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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apenas UMA Aventura

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MensagemAssunto: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySex 26 Jul 2019, 18:31

Apenas UMA Aventura

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Song jun Wang, Hakuho e Glitzky Platzken. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySab 27 Jul 2019, 21:42

New day


Song pisava pela primeira vez em uma ilha diferente da que havia crescido, surpreendentemente sentia certo conforto nisso, talvez pela sensação de uma eminente aventura, talvez pelo fato de finalmente sair pro mundo, não saberia dizer, mas seja lá o que fosse, era uma boa sensação. Daria alguns passos adiante, até lhe acometer algo que apenas agora, já em outra ilha, tomava ciência. "É… Eu deveria ter trazido alguma katana comigo. Hehe..he." Olharia ao redor buscando por seu companheiro então, faria lhe uma pergunta que já tinha quase certeza da resposta. -Haku, você assim… Por um acaso… Não teria trazido uma katana com você né?- A resposta seria muito provavelmente seria negativa como havia imaginado, portanto, já tinha um objetivo em mente nesta sua nova jornada, mas não se preocuparia com isto por agora, pois ainda estava maravilhado com os ares de uma nova cidade.

-Diz aí grandão, já tinha vindo aqui antes? O ar parece mais sujo do que na floresta, mas pelo menos dá pra ver mais gente do que… Bem, seu pai e sua mãe.

Song é alguém bem sociável e espontânea e o fato de ter passado boa parte de sua vida vendo praticamente apenas três pessoas além dela mesma incomodava um pouco, por mais que fossem as pessoas a quem mais amava. "Será que vendem calcinhas unissex aqui? Essas cuecas já não fazem mais parte de mim." A samurai tinha plena consciência do que pensava sobre si mesma, mas precisava de uma "autoafirmação" maior através de suas vestimentas, afinal, travestir-se era o que lhe deixava ser quem realmente queria. Voltaria então a pensar sobre se armar, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, ajeitaria suas orelhas de raposa (Enfeite) deixando-a mais centralizada na cabeça. "Lembro daquele escroto do meu progenitor dizer algo sobre vender as katanas feitas na vila pra algumas lojas de armas de ilhas próximas, talvez tenham vendido pra cá também? Hmm" Enquanto pensava nisso, uma ideia lhe surgia a cabeça e achava que valia a pena compartilhar com Haku, seu tão querido meio-irmão.

-To pensando aqui, se a vila vendeu espadas pras lojas daqui e eu tomasse elas sem pagar, estaria apenas reavendo algo que já pertenceu a minha família, né? Nada de errado nisso!

A espadachim realmente acreditava naquilo que havia dito, para ela era algo normal como pegar de volta algo emprestado, mesmo que esse "algo" estivesse sendo vendido agora. "Se a gente produziu, quer dizer que nos pertence! Por mais que eu não tenha feito nada e… Aaaa, cê entendeu o ponto Song, para de show." Discutia consigo mesma mentalmente durante algum tempo, até finalmente decidir fazer algo. Partiria então até a pessoa mais próxima, seguindo pelo caminho ou estrada que estivesse ao alcance.

-Oi! Sabe onde posso encontrar armas por aqui? Acabei esquecendo a minha em casa na outra ilha e não dá pra buscar.

Não era de todo uma mentira, mas não era lá uma verdade completa também. Caso a pessoa lhe indicasse a direção, agradeceria de forma simples complementando com um simpático sorriso e, caso o alvo de sua fala não soubesse, iria até uma outra pessoa com o mesmo procedimento. Caso obtivesse a informação que queria, faria um sinal de mãos para que Haku lhe seguisse (Se já não estivesse seguindo) e prosseguiria até o local indicado. "Os samurais da Sakura sempre davam nomes a sua espada como forma de respeito, apesar de odiar aquele lugar, é uma boa tradição a se manter. Hmm… Não consigo pensar em nada agora, talvez depois de ver a lâmina eu tenha uma ideia." Se chegasse até o local, iria até o balcão ou qualquer lugar onde um atendente,vendedor ou dono da loja pudesse estar e faria seu pedido.

-Tem espada aí? No momento qualquer uma serve, apesar de que uma katana seria ideal… Por sinal, você por acaso já comprou algo da vila de samurais da ilha aqui perto?

Esperaria pelo resposta de seu destinatário e, caso fosse positiva, apenas sorriria e olharia para Haku, como forma de deixar ele saber o que ela pretendia, todavia, caso fosse negativa apenas fingiria surdez momentânea direcionando sua fala a seu meio-irmão. -Hein?! Cê ouviu algo? Não? Eu também não!- Independente de como fosse a resposta de quem estivesse lhe atendendo, finalizaria sua fala com -E quanto é?- Não se importava realmente com o preço, apenas queria ter uma base do quanto cada coisa valia na ilha. Após o valor, aproximar-se-ia então de Haku e sussurraria para ele -Psst. Hora de reaver o que é meu. Cê viu o jeito que me olhou? Certeza que é homofóbico, mais do que merecido.- Dito isto, preparar-se-ia para um possível embate, tomaria a espada em mãos como se estivesse analisando o produto e, utilizando de sua aceleração, correria o mais rápido possível para trás de seu meio-irmão, para usar-lhe como escudo. Não é como se não se importasse com um possível ferimento nele, apenas sabia que pelo corpo robusto ele aguentaria bem melhor uma possível reação do atendente do que ela.

