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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
GM.Kekzy
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptySab 28 Mar 2020, 16:54

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta às ruas de Lvneel, um homem vagueia pela multidão, distribuindo toda a sua simpatia e, em troca, sendo completamente ignorado. Ainda que se alvoroçasse pelas mulheres, elas pareciam ter uma leve - para ser generoso - tendência a rechaçá-lo. Em dado momento, uma dupla de mujeres virava o rosto, trocando alguns cochichos com a amiga; noutro, o homem recebia alguns gestos obscenos - e não os que gostaria.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda forma, sua prioridade era uma e ele rumava em direção a ela. Ao menos, uma hora ambos se chocariam. E, chegado o instante, Alejandro se via diante da loja de instrumentos musicais. O símbolo da loja era um grande saxofone, o qual encontrava-se logo acima da porta, anunciando o estabelecimento em um chamado convidativo. Do lado de fora, era possível escutar uma música suave vindo do lado de dentro. Alacran logo identificava que se tratava de um piano.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A atração que era gerada pela loja e o puxava para dentro só não era maior do que quando viu que aquela suave melodia emanava dos dedos de uma bela mulher. Seus cabelos loiros possuíam um brilho que parecia incomum e seus olhos olhos eram como pequenas safiras. Podia vê-los logo passou pela porta, pois a mulher volvera a cabeça e sustentara o olhar no seu. Todavia, de uma forma que só as mulheres conseguiam fazer, virou-se com graça e continuou a deslizar as mãos pelas teclas. Podia não ter o que desejava, visto que o vendedor do comércio logo o tirava de seu induzido estado absorto — Senhor. Com licença, senhor, como posso ajudá-lo? - o rapaz o questionava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De volta ao mundo real, Alejandro respondia o vendedor, o qual retorcia a boca, diante da proposta — Irei rejeitar... o preço fica nos mesmos 50.000, irá querer? - de tal sorte, ao mencionar a música, outra vez o homem atraia o olhar da pianista, o que não deixava passar despercebido — Pois bem, é toda sua. Este é de um Luthier local e a qualidade é bem decente, posso garantir. Se tiver problemas com ela, que não de uso impróprio ou desgaste, pode vir aqui que ajudaremos, sem mais custos - afirmava o lojista, colocando a guitarra nas mãos de Alejandro — Cuide bem dela. Eu conheço pessoalmente este Luthier e se ele souber que estão fazendo mal uso dos produtos dele, tenho convicção de que ele seria capaz de matar por isso - advertia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Alejandro saia da loja e, assim que pisava os pés do lado de fora, via outra mulher extremamente bonita passar por ele. Em razão disso, ficou ali estático por alguns segundos. Ela não era apenas linda, mas possuía um corpo formoso e quase que irresistível, com o decote do tamanho ideal para um tarado como ele, adornados com longos cabelos ruivos que pareciam cair ao redor dos seios quase que propositalmente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ambas as mulheres que havia encontrado eram apaixonantes. Tinha a certeza que poderia se iludir por incontáveis noites ao lado delas. Entretanto... à medida que a ruiva se distanciava, seu coração poderia ir atrás apenas de uma delas.

[...]




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Blum e Takamoto esperavam em frente ao QG da Guarda Real de Lvneel. Com alguns momentos de espera, mais guardas chegavam e logo eles algemavam de uma vez por todas a Serpente Branca. Ver a cena poderia gerar algum alívio, visto que o homem já havia escapado uma vez. Junto a eles, Karick havia feito questão de vir pessoalmente — Levem-o à enfermaria primeiro. Com esses ferimentos, se o colocarmos na prisão, ele acabará morrendo - o líder ordenava. Assentindo, os guardas levavam Jamal para longe.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Karick afagava seus cabelos pretos e abria um leve sorriso — Vocês fizeram um ótimo trabalho. Não esperava recebê-los de novo tão cedo... não por esse motivo - comentava — Querem contar o que aconteceu? - como um bom gestor que intentava ser, saber do ocorrido era essencial para ele — Vocês quebraram um galho enorme e, assim, terão a devida recompensa. Como vocês devem saber, compartilhamos este sistema de procurados com a marinha, visando o bem comum - de seu bolso ele retirava um envelope e o estendia para a dupla — Aqui está o pagamento. 16 milhões e 500 mil berries. Espero que façam bom uso e, vendo que o grupo aumentou, também espero que não causem nenhuma outra confusão... - dizia, pousando o olhar sobre um Don Wayne enfaixado e Jade, do Pé Torcido.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Karick se despedia e cumpria a sua promessa. Apesar dos esforços, Takamoto e Blum não mais entraram e não entrariam no QG da Guarda Real — Se tiverem algo a mais para tratar, comuniquem aos guardas! Sobre o hotel... há um não muito distante daqui, o Lvneel Garden - Karick instruia, apontando para o lugar e dando um último aceno de mão ao virar as costas. De tal forma, com o dinheiro em mãos, a saga da Serpente finalmente acabava e chegava o grandioso momento pelo qual todo caçador de recompensas esperava. A hora de torrar a grana!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ambos caçadores já tinham ideia de como gastar o dinheiro e, assim, separavam-se. Blum ficava com Don e o felino, que não parava de o seguir, enquanto Lisandro continuava a apoiar Jade, pois, neste momento, a mulher parecia ter ficado mais fraca que antes. Tomando caminhos opostos, os irmãos perdidos davam a volta no quarteirão. Blumayden chegava primeiro à loja Valyse's, um comércio de roupas, tal como buscava. Não demorou para ser atendido — Por favor, deixe as coisas aqui... e... bem, animais... ele é comportado? - a mulher perguntava. O gatinho olhava para Blum, ele olhava de volta, em uma resposta inconclusiva — E-eu fico aqui - Don dizia, sentando-se em uma poltrona e, como um bom bêbado de boteco, deslizava as pernas para baixo, começando a roncar alguns minutos depois — Como posso ajudá-lo? - indagava a atendente — Oh, sim, temos algo aqui, o que acha desse? Não quer experimentar? Podemos guardar suas vestes nesta outra cabine enquanto experimentava a roupa - a mulher oferecia, estendendo a mão para guardar o seu cachecol e, quando se trocasse, as outras peças, após guiá-lo ao vestuário.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto Nakamura se trocaria, Takamoto chegava ao mesmo local, junto à Jade, a qual também era largada em uma poltrona, percebendo que Blum estava ali e havia feito o mesmo com Don. A mesma atendente o recebia — Como posso ajudá-lo? - indagaria — Temos diversos peças, desde as mais leves até as mais reservadas - a mulher começava a apresentar os itens à exposição, os quais variavam bastante em qualidade e estilo, mas não chegavam a ser ostensivamente caros ou chiques — Fique à vontade para experimentar qualquer um deles! - com o bom sorriso de vendedora, a mulher comemorava a chegada dos clientes.


