One Piece RPG
1º Capítulo - Adeus, Micqueot XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
InícioBuscarMembrosGruposRegistrar-seConectar-se
Últimos assuntos
» [MINI- Kiryu] Cumprindo uma promessa.
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Kiryu Hoje à(s) 21:17

» Capítulo I - Surgem os Eternos!
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Ripper Hoje à(s) 20:37

» Timbre Mudo
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Oni Hoje à(s) 20:20

» [MINI- Rmz'] Renegado
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Kylo Hoje à(s) 19:23

» ~ Mudanças Importantes ~
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor DEV.Ryan Hoje à(s) 18:28

» [MINI - Lily Ann] Rainha das Rosas
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Kylo Hoje à(s) 17:48

» Phantom Blood
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Johnny Bear Hoje à(s) 12:12

» [Kit - MINK (Dramatical Murders)]
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Blum Hoje à(s) 11:58

» [MINI-Amador Amoroso] NANANAAA
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Kylo Hoje à(s) 04:42

» Apresentação - 2: Falência ambígua
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor love.licia Hoje à(s) 02:21

» Fogo e Sangue
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Shroud Ontem à(s) 23:52

» [M.E.P] Rmz'
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Kylo Ontem à(s) 23:49

» Sem rumo definido
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor PepePepi Ontem à(s) 23:13

» Deus não me ama
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Mirutsu Ontem à(s) 20:46

» A justiça não é cega!
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 20:00

» Stage 1 - Uma nova vida
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Bijin Ontem à(s) 17:25

» ☆☆I'm a motherf#$%in' starboy!☆☆
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Wild Ragnar Ontem à(s) 15:31

» Cap. 1 - Abrindo caminho
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Bijin Ontem à(s) 14:34

» Sons of Vermillion's Blood: Gênesis
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor Hooligan Ontem à(s) 14:04

» 1° Versículo - Gadeus, os Ateus do Gadismo!
1º Capítulo - Adeus, Micqueot Emptypor yaTTo Ontem à(s) 07:50



------------
- NOSSO BANNER-

------------

Naruto AkatsukiPokémon Mythology RPG
Naruto RPG: Mundo Shinobi
Conheça o Fórum NSSantuário RPG
Erilea RegionRPG V Portugal
The Blood OlympusPercy Jackson RPG BR
A Song of Ice and FireSolo Leveling RPG

------------

:: Topsites Zonkos - [Zks] ::


Compartilhe
 

 1º Capítulo - Adeus, Micqueot

Ir em baixo 
AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 73
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 26
Localização : 1ª Rota - Karakui

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptyTer 30 Jul 2019, 23:12

1º Capítulo - Adeus, Micqueot

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Jeanne Freljord. A qual não possui narrador definido.


____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Olá Convidado, seja bem-vindo ao One Piece RPG.
Links para ajuda: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] | [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Chinatsu
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Chinatsu

Créditos : 8
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 10/12/2017
Idade : 19

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptyTer 17 Dez 2019, 08:21


O vento gélido batia contra meu rosto, como se fizesse esforço desmensurado a fim de mudar meu percurso: o acampamento do clã Freljord, ao norte de Micqueot. As botas negras que cobriam meus pés esburacavam a neve, de modo que até minhas pernas sentiam um pouco da friúra gerada pelos cristais de gelo. Até mesmo meu nariz rendeu-se àquele clima: outrora rosados, estavam agora levemente avermelhados, como se eu estivesse na iminência de espirrar. " Não.. Tenho que ver com meus próprios olhos. " Apesar das advertências dadas pelo clima, minha teimosia obrigou-me a ver com meus próprios olhos talvez o que se tornara meu pior pesadelo. Ao chegar, o acampamento dos Freljord estava às ruínas, destroçado pelo fogo. O que antes era um local vívido e intenso, tornara-se um lugar em que cinzas eram a única coisa reconhecível. Minhas pernas tremiam, e as mãos cobriam a boca, abafando o grito horrorizado que por pouco fora expelido pela minha boca. Lágrimas saíam de meus azulados olhos e, naquele instante, perecer devido ao frio não aparentava ser um final tão insatisfatório. Minha visão foi ficando cada vez mais turva, até que uma enorme escuridão apoderou-se de meu campo visual.  

— ?! Merda, parece que eu tive outro pesadelo. — diria, assim que despertasse do tormento psicológico, com um susto. Levaria a mão direita até o centro do peito, no local onde deveria estar o coração. Com a palma da mesma aberta, buscava sentir meus batimentos cardíacos. Aos poucos, eu tentaria tornar a minha respiração constante novamente. Até mesmo para uma pessoa naturalmente calma, a lembrança da perda de entes queridos era capaz de causar certo distúrbio emocional. — Não é como se eu pudesse ficar o dia todo aqui.. — Após cobrir um pequeno bocejo com a mão esquerda, eu me levantaria, vagarosamente, apoiando as mãos no chão. Sinceramente, eu não tinha a menor ideia de onde eu tinha dormido, mas acreditava ser na porção norte de Micqueot. Enfim em pé, alongaria o corpo. Tinha como finalidade relaxar um bocado os músculos, depois de uma péssima noite de sono. " É.. Vai ser um longo dia.. " Sem mais delongas, eu começaria a andar, tendo como o intuito chegar até alguma cidade ou, no pior dos casos, em um pequeno vilarejo.

