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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySex 07 Fev 2020, 20:45


Cap. II
Rumo à Grand Line?

MyaAttack
Enviando a cobra para sua toca

- Não seu preocupe, você ficará bem. – Balançava minha cabeça num gesto de positivo. Não sabia muito bem como os felinos se comunicavam, mas acho que ele entenderia minha intenção. – Bem, tenho outro problema para resolver. - Levantaria-me e olharia para aquela cena inusitada. – Aah, como era de esperar. – Mesmo numa situação delicada mantinha de um semblante sereno. Finalmente entendia que aquele pirata não passa de um reles baderneiro, em outras palavras, um bundão.  Você há de concordar de quem usa inocentes para se proteger não passa de um covarde.

Não precisarei mais de uma espada para acabar com essa palhaçada aqui. – JAMAL! – Berraria. – Seu erro foi superestimar o poder dos felinos! – Apontaria para o pirata. – Eles são VINGATIVOS! AGORAA! – Olharia para cima do malfeitor esperando que um grupo de gatos atacasse ele... Mas que papo de maluco, hein? Entretanto, essa era a ideia. O que tinha acabado de falar era algo tão inusitado que não teria como ele não olhar para cima. Como sabia disso? Bem, é igual que eu disse antes, ele era um covarde e morreria de medo de levar um ataque surpreso. Não é toa que é chamado de cobra, quando algo simples o chama atenção quer de imediato atacar. E o que eu queria chamando a atenção dele? Bem, você conhece meu estilo, estava dando tempo para que Takamoto agisse.

Quando o cozinheiro mover-se, correria na direção do bandido, ao aproximar-me dele não procuraria o confronto direto, daria uma rasteira de modo que chegasse próximo ao lixo. – Com licença! - E durante esta ação, pegaria uns pedaços de lixo com uma mão. Eu não tinha tanto nojo por conta do meu passado... Mas isso fica em off. Vamos nos concentrar na luta! Dando prosseguimento ao meu ataque, após pegue o lixo, viraria o meu corpo rapidamente e daria um salto na direção do gatuno. Jogaria a escória na própria escória – isso ficou meio estranho -, miraria na nos olhos do malfeitor para que não avistasse o próximo movimento, rapidamente sacaria minha espada e desferia um corte na diagonal na direção de seu torso ferido, de preferência.

Após efetuado meu ataque executaria essa artimanha, apenas se visse que Takamoto estava numa posição boa para desferir um ataque. Executaria esse plano arriscadíssimo, mas não hesitaria caso aparecesse a oportunidade. Ele não surgiu por acaso, na verdade, quando avistei os gatos se comportando, essa ideia surgiu na minha cabeça. Faria exatamente como um gato, soltaria minha espada e agarraria a minha presa, mais precisamente a perna dela. Não precisava dar o sinal, o boxeador estava em perfeita sincronia comigo e sem dúvidas, aproveitaria aquela chance.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySex 07 Fev 2020, 23:58

Takamoto Lisandro Oloko



As melhores ameaças são aquelas que você pode cumprir, Jamal não tinha das melhores já que todas diziam a mesmice de dizer que iria me matar, pegar, se vingar.. Bem tanto faz, ele não ia conseguir de qualquer jeito, foi sem medo que avancei ao seu encontro sabendo que lutaria com ele e o deixaria contra a parede. Ele tentou escalar o muro, pulei aquelas caçambas de lixo e o persegui não deixaria que o mesmo escalasse assim segurando sua perna, ele não parava de se mexer, sua perna veio a encontro do meu nariz, o chute era forte, minhas narinas começavam a se entupir de sangue e minha respiração começou a se atrapalhar, porém não soltei sua perna e continuei o puxando para baixo com determinação, não seria uma dorzinha na cara que me faria parar diante do possível atacante de Don.

Mostrando suas presas, ele atacava com sua adaga, segurei seu pulso com segurança, mas sua alcunha ia além do veneno. A surpresa de ter sido envenenado após o pirata distender seu punho para rasgar minha pele era legitima, mas isto não me faria desistir, vi sua guarda aberta depois do golpe e surgiu a oportunidade de acertá-lo, não uma boa base, porém consegui aplicar um bom gancho lhe fazendo soltar do muro e acabando com suas chances de escapar daquele beco que seria sua ruína.  Não tinha mais como ele fugir e a luta se intensificava, ele queria acabar comigo o quanto antes para poder focar no Blue que estava cuidando do felino ferido, já tínhamos ignorado Don e não cometeríamos este erro mais uma vez. – Você já era Jamal! – Gritei antes de ser atingido pelo golpe do bandido, tinha se impulsionado usando a parede e feito um bom golpe, rangi os dentes aguentando a dor, meu corpo tremeu e fui ao chão.

Abri meus olhos e a cobra estava por cima de mim, vi seu braço se levantar e dai vi outra chance de aplicar mais um de meus golpes. Tentei levantar meu braço, arregalei meus olhos quando não pude sentir meu braço me acompanhar, ele estava paralisado e se tornou apenas um peso. – Não! – O veneno era um paralisante, tinha acabado de perder uma das minhas armas contra Jamal. – Merda! – Tinha que pensar rápido, o filha da mãe sorria sabendo que era sua vez de me colocar contra a parede. Ele erguia seu braço e mirava na minha garganta, seus olhos ficaram afiados como nunca. – Meu fim uma ova! – Não deixaria isto acontecer! Se não podia contar com um dos meus braços, eu ainda tinha o outro e o restante do meu corpo, isto seria o suficiente para acabar com este maltrapilho. Com os joelhos atacaria a bunda daquele sujeito, usaria a força do meu abdômen e o impulso das minhas pernas para dá um toco e fazê-lo errar seu ataque, tentaria desviar ao recolher meu pescoço na diagonal e sabendo que o golpe iria ser um pouco mais para frente graças ao impulso que ele iria ganhar depois de levar uma dupla joelhada no toba.

