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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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Mirutsu
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptySab 02 Nov 2019, 18:03




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 17



O clímax da jornada de Mirutsu se aproximava. O rapaz tinha perdido uma boa parte do seu tempo atrás do infame Barnabé, para encontrá-lo somente nessa gruta onde o grupo estava. De alguma maneira, o gatuno estava fazendo o certo, mas, pelos motivos errados. Isso era refletido na fala de Barnabé, que achava que o trio era dos marinheiros que  estavam caçando-o. Bom, não eram marinheiros, mas, com certeza eles estavam realizando algo que pode ser considerado heroico. Mirutsu com certeza estava com medo, afinal, o seu plano tinha ido pelo ralo. Não conseguiram fazer a abordagem furtiva, que era a especialidade do rapaz, tampouco a eliminação do timoneiro, que conseguiu fugir nadando. Tais fatos deixaram o gatuno irritado, visto que o jovem dá um grande suspiro, ao ver o seu alvo indo embora.

"Puta que pariu"- após suspirar, o gatuno empunha sua faca na mão direita, já se preparando para o combate que estava por vir.

- Tensei, use da vantagem da distância da foice para não deixar subirem no barco, ataque-os enquanto estiverem subindo!- Mirutsu exclama para o ceifador, enquanto dá rápida olhada para todos os cantos da escuna.

O vagabundo tinha razão, afinal com a vantagem de alcance da foice, Tensei poderia facilmente derrubar quem estivesse subindo pelas laterais do navio, diferentemente de Mirutsu, que utilizava uma faca que tinha um alcance consideravelmente menor.

- Natasha, você dá cobertura pra gente do jeito que você puder.- Mirutsu fala mais calmamente, mas, era óbvia a expressão de preocupação em seu rosto, e o stress que sofria nesse momento foi o maior que sentiu em toda sua vida.

O sorriso irônico que Mirutsu tinha no rosto já tinha ido embora, visto o estado em que o grupo se encontrava. Inconscientemente, o rapaz tinha novamente assumido uma posição de liderança, coordenando novamente as ações de seus companheiros. Um tanto quanto incomum para o rapaz, que experimentava tal posição pela primeira vez em sua vida, visto que nunca tivera um espírito de liderança. Mas, se os dois confiavam em Mirutsu, o rapaz apenas deixou o fluxo seguir, mesmo com suas decisões erradas e um tanto quanto precipitadas. Todavia, não era momento para se preocupar com tais coisas. Tinha o combate mais importante de sua vida na sua frente, e distrações tinham que ser ignoradas naquela hora.

"Pode vir, seu arrombado. Hora de acertar as coisas."- é a primeira coisa que o gatuno pensa, ao ver Barnabé gritando e começando a nadar até o seu navio.

Para Mirutsu, Barnabé era a última pedra que tinha que ser retirada do caminho para a Grand Line. Já tinha adquirido a coragem que necessitava para tomar a decisão de ir para aquele mar de desafios, e tinha conhecimento que seria difícil. Mirutsu sabia que um pirata dos Blues como Barnabé não se compararia ao nível do desafio que os da Grande Line representavam, mas, ele ainda não estava num nível acima de Barnabé. Ele teria que dar um passo de cada vez para chegar até o seu destino.

O rapaz sabia que o grupo tinha uma certa vantagem de terreno, visto que os piratas de Barnabé teriam que atravessar todo percurso a nado, e durante esse tempo estariam bastante expostos, além disso, gastariam uma quantidade de força considerável para realizar o trajeto. Então uma boa maneira que o gatuno poderia utilizar esse tempo que seria gasto pelos piratas nadando, seria fazer uma emboscada. O gatuno então, buscaria alguma arma como uma lança, um pique ou arpão, qualquer arma que tem um alcance maior em relação a sua faca. Vasculharia somente pelos arredores, para não perder o tempo dado para ele. Caso encontra-se, se manteria próximo a borda de onde ele visse que estava subindo algum pirata, atacando com estocadas os braços do infeliz que tivesse a audácia de continuar subindo. Caso não conseguisse achar, o rapaz apenas se manteria alerta, esperando o primeiro inimigo chegar numa distância segura de sua arma, para atacar o inimigo o mais rápido possível.

Não precisa ser um gênio para saber as áreas importantes de onde atingir, e Mirutsu então miraria nas ligações de um membro para o outro, como por exemplo, no cotovelo e nos ombros e o jovem iria se movimentar em estilo zigue-zague utilizando de fintas com giro, e rápidas mudanças de direção, para confundir o inimigo durante a sua investida. O joelho também é algo vital para a movimentação, e o rapaz tentaria golpear tal parte se agachando rapidamente, cravando a faca bowie no joelho de seu inimigo. Pra finalizar, Mirutsu tentaria atingir a mão que o inimigo segurava a sua arma, para tentar desarmar o mesmo, ou, debilitar a mão do mesmo.

Para sua defesa, Mirutsu tentaria usar o terreno em sua vantagem. Procuraria passar por meio de caixas e barris que tivesse em seu caminho, utilizando da famosa tática de bater e correr, para assim cansar mais os seus inimigos. Num ataque frontal no sentido de cima pra baixo na vertical ou na diagonal, Mirutsu tentaria fazer um rolamento para o lado, para assim se esquivar do golpe. Num golpe horizontal, Mirutsu tentaria se agachar o máximo que pudesse, para desviar de tal ataque, e se possível, realizar um salto para trás, ganhando distância do inimigo.

Por fim, se Barnabé chegasse ao barco antes de ser atacado por um de seus companheiros, Mirutsu voltaria sua atenção para o capitão pirata, que seria o alvo primário de seus ataques.

- Tensei, vem comigo nesse filho da puta. Depois de mim!- falaria para o ceifador, esperando juntar forças para atacar o pirata com tudo, e então partiria para cima do capitão pirata

A linha de ataque de Mirutsu seria debilitar o homem, para que Tensei fizesse mais estragos com seus golpes, visto a foice longa ter mais efeito de alcance. Mirutsu partiria pra cima de Barnabé se movimentando rapidamente, para desestabiliza-lo. Então, aproveitaria alguma brecha para atacar, se possível em sua mão que trouxesse a cimitarra, mas, caso não tivesse como, atingiria-o nas pernas, preferencialmente no joelho, para deixa-lo lento. Após esse ataque, subiria rapidamente o alvo de seus golpes para a sua axila, para debilitar a movimentação daquele braço.

Para sua defesa, Mirutsu utilizaria de seu corpo esguio para esquivar-se de um lado para o outro dos golpes de Barnabé, atentando-se ao solo onde estivesse pisando para não tropeçar e cair. Num golpe horizontal, Mirutsu tentaria realizar um pulo para trás, para afastar-se mais ou menos 2 ou 3 metros do pirata. Já num golpe vertical, Mirutsu realizaria um rolamento para o lado, e logo se levantaria e se afastaria alguns passos para trás.

Ao fim de seu ataque, Mirutsu gritaria para o seu companheiro ceifador atacar Barnabé, que de uma maneira ou de outra teria que ter sido pelo menos distraído pelo gatuno. Se tivesse sido debilitado pelo ladino, seria melhor ainda. Afastaria-se para dar espaço para Tensei atacar o pirata com tudo, para não atrapalha-lo em sua execução.

- AGORA TENSEI!- Mirutsu exclamaria se afastando do seu alvo.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyDom 03 Nov 2019, 17:19

Aceitação-4: Hora de levar a sério

*Uma vez dentro da gruta, não há retorno.* -este pensamento cobria a mente de Megalinho, enquanto avançava à nado, pela escuridão da gruta, em posse de sua foice, até o fundo daquela maldita gruta. *Espero que não encontre nenhum inseto nojento por aqui...* -Esse era o pensamento que disputava espaço com seu antecessor.

A água, apesar de possuir uma temperatura confortável, era quase como um breu, de tão escura. Megalinho, com todo seu típico excesso de confiança, começava a entender o quão grave era a situação. Estar num local tão isolado, apenas pra conseguir um barco, era a decisão correta?Para ele, nada mais importava além disso, mas, agora, tão perto de seu destino, como conseguiria o barco? Furtividade nunca foi o forte de Megalinho. Ele era precavido, mas, não o suficiente para roubar de um bando de piratas na pura surdina. Além disso, nunca havia se envolvido diretamente em um combate mortal. Apenas treinava, para ajudar seu antigo mestre ferreiro, a testar as armas que criava. -Francamente... onde eu estava com a cabeça para me envolver nisso? -Mais um pensamento negativo vinha em sua mente, o estresse causado pela situação era amenizado por seu temperamento calmo, porém, seu mau humor era trazido à tona. Megalinho seguiu, por todo o caminho, reclamando de si mesmo, em voz baixa ou em seus pensamentos, pela decisão que tomara.

Depois de um curto período -mas, nada agradável, de natação, finalmente chegara ao fundo daquela gruta. A iluminação era precária, mas já existia, com o auxílio de tochas. Claramente este era o caminho correto. Mas, sua primeira visão, o deixara mais confuso do que qualquer outra coisa no que já houvesse visto. Megalinho ficara tão abismado, que acabaria a afundar sua cabeça na água, afim de controlar seus nervos. Depois de alguns segundos, voltaria a emergir-se. *M-mas que situação asqueirosa...* Este pensamento viera à mente de Megalinho, mas, logo dava lugar, ao prestar atenção em um grupo em específico, acima do navio, para outro pensamento *S-sério!? Eu sei que nenhum desses dois é um modelo em beleza, mas... se eles conseguissem um dinheiro a mais, eles podiam ao menos ter pago por uma prostituta que não tivesse pau!* Mais um pensamento dominava a mente de Megalinho, sobre a dupla de homens, deveras estranhos, e sobre o Okama que os acompanha.

Como vou conseguir roubar o maldito barco!? -pensamento que, após a confusão causada em sua mente, seria amenizada, pela tensão que a situação se encontra.

-Hum... meu plano era bastante simples: aproveitar-me da investida da tal dupla de ladrões, para facilitar o roubo do navio, usando-os como distração, mas, eu nem sei se aqueles caras ainda estão vivos, e, parece que o navio vai ficar bastante movimentado agora, então, vou ter que bolar um plano B... -Megalinho murmuraria para si, enquanto colocava a mão em seu queixo.