Apesar de ter presenciado vinte e três invernos em Micqueot, não era como se eu fosse uma das mais capacitadas a andar pela ilha sozinha. Poucas foram as minhas oportunidades de estar em um meio coletivo que não fosse o meu próprio clã. Caso eu tivesse dificuldade - à princípio - para encontrar um caminho que me levasse a cidade, eu atentaria-me a placas ou sinalizações que me colocassem no trajeto desejado. Caso não encontrasse placas, eu apenas continuaria andando, ficando a mercê do destino e das minhas pernas. Mantendo-me atenta aos arredores, eu abordaria qualquer indivíduo que se pusesse em meu caminho, na esperança de obter alguma informação que me levasse a cidade. Apesar de algumas pessoas se sentirem acometidas na presença de um Freljord, eu não tamparia o símbolo dourado em minha touca, que representava minhas origens. — Como eu chego na cidade? — indagaria, em alto e bom som, a qualquer aventureiro que eu esbarrasse no trajeto. Agradeceria, realizando um quase imperceptível aceno com a mão direita. Apesar de eu não ver nenhum problema em roubar pessoas, eu não fazia questão de me apoderar de bens de transeuntes qualquer. Tanto pelo fato de estes provavelmente possuírem uma quantia módica de dinheiro quanto pelo fato de eu ter estar carregando aproximadamente dois milhões de berries comigo.

Tendo enfim chegado em alguma cidade, o primeiro estabelecimento que eu teria como destino seria talvez o mais óbvio: uma loja de armamentos. É difícil explicar, mas o fato de eu não portar comigo sequer um pequeno canivete me deixava um pouco aflita, como se alguma parte de meu corpo estivesse faltando. Andaria pela cidade apenas me atentando a placas e letreiros de lojas, indiferente a qualquer olhar curioso de desconhecidos. Perambularia pela cidade até encontrar o estabelecimento desejado e, assim que o fizesse, adentraria. — Machadinhas. Duas. E bainhas para que eu possa prendê-los da cintura. — Andando em direção ao indivíduo que mais aparentasse ser o responsável pela loja, eu pediria pelas armas, além de mostrar dois dedos para o vendedor de modo que ele não se esquecesse de quantas armas seriam compradas. Assim que ele trouxesse as armas, eu entregaria a quantia necessária de dinheiro para o vendedor. Passaria os dedos lentamente pelo fio da lâmina, examinando a arma sem que eu me ferisse de maneira tola. Realizaria alguns poucos golpes no ar, simplesmente testando-as. Fazia um bocado de tempo desde que eu empunhei um par de machadinhas pela última vez, e não posso negar que eu estava um tanto quanto ansiosa para testá-los. Todavia, tinha algo que eu gostaria de fazer antes. — Sabe se tem algum bar por aqui? — indagaria. Micqueot era conhecida como sendo a ilha do vinho e eu queria tirar minhas próprias conclusões, no fim das contas.



OFF:
 
Histórico:
 
Objetivos:
 
Thankz [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Falas
Pensamentos

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ainz
Narrador
Narrador
Ainz

Créditos : 6
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Data de inscrição : 10/11/2017

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySex 20 Dez 2019, 01:03


Narração





O inverno implacável de Micqueot assolava a ilha como de praxe, a neve caía vagarosamente sem cessar, criando tapetes brancos pelo chão e acumulando-se nos telhados e árvores. Jeanne acordou de um pesadelo aterrador, tateando o peito enquanto ofegava na tentativa de acalmar seus ânimos.

Ela bocejou antes de se levantar do colchão de penas, apoiando as mãos no chão para se erguer e alongando o corpo sem a mínima ideia de onde estava. Estava em uma cabana, um resquício do que já fora o grande clã Feljord, uma lembrança de seu passado triste e repleto de perdas e dor.

Ela deixou a cabana, levando consigo somente as roupas do corpo e um punhado de moedas, seu destino? Incerto. Ela vagou por alguns instantes antes de encontrar com um homem que puxava um trenó por cordas, com alguns sacos em cima da base de madeira do ‘veículo’. A jovem parou o senhor e lhe perguntou como chegava à cidade, ele arregalou os olhos ao ver a menina, temendo por sua vida à medida que dava passos para trás, com olhos fixos no símbolo estampado em seu capuz. — P-P-Para lá! — O homem apontou uma direção com seu indicador, sendo respondido com um singelo aceno da jovem que seguiu seu caminho sem incomodar o pobre homem, que suspirou de alivio podendo relaxar, pois ele conhecia a história dos Freljord. Todos conheciam.

A menina seguiu seu caminho pelo mar branco até que enfim chegou à cidade que procurava, e única daquela ilha. Aflita por não estar devidamente armada para se defender, Jeanne começou sua busca pela loja de armamentos, procurando entre placas e letreiros um indicativo de seu objetivo. Como era inverno, poucos se aventuravam no frio intenso e preferiam o conforto de suas casas, e também já era de tarde e a noite logo viria, e todos sabiam que a noite é escura e cheia de horrores. Mas, os poucos que cruzavam caminho com Jeanne olhavam com certo receio para o símbolo de seu clã, procurando manter distância da menina ao passo que seguiam rápido seus caminhos.

