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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyQua 31 Jul 2019, 15:29

Relembrando a primeira mensagem :

O vagabundo e o aleijado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mirutsu Haretsu e James "Jimmy" Fleetwood. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyDom 19 Jan 2020, 23:46




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 27




Antes de partir para o Lar das Queixas, Mirutsu esquecia de recolher a outra recompensa, referente ao capanga de Barnabé que Natasha havia derrotado. Talvez fosse a euforia de pegar a recompensa do Corvo, que era a maior de todas dali ou o choque que recebeu que ao descobrir que realmente eram marinheiros os homens que ele e Tensei haviam matado. Mesmo que o gatuno no momento não tivesse dado o golpe fatal, como uma forma de livrar sua culpa, sua consciência pesava ao relembrar da sua participação daquele ato, então, o rapaz não ficava de consciência tão limpa quanto pensava. Megalinho entregava o envelope para Mirutsu, enquanto o mesmo estava no sofá, parado enquanto pensava sobre o assunto. Quando o ceifador chegou para falar com ele, o rapaz respondeu a ele quase como se um transe tivesse sido desfeito, enquanto se perdia em seus pensamentos.

- Ah, valeu, Kid.- o rapaz estendia a mão e pegava a recompensa, guardando-a sem muito interesse em seu conteúdo, algo totalmente fora do normalidade de como  Mirutsu age. Realmente o gatuno se sentia afetado.

O grupo então avançava para o Lar das Queixas, local onde Mirutsu conhecia e por isso servia como guia para o local, sem dizer muita coisa. Jogara a medalha do marinheiro na lata de lixo, não conseguindo manter aquela coisa perto de si, como algo que lembrava de seus atos. Mirutsu até poderia superar a morte de um psicopata assassino de forma mais tranquila, mas, a de dois marinheiros seria um pouco mais difícil para o gatuno. Por isso, o rapaz se deixava ser banhado pela chuva mesmo que ficasse cada vez mais fraca, como se as gotas vindas do céu limpassem o seu corpo, ainda que não alcançassem a sua alma. Mantinha então o semblante sério e apreensivo o tempo todo durante a caminhada, onde também preferia seguir um pouco mais a frente do restante do grupo, procurando ficar um pouco mais sozinho durante o trajeto e quando Megalinho falou sobre o assunto, o vagabundo nada disse, ainda que por dentro ele se remoía com as palavras de Kid; afinal, ele estava certo.

"Tinha que logo ser você a falar disso..."- o rapaz se sentia incomodado, afinal Kid havia sido escolhido por Mirutsu como se fosse um tipo de rival, logo não curtia muito a ideia do mesmo estar correto na situação.

Ao chegar na frente do Lar das Queixas, o gatuno parava para perceber todo aquele ar de folia e a estrutura do local em geral. Nunca tinha parado muito para observar a estrutura e nunca tivera tanto dinheiro para poder gastar naquele local... bom, pelo menos não até agora, afinal, esse era o ponto em sua vida onde está mais rico do que nunca estivera antes. O lar, que na verdade poderia ser tranquilamente chamado de Mansão das Gueixas, era obviamente uma mansão enorme, totalmente coberta e bem-estruturada. Com aquela enorme estrutura, o Lar conseguia fazer festas enormes e bastantes conhecidas pelos moradores de Shells Town. Haviam diversos estandartes pelo local, das mais diversas cores, como por exemplo o roxo, azul e o branco, que dava o local o aspecto mais vivo e animado, juntamente de sons de confetes estourando pelos jardins da mansão ou dentro mesmo do Lar. Os frequentadores e trabalhadores do local pareciam estar em clima de festa, ao passo que ambos vestiam mascaras e vestidos finos, algo totalmente destoante de Mirutsu que vinha sem sua camisa, utilizando faixas brancas devido o seus ferimentos no lugar, que também tinham manchas de sangue. A farra parecia estar boa, já que todo mundo que saía parecia alegre e sempre gargalhante, diferente do clima pesado que a esquadra havia trazido consigo do QG da Marinha.

"Talvez esse povo não olhe a gente com bons olhos, afinal, a gente tá vindo tudo fodido de uma luta."- o rapaz dava uma rápida olhada para o seu próprio estado e do restante do grupo.

Mirutsu escutava de alguém sobre o preço da entrada na festa, mas, com o rapaz fisicamente cansado e mentalmente abalado, não se tinha muito interesse em festejar. Apesar que uma bebida alcoólica poderia ser bom para ele deixar de lado o que ele tinha feito naquela gruta e tentar prosseguir.

- Vamos lá. Eu irei apenas pedir o preço da estalagem, não tô muito afim de festejar nesse momento. Quero tomar um banho e comer alguma coisa e logo após me deitar. Tô ficando agoniado já com essa sujeira em meu corpo.- Mirutsu dizia para o restante do grupo, acenando com a cabeça em direção aos seguranças que faziam a guarda de onde o pessoal saía e entrava, fazendo um semblante de tédio.- Mas, se vocês quiserem aproveitar, não tem problema. Lembrem-se que amanhã a gente terá que dar um jeito ainda de tirar aquele barco do Barnabé para poder dar o fora daqui, não quero que ninguém esteja caindo pelas tabelas quando a gente for viajar não hein.- o rapaz dizia, com sua toxidade habitual.- Tensei, pegue a sua parte da recompensa de Barnabé.- Mirutsu estendia a mão retirando o dinheiro no equivalente a 4.900.000 de berries e entregava para o ceifador, colocando o restante, que era sua parte, de volta ao bolso.

Mirutsu virava-se então e prosseguia em direção dos seguranças, levando as mãos aos bolsos enquanto caminha, como habitual de seu costume.

- Boa noite. Vejo que tá tendo uma festa e tanto aqui. O que tá acontecendo? Enfim, eu queria saber quanto custa a hospedagem aqui e o que ela acompanha. Por exemplo, algum tipo de comida, banheiro e coisas assim.- Mirutsu dizia, levantando as mãos do bolso, puxando os seus berries, ainda que com um rosto aborrecido por ter que livrar uma parte deles tão rapidamente.

Ao fim da resposta dos seguranças, o rapaz pagaria o valor referido pelos mesmos, ainda que de mau grado. Ele não estava com muita vontade de pechinchar nesse momento, queria apenas um banho relaxante e uma cama gostosa para se deitar e dormir um pouco, para se preparar finalmente pro dia que iria embora de Shells Town, que foi adiado um pouco devido a caçada toda que teve contra Barnabé.


Após pagar, o rapaz buscaria comida e bebida, para se alimentar na estalagem ou se fosse melhor, primeiramente iria atrás de um banheiro para se banhar, limpando-se antes de partir para onde tivesse comida.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 


Última edição por Mirutsu em Qua 12 Fev 2020, 23:55, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptySeg 20 Jan 2020, 17:53

ACEITAÇÃo-14

Kid definitivamente estava exausto. As feridas de seu combate ainda eram dolorosas, apesar de suportáveis. Fome não era um problema tão grande no momento para ele, mas, com o acúmulo do estresse do dia, Megalinho, a sensação desagradável de fome era agravada. Esses fatores culminavam em seu humor mais instável que o comum, como se inconscientemente dissesse estar no limite. Apesar disso, a recompensa pelo árduo trabalho estava devidamente guardada em seus bolsos, e, poque não aproveitar um pouco esta oportunidade única? Pela primeira vez, Kid possuía bem mais que alguns míseros Berries em seu bolso, e, apesar de todas as dificuldades, ao menos um jantar digno e um local decente para dormir esta noite eram algo que almejava.

Por hora, o ceifador optara por seguir Mirutsu, que aparentava saber o caminho até o próximo destino. No meio do caminho, Mirutsu parava perto de uma lata de lixo e havia jogado algo nela. Kid não sabia o que era, apenas percebia que o gatuno estava mais distraído que o de costume. Mesmo assim, Mirutsu ainda havia nos guiado até o lar das Gueixas de forma bastante eficiente. Ao ver o local e ouvir algumas conversas ao redor, parecia que estava ocorrendo uma festa no local. O motivo não era conhecido, e Farway não tinha interesse nenhum em festividades, mas o agravante era o local repleto de pessoas em trajes elegantes, enquanto Megalinho estava em farrapos, encharcado de suas aventuras à nado e pela chuva presente no caminho, e ensanguentado.

