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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O fim do que nunca começou

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptySeg 26 Ago 2019, 21:01

Relembrando a primeira mensagem :

O fim do que nunca começou

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Calros Lazo e do(a) revolucionária Katherine Silverstone. A qual não possui narrador definido.


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Vincent
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptySab 14 Set 2019, 18:34

Explicações

   

Ao invés da surpresa os homens optavam apenas por “brincar” com a situação rindo de forma tímida, o coronel dizia que enquanto lutássemos pela revolução não haveria problemas. Em seguida, ele e Capullo começavam a explicar sobre serem usuários de Akuma no Mi assim também como Alyssa. O primeiro possuía a habilidade de magnetismo e o segundo tinha o poder de formar um casulo sobre si podendo ser utilizado como escudo, além de se transformar numa borboleta. Charlotte fazia uma expressão de nojo que obviamente me faria rir da situação - Ei, não precisa fazer essa cara! diria entre risos, talvez o ambiente se tornasse um pouco mais suave com a minha presença ao invés de Azura que provavelmente brigaria com a jovem. Por fim, a nossa missão se iniciava quando íamos diretamente para a cidade e em meio ao caminho era possível ver o estado ruim da ilha, nós precisávamos agir rapidamente para evitar mais estragos. Scarmander ainda dizia que tínhamos uma informante que havia falado sobre a chegada de novos prisioneiros, assim precisávamos chegar mais agilmente até a cidade.

Spoiler:
 

Em todo o caminho, eu me manteria atenta a quaisquer perigos que pudesse surgir ao nosso redor e assim poderia evitar ser pega de surpresa por algum ataque covarde. No caso de aparecer alguém para atrapalhar nossa caminhada, eu teria ao menos uma primeira luta - Deixem isso comigo! exclamaria antes de todos de forma animada - Eu serei sua oponente diria para o meu adversário ”Sempre se expondo tanto, se prepararem uma armadilha você é a primeira a cair nela” Azura não perdia a oportunidade, mesmo depois de perder pra mim ”Se ele não for um covarde, nem vai passar pela cabeça dele fazer tal coisa” responderia ela com a minha afirmação de forma convicta, como se essa possibilidade nunca fosse ocorrer. Para acabar com o embate de maneira rápida, eu andaria um pouco para trás procurando por um impulso visando atingir minha velocidade máxima e assim poder realizar o meu ataque de um jeito que eu não de maneira nenhuma errasse. Quando estivesse próxima do oponente faria um salto que viria acompanhado do flying side kick e mesmo que acabe errando de alguma forma insistiria em meus ataques com um axe kick onde levantaria a perna direita para descê-la sobre alguma região entre o pescoço/ombro. Caso ele não acabasse derrotado de primeira eu iria recuar para evitar os seus golpes - Você é meio durão hein!? diria um pouco surpresa com essa situação. Até o momento não sabia a arma que ele estava utilizando e por esse motivo utilizaria as árvores ao redor para enganá-lo procurando propiciar meus movimentos, onde optaria mais por rolar pelos troncos - Você não vai me atingir! diria por fim.
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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyDom 15 Set 2019, 01:08

Que crueldade
Posts em Utopia - 7
A capitã me informava sobre Big Bang Kid, mas não sabia nada sobre Himeriko. Bom, uma informação a mais já era bom, depois poderia perguntar para Helena sobre o meio tritão. Só não havia tempo no momento para descobrir sobre ele agora, pois avistamos duas dezenas de piratas.  E quanta crueldade ver o que fizeram. Como era possível alguém sentir prazer fazendo este tipo de ato? Já estava pensando no que poderíamos fazer, vinte contra quatro não era a melhor das situações, mas era algo que poderíamos enfrentar se a capitã e a tenente fossem ão fortes quanto a patente indicava. Porém, o que era dito me soava como ilógico, a capitã iria sozinha cuidar dos piratas enquanto nós três seguiríamos para o esconderijo.

Obviamente eu não reclamaria da ordem, simplesmente a aceitaria e começaria a me preocupar mais com a retaguarda igual Katt havia ordenado, como agora era o responsável por visualizar o entorno de nossas costas, viraria o tapa olho, colocando-o sobre a minha testa, para ficar mais fácil de enxergar os arredores. Não sei quanto tempo faltava para chegarmos ao nosso objetivo, mas como pelo visto estávamos indo para um lixão, provavelmente sentiria o odor do objetivo antes mesmo de chegarmos a ele, o que indicava que estávamos um pouco longe ainda.

Minha tarefa era relativamente simples, mas tentaria cumpri-la da melhor forma possível, andaria sempre atento a direção que eles andavam e sempre olharia meus arredores, informando literalmente todo tipo de ação que visse por aí, afinal, não seria normal qualquer civil estar tranquilo naquela ilha em guerra. - Velha a direita/esquerda/atrás. - Seria um exemplo do que falaria caso avistasse uma idosa. O primeiro termo dependeria obviamente de qualquer ser que eu visse, por exemplo, “animal fofo”; “velhote”; “pirata sanguinário”; e assim indo.

Caso durante a caminhada visse que havia alguém se aproximando de nosso pequeno grupo em velocidade acima do normal. Já informaria igual antes, adicionando o termo. - ... se aproximando rapidamente. - E já emendaria em alto e bom tom com a autoridade que eu possuía por ser marinheiro. - Alto lá! - Esperando que a pessoa parasse, o que seria algo mais normal de ocorrer em outras situações. No entanto, se o ser humano não parasse, retiraria minha pistola e apontaria para a pessoa. Atiraria uma vez no chão próximo da pessoa, para tentar pará-la.

Se isso não bastasse, atiraria mais uma vez, agora mirando na perna da pessoa. Se ela ainda continuasse a avançar, guardaria a pistola, não havia razão para gastar munição com alguém que não sentia medo da arma. Me prepararia para acertar a pessoa, quando ela se aproximasse, tentaria sincronizar a corrida dela com um possível golpe meu em sua parte superior, seja mais voltada para a região do peito ou para a região do rosto, dependendo mais da altura do ser humano para realizar o golpe.

Porém, pensando na possibilidade de mais de uma pessoa vir ao nosso encontro, afinal, havíamos acabado de esbarrar com um grupo de vinte piratas, não era uma hipótese tão maluca. Sendo um grupo maior que o nosso, já informaria destacando o fato de ser um grupo. - Grupo desconhecido se aproximando! - Retiraria minha pistola já gritando para o mais próximo. - PARADOS! - A chance de um grupo inteiro estar se aproximando do nosso era muito mais suspeito que uma única pessoa. Se eles não parassem, atiraria na direção da pessoa que estava à frente. Além de observar que armas a população deste grupo possuía enquanto se aproximavam.

Claro que todos os tiros seriam para o caso do grupo que apareceu não ser composto por marinheiros ou agentes do governo. Porém, como estávamos indo em direção ao esconderijo de Prosinek, havia a opção de acabar encontrando o próprio ou alguém usando sua bandeira, que imagino ser uma caveira negra, iria avisar de imediato para meus companheiros, mas já indicando que deveríamos nos esconder. -Vamos tentar lutar com Prosinek nós mesmos? Ou vamos esperar Katt? - Indagaria caso o avistasse, tanto na rua, quanto na próxima hipótese imaginada.