Ela enfim encontrou uma ferraria a moda antiga, de aparência rústica, e ouviu o ranger da porta ao empurrá-la para entrar no estabelecimento. Um homem se virou para encarar a garota ao ser avisado pelo ruído da madeira, avaliando sua potencial cliente. A Freljord fez suas exigências, curta e direta, sem rodeios na fala.

O homem ouviu o pedido, bufou — não de raiva, algo natural — e buscou dentro de um barril cheio de armas pelo pedido da jovem, puxando dois machados de uma mão, assim como ela pedira. Ele andou até o balcão, jogou as armas ali e abaixou-se atrás a placa de madeira para pegar algo, que revelou ser um cinto com dois círculos metálicos que serviriam de encaixe para os machados, jogando-o junto das peças de ferro. —  São 60.000. — Ele indagou, sério.

Jeanne puxou de seus pertences a quantia em dinheiro e depositou no balcão, pegando suas armas e conferindo a afiação das lâminas antes de arriscar alguns golpes no ar enquanto o homem conferia o dinheiro. — Tudo certo, boa viagem... Freljord. — O nome parecia perseguir a garota, e antes que ela se despedisse, perguntou por um bar próximo às redondezas. — Siga direto naquela direção, vire na terceira rua e ande mais três casas, vai ver um letreiro sugestivo. — O homem apontou para indicar a direção de qual falava.


Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Chinatsu
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Chinatsu

Créditos : 8
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 10/12/2017
Idade : 19

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySeg 23 Dez 2019, 02:28


Apanhei o cinto de armamentos e o coloquei na cintura. Remexi-o um pouco de um lado a outro tentando encontrar a posição que mais me agradava, e acabou sendo aquela onde as armas se encontrariam um pouco a frente de meus quadris, de modo a aparentar - pelo menos para mim - que eu não teria grandes dificuldades para sacá-las em um combate. Lentamente, coloquei as machadinhas dentro dos lugares destinados a mesma e, enfim, tornei a fazer meu caminho em direção à saída do estabelecimento. — Hm..Certo.. E é Jeanne, Jeanne Freljord! Lembre-se desse nome. — diria, abrindo a porta surrada da ferraria e fazendo meu caminho para fora da mesma.

Conforme fazia meu caminho ao longo da direção indicada pelo ferreiro, não pude deixar de me agarrar a minhas vestes e trazê-las para perto do corpo a fim de me aquecer. Apesar de não dispor de um espelho, eu tinha quase certeza de que meu nariz já estava vermelho, fruto do frio que me deixava com vontade de espirrar. Apesar de eu preferir infinitas vezes viver em um ambiente frio do que em um quente, eu tinha lá minhas dúvidas se era saudável ficar exposta em um frio daqueles por um período prolongado. Pisando agressivamente sob a neve abaixo de meus pés, eu apressaria os passos. Afinal, a ideia de ser morta congelada não me parecia ser um fim grandioso para uma Freljord.

" Deve ser por aqui.." Três ruas e três casas depois, estaria de frente ao o que eu imaginava ser o bar. Direcionaria meu olhar ao letreiro a fim de confirmar se aquele era mesmo o lugar e, caso o fosse, eu adentraria sem pensar duas vezes. — Não se preocupem, cagões. Eu só vim beber alguma coisa. — falaria, com um sorriso irônico expresso na face, caso alguns dos presentes no local me olhassem com desdém. Se nenhum dos indivíduos no local se ofendesse com as minhas falas, eu sentaria de frente a uma mesa qualquer, indiferente ao fato de outras pessoas já terem se apossado da mesma ou não. — Um copo grande da melhor bebida quente que você tiver. E pra agora! — diria, em alto e bom som, apesar de não deixar que eu perdesse a compostura a em minha voz. Assim que a bebida chegasse, aproximaria o copo do nariz e cheiraria o conteúdo do mesmo, balançando-o próximo ao meu rosto. Não era como se eu fosse paranoica quanto a comer fora de casa, mas era sempre bom ter um pouco de precaução a mais quando se estava na " toca do inimigo ".

Não havendo nada de errado com a minha bebida, eu a aproximaria dos lábios e a tomaria em poucas goladas, ingerindo o líquido como se fosse um animal insaciável. Terminando-a, bateria com o copo sobre a mesa e daria um sorriso em direção ao responsável pelo estabelecimento. — Bem, a bebida é realmente muito boa. Só que falta uma coisa. Que porra de bar é esse onde sangue não cobre as mesas? — falaria, passando os dedos da mão direita lentamente sobre a cunha da minha machadinha. — Quem está afim de um combate, sem regras, onde o primeiro a ter um pouco de sangue derramado paga toda a bebida do perdedor? Vamos nos divertir um pouco, senhores! — falaria, apontando com o indicador da mão direita para o teto do bar. Apesar de ser uma péssima atriz, eu buscaria ao menos fingir um pouco de embriaguez, na esperança de motivar alguns tolos a se aventurarem em um combate comigo. Afinal, bebida grátis era uma recompensa bastante atrativa. Talvez a tola, no fim das contas, viesse a ser eu, mas isso era impossível dizer. Afinal, que mal um pouco de diversão poderia trazer?