Mirutsu disse que iria optar por um descanso padrão, para depois tentar finalmente pegar o barco de Barnabé. Neste momento, Kid diria: -Ei, Mirutsu... se queria tanto o barco, porque não falou com os marinheiros quando ainda estávamos na gruta? E mesmo assim, Consertar um barco daquele porte está fora do orçamento. -A resposta era simples, realmente compensava mais investir nosso tempo em outro barco, numa próxima caçada, evitando cometer os mesmos erros. Mas, caso a dúvida persistisse, Kid continuava: -Bom, podemos falar com o pessoal da Marinha para eles nos cederem o barco, mas é mais fácil deixarmos pra roubar um próximo barco. Somos caçadores afinal, oportunidades não iram faltar... é só não destruir o barco antes...

Mirutsu partia em frente para conseguir seu merecido descanso. Contudo, Kid possuia mais alguns assuntos a resolver, também. Mas antes, viraria-se para Tensei e diria: -E então, por que diabos está acontecendo uma festa neste exato momento? Só consigo pensar que algum ricaço decidiu festejar algo importante, como o fato de sua filha ter sido resgatada sã e salva de um grupo de piratas... -Kid quase que sussurrava enquanto falava isto. -Não estou interessado em participar, mas acho que consigo descobrir sobre o que é sem parecermos um bando de criminosos... -Primeiro, Megalinho seguia para perto dos mesmos seguranças que falavam com Mirutsu, e dizia: -Bem, a informação sobre os preços e onde fica a recepção e a taverna valem pra mim também... Mas, pra quê toda essa festa? Algum velho rico morreu e deixou a herança pro único filho?  -Após perguntar sobre a festa de forma quase tão sutil quanto uma britadeira às 5 da manhã, esperaria a resposta, e, sendo o que suspeitava ou não, diria: -Entendo... ah, soube que aqui tem ótimas costureiras. Poderiam recomendar uma? Ah, e se tiver alguma acrobata que conhecem também ajudariam muito! -Caso a resposta fosse positiva ou não, diria: -Agradeço pelo tempo de vocês!

Depois da conversa, seguiria para a recepção indicada pelos seguranças, ou procuraria-a por conta própria caso a informação não tivesse sido fornecida. Assim que chegasse, diria para o atendente: -Gostaria de alugar um quarto, quanto custa? -Após essa informação sendo recebida, Kid faria a exata mesma pergunta que haviam sido feitas para os seguranças, seja por falta de respostas nas primeiras tentativas, ou para aumentar o leque de possibilidades.

Uma vez informados os valores, Kid retiraria o valor do quarto e pagaria para o atendente, além de pegar uma chave e número do quarto, caso houvessem. A partir daí, seguiria para seu quarto, a fim de tomar um banho, e assim o faria, removendo as faixas de seu abdômen, deixando a foice recostada na parede do banheiro, e colocando suas vestes penduradas na mesma . Uma vez limpo, Megalinho vestiria suas vestes horríveis, e iria a procura da taverna do local, para comer e beber algo Caso fosse necessário, pagaria o ingresso da tal festa, caso este fosse o único local que pudesse comer alguma coisa . Assim que encontrasse, sentaria em um local próximo do balcão, e diria para o atendente em voz alta:-Manda um frango frito e uma cerveja pra cá!!! - diria levantando esquerda, enquanto coloca a foice momentaneamente recostada na mesa. Assim que seu pedido fosse entregue, Kid comeria tranquilamente, enquanto bebe sua cerveja, e, assim que terminasse a refeição, diria: -Me traz mais uma cerveja e manda a conta! -uma vez que a conta e bebida chegassem, Kid retiraria o valor do montante menor e entregaria para quem fosse entregar-lhe. Depois, beberia todo o conteúdo da caneca em apenas dois goles, colocando-a em cima da mesa, pegaria sua foice e partiria para seu quarto.

Ainda haviam coisas que Kid queria fazer, como consertar suas roupas, ou praticar com sua foice, para evitar ferir-se tanto no futuro, mas, estas coisas seriam deixadas para o dia seguinte.

uma vez no quarto, Kid procuraria alguma vassoura que pudesse estar no local, e, assim que conseguisse, começaria em sua busca minuciosa, em cada canto do quarto, por insetos incômodos. Caso encontrasse, rapidamente iria acertá-los com a vassoura até ficar completamente esmigalhados no chão. Quando terminasse sua busca, Megalinho colocaria a foice debaixo da cama, retiraria suas vestes, que ainda estavam molhadas e penduraria-as, seja em alguma cadeira ou na cabeceira da cama, para que sequem,  e finalmente iria deitar na cama, para dormir. Caso achasse algum inseto que não conseguisse matar, ainda deitaria, mas com muitas dificuldades para fechar os olhos.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Piu!?:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyTer 21 Jan 2020, 21:23


Cremação
Imagine uma frase legal aqui






A vida as vezes tem formas estranhas de nos mostrar e nos fazer relembrar as merdas que fizemos no passado. Mesmo após sair do quartel da marinha Mirutsu parecia ansioso de mais e quando passamos por uma ata de lixo pude notar ele jogando algo na mesma, claro que ele estava se livrando das provas pelas mortes dos marinheiros -É uma pena, aquelas medalhas seriam boas para entrar em alguns lugares de graça.- De fato eu tinha razão não tinha? Se passar por marinheiros poderia ajudar muito no futuro no entanto meus parceiros pareciam não se importar muito com isso e por tal motivo tentei não dar muita bola para o assunto enquanto caminhávamos na direção do lar das gueixas. Nem mesmo a chuva poderia me incomodar muito naquele momento, mas por alguns segundos fiquei curioso -Será que aquelas mulheres realmente tem informações sobre essa ilha?- Era uma pergunta valida, afinal estávamos caminhando para lá apenas seguindo as dicas do velho vendedor de armas do inicio de minha aventura. Mas poucos passos depois pouco me importava se ele realmente falava a verdade, pois eu havia colocado meus olhos no lar das mulheres.

A mansão era gigante e exibia um ar de luxuria que quase podia ser respirado, e aparentemente uma festa acontecia no local. Antes de qualquer coisa precisaria de dinheiro para conseguir algo naquele lugar -Mirutsu, vamos dividir a grana?- Falaria e estenderia a mão direita na direção do parceiro esperando que ele me desse minha parte do dinheiro pela morte de Barnabé. Depois iria aguardar oque cada um faria e enquanto via os dois praguejando sobre apenas querer um quarto para descansar tentaria chamar Yumeko -Yumeko, estou com bem cansado mas preciso de umas informações. Pode me ajudar? Pergunte as pessoas o que elas sabem a respeito do incendeio que matou o casal de arqueólogos á alguns anos. Depois eu te pago, fico te devendo uma morte sei lá.- Falaria mas não aguardaria uma resposta da mesma. Iria simplesmente na direção da bilheteira ou dos seguranças que estariam responsáveis pela festa, estava ciente da minha aparencia de merda mas estava pouco me fodendo -Vou querer um bilhete para entrar na festa, e também um quarto. Quanto vai me custar?- Perguntaria e após a resposta iria conferir para ver se eu tinha grana o suficiente para ambos e se tivesse iria sacar e pagar e então tentar entrar na festa. Caso não tivesse dinheiro para ambos iria querer somente o quarto.

Caso conseguisse entrar na festa iria procurar primeiramente pelas tão famosas gueixas, não deveria ser tão difícil de encontrar algumas. Se conseguisse iria fazer a seguinte pergunta para a mesma -Olá, fiquei sabendo que as gueixas tem muitas informações. Quero saber se sabe algo a respeito do incendeio que matou o casal de arqueólogos alguns anos atrás, eu posso pagar.- Iria falar e caso me dessem alguma informação valiosa eu tentaria pagar o preço pedido, mas se não tivesse o tanto solicitado daria metade do meu total. Caso não conseguisse na primeira tentativa iria continuar perguntando até conseguir algo, ou até perceber que estava ficando muito tarde para então tentar me dirigir até o quarto. Onde iria tentar deitar na cama e cochilar um pouco, mas não sem antes trancar bem a porta deixando somente Yumeko entrar caso a mesma viesse comigo.

   

« Algo Interessante »


   Nada acho.