O jovem vagabundo não sabia como prosseguir corretamente, então, analisando melhor o local, aproveitando-se de sua presença ainda oculta Nisso, ele via um homem careca, nadando até o navio. Mas, o barulho de nado era irregular, então chegara a conclusão que haviam duas pessoas nadando, mas, uma delas estava fora de vista, talvez, o barulho viesse do outro lado do navio, mas, eram apenas suposições. Ao continuar em sua anáçise de terreno, também existem várias pessoas aprisionadas, em gaiolas, pelas paredes da gruta, e, cerca de quatro cabanas, com caixas de madeira próximas à elas.

Após observar atentamente o local, com a devida segurança, Megalinho chegou à conclusão de que, tudo daqui para frente seria uma grande aposta. mas, havia rapidamente bolado um plano de 3 passos, o qual nomeara de Restless & Wild. primeiro passo: realizar uma distração, para tentar reduzir o número de pessoas em volta e dentro do barco. Para isso, Megalinho, Submergiria nas águas da gruta, e nadaria, há certa profundidade, afim de evitar ser visto, até o local mais próximo das cabanas, sempre emergindo, quando necessário, para recuperar fôlego, evitando ao máximo ser visto, afinal, lutar na água era uma desvantagem absurda, contra piratas. Quando alcançasse o melhor local perto das cabanas, sem ser visto, olharia dentro das caixas de madeira, e, com maior cuidado ainda, levantaria sua foice, e, entraria nas tendas em posição de combate, afim de tentar debilitar qualquer possível inimigo dentro das tendas, antes de alertarem o resto do bando sobre sua presença. Um golpe rápido de foice, vindo de baixo para cima, visando as peito, pescoço e queixo de meus inimigos, procuraria dentro das tendas em busca de algum jeito de soltar as pessoas das gaiolas, coisas como chaves, explosivos, Talvez algum item de importância para algum tripulante, e pegaria estes itens. Megalinho não se importa nem um pouco com tais pessoas, mas, elas seriam uma distração perfeita para seu plano, caso desse certo. O nome do plano não é "Imprudente e Selvagem" por puro estilismo. Megalinho sabia muito bem que as chances de ter alguém nas tendas era enorme, segundo suas hipóteses, existiam chances de ter um número entre zero e oito inimigos nesta área. Mas, pelas serem provavelmente usadas como áreas de descanso, as chances desses inimigos estarem despreparados era muito maior.

Mesmo com todo meu cuidado, se eu encontrasse algum inimigo por fora das cabanas, meu plano iria por água abaixo, mas, render-se era uma ultima opção.

Caso o combate fosse necessário, Aplicaria um corte diagonal, da esquerda para baixo com a foice, seguido de uma estocada frontal com a base do cabo da foice, quando ela completasse o giro, afim de afastar meu oponente de mim, e , por ultimo avançaria rapidamente, com um ataque vertical, para baixo, visando sua cabeça. Caso o primeiro golpe fosse bloqueado, inverteria rapidamente o golpe, e faria um giro completo, agora atacando de forma horizontal, pela direita, seguido de um giro vertical, de baixo para cima, visando tronco ou garganta de seu adversário.

Para sua defesa, Megalinho iria usar sua foice para bloquear golpes frontais e laterais de curto alcance, recuaria para trás em caso de golpes laterais e esquivaria para os lados em caso de golpes frontais, sempre tentando debilitar seu oponente, seja com sua foice para dificultar a movimentação do alvo, causando cortes nos braços e pernas dele, ou com chutes, socos ou cabeçadas, a fim de conseguir uma brecha para poder sair da defensiva. e aplicar seus ataques de forma mais eficaz.



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyDom 03 Nov 2019, 20:55


Cremação
Tudo o que eu quero da vida é a morte





Ele parece bom* Os pensamentos do garoto queimado se voltavam ao pirata conhecido como Barnabé, um homem grande e com uma presença que empunha respeito. Mas depois de de ver o mesmo pular na água e começar a nadar na direção no barco como um idiota qualquer o conceito sobre o mesmo caiu na mente do jovem -Sim ele parece, só que não o bastante..- A reação inicial do aspirante a pirate e historiador ao ver que o líder dos corvos vinha nadando por um lado e um subordinado vinha por outro foi procurar por algum fago, qualquer tipo de lamparina, lampião ou coisa do tipo, qualquer coisa que pude-se usar para ascender o pavio do canhão. Antes de fazer tal coisa no entanto tentaria ver se teria tempo, afinal não queria ser morto com uma faca nas costas enquanto ascendia um pavio. Caso ainda tivesse contato visual com Barnabé e seu subordinado na água, o garoto cremado tentaria achar qualquer fonte de fogo e ascenderia o pavio do canhão, tentando também mirar o máximo no subordinado de Barnabé, afinal não ligava se tal pessoal chegasse a morrer.

Mesmo não tendo a artilharia como um de seus fortes o garoto não tinha muito a pretensão de matar ninguém, somente atirar na aguar afim de causar alguma distração. Após o tiro, ou não, o garoto leva sua mão direita até um grampo preso a pele em seu pescoço logo abaixo de seu queixo e começa a puxa-lo *Sabe, mais loucos que vocês somente aqueles suicidas mesmo. Quer tanto assim morrer?* Ele queria, mas tinha medo de tirar a propria vida, medo de colocar a lamina de sua foice na garganta e fazer o corte. Os puxões no grampo começam a se tornar mais fortes, até que finalmente ele se acalma. Ele tinha medo de morrer, mas não ligava de perder sua vida em um combate, na verdade ele procurava isso desde que uma simples pergunta havia feito seus pais queimarem -Tudo bem Mirutsu, vamos fazer isso. Só lembre, não mate esse lixo de Barnabé, ele pode saber algumas coisas.- Lutar e não matar seria algo estranho, geralmente ele gostava de lutar e por sua vida em risco, mas obter informações sobre a historia da ilha era mais importe que qualquer desajuste social que ele tinha, por isso tentou segurar a foice firme com ambas as mãos e focar na borda do lado do barco que o subordinado de Barnabé nadava.

Sem tirar os olhos da outra borda o garoto tentava se manter atento a qualquer movimento, a escuna não era muito grande e cobrir a área da mesma não seria uma tarefa muito difícil. Por isso caso ele conseguisse ver alguma mão se segurando na beirada do barco o jovem usaria daquele momento para tentar atacar, jogando sua foice para cima e descendo a mesma em um movimento vertical o jovem queimado tentaria cravar e ao mesmo tempo cortar totalmente a mão do ser que subiria no barco pela lateral. Conseguindo ou não algum dano nesse primeiro movimento ele executaria um segundo, no qual ele tentaria passar a foice em um movimento horizontal afim de decapitar qualquer mão, ou cabeça, ou mesmo qualquer parte do corpo que chagasse a ver. Sendo efetivo ou não nesse movimento o jovem tentaria se movimentar de forma rápida, sempre se focando em ambos os lados para não perder Mirutsu de vista, e tentaria procurar algum tipo de barricada de defesa -um barril, um mastro, uma caixa- qualquer coisa em que pudesse ficar atrás e ficaria assim enquanto esperaria o subordinado subir no barco.

Na possibilidade do homem malvado conseguir subir na escuna, o homem queimado [Tensei] iria tentar atacar, deixando Barnabé para seu parceiro Mirutsu. O ataque consistiria em uma investida feita na direção do adversário, procurando se utilizar da velocidade total de seu corpo o jovem avançaria em zig-zag afim de evitar projetes disparados pelo oponente o mesmo confundir o mesmo na hora do ataque e então tentaria efetuar um corte vertical com a foice começando de cima para baixo mirando o ombro esquerdo do adversário, na tentativa de decepar o mesmo. Na possibilidade de seus primeiros ataquem terem feito algum sucesso ele voltaria o segundo golpe para Barnabé afim de ajudar seu parceiro Mirutsu. No caso de bloqueio de sua foice as estrategias de defesa do jovem eram até que simples, mas ao menos em sua mente, efetivas. Caso o oponente utiliza-se de alguma arma de corte ele tentaria se defender colocando o cabo longe de sua foice na frente dos golpes feitos pelo adversário, na tentativa assim de bloquear algum ataque, ao mesmo tempo em que tentaria se afastar com passos largos sempre se mantendo atento a tondos os cantos para não receber nenhum ataque surpresa. Na possibilidade do adversário usar uma arma de arremesso ou de fogo o jovem queimado tentaria somente saltar para trás, buscando algum lugar onde pude-se esconder seu corpo, um barril ou uma caixa grande de madeira, sempre se movendo em zig-zag na tentativa de dificultar qualquer acerto por parte do oponente. Essa seria a estratégia adotada pelo aspirante a historiador.

   

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   Mudei o estilo de narração, é um teste.

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyQua 06 Nov 2019, 14:26











Com seu plano já arquitetado, Megalinho seguia submergindo e emergindo pela água. Seu objetivo era não ser encontrado, conseguindo perfeitamente realizar o ato até a costa mesmo sem qualquer tipo de maestria na arte da furtividade. Ora, o porquê disso não era de se admirar, a confusão que se alastrava pela gruta foi o suficiente para causar uma distração perfeita para sua empreitada. Já na areia, Megalinho não encontrava maiores obstáculos para seguir, o capitão da tripulação e mais um membro estavam ao mar, o outro garoto estava ocupado em um fervoroso embate com uma loira vestida de marinheira perto a uma cabana, o último membro não parecia estar visível. No entanto, isso não parecia ser um obstáculo para o jovem que acabava por se esgueirar próximo a uma cabana.

A primeira coisa feita lá era checar as caixas, estando nítido que todas continham a mesma coisa: quilos e quilos de pólvora. Ainda sem ser visto — isto é, pela tribulação de Barnabé, já que a maioria dos aprisionados tinham o notado, pondo expressões de suplica em seus rostos — o ceifador entrava em uma das cabanas e começava a procurar por algo de útil. Dentro de lá era possível perceber que não havia muito espaço, o local tinha 3x3 metros e era iluminado por uma lamparina localizada encima de um pequeno criado-mudo, objeto que localizava-se próximo a uma cama de pelos jogada ao chão. Não havendo nada mais de especial dentro do local, Megalinho vasculhava o móvel. Moedas, garrafas vazias, mapas riscados e armas enferrujadas, esse tipo de coisa era o que mais havia por lá, porém... um objeto peculiar chamou sua atenção, objeto esse que tratava-se de uma chave, mas que possuía uma crânio de corvo em sua base. Como o jovem gostaria de liberar os prisioneiros e, por ventura do destino, havia achado uma chave característica do bando, ele seguia para o lado de fora.