Aproveitaria deste erro para usar um cruzado em seu torso o tirando de cima de mim e o jogando para o lado, consequentemente rastejaria até a parede próxima e levantaria com seu apoio. – Só preciso de um braço para acabar com você, seu jamanta. – Teria me livrado de seu ataque e teria a ajuda de Blue para acabar de uma vez por todas com este maldoso a minha frente, retribuiria o que ele havia feito ao Don e as gatos, também a todas as pessoas cujo ele fez algum mal. – Vamos Blue! – Sabendo que não poderia utilizar um dos meus braços, deixaria que o espadachim começasse o primeiro ataque para tirar a atenção do pirata e quando houvesse uma chance para uma aproximação direta, daria um pulo e usaria a parede como apoio a chutando, faria o mesmo que ele, no entanto, este golpe fecharia seu caixão. Miraria no centro da face deste pirata e em seguida pegando toda minha força e impulso, soltaria uma bala de canhão no rosto dele.

Se eu servisse só de chamariz, deixaria o espadachim acabar com ele enquanto eu o distraísse, pegaria lixo do chão para jogar nele e atrapalha-lo se o médico estivesse em dificuldades, não deixaria que meu amigo ficasse em perigo real.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyDom 09 Fev 2020, 02:07

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar de estar de mãos atadas contra o ataque de Jamal, as cordas vocais de Blumayden estavam mais que soltas. O seu blefe fazia Jamal dar uma breve olhadela de soslaio, a qual não durara mais que um segundo, mas havia dado tempo o suficiente para Takamoto ganhar a dianteira no movimento e erguer os seus joelhos com um rápido impulso. O pirata tentou responder ao dobrar as pernas para trás, a fim de impedir o ataque - mas as intenções de Lisandro eram muito perversas do que ele pensara. Com seus membros dando uma célere estocada nas pernas do bandido - as quais protegiam seus glúteos - ele foi jogado um pouco para frente, mudando a trajetória de seu golpe de última a hora. A adaga cravou-se naquela mistura de pedra e cascalho, raspando na orelha do boxeador; não a ponto de deixar uma cicatriz permanente ou algo do gênero, mas tirando um filete de sangue, de tão rente que passou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A face do malfeitor se contorceu ao ver que havia errado o golpe, rangendo os dentes e tremendo um dos olhos. Puxou a adaga rapidamente, pronto para golpear o caçador caído novamente, mas este já havia se adiantado e seguia com um uppercut na boca do estômago de Jamal. O gatuno ainda teve tempo de cobrir parcialmente o golpe com a sua mão vazia, mas isto não o ajudava muito. O ar deixou o seu esTômago após aquele forte golpe, atirando um tanto de saliva na face de Takamoto — Urrgh! - foi atirado para o lado, rolando até bater na parede que havia tentado escapar. Uma lata de lixo também rolava para a lateral, misturando o som metálico ao baque abafado do corpo do bandido contra a parede.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A esse momento, Nakamura já havia tratado o gato, voltando a se unir ao combate. O ardil espadachim corria em direção a ambos, dando uma rasteira no meio do caminho e pegando uma sacola de lixo no trajeto. Levantou-se em meio à manobra com maestria, prosseguindo com ímpeto em direção à Jamal, o qual se levantava com dificuldades; sua mão cobria o estômago, onde havia sido cortado e levado um forte soco. O corpo curvado que se erguia evidenciava que ele estava em más condições. Os cabelos brancos que caíam em frente à face não revelavam o olhar. Estivesse como fosse, Blumayden não pretendia parar, lançando o saco preto de lixo na direção do procurado, a qual se rasgava e faia uma chuva de papéis, garrafas plásticas e várias outras tralhas, as quais voavam para todo lado. Enquanto o espadachim sacava a sua espada, o pirata esperava o momento para dar um pequeno pulo para trás e, em uma grande e sutil apresentação de suas habilidades de parkour, a sola de seus pés o levantavam contra a parede, dando um segundo curto impulso com as pontas dos pés. O movimento, apesar de pequeno, era complexo e o manteve no ar, rente à parede, por mais tempo do que ficaria caso tivesse apenas pulado. A lâmina de Nakamura cortava papéis e garrafas ao meio, além de parte da roupa de Jamal, que havia se inflado com o rápido jogo de pés.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A Serpente era esguia, como havia mostrado, mas nem sua experiência na pirataria, sendo perseguido diversas vezes, poderia lhe livrar do que estava por vir. Surgindo de trás do lixo esvoaçante, Nakamura pulava em direção às pernas de Jamal, que se preparara para receber um golpe de espada. Havia desviado o corpo em uma pequena meia-lua, poupando-se dos movimentos amplos para preservar energia e se recuperar. Assim, o espadachim sem espadas segurava a sua perna, a qual balançava e chutava a sua face a cada movimento — NÃO ME TOQUE, MERCENÁRIO IMUNDO! - bradava. Nesse momento, podia-se ver os olhos avermelhados, de pupilas dilatadas e arregaladas, tal como um animal encurralado. Com a surpresa, a Serpente estava desconcertada diante da impossibilidade de escapar, o que a guiou a brandir sua adaga contra a parte de trás desprotegida do pescoço de seu algoz. Entretanto, nesse momento, Takamoto já havia se levantado e encontrava-se em pleno ar, após chutar a parede e impulsionar-se contra o meliante. Com o olhar afiado pelo seu espírito, o peso do punho que protegia e sua incrível determinação, o ruivo sentia a sua manopla conectar com a face de Jamal. A sensação aprazível parecia durar mais do que durara, mas logo Jamal era atirado para o lado, cedendo completamente à dupla de irmãos. O golpe certeiro havia o levado ao nocaute, cessando a agressão ao seu perdido irmão e fazendo o corpo que valia milhões cair para o lado contrário de Blumayden, ao bater sua cabeça em uma sacola de lixo, completamente apagado.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A adaga colidia com o chão, juntando-se à sua gêmea que havia caído na tentativa de escalada, fazendo o último som de metal que a dupla escutaria naquele beco. Era o decreto do fim da batalha. A perigosa Serpente Branca não havia suportado a pressão. Os irmãos poderiam se olhar, apreciando a cena que haviam criado e respirando aliviados - salvo Takamoto, o qual ainda sentiria a sensação de dormência subir até a altura dos ombros. Fosse o mal que fosse, a luta estava encerrada.