Se chegássemos ao lixão sem problemas menores, iria esperar por ordens de Helena para continuar nosso processo, provavelmente eu teria que continuar na retaguarda, mas era bom ter certeza.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptySeg 16 Set 2019, 23:54

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UTOPIA - GRAND LINE - 07



Os dois grupos caminhavam para o mesmo destino: O Lixão de Utopia. O local era coberto por uma fumaça cinza, sua origem era dutos que vinham do subsolo, trazendo a fumaça de algum local, soltando-a na superfície. Havia casas destruídas, mas não era derivado da guerra, já estavam ali muito antes. Destroços de barcos, armas e toda tranqueira que ninguém mais desejava, era despejado ali. A fumaça agora estava mais densa, se misturando com a fumaça que vinha do porto, causando irritação nos olhos e uma maior dificuldade em respirar, se movimentar rapidamente, faria a pessoa ficar com pouco folego num intervalo mais rápido de tempo.

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Começando pelo lado que luta por algo de verdade: Os Piratas. A capitã se aproximava da gangue com sua cria do lado – Sou Capitã da Marinha, vim mata-los da pior forma possível – retirando o chicote da sua cintura, anunciava sua chegada. Logicamente, aqueles homens eram a escória do mundo, chamavam a mulher de nomes baixos e lambiam os lábios, pensando nos atos que iriam fazer, caso a capturem. O que parecia ser o líder, ordenava o ataque em massa, e todos saiam correndo em direção a loira, que sorria vendo a cena – Guarde minhas costas, Romeo – ordenava a menina. O chicote dançava, cortando o vento em direção a garganta do primeiro, que era jogado num parede podre, e isso se repetia, a Capitã se movia rapidamente usando Soru, seu chicote se enrolava nos inimigos como uma cobra e o jogavam longe, alguns membros eram decepados nesse movimento sanguinário. Depois de dez minutos, não havia mais piratas, pedaços de corpos espalhados para todos os lados o sangue corria no solo seco – Vamos, elas não tem mais salvação – dando as costas, Katt deixava um rastro de morte por onde passava, sua aparência poderia enganar os desavisados, mas sua fama era conhecida nas ilhas vizinhas, aquela menina era o diabo de saia.

Katherine seguia com seu grupo, o caminho era tortuoso, mas tinham uma missão para cumprir. Liderados pelo Coronel Scarmander, conseguiam ver a fumaça densa vindo do lixão. O cheiro já era perceptível. Saindo da floresta, passavam por um bairro da cidade, como esperado, completamente destruído pelo fogo, agora restava apenas cinzas e corpos. Os mais jovens, talvez sentissem um desconforto, mas Scarmander sequer piscava, ouvia-se apenas sua respiração automática passando pelo capacete.

Chegando próximo do lixão, conseguia sentir os olhos ardendo – Chegamos – acenava o Coronel – No Subsolo dessa terra morta, vivem homens subjugados pelo terror – enquanto discursava, ele se virava para o grupo – Não se esqueçam, fazemos isso por uma causa maior, quando as coisas ficarem feias, lembre-se disso – as palavras eram poucas, mas bem ditas. Aquele era um líder de verdade, que fora forjado pelo aço de duras batalhas e que procurava um objetivo tão grande, quanto seu espirito. Com o grupo a postos, era hora da infiltração começar.

Calros seguia atento como um Marinheiro, mas não se via sinal de inimigos na redondeza. Caminharam por alguns minutos até verem o lixão em sua forma gloriosa – QUE FUTUM DA MULESTIA – pela primeira vez, Noxus abria a boca, mas isso so era feito por que ele havia tampado o nariz, realmente, o cheiro naquela parte estava muito pior. O cheiro podia não ser familiar para aquele grupo, mas cheirava a morte e nada mais. Não ficaram ali sozinhos, logo Katt chegou com seu leão, estava limpa e com o cabelo liso brilhando, na ponta do seu chicote, pingava gotículas vermelhadas de um liquido pegajoso.

- Uma das entradas fica logo ali – apontava Capullo, enquanto guiava o grupo. Chegando na pilha de lixo, Scarmander usava seu poder e fazia o metal sujo se erguer como magica, e no solo, era revelado um buraco – Antes de entrarmos, iremos nos dividir – começava – Estamos na ala norte, então temos que buscar as chaves que contém um “n” nela – explicava o sujeito – Para então abrirmos as celas – era um plano simples – Qualquer inimigo que verem, acabem com ele rapidamente, não deixem o alarme soar, ou reforços podem vir – apontava para Kathe – Pegue dois dos seus homens e va para a esquerda, eu irei com os restante para a direita, use esse den den mushi para nos comunicar, Capullo irá ficar de reforço, aquele que encontrar algo, chame-o imediatamente, entendido? – terminava, entregando um caracol de metal para a menina.

- Nossa entrada fica ali – apontava para o tronco de uma arvore queimada – Antes era um limoeiro, foi o que descobri – dizia Katt. O grupo ia até o tronco, havia uma abertura na madeira, abrindo-a, havia uma escada para o subsolo – Muito bem, iremos nos dividir – começava – Estamos na ala Sul – informava – Noxus, você vem comigo, Helena, vai com o novato – indicava – Busquem por chaves com a letra “s”, cuidado com inimigos, usem esse den den mushi para se comunicar conosco – a loira entregava o pequeno caracol para Helena – Olhos abertos, estamos em território inimigo agora, pode haver soldados e experiências de Fish aqui embaixo, não tem como saber o que iremos encontrar – terminando as ordens, a mulher saltava para o buraco, enquanto o leão ficava como guarda na superfície.

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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyTer 17 Set 2019, 18:35

Que fedor
Posts em Utopia - 8
Seguimos o caminho tranquilamente e um tempo depois acabamos sentindo o odor do local que estávamos indo. Horrível é pouco para descrevê-lo, sentia que só de me aproximar o resto do inferno da ilha não era tão ruim quanto aparentava. Mas fazer o quê, missão é missão, agora precisava me concentrar naquilo. Como havíamos chegado, esperava por alguma ordem de Helena ou de Noxus, mas não foi necessário, pois Katt já havia retornado. A única coisa que me chamou a atenção nela foi o chicote estar pingando algo vermelho, provavelmente sangue, não sei quanto mal ela poderia ter feito a vinte piratas em tão pouco tempo, quão forte a capitã seria?

De qualquer forma, ela indicou que eu fosse com Helena e procurássemos por chaves com a letra S escritas nelas. Não sei de onde veio o ponto de procurar por chaves, mas tudo bem, possuía um objetivo em mente agora. E o objetivo era bom e simples, um passo para um objetivo maior, que era o que precisava no momento. Necessitava retomar o controle em minha vida, eu tinha um objetivo a poucos dias, de subir na marinha para procurar por Himeriko em paz, desde então tantas coisas ocorreram que agora eu já não conhecia ninguém a minha volta. Esse seria o primeiro passo, a primeira missão, para reaver o poder em minha vida.

Quando descêssemos, a primeira coisa que faria seria olhar tudo a minha volta, qual era o material que estava me cercando? Terra? Algum tipo de metal? Concreto? Estava num corredor? O local era iluminado com lâmpadas sem proteção? Havia algum tipo de porta por perto? E talvez o mais importante para a minha sanidade mental, o cheiro ali era tão nojento e forte quanto acima do solo? Todo tipo de informação ali poderia ser vital para a missão.