Entretanto, uma figura bloqueava a tenda, era um homem alto, possuía cerca de 2 metros, tinha o rosto e o peito completamente tatuados, o primeiro com um crânio de caveira, o segundo com a representação da Santa Muerte. Haviam também correntes com pontas afiadas amarradas em suas mãos e braços. O homem apenas encarava Megalinho com um ar ameaçador, mas sem deixar ser intimidado, o jovem de cabelos negros avançava e tentava cortar seu alvo diagonalmente, falhando completamente pelos passos que o tatuado dava para trás. Todavia, a empreitada não parava por aí, em uma rápida sucessão de movimentos sua foice virava-se na horizontal e realizava um corte limpo — mas superficial —  contra o peito do tatuado. Bastaram poucos segundos para o sangue começar escorrer pelo torso do homem, mas ele não mostrava-se intimidado, para falar a verdade, sua expressão facial não mudou desde o início do combate. Seguindo a luta, Megalinho não queria dar tempo de seu inimigo se recuperar, por isso, levantava sua foice e mirava um golpe perfurante contra o crânio do tatuado. Seria morte certa se o golpe atingisse, mas o pirata escapava com graça, visto que, antes de ser atingido, ele acabava por bloquear a ponta da foice com a grossa corrente enrolada em seu braço direito. Após isso, erguia seu braço esquerdo para frente e arremessava sua outra corrente contra o pé direito de Megalinho. Por conta do pouco espaço disponível, o ceifador não conseguia esquivar-se ou bloquear o ataque, por isso, o cordão metálico se amarrava em sua perna e jogava-o ao chão. Aproveitando a vulnerabilidade de seu inimigo, o tatuado afastava-se de Kid e chicoteava seu peito com a corrente. No momento em que o tatuado puxava seu trabuco e apontava para Megalinho, um estrondo foi ecoado por toda a caverna e, em seguida disso, sons de rochas rompendo-se dos céu, gritos e mais explosões infernizavam o local. Uma única estalactite caída do teto atingira Santana de raspão no braço esquerdo, evitando seu disparo e salvando Megalinho temporariamente A dor era grande, o jovem definitivamente pôde perder a respiração por certo tempo, mas a distância de Santana — que já estava fora da tenda, mas ainda em frente a ela — abria espaço para uma possível recuperada ou investida de Megalinho contra o inimigo que encontrava-se afastado a uma distância de, em média, 1 metro e meio. O ceifador não sabia plenamente o que acontecera no momento, mas o caos propagado pelos gritos dos prisioneiros e das cessadas explosões evidenciavam uma realidade problemática. O ar cheirava a pólvora e fogo.




No momento que tais eventos decorriam, Tensei, Mirutsu e Natasha, afastados da terra firme, ascendiam à escuna de Barnabé. O gatuno estava definitivamente tenso, ele sabia que bastava um passo em falso para tornar sua ida à Grand Line um fracasso. Em contrapartida, uma certa tranquilidade permeava Seijuro, o rapaz se encontrava confiante, confiança essa que o levou a subestimar Barnabé que já se encontrava próximo ao navio. A partir daí, uma série de eventos começaram a se desenrolar. Primeiramente, Mirutsu dava “ordens” para seus companheiros, Natasha apenas confirmava com a cabeça e Tensei o respondia. Em seguida, o ceifador afastava-se do canhão, puxava uma lamparina localizada acima a um barril, então o apontava para Barnabé e acendia a arma. O rapaz não preocupou-se com a possibilidade de não haver balas lá, apenas acendeu o pavio do canhão que, por sorte, estava carregado.

É fácil julgar Seijuro pelo que fez — ele mesmo fazia isso em sua própria consciência — porém, o jovem não era muito apegado à vida, uma oportunidade de fazer um estrago e acabar o combate mais cedo como esse definitivamente não passaria por suas mãos. Esse com certeza seria um bom movimento para começar a luta, no entanto, dois fatores contribuíram para seu fracasso. O primeiro era sua péssima pontaria. não era muito difícil que até mesmo uma criança conseguisse mirar e atirar um canhão, todavia, sua mira — ou falta dela — foi acompanhada de um fator crucial para ocasionar a catástrofe seguida. Tal fator consistia no tempo. Essa afirmação poderia parecer estúpida vista que o jovem tinha uma exata noção de tal grandeza, mas talvez por erro ou nervosismo, ele não levou em conta a velocidade de propagação do fogo: 2m/s, quase 10 quilômetros por hora, e acabou por acender o pavio antes de preparar o canhão. Tensei não foi rápido e habilidoso o suficiente.




Sendo assim, o canhão era disparado. Ele encontrava-se inclinado para cima, mirado às vigas que sustentavam a parede, por sorte o teto não foi atingido diretamente, entretanto, isso não era o suficiente para minimizar os danos da situação. Com as vigas atingidas, a gruta perdeu parte de sua estabilidade, a lateral direita da estrutura começou a desabar, as fracas formações de calcário não foram o bastante para aguentar o impacto. O luar estava exposto em um grande buraco no teto, a 10 metros do solo. O barulho com certeza espalhou-se pelo porto próximo, se alguém escutou? Não se sabe, nem Mirutsu nem Tensei tinham noção de onde estava a Marinha nessa noite. Em conjunto com isso, pedaços de madeira e calcário obstruíam a saída do local, não o suficiente para a bloquear definitivamente, mas certamente um navio não passaria por lá sem maiores danos. Para finalizar todo essa caos, as instáveis estalactites despencavam do teto por conta do impacto, diversas caiam sobre as gaiolas dos presos, mas nenhum foi machucado devido as proteções de ferro localizadas encima da estrutura. A escuna foi atingida parcialmente em suas velas e nas laterais, o timão estava pela metade. Todas as cabanas também foram atingidas, 2 foram completamente atingidas em seu centro, outra foi atingida próxima à caixa de pólvora, o que desencadeou outra explosão e colocou a tenda em chamas. A última não foi atingida em cheio, a estalactite passou de raspão no braço de Santana, machucando-o. A situação de Michele era incerta nessa hora, a sua tenda não pegava fogo, mas havia sido atingido em cheio. A ocasião era uma retorcida representação dos sonhos mais vis de Schrodinger. Por conta dessa incerteza, Natasha gritava para Seijuro

— V-VOCÊ FICOU LOUCO?! SE ALGO ACONTECEU A MICHELE EU NÃO IREI TE PERDOAR —

Nenhum traço de feminilidade estava presente em sua voz, ela era rouca e chorosa.




Mesmo com todas essas problemáticas, a empreita de Barnabé não parava, ele enfim começava a escalar escuna, logo chegando à borda. Para impedi-lo, Tensei tentava fincar sua foice na mão do pirata. O ataque foi realizado com sucesso, um vasto rombo formou-se em sua esquerda, isso, junto a dor, fez o pirata perder a estabilidade e cair um pouco. Mas não era o suficiente, ele tirava sua Cimitarra da boca e começa a fincá-la no barco para subir com maior velocidade e precisão. Mirutsu também juntava-se a Seijuro nesses ataques, ele puxava um arpão enferrujado próximo e começava a atacar Barnabé com estocadas enquanto seu aliado preparava um corte na horizontal. No entanto, todos os ataques foram bloqueados pela cimitarra do pirata que, com uma exímia maestria, jogava redirecionava as lâminas com uma única mão e pulava para a embarcação enfim.

Já no barco, o capitão não via sinal de trégua por seus inimigos. Mirutsu era o primeiro a investir contra ele, atingia em cheio o pulso direito do pirata, machucando-o, mas não o suficiente para ele largar a cimitarra que era fortemente segurada e banhada ao próprio sangue de Barnabé. O salafrário optava por um golpe na axila dessa vez, também atingindo com sucesso, mas de raspão dessa vez. Com seus golpes finalizados o jovem gritava alertando seu aliado para começar seu ataque.

Tensei então optava por atacar algum subordinado do pirata, mas percebendo que o único que subiu ao navio estava em uma fervorosa batalha com Natasha, ele seguia em direção a Barnabé preparando um golpe vertical. A reação do pirata era lenta, o minúsculo passo que ele deu para trás salvou sua vida, então o golpe apenas fez um corte superficial em seu peito. Estava nítido que pirata não estava lutando bem, ele nem sequer reagia mais aos ataques, a maestria na arte da espada não foi mais exibida por ele, não seria difícil bloquear parcialmente algum desses ataques, mas ele nem sequer tentou.


t=2min

Então, quando a situação esfriou após os ataques, Barnabé parava próximo à borda da escuna, estendia sua mão direita e a enfiava completamente na boca, limpado o sangramento superficialmente por poucos segundos. Uma mistura de euforia, tesão e insanidade estava estancada no rosto de barnabé, ele sugava sua mão como se fosse alguma espécie de doce, seus olhos estavam completamente revirados para cima, sua língua alcançava seu queixo. Após alguns segundos da cena, ele retirava a mão da boca e começava a tremer, para falar a verdade, estavam mais pra espasmos, seus movimentos ficaram inconsistentes demais para serem lidos, sua cimitarra dançava pelo ar próximo a ela, a inconsistência era tamanha que ele chegava a cortar a si mesmo. Para deixar tudo mais mórbido, ele começava a babar e avançar lentamente até Mirutsu e Tensei. Seu rosto era nojento, como o de um velho molestador, veias pulsavam e pulavam de sua testa e acabavam por parecer um terceiro olho. Durante o trajeto, o capitão ria, mas era um riso fragmentado, sem expressão

— Doha, Doha, Doha, Doha —





Loira pescotapa:
 
MIchelle:
 
Barnabé:
 




Legenda:
 


Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptySex 08 Nov 2019, 20:11




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 18



Parecia que não seria um dia de sorte para Mirutsu Haretsu. Apesar de parte de seu plano ter sido executada, a melhor situação possível seria se ele não tivesse nem posto os pés sobre o navio. O pior de tudo era que antes disso, Tensei por algum motivo tinha disparado um canhão, que com uma mira desastrosa não havia acertado Barnabé que era o seu alvo, e sim uma parte considerável da gruta onde o grupo estava. O gatuno percebia que tal ataque falho havia feito um enorme estrago no local, e bloqueado parte do único que tinha para se voltar, a via única de saída. O barco havia sido afetado pela estalactites, fato que com certeza fez doer o coração ganancioso do gatuno, que já via o barco como dele.

"Não acredito nisso..."