Off

A Serpente Branca foi fumada!

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyDom 09 Fev 2020, 18:06

Takamoto Lisandro Karaca!



Sentia muito mais do que um simples soco, a serpente não foi esguia o suficiente para desviar do meu golpe, cada centímetro do meu punho afundava na cara daquele sujeito e tudo graças a Blue que tinha firmado o pirata nesta posição ideal, ele não conseguiu diminuir o dano do ataque e nem bloquear, tudo que fez foi levar um ataque direto meu e isto era o suficiente para deixar qualquer um no chão. Seu corpo girou e colidiu contra o chão desacordado e naquele instante senti o gosto da vitória percorrer pelo meu paladar. – Eu disse que não preciso do outro braço para te derrotar, pois já tenho um braço direito chamado Blue! – Disse ao pirata desmaiado e faria um “toca aqui” no médico certificando não só para mim e nem para o pirata, mas para Blue que juntos éramos imbatíveis. Soltava um grande suspiro aliviando toda a tensão do meu corpo, passava a mão livre em minha testa retirando o excesso de suor dos meus olhos, olhava para Blue. – Eu carrego ele, revista ele aí pra ver se tem um antidoto e joga fora as armas ocultas dele, se ele tiver né. – Se o azulado encontrasse algum remédio que curasse a paralisia do meu braço, tomaria e enfim pegaria o pirata o passando por cima do meu ombro, seu corpo era magro e leve para ter tal agilidade, seria fácil carregar ele por aí.

Se não tivesse nenhum antidoto, deixaria que Blue levasse o sujeito, enquanto isso pegaria o gato machucado para leva-lo ao veterinário. – Fez bem em cuidar do gato, não acho que ele sobreviveria aos ferimentos sem ajuda. Não repetimos o que fizemos com o Don, isso pelo menos serviu de lição. – Diria a Blue durante a caminhada. – Vamos passar no atirador e enfim colocar Jamal atrás das grades. – Sugeriria para meu companheiro azulado. – Pegar o Wayne, deixar o gato aos cuidados certos, entregar e pegar a recompensa de Jamal e enfim partir em direção a Grand Line. – Falava a ordem que iriamos seguir adiante, demoraríamos mais se fossemos logo entregar o pirata já que o subúrbio era mais longe do que aparentava da guarda e das bases da marinha, chegando no lugar de resguardo do cowboy. – Pegamos o cara que fez o ferimento em você Don! Aqui ele! – Mostraria a face de Jamal, mesmo se não fosse o mesmo cara, diria. – Ele tem uma recompensa bem alta, vamos pegar o dinheiro e sair da ilha, já passei por confusões suficientes neste país. – Daria uma risada seca, não era uma simples piada já que realmente passei por muitos males desde que cheguei. – O senhor também sabe cuidar de gatos? – Indagaria ao responsável pelo tratamento do cowboy, se a reposta fosse positiva, deixaria o gato aos cuidados dele. – Aqui está o pagamento pelo cuidado do bebum ali e deste gato. – Diria, caso não tivesse conhecimento para cuidar de animais, iria ter que deixar dinheiro apenas para o tratamento do atirador.

Adicionando nosso navegador na equipe, poderíamos rumar em direção a guarda da ilha que tinha dado a missão de prender Jamal como a primeira ação para a redenção, passaria por um veterinário ao chegar na cidade grande, deixando os gatos sobre o cuidado do recepcionista e dinheiro o suficiente para que o bichano pudesse ter uma boa vida. – Até. – Diria saindo da loja depois de explicar a situação, finalizando o percurso, terminaríamos na guarda real onde tudo se revolveria. – Karick, aqui está Jamal, a serpente.. – Tinha esquecido o resto da alcunha. – Branca? ... De todo modo, cumprir com minha palavra e capturei o pirata junto com meus companheiros. – Tinha de dividir o crédito com o Blue, não ligava muito para fama assim como para dinheiro, apenas queria cozinhar e me aperfeiçoar como pessoa, Don entrava junto conosco para receber também.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyDom 09 Fev 2020, 18:20


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Calmaria
Imaginando a Grand Line

Esse daí quase sentava no colo de Daburá. – Ficou só a sopa essa serpente. – Esforçaria para ficar de pé adequadamente, enquanto passaria o antebraço sobre o rosto, limpando-o e de alguma forma fazer tentando amenizar a dor. Agora podia relaxar os ombros, pois o embate havia esgotado a minha mente, bem era isso que pensava. Percebendo a aproximação do avermelhado percebia que o mesmo estava com um braço literalmente paralisado, era sabido que devia tratá-lo com urgência, pois se não, talvez, o veneno pudesse alastrar-se em seu corpo e manda-lo para vala. Antes que pudesse agir, o cozinheiro apenas levantava seu braço, abria sua mão e desenhava um sorriso no rosto. Era o famoso toca aqui.

