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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptySex 04 Out 2019, 22:11



Cremação #3

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Finalmente algumas informações! A conversa com o dono da loja de armas parecia me dar, além de obviamente uma arma, algumas informações sobre Shells Towns, ilha que mesmo tendo nascido eu havia estudado tão pouco. Aparentemente o confronto entre piratas e marinheiros era algo antigo na ilha, e isso era interessante *Então nenhum dos dois domina totalmente a ilha ... E ainda tem essas "damas", elas devem ter contato com bastante gente..* Enquanto ouvia as palavras saindo da boca do velho segurava a recém adquirida foice com a mão esquerda e a apoiava no ombro, tinha visto isso em algum filme de um ceifador, parecia legal.

Foi então que depois de outra pergunta ouvimos a porta abrir, com um virar de cabeça tentei lançar os olhos sobre quem interrompia nossa conversa. Em uma olhada rápida parecia um rapaz um pouco mais alto que eu, com um corte de cabelo estranho *Puta merda! Se não fosse por você esse cara ganhava o premio de estranho da loja de armas!* E no começo até que ele parecia sim estranho, mas enquanto se aproximava pude reparar mais. Ele não devia ser muito mais velho que eu, e não fosse pelas roupas ele até que seria normal, diferente de mim que tinha o corpo todo fodido. Talvez por impulso, levei a mão direita até o pescoço e comecei a puxar um dos grampos com força o suficiente para uma pequena sensação de dor, mas não o suficiente para que ele deixa-se a pele.

Depois que o cara se aproximou do balcão o dono da loja voltou a falar, e aparentemente o rapaz tinha alguns objetivos em comum comigo em relação a informação sobre piratas. Então depois que Benja terminou foi a vez dele falar. Ele queria deixar a ilha e estava envolvido com uma confusão na Taverna do Chifrudo, isso explicava os marinheiros lá fora *Bem, vocês podem se ajudar, ele está atrás dos piratas. E depois que você tiver informações sobre essa ilha não tem mais motivos para ficar aqui, ela é ultrapassada, uma merda!* Soltei o grampo do pecoço e finalmente comecei a falar, estava quieto até o momento -É... Sou Tensei. E acho que a gente pode se ajudar, eu com certeza quero dar o fora dessa ilha, mas quero algumas informações sobre ela antes.- A pausa foi feita para os pensamentos não se perderem, e respirei antes de voltar a falar -Acho que esses piratas podem me ajudar com essas informações e eu te ajudo com oque precisar, e se você tiver tempo eu queria ver as pu.. É... As damas da noite que o velho comentou, elas devem ter muitos contatos também. Acho que é isso.-

Até pretendia dizer que era uma honra, mas era mentira e não tive tempo para tal coisa. O barulho que veio da porta foi alto o suficiente para me fazer virar na direção dela enquanto ouvia as palavras de ambos, do velho e do jovem. Mirutsu pareceu querer tomar as rédeas de situação, e bem eu não liguei o espirito de líder nato nunca fez parte de mim. Iria procurar alguma prateleira ou qualquer luga em que pudesse ficar atrás e te uma visão boa da porta, caso encontrasse algo assim iria esperar uma resposta as perguntas de Mirutsu, já segurando a foice com ambas as mãos. No caso de ser algum aliado do mesmo iria segui-lo e me apresentar, para podermos começar nossos planos. Já havia ficado tempo de mais naquela loja de merda.

No caso de ter uma resposta hostil seja ela da marinha ou de piratas, ou mesmo não ter resposta e alguém invadisse o local iria esperar um ataque. Tentado flexionar os joelhos para jogar o corpo para a direita afim de desviar de qualquer projeto ou golpe que viesse em minha direção, sempre tentando manter minha foice junto ao meu corpo segurando a mesma com ambas as mãos. No caso de ter um invasor mas ele não atacar eu tomaria a dianteira, tentando acelerar a velocidade máxima na direção do mesmo esquerdo minha foice acima da cabeça para aplicar um golpe vertical mirando o topo da cabeça do invasor, na tentativa de cortar o cranio do mesmo. Sendo efetivo ou não, tentaria me afastar cerca de 5 metros do mesmo, sempre mantendo minha foice a frente do corpo.

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptySab 05 Out 2019, 18:46






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AMBOS

Logo Mirutsu havia alcançado a loja, cansado, o gatuno parava um pouco para respirar, mas velozmente trancava a porta, e ouvia o pedido do velho vendedor de armas enquanto se espantava com a aparência do jovem desfigurado em sua frente. Jovem esse que, também o estranhava enquanto perdia-se em seus pensamentos e deitava sua foice em seu ombro. Em uma breve conversa, os caminhos de Mirutsu e Tensei haviam se alinhado. Ambos eram diferentes, tanto em personalidade quanto na própria estranheza que era — essencialmente — característica a cada um, mas isso não era obstáculo para a aliança que estava a surgir.

Os dois estavam a acertar seus objetivos e desejos, entretanto, durante o diálogo entre o salafrário e o aspirante a arqueólogo, batidas foram ouvidas da porta, e claramente assustado, Benjamin “pediu” para que seus visitantes conferissem, e logo, Mirutsu assumiu a liderança, puxou sua faca, e foi para a origem do ruído a fim de descobrir se não era Natasha que estava lá. Seijuro, sem ficar para trás, rapidamente armava-se com sua foice enquanto aproximava-se do balcão — única cobertura que encontrara — caso precisasse se esconder.

Logo após Haretsu afirmar que a loja havia fechado, foi possível ouvir uma respiração ofegante advinda da porta, e um leve — quase mudo — “Puta que pariu”

Após o dono da voz recuperar o fôlego e diminuir a frequência respiratória, mais uma vez ele bateu na porta, foram 3 fortes estrondos com o mínimo de intervalo possível, e então, disse em uma voz ríspida, rouca e cansada.




<


— PUTA QUE PARIU MIRUTSU! SOU EU, NATASHA, CARALHO, ABRE ESSA MERDA QUE OS MARINHEIROS TÃO PUTOS DA VIDA ATRÁS DE MIM!

Ouvindo as palavras — nada femininas —  de Natasha,  Mirutsu — mesmo sem transparecer — abriu a porta aliviado, sendo imediatamente empurrado alguns centímetros para o seu lado direito pela brutamontes, que fechava a porta mais uma vez enquanto colocava a mão direita sobre o peito, a esquerda sobre a perna, e, enquanto respirava ofegantemente com as costas curvada, respondia pausadamente, dessa vez em um timbre mais — forçadamente —  feminino

— Ops, Docinho ~Hah~ perdão por isso, correr tanto destruiu minha ~Hah~ maquiagem, Humpf!