Obviamente se estivéssemos em um corredor provavelmente eu e Helena iríamos para um lado dependendo de para qual lado Katt e Noxus foram. Se não estivéssemos iria esperar por alguma orientação de Helena, poderia ocorrer de seguirmos Katt até uma sala maior que se dividiria em mais de uma sala.

De qualquer forma, alguma hora iríamos nos dividir e nesse caso esperaria a indicação de Helena e seguiria o caminho indicado, sempre atento aos meus arredores. Como imagino ser algum complexo de corredores, sempre iria parar quando chegasse a alguma “esquina” para verificar o que havia mais para frente em ambos os lados, ou no único lado novo que esse ponto fornecia. Começaria a fazer um mapa mental se possível do local, imaginando o ponto que havia saído, quanto havia andado e quais opções de corredores haviam aparecido para mim até então. Saber a saída poderia ser importantíssimo para a missão.

Caso não conseguisse sentir qualquer odor além do fedor acima de minha cabeça, era um “ponto” a menos para me preocupar em relação a como eu poderia chamar a atenção de alguém ali embaixo, outro ponto seria evitar de fazer barulho, sempre andaria tentando não fazer nenhum tipo de ruído. Se o chão não possuísse pedras ou tranqueiras, afinal, estava num lixão, a chance de isso ocorrer era até relativamente alta. Mas sempre havia a hipótese de não existir cheiro algum por ali, nesse caso eu poderia me usufruir disso igual eles poderiam também. Tentaria assim sentir qualquer odor diferenciado entre os corredores, talvez algum cheiro de comida ou água, que poderia indicar pessoas por perto.

Independentemente da situação, seguiria pensando no caminho que fazia e vendo qualquer possível ordem de Helena. E em algum momento encontraríamos ou uma porta, ou um inimigo. Para o primeiro caso, veria qual o tipo de porta, metal ou madeira e se era possível girar a maçaneta da forma mais silenciosa possível. Teríamos que entrar, afinal, meio difícil imaginar as chaves “s” jogadas no meio do corredor.

Se a porta não estivesse trancada, abriria a porta e entraria, obviamente se ele estivesse vazio, e depois que Helena entrasse a fecharia tentando não fazer barulho também. Observaria o cômodo que havia adentrado, do que ele se tratava e coisas do tipo. Procurando qualquer indício da chave.

Agora, como estava em ambiente hostil, a chance de acabar esbarrando com algum adversário era muito alta. Imaginando que esse encontro ocorresse num corredor e que eles não houvessem visto a gente ainda, iria indicar rapidamente para Gwen sair de meu ombro e ir para a parede, pois eu partiria para a luta aproveitando que finalmente sentia minha perna melhorando por completo após o tratamento de Katt.

Com a aranha mais a salvo, cochicharia, se Helena ainda não houvesse dado algum tipo de indicação ou ordem. - Vou pelo lado direito do corredor. - Falaria já indo para esse lado e avançando nos inimigos. Seguraria a cabeça do mais a direita do corredor, forçando-a contra a parede tentando desmaiá-lo. Como sempre me manteria a direita, seria mais fácil para a tenente atirar sem se preocupar em me acertar.

Agora, no caso de abrir o cômodo e haver inimigos que não me viram do lado de dentro, se fosse dois ou menos, tentaria me aproximar de um, indicando para Helena vir comigo e tentaria segurar o adversário por trás aplicando um mata leão nele. Já virando o mesmo na direção do seu colega para que ele não me atacasse caso minha chefe não fizesse a mesma coisa que eu. Para o caso de mais de dois inimigos, retiraria a minha pistola e indicaria que atiraria no mais a esquerda ao mesmo tempo que ela. Preparando-me para acertá-lo. Era uma situação ruim, não podia simplesmente matar a pessoa, não só porque era errado, mas poderia ser uma fonte de informação muito boa. Atiraria em seu trapézio ou na região das costas próxima dele.

Porém havia a hipótese de darmos de cara com inimigos que iriam nos ver de primeira. Seja no corredor, seja em um cômodo. Na situação do corredor rapidamente levaria minha mão para a parede mais próxima, a mão obviamente dependendo de qual parede estava mais próxima, e falaria. - Gwen, vai para a parede. - Enquanto não treinasse a pequena não tinha por que pensar em levá-la para uma luta. E avançaria em sequência no inimigo, falando para Helena. - Vou nos mais à direita. - Claro que isso poderia ser um tiro pela culatra dependendo da quantidade de inimigos, mas agora não havia muito o que fazer, só se gritássemos chamando por Katt.

Avançaria tentando me esquivar minimamente de possíveis projéteis atirados a minha pessoa. Já havia percebido que minha velocidade na grand line era abaixo do normal, mas pelo menos moveria meu corpo para o possível golpe não atingir qualquer órgão vital ou meus olhos. Ao chegar no primeiro inimigo, desferiria um cruzado com minha direita em seu corpo. Seguiria de um gancho com a esquerda visando seu queixo se possível. Sempre visando me esquivar de golpes possíveis, para isso geralmente tentaria me esquivar agachando, seja simplesmente agachando para uma esquiva de um golpe horizontal, ou agachando meio que na diagonal para um possível golpe vertical, para sempre aproveitar o impulso de subir meu corpo novamente e tentar dar um gancho no corpo do adversário.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyQua 18 Set 2019, 23:45

Fumaça e Fedor


 
Toda a nossa caminhada nos levava até o lixão de Utopia um lugar que não era somente fétido, mas também coberto por uma grande nuvem de fumaça acinzentada. Conforme adentrávamos mais a região era possível perceber todos os destroços deixados por ali, além disso havia a questão da fumaça se tornar mais densa o que dificultava a nossa respiração e atrapalhava a visão. Em alguns momentos eu pararia de caminhar para recuperar o meu fôlego para então voltar a andar, também passaria as mãos sobres os olhos para aliviar a irritação. Antes de nos aproximarmos da entrada o coronel dizia algumas palavras que serviam para nos encorajar e lembrar o verdadeiro motivo de estarmos ali como um verdadeiro líder deveria fazer com seus subordinados. Para chegarmos até o local precisávamos entrar em um buraco e assim Scarmander falava que nós iríamos nos dividir para encontrar algumas chaves com um “n” que eram das celas dos escravos de Fish. Ele também disse para que eu escolhesse dois dos meus homens para irmos pela esquerda, utilizaríamos um den den mushi para nos comunicar e Capullo ficaria como reforço para caso encontrarmos algo o chamar. Tudo isso me deixava cada vez mais empolgada, afinal teríamos alguns inimigos pela frente e eu finalmente poderia lutar contra alguém, ao mesmo tempo precisava tomar o máximo de cuidado possível para evitar chamar muita atenção ou então demorar demais no confronto com meu adversário até porque também não queria atrair reforços.  

Eu não pensaria muito na hora de escolher quem é que iria seguir comigo em busca da chave - Battos e Charlotte, podem vir os dois o primeiro seria um tanto importante por causa do seu estilo de luta e a segunda apenas por uma questão aleatória. Sem o Alexander as coisas certamente se tornavam mais difíceis já que é ele quem possui habilidades furtivas para evitar o máximo de pessoas durante o nosso percurso. Quando seguíssemos pela direção indicada por Scarmander, começaria a imaginar as ordens que daria - Façamos o seguinte, Battos você fica bem de olho na movimentação por aqui e ajuda a Charlotte a procurar pelas chaves iniciaria os meus comandos - Me encarregarei de guardar as costas de vocês caso algo ocorra finalizaria o meu momento de fala. Caso sequer houvesse alguém estranho por ali, passaria a ajudar os dois para que o processo se tornasse mais rápido para frear um pouco a minha impaciência por ter que ficar esperando pelos dois. Buscaria por portas ou entradas que me pudessem levar até algum local onde houvessem chaves, talvez existisse coisas relacionadas a isso pelo caminho e por este motivo reviraria tudo ao redor para encontrar as chaves - Vamos lá, temos de ser rápidos utilizaria um tom um pouco mais baixo para cobrar pressa dos dois.