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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Ghast
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Ghast

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptySab 25 Jan 2020, 18:21


Narração

Manhã, Céu limpo, 26 graus.
Localização: Yotsuba Island - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos



Em frente à opulenta mansão, a esquadra parava no encharcado concreto que revestia sua calçada para enfim decidir como terminariam essa noite. Após uma breve conversa, os objetivos de cada um ficaram mais do que claros: Mirutsu e Farway decidiram alugar quartos, finalmente cuidando de suas necessidades básicas como fome, higiene e sede; Mas Tensei não, embora ele estivesse tão desgastado quanto os outros, o ceifador optou por tratar de assuntos mal resolvidos, assuntos de seu passado.

Tendo enfim dividido o dinheiro de maneira correta, todos seguiam até os seguranças mascarados e enchiam-os de perguntas, a grande maioria delas sendo referente ao o que exatamente se passava na mansão e sobre o valor dos serviços. Com uma exuberante calma e uma expressão que denotava nojo, um deles respondia em uma única tacada tudo que havia sido indagado, não demonstrando nem pressa nem inaptidão para isso, as respostas pareciam meticulosamente pensadas para atenderem com exatidão o que era perguntado. Todavia, isso era o que aparentava, mas o rapaz falava de tal forma, provavelmente, apenas porque estava habituado com tais tipos de questionamentos

— O eventos como o qual vocês presenciam aqui não são tão incomuns, isso é, nessa proporção é de fato algo mais raro, mas ainda assim não é para tanto. O motivo? Não creio que sejam necessários motivos para comemorar-se, mas o cliente apenas deixou o dinheiro e afirmou querer uma festa para esta semana, simples assim. O valor do baile é 250.000 berries, se querem apenas passar a noite em uma de nossos quartos o valor é 80.000 berries por noite, acompanhando café da manhã apenas —

O rapaz então virava-se exclusivamente para Megalinho e dizia


— Obviamente você não conseguirá encontrar nenhum acrobata ou costureiro essa noite, o primeiro pois nossa alfaiataria é fechada nesse horário, o segundo pois o contratante pediu um baile de gala, festividade que claramente não prevê um animador com tais habilidades. Entretanto, temos sim pessoas aptas para isso, volte de manhã e vá a recepção para tratar melhor do assunto —

Durante tal conversa, Seijuro parecia ter outro foco, o jovem deixava seus companheiros obterem as informações enquanto pedia o auxílio de Yumeko para descobrir mais acerca de um incidente de seu passado

— O-O que? Explica isso direito, Tensei!

Sem falar mais nada sobre o assunto, o ceifador retirava-se e seguia com o resto de seus companheiros

Dessarte o grupo era orientado a ir até a recepção, percorrendo uma calçada que seguia pelos muros da mansão, mas ainda sem entrar nela. Lá, os quatro alugavam diferentes quartos, separando-se um dos outros a partir desse ponto.


Seijuro






Com a chave de seu quarto e o seu ingresso — sendo este uma máscara que deve ser posta no rosto ao entrar no baile — Seijuro seguia até o salão principal ciente da divergência de suas roupas com os trajes que uma festividade do tipo pediam, mas ele apenas não ligava. Lá, deparava-se com um imenso Hall, repleto de comida, pessoas e músicas, por falar em música, ela não seguia o esperado de uma taverna qualquer — coisa que o Lar das Queixas definitivamente não era —   a composição tinha um ritmo fantasioso, gótico e obsceno, denotando a luxúria e vaidade de muitos dos participantes da festividade. A canção também refletia o comportamento das pessoas de lá, não era difícil ver madames com aparências aristocráticas lançando olhares lascivos e ofertas imprudicas para rapazes de pouca idade. De mesmo modo, a cena de galãs e senhores na casa de seus 40 corrompendo jovens noviças —  tentando-as para as perdições da carnalidade de maneiras quase pornográficas —  eram deveras recorrentes. Em síntese, estava mais do que claro que tal baile era um ponto de encontro para abastados depravados e plebeus que — pelos mais variados motivos, mas com o desejo de riqueza como o mais comum —  lançavam-se ao meio deles como pedaços de carne para serem devorados.

Assim, Tensei — obrigado a por sua máscara negra — entrava no salão e buscava por uma das queixas. Passou algumas horas tentando, mas era impossível discernir a maioria das ricaças de lá delas, não via ninguém com os vestes tradicionais e nem sequer tentou pedir por informações, a única coisa que ganhou nessa caçada foi mais fome e fadiga pela perda de tempo. No final terminou dormindo sem conseguir o que queria.

Tendo pago de mau grado pelo quarto, Mirutsu já não tinha mais ânimo ou forças para nada, e o porquê disso era claro, esse definitivamente foi um dos dias mais exaustivos de sua vida, o vagabundo estava destruído. Acompanhou Megalinho e comeu junto com ele tão rápido que nem sequer lembrasse também, era difícil até para o rapaz discernir se ele estava acordado ou sonhando. De qualquer modo, o gatuno logo voltava ao quarto, tomava um merecido banho e enfim ia dormir.


Mirutsu


Tendo pago de mau grado pelo quarto, Mirutsu já não tinha mais ânimo ou forças para nada, e o porquê disso era claro, esse definitivamente foi um dos dias mais exaustivos de sua vida, o vagabundo estava destruído. Acompanhou Megalinho e comeu junto com ele tão rápido que nem sequer lembrava tão bem, era difícil até para o rapaz discernir se ele estava acordado ou sonhando. De qualquer modo, o gatuno pagava a conta de 15.000 berries e logo voltava ao quarto, tomando um merecido banho e enfim indo dormir.


Megaliho


Na recepção, Megalinho logo perguntava sobre os valores dos quartos e tentava obter mais informações sobre uma costureira, mas a respostas eram praticamente as mesmas

— No momento só temos quartos por 80.000 berries, senhor. Quanto às pessoas que procura, dificilmente achará alguém essa hora. Volte aqui pela manhã e eu me encarregarei de lhe apresentar a um de nossos artistas uma de nossas alfaiates —

Olhando Megalinho de pé a cabeça com um olhar de repulsão, o rapaz continuava

— Mas reitero que nossos serviços são de excelente qualidade, você ficará muito satisfeito, se dinheiro não for problema é claro… —

Obtendo uma resposta banhada por preconceito em relação as suas vestes e aparências, Farway pagava o quarto e tomava a chave em mãos. Tendo tomado um banho, o ceifador ia comer e beber no bar local junto a Mirutsu, pagando os 15.000 berries da conta e enfim voltando para o quarto. Lá, procurou por vassouras e insetos, mas nenhum dos dois foi achado, a estalagem tinha o mínimo nível de organização para não deixar tais instrumentos soltos por aí, assim como tinha o mínimo nível de limpeza para ter quartos repletos de animais asquerosos como insetos.


Todos


Como dormiram em horários consideravelmente semelhantes, não foi difícil para que todos acordassem em períodos sem muita diferença. Por volta das 12h o grupo inteiro já estava de pé, pronto para começar o último dia que passaria em Yotsuba Island.



Yumeko:
 
Michele:
 

Legenda:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyDom 26 Jan 2020, 23:14




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 28




O gatuno então entrava na mansão das Queixas, na procura do seu merecido descanso. Pagou o que tinha que ser pago e seguiu para a parte do Lar referente a estalagem e comida, também outros dos fatores que transformavam tal local num ponto atrativo. Tensei havia decidido ir para a festa, poderia estar querendo aliviar um pouco do estresse que tivera naquele dia, afinal, energia parecia ser o que não faltava para o rapaz, e a morte dos seus adversários nesse dia não havia afetado tanto ele quanto tinha afetado o ânimo de Mirutsu, que se sentia cansado não só fisicamente assim como mentalmente.

"Tensei é maluco, saiu todo fodido da luta e ainda vai pra gandaia depois de levar uma facada no peito. Esse maluco é de ferro? Bom, é um bom momento para ele dar uns pegas na loirinha também, acho que ele vai se aproveitar"- o rapaz pensava, ao notar a intenção de Tensei de ir até o baile de máscaras, coisa que Mirutsu não tinha coragem de fazer em seu estado: atualmente, o rapaz encontrava-se sem a sua camisa, encharcado e suado. Apesar de ser bonito, ele ainda tinha que cuidar de sua aparência não é?

- Aqui meu filho, pode pegar.- o rapaz entregava o dinheiro pro ceifador queimado, que equivalia a metade da recompensa de Barnabé, algo raro para o ladino fazer com pessoas com quem não possui uma certa afeição, em seguida dando dois tapinhas no ombro dele.- Rapaz, tu é foda mesmo hein.- logo após o rapaz sorria, continuando seu caminho, colocando novamente as mãos em seu bolso.

