luta, tentando ignorar a dor de meu braço direito. Será que ele havia quebrado? Aquele bicho conseguiu quebrar a parede, mas não conseguira quebrar meu osso?

Quando o homem aparecesse eu não podia fazer nada além de conversar naquele primeiro momento. - Olá, como vai? - Perguntaria, só puxando papo e recuando um pouco mais adentro do corredor. O final do corredor era numa altura que aquele gigante não entraria, seria bom pelo menos para uma batalha de um contra um ao invés de dois contra um, sendo principalmente aquela criatura um desses dois. Sei que Helena estava por perto, mas acho que ela seria esperta de simplesmente vazar e não se meter nessa confusão que nos meti.

Se ele me respondesse, nem que de forma irônica, iria falar. - Eu já estive melhor... - Queria ganhar tempo para analisar o que o meu novo adversário estaria utilizando como arma. Pela fala dele claramente era do grupo que eu estava atrás, então agora só me restava tentar prendê-lo, acabar com o gigante e salvar o homem, sinceramente, não sei qual me parece mais impossível nesse momento. - E esse seu amigo gigante, ele é meio forte né? Você está de parabéns por ele te obedecer. - Falaria ainda ganhando tempo, o homem parecia meio entediado por ter ficado, seria um jogo de sorte, ou ele gostava de falar ou lutar.

Duvido que falar seja a preferência e por isso, já adentrando no corredor e falando com ele, sempre ficaria atento para realizar um pulo para me esquivar de qualquer golpe dele, esse pulo não precisa ser algum tipo de maestria de esquiva, até porque no corredor isso não seria possível. O objetivo era mais simplório, queria diminuir o dano máximo que poderia tomar e meu pensamento seria próximo do anterior.

Usaria meu braço direito, mesmo sabendo que estava doendo e muito, para me ajudar a empurrar e ir para o lado o mais rápido possível. Assim com meu braço esquerdo tentaria socar o rosto ou o tronco desse meu novo possível adversário. Qual seria o alvo prioritário? Dependeria do golpe dele, se fosse algum golpe que o fizesse abaixar um mínimo que seja ou se encurvar, como realizar um golpe vertical descendente com uma espada, realizaria um cruzado em seu rosto, visando prensar a cabeça de meu adversário contra a parede do corredor. Já para golpes onde ele acabaria por ficar mais ereto, realizaria um uppercut em sua barriga, tentando acertar seu plexo solar, quem sabe assim não igualaria a falta de ar pelo menos.

E claro, se acertasse, eu repetiria o movimento outra e outra vez, seja em sua cabeça, seja em seu tronco. Visando ou desmaiá-lo ou pelo menos retirar todo o ar que havia dentro dele.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptySeg 14 Out 2019, 00:45

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UTOPIA - GRAND LINE - 13



Do lado revolucionário, a luta se desenrolava freneticamente. Katherine estava ao chão, coberta de poeira e pequenas pedras que haviam caído sobre si, suas costas doíam, mas não ao ponto de impedir seu movimento. O palhaço ao fundo, cheirava sua mão, como se sentisse um prazo doentio naquilo. Ainda mais ao fundo, atrás da pedra, era possível ver a criança olhando de canto para a luta, sua cabeça enorme era um chamativo, o pequeno sem perceber, estava ficando próximo a jaula com os presos, assim, um deles se aproximava, sorrateiramente do garoto.

Se levantando de forma rápida, a Major buscava acabar rápido com aquela luta. Ao ficar em pé, avançava contra o palhaço, que esperava o golpe, era um lutador experiente e isso ficava claro na sua postura. Girando seu corpo de forma gloriosa, mirava acertar um chute na região do pescoço do gatuno, mas ele não cairia naquela situação novamente. O jeito de lutar de Katherine era previsível, tendo em vista que seus golpes buscavam a parte superior do corpo, o palhaço erguia seus braços ao lado do rosto e conseguia bloquear de forma simples o chute, logicamente, sentia a dor em seu braço e por pouco não soltou a adaga, mas ele não segurava a gargalhada, ria enquanto bloqueava os golpes.

O chute fazia o homem cambalear para o lado, mesmo bloqueando a força do giro era maior, a gravidade era algo incrível, doravante, suas pernas abriam num compasso maior e ele se mantinha de pé. Ao recuar suas pernas, Kath não cessava seu avanço, saltava para atingir o rosto do palhaço com uma joelhada. De fato, sua guarda era fraca ali, a menina era veloz e o golpe entrou com perfeição – crack! – o barulho do nariz quebrando era audível. O palhaço caia de costas no chão, obviamente, ria muito. O sangue jorrava em seu rosto e caia em seus cabelos – Papai! – de trás da pedra, a criança erguia, olhando para a figura paterna no chão.