Torcia para que aquela cobra não fosse também um idiota. Se estou certo, provavelmente, ele levaria algum antídoto em suas vestes, pois seria útil caso ele fosse vítima do próprio veneno ou usaria para fazer chantagem em alguém. Sem muita, enrolação iniciaria minhas buscas, além disso, procuraria de pé a cabeça armas escondidas do nosso futuro prisioneiro. Ninguém iria querer ele acordando no meio do caminho e querendo fugir ou atacar a gente, se bem que seria bem difícil. Achando alguma arma jogaria a fora e caso encontrasse nosso antídoto, não perderia tempo, despejaria o líquido milagrosa em uma seringa de vacina e aplicaria diretamente na veia do boxeador, claro, de forma fracionada para que não prejudicasse o seu corpo, então esperaria o efeito surtir.

Com o Taka tratado, pediria que o mesmo levasse o corpo do arruaceiro, enquanto eu, iria pegar o gatinho para leva-lo a um veterinário, onde ele receberia os procedimentos necessários, e caso não encontrássemos a cura, faríamos o contrário, ele carregaria o gato e eu ficaria encarregado de carregar aquele fardo lá.

A mando do lutador, ia primeiramente ao encontro daquele cabeça de vento, Don Wayne, bem, pelo menos conseguimos derrotar o prisioneiro em sua honra. Não comentaria nada sobre ter visto o atirador ou de não ter o tratado, pois de fato isso era uma vergonha sem precedentes para mim. Então tentaria agir do jeito mais normal possível. – Esse Jamal te esfaqueou, mas a gente cobrou – Falaria tentando esconder minha culpa. Ah, claro, se o atirador não estivesse curado e eu estivesse com o antídoto, trataria o cowboy.

E quando a oportunidade viesse, perguntaria a algum responsável um local para tratar do bichano e com a resposta positiva e Wayne recuperado, iria imediatamente deixar o felino. Chegando lá pagaria o tratamento e me despediria do nosso amiguinho. – Você aguentou firme até agora... Provavelmente essa pequena aventura te tornou forte, espero que um dia pudemos nos encontrar novamente. – Sussurraria nas orelhinhas do animal. Meu instinto dizia-me para acaricia-lo, porém se fizesse isto, talvez, não teria como deixa-lo aqui. Seria forte e continuaria minha jornada.

Após todas pendências tratadas, iriamos nos encontrar novamente com a guarda real para levar o malfeitor e deixaria que o cozinheiro tomasse as providências. Olharia para o céu e percebia finalmente que estávamos rumo a Grande Line. – Francamente. Pensei que nunca iria para lá novamente. – Coçaria a minha cabeça.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyQui 13 Fev 2020, 00:32

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a derrocada da Serpente Branca, os caçadores tinham tempos mais tranquilos. Ou assim deveria ser, não fosse pelo gato machucado, pelo veneno de que corria nas veias de Takamoto, por Don estar bêbado e ferido em um hospital suburbano e a necessidade de conter Jamal até que ele fosse entregue à Guard, além de tudo precisar ser resolvido com urgência.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Blumayden se assegurava que Jamal não seria mais um problema, revistando-o e encontrando mais duas adagas, além de um punhal, um canivete, um fio de metal retorcido, um parafuso enferrujado e... um frasco contendo um líquido misterioso! Só de olhar, Blum não sabia dizer se a substância era o veneno que Jamal havia aplicado ou se era o antídoto que ele carregava. Apenas uma exame da posologia da substância poderia constatar se era um veneno ou não - ou um arriscado teste. O ponto era que eles não tinham conhecimento acerca do veneno empregado, mas o ombro de Takamoto ficava parcialmente dormente, enquanto seu braço já se encontrava completamente dominado pela torpeza. A sensação começava a subir pelo pescoço e, para todos os fins, Blumayden arriscou e aplicou a substância nas veias de seu companheiro. A sensação, entretanto, não cessou.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim, Blum ficava encarregado de levar Jamal, enquanto Takamoto levava o gatinho. A primeira parada da dupla era no pacato hospital - que parecia mais uma simples enfermaria - dos subúrbios, onde encontraram Don deitado em uma casa, com o abdômen enfaixado e o boné sobre a cara, dormindo — Não, não me deixe... eu amo tanto você! - o atirador se erguia repentinamente do nada, voltando a cair na cama. O responsável pela ala hospitalar veio correndo ao seu encontro ao escutar a pancada, erguendo sua cabeça e a encostando adequadamente no travesseiro — Vocês! São conhecidos, né?! Eu fiz a sutora, mas ele precisa de descanso. Os pontos podem abrir se ele se esforçar demais. Notei que ele foi envenenado. Veneno de sapo-jararaca. Durador, mas não mortal, deve passar com o tempo, visto que foi pouco, mas se houvesse muito em seu organismo, ele poderia ter uma parada respiratória - comentava — Deixe-me ajudar! - se dispôs a levantá-lo e apoiá-lo sobre o braço bom de Takamoto — As despesas médicas foram 100.000 berries. E não, infelizmente não cuido de animais, e nem ninguém por aqui... - dizia o homem, estendendo a mão.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com Wayne sendo carregado junto a Jamal, a dupla andava pelos subúrbios. Takamoto, com certa dificuldade, mas o gato conseguia com um bom esforço se colocar atrás de seu pescoço, com a cabeça descansando no corpo cheio de fedor alcoólico de Don. A agressão de Jamal parecia ter tirado apenas algumas de suas vidas, ainda lhe restando poucas, mas suficiente para continuar a exercer qualquer função básica, de maneira debilitada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com o próximo rumo sendo o QG da Guarda Real, a qual exercia o papel que a marinha possuía alhures, o grupo caminhava em direção às instalações, onde entregariam Jamal. Esse que repentinamente se remexia nos braços de Blum e mordia a o seu ombro com grande força e girando o seu corpo. Blum logo via um calcanhar se aproximar rapidamente de seu queixo, com o criminoso de cabeça para baixo. Todas essas pendências e o trajeto já somavam um bom tempo, sendo suficiente para que a Serpente se recuperasse e fingisse estar desacordada, a fim de se recuperar. Sem terem tomado as providências necessárias, era impossível esperar que uma cobra não mostrasse novamente as suas presas.


