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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Rumo à Grand Line?

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyQua 24 Jul 2019, 14:18

Relembrando a primeira mensagem :

Rumo à Grand Line?

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) Caçadores de Recompensas Takamoto Lisandro, Nakamura Blumayden e Don Reed’s Wayne. A qual não possui narrador definido.


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Blum
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySeg 25 Nov 2019, 21:39


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Acima de tudo seja sincero
Desfecho

Acho que devo treinar ainda mais. Faz um bom tempo que não saco minha segunda espada... – Levantaria-me do chão e em seguida espanaria minhas roupas a fim de limpá-las. – Eu aceito a derrota. – Proferiria tais palavras ao espadachim. Por mais que tivesse perdido, tudo parecia claro como a neve para mim, não sabia dizer ao certo, mas essa derrota meio que fez cair minha ficha e mostrou-me que ainda tinha um grande caminho a trilhar. Averiguaria a minha espada danificada e examinaria se a mesma ainda servia para o combate, caso não estivesse apta, apenas jogaria fora. – Eh... Essa foi pro brejo. – Se não, guardaria. Suspirava contente com o desfecho final da batalha, afinal de contas, não havia levado um único corte. Parecia que a maresia começava a mudar o seu rumo.

Não havia motivo nenhum para mim preocupar, dado o tempo, provavelmente o boxeador já estaria no barco. Ele não é tão idiota de ter ficado e lutado com aquele bando de inquilinos. Coincidência ou não acabara de ocorrer uma confusão próximo a me, e sabe de uma coisa? Isso não tinha nada haver comigo. Contudo, de repente, sentia uma flechada no coração de tal modo que paralisava meu corpo e fazia-me repensar em minhas ações. – Conhecendo o Taka como ele é... – Engolia a saliva. – Como sou um idiota! Por que não percebi isso antes? Com certeza deve ter uma pintada do ruivo nisso. – Olhando nos olhos do marujo, falaria. – Para ser sincero, não sei exatamente o que tá acontecendo... Eu e meu companheiro fomos atacados do nada. Talvez, se a gente for para essa confusão, provavelmente, sanaremos nossas dúvidas. –Esse era o estopim para dar início ao meu plano. Chegando na batalha, poderíamos concluir se de fato o ruivo era o culpado ou não, caso não fosse, estaríamos bem e se fosse, seria o momento oportuno para fugir já que o capitão estaria ocupado demais com o transtorno.

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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyQua 27 Nov 2019, 23:56

Takamoto Lisandro Eita



Sinto meu sangue fervilhar, minha alma escurecer, eu posso ver, mas não posso deixar ela vencer. Tudo tinha sido decidido pela minha escolha, não podia voltar no tempo, mas podia tentar consertar o que arruinei. Os cavaleiros seguiam a mesma ordem que os padres malucos, todos cegos pela própria ambição, queriam a chave que eu tinha, mas não daria a quem matava os próprios companheiros para obter aquilo que busca, isso não passa de covardia, realmente não esperava que fosse alvejado por tiros. Eles quebraram a única linha que os separavam de monstros, uma coisa era tentar me matar e outra era envolver pessoas inocentes. Quando ouvi o primeiro disparo, não pude acreditar no que eles estavam fazendo, a raiva transbordou do meu rosto e um olhar intenso se fulminou em direção a eles, não passavam de criminosos, e o que seria a melhor das ideias para uma fuga se tornou um desastre.

Diante dos meus olhos, uma mulher era pega no fogo cruzado, a cena parecia estar em câmera lenta, meus olhos observavam com clareza o rumo da minha escolha. Uma mãe carregando seu filho, era mais que isso, eu só enxergava a mim mesmo e minha mãe. Meus olhos se encheram de lágrimas, a ilusão só se tornava mais real, aquela seria uma criança que cresceria sem a mãe sabendo que em seus últimos suspiros ela tinha dado sua vida para proteger sua cria. Meu coração pesou, isso tudo era culpa minha, a criança chorava e entre seus berros a multidão enlouquecia de pavor, um homem era atingido de raspão e o líder dos covardes anunciava sua proposta de paz. Não existiria paz até que eu enfiasse meu punho no peito dele e lhe arrancasse o coração, mas não era hora do acerto de contas, quase fui ao chão ao confundir aquela mãe com a minha, só serviu para alimentar o quão fraco eu ainda sou, deixaria mais um órfão de mãe existir, crescer sem seu carinho e aconchego? – Isso não vai acontecer! – Falei para mim mesmo, saindo do esconderijo criado por minha própria cobardice.

Iria até a mulher rapidamente, retiraria o lençol branco do meu antebraço, não tinha qualquer conhecimento de primeiros socorros, mas podia enfaixar bem o ferimento da bala, pelo menos daria algum tempo para esta mulher, precisava achar um médico o mais rápido possível. Não contive minha expressão de desespero ao jogar meus joelhos no chão usar meu tesouro ao redor do ferimento o amarrando com força para estancar o ferimento, naquele momento, rezei com todas minhas forças que Blue estivesse por perto. – Vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem. – Repetia diversas vezes enquanto melava minhas mãos de sangue e apaziguava a perda de sangue. – Não se preocupe, vai ficar tudo bem. – Disse uma última vez terminando de amarrar. Não conseguia passar um bom sentimento mesmo sorrindo, deixava transparecer meu desespero, minhas mãos tremiam, ajoelhado sentia um peso recair sobre minhas costas e um impulso assassino passar em minhas veias.

Retirava com cuidado o colar do meu pescoço e esticando o braço direto segurava o cordão e mostrava o pingente em formato de chave para os malditos. – Não ousem disparar mais nenhum tiro, se não esmago esta chave. – Estava de costas para eles, sentia que não corria perigo, o maior perigo aqui, era somente eu. – Se quiser a chave, desça da merda do seu cavalo e venha pegar, mas antes, quero um médico! – Ela ainda tinha vida, seus olhos ainda brilhavam, não deixaria que mais um Takamoto surgisse no mundo.