"Esse é meu garoto."- o rapaz se sentia até que um pouco feliz pelo ceifador, pelo menos alguns dos vagabundos tinha conseguido uma mina, apesar que Mirutsu ainda estava em busca da sua alma gêmea nesse vasto mundo.



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Prosseguindo até o local onde comeria sua refeição e beber alguma coisa, juntamente de Megalinho, companhia que antes lhe havia feito uma pergunta, na questão sobre o navio de Barnabé. O alto ceifador havia falado sobre o navio do pirata, e sobre suas condições, já que a batalha havia afetado-o bastante, já que as estalactites haviam caído sobre ele. Quando Megalinho comentou que ele poderia ter falado com a Marinha na gruta, momentaneamente Mirutsu parou a sua refeição.

- Eu tava todo fodido pô. Num tava me lembrando disso não.- o rapaz coçava o seu queixo, olhando para Farway, apontando com um dos talheres que estava utilizando para comer sua refeição em direção ao ceifador.- E sobre o custo... a gente pode ver quanto que fica o concerto com algum marceneiro aqui em Shells Towns mesmo.- o rapaz olhava de um lado para o outro, baixando seu tom de voz no momento.- Se liga, eu ouvi dizer que na última cidade daqui do East Blue é barra pesada pra pirata. Se a gente pegar uma recompensa aqui não vai ser nada bom. A gente ia passar mal antes mesmo antes de chegar na Grand Line.- o rapaz então voltava a comer, mas, por fim dava um último aviso.- E a grana de caçador recompensa até que é boa. Vamos continuar assim por enquanto.- o rapaz agora focava-se somente em terminar a sua janta, comendo com muita voracidade a sua janta.

Após terminar a refeição, Mirutsu foi até o seu quarto apressadamente, para finalmente poder descansar. Nesse ponto do dia o rapaz já não estava com cabeça para nada. O dia havia sido demasiadamente estressante para ele e o seu grupo, e tudo que queria era descansar. Ainda mais porque o pensamento sobre os marinheiros que ele havia atacado fazia a sua cabeça doer. Então, o gatuno via dormir uma boa opção para aliviar a sua dor e esquecer, mesmo que momentaneamente daqueles dois.

Entrando no quarto, passou bastante no banheiro banhando-se, esburnindo seu corpo com sabão e espuma, e lavando seus cabelos com água. O rapaz também ficara pensativo durante aquele momento, talvez, devesse ocupar a sua cabeça com outra coisa, além de ficar pensando naqueles marinheiros. A água era como um remédio para Mirutsu, ao passo que as gotas caíam sobre sua cabeça, ele se sentia um pouco mais renovado. E assim deveria estar, para enfrentar o dia de amanhã, que era o dia decisivo, que havia sido um pouco adiado por causa dos eventos que ocorreram.

"Esquece isso, Mirutsu. Já foi. Eu preciso me preparar, amanhã o dia será corrido também, definitivamente."- o rapaz pensava, ao se lavar no banho, logo após saindo e se enxugando com uma toalha.

O rapaz nem mesmo se vestira completamente, colocara somente a sua samba canção verde que utilizava por debaixo das calças e suas roupas e sapato o rapaz decidira colocar num local mais arejado, já que as mesmas estavam encharcadas. Tirou também a suas munhequeiras, colocando-os todos juntos e estirados num local onde pegassem mais vento, para que pudessem secar mais rápido. Por fim, deitava-se na cama e fechava os olhos, sem pensar em nada, um completo vazio branco, para que não perdesse o sono.

Mirutsu acordava de uma noite sem sonho, que parecia ter sido como um flash em sua perspectiva, algo comum quando se está muito estressado. Mas, não era uma coisa que deixava o rapaz incomodado, na verdade, as melhores dormidas para o vagabundo são essas; as que você nem percebe o tempo que passara dormindo e acorda disposto e renovado.

"Novo dia, novo homem. Hora de agir."- o jovem se levantava da cama com um salto, energético para o novo dia que surgia. Foi então quando seguiu e vestiu suas roupas excêntricas novamente, com exceção de sua camisa, que obviamente estava estragada e inutilizada.

Já estando todo pronto, o rapaz sairia do seu quarto e iria em direção a recepção, para obter informações com alguns dos funcionários do local, a respeito de Natasha. Estava precisando dela para um assunto urgente: precisava aprender algumas das malícias necessárias pra chegar nas garotas. Afinal, estilo ele já tinha e a beleza também. Só faltava ter o carisma para Mirutsu se tornar o homem perfeito, na visão dele.

- Opa, bom dia. Eu queria saber se a senhora Natasha já chegou. Sou um amigo dela e tô precisando bater um papo com ela, então eu agradeceria bastante se me dissesse onde ela está ou onde ela normalmente fica por aqui no Lar.- esperaria a resposta e agiria logo após dela ser dada.

Independentemente da resposta, o rapaz se dirigiria local avisado onde Natasha normalmente se encontra e esperaria a mesma, caso ainda não estivesse lá, jogando uma moeda de seu precioso dinheiro, para cima e segurando-a quando ela caísse, deixando o tempo correr, procurando alguma parede para escorar as suas costas.

Uma vez que se encontrasse com a okama, Mirutsu logo chegaria falando o que tinha que fazer, com avidez.

- E aí, Natasha. Cê parece bem melhor agora.- o rapaz diria sorrindo e se aproximando da mesma.- Então, eu queria saber se tu poderia me dar algumas aulas sobre como chegar nas garotas. Sabe, eu já sou um cara estiloso e bonito, mas, eu não sei bem como se aproximar das meninas. Então como tu trabalha aqui, tu poderia me dar umas dicas sobre isso.- o rapaz colocaria as mãos nos bolsos, como sempre.- Já que você tem uma alma feminina, por assim dizer. Creio que tu sabe me ensinar algo sobre sedução.- o rapaz cruzava os braços dessa vez.- Mas, nada de beijo e essas coisas, ok? Cê vai me dizer o teórico, e a prática eu faço com depois com alguma garota de minha idade.- o ladino diria, imponente.

O rapaz ficaria o tempo necessário que fosse para aprender a arte da sedução, atentando-se para tipos de iniciação de conversas, manhas e trejeitos, modos de falar e as palavras específicas que deveriam ser usadas para conquistar a atenção de uma mulher, até ensinamentos de âmbito mais íntimo, como flertes e toques. Claro, o rapaz não deixaria a okama tocar em seu corpo, mas, perguntaria onde deveria fazer tais avanços com outra mulher, já que a linguagem corporal fazia parte dos conhecimentos de sedução. Após estudar a teoria, o rapaz já deveria ser capaz de por seus conhecimentos em prática. Ao fim dos ensinamentos, Mirutsu estenderia o braço, para um simples aperto de mão com Natasha.

- Valeu pelas aulas. Acho que agora eu posso pegar a mina que eu quiser nas festas.- o rapaz daria uma risada.- Mas, hoje eu tô disposto. Você sabe me dizer alguém que possa me ensinar aqueles mortais malucos e saltos acrobáticos? Sabe, pode vir a ser útil quando eu estiver em ação e como aqui eu já ouvi dizer que tem desses caras, eu poderia aprender algo com eles.- terminaria a fala, esperando a resposta de Natasha.



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LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por Mirutsu em Qui 13 Fev 2020, 00:04, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptySeg 27 Jan 2020, 21:53

ACEITAÇÃO-15

-Você é meio lerdo, Mirutsu... -Kid dizia para Mirutsu após o comentário sobre roubar um barco feito pelo próprio ceifador, o qual o gatuno respondia no literal da palavra. -Se a gente roubar barco de uns piratas, e declararmos posse dele para a marinha, não existe esse risco... Mas quando formos sair da ilha, basta irmos no QG para nos informar quanto isso, aí você aproveita pra ver o barco dos corvos e procurar um marceneiro... -Kid voltava a comer sua porção de frango.