Se em algum momento encontrássemos alguém pelo nosso caminho eu visaria seguir à risca as ordens dadas pelo coronel sobre derrotar o oponente o mais rápido possível - Deixa comigo! diria enquanto tomava a frente. A partir daí dispararia na direção do meu adversário procurando atingi-lo com um chute alto na altura do rosto mirando a região das têmporas e poder assim levá-lo a nocaute. Caso de alguma forma o primeiro ataque fosse evitado com um bloqueio puxaria a perna para trás e daria dessa vez um golpe reto com o pé buscando pelo plexo solar. Se a esquiva fosse o artificio utilizado para ele evadir-se do meu golpe manteria a perna erguida para realizar um Axe Kick, caso ele se abaixasse e se fizesse algum outro movimento faria um giro após recuar a perna,  assim eu tentaria um chute com toda minha força procurando atingir uma região do tórax até a cabeça. Obviamente não iria considerar que derrubaria meu inimigo de primeira, então teria de estar preparada para também desviar dos seus golpes. Caso ele tentasse um movimento na diagonal faria movimentos alternados para trás jogando parcialmente o corpo para o lado contrário ao ataque feito - Ei, tá difícil me acertar? perguntaria de forma provocativa, afinal não poderia evitar tentar tirá-lo do sério e com isso tornar seus movimentos previsíveis ”Você se arrisca muito idiota, sabia que o peixe morre pela boca né?” e lá vinha ela para me incomodar ”Eu falo isso, mas procuro me garantir” responderia de imediato.

Se ele tentasse outro tipo de movimento ofensivo, desta vez com algum ataque frontal abaixaria buscando me deslocar utilizando rolamentos e ficar atrás dele para um possível contra-ataque futuro. Caso fosse um golpe na vertical procuraria recuar para trás e em seguida fazer um giro dando um passo para o lado buscando ficar numa posição confortável para o meu próximo ataque. Com a possibilidade de um golpe horizontal realizaria uma finta, afim de enganar o homem eu daria um passo pra frente e tentaria um falso movimento sinalizando que iria jogar o meu corpo. Ao invés disso, faria uma parada de mãos só que logicamente para trás até porque não iria dar de cara com meu oponente sem muita necessidade nesse momento - Talvez, você tenha mais sorte na próxima tentativa diria de forma sorridente o provocando.

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptySex 20 Set 2019, 10:06

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UTOPIA - GRAND LINE - 08



Assim que caíram no subsolo, o quarteto de marinheiros se separaram – Fiquem atentos, o bando do Prosineck está aqui, assim que causarmos algum dano ele deverá voltar – alertava Katt – Tente libertar os escravos que encontrarem, isso não é parte da missão, mas não podemos deixar Fish fazer o que quiser – terminava, virando as costas e seguindo para um lado com Noxus, enquanto Helena e Calros seguiam para outro. O local era apertado, não fedia tanto quanto o lixão superior, mas não cheirava como um pomar de rosas. Uma pessoa normal (1,80 metros) caminharia ali ereto tranquilamente, contudo, maior que isso, teria que se encurvar para se locomover. As paredes eram de concretos e havia remendos de metal em algumas partes, tudo muito mal feito, com rachaduras e pedaços onde o concreto já havia se soltado. Havia lâmpadas em algumas partes, mas o local era muito escuro. O que realmente incomodava, era gotículas que pingavam, aquilo era o chorume que saia dos lixos e impregnava no solo, atravessando o cimento, o mal cheiro vinha daquele liquido, que fazia pequenas poças pelo corredor.

A dupla seguia a passos lentos, não conseguiam andar lado a lado sem se esbarrar, por isso, Calros ia na frente e a atiradora logo atrás. Não se ouvia ruídos, doravante, vez ou outra, era audível um som abafado, como um grito alto e seco que penetrava na alma e fazia homem borrar as calças. Não se via porta ou entrada secundaria, já haviam caminhado cerca de cinco minutos num breu apertado, e nada de novo aparecia. Quando parecia que não ia levar em nada, o teto se abria e haviam chegado num local maior, era como uma sala redonda, que parecia levar para cinco tuneis apertados. Havia sinais pintado sobre a entrada, eram indicações, sendo estas: “Bestas” – “Necrotério” – “Modificados” – “Lataria” – “Comestíveis”.

Mas não havia muito o que pensar, pois vindo do corredor “Modificados”, um pequeno grupo, ao que parecia. Via-se luzes se aproximando e passos, juntamente com som de vozes. Não podia dizer quantos eram, mas que era mais de três, isso era perfeitamente dedutivo. Helena não se desesperava, segurava no ombro de Calros, sussurrando próximo ao seu ouvido – Entre em um dos corredores, vamos pega-los de surpresa – a voz da mulher era calma, ela não estava se desesperando com a situação. Como havia dito, cada um ia para um das entradas, ficando encoberto pela penumbra.

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Quando saíram do corredor, podia notar que se tratava de cinco criaturas com pele verde. Havia verrugas em seus narizes, usavam uma roupa simples de couro e usavam armas simples, como lanças e espadas. Conversavam numa língua estranha, seguravam algumas tochas para iluminação. Calros deixava sua aranha no local, e tentava surpreender aqueles seres, pegando a cabeça do mais próximo e esmagando com certa facilidade na parede. Logo, todos se viraram para o ruivo, que notava mais de perto aqueles seres. Possuam também um dente afiado e olhos amarelos. Antes do grupo atacar o pobre Calrinhos, duas flechas atravessavam a cabeça dos bichos, que caiam se vida. Agora restava apenas dois, um deles corria para Helena e o outro ficava com Calros.



... Grito escutado

Com uma adaga na mão, tentava um corte, mas errava completamente, acertando a parede. Isso era tudo que precisava para acertar um cruzado e um gancho, fazendo com que a criatura caísse, desacordada. Do outro lado, Helena também não tinha dificuldade com seu inimigo, de dentro da escuridão, era saia limpa e plena – Nunca vi essa raça nos relatórios, já viu algo assim? – falava a moça, enquanto se agacha para ver com mais atenção as criaturas. Contudo, o cheiro podre subia e ânsia de vomito vinha garganta, mas não era tudo, de dentro do corredor que as criaturas tinham saído, um grito alto e aterrorizante era escutado – AHHHHHHHHHHHH! – A pequena aranha subia nas costas do seu mestre, Helena olhava meio de canto para a aranha, mas logo voltava a si – Temos que sair daqui, qual local acha que podemos seguir? Lataria? – perguntava, querendo a opinião do seu parceiro.