Off


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyTer 31 Mar 2020, 17:47

Roja

Ah, as mujeres me amam mesmo. Elas podem fingir desgosto, insultar, me ignorar o quanto quiserem, mas eu sei que cada uma, no fundo de seu corazon, está profundamente apaixonada por mim. E como elas poderiam evitar? Afinal, é difícil resistir a um rosto divino como o meu. Eu sei que estes gestos obscenos que as duas fizeram são apenas para esconder seus verdadeiros sentimentos, para não perder sua compostura tão difícil de manter. Heh, bem, não importa; estes docinhos quaisquer não são suficiente para satisfazer meu apetite insaciável de flerte; preciso de alguém mais... divertido. E mais bela também, obviamente. Como aquela pianista da loja; agora, aquela sim era uma beleza incomparável. Além disso, ela parecia estar bem financeiramente, e eu poderia faturar alto... Bah, é tarde demais agora. Aquele vendedor pendejo completamente arruinou o momento; ela já estava apaixonada por mim, eu preciso apenas olhar em seus olhos para perceber. Mas aquele vendedor mesquinho, além de me roubar, me ameaçou! Como se um luthier qualquer pudesse fazer qualquer coisa contra mim, lindo como sou! Além disso, eu vivi nas ruas toda minha vida; já trapaceei e enganei caçadores de recompensa, piratas e marinheiros. Não é um fazedor de armas qualquer que vai me intimidar! Não que eu planeje maltratar esta bela guitarra, porém... Talvez eu volte naquela loja, para salvar minha honra aos olhos daquela belíssima loira.

Fora da loja, mal tenho tempo de decidir se volto para a loja, para lutar por minha honra e pela mão daquela donzela, que vejo uma señorita tão charmosa, se não mais que a pianista. E, mais importante que seu rosto e seu corpo formoso, ela parecia... peligrosa. Este olhar, estes passos determinados... heh, esta não uma donzela em perigo, longe disso. Ela é um perigo, um desafio digno de mim. E, Dios Mio, eu amo um desafio. Seguiria-a do olhar, esquecendo completamente da pianista: agora eu tenho um peixe maior a fisgar. Caso ela cruzasse meu olhar, eu piscaria em sua direção, sedutor como sempre, e abriria um sorriso discreto e encantador, deixando as maçãs de meu rosto perfeitamente esculpidas fazerem seu trabalho. Então, assim que a misteriosa ruiva passar, eu giraria nos calcanhares, acariciando meu queixo com minha mão direita, e lamberia meus beiços em antecipação: agora, isso sim será divertido.

Eu sacaria minha mais nova guitarra, deixando meus dedos deslizarem sobre a madeira, como a caricia de um amante há muito tempo não visto, e, finalmente, aproximaria-os das cordas, deixando um som suave ecoar pelas ruas de Lvneel. Ao ouvir as cordas vibrarem, eu abriria um sorriso realmente genuíno: eu sentia muito mais saudades do que poderia admitir de tocar esta beleza, e, por alguns segundos, até esqueci da ruiva venenosa que acabara de passar ao meu lado. Porém, assim que a corda emitisse suas últimas vibrações, deixando o som morrer lentamente, eu voltaria à realidade, percebendo que a ruiva estava a partir. Então, começaria a segui-la, deixando meus dedos dançarem sobre a guitarra, onde eles já passaram tantos anos bailando. Esta canção, com certeza, deve atrair a atenção daquela señorita.

Continuaria andando atrás dela, fazendo amor a minha guitarra, tocando de maneira tão bela que até eu quase me apaixonaria por mim mesmo. Deixaria Pequeño ir sobre a madeira da guitarra se ele quisesse, onde as vibrações de minha musica divina normalmente o reconfortam. Ela com certeza já teria percebido para quem esta canção é; falta saber agora se ela é do tipo tímido, aberto, ou duro na queda. Meu chute é a terceira opção. Mas eu sei que seu coração já está derretido desde que ela olhou para mim; afinal, ela deve ter olhado. Seria impossível evitar. Agora, falta apenas saber como esta beldade vai expressar seus sentimentos e suas pulsões incontroláveis.

Caso ela parasse e se virasse para mim, eu me curvaria a sua frente, pegando sua mão e beijando-a sensualmente, antes de lhe dizer, mantendo o contato visual fixo:

Ah, como és hermosa! Diga-me, o que uma beldade como você faz nestas ruas, pequenas demais para alguém como você. - Me reergueria, os olhos sempre fixos nos seus, encantando-a lentamente - Bem, se a senhora não quiser me dizer, tudo bem. Todos temos direito a nossos próprios segredinhos, não? - Piscaria em sua direção com esta palavras - Porém, se a señorita quiser um pouco de companhia, saiba que eu sou todo seu...

Assim que terminasse de falar, eu aguardaria sua resposta pacientemente; eu sei que ela adoraria dizer sim, que seu coração ferve por mim. Veremos, porém, se ela está pronta para confessa-lo.

Se ela, todavia, não parasse por minha bela canção, a ruiva se tornaria ainda mais atraente aos meus olhos. Eu adoro mulheres difíceis de pegar. Afinal, um jaguar não pode se contentar com uma presa que corre para dentro de sua boca: ele precisa de um esporte de verdade. Desta forma, eu não abandonaria minha caça, e tocaria ainda mais alto, e de maneira ainda mais bela, ainda seguindo-a. Ela deve parar em algum momento, seus hormônios não podem permiti-la de me ignorar para sempre. E eu estarei lá em seu momento de fraqueza, para roubar seu coração, e nunca mais devolvê-lo.

Historico:
 

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Última edição por Buggy em Sab 11 Abr 2020, 10:57, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyTer 31 Mar 2020, 20:22


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Sua roupa não fala muito sobre você
Revelação

A moça havia sido bem gentil comigo e isso de fato agradava-me, às vezes um pouco de normalidade é bom e é tanto que fazia-me sentir aconchegado. Em seguida, a funcionária recomendava guardar as roupas, no entanto, relutava, mesmo não sabendo ao certo o motivo, contudo o ambiente era tão harmonioso que não tinha o porquê recusar a oferta, talvez estivesse apenas imaginando coisas demais. – Por favor... – Entregava o cachecol, o gorro, o casaco e a mochila. – Deixa que fico com as espadas.

Chegando no provador, encostava as espadas no canto da cabine e trocava-me. Ao vestir o traje sentia um cheiro de novo e ao comparar com o odor do meu corpo fazia-me abrir um sinal de alerta. – Eu tenho que tomar um banho. – Sentia um pouco de vergonha, porém esse era o preço a se pagar por tantas confusões. – Acho que couberam bem. – Pegaria minhas espadas e sairia do quartinho para pagar pelo o valor das vestes.

- Olá, quanto deu tu- Sentia um climão que era de sufocar. Meu pescoço enrijecia, o corpo travava, engolia a saliva e ousadamente olhava para o lado. Ao ver quem era entrava em desespero e numa tentativa inútil de fingir que não havia acontecido nada, dava um leve cumprimento com o queixo seguido de um pequeno sorriso.