Off



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySex 14 Fev 2020, 23:02


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Tempestade
O Jamal estar mau

Rangia meus dentes, foi algo inesperado, nunca imaginaria que aquela cobra fosse atacar na surdina novamente, mas, diga-se de passagem, isso foi um grande equívoco meu, pois já sabia quem era a peça e, quando ele tivesse a chance, atacaria-me, porém não ficaria assim. Avistava o ataque vindo na direção do meu queixo e caso fosse atingido iria diretamente para o mundo dos sonhos ou quem sabe para um mundo mais além. Não tinha muito tempo para pensar e esquivaria da maneira mais conveniente possível, porque era rápido e eficiente, daria um salto para trás, enquanto chutaria o inquilino afim de que o mesmo perdesse o equilíbrio.

Se conseguisse desviar-me, passaria a mão na cabeça. – Essa foi por pouco. – Mantinha minha tranquilidade e respiraria calmamente. – Que insensato da sua parte, Jamal – Começaria a dar uma risadinha. – Se eu fosse você, preferiria está preso nesse momento. – Falaria seriamente para o inquilino, se ele entendesse meu raciocínio talvez desiste se lutar.



- Para começar, você falou que quem luta com você não sai com vida... E bem.. Parece não ser o caso. – Coçaria a cabeça. – Se essa notícia se espalhasse por aí, parece que você não teria muita moral. Mas espera aí que tem mais... – Continuaria minha argumentação. – Além do mais, você ficou com medo de um blefe de gatinhos.. É amigo, parece que as coisa não estão bem para você. Jamal, além de mentiroso, é medroso. – Colocaria a mão sobre o rosto. – Agora vem a gota d’água... – Olharia diretamente para os seus olhos. – Mas falando sério... Veneno de SAPO-jararaca?! O que você acha que as pessoas vão pensar? Que tipo de cobra do Paraguai é você, hein? – Realmente não dava para continuar olhando para ele. – Que vergonha. – Cobriria meus olhos com a mão. – Eu realmente não queria ser você.

- Bem, eu te dou a opção. Você pode fugir se quiser, porém, mesmo não querendo, eu terei que lutar. – Pegaria minha espada e passaria um pouco daquele líquido misterioso – que era veneno mesmo - na lâmina. – E note, se você conseguir fugir, não demorará muito que saibam quem realmente é você. As informações rodam de uma maneira impressionante. Eu não posso te pegar, mas com certeza sua hora vai chegar. Ou... – Prosseguiria. – Você pode ser preso e não ter sua reputação manchada e ser tratado devidamente. – Acabado de colocar o líquido na espada, voltaria a dar a atenção ao nosso prisioneiro. – Então qual vai ser a escolha?

O confronto novamente era algo tolo e inútil. Caso ele fugisse, tínhamos Wayne do nosso lado, que poderia facilmente acabar com a festa dele. E mesmo que ele conseguisse fugir, seria facilmente rastreado pelo o sangue no chão, e digo mais, estava enfraquecido pela perda de sangue e completamente desarmado.

Caso o indivíduo ainda tentasse lutar, não teria escolha. – Francamente. – Sairia disparado na direção daquela cobra fajuta, daria um salto na sua direção. No ar, rodaria, de modo que ficasse atrás dele, então desferiria um corte na horizontal nas costas do malfeitor. Para deixar bem claro, usaria as duas mãos para segurar o cabo da espada. Caso o ladrão desviasse para algum outro lugar, poderia facilmente mudar o rumo de meu ataque, dessa forma, seguindo o ladrão com minha lâmina. Mas não tentaria golpes como estocadas ou corte no pescoço, não queria de jeito maneira matar aquele bandido, pois afinal de contas, ele era apenas um covarde.

Não seria tão precipitado, Jamal poderia muita bem ter pego alguma coisa para me atacar, pois não sabia desde quando ele estava acordado. Assim, procuraria manter minha guarda alta, caso percebesse alguma lâmina vindo na minha direção ou movimento suspeito, usaria minha espada para bloquear, colocando-a sobre a direção do golpe. Caso o bloqueio falhasse tentaria de alguma forma ir para o lado, sendo dando um salto ou um giro . É claro, manteria essa estratégia também para chutes e socos. Ao desviar, não perderia tempo, usaria essa oportunidade para dar impulso a um novo ataque, daria uma rasteira nas pernas do inimigo e aproveitando o ângulo tentaria acertar as pernas da cobra com corte na vertical.