O ladino pensa, enquanto vê os lugares afetados pelas estalactites que caíram sobre a embarcação (velas, cascos laterais e o timão). Talvez a única coisa boa que o disparo tenha feito foi expor uma maior quantidade de luz, devido ao buraco no teto que dava para o luar da noite. Seria um ótimo momento para apreciar a beleza dessa noite, se não tivesse um pirata assassino maluco na frente do vagabundo. Olhando mais longe, Mirutsu nota a presença de uma figura estranha. Aparentemente era um homem bastante alto com cabelos longos e espessos, de cor negra, que lutava conta um capanga de Barnabé que utilizava correntes, e tinha uma tatuagem no mínimo intimidadora. Mas, quem seria esse cara?

"Marinheiro? Não, acho que não. Não está trajando as roupas típicas da Marinha, e provavelmente um marinheiro nesse local não estaria sozinho."- Mirutsu observa o estranho homem, que combatia frente a frente o pirata tatuado da tripulação de Barnabé - "Parece que ele luta no mesmo estilo que o Tensei. Pera aí... Aquilo é um galo estampado em sua camisa ou eu tô ficando louco?"

Observando melhor, era possível ver o estrago que as estalactites haviam causado também nas tendas que estavam no solo arenoso da gruta. O caos havia se espalhado também por lá, visto que algumas caixas foram atingidas pelas estalactites que caíram do teto, e atingiram aquelas caixas repletas de pólvora, que ocasionou num desastroso incêndio em algumas das tendas. Felizmente as estalactites não atingiram os nobres por causa das grossas gaiolas de ferro, que serviu como proteção para eles. Ver tal coisa deu um alívio no coração do gatuno, afinal, eles eram a garantia de receber uma boa e gorda quantia de berries e/ou talvez de outros presentes, no final seria lucro para o vagabundo.

"Ufa... Ninguém morreu. Esses nobres precisam estar inteirinhos, e o menos machucados possível. "

Infelizmente, rapidamente o humor do rapaz mudou, assim que ele viu o restante da cena. As chamas não haviam chegado na tenda de Michelle, porém, uma enorme estalactite havia perfurado a tenda em cheio. Enquanto observava a cena, o rapaz ficava com os olhos abertos e a boca escancarada. Diga adeus ao dinheiro e a namorada. Mirutsu já conseguia ver os sacos cheios de berries criando asas e voando para longe, bem longe do seu alcance. Nada de uma nobre linda para ele conquistar, apenas um caixão preto para ela. Claro, esse era o pensamento de Mirutsu, afinal o rapaz não era lá tão otimista, e nem sequer se tinha notícia do estado de Michelle, esteja ela viva ou morta.


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"Meu dinheiro e minha gostosa se foram..."- Mirutsu perdia as esperanças em ter o seu tão desejado par romântico vivo.

Claro que toda essa situação foi ocasionada por seu companheiro Tensei, devido a bala de canhão que o mesmo atirara, e obviamente, Mirutsu fica irritado com isso, assim como Natasha, que já se tinha um tom choroso em sua voz.

- Que porra foi essa, Tensei!? Tá com Mal de Parkinson, caralho!? Que desgraça de tiro foi esse!?- Mirutsu exalava sua toxidade pela suas palavras, demonstrando a sua enorme falta de caráter. Na verdade, o ladino xingava o ceifador, mas, provavelmente ele faria igual ou pior do que o seu companheiro.

De toda maneira, os problemas não acabavam por aí. Na realidade, Barnabé estava vindo em direção aos dois aspirantes a pirata. E ele vinha com sede de sangue, tanta sede que estava literalmente bebendo seu próprio sangue enquanto se deslocava em direção a Tensei e Mirutsu, e também realizava movimentos rápidos, que de certa maneira se mostravam prejudiciais para o próprio corpo do pirata. Mirutsu sente um calafrio vindo pela espinha, enquanto o seu adversário se aproximava. Barnabé realmente parecia um louco, demonstrando um certo tipo de excitamento sexual por causa da situação em que estava envolvido.

"Por quê eu queria se juntar a esse cara mesmo? Esse cara é um louco, e também está dando enormes indícios de ser um daqueles criminosos sexuais! Agora eu tenho certeza que ter atacado ele com tudo foi a escolha certa a se fazer."

Mirutsu não era lá uma das melhores pessoas para poder dá uma lição de moral, mas, pelo menos ele não era um maníaco que tinha prazer sexual enquanto sofria dor. Bom, isso era uma das poucas coisas que eram mais estranhas do que o visual do gatuno. Mas, agora ele teria que enfrentar esse doido que estava em sua frente. E então assumindo uma postura mais decisiva, Mirutsu diz algumas palavras que dariam inicio a sua segunda investida de ataque contra Barnabé.

- Escuta aqui, Tensei, você tá me devendo uma namorada, então você vai ter que fazer isso direito. A gente tá em vantagem numérica, então teremos que abusar disso. Eu vou tentar flanquear ele, mas, eu vou precisar que você distraia ele para eu chegar nas costas dele. Ele tá muito próximo da borda, então eu vou ter uma rota para passar. Pra isso, eu preciso que você avance primeiro que eu, já que você é mais rápido, e o ataque com tudo que tem. Dê o comando, e eu avançarei junto com você.- Mirutsu falava um pouco mais lentamente, na tentativa de se acalmar. Desta vez, quem deveria coordenar o ataque seria Tensei, que era a peça fundamental para que o plano de ataque desse certo.

Caso seu plano fosse posto em ação, Mirutsu avançaria logo após Tensei, e aproveitaria da situação de distração criada pelo seu companheiro ceifador, para chegar as costas de Barnabé. Isso iria colocar o pirata numa situação indesejável, com oponentes em polos opostos do seu corpo. Durante a corrida, Mirutsu atentaria para que caso algum ataque viesse direcionado para ele. Num ataque baixo, que viesse em direção as suas pernas, Mirutsu tentaria realizar um salto rápido, mas, tentando ainda continuar o seu ritmo de corrida, para as costas de Barnabé. Provável que se o pirata mirasse em Mirutsu, abriria espaço para algum ataque do ceifador, por isso Mirutsu pensou em tal estratégia. Num golpe médio, que tivesse como alvo seu torso e região do peito, Mirutsu tentaria uma esquiva rápida para o lado, aproveitando do espaço que teria, já que o pirata estava próximo a borda, Mirutsu estaria longe da outra borda, e provavelmente não teria risco de cair para fora da escuna, e logo após continuaria sua corrida. Num golpe alto, direcionado a sua cabeça, o vagabundo reagiria fazendo um agachamento e rapidamente continuaria seguindo o caminho até as costas de Barnabé.

Chegando nas costas do pirata, o gatuno utilizaria de suas duas armas para atacar o homem. Seu primeiro ataque seria direcionado a perna, para então atingir a panturrilha ou seu tornozelo, com o arpão. Depois tentaria cravar a faca no ombro direito do pirata, com um rápido golpe perfurante de cima para baixo. Por último, realizaria um golpe em direção da axila que fora atingida de raspão, dessa vez com o seu arpão. Na hipótese de o pirata se virar para frente de Mirutsu antes de ele realizar os seus ataques, ele apenas trocaria o primeiro ataque direcionado a panturrilha por um direcionado a coxa de seu adversário.

Ao fim de seus ataques, Mirutsu recuaria cerca de 5 metros para trás, afastando-se do alcance da cimitarra de Barnabé.



OFF:
 

HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por Mirutsu em Dom 10 Nov 2019, 23:34, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptySab 09 Nov 2019, 15:00

ACEITAÇÃO-5: RESTLESS & WILD

-Eu devia ter... pegado o caminho da esquerda...

Caído no chão, após um poderoso ataque inimigo, era isso o que Megalinho diria. Talve não fossem as melhores palavras a se dizer, mas essa era a única coisa que viera à sua mente. Naquele momento, já percebera que sua falta de experiência em um combate faz toda a diferença. Afinal, em tese, seu oponente estava mais ferido que ele. Mas, não era o lutador de correntes que havia caído no chão como uma jaca podre.

*Talvez seja uma diferença natural de resistência, ou eu seja só mais fraco do que eu pensei que fosse, mas, dessa vez, cometi um erro terrível!*

Megalinho permanecia deitado, com seu fôlego destruído pelo golpe em seu peito, prestes a receber um golpe final, até que ouviu-se um grande estrondo, o qual conseguiu-lhe alguma vantagem de tempo para raciocinar melhor em busca de uma solução para esta batalha. Mas, Megalinho parecia muito mais irritado após pensar um pouco sobre isso.

*eu espero que o barco esteja intacto!* Esta era uma preocupação maior que sua própria vida, levando em conta todo o trabalho que teve para chegar ali, só por este motivo. Mas, ainda era como um sinal. Um ensurdecedor barulho de canhão, seguido do som de desmoronamento, era algo bastante significativo. Coincidências não existem. Considerando a situação atual, era claro que a dupla de ladrões que invadiu antes dele, ainda estava bem viva. Afinal, quem seria o idiota que usaria um canhão dentro de um local fechado, que ainda ecoaria por toda a ilha, por centenas de fatores que influenciariam à isto!? Mesmo sendo uma hipótese bastante provável, ainda podia ter sido um disparo acidental ou algo do tipo. Mas, Megalinho  acredita que, se fosse esse o caso, os piratas iriam retirar-se do local, a fim de evitar um confronto com as autoridades. Se não fizeram, tem algo os impedindo.

Muitas teorias formavam-se. Talvez seja este seu maior defeito: pensar demais antes de agir. Por sorte, Megalinho pensa mais rápido do que pessoas normais, e, no meio de todas suas teorias para o que aconteceu fora da tenda, um plano para derrotar o inimigo em sua frente também era criado. Mas, antes de colocá-los em prática, era necessário Levantar do chão, mantendo o máximo de dignidade possível. E era isso que Megalinho faria.

Para o  plano de ataque, Megalinho avançaria rapidamente, com a foice apontada para seu adversário, afim de forçar a passagem, ou causar algum dano, caso ele ainda mantivesse sua posição como forma de vantagem de terreno. Infelizmente, devido a situação em que se encontrava, pegar a lamparina que estava na cabana, e jogá-la na caixa de pólvora que estava do lado de fora era um plano B, mesmo que errasse, seria uma ótima  oportunidade de distração, mas era um risco grande demais. daí Megalinho seria a distração, não o outro grupo. Sem contar os riscos severos à sua própria vida, caso, por milagre conseguisse acertar o fogo na pólvora. "Restless & Wild" havia falhado no momento em que fora cercado dentro da tenda, mas Arriscar ainda era uma opção para mudar seu terreno de batalha, caso ainda estivesse dentro da tenda. Então, Megalinho realizaria tal ação, caso sua tentativa de fuga da tenda fosse falha, e, torceria para errar a pólvora.