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O boxeador ficava quieto e andava lentamente em minha direção. – Eeehh, eu posso explicar. – Uma aura estranha emanando do ruivo. Ele encostava levemente uma das mãos no meu ombro. Cordialmente abria meus braços, pois o lutador apenas queria um abraço. – Taka... – Logo, era atingindo por um soco na minha barriga, fazendo me cair. – Maldito! – E em seguida o boxeador dava a mão para levantar, e eu não estava em posição de recusar. Aceitando a ajuda, erguendo minha mão, ele puxava-me e dava um forte abraço. Sincero e amável. – Nós nos reencontramos, irmão! - Para ser franco segurava um pouco da emoção, dado que as antigas memórias voltavam a aparecer. – Idiota... Isso não alivia em nada a dor.

- Agora tô indo trocar de roupa. Falô. –  De repente o cozinheiro retornava a ao normal e fugazmente saia da minha linha de visão. Sentaria em umas das cadeiras e suspiraria. – Ele reagiu melhor do que pensava. E eu aqui me preocupando. Francamente. – Tentando distrair um pouco iria alisar o gatinho, mas a única coisa que conseguia era ficar ainda mais perdido em meu pensamentos, até que num instante acendia-se uma ideia. Pararia de acariciar o felino e levantaria para apresentar-me adequadamente ao atirador e a adorável dama. – Foi mal não ter falado antes, mas na verdade meu nome é Blum. Nakamura Blumayden. – Coçava a cabeça. – Não que isso faça tanta diferença. – Conhecendo Don, provavelmente, apenas daria uma gargalhada da situação.

Sem demora iria até uma recepcionista e efetuaria o pagamento da roupa, agradeceria pelo atendimento e pegaria só minha mochila. Quando Takamoto tivesse feito sua compra sairia junto com ele. – Antes de mais nada, vamos procurar por um veterinário. – Olharia para o gatinho e colocaria em meus braços. Também analisaria o estado de  Wayne para ver se ele ainda conseguia andar sozinho, sabia se perguntasse com certeza falaria que conseguia. Se percebesse que precisasse de ajuda, iria prestar auxílio. Dando prosseguimento, perguntaria as pessoas ao redor por algum veterinário até que conseguisse uma resposta positiva. Conseguindo, iria até o veterinário e pagaria pela assistência. Levaria o animal junto comigo, apesar de não fazer a mínima ideia do que fazer com ele.

Enfim seguiríamos para o hotel. É claro que chegando lá, tomaria um bom banho e iria rumo ao mundo dos sonhos. Era sabido que o cozinheiro estava cheio de perguntas e eu também, porém era melhor descansar e deixar isso para depois.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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LEGENDAS:
Falas #0066FF | Pensamentos - #FF6600
-''Arroz'' ~
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Última edição por Blum em Sex 03 Abr 2020, 22:53, editado 5 vez(es)
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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyQui 02 Abr 2020, 15:53




Rumo à Grand Line
Minha casa, minha pika.




Graças ao Karick sabíamos o lugar certo para uma hospedagem de qualidade, sendo assim agradeci e dividi o dinheiro entre mim e Blue, era normal a divisão já que tanto ele quanto eu tínhamos acabado com a serpente branca e eu nunca fui um fã de dinheiro mesmo. Decidindo novos rumos, peguei Jade que se encontrava dolorida e não falava nada sobre seu estado ou desejo, parecia que estava carregando uma boneca sem vida, mas não podia deixar essa ruiva do jeito que estava, a levei comigo sem perceber. Dei uma volta no quarteirão até encontra uma loja de roupas, era um lugar reservado, porém nada tão chique ou caro de abrir a boca.

Deixei a moça sentada em uma poltrona confortável. – A melhor ideia que tiverm foi as cadeiras nesse tipo de loja. – Já vi homens esperarem horas em pé esperando suas namoradas escolherem o que comprar em estabelecimentos sem nenhum tipo de cadeira. Olhava para Don e me assustava, se ele estava aqui que dizer que o Blue também, o mendigo finalmente teria roupas novas e jogaria os trapos no lixo. Fui abordado pela atendente que me deixou livre para escolher minhas vestes, realmente não precisava de recomendações, qualquer coisa para cobrir meu peitoral serviria. – Ora, ora. Cadê você Blue? – Indaguei virando minha cabeça de um lado para o outro procurando o médico. – Em que cabine você tá? – Dei alguns passos e notei um homem sair de uma, seus cabelos eram azuis, seu rosto familiar, e quase cai no chão em lágrimas. Segurei o choro com todas minhas forças forçando meus músculos faciais a rumarem por uma expressão que nunca havia feito na vida.

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Bem na minha frente, estava ele, era meu irmão, Watanabe Blum. Mas não era somente isso, aquele também era Blue, o médico espadachim, como eu não percebi antes? Os pensamentos em minha cabeça eram ligeiros feito um raio, tudo veio simultaneamente, se era ele porque não me falou? Que tatuagem é essa no rosto dele? Como ele virou mendigo? Eu vou quebrar ele por me enganar esse tempo todo? – Ah.. – Saiu em seco, a raiva e emoção tomaram meu corpo, fui em sua direção com meus braços abertos, mas não era um abraço, coloquei uma de minhas mãos em seu ombro e abri um grande sorriso. – Blum. – E atingia seu estomago com um forte soco, esta era minha vingança por todo esse tempo se passando por um mendigo cuzão, mas a fúria se dissipou em um instante, estendi a mão e o abracei. – Nós nos reencontramos, irmão! – Sentia o calor de seu corpo e esta aura especial, não era uma ilusão me pregando peças. Merda. Não conseguia segurar as lágrimas, elas desciam sobre meu rosto suavemente, porém não podia deixar ele me ver assim. – Agora tô indo trocar de roupa. Falô.

Limpei o rosto com uma mão e depois desfiz o abraço e segui adiante para o provador mesmo não tendo nenhuma peça de roupa em mãos, fechei a cabine e coloquei uma das mãos na parede apoiando meu corpo. – Caraca.. Meu irmão tava do meu lado esse tempo todo. Eu não podia estar mais feliz. – Enxugava minha feição e respirava um pouco. Não era a hora de chorar feito um bebê, queria saber os motivos do Blum e para isto preciso de um momento certo, mas não é agora. – Vamos escolher algumas roupas. – Murmurei, sai da cabine determinado a achar um par de vestes que combinassem, compraria no mínimo três peças de cada. Após a escolha, compraria e a colocaria em uma sacola, não queria deixar nada sujo ou fedendo, depois de um banho estaria apto a vestir.

Se a loja também tivesse bolsas masculinas ou mochilas, compraria uma junto com a penca de roupas. – Obrigado. – Sempre agradecer e enfim poderia sair da loja, olharia para Blum, não era mais Blue e sim Blum. – Cara.. Depois de me conta a razão de tudo.. E essa tatu. – A única diferença do relacionamento entre o ex-mendigo e eu é que agora, nada podia nos separar agora que estávamos juntos, finalmente Taka e Blum juntos. – Eu devia ter sacado na hora que tu me chamou de Taka.. – Reconhecia minha ignorância enquanto caminhava com ele. – Passa o Don para cá, eu vou pro hotel, vai cuidar do gato. – Falaria pegando Don e Jade. – Vou fazendo as reservas. - Falaria de um tom requintado parecendo ser um nobre, indo adiante, encontraria o tal hotel que Karick indicou. – Boa tarde! Gostaria de dois quartos, um com três camas e outro somente uma. – O de um para Jade e o outro para esse bando de louco que me acompanha e para mim.