Após proferir tais palavras, ela pegou então um pano e um estojo de maquiagem de sua bolsa, iniciando o processo de retoque. Aproveitando-se desse breve momento de paz, Tensei aproveitou para apresentar-se, sendo rapidamente respondido com uma horripilante piscada de Natasha — o pobre jovem definitivamente pôde sentir um calafrio percorrendo sua espinha.

Enquanto tais eventos ocorriam, Mirutsu guardava sua arma e tirava a chave do Corvo de Três Olhos do bolso com a finalidade de descobrir como — e onde — ele poderia usá-la. Todavia Natasha, mostrou um claro semblante de confusão, colocando o indicador e o polegar contra o queixo enquanto respondia

— Docinho, eu sei onde fica a gruta em que Barnabé esconde o navio, mas não tenho ideia de onde iremos usar essa chave! Aliás, se preparem quando formos para lá, um pisão na bola e termina todo mundo no paraíso Okama. De qualquer forma, não temos tempo a perder, temos que ir resgar Michelle logo, ela é muito frágil para suportar uma situação dessa só!
.

Enfim, não poupando esforços para demonstrar sua insegurança quanto a toda essa situação, Benjamin falaria alto — quase como um avô dando bronca em seus netos

—Olhem, eu finalmente compreendi o que vocês desejam você, sei como o coração de um jovem é ávido por confusão, no entanto, saibam que tenho família, filhos e filhas, netos e netas. Então, peço encarecidamente que vocês discutam isso do lado de fora, eu não posso ser alvo de piratas ou da Marinha.

Portanto, os 3 personagens dessa peça se reuniam mais uma vez, e cabe a cada um deles decidir como lidarão com a problemática que terão que enfrentar.


Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyDom 06 Out 2019, 13:49




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 12

Toda aquela tensão do momento havia acabado com a chegada da okama. Mirutsu realmente não queria ter que lutar, ainda mais se fosse um marinheiro, que causaria mais problemas na hora de sua partida de Shells Town. Guardando a faca no bolso, e antes que a porta se fechasse, o jovem dá uma última olhadela para a rua. Cruzando os braços, e com um sorriso irônico estampado no rosto, o rapaz fala em tom zombeteiro.

- Pelo menos deu para perder uns quilinhos com essa corrida ai.- Dando mais uma verificada na chave, o rapaz imagina o que poderia ser aberto com aquela chave.

"Um baú cheio de moedas? Não, um capanga não carregaria algo de tão importante. Talvez a chave de alguma cela onde Michele está presa? Acho que também não... afinal, por quê um dos capatazes de Barnabé teria uma chave estilizada dessa maneira?"- o rapaz se distraía em seus pensamentos, e por algum tempo ele olha fixamente para tal chave, segurando-a com a mão esquerda, enquanto ele levava sua mão direita até seus cabelos negros, coçando-os com rapidez, claramente demonstrando confusão. Enquanto estava concentrado na chave (e distraído ao seu redor) Mirutsu presta atenção apenas a uma palavra proferida por Natasha.

"Paraíso Okama"

Franzindo o cenho, o rapaz afasta-se um pouco de Natasha, e com uma expressão de nojo ele sente um calafrio subindo-lhe a espinha.

"Esse lugar deve ser o canto mais fodido do mundo. Espero que ele não fique em uma das rotas da Grand Line."

Lembrando do que Tensei havia dito algo sobre "damas da noite", Mirutsu olha para o rapaz com grampos e queimaduras por o corpo, com um sorriso sarcástico e tentando quebrar aquele ar depressivo que o rapaz tinha, manda uma uma piada.

- Uma hora dessas e você já tá pensando naquilo?- o rapaz dá uma risada, e guarda novamente a sua chave, desta vez mantendo ambas as mãos dentro dos bolsos de sua calça.


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- Mas cortando o papo furado, o que vamos fazer agora? Como Natasha disse, ela sabe onde tá a gruta onde o Barnabé está mantendo uma amiga dela como prisioneira e a gente precisa ir lá resgata-la. Vai ser foda com a Marinha mais alerta, mas, nada que não dê pra lidar. Eu conheço essa cidade como a palma de minha mão.- Mirutsu exalava confiança ao falar do seu conhecimento local.- Tensei, você conhece alguém que pode nos ajudar nessa tarefa? Sei lá, alguém que você confie? Vai ser difícil pra caralho invadir um barco pirata. De todo jeito, temos que vazar daqui logo, o velho já tá quase tendo um infarto por causa da gente.- Mirutsu fala referindo-se ao velho Benjamim, que havia pedido para que o trio se retirasse da loja.-

"Se tiver outros caras como o Zeca para lutar vai ser bastante complicado para a gente."

Na verdade, Mirutsu não queria lutar contra o Barnabé. Queria se juntar alguma tripulação pirata que já estava em Shells Town, para assim ir para Loguetown, a última cidade antes da Reverse Mountain que dava para a Grand Line. Mas, estava confiando no plano de Natasha, e iria realizar essa façanha complicada de resgatar sua amiga, obviamente esperando alguma recompensa por parte da okama, seja transporte até Loguetown ou dinheiro vivo, Mirutsu precisava de um dos dois para poder ir embora de Shells Town.

- E você, Tensei? Que tipo de contatos você acha que as protitutas possuem que possam nos ajudar? Nossa situação tá complicada, e eu queria saber se é algo que precisa ser investigado com urgência. Se não for tão urgente eu sugiro que vamos logo resgatar Michele, e depois nós vamos lá investigar.

Mirutsu então move-se para perto da porta, e abrindo-a, o garoto direciona seu olhar para os dois companheiros na sua frente.

- Vamos? Vocês me dão a direção, e eu tento levar todos na surdina até lá. Apenas façam o que eu digo.- Mirutsu então bate rapidamente o pé no chão, demonstando pressa.- Vocês se decidam logo, porque eu quero terminar logo isso pra comer um rango e tirar um cochilo.