O homem levantava e fazia sinal para a criança permanecer no canto –Calma pivete, seu velho está indo bem aqui – ao falar, o sangue do nariz entrava em sua boca, uma saliva vermelha começava a escorrer – Eu vou matar essa pu... – antes de terminar a frase, um braço saia da escuridão e pegava a criança – BAM! – o barulho do corpo dela sendo prensada na grade – Isso é por ter matado meu marido – a voz era feminina, com certeza. Colocando o outro braço para fora, um barulho que ninguém gostaria de ouvir ressoava pelo local, um sonoro crack, mas desta vez, não era um nariz e sim um pescoço.

O corpo da criança caia no solo, completamente imóvel – NÃOOOOOOOOOOOO! – gritava o palhaço, desta vez, completamente louco, virava as costas para a Major e caia ao solo, ao lado do corpo do filho. Lagrimas caiam dos seus olhos, sua alma estava se quebrando. Por outro lado, sua guarda estava completamente aberta, um chute simples o derrotaria, se tivesse a força certa, mas o dilema não era esse, Katherine teria coragem de atacar um pai com a criança em seus braços? O que ela sabia daqueles prisioneiros? No fim, o dilema moral seria enorme, onde ela estava afinal? Contra quem lutava? Tudo isso era interrompido pelo barulho em seu bolso – purupurupuru – seu den den mushi tocava.

Do lado da Marinha, a situação estava pior. Calros estava soterrado por um montante de pedras que pressionavam seu peito e dificultava sua respiração. A criatura era estupida o bastante para não atacar o homem que se aproximava a passos lentos. O ruivo conseguia tirar as pedras de cima do seu corpo aos poucos, seu braço doía bastante depois daquele golpe, mas não estava quebrado, ainda. O homem se aproximava, sem medo algum – O que foi? – questionava, com total falta de interesse – AHHHHHHHH! – gritava a criatura, levantando os punhos para atacar o sujeito – Opa, parou – tirando do bolso um pote, a criatura parava e se encolhia – Muito bem sua besta burra, eu ainda vou te matar aqui nesse inferno – dizia o homem, chutando aquele bicho, que se encolhia em frente ao pote.

Helena se esgueirava pela escuridão, tentando ver um modo de ajudar o pobre marinheiro que agora, estava encurralado. Com poucas pedras sobre si, Calros conseguia ver a silhueta do sujeito – Oras, um cão perdido – dizia o homem com sua voz rouca – Vou bem, mas você não posso dizer o mesmo – terminava, sacando um pequeno caracol do bolso – Cala a boca – ordenava o homem, não ligando que Carlos estava quase livre das pedras – Capitão ... – dizia o homem depois de alguns segundos – A Marinha está aqui – podia ouvir uma voz vindo do objeto, mas não dava pra escutar com clareza – Encontrei um retardado solto aqui, mas com certeza tem mais – novamente, palavras saiam do caracol – Espero o senhor então, irei cuidar de tudo – finalizando a ligação, o homem se virava para o boxeador, agora liberto das pedras.

Na sua cintura, estava uma maça de ferro com espinhos, o homem era grande, devia ter seus dois metros – Que péssimo dia para morrer – erguendo a arma para atacar Calros, sentiu um dor no seu antebraço – Que? – olhando, podia ver uma flecha atravessada – Então finalmente apareceu – dando as costas para o ruivo, sentia o vendo de outra flecha passando próxima a sua orelha – Procure quem lançou a flecha seu imbecil – dizia para a criatura, que se levantava e inalava o ar para sentir a presença de Helena. O homem estava de costas para Calros, bem na entrada do túnel, estava tirando a flecha cravada em seu braço e parecia fazer pouco do soldado, que agora teria que buscar coragem para agir, ou dar as costas para seus ideias.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyQua 16 Out 2019, 16:37

Pesadão  
   

O palhaço se demonstrava um forte adversário para mim o que de certa forma era empolgante, afinal quanto mais forte o oponente melhor seria a luta que travaríamos. Ele era um tanto estranho, a cada golpe meu em seus braços gargalhava de forma descontrolada como se não estivesse sentindo a dor dos meus ataques. A minha joelhada além de quebrar o seu nariz fazia com que ele caísse de costas no chão, a partir daí as dúvidas sobre ele ser um masoquista ou não se encerravam com um positivo. O cabeçudo saía de seu esconderijo, revelando que aquele era o seu pai e eu poderia ter entrado em desvantagem se ele não ignorasse o fato de eu estar ali.  