Offs:
 

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GM.Kekzy
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyQua 08 Abr 2020, 22:49

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ao ver os belos cabelos cor de fogo, Alejndro era atraído como uma mariposa em direção à luz que dali emanava. Com a guitarra em mãos, tocava a sua melodiosa música, a qual acompanhara Takamoto e Blumayden por todo o seu caminho até a alfaiataria. Ainda, a dupla tinha aquela estranha sensação de que estavam sendo seguidos pelo homem e podiam confirmar logo adentraram o estabelecimento e ele os acompanhara até a frente da porta, onde continuou a tocar para uma Jade que aparentava não estar nada bem.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dentro da loja, enquanto trocava as suas vestes, Nakamura era pego de surpresa - e não diferente acontecia com Takamoto, o seu irmão perdido! Ambos olhos se encontraram naquele íntimo e másculo momento de fraternidade, em que todas aquelas saudosas memórias voltavam à mente como uma descarga elétrica, marejando os olhos e fazendo-lhes tremer o queixo. O destino havia juntado-os tal como separara-os outrora e aquele laço de amizade que haviam criado, como se fossem desconhecidos, só tinha a fortalecer a ligação que sempre possuíram — Então vocês são irmãos?! Que merda ein?! - Don caia na gargalhada, bebendo um gole de sua bebida alcoolica — Senhor... senhor, não é permitido bebidas assim aqui - a atendente o repreendia, de modo que ele dava um fétido arroto e guardava a garrafa.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Na outra cadeira, oposta à de Wayne, a cabeça de Jade estava encostada no respaldo do assento, como se ela estivesse dormindo. Ao menos, essa era a primeira impressão que tinham. Talvez ela só não gostasse de esperar. Ignorando o fato, por enquanto, Nakamura voltava à recepção para fazer o pagamento, desembolsando B$ 600.000 berries em seu precioso look de Blum, Mayo Misterioso. Enquanto isso, Lisandro também escolhia suas vestes, comprando seis peças de roupas, sendo três de cada, e aumentando seu leque de skins com as novas aquisições: Takamoto Bananinha, com seus pijamas de bananinha e Takamoto Tomatinho, com suas novas peças vermelhas e brancas, além da Mochila Grande, as quais lhe custaram B$ 400.000.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dessa maneira, os irmãos perdidos voltavam a se separar e, concomitamente Blumayden buscava um veterinário para o seu gatinho, Takamoto ia em direção ao hotel mencionado por Kaseki, carregando suas compras e Jade, pois agora Don conseguia andar, ainda que se apoiasse em seu companheiro vez ou outra. Ademais, o cozinheiro podia perceber que a ruiva estava bastante quente e suando, além de não responder bem aos seus movimentos. Para piorar, atrás de si, havia um louco tocando uma guitarra enquanto falava baboseiros sobre amor e relacionamentos. Não tardou chegassem em frente ao Lvneel Garden, um hotel que Kaseki esquecera de mencionar ser de luxo. À frente, uma espécie de choffer os recebia e se oferecia para carregar as compras de Lisandro — Boa tarde, meus senhores... senhora - fazia uma breve reverência — Me permitam ajudá-los - carregaria as coisas para dentro — Tudo passa bem com a senhorita? - o homem indagava — Senhorita? - Jade não respondia — Senhor, não posso permitir que entre com uma pessoa... uma pessoa desacordada! - exclamava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Noutro quarteirão, um veterinário atendia Nakamura — E qual é o nome dele? - o médico perguntava, deitando-o calmamente sobre uma maca acochoada — Deixe-me analisar... - após alguns minutos tocando os ossos do felino, o especialista tinha o seu parecer — Parece que ele sente dor em alguns cantos, devido a algumas concussões, mas não há nada mais sério em relação a isso, o tempo curará. Quanto à perna dele, ele teve uma fratura leve na pata dianteira esquerda e uma luxação na esquerda, por isso está tendo tanta dificuldade de andar, ainda que consiga fazê-lo... fez bem ao trazê-lo aqui. Ele é seu a quanto tempo? Está com os cuidados em dia? - perguntaria. Por fim, o veterinário engessou a perna do gatinho com um tipo de gesso mais leve e menos invasivo, além de colocar um imobilizador na outra patinha — Você não pode deixá-lo andando por ai por alguns dias, mas ele logo se recuperará - advertia — Sobre a consulta... B$ 50.000 berries são mais que o suficiente - determinava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após a consulta, Blumayden e o seu fiel gatinho iam em direção ao hotel e, já à distância, podiam ver uma comoção em frente ao Lvneel Garden. No centro, estava Takamoto e dois guardas — Não entenda mal, Sr. , mas precisamos que prove sua relação com ela - um dos guardas da Guarda Real explicava — Veja, você está levando uma pessoa desacordada para um hotel, se não der as devidas explicações para nós, o que poderemos achar? - o outro acrescentava — Só precisamos que nos informe o nome, relação e quem são vocês e por qual razão estão carregando ela - prosseguia — E você! Está com eles?! Eu vi você os seguindo faz um bom tempo! - o guarda se dirigia à Alejandro, mandando-o se aproximar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Nakamura chegava neste momento, notando que Jade estava bastante vermelha e seu pulmão tinha dificuldade de inspirar e exalar, além de estar bastante vermelha em razão da febre - que poderia constatar ao tocá-la. Os seus olhos treinados de médico podiam descobrir muita coisa e, não só isso, mas logo lembrava que recentemente uma pandemia havia se alastrado, narravam os jornais. Não havia visto nenhum caso até então, mas os sintomas pareciam semelhantes ao temido Covid-OP.


Off

Atualizem seus históricos direitinho! A roupa do Blum é uma Roupa Boa e do Taka várias roupas Medianas!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptySab 11 Abr 2020, 11:58

Covid

Olhe só, parece que meu charme funcionou, afinal! Mas eficazmente que o esperado, porém; a roja desmaiou, tanto ela não aguentava mais conter seu amor por mim! Não posso dizer que esta é a primeira vez que recebo uma reação destas, mas eu não esperava que uma mujer peligrosa destas fosse tão frágil ao meu charme irresistível. Talvez eu devesse ter ido mais tranquilamente. Bom, esta aventura amorosa foi menos excitante do que eu tinha imaginado: a caça terminou antes mesmo de ter começado! Devo dizer que meu interesse caiu... muito rápido, e minhas expectativas estão longe de terem sidas satisfeitas. Quem sabe mais tarde, eu encontrarei uma mujer digna de bailar comigo. Quem sabe...

