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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyQua 31 Jul 2019, 15:29

Relembrando a primeira mensagem :

O vagabundo e o aleijado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mirutsu Haretsu e James "Jimmy" Fleetwood. A qual não possui narrador definido.


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Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptySeg 09 Dez 2019, 12:10




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 22




Mirutsu, com ajuda do marinheiro recruta, é transportado pelo bote com os marinheiros, nas águas da gruta. O rapaz que tinha avistado Tensei e Mirutsu certamente tinha algumas feições marcantes, com seus cabelos vermelhos e seus olhos verdes, mas, o que destacava mais em sua persona era o seu inegável nervosismo, que demonstrara desde que tinha abordado a dupla que havia derrotado Barnabé. Apesar disso tudo, Mirutsu mantinha-se calmo, como a calmaria após a tempestade que fora todo o combate contra o pirata. Simplesmente estava com preguiça de fazer qualquer coisa, só queria tomar um banho e comer alguma coisa, visto que não tinha colocado nada na barriga desde que acordou e tinha acordado na rua, de ressaca. Mirutsu apenas se deixava ser levado pelos marinheiros no bote, fazendo o menor esforço possível.

"Como eu queria uma costelinha assada na brasa."- Pensava o rapaz salivando, enquanto olhava para cima, imaginando a cena com uma mesa farta, com comida e é claro, bebida alcoólica.

A mente distraída de Mirutsu fazia o mesmo pensar nessas coisas até mesmo quando estava com o corpo todo ferido. O rapaz deixou de se distrair no entanto, no momento que viu Natasha boiando. Quando foi colocada no bote, Mirutsu até chegou a checar seu pulso. Pena que o mesmo estava com a pressão bastante baixa, nem mesmo conseguia distinguir se ela tinha pulso ou não. Teria que deixar essa parte para os médicos da Marinha. O rapaz também se sentia incomodado, com o corpo de Barnabé também junto ao grupo. Aquele cadáver estar ali era um lembrete do primeiro homem que Mirutsu teria matado. E claro, o estrago que a dupla tinha feito no corpo era bastante grande. Com a nuca perfurada por Mirutsu e seu estômago rasgado por Tensei,ele já provavelmente estaria fedendo bastante. O gatuno se limitava apenas a ignorar o corpo, olhando para as tendas e as ações dos marinheiros na gruta.

O vagabundo foi levado para uma tenda, onde enfim seus ferimentos foram tratados pelos médicos da Marinha e deixado numa maca, juntamente com Tensei. Bom, o gatuno apenas manteve-se parado por todo o procedimento médico, deixando os médicos realizarem seus afazeres da melhor maneira possível.

"Pelo menos fomos tratados rapidamente."- Mirutsu dizia isso, referindo-se a demora da ação da Marinha, que pelo visto vinha passando por maus bocados, visto a forma considerada desorganizada de sua atuação. Pelo menos isso era o que Mirutsu achava, apesar de não ter visto vários procedimentos feitos pelos marinheiros. Afinal, a tal velha capitã do esquadrão tinha que exclamar ordens a todo momento. O melhor seria eles terem um plano de ação antecipado, não seria?

Diante das perguntas do recruta, Mirutsu porque o nervosismo do rapaz. Era a primeira missão do garoto, que aparentava ser até mesmo mais novo que Mirutsu. Apesar disso, Mirutsu matinha um semblante entediado, como se não quisesse falar muitas coisas.

- Suave, cara.- Mirutsu colocava as mãos atrás de sua cabeça, enquanto estava deitado.- Eu estou me sentindo melhor, pelo menos não tô sangrando tanto.- o jovem respondia a primeira pergunta do rapaz.- Caçadores de recompensa? Não somos não...

Por um momento Mirutsu pensou na hipótese levantada pelo garoto. Caçador de recompensa. Mirutsu apenas sabia que estes não eram filiados a Marinha e nem ao Governo, nem eram caçados como piratas e revolucionários. Eles tinham uma maneira "nobre", por assim dizer, de ganhar a vida, que era capturando criminosos infames e alguns deles eram bastantes respeitados por seus atos. Talvez não seria ruim seguir esse caminho. Afinal, não se precisava ser um pirata para ser rico e caçar tesouros, como Mirutsu sempre pensara. Se podia fazer isso sem correr o risco de enfrentar os temidos marinheiro e agentes, e caso ficasse sem opção, poderia jogar pelo lado dos piratas e dos revolucionários. Mirutsu somente agora parou para perceber a posição de neutralidade que os caçadores poderiam ter. E se manter neutro nesse grande esquema, era lucro.

"Caçador de recompensas hein? Até que pode ser uma boa ideia..."

- Cara, você viu uma garota de cabelos pretos e olhos azuis, vestida como nobre por aí?- Mirutsu pergunta, referindo-se a Michelle.- Se viu, como ela estava?- Mirutsu dessa vez demonstra maior curiosidade em suas palavras que anteriormente esboçavam preguiça.

Mirutsu também não podia deixar de notar que foi levado também para a tenda aquele homem com camisa de frango, que havia lutado contra um capanga de Barnabé. Pelo visto, ele tinha um tratamento melhor que o de Tensei e Mirutsu, visto que ele foi deixado numa cama e a dupla, numa maca. Aquilo irritava um pouco Mirutsu, que franzia o cenho, vendo o ceifador deitado numa cama.

"Ei, a gente que pegou o peixe maior e ele que ganha uma cama?"- O gatuno pensava, mas, decidia não lançar os seus comentários ácidos.

Caso, o recruta respondesse que tinha visto Michelle, Mirutsu então diria:

- Você pode trazer ela até aqui? A okama é uma amiga próxima dela, sabe.- Mirutsu falaria a verdade, mas, claro, com uma certa malícia por trás, pois, queria muito ver Michelle de perto.

Se a resposta do recruta fosse negativa, Mirutsu diria:

- Tem como você procurar por ela? Sabe, a okama é uma amiga próxima dela e eu acho que ela ficaria mais aliviada se visse como ela está.- Mirutsu falaria num tom de voz mais agradável, para que o jovem fosse atrás da nobre.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptySeg 09 Dez 2019, 20:45

ACEITAÇÃO-9: SHADOW SOLDIERS!

-Ah... foi bom enquanto durou... -diria Megalinho, assim que acordasse dentro da tenda.

Kid Farway era assustadoramente acostumado com a solidão. Seja por seus históricos de abusos no passado, o qual tornaram-no um ser totalmente isolado, ou por sua total incapacidade de lidar com outras pessoas. Mesmo que isso não o fizesse um antissocial, ainda eram o suficiente para fazê-lo manter distância de qualquer interação humana que julgasse desnecessária. Nem mesmo com o homem que o criou como filho, após tirá-lo do orfanato que fora criado, estava tão distante disto. Kid o respeitava e era profundamente grato por tudo que fizeram por ele, mas, sua personalidade o impediam de seguir vivendo na forja a qual um dia foi seu lar. E, em busca de algo que, nem ele mesmo sabe o que é, Kid partiu de seu lar.

O real problema do ceifador era, indubitavelmente, sua falta de empatia. O que fazia sua situação atual parecer desconfortável. Megalinho sempre analisava minuciosamente qualquer lugar que fosse dormir, afim de espantar possíveis insetos do local. Quando achava-os, saía desesperado dos cômodos e acabava passando noites em branco, devido ao seu temor destas pequenas criaturas. Poder fechar seus olhos de dormir, sem essa preocupação, era algo que raramente havia feito.

