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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O vagabundo e o aleijado

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MensagemAssunto: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyQua 31 Jul 2019, 15:29

O vagabundo e o aleijado

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mirutsu Haretsu e James "Jimmy" Fleetwood. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: O Vagabundo e o Aleijado - Parte 1   O vagabundo e o aleijado EmptyQui 01 Ago 2019, 00:01




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 1



Recentemente, uma ideia pairava sobre a cabeça de Mirutsu. O rapaz já vinha há bastante tempo cometendo atos ilegais para se manter naquela cidade, mas, ele queria sair dessa vida. Havia reunido uma quantia considerável de dinheiro nesses roubos, desde a pequenas quantias encontradas nas carteiras furtadas ou nas grandes quantias, que normalmente ele conseguia ao arrombar uma entrada de uma loja e lá fuçar nos ganhos dos mercadores que trabalhavam pesado e ganhavam seu dinheiro suado. De alguma maneira, ele nunca foi pego. Terá sido por sorte ou habilidade? Não se sabe, mas, Mirutsu acreditava ser a combinação dos dois.

A grande mudança que o rapaz estava planejado finalmente estava se aproximando. A de ir para os mares. A pirataria era algo que empolgava o preguiçoso Mirutsu, e parecia ser a única coisa em que o rapaz se dedicava realmente em alcançar, levando em conta as grandes histórias e notícias que chegavam em Shells Town, e com certeza o que mais chamava a atenção dele eram as notícias da Grand Line e seus piratas com recompensas enormes.

"Só espero que eu não me ferre. Acho que eu vou precisar de uma ajudinha pra criar coragem." Esse foi o pensamento do rapaz na última noite. A "ajudinha" na verdade seria um vinho ou rum barato, que Mirutsu acreditava que após a ressaca lhe tiraria o medo que possuía em si, já que era bastante fraco para bebidas alcoólicas e mudava completamente após uns 2 ou 3 copos de bebida (obviamente copos pequenos). E assim o jovem passou a noite anterior ao dia tão esperado, bebendo. Não importava onde acordaria, somente que no outro dia ele iria para o mar.

E finalmente, depois de um bom tempo dormindo, Mirutsu desperta, sem saber onde estava. Ele primeiramente iria olhar para ao seu redor e se esticar. Estralaria os dedos e alongaria as pernas.

"Fazia tempo que eu não bebia assim...eu acho." O rapaz pensaria consigo mesmo.

Caso o rapaz acordasse em um local afastado do centro da cidade de Shells Town, ele provavelmente se perguntaria:

"Mas que merda que eu fiz?" e então ele tentaria se localizar para então seguir caminho para o centro da cidade de Shells Town, e assim cumprir seus objetivos.

Se ele estivesse em um local movimentado, como na rua, por exemplo, ele iria ativar o seu autointitulado "Blah Blah mode". O Blah Blah mode simplesmente é o momento onde Mirutsu ignora tudo que considera inútil ao seu redor. Crianças brincando, velhinhas regando jardins, vendedores insistentes. Tudo baboseira pra Mirutsu. Talvez alguém novo na cidade pudesse chamar a atenção do rapaz, ou, algum evento incomum estivesse acontecendo. Se alguém interrompesse a caminhada dele pedindo alguma coisa (desde que não fosse de seu interesse), o garoto iria apenas falar:

- Eu estou um pouco apressado. Me desculpe - e continuaria seu caminho tranquilamente.

Se acordasse em casa, o rapaz tentaria ir embora de lá o mais rápido possível e de preferência sem ser notado, utilizando de sua boa habilidade de furtividade para isso. Afinal ele não queria a pena de seus pais. Já foi bastante humilhante para ele ter sido expulso de sua casa por ser um vagabundo. O jovem estava decidido, e não queria que seus pais se metessem mais em sua vida.

Quando começasse a andar na rua, o rapaz iria até a loja de armas mais próxima. Na noite anterior ele fez uma pequena lista onde colocou o que era necessário para viajar pelos mares."Hmm... Começar pelas armas deve ser um bom primeiro passo." Se não fosse interrompido pelo caminho, ele iria perguntar ao vendedor na loja de armas o preço de duas facas, já que ele conseguia manejá-las com duas mãos.

- Olá, eu gostaria de saber quanto custa duas facas ou adagas comuns. Pode me mostrar algumas?

Mirutsu então esperaria a resposta do vendedor e analisaria a qualidade das armas apresentadas para ele. Se ele visse alguma arma de boa qualidade, ele pediria para testá-la:

- Posso manejá-la? - e então estenderia a mão para o vendedor entregar para ela a arma, se ele deixasse.

Se a arma fosse mesmo de boa qualidade de manejo, o rapaz testaria o fio da lâmina com algum papel que ele tem no bolso, assim fazendo o segundo teste. Se fosse comprovado a qualidade da lâmina, então ele falaria:

- Realmente é uma lâmina de boa qualidade. - assim ele devolveria a arma para a mão do vendedor. - Qual seria o preço dela? - Mirutsu perguntaria para o vendedor.