Independentemente  para onde fosse decidido que iriam, Mirutsu utilizaria de seu conhecimento da cidade, combinado com sua furtividade para ir até o local indicado, guiando seus colegas, sempre pegando rotas alternativas e lugares menos frequentados, e evitando ruas mais movimentadas para chegar no seu objetivo, menos que isso gastasse mais tempo para ser executado. Ser pego pela Marinha seria uma desgraça para o grupo.

Caso fossem avistados pela Marinha, o rapaz guiaria seus colegas sempre por uma rota de fuga, e evitaria entrar em confronto direto com os marinheiros, novamente para despistar os mesmos e ir para o lugar que foi decidido.

Sempre tentaria manter seus passo silenciosos, e avisaria aos seus companheiros quando estivessem fazendo muito barulho, levando o indicador a frente da sua boca, com um claro sinal de fazer silêncio.



HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyDom 06 Out 2019, 20:39


Cremação
Pequenos passos


Puta merda, daria pra abrir um circo aqui hoje!* Ao ver o ser que entrou na loja do velho fiquei perdido em meus pensamento por alguns segundos, o rapaz de cabelos negros parecia conhecer bem o okama. Enquanto este retocava sua maquiagem após piscar pra mim, algo que me fez olhar o mesmo de cima a baixo para tentar medir todos seus aspectos afim de ver o quão estranho aquilo ainda podia ficar, Mirutsu começou a falar com ele enquanto permaneci quieto. Enquanto Natasha falava sobre resgatar sua amiga meu mais novo "aliado" começou a me fazer perguntas.

-Não conheço ninguém pra ajudar. Pode ser difícil de acreditar com minha incrível aparência galanteadora, mas eu não sou do tipo que tem muitos amigos.- A acidez era uma especie de defesa pessoal, eu não estava muito acostumado com contato e conversas longas, ser olhado e desprezado era uma coisa mais ter alguém falado com você como um igual era algo raro para mim. *Muito bem idiota, seja um merda com o cara que você acabou de topar uma parceria!* Enquanto pensava apoiava a extremidade da foice no chão, segurando somente a ponta de seu cabo, escutando as outras perguntas.

-Eu só preciso de um livro, acho até que os piratas podem ter algumas informações só que ...- A pausa foi feita enquanto eu pensava na melhor forma de falar as palavras seguintes -Pensei nas prostituas porque elas tem muito contato com todos da ilha, então devem ouvir de tudo. Não acho que elas vão dar algo de graça, mas pelo preço certo pode ser que elas tenham qualquer tipo de informação .. Pelo menos foi isso que pensei.- Enquanto falava podia ouvir o velho reclamando *Que tal roubar ele? Ele deve ter bastante dinheiro, além disso depois de uma tortura deve soltar algumas boas informações!* A ideia passou rapidamente por minha cabeça, mas logo as palavras de Mirutsu a mandou para longe.


-Não tenho pressa, informações podem ser obtidas até em alto mar. Vamos lá resolver isso do resgate ...-
Era verdade, não tinha pressa, mas iria atrás das informações sobre a historia da ilha. Resolver as questões que fizeram meus pais serem mortos e me transformaram nessa merda de espantalho eram de estrema importância para mim. Era bom resolver as questões de meu novo parceiro logo para depois começar a correr atrás das minhas, afinal havia falado que o ajudaria. Levantaria a foice e a seguraria então em frente ao corpo com ambas as mãos -Vai na frente, eu te sigo- Falaria antes de começar a tentar seguir Mirutsu por onde quer que ele fosse.

Tentaria seguir eles de perto, ficando por ultimo da fila mas sempre a uma distancia minima de um metro, assim não me afastaria muito. Apoiaria a foice no ombro, segurando seu cabo firme com a mão esquerda e me manteria atento a minhas costas, sabia que nós três juntos devíamos chamar muita atenção e por isso estaria atento a qualquer tipo de ataque vindo de trás. Claro que também olharia para frente, mas confiava que os dois me avisariam de possíveis inimigos ou qualquer coisa do tipo.  

   

« Algo Interessante »


   Eu troquei o templante, espero que tenha ficado bom.

Histórico:
 

Informação do personagem:
 

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

o temido Lobo do Mar!
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptySeg 07 Out 2019, 21:09

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AMBOS

À primeira instância, o grupo de aspirantes à pirataria conversavam entre si com intuito de definir um destino para sua ação em conjunto. O primeiro a dar sua opinião foi Mirutsu, mesmo despertando certo interesse quanto ao possível auxílio das Queixas, o gatuno ainda se inclinou mais para toda a situação que envolvia Michele. Então, após deixar clara a sua posição, foi apressadamente até a porta, abrindo-a, e permanecendo por lá, a fim de esperar seus companheiros. Para sua surpresa, já era noite. A fraca luz dos lampiões dispostos próximos às calçadas de concreto iluminava com uma chama amarela a rua em sua frente, trazendo um clima de solidão, mas paz. A população presente no ambiente não passava de alguns cachorros de rua e poucos civis que já retornavam ligeiramente para suas moradias. O delicado chuvisco que ocorria contribuía para o clima de serenidade, e talvez fosse uma — pífia — desculpa para estranha ausência de marinheiros no local.

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Outrossim, o assolado Teijuru discorria acerca do seu indubitável desejo por informações, e como isso poderia ligar-se com as Queixas recém-estabelecidas na ilha. No entanto, sua falta de pressa, somada a outros desejos ocultos, levou-o a optar por concordar com Mirutsu. Dessarte, o ceifador que logo empunhava sua foice, decidira seguir os passos do gatuno, visto sua evidente formação na arte da malandragem e seu domínio da geografia local.

Ademais, Natasha finalizaria a discussão e partia com ambos

— Muito bem, docinhos, tá na hora do pau! E eu não digo isso no bom sentido! —

Então, o Okama rapidamente seguia por trás de Tensei em distância que poderia ser considerada um pouco... incômoda, visto que o garoto conseguia sentir a respiração da dama em sua nuca.

Assim, a esquadra começava sua missão noturna. Natasha apontava o destino, Mirutsu guiava, e Seijuro armava a guarda. Foi uma viagem tranquila, o gatuno nem sequer viu tanta necessidade de pegar rotas alternativas, mas fizera por desencargo de consciência. Três fatores contribuíram para a pacacidade do trajeto: o horário, o clima e a ausência de guardas na rua. De fato, os dois primeiros motivos não explicaram perfeitamente a anormalidade da situação, seguindo uma lógica comum, era para haver mais marinheiros na rua devido à dificuldade de vigília imposta pelos fatores abióticos. No entanto, isso não ocorrera, o que apenas simplificou o caminho da equipe.

