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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyQua 21 Ago 2019, 11:45

Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bóris Ivanenko. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyQui 22 Ago 2019, 11:59

"Quanto tempo faz? 40?50 anos? não importa finalmente estou voltando para casa, espero que tenha algum conhecido meu vivo ainda"


Havia acabado de chegar a minha ilha natal, onde minha história começou, parecia justo ela terminar aqui também, ser enterrado junto com meus parentes após anos servindo a marinha não me parecia nada ruim. Melhor que isso só se eu morresse em combate, infelizmente eu não tive essa sorte e estava velho demais para isso agora.


Olharia para trás em direção ao navio de marinheiros que me trouxeram para Briss Kingdom. Eu havia aproveitado a carona com alguns marinheiros conhecidos meus para voltar para minha ilha natal. Iria olhar paras os marinheiros que provavelmente já estariam zarpando da ilha e prestaria uma continência, como sinal de respeito, e do fundo do meu coração desejaria sorte na sua jornada.


Essa provavelmente seria a última vez  que iria prestar continência, quando me desse conta disso iria  para a posição descansar enquanto observava eles partir, quando estivessem longe o suficiente para não conseguir ver mais eles,o que não iria ser muito longe  devido a minha vistas ruim iria voltar a minha atenção para a ilha novamente.


Provavelmente iria encontrar a cabine velha que ficava perto da costa. Um sentimento nostálgico me invadiria assim que a visse, rapidamente iria me aproximar dela para ver a cabine mais de perto e iria  falar alto com uma voz alegre


-É bom saber que algumas coisas nunca mudam, shashashashashashashashashashasha-


Se tivesse alguém dentro da cabine não iria perder tempo e iria  cumprimentar o mesmo, oferecendo minha mão direita em forma de saudação, infelizmente iria apertar minha mão mais do que o necessário,estava desacostumado a esses cumprimentos passei muitos anos apenas prestando continência.


-Boa/bom dia/tarde/noite  me chamo Ivanenko, Bóris Ivanenko, morei aqui quando era jovem, como pode ver já foi a bastante tempo, shashashasha , depois que me aposentei da marinha decidi voltar para minha ilha natal.-


Após as palavras de saudação não iria perder mais tempo com ele, muito menos iria ouvir o que ele estava dizendo devido a minha péssima audição,  apenas iria esperar ele parar de falar para então falar me despedindo.


-Então, eu estou um pouco ansioso para  ver a  cidade, então me desculpe mas eu já estou me retirando.-


Dito isso iria em direção ao caminho que ainda me era um pouco familiar em direção a cidade que ficava aproximadamente no meio da ilha. Somente iria prestar atenção em quem estivesse na cabine se o mesmo se pusesse no meu caminho a fim de impedir o meu avanço.


Caso isso acontecesse iria parar de frente a ele e aproximar meu rosto do dele, para o ver mais de perto e também para conseguir o ouvir melhor.


-Perdão, minha audição não é mais a mesma desde que meus tímpanos foram pro saco quando uma bomba explodiu e me deixou em como por 10 anos, o que você estava dizendo mesmo?  -


Iria Falar enquanto colocava meu ouvido próximo da boca dele.


Se ninguém fosse impedir o meu avanço iria seguir pelo caminho estreito em direção a cidade, enquanto um sentimento de nostalgia invadia meu peito enquanto olhava paras os lados e me lembrava de coisas  de quando eu era jovem.


”Não foi por aqui que eu cacei meu primeiro animal? Pera, não foi ali que aquele cachorro me perseguiu até eu  chegar em casa? Espero que eu não encontre ele de novo, ouvi por aí que um ano para um humano é como se fosse 3 para  cachorros, ou era 2 anos? de qualquer forma ele já deve estar morto, ou pelo menos banguela ”


-shashashashashashashashashashashashashashashashashashasha -


Me lembrando do passado iria me pegar rindo sozinho durante o caminho, provavelmente se alguém me visse agora iria pensar que eu sou um velho biruta,


Chegando na cidade iria dar uma volta pela mesma, tentando me familiarizar novamente com ela, iria em direção a minha antiga casa, ver se ele ainda estava lá com alguém morando nela ou já havia sido demolido. Também iria em direção ao centro da cidade ver se ainda havia construções que me eram familiar.