-Agora é contigo grandão! Se quiser correr, também tô dentro.

Como havia arrastado o coitado do mink para aquela confusão, pensava que ao menos a decisão inicial do combate deveria ser sua. Se ele decidisse por lutar, antes de iniciar de fato um combate Song olharia para os fundos da loja caso a mesma tivesse uma e também ao redor, apenas para ter certeza de que não seriam surpreendidos por um elemento extra inesperado.

Objetivos da Aventura:
 


Histórico:
 
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySab 27 Jul 2019, 22:18



Andar sem destino e deixar o acaso definir sua trajetória. Esse jogo de dados caótico utilizando a própria vida como aposta era a nova realidade de Hakuho. O selvagem mink raposa de longos cabelos vermelhos como o sangue dominante em seus desejos mais profundos ainda precisava de algum tempo vivendo em meio a sociedade para se adaptar ao novo estilo de vida, não que fosse impossível, longe disso, mas a rotina disciplinada de seus familiares controlava perfeitamente seu lado primitivo e inconsequente. Logo, estar longe de casa e livre acabava se tornando uma experiência única em sua vida e portanto repleta de possibilidades, as quais ele sequer conseguia conceber de tamanha ansiedade.

"Como será o mundo externo? Merda, não saber ler a língua dos humanos me incomoda. O que tá escrito nesses papéis?"

Os pensamentos surgiriam naturalmente caso encontrasse algum cartaz pela rua, seja um anúncio de emprego ou propaganda qualquer. Ser analfabeto tinha seus contras e nunca ter precisado ler e escrever não havia atrapalhado seu crescimento, não até o momento pelo menos. Pela primeira vez sentiu falta das aulas que aquela dupla de humanos tinha lhe oferecido. Por falar em humanos, o principal responsável por sua nova vida estava ao seu lado ou melhor dizendo, A principal. O boxeador achava aquela metamorfose ambulante difícil de decifrar, cada hora era alguma coisa, mas o importante era o "cheiro". Ao utilizar seu olfato, Hakuho conseguia sentir odores que muitos seres jamais seriam capazes de alcançar, contudo, o principal era perceber se o "odor exalado" pela pessoa/animal seria bom ou ruim. Muitos humanos chamam isso de "instinto, sexto sentido, santo que não bate, etc." e para ele, tal sensação era fundamental para decidir se confiaria ou não. Song tinha um cheiro peculiar, cheio de vida, sonhos e muita determinação. Era o tipo de cheiro que o inspirava a ir além e assim o fez, partindo lado a lado em busca do sonho dela: ser Rainha dos piratas.

E então, pequena… Para ser Rainha dos Piratas o que você tem que fazer? Matar todos os outros piratas? Esquartejar todos os familiares para evitar que o ciclo de ódio se prolongue?  

Embora soasse como uma piada, o Navegador estava sério e firme tanto em suas palavras quanto postura. Provavelmente Wang daria risadas pois ela conseguia tirar sempre o melhor de qualquer situação e isso a tornava fascinante. Entretanto, devido ao seu jeito intimidante, seria muito difícil que qualquer outro ser tivesse a mesma reação. As palavras do pugilista com unhas afiadas como garras carregavam parte de sua personalidade psicopata assim como todas as frases que ele viria proferir futuramente. Sempre teria algum comentário mórbido, macabro ou aparentemente irônico para fazer, porém, seriam sentimentos inerentes ao mink buscando uma maneira de fugir das amarras forjadas por sentimentos de gratidão e amor por sua família.

A futura Rainha dos Piratas era bastante falante e direcionava suas palavras o tempo todo ao irmão mais velho e, como um bom irmão, ele ouvia e respondia - quando tinha algo a dizer, é claro. Num primeiro momento, negar era a única resposta cabível para as questões jogadas no ar - embora o Mink tenha achado as perguntas retóricas. Ser o auxiliar de uma futura pirata tirava o peso das decisões de seus ombros, tudo que precisava fazer era protegê-la até que conquistasse seu sonho. Haku, maneira como era chamado pela justiceira supracitada, estava preparado para derramar sangue. Fazer isso por ela era apenas uma justificativa plausível, mas o desejo sanguinário estaria sempre lá, latente e pronto para explodir quando fosse necessário. A única utilidade fora proteger sua líder seria navegá-la por qualquer caminho desejado, todavia, sem veículo e alguém para pilotar seria impossível. Sendo assim, seu primeiro objetivo era encontrar algum veículo e aprender a pilotar para ser mais proveitoso. Talvez aprender mais sobre o clima para evitar que sejam pegos por chuvas e tempestades também era importante. Entretanto, mais importante era a vontade da Capitã e portanto a faria como fosse ordenado. Seguiria seus passos onde quer que ela desejasse seguir, mantendo sempre dois ou três passos atrás como um guarda-costas de 3 metros e meio de altura.