Na ala Norte, os revolucionários também caminhavam pelo subterrâneo (mesma descrição feita no primeiro parágrafo, serve aqui também). Katharine seguia com Battos e Charlotte, ela lhes explicava como iria funcionar cada um. Ambos escutavam e concordavam com a cabeça. Ali, o local era mais tranquilo aparentemente, escutava-se apenas o pingar no chão e a respiração do trio, nada demais. Depois de alguns minutos, o corredor levava até uma porta de metal, havia um buraco com grades, la dentro podia notar uma mesa com algumas anotações e restos de comida, além de uma bituca de cigarro apagada, mas que ainda saia uma leve fumaça.

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A porta estava trancada, não havia como quebra-la, podiam usar algum método desconhecido para abri-las (caso tenha assistido Pirata do Caribe, irá saber) ou teriam que dar meia volta. Charlotte se virava, para conferir a retaguarda, e nisso um pequeno balão vermelho vinha em sua direção, parando próximo ao seu rosto. O balão então explodia BOM, um som que chamava a atenção de todo mundo, que ao se virarem, podiam ver Charlote assustada, apontando para o escuro – Oi pexual – uma voz sinistra vinha da escuridão e se aproximava – Voxês são amigox do meu pai? – era uma voz infantil e finalmente a criatura surgia na luz. Possuia uma cabeça enorme para o seu corpo pequeno; Usava uma roupa amarela e segurava um balão vermelho – Querem brinca comigo? – dizia rindo, se aproximando de Charlotte, que virava o rosto – Sai! – dizia.

Ao ouvir aquilo, a criatura mudou seu sorriso – voxes não QUEREM BRINCA COMIGO? – começava a frase num tom baixo e por gritava, fazendo seu olho ficar vermelho, seu balão parecia crescer e inflar, ficando do tamanho da cabeça da criança – EU QUERO BRINCAR!! – gritava novamente, e seu balão inflamava mais e mais, poderia explodir a qualquer momento.



Battos:
 
Charlotte:
 
Ramiro:
 
Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyDom 22 Set 2019, 16:31

Esse é o tal do cearense?


   

O subterrâneo era apertado e apesar de cheirar mal, ainda não fedia tanto quanto o lixão que estava acima de nós. Felizmente, conseguíamos caminhar tranquilamente pelo lugar e mesmo com a horrível iluminação era possível observar o quão mal feito o local era com remendos metálicos onde o concreto não estava mais. Mas, o que incomodava mais eram as poças mal -cheirosas que se formavam pelo corredor que pingavam a todo tempo, talvez fosse alguma espécie de líquido provindo dos lixos. Mesmo com tudo isso nosso caminho era tranquilo e bastaram apenas alguns minutos para que chegássemos até uma porta de metal que levava até uma sala onde tinham coisas que poderiam nos ajudar a dar prosseguimento a missão. Observando bem nós não poderíamos quebrar a porta e sequer abri-la por algum outro método, até porque eu mesma sequer conhecia uma forma de fazer isso sem ser a arrebentando com força bruta. Seriamos forçados a dar meia-volta, mas uma silhueta aparecia em nossa retaguarda segurando um balão vermelho em suas mãos ”Quem será esse?” era o que pensava assim que conseguia enxergá-lo. Apesar da voz infantil e das palavras que dizia aquilo com toda certeza não era uma criança comum, mas Charlotte acabava por rejeitar seu convite para “brincarmos” o enfurecendo. Ele parecia controlar o balão da forma que queria, visto que o mesmo inchava ficando do tamanho de sua cabeça e a qualquer momento poderia explodir o que indicava a sua alta chance de ser um usuário de akuma no mi.

Antes de tentar lutar iria buscar uma forma de acalmá-lo para evitar chamar muito a atenção dos outros guardas que poderiam estar próximos, além disso poderia conseguir a chave da porta - Escutem, eu vou inventar alguma forma de distraí-lo enquanto vocês tentam procurar alguma forma de passar por essa porta em um tom baixo daria mais algumas ordens. Feito isso, iria me aproximar dele de forma sorridente - Olha só o que temos por aqui, que belo balão você tem hein? diria de forma divertida - Desculpe aquela tia certo? Ela só se assustou por você chegar de repente, quer brincar de esconde-esconde? prosseguiria falando tentando acalmá-lo - Podemos fazer assim, você procura um bom local para se esconder e eu vou te achar fingiria uma falsa animação com aquela brincadeira levantando uma das mãos para o alto. Esperaria para ouvir sua resposta - Eu posso também me esconder, mas acho que é mais divertido para você se esconder não? mantinha meu sorriso no rosto - Então vai lá, irei contar até 30 então é melhor começar a correr logo fecharia os olhos para que ele pensasse que a brincadeira estava iniciando. Com isso, me viraria na direção da dupla - Devemos ter algum tempo enquanto eu o procuro, caso consigam encontrar a chave vão procurar por Capullo e voltem somente para abrir a porta, peguem o que quer que tenha lá dentro depois saíam daqui falaria por fim.  

Spoiler:
 

Assim que terminasse de falar ficaria parada por mais alguns segundos antes de ir atrás do cearense menino, isto é, se aquilo realmente fosse uma criança. Iria andar de forma tranquila pelo local - Onde será que você está!? diria em um tom não muito alto para evitar chamar atenção - Te achei! falaria de forma sorridente. Voltaria com ele pelo caminho até o local onde estávamos anteriormente - Agora eu irei me esconder sairia correndo quase que imediatamente buscando algum local adequado. Quando achasse um bom lugar, ficaria por ali esperando que ele me encontrasse rapidamente e faria isso repetidas vezes até que me cansasse - Agora, eu tenho que ir embora certo? Brincamos até demais, vá encontrar o seu pai também fingiria obviamente que iria embora para fazê-lo sair de perto para que eu pudesse voltar - Espero que eles tenham conseguido comentaria soltando um suspiro.

Se aquilo acabasse virando uma luta, eu adotaria uma primeira cautela antes de tudo para verificar seu modo de agir e também a extensão da explosão desses balões. Me movimentaria para atacá-lo - Eu realmente não queria ter que bater em uma criança diria quando iniciasse a minha preparação. Não iria com toda a minha intensidade já que aquele era um pequeno teste, da posição em que estava dispararia em sua direção e procuraria chutar na altura do balão para que ele pudesse explodir - Nada mal comentaria se fosse algo relevante, obviamente quanto maior o tamanho do balão maior seria a explosão - Vocês dois, enquanto eu distraio ele vão chamar Capullo já que mais pessoas podem chegar até aqui diria em um tom que somente eles poderiam ouvir. Com o meu teste feito, enfim poderia ir com tudo e a primeira coisa que faria seria recuar alguns passos antes de correr novamente na direção do meu inimigo. Faria uma movimentação em ziguezague para esconder o lado em que atacaria, mas sempre visaria atingir sua cabeça ou o balão que estava consigo para estourá-lo em si. Após o primeiro ataque, seguiria atacando com uma rasteira para levá-lo até o chão e encerraria a sequência com um chute na cabeça do alto até o chão.