Off:
 
Histórico:
 
Objetivos:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Falas
Pensamentos

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ainz
Narrador
Narrador
Ainz

Créditos : 6
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Data de inscrição : 10/11/2017

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySab 28 Dez 2019, 12:03


Narração





Jeanne conseguiu adentrar o bar, lendo o letreiro “Taverna Toca do Coelho” antes de passar pelas portinholas. Ela foi imediatamente recebida por olhares afiados, de um público que não gostava de “visitantes” em seu habitat natural. Imediatamente a Freljord vociferou sua bravata. E todos riram.

HAHAHA! — A comunhão de risadas instaurou-se na taverna, e outra voz disse — Ouviram isso? A mocinha nos chamou de cagões! HAHAHA! — e mais risadas vieram depois da frase. Todas as mesas estavam ocupadas, afinal o horário era propício para os homens da cidade virem encher a cara, apenas os assentos do balcão estava livre, e lá Jeanne se sentou.

Ela gritou por uma bebida, exigindo qualidade. O vendedor riu, foi até sua prateleira e escolheu a dedo uma garrafa de Whisky, retornou e a pousou na mesa com um estrondo que parecia que iria quebrar a garrafa. — 60.000, a garrafa. — Ele riu, servindo um copo para Jeanne, que fez seus ritos de precaução para não ser envenenada.

Ela virou o copo e bateu-o na mesa, gritando outra vez, desafiando qualquer um que estivesse apto a um combate sem regras. — Ouviram? S-e-m r-e-g-r-a-s. — Um deles disse, enquanto os outros riam baixo. Como se fosse coreografado, inúmeros homens ali puxaram simultaneamente seus revólveres e rifles e apontaram para Jeanne. — Aqui está seu combate sem regras, é pegar ou largar. — As risadas eram constantes, ainda que em menor tom. O dono do bar e balconista já havia se afastado a essa altura, acostumado com o clima hostil dentro do próprio bar, evitando ser pego no fogo cruzado — como já deve ter acontecido.


Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Chinatsu
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Chinatsu

Créditos : 8
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 10/12/2017
Idade : 19

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptyTer 31 Dez 2019, 11:06


Tenho certeza de não estar embriagada o suficiente a ponto do álcool que corria em minhas veias poder ser utilizado como justificativa de uma investida suicida. Ainda assim, eu me sentia completamente tentada a sair atacando todos os desgraçados presentes no bar, apesar dos motivos para tal ainda não estarem completamente nítidos em minha mente. Talvez por terem zombado de mim em suas falas e risadas? Ou, quem sabe, pela audácia de terem sacado suas armas? Não importava, no fim das contas. Eu estava com ódio verdadeiro daqueles filhos da puta. Minha raiva era tanta que a dificuldade de manter a fúria controlada era assinalada pelo movimento que eu tornaria a realizar com a perna direita, estando eu ainda sentada sobre um dos assentos do balcão. A atitude irritante e quase constante de movê-la para cima e para baixo apenas indicava minha inquietude perante a situação. " Hehe.. Esses desgraçados de merda... Eles realmente acham que eu vou dar para atrás?  " Sinceramente, morrer em um tiroteio em um bar, tendo sido capaz de levar alguns desgraçados comigo, soava um fim bem mais interessante para uma Freljord. — Que porra de pessimismo é esse? Vai dar tudo certo, heh. Tenho certeza de que os deuses estão comigo. — sussurraria, tentando manter a calma. Apesar das minhas dúvidas sobre a loucura que eu estava prestes a realizar, eu estava realmente curiosa para ver o desfecho.

Infelizmente, eu não podia me dar ao luxo de agir de maneira tola, pelo menos não em níveis bastante elevados. — Hahaha...Acham mesmo que eu sou idiota o bastante para entrar em um combate com vários homens armados? — Deixando um sorriso de canto de boca à mostra, eu lentamente viraria a cabeça, olhando por cima dos ombros tanto esquerdo quanto direito. " Vejamos quantos estão armados.. " Como eu estava prestes a entrar em combate, era no mínimo válido eu ter uma noção de quantos inimigos eu estaria enfrentando. Sentia que meu coração batia aceleradamente sobre meu peito. Qualquer palavra ou gesto errado podia resultar em uma chuva de balas vindo em minha direção antes que eu pudesse sequer atacar. Caso isso viesse a acontecer, eu me levantaria rapidamente do assento em que eu me encontrava, realizando um impulso com a ponta dos pés e apoiando as mãos sobre o balcão. Indiferente a me ferir ou não com algum caco de vidro (afinal, seria o menor dos meus problemas), eu realizaria um rolamento sobre o guichê, de modo que eu caísse do outro lado do balcão e ficasse " segura " dos tiros, ao menos por enquanto.      