Uma vez acordado, Kid sentar-se-ia, mesmo com todas as dificuldades de seu estado atual. o que faria-no ver em um local, rostos previamente conhecidos. o jovem com deformidades em seu rosto parecia encará-lo com certo desdenho, quanto o outro ceifador, estava mais interessado na jovem loira que estava no local. Era uma visão bastante tranquilizante, apesar de igualmente incômoda.

Deixando isso momentaneamente de lado, Kid abaixava seu rosto, a fim de ver suas faixas, camisas e calças. Suas vestes, do abdômen pra baixo, estavam completamente encharcadas com seu sangue, além dos danos causados à camiseta devido ao tiro que havia levado. -Porcaria... essa era minha camisa preferida! -dizia Kid, com um certo olhar de tristeza. -Agora, onde vou achar outra camisa dessas, sem ser sob medida? -na verdade, essas eram as únicas roupas de Kid, mas, a camisa era realmente única para ele. Mesmo se fosse lavada, ainda haveriam as marcas do disparo, e, Megalinho não sabe costurar. Contudo, ficar remoendo isso não resolveria o problema, então, o jeito era esperar que a recompensa pelo seu trabalho fosse o suficiente para recuperar seu vestuário, além de ser o suficiente para manter-se fora do vermelho. Enquanto isso, Megalinho continuava deitado, escutando a conversa entre os que estavam ao seu redor

O ceifador pegaria sua foice, que provavelmente estaria perto dele, e levantaria, mesmo com ad dores a adversidades da situação. Caso não a encontrasse, perguntaria para o marinheiro que estava no local: -Ei, cabeça de fogo... você viu minha foice por aí? É que eu tô afim de levantar, e acho que vai ser incomodo demais ter de ficar me apoiando nos outros para andar por aí, então preciso dela para me apoiar no chão. -Uma vez com a foice, usaria-a para me apoiar devidamente e ficar de pé. -Você, o de cabelo tigelinha que está me encarando... Qual seu nome? Não perguntei mais cedo... -A pergunta uma vez feita, diria, após a resposta dele: -Mirutsu então... pois bem, junte seu grupo depois para falarmos de negócios. Temos que achar uma forma justa de dividirmos a recompensa dentre os envolvidos...

Megalinho poderia muito bem, ter aproveitado da falta de conhecimento sobre o valor real da recompensa entre os demais participantes para tirar vantagem, mas, a ultima coisa que ele queria agora, era entrar em um confronto monetário, ainda mais devido à sua situação. Se existe algo que incomode mais Kid do que relações humanas desnecessárias, isto é dever algo para alguém. Megalinho havia arriscado sua vida na noite de hoje por um plano absurdo, mas, foram as ações da dupla de ladrões, um marmanjo travestido, uma garota com sérios problemas mentais, e a própria marinha, que tornaram isso possível. Se Kid ganhou algo esta noite, foi graças ao grupo de desconhecidos que invadiram antes dele. O mínimo que poderia fazer, seria distribuir justamente os frutos desta vitória.

Uma vez que marcassem um local para tratar de negócios, Kid voltaria para a cama que estava, sentaria, e diria, ao Marinheiro no local: -A marinha terminou de fazer a busca pela gruta? Seria muito incômodo ter sobrado algum pirata nas redondezas... Mas o que me preocupa mesmo é: tem uma bifurcação na entrada da gruta, então eu queria saber o que tem pelo caminho da esquerda... Eu escolhi o caminho certo por pura sorte, e quero saber o que teria acontecido caso eu tivesse errado o caminho... -Claro, como o Kid obteve esta informação deveria ser mantido em segredo, e poderia ser, com alguma dedução lógica, seria possível chegar à gruta, mesmo sem informações privilegiadas. E, com certeza, para manter o status de Caçador de recompensas de forma mais sólida, uma rede de informações seria de grande ajuda. Então deixar Min fora de suspeitas era algo bastante óbvio para Kid.

Uma vez obtida a resposta, seja positiva ou não, diria: -Ah, bom... vou esperar mais um pouco enquanto descanso. Depois temos que reclamar a recompensa no QG. Se tiverem algum marinheiro ou grupo que queira nos acompanhar até lá, para facilitar nossa ida -Kid manteria-se sentado, até que toda a situação estivesse resolvida e, assim que possível, seguiria rumo ao QG da marinha, seja sozinho, junto da marinha ou do grupo de Mirutsu.

Histórico:
 

Objetivos:
 

Piu!?:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyTer 10 Dez 2019, 15:32


Cremação
Eu paro de pensar antes que a paranoia bata





A velocidade com que os marinheiros salvaram eu e meu parceiro pode até mesmo ser elogiada, no entanto enquanto era ajudado a subir no pequeno bote que ia na direção da terra minhas memorias começaram a me incomodar. Havia sido aquele pessoal, o pessoal que trabalhava para o governo que tinha colocado fogo em minha casa e matado meus pais por saberem de mais e agora eu estava ali sendo salvo por eles, era no minimo humilhante. Enquanto Mirutsu tentava ver se o pulso da okama ainda estava ativo e pulsava eu só pude pensar em como nunca mais queria ser salvo por aquele tipo de pessoa novamente, cães que só fazem oque lhes é mandado não mereciam muito além de meu desprezo. No entanto tentei me manter calmo enquanto o pequeno bote chegava em terra e eramos levados até um barraca, e depois de sermos colocados em uma maca e começarem a nos tratar somente um pensamento pairava em minha mente "Preciso aprender a me virar ... Na próxima não posso desmaiar por não conseguir fazer um simples curativo." E com tal ideia tomei minha decisão, iria aprender de alguma maneira técnicas médicas.

-Doutor, por acaso você não teria nada sobre primeiros socorros para me ensinar?- Perguntaria ao médico quando o mesmo chegasse perto de mim para algum tratamento, esperaria alguma resposta dele e independente da mesma continuaria a perguntar -Qualquer coisa serve, um livro seria ótimo ...Eu.. Não quero sempre ter que depender dos outros, entende?- E então novamente esperaria alguma resposta do mesmo, caso a mesma fosse positiva e ele tivesse um livro ou alguma outra forma de me transmitir conhecimento eu iria agradece-lo profundamente tentando ficar sentado na maca e abaixando a cabeça como sinal de agradecimento. No entanto caso a resposta fosse negativa e ele não pudesse me ajudar, simplesmente terminaria a conversa com ele sem falar mais nada. Não era conhecido por ser educado, principalmente quando decepcionado.

Após a pequena tentativa de interação com o médico o marinheiro de cabelos laranjas se virou para mim e Mirutsu e começou a falar. As desculpas de merda de que era sua primeira missão não colavam muito, os ignorantes que entram para a marinha sem conhecer a fundo a podridão da organização são tão ruins quanto os que a conhecem. Mas depois das desculpas ele fez um pergunta interessante, se eramos caçadores, e até aquele exato momento nem mesmo eu havia me lembrado da carreira de caçador de recompensas, mas o fato deles fazerem o trabalho da marinha não me agradava muito e simplesmente por esse fato minha resposta foi quase igual a de meu parceiro -Não somos caçadores, mas se tiver dinheiro pela cabeça daquele monstro a gente quer...- Claro que me referia a Barnabé, seu estilo de luta e modo de agir haviam me marcado e sua insanidade era tamanha que eu ainda podia ver e sentir o momento em que sua espada havia me perfurado quase me empalando, e somente de me lembrar daquilo parecia que o ferimento doía novamente *Aquele desgraçado ... NUNCA MAIS alguém vai fazer isso comigo!* E não iria, eu me tornaria mais forte mesmo que isso me tornasse um monstro maior que o próprio Barnabé.