Após quase meia-hora de viagem, o grupo começava a se aproximar do extremo Leste de Shell’s Town, chegando a um ponto que nem sequer Mirutsu conhecia, o jovem só seguia as ordens de Natasha. Passando-se mais alguns minutos, eles chegavam a o que parecia ser uma área totalmente remota da cidade, era uma extensa formação rochosa acima do nível do mar, com lagos buracos que davam para o Oceano.

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— Queridos, esperem um pouco aí, vou procurar o local o certo para pularmos —

Era impossível não sentir certo calafrio diante de tais palavras. Que Natasha tinha um parafuso a menos era certo, mas pular em fendas repletas de conchas perfurantes em pleno altar mar? Isso já beirava à total insanidade.

Após deixar jovens refletindo sobre toda essa situação, a formosa Caldeirão retornava e dizia para ambos

—Venham, achei o ponto certo! É só pular! Vocês podem cortar o braço um pouquinho, mas assim nos caímos direto na areia, abafando o som e não nos machucando!

A dama logo realizava o percurso, que após todos chegarem — e se chegarem — mostrava ser uma espécie de cais improvisado dentro de uma úmida gruta. A estrutura localizava-se acima do nível do mar, em uma espécie de praia na qual a areia dava deito para um talude, só deus sabia a extensão daquela fossa. Dando uma olhada melhor na região, era possível observar que a formação natural era feita totalmente de calcário, inclusive, estalactites penduravam-se no teto da caverna. Em certo ponto, Caldeirão parava abruptamente, olhava para trás com o indicador em frente a boca, e dizia quase sussurrando

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—Shhh! Parece que tem dois palermas prestes a zarpar com um bote para a parte interior da gruta, temos que fazer algo, senão só restara nadar para chegar ao outro lado, e eu não vou fazer isso, não não, a chuva já borrou demais minha maquiagem, Humpf!

Observando bem, via-se dois homens cobertos por manto e capuz. Uma única cimitarra encontrava-se na cintura de cada um deles, que ocupavam a mão tentando desatar o eficiente nó da corda que prendia a sua embarcação em uma estrutura do cais.

— Mai carai, Bertí! Nem pra tu dá um nor direirto, tá tudu bagunçado aqui, mai pega tua ispada pra acortar issu logo!

— Mas puta que pariu, ainda não acredito que me colocaram de guarda com um animal desse. Sai daí, Gulaf, que eu resolvo tudo, tu és muito burro mesmo!

Os dois pareciam estar em uma espécie de... Impasse. Entretanto, Natasha estava correta, nem Mirutsu nem Seijuro conseguia avistar outro bote, e eles não faziam a mínima ideia do que havia dentro d’água. Ainda era possível uma travessia a nado, entretanto, a escolha era deles.
Barco:
 



Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptySeg 07 Out 2019, 23:26




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 13

Devido a correria do dia, Mirutsu nem percebera a passagem do tempo direito, e logo estava de noite. Talvez fosse porque seu dia tivesse sido anormalmente agitado, e por isso não tivera tempo de ficar deitado olhando o tempo passar, como era de seu costume. Certamente estava feliz pela chegada da noite, seu momento preferido do dia. Era na noite onde Mirutsu podia fazer as coisas que ele mais gostava (beber e de vez em quando bater algumas carteiras). Aquela fina chuva também agradava o rapaz, que nunca gostara muito de calor e a chuva era mais um motivo para não se realizar as tarefas que se pode fazer durante um dia ensolarado.

"Eu tava precisando de um banho mesmo."- o rapaz parecia não se importar com a chuva, e andava calmamente enquanto ela caia sobre sua cabeça. Viver nas ruas de Shells Town fizera o rapaz se acostumar com ela, e até mesmo gostar da mesma. A noite se fazia melhor ainda para o gatuno quando ele percebeu que não havia muitos guardas nas ruas, diferentemente do cenário que ele imaginava, onde a guarda seria reforçada. O rapaz não pode conter um sorriso amarelo, estampado em seu rosto ao ver o quão calmas estavam as ruas.

"Parece até que eu tô sonhando!"- e assim o rapaz ia guiando seus colegas, seguindo as instruções de Natasha.

Quanto mais se afastavam do centro de Shells Town, mais Mirutsu desconhecia os lugares por onde o grupo passava. Realmente Mirutsu não dera muito atenção em explorar as áreas mais afastadas do centro urbano de Shells Town, pois lembrava da chata pescaria em que seu pai tentava o levar para praticar e sempre acabava por fazer o garoto destetar ainda mais o ofício de pesqueiro. Apesar disso, Mirutsu seguia determinado. Na noite, suas habilidades de furtividade se demonstravam ainda melhores, fator que aumentava a confiança do rapaz em si mesmo, caso acontecesse algum combate.

Entretanto, a caminhada parecia ter sido surpreendentemente calma, sem nenhuma ocorrência imprevista. O rapaz matinha a calma durante todo o trajeto, despreocupado com o que poderia vir pela frente.

"Só espero que não tenha outro cara como o Zeca no caminho."- Mirutsu venceu, mas, não se convenceu. Num ambiente como aquele, o vagabundo provavelmente não teria como utilizar algo ao seu redor ao seu favor como acontecera na luta contra Zeca. Mirutsu havia se mostrado um bom improvisador ao utilizar os objetos que tinha em seu alcance, mas, esse artificio se mostrava um tanto improvável num lugar afastado como aquele.

Chegando na região rochosa, algo dentro de Mirutsu dava-lhe a impressão que ele estava cada vez mais próximo de seu objetivo.

"Realmente parece um bom lugar para se esconder um barco quando se é um pirata."

Mirutsu esperava Natasha dizer o que deveria ser feito impacientemente. Quando o okama avisa que achou o local correto, o garoto respira fundo e fala, mais para si do que para os seus companheiros que estavam ao seu redor.

- Ok, vamos lá.- O rapaz então estrala seus dedos e se aquece, esticando seus braços e pernas antes de realizar o salto. Após um pouco de tempo olhando para onde pularia, o rapaz salta para lá.

"Foda-se."

Como um todo bom gatuno faria, Mirutsu tentaria não causar muito barulho na hora da aterrissagem. Sua primeira linha de ação era encontrar um local que desse a cobertura necessária para se esconder e analisar o local. Se afastaria o máximo possível de onde ficava o talude. Não queria correr o risco de despencar naquela fossa extremamente profunda.