Caso permanecesse dentro da cabana, mesmo com a tentativa de distração e fuga, a solução aproveitar-me da própria arma de meu oponente. Iria investir em um ataque, e, no momento em que ele tentasse atacar-me com a corrente, o jeito seria tentar bloqueá-la com a foice, movendo-a na direção em que o ataque viesse. Após o bloqueio ser realizado, bastava manter o ritmo, junto de um acerto de um chute no inimigo, usando minha perna direita, a fim de afastá-lo da entrada da cabana. Finalmente fora dela, seja qual for o método usado, quando estivesse a uma proximidade de, no máximo, 1,5m, usaria a foice como apoio para um salto, e, com toda a velocidade e altura ganhos pelo movimento em parábola, iria girar meu corpo rapidamente, no meio do "salto com vara, mas usando uma foice", afim de atacar as costas de meu adversário com a foice, devido à curta distância, e diferença de altura entre nós. Um ataque frontal cujo alvo principal fosse as costas do inimigo, parecia genial para Megalinho. Mas, caso o ataque  falhasse por uma esquiva inimiga, Megalinho deveria recuperar-se antes de voltar ao chão. Caso conseguisse, iria novamente investir contra seu oponente, com um ataque diagonal decrescente, da esquerda para direita, seguido de um ataque horizontal, da direita para a esquerda. Caso o pouso de Megalinho não fosse bem executado, Megalinho Rolaria para uma distância segura de seu oponente, e voltaria a ficar de pé, pronto para um novo ataque, o qual realizaria com um rápido avanço, flanqueando seu inimigo pelo lado direito, e, realizaria um corte diagona decrescente, da esquerda para a direita, seguido de um chute no estômago do alvo, e, depois, um ultimo avanço, seguido de um corte vertical decrescente de foice, visando a cabeça/ombros de seu alvo. Caso o ataque fosse falho, Megalinho recuaria cerca de 3 metros de distância do alvo, e manteria-a a todo custo para bolar um novo plano de ação.

Para sua defesa, Megalinho bloquearia os ataques de corrente, a fim de evitar danos maiores. Caso a corrente prendesse-se à foice, iniciaria um cabo de força com o inimigo, que, após algum tempo, seria transformado em um ataque horizontal de foice, usando a força do próprio oponente contra ele mesmo. Caso Megalinho fosse derrubado, rolaria para os lados ou para trás, a fim de evitar outro golpe direto em seu corpo. e tentaria rapidamente recompor-se, para não ficar em posição de desvantagem por muito tempo. Para reduzir as chances de ser derrubado, também evitaria ser atacado nas pernas, com pequenos saltos, e desvios laterais, que não prejudicassem tanto sua velocidade de ataque. Caso Santanna tentasse atacá-lo sem usar as correntes, como com socos, chutes ou trabuco, tentaria bloquear socos e chutes com o cabo da foice, mas tentando realizar movimentos que fizessem os golpes deslizarem rumo à afiada lâmina por "acidente". no caso do trabuco: esquivaria pelas laterais, e tentaria um avanço rápido, afim de realizar algum de seus movimentos ofensivos, caso possíveis.
 
Histórico:
 

Objetivos:
 

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Última edição por Megalinho em Sab 09 Nov 2019, 15:23, editado 1 vez(es) (Razão : Testar comando Justify de novo. Tava bugado)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyDom 10 Nov 2019, 22:27


Cremação
Exteriorizando loucuras, esterilizando torturas
A arte imita a vida deteriorando pinturas






O momento em que você faz algo tão grandioso e ao mesmo tempo tão fodido parece parar o tempo e fazer os segundos passarem mais lentos, a na arte de fazer merda eu praticamente tinha um diploma. A falta de mira fez o tiro de canhão ir na direção do teto da gruta, e parando para pensar atirar um canhão não foi a melhor das ideias. Mesmo assim a explosão causou grandes estragos, e ao menos isso me fez sorrir -Se uma pedra cair em mim é considerado suicídio acidental?- Tal ideia era mórbida e engraçada ao mesmo tempo, mas aparentemente meus parceiros no crime de assalto a barcos não compartilhavam de meu gosto por stand-up. A travesti gritou com uma voz tão masculina que pude sentir o testosterona em seu halito -Sorte a minha que não busco perdão, mas acho que sua amiga não morreu...Não caiu tanta pedra assim.- Era uma mentira e uma verdade, eu buscava perdão, mas não dela e de nenhuma outra pessoa viva, queria o perdão de meus pais por ter feito o governo matar eles, mesmo tendo sido algo totalmente inocente e sem intenção. Mas esperar perdão de dois mortos era algo estranho, até pra mim. A mentira na minha fala foi sobre as pedras, eu tinha visto muitas caírem e não tive a sorte ou o interesse de ver se Michelle estava bem.

A bronca vinda de Mirutsu foi algo cômico, mesmo não deixando de a merda de uma comida de rabo. -Eu não tremi porra, só mirei pra cima. Sou um Arqueólogo, não um pistoleiro de merda. E ninguém morreu aparentemente.- Foi a melhor resposta que consegui elaborar, por sorte meu eu interior não estava se manifestando muito nesses últimos tempos, oque me deixava mais livre e muito mais observador. Após essa rápida conversas estava na hora com combate com barnabé. Nossos golpes anteriores haviam feito grandes danos ao pirata, Babané havia recebido a chuva de ataques de foice e faca numa boa e isso estava me deixando nervoso, alguns ataques acertavam e ele nem mesmo parecia sentir nada *Você pode matar ele cara, você é tão quebrado quanto ele, só não sai por ai demonstrando. Aja normalmente e me deixe lutar com esse cara no seu lugar, você topa?*  Essa conversas mental foi muito ruim, as vozes da minha cabeça agora querem ser eu algum tempo, tipo a voz homicida quer matar o Barnabé no meu lugar. E o pior é que não sei se devo deixar, ele pode ser melhor na arte de assassinar, vai ser um plano que vou desenvolver assim que conhecer barbané melhor.

E foi então que tive de encarar o tetro de barbané, a cena mórbida e louca que terminou com o enorme pirata louco vindo em minha direção e na de Mirutsu. Sempre como um bom líder Mirutsu tomou a dianteira e anunciou seu plano. Após o mesmo ser feito eu já tinha o executando em minha mente e quis dar minha opinião -É um ótimo plano, oque eu vou fazer é atacar o lado esquerdo do corpo dele com alguns golpes. Já acertei as mãos e o peito dele, só preciso de um golpe para matar ele. Assim que eu acertar um que ele tinha que defender e parar para segurar meu golpe eu vou te dar o sinal e você ataca ele, nas gostas ou outro ponto aberto. Tudo certo? Vamos lá. .... É com você Seijuro ...- Seijuro sempre foi aquele que ficava preso, preso somente falando na mente de Tensei. Mas agora os papeis tinha sido trocados. Não era uma dupla personalidade, era mais como uma elevada super ultra na alto estima de Tensei, e isso deixava ele animado e pronto para qualquer coisa. Sua personalidade não muda, mas ele chama a si mesmo de Seijuro, oque é estranho pakas.


E chegada a hora de atacar o mostro psicopata, -Mirutsu, o sinal vai ser Gilgamesh, assim você pode me perguntar sobre ele depois, ok? Fui.- Após tais palavras iria avançar sem pensar na direção de Barbané-enlouquecido- Segurando a minha foice com ambas as mãos e as trazendo com as mãos para trás do corpo enquanto corria, tentando ir em minha velocidade máxima, caso conseguisse chegar a um minimo de 2 metros dele eu saltaria na direção do mesmo tirando os pés do chão, oque nunca é uma boa opção, mas faria isso por no ar eu tentaria achar o tempo perfeito em que ele abrisse a guarda e os braços para me atacar, e nesse momento eu faria meu golpe. Tentaria aplicar um golpe vertical mirando na clavícula esquerda do homem grande e forte, meu ataque não tinha a intensão de cortar mas a principio queria cravar minha foice o mais fundo possível em Barbané. E como tinha escolhido um ponto de entrada bom na clavícula, a lamina da foice poderia afundar até chegar parto do esófago, causando um pouco de dano interno ao homem que demonstrava prazer em dados físicos superficiais.

Mas é claro que eu não esperava que fosse se tão simples, mas na possibilidade de eu conseguir cravar a foice em Barbané eu gritaria uma unica palavra, a palavra que representava o nome de um Rei, o maior dos Reis e o ser que eu almejava ser algum dia. Se eu acertasse a foice gritaria -GILGAMESH!! Era o sinal para que Mirutsu atacasse, mas o grito seria dado eu sendo efeito ou não no ataque com a foice, pois já tinha distraído Barbané e Mirutsu teria sua cheche. Na possibilidade daquele homem enorme tentar me atacar com suas armas de corte eu tentaria me defender usando sempre o cabo de minha foice, e me movendo sempre para trás mas ficando atento com as bordas do barco. Na possibilidade de chegar perto suficiente de Barbané para que ele me ouvisse em um tom normal eu começaria a falar -Sabé ô idolatrado barbabasbé. Seus cortes.- Nesse momento levaria a mão direita até o corpo do peito recebido anteriormente -Seus cortes são bons, mas não doem tanto quanto minha cabeça. Deve ser porque eu bato ela muito no armário pra tentar me livrar da voz irritante que fica me falando pra matar todo mundo.- Nesse momento tentaria puxar um dos grampos localizados abaixo do olho direito, puxando o mesmo até que ele saísse, trazendo consigo uma linha vermelha de sangue.



Nesse momento avançaria novamente na direção do capitão Barbané. Sabia que encontraria homens como ele na GL, e meu nível de insanidade era bem maior do que a maioria ali, eu com certeza conseguiria sobreviver. Tentaria corre na direção de barnabé, com o grampo recem tirando abaixo do olho sangrando, dando a impressão de umas pequenas lagrimas vermelhas. Tentaria dessa vez me aproximar até no minimo de 1,5metros dele  então executar um corte horizontal mirando a barriga de barnabé, o corte seria feito da esquerda para a direita e assim que chegasse a outra ponta eu viraria a lamina para baixo e tentativa aplicar um corte na direção do joelho direito na tentativa de decepar a perna do pirata. Sendo efetivo ou não em qualquer um dos ataques eu tentaria me afastar de Barnabé o mais rápido possível, usando de saltos para trás, mas atento para não ir na direção da borda, também me defenderia com o cabo de minha foice ataques feitos por espadas e facas.