HISTÓRICO:
 

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Última edição por Mirutsu em Qui 08 Ago 2019, 17:32, editado 24 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptySab 03 Ago 2019, 13:01




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 1




Jimmy despertou num sobressalto de algum pesadelo que provavelmente estava tendo - notava que ultimamente não conseguia mais se lembrar de seus sonhos e pesadelos quando acorda, era como se seu sono fosse um profundo desmaio seguido por um susto que toma todo o seu fôlego e lhe faz ter que tomar um ou dois minutos de respiração ofegante até que seu cérebro começasse a funcionar direito. Olharia ao seu redor, checando onde estava e internamente esperando que estivesse em seu velho quarto com cheiro de cigarro e licor barato. Se realmente estivesse em sua velha cama, suspiraria aliviado e tatearia no criado mudo de madeira mofada pelo maço de seus cigarros favoritos e por seu isqueiro. Encontrando-os, colocaria o cigarro entre os lábios, acenderia-o com a chama que resta no isqueiro e daria a primeira tragada - quase um calmante para seus nervos - se deitando novamente em seu colchão puído e amarelado, fitando o teto de seu quarto enquanto aprecia a doce amargura da nicotina preenchendo seu cérebro e lhe dando a harmonia matinal que o rapaz precisa para se levantar da cama propriamente. Só após terminado seu cigarro, checaria por entre sua cortina se o sol já havia nascido, apesar de que, sairia da cama independente do horário.

Caso estivesse em qualquer lugar que não fosse o moquiço que ele e seu pai chamam de lar, olharia ao seu redor com um pouco de preocupação, para tentar entender onde está e o que houve. Procuraria de imediato sua cadeira de rodas enferrujada, seu bem mais precioso para se arrastar até ela. No caso de estar em sua casa, mas, seus cigarros ou o álcool do isqueiro terem acabado, daria um suspiro de frustração e se lamentaria um pouco antes de finalmente se levantar da cama.

"Parece que você vai ter que levantar essa bunda sem ajuda hoje, James."

Uma vez que saísse da cama para sua cadeira de rodas, vestiria suas roupas rotineiras: sua calça ciano com pequenas estrelas estampadas; sapatos pretos para cobrir seus pés atrofiados; uma camisa também azul clara, de mangas curtas e capuz; e, por fim, seu gorro azul com as mesmas estrelas estampadas que sua calça possui. Ajeitaria os cabelos loiros por trás das orelhas e rolaria os pneus de sua cadeira para fora do quarto, tentando não acordar seu pai com o barulho. O velho trabalhava o dia inteiro fora e só vinha para casa dormir, então Jimmy não queria arruinar o único momento de paz na vida dele.

Rolaria até sua cozinha pra ver se ainda havia alguma comida ali. Se sim, faria um rápido café da manhã com o que encontrasse, comeria sua porção e deixaria uma pronta num prato para quando o pai acordasse. Se não, se dirigiria à porta da casa, onde ontem havia deixado sua bolsa com todos os seus itens preciosos e o pouco dinheiro que guardou, jogada no chão. Apanharia-a e a colocaria pendurada num dos apoios da cadeira de rodas. Então, abriria sua porta e sairia de casa. Hoje, pretendia finalmente sair em viagem. Parar de ser um estorvo para o pai e encontrar um sentido para sua própria vida. E pretendia procurar esse sentido no mar.

Jimmy se dirigiria ao que mais se assemelhasse a um distrito comercial por ali, caso conhecesse bem a cidade. Caso não, perguntaria a alguém. Seu foco no momento era procurar bons equipamentos para se defender, quando inevitavelmente fosse necessário entrar em conflito com alguém em suas aventuras. Algo que pudesse atirar em seus inimigos. Mas não armas de fogo, Jimmy nunca gostou muito destas. Tinha maestria sobre armas de arremesso, preferencialmente dardos e afins. Depois disso, queria procurar uma embarcação que o levasse rumo à próxima ilha no caminho para a Grand Line: Loguetown. Jimmy também andava pensando que, como um aspirante à pirataria, seria interessante desenvolver algumas habilidades de furto, então, procuraria uma forma de aprender a arrombar fechaduras de portas e baús. Rolaria com determinação as rodas de sua cadeira em direção ao início de sua jornada.


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyQua 07 Ago 2019, 22:07



Narração
O Vagabundo e o Aleijado

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Geral


O crepúsculo pintalgava a abóbada celeste em um entretom de lilás e vermelho, estendendo-se por todo o horizonte - compondo uma visão belíssima. A brisa oceânica trazia consigo um frescor marítimo à Shells Town, com um gosto salinizado pela água do mar que banha a pequena ínsula. Com o dia iniciando-se, às atividades comerciais agitavam-se, com os habitantes de Shells Town preparando-se para movimentar a ilha e seguir com a sua rotina diária. No alto do céu azul e aberto, quase sem nuvens, era possível ver e escutar inúmeras gaivotas que iam e vinham, conforme chegavam navios que se aglomeravam na área portuária da ínsula. As ruas eram patrulhadas por marinheiros, que atuavam especialmente na área portuária, praticando a fiscalização do trânsito de pessoas e de mercadorias que chegavam em Shells Town.