O show de bizarrices não parava por aí já que um braço surgia da escuridão e quebrava o pescoço daquela criança, aquilo quebrava totalmente o estado de espírito daquele palhaço mesmo que fosse um inimigo vê-lo sofrer era no mínimo angustiante. A situação atual me levava a um verdadeiro conflito interno quanto ao que fazer ”Ele é seu oponente e você deve acabar com ele para libertar essas pessoas, não importa se está quase morrendo ou não” para ela essa seria a resolução ”Isso só seria um ato covarde!” diria um pouco indignada ”Pense bem, se fosse você acha mesmo que ele pensaria se iria cravar ou não aquela adaga no seu peito? Acaba com isso de uma vez!” essa seria uma longa discussão ”Vou deixá-lo aproveitar seus últimos momentos” nem lutar ele poderia mais, para que iria insistir nisso? ”Matá-lo agora é evitar maiores preocupações no futuro e também aliviá-lo de seu sofrimento” esse talvez fosse um ponto a ser considerado.  

De qualquer forma, eu acabaria ignorando Azura para falar no den den mushi e aproveitaria isso para decidir como agir - Olá, é o Coronel Scarmander? seria a primeira coisa que diria - Bom, eu encontrei alguns prisioneiros por aqui explicaria rapidamente a situação atual - Eu acabei derrotando um guarda palhaço aqui, então posso libertá-los se ele estiver com alguma chave prosseguiria falando - Pode não parecer uma boa hora, mas eu também gostaria de saber quem são esses prisioneiros era um pouco tarde para perguntar isso, todavia ainda teria de tentar - Tudo bem diria em resposta a qualquer ordem que ele desse. Me aproximaria do palhaço para procurar alguma chave e obviamente antes de começar o processo buscaria chutar sua adaga para longe - Acho melhor não se esforçar mais, descanse um pouco diria a ele. Começaria a remexer em seus bolsos e alternaria meus movimentos com rápidas observações quanto as suas reações, quando achasse que estivesse sendo hostil recuaria de imediato. Caso ele ainda insistisse em lutar era bem provável que estivesse ainda mais descontrolado que antes, dessa forma visaria acabar com isso rapidamente avançando novamente contra si e realizando um chute de altura média contra seu peito miraria em seu plexo solar.  

Se conseguisse encontrar a chave iria diretamente até onde estavam os prisioneiros, mas não os libertaria de imediato - Olá, eu sou Katherine uma major revolucionária me apresentaria - Estou aqui para salvá-los, mas antes preciso saber quem são vocês e quem é aquele lá perguntaria evitando perder tempo. Dividiria minha atenção entre as palavras dos prisioneiros e o palhaço no chão - O que aconteceu para estarem aqui? Vocês sabem onde estão os outros prisioneiros e quantos são? continuaria realizado perguntas. Eu ainda tinha uma questão para solucionar, afinal de quem era a voz que matará a criança - Quem de vocês matou aquela criança? estaria próxima da cela para verificar se a dona daquela voz estava por ali - Por que fez isso? indagaria para ouvir seus motivos. Caso o homem tentasse um golpe nas minhas costas, tentaria me mover o mais rápido possível para lhe passar uma rasteira e em seguida chutar a lateral de sua cabeça para nocauteá-lo. Assim que terminassem de falar iria até a porta da cela para abri-la - Eu espero que possamos nos dar bem  

 
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyTer 22 Out 2019, 19:19

Luz no fim do túnel
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Quem diria que meu braço estaria inteiro após aquele golpe, sem perceber eu acabei ficando mais forte. Ou pelo menos mais resistente. De qualquer forma isso era um bom sinal, até porque precisaria de ambas as coisas para o que estava por vir. Aquele homem mandava na besta, mas não necessariamente era mais forte do que ela. O pote que estava com ele que controlava a criatura. Meu objetivo agora era claro. Não poderia salvar o homem na mesa sem aquele pote para poder agir a vontade naquele local e o pirata que estava ali era a única coisa entre eu e o possível salvamento.

Bem, tem o ponto de que eu fiz o capitão começar a vir para cá... o nosso objetivo era capturar ele, então isso não era de todo ruim, não é? Só que isso sinalizava que eu precisava finalizar essa luta o mais rápido possível, com certeza não queria lutar com esse capitão sem chamar os outros antes. E Helena havia me dado a oportunidade perfeita para isso.