Todavia, quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela: bastou eu ter cansado desta presa, que uma nova surge. Não é uma mulher, infelizmente, mas a recompensa a se ganhar me parece ser muito alta. Estes dois paspalhos, que parecem conhecer a roja pessoalmente, não parecem estar com nenhum problema financeiro. Afinal, para alguém comprar estas roupas ridículas, por um preço tão aberrante, precisa-se ser ou muito rico, ou muito estúpido. Além disso, tomando em conta o hotel onde eles contam se hospedar, é seguro dizer que eles estão escondendo uma nota. De qualquer forma, eu deveria poder extorquir um bom dinheiro dos dois de alguma forma. Eu estou agora completamente duro, sem um tostão para comprar um prato de comida, ou um coquetel para uma donzela. E eu não gosto nem um pouco de estar neste estado deplorável, como um mendigo: eu sou lindo e esperto demais para estar assim. A madre me educou para ser melhor que isso.

Então, começo a seguir um deles, que carregava a roja. Verdade seja dita, ela é muito bela, apesar de não conseguir me resistir nem um pouco. Uma pena, nosso tango poderia ter sido lendário. Enquanto eu andava atrás de um, tentando analisar seu estilo, uma oportunidade de ouro aparece em frente a mim: parece que o Destino realmente está do meu lado! Um guarda começava a interrogar o homem, e, neste momento, eu soube que aquele rico estúpido estava na minha mão. Eu preciso apenas jogar as cartas certas agora. Assim que o guarda me chamou, minha mente começou a trabalhar: o que eu poderia dizer para este guarda para ganhar vantagem? Seria melhor defender o homem, ou joga-lo no fogo?

Hmmm... se eu mentisse, e acusasse-o de algum crime, eu não acho que ganharia muito. No máximo, o guarda me agradeceria, exaltaria minha honra e outras besteiras, e levaria o rico para a cadeia. Não, isto não me favorece nem um pouco. Eu preciso de dinheiro, rápido, e eu não sei se uma oportunidade melhor vai se apresentar. Não, eu preciso extorquir o rico, e, para isso, eu preciso impedir que ele vá para a prisão. Sim, eu direi a verdade, e depois irei chantageá-lo. Sim, me parece ser um bom plano. Heh, hoje é dia de faturar alto! Preciso apenas não me descuidar, e a fortuna virá.

Me aproximaria do guarda, guardando minha guitarra e mandando Pequeño de volta para cima de meu ombro, e abriria um sorriso convencido, mas calmo, abrindo os braços e dizendo, com uma voz doce como mel:

Señores! Não se preocupem, eu sei de tudo que se passa. Este homem é completamente inocente. Deixem-me contar minha historia, se não os incomodar muito. Meu trabalho, como pode se perceber pela guitarra, é ser musico: eu toco em bares, tavernas, restaurantes, e outras ocasiões. E estes dois aqui - eu apontaria para o rico e a roja - eram clientes em uma taverna por aqui. São amigos bem próximos, pelo que eu percebi. E, como amigos que não respeitam muito suas saúdes, os dois decidiram fazer um concurso de quem bebia mais: eles viraram caneco atrás de caneco, até que a jovem ali caísse dura no chão.

Com estas palavras, eu me viraria para os dois, coçando meu belíssimo cavanhaque:

Então, o señor ali me pediu, em troca de uma boa quantia de dinheiro, de acompanha-los até seu quarto de hotel, pois ele não conhecia o caminho, e estava bêbado demais para conseguir seguir direções. E esta é toda a historia, mi señor.

Após contar minha mentira elaborada, eu aguardaria pacientemente a resposta do guarda, e observaria a situação se desenrolar a minha volta. Caso os guardas se afastassem, ou eu tivesse uma brecha para falar de maneira privada com o rico, eu sussurraria em sua direção, discretamente:

Señor, espero que você possa me recompensar muito bem por essa ajuda que estou lhe dando... afinal, seria uma pena se alguém dissesse aos guardas que você sequestrou e drogou esta pobre donzela.

Olharia para ele então de maneira fria, esperando sua resposta: caso ele aceitasse minha proposta, eu apenas me manteria quieto, esperando o veredito dos guardas. Senão, eu me aproximaria de um dos homens da lei, olhando para o rico de soslaio antes de lhe sussurrar, o tom alarmado e cheio de falso terror, misturado com um tom de covarde fictício:

Señor, por favor, me ajude! Este louco sequestrou minha mulher! Eu não tenho coragem de enfrenta-lo, e eu não sei o que este maníaco pode fazer com minha amada se ele perceber que esta encurralado!


Historico:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptySab 11 Abr 2020, 22:49


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Um mal entendido é uma das piores coisas
O músico safado

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- Quê?!

Voltava a realidade e auxiliaria a adorável moça. – Com licença, eu sou o doutor. - Indagaria a autoridade local e pediria para deixar a dama no chão. Tiraria o kit médico da mochila e pegaria duas luvas e uma máscara descartável e as usaria. – Afastem-se, por favor. - Colocando a mão sobre a cabeça da donzela tomava conta da gravidade da situação. – Rápido, tragam um cobertor! – Era importante manter a temperatura corporal da paciente, caso alguém trouxesse, colocaria na mesma. No momento, tinha apenas medicamentos para aliviar a enfermidade da moça, por isso, inseriria uma dipirona líquida na seringa e ejetaria diretamente na veia da enferma.

Havia algo preocupando-me, pois quando estava aprendendo mais sobre os fármacos, a mentora falou sobre um paciente que possuía uma tal de COVID-OP, se os sintomas persistirem era bem capaz que ela tenha, e isso é bem contagioso. Logo, pegaria outra máscara e colocaria na ruiva.

Ao tratar a dama não pude deixar de perceber que aparecia um estranho e por mais incrível que pareça, aparentemente, ele queria tirar o avermelhado de uma enrascada. O seu jeito caliente e hombre de ser causava-me uma séria dúvida, entretanto, não era sensato recusar sua ajuda. Então entrando na onda, advertiria as autoridades. -  Eh... Apliquei um remédio para estimular a retirada de álcool do sangue, mas ela precisa de um hospital e rápido. E não ouse de encostar nela, por isso levem-na numa maca ou algo do gênero. Entenderam? – É claro que isso era uma mentira descarada, porém isso evitava de os guardas pegarem uma possível doença e a gente ser enjaulado.

Terminado o trabalho, guardaria meus aparatos médico e jogaria fora as luvas e a máscara descartável em uma lixeira próxima. Quando a situação terminasse, dirigiria-me ao ruivo e não demorava muito que o pior acontecesse, o músico estava chantageando a gente. E antes que eu ou Don pudesse agir, o cozinheiro tomava as rédeas da situação. – Pera aí! O pilantra tava querendo dinheiro, não uma carona. Além disso, por que diabos ele chamou um chantageador para ir com a gente?! – Apenas ficava perplexo com a situação e com um semblante indecifrável.

Na hipótese da gente se safar dessa e o hombre concordar com os termos do cozinheiro, tiraria todo suor da testa e iria rumo aos meus aposentos. Antes, passaria na recepção para acordar os preços, pediria um quarto simples com banheiro apenas para uma noite. Se o atirador não tivesse grana suficiente, dividiria a conta com o Taka, pois era necessário que o nosso navegador tivesse um boa noite de sono para gente zarpar no dia seguinte. Depois de pago, partiria para o meu quarto e não poderia de esquecer de levar nosso fiel escudeiro, o gato. – Hmm... Um nome, hein? Acho que não levo muito jeito pra isso. – Depois tomaria um bom banho. Seguidamente, pediria a comida ao serviço do hotel, de preferência peixe. Caso houvesse, daria o peixe ao gatinho, e enquanto a mim, deliciaria-me com o arroz com mayo. Com a barriga cheia, dava-me o luxo de dormir.