Na hipótese dela encontrar a loja de armas desejada e se ver diante de uma katana, Hakuho teria sua primeira aventura ao servir de protetor contra a possível ira de um simples vendedor. O forte e resistente humanoide achava estranho o jeito incoerente de sua irmãzinha, contudo, não via maldade em seus atos, no máximo uma inocência impulsiva. Se estivesse diante de um confronto, usaria seu olhar mais firme e tentaria derrotar o oponente ao causar medo com sua intimidação e evitar sofrimentos desnecessários. Caso não funcione, a única alternativa seria lutar ou fugir, porém, o boxeador adorava um bom combate e não perderia a oportunidade. Avançaria contra o alvo e pularia em cima dele efetuando cortes com suas garras na vertical, utilizando da gravidade para aumentar o potencial danoso de deu ataque. Se fosse atacado, protegeria os pontos vitais com os membros superiores e receberia o restante. Costumava confiar em sua capacidade física e isso poderia ser um problema futuramente.

Na hipótese de não acharem a tal loja, continuaria seguindo a capitã, sempre atento aos arredores para interferir se preciso for. À qualquer momento, diante de qualquer situação de risco, entraria na frente e receberia qualquer ataque direcionando sua protegida. Não contra-atacaria, pois o ataque ficaria nas mãos da médica, cujas mãos eram capazes de curar e maltratar na mesma intensidade.


Considerações:
 
~> Conteúdo da Aventura...


Histórico do Hakuho:
 

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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptyDom 28 Jul 2019, 01:47



Glitzky Platzken BOOM…


Histórico:
 
"Falas"
Objetivos:
 



Realmente estava com problemas, o dinheiro que eu possuía após ter vendido todos os bens da minha família estava quase acabando e não demoraria muito para que eu estivesse sem fundos, sem estes nenhuma pesquisa prossegue. Batia os pés no chão com mais força enquanto caminhava com este pensamento, eu era apenas um mink baixinho de um metro, com macacão verde-claro e luvas de couro gastas andando por ai. Até mesmo enquanto ando por ai puto com minha desgraça financeira, sou nada mais que um boneco de pelúcia crescido. Como diabos alguém como eu faz dinheiro neste mundo selvagem. Sou apenas uma traça de livros em busca da pedra filosofal, até sei atirar, mas não é como se eu fosse conseguir caçar piratas ou algo do tipo com essa habilidade.
Decepcionado comigo mesmo, chutava uma pedrinha imaginária por onde caminhava com um audível “tsc” emitido por entre os dentes.
Até mesmo para ser pirata eu não iria dar conta, já que ai iria precisar fugir da marinha, eu não tenho nem pernas capazes de correr deles, nem braços capazes de enfrentá-los, até possuo inteligência pra bolar algo, mas e depois? Não sei pilotar um barco ou navegar no mar. Não daria conta de fugir.
Coçava o pêlo em meu pescoço de forma ansiosa, minha situação não era das boas mesmo, mas bem se não posso contar com minha própria força, preciso contar com a de outros… Ser da marinha por hora está fora de cogitação, eles querem manter controle sobre a criação de seus cientistas e ninguém vai me deixar fazer minha pedra filosofal em paz, logo, terei que me envolver com algum grupo de patetas que saiba brigar e navegar, dar forças para eles avançarem usando minha alquimia e galgar com eles avante em direção ao centro da grand line. Por sorte o mesmo local que piratas desejam ir, é onde estão os maiores conhecimentos e materiais de pesquisa existentes.
Com isso em mente creio que o modo de ação mais viável para mim agora seria aprender a colocar meus conhecimentos já existentes em armas para o futuro grupo de palermas que eu me associar. Sendo assim… Isso, explosivos e engenharia mecânica devem permitir que eu use bem minha química para dar força a eles, física me permitiria melhorar tudo isso, sendo que a capacidade de criar explosivos é a mais básica destes.
Em resumo preciso comprar material de laboratório e algum livro sobre explosivos para poder estudar sobre o assunto.
Procuraria então pela cidade algum local vendesse livros de estudo, caso achasse algum, o adentraria e pediria ao vendedor:

-Vocês possuem algum livro das áreas de explosivos, engenharia mecânica e física? Gostaria de alguns por favor.