Mirutsu
Em um canto, resguardado pela sombra de uma árvore, Mirutsu despertava devido o crescente barulho da área comercial de Shells Town. Sim, ele havia dormido por lá. Provavelmente por conta do seu incrível amigo - o álcool. Com uma incômoda dor de cabeça, o fato de sua fraqueza por bebidas viria à tona na mente do aspirante à aventureiro. Não tardou para que Mirutsu encontrasse a loja de armas que procurava, havia uma, com um letreiro bem chamativo. Loja de Armas do Benja, uma conhecida loja em Shells Town. Uma vez lá, o estabelecimento encontrava-se vazio, sem nenhum cliente, mas no balcão lá estava o seu dono - Benjamin. Chamuscando um charuto, o velho baforou a fumaça, volvendo seus olhos para Mirutsu.

- Urh? O primeiro cliente do dia. Chegue mais perto, garoto. - Sibilou, afundando a ponta do charuto em um cinzeiro, balançando os braços para dissipar a fumaça. - Adagas? Você veio ao lugar certo, garoto. Se você fosse na loja do embusteiro do Halder ele teria te roubado. Aquele velho sempre coloca os preços das armas lá em cima, armas de péssima qualidade, aliás. Humpft. - O esboçou uma feição carrancuda, enquanto comentava sobre o velho Halder. O balcão era de vidro, aonde era possível observar às armas dispostas em seu interior. Benjamin retirou inúmeras peças de seu inventário, entre elas: uma faca bowie, uma adaga, um punhal e uma faca tática. - Pode pegá-las, garoto. Escolha qual você achar melhor. Todas tem um custo de trinta mil belly, mas garanto que não encontrará nenhum material nem preço melhores que estes! - O vendedor esboçaria um sorriso orgulhoso em seu rosto, observando os armamentos confeccionados por ele próprio. Não tardou muito tempo, Benjamin ascendeu outro charuto, fumando-o. - Sabe, garoto? Piratas estranhos estão andando pelo porto, é melhor você tomar cuidado e armar-se com o melhor armamento que Shells Town pode lhe oferecer! - O velho afirmou com contundência, puxando sardinha para os seus equipamentos, esperto. Após esperar Mirutsu analisar a arma que havia pegado dentro o roll, Benjamin o questionou. - E então garoto, qual você levará? - Perguntou, chamuscando o seu charuto, baforando para cima.

James
A casa de James estava em um completo silêncio, exceto pelos ruídos e sons vindos da parte externa, oriundo da movimentação daqueles que estavam acordando. Através de sua cadeira de rodas, Jimmy encaminharia-se até a área da cozinha de sua pequena casa à procura de algo que servisse de café da manhã. Não encontrou. A geladeira estava vazia e o armazém continha alguns pães mofados, nada além disso. Enquanto vasculhava a cozinha à procura de algo comestível, James encontraria uma carta de seu pai em cima do balcão: Prometo que darei um jeito!

Com a barriga roncando, James começava à sua procura, afastando-se de sua residência - que situava-se em uma das áreas mais humildes de Shells Town. De fato sua casa era um pouco afastada do centro comercial da ínsula, mas era fácil guiar-se pela movimentação de moradores, James conseguiria seguir o fluxo do trânsito que o levava até o centro comercial da pequena ínsula. Durante o percurso, o cadeirante trombaria com uma díade de marinheiros, que realizavam uma patrulha matinal pelas ruas. Ambos fariam uma expressão feia após o encontro, resmungando e se afastando - continuando o seu rumo. No entanto, a medida que afastavam-se, era possível escutar à sua conversa. - JAJAJAJAJA! Viu isso, Will?  - Um marinheiro da dupla, aquele que era o mais baixo, chamaria a atenção de seu comparsa para comentar encima daquela situação. - É por esse tipo de gente que eu tenho que me arriscar todos os dias contra piratas. JAJAJAJAJAJA! Francamente, olha isso! Enquanto eu tenho que lidar com aquela galera barra pesada do porto, esse cara não consegue nem andar e vive às custas da minha proteção!  - Rufaria, perscrutando Jimmy através do canto do olho, com uma feição soberba em seu cenho. Will, o outro marinheiro, juntava-se ao coro de gargalhadas de seu comparsa. Os comentários maldosos prosseguiam-se por um breve ínterim, até que os marinheiros dispersaram-se da vista de Jimmy, continuando a sua patrulha pelas ruas.