Esperaria achar um lugar para o trio se manter furtivo, e traçaria um plano de ação, para o ataque contra os dois piratas. Fazendo sinais de mão, o rapaz faria o típico sinal de morte: passaria o polegar na horizontal do seu pescoço com a mão fechada, mas, logo depois faria o sinal de negação, balançando seu dedo indicador de um lado para o outro. Era uma mensagem para evitar as mortes dos guardas. Apesar de não ser a melhor pessoa do mundo, Mirutsu não queria arranjar problemas antes de ir ao mar e também não tinha o sangue frio para matar pessoas que nunca fizeram nada de ruim para ele.

Após isso, o rapaz contaria com sua mão livre até 5 e apontaria para os dois homens, e tentaria atacar um deles furtivamente, deixando o outro para Tensei e Natasha. Miraria principalmente nas pernas do homem, e logo após tentaria pegar a cimitarra em sua cintura, para tentar desarma-lo. Golpearia então os braços do pirata, para assim debilita-los.

Num caso de contra-ataque do guarda, Mirutsu sempre tentaria se esquivar dos golpes do mesmo, prestando atenção no terreno para que não chegasse perto da fossa e fosse derrubado para lá. Manteria-se sempre numa postura mais focada em esquivar dos ataques do que aparar os golpes com a faca, que devido ao seu tamanho tinha tremenda desvantagem contra a cimitarra.

Caso o plano de ataque furtivo falhasse, Mirutsu iria prontamente focar-se em desarmar o guarda, com golpes de faca direcionados a sua mão, e tentaria pegar sua cimitarra caso a largasse. Utilizando-se de sua Ambidestria e de seu conhecimento expansivo sobre armas, ele então atacaria utilizando faca e cimitarra, tentando fazer apenas cortes superficiais e atacando regiões não-vitais, para não matar seu adversário.



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyTer 08 Out 2019, 16:06


Cremação
Eu tenho medo do escuro





O dia acabou de uma forma tão repentina que por alguns segundos duvideis de meu próprio senso de sanidade. Quando entrei na loja de armas ainda estava sol, no entanto ao sair da mesma a noite já havia se impregnado e a escuridão abraçado as ruas de Shells Tonw. Na realidade eu me sentia muito melhor assim, o escuro acabava por esconder um pouco minha aparência e isso era com certeza um coisa boa, coisa essa que fez um pequeno raio de confiança brotar em meu decreto e queimado corpo quando saímos da loja do velho. De certo a foice apoiada no ombro e a aparência morta seriam boas para assustar qualquer um que ficasse olhando muito, ao menos eu pensava isso.

A caminhada em si pelas ruas não foi ruim, na realidade foi bem calma. A falta de pessoas e de vida era algo que me fazia sorrir um pouco, mesmo que graças aos grampos na face já tivesse um eterno sorriso. Enquanto passava pelos becos e ruas menos movimentadas seguindo Mirutsu e tentando ignorar a merda do Okama fungando em mim levei a mão direita até abaixo de meu olho esquerdo e comecei a puxar um dos grampos que segurava a pele naquele local, a dor era uma forma de tentar ignorar o incomodo de ter alguém respirando atrás de você, minha outra mão segurava a foice.

Essa noite está bonita, se parece com a noite que a casa pegou fogo e eles morreram* E de fato parecia, a noite em que meus pais haviam morrido tinha sido estranhamente calma como aquela. Pensar nisso me fez ficar um pouco deprimido e o sorriso já não existia mais em meu rosto, mas talvez por sorte o caminho parecia finalmente estar chegando ao fim pois estávamos nos afastando cada vez mais da cidade. O local em que chegamos era estranho, e as palavras da Okama foram ainda piores *Pular?* Era loucura, os buracos no chão pareciam bastante fundos mas mesmo assim meus dois "parceiros" se foram e tomaram a iniciativa, não me restava outra opção -Que maneira merda de morrer ...- Procuraria um lugar próximo a onde Mirutsu e Natasha haviam pulado e faria a mesma coisa.

E assim se foi, no fim não morremos e aparentemente estávamos em algum lugar totalmente novo. Uma especie de porto subterrâneo, meus dois amigos foram como boas gatunos lentamente se esgueirando até podermos ver dois homens que discutiam entre si. Após uma rápida troca de palavras e gestos estava claro oque deveríamos fazer, matar dos dois! Só que aparentemente Mirutsu não concordava. Eu passaria o polegar na garganta como ele havia feito e em seguida levantaria o mesmo para cima, como em um sinal de positivo, não havia motivo para matar os homens mas também não havia motivos para deixa-los vivos. Meu parceiro poderia deixar o alvo dele vivo, mas eu queria entrar em uma luta de vida ou morte -Com sorte ele corta minha cabeça.-


Assim que Mirutsu partisse para o ataque eu tentaria fazer o mesmo, segurando minha foice com ambas as mãos e flexionando bem as pernas afim de pegar um grande impulso afim de avançar com minha velocidade máxima na direção ao homem oposto ao que Mirutsu avançasse. Não diria nada, apenas atacaria tentando saltar assim que chegasse a no minimo 2 metros do mesmo e executar um golpe vertical com minha foice, com uma arma longa como a minha minha estratégia era fazer um ataque rápido para que ele não tivesse tempo para uma reação. Meu corte visava acartar o pescoço do oponente, segurando a foice com ambas as mãos para um força maior.

Sendo efetivo ou não nessa primeira investida eu tentaria parar bruscamente o avanço do corpo e executar um corte horizontal, mirando a região do estomago do adversário afim de estripa-lo. Por ter parado o avanço de uma vez eu tentaria logo após o ataque executar outro golpe, dessa vez erguendo a foice e a fazendo descer como um martelo, na tentativa de finca-la na cabeça do oponente, ou em qualquer parte do corpo do mesmo caso ele tenta-se desviar. Mas focar somente no ataque não seria uma estratégia por si só, por isso a todo momento eu me manteria atento a movimentos do mesmo e caso ele tentasse contra-atacar em uma de minhas brechas ou pausas eu tentaria me defender usando o cabo da foice, sempre segurando a mesma com ambas as mãos na frente do corpo, a segurando na direção em que ele visaria bater obviamente.