”Vou encontrar algum conhecido vivo? Difícil…. ”

iria me familiarizar com a cidade novamente até estar anoitecendo, quando o sol estivesse se pondo iria em direção a uma taverna, provavelmente já iria saber onde tem uma depois de passar todo esse tempo explorando a cidade.

objetivo:
 


off:
 

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptySex 30 Ago 2019, 22:57



A CHEGADA



Horário: 18:00
Temperatura: 28°



  Nosso simpático protagonista, um senhor de noventa anos, havia finalmente voltado para sua terra natal depois de muitos e muitos anos, um homem que lutou pela justiça, mas infelizmente viu a era dos piratas fervilhar durante seus anos de serviço e agora piratas atras de piratas surgiam pelo mundo, mas os esforços de homem como nosso amado vovô havia tornado a vida mais difícil para eles.

  A pequena escuna que havia deixado o aposentado marinheiro se afastava, era uma sensação que não mais sentiria. Os tempos de vento na cara, o cheiro do mar, o balançar da embarcação, estava tudo ficando para trás. Do mesmo jeito que o barco se afastava o sol sobre a cabeça ficava mais forte. Mas Bóris não deixou de bater sua ultima continência e pode ver seu ultimo superior, o tenente Kalahan no fundo da embarcação também bater continência para o agora ex-marinheiro. Pelo menos foi isso que ele calculou com sua péssima visão.

  Se virando para a pequena estrada que levava a cidade o civil observava uma velha cabine, mas quando ele saiu da ilha a décadas atras essa cabine era nova, ela tinha um propósito, abrigar o vigia da ilha, aquele que tinha a missão de alertar toda a cidade da aproximação de um estranho ou dos temíveis piratas. Mas ao se aproximar da cabine percebeu que ela estava abandonada, ao que parecia as pessoas não davam mais atenção a chegada de ninguém, provavelmente ninguém sabe da chegada do ex-marinheiro que em muitas de suas missões havia salvado muitas pessoas da bandidagem que rondava a própria ilha.

  Logo se colocou na direção da cidade, estava curioso com as mudanças da mesma, quando ele havia saído não passava de uma pequena vila com casas de madeira, havia poucas ruas e se mantinha muito da sua própria força, quase nunca recebendo nada de fora. mas a primeira surpresa já chamava a sua atenção, pois pode perceber nitidamente que a cidade estava bem mais próxima do mar, isso significava que o pequeno vilarejo havia realmente crescido.

  Não sabia se era nostalgia ou perplexidade, mas no lugar do simples vilarejo havia uma pequena cidade, a maior parte das casas eram já de alvenaria e mesmo a rua central era toda calçada com pedras claras e bonitas por sinal. Muito da simplicidade da ilha havia morrido e isso era ainda mais evidente nas vestes das pessoas. Mesmo depois de anos de viagem e muitas ilhas que visitava, Ivanenko nunca havia visto uma cidade como aquela, onde as pessoas se vestiam muito bem em sua grande maioria, claro que era tudo frescura, mas a mudança fazia com que o aposentado senhor sentisse que aquela não era mais a pequena vila que um dia morou.

  Mas entrando na cidade algumas lembranças viam a sua cabeça, e apesar da cidade ter crescido e algumas coisas terem mudado de lugar, a estrutura parecia familiar e histórias eram recordadas. A alegria parecia voltar a fazer o coração do boxeador a ganhar nova luz e alegria.

  Caminhando então para o centro da cidade viu que a casa que ele um dia cresceu e morou já não existia mais, além disso as casas pareciam ter crescido ali, tanto de estrutura quanto tamanho. Era basicamente irreconhecível, além disso a loja que se destacava ali não era mais o mercado da cidade, onde todos vinham trocar suas mercadorias, mas agora era uma loja de roupa, ao que parecia a vaidade estava tomando conta do que um dia foi seu simples vilarejo.