Conversa deixada de lado, Megalinho finalmente seguia para seu merecido descanso que, após uma jornada de extermínio de insetos (que por grande benção divina, não havia encontrado nenhum), finalmente dormira tranquilamente, tanto que acordara desnorteado, com o horário, que era por volta do meio dia. *Ah... eu tenho mesmo que levantar?* -pensava o ceifador, enquanto olhava para o teto do quarto que havia alugado. Após alguns minutos, Kid sentava-se na cama, e alongava seus braços e ombros, para esquentar devidamente os músculos. Teminando co os membros superiores, daria uma leve inclinada, para pegar a foice a qual havia posto debaixo da cama e, puxaria-a, e colocaria-a de pé, recostada na parede. Feito isso, levantaria-se, para enfim, terminar seus alongamentos. Contudo, devido aos recentes ferimentos, evitaria movimentos que forçassem seu abdômen, então acabara não fazendo alongamento nenhum em seus membros inferiores. Uma vez terminado, pegaria suas vestes penduradas pelo quarto, e vestiria-as devidamente. além disso, pegaria as suas faixas, não tão brancas como costumavam ser, e enfaixaria suas mãos com as mesmas. Após isso, conferiria seus bolsos, afim de ver se seu dinheiro ainda estava presente neles: Em um dos bolsos, deveria haver 3.640.000, dentro do envelope o qual havia recebido. em outro bolso, deveriam haver 1.420.000, onde haviam o montante menor previamente retirado do envelope após o pagamento de quarto e refeição, somados com os 15 mil que lhe restaram após comprar a foice e ser extorquido por informações por Min. Uma vez que todos os seus pertences estivessem assegurados, Kid guardaria novamente o dinheiro em seus bolsos, pegaria sua foice e apoiaria-na em seu ombro esquerdo, e, finalmente sairia do quarto, em busca de algum alfaiate ou costureira que trabalhasse no local.

O primeiro passo, seria voltar até a recepção, para falar com a recepcionista do local, que, na noite interior, havia sido bastante grosseira com Megalinho. Assim que chegasse, diria: -Também estou feliz em te ver novo, estou saltitando de alegria... -Diria Farway, em um tom suave, mas repleto de ironia. -Pois bem, eu quero saber das costureiras e acrobatas. E, não se preocupe, dinheiro não é problema nenhum, de frango eu só tenho a camisa mesmo. Então, poderia me informar? -Kid faria sua pergunta com um olhar sério, e esperaria a resposta da pessoa que o atendia. Uma vez que fosse respondido, recebida a informação ou não, diria: -Muito obrigado pela informação e tenha um bom dia, ou boa tarde, não faço ideia...

Deixando isso de lado, Megalinho seguiria para o local indicado pela recepcionista, ou procuraria por conta própria, caso não obtivesse a informação. Infelizmente, mal havia saído da cama, e Kid já estava com seu humor habitual.

Uma vez que encontrasse alguma costureira, alfaiate, diria: -Boa tarde, estou à procura de reparos nessa camisa que estou vestindo, e, se tiver, gostaria de saber o preço de um terno simples, com o adicional de um frango estampado na frente. -Uma vez respondidas às perguntas, Kid diria: -Teria algum tempo livre hoje? É que estou querendo aprender a costurar e, creio que aqui seja o local perfeito para aprender. Eu pago 500 mil. -Após suas perguntas, Kid esperaria sua resposta. Caso positiva, o ceifador seguiria seu anfitrião em busca do conhecimento almejado.

Para isso, Kid começaria a treinar pelo básico: os 3 tipos cruciais de costura manual, os Pontos Alavancados, Alinhavado e o Ponto de Luva. com estas três técnicas de costura, é possível realizar qualquer tarefa na área, desde reparos até a construção de roupas com tecidos previamente recortados. Após treinar arduamente com as agulhas e tecidos fornecidos pelo(a) seu tutor(a), até entender a utilização correta destas três técnicas (alavancado para imitar a costura feita por maquinários, ponto de luva, que, combinado com qualquer outra das técnicas, aumenta durabilidade da costura realizada, e também, com a cominação do ponto alavancado e luva é a razão da maioria das roupas possuírem excessos de tecido em seu interior. e a praticidade do ponto alinhavado para costuras rápidas, como a adição de bolsos em uma roupa, emendar tecidos de forma mais eficiente em caso de pequenos reparos), Kid passaria a estudar os tipos de tecidos necessários para produzir os tipos corretos de itens, desde o uso de couro e Jeans para criação de peças mais resistentes. até seda, algodão e brim, que apesar de não serem necessários para os desejos de Kid, ainda eram necessários para situações cotidianas, como roupas mais elegantes ou casuais. também buscaria aprender sobre as técnicas de corte e medida para tecidos, a fim de evitar desperdícios. Após os ensinamentos longos e cansativos, Kid, com seus dedos repletos de furos de agulha, agora ouviria sobre os equipamentos corretos para trabalhar com cada tipo de tecido. agulhas curvas e mais grossas, junto de uma linha com milimetramento perfeita para trabalhar com couro era o objetivo do aspirante a ferreiro, mas, atentaria-se a todo o ensinamento que está sendo lhe transmitido. Uma vez que terminasse todo o processo, pagaria os 500 mil prometidos, e diria: -Realmente, agradeço muito por seus ensinamentos! -Após isso, Kid sairia do local, e procuraria pela área das gueixas por seu outro conhecimento alvejado: Acrobacias.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Piu!?:
 

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Última edição por Megalinho em Dom 02 Fev 2020, 18:47, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyTer 28 Jan 2020, 21:27


Cremação
Imagine uma frase legal aqui






A noite em si foi uma merda, no entanto até da merda nascem os mais alucinogénos e belos cogumelos. A entrada cara havia me dado de presente uma bela mascara negra que lembrava um pouco a usada pelos médicos antigos, algo macabro e ao mesmo tempo belo e por isso fiz questão de vestir a mesma enquanto andava pelo salão de festas. No entanto mesmo com minha beleza exorbitante e minha bela nova mascara eu parecia não ser nada naquele local, era um salão enorme e com tantas pessoas esbanjando seus prazeres carnais que por alguns segundos tive vontade de entrar em alguma roda e participar de algo. Mas me lembrei de minha missão e mesmo não conseguindo cumpri-la por pura burrice eu continuei procurando um gueixa, mas claro que não encontrei nenhuma vestida tipicamente com roupas da terra oriental e mesmo devendo ter imaginando eu não o fiz -Idiota- Dessa vez a voz saiu de minha boca, um pouco abafada pela mascara mas ainda sim audível enquanto eu caminhava já cansado na direção do quarto. Uma noite de sono era a melhor opção naquele momento e com toda certeza me faria bem, ao menos descasaria um pouco meu corpo.

O acordar foi duro e minha cabeça parecia ter sido esmagada por um navio de guerra de tanto que doía, mas meu corpo parecia um pouco melhor afinal já estava a tanto tempo acordado que nem me lembrava mais da ultima vez que havia dormido. Tentaria ir ao banheiro do quarto caso houvesse um para lavar meu rosto e dar aquela mijada matinal -Seu corpo ainda está fodido, vai ficar dependendo dos outros pra sempre deu merda?- Dessa vez ele estava certo e mesmo odiando concordar com ele eu teria de aprender a me virar um pouco, ao menos o básico de primeiros socorros. Por sorte eu tinha o livro que o médico havia me dado e já que estava naquele quarto em silencio podia treinar um pouco. Tentaria deixar a mascara do lado da cama e me sentar no chão com o livro aberto e minha foice do lado esquerdo de meu corpo, afinal nunca se sabe quando é que se vai precisar de algo afiado. Abriria o livro e começaria a procurar no mesmo os capítulos correspondentes a primeiros socorros e assim que encontrasse os mesmo começaria meus estudos.

A primeira sessão do livro velho falava sobre o tratamento em ferimentos e machucados leves o que na verdade era um bom começo já que com isso eu poderia me virar muito bem após sair de uma luta mais tranquila e com poucos cortes. A primeira coisa que fiz foi ler todo o texto desse capitulo sem interrupções, me focando em cada palavra e cada detalhe para não me perder nenhuma vez oque para mim parecia incrivelmente fácil. Nesse quesito os anos de leitura com meus pais me fortaleciam e me ajudavam muito, além de que depois de um dia como o anterior poder ler um pouco na calmaria era extremamente bom. Depois de me focar na leitura voltei ao começo do capitulo e comecei a ler o mesmo em voz alta e dessa vez peguei minha foice e tentei fazer um pequeno corte em meu dedo médio esquerdo nem grande ou profundo ou suficiente para atrapalhar algo somente o suficiente para que sangue saísse do mesmo, após isso tentaria ir até a pia e lavar o corte com agua corrente por alguns segundos e então voltaria para o lado da cama onde tentaria cubrir o corte com um pedaço de pano cortado do lençou da cama, aplicando pressão firme mas de forma suave sobre o ferimento por alguns segundos. Caso o pano ficasse com muito sangue eu colocaria um segundo pano sobre esse primeiro e continuaria a aplicar a pressão por alguns minutos, atér me sertificar que o ferimento tivesse parado de sangrar.

