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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptySab 10 Ago 2019, 18:13

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptySab 10 Ago 2019, 18:50

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptyTer 13 Ago 2019, 23:14

Ia cabisbaixo arrastando meus pés pelas ruas de Micqueot. Mais um dia ia se passando sem parecer que as coisas iam melhorar. Primeiro minha família havia perdido todo o dinheiro que possuíamos por conta de investimentos malsucedidos pela parte de meu pai. Ironicamente a primeira vez que tinha ouvido sobre isso tinha até achado graça, o coroa bem que precisava de alguém que o derrubasse do trono de cristal que ele havia se posto junto de mamãe. Só de pensar nos sorrisos que eles exibiam durante aqueles longos jantares com outras pessoas influentes fazia a bile subir pela minha garganta. Desgraçados que não ligavam em quantas pessoas tinham que pisar para obter mais poder, inclusive os próprios filhos. Por isso não fiquei triste quando eles desmoronaram por conta de seus atos.

O que eu não contava é que eu iria cair junto com eles. Suponho que devia saber o que iria acontecer, mas nunca dei muita bola sobre a quantidade de dinheiro que gastava come os meus caprichos que tinha por conta do estilo de vida da minha família. Primeiro foram as pinturas nas paredes, depois os empregados, em seguida os móveis e no fim a casa.  E na minha ignorância, achando que meus pais finalmente iriam abrir os olhos e se tornarem pessoas melhores, eu recebo a notícia. A única pessoa naquela família, a única que ainda era inocente para os males do mundo e eles a haviam vendido, por um punhado de berries. Por ganância eles haviam vendido minha única irmã, Lily.

Agora cá estou eu, três meses depois, tentando achar o paradeiro de minha irmã. Infelizmente havia perdido o rastro dela numa confusão que havia me metido antes de chegar em Micqueot e na mesma confusão tinha perdido minha amada espada. Soltaria um pesado suspiro enquanto procuraria me dirigir até a loja de armas mais próxima dali. Caso não achasse nenhuma loja de armas, iria procurar algum cidadão que estivesse pela rua e lhe perguntaria pela direção até a loja mais próxima. Se nesse cenário a pessoa aproximada fosse uma bela mulher eu diria:

- Cara donzela, dona de uma beleza esplendorosa, por acaso poderia apontar para este simples rapaz a localização da loja de armas mais próxima, e não gostaria de andar comigo até lá? Poderíamos parar para um chá ou algo do tipo... - Fecharia com um sorriso.

Porventura, caso conseguisse achar uma loja de armas, e a mesma estivesse aberta, entraria nela. Olharia primeiro para ao redor da loja para ver se a mesma teria algum atendente. Se houvesse, e fosse do uma pessoa atraente do sexo feminino, meu coração saltaria, assim como meus pés enquanto tentaria me aproximar dela, perguntando:

- Minha deusa, por obséquio poderia me informar o preço das espadas que você tem aqui, e aproveitando, não gostaria de sair e caminhar comigo pelas ruas da cidade enquanto proferimos juras de amor um para o outro? - Daria uma piscadinha.

Caso o atendente fosse masculino, eu olharia para as armas se elas estivessem expostas. “Espadas, lanças, chicotes...” Tudo me lembrava dos treinos de Nana. Nana havia sido minha instrutora de combate enquanto morava na mansão. A única coisa boa que pai havia feito, uma vez que ele achava que empunhar uma arma dignificava um nobre, claro que ele mesmo era incapaz de segurar qualquer coisa mais pesada do que uma taça de vinho. De qualquer maneira devia muito a Nana, ela que havia me ensinado todos os valores morais pelos quais eu vivia. Me sentia extremamente culpado por ter perdido a espada que ela havia me dado como presente de despedida. Nana também tinha sido meu primeiro amor, claro que ela tinha mais que o dobro da minha idade e nunca levava minhas cantadas a sério. Contudo, um homem pode sonhar.

Balançaria minha cabeça para limpar meus pensamentos sobre o passado e iria em direção ao atendente, perguntando - Qual é a espada mais barata que você possui?

Caso não houvesse ninguém ali eu indagaria num volume bem alto:

- ALÔ! TEM ALGUÉM AQUI?