Acordando com as energias renovadas, despreguiçaria e iria a recepção me encontrar com os companheiros. Com todos juntos, iriamos para o navio. – Será que aquele maluco irá aparecer mesmo, hein?


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyDom 12 Abr 2020, 12:36




Rumo à Grand Line
Cabron.




A senhorita Jade não respondia ao atendente e mesmo estando dormindo, não havia sentido seu calor até reclamação ousada do recepcionista, ela estava com febre, ignorei o homem e seus falatórios. – Jade, você esteve doente esse tempo todo? – A pegaria e colocando em uma poltrona da recepção, atrás de mim surgia uma espécie de mendigo de rua músico, guardava sua guitarra e ia em direção a pessoa mais preocupada no recinto, ia falar com o funcionário do hotel. Não tinha como manter minha atenção neles sabendo que esta mulher esteve ao meu lado aguentando tanta dor, não era médico e olhei para os lados procurando por Blum, ele já tinha ido ao veterinário a algum tempo e só era questão de minutos para chegar.

Quase instantaneamente surgia o médico, seguiria sua ordem pegando qualquer cobertor ou tecido que pudesse cobrir a ruiva. – Blum, ela está com febre. – Meu irmão não tinha tempo para conversas fiadas, sua atenção era eximia aplicando os cuidados de forma coesa e ligeira, nem mesmo eu compreendi que métodos utilizou para cuidar dela, fazendo uma breve explicações a todos os presentes, ele falava sobre álcool no sangue. – Ué. – Não sabia que uma doença podia deixar álcool nas correntes sanguíneas, realmente muito perigoso, ficar em reclusão e lavar as mãos eram sempre efetivos na precaução de doenças contagiosas, foi o que concluí ao termino do trabalho do azulado. – Obrigado irmão. – Agradeceria pela atenção que Blum havia dado a Jade.

Voltava agora a atenção ao músico de rua em questão, ele parecia ter cuidado dos guardas e me ajudado. Indo de seu encontro e escutando suas palavras, minha expressão simpática ruiu se tornando a mais apática. – Como é? – Ele tinha nos ajudado para depois fazer uma chantagem? Ele queria uma recompensa pela ajuda, podia ter escondido suas presas até o fim que eu cairia como um pato, sempre fui ingênuo nesse tipo de situação, porém sua insinuação foi o que quase me fez lhe dá um soco na cara e fazer esse Zé Barbixa sair voando. – Obrigado pela ajuda, você quer uma recompensa por fazer o certo? – Forçaria um sorriso, mesmo ele sendo bem mais alto, levantaria meu braço para cima e desceria minha mão em forma vertical como se fosse cortar um abacate com uma faca, um movimento simples e direto, e daria um golpe de mão aberta na testa do sujeito. – Não brinque comigo!

Após acertar o golpe, voltaria minha atenção aos guardas antes que fizessem algum movimento errado para minha pessoa, não queria ter que iniciar mais uma briga e acabar com todos. – Desculpa! É só uma briga entre amigos, vou querer mais um quarto para ele aqui! – Passaria meu braço pelas costas do sujeito e agarraria seu ombro com força. – Levem a senhorita Jade para o hospital por favor, deixarei uma boa gorjeta. – Minha preocupação na garota ainda existia, mas sendo mandada para o hospital seria melhor do que ficar com pessoas desconhecidas como nós. – Ei chapa, vou ser sincero, queria te dá um soco, mas ajuda é ajuda. Posso te dá uma carona para próxima ilha e te levar para o farol se for seu destino e isso é tudo. Me encontre aqui, amanhã de manhã.

Soltaria o morador de rua, iria pagar pelos quartos, um para mim, Don, Blum e outro para o músico. Jade iria para o hospital, deixaria uma gorjeta para os senhores que a acompanhariam e subiria para o quarto. – Hora do descanso! – Jogaria os braços para cima animado ao notar que fazia tempo que não deitava em uma cama de hotel, eram sempre limpas e macias, seria o primeiro a tomar banho. – PRIMEIRO! – Entraria no banheiro de imediato, sairia pelado para me vestir. – O próximo já pode ir. – Olharia para meu corpo vendo se tinha alguma cicatriz de ferimentos e todos haviam sarado sem deixar rastros. Vestiria somente uma bermuda e deitaria no colchão. – Boa noite pra quem fica.


Offs:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyDom 12 Abr 2020, 18:42

Narração




[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A leve tensão logo se dissipava quando Alejandro habilmente conseguia dissimular a situação com conversa fiada, alegando que eram todos amigos e haviam caído na bebedeira. Apesar do desentendimento com Takamoto, este logo segurava o fanfarrão, envolvendo-o em seu braço e impedindo que se aproximasse dos guardas. Ainda, uma vez que deixava Jade nas mãos deles, a fim de que fosse levada para o hospital, em troca de um quantia generosa de B$ 100.000, os homens não recusaram e deixaram a questão pra lá. Seguindo as orientações de Blumayden, após checar as condições da paciente, Blair era colocada em uma maca e levada ao hospital mais próximo, sumindo da vista junto aos guardas.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com aquilo, Alejandro não havia conseguido o seu dinheiro, mas como estava duro, sem um único tostão, a oferta de Lisandro lhe caia muito bem. Teria uma bela noite em um quarto privado naquele hotel. E isso com o mínimo de esforço. Ademais, ainda tinha a chance de viajar com os riquinhos e, quem sabe, em algum momento, passar-lhes as pernas e apoderar-se da gorda quantia que imaginava terem. as coisas não haviam saído como planejado, mas já era algo. Quem sabe, um início — Eu não confiaria nesse cara. Tem face de pilantra - Don sussurrava para os seus companheiros, demonstrando o seu descontentamento.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De toda forma, haviam tido um dia dificílimo e agora, quando suas mentes não avistavam mais problemas, permitindo relaxar-se, era que a exaustão batia. Seus músculos estavam fatigados e algumas dores surgiriam aqui e ali, em locais onde não haviam sentido anteriormente. Era o ônus de um dia tão lotado. Porém, com a diária de B$ 50.000 para cada, os quais saíam do bolso de Takamoto Lisandro, todos poderiam desfrutar de uma noite tranquila e confortável, com o atendimento de alta qualidade - o qual deixava ao dispor de cada um pedir comida ou outros serviços, como massagem, limpeza de pele, fosse o que fosse, estava tudo à disposição.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Blum, Takamoto e, se fosse a vontade de Alejandro, todos desfrutariam de uma noite de sono tranquila após efetuarem seus cuidados pessoais e desfrutarem do que o Lvneel Garden tinha a oferecer. Após deitarem a cabeça no travesseiro, lembrariam de como foi o dia, adormecendo suavemente enquanto a mente desvaneceria. Só quando os raios passassem pelas frestas da janela e repousassem sobre seus olhos é que acordariam, de manhã, com o céu limpo e o corpo mais leve - para Takamoto e Blum, ainda com alguns desconfortos, como se tivessem feito um treino pesado. Logo viam que erra um ótimo dia para navegar e, quem sabe, começar uma nova jornada!