A primeiro momento me preocuparia em evitar os balões ou estourá-los a uma distância considerável do resto do meu corpo. Isso tudo dependeria do teste inicial que iria fazer já que não seria tão idiota ao ponto de tentar bater nos balões se eles me afetassem tanto no estouro. Procuraria também observar alguns detalhes ou padrões que poderiam haver por ali, também se possível contaria o tempo que ele utilizava para inflar um balão e usar esse intervalo de tempo para o meu favor. Optaria majoritariamente por jogar o corpo para uma direção contrária ao balão escolhendo sempre se possível a lateral direita para organizar algum contra-ataque, utilizaria de rolamentos para facilitar a minha movimentação. Era possível que ele também pudesse controlá-los conforme a sua vontade e por isso buscaria dar passos falsos para tentar enganá-lo, como dar um passo para frente, recuar e em seguida realizar um giro. Uma luta agora seria um tanto empolgante, ainda mais com um adversário totalmente diferente do que já tinha enfrentado até o momento ”É assim que morre mais fácil também” ela não desistia mesmo ”Fica quietinha vai” responderia.







 



Histórico:
 




Objetivos:
 




Spoiler:
 


Legenda e Status:
 

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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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Última edição por Vincentão em Ter 24 Set 2019, 23:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyDom 22 Set 2019, 20:27

Que animal é esse?
Posts em Utopia - 9
O local que eu havia adentrado era pouquíssimo confortável, ok, não esperava algo confortável, mas esperava que poderia andar em pé sem problemas. Infelizmente não foi possível, tive que ir andando encurvado. E isso se estendeu por um tempo, o local estava escuro, não sei se meus olhos já estavam se acostumando com o breu por todo o tempo que fiquei com tapa olho, era difícil saber, mas mesmo andando naquela escuridão e naquele cheiro horrível, acabamos chegando em locais diferentes. Não estávamos perdidos pelo menos.

Bem, o cheiro incomodava, o escuro incomodava, mas tudo isso parecia o menor dos meus problemas quando ouvia um grito. Esse grito fazia todos os meus nervos ligarem, desejar a saída parecia a coisa certa a se fazer, mas tínhamos que cumprir com a missão e por isso continuávamos. Finalmente chegamos em um local novo um pouco diferente, cinco corredores partiam dessa direção e eu até me perguntava por um instante o que significaria cada um deles. Porém, não tive o tempo para pensar em várias opções, logo ouvimos criaturas se aproximando e precisei me esconder enquanto elas apareciam.

É difícil determinar o que elas eram, mas eram fracas. Rapidamente eu e Helena derrubamos os cinco estranhos seres verdes que chegaram. - Nunca vi algo assim... mas são humanoides. - Falaria olhando para eles e principalmente lembrando de como lutaram e correram. Andaram em duas pernas e carregavam armas. - Será que o corredor Modificados significa que modificaram humanos para virarem isso? Me parece bem óbvio, ao mesmo tempo que me pergunto como isso seria possível. Talvez uma akuma no mi? - Indagaria sem imaginar que ela possuísse a resposta, o poder daquele homem que me pegou cinquenta mil berries com certeza conseguiria modificar o corpo de humanos, então imagino que outras akumas também poderiam fazer isso.

Iria pensar por um tempo ainda neles, porém Gwen acabou subindo em meu ombro morrendo de medo de algo. Além disso Helena me perguntava sobre o que eu pensava dos corredores, para onde era bom irmos. Esses seres verdes vieram do corredor “Modificados”, a tentação de seguir por esse caminho era alta. “Bestas” – “Necrotério” – “Modificados” – “Lataria” – “Comestíveis”. - Bem... se formos interpretar literalmente... E falar que “Modificados” são humanos modificados... - Falaria olhando para os corredores. - “Bestas” seria onde existem animais... “Necrotério” provavelmente onde todas as bestas e modificados mortos acabam sendo jogados... “Lataria” eu diria que é o lixão útil do que vem lá de cima... Mas não consigo imaginar nada do que pode ser o “Comestíveis” ... - Ok, a minha mente imaginava alguém sendo canibal, mas não gostava da ideia. - Talvez seja só um corredor de lazer mesmo. - Opinaria e então concluiria. - Na minha cabeça os humanos reféns estão nos modificados e acabamos de derrotá-los. E os piratas estão nos comestíveis por ser possivelmente uma área de lazer.

Daria uma pausa para ver se Helena concordava comigo ou se ela mesmo já havia feito algum pensamento sobre tudo isso, ela indicou “Lataria”, pode existir um motivo para isso. - Como Katt falou para libertamos os escravos, eu acharia melhor irmos nos “Modificados” primeiro. - Opinaria finalmente. - Claro que sempre podemos voltar dependendo e ir em outro túnel. - E sinceramente é uma ideia que eu adorava. Aquela base atiçava um pouco a curiosidade que ia nascendo em mim. Até o quê? Uma hora atrás? Eu nem sabia que existia akumas no mi, fui teleportado e voltei no mesmo segundo e me parecia tudo um sonho. Até a capitã me falar que o shichibukai possuía uma akuma no mi também. Minha mente explodia com a coincidência de ser apresentado para uma fruta do diabo logo antes de ouvir de outra. Agora me perguntava quais mais existem e o que podem fazer.

De qualquer forma, enquanto a minha superior pensasse em qual caminho iríamos, me sentaria no chão, retiraria minha mochila e começaria a mexer na mesma procurando por um item que deveria ter usado em Aracne Island e não usei. E assim finalmente retiraria a Poronga de minha mochila. - Possuí alguma coisa para ligar o fogo da poronga? - Perguntaria. - Eu vou virar um alvo mais fácil, mas também enxergaremos melhor. - Beberia um gole de água da minha garrafa e ofereceria para Helena.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] escreveu:
Para ajudar o narrador e o avaliador. Poronga é um item que recebi na última aventura, é basicamente uma luminária a óleo que fica na cabeça da pessoa.
Descrição Wikipedia
Imagem de uma poronga
Outra imagem de uma poronga

PS: se você gostar de órgãos sexuais masculinos pode pesquisar poronga também no google, eu não recomendo

Quando Helena decidisse qual iríamos, afinal, a palavra final ainda era dela, seguiria me oferecendo para ir na frente igual antes. Lá iria eu de novo encurvado, pelo menos assim garantia que a tenente estaria segura. Aquele corredor mal me cabia, acertar alguém atrás de mim provavelmente mereceria palmas. Poderíamos estar com a poronga acessa ou não, mas independente disso, existiria um raio máximo a minha frente do que poderia ver, e quando visse algo diferente do esperado pararia e observaria o que era até finalmente identificar o que era.

Caso qualquer inimigo me abordasse no corredor seria um pouco difícil de lutar na falta de espaço, por isso logo flexionaria meus joelhos um pouco, a diferença de altura não era tamanha para impedir que assim eu me locomovesse de forma ruim. Tentaria usar mais as minhas pernas, quando o inimigo se aproximasse tentaria subir minha perna esquerda, afinal, havia acabado de melhorar ela, não queria forçar todo o meu peso nela, e assim chutaria o inimigo, tentando subir ele um pouco do chão. Voltando a perna imediatamente daria o melhor direto que meu recém equilíbrio conseguisse.