No caso dele sacar alguma arma, de corte ou de disparo, eu tentaria desviar de possíveis ataques pulando para trás em "zig-zag", sem nunca largar minha foice. Mantendo a força nas pernas e nunca parando de me mover, tentando assim garantir que nada disparado pudesse me atingir. Sendo efetivo ou não em meus ataques, ao fim deles eu pularia para trás, sempre tentando em zig-zag e ficaria, ou ao menos esperava ficar a uma distancia minima de 3 metros do oponente. Distancia essa que eu poderia controlar com uma arma como minha foice. Me manteria atento também a batalha de Mirutsu, ao menos tentaria.

   

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Rodei no submundo, chequei todos os bares
e ainda não encontrei ninguém capaz de me vencer.
Com armas de fogo, garrafas quebradas, navalhas afiadas...
Ainda não encontrei ninguém capaz de derrubar

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyQui 10 Out 2019, 13:16






<





AMBOS

Encobertos pela chuva, todos saltavam rumo ao seu destino. Natasha foi a primeira, Mirutsu o segundo, e logo após ele, Tensei descia pela fenda natural.
Escondido pela noite e sombra natural do local, o solo mostrava-se mais distante do que o esperado, deixando certo que — sem o auxílio da areia — aquela poderia ser uma queda perigosa. Logo, todos aterrissavam, Natasha mostrava maestria na hora da queda — visto seus dotes acrobáticos — mas os jovens passaram por certas dificuldades, e acabaram por atingir o solo de uma forma um pouco desengonçada.
Seijuro, por ter pisado em falso, dava com as nádegas direto no chão, o que não o machucava muito, mas incomodava dada a areia que entrou em suas calças. Haretsu, conseguiu uma aterrissagem menos espalhafatosa, antes do impacto, apoiou-se nos braços e mãos para reduzir os ruídos, porém, por conta da falta de força neles, deu de cara na areia. Passados os impasses, a esquadra tomava cobertura em duas paredes paralelas, Mirutsu na direta, Tensei e Natasha na esquerda





Ainda chovia do lado fora, o som das gotas das gotas chuva quebrando-se contra o calcário e areia da região poderiam trazer paz ao coração de muitos, no entanto, era notório que, em conjunto com habitual silêncio da gruta, tal ambiente contribuía para moldar um clima fúnebre. A escuridão tomava conta do lugar, apenas a luz da lua permitia que os aspirantes a piratas se vissem. Duas tochas apoiadas em hastes de ferro eram a única a iluminação artificial do local, essa que ainda não permitia ver o rosto dos indivíduos a frente do grupo.

Não abalados pela estranheza do local em que estavam, os jovens refletiam e preparavam seu plano. O gatuno — mesmo não sendo um exemplo de ser humano — não queria causar a morte de ninguém, então dava sinal negativo para assassinatos. Entretanto, o ceifador — meio psicopata — não se importava nem um pouco com a vida ou morte de seus alvos, dando então, um sinal positivo para a ação. Com objetivos destoantes, ambos partiam para a investida.

Sendo naturalmente mais veloz — e conseguindo atingir sua velocidade máxima em curto período de tempo — Seijuro foi o primeiro a alcançar seu alvo. A areia do começo do trajeto contribuiu para uma ação minimante furtiva, mas isso mudou completamente quando ele havia chegado às tábuas de madeira do píer, essas que terminaram por ranger a cada passo que o garoto dava, alertando a atenção de ambos inimigos para o ceifador. Antes que eles pudessem tomar uma providência imediata, Tensei — que já corria sua arma empunhada — fincava sua foice no ombro de um dos indivíduos, esse que acabava por cair contra o barco com uma expressão de dor no rosto. Aproveitando-se da situação, ele tentava finalizar o encapuzado com um golpe em seu abdômen, no entanto, antes que pudesse realizar a ação, o alvo de seu aliado — esse que ainda não havia chegado no combate — raspava, em um golpe perfurante, sua cimitarra contra a lateral  do peito do ceifador, que no último segundo, conseguia evitar o golpe fatal dando passos para trás e chegando na extremidade da construção, dando espaço para a recuperação de seu alvo. Embora Seijuro tivesse conseguido aplicar bem sua estratégia de ataque, não estava preparado para ser atingido pelo outro sujeito, sendo a sua mínima atenção relativa a ele, a atitude que o salvou.

Outrossim, Mirutsu acabava de chegar no combate, sua escolha de optar pela furtividade funcionou, mas ela — somada  a sua precaução com os obstáculos naturais do lugar — contribuiu para que ele chegasse atrasado no combate. Todavia, quando ele chegou, foi notório o estrago que fez. Com sua adaga em punho, o gatuno atacava o encapuzado que alvejou Seijuro, e, em uma rápida sequência de movimentos, atacava o ligamento anterior ao joelho direito de seu inimigo — o que acabava por mobilizá-lo — roubava sua cimitarra e debilitava seu braço esquerdo com um corte. Pressentindo um ataque de seu inimigo — que metia a mão em seu manto — o jovem dava um passo para trás, no entanto, para sua surpresa, o encapuzado puxava um revólver, e em um rápido saque, atirava contra o abdômen do salafrário. Por conta dos danos no braço de seu alvo braço, em conjunto com a postura de esquiva de Mirutsu, o tiro não pegou em cheio, entretanto, sentir a bala raspando a lateral de seu abdômen seria, definitivamente, uma das piores sensações que o garoto poderia ter na vida. Olhando bem, é possível ver uma linha de sangue no trajeto que a bala percorreu, mas apenas sinais de abrasão na parte mais próxima às costas.

O som da explosão da pólvora ecoou de forma avassaladora na parte da gruta na qual os jovens estavam.

Após realizado o disparo, o sujeito de menor estatura, recarregava a arma ainda na mão e mancava apoiado na perna esquerda até seu aliado — naturalmente maior — que logo se levantava, colocava a mão esquerda contra a ferida, rangendo os dentes de dor, e então empunhava sua cimitarra com a direita.

— ~Hah~ ~Hah~ Agradeço pela ajuda Gulaf, sem você eu estaria morto, mas vamos nos atentar ao combate, não podemos deixar que mais intrusos atrapalharem nossa missão —

P-Podexá, Bertí! Eu vou é finca logu mais treis tiru na cara desse careca


Olhando bem para trás, era possível ver Natasha — ainda escondida contra a parede de rochas — dando um sinal de "legal" com a mão direta. Ela parecia ter um sorriso confiante em seu rosto.