Enquanto estava perdido em meus pensamentos a imagem que me trouxe de volta foi a da garota loira, ela parecia estar recebendo algum tipo de tratamento em sua mão e naquele momento eu percebi que não conhecia nada da garota -Quem é ela marinheiro? Pode chamar ela aqui?- Esperaria uma resposta enquanto tentava apontar com a mão direita para indicar ao marinheiro sobre quem eu me referia. Caso ele pudesse trazer ela até a tenda eu esperaria, tentando ficar sentado em minha maca mantendo um semblante sério e ao mesmo tentando parecer indiferente. Caso ela não pudesse trazer ela até nós eu iria tentar caminhar lentamente até a mesma, apoiando meu corpo em minha foice como já havia feito antes e assim que estivesse na presença dela tentaria puxar assunto -Olá, já via algumas pessoas matando mas você foi a que fez isso com mais felicidade no rosto, foi muito bonito te ver esfaqueando aqueles caras.- Esperava ter puxado assunto de maneira certa, ela sorria enquanto matava os capangas de barnané e isso havia despertado grande curiosidade em mim -Sou Tensei, Seijuro. E quem é você?- Aguardaria então uma resposta da mesma.

   

« Algo Interessante »


   Bora ficar rico. :same1:

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 




© AnimaDaph

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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Ghast
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Ghast

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptySab 14 Dez 2019, 20:15


Narração

Noite, chuva, 12 graus.
Localização: Shells Town - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos












Já tratado e em processo de repouso, Mirutsu questionava-se sobre algumas questões acerca da situação a qual passava, não verbalizou todas, então algumas dúvidas permanecerão em sua cabeça. Enquanto fazia isso, pôde sentir seu estômago rugindo de forme e sua garganta queimando de sede, fazia um bom tempo que o gatuno não colocava nada em boca, e ele sabia disso.

Alguns minutos passavam-se e Haretsu respondia — com sua típica atitude entediada — a enxurrada de perguntas realizadas. Em resposta a ele, o ruivo dizia, de maneira animada mais uma vez, as seguintes palavras

— Entendi! Legal, mas mesmo não sendo oficializados, vocês podem retirar a recompensa por direito —

1 minuto ou outro passava-se enquanto o gatuno refletia acerca da vida oferecida pela profissão de caçador, no entanto, ele apenas flertava com as ideias, nada era muito certo ainda. A única coisa certa nos pensamentos do jovem era o desejo de ver Michele, a fidalga não saia de sua cabeça. Por isso, ele acabava por fazer algumas perguntas ao recruta, que terminava por respondê-lo de maneira um pouco mais séria, mas ainda com seu habitual ânimo

— Hm, se você fala de quem eu acho que fala, ele está em outra ala médica, em uma exclusiva apenas para ela. Ela é uma pessoa importante, entende? Quanto ao seu estado, ela tá bem sim, foram machucados beeem superficiais, lascados estão vocês haha —

Assim, o gatuno realizava sua última pergunta, essa que era respondida de maneira negativa pelo garoto

— Putz, cara, impossível. Além de uma coisa dessas estar além de mim, eles não deixam qualquer um entrar na ala dela. Como eu disse, ela é alguém de prestígio. Inclusive, deve estar indo embora em breve, mas não sei dizer —


Ainda na tenda, Megalinho acordava após um breve cochilo, ainda sonolento, ele lamentava-se pela provável perda que terá em relação à sua camisa, o buraco de bala e as manchas de sangue realmente destruíram o acabamento da peça.

Enquanto estava deitado, o ceifador pôde escutar a conversa de Mirutsu com o recruta. A garota sobre qual ambos discutiam lembrava claramente aquela que Megalinho havia encontrado desmaiada em uma das tendas, cabe a ele se importar ou comentar essa informação. Após isso, ele puxava sua foice que estava encostada a seu lado e dirigia a palavra a Haretsu, levantando a questão da distribuição da recompensa de Barnabé e o resto de sua tripulação, Tensei, que também estava no meio disso, podia claramente intervir e dar seu palpite no negócio.

Independentemente do que ele resolvia com Tensei e Mirutsu, o jovem terminava por ir até o mesmo recruta para realizar umas últimas perguntas. Esse que, por sua vez, respondia — já demonstrando um certo cansaço — da seguinte forma

— Pô, eu não sei não cara, tô na mesma que vocês, eu nem conhecia esse lugar para falar a verdade, só me deixaram cuidando dessa ala mesmo, provavelmente vão avisar se acontecer algo. E relaxa, a capitã tá aqui, precisa ter medo de pirata mais não —

O ruivo finalizava sorrindo e dando um “joinha” para o ceifador. Aparentemente, não havia malicia ou provocação em suas palavras.

Também na ala médica, Tensei encontrava-se deitado em uma maca próximo a Haretsu e Megalinho. Mesmo com todo seu ódio pela Marinha, o jovem sabia que, no momento, sua vida dependia deles, a falta de conhecimento na área médica não o permitia sair dos cuidados dessa corporação sem quaisquer consequências. É com base nisso que ele pedia ajuda a um médico próximo que terminava de repor alguns medicamentos em uma caixa de madeira no chão. Por sua vez, o doutor respondia sem muito ânimo

— Ah, claro. Estou meio sem tempo garoto, mas posso te dar um livro velho que tenho por aqui, com leitura e prática você deve se capacitar para conter um sangramento pelo menos —

Desse modo, o rapaz dirigia-se a uma outra caixa localizada no chão e puxava um livro de lá, terminava o entregando nas mãos de Tensei. Caso o jovem observasse bem, poderia notar um grande almanaque de capa dura e verde, com o seguinte nome escrito em alto relevo dourado: O Atlas Da Medicina. Na obra, Seijuro podia ver princípios que iam desde o básico dos primeiros-socorros até níveis avançados de Anatomia ou Toxologia, as áreas abrangidas por ele definitivamente não eram poucas.

Junto com seus compatriotas, ele também respondia os questionamentos do ruivo, que afirmava sim uma recompensa para Barnabé e seu bando.

— Pode apostar que ele tem, e não deve ser baixa! —

Para finalizar, o ceifador tinha sua atenção roubada pela mesma loira de antes e, em uma tentativa de a conhecer melhor, pedia ao recruta para chamá-la até si. O garoto chamava-a sem problemas, mesmo com os 3 o tratando como capacho e o enchendo de perguntas, ele não mostrava se desanimar.