Se a loja de armas estivesse fechada eu tentaria procurar pela próxima e assim por diante.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptyQua 14 Ago 2019, 02:27

Nine tinha um passado triste por conta da sua família. Naturalmente os filhos herdam os pecados dos pais. E isso acaba interferindo em seus destinos, sejam por boas influências ou más influências. Mas o rapaz tinha uma boa mentalidade e controle sobre sua vida em relação ao que já viveu. Ele consegue distinguir de maneira exata o que é correto e o errado. E por isso entendeu que sua irmã que fora vendida não tinha a menor culpa de estar envolvida numa negociação.

Logo o rapaz depois de enfrentar combates e problemas estava em Micqueot a procura de uma espada para empunhar. Para ele nesse momento era o que necessitava para resgatar sua irmã. Por já ter perdido tudo, precisava de algum modo recuperar o meio para fazer sua missão. Caminhando pelas ruas da cidade, o jovem buscava encontrar uma loja de armas.

Como já é a tarde, os estabelecimento estão totalmente abertos ao público. O sol é ameno e as pessoas na cidade andam calmamente. Nine passava por diversas lojas no caminho. Alguns bares, restaurante, marcenarias e por fim depois de andar um tempo achava uma de arma. Na frente da loja observou que ela é bem feita, a base de concreto e construída com dois pilares que sustentam o andar de cima.

A porta é automática e assim que ele se aproxima ela abre. A movimentação na loja é grande e muitos atendentes ficam próximos dos clientes auxiliando nas dúvidas enquanto eles observam as prateleiras com as respectivas armas. Nine se encaminha até uma prateleira quando uma mulher loira, de cabelos loiros e presos, alta, trajada socialmente com um rosto muito belo sorri para ele. - Boa tarde meu jovem rapaz. Poderia te ajudar? Logo o sedutor proferia aquelas palavras fazendo-a corar. Meio sem jeito ela ficou.

Próximo a eles um homem gordo e brucutu estava sondando as armas de fogo. Ele estava na prateleira de pistolas e logo pegava uma, enquanto um jovem atendente tentava acalmar sua afobação. - Sai de perto de mim muleque!! Ele tirava três balas de seu bolso e colocava na arma. Atirava uma bala pra cima e assustava todos que estavam ali, até mesmo a atendente loira fora pra trás de Nine intimidada com tal situação.


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MensagemAssunto: Re: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptyDom 18 Ago 2019, 19:40

Minha mente ficou completamente branca conforme vi a bela atendente da loja de armas corar. Podia sentir que um grande sorriso havia se formado no meu rosto, mas minhas mente estava completamente vazia. Para explicar a situação é necessário que se entenda que tenho apenas 16 anos, a maior parte das mulheres, senão todas, com que falo alguma coisa riem da minha cara e me dizem para voltar alguns anos mais tarde quando estiver “maduro” o suficiente. Então ver uma resposta positiva aos meus avanços me assustou ao ponto que eu não sei como prosseguir “Como devo continuar, ela é linda com esses cabelos louros? Como será que ela vai responder pra mim, ou tenho que continuar a falar? O que eu falo? Já faz quanto tempo que estou pensando no que falar? Será que ela pensa que sou maluco? FALA ALGUMA COISA NINE, FALA LOGO SEU CABEÇUDO... DIZ ALGUMA C-O-I-S-A”

(In)felizmente fui tirado dos meus devaneios por uma comoção se iniciou ali na loja, perto de onde estava com a moça. Um homem, grande e gordo, avançou sobre a prateleira das armas de fogo pegando uma delas enquanto um dos atendentes tentava, sem resultados, parar ele. Aí que o homem em questão tira de dentro do bolso cerca de três balas e carrega-as na arma, dando um primeiro tiro pro alto assustando a todos ali, incluso eu. Uma leva de pensamentos passou pela minha cabeça enquanto tentaria acalmar meu batimento, respirando lentamente. Desde coisas do tipo “Por que esse idiota anda com três balas do bolso” ou “Por que esse idiota usa uma arma quando ele tem um porte físico desse tamanho” à “Como vou sair dessa”. Em um situação normal eu iria tentar sair dali o mais rápido possível e alertar as autoridades responsáveis.

Contudo, a bela atendente resolveu justamente se esconder atrás de mim e uma espécie de choque passou pelo meu corpo “É isso que é... Amor?”. Ela estava confiando me mim para protege-la e eu não poderia abandonar ela. Uma onda de inspiração e confiança baixou me mim e eu olharia para o brucutu que estava com a arma em mãos, enquanto pensaria numa maneira de resolver toda a situação. Como era mesmo que Nana havia dito que eu deveria lidar com uma pessoa armada com uma arma de fogo?