  Todavia havia uma taverna, com o sol já perdendo força assim como as pernas do aposentado marinheiro, Boris se dirigiu para o local. Não era grande, caberia ali sentado umas trinta pessoas, não havia muitas garrafas na prateleira do bar. Era um local simples e custos simples e que parecia atender as necessidades do público da cidade. Assim que entrou uma jovem mulher, de aproximadamente 20-25 anos atendeu o senhor.

  - Gostaria de se sentar senhor! - Dizia com toda a educação possível. - Tenho esta mesa com uma cadeira bem confortável se preferir.

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptySab 31 Ago 2019, 11:07

#2




bati continência para o tenente até que eu o perdesse de vista, saber que essa seria provavelmente era a última vez que presto continência antes de ir embora desse mundo me deixou com uma dor estranha no peito.


-Será que estou infartando?? -


Falaria com um tom preocupado na voz, Perderia alguns segundos pensando nessa possibilidade e soltava uma risada, percebendo que provavelmente ainda iria durar alguns anos.


-Shashashashashashashashashasha -


Enquanto caminhava vi algo familiar, a velha cabine, ela não envelheceu tão bem como eu, e parecia abandonada, como se não se preocupassem com a segurança por um bom tempo, isso me deixou preocupado.


-Os blues estão tão tranquilos assim para que não se preocupem com a chegada de piratas ou pessoas mal intencionadas? -


Mas logo daria de ombros, agora eles teriam a mim para protegê-los, eu poderia segurar qualquer ameaça que os blues pudessem fornecer.


-Por um ou dois minutos , shahshashashasha, se ainda pudesse atirar poderia durar mais...shashashashasha-


Na pior das hipótese já teria um lugar para dormir, em uma cabana abandonada, durante meus anos na marinha já havia dormido em muitos lugares que seriam piores do que essa cabana.


Enquanto caminhava pela estrada que levava até a cidade percebi que ela tinha ficado mais curta, provavelmente a cidade havia crescido. Se eu não tivesse reconhecido o caminho e a cabine quando cheguei na ilha provavelmente pensaria que estava na ilha errada, a cidade estava muito diferente do que eu me lembrava.


As construções estavam mais modernas, tudo mais chique, senti como se os nobres de todo o mundo tivessem se mudado para essa ilha.Vendo as construções chiques me fez ficar triste, desconfiava que teria que dormir na cabana abandonada por um bom tempo antes de poder comprar alguma casa nessa cidade.


As roupas das pessoas também estavam diferentes, por onde eu olhava via pessoas bem vestidas, com roupas caras e pomposas, não poderia deixar de dizer espantado.


-hó porra, isso aqui virou uma indústria da moda? Cadê os pivetes com os pés descalços? De cueca correndo atrás de galinhas ?-


Eu voltei para essa ilha para poder morrer em paz na minha ilha natal, mas com essa visão chocante acabei percebendo que essa ilha não era mais a ilha que eu me recordava, ela havia mudado tudo, isso fez com que minha viagem aqui fosse em vão, mas já que estava aqui, não tinha muito o que fazer, iria seguir meus planos.


Felizmente quando adentrei na cidade acabei reconhecendo algumas coisas. Um sorriso iria brotar em meu rosto quando, milhares de memórias que eu julgava já ter perdidos voltavam em minha mente, lembranças simples que eu julgava não ter valor na época, agora eram como coisas preciosas, eram o tesouro mais valioso que um homem da minha idade poderia carregar.


Como eu já desconfiava, minha casa não existia mais, talvez ela tenha se tornando muito simples para essa ilha, não posso deixar de admitir que isso me deixou um pouco triste, mas não iria deixar isso me abalar iria continuar explorando a cidade até escurecer.


Andar pela cidade estava me deixando cansado, mas consegui cumprir meu objetivo, ao anoitecer fui em direção a uma taverna onde encontrei o que me parecia ser uma jovem garota.


Ela pareceu muito educada enquanto falava alguma coisa para mim. infelizmente para ela eu não entendi bulhufas do que ela disse.


Me aproximaria do rosto dela o suficiente para deixar ela vermelha se fosse uns setenta anos mais novo, para a ver melhor e falaria


-Perdão, eu perdi a maioria da minha audição em uma explosão, você poderia repetir o que falou? fazendo favor?-


Após falar isso viraria meu ouvido para a direção da boca dela, tentando facilitar a comunicação, se ela me falasse para me sentar daria risada e falaria.