O pensamento veio rápido em minha mente, eu não quero matá-lo, e provavelmente nem devo, Helena atirou em seu braço sendo que estava fora de visão e com provavelmente um ótimo ângulo para a cabeça dele. Não matar o pirata era a opção correta, mas ainda precisava incapacitá-lo o mais rápido possível. Afinal, ele inteiro ali indicava o fim de várias outras vidas, não tinha porque pensar muito nisso.

Então sem pensar duas vezes, com meu braço pouco dolorido, retirava minha pistola e simplesmente descarregaria todo o pente em suas costas. Poderia mirar na cabeça? Claro que sim, mas provavelmente nunca me perdoaria, até mesmo atirar nas costas dele era meio errado, porém, se ele ficasse vivo era tudo que precisava no momento. Simplesmente atiraria como nunca em suas costas.

Obviamente ele possuirá algumas opções de o que fazer nesse momento. Em minha mente ele ou viraria para minha direção para lutar comigo rapidamente, ou tentaria se esconder para parar de ser alvejado. Em qualquer um desses casos eu continuaria a atirar nele até o pente acabar, claro, que se ele se escondesse mais rápido do que eu daria os tiros eu pararia. Pelo tamanho e pelo porte dele provavelmente ele não morreria só com aquilo, afinal, nem mesmo a flecha pareceu importar muito para ele.

Caso simplesmente eu esvaziasse o pente nele e ele caísse no chão, iria rapidamente até ele enquanto recarregava minha pistola, pegaria a maça dele se ele estivesse desacordado ou simplesmente sem conseguir se mexer e jogaria para dentro da cela mais próxima. Além disso, pegaria o pote e já gritaria para a criatura. - Ei criatura besta! - Falava levantando o pote com minha mão e indo na direção dele, por algum motivo ele tinha medo daquele pote. - Melhor ficar paradinho aí! - Falaria com a criatura. Provavelmente o pote tinha um cheiro que para ele era perceptível, afinal, ele era cego, como teria “visto” esse pote mesmo fechado era algo que me pegava de surpresa, mas não havia motivo para pensar muito nisso. Se ele parasse realmente que eu teria que pensar em minha próxima etapa.

Como existe a possibilidade de ele levar todos os tiros e ainda termos que lutar, ou dele se esconder e ainda termos que lutar depois. Seja no primeiro caso ou no segundo, guardaria a pistola e já me prepararia para a luta novamente. Claro, que caso eu tivesse descarregado a arma a recarregaria antes de guardá-la. A luta agora era um pouco mais equilibrada, meu braço machucado, o dele também, eu esmagado por diversos escombros e ele com diversos tiros da pistola. Bem, ele tinha uma maça também, mas isso não tinha como eu equilibrar.

Se ele tivesse se escondido, iria então aos poucos dar um passo para frente e falar. - Ei, por que está se escondendo de um retardado? - O tom irônico acabava me pegando agora que a luta iria ocorrer de qualquer forma. - O cão perdido aqui está à procura do vira-lata que está lambendo suas feridas. - Provocar piratas quase sempre dava em algum bom sinal, eles perderem as calmas geralmente funcionava muito bem. Se a provocação funcionasse e ele desse um sinal de vida saindo do esconderijo eu seguiria a luta rapidamente.

Iria primeiramente me focar em ver quão ruim o braço dele estava. Era o braço que ele ia usar com a maça, então teoricamente sendo ambidestro eu tinha vantagem mesmo com um braço a menos, claro, ele poderia ser também. Iria me focar em ficar nesse lado do corpo dele nesse primeiro momento. Avançaria com tudo pendendo para esse lado, meu braço poderia estar doendo, mas tinha que ser assim, independente do braço dele machucado, tentaria acertar um cruzado, miraria em seu ombro do braço machucado, queria inutilizar ele por completo.

Caso a provocação não funcionasse ficaria quieto por um instante. Pegaria uma pedra com minha mão do braço não machucado. Tentando não fazer barulho iria me aproximar da parede contrária da que ele havia ido. Para não ser acertado por um golpe surpresa vindo dele me esperando no final do corredor. Olharia então para frente e olharia o homem que estava na cela. - Onde ele está? - Perguntaria simplesmente, não tinha motivo para todos que estavam na cela não me ajudarem, eu preciso vencer para eles fugirem. Então esperaria ver a reação deles quanto a isso, tanto dos presos quanto do pirata. Caso ele fosse me atacar eu avançaria com tudo para cima dele, tentando derrubá-lo no chão, e acertaria a pedra em sua cabeça algumas vezes para desmaiá-lo. Não me importaria muito em ser acertado no processo, tínhamos tamanhos parecidos, precisava simplesmente pegar impulso e ir com tudo.