No caso de  não conseguir encontrar um lugar que vendesse livros, mas encontrasse algum armeiro, engenheiro de armas ou cientista que soubesse desses assuntos e pudesse me ensinar, me aproximaria do mesmo e diria:

-Opa… Tem como me ensinar sobre explosivos, mecânica ou física? Eu estou disposto a pagar pelo aprendizado… Por favor.





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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySex 02 Ago 2019, 22:39


O entardecer de Shells Town certamente poderia ser classificado como uma das maravilhas desse mundo. Só que não. Em meio a muitas construções pouco se via do sol que optava por repousar, tampouco da lua que na forma de um sorriso invertido tinha pretensões de se mostrar aos habitantes da ilha. Sob muita ventania as pessoas que andavam na rua tinham pressa em se abrigar temendo a chegada de uma tempestade. Enfim, esse não é um relato descritivo acerca de uma das ilhas do East Blue, mas sim o início da jornada de três protagonistas: Hakuho, Song e Glitsky. Comecemos então.


- Song & Hakuho -
Os dois primeiros já conheciam há um tempo e parecia que haviam decidido se aventurar. Andando pelas ruas e vendo a agitação dos habitantes eles caminhavam sem chamar muita atenção. E quando Song perguntava por direções a uma loja de armas prontamente obtinha sucesso.

Não demoravam a chegar no estabelecimento e logo proferiam suas intenções. No entanto, algo de incomum eles notavam. Embora fosse uma loja, nenhum dos produtos se faziam a mostra. E então atrás de um balcão um senhor careca com bigode cavanhaque e óculos surgia e se assustando com o mink raposa dizia.

Vendedor - AH MEU DEUS AMADO!, e ouvindo Song ele respirava fundo e respondia, Uma katana.. certo! Devido aos recentes acontecimentos na ilha... O sargento Thor..., dava pausas em resposta a presença do mink, exigiu que perdemos o nome e exigissemos pagamento antecipado! Ele teme que malfeitores se armem e causem bagunça em Shells!

E assim ele esperaria pelos nomes dos presentes. De longe Hakuho conseguiria enxergar um crachá no peito do vendedor, mas não conseguia lê-lo. No recinto mais duas pessoas vestidas de paletó branco entravam e ficavam de costas para a dupla.

- Glitsky -
Enquanto isso, em outro lugar da ilha, o mink roedor de nome bastante exótico refletia sobre seus planos futuros e decidido ia atrás de conhecimento.

Falhando ao procurar por livros e equipamentos devido a correria ele avistava um livro sendo balanceado no alto por um ser encapuzado que com voz rouca dizia.

Encapuzado - Troco esse livro por comida!, ao se aproximar poderia ver a palavra Hipnose na capa.

A criatura possuía todo seu corpo oculto pelo manto negro e se encontrava em um beco. Ao fundo dele Glitsky podeis se deparar com ferramentas em mal estado, mas úteis o bastante para que seu aprendizado fosse concluído em caso de precisá-las. Escolhendo aceitar o acordo, ouviria.

Encapuzado - Leia primeiro! Mas terá que me pagar uma comida! Combinado?, e no término do aprendizado ele ouviria o ser pedindo para ser seguido.

Os três aventureiros devem se preparar
Porque decisões pela frente eles têm a tomar
Cada escolha terá uma consequência
Talvez possam precisar de paciência
Estão prestes a conhecer um mundo novo
Então que tenham um bom jogo!

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PLANOS:
 



Última edição por Pepefilho Pepino em Qua 04 Set 2019, 14:09, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySab 03 Ago 2019, 18:00

Oh shit, here we go again


Ao ouvir a resposta do homem, Song franzia uma das sobrancelhas em resposta. Por algum motivo aquilo não parecia ser o procedimento padrão, mesmo que estivesse naquela ilha pela primeira vez, apenas tinha essa sensação de que algo parecia deslocado e a entrada dos outros dois indivíduos no recinto apenas aumentava suas suspeitas. Hãn… Não sei se familiares também seria necessário grandão. Crianças são bem influenciáveis sabe? Talvez só os pais tiranos e um bom sermão nelas resolveria o problema.- Responderia ao seu irmão. Não era alguém com sede de sangue como ele, mas a espadachim já havia ficado tempo suficiente pra responder em tom sarcástico aos avanços sanguinários de Haku, intervindo apenas quando ia contra alguma de suas crenças ou algo que poderia chatear seus pais, afinal, tinha grande respeito por eles. Viraria então na direção do vendedor novamente. -Então, não vejo problemas em te dar nossos nomes, mas pagamento antecipado? Você não está tentando tirar proveito de nós apenas por sermos novos na ilha, né?!- Daria um sorriso sincero e simpático, tentando acalmar um pouco o homem claramente abalado pela presença de Haku.