Não demorava muito até que a garota chegasse. Ela olhava com uma cara desentendida para Tensei, mas sua feição mudava completamente ao receber o elogio por parte do jovem, o rosto dela corava-se absurdamente, suas bochechas, principalmente, estavam completamente rosadas. Mesmo que diferente na primeira olhada, isso não deixava-a feia, para falar a verdade, proporcionava um ar muito mais doce e exótico para seu rosto, era uma beleza intoxicante e anômala. Sua inaptidão para receber elogios não impedi-a de falar, a garota logo abria sua boca para conversar com Tensei. Um sorriso estava estampando nela, esse que evidenciava seus, demasiadamente longos, caninos, outro charme exótico pode-se dizer. Entretanto, percebendo todos esses detalhes de si os quais eram expostos sucessivamente e sem ordem, a garota virava sua cara de forma desajeitada para o lado e estendia sua mão direita — essa a qual possuía um curativo em um de seus dedos — só assim ela soltava as seguintes palavras

— Obrigada, e-eu gosto de matar... mas só algumas pessoas. P-Prazer, Yumeko. G-Gostei das cicatrizes, são legais —

Assim, o som do ronco de Natasha e da conversa entre enfermeiros e médicos voltavam a serem as únicas coisas audíveis de lá. Mirutsu ainda perdia-se nos pensamento os quais envolviam Michele, nem sequer chegou a vê-la de perto ainda; Megalinho não deixava de sonhar com as cédulas que ganhará pelo homem que matou, a ganância inunda o jovem neste exato momento; Tensei perde-se na conversa com sua nova colega, a mórbida personalidade de ambos pode dar início a uma interessante amizade.

Nada que já não estivesse acontecendo antes chamava a atenção dos jovens, a madrugada seguia de forma rasteira. Por hora, eles deveriam descansar e desviar a mente e o corpo dos assuntos mais complicados que os rodeiam

off:
 
Loira pescotapa:
 
MIchelle:
 
Barnabé:
 




Legenda:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyQua 18 Dez 2019, 01:24




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 23




Apesar da resposta negativa do recruta marinheiro, Mirutsu se sentia mais aliviado. Michelle pelo visto estava bem, sendo até melhor tratada do que os que lutaram contra a tripulação de Barnabé, já que estava numa tenda exclusiva, devido a sua classe social elevada. Uma pergunta interessante seria de como Natasha haveria conhecido aquela garota, já que a okama não parecia ter a pompa de uma nobre, visto que estava procurando alguns zé ruelas na Taverna do Chifrudo para ajudar na missão, que acabou por encontrar o vagabundo Mirutsu. De qualquer maneira, o rapaz tinha ganhado pelo menos um pingo de vontade maior com a notícia, se revirando de ou lado para o outro, por fim, sentando-se na maca.

"Depois perguntarei para Natasha como ela teve contato com Michelle? Seria Natasha uma empregada da família de Michelle ou algo assim?"- o gatuno pensava, ao passo que ajeitava a sua gravata borboleta de cor preta com as duas mãos, logo após ele mexia em suas munhequeiras verdes e olhava para a sua camisa rasgada e ensaguentada, dando um longo suspiro."Vou ter que mandar fazer uma nova, não vai dar pra costurar isso não."- o rapaz segurava a mesma com a mão, já que os médicos já haviam feito os procedimentos necessários para estancar o sangue e já pensava no dinheiro que ele teria que gastar para tal coisa. Mas, pelo menos é pelo estilo, não é?

A segunda fala do recruta deixava o vagabundo em alerta, dito que a Michelle logo iria embora, o que era meio óbvio, afinal, o que diabos uma pessoa daquele patamar iria perder mais tempo aqui, nessa gruta afastada da cidade.

"Devo avisar logo a ela que Natasha está aqui também, ou pelo menos avisar outra pessoa que possa dar o recado pra ela."

Mirutsu fazia esforço para ficar de pé, mas, antes que pudesse sair da tenda, o maluco com camisa de frango lhe fazia uma pergunta, que envolvia dinheiro no meio, algo que obviamente despertava a atenção de Mirutsu. A escolha do apelido para Mirutsu pelo ceifador, no entanto, deixava o rapaz um pouco irritado. Com certeza, o rapaz não tinha a noção de estilo como o gatuno tinha. Afinal, o cara usa uma camisa com estampa de frango. Franzindo o cenho e com um olhar desconfiado, o vagabundo cruza os braços. Dividir dinheiro é algo que o rapaz realmente odeia fazer, mas, pelo visto irá ter que dividir em breve. Com Tensei até que seria aceitável, na visão do gatuno, afinal o mesmo ajudou durante quase todo o percurso da busca de Barnabé, tirando a luta contra Zeca, onde Mirutsu lutou sozinho contra o gigante capanga do pirata.

- Meu nome é Mirutsu, homem.- como era típico da atitude do rapaz, o mesmo acenava com a cabeça para o ceifador, na intenção de parecer mais legal.- Sobre a distribuição da recompensa, a gente conversará depois, assim que Tensei terminar de falar com a garota ali.- o rapaz apontava para onde Seijuro e a marinheira psicótica estavam.- Agora, me dê licença que irei resolver algumas coisas pendentes- o rapaz se virava, indo em direção onde estava Natasha.

Muitas coisas se passavam na mente de Mirutsu e uma delas seria o dinheiro que receberia, assim como a reputação. Ser um caçador de recompensas poderia ser uma profissão lucrativa para o rapaz, apesar do risco e ele poderia ser respeitado como um herói, como refletira no barco de Barnabé após o final da luta. Ele seria um homem do bem... que apenas não lutava por puro altruísmo clichê e sim pelo lucro que dava, tudo nos conformes da lei. Um verdadeiro herói de aluguel. Bom, pelo menos por enquanto, já que a mente do rapaz estava um pouco confusa em tal momento. O vagabundo poderia até mesmo ganhar alguns pontos com Michelle, se revelasse que queria seguir esse caminho. Então, o rapaz dava um sorriso bobo sem nem mesmo perceber.

Quando chegasse próximo da okama, chacoalharia Natasha pelos ombros freneticamente, para acordar ela do sono que fazia ela roncar como se fosse uma morsa.

- Hey, hey, acorda ai!- o rapaz diria, enquanto chacoalharia a okama.- Michelle está bem, pelo jeito. Tá numa ala médica só pra ela. Irei dar um recado que você está aqui, ok?- o ladino diria, caso a okama despertasse de seu sono pesado e independente do resultado, logo após o gatuno se dirigiria ao recruta.

- Ei meu rapaz, diga-me qual tenda está a moça que eu tava falando com você. Não irei tentar entrar, só darei um recado pra algum dos caras que estão lá e logo voltarei.- o rapaz faria então um joinha com ambas as mãos, levantando os polegares dos dedos e após a informação dada, iria se dirigindo até a tenda onde estava Michelle.

No meio do trajeto, Mirutsu provavelmente notaria a conversa de Tensei e da marinheira e não perderia tempo de jogar uma daquelas piadas que tem costume de fazer.

- Eae Tensei e namorada do Tensei.- o rapaz diria enquanto estaria andando, com um sorriso largo no rosto.

Por fim, quando o rapaz chegasse na tenda onde Michelle estivesse se recuperando, o rapaz procuraria algum marinheiro que estivesse guardando a tenda, e chamaria a atenção do mesmo, acenando com a mão.

- Eae cara, me chamo Mirutsu. Só tô aqui pra dar um recado, você poderia me fazer esse favor? Diga a Michelle que Natasha está bem e está na ala médica, se recuperando.- o rapaz apontaria para tenda onde estava a okama com o dedo indicador.- Valeu.- o rapaz nem esperaria resposta, daria as costas e seguiria de volta para a tenda, andando com as mãos dentro dos bolsos de sua calça.

Chegando na entrada da entrada da tenda, Mirutsu diria, se Natasha tivesse acordada.