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Kekzy
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySab 30 Nov 2019, 19:35

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Reconhecida a derrota para o Capitão, o homem estendia a mão até o seu oponente, a fim de fazê-lo levantar do chão — A espada não protege aqueles que guardam segredos ruins, mas sempre defenderá os bons - o homem dizia, não se importando com quem o rapaz era, no momento — Mas a mão da justiça deve ser estendida à todos - discursava, à medida que ergueria o espadachim — Vamos, por que você não me conta o que está acontecendo? Afinal, eu ganhei a luta e uma promessa é uma promessa¹ - insistia, mais uma vez. Independentemente da resposta, o marinheiro auxiliaria Blumayden a levantar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Após, o homem tiraria um Mini Den Den Mushi do bolso, fazendo uma rápida ligação — QG da marinha. Capitão Eric em voz. Enviem um esquadrão de reforços para a Saint Wallace. Também enviem um médico, poderá ser preciso. Irei averiguar a situação imediatamente - comunicava, guardando o aparelho no bolso de suas vestes logo em seguida — Você, venha comigo por enquanto - a autoridade ordenava, dirigindo-se até a referida rua, de onde provavelmente ocorreram os tiros.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No local que viriam a conhecer como Rua Saint Wallace, Takamoto desistia de sua fuga, voltando ao encontro da mulher caída no chão. A sua evasão havia saído pela culatra, vez que não tinha previsto o quão sem escrúpulos aqueles homens eram. Incerto do quão eficaz seria, enfaixou a mulher com o tesouro dado por sua mãe, mais pelo desejo de fazer alguma coisa. Para seu pesar, aquilo não parecia aliviar os gemidos de dor que a mulher soltava — M-minha criança... - ela dizia, resistindo à dor e à hemorragia por aquilo que a prendia ao mundo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por sua vez, Takamoto estava abalado, incondicionavelmente enervado pela agressão desmedida que a Guarda Real havia praticado. Assim, ao passo que os homens se aproximavam, o órfão materno ameaçou quebrar a maldita chave. A chave do Tesouro de São Carlos Tadeu². A razão pela qual tudo aquilo estava acontecendo. Imediatamente os homens pararam, sob a ordem do líder — Parem! Escutem o garoto! - o decreto era dado — E tratem de arranjar um médico! - despachou um de seus homens para o dever, na maior simplicidade, como se aquilo sequer importasse de verdade — Nos entregue esse pingente em seu pescoço e nós cuidaremos da mulher ferida, assim como garantiremos que você não seja preso, ou morto - dava uma pequena pausa entre uma ameaça e outro. Para todos os fins, a proposta estava feita.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Capitão Eric e Nakamura chegavam ao local, encontrando a cena anteriormente descrita — Sir Jaimes, o que está acontecendo aqui?! - o Capitão indagava. O marinheiro parecia ser um fator inconveniente naquela equação — Assuntos da Realeza, Capitão! Temo que o senhor não tenha o condão de se intrometer nessa questão! - o cavaleiro dava um passo à frente, se aproximando de Takamoto. Diante da recusa, o Capitão se voltava a Takamoto — Garoto! O que está fazendo?! E porque o Ancião Antônio e... outro homem está caído no chão!? - estava aflito, diante da situação inusitada, com a mão no cabo da espada e esperando por uma resposta.





¹ Ao avaliador, deixo registrado que considero essa parte um divisor de águas para os jogadores.

² Dat Beard

Off




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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySeg 02 Dez 2019, 00:17

Takamoto Lisandro Eita²



Os gemidos da mulher significavam que ela ainda possuía vida, segurava sua criança com força se apegando a sua motivação para sobreviver. Seus olhos resistiam, podia enxergar a chama da determinação queimar dentro de sua pupila, ao terminar de enfaixar não podia fazer mais nada do que esperar a chegada de um médico. Em silêncio e observando a mulher agonizar, remoía meus sentimentos negativos, meu corpo estava cada vez mais quente, estava pronto para disparar em direção ao filho da mãe que provocou tudo isso, mas não podia negar que eu fui um desses filhas da mãe que causou todo esse transtorno. Era isso que me consumia, as trevas tentavam tomar posse do meu coração.

Eu tinha um plano em mente, não seria hoje que minha raiva consumiria minha alma, não podia me deixar levar tanto pelos sentimentos, esta mãe dependia de mim. Os guardas reais tinham noção do perigo que a chave corria em minhas mãos, eles logo se atentaram ao meu aviso e seu líder não pensou duas vezes em cumprir com minhas ordens. A questão era se eu realmente daria esta chave para o maldito, ele me tinha na palma de sua mão, só restaria esta opção para salvar esta mãe inocente atrás de mim. Porém, eu tenho amigos que nunca vão me decepcionar, foi isso que pensei arregalando meus olhos e notando a presença de Blue, ele era minha salvação nesse momento. – Blue ajude esta mulher! Rápido! – Suplicava por sua ajuda, agarrava meu colar, a situação havia mudado.

Blue estava acompanhando de um capitão, o olhando de relance, meus olhos se encontraram com os dele. Ele não parecia pertencer a mesma guarda deste país, era talvez um marinheiro, um peixe grande pelo que o líder dos malditos havia dito. Indagando sobre a situação, parei de olhar para o espadachim segurando o punho de sua espada, sua expressão de aflição explicava que estava sem ideia do que fazer. – Blue, proteja essa mulher e a criança com sua vida. – Deixava isto para o azulado, confiava em sua força. Sem olhar para o capitão da marinha, apenas lhe dava um breve resumo. – Se enxergou primeiro aqueles ali do que a verdadeira vitima atrás de mim devia ter vergonha, é melhor não retirar e apontar esta espada em minha direção. – Virava a cara e encarava diretamente a face do marinheiro. – Eu sou Takamoto Lisandro, se não quiser ter problemas, melhor não se envolver nisso. Vou te mostrar o que está acontecendo aqui. Observe. – Passava minha atenção ao James, estaria com a chave em minha mão direta com a palma aberta e indo em direção ao líder dos cavaleiros com passos lentos, visualizava além do rosto do maldito a minha fúria, mas não deixaria isso se intrometer e causar infortúnios, quando chegasse quase até ele, pararia esticando meu braço e estirando minha mão para que ele observasse bem a chave. – Não darei mais nenhum passo, venha pegar.