Legenda:
 

Ferimentos:
Tensei->Corte no peito: advindo de uma errônea estocada de cimitarra, sangue escorre. Sem avaliação médica.

Mirustu->ferida na lateral do abdômen: advindo de uma bala de raspão, sangue escorre levemente na área mais próxima ao umbigo, sinais de abrasão na área mais próxima às costas. Sem avaliação médica.

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyDom 13 Out 2019, 00:43




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 14



Uma dor insuportável acometera a Mirutsu, fazendo o rapaz gritar de dor. Já tinha levado algumas surras em sua vida, mas, essa era a primeira vez que sofrera um ferimento devido a uma arma de fogo. Certo que tinha sido de raspão, e o pior poderia ter acontecido, mas, a dor não deixava de ser pouca. Passando as costas da mão em seu abdômen, Mirutsu vê-la coberta com o sangue, e uma expressão de ódio surge em seu rosto. O pior de tudo, o tiro havia perfurado sua linda camisa, que foi feita sobre medida para o jovem. Agora o rapaz precisaria gastar o seu precioso dinheiro para poder remenda-la. O vagabundo range os dentes de fúria, e olhando diretamente para os dois infelizes que estavam lutando contra ele, Mirutsu aponta-lhes o dedo indicador.


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- Seu filho da puta, você rasgou minha camisa!- Após exclamar xingamentos aos seus adversários, Mirutsu dispara em direção a eles.

"Esses arrombados vão se arrepender de terem feito isso!"

Poucas eram as coisas que deixavam Mirutsu realmente irritado: uma era ter que emprestar dinheiro, outra era que falassem mal de seu estilo. E por último, era de alguma forma danificar suas vestimentas. Para Mirutsu, o que o homem veste, é o que define ele. É como se fosse uma parte de sua personalidade, de sua alma. A sua identidade. E Mirutsu era único, e disso tinha certeza. Ninguém chegava perto de se equiparar ao seu estilo, e grande parte disso advinha de sua escolha excêntrica de roupas. Talvez em toda a sua vida, foi a primeira vez que Mirutsu sentiu tanta raiva. E ele iria descarregar tal raiva no próximo ataque.

O plano de ataque de Mirutsu agora seria diferente, agora que os dois estavam numa desvantagem de posição maior. Primeiramente, o rapaz tentaria chutar alguma areia no meio do caminho, mirando exatamente nos olhos dos dois inimigos dele, para ganhar alguma distração. O inimigo tinha a vantagem de usar uma arma de longo alcance, e nesse trajeto Mirutsu não queria ser alvo dela novamente. Caso não pudesse ou não tivesse como a areia alcançar o rosto de seus inimigos, Mirutsu tentaria uma finta, agachando-se rapidamente com um giro, e com a cimitarra em mãos, tentaria um corte na região da panturrilha, na uma das pernas do homem que era utilizado de apoio. Levantando-se rapidamente, com o outro braço, que empunhava sua faca bowie, Mirutsu tentaria acertar o ombro do cara que ele tinha acertado anteriormente, e com um chute frontal em sua barriga, empurraria-o para o chão.

Para sua defesa, Mirutsu tentaria esquivar-se para trás, na medida que algum ataque corpo a corpo pudesse acontecer. Trabalharia bem a ginga de seus pés, para temtar confundir seus adversários, sempre mantendo-se em movimento, trocando a instância de seus pés o tempo todo, com um na frente e o outro para trás, com rapidez. Após esse possível contra ataque Mirutsu tentaria correr em volta dos dois, para dificultar ainda mais a sua linha de ataque. Obviamente, tinha que dar uma chance para Tensei golpea-los, mantendo-se atento para quando o rapaz fosse atacar, para não atrapalhar ele.

Após isso tudo, Mirutsu se afastaria dos dois, esperando que Tensei desse o golpe final em um deles ou em ambos. Mirutsu estava enfurecido, mas ainda não tinha a capacidade de matar qualquer um daqueles dois homens em sua frente e como já tinha visto a intenção de matar de Tensei em seus golpes, ele não o pararia. O rapaz negava se tornar um assassino, e para ele esse peso de carregar vidas ceifadas ainda impensável. Mirutsu poderia ter uma má índole e uma personalidade um tanto tóxica, mas, ainda não cruzara a pior linha ainda.

Uma vez que tivesse recuado, Mirutsu olharia para Natasha e gritaria, para tirar a atenção dos dois com quem estava lutando, olhando para onde a okama estava com um sorriso amarelo

- Agora Natasha, ataque!- faria com um sorriso no rosto, para mostrar que o que ele estava falando era verdade.

Na verdade, a okama nem precisava fazer nada. Seria apenas uma distração, e esperaria que Bertí e Gulaf olhassem para onde o rapaz estava. Se os dois conhecessem a okama, provavelmente cairiam em sua armadilha. Esperaria então que essa brecha fosse suficiente para que Tensei atacasse os dois.



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Última edição por Mirutsu em Seg 14 Out 2019, 18:02, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptyDom 13 Out 2019, 15:02

Aceitação

*Ah...eu não deveria ter saído de casa daquele jeito...*

Esse pensamento ecoa em minha mente desde que larguei meu lar. Bom, pelo menos é melhor do que uma despedida repleta de lágrimas e abraços. Se bem que aquele velho nunca foi muito sentimental, mas, nunca se sabe...

Caso não me conheçam, meu nome é Kid farway, mas, prefiro que me chamem pelo meu apelido: Megalinho. Tenho 23 anos, cabelos negros e longos, e, meu visual resume-se em uma regata preta com um frango estampado, a calça jeans azul, e, claro, um par de sandálias de borracha, também azuis. Eram vestes simples, para uma pessoa simples. Ah, quase que me esqueço: uso faixas enroladas em minhas mãos, na maior parte do tempo, para esconder a pele áspera das palmas da minha mão, obtidas pela tentativa de obter conhecimento do ofício de ferreiro.

Meus objetivos: bom... eu não tenho nenhum específico. Qualquer desavisado diria que sou apenas um homem vagando por Shells Town e busca de diversão. Não seria mentira, mas, convenhamos, "diversão" tem um conceito bem ambíguo, e, para mim, obter conhecimento é uma forma de diversão. Sou assim desde criança, e, agora, busco uma nova forma de diversão: viajar pelo mundo, em busca de conhecimento. Mas, como farei isso?