- Já dei o recado, Natasha- o rapaz iria até a sua maca e se deitaria novamente.- Falei pra avisarem Michelle que você está bem.



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Última edição por Mirutsu em Qua 01 Jan 2020, 19:55, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyQua 18 Dez 2019, 22:02

ACEITAÇÃO-10

Megalinho encontrava-se perdido em pensamentos sobre a futura recompensa. Contudo, ganância não era o principal motivo. Seria perda de tempo para ele querer informações sobre os presentes hoje naquele local. Na verdade, ele importava-se tampouco com as pessoas que estiveram naquelas gaiolas, que chegava a ser cruel. Mas, o que levara-o pensar em dinheiro, era em que ele seria útil, em meio toda essa sua situação. o ceifador não confia em ninguém, não se importa com nada que não lhe traga benefício. Naquela noite, tudo que Kid havia feito, ou tentara, era apenas por si mesmo.

Após a conversa com Mirutsu, Kid havia percebido o quão problemáticas pessoas são. Era um jovem esquisito, assim como o próprio Farway, mas, ele optara por abraçar as próprias excentricidades ao invés de reprimí-las, apenas para ser aceito pela sociedade que o envolve. Para Mirtsu, aqueles trajes e cabelo, significavam algo parecido com que Kid sente por sua Camisa de Frango e faixas. Por mais estranho que parecesse, ambos haviam algo em comum.

Kid permanecia sentado na cama em que estava, observando o ambiente. Mirutsu falava com o marinheiro no local sobre a Garota rica que havia sido raptada. Outra coisa que o deixava perplexo era quando via o ladrão interagir e proferir palavras com o Okama desmaiado, sobre a mesma jovem. Pelo que podia ouvir, parece que o homem travestido tinha relações com a jovem. Por um instante, Kid abaixava a cabeça, e pensava sobre isso.

*Agora faz sentido... se isso for verdade, esse Okama é bem valioso...*  -Kid pensava sobre o assunto, mas, logo olhava novamente ao seu redor. O outro ceifador, o qual chamava-se Tensei havia chamado-lhe a atenção também, contudo, ele parecia ocupado demais com sua companhia feminina. Kid optara por deixá-lo de lado por hora. Outras oportunidades viriam para falar com ele, agora, não é todo dia que alguém tem oportunidade de conversar com uma garota esbelta como aquela, ainda mais que tenha um notório interesse pelo lado oposto da conversa. *Porque mulheres tão lindas costumam ser completamente piradas!? Que seja, foi ele que foi até ela, então cada um com seus problemas...*

Mesmo com a situação física de todos no local, ele estava bastante agitado. Mirutsu tentava encontrar a filha do banqueiro a qualquer custo. Tensei conversava, o marinheiro ruivo respondeu de forma nada esclarecedora a pergunta de Kid, além da chuva que caía do lado de fora. Contudo, uma coisa havia sido vista por Kid, o qual deixara-no bastante curioso: um dos médicos acabava por entregar um livro para Tensei. Kid sequer imaginava o conteúdo do livro, mas, logo punha-se a pensar: *Essa múmia tá bem animada, mesmo depois de ser quase partido ao meio mais cedo...* *um leve sorriso aparecia em seu rosto, o que fizera com que Kid removesse sua camisa novamente, e permanecesse sem ela, enquanto olha o sangue presente nela e o buraco deixado pelo trabuco de Santana.

-Olha, não tô querendo ser chato nem nada, mas alguém tirou a bala que está no meu abdômen? -Kid dizia de forma bastante calma, apenas para puxar assunto com o marinheiro na tenda. -Ah, de qualquer modo, estou entediado... Sabe de alguma forma pra eu consertar minha camisa? Agulha, linha preta, e, se tiver, um livro que explique como diabos se faz para costurar? -Kid perguntava de forma um tanto descontraída, apesar de sua personalidade ir contra isto. Caso a resposta fosse negativa, Kid apenas diria: -Ah... tudo bem, é que essa camisa é tudo pra mim... Mas tudo bem, deve ter alguma costureira em Shells Town pra eu fazer o conserto  -diria antes de colocar a cisa em cima da cama.

Caso a resposta fosse positiva, Kid pegaria os itens requeridos, com um leve sorriso no rosto. Costura, de certo modo, era algo que havia muitas vezes visto seu antigo mestre ferreiro fazer, mas, acabara deixando o acabamento de armas de lado, optando sempre por praticar luta, uso de forja e mecânica. Por este motivo, acabara não se tornando um ferreiro completo. Contudo, agora possuía um momento perfeito para começar no básico do ramo. -Agradeço pela ajuda, jovem... e depois diga pra senhora que lidera vocês, que não precisa se preocupar com os ocorridos de hoje. Afinal, no fim das contas, quem salvou todos nós foi a marinha! -diria em um tom sério para o jovem, enquanto seguro os itens que me foram entregues. A mensagem não possuía nenhum valor real. era apenas uma forma de agradecimento para com a marinha no dia de hoje.

Uma vez com agulha, linha e um livro, Kid diria, antes de enfiar suas caras no estudo sobre o assunto, em voz baixa, e com um sorriso levemente arqueado: -Espero não destruir meus dedos...
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyQua 18 Dez 2019, 22:47


Cremação
Eu vou fazer uma serenata, só pra ter ver dançar pelada





A vida costuma seguir rumos estranhos. Em um momento eu estava em uma luta mortal contra um psicopata que conseguia receber meus ataques sem sentir dor e agora estava trocando palavras com uma loira linda. Como havia chegado nisso? Bem, depois da conversa com o médico ele foi bom o suficiente para me dar um livro antigo, mas apesar de velho ao folhear o mesmo pude perceber muitas informações no mesmo e isso viria bem a calhar no futuro -Ao menos agora não vai mais depender de ninguém não é? Seu boneco de palha humano .- Eu tinha razão ao falar comigo mesmo, conhecer de medicina me ajudaria com machucados em batalhas e isso fez um pequeno sorriso surgir no meu já eterno rosto sorridente, infelizmente sorrir não é um dos meu fortes e com  toda certeza me incomodou. A mão esquerda involuntariamente foi até o ombro direito e começou a puxar um dos grampos que segurava a pele queimada, os leves puxões causavam uma pequena mas anestesiante dor momentânea.