Caso a gente conseguisse capturar de fato o pirata, iriamos tomar rumo novamente ao quartel general. Como não tinha nenhum remédio para botar o bandido para dormir, pediria para Takamoto dar um bota para dormir nele. Dessa vez, pediria que o atirador viesse olhando para o criminoso a cada passo que déssemos, enquanto carregaria ele. Assim, ele não teria coragem de atacar-me novamente. Chegando no quartel, esclareceria a situação e veria se tinha alguém competente para cuidar do gatinho. - Que vontade de comer um mayo!

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Última edição por Blum em Qua 19 Fev 2020, 20:25, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySab 15 Fev 2020, 00:22

Takamoto Lisandro Karaca!



Depois de tomar uma injeção do Blue pensando que o antidoto resolvesse a situação, comecei a ficar mais grogue, não sentia mais meu braço e o pescoço começava a pender para o lado já que a paralisia subia até ele. – Eta lasqueira. – Andar por ai como o braço molenga, protegendo o gato e com o Don ao meu lado tinha deixado de ser fácil devido ao meu estado atual, mas não podia reclamar já que foi minha escolha de tomar a frente e tentar recuperar meus sentidos de forma mais rápida. Não conseguia nem mexer os dedos do braço afetado, até que era engraçado, porém também assustador pensar que nunca mais poderia fazer meus pratos especiais sem a ajuda ou com um braço somente. – Isso vai passar.. – Sussurrei acalmando os nervos, chegar na guarda real era o objetivo principal, Blue carregava Jamal como se fosse um tapete o colocando por cima de seu ombro, se o derrubasse sem querer até seria engraçado de ver.

Vendo já o QG da guarda real quase não pude deixar de sorrir. – Finalmente chegamos! – Agradeci internamente, poderíamos entregar o criminoso, achar um dono pra esse gato, escovar os dentes do Don e tirar esse bafo de cachaceiro e sair da ilha no Explosive Hawk, mas nem tudo é como o planejado e ao olhar para Blue, via ele sendo atingido pela cobra escorregadia, ele havia se recuperado do soco e agora tentava escapar das garras do médico, não me preocupava tanto já que ele estava nas últimas, sem armas, veneno e dignidade, sangrando também, vale lembrar! Suas energias eram apenas aquelas que conseguiu reunir enquanto era carregado pelo azulado, só tinha um braço bom e era o que estava segurando o cowboy o impedindo de cair no chão e abrir seus ferimentos, não cometeria o mesmo erro de não ligar para um companheiro novamente, deixaria que o médico fosse aquele a finalizar o inimigo.

VAI BLUE! PEGA ELE! – Torceria para meu compadre, sabendo que ele tinha força o suficiente para acabar com o sujeito, quando o fizesse continuaria rumando em direção ao QG da Guarda Real e deixaria Don com algum dos guardas por enquanto, iria até o escritório de Kalick para conversar e anunciar nossa captura do pirata chamado Jamal.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptyQua 19 Fev 2020, 22:10

Narração


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Última edição por GM.Kekzy em Dom 08 Mar 2020, 18:02, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySex 28 Fev 2020, 21:59

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O arraste das solas dos pés acompanham a movimentação célere da mulher de cabelos rúbeos sobre os ladrilhos farruscos de Lvneel. Suas memórias ecoavam em sua mente como um surdo anseio, uma secreta curiosidade aflita que infindavelmente levavam-na para momentos em que escorava o seu corpo em Cassian, buscando por equilíbrio em seu peito, procurando uma falsa sensação de refúgio. O amargo gosto da impotência e fraqueza corroeram o seu âmago no momento em que pousou sua canhota sobre a cicatriz que carrega em seu olho esquerdo. Nunca mais, pensou. Os punhos cerrados em conjunto com os dentes friccionados findavam os pensamentos lôbregos que a atormentavam, resgatando-a do profundo barátro de seu passado para sua centralidade de pensamentos brunidos e sólidos.

- Será que Noxus mandou alguém atrás de mim? - Mumurou para ela própria. O seu rosto movia-se à procura do horizonte ao passo que longínquas dúvidas de um passado há muito esquecido continuavam a traí-la. Suas íris verdejantes vãs e em inação ao horizonte avultavam o seu coração combalido por pendências do passado. - É melhor eu me precaver.. - Concluiu, sem mais imbróglios. A Casa dos Asassinos não era uma organização que esquecia com facilidade daqueles que a abandonavam. Com a indumentária rígida adjacente à seu corpo, Jade buscaria uma loja de armas mais próxima possível. O decote que delineava o seu peito era perversivo e, somado à sua aparência tenra com avantajadas proporções, fomentava o espectro de uma mulher extremamente atraente.  

- Me ajuda, amor? - Sibilou de lábios carnudos e perfume aromático, aproximando-se de um citadino masculino que estivesse próximo à ela, uma vez que encontrasse dificuldade em encontrar a loja de armas por si só. - Você sabe aonde eu encontro uma loja de armas? - Interpelou, escorando-se em seu peitoral. O homem conseguiria sentir os peitos inchados de Jade em atrito com a sua pele, ao passo que a mesma acariciava a parte detrás de sua nuca, massageando-a com um toque extremamente sútil de seus dedos por dentre de sua cabeleira. Se obtivesse a resposta que desejava, afastaria-o com um empurrão, desfazendo-se do próprio com uma notória frieza. - Homens.. - Susurrou de sorriso esbranquiçado, como se essa atitude de obter informações fosse usual de seu feitio.