Deixaria que ele se aproximasse e quando estivesse basicamente a um metro, abriria minha boca. – Um certo homem me disse uma vez que a determinação é o poder de abrir um caminho que precisamos seguir para além da escuridão. – Não deixaria que meus sentimentos obscuros me cegassem, abriria um caminho certo sem ter que depender que outras pessoas se machuquem por minha própria proteção, deveria ser o homem que meu pai me ensinou a ser e não desviaria novamente deste rumo por covardia ou raiva. Fecharia minha mão com força, peço desculpas a senhorita que havia me dado a chave como presente, era um presente bonito e foi dado com gentileza, minhas sinceras desculpas senhorita. Apertaria com força sentindo a chave quebrar, observar a expressão de James traria algum conforto, mas não podia parar por aqui. Ele ainda tinha seus capangas ao seu lado, dois deles como armas de fogo. Ele estava perto de mim, o suficiente para usá-lo de escudo.

Ao terminar de quebrar a chave, não esperaria que ele puxasse sua espada da bainha, partiria para frente e direcionaria minha mão esquerda em direção ao punho da espada impedindo que a mesma fosse puxada. Impediria o movimento de saque colidindo com o punho ou travando seu pulso. – Hora do acerto de contas. – Com meu punho livre, acertaria seu estomago mesmo que tivesse utilizando uma armadura, iria me agachar antes do golpe e levantar para impulsionar ainda mais o ataque para que o mesmo levantasse mesmo que só um pouco do chão. Usaria esse momento que seus pés não tivessem uma base para arrastá-lo junto comigo até um dos atiradores, colaria meu corpo no dele, passaria minha cabeça entre o espaço do braço e do torso para conseguir apoio em sua axila, enrijeceria meu corpo e usaria a força dos meus membros inferiores para carregar este homem como um escudo até o cavalo do atirador mais próximo, o objetivo era trombar e derrubar um dos atiradores e aproveitar da situação para finalizar um dos meus piores inimigos. – ORAAAAAAAH! – Se o plano funcionasse, aguentaria qualquer dano que James daria enquanto o usava de escudo humano, ao trombar com o atirador, restaria dispensar James e ir diretamente confrontar o atirador no meio dessa confusão, a armadura deveria pesar bastante então focaria em tirar a arma de suas mãos ou mudar a trajetória de um possível disparo com um chute e depois tirar seu capacete e esmurra-lo até que perdesse a consciência. Reuniria fôlego, precisava de minha força e resiliência, não deixaria tempo para que eles se organizassem. Pegaria o atirador e usaria para a mesma estratégia de antes, precavendo que sofresse dano de disparos, correndo como um trem desenfreado até o outro atirador tinha o intuído de fazer com que os dois tivessem o mesmo destino.

Se o plano falhasse, não tivesse força para carregar o corpo de James ou já viesse com a espada desembainhada, quebraria a chave do mesmo jeito. – Sinto lhe dizer, mas nunca vai conseguir esse tesouro. – Um sorriso arrogante tomaria meu rosto. – Pode vim. – Esperaria que ele atacasse primeiro, não tinha como lidar com ele sendo alvejado por atiradores, teria de fazê-lo ficar na linha de tiro e não deixaria que ele me colocasse nela. Acompanharia seus movimentos, tentaria bloquear os ataques fazendo uma pequena esquiva para tirar a espada da minha trajetória e não aparecer na linha de tiro dos maricas, em golpes horizontais apenas recuaria, assumiria uma postura ofensiva depois dois ataques, daria pequenos combos de one-two, o objetivo aqui era cansa-lo ou fazê-lo perder a paciência lhe dando pequenos danos e acumulando sua fadiga. Em golpes diagonais e adjacentes, teriam um recuo grande, porém eles seriam perigosos, porém eu estaria perto o bastante para se aproximar dele e sair da zona do fio de sua espada adentrando em seu espaço privado, impediria o golpe acertando seus braços ou mãos antes de completar o movimento retirando parte da força do ataque, restaria bloquear e aproveitar da situação para dobrar esse capacete. – Toma essa! – Seria um cruzado de direita, queria não só balançar seu cérebro, mas também girar seu capacete para que ele não tivesse mais visão, ou apenas apaga-lo mesmo. Se ele apagasse, usaria do plano do escudo de carne. Investidas seria um prato cheio, uma espetada sempre é sincera e determinada, ganharia quem tivesse mais vontade, um embate de forças. Daria um cascudo na lâmina para tirar ela de sua trajetória e impulsionar a espada para baixo, aproveitaria para pega-la e puxar ela das mãos de James, em sucesso ou não, entraria em seu espaço para desferir grandes socos em seu torso ignorando o uso da armadura. – Eu vou quebrar essa sua armadura! ORA ORA ORA ORA ORA! – Se ele se afastasse, tentaria o melhor para continuar com a execução dos meus ataques em direção ao torso da armadura, ao seu quebrar vou mostrar a força da minha convicção.



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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySeg 02 Dez 2019, 21:13


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Um herói? Dãn, nada disso.
Seja um bom doutor

Na verdade, não esperava algo muito daquele entrave. Havia um completo idiota cercado por um bando de caras e, além disso, avistava uma mulher em um estado nada bom. – Francamente.. Esse cara não tem jeito. – Coçava a cabeça. – O que diabos está acontecendo aqui afinal? – Suspirava. Teria sido bem melhor para todos se o cozinheiro tivesse fugido naquele momento. Ah, e acima de tudo... Olhava para o homem da lei e já enxergava a coisa ficando preta, deixando-me mais preocupado. Suspirava novamente. Qual era o problema desses caras afinal, por que tudo devia acabar com luta?

Analisava a situação e já podia compreender um pouco. Conseguia deduzir que aqueles bandos de combatentes não eram flores que se cheirem. Antes de uma análise mais rigorosa, o ruivo pedia-me para tratar a moça que estava ensanguentada no chão. – Nem precisa falar. – Indagaria. Sabe, não era muita minha praia ficar vendo uma inocente morrer por conta desses malucos. Sem pensar duas vezes, o meu instinto de médico disparava por todo meu corpo, dessa forma, fazendo-me correr em direção aquela moça. Chegando em meu alvo prosseguiria com os procedimentos médicos. – Não se preocupe, criança. Pode não aparecer, mas sou aquilo que chamam de médico. – De minha mochila acabada surgiria um kit médico de ponta, o cheiro de novo deixava meus narizes nas alturas, certamente um belo aroma. – Não podia ser melhor. – Ironizava a situação. Não era nada bom pensar em operar uma pessoa no meio de um fogo cruzado.