Antes mesmo que pudesse perceber a garota loira chegava até mim, e de perto pude perceber detalhes da mesma que não tinha conseguido antes. A pele tão branca que fazia as veias serem visíveis dava a ela um aspecto morto mas ao mesmo tempo lindo e vivo. Depois que me apresentei ela corou e o vermelho de suas bochechas lembrava o sangue de barnabé, seus olhos grandes até me prenderam por um tempo até ela abrir a boca para falar e revelar os dentes caninos maiores que a maioria, algo no mínimo exótico. O único machucado que ela parecia ter era um na mão enquanto eu estava ainda mais remendado que o normal, era em partes humilhante -A maioria das cicatrizes não são de hoje, mas algumas são bem novas ...- Falava enquanto levava a mão esquerda até o buraco feito por barnabé em meu peito, quase me empalando vivo -Até que a dor não é ruim, faz lembrar que estou vivo... É tipo matar, eu acho.- Era a primeira vez que falava sobre aquilo, ou sobre cicatrizes. Desde que tinha sido quase queimado vivo todo mundo me olhava estranho por ter o corpo daquele jeito mas ela tinha sido a primeira a elogiar, por isso um pouco de nervosismo aparecia em mim pela primeira vez também -Como sempre vai fuder tudo, você devia morrer!-

Enquanto pensava em algo para falar podia ver Mirutsu e o outro homem com camisa estranha falando sobre a recompensa e depois meu "parceiro" passando por mim e pela garota -Yumeko, parece que a vida desses caras valia dinheiro e acho que a gente vai ficar com ele.- Enquanto falava dava pausas para respostas da mesma -Quer acompanhar a eu e Mirutsu até a gente receber essa grana? Afinal você matou a maioria desses caras, e matou com bem mais facilidade que eu e meu parceiro tivemos contra barnabé.- Apontava com a cabeça para Mirutsu, meio que apresentando o mesmo para a loira e então voltava a falar -Eu conheci ele hoje mais cedo e já entrei em 3 combates ... E matei os 3, então se ficar com a gente pode ser que tenha bastante confusão pra participar.- Tinha despertado um pequeno interesse pela garota e por isso chamado a mesma para seguir nossos passos, a próxima coisa a se fazer era  me recuperar logo para poder deixar as assas da marinha pois já não aguentava mais ficar ali. A proximidade com as pessoas responsáveis pela morte de meus pais me deixava nervoso e foi então que me lembrei que Yumeko usava um uniforme antes -Tenho uma duvida, você estava de uniforme. É da marinha?- Esperaria as resposta da garota para finalmente me voltar a uma conversa com Mirutsu. Eu havia me fodido para ajudar ele e agora estava na hora de irmos atrás de informações sobre a historia da ilha, ele havia me prometido que uma mão lavaria a outra.

   

« Algo Interessante »


   Eu divido um pouco da recompensa com ela, vou tirar de vocês não u.u

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptySeg 23 Dez 2019, 14:36


Narração

Noite, chuva, 12 graus.
Localização: Shells Town - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos







Agora ciente da situação de Michele, Mirutsu acalmava-se mais e — em meio a suas indagações quanto a relação do okama com a fidalga — sentava-se na maca para ouvir o resto do que era dito a ele. Todavia, enquanto fitava o miserável estado de suas roupas, o gatuno logo descobria que a garota com que sonho logo será mandada embora desta pestilenta gruta. De tal modo, mais uma vez com a calma retirada de si, ele levantava-se em meio às dores de suas feridas e dirigia-se até o okama.

Antes que pudesse chegar nele, o vagabundo era interrompido por outro vagabundo: Megalinho, um excêntrico sujeito portador de uma camisa com uma estranha estampa de frango, longos cabelos negros e castanhos olhos mortos. Aparentemente, o ceifador queria tratar a questão das recompensas com Mirutsu, mas esse, por sua vez, não demonstrava estar interessado neste assunto no momento e logo remarcava a conversa para um horário posterior.

Sem mais interrupções, o salafrário chegava a Natasha — que roncava como um boi —  e logo a acordava em meio a chacoalhões

— ~ZZzzzzZ- A-AANH? QUIÉ CARALHO —

Abruptamente, ela sentava-se em sua maca e — com umas respiração ofegante e suando pela testa — olhava para ambos de seus lados e apoiava suas mãos em seus joelhos. Com a respiração mais estável — e definitivamente mais calmo —  o okama enchia seus olhos de lágrimas e pulava de suas acomodações para com os braços abertos indo na direção de Mirutsu. Contudo, parava abruptamente, colocava a mão no peito e gemia de dor antes que pudesse até mesmo ficar de pé, por isso, logo sentava-se novamente, mas não deixava de levantar os braços como comemoração da chegada do jovem

— D-DOCINHO, V-VOCÊ ESTÁ BEM! O-Oque aconteceu com todo mundo, cadê a Michele e por que a Marinha está aqui? —

Ouvindo a eventual resposta do gatuno, ela retrucava de maneira mais calma enquanto fazia uma expressão pensativa

— Entendi… E QUEM DISSE QUE VOCÊ VAI SOZINHO? DEIXA EU ME LEVANTAR QUE VOU COM VOCÊ —

O okama até tentava, mas — mais uma vez —  gemia de dor ao tentar ficar de pé

— D-Droga, não vai dar mesmo não. Docinho, me escute, é sério! Se você conseguir falar mesmo, diga que eu estarei a esperando “naquele lugar” hoje a noite! —


Escutando isso, o salafrário ia até o recruta e perguntava a localização de Michele. Na sua resposta, o garoto estava claramente confuso quanto ao que podia dizer ou não, mas terminava dando a localização da tenda dela

— Err… eu não sei… bem… acho que não tem problemas, vocês derrotaram Barnabé mesmo. Bem, a tenda dela é a maior de cor branca, tá localizada próxima às cordas e aos elevadores improvisados perto do buraco que abriram no teto, não tem como errar —

No caminho até a tenda, ele encontrava Tensei conversando com sua nova colega e — escroto do jeito que é — não podia deixar de soltar uma piadinha. O gatuno só pôde ver as maçãs do rosto da garota em chamas antes de sair da ala médica na qual estava.

Apesar de maior, a tenda de Michele era como a sua, entretanto, pela abundância de marinheiras fazendo guarda lá, ele não pôde nem sequer sonhar de ver a garota lá dentro. Por isso soltou o recado para uns dos guardas, esse que, por sua vez, concordava com a cabeça e já se dirigia até a parte de dentro da tenda. Sem esperar por seu retorno, o gatuno voltava a sua Maca e contava o que tinha feito para Natasha

— Entendi, mas qual o problema Docinho? Você parece meio cabisbaixo —

Mesmo deitado, o okama achou que pôde perceber algo de diferente na voz de Mirutsu, por isso não, não contia seu comentário.



Não muito longe, Megalinho era pego por si mesmo em um oceano de pensamentos gananciosos. Talvez o jovem até não seja mau, entretanto, é impossível afirmar que suas atitudes carregam certo altruísmo.

Ainda sentado em sua cama, ele fazia questão de ouvir toda a conversa de Mirutsu com o recruta, tendo agora certo conhecimento da relação de Natasha com a filha do banqueiro, garota que tinha visto anteriormente. O jovem também pôde ver o clima que rolava entre Seijuro e Yumeko, mas — com todo sua amargura — preferiu apenas pensar comentários maldosos e não se intrometer.

Retirando sua camisa, o ceifador conseguia fitar o buraco de bala deixado por Santana em seu abdômen. Apesar do trabuco ser bem ameaçador, soltava projéteis como qualquer outro, isso ficou claro no diâmetro da ferida. Essa que, por sua vez, estava remendada e coberta por bandages, não permitindo uma visualização tão clara. Enquanto fazia isso, perguntava também algumas coisas para o importunado recruta que tomava conta deles, é claro que o garoto não estava sozinho nessa tenda, mas parecia ser o único a responder a pergunta e interagir não superficialmente com o bando

— Claro que tiraram, fica tranquilo, cara, os médicos aqui são bons. E quanto a tua camisa… compra outra, namoral, vai ficar muito mais feia do que já é se for costurada hahahaha. Mas se tu tiver afim mesmo, tu pode encontrar diversas costureiras pela cidade, ouvi dizer que as melhores estão com as queixas, aquelas roupas são de outro nível cara. Maaas, sempre tem a opção de leitura, tenho certeza que o livro que seu amigo ali recebeu tem algo sobre, pede emprestado mais tarde que é sucesso! —

Ouvindo a eventual resposta de Megalinho, o recruta diz

— Até mais! Foi mal não poder fazer mais, mas não tenho poder aqui —





Perto de Megalinho, Tensei refletia sobre a situação na qual se encontrava e como as mesas viraram para ele. Após a batalha contra Barnabé, tudo estava dando estranhamente certo, conseguiu um livro bem útil e uma colega interessante para passar o tempo, era quase como se o destino estivesse tentando da uma chance para o desafortunado Seijuro.