-Shashashashashashashasha, perdão jovem senhorita, na verdade estou a procura de um emprego, tenho alguns anos de experiência cozinhando para marinheiros que nunca reclamaram da minha comida, embora é difícil reclamar de qualquer alimento quando se passa um bom tempo comendo ração nas guerras, shashashashashashasha -



De novo colocaria meus ouvidos perto da boca dela para ouvir a resposta, se ela me encaminhasse para outra pessoa eu iria repetir quase as mesma palavras demonstrando minha intenções de conseguir emprego.


Se a jovem moça ou o responsável do estabelecimento recusasse eu não desistiria de primeiro voltaria a falar.


-Que tal eu fazer uma refeição para você/s, só usando o que você/s tem aqui, se gostar/em eu sou contratado? Shashashashashashasha -


Se perguntasse sobre o salário eu responderia, modestamente.


-Que tal 30.000? se eu conseguir aumentar a sua clientela, eu peço aumento, shashashashasha -


Caso recusassem eu daria de ombros, enquanto falava.


-Você/s que sabe/m, quem vai sair perdendo é você/s eu vou para o concorrente, shashashashashashasha-


Falando isso iria me retirar do estabelecimento e procurar outra taverna na cidade, caso encontrasse eu iria entrar nele e procurar o responsável. geralmente não é tão difícil achar o responsável, só procurar quem está dando ordens para os outros, assim que localizar o responsável iria me aproximar dele e falar.


-Boa noite, estou procurando um emprego de cozinheiro.-

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptySeg 02 Set 2019, 23:10



Procurando Emprego


Horário: 18:00
Temperatura: 28°



  Bóris, nosso velhinho do coração, estava em busca de emprego, entrando na taverna foi recebido bem, entretanto conversando com a bela garota que lhe atendia ele manifestava muito o desejo de conseguir um emprego, afinal trabalhar era a maneira digna de viver.

Mas infelizmente por mais que insistisse a garota colocava a situação do local de trabalho, já havia três cozinheiros contratados, que se revesavam em três turnos ficando juntos nos horários de pico, o que tornava um quarto cozinheiro inviável inclusive para o negócio em si.

- Senhor sinto muito! - Ela já falava em alto bom tom de maneira que Ivanenko conseguisse compreender perfeitamente. - Mas tem um local que esta sempre a procura de cozinheiros aqui na cidade. - Ela mostrava até certa empolgação ao falar sobre isso. - Se o senhor queguir para o sul da ilha, em direção as plantações, lá há um lugar que o senhor pode trabalhar. Chama-se Taverna do Pé Vermelho.

A parte sul da ilha era o exato oposto de onde o ex-marinheiro havia chegado, ele teria que seguir pela praça central onde se encontrava e poderia descendo pela direita. Como antigo morador da ilha ele sabia que aquela região sempre foi onde ficava a horta de sub-existência da ilha, basicamente todas as pessoas da ilha trabalhavam nela a cerca de 50 anos atrás até a formação da cidade.

- Mas tem certeza que não gostaria de comer nada aqui senhor? - Perguntava a atendente. - Tenho certeza que uma boa refeição pode dar ânimo para a busca de um novo emprego.

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyTer 03 Set 2019, 10:52

#3




Infelizmente pelo o que a garota falava parecia que eu não teria sucesso em conseguir um emprego ali. Ainda com um sorriso no rosto daria de ombros, não é como se tivesse esperando conseguir um emprego na minha primeira tentativa. Estava prestes a ir embora quando ouvi a garota falar que havia um lugar que sempre estava procurando cozinheiros.


-Taverna do pé vermelho? É um bom nome, shashashashashasha, obrigado já estou de saída.-


Novamente estava tentando sair do estabelecimento quando a jovem garota me fez parar novamente.