   

« Algo Interessante »


   Mudei de novo pro estilo antigo, não gostei do outro. Ah e fiz o post bebendo vinho e ouvindo Billie, talvez ele tinha ficado um lixo. Desculpa :(

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 



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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptySeg 11 Nov 2019, 22:37


Narração

Noite, céu Nublado, 18 graus.
Localização: Shells Town - East Blue



O Vagabundo, o Psicopata e o outro Vagabundo

Todos








O conflito entre piratas e os invasores continuava. Ele dividia-se em quatro núcleos, dois na terra e dois na escuna. No mar, aconteciam as batalhas de Natasha, Mirutsu e Seijuro que enfrentavam um garoto que — pela aparência — a idade não passava dos 15 anos e, é claro, Barnabé. Na praia, Megalinho —agora oculto pela tenda — luta contra Santana, em conjunto com ele, a loira enfrentava um garoto idêntico ao qual o Okama enfrentava.

A situação de Kid não era nada agradável, mesmo tendo machucado seu inimigo superficialmente, ele sofreu sérios danos no tórax e, por pouco, não levou um tiro à queima-roupa. Mesmo assim, o excêntrico rapaz não paralisava diante de seus problemas, levantando-se de queixo erguido, ele chutava o chão e avançava contra Santana. Definitivamente foi um golpe engenhoso, mesmo que seu adversário não tenha se mostrado surpreso e nem tenha sido atingido — visto que saltou para trás — a empreitada continuava. Após esse ataque, o jovem fincava sua foice ao solo, utilizava-a para saltar e, em uma rápida sucessão de movimentos fincava a arma nas costas do tatuado, que terminava por cuspir uma grande quantidade de sangue e perder a força nas pernas, quase sendo derrubado. No entanto, antes que Kid conseguisse retornar ao chão e se estabilizar, Santana puxava seu trabuco mais uma vez e, com extrema facilidade visto a distância, disparava um certeiro tiro a queima-roupa contra o abdómen de Megalinho. O jovem pôde sentir sua consciência esvair-se por poucos segundos, uma corrente gélida percorreu sua espinha ao final do disparo. A dor demorou para chegar — talvez por um mecanismo de proteção feito pelo próprio corpo — mas quando finalmente encontrou o caminho até seu estômago, o corpo de Megalinho ficou frio. O motivo disso? Talvez medo, ansiedade ou a proximidade em relação à morte, apenas ele sabia. No entanto, uma coisa estava clara: Sua situação era delicada, mesmo um sangramento já sendo perigoso o suficiente, era incerto se os órgãos internos do ceifador haviam sido atingidos no disparo



As circunstâncias ocasionadas pelo tiro dificultaram o pouso de Farway, que terminava por rolar desajeitadamente pelo chão e dava de costas com os caixotes de pólvora, mas logo levantava-se. Embora ferido, ele continuava a lutar com empenho. Com outro rápido avanço, ele deslocava-se até os flancos de Santana, que ainda afetado pelos machucados, apresentava uma lenta reação. O primeiro corte foi certeiro, em um movimento diagonal, Megalinho partia ao meio sua tatuagem da Santa Muerte. A expressão de Santana não demonstrava maiores emoções além de fadiga e dor, mas seu estado precário era nítido. O segundo ataque deveria ser um chute certeiro contra o estômago de seu inimigo, mas falhou completamente, visto que a condição de Megalinho o atacou, seu corpo simplesmente cedeu quando teve que gastar energia com um chute e apoiar-se em um único pé. Novamente, ele encontrava-se com frio, seu gélido suor escorria por seu rosto. Sabia também que sua posição agora era perigosa, pendia para frente em queda, tentou até proteger-se com sua foice, mas suas palmas simplesmente não respondiam corretamente, o peso da arma parecia excessivo para elas. Mesmo acabado, o pirata soube aproveitar da momentânea fraqueza do inimigo, lançado sua corrente direita contra o pescoço do rapaz, puxando-o e desferindo — com a outra mão, envolta por correntes — um pesado soco contra a maçã direita do rosto de Megalinho. O tatuado até tentou realizar mais ataques, mas seu corpo também cedeu, então acabou por puxar o ceifador pela gola e arremessá-lo para trás.

A súbita fraqueza de Kid havia passado, tanto que conseguiu fixar-se no chão e recuar para trás antes que caísse. No entanto, era nítido que seu combate estava no ápice, ambos encontravam-se extremamente feridos. Santana cambaleava para esquerda e direita tentando manter algum orgulho e ficar de pé.

A situação de Megalinho não era muito diferente, constantemente a visão do rapaz era atingida por uma turvidez, sabia que não seria difícil perder a estabilidade ou a consciência novamente. Seu abdômen também não cessava de sangrar, encharcando completamente as roupas do ceifador com seu rubro sangue. E, para finalizar, o rosto do rapaz encontrava dormente, era difícil saber a expressão que ele mesmo colocava nele, não conseguia nem saber se estava sorrindo ou com uma cara raivosa. Para piorar tudo, a dormência não o permitia saber se algum de seus dentes foram quebrados.

Também em terra firme, foi possível ver a garota com vestes de marinheira derrotando seu inimigo. Aparentemente não foi uma luta difícil para ela, já que nenhum corte ou machucado é visto em seu corpo. Em contrapartida, o garoto estava com o torso repleto de cortes e desenhos grotescamente “fofos”, coisas como ursinhos e corações. Um corte limpo em sua garganta também é visto. Com sua luta já finalizada, a mocinha terminou por se sentar no cadáver do garoto, apoiar o rosto na própria mão direita — essa que estava usando sua perna como apoio — e suspirar. Também soltou algumas palavras, mas inaudíveis para qualquer um que tentasse as escutar. No entanto, quando percebeu que algum dos rapazes no barco poderiam a ver, a garota corou completamente, seu rosto ficou completamente rosado, até tropeçou no cadáver de seu inimigo quando saiu abruptamente da área e andou para uma tenda, fechando-a.



Outrossim, os embates que ocorriam na escuna do Corvo de Três Olhos não aparentavam chegar ao fim. Durante a luta, Natasha e o garoto haviam caído ao mar, agora a batalha deles dois ocorre lá, em meio a tapas e cortes. Já a batalha de Mirustu e Tensei tratava-se uma situação mais complexa, mesmo ambos tendo disferidos mais ataques do que Barnabé, o estado do pirata era no mínimo... estranho, estava nítido que ele ficou mais perigoso depois de ter se ferido. Após uma momentânea discussão e troca de xingamentos entre o grupo, eles acabavam por decidir o plano de ataque em uma rápida conversa.

Dessarte, Seijuro tomava dianteira do ataque com uma veloz investida e um vigoroso salto. Seu plano era disferir um ataque aéreo contra Barnabé, e até conseguiu, mas foi um corte superficial, visto que o jovem não levou a imprevisibilidade dos movimentos de pirata em sua estratégia e, com isso, teve sua perna direita cortada e sua lâmina bloqueada. Sangue já escorria dela provavelmente não foi um golpe muito efetivo, a sorte do garoto consistia na própria imprevisibilidade de Barnabé, nem mesmo o sujeito sabia para onde atacava.

Por outro lado, Mirutsu conseguia passar tranquilamente pelo homem, a distância tomada o tirou de seu foco. Respondendo o Sinal de Seijuro, o vagabundo disparava uma saraivada de ataques pelas costas de Barnabé, cortando sua panturrilha com o arpão e cravando sua faca no ombro do pirata que já espichava sangue. No entanto, antes que disparasse o último golpe, seu abdómen foi cortando em cheio horizontalmente. O pirata nem sequer virou-se para trás, sua cimitarra moveu-se como uma cobra por trás de seu corpo, realizando movimentos difíceis de até mesmo serem concebidos, a sua flexibilidade estava em outro Patamar. Mirutsu até tentou realizar um último golpe, mas tamanho foi o choque em seu corpo que seus braços perderam totalmente a força por alguns segundos, por pouco não largou a arma. Assim, ele recuava para trás a fim de se recuperar. O abdômen do gatuno tinha uma nítida fenda esculpida nele, sangue jorrava como ele nunca tinha visto, caso o sangramento não fosse estacando, problemas graves seriam gerados. No entanto, em sua manobra evasiva, um ponto importante foi notado, mesmo que Barnabé não demonstrasse ser afetado pelos ataques, seu corpo não respondia da mesma forma. Ele até conseguia anular a dor e fazer seu braço mover-se como se estivesse intacto, porém, as falhas bruscas no movimento do capitão, em conjunto a instabilidade de sua lâmina, que quase caia diversas vazes, deixavam uma coisa clara: os membros do pirata já não respondiam tão bem. Por outro lado, o abdômen do gatuno tinha uma nítida fenda esculpida nele, sangue jorrava como ele nunca tinha visto, caso o sangramento não fosse estacando, problemas graves seriam gerados. O garoto podia sentir sua pressão diminuindo, com seu corpo esfriando e sua visão embaçando.

Mesmo com todas essas problemáticas, Seijuro não cessava seus ataques e, com uma última investida cortava o abdômen de Barnabé, deixando uma fenda tal qual a de Mirutsu. Tal ataque definitivamente havia sido efetivo, uma pessoa comum teria seus movimentos debilitados e sua vida posta em risco caso fosse atingida ele. Entretanto, Barnabé não era uma pessoa comum, e isso ficou evidente quando ele continuava a sorrir mesmo a beira da morte.




De qualquer modo, Seijuro continuava, a parte final de sua empreitada era essencial, debilitar a movimentação do pirata definitivamente era um imprescindível ato para a vitória. No entanto, ao tentar realizar o movimento, a foice não movia-se, não importava quanta força Seijuro exercia nela, ela não movia-se. O porquê disso logo ficou evidente, Barnabé segurava seu cabo a ponto fazer as próprias palmas, já machucadas, sangrarem. Então, terminava por puxar o ceifador em sua direção e disferir um golpe perfurante e certeiro em seu peito, bem no meio.