Off

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] Atualizar o histórico com os custos deste post.

@Everyone Vocês podem narrar como se tivessem feito tudo que quiserem, até mesmo passar um tempo na sala de estar, etc. O melhor é fazer isso em forma de flashback. De toda forma, contem como vocês passaram um dia em um Hotel que tem SPAR, jogos, o que vocês quiserem imaginar!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyQui 16 Abr 2020, 15:36


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Um hotel não é sua casa
Lvneel Hell

Adentrando no estabelecimento, uma funcionária entregava-me um papel contendo diversas informações sobre a hospedaria. - Interessante, nunca imaginei que teria um hotel com tantas opções. Banho nas águas termais, acho que topo esse. – Olhava fugazmente para os meus companheiros. Não queria nem a pau que eles atrapalhassem minha noite de descanso, por isso despedia-me. – Bem, tô indo dormir. – Dava o fora o quanto antes. Alegremente partia para o meu banho pacato e vigoroso.

Chegando no banheiro, percebia que consegui despistar aqueles baderneiros. Trocava-me e ia relaxar. Adentrava em uma piscina enorme, encostava as costas na lateral da piscina e descansava, a temperatura da água era tão boa, o calor fazia meus ombros repousarem e exorcizava todos os demônios que afugentava minha vida. – Isso que é viver. – Fechava os olhos e adormecia feito pedra.

- Ei! Acorda! – Sentia várias cutucadas no rosto. – Você era o safado que tava espiando, hein?! E NEM TENTE DE FINGIR QUE AINDA TÁ DORMINDO! – Acordava apavorado. – Hã? – Olhava atordoado para todos os lados, não via nada de estranho, apenas um bando de velhas altamente perigosas. – Espere, vamos resolver isso. Talvez isso só seja um mal-entendido.

Após uma longa "conversa" consegui convencer elas que não era o tal do pevertido. – Oh, desculpe, moço. Você ficará bem? – Apenas tentava dar um sorriso e levantava minha mão amistosamente. – Não precisam se preocupar. - Realmente não pode se duvidar da força de uma mulher...

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- Quem diabos fez isso comigo? – Enquanto resmungava um funcionário do hotel veio falar comigo. – Oh, senhor, você parece bem cansado. Que tal aproveitar a seção de massagem do nosso Lvneel Garden, sei que irá adorar. Todos adoram. – O convite vinha em boa hora, talvez, levar uma boa massagem me fizesse esquecer daquele incidente. – Me leve lá. – Respondia. – Por favor, por aqui. Chegamos, aproveite nossos melhores massagistas. – Percebia que havia outras pessoas sendo massageadas e por lindas garotas. Deitava numa das camas de massagem e aguardava um profissional.

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- Oooh, então você é o tal do hospede amigo daquele galanteador, adorooo! – Era uma voz grossa e afeminada. Virava-me bruscamente e arregalava os olhos. – Deite-se e aproveite. Você só sairá daqui quando me contar tudinho daquele galã. – Por mais que fosse gentil suas palavras, dava para sentir um tom sombrio e assustador. Engolia a saliva. – Eu não sei do que você está falando. AAAAHHH!

Nem me pergunte como sai de lá, por algum motivo estava levando a culpa de tudo e ainda por cima, minha coluna nunca esteve tão inclinada na minha vida. Apoiava um dos braços na parede enquanto andava e minha barriga começava a roncar. Não demorava muito para chegar na praça de alimentação do hotel, porém era interrompido por outro funcionário. – Desculpe, senhor, mas já encerramos de servir a comida por hoje. Está tarde. Contudo, ainda sobrou um prato exótico vindo diretamente da Grand Line. Ele é construído primordialmente de feijão e um molho requintado de tomate. Senhor? Você está bem? Senhor? – Cerrava os punhos e gritava aos céus. – NÃAAAAOOOO!

- Isso aqui tá mais para Lvneel Hell. – Resmungava chegando no meu quarto. A primeira mão ia até minha mochila e começava a comer meu glorioso mayo, enquanto descontava tudo na comida avistava o gatinho. Ele já estava dormindo e parecia bem contente, além disso, o cheiro de peixe mostrava o quão havia se estufado de comida. – Bem, pelo menos alguém se divertiu essa noite. – Suspirava e depois de um tempo ia dormir.

Finalmente era de manhã, meu corpo ainda estava dolorido, porém estava animado. Hoje iriamos finalmente partir. Aguardaria todos os meus companheiros, quando todo mundo estivesse reunido íamos para embarcação. Chegando lá, obedeceria às ordens de Don para conseguimos viajar o quanto antes.


Histórico:
 

Objetivos:
 

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 9 EmptyQui 16 Abr 2020, 16:41

Luxo

Como ele ousou, aquele cabron! Bater em mim, em mim, na frente de todos estes guardas, como se eu fosse um cão de rua qualquer! Ah, ele vai pagar, vai pagar, com o sangue dele! Ou com uma noite em um hotel de luxo. Uma comoção agora me traria apenas prejuízo. Aquele rico pelo visto não liga para minhas ameaças, e com uma certa razão: apenas com aquele golpe que recebi, deu para perceber que ele não é nenhum fracote. Bem, pelo visto, terei que mudar meu plano de ataque: se ameaças não servirão de nada, terei que recorrer à bajulação e à falsa amizade. E o negocio que aquele homem me propôs é perfeito para este plano: se eu ficar tempo o suficiente com eles, eles acabarão por ter confiança em mim, e, como um jaguar escondido na mata, eu esperarei por meu momento...

Minha decisão então foi feita: aceitar a oferta daquele safado é, sem sombra de duvidas, minha melhor opção. Assim, com um sorriso carinhoso e apaguizador no rosto, eu esfregaria minha testa que ainda latejava, e diria, a voz calma escondendo toda a magoa por trás:

Você é generoso demais, mi amigo. E acompanhar um hombre valente como você em um caminho tão árduo quanto a Reverse Moutain é uma honra para mim. Sim, meu caro, era errado de mim de tentar chantageá-lo... e por isso, peço mil perdões.

Com estas palavras, ajoelharia-me em frente do homem, a cabeça para baixo, aguardando a reação do ricaço a minha frente. Então, prontamente, seguiria-os até o hotel de luxo. Até que eu me dei muito bem com esta situação: um hotel que possa cuidar de meu belo rosto como ele merece é, sem dúvida alguma, um prazer incrível. Durante o caminho, eu me viraria em direção daquele grupo bizarro, e cheio de diñero, e lhes perguntaria, a voz agradável e amigável:

Señores, creio que começamos nossa relação com o pé esquerdo. Me chamo Alejandro, Alejandro Alacran, e sou um músico de profissão. Um bardo que vive cada dia em uma ilha diferente, se preferirem. E, se não for intrometido demais de minha parte... eu poderia conhecer vossos nombres?