-Não somos malfeitores ok? Eu sou Song Jun Wang e este fofinho aqui é o Haku. Só aconteceu de, por acaso, eu esquecer minha katana em casa. Teehee. Daria um leve soco em sua própria cabeça. -Porque não fazemos assim: Você me mostra o produto e eu te entrego o dinheiro no mesmo instante. Não me leve a mal mas… Da mesma forma que está "obedecendo ordens" eu também não posso confiar meu dinheirinho na mão de alguém que nem conheço sem garantia, né?!

Esperaria então pela resposta do homem. Enquanto aguardava, ficaria de lado de forma que tivesse visão tanto do vendedor quanto dos dois homens que haviam entrado ali, ficando de costas para Haku se necessário enquanto se aproximar-se-ia do mesmo. -Psst. Não vejo nenhuma criança por aqui, então não precisa ter pena. Este bastardo está tão desconfiado da gente que até chamou reforço. Até parece que nunca viu uma dama! Tsk.- Falaria isto no tom mais imperceptível que conseguisse, de forma que apenas Haku escutasse, ou pelo menos seria sua intenção. No fundo, a samurai sabia que o motivo da desconfiança do homem possivelmente era por Haku ser mink, mas ela decidia simplesmente ignorar tal fato e acreditar que era sobre ela e sua escolha de vida. -Se ele trouxer a espada, corto a cabeça desse homofóbico antes mesmo dele conseguir guardar o dinheiro, escolha um dos dois aí atrás que eu ficarei com o outro que sobrar.- Wang sinceramente não via maldade em suas ações. Para ela aquilo seria apenas uma forma de justiça perante aqueles que se prendiam a conceitos ultrapassados como gêneros e raças. Caso o homem aceitasse a oferta, entregaria a quantidade necessária pela katana ao mesmo tempo em que pegaria seu item. E como planejado, antes mesmo que ele pudesse contar ou guardar a quantia, tentaria executar um corte quase cirúrgico no vendedor, mirando sua jugular em um golpe horizontal de sua recente adquirida katana da direita pra esquerda, voltando depois no mesmo embalo em um corte vertical da esquerda pra direita dessa vez, enquanto trocaria de mãos durante o processo para não perder tempo tendo que direcionar novamente seu golpe, formando uma espécie de X torto no pescoço do alvo.

"Eu deveria ter feito uma cruz, ia ficar mais estético no enterro desse machista maldito."

Todavia, podia ser que o vendedor não cedesse e continuasse exigindo o pagamento adiantado, nesse caso, invés da fala anterior, a samurai apenas suspiraria em descrença, enquanto olharia para os dois que haviam entrado e estavam de costas, tentando enxergar se algum dos dois possuía uma espada em sua posse e, caso tivesse, apoiaria uma das mãos sobre o peito de seu irmão, enquanto apontaria para este alvo da espada em específico. -Começa por aquele ali. Ta me olhando torto desde que chegou. Hehe...he? Seguiria o avanço do mink e tentaria tomar posse da espada do alvo então, visto que como estava de costas provavelmente não esperaria um avanço e possivelmente seria fácil realizar tal ato. Porém, é claro, podia ocorrer de nenhum dos dois estar portando uma espada e neste caso não lhe sobraria muita escolha além de pagar adiantado. Se esta fosse sua única opção, o faria, mesmo contrariada. Song realmente precisa de uma katana para exercer seu completo potencial e utilizaria a primeira fala com Haku descrita, a mesma estratégia proposta só que desta vez invés de imediato, após entregar a quantia, esperaria por seu item e só então realizaria a mesma ofensiva de antes.

"Okay… Talvez eu tenha reagido um pouco pior do que deveria, mas aquele vendedor tava pedindo também né… 'Dinheiro primeiro' tsk. Até parece que pediria isso se eu não estivesse com essas roupas!"

Independente de como iria prosseguir após a a resposta positiva ou não do homem a sua proposta, focaria então sua atenção no outro alvo que tinha entrado no local, visto que Haku provavelmente estaria lidando com um deles a essa altura. "Esse palerma vem cheio de desconfiança por causa de um tal de Thor e esses dois aparecem como se não confiassem na gente, argh! Por isso odeio esses uniformizados. Autoridades são sempre tão autoritárias…" Devido a seu avanço anterior e possivelmente o avanço de seu companheiro Mink no momento, seu novo alvo provavelmente estaria em alerta, sendo assim, tentaria uma finta ao utilizar de sua aceleração para avançar com toda velocidade até que seu alvo estivesse dentro do alcance e, quando estivesse, faria menção de que daria um corte vertical direto, para só então parar por completo enquanto sua espada estivesse próximo da cabeça do homem e abaixaria, visando acertar a parte interna do joelho que estivesse mais próximo de si. Queria minar a movimentação de seu oponente para prosseguir o embate, mas por enquanto iria fazer apenas isto e recuaria utilizando novamente de sua aceleração para sair do possível alcance de contra-ataque. Se defenderia direcionando os ataques que fossem na parte superior do seu corpo ao acerta-los com sua própria espada, fazendo com que saíssem da trajetória de lhe atingir ou atingir a seu companheiro e, caso fosse na parte inferior de seu corpo, bloquearia normalmente com sua espada ao fincar a ponta dela no chão para obter maior firmeza para resistir a um possível ataque.