Provavelmente seus pulmões não haviam sido atingidos, mas sua respiração ainda havia sido completamente interrompida por alguns segundos, além de definitivamente prejudicada por um bom tempo. A lâmina chegou a serrar sua cavidade torácica, não que isso fosse algo grave, mas a sensação não seria esquecida facilmente, era horrível, a vibração chegou a ser perpetuada por todo seu peito. Além disso, seu corpo começava ficar mais frio, seu suor comportava-se de mesma maneira, vez outra sua visão tornava-se turva. Em uma situação de alto risco, o jovem saltava para trás tentando se reerguer.

Definitivamente não contar com a imprevisibilidade de Barnabé havia sido um erro para ambos. O capitão definitivamente estava ferido, muito para falar a verdade, mas, como um berserker, ele não respondia aos machucados, seguia como novo, apenas as falhas de suas funções básicas indicavam a precariedade do estado vital do pirata. Desse modo, a batalha só será dada como vencida no momento que Barnabé encontrar-se ao chão.

Off:
 
Loira pescotapa:
 

MIchelle:
 
Barnabé:
 




Legenda:
 


Ferimentos:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyQui 14 Nov 2019, 23:15




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 19



Tudo parecia acontecer muito rápido na mente de Mirutsu. Em sua cabeça, seu plano era bom, e poderia se dizer que teve até um certo sucesso em executa-lo. O gatuno só não esperava a resistência aparentemente sobre-humana de Barnabé, que parecia uma máquina de matar louca, ignorando a dor dos ataques de ambos Tensei e Mirutsu, no mais raiz estilo berserker. Havia encaixado quase todos os golpes que queria no pirata, menos o que seria direcionado ao seu braço, para impedi-lo de usar a sua arma. Por sorte, mesmo que o homem ignorasse a dor, seus membros já não respondiam do mesmo jeito, devido ao peso dos ataques da dupla contra o infame pirata. Infelizmente, devido ao alto limiar de dor de Barnabé, isso fez com que os dois fossem atacados em cheio.

"Puta que pariu"

Esta foi a reação de Mirutsu ao sofrer o golpe pesado de Barnabé, que havia atingido seu abdômen na horizontal, fazendo um corte imenso. Hoje realmente foi um dia de azar para o vagabundo. Teve sim algum gosto bom na boca, principalmente após derrubar Zeca, dito o braço direito de Barnabé. Porém, aparentemente se tinha uma disparidade de poder entre Zeca e Barnabé do tamanho de um abismo, visto que o gatuno havia sofrido apenas um soco no estômago na luta contra o enorme brutamontes da tripulação de Barnabé. Não, Mirutsu não estava subestimando Barnabé, mas, ele não esperava sair tão ferrado no meio do combate assim. A situação piora, quando Mirutsu percebe o quanto estava sangrando. Nesse momento, não pensou na roupa, e sim primeiramente no seu próprio bem-estar, afinal, o primeiro ferimento que teve foi apenas uma bala de raspão, e sangrava bem menos do que o corte que havia recebido. A dor também foi tremendamente superior, visto a área que fora atingida, e o tamanho da ferida. Com um salto pra trás, o rapaz se afasta de seu inimigo mesmo ferido. Quando Mirutsu se afasta, outro problema começa a afeta-lo: pressão baixa. A visão do rapaz começa a embaçar, e seu corpo esfriar. Começava a respirar com mais força, ofegante após toda a situação. O choque do golpe fora tão grande que quase fizera o gatuno largar o arpão, já que sua faca estava cravada no ombro de Barnabé.

"Não, não, não, não, puta merda..."

Quase como um reflexo, Mirutsu leva sua mão próximo de seu ferimento, tocando a área de onde escorria bastante sangue, sujando assim sua mão direita, com o rubro sangue advindo do ferimento, fazendo o gatuno tremer após olhar com olhos arregalados pra sua própria mão. Apertando mais o seu arpão com a mão esquerda, apesar de estar tremendo, o rapaz não larga a arma. Não poderia, pois, iria morrer caso o fizesse. Disso ele tinha certeza. Após se acalmar mais um pouco, o gatuno tenta analisar a situação geral do conflito. Seu ferimento trazia uma dor infernal para o seu corpo, e o estresse já era percebido pelo fraquejamento que ele sentia. Natasha e o "mini bofe" haviam caído no mar, então pedir pelo auxílio da okama era inviável nessa situação, visto que o combate continuava desenrolando mesmo em água. Mirutsu nota que não foi o único atingido pelos golpes de Barnabé, Tensei havia sido golpeado em cheio em seu peito. A situação estava bastante complicada para a dupla. A luta nas areias da gruta parecia se desenrolar de uma forma um pouco melhor, visto que a loira maluca havia derrubado o irmão gêmeo do garoto que combatia Natasha, e havia finalizado ele de uma maneira o tanto quanto estranha, corando por causa dos olhares que Mirutsu lançava sobre ela rapidamente. Entretanto, não se tinha sinal do rapaz alto com a foice. O combate dos dois permanecia dentro de uma das tendas, onde só se tinha noção do que acontecia por causa dos sons que se emitiam do conflito. Deixando isso de lado, Mirutsu volta a atenção novamente para o terrível adversário que se encontrava em sua frente.

"Agora, é matar ou morrer"

Essa foi a primeira vez que Mirutsu sentiu a vontade de matar alguém. O instinto mais básico se ativa na mente do gatuno, que era o instinto de sobrevivência. "Olho por olho, dente por dente" era uma frase que definia o que Mirutsu estava pensando nessa situação que se encontrava atualmente. Claro, assassinar uma pessoa era algo ruim, mas, e assassinar um assassino? Não estaria ele fazendo algo bom evitando todas as outras futuras vítimas que o homem poderia fazer? Com certeza era algo plausível de se pensar. E, afinal, Mirutsu nunca fora o dos mais honrados e bondosos cavaleiros do mundo. Era apenas um vagabundo que vivia pelo dinheiro, fomentando sua própria ganância, que o levava a cometer vários crimes. Então, o ladino decidira que abriria a exceção para o homem que estava em sua frente.

- Tensei, vamos acabar com essa merda agora!- o ladino grita, olhando diretamente para o ceifador. Nesse momento, o ladino não dava nenhum sinal para o ataque, já que sua face já era um sinal bem perceptivo de raiva e medo, sentimentos que estavam se misturando em seu semblante. O ceifador saberia a hora de atacar.

Segurando com toda a força o arpão que estava em sua mão, Mirutsu respira profundamente. Ele sabia que o ferimento dolorido iria atrapalhar em sua movimentação, então teria que poupar energia o máximo possível, evitando se mover muito bruscamente. Para o seu ataque, Mirutsu tentaria primeiramente notar alguma brecha dada por Barnabé, devido a sua movimentação mais debilitada pelos golpes dados anteriormente pela dupla. Utilizaria o alcance grande do arpão, e tentaria manter uma distância maior do pirata, tentando atacar com o máximo de distância possível com o arpão em sua perna, aplicando uma tremenda força, num golpe diagonal em sua perna afetada pelo golpe anterior, na plena intenção de decepa-la. Caso o fizesse, a janela de ataques seria bastante maior para ele e seu aliado. Continuaria assim o seu avanço, com um golpe em estocada mirado na cabeça do pirata, utilizando novamente o alcance máximo do arpão que empunhava. No seu último golpe, o ladino tentaria ir para um ataque horizontal, com o alvo sendo a garganta de Barnabé, para acabar assim com a vida do miserável.

Tem também a hipótese que os golpes de Mirutsu falhem em acertar o maldito pirata, então, o rapaz tentaria se defender da melhor maneira possível. Já que manteria uma distância maior em relação ao pirata, provavelmente o rapaz iria se esforçar menos para se esquivar de seus golpes que eram praticamente (ou completamente) aleatórios. Primeiramente afastaria-se para trás, com um pulo, se distanciando cerca de 3 metros de Barnabé. Então, no caso de um golpe novamente na horizontal do inimigo, Mirutsu esquivaria-se com uma finta para trás, recuando ainda mais passos. Num golpe vertical, o rapaz se esquivaria com um rolamento para o lado, mesmo que isso forçasse mais um pouco o ferimento que ele havia sofrido. Num golpe direcionado a suas pernas, o rapaz saltaria o máximo que pudesse. Caso viesse mirando em sua cabeça, o rapaz tentaria afastar o máximo possível a cabeça para trás e realizaria um pulo seguido de um rápido rolamento, para logo se levantar.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por Mirutsu em Sex 15 Nov 2019, 02:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptySex 15 Nov 2019, 02:29

ACEITAÇÃO-KILL THE PAIN

Após tanto trabalho, Kid finalmente saíra da tenda, e, com um engenhoso ataque, conseguira causar um dano real em Santana, com sua tática de ataque. O que não contara eram que mesmo gravemente ferido, seu oponente o pressionaria ainda mais, com um tiro de trabuco em seu abdômen, enquanto estava em pleno ar. Isso era algo tão absurdo, que Megalinho só percebera o que tinha acontecido quando voltara ao chão. Suas pernas não respondiam direito, o que fizera-o cair desajeitadamente. Após levantar-se, mais alguns segundos de luta, e a péssima decisão de desferir um chute, enquanto mal conseguia manter-se de pé, era literalmente a prova de que
a consciência de Kid não estava em seu estado pleno. Talvez o sangue não estivesse chegando até a cabeça na quantidade necessária, ou, apenas o jovem aspirante a ferreiro estivesse apenas exausto do combate, o que seria possível, depois de um tiro, um tombo desajeitado, outro tombo, ser agarrado por uma corrente pelo pescoço, e, ainda, receber um soco, o qual Santana o dera, utilizando sua corrente como um tipo de soqueira. Era uma situação desesperadora para Kid, mas, ao mesmo tempo, era reconfortante. Para Megalinho, cujo único objetivo é obter conhecimento, começar pela prática com a foice, uma arma que sempre quis dominar desde que se entende por gente, era o suficiente para todo o dia de hoje. Sem barco, piratas, heróis, ladrões ou marinheiros. Tudo para Kid Farway, agora, resumia-se àquele combate.

Contudo, numa batalha de verdade, não existem temas musicais de piano tocando ao fundo, indicando que o personagem principal de uma história estaria prestes a virar a luta ao seu favor.
Megalinho não possuía uma ideia sequer para ser realizada em seu estado atual. Mesmo com a fraqueza reduzindo com o tempo, não era o suficiente para realizar outro ataque imprudente e selvagem. A única opção que restara era finalizar àquela luta o mais rápido possível, mesmo com seu corpo ameaçando parar de funcionar a qualquer momento.