- Mas tem certeza que não gostaria de comer nada aqui senhor?....Tenho certeza que uma boa refeição pode dar ânimo para a busca de um novo emprego.


não conseguia aguentar e deixaria uma longa risada sair ao perceber o que ela estava tentando fazer, como ela me ajudou bastante me indicando um lugar para arrumar emprego não custaria nada eu tentar fazer algum agrado para ela .



-Shashashashashashashashashasha, você é uma ótima comerciante garota, como você se chama?-


independente se ela me falasse seu nome eu continuaria a falar após uma pequena pausa, para respirar.


-Hoje eu andei por um longo tempo, realmente estou com fome, mas não me sobrou muito dinheiro desde que meu filho que eu acho que é o mais novo me pediu dinheiro emprestado, então se não for mais caro do que 10.000 eu aceito.-


Após isso iria me sentar no lugar que ela indicasse, caso não tivesse algum prato que se encaixasse no meu orçamento eu iria sair dali em direção a taverna pé vermelho com fome mesmo, ja estava acostumado a ficar com fome durante algumas missões da marinha e talvez eu me alimentasse enquanto estivesse cozinhando.


Se ficasse lá para fazer uma refeição tentaria puxar assunto com a garota quando ela viesse me entregar meu prato.


-Pode me dizer por que a taverna pé vermelho sempre está procurando cozinheiros? -


Devo admitir que quando ela falou que essa taverna sempre estava procurando cozinheiros me deixou com uma pulga atrás da orelha,


Se em algum momento ela me perguntasse, meu nome eu responderia.


-Eu me chamo Ivanenko, Bóris Ivanenko, mas todos que me conhecem me chama de vazo ruim, devido a eu sair relativamente inteiro, não importava quantas vezes a morte puxasse meu pé, shashashashashashashashashasha-


De qualquer forma após a refeição eu iria sair do estabelecimento após pagar a conta e agradecer a garota por sua gentileza, isso caso não acontecesse nenhum imprevisto .


-Muito obrigado pela dica de trabalho e pela refeição, agora já vou indo obrigado por tudo -


Dito isso sairia da taverna e iria em direção a taverna pé vermelho. Chegando lá de barriga cheia ou vazia procuraria por quem aparenta ser o dono, que é geralmente aquele que fica dando ordens e falaria para o mesmo.


-Olá, eu me chamo Ivanenko, Bóris Ivanenko, mas pode me chamar de vazo ruim, shashashashashasha, Estou procurando emprego de cozinheiro, tenho anos de experiência cozinhando para a marinha.-


Dito isso esperaria para ver o que ele me respondia, caso ele não fosse o responsável pela admissão de novos funcionários iria me dirigir para a pessoa que ele me indicasse para falar e repetiria as mesma palavras.

objetivo:
 

Duvida sobre as pericias:
 

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyQua 04 Set 2019, 12:08



Procurando Emprego


Horário: 18:45
Temperatura: 28°



   Convencido pela jovem de pelo menos fazer uma refeição, nosso protagonista então era direcionado a uma mesa bem confortável e logo das brisas de vento que poderiam afetar a sua frágil saúde.

- Meu nome é Leyla! - Respondia com um sorriso a pergunta do cliente. - Tenho uma vó que deve ter a sua idade e amo passar tempo com ela, depois de ver o emprego um dia poderia nos visitar.

Logo então a garota saiu e passado meros dez minutos ela vinha com um belo prato de ramen, o cheiro estava muito bom e mesmo o senhor Bóris não conseguiria fazer um prato mais bonito ou cheiroso do que o que lhe foi apresentado. De fato esse estabelecimento parecia bem representado.

Ramen:
 

Entretanto o que deixava o ex-marinheiro curioso era o porque da Taverna Pé Vermelho precisar sempre de cozinheiros, afinal um bom estabelecimento não trocaria os cozinheiros a qualquer momento, isso acabava com o padrão do alimento o que desagradava muito os clientes, um dia recebe o prato com um gosto e em outro momento come o mesmo prato com gosto totalmente diferente.

- Na verdade não sei o verdadeiro motivo. - Respondia a atendente com a habitual simpatia. - Mas creio que por causa da clientela, dizem que é barulhenta e sempre arrumam confusão.