Fitando a meiga aparência de Yumeko, o ceifador continuava a conversar com ela, dessa vez, o tópico se transladava para as feridas e cicatrizes do garoto

— Entendi… eu também gosto disso, digo, de me machucar não, mas de ma- —

A garota até tentou terminar de falar, mas corou completamente após o sarcástico comentário de Mirutsu que passava brevemente pelo local. Antes que o clima pudesse ficar mais estranho, Tensei contornava a situação mudando o tópico da conversa, fazendo Yumeko acalmar-se um pouco mais

— D-Dinheiro…? Ah! recompensas, não é? Eu já sabia, estava aqui por causa disso. Mas era muita gente, não sei se ia conseguir sem vocês hehe —

Em resposta a oferta de Tensei, ela continuava

— A-Ah, tudo bem. Eu posso ficar com a daqueles dois. O corvo era o mais perigoso daqui, então é c-compreensível. E-E eu posso andar com vocês por um tempo sim, mas não vou ficar muito tempo aqui na ilha, devo ir para Loguetown em alguns dias, f-ficar parada é um saco —

Ela dizia isso enquanto dava leves tapas de conformação no ombro de Tensei e cobria uma parte do próprio rosto com seus dedos, tentando esconder — de mofo pífio —  suas bochechas coradas.

No entanto, quando Tensei tocava no tópico da Marinha, ela parava de fazer ambas as coisas e inclinava a cabeça para sua direita e confusão

— Ahn? N-Não, po- Ah! É pelas roupas? Eu só às achei fofas mesmo —




Dessarte, Mirutsu, Megalinho e Tensei tratavam de seus assuntos, a madrugada tardava para tardar, é completamente aceitável que qualquer uns dos 3 já quisesse sair imediatamente dessa gruta suja, desse modo, em resposta a esse provável desejo, a voz da capitã podia ser ouvida do lado de fora, um grito alto e autoritário percorria toda a extensão do lugar.

— OS SISTEMAS DE ELEVADORES ESTÃO PRONTOS, TRAGAM PRIMEIRO AQUELES EM ESTADO MAIS GRAVE. EM MEIA HORA, QUERO TODOS OS CIVIS EVACUADOS DESSA GRUTA —

Caso olhassem bem, todos poderiam perceber que esse "elevador" na verdade tratava-se de um sistema de polias que — quando puxadas — permitiam que as pessoas localizadas em uma plataforma de madeira dentro da gruta serem puxadas para cima. Era visível que cada passagem carregava no máximo 8 pessoas, mas esse número poderia ser um pouco reduzido casa fossem incluídos objetos como macas e caixas

Loira pescotapa:
 
MIchelle:
 
Legenda:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptySex 27 Dez 2019, 21:20




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 24




Mirutsu voltava de sua ida até a tenda de Michelle, onde havia passado as informações para um dos guardas de sua tenda "especial" por assim dizer. Para o rapaz era apenas uma frescura desnecessária, afinal ele tinha arriscado a vida pelo resgate da mesma. Mas, o gatuno apenas decide relevar. O vagabundo estava deitado, olhando para o teto de sua tenda médica, quase não escutara a voz de Natasha, por estar distraído e a okama lhe fazia uma pergunta. A mesma dizia que o jovem estava cabisbaixo, mas, era apenas tédio por parte de Mirutsu mesmo. O rapaz era do tipo que não curtia muito se esforçar para fazer as coisas, sempre preferindo o caminho mais curto (ou nenhum caminho, se a tarefa lhe desagradasse). Então, em sua visão ele tinha feito bastante no dia. Além disso, a mente do mesmo estava distraída com a divisão dos bens que teria que fazer com o homem alto com camisa de frango.

"Eu tô cabisbaixo? Eu tô é ferrado, vou ter que dividir o dinheiro com o maldito ceifador da camisa de frango!"- o rapaz pensava, dirigindo seu olhar para o rosto da okama, enquanto dava um suspiro.

- Eu só tô um pouco cansado. Ah, e um pouco faminto também. Ah e um pouco sujo também.- o rapaz falava de maneira irônica com um sorriso debochado no rosto enquanto ajeitava suas munhequeiras verdes.

Mas, o rapaz tinha certa razão. Desde de manhã cedo, seu dia tinha sido agitado para caralho. Não tivera tempo de tomar um banho ou comer sequer alguma coisa. Além disso, o esforço físico que praticara naquele dia fora talvez 10x maior do que um dia comum do ocioso e preguiçoso vagabundo. A combinação desses fatores deixavam Mirutsu um tanto quanto incomodado. Não basta apenas ser estiloso: também tem que ser cheiroso e estar bem alimentado para ter energia para espalhar o seu estilo.

Mas deixando isso de lado, o rapaz lembrava que tinha esquecido de passar uma informação para o guarda que estava do lado de fora da tenda de Michelle. O vagabundo então revirava os olhos e suspirava fundo.

"Puta que pariu vou ter que levantar de novo. Ah, quer saber? Foda-se, vamos ir embora daqui. Lembrei que o Tensei quer ir onde ficam as queixas. Bom, essa é a hora perfeita se ele quiser pegar uma daquelas damas da noite."- então, com um enorme esforço, o vagabundo se levantava, enquanto sentia um peso de uma montanha enorme em cima de seu corpo. Uma montanha chamada preguiça.

- Essa informação que você me disse por último, Natasha, sobre "aquele lugar". Ela pode ser dita para um guarda? Sabe, eu não posso ter contato direto com ela.- o ladino cruzava os braços.

Enquanto isso, o homem com camisa de frango retrucar algo sobre os rasgões que ele tinha em sua camisa de frango e o quanto ela era importante para ele. Parece que o vagabundo não era o único que ligava para a aparência ali, apesar da semelhança de ideias não o deixar mais amigável ao ceifador.

"Ah, então agora ele tá copiando meus pensamentos. Hmpf, que se dane. Ele pelo visto não entende de estilo mesmo."- Mirutsu esboçava um sorriso, enquanto acreditava em sua superioridade estilística.

Escutando os gritos da capitã daquele esquadrão da Marinha, o rapaz levantava uma sobrancelha enquanto observava em direção ao lado de fora da tenda. Parecia que com os elevadores estavam prontos.

"Hora perfeita de dar no pé."

Mirutsu então esperaria a resposta da okama, e caso ela lhe fosse positiva, o ladino viraria as costas e antes de sair da tenda diria:

- Ok, então eu vou avisar para o guarda. Ah e eu lembrei de um detalhe. O Tensei quer ir na área das queixas, depois nos encontramos. A gente vai estar por lá.

Caso a resposta fosse negativa, o ladino então diria com um olhar entediado em seu semblante, chutando um pouco de terra da gruta.

- De qualquer maneira, eu e Tensei temos que sair. Iremos ao local onde ficam as queixas. Nos encontre lá.