Caso os homens não demonstrassem indícios de serem eles os responsáveis pela realização do primeiro ataque, eu me manteria inerte na cadeira por mais alguns instantes, tentando apanhar o máximo de coragem a fim de realizar a idiotice ofensiva. Daria um longo suspiro e, sem aviso prévio aparente, levantaria-me de maneira ligeira, deslizando as nádegas pelo assento e realizando um rodopio de cento e oitenta graus (180 º), irrompendo em uma corrida em direção a mesa de inimigos mais próxima. Avançaria realizando pequenos saltos de um lado a outro, caso armas fossem apontadas em minha direção antes que eu fosse capaz de me aproximar por completo. Paralelamente a isso, colocaria as mãos no cinto e sacaria ambas as machadinhas, portando-as com as mãos ligeiramente atrás do corpo enquanto permaneceria correndo.

Acho que no fim das contas eu tinha uma vantagem, se eu levasse em conta o fato de eu poder ferir qualquer um sendo que os outros tinham que se atentar a acertar somente a mim, ou pelo menos é o que eu espero. Cogitando isso, assim que eu me aproximasse da mesa mais achegada — torcendo para que eu não tivesse levado um único tiro até então — eu colocaria o meu " mirabolante " plano em prática: realizaria sucessivos cortes lestos com ambas machadinhas, priorizando a neutralização do maior número de inimigos em um menor intervalo de tempo. Se o inimigo tentasse proteger o torso, eu realizaria um corte em horizontal com as machadinhas, estando uma paralela a outra, de modo que eu teria como foco atingir o pescoço. No caso do inimigo proteger a cabeça, eu optaria por mirar em seu abdome, tentando acertar a barriga do mesmo utilizando ambas as machadinhas em diagonal, realizando um corte em " X ". Em ambos os casos eu esforçaria-me para que o golpe fosse o mais forte possível. Afinal, eu tenho certeza que aqueles homens também me matariam se tivessem a oportunidade. De maneira geral, essa seria a ofensiva adotada por mim enquanto o combate perdurasse. Apesar de eu desejar extrair a força máxima de meus ataques, é válido mencionar que eu não direcionaria toda a minha atenção para a ofensiva, pois eu tinha que permanecer atenta a tudo que acontecia a meu redor. Por isso, enquanto realizaria os ataques, eu constantemente desviaria o olhar para os lados, vez ou outra até olhando por cima dos ombros. Não era a melhor táctica, eu admito, mas era necessário.

Todavia, mesmo uma bárbara como eu sabia que atacar incessantemente não garantia a vitória e, de modo a assegurar que meu coração se mantivesse batendo em meu peito, eu tinha que me defender de eventuais ataques. Em relação aos inimigos que estavam a meu alcance — aqueles que eu já tinha "avançado" até a mesa onde se encontravam — era..hm.." menos difícil " de se lidar. No instante em que um destes apontasse a arma em minha direção, eu mudaria a direção da mira com o braço mais próximo da arma, afastando-a para longe ou do corpo ou, na pior das hipóteses, mudando-a para uma região não-fatal de meu corpo. Com a mão livre, aquela mais distante do inimigo, eu realizaria um corte em vertical na dobra de seu braço, na região oposta ao cotovelo, tentando desmembrá-lo. Tratando-se dos inimigos a distância, a situação era um pouco mais complicada. Eu não podia simplesmente tacar meu machado pois eu reconhecia o quão inútil seria essa ação, além do fato de que eu perderia uma de minhas preciosas armas. Entretanto, eu apenas me daria ao trabalho de lidar com os inimigos distantes caso houvessem poucos oponentes próximos a mim restantes. Em outras situações, bem, eu apenas torceria para a que a bala atingisse um de seus aliados ou até mesmo um pobre civil. Minha defesa se basearia no seguinte: caso eu notasse que um dos inimigos afastados estava prestes a me atingir, eu buscaria abater o inimigo mais próximo (das formas anteriormente mencionadas) e, antes que o corpo caísse no chão, seguraria-o por debaixo de ambos os braços com as mãos abertas, pressionando tanto as machadinhas quanto alguns dedos contra suas axilas. Giraria tanto meu corpo quanto o do homem, erguendo-o no ar e colocando-o no trajeto da bala. Minha intenção seria, portanto, criar um escudo-humano.

E caso eu quisesse me aproximar de outros oponentes? Afinal, após ter atacado a primeira " mesa " de inimigos, eu teria que me deslocar a outra, que poderia estar longe ou não. Contava com o ambiente a meu redor para me auxiliar nessa necessidade, dependendo do que eu tinha a disposição: derrubaria mesas e, inclinando o corpo para frente a fim de ficar fora da linha de tiro, arrastaria-a pelo bar a fim de me aproximar de outros inimigos. Apesar de eu saber que a bala podia atravessar a mesa, pelo menos acredito que se tornava ligeiramente mais difícil. Seria como...hm...criar uma " trincheira móvel", eu acho. Eu ainda esperava contar com a sorte de que algum desaportunado, tentando escapar do bar, levasse um tiro em meu lugar. — Era isso, porra! Era isso que faltava nesse bar!



OFF:
 
Histórico:
 
Objetivos:
 
Thankz [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Falas
Pensamentos

Voltar ao Topo Ir em baixo
Ainz
Narrador
Narrador
Ainz

Créditos : 6
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Data de inscrição : 10/11/2017

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySeg 06 Jan 2020, 13:55


Narração


A expressão aparentemente animada de Jeanne, ansiando por um combate, mudou rapidamente para uma feição tomada de raiva e descontrolada, aparentemente levando as frases dos beberrões como insultos a sua pessoa.