A cirurgia devia ser rápida, pois a mãe havia perdido bastante sangue. Respirava. Mantinha minha calmo e foco. Primeiramente limparia o ferimento da mulher, procuraria por algum anti-séptico e aplicaria sobre a ferida, após isto, pegaria o soro fisiológico e derramaria em volta da lesão. Era muito arriscado retirar a bala naquele momento, porque não tinha conhecimento se a mesma alojou-se sobre algum vaso sanguíneo importante ou órgão vital, além do mais, demoraria muito para analisar o machucado e, acima de tudo, o tempo não estava do nosso lado. Naturalmente, faria alguns pontos visto o estado da ferida. Então para agilizar o processo usaria um grampeador de sutura. Grampearia o local da lesão até um ponto no qual achasse que a hemorragia tivesse parado consideravelmente. Em meio ao procedimento, conseguia ouvir o boxeador berrando contra o capitão e isso não cheirava-me a coisa boa. Caso eles quisessem brigar, fossem acertar as contas bem longe daqui. Agora só faltava aplicar o curativo, entretanto, não podia ser qualquer um, deveria ser um curativo de compressão visto que ele é essencial para ajudar contra a hemorragia. Com a ajuda de gazes, algodão, um rolo de atadura faria o estancamento. Colocando o gaze, o algodão, inserindo o rolo e depois cobrindo pela atadura estaria pronto a cirurgia. – Só devemos levá-la para um hospital e tudo ficará bem. – Falaria ao cozinheiro em um tom de calma.

Após isto, o ruivo dava-me a missão de proteger a dama que estava no chão. Levantaria-me e responderia a indagação do boxeado. – Espero que me recompense com um bom arroz com mayo. – Sacaria minha espada e apenas aguardaria o inimigo. Achava improvável que alguém viesse nos atacar, devido que os holofotes estavam sobre o avermelhado e isso era uma noticia boa para ela e para mim. Como não sabia quais eram as armas que os oponentes estavam armados, apenas manteria um postura de defesa, deixando minha espada na diagonal na altura do meu tronco. Caso alguém viesse me atacar apenas tentaria bloquear com a espada, se não fosse rápido o suficiente, tentaria me esquivar para o lado oposto do golpe seguido de um corte na horizontal a fim de atingir o inimigo. Sempre me posicionaria de modo que ninguém atingisse a mulher. Na hipótese de tudo dar errado, indagaria ao marinheiro. - Velhote, não sei o que tá acontecendo direito. Mas, peço que leve essa moça para um hospital e rápido!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyQui 05 Dez 2019, 20:31

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Assim que Blumayden surgiu em sua linha visão, Takamoto pediu a a ajuda para cuidar da mulher ferida. Seguindo os seus instintos médicos, o rapaz logo foi ao seu auxílio, começando o processo de prestar-lhe socorro. Todavia, o ambiente não era nada favorável a um tratamento seguro e eficaz. Nada garantia que outro tiro acidental voltasse a passar por ali, mormente quando provocados pelo boxeador.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Boxeador esse que não media palavras, até mesmo dando uma lição de moral no Capitão Eric, o qual ficava estonteado com a sua fala. A autoridade da marinha permanecia ali parado, observando a cena, inerte, buscando compreender o que estava acontecendo e qual seria a ação que iria tomar. Sabia que, por envolver a Guarda Real e a Igreja, a situação não podia ser mais delicada.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto isso, Takamoto tomava uma ação inusitada. Caminhando na direção do líder da Guarda Real, o qual também ia ao seu encontro, o cozinheiro dava o seu ultimato — NÃO! - James bradava, erguendo sua espada em direção a Takamoto. Bateu a perna pesadamente no chão, fazendo o eco de metal calar tudo ao seu redor. Ergueu o braço, fazendo um gesto para os seus homens. Deixou a mão erguida ali, como se fosse o Imperador de Roma decidindo quem iria para o ralo ou não. Em seguida, fechou os punhos, momento no qual os atiradores abaixaram as armas — Você! Nós teremos um duelo sob os olhos de Deus! - convocava-o para o combate. Era exatamente o que Takamoto queria. Ao menos, era pelo que os seus punhos ansiavam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Agora, enquanto Blumayden cuidava da mulher¹, Takamoto era desafiado a um combate mano-a-mano, semelhante ao qual Nakamura havia tido com o Capitão Eric. A diferença, aqui, era que a vida de Takamoto corria riscos reais — Desistência! Nocaute! Vida ou morte - James definia as condições, começando o ritual típico daquele combate — Capitão Eric, o senhor será a nossa testemunha de fé! Que Deus não me deixe mentir sobre o que aconteceu com esse garoto! - anunciava, tendo a anuência do Capitão, que finalmente resolvia dar um pio — Sir James, o senhor sabe que a marinha não dá suporte para este tipo de prática... se não posso interferir, por que me envolve no conflito? - o marinheiro indagava, não tendo uma resposta imediata do guarda.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Céus! Se não quer ser a minha testemunha de fé, um de meus homens será. Acha melhor assim? - diante da hipótese, o Capitão se convenceu e assentiu em testemunhar a luta. Afinal, sabia que seria uma grande injustiça se a testemunha fosse um de seus homens — E qual a sua relação com ele, rapaz? - o marinheiro indagava a Blumayden. Momentos após, o destacamento de marinheiros que havia sido solicitado anteriormente chegava ao local — Capitão! - se apresentavam imediatamente — Cuidem da mulher, auxiliem e protejam os médicos, por agora. Essa é a ordem - Eric determinava, ficando posto de sentinela na proximidade, esperando o desembocar do desafio.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A luta começava com um primeiro movimento de Sir James, o qual tentava estocar Lisandro, que habilmente desviava para o lado em uma meia lua. Os primeiros momentos da luta eram de reconhecimento, onde nenhum dos dois lados se atrevia a fazer muito e abrir uma brecha. O cavaleiro procurava fazer pequenos contatos, a fim de estabelecer um ritmo, enquanto Takamoto acompanhava e mantinha-se seguro, evadindo das tentativas, lançando suas próprias ofensivas. Todavia, sua estratégia de one-two não era o suficiente para lidar com o poder defensivo do Capitão da Guarda Real, de modo que era necessário se arriscar mais caso quisesse ganhos mais altos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Tomando ciência, na estocada subsequente, o boxeador acertava a lâmina, guiando-a para baixo e abrindo espaço para que se aproximasse. Suas mãos foram de encontro com as de Jaimes e logo estavam em um embate de forças para decidir quem empunharia a arma. De um lado, Takamoto a forçava para baixo e para si; de outro, James puxava a lâmina de volta e para cima, em um verdadeiro cabo de guerra. As pernas do cavaleiro se moviam lentamente, ajustando sua posição; ao que os sentidos do boxeador podiam lhe dizer, ele estava preparando o seu próximo movimento.







¹ Blum, não vai dar pra fazer tudo o que você queria no post, cê começou a tratar da mulher agora, fazer isso e terminar antes do Taka terminar suas ações para proteger ela com a espada iria contra as leis do espaço-tempo, pois agora estamos regidos pelas ações que acontecem em um curto espaço de tempo, em razão do combate


Off

Taka não me avisou :vemnamao:


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 21:32


Cap. II
Rumo à Grand Line?

Calma e foco.
O duelo entre a vida e a morte

Certamente ficava mais calmo com a presença dos marinheiros, agora eles poderiam servir como uma muralha, por conseguinte, podia realizar a operação com mais leveza. Contudo, ainda não podia perder foco durante a operação, a paciente não estava nada legal. Prosseguiria com muita cautela os procedimentos médicos, ignorando simplesmente o mundo ao meu redor. Iniciava-se a luta finalmente. A minha frente, aparecia um espectro negro em um formato de caveira cuja a qual utilizava uma foice bem afiada e meu dever, ou melhor, a obrigação de um médico não é enfrentá-la e sim, fazer de otário esse ser careca. A morte é imprescindível, entretanto, nos como médico, podíamos adiá-la. – Hoje não! – Falava internamente. Não falharia no meu dever de médico, não outra vez...

Após terminada a operação, instruiria imediatamente aos marinheiros que levassem a mulher ao hospital. Ofegava um pouco por conta do momento de tensão, mas suava aliviado que a operação ocorrera sem nenhum empecilho externo. Estava certo que ficaria tudo bem. Porém por outro lado... Olharia para o lado da confusão para entender o que diabos estava ocorrendo ali. – Hein?! – Avistava Takamoto dento um duelo com outro individuo e, aparentemente, até a morte.

Bem... – Coçaria a cabeça. – Qual é o sentido deles tá lutando? O ganhador vai levar um vale completo rumo a prisão ou algo do gênero? – Não fazia o mínimo sentido daquilo tá ocorrendo para mim, se um dos dois vencesse definiria quem ali estaria certo? Por que a marinha não fazia nada? Logo, recordava-me da fala do inquilino que desafiou o cozinheiro, a verdade era que havia alguma autoridade impedindo que a marinha tomasse alguma providência. Dessa forma, nada garantiria que Takamoto sairia impune disso, mesmo vencendo a luta.

Então a melhor coisa a ser feita ali, era apenas desistir da luta e ficar sob a guarda da marinha como réu ou algo do gênero. – Taka... - Mas... Lembrava-me da moça que foi ferida e isso provavelmente foi coisa desses caras... – Arrebenta logo a cara desse otário! – Indagaria ao cozinheiro. Pensando melhor, se nós fossemos parar na marinha tinha uma chance de a gente ser preso e isso não seria nada legal... Por hora, analisaria o terreno e procuraria alguma rota para um futuro plano de fuga. – Ah, quase ia esquecendo... Esse idiota aí... – Pausaria. – Ele é meu irmão. – Responderia ao Eric.

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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyDom 08 Dez 2019, 23:01

Takamoto Lisandro Pika



Quanta honra para um homem que ordenou uma salva de tiros a pessoas inocentes, tentar prezar por sua dignidade agora não faria sentindo algum, tudo que fez foi deixar as coisas mais fáceis para mim. Não tinha intenção de acreditar em suas palavras, mas sabendo que o marinheiro seria o juiz deste embate poderia assumir que ele não estava tentando me enganar com relação ao envolvimento dos atiradores na luta. Não tinha planejado uma luta sem os perigos de ser alvejado por um disparo, a situação se tornava cada vez mais propicia ao julgamento do cavaleiro pelos meus punhos. Blue tinha chegado em boa hora, não podia ficar mais contente. Abria um sorriso tão largo quanto pudesse, não resistia a excitação e a graça da burrice do cavaleiro, batia meus punhos com força despertando-os para acabar com mais um desse malditos. – Espero que não volte atrás.

Ele entrava no meu espaço, sua estocada era veloz, mas nada que não pudesse acompanhar com alguns passos para o lado. Seus ataques eram quase tão inofensivos como os meus, não tinha um choque real contra sua armadura, porém já havia posto meu ritmo ao seu, o espadachim soltava mais uma estocada, já tinha previsto o uso do golpe, serviria para abrir a vantagem contra o cavaleiro. Segurava a lâmina a puxando para baixo e ele passava a estimular todo seu corpo a puxar a lâmina para si buscando impedi minha ação, mas se tinha algo que eu confiasse era na minha força, não perderia para ninguém em uma batalha de poder físico. Ele aos poucos mudava sua base, estava tramando algo, a mudança foi súbita recorrente desta disputa, não deixaria ele fazer o que quisesse. Já estava perto o bastante e ele requisitava de todas suas forças para recolher sua lâmina, então porque não deixar que ele tivesse êxito com uma pequena ajuda. Não só soltaria suas mãos, mas também impulsionaria a lâmina para cima para retirar seu equilíbrio e aproveitando o momento para ficar ainda mais perto de James. – Estava ansioso por isso. – Com a mão esquerda retiraria qualquer defesa viesse ao decorrer do meu golpe, colocaria força em seu ombro esquerdo tirando ainda mais o domínio da luta, o que estava tramando não serviria, sua base estaria prestes a desmanchar assim como ele nesta luta. Abria caminho para um forte direto de direita buscando jogar o homem para trás e girar para o lado o capacete dele, ele pode estar trajando uma armadura de ferro, aço ou até mesmo kairoseki, eu não ligo. Isso foi só um pequeno gosto do que vai vim daqui a diante.

Não deixaria que ele recuperasse do golpe, partiria para cima dele, não deixaria que ele abrisse a vantagem de alcance mais uma vez. Trocando o peso dos meus passos, tentaria desviar para os lados de possíveis estocadas, em casos de golpes horizontais abaixaria flexionando bem meus joelhos para utilizar a subida como um dash e disparar em um avanço outro direto, mas dessa vez de esquerda para ele não se acostumar com o ritmo dos meus golpes, acabaria por acertar um cruzado e outro gancho efetivando meu ataque anterior. Se em sua jornada para tentar evitar golpes, ele recuasse e/ou começasse a jogar sua espada para qualquer direção, tomaria a dianteira para bloquear mais uma vez golpes sem determinação e puxar aquele homem de metal para perto de mim, lançando um sorriso maligno e encarando o homem através de sua máscara de aço. – Eu não vou te matar, quero que viva sabendo que seu deus me escolheu como o defensor de todas as pessoas que sofreram em sua mão. E recebendo o papel de um executor, executarei a punição. – Seguraria seu braço dominante para não puder puxar sua espada, com a meu punho livre começaria a socar avidamente seu torso, não ligaria para a armadura, pois eu a quebraria até alcançar meu objetivo de esmurra-lo diretamente e arrancar todo o respeito que todos podiam ter pelo mesmo.

Se ele disparasse cortes descendentes impediria na fonte bloqueando o movimento do seu braço dando um grande soco em seu antebraço, e quanto aos ascendentes, impulsionaria meu torso para baixo junto com meus antebraços bloqueando a espada e a colocando rumo ao chão na direção contraria de onde vinha, usaria estes casos em ataques diagonais, a armadura deveria ser pesada dando tempo para efetuar tais bloqueios em movimentos tão abertos. Usaria do espaço adquirido para utilizar um cruzado de direita, outro de esquerda em direção a sua face acertando-os para confundir seus sentidos e continuar o socando até pedi rendição ou desmaia-lo.

Se a primeira iniciativa não desse certo, e ele obtivesse sucesso no seu ataque, não deixaria que o mesmo saísse impune, iria atrás do contato, já estava sujeito a admitir que errei ao fugir em direção aos civis, foi minha culpa de uma mãe ter sido baleada, aceitaria as consequências, procuraria fazer uma troca. Defenderia do golpe o empurrando para longe das minhas áreas vitais com ambos os antebraços que tinham a proteção da manopla, mesmo que ele me acertasse, poderia viver o suficiente para valer. – Vou fazer valer! – Gritaria, agarrando a única chance de revidar. Colocando meu peso para baixo e em súbito o levando para cima, lançaria um gancho para retirar o capacete de James e fazer todo seu corpo balançar e tremer diante de mim. Seguraria seu pescoço e o traria para perto acertando uma cabeçada em seu rosto e encarando de frente os seus olhos. – Não ouse nunca mais ferir alguém. – E socaria sua cara com o máximo de força que conseguisse aguentar, quebraria meus punhos na cara do sujeito se pudesse, mas não o mataria, pois teria que viver sabendo que nunca teria o tesouro em suas mãos e havia perdido para o homem que tirou sua esperança de tal sonho.

Vencendo, respiraria fundo triunfante, olharia para os atiradores, esperava que eles ousassem mirar contra mim mesmo estando fadigado ou machucado. – Podem vim! – Colocaria ambas os braços a minha frente, teria que recorrer aos meus instintos e reflexos desviar ou bloquear dos disparos. Correria até eles usando James de escudo e tentaria os derrubar do cavalo para usar isto a meu benefício, chutaria sua arma e o socaria até apagar sua consciência. Faria da mesma estratégia para acabar com o outro atirador.

Se não houvesse hostilidade ou fosse protegido pelos disparos, viraria de costas e caminharia até Blue e a mulher. – Ela vai ficar bem? – Não ligaria para meus ferimentos de imediato. – Termine com ela primeiro Blue, depois me dê uma ajudinha cara. – Sorria embaraçado checando o quanto havia me ferrado ao me meter nessas situações inusitadas, mas eu tinha meus motivos para acabar aqui nesse momento, não me arrependeria do que fiz.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySeg 09 Dez 2019, 01:02

Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto o ambiente aquecia com a luta entre Takamoto e James, blumayden se mantinha concentrado, protegido pelo cerco de marinheiros, enquanto realizava a cirurgia. O médico da marinha se juntava ao seu auxílio, prestando-lhe toda a ajuda possível, mas não tomando o seu lugar, visto que já havia começado e estava completamente focado. A incisão foi delicada e a mulher ainda sentia dor, não obstante a aplicação dos anestésicos; a situação era estressante demais para não sentir o corpo atordoado. Todavia, em uma exímia demonstração de suas habilidades, Nakamura conseguia extrair o maior fragmento de metal que havia se alojado na carne da paciente, extraindo os pequenos estilhaços logo em seguida - os quais, por sorte, não haviam se espalhado ou desfragmentado demasiadamente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, seguindo as instruções do médico, os marinheiros já se adiantavam. Mesmo não possuindo qualquer vínculo com Nakamura, quando se trata de saúde, os médicos são autoridades e, sendo marinheiros de boa índole, sabiam do que tinha que ser feito, mesmo sem as ordens do Capitão - o qual, mesmo assim, erguia o braço e os despachava — Vão! - via a mulher ser carregada — Vocês, cuidem dos outros feridos - olhava a rua e havia, ao menos, outras duas pessoas encostadas nas paredes, esperando atendimento — E você, cuide do bebê - disse para Nakamura.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Concomitamente ao seu anúncio de que tratava-se de seu irmão, pela tonalidade e palavras que havia utilizado, o Capitão Eric ficou ainda mais em dúvidas do que fazer. Alternava o olhar entre o médico e o cozinheiro, com um rosto apreensivo — É realmente um idiota para ir contra a Guarda Real... - observava — Os quais também não ficam para trás - falava baixo, mostrando que haviam claras desavenças entre a marinha e a Guarda Real, apesar de que, teoricamente, tinham finalidades e funções muito semelhantes. E, assim que terminava de deliberar sobre, Takamoto percebia a intenção por trás do movimento realizado por James, impondo a sua própria estratégia mais rápido ainda — O que ele está fazendo?! - o próprio Capitão se desesperava por um momento, olhando para Blumayden como se exigisse uma explicação dele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Isso porque a espada passava rente à face de Takamoto, mas tudo fazia parte de seu engenhoso plano¹. A disputa de forças gerava bastante tensão e as armas só não saíam voando em razão de uma impedir a outra. Todavia, como se alguém soltasse um cabo de guerra repentinamente, deixando a outra parte desprevenida cair, Lisandro deixava de aplicar força contra a espada de James subitamente. Não satisfeito, a erguia junto ao seu oponente, naquele breve momento em que ele processava o que estava ocorrendo. Aproveitando a brecha, o boxeador encurtava a distância, escorando em seu ombro e desequilibrando-o mais ainda, junto ao grande balanço forçado da espada. Desequilibrado, o líder da Guarda Real não teve chances em parar o forte soco que veio em sua direção, fazendo o seu corpo curvar-se para trás, posteriormente caindo no chão e arrastando a armadura nas pedras - nada agradável para os ouvidos.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era o som da iminente derrota. Takamoto havia estabelecido o seu ritmo e seguia conectando um segundo jab de esquerda, a fim de variar o seu ritmo - o que dificultava ainda mais a vida do seu oponente que tentava se recuperar do baque sofrido. Sem dar chances, o boxeador segurava o braço dominante de James, impedindo-o de usar a sua arma apropriadamente, desferindo diversos socos em seu torso, os quais eram majoritariamente absorvidos pela armadura, mas com certeza parte da energia que transbordava do cozinheiro era transmitida para o seu corpo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O que não saia tão bem como planejado era que aqueles socos mitigados davam a oportunidade do Sir se recompor quase que por completo, torcendo o seu braço que era segurado por Takamoto e assumindo a posição atrás do cozinheiro, deixando-o de frene com os atiradores — Atirem! JÁ! - o líder ordenava, momento no qual os mosquetes estavam sendo levantados na direção do baderneiro. Blumayden encontrava-se logo atrás, acompanhando toda a cena e tinha a oportunidade de reagir - assim como Takamoto; esse, que deveria ser mais rápido ainda para salvar a sua vida.