Quando saísse, o ladino se aproximaria do seu companheiro ceifador, e caso estivesse acompanhando da garota, o rapaz cumprimentaria ela, levando o dedo indicado até a testa e descendo-o rapidamente.

- Me chamo Mirutsu, prazer em conhece-la. Tensei, os elevadores estão prontos, vamos dar o fora daqui. Tu tinha um canto pra onde queria ir, não é?- Mirutsu falaria de maneira sugestiva.

Após a confirmação de Seijuro, Mirutsu se dirigiria até o elevador improvisado pela marinha e esperaria sua vez de subir nele. Uma vez que saísse da gruta, o rapaz tentaria guiar o grupo para onde era o Lar das Queixas. Provavelmente, o gatuno saberia o caminho, devido o tempo que morou e explorou a cidade. A parte boa para Mirutsu é que o Lar das Queixas era um local com hospedaria, então provavelmente o rapaz teria sua chance de comer alguma coisa e tomar algum banho...assim como dar uma olhada numa das mulheres que por lá trabalham.

Mas, se por acaso fosse levantado a questão da recompensa por Barnabé e sua tripulação, Mirutsu primeiramente seguiria até o QG da Marinha, já que provavelmente o gatuno conheceria tal construção, devido a importância dela para a cidade de Shells Town. O vagabundo então tentaria guiar o grupo até o local.



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Última edição por Mirutsu em Dom 05 Jan 2020, 15:22, editado 4 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyTer 31 Dez 2019, 19:27

ACEITAÇÃO-11

Kid mantivera-se sem vestir sua camisa, optando por pendurá-la em seu ombro direito, e assim faria. O motivo, além de ser um esforço bastante complicado para seu estado físico, também era o inômodo que estava sentindo. Mirutsu o encarava a estampa de sua camisa como se fosse algum tipo de aberração, além de que, os comentários do marinheiro ruivo eram ainda mais afiados.

-Engraçado, lembro de já ter visto gaivotas estampando bandeiras e uniformes da marinha... e, convenhamos, Gaivota é a ave marinha mais cagada... -Kid respondia firmemente os comentários sobre sua camisa de forma quase que grosseira, mas logo cobria sua boca, afim de evitar descontar sua raiva verbalmente no marinheiro. *Segura essa língua, Kid... a ultima coisa que você quer agora é discutir com a marinha!

Megalinho tinha total consciência de sua personalidade desagradável e pouco amistosa, o que fazia-o controlar-se verbalmente na maioria das discussões em que acabava envolvido. Não era perfeito, o mal humor do ceifador sempre fora evidenciado, não importa aonde estivesse, mas, geralmente escolhia por palavras menos ofensivas para dizer, mesmo que ainda fossem ofensivas. Após alguns segundos de martirização, Kid dizia ao marinheiro: -De qualquer forma, obrigado pelas informações...

Agora, Kid havia outro objetivo a ser cumprido: consertar suas roupas, e, para isso, as opções eram pedir o livro que fora dado para Tensei emprestado, ou procurar uma costureira na área das gueixas. Falar com o companheiro de foice era algo que estava em seus planos, mas que fora adiado, para não atrapalhar o flerte com a jovem loira. Além disso, como, mesmo indiretamente, havíamos travado batalhas como aliados, certamente iriam aparecer oportunidades em que Kid não precisaria intrometer-se na conversa entre o casal estranho. Além do mais: devido a movimentação de Mirutsu, em busca da bela jovem a qual foi o motivo desta investida, percebia que ambos iam para visitar às gueixas, e, àquele comentário que Mirutsu soltava para o Tensei, quando passava pelo casal, mesmo que entrelinhas, poderia ter acabado com todo o progresso de seu "amigo".

O aviso de retirada já havia sido dado pela Marinha, e, Uma vez que Megalinho saía lentamente da tenda, apoiando-se em sua foice, conseguia ver os elevadores montados pela marinha.

-Eh... espero que o resto do teto não desabe na minha vez de subir. -sussurava Megalinho, enquanto esperava sua vez para sair daquela gruta.

Uma vez que estivesse na superfície, Kid, olharia ao seu redor para ver se algum dos que foram feitos prisioneiros estivessem por perto, e acenaria uma ultima vez para eles, antes de seguir o grupo de Mirutsu e Tensei.

Após o grupo separar-se da Marinha, algum tempo após a caminhada, acompanhando o grupo excêntrico, o ceifador diria, em um tom sério, mas aliviado por toda a  situação do corvo de três olhos ter sido finalmente resolvida: -Ah... creio que ainda não me apresentei à vocês... Mirutsu, Tensei, Natasha e... jovem loira que não sei o nome... Sou só um aprendiz de ferreiro fodido... Meu nome é Kid Farway, mas prefiro que me chamem de Megalinho

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 8 EmptyDom 05 Jan 2020, 12:08


Cremação
Imagine uma frase legal aqui





A conversa com Yumeko tomava um rumo agradável, ela parecia tão estranha quanto eu imaginei e isso era bom, pessoas normais não era boas. Além disso a informação sobre o motivo dela usar as roupas de marinheiro era boa e dei ombros -É tudo bem, você ficou bonita nelas mesmo. Só não gosto de marinheiros sabe ...- Enquanto falava puxava um grampo no pulso esquerdo com a mão direita -Mas acho que se fosse alguém como você, eu não ligaria de ver essa roupa todo dia.- Havia feito dois elogios em frases seguidas e não queria parecer que estava flertando com ela, apesar de no fundo estar. Então tentei esboçar um sorriso que não devia ficar muito bonito em um rosto queimado como o meu, mas faria do mesmo jeito. Enquanto eu falava com a loira as coisas ao nosso redor pareciam ter se acalmado e finalmente estaríamos livres daquela caverna de merda -É seu merda, será que se esqueceu do motivo de estar aqui? Do motivo de sair de casa? Seus objectivos são tão fracos assim a ponto de largar eles pra ficar com o primeiro rabo de saia que viu?!- A voz do subconsciente estava certa, eu não poderia esquecer de meus pais, esquecer de meu passado!

Então assim que ouvi a marinheira chefe gritando sobre um elevador voltei a mim -Então, vamos nos juntar aos outros? Quero sair dessa merda de gruta logo, acho que estou ficando caustofrobico.- Chamaria Yumeko e então iria tentar guardar bem meu livro recém adquirido e pegar minha foice longa, nunca soltando a mesma e tentaria caminhar na direção do elevador. No caminho a conversa com Mirustsu e seu novo amigo revelava nosso possível futuro, então era minha hora de me apresentar e dar minha opinião -Sou Tensei, e prefiro que me chamem de Tensei, é um prazer e valeu por ajudar.- Daria uma chance para que Yumeko se apresentasse também, e ela fazendo isso ou não eu voltaria a falar -Acho uma boa ir até as prosti..Gueixas, mas precisamos de dinheiro primeiro. Então a recompensa antes, certo?- Falaria e esperaria respostas do pequeno grupo, tentava segurar a foice com a mão direita e apoiar ela sobre o ombro -Além disso vamos chegar no bar com status de caçadores que mataram barnabé, vai ser foda...Ah, e Mirutsu a Yumeko quer vazar dessa ilha também, acho que ela pode nos ajudar.- Falaria minhas ultimas palavras e então esperaria alguma resposta.


   

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

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