O clima esquentava rapidamente no bar, no sentido figurado, uma vez que o frio ainda perpetuava-se como um todo naquela temporada de inverno intensa. Jeanne olhava sob seus ombros e contava o número de inimigos que portavam armas: um... dois... três... quatro[...]dez...

Eram tantos que podia perder-se na conta. Realmente, não seria uma boa ideia arrumar confusão ali, ainda mais sendo uma pessoa claramente pouco querida por aquelas bandas. Mas a Freljord decidiu encarar, mesmo contra todas as chances, rodopiou no banquinho e partiu com tudo na direção da primeira mesa que avistou, a pouco mais de três metros de sua posição inicial.

Sua investida foi fugaz, mas não tanto, a saraivada de balas iniciou e rapidamente um tiro penetrou a coxa da bárbara enquanto os demais tiros passavam em vão. O sangue escorreu pela perna da mulher, que grunhiu involuntariamente e continuou sua investida assim mesmo, um ou dois movimentos foram tudo que ela pôde fazer mediante a situação.

Seus machados se moveram e atingiram um pobre coitado que estava mais próximo, cortando-o no peito e o jogando no chão com as mãos tentando tampar o ferimento. — AAAA! — ele gritou, mas a vingança veio logo em seguida e outros dois tiros atingiram a mulher de machados, em meio a tantos outros que passaram em vão ou foram defendidos ocasionalmente.

Um penetrou seu ombro direito e o outro sua outra perna, lançando-a no chão de imediato com ferimentos que não podiam ser ignorados. Quando a mulher caiu, todos pararam de atirar. — Últimas palavras?! — Um homem se aproximou, apontando o revólver para a cabeça da mulher.

Parecia seu fim ali, não podia se mover direito e revidar estava fora de cogitação. Nenhuma pessoa normal resistiria tanto tempo com os sangramentos que tinha.

Abaixe a arma, Tom. — Uma voz veio da porta, um homem com trajes da marinha e um sobretudo que o protegia do frio. — T-Tenente?! — O homem que antes apontava a arma para Jeanne agora recuava e a guardava imediatamente.

Posso saber o que houve aqui? Todos enlouqueceram por acaso? — O tenente exigia uma explicação. O sobretudo cobria quase todo seu corpo, não dando chances de ver se estava ou não armado. Era a chance que Jeanne tinha de se salvar.


Histórico:
 

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.][Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Chinatsu
Caçador de Recompensas
Caçador de Recompensas
Chinatsu

Créditos : 8
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 10/12/2017
Idade : 19

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySex 10 Jan 2020, 01:30


Ca...Cacete... — Acredito que uma pessoa normal, em uma situação tão angustiante quanto a que eu me encontrava, ficaria agoniada por estar face a face com a morte. O meu caso era diferente: minha angústia, em grande parte, se devia a incompetência de ter sido capaz de ferir apenas um mísero inimigo. Meu corpo sequer havia se aquecido o suficiente de modo que a dor dos ferimentos ocasionados pelas balas me atingiram em cheio. E eu posso garantir que aqueles malditos projéteis realmente doem. " É..talvez eu tenha feito merda.. "

A essa altura, eu já me encontrava caída no chão, deitada. Mordia o lábio com força, forçando-me a não gritar de dor e tentando não deixar meu medo transparecer. Se aquele desagradável bar iria de fato cumprir o papel de meu leito de morte, eu queria ao menos não demonstrar fraqueza durante tal. As machadinhas já não se encontravam mais em minhas mãos, pois eu as havia largado em algum momento enquanto caía. O som das armas indo de encontro ao chão era tão desagradável quanto o de minha própria queda. Soava vergonhoso largar as armas e desistir do combate, mas apesar de minha mente e alma ainda ansiarem por ação, o oposto podia ser dito de meu corpo. Tentava cobrir o ombro direito com a palma da mão esquerda, a fim de tentar amenizar qualquer sangramento. Um dos agressores se aproximou, apontando a arma em direção a minha cabeça. Mantive o olhar fixo em seus olhos e, apesar da garganta estar seca e o fato de meu coração estar saltitando no peito, procurei manter a calma. — Últimas palavras? Sim... Eu..eu me arrependo... — Comecei, em um tom de voz ligeiramente mais baixo, desviando o olhar e fingindo um semblante de " coitadinha ". — Me arrependo de não ter matado todos vocês! Vamos logo com isso, porra!

Abaixe a arma, Tom. — Virei lentamente tanto o corpo quanto a cabeça de forma a poder ver quem era o homem que adentrara o bar. Trajava vestes da marinha e, assim que as vi, notei que seria mais agradável levar um tiro de misericórdia do que ter que lidar com um homem daqueles. " Tsc, estava demorando para esses desgraçados aparecerem... " Eu tenho lá meus motivos para odiar a Marinha, mas não vou entrar nesse âmbito. Algo me dizia que Tom — o homem que apontava a arma para mim — ou respeitava o tenente ou o temia, pela forma apressada com a qual retrocedeu assim que lhe ordenaram. — O que houve? Não ia me matar? — sorri, tornando a fitar novamente Tom, enquanto inclinava o corpo para frente com dificuldade a fim de sentar-me. Talvez não fosse tão inteligente caçoar da situação. Afinal, ainda havia um marinheiro no local e eu tinha certeza de que aqueles homens que estavam atirando em mim não eram muito propensos a me acobertar. — Posso saber o que houve aqui? Todos enlouqueceram por acaso?