Assim que conseguisse parar o pequeno sangramento retiraria os panos e tentaria achar um lixo para colocas os mesmo dentro dele, caso não encontrasse simplesmente jogaria os panos em baixo da cama. Começaria então a ler o segundo capitulo do livro, este era um pouco mais complexo e parecia ser mais longo e por isso fui mais lentamente. A primeira vez que o li algumas palavras escaparam de mim, torniquete, entorce e coisas do tipo fizeram minha mente vaguear por alguns segundos -Esses livros sempre tem um sumario no fim com algumas palavras diferentes...- Era verdade! E graças a buda aquele ainda tinha mesmo estando tão velho, depois de ver todas as palavras desconhecidas por mim lá eu voltei e rê-li novamente todo o capitulo e agora com um pouco mais de entendimento sobre o mesmo. Ele falava sobre torções e lesões, além de quebra de ossos, algo que não era raro ocorrer em batalhas, então estar devidamente preparado para isso iria ser ótimo. Após ler estava na hora de praticar, novamente cortei vários pedaços de pano da cama usando minha foice dessa vez em tiras longas e mais finas, na tentativa de imitar faixas, caso o lençou não desse conta eu procuraria por cortinas ou tapetes. Depois de fazer meus materiais iria esticar minha perna esquerda bem reta deixando meu joelho sem dobrar e então começaria e enrolar lentamente mas com pressão e força as faixas improvisadas sobre ele, tentaria enrolar cerca de 4 a 6 faixas e então tentaria colocar o cabo de minha foice do lado da perna, rente ao joelho e então enrolar mais algumas faixas dessa vez passando por cima do cabo. Faria mais umas 5 a 7 faixas e então tentaria mexer a perna, constatando que a mesma estava imobilizada -Tudo que você precisa é de algo duro e reto e de uns pedaços de pano.- Parecia brincadeira, mas era verdade. Aquela era a forma ideia de se imobilizar um membro torcido ou quebrado.

A ultima parte falava sobre como acordar pessoas desmaiadas ou afogadas, sobre paradas cardíacas ou com engasgadas. De fato não era algo muito usado em combates no entanto já que eu estava com o livro aberto e tinha estudado até ali, conhecimento de mais nunca faz mal e sempre poderá ser usado no futuro. Como de costume comecei lendo lentamente todo o capitulo lentamente e repassando devagar as palavras que eu tinha mais dificuldades no entanto após ler o mesmo percebi que aquele seria o capitulo mais difícil de se aprender pois eu não poderia treinar com ninguém -Você pode bater na sua cabeça e desmaiar, quer tentar?- Caralho aquela voz não ficava quieta! Bem decidi repassar os passos simplesmente no ar e memoriza-los sozinho sem experiencial pratica, eu estava acostumado a aprender lendo e isso não seria muito diferente de toda minha infância. Primeiro imaginei uma pessoa afogada deitada na minha frente e me coloquei de joelhos, me curvei sobre sua boca -imaginaria- e a abri com ambas as mãos, segurando seu nariz e seu queixo eu abri minha boca e soprei dentro da boca da pessoa 3 vezes e depois coloquei a palma de minhas mãos sobre o peito dela, uma mão sobre a outra e fiz pressão uma, duas, três e quatro vezes. Repeti esse ciclo 5 vezes sempre imaginando alguém desmaiado e afogado na minha frente, fiz isso seguindo as regras do livro. Depois resolvi tentar a técnica de pessoas engasgadas e para isso imaginei uma pessoa em pé engasgada na minha frente, fechei meu punho sobre meu dedão e então abracei a pessoa imaginaria colocando minha mão fechada sobre o diafragma da mesma e então comecei a bombear pressão, fazendo esse movimento um total de 11 vezes. Após repetir esses movimentos algumas vezes li o final do capitulo e ele tinha uma mensagem.

Spoiler:
 

Depois de ler a mensagem e de passar todo aquele tempo estudando e aprendendo sobre primeiros socorros decidi que já havia aprendido o básico. Estava na hora de sair daquele quarto por um tempo. Coloquei minha mascara e guardei o livro comigo, segurei a foice na mão direita e então tentaria ir procurar por Yumeko, queria assusta-la com a mascara e ver oque ela acharia da mesma, esperava uma reação fofa e ao mesmo tempo assustada.

   

« Algo Interessante »


   Deu trabalho e espero não ter escrito pouco. Eu esqueci quanto dinheiro ganhei e gastei por isso não coloquei -q

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 




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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptySeg 03 Fev 2020, 03:30


Narração

Manhã, Céu limpo, 26 graus.
Localização: Yotsuba Island - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Mirutsu



de modo intenso, Mirutsu começava seu dia ao dar um pulo para fora da cama. Vestindo a maioria de suas roupas — mas deixando a estragada de camisa de lado — ele seguia até a recepção, já podendo perceber um grande fluxo de pessoas afetadas pela ressaca — e algumas até ainda bêbadas — da noite anterior, deixando explícito como o baile seguiu até a alta madrugada. Lá, o convencido vagabundo perguntava por Natasha, recebendo uma resposta positiva

— Oh, Natasha? Sim, sim, chegou há tempos, está no balcão do bar agora —

Caminhando até o ponto indicado, o jovem parava no mesmo local que comeu com Megalinho noite passada, entretanto, a  maioria dos funcionários pareciam ser diferentes daqueles de outrora, entre eles, Natasha. Já percebendo que o Okama estava por lá, Mirutsu dirigia-se a ele, cumprimentava-o e já partia direto ao assunto principal, pedindo para sua colega algumas dicas de paquera.

— HOOOO, Miru-boy, no momento que eu vi você olhando para Michele eu sabia que nós iríamos chegar nesse assunto uma hora ou outra. Mas não tema, meu pombinho! A tia é a melhor em duas coisas: dar sarrafo em vagabundo e beijar na boca, vem cá! —

Natasha então ia para o outro lado do balcão, tirava seu avental e gritava para outra funcionária que logo a assistia

— NEIDEEEEE, COBRE AQUI VINTE MINUTINHOS —

Mirutsu era então puxado pelo braço até um quartinho escuro nos fundos da taverna, mas antes que as coisas ficassem perigosas demais — e já sentindo um tremendo frio na espinha — o salafrário deixava logo claro que não tava afim de beijar e fazer lances do tipo. Natasha consentia abanando o ar para indicar que o garoto não se preocupasse

— Tudo bem, docinho, além de beijar na boca eu sei muito bem como te ajudar no caminho até lá, vem com a tia! —

Dessarte, após algum tempo — cerca de 1 hora e pouca para ser mais exato — o gatuno conseguia pegar todas as dicas passadas pela sua colega, fazendo-o notar que ela era tão boa nisso que o jovem até poderia-se sentir tentado a arrancar uma casca da dama se não fosse por — de acordo com os próprios gostos — sua atroz aparência.  Oferecendo um aperto de mão, mas sendo logo puxado para um apertado abraço seguido de tapas nas costas —  Mirutsu a agradecia

— Meu garoto! Lembre-se sempre que os passos 4 e 7 são os mais importantes, mostrar autoconfiança e ter um papo legal! —


O rapaz então pedia por outra ajuda, recebendo algumas opções por parte do Okama

— Hah, se você não sabe, essa é outra de minhas grandes habilidades! Mas… receio que agora realmente não dá, docinho, Neide já cobriu mais tempo que deveria. Se você quiser, pode esperar mais umas 3 horas que serei liberada do serviço e logo te ajudo, caso não, tenho um colega chamado Derek que tá fazendo a limpeza na área da festa, pergunta por ele lá e fala que te mandei, não dá nem outra, te ajuda na certa! —


Seijuro


Acordando sem sucesso dos objetivos da noite anterior, Tensei tinha outros objetivos em mente, dessa vez mais palpáveis visto o livro em suas mãos. Abrindo a enciclopédia, ele podia dizer que diversas partes faltavam, mas — para sua sorte — as áreas de Primeiros-Socorros e Diagnose estavam intactas. Assim, treinando de maneiras extremamente criativas — e colocando seu conhecimento em prática já nas próprias feridas já tratada — ele conseguia obter uma base surpreendentemente boa para um iniciante na área.