Após conquistar uma resposta que fosse desejável ou se encontrasse estabelecimento por si só, encaminharia-se até o lugar designado com serenidade. Uma vez lá, deambularia suas íris verdes pelos possíveis armamentos visíveis. Mantendo-se rente à bancada, Jade questionaria o(a) recepcionista a cerca do armamento que procurava.

- Estou à procura de uma manopla. - Falou para aquele(a) que o atendia, aproximando-se da bancada e afrouxando ainda mais o seu decote. Afinal, sempre é bom conseguir um desconto. É, Jade não vale nada. Ela não gastaria mais de trinta mil berrys naquela aquisição, pois ela já havia destinado funções diferentes para o restante do seu dinheiro. Além, é claro, de Jade ser extremamente rígida quanto ao gasto do seu precioso dinheiro. Se a arma estivesse dentro do orçamento desejado, Jade a compraria, entregando o pagamento de bom grado pelo êxito da compra dentro do orçamento proposto. Caso o preço ultrapassasse o previsto, Jade se encaminharia para fora da loja de armas, endireitando-se para um outro estabelecimento que encontrasse, à procura do preço ideal.

Com a aquisição feita, Jade endireitaria-se até a taberna mais próxima, buscando utilizá-la como um refúgio temporário caso ela estivesse sendo perseguida, uma vez que é um estabelecimento público e fechado. Ela cogitou até mesmo aproximar-se de um grupo de marmanjos para utilizá-los como uma uma forma de proteção à ela, escorando-se neles e perscrutando a ambientação da taberna. Além, é claro, de manter-se atenta às informações mais importantes que estariam sendo comentadas para situar-se em Lvneel.




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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 7 EmptySab 29 Fev 2020, 00:42


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Mayoman
A estratégia inesperada

- É, parece que o plano saiu pela culatra. – Pensara. Erros e mais erros. Novamente fui ingênuo e perdi aquela cobra fajuta. Provavelmente Taka ficaria indignado comigo por ter perdido o nosso passaporte para futuras necessidades da embarcação e quem sabe auxiliadora para a Grande Rota. Olhara para o cozinheiro e conseguia enxergar uma pimenta malagueta atordoada e ao seu lado uma batata molenga. Eles expressavam tudo aquilo que não queria. Suspirei, porém não conseguia pensar mais em nada. A cobra havia se safado e eu não podia fazer nada. – Errado! - Uma mão forte apertava meu ombro esquerdo. Surpreso, olhei para trás. Jamais poderia esquecê-lo. O seu rosto heroico era inconfundível. Mayoman.

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- Ora, ora... Como sempre perdidos em seus pensamentos. Você pode ganhar, mayo. – Falava cordialmente. – Mas... Como? – Apertava os lábios. – Francamente. Você tá com a faca e o queijo na mão e ainda não percebeu? Você é meio idiota, hein? Mayo. – Gargalhava de um jeito simpático. A frase que ele emitia não fazia sentido para mim, como eu podia ter todos mecanismos para ganhar? – Não se preocupe, pois eu estou aqui! Vamos, Blum. Você consegue, olhe para sua mochila, mayo. – Hesitava por um momento, pois eu sabia o que estava lá e nada que procurasse iria adiantar. – Você ainda não percebeu, né? Calma que te ajudo, mayo. – Mayoman fazia uma série de poses cool até que no final ele juntava as duas palmas da mão abertamente e gritava. – Mayohamehaaaaaa! – O ataque atingia inesperadamente a me, porém não era ferida era justamente o contrário. A sensação de sabores que dançavam na minha língua era inexplicável, além disso, sentia todo o meu espirito sendo revigorado (OBS: Esse é apenas um jeito bem figurado para dizer que o personagem pegaria o arroz com maionese da mochila e comeria). Espera! Fugazmente olhara novamente o meu inventário. – Não pode ser! – Emanava dentro da bolsa um brilho dourado jamais visto por olhos humanos, fazendo-me questionar se realmente estava vivo. Com as mãos trêmulas pegava os objetos para minha vitória. Ainda incrédulo, o nosso herói falava novamente. – Bem, parece que minha missão acabou por aqui, mayo. – Antes que pudesse agradecê-lo, o mesmo havia sumido.

Cerrava o meu punho e sentia uma força maior correndo nas minhas veias. Ainda dava tempo de mudar o rumo do jogo e, agora com a visão mais clara da situação, acreditava que conseguiria dar um jeito. Jamal era um oponente teimoso e sem dúvidas esperto. Ele correria com todas as suas forças para conseguir escapar. O criminoso estava ferido, mas isso não era obstáculo para ele, pois o seu corpo produzuia adrenalina e ela diminuiria a sensação de dor. Correr agora significaria aumentar minha chance de derrota. Então seria paciente, seria determinado. Asseguraria-me que a serpente achasse que tinha vencido. A medida que ele cantasse vitória, relaxaria e, dessa forma, aumentaria sua dor. Enquanto isto, executaria meu plano, pegaria os objetos do confronto e projetaria-os para a batalha.