Escutaria atentamente o que eles tinham a dizer, para poder traçar o melhor possível o caráter de cada um daqueles homens; se eu quiser passar a perna neles, eu preciso saber onde atacar. O mais problemático, pelo que me parece aquele cowboy bizarro: eu sei exatamente o que ele está sussurrando para os dois outros com aquela cara de ranzinza. Com certeza quase absoluta, ele está falando mal de mim. Que eu sou um malandro, um ladrão etc... O que ele esquece porém, é que eu sou lindo e charmoso: e isto é uma qualidade que transcende, e muito, todos os problemas de meu estilo de vida.

Enfim, o importante agora é que eu finalmente terei os cuidados que mereço: este descanso e luxo será perfeito para eu esquecer destes mal bocados pelos qual andei passando, e daquele mariñero safado que roubou todo meu dinheiro e meus dados. Agora, é hora de relaxar. Assim que entrasse no hotel, eu subiria em meu quarto para guardar minha guitarra, que, infelizmente, é minha única possessão por enquanto. Então, seguiria até o SPA do hotel, onde eu seria coberto de cremes exóticos e hidratantes para dar ainda mais esplendor à minha pele perfeita, e, em seguida, iria a sauna. Obviamente, Pequeño me seguiria naquele salão de beleza, e receberia um tratamento digno, com direito a banho, tratamento de pelo e de focinho. Tudo ia perfeitamente, e meu rosto divino recebia toda a adoração que merecia. Porém, na sauna... tudo mudou.

Um homem enorme, musculoso, e com um bigode de dar inveja entrou na sauna, com uniforme completo. Claramente, era um funcionário. De inicio, eu nem liguei; porém, estranhamente, ele se sentou do meu lado, perto demais. Ele abriu um sorriso constrangido, as bochechas rosadas e o olhar fixo em mim. Então, eu soube exatamente em que direção aquilo estava indo. E nenhuma duvida sobrou quando ele começou a falar, com sua voz grossa e, ao mesmo tempo, efeminada:

Ora, você é um galã mesmo hein! - Uma de suas mãos começou a se aproximar de mim, perto demais.  - Sabe, eu sempre tive um fraco para arrasadores de corações...

Sua outra mão subiu até sua boca, escondendo uma risadinha nada discreta ou elegante. E, enquanto isso, sua mão se aproximava cada vez mais de minha toalha, cada vez mais perto, perto demais. Eu sabia que tinha que dar o fora de lá antes que algo de muito, muito estranho acontecesse. Sim, eu sou um sedutor... mas um jaguar não caça outros jaguares, e eu não seduzo outros homens. Deus, e a situação apenas piorava: o funcionário começou a desabotoar seu paletó com uma só mão, dizendo:

Ufa, está tão calor aqui... Não acha, garanhão? Talvez essa toalha...

Instintivamente, eu agarrei minha toalha e me levantei, sem jeito, tentando achar uma desculpa para dar um fora naquele brutamontes:

Oh, perdoe-me, mi señor, mas... eu tenho que... tenho que ir... oh não, Pequeño, você está engasgando! - Peguei minha fuinha de estimação, que estava claramente bem, e sai correndo do lugar, deixando aquele enorme homossexual para trás.

Logo após esse episódio assustador, eu segui até a sala de estar principal do hotel, pedindo um enorme pedaço de carne bovina, esta ainda presa no osso, perfeitamente cozida e com uma camada quase invisível de sal grosso adornando seu exterior. Enquanto eu comia, porém, percebi o homem que havia me convidado neste luxo, e logo o chamaria, antes de lhe dizer, a voz doce, porém venenosa:

Meu caro, como é bom vê-lo! Você realmente é um amigo, e eu lhe sou grato para siempre. - Pediria ao barman um prato de comida para o rico, e dois copos de cerveja cheios até quase transbordarem. - Diga-me, mi amigo; o que me diz de um jogo entre novos colegas de viagem? Com uma aposta, óbvio; não gostaríamos que o juego fosse chato demais, não é? Hahahahaha!

Eu bateria amigavelmente nas costas do homem, com um sorriso de víbora no rosto. Caso ele aceitasse minha proposta, eu começaria a explicar como o jogo funcionaria:

Veja bem: o barman vai nos trazer um copo cheio de cerveza. E as regras do jogo são simples: você precisa por o máximo de moedas no caneco que virà, sem deixar transbordar uma gota sequer de cerveza. o primeiro que fizer alguma coisa cair, ganha. O que acha? - Abriria um sorriso, abrindo os braços de maneira casual - Ah, e obviamente, você não pode beber o que tem no caneco, ou esvazia-lo de maneira alguma.

Vamos apostar... já sei! Se eu ganhar, você me da o dinheiro que tem. Senão... eu serei seu escravo até chegarmos ao farol. Qualquer coisa que você quiser que eu faça será feito. O que me diz?

Caso o homem aceitasse minha proposta, o jogo começaria. Eu desenrolaria as mangas de minha camisa, que normalmente sempre ficam dobradas, e com uma ligeira cutucada, eu mandaria Pequeño dentro de minha manga direita. Então, eu começaria a por uma moeda logo após o turno de meu adversário, tomando cuidado sempre que o caneco estivesse prestes a transbordar: se eu percebesse que uma moeda a mais me levaria a derrota, eu aproximaria minha manga da borda do caneco, e deixaria Pequeño espichar sua língua, por trás de meu braço, para lamber suavemente a cerveza, esvaziando-a suficientemente para que minha moeda possa entrar no liquido com segurança. Este truque, ou trapaça, já funcionou muitas vezes contra palhaços em tavernas por todo o mundo. Tudo bem, eles estavam frequentemente bêbados, mas... bem, geralmente funciona. Eu ensinei meu querido Pequeño o suficiente para que ele não arruinasse tudo. Eu espero, pelo menos.

Quando a aposta terminasse, independentemente do resultado, eu voltaria para meu quarto, deitaria naquela cama tão macia e confortável, e dormiria como um anjo. A quanto tempo eu não durmo em uma cama tão boa...

Assim que o dia amanhecesse, eu desceria até a porta de entrada do hotel, esperando os homens que me dariam uma carona, dizendo, a voz relaxada:

Que noche, meus amigos! Vocês realmente sabem viver bem, não é? - Sacaria então minha guitarra, meus dedos brincando suavemente com as cordas - O que acham de uma musica para o caminho, señores?

Caso eles aceitassem minha proposta, eu começaria a tocar uma música de flamenco, tão bela quanto eu, e seguiria-os para o barco que eles provavelmente têm. Finalmente vou deixar esta ilha, que, apesar de me dar a oportunidade de passar uma noite relaxante como eu nunca tinha passado... ainda me deixava um gosto amargo na boca. Foi aqui que eu perdi todo meu diñero, e minha antiga guitarra...

Historico:
 

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Última edição por Buggy em Seg 27 Abr 2020, 11:39, editado 1 vez(es)
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