Estávamos apenas nos divertindo um pouco. Mas você chegou na hora certa, né?  " Heh, vocês sempre chegam. " — comecei, direcionando o olhar para o tenente por alguns poucos segundos. Feito isso, atentar-me-ia ao chão próximo a mim, na esperança de saber a localização exata de minhas machadinhas. — Não, eu não pretendo atacar vocês. Só quero recolher minhas armas. — Arrastando o corpo pelo chão caso fosse necessário (apoiando o braço esquerdo no chão e dando " impulso " com a perna que aparentasse estar menos machucada), eu pegaria as machadinhas e as colocaria lentamente na bainha. A dor dos meus ferimentos me recordava que eu necessitava de assistência médica o quanto antes. — Argh.. Foi tudo bastante divertido e tal mas acho que eu preciso cuidar dessas coisinhas. — Com dificuldade, levantei-me. Algumas caretas de dor surgiam em meu rosto, até que eu me levantasse. Colocaria a maior parte do peso de meu corpo sobre a perna esquerda, mesmo que essa também estivesse machucada. — Ah, sim. Eu já ia esquecendo. — Revirei as vestes e, de um saco surrado, retirei 120.000 berries. Com a mão esquerda, taquei as notas de dinheiro e algumas moedas aos pés de Tom. — Hmpf, aí está o pagamento pela porra da minha bebida. Compra alguma coisa para você, também, já que eu " perdi " a aposta e você parece meio tenso. E, se permitem, eu também vou pegar o que resta da minha bebida. — Como eu havia bebido um único copo, eu esperava que houvesse whisky restante na garrafa. Caso ninguém impedisse meu avanço, eu iria em direção a bancada mancando, tendo como único objetivo pegar a bebida. Sinceramente, eu queria poder ter álcool a minha disposição quando estivesse tratando meus ferimentos.

Então, " senhor " tenente... — com uma ligeira ironia e voz alta, deixei escapar um sorriso de canto de boca sem querer. — Eu tenho que.. Merda....Resolver alguns assuntos. — Infelizmente eu não estava em condições perfeitas tanto para fugir quanto para lutar e, com isso em mente, o diálogo " civilizado " era a minha opção mais favorável. Caso o homem permitisse a minha passagem, eu sairia do estabelecimento mancando apressadamente. Apesar do medo de não encontrar um médico a tempo, meu orgulho era tanto que eu sequer perguntara aos presentes onde havia o clínico mais próximo. Com a garrafa de whisky na mão direita enquanto a outra seria usada para me apoiar em possíveis objetos, eu manteria o olhar atento a letreiros que indicassem a presença de um médico. Caso encontrasse, adentraria e, antes que avistasse o primeiro ser vivo, retiraria a touca com o símbolo dos Freljord. Eu sei que os médicos costumam ter um " senso de dever ", mas não custava nada me prevenir. — Alguém aqui? Preciso que alguém me costure!

Havia, porém, a possibilidade do tenente impedir minha saída, o que eu acreditava ser bem mais provável, considerando a talentosa capacidade de integrantes da Marinha serem inconvenientes. — Heh, mas é claro... O que você quer, agora? Se for qualquer assunto mal resolvido, podemos esclarecer logo. Como pode ver, eu tenho bastante tempo livre. — Puxaria uma cadeira para perto e, desmoronando o corpo sobre a mesa, convidaria o tenente para se sentar junto a mim. — Um pouco de whisky? Certo.. Eu começo. Sou Jeanne Frel.. Jeanne Freljord. E você, quem é? — quase como se estivesse lidando com uma criança, eu esperaria pelas falas do homem. Aproveitaria a situação para ver se eu notava algum movimento irregular abaixo de seu sobretudo, a fim de descobrir se o homem estava ou não armado.




Histórico:
 
Objetivos:
 
Thankz [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

____________________________________________________

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

Falas
Pensamentos

Voltar ao Topo Ir em baixo
Oni
Membro
Membro
Oni

Créditos : 10
Warn : 1º Capítulo - Adeus, Micqueot 10010
Masculino Data de inscrição : 19/01/2013
Idade : 22
Localização : Bahia império nagô

1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot EmptySeg 27 Jan 2020, 15:23

''Vermes.''
 




— Últimas palavras? Sim... Eu..eu me arrependo...

Um sorriso doentio de prazer surgia no rosto de Tom, satisfeito por ter subjugado a bárbara. O cano da arma já estava descendo quando veio a continuação. — Me arrependo de não ter matado todos vocês! Vamos logo com isso, porra!

A expressão de Tom se transformou em raiva e a arma voltou a subir instantaneamente.