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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 4 EmptyDom 03 Nov 2019, 23:40

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UTOPIA - GRAND LINE - 14



A revolucionaria via a cena em sua frente, um dilema formava em sua mente. Antes de pensar em qualquer ação, atendia o seu caracol – Sim, sou eu – respondia o Coronel do outro lado – Muito bem, também encontrei alguns – A menina dizia mais algumas coisas que eram necessários, por fim o líder da missão continuava – Faça o que quiser, liguei para avisar que perdi o contato com Capullo, então estamos por nós – a respiração pesada não escondia a preocupação – Ele sabe se cuidar, liberte o máximo de escravos que puder e leve-os para a superfície – indicava o Coronel, finalizando a ligação.

Katherine agora iria resolver o problema a sua frente. Guardando o den den mushi, se aproximava do palhaço, que agora estava um pouco mais calmo, mas ainda se contorcia no solo, entre soluços e risada. Com cautela, chutava a adaga do sujeito para longe, depois dizia algumas palavras reconfortantes, causando um silencio no local. Podia ouvir os gemidos dos prisioneiros, como se alertassem algo para a mulher. Contudo, Kathe continuava sua busca nos bolsos do paletó roxo do homem, que agora estava parado.

Não se sabe se a mulher era inocente ou confiante demais, um homem que acabava de perder seu único tesouro não teme a morte, assim, o palhaço vendo uma brecha, saltava gritando sobre a mulher, que não esperando um salto daquele, caiu de costas no chão pedregoso, em sua lombar sentia o peso do homem – HAUUHAUHAHUAUA – de mãos nuas, o palhaço começava seu show, fechando seus punhos, socava o rosto da mulher com ferocidade, ele ria a todo momento. Soco atrás de soco, Katherine pagava caro pela sua bondade, naquele lugar não havia espaço para isso, ali era o inferno e ela havia cometido um grave pecado capital.

Rapidamente sentia sua boca de enchendo de sangue, seus olhos doíam e seu rosto estava ardendo. Havia alguns cortes no lado direito do seu rosto – GOSTOU? HAHAHAH – ria o homem, que ainda mantinha a posição “montado” na mulher – Eu não ligo pra mais nada – sua mão fechava no queixo da menina, formando um bico em seus lábios – Eu so quero ver o circo pegar fogo – se inclinando para frente, beijava os lábios sangrentos da revolucionaria, que naquele estado de choque inicial, estava numa posição completamente desfavorável.

Do outro lado da caverna, outro embate ocorria. A criatura avançava contra Helena, que buscava uma posição melhor para atirar suas flechas. Já Calros, tinha uma resolução melhor, ele sacava sua pistola e mirava nas costas do sujeito a sua frente. Seis tiros foram ouvidos – Ahhhh, filho da puta!! – exclamava o homem, cambaleando para frente – Que dor do caralho – suas mãos tentavam tocar nos ferimentos, três balas acertavam, Calros não sabia atirar, sua mão sentiu o recuo, assim, três balas passaram direto pelo sujeito, acertando em outro coisa ou pessoa.

O pirata não caia, era um sujeito resistente. Se virava para o ruivo, que tentava recarregar a arma, mas sua falta de habilidade o atrapalhava e aquela ação gastava mais tempo do que o desejado. Seu rosto estava encoberto pela penumbra da caverna, mas podia ver um brilho avermelhado em seus olhos – Eu vou te matar de uma forma muito ruim – sua boca formava um sorriso diabólico – Muito ruim ... – usando sua mão esquerda, ele arrancava a flecha cravada em seu ante braço direito, essa ação fazia um esguicho de sangue sair do pequeno buraco.

O marinheiro não se intimidava com o inimigo em sua frente, ele avançava e quando estava próximo, saltava para acertar um soco com certa força no ombro direito do adversário – haha, minha vez – quando Calros acabou seu golpe, do lado direito veio um soco potente, lhe acertando no rosto em cheio. O golpe jogava o ruivo no chão, mas desta vez ele havia caído fora do corredor, estava no local aberto da “prisão”, conseguia ouvir os grunhidos da criatura e ver a movimentação de Helena.

O golpe havia doido, sentia sua bochecha dormente, mas não sangrava. Aquela seria uma luta de homens, onde o mais forte venceria e naquele momento, Calros precisava subir um degrau ou seria amassado. O inimigo caminhava em sua direção, balançando a maça num circulo enquanto sorria. O sangue das balas pingava no solo, deixando um rastro de sangue por onde passava, seu braço direito também sangrava, mas o homem ignorava tudo isso, como um touro, ele so via seu alvo e descansaria apenas quando o matar.



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