Se eu simplesmente não conseguisse fazer isso e meu inimigo me acertasse primeiro, iria simplesmente tentar agarrá-lo, assim, indo para o chão, daria espaço para Helena acertar o adversário enquanto isso. Para agarrá-lo tentaria usar do meu tamanho e abraçaria todo o espaço na minha frente, tentando assim no processo acabar abraçando ou as pernas ou os braços do rival.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyTer 24 Set 2019, 09:25

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UTOPIA - GRAND LINE - 09



A criança parecia ter um emocional diferente, mudando constantemente e sem razão aparente, talvez não se desse bem com a rejeição. Notando isso, Kath tomava a dianteira da situação, e com o carinho que podia ter naquele momento, chamava o pequeno para brinca – Sim, eu comi uma fruta ruim e agora eu crio esses belos balões – dizia o cabeçudo, enquanto diminuía o tamanho da bexiga – Ela não gostou de mim – recrutava, ao escutar o que a Major estava dizendo. No fundo, Charlotte revirava os olhos, querendo sair dali o mais rápido possível, ela e Battos estavam tentando retirar o pino que prendia a porta, tudo que precisavam era levantar aquilo com uma alavanca e ela iria cair, doravante, a porta era de aço e pesava demais para levanta-la sem chamar atenção da criança.

- Eu adoro brinca de esconde-esconde – falava a criança – Eu vou esconder naquela direção haha – apontava para o corredor que haviam passado – Obrigadão Tia – falava, enquanto saltitava pela escuridão, segurando seu balão vermelho. O plano fora um sucesso, agora teriam um tempo para arrancar aquela porta – Tome cuidado, pode muito bem ser uma armadilha – quem alertava era Battos, que já suava para efetuar seu plano, ele iria usar sua espada como alavanca. Com as ordens ditas para a dupla, a menina saia pelo corredor a procura do seu novo amigo cabeçudo. Enquanto passava pelo corredor de forma tranquila, não podia notar nada de diferente, perguntava pelo fedelho, mas não havia uma resposta. Depois de alguns minutos, notava que a frente, uma das placas de metais que estavam na parede anteriormente, estava no solo e na parede, havia um buraco grande o suficiente para um adulto passar.

Caso entre no buraco, Kathe sentiria o local um pouco apertado, sua cabeça encostaria no teto, de modo que teria que se encurvar de leve. Seguindo mais um pouco, iria chegar no fim da caverna. Podia notar uma luz fraca vindo de um buraco abaixo do túnel. Chegando na ponta, veria abaixo de si, cerca de 4-5 metros, uma cela de metal, la dentro, havia duas pessoas, completamente sujas que não podia dizer se eram homens ou mulheres, ou se estavam sequer vivos. O local era meio escuro, havia apenas uma tocha na parede e um único guarda. Era uma criatura magra, usava uma roupa roxa, tinha o cabelo verde, estava de costas, brincando com uma adaga aparentemente. Contudo, atrás de uma rocha, no fundo desse buraco, via-se um balão flutuando, vermelho, e o pedaço de uma cabeça encolhida.

A dois passos do paraíso, estava o grande Calros, se questionando se aquilo era uma akuma no mi, mas Helena tinha uma resposta diferente – Dizem que Fish, é um gênio louco, que faz experiencias em humanos e animais, seu corpo por si só é completamente modificado – informava a ruiva, enquanto fazia uma careta para os cadáveres – Fish tinha um laboratório secreto em Sakura, mas um bando pirata o destruiu recentemente, as “Calamidades”, liderados por Máximos – dizia por fim.

Agora tinham que decidir qual caminho seguir, ou retornar pelo caminho que tinham vindo. Calros tinha toda uma teoria sobre as portas, podia estar certo? Podia. Mas podia estar totalmente errado? Provavelmente. O fato era que qualquer lugar que fossem, iriam encontrar algo que jamais iriam esquecer, por isso, Helena resolvia aceitar a teoria do seu parceiro – Aquele rugido de antes, ele pareceu sentir o cheiro do sangue, tomara que não encontramos com ele – dizia por fim, enquanto ajeitava seu arco nas suas costas.

Com o destino decidido, a dupla rumava para o corredor dos “modificados”. Calros tinha uma poronga grande e pedia a ruiva para acende-la O fim do que nunca começou - Página 3 344152600, a menina tateava os bolsos – Não... perai – tirava duas flechas da sua aljava, se aproximava do marinheiro, ao bater a ponta de duas flechas, fez-se faíscas suficientes para acender a poronga de Calros O fim do que nunca começou - Página 3 344152600. Com chamas para iluminar o caminho, adentravam no corredor, deixando os corpos no local, sem esconde-los. Seguindo pelo corredor, podiam notar que o corredor ia ficando maior e mais fácil de caminhar nele, ate que chegou num momento, em que o teto estava muito acima da cabeça deles.

Chegariam num momento, em que veriam no fundo do corredor, uma grande abertura, iluminada. Ouvia murmúrios, gritos isolados, espirros, mas não podia dizer o que era se não se aproximasse mais. Dali onde estavam, podia ver bem no fundo da caverna, um buraco na parede, onde havia grades e la dentro, podiam notar um prisioneiro, era possível ver apenas sua silhueta, mas o prisioneiro havia visto a dupla, ele encostava a cabeça na grade, a escuridão da cela ainda o encobrindo, ele fazia um sinal para ficaram parados, e depois de alguns segundos, fazia sinal para avançarem, cabia a dupla escolher confiar num estranho ou fazer a própria estratégia.



Battos:
 
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Tin:
 

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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyTer 24 Set 2019, 11:54

Um prisioneiro
Posts em Utopia - 10
Helena me contava que Fish era até famoso por realizar experimentos com humanos, isso na minha cabeça só reforçava minha teoria. Ela citava um bando de piratas que eu não conhecia, mas isso não era importante naquele momento, o fato relevante eram os experimentos. Talvez por isso que a tenente aceitara minha proposta e assim fomos pelo caminho dos “Modificados”. E fomos com luz já que ela acendera a poronga e agora conseguíamos enxergar por onde andávamos.

Não só a luz era um alívio, como o próprio túnel escolhido ia se elevando aos poucos e assim consegui andar de forma ereta novamente, minhas costas agradeciam enquanto ao mesmo tempo pensava que agora era mais fácil de focarem em Helena. Estava preocupado com três pontos naquele momento, o rugido que a tenente comentara, o teto que estava muito acima de mim, de tempos em tempos daria uma olhadinha para cima procurando por alguma abertura, não se sabe se alguém cairia em cima da gente em um ataque surpresa. - Existe uma abertura no teto, fica de olho para ataques surpresas depois... - Falaria se passássemos por uma visível sem ter nenhum ser nos atacando. E o último ponto era Alexander, quanto mais descobria desse shichibukai e da situação da ilha, mais preocupado ficava com a segurança do homem que me salvara e que ainda não pude retribuir o favor.

E a caminhada se estendeu por um tempo até finalmente algo novo aparecer em nossa visão. O fim do corredor mostrava não só um prisioneiro, como também trazia sons novos demonstrando que havia outros seres por ali. O ponto era simples em minha mente, quem quer que estivesse preso percebeu que éramos um grupo diferente de quem o havia aprisionado e já estava nos ajudando, mandou eu parar. Naquele momento não só pararia como lamberia a ponta dos dedos e apagaria o fogo da poronga. Luz irradiando do corredor poderia chamar a atenção dos caras que estivessem por lá.

Agora o momento mais delicado, o prisioneiro desconhecido sinalizava para irmos para lá. Na minha mente não restava dúvidas de que poderia confiar nele, se fosse me dedurar porque não teria feito no mesmo instante? Bem, poderia ser para armar uma armadilha, mas como armaria uma sem ter sinalizado de alguma forma para as pessoas que estavam por ali? Basicamente impossível.

Olharia para Helena sinalizando que eu avançaria, só não iria se ela realmente me impedisse, não havia motivo para pensar muito naquele momento. Ali era um lugar de piratas e alguém estava preso, precisávamos simplesmente salvar a pessoa. Se ela não me impedisse andaria da forma mais calma que pudesse para não chamar a atenção. Enquanto me aproximava tentaria ficar atento a sinais do prisioneiro, talvez o povo acabaria voltando.

Quando chegasse no final do corredor, não pularia para fora dele direto, tentaria me aproximar do canto e visualizar o salão que poderia haver por ali. Talvez a fonte dos murmúrios, gritos e espirros. Sendo um local de experimentos como havia imaginado, teria várias máquinas ali e provavelmente mais prisioneiros.

Se houvesse alguém ainda gritando por estar sendo torturado de alguma forma eu não pensaria duas vezes. Pularia daquele corredor e correria na direção desta pessoa, se fosse uma máquina, tentaria entender como ela funciona para desligar o mecanismo e assim parar a tortura. Caso fosse um ser causando dor em outro, seria ainda mais fácil, tentaria sair do corredor diretamente na direção deste ser maléfico e acertá-lo de frente ou de costas na região da cabeça com o melhor gancho que pudesse, isso provavelmente dependeria do ser estar no lado direito ou esquerdo em relação ao corredor.

Porém como eu confiava que o prisioneiro estava me mostrando que não havia mais ninguém ali, provavelmente estaria num salão vazio e então olharia para o prisioneiro e perguntaria em tom baixo. - Você está bem? - Após a resposta perguntaria. - Sabe onde está a chave da sua cela? - Se ele soubesse adiantaria o processo. Realmente não me importava muito com quem era a pessoa na cela, salvá-la era o primeiro plano, Helena poderia perguntar isso enquanto eu procurasse pela chave.

Havia a possibilidade também dele me chamar porque eles estavam distraídos com outras coisas, mas estavam ali ainda. Para esse tipo de situação iria olhar quantos eram e os arredores deles, pensando em como poderia acertar a maior quantidade deles ao mesmo tempo.

Como nem tudo é um mar de rosas, se o prisioneiro, sei lá porquê, estivesse mentindo, iria provavelmente ver vários homens me cercando logo após eu chegar perto do final do corredor. Nesse caso não havia muito o que fazer além de lutar, iria recuar dois ou três passos para dentro do corredor, assim pelo menos impossibilitaria que me cercassem. Veria qual tipo de arma estavam portando, quantos eram, o tamanho era importante também, e me prepararia para a batalha.


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MensagemAssunto: Re: O fim do que nunca começou   O fim do que nunca começou - Página 3 EmptyQua 25 Set 2019, 17:29

Esconde-esconde

   
A “criança” era realmente estranha até porque rapidamente mudava o seu humor novamente e facilmente aceitava brincar comigo de esconde-esconde. Ele realmente era um usuário de Akuma no mi, o que poderia vir a ser preocupante mais a frente caso ainda tivesse que lutar com ele ”Eu vou acabar tendo que dar uma lição nele” dizia de forma pensativa.  Battos e Charlotte sorrateiramente conseguiam aos poucos abrir a porta, tendo uma oportunidade maior ainda quando o menino saía saltitando pela escuridão - Eu vou ter pode ficar tranquilo diria de forma sorridente nesse momento - Tentem não fazer muito barulho com essa porta aí falaria uma última coisa antes de sair também pela escuridão. Depois de algum tempo eu me deparava com uma placa de metal que estava no solo e na parede que ela antes estava havia um buraco grande o suficiente para que pudesse passar por ele. Seguiria por dentro dele, era um local um tanto apertado e eu tinha que inclinar o corpo um tanto para conseguir andar corretamente por ele, mas nada que não pudesse fazer. A abertura me levava até o fim da caverna, onde da ponta há uma distância considerável havia um guarda com cabelos guardando uma cela com pessoas totalmente sujas e ainda mais há frente estava o menino escondido atrás de uma pedra ”Vou ter que de alguma forma atrair essa criatura até aqui” era o que estava pensando no momento.

Começava a pensar em algumas possibilidades a serem usadas por mim, talvez chamar sua atenção fosse o mais fácil o problema verdadeiro poderia estar no que faria em seguida. Assim eu voltaria pelo buraco e tentaria seguir por uma outra direção que pudesse me levar de volta até onde estava a cela. Caso encontrasse um caminho alternativo passaria para o próximo passo, apanharia uma das pedras do chão e jogaria próximo ao ser para atraí-lo até a mim procurava evitar que o menino me visse lutar ele para não acabar tendo uma outra mudança repentina em seu humor. Se meu plano funcionasse e ele me visse iria sem perder tempo em sua direção - Então, é você que está mantendo essas pessoas presas? não diria em um tom muito alto para chamar atenção. Visualizaria as partes superiores do tronco do meu inimigo, assim miraria um chute na cabeça diretamente ou então no pescoço para fazê-lo se chocar contra a parede da caverna. Se de alguma forma ele resistisse ao primeiro ataque, faria um giro para ataca-lo novamente com a parte de trás do pé também na altura do crânio para levá-lo até o chão. Se em algum momento fosse atacada com a adaga que ele antes brincava, recuaria um tanto para trás e jogaria o meu corpo para o lado deixando ambas as pernas esticadas para lhe passar uma rasteira enquanto caía.

Caso esse embate se resolvesse rapidamente, buscaria por coisas dentro dos bolsos do ser principalmente se ele tinha alguma chave consigo já que estava guardando a cela. Se conseguisse encontrar algo, primeiro iria encontrar o garoto para fazê-lo sair dali ou então dar alguma abertura para que ele pudesse sair dali sem que o “visse” - Onde será que ele está!? fingiria estar procurando ainda. Se ele não saísse dali iria em sua direção - Bom, a tia te achou e agora você tem que me procurar diria sorridente - Pode ir até aquela direção, se vire de costas e conte até 30 está bem? manteria o sorriso enquanto apontava para um local qualquer um tanto distante dali. Feito isso iria na direção da cela abri-la com a chave - Pronto, vocês estão livres agora diria - Vocês conseguem andar? Querem alguma ajuda? Temos de ser rápidos para sair daqui me ofereceria para ajudar - E aliás, quem são vocês? Como se chamam? faria um questionamento final.

Se não conseguisse encontrar outro caminho, ainda dentro do buraco procuraria pelo meu violino - Aqui está diria quando o encontrasse. O objetivo era tocar uma música para fazer com que o ser saísse de perto da cela e fosse buscar pela origem do som se distraindo por alguns momentos. Esperaria por um momento até que ele parasse exatamente em uma posição próxima a minha, a ideia era cair em cima dela com um chute que teria seu impacto aumentado por eu estar acima dele ”É agora!” diria momentos antes do pulo. Poderia ser um pouco arriscado, mas se obtivesse êxito poderia nocauteá-lo de uma vez ou então deixá-lo debilitado para sofrer um chute giratório em seguida ”Você é mesmo louca!” ela novamente aparecia para me criticar ”Não, eu só estou pensando numa forma de acabar com esse cara” responderia com um pouco da minha paciência com ela perdida. Isso de certa forma, me lembrava de quando ainda estava com meus antigos companheiros onde tive que chamar a atenção de alguns homens que guardavam um depósito. Eu torcia para que as coisas continuassem dando certo para não acabar tendo alguns problemas maiores que sequer poderia confrontar de frente.

 
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Ato IV: Aranhas e mais aranhas
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