Após isso, ele colocava a máscara em seu rosto e seguia a procura de Yumeko. Achando ela no bar da taverna fazendo uma refeição, Tensei chegava de surpresa e assustava-a por trás, conseguindo forçar um susto nela

— T-TENSEI! —
acalmando-se um pouco mais, ela seguia tentando puxar assunto

— E-enfim! Como foi ontem a noite? —


Megaliho


Acordando ainda atordoado pelos esforços da noite passada, Megalinho dava início a mais um incômodo dia com alguns alongamentos, tanto em pé quando sentado. Feito isso, ele colocava suas faixas, conferia seu dinheiro — esse estando totalmente em ordem — e colocava a foice nos ombros, saindo enfim de seu quarto.

Voltando para recepção, ele esperava por encontrar o rapaz de antes, mas isso não acontecia, uma outra pessoa cobria o turno, um idoso já sem cabelos. O ceifador então realizava certas perguntas acerca de costureiras e acrobatas, sendo respondido de bom grado pelo velhinho

— Sim, sim, na parte traseira da mansão temos um estabelecimento com diversas alfaiates, tenho certeza que nenhuma delas irá deixar o senhor decepcionado. Ademais, um de nossos melhores acrobatas, já retirado, está fazendo a limpeza na salão de festas agora, ficará lá por cerca de 2 ou 3h ainda, seu nome é Derek —

Desse modo, o jovem seguia até a área indicada, já se deparando com um ambiente mais zen em relação ao clima de pós festa que estava no Lar das Queixas. Lá, ele encontrava diversas pessoas trabalhando nas mais diversas áreas que tal segmento poderia cobrir, mas seu gosto ela pela costura, então acabava por escolher alguém que aparentava ter mais afinidade por ela. Aproximando-se de uma moça com aparência e vestes delicados, Megalinho partia direto ao ponto e pedia ajuda com a arte em conjunto de um terno novo e modificado

— Claro, o valor está mais que perfeito! Estou com tempo livre e posso lhe ensinar algumas coisas sim. Quanto ao terno, ele sai por 100.00! —

Assim, o rapaz era guiado até uma sala separada da recepção, passando por todos os procedimentos necessários até atingir uma maior maestria na técnica, tecendo e remendando com diversos tipos de linhas e tecidos diferentes. Após 2 horas, ele enfim terminava o treino com as ríspidas mãos encoberta de furos por erros iniciantes com a agulha, mas apesar disso, ele realmente pôde sentir que ele podia exercer o ofício com mais prioridade

— É isso! você está treinado! O terno ficará pronto pela noite, pode voltar aqui e pegar por esse horário! —

Dessarte, Farway — com seu treinamento completo — seguia até o salão de festas, mas encontrando diversos funcionários de limpeza, sentia dificuldades em realmente encontrar Derek.

off:
 


Yumeko:
 
Michele:
 

Legenda:
 


Ferimentos:
 

[/color]

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyQua 05 Fev 2020, 00:31




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 29




Ao fim do treinamento, Mirutsu já se sentia confiante para chegar em alguma mulher, já que Natasha havia lhe dado as dicas necessárias para ser um galanteador profissional. A prática dessas técnicas no entanto, ainda foram úteis para resolver a inaptidão que o rapaz tinha para se aproximar de uma moça, o que acontecera quando o mesmo encontrou Natasha pela primeira vez, quando o mesmo pensava que ela era uma "mulher verdadeira", por assim dizer. Apesar de ter estendido a mão para Natasha aperta-la, a mesma decidira por abraçar o gatuno, que tolerou a aproximação da okama, pois sabia de uma coisa: eles não se veriam tão cedo após aquele dia. O problema era que, como o rapaz tinha dificuldade em se aproximar das pessoas, ele não fazia ideia de como se despedir direito.

"Porra, ela já deve saber que eu tô querendo dar o pé daqui, mas, espero que ela não chore."- o rapaz pensava, enquanto era abraçado pela okama, já bolando alguma forma de se despedir de Natasha e Mirutsu já tinha uma certa consideração pela okama, que demonstrou-se uma pessoa de bom coração e uma grande aliada durante o dia louco que tinha sido ontem.

- Ah, beleza. Eu acho que vou procurar esse tal de Derek, então.- o ladino fazia uma pausa na fala.- Então, como você já deve estar sabendo, eu tô querendo ir embora daqui. Finalmente eu consegui um time para conseguir navegar até a Grand Line e por isso estou partindo hoje. Irei tentar reparar o barco de Barnabé e logo irei embora. Infelizmente, eu não ficarei para procurar a Michele.- o rapaz novamente parava, coçando os seus cabelos negros, novamente estendendo a mão, agora com o punho fechado, em direção de Natasha.- Então... a gente se vê por aí.- Mirutsu dizia meio sem graça, esperando que a mesma batesse levemente o seu punho contra o dele, fazendo o famoso cumprimento conhecido como fist bump.

Como anteriormente a mesma não tinha apertado a mão do gatuno, Mirutsu já esparia que a okama partisse para um abraço, deixando que a mesma fizesse esse gesto de amizade, ainda que negasse o beijo, caso ela partisse para tal, colocando suas mãos em frente da boca, para evitar que ela retirasse o seu primeiro beijo que ainda não foi dado.

Ao fim, do contato físico, Mirutsu começaria a andar lentamente para sair daquele quartinho escuro, onde estava tendo a conversa com a okama, fazendo um sinal de positivo, enquanto levantava o polegar de sua mão.

- Não se preocupe, pois eu sou Mirutsu Haretsu, a nova estrela que brilhará na Grand Line.- rapaz sorriria de maneira sincera, ainda que com a sua ambição rotineira como guia de motivação, afinal, nem todos possuíam uma causa nobre para se inspirar. A confiança de Mirutsu era renovada, ao lembrar que não estava mais sozinho na sua jornada, mesmo que ainda fossem aliados incertos, por enquanto bastava.

Após sair daquele cômodo, Mirutsu buscaria ir atrás do tal Derek que Natasha havia citado, procurando por onde foi dito por ela onde ele se encontraria: na área da festa, que seria o primeiro local para onde Mirutsu iria para achar o acrobata. Caso não encontrasse, o rapaz iria vasculhar os diversos cômodos do Lar das Queixas em busca do tal Derek, parando qualquer funcionário do local para lhe fazer duas perguntas.

- Opa. Você poderia me dizer quem é o Derek? Desde já, agradeço.- o rapaz diria e esperaria a resposta, esperando algum tipo de descrição do homem e assim que recebesse, procuraria um homem que batesse com as características dadas.

Ao encontrar o tal Derek, o rapaz daria um sorriso, para poder cumprimentar o acrobata e agente de limpeza.

- E aí, Derek. Antes que me pergunte, a Natasha que me enviou até você. Ela disse que tu poderia me ensinar algumas acrobacias e saltos.- o rapaz então colocaria as mãos nos bolsos.- Claro, se você não tiver com tempo, eu te espero terminar o que tiver fazendo.- o rapaz aguardaria pacientemente, caso o homem ainda estivesse por terminar uma tarefa.

Então, caso o Derek pudesse ensinar Mirutsu, o ladino atentaria nas instruções do mesmo. Praticaria os mortais, pulos, piruetas e fintas acrobáticas que faziam parte daquele tipo de conhecimento de cunho circense, treinando também a flexibilidade e o equilíbrio, coisas fundamentais para o desempenho melhor de alguma acrobacia, onde o gatuno tentaria aplicar tais conhecimentos em junção aos seus fundamentos de luta, o que o mesmo pensaria que viria a calhar numa situação tensa. E lá, o rapaz passaria o tempo que fosse necessário para aprender a arte da acrobacia.

- Obrigado por ensinar essas paradas. Acredito que irão quebrar um galho num luta.- o rapaz daria uma gargalhada e logo se afastaria, para ir a procura de seus companheiros.