— Abaixe a arma, Tom. - A porta da Toca do Coelho rangia e um marinheiro a adentrava. Todos os olhares eram fisgados pelas vestimentas da marinha do Tenente, inclusive o de Tom, que já abaixava a arma novamente. — O que houve? Não ia me matar?

— Posso saber o que houve aqui? Todos enlouqueceram por acaso? - Continuou o tenente em tom de desaprovação.

Durante alguns instantes todos no bar ficaram em silêncio. Um por um os homens se entreolhavam, sem saber ao certo o que fazer. Tom estava estático. Quebrando o silêncio, a aspirante a pirata ironizou:

— Estávamos apenas nos divertindo um pouco. Mas você chegou na hora certa, né? - Todos os homens no bar continuaram se entreolhando, em posição de sair correndo. Nenhum deles queria encrenca com a marinha. O atendente do bar tinha a mão presa dentro de um copo que estava enxugando, imóvel. O vento frio entrou por uma das janelas e vibrou. Em algum lugar longe da vista de Jeanne uma risada abafada soou.

- Entende, Tenente Gabriel? - Começou Tom. - É disso que eu estou falando. Veja as roupas dela! A desgraçada é dos Freljord!!

A expressão séria e incompossível do Tentente Gabriel se desfez e ele arqueou a coluna pra frente, tomando um susto.

- Oh meu Deus! - Explodiu com uma expressão que agora era séria e incrédula. - Eu quase cometi um erro absurdo. Obrigado, Tom. Pode continuar. - Deu meia volta abriu a porta para ir embora. - Um instante. - Disse e a porta parou. Virou apenas metade do pescoço e prosseguiu a frase de lado. - Me perdoe pelos inconvenientes, Tom. Eu não sabia que a desgraçada era parte dos vermes. - E foi embora resmungando. - Ora bolas uma frejlord quem diria que....

Foi um longo minuto de silêncio após a saída do Tenente Gabriel, que foi sucedido por uma explosão de gargalhadas. Os homens riam com os pescoços jogados para trás e as mandíbulas escancaradas. Seguiram se entreolhando, um percebendo a risada do outro. O atendente permanecia com o rosto sério e preocupado. Algo estava por vir.

- Bom... Você já me disse seus arrependimentos... Vamos para a parte final. - Apontou a arma na direção do rosto dela, e conforme seu dedo indicador se enroscava afundando-se no vazio circular do gatilho, um enorme tacape pressionava seu rosto.

Tom foi arremessado dois metros e se arrastou mais alguns quatro pelo chão. O atendente, que estava na rota de Tom, apenas levantou uma mesa que seria atingida pelo mesmo, a fim de preservar o ambiente, e a pôs novamente no lugar quando o corpo de Tom passou.

- HAHAHAHAHA! - Uma mulher de cabelo cinzento gargalhava. - O que me diz de você aceitar meu desafio, Jeanne?! - A moça possuía vestes leves, quase como se estivesse em uma ilha de verão, e um olhar que brilhava com seja lá qual for a cor do poder. Bem, naquele caso, azuis eram as cores de seus olhos. - Se você conseguir derrotar mais um desses paspalhos, eu obrigo os outros a pagar a conta e faço meu escravo cuidar dos seus ferimentos de graça. O que me diz? - Com um sorriso irônico no rosto a mulher encarou todos os homens, apontando com a sua clava um por um. - Algum homem de verdade para desafiá-la? Não com armas de fogo desta vez... Uma arma de verdade... - Os homens se sentiam envergonhados, tentando manter a própria dignidade após Tom cair no chão. Um deles, mais irascível, prostrou-se à frente com uma espada em mãos. - Veja este, Jeanne... Vai ser fichinha...

Um homem que parecia ser companheiro da mulher portando a clava se aproximou com passos discretos de Jeanne. - Se quiser batalhar, eu tenho algo que vai te fazer esquecer a dor dos seus ferimentos e batalhar normalmente durante algum tempo... Mas talvez seus ferimentos piorem... - falou em um tom de voz subserviente. Possuía um cabelo azul claro e espetado para cima. Em sua testa, uma bandana com desenhos tribais revelavam que ele deveria ser de algum clã antigo também. Em suas costas levava uma mochila e um snowboard.

O homem da espada encarava Jeanne. Ele parecia um habitante médio de Micqueot, com suas roupas de frio (exceto o casaco pendurado) e sem nada que chamasse muita atenção em sua aparência. Pele clara e cabelo escuro cortado baixo. O que verdadeiramente chamava sua atenção era sua lâmina que não fora limpa corretamente de seja lá qual foi sua última matança.




Mulher da Clava:
 

Médico de Snowboard:
 

Histórico:
 

____________________________________________________

''.....''

- Cindy Vallar  

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]

GUAP:
 

Ser Staffer:
 


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Voltar ao Topo Ir em baixo
Conteúdo patrocinado




1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty
MensagemAssunto: Re: 1º Capítulo - Adeus, Micqueot   1º Capítulo - Adeus, Micqueot Empty

Voltar ao Topo Ir em baixo
 
1º Capítulo - Adeus, Micqueot
Voltar ao Topo 
Página 1 de 1

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
One Piece RPG :: Oceanos :: North Blue :: Budou Island-
Ir para: