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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySex 13 Dez 2019, 00:05

Takamoto Lisandro BABY X!



O principal erro de James não foi me enfrentar, foi envolver inocentes em nossa luta, nesse momento que decidi não lutar, mas esfregar a cara dele no chão. Ele segurava com ímpeto sua arma, seus pés se mexiam e meus olhos acompanharam, meu instinto foi mais forte e decidi que não daria tempo de bloquear seu ataque, mas poderia tirar proveito de dele, exercendo força para cima ajudando o cavaleiro, ele mal pode pensar em revidar, minha face já estava colada com a dele, só não ficou mais entrosada do que o meu punho que o jogou para trás caindo feito merda no solo. O metal arrastava-se no concreto arranhando minhas orelhas, o barulho só não foi pior, pois ele simbolizava a derrota do líder da guarda real, ou pelo menos deste esquadrão da guarda. Ele estava atordoado, aproveitada para segurar seu braço. – Não vai escapar! – Retirava forças para começar a socar sua armadura, não queria apenas acabar com ele, queria destruí-lo por completo.

Cada soco limpava minha mente, ouvir os estrondos do metal com minha mão não podia ser melhor, demoraria para ter algum dano, mas eu retiraria dele sua defesa, racharia e quebraria todo seu orgulho. Pelo menos era isso que pensava, que ele ainda tinha orgulho, porém saia da minha armadilha e assumia por completo o verdadeiro covarde que era. Sua ordem era alta e clara, não se tratava mais de um duelo e sim uma execução, porém não seria minha. – Seu merda! – Ele tinha assumido uma posição vantajosa, olhava bem para aqueles atiradores erguendo suas armas e mirando em meu peito, a primeira coisa que vinha em minha mente era algo que aprendi no circo, simplesmente uma cambalhota. É claro que não iria sair dessa apenas com ela, tinha menos que alguns segundos, tudo que pude fazer por agora é tentar. – Nada vai me parar! – Retirava meus pés do chão, levantava meu quadril e joelhos, passava ambas as penas por dentro do espaço das pernas de James e fixaria meus pés nas batatas da armadura.

Já tinha um ferimento no meu torso, ele era superficial, no entanto, ignoraria a dor e o fato que esse movimento poderia abrir ainda mais o ferimento. – Nada. – Colocava todo meu peso para frente, flexionaria meu corpo junto com meu torso, usaria toda minha força mesmo que colocando essa pressão no meu abdômen quase vomitasse. Abaixava a cabeça inclinando para frente, teria a ajuda da gravidade também para efetuar tudo o movimento, puxaria com meus pés as pernas do cavaleiro para ele ceder de uma vez. – AAAAAAH! – Colocando todo meu peso para frente direcionando o solo, queria dá uma cambalhota e fazê-lo e junto comigo, trancaria meus braços juntos com o dele, já que ele queria me manter perto dele, faria o que desejava. Esperava que o peso da armadura também ajudasse, jogaria meu corpo junto com o dele para que desse um pequeno mortal para frente e colocaria o corpo do soldado a minha frente. Não acho que conseguiria levantar todo o peso dele, mas na queda súbita, teria a vantagem por conhecer os fundamentos de acrobacias.

Se ele caísse junto comigo, levantaria com uma das mãos no ferimento do meu torso e outra cobrindo aqueles que estavam atrás de mim, tanto Blue quanto a mãe o bebê. – Não vou deixar! – O duelo havia acabado, mas a luta ainda continuava. Meu objetivo mudava para proteger aqueles que colocou em baixo das minhas asas.

Se ele conseguisse se soltar, e o movimento fosse executado somente por mim, daria de costas para os atiradores e pularia em direção ao cavaleiro erguendo meu braço e consequente mente levando ele até o sujeito para lhe proporcionar mais um dos meus socos. Esquivando ou não, continuaria o movimento aterrissando e lhe dando um gancho, se o mesmo errasse ou fosse bloqueado, apenas abaixaria e dirigiria minha atenção ao seu toros, agarraria e o derrubaria junto comigo, mas não ficaria sobre ele, adiantaria seus movimentos e iria passar por ele para que o mesmo quando se levantasse ficasse mais uma vez na linha de tiro dos atiradores.

Caso eu pegasse o bebê, ainda no chão ou em pé, o colocaria nos meus braços de forma confortável. Segurando a respiração pesada para não o assustá-lo e observando ao redor indagaria. – De como diabos o Blue ta com esse bebê?! – Olharia para trás procurando a mãe de pequenino. – Onde está a mãe do garoto? – Ouviria a resposta, passaria a fitar a criança e os atiradores. – Vai ficar tudo bem. Este cara aqui...! – Apontaria o polegar para mim. – Não vai deixar nada de ruim acontecer mais, uma promessa. E homens não quebram suas promessas! – Não podia lutar tendo um bebê nas mãos, entraria no modo defensivo, mas realmente queria acabar com todos ali.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySab 14 Dez 2019, 14:35

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Como já estava acostumado por toda a sua vida, a sorte nunca parecia sorrir para Blumayden. Dessa vez, ela a agraciava, com toda a sua benevolência, com um pequeno pedaço de vida - um bebê — Buáaaaaaaah! - a criança chorava em seus braços. Se sabia algo sobre bebês era que, quando choravam e o fedor subia, algo ali embaixo estava errado. E esse era exatamente o caso — Buáaah! Buáaaah! - a criança continuava a choramingar enquanto o exímio espadachim era obrigado a tirar a sua frauda. Descobria ser um menino. E, de tal forma, que as coisas estavam piores do que havia imaginado — Buáaaaaaaah! - não era a toa que o bebê continuava a chorar incessantemente, não dando indícios de que pararia. Ele havia se melado e até nas suas mãos havia resíduos fecais.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, como a vida lhe ensinou, Nakamura usava desse golpe de azar para dar um golpe de sorte em seus oponentes. Logo a granada Baby X voava parabolicamente em direção aos atiradores, forçando-os a erguerem suas armas por um curto momento. Pow! Um disparo acertou a frauda, a qual perdeu sua força e voltou para o lado contrário. Nesse breve momento de distração, Takamoto colocava o seu plano em ação, sem intentar desperdiçar os esforços de seu irmão. Sagaz, o boxeador encaixava suas pernas entre os braços do oponente, que o segurava entre as axilas, com os braços ocupados e incapaz de reagir — O que pensa que está faz-?! - podia sentir o guarda segurando-o com mais força ainda, mas de nada adiantaria para o que estava por vir — Woaawh! - Lisandro forçava suas pernas contra as costas de James, colocando o seu corpo para baixo e entrando em uma manobra mortal.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Certamente, se não fosse a armadura, James seria atirado para a frente. Todavia, com aqueles bons quilos a mais de metal, Taka não conseguia executar perfeitamente a manobra, mas lograva êxito em derrubar o líder da Guarda Real. O problema era que ele também ia ao chão, ainda que conseguisse escapar parcialmente para o lado, nos últimos instantes, impedindo de ser esmagado por James e ficar imobilizado. Ainda, tinha que tirar o guarda de cima de parte de seu tronco. Tão logo conseguia se livrar, Nakamura surgia ao seu lado subitamente, entregando-lhe um bebê sem frauda - e cagado. De tal forma, Blumayden avançava contra os dois atiradores da Guarda Real. Já era tempo o suficiente para se recuperarem da distração e logo eles disparavam impiedosamente contra o espadachim, o qual se evadia com maestria ao deslizar pelo chão. A sua estratégia era inteligente e, evitando o confronto direto, atiçava o cavalo de um dos homens, o qual empinava e saia em disparada, após dar uma volta para o lado contrário, correndo contra sua própria equipe, para longe de seu provocador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O ato causou um alvoroço e, logo, os prisioneiros que antes estavam sendo escoltados pelos guardas se rebelavam, puxando suas correntes subitamente e deseuilibrando os seus carrascos — É agora! Fujam! - o gigantesco tritão balançava os braços, fazendo suas correntes se moverem como ondas, o que fazia os guardas surpresos se desestabilizarem. O bode de óculos escuros avançava contra seus cárceres, chifrando-os; enquanto isso, o homem esguio conseguia se livrar das algemas, como se elas estivessem soltas desde o início, tirando de dentro das mangas uma faca, atacando os guardas. Diante da confusão, o Capitão Eric avançou na direção dos homens, junto a dois marinheiros — Essa confusão acaba aqui! Vocês, saiam da frente! Foram longe de mais! - o Capitão se dirigia à Takamoto e Blumayden, com a espada sendo sacada. Sua intenção, no entanto, era parar os prisioneiros rebeldes antes que fosse tarde demais. Talvez, se ajudassem o marinheiro, pudessem se redimir pela confusão; em contrapartida, a confusão com a Guarda Real poderia ter sido cara demais e a prisão ser inevitável. Era uma questão de escolha. Qual seria a dos irmãos perdidos?




Off

O destino está em suas mãos


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySex 20 Dez 2019, 10:54


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Mayo acima de tudo
Vamos a batalha

E pensando que a coisa não ia ficar mais preta ainda. A parada estava nigérrima. Se o capitão tinha alguma suspeita de mim, agora foi confirmada. Como a gente foi parar nisso? Quando penso que estanquei um problema de repente acontece uma hemorragia. Por impulso minha mão ia em direção a minha face para demonstrar meu desespero, entretanto parava no meio do movimento. – Quê?! – Minhas mãos estavam longe de estar limpas. – Que fedor! – Passaria minhas mãos no chão com o intuito de deixa-las clean, mas sabia no fundo que não adiantaria de nada. – Estou com a cabeça bem cheia para mim preocupar com isso agora! – Suspirava. Analisava a situação e sabia o que se devia ser feito.

Olharia para o cozinheiro e falaria com firmeza. – Vamos fugir! Deixe o trabalho com a marinha, caso a gente fique aqui seremos presos pela guarda real. – O ruivo já tinha feito o seu papel ali. O vento soprava para outra direção e nessa trajetória que devíamos seguir. Mas a resposta do ruivo não agradava-me em nada. Aquele teimoso queria ficar para terminar o que começou, uma escolha nada sensata na situação em que estávamos. – Não. Você entende que a gente pode ser preso aqui, hein? Nós devemos aproveitar essa oportunidade para fugir. – Aconselharia ao lutador. Tínhamos que fugir e o mesmo insistia em ficar. Caso ele não aceitasse a proposta teria que dar o pé sem ele. – Desculpa, Taka. – Dava de ombros.

Porém de sua voz emanou as palavras mais sagradas desse mundo. – Droga! – O cozinheiro sabia barganhar. Contudo, não era idiota o suficiente para cair numa cilada dessas. – Vou querer dois pratos. – Retrucaria sua proposta, colocando-o em uma sinuca de bico. Logo, sem escolhas, Takamoto aceitava. Desembainharia minha espada e analisaria a situação ao meu redor. – Para ser franco ser preso não é algo tão ruim assim. Você fica lá o dia todo dormindo e comendo, pra que melhor? É, acho que posso viver assim. – Acumularia bem o oxigênio em meus pulmões e soltaria aos poucos. Estava pronto para a batalha.

A estratégia era simples. Como estávamos em maior número poderíamos ganhar facilmente, entretanto era desconhecido o nível de batalha dos oponentes e alguns marujos não poderiam significar nada diante do inimigo e isso era um problema e tanto. Mas contávamos com ajuda de Eric, e esse cara aí, tinha certeza que era forte. Dessa forma, a melhor forma de derrotar os fugitivos eram cerca-los, porém... – Acho que a galera da guarda real não vai colaborar, na verdade, se eles tiverem chance vão dar uma facada nas minhas costas. – Lamentava. – Ah, mas se a gente for para o confronto direto logo, posso ganhar minha refeição o quanto antes. - Sairia correndo disparado em direção ao prisioneiro que possuía uma faca em sua mão. Motivo? Em virtude da minha velocidade acho que seria o melhor oponente para encarar de frente, visto que ele poderia usar estratégias parecidas com a minha e isso facilitaria a leitura do detento.

Quando tivesse perto do homem de adaga, pularia em sua direção, enquanto flexionaria meus joelhos de forma que cobrisse minha barriga. Durante a ação, desferiria um corte na horizontal na direção do malfeitor. Utilizando uma arma tão leve e pequena o inquilino possuía uma grande vantagem no qual era sua velocidade e flexibilidade para desviar dos ataques, mas não tinha tanta força e nem ângulo suficiente para efetuar um contra-ataque fatal e essa era minha vantagem. Sabendo de tudo isso, era fácil prever que o mesmo poderia desviar facilmente e aproveitaria a chance para contra-atacar quando aterrissasse, por isso tinha um truque na manga. Após o ataque, giraria no ar na direção em que o inquilino estivesse e estando próximo, efetuaria outro corte, só que dessa vez na diagonal. Minha intenção era apenas debilitá-lo, já que se tratava de um prisioneiro. Quando chegasse no chão, imediatamente pularia para trás e manteria uma postura de defesa, levantando minha espada sobre o tronco na diagonal. Mesmo não acertando nenhum golpe, estava ganhando tempo e isso era suficiente porque provavelmente Eric teria tomado conta da situação.

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptyDom 29 Dez 2019, 18:30

Takamoto Lisandro Oloko. Reset Blues



Não sabia o motivo deles tirarem o olho de mim, nem mesmo o de não terem atirado naquele momento, seria como pensei. Blue pensou em algo e me ajudou, não perderia esta chance, iria fazer valer! Mesmo James tendo reduzido minhas opções, nunca iria ficar parado e esperar ser derrotado, não sou um homem de desistir. Mesmo com a ferida aberta, enrijeci meu corpo e coloquei toda minha esperança na minha força e como sempre, ela nunca vai decepcionar minha pessoa. O peso do cavaleiro era pesado, durante a manobra não tinha total êxito considerando toda a armadura, o metal era pesado, porém sorri ao me ver deitado ao chão e junto comigo o capitão dos cavaleiros. – Sai de cima! – Tirava ele de cima do meu torso já machucado e antes que pudesse levantar, possuía em minhas mãos uma criança, era a mesma de antes. O bebê da mulher que havia sido atingida por um dos cavaleiros, ele se encontrava pelado e sujo de merda, joguei meu rosto ao longe para exalar o seu fedor. – Você precisa de um banho. – Se James tivesse algum tipo de tecido ou capa em sua armadura, pegaria emprestado para limpar a bunda do pivete e minhas mãos.

Blue partia para cima dos atiradores, era sua vez de atacar, enquanto levantei ele acabara de se lançar contra os cavalos dos inimigos e consequentemente os prisioneiros dos guardas usavam desta oportunidade para escapar, o tritão gritava e toda uma nova confusão começava, era confusão atrás de confusão, me perguntei se alguma hora iria parar. Olhei para Blue que aconselhava uma fuga. – Não, fugir não é a saída. Não fiz nada de errado, se a gente fugir que dizer que somos os vilões. – Tentaria colocar meu ponto de vista na cabeça do azulado, mas sabia que ele sempre foi um pouco medroso e prisão não era uma palavra tão doce para o mendigo. – A gente pode até ser preso, mas vão ter que passar por cima de mim para pegar nos dois. E.. Devemos ajudar a marinha, eles ajudaram aquela mulher, não vou ficar devendo para ninguém. – Blue tinha um olhar amargo no rosto, ele não tinha adotado a minha ideia com facilidade. – Vamos lá Blue, somos companheiros cara... Eu preparo um prato de arroz com maionese para você quando tudo terminar! – Esta era a minha última cartada, ele adorava esta refeição, seu corpo deveria ansiar por tal prato. Ao ouvir sua resposta não pude deixar de abrir os lábios e sorri. – Dois pratos, fechado! – Ele tinha concordado.

O bebê ainda estava em minhas mãos, lutar agora não era uma alternativa, mas poderia tentar parar os prisioneiros de outra forma. – Se vocês não fizeram nada, não fujam ou reajam. Estes cavaleiros são uns merdas! Porém, se vocês realmente forem inocentes, a marinha não vai aprisiona-los. E se esta igreja tentar prendê-los, eu mesmo cuido dela! – Tinha uma feição confiante segurando o bebe com meus braços.


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Última edição por Takamoto Lisandro em Sab 04 Jan 2020, 11:35, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySab 04 Jan 2020, 00:13

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com a confusão instaurada pelo prelúdio da fuga dos prisioneiros, Blum decidia ficar do lado da marinha. E, assim, Takamoto também, ainda que de forma menos ativa. Todavia, cuidar do bebê era a maior responsabilidade que existia no campo de batalha. Destarte, o espadachim se engajava na luta contra os prisioneiros, focando o esquisito homem da adaga, enquanto o seu companheiro tentava ganhar a luta ao apaziguar a situação - o que, no calor do momento, se mostrou deveras ineficaz. Os prisioneiros queriam a liberdade e sabiam que, se fossem pegos, as frias algemas não deixariam suas mãos nem tão cedo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em meio à confusão, o grande tritão balançava as correntes presas aos seus braços, criando uma área difícil de entrar. De tal forma, o grupo de prisioneiros começou a recuar. Antes disso, o oponente de Blum acertava-lhe com uma faca artesanal, a qual provavelmente havia escondido em algum lugar. Nakamura era acertado na barriga e, apesar do corte não ser profundo, logo começava a se sentir nauseado ao ver o homem dar de costas e correr, aproveitando a brecha criada pelo tritão. Enquanto isso, Takamoto também sentia uma leve tontura e uma grande ardência em seu ferimento. Já havia perdido uma quantia razoável de sangue e, após a adrenalina passar, o corpo cobrava pelos maltratos recebidos. Não tardou para a visão de ambos irem escurecendo e, aos poucos, a periferia de suas visões irem sumindo, até que sentissem os seus joelhos tocarem o chão e vozes indistintas gritando ao seu redor. Logo não viam e sentiam mais nada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com ferimentos semelhantes e irmãos como eram, Lisandro e Nakamura acordaram em uma cama. Olhando ao redor, era evidente que estavam em um ambiente hospitalar. Assim que acordavam podiam ver um ao outro, visto que estavam lado a lado nas camas. Sobre o colo de Takamoto estava a preciosa faixa dada por sua mãe e ao lado de Blumayden encontrava-se duas quentes tigelas de mayo, a refeição que havia comido próximo ao Capitão Eric, que decerto havia providenciado-as — Os pacientes acordaram - um dos enfermeiros dizia. Estava trajado com um uniforme característico da marinha e se aproximava da dupla de caçadores — Comam, por favor, em seguida terei que fazer alguns exames em vocês - e assim procederia logo os irmãos tivessem tempo para se estabilizar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Em seus braços podiam sentir a agulha que os conectava ao soro e, em seus abdômens, uma faixa com água morna que cuidava de seus ferimentos — Há alguém aqui que gostaria de conhecê-los - na cama oposta, uma mulher e um bebê acenava para ambos os irmãos, com um sorriso contente. Takamoto podia reconhecer que era a mulher que havia sido atingida pelo disparo; Blumayden a reconhecia como a mulher que ele havia tratado. E, nas mãos delas, o saudável e seguro bebê — Vocês estão no QG das Guardas de Lvneel. Houveram algumas mudanças desde que vocês desmaiaram, mas estão em um local seguro e a situação foi esclarecida. Sorte de vocês. Inclusive, o líder Karick gostaria de falar com vocês, mas antes, apressem-se em melhorar - o enfermeiro comentava, trocando as faixas mornas e medindo a pressão de cada um — Vocês parecem bem - meneava a cabeça, dando permissão para que se levantassem ao gesticular com as mãos, mostrando o caminho para fora da enfermaria.


Off

Post da mudança dos Blues. Essa aventura tava no meio da treta meu. Tinha o Capitão Eric que foi parar em Flevance. Tinha criado um líder pra Guarda Real, que agora tem outro nome e o líder virou um NPC Importante. Tive que recorrer a tais meios nefastos :psyduck:


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySab 04 Jan 2020, 12:47

Takamoto Lisandro Oloko. Reset Blues



Observar toda a confusão só constou o inevitável, eles não ouviram nenhuma palavra que saia da minha boca. Mesmo tendo mostrado para todos que não se pode prender aqueles que são verdadeiramente inocentes, a batalha continuava sem previsão de término. Queria me lançar contra os guardas reais e os prisioneiros em busca de apaziguar a situação e deixar todos inconscientes, pois só assim para parar a busca incessante que eles tinham de acabar uns com os outros. – Ah velho.. – Olhei para baixo cabisbaixo encarando o bebê, ele estava tranquilo e não chorava mais. – Eae, aproveitando bem? Logo, logo poderá ver sua mãe. – Blue ia em direção aos prisioneiros, ele era capaz de derrota-los com facilidade, aquele médico sempre está comigo nas piores situações.. É bem engraçado, sempre me meto em problemas e ele sempre aparece e mesmo não querendo participar, ele foca em me ajudar, devo retribuir toda essa ajuda algum dia. – Ta vendo aquele espadachim? Ele é o cara que vai derrotar geral. – A imagem do bebê se abarrotava. – Ué, você ta todo embaçado. – Meu olhos pesavam, sentia mais uma vez minha força se esvair. – De novo não.. – Minhas pernas fraquejavam, trêmulas não conseguiria ficar de pé por muito tempo. Eu sempre soube que estava chegando no meu limite, não tinha tratado o corte e tinha usado muita energia nos combates, não tive tempo de descansar, meus lábios estavam secos, meus olhos queriam se fechar de imediato, porém resistia, não queria desmaiar e deixar o bebê e Blue sozinhos. – Mer..da.. – Cedia, no entanto, não cairia ou machucaria esta criança, desmoronaria com calma, ficaria de joelhos e deitaria para trás tendo abraçado o bebê, não o soltaria, ele ficaria bem.. Assim como eu e Blue.

Abri meus olhos devagar, olhava para o teto do recinto antes de examinar o restante da situação. O teto não era nada familiar, porém olhá-lo era relaxante, a cama era macia e os lençóis brancos retratavam bem um hospital. Levantava meu destro e sentia alguma coisa me impedi-lo, se tratava daqueles fios de soro. – Anh! – Tinha certa angústia dessas coisas, ignorei por um momento prestando atenção no meu torso, levantei o lençol e pude ver as faixas cobrindo o ferimento, estava aliviado, porém fiquei mais aliviado ainda quando vi sob meu colo o meu precioso tesouro, o presente deixado por minha mãe. Deitei novamente, aproveitei o travesseiro suave e virei a cara. Lá estava Blue, ainda estava mascarado, mas sem seu capuz que escondia seus cabelos azuis. – Eae men. – Tentava esticar o braço e cumprimenta-lo com meu punho. – Conseguiu pegar quantos antes de cair? – O mendigo estava ao meu lado também sendo tratado, ele com toda certeza tinha lutado contra vários inimigos antes de cair, eu que fui fraco, deveria ter estado lá para salva-lo.

Não há tempo a perder, tinha sido tratado, estava com fome e queria ficar mais forte. Fazia tempo que não treinava, faria disso uma meta, chegar no Hawk começar a treinar meu corpo como antigamente nos tempos do aprendizado de boxe. – Levanta Blue! – Ergui meu corpo sem puxar o aparato do soro. O enfermeiro responsável por nós se aproximava, estávamos no centro médico da marinha, era melhor do que uma prisão, pelo menos era isso que Blue diria depois de tanto mostrar seu medo pelas cadeias. – Bom dia. Oou tarde? – Inclinava minha cabeça em confusão, não sabia quanto tempo havia se passado, algumas horas ou um dia?

Ele falava sobre comer, tinha lido minha mente, olhava para dois pratos, eram arroz com maionese, não tinham lá muita nutrição, porém é o que tinha para hoje. Não posso deixar que a comida se estrague! – Itadakimasu! – Começaria a comer com vontade, o gosto era simples, arroz cozido e temperado de forma simples com maionese caseira acrescentando um bom tom na refeição. Durante a comilança o enfermeiro mostrou algo que fez meu dia, lá estava a mãe e o bebê são e salvos, quase chorei de alegria por vê-los bem, segurei as lagrimas e sorri alegre parando de comer, para erguer minha mão e saudá-los de volta, mesmo tendo sujado meu rosto com arroz e maionese não deixaria de mostrar minha satisfação pela segurança dos dois. – Yokatta.. (Ufa..) Que bom que vocês estão bem.

O enfermeiro voltava a falar, explicava tudo que tinha acontecido e parece que eu estava errado, não estávamos no QG da marinha e sim dos guardas de anteriormente. Meu sangue pulsou mais rápido, senti meus olhos se tornarem ferozes como se a batalha tivesse acabado, mesmo entendo que a situação tinha sido solucionada, pensar que aquela mulher e seu bebê teriam um dos piores fins por causa deles e mesmo assim eles pensam que cuidar de todos e finalizar os assuntos pendentes tudo foi concluído? Não fizeram mais que as obrigações, até este momento não estava puto, realmente queria falar diretamente com o capitão dos guardas e exigir diretamente dele respostas. Será sorte a dele se eu não quebrar ele na hora do encontro.

Agradeço. – O tom de voz quase rude, o enfermeiro não tinha nada a ver com isto e não merecia minha raiva, ele tinha medido minha pressão e trocado as faixas, meu corpo não doía como antes. Ele assentia que poderíamos finalmente nos levantar, no mesmo momento, encostava meus pés no chão frio, pegava meu tesouro e o amarrava no meu antebraço, em seguida levantaria sem rodeios. Não trajaria uma camisa, só meu calção era o bastante, não queria sair por aí pelado, ele mostrava o caminho para fora da enfermaria. – Mostre o caminho até Karick. – Estava sério, andaria observando tudo a minha volta, se eu quisesse acabar com o líder deles e conseguir sair dali com vida, tinha que contar quantas pessoas seriam abatidas pelos meus punhos.

Chegando até a sala do capitão, entraria sem educação arreganhando a porta. Olharia bem fundo nos olhos de Karick examinando o homem diante de mim. – O que você tem a dizer? Espera que ao cuidar de mim e do meu companheiro e as vítimas dos seus guardas, eu poderia te perdoar? É isso? – Apertaria meus punhos, se eu fosse acabar com ele ou não, seria decidido por suas palavras. Se o mesmo pedisse perdão, ele teria que fazer acreditar que suas palavras eram sinceras. - Se está pedindo perdão, peça direito como um homem. Fique de joelhos!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptyDom 05 Jan 2020, 17:06


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Uma pausa para reflexão
Descanso

Estava lá, eu e a arrozineta. Sozinhos. O semblante daquela linda princesa estava parecendo com aquele quadro peculiar, o grito. – Não se preocupe. Eu vou lhe salvar! – Ah, esqueci de mencionar que estávamos cercados pelo o bando do príncipe feijohn. Aquele desgraçado não aceita que a arrozineta ama o mayorokun. Mesmo que ele pertença a uma família plebeia, o que isso importa? Agora esses baderneiros querem levar essa adorável moça. – Eu não posso permitir isso! – Conseguia sentir o doce aroma do mayo e isso era o sinal que o sangue dos Mayostars estava correndo em minhas veias. – Vocês estão encrencados! – Sim, era isso que estava esperando. – Silver Mayoriot! – Liberava o meu Stand. – Tomem essa! – Berrava perante aqueles inquilinos. Usando minhas habilidades espirituais cortava todo aquele bando de malfeitores. Notava que o líder tentava fugir de mim, contudo, quando libero meus poderes psíquicos não há como fugir. Com uma movimentação além do normal estava próximo suficiente para efetuar o golpe final, seus olhos se arregalavam perante minha presença e as suas ultimas palavras antes de bater as botas foram... – Za Warudo!

Acordava confuso. – Que diabos?! – Colocava minha mão sobre a cabeça tentando raciocinar o que estava acontecendo. Não demorou muito para que eu entendesse a situação. – Não lembro ao certo o que aconteceu, mas quem liga? O importante que agora estava longe daquela confusão e deitado numa cama. É acho que a prisão vai ser algo parecido com isso, mal posso esperar. – Suspirava aliviado, pois de alguma forma maluca estávamos vivos. Logo, deparava-me com a figura gentil do cozinheiro e questionava-me sobre os quantos de piratas havia derrotado. De fato, minha memória não estava muito boa, mas eu lembrava que havia conseguido derrotar vários arruaceiros. – Bem, acho que... Vários. – Respondia meio receoso, mas era o que tinha para hoje.

Era claro que não podia deixar de reparar no saboroso aroma que infiltrava-se pelas minhas narinas e estimulava demasiadamente as reações químicas no meu corpo. – Não acredito... – Uma pequena lágrima saia dos meus olhos. Ademais, um anjo constelar dava-me a permissão para deliciar aquela obra. – Obrigado. – Nem eu mesmo pude reparar, o meu corpo já havia agido sozinho e, quando menos pude esperar, a colher estava na minha boca. – Isso que é viver.

Dor? O que é isso? Não estava sentido nada, aliás sentia-me bem melhor. Todas as minhas energias foram revigoradas. E quando menos pude esperar via que a moça e seu filho estavam bem. Isso consolava meu coração, porém não estava surpreso, pois a cirurgia havia sido um sucesso, entretanto, o que me deixou preocupado mesmo foi o bebê, pois se me lembro bem ele havia ficado com o Taka, aquele pé de chinelo. Olharia para eles e falaria. – Desculpe pelo o transtorno que a gente fez a vocês. – E daria um sinal de positivo ao bebê, pois graças a ele pude pôr em prática o plano Baby X.

Após a barriga cheia e um curto bate-papo o enfermeiro dava os informes do que aconteceria a seguir. Ao olhar para o Taka, senti já o cheiro de problema. Esse cara não ia se acalmar nem com balde de gelo na cabeça. Bem, realmente não tinha escolha ao não ser... Vou botar ele para dormir. Perante o percurso tentaria procurar algo de material resistente para nocauteá-lo de jeito, como, por exemplo, uma muleta. Caso achasse, tentaria esconder detrás das minhas costas, por isso, procuraria andar sempre atrás do enfermeiro e do Lisandro para não gerar desconfiança. Caso durante a discussão o cozinheiro perdesse a linha como exigir algo fora do contexto, acertaria-o com o objeto encontrado. Depois falaria com líder ou sei lá quem seja. – O meu amigo não tá batendo muito bem das ideias. Apenas peço que possa recompensar a gente e deixe-nos sair daqui sem problemas. Aí estaremos quites. – Falaria em um tom claro e decisivo. Acho que o cozinheiro ficaria contente em saber que a gente não ia ser preso - parece que minha mente começou a raciocinar melhor essa ideia da prisão após o mayo - e poderíamos arranjar alguma grana para abastecer o Hawk futuramente.

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Última edição por Blum em Qui 09 Jan 2020, 13:57, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptyTer 07 Jan 2020, 23:30

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda desnorteados, a dupla não conseguia compreender por completo a situação — Tarde. Vocês dormiram bastante. Uma semana? - comentava — Algumas coisas mudaram durante esse tempo - prosseguia, anotando algumas informações em sua prancheta e indo para uma cama próxima — É só seguir esse corredor e subir o andar, a porta é identificada - instruía — E como vocês parecem bem... fiquem à vontade para ir - gesticulava novamente em direção à saída, voltando aos seus afazeres em seguida, perdendo o interesse nos dois após as respostas rudes de Takamoto. Todavia, os dois ainda tomavam o próprio tempo para se alimentar adequadamente e colocar a cabeça no lugar - ou nem tanto assim.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]De tal forma, Takamoto e Blum seguiam pela direção indicada e logo chegavam na referida porta, após deixarem para trás as memoráveis lembranças do Baby X. Como o enfermeiro havia dito, a porta estava logo a frente da escadaria e era identificada com a sala do líder da guarda real. Lisandro abria a porta abruptamente, sem camisa, tentando imperar sua postura imponente diante do homem que tomava chá e mexia em um ábaco — Perdão? - Karick erguia o olhar, sustentando-os no do caçador — Ah, sim, vocês - dizia, deixando claro que sabia quem eram —  O que eu tenho a dizer... sentem-se, por favor - meneava as mãos, mostrando as cadeiras onde poderiam se sentar — Espero que tenham sido bem tratados na enfermaria - comentava, sorvendo a bebida — Por onde podemos começar... - coçava o queixo, ponderando a respeito das explicações que o cozinheiro tanto exigia.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Talvez para a surpresa dos dois, primeiro ele olhava para Blumayden — Obrigado por salvar aquela digníssima mulher e seu filho - alternava o olhar para Takamoto — Obrigado por se manter do lado dos justos - falava, balançando a cabeça de forma respeitosa — Creio que vocês conheceram o James... ele era o antigo e provisório líder da guarda real, após o meu amado pai Kallif Kallifovitch ter falecido... bastante problemático, posso afirmar - olhava para ambos, esperando que pudessem concordar — Após a confusão, o rei Ivan viu o erro de tê-lo nomeado líder da guarda, em razão de certa agitação popular... meu pai era muito querido, e ter alguém tão desprezível na guarda não foi uma boa estratégia da corte real. Assim, no dia após o ocorrido, eu fui nomeado como o sucessor do cargo, e tomei a dianteira das investigações, esclarecendo a questão e decidindo que vocês não eram pessoas ruins ou bandidos - completava, dando uma breve pausa para molhar a garganta.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com tal pausa, ele também abriu uma gaveta, puxando de lá diversos papeis — Espero que possam nos perdoar. Estou fazendo o possível para desfazer a besteira que James deixou - se dirigia a Takamoto. Logo após, Nakamura pegava um cálice que estava em uma mesa ao lado e batia na cabeça de Lisandro, fazendo-o cair no chão, ainda acordodado; porém, bastante atordoado — O que está havendo?! - Karick levantava depressa da cadeira, com as mãos apoiadas sobre a mesa — Isso é jeito que se trate um amigo... - confirmando que não se tratava de uma hostilidade, voltava a se sentar, mas com a guarda mais alta em relação ao espadachim — O Capitão Eric, antes de ser remanejado até Flevance, me contou sobre os dois, o que ajudou muito em minha decisão - contava — No entanto, tudo aquilo causou uma bagunça enorme e, nesse período de mudanças, há muitas coisas acontecendo e, após ficar sabendo que ambos são caçadores de recompensas, pensei que vocês poderiam ir atrás daqueles fugitivos que escaparam após a briga - colocava os papeis sobre a mesa. Eram cartazes de procurados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Karick os empurrava para a dupla, mostrando os piratas:

Trivinic, Chifres de Ferro - Recompensa: 63.200.000.
Moby D. Ikki, o Cachalote - Recompensa: 36.800.000
Astrali, o Homem das Mil Facas - Recompensa: 23.100.400
Jamal, a Serpente Branca - Recompensa: 16.500.000

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após apresentar os fugitivos, Karick prosseguia — O que me dizem? Tenho informações recentes sobre todos. Trivinic foi para a Grande Rota, junto ao Moby. Astrali só conseguiu fugir depois, parece ter sido visto a caminho da Montanha Reversa, creio que fique um tempo no farol... já Jamal, parece que ele anda causando alguns problemas nos subúrbios - expôs, voltando ao respaldo de suas cadeiras — Posso contar com vocês? - indagava.


Off

Nesse post tentei desfazer a bagunça de forma lógica, deixando os eventos amarradinhos para não cagar a experiência dos jogadores.



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Última edição por GM.Kekzy em Seg 20 Jan 2020, 22:09, editado 1 vez(es) (Razão : Buguei a parada)
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySex 10 Jan 2020, 14:18


Cap. II
Rumo à Grand Line?

O primeiro passo para caçada
Briga, briga!

Espera aí, esse cara está realmente pensando que a gente é caçador de recompensas? Não lembro de receber esse título ou algo do gênero... Colocava as mãos sobre o queixo e tentava relembrar os acontecimentos passados. – Com certeza foi por causa de ter entregue aqueles piratas quando a gente chegou aqui. Agora faz sentido. - Agora atentava-me a pergunta do líder sobre caçar alguns piratas. Realmente caçar não deixava um gosto bom na boca, a última coisa que imaginei no mundo foi viver de caçadas. Minha família se assim posso chama-los é, na verdade, um clã de caçadores e não queria ter nenhum envolvimento com isso. Sendo assim, falaria tanto para o líder como ao Takamoto – Desculpe. Eu nã- Era atingido subitamente por um soco na barriga.



Droga! – Berrava. Afastava-me um pouco e instintivamente sobrepus minha barriga com as duas mãos. O executor? Não era ninguém menos que o boxeador, ele não entendia que tinha feito aquilo para a gente se livrar do problema. – O soco desse cara realmente dói... Mas... – Enquanto o lutador já cantava vitória, empunhava novamente o cálice e o atingia no braço direito, dessa maneira, o impossibilitando de atacar novamente. – Você tá puto só porque interrompi uma frase de efeito sua, não? – Apontava para o inquilino. - Francamente. - Vira-me para o líder da guarda real. – Ah, sua pergunta... Bem, na realid- Levava uma rasteira sorrateira daquele ruivo, fazendo-me cair no chão. – Acho que agora estamos quites. – Falava o cozinheiro com um certo tom autoritário.

Levantava-me tranquilamente. – É, essa me pegou de jeito. Hehehe... -  Olhava com um semblante sereno a cadeira a qual me sentara. – Ela não parece tão pesada, hein... – Argumentaria. Seguraria aquela mobília e subiria-a até a altura de minha cabeça. – Toma essa! – Jogaria contra Takamoto. Não sabia o motivo, mas parecia que o cozinheiro problemático ficou um pouco assustado. – Você desviou, hein... – Aproximava-me devagar do mesmo. – Vem pro pau! – Gritou o avermelhado e esse foi o estopim para a luta começar.

POW, PEI, PUF, SCRACK! Não sabia quem tinha vencido a luta, mas sentia-me alegre e cansado, era um sentimento que não sentia a anos. A última vez que me senti assim foi com esse cara aí. Não conseguia respirar direito, mas sinceramente não estava ligando muito para isso. – Sabe... – Falaria. Minha mãe com certeza aconselharia-me a ficar do lado mais divertido mesmo parecendo mais trabalhoso e isso que significava ficar junto com o Taka. Repensava sobre a questão de capturar piratas e percebia que dessa vez podia fazer tudo diferente. Não era o mesmo de antes. Caso eu for caçar, vai ser por eu quero e não por obrigação ou algo do gênero. Afinal de contas, estava livre. Suspiraria e completaria minha frase. -  A gente vai precisar de grana, caso formos para a Grande Rota. – Levantaria-me e daria uma ajeitada nas minhas roupas. Após isto, organizaria-me para sair do QG e é claro, não esquecendo de agradecer ao líder pela hospitalidade. Em seguida, apenas seguiria as instruções do Taka.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySex 17 Jan 2020, 17:33

Takamoto Lisandro Oloko.



O homem bem a minha frente era Kalick, ostentava ao seu dispor de uma sala inteira para si além de esta apreciando um chá dando a entender em sua primeira impressão de que se tratava de um rapaz calmo, seus olhos eram rápidos e espertos. – Prefiro ficar de pé. – Recusava me sentar, senti que a qualquer momento poderia ficar de sangue quente e não perderia tempo levantando da cadeira para socar alguém. Ele sabia do que se tratava quando mencionei sobre suas desculpas, ele não tinha mudado seu tom mesmo após minhas atitudes rudes, ele tinha absorvido com eficácia toda a tensão do clima, mudava de assunto agradecendo pelos feitos anteriores e explicando tudo sobre o que ocorria na ilha desde a morte do antigo líder da guarda real. – Eu sinto muito pelo seu pai. – Cruzava meus braços, notava que ele tinha certo respeito conosco e não parecia ter alguma frescura da alta burguesia.

Ele era basicamente novo em seu cargo, tinha perdido seu velho e isto de certo modo mexeu comigo, a raiva diminuiu e passei a querer ver Kalick com outros olhos, ainda não tinha certeza se podia confiar nele, mas por hora, tendi a observa-lo com mais cuidado sem colocar meus sentimentos a frente da lógica. – Eu sempre ficarei do lado dos justos, foi assim que fui criado. – Afirmei após sua conclusão, ele considerou certo nossas ações. Puxava de sua gaveta papeis de procurados e enfim pedia o tão esperado perdão, pelo jeito, ele tinha dito que o cargo de James foi um movimento político e trouxe consigo tamanha desgraça que causou diversos problemas não só para mim e Blue, mas também para ele, de certa forma, fomos vítimas do erro daqueles que comandam este pequeno país. Não, as verdadeiras vítimas eram aquelas que mal podiam se defender das garras desses merdas. – Tudo bem, aceito suas desculpas. E também sinto muito por ser tão rude.

Armei para ver a verdadeira personalidade de Kalick e tudo que vi foi um homem que sofria pela recente morte de seu pai e que queria fazer o bem para seu povo, não tinha o porquê de ter rancor contra ele. – Olha, eu!.. – Antes de completar minha frase, fui atingido por alguém pelas costas, algo metálico colidiu contra minha cabeça fazendo meu corpo pender para baixo quase caindo para frente, segurei-me na cadeira a minha frente e agachei. Balancei a cabeça para os lados tentando jogar para fora dela toda a tontura, pensei que tinha sofrido um ataque surpresa dos homens de Kalick, mas se tratava de uma das loucuras do Blue. – [color:cc0a=#ccff00color=#ff0000]Porque?! – Partir para cima revidando com um soco em seu estomago, ele tinha escolhido o oponente errado, Blue era um espadachim e queria me vencer em uma luta desarmada? Ele desferiu outro ataque com o cálice, tive que recolher meu braço para defender. – Frase de efeito? Vou te mostrar a frase de efeito! – Dei uma rasteira nele. – Acho que estamos quites.

Ele admitia a derrota, francamente, não sei o que se passou na cabeça do médico para começar tal desfecho, ele estava mais calmo, até mesmo sorria, em fim o embate acabava pelo menos foi o que pensei quando ele quase me acertou com a cadeira que estava sentado, ele estava ficando louco! – Vem pro pau! – Essa era a frase de efeito que ele queria, fui para cima dele e sai vitorioso do combate. – Anda. Pega minha mão. – Esticaria a mão para o mendigo mesmo ele tendo partido para cima de mim sem motivo aparente, talvez ele tenha ficado com raiva da minha descortesia com Kalick ou algo assim, não sabia bem o que se passava na cabeça dele.