Basicamente, eu nomeei o plano de "Aceitação". Meu plano consiste em 3 partes: primeiro, precisaria de uma arma. Especificamente uma foice longa, mas, para isso, eu precisava de uma forma limpa de obtê-la: comprando. Então, analisaria o local em que me encontro, e arrodearia-o, em busca de uma loja. Caso necessário, perguntaria à pessoas que estivessem ao meu redor: -Oi, você sabe onde eu acho uma loja de armas por aqui? Caso a resposta fosse positiva ou achasse a tal loja sem pedir informações, eu seguiria até o local alvo, entraria, e, diria: -Preciso de uma foice longa, que custe no máximo uns 30 mil, e, espero que ela valha o preço que esteja cobrando!
Uma vez com a foice em mãos, analisaria sua aparência, peso, balanço da lâmina e até o equilíbrio entre o cabo e a lâmina,
para garantir que essa seria a arma ideal pelo preço cobrado a mim.

Uma vez decidida a arma, diria:-Olha, meu confederado, estou em busca de sair de Shells Town. Você sabe de alguma forma que me saia o mais barato possível? Não tenho nenhum destino específico em mente. independente da resposta, iria pagar o valor cobrado pela foice, e iria embora da loja, logicamente, levando a foice que acabara de comprar.

Uma vez fora da loja, seguiria rumo ao porto, para dar início a segunda fase do plano "aceitação": sair de Shells town. então observaria bem a área ao meu redor, em busca de informações para seguir com meu plano.

Caso a loja estivesse fechada, por causa do horário, ou fatores adversos, bateria na porta e diria: -Olá!? tô precisando fazer uma compra! Pago até uns 5 mil a mais se necessário! Caso obtivesse uma resposta positiva, faria o mesmo pedido de foice, e, pagaria os 5 mil a mais, pelos transtornos de ter de atender alguém fora do horário de funcionamento. Caso não obtivesse resposta, apenas iria procurar outra loja, repetindo sempre os processos acima.

Caso eu não encontrasse nenhuma loja de armas, ou todas elas estivessem fechadas, sem chance de remediação, o jeito seria esperar uma das lojas abrir. Então, arrumaria algum jeito de passar o tempo enquanto a loja não abre. Seja uma biblioteca, ou até um banco pra sentar e ficar olhando as estrelas (caso fosse dia, o sol também é uma estrela). No caso de chuva, iria optar por ficar em um local coberto. Posso não ser uma pessoa muito amável, mas, paciência é uma ótima virtude. Claro, ficaria atento ao meu redor, afinal, informações voam por todo o canto. Panfletos, cartazes, pessoas conversando. Qualquer informação sobre obter uma foice ou sair de Shells Town seria muito bem vinda.

no caso de que minha jornada até então tenha sido completamente em vão, olharia para o alto, com um semblante sério, e diria:-merda... vou ter mesmo que iniciar a terceira fase do plano!?


Objetivos:
 

Piu!?:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado - Página 4 EmptySeg 14 Out 2019, 16:35


Cremação
Eu tenho medo do escuro





Nem mesmo eu sabia como, mas talvez pela falta de prática meu ataque acabou não sendo tão bem sucedido como o esperado, e ao fim do mesmo eu acabei com um corte no peito que fazia um pouco de sangue escorrer. Enquanto a mão direita segurava a foice levei a esquerda até o machucado, passando o dedo indicador e o médio pela ferida afim de tirar um pouco de sangue *Talvez você morra de verdade.* Era um ótima hipótese, tão boa que me fez sorrir por alguns segundos enquanto os dois adversários pareciam trocar algumas palavras, no fim morrer não seria tão ruim mas eu precisava vingar meus pais antes de partir, oque me deixava em um beco sem saída -Se for para me matar, façam isso com estilo idiotas...-


As palavras proferidas pareciam sem significado, mas eu não queria morrer para dois caipiras, então estava na hora do contra ataque. Meu maior erro no ataque anterior foi não ter dado a devida atenção aos dois homens e ter somente me focado em um deles, eu não faria isso de novo. Assim que terminasse de falar começaria a avançar, colocando força nas pernas para que pude-se tomar um bom impulso nas tabuas do estaleiro, e focaria a investida inicial no homem que eu havia atingido com a foice anteriormente, em todos esses anos nunca fui bom com nomes e em meio a uma confusão não consegui marcar o dos oponentes. Avançaria em minha velocidade máxima em "zigzag" me movendo para a esquerda e para a direita, afim de evitar ataques vindos de armas de disparo que o outro homem tinha, mas também para me prevenir caso meu alvo sacasse alguma ama desse tipo.

Tentaria chegar a uma distancia minima de 2 metros antes de executar o ataque, abaixaria meu corpo e esperaria o momento certo para segurar a foice com as duas mãos e então me levantar e puxar minha arma para cima em um golpe vertical, mirando a região genital do homem e tentando corta-lo de baixo para cima o máximo que conseguisse, ou seja se o ataque tivesse exito iria corta-lo ao meio. Mas sendo efetivo ou não eu me manteria atento a ataques vindos de qualquer um dos homens, e caso utilizassem de suas espadas para atacar eu tentaria bloquear usando minha foice a segurando forte com ambas as mãos e então empurrando com força para trás. No entanto sendo efetivo ou não em meu primeiro ataque, eu iria descer com minha foice em um ataque vertical mirando o topo da cabeça do segundo homem, aquele que havia me ferido anteriormente, segurando minha foice na ponta do cabo desceria a mesma como um martelo com toda minha força afim de crava-la no cranio do mesmo.

Sabendo que somente isso não seria o suficiente caso qualquer um deles tenta-se disparar algum tipo de arma minha reação inicial seria tentar rolar para trás meu corpo afim de evitar o disparo, sendo minha defesa primaria. Sempre me mantendo atento aos dois homens, eu tentaria observar seus movimentos afim de procurar uma brecha ou qualquer abertura, um espaço de tempo minimo que fosse e então tentaria executar um corte horizontal longo se aproveitando do grande alcance da foice, miraria na altura do estomago daquele que estivesse mais próximo de mim e então tentaria me mover para que o corte continuasse tentando atingir o outro na mesma altura. Mas sendo efeito ou não em qualquer um de meus ataques eu tentaria me afastar, sempre me movendo da direita para a esquerda, afim de ficar a uma distancia minima de 5 metros de ambos os homens, esperando alguma reação deles e de meu parceiro na batalha.

   

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