¹ Foi uma boa estratégia sim, evitou o combate até o fim da vida. Apesar de que funcionaria mesmo sendo mais fracos, deixo o aviso ao avaliador, para situações futuras, que os players são parelhos com os NPCs; na verdade, com o líder da Guarda Real - não do Capitão Eric. E mais fortes que os outros guardas, visto que estão quase level 3.


Off

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] O capacete não girou pois foi um jab de direita. Se o jab foi frontal, creio que não faz sentido ele girar. Se fosse um cruzado provavelmente daria certo. Sobre a estratégia de quebrar a armadura, só gastando vários golpes para isso. Esses vários socos são possíveis, mas contam como 1 VdA, como se o dano fosse parcelado. Dá para fazer isso, mas não imediatamente, afinal é uma armadura e uma armadura boa, de um reino abastado e da Guarda Real - e do líder dela.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] O bebê precisa ser segurado por alguém Dat Beard Mas não precisa ficar limitado a isso, sei que você é criativo o suficiente para lidar com a situação!


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptyQua 11 Dez 2019, 17:07


Cap. II
Rumo à Grand Line?

A chave do sucesso
Gugu Dadá

Né, meio que já esperava isso... Agora o Taka estava numa situação, digamos, bem sútil e eu aqui novamente tinha que salvar o traseiro desse cara e, ainda por cima cuidar desse bebê... – Hehehehe! Gugu Dadá. –  Brincaria com esse pedacinho de pudim. Sorriria. De fato, era uma parada bem interessante. Suspiraria. – QUEM DIABOS ME DEU ESSE BEBÊ?! POR QUE NÃO LEVARAM ELE COM A MÃE OU SEI LÁ!!! – Pro inferno isso tudo! Por acaso tenho cara de babá? De tantas pessoas mais confiáveis, essa criança foi cair justamente em minhas mãos. Primeiramente os sujeitos da loja falaram que essa ilha era meio estranha, depois o Taka arranjando confusão, aí chegamos no Eric e por fim terminamos com o bebê. Ah, quase ia esquecendo, aquele bando de marmanjos estava prontificado a mandar o cozinheiro pra vala. Aí fica a clara pergunta espectadores, e agora?

Petrificava diante a situação inusitada e caia em meu próprio mundo, congelava o tempo para mim. - Droga, o que eu faço? Preciso chamar a atenção desses atiradores... Mas com essa criança aqui não poderia fazer nada, talvez, devesse entregar a alguém. – Estava ficando contente com minha linha de raciocínio, até que então. – Errado! Caso entregasse a criança algum marinheiro, perderia muito tempo. – Ao contrário de antes, suava de desespero. – Merda! Estou ficando sem tempo. Esse bebê apenas... – Paralisava. Uma lâmpada se atingia em minha cabeça. – O bebê. Sim. O Bebê! Como não percebi antes...? Ele é a chave dos nossos problemas. – Estava cegado pela minha tolice, mas essa criança começava a radiar como a luz do sol.

Uma coisa era certa, o cozinheiro não ficaria sem fazer nada perante aquela situação. Provavelmente ele tinha seu ás na manga, porém ele precisava de tempo para executá-lo, se não tivesse, os miolos dele estariam voando pelos ares. Agora, era aqui que entrava a atração principal. Abre alas para a arma mais letal do universo, aquela que mandou diversas pessoas para o portão do inferno. Eu lhes apresento. – GRANADAAAAAAAAAA!!!!!! -Gritaria jogando com força a arma do armagedom aos ares em uma direção próxima aos atiradores. O objetivo era que os mosqueteiros voltassem sua atenção a arma explosiva. Com sorte - se eu tiver alguma restando - teriam dificuldade em acertá-la, pois os raios solares impediriam que os mesmos olhassem ao artifício. Quase ia esquecendo, a arma no qual falava tanto, na verdade, se trata de nada mais e nada menos que uma fralda de bebê.

Quando os guardas percebessem que não se tratava de nada do que eles imaginassem seria tarde demais. O plano era apenas uma mera distração. Aproveitaria o tempo que os ordinários estariam distraídos e correria em direção ao Taka que, provavelmente, estaria efetuado sua investida. Agora definitivamente não era a melhor hora de lutar e como conhecia esse cabeça oca, ele partiria com tudo em direção aos inquilinos e isso definitivamente não era nada bom, pois ele estaria evocando mais uma luta com a guarda real e com certeza não daria em coisa boa. – Agora é sua vez. – Enfim entregaria a batata quente, o bebê. Dessa forma, o cozinheiro não poderia mais se envolver em luta, não enquanto estivesse segurando-o.

Agora a sujeira restava para mim. – Ahhh. – Bocejava. Sacaria minha espada e correria em zigue-zague direção ao atirador mais próximo. Durante a corrida posicionaria a espada na diagonal de modo que cobrisse o rosto e meu coração, assim estaria garantindo uma proteção a mais. Quando tivesse próximo o suficiente do guarda daria uma rasteira, dessa forma, tentando surpreendendo-o e possivelmente esquivando do tiro do indivíduo. Meu objetivo nunca foi enfrentar o inquilino de frente, mas sim atingir o seu cavalo. Ao aproximar-me do animal, bateria-o com o cabo da espada, não era necessário matá-lo e sim deixá-lo perturbado. Com isso, o quadrupede ficaria agitado bastante para derrubar o atirador e sairia correndo atrapalhando a ação do outro oponente.

Após o primeiro ataque, rapidamente agiria contra o segundo inimigo, e o que faria? Nada. Apenas pegaria minha espada e guardaria na bainha. - Não há mais motivos para lutar. Seu chefe foi derrota... - Falaria ao atirador. Após isto, apenas andaria lentamente na direção do cozinheiro. – Esse cara só me traz problema. – Resmungaria. Por que não fiz nada? Bem, nessa hora o pessoal da marinha já podia perceber quem era o errado da história e não deixaria que eu fosse atingido pelo o atirador de forma tão covarde, além disso eu era uma possível testemunha para relatar o que aconteceu aqui. Provavelmente, os agentes da lei já estariam apontando algumas armas na direção do inquilino.


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MensagemAssunto: Re: Rumo à Grand Line?   Rumo à Grand Line? - Página 4 EmptySex 13 Dez 2019, 00:05

Takamoto Lisandro BABY X!



O principal erro de James não foi me enfrentar, foi envolver inocentes em nossa luta, nesse momento que decidi não lutar, mas esfregar a cara dele no chão. Ele segurava com ímpeto sua arma, seus pés se mexiam e meus olhos acompanharam, meu instinto foi mais forte e decidi que não daria tempo de bloquear seu ataque, mas poderia tirar proveito de dele, exercendo força para cima ajudando o cavaleiro, ele mal pode pensar em revidar, minha face já estava colada com a dele, só não ficou mais entrosada do que o meu punho que o jogou para trás caindo feito merda no solo. O metal arrastava-se no concreto arranhando minhas orelhas, o barulho só não foi pior, pois ele simbolizava a derrota do líder da guarda real, ou pelo menos deste esquadrão da guarda. Ele estava atordoado, aproveitada para segurar seu braço. – Não vai escapar! – Retirava forças para começar a socar sua armadura, não queria apenas acabar com ele, queria destruí-lo por completo.

Cada soco limpava minha mente, ouvir os estrondos do metal com minha mão não podia ser melhor, demoraria para ter algum dano, mas eu retiraria dele sua defesa, racharia e quebraria todo seu orgulho. Pelo menos era isso que pensava, que ele ainda tinha orgulho, porém saia da minha armadilha e assumia por completo o verdadeiro covarde que era. Sua ordem era alta e clara, não se tratava mais de um duelo e sim uma execução, porém não seria minha. – Seu merda! – Ele tinha assumido uma posição vantajosa, olhava bem para aqueles atiradores erguendo suas armas e mirando em meu peito, a primeira coisa que vinha em minha mente era algo que aprendi no circo, simplesmente uma cambalhota. É claro que não iria sair dessa apenas com ela, tinha menos que alguns segundos, tudo que pude fazer por agora é tentar. – Nada vai me parar! – Retirava meus pés do chão, levantava meu quadril e joelhos, passava ambas as penas por dentro do espaço das pernas de James e fixaria meus pés nas batatas da armadura.

Já tinha um ferimento no meu torso, ele era superficial, no entanto, ignoraria a dor e o fato que esse movimento poderia abrir ainda mais o ferimento. – Nada. – Colocava todo meu peso para frente, flexionaria meu corpo junto com meu torso, usaria toda minha força mesmo que colocando essa pressão no meu abdômen quase vomitasse. Abaixava a cabeça inclinando para frente, teria a ajuda da gravidade também para efetuar tudo o movimento, puxaria com meus pés as pernas do cavaleiro para ele ceder de uma vez. – AAAAAAH! – Colocando todo meu peso para frente direcionando o solo, queria dá uma cambalhota e fazê-lo e junto comigo, trancaria meus braços juntos com o dele, já que ele queria me manter perto dele, faria o que desejava. Esperava que o peso da armadura também ajudasse, jogaria meu corpo junto com o dele para que desse um pequeno mortal para frente e colocaria o corpo do soldado a minha frente. Não acho que conseguiria levantar todo o peso dele, mas na queda súbita, teria a vantagem por conhecer os fundamentos de acrobacias.

Se ele caísse junto comigo, levantaria com uma das mãos no ferimento do meu torso e outra cobrindo aqueles que estavam atrás de mim, tanto Blue quanto a mãe o bebê. – Não vou deixar! – O duelo havia acabado, mas a luta ainda continuava. Meu objetivo mudava para proteger aqueles que colocou em baixo das minhas asas.

Se ele conseguisse se soltar, e o movimento fosse executado somente por mim, daria de costas para os atiradores e pularia em direção ao cavaleiro erguendo meu braço e consequente mente levando ele até o sujeito para lhe proporcionar mais um dos meus socos. Esquivando ou não, continuaria o movimento aterrissando e lhe dando um gancho, se o mesmo errasse ou fosse bloqueado, apenas abaixaria e dirigiria minha atenção ao seu toros, agarraria e o derrubaria junto comigo, mas não ficaria sobre ele, adiantaria seus movimentos e iria passar por ele para que o mesmo quando se levantasse ficasse mais uma vez na linha de tiro dos atiradores.

Caso eu pegasse o bebê, ainda no chão ou em pé, o colocaria nos meus braços de forma confortável. Segurando a respiração pesada para não o assustá-lo e observando ao redor indagaria. – De como diabos o Blue ta com esse bebê?! – Olharia para trás procurando a mãe de pequenino. – Onde está a mãe do garoto? – Ouviria a resposta, passaria a fitar a criança e os atiradores. – Vai ficar tudo bem. Este cara aqui...! – Apontaria o polegar para mim. – Não vai deixar nada de ruim acontecer mais, uma promessa. E homens não quebram suas promessas! – Não podia lutar tendo um bebê nas mãos, entraria no modo defensivo, mas realmente queria acabar com todos ali.


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