Finalizava os assuntos com Blue e prestava atenção em Kalick. – Aquele cara era um capitão?! – Era uma surpresa, aquele senhor confuso era um capitão, suas atitudes não coincidiram muito com seu cargo, mas pode ser que eu não tenha facilitado muito também.. Passei minha mão no queixo pensando nos meus feitos passados, eu estava cansado e puto aquele momento. – Eu? Caçador de recompensa? Ué, quem disse isso? – Nunca havia dito que era um e ninguém tinha me tratado como um até aquele momento. Deve ter acontecido algum engano quando chegamos na ilha, a moça deve ter confundido as bolas, tinha apenas entregado aquele pirata pela grana... Pensando bem, era a atitude de um caçador de recompensa mesmo. Tinha me colocado naquela situação sem nem mesmo perceber. – Olha, não sou originalmente um caçador de recompensas, sou um cozinheiro. – Escutava o pedido de Kalick. – Então eles eram realmente piratas.. Achei que poderiam ter sido capturados de forma injusta pelo James, porém com estes cartazes não há como defende-los. Pode contar conosco, eu sempre finalizo os problemas criados por mim.

Pegaria os cartazes e guardaria nos bolsos da minha calça, porém deixaria que Blue ficasse tomando conta do cartaz de Jamal, este seria a nossa primeira presa já que ainda se encontrava na ilha de Lvneel. – Vou captura-lo ainda hoje Kalick, espero que com sua liderança a guarda real se torne o lugar de verdadeiros protetores de seus cidadães. – Falei de costas indo em direção a porta, caso ele afirmasse algo sobre minha fala, pararia e esticaria o braço lhe dando um sinal positivo com a mão e continuaria a rumar em direção a cidade. – Vamos pega-lo Blue, ele disse que Jamal estava fazendo confusão nos subúrbios, uma serpente não é tão letal quando não está pronta para dá o bote. – Iria sem blusa mesmo, teria que passar em uma loja de roupas quando terminasse de espancar e receber a recompensa da serpente branca.

Saindo da base, iria rumar aos subúrbios ao perguntar para algumas pessoas onde ficava a grande parte residencial da ilha. – Mano, me pergunto por onde será que o Don andou, não vejo ele desde que nos separamos. Depois de toda essa confusão, espero que ele também não tenha se metido em alguma encrenca. – Conhecendo o cowboy, sabia que ele tinha se enfiado em problemas, mas sabia que ele tinha força o suficiente para destruir os obstáculos em sua frente. – Vamos procurar por gritos, pessoas correndo ou multidões Blue. Piratas sempre gostam de chamar atenção. – Sabendo que Jamal não estava se escondendo tornava o objetivo de acha-lo mais fácil.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 5 EmptySeg 20 Jan 2020, 22:35

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Ainda na sala de Kalick, os irmãos, repentinamente, começavam a brigar, após Blumayden ter dado o estopim. Em uma franca troca de golpes, envolvendo mobílias e golpes baixos, o líder da Guarda Real se via obrigado a impedir aquela barbárie — O que pensam que estão fazendo?! - gritava, se erguendo da cadeira rapidamente, com as mãos sobrepostas na mesa — Parem já essa briga estúpida e sem sentido! - vociferava, em tom imperativo — Guardas! - convocava os seus homens, que logo chegavam na sala e, testemunhando a vergonhosa cena, seguravam cada um dos competidores — Levem-os até o lado de fora! - amassava os papéis de procurados e os jogava em cima dos caçadores — E não os deixem mais entrar aqui nem tão cedo! - determinava.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Com isso, ambos eram segurados e conduzidos para fora do edifício, onde eram empurrados para o lado de fora. Os dois guardas que haviam os expulsado voltavam e, na contra mão, um terceiro chegava — O líder pediu para avisar que Jamal foi visto, pela última vez, no Bar do Açougue, nos subúrbios à leste - informava, com as mãos atrás da costa, dando meia volta assim que completou o aviso e retornando para o lado de dentro. Takamoto estava com os cartazes dos demais procurados, enquanto Nakamura permanecia com o da Serpente Branca.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era um dia ensolarado, parcialmente nublado e com uma temperatura amena do lado de fora. Havia bastante transeuntes pela rua. Na cidade, ao menos, era um dia calmo e, em algumas esquinas, podia-se ver alguns homens da guarda real nas proximidades, desempenhando a função de sentinelas. Nesse cenário, os irmãos caminhavam em direção à leste, passando cerca de uma hora de caminhada para que alcançassem os ditos subúrbios. Aqui, diferentemente do centro, as casas já começavam a ficar mais simples e era difícil dizer se havia um conceito real de propriedade, visto que alguns edifícios eram colados uns nos outros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os irmãos eram bastante diferentes da população local, a qual era mais simplória e, em razão disso, facilmente atraíam olhares. Após andarem mais um pouco naquele ambiente, em algum local próximo, escutavam alguma comoção, como se diversas pessoas houvessem se amontado. Guiados pelo som, dobraram a esquina e, de fato, vislumbraram uma pequena multidão se formar no centro da rua. Alguém ali estava gritando, fazendo-se escutar acima das vozes daquela dúzia de pessoas — Saiam! Saiam daqui! Eu não preciso de plateia, seus imundos! Eu sou melhor que isso! Eu sou! - a voz não soava nada estranha e, na verdade, lembrava um quê familiar para os caçadores. Se aproximando mais ainda, podiam ver um homem deitado no chão, com uma das mão cobrindo o abdômen, com os dedos manchados de sangue, enquanto a outra mão erguida com uma garrafa de cachaça. Seu inconfundível chapéu de cowboy estava virado de cabeça para baixo, no chão, cheio de poeira. Logo após a fala enérgica, o homem titubeava, caindo duro para trás e batendo a cabeça na terra. Aquele era Don Reed Wayne's, aquele bom e velho conhecido dos irmãos.


Off

Don voltando a todo vapor!



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