-Tudo bem por aí Haku?

Questionaria seu companheiro caso o mesmo ainda estivesse em um embate, caso contrário apenas daria um pequeno e modesto sorriso. "Uma bela chegada eu diria… Pelo visto o mundo fora da floresta é tão podre quanto a vila. constataria com certo pesar transparecendo em seu semblante.

Objetivos da Aventura:
 


Histórico:
 
Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySab 03 Ago 2019, 18:56



A cena na loja prosseguia sem muitos avanços. Não tanto quanto a movimentação externa devido ao princípio de tempestade, a qual definiu ao ouvir e ver pessoas se apegando as roupas e andando acelerado. O olfato aguçado também ajudava a sentir mudanças perceptíveis no ar, não era tão potente quanto o joelho deste que escreve, mas tinha dados suficientes para considerar que o tempo estava mudando. Protegidos no interior daquela construção transformada em uma loja de armas, o casal de irmãos tinha outro tempo ruim para lidar: Song era avarenta e estava disposta a decepar para não gastar o pouco dinheiro que tinha. Ambos tinham a mesma quantidade e se ela precisasse era só pedir, contudo, seu jeito ambicioso e orgulhoso parecia cegá-la para coisas simples, colocando-os em maus lençóis. Não que incomodasse o Mink, já estava acostumado com a pequena e compraria seu barulho em qualquer situação, não importando quão ruim parecesse.

Hm… Faça o que achar melhor...  

Apesar da fala parecer desinteressada, não era sua intenção. Pelo contrário, estava dando carta branca para a companheira agir como quisesse que ele cobriria sua aposta. A atitude hesitante da pequena diante de supostos reforços era confusa para Haku, visto que ele estava no mesmo cômodo que ela e por isso a tal não deveria sentir qualquer receio. A autoconfiança do humanoide o cegava, principalmente pela sua aura de caçador que sempre busca oponentes poderosos, então ao invés de se preocupar, ele se animava quando o bicho pegava, principalmente pelo fato de querer caçar esse bicho.

"Que saco… Quando vamos fazer algo interessante?". Hakuho era um animal facilmente distraído e não ter algo interessante naquela sala apenas o entediava mais que o normal. Ok, havia a possibilidade de dois homens atacarem, porém, para quem confiava nas próprias habilidades igual o raposa fazia, tal hipótese não lhe provocava sentimento algum. No máximo gastaria alguns segundos lutando, entretanto, não sentia perigo vindo daquela cena.

Ok, coisa fofa… GARCHUUUUUU...  

Agarraria a pequena e faria GARCHU nela ao vê-la planejar seus movimentos. O boxeador não conseguia se segurar ao ver sua capitã sendo fofa. Estragaria seu rosto no dela com força, amassando e bagunçando suas roupas sem se importar como ela ficaria.

Qual deles eu tenho que cuidar? Por que não os dois ao mesmo tempo!?  

Falaria baixinho para si próprio, deixando escapar o pensamento a respeito da dupla de branco que havia adentrado. Não era bom subestimar seja quem fosse, mas quando se tem quase quatro metros de altura e garras cortantes, era mais do que normal se esperar uma confiança acima do padrão. As possibilidades eram muitas e em nenhuma delas eles sairiam dali sem confusão. Na hipótese de Song receber a katana e atacar o vendedor, o pugilista apenas abriria os braços e mostraria as garras para os dois humanos restantes na sala, tentando intimidar e evitar que tentem revidar. Se algum deles avançasse, não teria escolha e faria o seu melhor para proteger a futura Rainha dos Piratas. Utilizaria seu próprio corpo como escudo ao se colocar na frente de um possível ataque e se o agressor estivesse em seu alcance, tentaria cortá-lo com um corte diagonal descendente utilizando a mão destra. Não se preocuparia com bloqueios ou esquivas. Receberia todos os ataques que mirassem Wang, tentando apenas proteger os próprios pontos vitais. O combate naquela sala pouco espaçosa, para o mink, seria concentrado em proteger sua amada e causar algum dano se possível, ou seja, seu objetivo primário era garantir a integridade da Justiceira, colocando-se na frente de qualquer dano sem hesitar.


Considerações:
 
~> Conteúdo da Aventura...