Para tal feito, Megalinho avançaria novamente contra Santana, com boa parte das forças que lhe restam. Tomando o máximo de cuidado possível para não ser acerto novamente pelas correntes ou algum outro trabuco que Santana pudesse estar escondendo, Caso Santana atasse visando a parte de cima do corpo de Kid, vindo pelas laterais, ele abaixaria. Caso Santana chicoteasse a corrente de cima para baixo ou lançasse-a à frente, Kid esquivaria para um dos lados, e tentaria segurar a corrente. Repetiria o processo para as duas correntes. Caso conseguisse, e Santana tentasse puxá-lo, ele usaria isto em sua vantagem, aumentando sua velocidade, afim de desequilibrar Santana (devido ao fator da quebra de resistência de Megalinho, o que afetaria Santana. Como em um cabo de guerra, onde o time inimigo propositalmente solta a corda, para fazer o outro time cair para trás), Uma vez próximo o suficiente de Santana, Kid realizaria um ataque horizontal, da direita para a esquerda com a foice, visando a garganta de seu adversário. seguido disso, Kid avançaria mais contra Santana, caso necessário, e tentaria um corte vertical, de cima para baixo, visando acertar a cabeça de seu alvo, a fim de cravar a foice em seu crânio. Cada um dos ataques de Megalinho possuía a total intenção de matar Santana, mas, caso seus dois primeiros ataques houvessem falhado, Kid tentaria um terceiro, em que, quando estivesse o mais próximo possível de Santana, Realizaria um corte diagonal decrescente, dda esquerda para a direita, visando a área do pescoço/nuca do adversário (dependendo da distância a qual este golpe seria aplicado, ele teria uma área mais abrangente, graças ao tamanho da foice longa. Além disso, isso limitaria muito as chances de recuo do inimigo de Kid, pois a direção da qual o ataque viria, a direção de que veio, e velocidade e força a qual foi aplicada nele).

Caso Kid não conseguisse usar o plano da corrente, ria avançar com o máximo de cuidado e velocidade que possuísse, e, quando chegasse próximo o suficiente, realizaria a mesma sequência de ataques descrita anteriormente, mas antes, desferiria um corte horizontal baixo, visando danificar as pernas de Santana, ou apenas desequilibrá-lo.

Caso Kid, mesmo com todo cuidado, ainda sim fosse acertado por uma das correntes, ainda sim tentaria segurá-la, e, se obtivesse sucesso, voltaria a avançar contra Santana, enquanto enrola a corrente em seu próprio braço, afim de impedir que Santana as use, e desferiria um corte diagonal crescente, da esquerda para a direita, visando a área do tórax, garganta e mandíbula de Santana, seguido de outro avanço, caso necessário, que converteria-se em um corte vertical crescente, visando as "partes baixas" de meu alvo, e, que seria seguido por um rápido flanqueamento, seguido de um giro de foice, visando cravá-la no peito de Santana. Caso Kid não obtivesse resultados com seu plano de enrolar a corrente no próprio braço enquanto avançava, para evitar que Santana as usasse, por Santana livrar-se da própria arma, afim de evadir do ataque de Megalinho, Megalinho, buscaria flanquear Santana, com a corrente em seu braço, afim de realizar um corte horizontal, da esquerda para direta, seguido de um empurrão, afim de derrubar Santana, e, uma vez no chão, atacá-lo com um corte vertical decrescente, afim cravar a foice no peito dele, e, depois, caso necessário, enrolaria a própria corrente de Santana em seu pescoço, e usaria-a par enforcá-lo, garantindo que ele nunca mais se levante.

Caso a investida de Megalinho não resultasse em nada, optaria por um plano mais arriscado: em que recuaria rapidamente para detrás da cabana mais próxima, e ficaria rodeando-a, afim de ganhar tempo, usando-as como uma espécie de barreira, afim de desenrolar as faixas que cobrem seu rosto, e pescoço, e usá-las para dar um nó em seu braço, com um dos lados da faixa, e, com o outro, amarrar na foice da forma mais firme possível. uma vez feito seus preparativos, Megalinho avançaria contra Santana, e, no momento em que santana tentasse atacá-lo, Kid soltaria a foice, amarrada aos poucos metros de faixa, e realizaria um corte vertical, da esquerda para direita, usando das faixas para aumentar o alcance da foice, mesmo que a precisão do golpe fosse reduzido com isso. Em seguida, Kid aproveitaria da possível brecha dada por seu inimigo, voltaria a empunhar sua foice, e avançaria  novamente, desta vez, visando acertar um corte vertical crescente, mirando nas partes baixas de seu alvo, e, depois, um flanqueamento, em conjunto com um ataque diagonal decrescente, visando ombros/garganta/nuca do adversário, dependendo do alcance da foice para afetar alvos traseiros. Caso ainda não fosse o suficiente para finalizar a luta, Megalinho recuaria para uma distância segura de seu alvo, (cerca de 4 metros), enquanto anda para trás lentamente, evitando sera atacado pelas costas enquanto toma distância, e realizando desvios laterais um abaixando, dependendo do tipos de golpes utilizados por Santana, como chicoteatadas horizontais ou verticais.
Histórico:
 

Objetivos:
 

Piu!!?:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 6 EmptyDom 17 Nov 2019, 21:11


Cremação
Subo no palco e vocês tentam ver minha face





Formas e sons passavam de forma tão rápida que até mesmo olhos treinados teriam dificuldades para acompanhar. A investida feita junto com Mirutsu parecia até ser boa, alguns ataques atingiam o alvo e o sangue do ser conhecido como barnabé escorria, vermelho e lindo. Só que aparentemente o homem não sentia dor, ou parecia não demonstrar caso fosse o contrario e isso tornava seus movimentos difíceis de acompanhar, de fato tão difíceis que após conseguir cortar um pouco o mesmo eu fui atingido no peito. A dor é algo tão abstrato que é extremamente difícil descreve-la, a espada do homem perfurando meu peito veio de um modo que não pude acompanhar e o susto só piorou a situação. Tentei olhar dentro dos olhos de Barnabé e me afastar, afim de ficar no minimo 2 metros do mesmo antes de finalmente olhar em meu peito e ver o sangue *Dessa vez foi fundo!* E de fato havia sido, ver tamanho ferimento em meu corpo e sentir tanta dor era algo que não acontecia comigo desde ... Desde..

Quando as chamas começaram aquela noite eu estava dormindo, já era noite e uma criança não deveria ficar acordada até altas horas. Ao menos era oque eles diziam, meus pais diziam. O calor foi a primeira coisa que senti e foi isso que me acordou, até então o silencio dominava a casa e somente os ruidas da madeira estalando podiam ser ouvidos. Quando me levantei fiz oque qualquer criança faria, procurei meus pais e os encontrei subindo para meu quarto, eles estavam indo me acordar. Mamãe chorava desesperada mas meu pai tentava manter a calma e depois de me encontrar descemos até o primeiro andar e fomos na direção da porta, onde as chamas já queimavam quase todo local -Segure ele, eu vou abrir a porta!- Foram as palavras de meu pai para minha mãe, então ela me abraçou e ele correu na direção das chamas e mesmo se queimando começou a bater contra a porta. Uma, duas e três vezes, foram as tentativas que precisamos para todos nós percebemos que a casa estava trancada, quem quer que tivesse colocado fogo na casa também tinha fechado a mesma para não haver possibilidade de fugir. Meu pai morreu ali, tentando abrir a merda da porta, quando um pedaço de madeira demorou e o derrubou nas chamas. E minha mãe, ela morreu abraçada comigo usando seu corpo para me proteger das chamas, sua mão estava no meu peito bem no local onde ... Onde aquele desgraçado havia perfurado!



-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!- A lembrança ocasionada pelo ferimento fora mais dolorida que o sangue escorrendo. O grito de desespero ecoou por minha mente antes de sair por minha boca e escorrer pelo ar, um trauma mental não sarava tão bem quanto as cicatrizes de queimadura que eu carregava. *Foda-se, vamos estripar ele!* Só que naquele momento eu já não ouvia mais nem mesmo meus próprios pensamentos, a dor era tamanha que eu só pensava em atacar. Tentaria segurar minha foice com ambas as mãos e manter meu equilíbrio, precisava estar inteiro para golpear o mesmo. Ficaria atento a ataques vindos de Barnabé, mas inicialmente não atacaria o mesmo, iria esperar o momento ideal e esperava que meu parceiro consegui-se me dar esse momento. Caso o oponente tentasse me atacar com sua espada eu tentaria me defender bloqueando o ataque com o cabo de minha foice e então me movendo para trás, afim de tentar a uma distancia minima de 3 metros do mesmo e então esperaria.

Esperaria Mirutsu executar algum ataque e tentaria ficar com meus olhos juntos com o de barbané, assim que o mesmo desse alguma atenção por minima que fosse para meu parceiro eu iniciaria meu ataque. Flexionaria minhas pernas afim de tomar o maior impulso que conseguisse, minha velocidade era boa mas eu estava debilitado por ferimentos e tinha ciência disso, por isso me focaria e saltar com toda força na direção do mesmo no momento mencionado. Segurando minha foice ao lado do corpo tentaria executar um movimento horizontal, visando cortar o mais profundo e mais largo possível mirando na altura do estomago do homem que parecia não sentir dor. Caso ele estivesse de costas ou de lado para mim o movimento seria o mesmo e executado na mesma altura, nesse ataque eu tentaria ter noção do tempo perfeito para atacar e da distancia boa, afim de utilizar da dificuldade que seria se defender de uma arma longa como uma foice e essa distancia. Um ataque meu conhecido como Primeira Colheira!

Sendo efetivo ou não em minha investida eu tentaria manter meus olhos atentos as mãos de Barnabé, mesmo quando ele não estava olhando para mim eu sabia que ele podia ser mortal, então caso me atacasse eu tentaria bloquear com o cabo de minha foice caso os ataques fossem com a cimitarra, mas na possibilidade dele sacar uma arma de fogo ou qualquer tipo de arremesso eu tentaria me mover para a direita e depois para a esquerda e então saltar para trás afim de manter uma distancia minima de 3 metros e esperar lá.

   

« Algo Interessante »


   Sei que ficou ruim, mas não queria demorar pra postar. E ta meio corrido aqui.

*Primeira vez que uso técnica em ON, qualquer erro foi malz.

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

Objetivo:
 

Técnica:
 



© AnimaDaph

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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