Percebendo que aquele farsante estivesse próximo de uma esquina, correria com todas minhas forças. Sabia que conseguiria alcança-lo, dado que minhas forças estavam revigoradas graças ao Mayoman. Era arriscado minha estratégia e se não chegasse a tempo tudo iria por água abaixo, por isso, tinha que ganhar um pouco de tempo para chegar no meu destino. Para isto, precisava averiguar se tinha pessoas movimentando por aquele ponto da ilha. Se tivesse, gritaria. – Peguem esse cara! Ele tentou roubar minha galinha! – A intenção era que os cidadãos próximos ou até mesmo guardas que estivessem de prontidão tentassem impedi-lo de escapar. Fiz  com que as pessoas pensassem que a serpente não era coisa boa e ao mesmo tempo um fracote para terem coragem de se impor, por isso referi que o arruaceiro era um ladrão de galinhas. Jamal facilmente desviaria dos moradores locais, mas o faria perder tempo, e era isso que eu queria.

Aproximando do meu objetivo, seria mais prudente. Desembainharia minha espada quando o pirata estivesse ao meu alcance. Faria um corte na horizontal na direção do mesmo, porém pelo estilo de luta do Jamal sabia muito bem que o bandido poderia esquivar facilmente, logo pararia o meu ataque no meio de sua execução. Seria paciente, queria saber para que direção aquela cobra fugiria. Avistando o novo posicionamento do gatuno, seguiria-o dando um salto. Queria mantê-lo sempre perto de mim para dar continuidade do confronto. E então, aproveitando do impulso do salto, seguraria a espada com as duas mãos, por conseguinte, aumentaria a velocidade do corte, desferiria um corte na horizontal na direção da cabeça do gatuno. Para ser franco não queria matá-lo, mas por que diabos ataquei na parte superior de seu corpo? Simples, era um fato que o malfeitor desviaria, por isso, apenas queria diminuir suas opções de esquiva. Após realizado o corte horizontal, minha barriga estaria exposta para levar um contra-ataque e era nesse ponto que queria chegar.

A única maneira da serpente atacar, seria fazendo suas acrobacias. Provavelmente, faria algo parecido com ataque anterior, apoiando-se com as mãos e atacando com suas pernas. Porque na posição onde ele estava, certamente seria a melhor opção. Outro fator era exato, o golpe iria ser do abdômen para baixo e de imediato pensei em como livrar-me dele. Para desviar de chutes nos joelhos pularia, flexionando-os bastante minhas articulações. Era sabido que seria arriscado para ele fazer esse tipo de investida, uma vez que errasse o chute, seria game over, pois perderia o seu ponto de equilíbrio e aproveitaria-me dessa chance para mudar a direção da espada e finalizá-lo com uma estocada na sua perna, enquanto aterrissasse. O mais sensato seria acertar no meu abdômen, onde dificilmente conseguiria desviar e era para essa emboscada que queria levar a cobra. Quando o ataque viesse, soltaria minha primeira espada e rapidamente desembainharia a segunda, vendo que não daria para esquivar, tentaria bloquear o ataque com o cabo da espada mesmo para não perder tempo. Quando acertasse o cabo, logicamente atingiria minhas mãos e seguidamente soltaria minha espada. Finalmente estaria desarmado.

De um predador viraria uma presa fácil para aquele covarde...

Completamente cheio de brechas o bandido sorriria. E eu? Bem, acabava de comprar uma passagem diretamente para o outro mundo. Ainda por baixo, o inimigo continuaria o ataque e desta vez com mais liberdade. Era improvável saber de onde atacaria, mas pela sua posição usaria novamente as pernas. Como eu tinha tanta confiança nisso? Fácil, veja bem, após desarmar-me com, aproveitaria o embalo para posicionar-se melhor com as mãos no solo e fazer outro ataque decisivo com as pernas. E era nisso que tinha total chance de prever. Agora, não dava tempo para esquivar-me, por isso deveria bloquear e então...



// Momento antes (Esperando Jamal fugir)

Graças aquele herói eu posso vencê-lo – Pensara esperançoso. A ideia que havia brotado na minha mente era bem simples. Apenas pegaria o veneno da cobra e inseriria novamente na seringa. Com ajuda de um esparadrapo do meu kit-médico enrolaria a seringa da parte de baixo do meu antebraço esquerdo, assim o inimigo não conseguiria ver o objeto com tanta facilidade.

// Agora

Finalmente executaria meu plano. Ele não descobriria que tinha algo escondido por baixo das mangas, pois bloquearia o golpe com a frente do antebraço esquerdo. Não tinha experiência alguma em bloquear com os braços, por isso deveria usar o máximo das minhas forças possíveis, posicionaria minha perna direita para frente, deste jeito, asseguraria meu centro de gravidade para frente e então bloquear o ataque. Usando o meu braço reserva, apoiaria-o no entre meu cotovelo esquerdo, se não me engano isso é o que chamam de defesa X, devido a como fica a posição dos braço. Como sei disso? Aquele cozinheiro idiota ensinou-me quando criança e nunca pensei na vida que utilizaria-o para defender-me, mesmo de uma maneira tão desengonçada. Caso percebesse que o bloqueio iria falhar miseravelmente, esquivaria-me girando para o lado e, após isto, avançaria contra a cobra. Tentaria até agarrar suas vestes para que o mesmo não tivesse escapatória. Passando por a parte difícil, seria a ruína do nosso inimigo. – Bem, está na hora da cobra provar do seu próprio veneno! – Sorriria. Abruptamente tiraria a seringa escondida e de maneira cirúrgica aplicaria na perna do oponente ou uma região que estivesse mais fácil para aplicar.

Caso conseguisse sair como vencedor desta batalha, a cobra não poderia se mover por um bom tempo e conseguiríamos ir até o quartel sem problemas. Chegando lá, explicaria a situação e pediria para cuidar do gatinho.

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