Então após comer e pagar a conta de 1500 berreis, o senhor Ivanenko se dirigiria para o local que a atendente havia lhe indicado. Descendo então para a região sul da ilha o sol já perdia seu brilho e a noite já estava entrando quando o cozinheiro chegou no estabelecimento que procurava.

A primeira vista não era algo que desagradasse aos olhos, pelo menos nãos os de um cego, mas qualquer um que enxergava bem via que a Taverna do Pé Vermelho era uma barraca grandona quase caindo aos pedaços.

Entrando no estabelecimento estava bem claro porque se chamava "pé vermelho". A taverna não tinha nenhum piso, o chão era literalmente o barro vermelho e isso tornava o ambiente sujo, se existisse fiscalização sanitária o estabelecimento estaria fechado sem dúvidas.

Havia ali seis mesas, cada uma com seis lugares, quatro delas estavam com pessoas, de aparência simples, mas comendo algo que parecia uma gororoba, o cheiro do ambiente era ruim e se o gosto fosse aquele mesmo Bóris não conseguiria comer.

Então um homem na mesa joga o prato na direção do bar, grita reclamando da comida, o cozinheiro, que parecia mais a encarnação do deus porco, saia da cozinha para tomar satisfação, então uma senhora de aproximadamente 60 anos tentava apartar a briga, ela aparentemente era a proprietária. A cena se resumia nos clientes saindo sem pagar e o cozinheiro se demitindo. A senhora estava então em uma mesa, chorando.

 

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyQui 05 Set 2019, 12:17


A jovem garota me falou sobre a vó dela, e me convidou para ir visitar ela algum dia, eu realmente estava começando a achar essa garota muito simpática. Rindo responderia.


-Minha idade? Shashashashashashasha, acho difícil, sou mais velho do que aparento, mas vou querer sim, quem sabe seja uma velha conhecida minha se realmente tiver minha idade.-


O prato que me foi servido, era realmente delicioso, o que me fez querer perguntar a receita para a jovem garota, mas eu também era um cozinheiro, e sabia que isso não seria tão educado.


”Por que estou me contendo? Já estou perto da morte mesmo, não custa nada tentar”


Pensaria enquanto estivesse comendo a refeição com uma expressão feliz, realmente comer uma comida deliciosa quando se está com fome é delicioso. Enquanto comia prestaria atenção em cada garfada, tentando saber quais ingredientes foram usados para fazer essa comida(perícia degustação). Infelizmente as informações que pedi para a garota sobre a taverna que ela me indicara foram vagas, não pude tirar nada de útil da mesma, mas isso não poderia ser ajudado, de barriga cheia iria me levantar mais uma vez e me dirigiria a garota a entregando 5.000 Berries


-A refeição estava deliciosa, dé meus elogios ao cozinheiro e por favor me peça para ele me passar a receita depois, shashashashashashasha. Pode ficar com o troco, você mereceu, pela sua simpatia. Bem, vou indo, bom trabalho-


Dito isso sairia da taverna e seguiria a direção que a garota havia me indicado, o sol já tinha perdido suas forças quando finalmente cheguei na taverna pé vermelho. Para mim era um ambiente agradável, mas isso talvez isso seja por que minha visão era ruim o suficiente para não captar os detalhes do lugar. De quebra descobri o motivo do nome ser chamado pé vermelho, era por que o “piso” não era nada mais do que terra vermelha socada. Assim que entrasse perceberia que não era terra vermelha socada, mas sim puro barro.


-Shashashashashashasha isso me lembra de quando eu comia nas trincheiras, mas parece muito mais higiênico, bom pelo menos não vi nem uma perna abandonada ainda, Shashashashasha -


Vi pessoas que estavam comendo algo com a aparencia horrivel, devo admitir a refeição na outra taverna me deixou preocupado. Estava preocupado que não estivesse em um nível bom o suficiente para preparar refeições em uma taverna quando experimentei aquele prato, temia que fazer comida para marinheiros fosse mais fácil,


”Será que todos os marinheiros pegavam leve comigo? ”


Mas quando vi esse prato me deu um alívio, eu com certeza cozinhava melhor que isso. Isso parecia a comida que ganhavamos quando estávamos em meio ao combate.