Histórico do Hakuho:
 

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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptyDom 04 Ago 2019, 00:39



Glitzky Platzken BOOM…


Histórico:
 
"Falas"
Objetivos:
 



O tempo passava sem que eu encontrasse uma loja de livros para poder dar continuidade nos meus estudos necessários para avançar nos meus planos em conseguir pesquisar e criar a pedra filosofal. Apesar da frustração, um ponto de luz aparecia no beco escuro, um mendigo encapuzado ofertava em troca de comida um livro cuja escritura da capa podia ser lida e possuía a palavra “mecânica”. Sorte ou providência do destino de lado, ainda por cima, atrás do mendigo jaziam ferramentas, as quais podiam ser usadas no aprendizado do tema do livro.
Ora, mulher da vida a qual acaba de dar a luz para sua prole, obviamente receberei esse presente de bom grado, iria então acenar pro mendigo.

-Me empreste deste livro que irei lhe conceder o pagamento de uma refeição deveras justa…


Normalmente segurava a linguagem rebuscada quando conversando com outras pessoas comuns, mas a eminência da adição de mais conhecimento, apesar de não ser um conhecimento alquímico, me trazia muito êxtase.

Pegaria o livro assim que me fosse estendida a possibilidade de sua posse e o colocaria respeitosamente entre as ferramentas, de forma que tivesse que andar o mínimo possível do livro até elas para testes e práticas. O mendigo comentava algo sobre o pagamento, mas não queria ser interrompido, odeio que atrapalhem meus estudos. Então iria tirar dez mil berries do bolso e o estenderia pro mendigo com olhos fixos já no índice do livro, comendo cada detalhe das escrita como o estudioso genial que sou.

-Tome, não quero você reclamando de tempo e demora pro pagamento, nem mesmo quero ouvir sua barriga roncar enquanto estudo… Pegue o dinheiro, coma e não me atrapalhe…


Diria já virando a página para a primeira do primeiro capítulo e rumando para minha leitura em alta velocidade e concentração. Sempre diziam que meu transe estudioso era algo interessante de se ver, minha avidez pelo conhecimento a minha frente, era visível e me inebriava como uma droga. Em poucos minutos o primeiro capítulo de algumas dezenas de páginas era desmantelado e as peças usadas para assistência visual e/ou testes se amontoavam aos meus pés. O tempo passava conforme o conhecimento fluía mente adentro, não sei quanto tempo se passou nos estudos ali, já desdobrei matérias novas em poucas horas, outras me distraí e quase dois dias se passavam sem que eu saísse dos estudos, logo não sabia bem quanto tempo esperar que levei no aprendizado, a única coisa que importava, é que quando fechei o livro e meus olhos bicolores se prenderam na capa traseira do livro, dois fatos reinavam, o primeiro era que eu estava ávido por conhecimento ainda mais do que antes e o outro era que agora eu possuía algum conhecimento básico de mecânica, teoria e prática.

Me levantaria do meio da pilha de ferramentas que eu havia desmontado e remontado várias vezes para entender melhor cada capítulo que podia ser ligado nelas, sacudiria a poeira e ferrugem do meu casaco e ajustando a luva nas mãos, caso o mendigo ainda ali estivesse e pedisse pra ser seguido, o seguiria para entender o que o pedinte desejava.
Se ele me liberasse para ir, buscaria alguma loja de especiarias, tinha algo em mente para dar valor a minha presença num barco pirata e assim me ganhar um ingresso em algum, para isso usaria minha alquimia e muito tempero.
Caso encontrasse alguma loja de especiarias ou quitanda, adentraria a mesma e diria:

-Vocês possuem menta e canela? Preciso de meio quilo de cada.





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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySeg 05 Ago 2019, 14:05

Vai começar a carnificina!!! É, em uma aventura cujos protagonistas aspiram à pirataria isso é bastante inevitável e para eles não seria diferente.
- SONG & HAKUHO -
Muitos pensamentos se passavam pela cabeça de Song e a sede por sangue não diminuía nem um pouquinho. Procurando negociar com o vendedor ele conseguia chegar em um consenso e exibindo uma boa quantia de dinheiro fazia com que o bigodudo fosse para trás da loja e voltasse com uma simples katana em mãos.
Enquanto o senhor conferia a quantia, a jovem optava pela violência e sacando a espada lhe desferia um golpe no pescoço, fazendo com que o homem caísse duro no chão.

Enquanto isso, Haku se virava de costas para a irmã e encarava os dois seres de paletó, que intimidados caíam sobre si mesmo de bumbum no chão. Dessa maneiro o mink podia reconhê-los como duas jovens de longas madeixas pretas, tendo um brasão de uma gota amarela no peito. Assustadas elas nada diziam, mas pela percepção do rapaz ele conseguiria concluir que não se passavam de duas jovens menores de idade.

Concluída a primeira parte do plano, os dois deveriam traçar seus próximos passos. Acabariam com a vida das duas moças? Fugiriam? Para onde? Se arriscariam saquear a loja?