A vida era difícil. Jimmy tinha mais uma prova disso. Passado essa situação, o cadeirante chegava até o centro comercial de Shells Towns. Extremamente movimentado, os comerciantes berravam com uns aos outros, anunciando promoções e descontos de suas mercadorias. Foi fácil encontrar uma loja de armas e uma vez lá dentro, James deparou-se com um pequeno velho, quase sem cabelos, exceto por pequenos fiapos em ambas às partes laterais de sua cabeça. - Olá, jovem! Procurando alguma coisa? Armas? Armaduras? Hm.. Uma espada, talvez... Não, não! Um arco! Sim, isso, eu tenho certeza que você procura um arco! Mas e se.. - O velho permaneceria um tempo raciocinando consigo mesmo, marchando em direção à seu armazém e perscrutando uma série de armamentos que detinha. Era um hábito do velho Halder imaginar o que seus clientes desejavam, mesmo sem que falassem à ele. Após um tempo em conflito consigo mesmo, o velho retornou ao balcão. - Jovem, você quer o quê mesmo? - O velho esboçou um sorriso carismático, coçando a parte de trás da cabeça. Avaliando James, Halder pôde atentar-se com a sua condição física, uma vez que Jimmy estava em sua cadeira de rodas. Longo alcance, presumiu.  

- Veja, jovem! Eu tenho armas incríveis para você! Por apenas TRINTA MIL BELLY CADA! UMA PECHINCHA! HAHAHAHAHA! - As gargalhadas do velho tomaram conta da área interna da loja em que se encontravam, com Halder esboçando um sorriso afável em seu rosto. Saindo do balcão, o velho foi em direção ao armazém, em uma porta de madeira adjacente à estrutura do balcão. Não demorou nem um minuto e trazia em seus braços um belíssimo arco, uma besta e um estilingue, com uma aljava em seu ombro. - Vamos, escolha uma e sinta o seu peso! Com os piratas que andam chegando aqui em Shells Town, é preciso de armas de qualidade como essas. - O vendedor sorriu, colocando às armas e a aljava em cima do balcão, para que James as escolhesse. - Cuidado para não me acertar, jovem! HAHAHAHA, você fez bem em vir primeiro na minha loja! Se fosse na loja daquele ladrão do Benjamin, ele iria te cobrar o dobro! - O vendedor esboçou uma feição de desdém ao mencionar Benjamin, o também comerciante de armas que possui uma loja em frente à dele. Mas durou um breve ínterim, retomando o sorriso afetuoso à James, esperando ouvir suas impressões sobre as armas.



Legenda:
 

Observações:
 

OFF:
 






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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyQui 08 Ago 2019, 17:28




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 2



Vendo então todas as facas no balcão, Mirutsu se impressiona com a qualidade das armas.

"Não esperava que por aqui vendessem essas armas de boa qualidade, mesmo que elas sejam bem simples como essas facas. E o mais incrível ainda é que a loja do outro lado também deve vender armas dessa qualidade, afinal, seria suicídio fazer comércio quando se tem um produto inferior ao do seu concorrente que fica bem do outro lado da rua."

Mirutsu nunca ousou roubar uma loja de armas, mas, ele sabia um pouco como funciona o comércio de forma geral.

"O preço não deve variar muito também. Tsc."

O rapaz coça o seu cabelo, indeciso. Após um tempo olhando para a o balcão e refletindo sobre sua compra, finalmente o rapaz se decide.

- Eu vou querer a faca bowie, por favor. - ele diz com um sorriso no rosto.

"Sempre bom começar pelas clássicas."

Mirutsu então irá tirar seu dinheiro do bolso de suas calças, e entregar o dinheiro (no caso os 50.000 bellies que ele tem) para o velho Benja. Apesar de achar caro, Mirutsu sabe que não é bom criar uma confusão agora, principalmente numa loja de armas e no dia em que está indo embora de Shells Town. Aquela patrulha de marinheiros alertou o rapaz, e por isso ele decidiu ser mais cauteloso. Nada de crimes naquele momento.

Após pagar o dinheiro para o velho Benja e receber a faca em mãos, Mirutsu iria guardar a faca em seu bolso, mas, não antes de contar o se dinheiro e ver se o velho não deu o troco a menos. Afinal, Mirutsu irá precisar de cada belly que sobrar.

Se o troco estiver correto, ou, seja na quantidade de 20.000 bellies, o rapaz perguntará para o velho:

- Fale-me um pouco sobre esses piratas que estão no porto. Você sabe de onde eles vieram ou o que eles estão fazendo aqui?

Se o velho Benja souber sobre os piratas e der alguma informação para Mirutsu, então o jovem dirá:

- Você sabe das coisas hein, velho. Foi bom negociar com você. - Mirutsu então acenaria com a cabeça, e darias as costas para ir embora do estabelecimento.

Caso o velho não soubesse de nada, o rapaz falaria:

- Como eu tinha imaginado. Mas, foi um bom negócio, velho. - Mirutsu então darias as costas e iria embora.

Na situação em que o velho desse o troco de maneira errada, o rapaz iria fazer uma expressão de fúria e gritaria com o velho:

- Ei velho, tá querendo me passar a perna!? Quero o meu dinheiro todo, agora! - e então estenderia a mão, para receber o restante do dinheiro que estivesse faltando, e iria embora sem falar nada, apenas com uma expressão de raiva no rosto.

Após sair da loja, Mirutsu irá ir direto ao porto, mas, dessa vez cautelosamente. Prestaria bastante atenção na movimentação da cidade, principalmente dos transeuntes que estariam indo em direção ao porto que nem ele. Diferentemente do comum, em que Mirutsu simplesmente ignoraria todos ao seu redor, nessa ocasião ele prestaria atenção caso alguém que estivesse indo em direção do porto falasse com ele.

Chegando lá, primeiramente ele analisaria a situação tentando se passar desapercebido, como uma pessoa comum andando por lá. É a primeira vez que Mirutsu irá lidar com piratas, ou seja, criminosos maiores, diferentemente dele que era um simples ladrão. O rapaz tentará não transparecer o seu nervosismo e manter-se calmo, caso algum deles tente algum tipo de diálogo ou aproximação com ele.

"O melhor pra se fazer lidando com piratas, é não deixar que eles saibam que você está com medo deles." - o rapaz pensaria.


HISTÓRICO:
 

LEGENDA:
 

OBJETIVOS:
 

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Última edição por Mirutsu em Ter 13 Ago 2019, 23:49, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptySab 10 Ago 2019, 11:19




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 2




Jimmy Fleetwood quase quis vomitar ao ouvir os comentários dos dois oficiais da marinha que passaram por ele. Já estava acostumado com esse tipo de coisa, então, não sofria mais tanto com essas situações do que um dia já sofreu. Apenas olharia para trás, carrancudo, e depois daria de ombros e seguiria seu caminho. No entanto, o irritante era saber que aquela situação perduraria com ele o resto do dia, como um lembrete de que seu papel na sociedade é ser a escória que serve de piada para idiotas como aqueles.

O dono da loja de armas, Halder, o havia recebido bem. Mas, Jimmy conhece o tipo, comerciantes fingem o considerar E o tratar como uma pessoa normal só para vender seus produtos a preços exorbitantes, contando com a gratidão de Jimmy pelo bom tratamento.  Mas ele não é um homem de se deixar enganar por sorrisos e abordagens calorosas.  Esperou que o velho o trouxesse os equipamentos em amostra: um arco, uma besta e um estilingue.

Não tomou mais que um olhar rápido para decidir que não era aquilo o que buscava.  

"Não... Não é isso que estou buscando, senhor. Me arruma algo que eu possa arremessar. Uma funda ou algo assim. É nisso que está minha força. " diria, educadamente, coçando o queixo.

Caso o senhor o trouxesse algum dos itens que pediu, lhe pagaria de bom grado, afinal era um preço justo, e sabia que não encontraria nada mais barato que não fosse de péssima qualidade. No caso de não ter nada do que pediu, tentaria barganhar pelo arco, afinal, não era seu pedido inicial.


"Olha, eu não sei bem se o que você tem se encaixa no meu perfil, mas eu levaria esse arco se me desse um desconto. Que tal 25 mil berries ao invés desses 30? Eu até te elogio pra os meus amigos depois. " mentiria. Jimmy não tem nenhum amigo desde o acidente que o deixou preso numa cadeira de rodas.

Se fosse irremediável o preço pela mercadoria, apenas pagaria pelo maldito arco, o colocaria preso pela corda num braço de sua cadeira, a aljava no outro e rolaria para fora da loja. Seu próximo objetivo era procurar o porto e encontrar uma forma de navegar até a próxima ilha. Observaria atentamente o movimento em seu caminho para qualquer informação ou acontecimento que lhe fosse útil.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptySab 10 Ago 2019, 20:45



Narração
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Mirutsu


O velho Benjamin expressou um sorriso fátuo em seu cenho, concordando com à escolha de Mirutsu. - Ótima escolha, garoto. Eu tinha certeza que você levaria ela. - Sibilou, referindo-se à Faca Bowie. O velho recolheu às outras armas dispostas no balcão, guardando-as na área de exposição de armamentos - abaixo do balcão. Entregando a faca à Mirutsu, Benjamin recolheria os cinquenta mil berries entregues à ele, encaminhando-se até o caixa. Chamuscando o seu usual charuto, Benjamin descontaria o valor da Faca Bowie, guardando-o dentro do caixa e devolvendo o restante à Mirutsu. Uma vez questionado sobre a estranha movimentação pirata na área portuária de Shells Town, o velho arqueou o mesófrio, baforando a fumaça de seu charuto. - Humpft! Piratas estranhos chegaram em Shells Town, ninguém sabe da onde vieram e nem o porquê deles estarem aqui.. - A expressão de Benjamin e a entonação de sua voz demonstravam cautela, causando a impressão de ser um bando que tinha uma certa infâmia.

As palavras de Benjamin estavam tornando-se cada vez mais em murmúrios circunspetos - Eles carregam a bandeira de um corvo de três olhos.. Pessoas começaram a desaparecer de uma hora para outra.. O Q.G da Marinha está em alerta máximo.. - A sensação passada pelo comerciante expressava um momento crítico para Shells Town, como uma sombra pairando sobre a ínsula. - O nome do capitão desse bando é... - E então o velho parou por um momento. Mantendo-se em silêncio, Benjamin desviou suas íris para à fachada de seu estabelecimento, atentando-se com uma figura farrusca aproximando-se, em uma marcha acelerada. A saliva desceu seca através da fauce de Benjamin, com pequenas gotículas de suor descendo na parte lateral de seu rosto. O assoalho rilhava à medida que os passos daquela figura tornavam-se mais acentuados, criando uma troca de olhares enérgica entre Benjamin e Mirutsu. E então a presença revelou-se, através de um forte empurrão na porta de entrada.

- VOVÔ!!!!!! - A pequena entrou com tudo dentro do estabelecimento de Benjamin - aos trancos e barrancos. O velho quase caiu para trás com o susto, engasgando-se com o seu charuto. Com uma expressão notória de alívio pela figura revelar-se ser sua neta, Benjamin limparia os resquícios de suor de seu rosto com às costas de sua mão, sentando-se em um banquinho de madeira para recuperar o fôlego. - Isso é tudo garoto, terminamos. Não vá se meter em confusões! Se quiser descobrir mais sobre esse assunto, tenho certeza que encontrará informações na Taverna do Chifrudo. - Benjamin encerrava às conversações, erguendo-se para ir de encontro com a sua neta.

Uma vez fora da loja de armas de Benjamin, Mirutsu observava que os transeuntes da área comercial de Shells Town não se aproximavam da zona portuária - exceto por poucos. Havia alguns navios ancorados, com homens trazendo e levando mercadorias - sob o olhar de uma patrulha de marinheiros. Os navios eram perscrutados pela Marinha, com uma dúzia de marinheiros realizando o trabalho de investigação. No entanto, nenhum dos navios carregavam a infame bandeira que Benjamin lhe contara - o corvo de três olhos. Aproximando-se da área portuária e do cais de Shells Town, um marinheiro marcharia de encontro com Mirutsu. - Aonde você está indo? É de alguma tripulação? Bom, não me importo. Estamos bloqueando a entrada do cais para à procura de certos piratas. Dê meia volta e volte mais tarde.   - O marinheiro estava com uma expressão carrancuda no rosto, com o seu rifle em mãos.

James

- Funda? Sim! HAHAHAHAHA, EU SABIA! Eu estava só te testando mostrando essas armas! Sempre soube que você se daria melhor com uma funda! - O velho gargalhou, esboçando um sorriso carismático em seu cenho. Mas na realidade, Halder não sabia de nada. Ele nunca sabia. O comerciante recolheu todas às armas e aljava que havia trazido à James, endireitando-se até o armazém, guardando-as. O velho retornava com uma funda nas mãos, em conjunto com uma sacolinha repleta de pedregulhos. - Aqui está, jovem. - O comerciante entregaria a funda e a sacola à James, recolhendo o pagamento pelos seu produto - trinta mil berries. - HAHAHAHAHA! Volte sempre! - O velho despedia-se, acenando à James enquanto o aleijado afastava-se do balcão em direção à saída do estabelecimento.

O tráfego de pessoas na área comercial de Shells Town estava intenso, inúmeras pessoas iam e vinham à procura de produtos e comerciantes. James dirigia-se para a área portuária da ínsula, notando que ela encontrava-se quase vazia, o que não é usual para uma ilha como Shells Town. A área portuária era bem próxima, James não encontrou problemas em marchar até ela, mesmo sem a referência de pessoas. Havia pouquíssimos navios atracados no cais, com a maioria sendo perscrutados por marinheiros, que reviravam caixotes e barris. O aleijado atentaria-se de antemão com a conversa de um soldado com um garoto na área que dá acesso ao cais. O garoto era Mirutsu.

Legenda:
 


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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyDom 11 Ago 2019, 16:38




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 3

Toda aquela movimentação no porto havia atiçado uma curiosidade maior no rapaz, que foi barrado pelo guarda da marinha. Era possível notar gotas de suor saindo da testa do rapaz, pois claro, o dia estava ensolarado e quente, mas, não foi o fator principal para o suor, e sim o seu nervosismo.

"Nunca ouvi falar nessa bandeira. Corvo de três olhos? Eu lembro de uma tripulação ter um corvo como símbolo ou algo assim, mas, tenho certeza que ele não possuía três olhos."

Mirutsu então ajeita suas grossas munhequeiras verdes e se dirige ao guarda, com uma expressão de espanto, tentando disfarçar juntamente com um sorriso. As palavras que saiam da boca de Mirutsu eram cheias de preocupação

- Quem são esses piratas? É algum bando conhecido de um outro blue?- Numa mistura de curiosidade e medo, o rapaz pergunta para o marinheiro, enquanto passa suas mãos suadas em sua camiseta.

"Só espero que esse marinheiro saiba de alguma coisa...o velho parecia saber de algo, mas, não me contou. Será que ele está com medo de vazar alguma informação sobre o bando?"

Enquanto pensa sobre, Mirutsu lembra-se de um detalhe importante. Ele então leva a mão sobre a testa, limpando o suor com a palma de suas mãos. E ele estava frio. Mirutsu então, redireciona sua atenção para o cais, como que num reflexo, como se fosse possível ele ver a imagem do navio dessa tripulação de piratas, sem nunca ter visto ele.

"Será que eles são da Grand Line? Não, não é possível. Por quê alguém da Grand Line viria para o East Blue, ainda mais para vir aqui nessa cidade tão afastada? Do jeito que o velho falou, eles possuem uma certa má fama. Merda."

Mirutsu então cruza os braços, e começa a bater o pé nervosamente no chão, esperando alguma resposta do marinheiro que está de guarda.

No caso em que o marinheiro se recusa a entregar a informação, Mirutsu tentaria insistir um pouco, inventando uma mentira.

- É que eu ia viajar sabe, e de repente não se pode mais transitar pelo porto.- então Mirutsu daria um sorriso e coçaria a cabeça, para se fazer de desentendido sobre a situação que estava ocorrendo.

"Eu definitivamente preciso de mais informações sobre isso. O máximo que eu puder."- pensaria o rapaz durante a pergunta feita.

Caso o marinheiro indagasse sobre essa viajem de Mirutsu, ele iria passar a mão sobre seus cabelos e falaria:

- Está tudo bem. Não precisa se preocupar, outro dia eu viajo. Afinal você apenas está fazendo seu trabalho.- daria as costas e sairia o mais rápido possível, afinal, ainda tinha mais um lugar onde poderia encontrar informações.

"O velho disse que na Taverna do Chifrudo eu teria mais informações sobre o bando. É para lá que eu vou."

Então, apressadamente Mirutsu iria em busca da Taverna do Chifrudo, em busca das informações sobre o bando.

Se por acaso o marinheiro, tirasse as dúvidas de Mirutsu sobre a tripulação que havia chegado, o rapaz iria fazer um agradecimento ao marinheiro.

- Valeu pelas informações, cara.- daria as costas e iria embora, rumo a Taverna do Chifrudo.

Caso Mirutsu notasse a presença do jovem cadeirante que estava atrás dele, Mirutsu ficaria um pouco confuso.

"O que um coitado desse está querendo fazer no cais?"- Mirutsu se pergunta. "De todo jeito, melhor avisar a ele o que tá acontecendo."

Mirutsu então, querendo demonstrar ser um cara legal, iria se aproximar do jovem cadeirante e falaria pra ele:

- Ei cara, o cais está fechado. Parece que tem alguns piratas andando por lá, e os marinheiros estão fazendo patrulha para impedir que nenhuma pessoa entre e acabe se encontrando com um deles. Ouvi falar que é um bando que possui uma bandeira de um corvo com três olhos. Sinistro não é?

Mirutsu então pararia e cruzaria os braços, esperando alguma resposta do cadeirante. Mirutsu nunca vira o rapaz, apesar de morar durante toda sua vida em Shells Town. Talvez porque fosse bastante distraído, e não tivesse notado o rapaz, ou talvez porque ele fosse novo na cidade mesmo.

Apesar do jovem que estava a sua frente ser cadeirante, Mirutsu não deixaria de notar a sua musculatura dos membros superiores do rapaz.

"Ele é bastante forte pra alguém que é deficiente físico. Será que ele pratica algum esporte ou algo assim?"






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Última edição por Mirutsu em Ter 13 Ago 2019, 23:49, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyDom 11 Ago 2019, 17:14




O Vagabundo e o Aleijado - Parte 3




O porto estava uma bagunça. Marinheiros por todo o lugar vigiando as atividades mercantis dos comerciantes de alto mar ali atracados, que passavam pra lá pra cá com caixas e sacas de diversas mercadorias, tudo sob o olho atento da marinha. Mais a frente, Jimmy notara um jovem esquisito tendo com um dos oficiais, então, o aleijado deteu sua trajetória pra prestar atenção na conversa dos dois. Algo sobre piratas e o porto estar bloqueado. Jimmy Fleetwood franziu a testa, aborrecido, e ficou por ali pensando no que seria o melhor a se fazer. Não poderia só voltar pra casa com o rabinho entre as pernas depois de sair assim.

Estaria perdido em seus pensamentos quando notasse a presença do rapaz de cabelo esquisito, que lhe falava qualquer coisa sobre um bando com uma bandeira representada em um corvo com três olhos. Também lhe diria que o cais estava fechado, mas Jimmy já sabia disso. Por alguns momentos o ignoraria, pensando em várias ramificações de ações a serem tomadas ali. Pensaria em voltar pra casa, talvez deixar essa fuga ousada pra um outro dia, ou ajudar seu pai com algum trabalho.

Então, lembrou dos momentos em que saiu de casa. Quando deixou pra trás um lar fétido e precário, onde sequer havia comida para a noite. Onde seu pai havia acordado cedo pela manhã para fazer qualquer que seja o humilhante serviço ao qual esteja acometido atualmente, só para colocar algum pão em seus estômagos. Lembrou do pequeno bilhete deixado para ele.

"Prometo que darei um jeito."

" O que mais você sabe sobre esse bando? Nós deveríamos buscar mais informação pela cidade. Você vem? " falaria, mais pra si mesmo do que para o rapaz, de braços cruzados a seu lado, sem sequer olhar pra ele. Os olhos azuis de Jimmy brilhariam em determinação enquanto fitava seu objetivo: o oceano adiante. Seguiria o jovem por enquanto, até ter mais ideias do que fazer.

O rapaz, pelo visto, tinha o mesmo objetivo de Jimmy: sair de Shells Town. Por enquanto, talvez sua ajuda fosse bem vinda, pensou o aleijado. Estenderia a mão para um aperto em direção ao jovem esquisito, fitando seus olhos.

"Me chamo Jimmy. Também quero zarpar daqui. Nós poderíamos nos ajudar por enquanto."



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MensagemAssunto: Re: O vagabundo e o aleijado   O vagabundo e o aleijado EmptyTer 13 Ago 2019, 20:24



Narração
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Todos

Com um cenho carrancudo, o marinheiro não estava com uma disposição para responder muitos questionamentos. Ademais, era necessário que ele continuasse com o seu trabalho de investigação o quanto antes. - Não é nenhum bando pirata específico, tá certo? Está tudo sob controle. Isso são apenas exercícios rotineiros. Agora já chega, volte depois! - O marinheiro não estava disposto a revelar mais informações, quase como se a Marinha quisesse abafar o incidente. Entretanto, para quem já detinha um conhecimento mínimo da história - como Mirutsu -, tornava-se notório o encobertamento de informações. Após despachar Mirutusu, o marinheiro retornaria para o seu posto, em conjunto com os outros soldados da marinha - já dispostos ali. Com ruas tão patrulhadas e uma presença cada vez mais assídua na área portuária de Shells Town, tornava-se claro que alguém ou algo estava dando dor de cabeça à Marinha.

De fato, a única conversa produtiva que ocorreu na área portuária de Shells Town até então, havia sido a conversa entre James e Mirutsu. Enfim, a díade havia se conhecido. Através de uma parceria para alavancar o objetivo de ambos, Mirutsu e James começariam a trabalhar em conjunto. De volta para a área comercial da ínsula sob o direcionamento de Mirutsu - único na dupla até então que tinha informações sobre a Taverna do Chifrudo -, a procura iniciou-se. Haviam inúmeras tavernas à vista, com um movimento constante, mas nenhuma tinha o nome que procuravam. O sol já estava forte, não era mais o clima agradável em que começaram a sua jornada. O movimento comercial também começava a diminuir-se, apesar de ainda permanecer uma presença considerável de transeuntes e mercadores pela área. Restava então uma única questão: Aonde fica a Taverna do Chifrudo?

Entretanto, se perscrutassem a área em que se encontravam, observando-a atentamente, tornava-se possível atentar-se com uma estranha movimentação em um beco específico - sujo e nada chamativo. Uma vez que se aproximassem, notariam inúmeros homens bêbados conversando, enquanto outros estariam desnorteados e desacordados pelo chão. Além disso, desde já seriam observados de cima à baixo pelos homens que encontravam-se naquele beco - piratas em sua maioria. James era o mais julgado pelos olhos daqueles homens. Obviamente, aquela não era uma das partes boas de Shells Town. No entanto, no final do beco, lá estava ele, um estabelecimento de dois andares e um letreiro bem chamativo - era a Taverna do Chifrudo. Já da área externa, era possível escutar uma enorme gritaria, em conjunto com gargalhadas e uma música alta.

Se entrassem, presenciariam às três fórmulas para se gerarem enormes confusões em bares: brigas, música e comida. A barulheira era intensa, oriunda da música e das conversas entre os frequentadores da taverna. O estabelecimento encontrava-se cheio e era possível notar que todos os homens presentes na Taverna do Chifrudo - em sua maioria -, utilizavam um capacete com chifres. Inclusive a funcionária que de antemão veio ao encontro da dupla para atendê-los. Aparentava ser uma mulher simpática, com um corpo bem constituído e madeixas loiras caídas em seu rosto. Apesar da notória confusão dentro da taverna, a administração parecia funcionando em perfeita harmonia. - Olá, posso ajudá-los? Sentem-se, temos uma mesa disponível para vocês. - - Sibilou, esboçando um sorriso simpático, corando suas bochechas. Com a dupla aceitando ou não, a atendente guiaria-os até a mesa disponível em que falava, sempre com o seu sorriso dócil no rosto. Durante o pequeno percurso, inúmeros ossos de galinha e de peixe voavam de um lado para o outro,  enquanto homens caíam de suas cadeiras - derrubados pelo álcool -, era uma enorme confusão. - Aqui é a mesa de vocês. O quê vocês vão pedir? - Ela sorriu, aguardando a resposta da díade com um bloco de anotações e uma caneta em mãos.
Legenda:
 

Considerações:
 


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