Mirutsu então iria vasculhar o Lar das Queixas, em busca do seus companheiros de viagem, já que obviamente precisaria deles para seguir viagem. Iria tentar reunir todos, para ter uma rápida conversa antes de ir em busca de sair de Yotsuba Island, e consequentemente, Shells Town.

"Cadê aqueles caras quando se precisa deles, hein?"- o rapaz pensaria enquanto estaria na procura de seu grupo. Ao conseguir reunir todos eles, o mesmo começaria a fala, já que pelo visto, ele havia sido escolhido como líder do grupo, ainda que não tivesse a personalidade adequada para tal posição.

- Então, rapazes e senhorita, hoje será o grande dia onde a gente pega o beco desse lugar, então antes de vazar, eu gostaria de saber se vocês tem algum assunto a resolver ou pendências pessoais que nos impeçam de ir embora.- o vagabundo cruzaria os braços.- De minha parte, eu já estou pronto para zarpar.- tentaria passar confiança para a sua trupe, ao fazer um semblante obstinado.



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyQua 05 Fev 2020, 13:04

ACEITAÇÃO-16

Uma vez que terminara seus estudos sobre costura, Kid retirava os 500 mil prometidos pelas aulas do bolso com o montante menor, e entregava para a costureira que havia lhe ensinado, estava na hora de partir em busca de um homem chamado Derek, o qual deveria ensinar-lhe sobre a arte circense da acrobacia, enquanto seu terno não ficava pronto. Este interesse em específico surgiu a pouco tempo, durante sua luta com Santana. Quando em desvantagem, Megalinho havia realizado um ataque bastante arriscado, porém funcional: um Giro de foice, usando-a como alavanca para realizar um salto, e depois, devido ao fato do epicentro gravitacional do golpe, Kid estar de costas para o oponente, um novo impulso era necessário, para completar o giro. Na hora, um ataque frontal, cujo alvo fosse as costas do adversário devido a distância entre ambos e a diferença de altura parecia um grande plano, e realmente foi. Este golpe teria decidido a luta, se seu inimigo não fosse tão resistente e rápido, a ponto de acertá-lo com um tiro de trabuco enquanto estava em pleno ar, logo depois do ataque ter sido bem sucedido. De fato, este acerto foi o mais importante durante a luta, apesar das consequências, mas a falta de experiência de combate reais e, principalmente, como realizar saltos do tipo com maior precisão, fizeram o ceifador perguntar-se: *E se houvesse um jeito de treinar meu corpo para realizar este golpe?*  -tal pergunta o levava justamente até o Homem chamado Derek.

Contudo, com a quantidade de pessoas limpando aquele enorme salão de festas, seria uma tarefa um tanto complicada achá-lo. Então, primeiro, procuraria olhar bem o local, em busca de quem mais tem cara de Derek, que para Kid, deveria ser algum homem na faixa dos 30 anos de estatura mediana. Caso achasse alguém que entrasse nessa descrição, aproximaria-se normalmente, e diria: -Estou procurando um homem chamado Derek. disseram-me que ele é muito bom em acrobacias. Você sabe onde encontrá-lo? -Apesar de achar que estivesse falando com o próprio, evitaria perguntar diretamente se ele era o mesmo, para, caso errasse, não ter de realizar outra pergunta. Caso tivesse que procurar mais por Derek, ou tivesse acertado com sua intuição, ou , diria, quando achá-lo/confirmá-lo: -Ofereço 500 mil pra me ensinar uns saltos. Aceita? -Uma vez proposto o acordo, o ceifador aguardaria uma resposta do homem. Caso fosse negativa, procuraria por outros acrobatas que pudessem ensiná-lo, e repetiria a mesma proposta, até alguém aceitar. Caso o mesmo pedisse para esperar: -Tudo bem, tenho que ficar por aqui até de noite mesmo. Mas, se quiser alguma ajuda pra agilizar, avise... -diria Megalinho. Caso o homem pedisse ajuda, Kid apenas seguiria as ordens do homem para economizar tempo. Caso contrário, apenas esperaria do lado de fora do salão até que acabe o serviço.

Uma vez que Derek (ou qualquer outro(a)) aceitassem o pedido, Kid seguiria seu tutor, e, deixaria sua foice encostada para praticar o básico: pontos de equilíbrio, acrobacias simples, sempre tentando replicar da forma mais fiel possível os movimentos de seu tutor, mas com o máximo cuidado possível, para evitar que suas feridas se abram. em caso de queda e erro, Kid levantaria-se, e tentaria de novo, tentando corrigir suas falhas anteriores. E, no clássico método de tentativa e erro, Megalinho seguiria, até que finalmente conseguisse realizar o básico com alguma precisão. Após isso, Kid pegaria novamente sua foice, e começaria a testar as mesmas técicas, mas, agora, com o peso de sua arma em seus saltos. Afinal, o objetivo do Ceifador é justamente usar acrobacias em combate. De nada adiantaria se não conseguisse realizá-las devidamente sem sua foice. Durante os treinos, sempre que algum salto desse errado, Kid tomaria o máximo de cuidado para não ferir-se com a própria arma por acidente, e voltaria a praticar os saltos e piruetas. Uma vez que seu corpo exausto já estivesse capaz de realizar estas acrobacias. Kid entregaria o dinheiro para o seu tutor e diria: -Devo agracer pelo seu tempo e dedicação, e tenha uma boa t- -Por um momento, Megalinho olharia ao seu redor, e perguntaria: -Que horas são? -Uma vez que fosse lhe dada a resposta, diria: -Ah... então tenha uma boa vida!

-Após isso, o ceifador seguiria rumo a área das costureiras, caso já fosse de noite, para pegar seu terno e pagar por ele. Caso ainda fosse dia, seguiria para o Saguão do Hotel, esperando encontrar algum de seus companheiros de equipe.

Caso tivesse encontrado com Mirutsu no salão de festas, iria apenas acompanhá-lo por hora.

Para a pergunta de Mirutsu, responderia: -Bom, eu tenho que pegar uma encomenda nas costureiras, ver se compro algum equipamento na cidade antes de seguir viajem, mas já que vai olhar o barco do lá, se eles tiverem um forja no barco vai ser uma economia e tanto. E você, já entregou o dinheiro da mulher de tromba?
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 10 EmptyQua 05 Fev 2020, 21:23


Cremação
Imagine uma frase legal aqui






Finalmente estava junto com Yumeko novamente, ver o rosto bonito e familiar da garota depois da noite horrível eu precisava falar com alguém, além de que a ansiedade por não ter conseguido nenhuma informação sobre meus pais naquela ilha estava me deixando nervoso, ao ponto que estava quase explodindo -A noite de puro sono, mas essa merda de ilha não deu em nada. Quer me ajudar?- Falaria enquanto tirava a mascara e olhava dentro dos olhos da garota -Preciso de alguma informação sobre o passado da ilha, se conseguir algo com as gueixas me encontre aqui depois?- Iria pedir para Yumeko mas não aguardaria uma resposta da mesma, iria começar a procurar uma das gueixas e dessa vez da maneira certa. Mas antes colocaria minha mascara para que meu rosto não chamasse tanta atenção.

Assim que encontrasse alguma mulher iria perguntar a mesma -Olá, pode me indicar alguma mulher que trabalhe aqui?- Caso a resposta fosse negativa eu iria simplesmente fazer uma referencia e sair sem dizer nada e começar a procurar por outra pessoa, então repetiria a pergunta para a próxima até obter uma resposta positiva. Quando tivesse uma tentaria me aproximar da mulher indicada e me apresentar -Olá, meu nome é Cthulhu e me disseram que eu poderia conseguir algumas informações aqui, posso pagar claro.- Diria e esperaria uma resposta da mulher, caso ela não me mandasse embora logo de cara eu voltaria a falar -Estou procurando informações históricas dessa ilha, tudo que tiver sobre ela. Se puder me ajudar posso agradecer muito bem.- Caso ela tivesse algo eu pagaria oque ela pedisse se tivesse o dinheiro comigo, se não tivesse iria deixa-la para procurar meus companheiros. Na opção dela não ter informações eu simplesmente iria procurar por Mirutsu, Megalinho e Yumeko, assim que encontrasse algum deles falaria -Estou cansado dessa ilha, vamos sair daqui?- Falaria e iria seguir o grupo por onde quer que eles decidissem ir, não iria me opor seja qual fosse a escolha.

   

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   To praticamente dormindo. É o pnultimo post e é isso, ficou merda mas to ciente.

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

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