- Nana, como eu vou lutar com alguém se eu não tiver nenhuma arma? - Perguntava o jovem Nine, com cerca de 11 anos, depois de um treino exaustivo no qual havia praticado golpes com a espada da madeira em um dos números manequins que se encontravam no pátio interno da grande mansão que morava. Nana, sua instrutora, uma mulher por volta dos trinta anos com cabelos negros e curtos, marcada por uma cicatriz circular na bochecha, olhou de forma cômica para o garoto antes de responder.

- Depende Nine, seu oponente vai estar desarmado também - o garoto franziu as sobrancelhas por alguns segundos.

- Não.

- E que tipo de armas ele vai estar usando então? - Mais uma vez o garoto franziu o cenho antes de retrucar

- Uma pistola.

- Ah, nesse caso você tem que levar alguns fatores em conta... Deixe a espada de madeira aí no chão. - Disse Nana fazendo um sinal com as mãos para o garoto acompanhar ela até o meio do pátio. Ela parou numa das pontas do pátio e indicou a Nine que ficasse na outra. Quando se certificou de que o garoto havia feito o que ela havia mandado ela começou.

- A primeira coisa que você deve fazer nessas situações e se certificar de que não há nenhuma outra opção de fuga além de lutar contra seu agressor. Como estamos trabalhando com uma situação hipotética vou presumir que você terá feito isso, certo? - Nine balançou a cabeça em concordância - Certo. Vamos lá, pense comigo qual é a primeira vantagem de uma arma de fogo que vem a sua mente Nine?

- Poder atacar de longe? - Nana deu um sorriso para o jovem pupilo, fazendo um sinal positivo com a cabeça.

- Precisamente. Agora, quando estiver enfrentando um oponente nessas condições você quer no início, a todo custo, tentar diminuir essa vantagem. Existem diversas maneira de fazer isso, dependendo das circunstâncias, você pode distrair ele com algo do ambiente, enganar ele fingindo estar assustado e passivo ou... - Nana avançou rapidamente até estar na frente do garoto, fazendo ele se assustar e dar alguns passos para trás - Simplesmente ser mais rápido do que ele.

- Pega! - Sem esperar o garoto se recompor, Nana tirou uma pistola de suas vestes e jogou para Nine que a quase deixou cair com o susto. Ainda arfando o garoto deu uma olhar irritado para a instrutora.

- De onde você tirou isso?

- Mulheres nunca contam seus segredos – disse ela dando uma piscadinha para o garoto, fazendo-o corar - Bem, aponte a arma para mim. Vamos, não se preocupe, ela não está carregada... Isso - Nine segurava a arma apontando para Nana. Suas mãos tremiam mesmo que ele soubesse que não havia perigo nenhum - Agora Nine, o que você comeu no café da manhã?

- O que eu comi no caf... OUCH! - Em menos de um segundo a arma que estava na mão do garoto agora se encontrava na mão de Nana que a apontava para o mesmo com um sorriso maroto no rosto.

- Como você fez isso - Indagou o garoto, esfregando a parte da mão onde Nana havia machucado para pegar a arma dele.

- Antes de tudo, eu distrai você com uma pergunta fazendo você pensar em outra coisa do que a situação atual.

- O que você comeu no café da manhã? - Nine murmurou baixo

- Precisamente. - Nana deu um sorriso para o garoto - Preste atenção no que vou dizer. A primeira coisa que você deve fazer é botar sua mão dominante no cano da arma e afastar a mira dela de você aqui, tente - Ela apontou a arma para o garoto, e pegou sua mão direita e a colocou no cano da arma - É importante você afastar a mira dela de você e de quem estiver no ambiente caso a manobra não dê certo. Agora, com sua outra mão você vai pressionar entre o pulso e o antebraço do seu oponente, isso vai fazer com que os músculos da mão dele retraiam e você possa pegar a arma dele. Em seguida vai se afastar com um ou dois passos para trás para evitar um contra-ataque e apontar para ele a arma que você acabou de roubar. Simples. Quer tentar? Nine, Nine?

Nana olhou para o garoto sem ter recebido resposta do mesmo. Ele estava extremamente enrubescido e olhando para o chão. Ela caiu na gargalhada tendo entendido o que havia acabado de acontecer.

- Sério? Você fica desse jeito só porquê uma mulher bonita pegou no seu braço e ainda tem a coragem de dizer para mim que é um galanteador.

- Me deixe em paz! – Respondeu o garoto enfezado, fazendo a instrutora gargalhar ainda mais.