- GLITZKY -
Há alguns quarteirões dali, o roedor concordava com o acordo e logo tratava de pegar o livro para si. No entanto, nada entrara nos ouvidos do encapuzado, que ao ouvir as palavras "Me empreste deste livro que irei lhe conceder..." ignorava o resto e assim ignorava o pagamento também.

Pedindo para ser seguido, Glitzky o atendia e juntos rumavam para outra parte da ilha. Comentando consigo seus planos em buscar uma loja de especiarias, o encapuzado ouvia, e tão logo comentava.

Encapuzado - Conheço um vendedor de especiarias! Estamos indo para onde ele passa a maior parte do tempo! Não fique muito para trás!

E então ao fundo muita música podia ser escutada, assim como luzes brilhando no céu podiam ser vistas. Era evidente que para um lugar bastante festivo o jovem mink estava sendo levado. Ainda sob ventania ele poderia avistar uma placa balançando: "Vila das Gueixas". E sem muito demorar eles entravam numa exótica hospedagem.

Duas lindas moças vestindo kimonos floridos recebiam a dupla. Glitzky poderia perceber que o ambiente era similar a de um bordel, com exceção que o tema era algo próximo à cultura japonesa. Pessoas bebiam, se divertiam, estando espalhadas pelas mesas. Ao fundo uma escada, indicando que haviam mais andares no recinto.

Encapuzado - Vou dar uma olhada aqui! Aquele rapaz ali no canto vende especiarias! Pode conversar com ele! Se chama Raiden!, e assim sumia de vista.

O então Raiden estava com o corpo totalmente coberto por um manto verde e em cada um dos lados tinha duas lindas moças ruivas, com batom vermelho forte. Na sua mesa uma grande garrafa de uísque.

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PLANOS:
 

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MensagemAssunto: Re: Apenas UMA Aventura   Apenas UMA Aventura EmptySeg 05 Ago 2019, 16:54



O plano de Wang foi bem sucedido e após entregar a katana, o vendedor recebeu um corte como pagamento, caindo inconsciente no chão. Talvez aquele Thor estivesse certo em orientar o povo da ilha a ser mais precavido, pensou Hakuho ao virar-se de forma ameaçadora para as duas presenças restantes na loja, as quais caíram de bunda ao se intimidar pela presença daquele mink selvagem. A queda revelou a aparência da dupla e para surpresa de todos, eram duas belas fêmeas aparentemente inofensivas, situação esta que despertou uma vontade incontrolável no criminoso de altura anormal.

VOCÊS… COMO OUSAM SE ESCONDER NA MINHA FRENTE…

Saltaria na direção delas, saindo de forma bastante agressiva, mostrando o quão terrível poderia ser quando estava diante de uma caça. Naquele momento, ninguém poderia pará-lo, ele estava diante de seres que pediram por aquilo e pagariam com suas peles.

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PREPAREM OS SEUS CORPOS PARA… GARCHUUUU...

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Mudando para um estado de espírito infantil, completamente diferente daquele ser aterrorizante de poucos segundos atrás, Haku abraçaria as duas meninas com força, mas sem perigo e esfregaria o rosto de ambas em seu próprio com força, bagunçando seus cabelos e talvez causando alguma reação alérgica nelas devido aos pelos aparados de seu rosto depilado. O meio meio-gigante ficaria fazendo Garchuuuu o quanto pudesse, ou melhor dizendo, até Song falar para que ele parasse.

Na hipótese dss jovens desviarem de seu abraço forçado, usaria sua aceleração e toda sua concentração física e mental para mover-se de forma feroz e implacável na busca de seu garchuu, cessando a caçada somente quando seu rosto sentisse os rostos daquelas belas fêmeas em seu rosto ao mesmo tempo. A Capitã e futura Rainha dos Piratas conhecia o seu navegador tempo o bastante para saber que nada impediria seu garchuuu.

Quando terminasse, levaria a mão direita até a boca e forçaria uma tosse, ajeitando os pelos e roupas, tentando voltar a ter uma aparência sociável depois daquele surto temporário. – E então, Rainha… qual o próximo passo? – O pugilista não ligava para as roupas, símbolos ou o qualquer importância que aquela dupla pudesse ter. Diante de criaturas tão fofas, ele só pensava em fazer garchuu e nada além. Por hora, os planejamentos ficariam por conta da espadachim, principalmente pelo fato do boxeador não fazer ideia do que era a vida pirata e o que seria necessário para fazer de sua irmã a Rainha de todos eles.

Acompanharia a justiceira em seus planos, sendo sempre seu escudo para os imprevistos que pudessem enfrentar. Se ela falassem para sair, seguiria. Esforçar-se-ia para acompanhar e ser útil. Na hipótese de ter oponentes esperando do lado de fora, tentaria bloquear com seu próprio corpo os ataques mirando Song. Caso a capitã decida interrogar as meninas, procuraria algum lugar perto e sentaria para esperar o desfecho.
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