Não demorou muito para que eu visse uma briga entre clientela e cozinheiro, isso realmente estava se parecendo com a marinha, o que me deixou um pouco feliz, finalmente estava me sentindo em casa. A briga acabou rápido, com o cozinheiro se demitindo e os clientes saindo sem pagar, A proprietária da loja parecia meio desesperada enquanto se sentava em uma mesa e começava a chorar.


Iria me aproximar dela com um sorriso no rosto e me sentar ao lado dela e falar.


-Parece que cheguei em uma ótima hora, shashashashashashashasha, Você é a dona de uma taverna que precisa de um cozinheiro e eu sou um cozinheiro precisando de um lugar para cozinhar, então minha jovem poderia me dar essa oportunidade? -


Meu rosto continuaria alegre, completamente alheio a tristeza da jovem mulher de 60 anos, caso ela recusasse eu responderia.


-Bem, você ainda precisa de um cozinheiro, que tal eu trabalhar para você e no final do dia…. noite você vê se eu tenho algum valor, você pode simplesmente me mandar embora sem me pagar, ou me pagar e contratar.-


Caso ela aceitasse iria falar meu nome para a mesma, e perguntar o mesmo.


-Me chamo Bóris Ivanenko, mas pode me chamar de Vazo ruim, qual é o seu nome minha jovem? -


Após falar isso iria em direção a cozinha e tiraria a minha camisa, e esticaria meus longos braços enquanto iria entrelaçar meus dedos e estalar os mesmo, fazendo isso iria exibir inconsciente meu porte musculoso, várias marcas de queimado e cicatrizes juntamente com a tatuagem da marinha em minhas costas. Após fazer isso iria olhar em minha volta para ver o que eu teria para trabalhar.


Caso ela não me desse o emprego iria sair e procurar outra taverna.


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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptySeg 09 Set 2019, 10:16



Procurando Emprego


Horário: 19:00
Temperatura: 25°



   O bem humorado Bóris ficou muito feliz com o belo atendimento que recebeu da jovem, além de tudo a comida que recebeu era digna de elogios, encantado então com tudo o que aconteceu deu uma enorme gorjeta para a garota, mesmo que na soma total fosse dez por cento de suas economias como marinheiro.

Seguindo para o "Pé Vermelho" e presenciando uma cena desagradável, uma briga, cliente insatisfeito, cozinheiro encrenqueiro e proprietária fraca, ou pelo menos, desmotivada. Mas assim que o ex-marinheiro começou a falar com ela a senhora começava a se arrumar.

- Oh... Desculpe-me! - Ela a princípio nem tinha reparado na chegada do cozinheiro. - Me chamo Helen, mas o senhor gostaria de trabalhar aqui?!

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Havia surpresa no rosto da mulher, ela não sabia a princípio como responder, era verdade que ela precisava de um cozinheiro com urgência, além disso o modo que Ivannenko colocou as coisas parecia muito boa para ela.

- Tudo bem senhor! - Respondia a dona do estabelecimento sorrindo. - Hoje o senhor vai trabalhar aqui. Mas de alguma maneira prometo recompensar seu esforço.

Indo para a cozinha o ex-marinheiro quase surtou. Em muitos quarteis que ele passou ele viu uma cozinha suja, em outros desorganizada e algumas fétidas, mas o que estava diante dele era algo desastroso, era a junção do pior que ele tinha visto com mais um pouco. Havia panelas que nunca foram lavadas, uma inclusive tinha um buraco nela. Os pratos "limpos" eram sebosos, armários com as portas caindo, comida e produto de limpeza misturado... e o cheiro de comida estragada era insuportável.

Sonho de trabalho:
 

Tudo o que Bóris sabia era que nessa cozinha, do jeito que as coisas estavam, era impossível fazer qualquer negócio. A Helen ao lado dele, inclusive estava envergonhada com a situação. As panelas era lixo, não tinham mais como ser usadas, pratos precisavam de novos e tudo ali precisava de manutenção.

- O senhor ainda deseja trabalhar?! - Disse sem jeito a proprietária.

Falas escreveu:

Helen

Observação:
 

Sorry:
 

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MensagemAssunto: Re: Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo?   Um vovô de 90 anos voltando para sua vila natal, sera que ainda vai ter algum conhecido dele vivo? EmptyTer 10 Set 2019, 10:52


Felizmente tive sucesso em conseguir um emprego nessa taverna, mas tive uma desagradável surpresa quando finalmente cheguei na cozinha, não poderia deixar de exclamar assustado em um tom de voz maior do que eu queria.


-Puta que pariu!! O que é isso? Você tava criando porco aqui dentro?-


- O senhor ainda deseja trabalhar?!


Helen a proprietária falou sem jeito, provavelmente envergonhada. Realmente a ideia de procurar outro emprego me passou pela cabeça, mas já estava ficando tarde e já havia prometido que iria trabalhar aqui hoje.


-Não se preocupe, fizemos um acordo e eu vou honrar minha parte do acordo.-


Colocaria minha camisa dobrada em algum lugar que fosse limpo, ou pelo menos menos sujo e começaria a trabalhar. Em primeiro lugar iria retirar o lixo mais grosso, então pegaria um saco de lixo e iria jogar dentro do saco todo o lixo que encontrasse, após jogar o lixo dentro do saco de lixo deixaria o mesmo em algum canto da cozinha onde não me atrapalhasse,



Após isso, iria colocar os talheres, pratos e panelas na pia, mas não iria lavar ainda, já que mesmo após lavar duvidava que iria encontrar algum lugar limpo para colocar eles. Pegaria dois baldes de água em um balde com água e colocaria detergente e uma buchinha, também colocaria dois panos secos em meus ombros e iria me dirigir em direção ao fogão.


Molharia a buchinha na água com detergente e começaria esfregar o fogão, normalmente jogaria água em cima do fogão, mas como o chão era de barro achei melhor molhar o mesmo o mínimo possível. Após esfregar o fogão para tirar sujeira iria pegar um dos panos e molhar ele na água que não estava com detergente, feito isso tentaria passar o pano molhado no fogão para tirar o excesso de sabão que a buchinha havia dado. para finalizar iria passar o pano seco para secar o fogão.


-Beleza, o fogão já foi, agora só falta todo o resto, shashashashasha.-



Após isso iria repetir o processo na mesa, qualquer balcão e gaveta que tivesse ali, também faria o mesmo na geladeira nem que fosse necessário tirar todos os alimentos que estivessem lá primeiro e colocar em cima da mesa, onde já havia limpado antes. nesse momento iria aproveitar para jogar fora todo o alimento que julgava estar estragado. Claro que após limpar a geladeira iria por todos os ingredientes “bons” novamente na geladeira.


Iria trocar de água toda vez que percebesse que a mesma estava muito suja, também trocaria o pano seco se percebesse que ele não estava mais seco, usando ele agora para tirar o excesso de sabão que a buchinha deixava. Também pegaria mais sacos de lixo toda vez que fosse necessário.



Após ter feito tudo isso iria lavar os pratos,talheres e panelas, com cuidado para não quebrar nem um no processo, após lavar iria secar com algum pano seco limpo e guarda nas gavetas que já havia limpado. Também iria limpar a pia com o mesmo processo que usei para limpar o fogão. por último passaria a recolher novamente qualquer lixo que ainda não havia pego. duvido que havia pego tudo na primeira vez.


Com tudo pronto iria sorrir e falar.


-Isso me lembrou do tempo que estava na marinha, felizmente não estava tão sujo quanto os banheiros da marinha, shashashashasha-


O lado bom de ter limpado é que agora já deveria ter uma boa noção de todas as coisas que estavam na cozinha, o lado ruim é que provavelmente havia perdido muito tempo nisso. já deveria estar cozinhando faz tempo. mas eu realmente não tinha condições de trabalhar na cozinha do modo que o ambiente estava.


Com tudo limpo ou pelo menos menos sujo iria até a Helen e falaria.


-Já arrumei um pouco a cozinha, sobre a cozinha como funciona? Posso fazer duas opções de cardápio? mas antes me fale quantos pedidos têm geralmente por noite, para eu saber a quantidade que tenho que fazer -

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