“Vou confiar em você Nana” Iria erguer os braços como forma de tentar chamar a atenção do atirador para mim. Engoliria saliva antes de começar a falar, eu tinha que aparentar estar assustado, não que isso fosse muito difícil. Se conseguisse chamar a atenção dele, iria medir a distância entre nós. Caso ela fosse maior que um metro, eu começaria a tentar dialogar com o atirador.

- Ei, ei calma aí. Ninguém está procurando nenhum problema amigo, o que é que você quer? Não precisa se afobar, não acredito que ninguém aqui se oporia contra você - Enquanto ia falando, tentaria ir me aproximando com passos lentos e bem-curtos do brucutu até entrar nessa distância de um metro dele. Se já estivesse a essa distância dele, eu tentaria executar a técnica que Nana havia me mostrado. A primeira coisa era tentar distrair ele - Você pode me dizer as horas, por favor? - Assim que fizesse a pergunta tentaria segurar o cano da arma com a minha mão direita, tentando empurra-la para outra direção de forma que nem eu e as outras pessoas na loja ficassem na mira dela.

Com a outra mão eu tentaria segurar na parte de dentro do antebraço e pressionar os nervos da mão dele para fazer ele largar a arma e então tentar pegar ela com a minha mão direita. Caso isso não desse certo, eu usaria outra tática que Nana havia ensinado para mim “Golpe sujo”. Tentaria acertar os olhos, e se por acaso errasse ou ele conseguisse desviar tentaria atacar a garganta. Se tivesse sucesso em pegar a armar tentaria ajeitar ela na minha mão enquanto daria alguns passos para trás, com a arma apontada para meu oponente. Se ele viesse para cima de mim, eu tentaria disparar a arma, mirando em locais que não fossem pontos vitais de forma apenas a imobilizar ele.

Caso não conseguisse me aproximar dele, ou sentisse que ele atacaria antes que eu pudesse fazer qualquer outra coisa eu tentaria me aproximar correndo para cima dele, atento se ele dispararia a arma. Se conseguisse chegar a um braço de distância dele, tentaria segurar no antebraço dele com uma das mãos enquanto com a outra tentaria dar uma cotovelada na cara dele. Caso conseguisse prender ele, gritaria - Rápido, alguém me ajude a segurar ele!

Se sentisse que não conseguiria chegar perto o bastante para prender o braço dele, tentaria então só dar um tapa com a minha mão direita para tentar fazer ele largar a arma enquanto pediria - Rápido! Alguém me jogue uma espada! - Estaria atento, caso tivesse sucesso em fazer o brutamonte largar a arma e alguém me jogasse uma espada, tentaria pegar ela. Se pegasse, iria tentar desferir um golpe na vertical com as duas mãos de baixo para cima.

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MensagemAssunto: Re: [Mini - Nine}   [Mini - Nine} EmptyQui 22 Ago 2019, 02:17

Os ensinamentos que Nine recebera de sua instrutora Nana quando jovem o ajudou muito. Em muitos aspectos pelo visto, no seu crescimento pessoal, moral e principalmente em combate. Graças a esses aprendizados ele consegue hoje se defender com autonomia ou ao menos se virar. Mas o momento atual não envolve somente sua segurança, como a das pessoas ali no estabelecimento também.

Como ele já treinou com sua instrutora coisas do tipo, ele iniciou sua tática para tentar parar o homem gordo. Com as mãos levantadas indicou rendição e foi se aproximando com cautela. O gordo o encarou e sorriu perversamente. - Querendo dar uma de herói rapaz? Ele olhava para o rapaz e para a mulher atrás dele.

O adaptador agilmente intercepta o cano da arma e aponta para cima, anulando qualquer perigo com todos ali. Sua jogada para tirar a arma do gordo foi bem sucedida. Sua adaptabilidade fez jus ao seu conhecimento. Além da técnica que Nana o ensinou. Ele pegou a arma e o ameaçador com um cara de medo agiu instintivamente tentando dar um soco na mão de Nine, que empunhava a arma. Só que por defesa o rapaz atirou, acertando no peito do bagunceiro.

- Desgraçado!! O gordo caía ao chão de costas, agonizando de dor. Era nítido que o entrave do homem seria altamente perigoso. Já Nine continuava ali, firme e forte, sem nenhum arranhão e pronto para finalizar e salvar a todos. Já a atendente ficava atrás de uma prateleira observando o rapaz, admirada pela sua coragem e habilidade.


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