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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Will of the weak

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptyDom 21 Jul 2019, 02:15

Relembrando a primeira mensagem :

Will of the weak

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Shimizzu Price. A qual não possui narrador definido.


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Mizzu
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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 06 Set 2019, 00:59



A vontade dos fracos!
Will of the weak
Legendas
FALAS PENSAMENTOS Tecnicas
O esfregão era jogado perante mim, toda aquela cena um tanto que inútil, mostrava a diferença de forças entre mim e aquele marine gigante, mas isso não me deixava nem um pouco assustado. “É, ele sabe bem usar o que tem contra os outros.” Pensei enquanto via o mesmo dar as costas, com as mãos para trás, levando os outros dois recrutas consigo para uma área que eu deduzia ser o campo de treinamento daquela base, não antes também de conseguir persuadir a garota ao qual eu protegia para ir junto.

~ Realmente ele parecia ser forte, talvez eu não conseguiria ganhar em uma luta justa contra o mesmo... ~ Pensava um pouco alto enquanto ainda eu não entendia o motivo devido a garota tê-lo seguido, poderia ser devido a ele demonstrar ser mais forte ou algo do tipo? Não sabia ao certo, porém aquela confiança que antes estava escancarada em meu peito, agora se esvaía e com um esfregão em meus punhos parava no tempo refletindo o que havia acontecido ali.

Como se o mundo entrasse em câmera lenta, eu via tudo se mover aos pouco, poderia ser ilusão minha, mas eu realmente estava calmo ainda sim, mesmo com o astral destruído devido a garota sair do meu abrigo tão fácil, eu ainda mantinha a serenidade devido a tudo, e algumas palavras daquele marine me acertavam como uma flecha penetrante e veloz, tais palavras não haviam sido em vão, parecia que aquele militar havia visto algo em mim que ninguém até agora tinha visto. “Poderia ser realmente a marinha um local ideal para eu realizar meu desejo? Não sei… Mas no momento eu preciso achar alguma forma de conseguir trazer aquela garota de volta, esse marinheiro conseguiu de alguma forma iludi-la!” Pensei logo pegando o esfregão e tentando iniciar o que era chamado de limpeza por ali, procurando os lugares onde os outros dois recrutas menos limparam ou não limparam para assim terminar o trabalho.

Quando me vi, já estava fazendo uma das tarefas para admissão na marinha, objetivo esse que não era o meu, porém por algum motivo meu subconsciente me fez realizar tal trabalho, talvez devido a vontade de querer proteger aquela garota, ou não, mas me tornar um marinheiro estava fora de questão, assim era o que meu orgulho gritava perante meus pensamentos. “Mas o que eu estou fazendo?! Aquele maldito de alguma forma conseguiu até me persuadir de uma forma que eu não percebi.” Largando o esfregão eu então seguia para o corredor onde os outros haviam ido, com passos curtos eu não queria chegar com pressas até o local, tal caminha seria um bom lugar para poder pensar e saber como agir perante aquele marine, e era isso que eu realmente fazia.

“Sempre foi o desejo de meu pai que eu fosse um marinheiro, como assim ele foi, mas onde estava a marinha quando eles foram mortos? Onde está a marinha quando o mais necessitados precisam dela? onde? Essa instituição mundial é falha!” Um pouco indignado pensava enquanto caminhava tendo algumas lembranças do passado que me perturbavam. “Não posso deixar transparecer minha indignação!” Levantava a cabeça e olhava para frente demonstrando confiança e firmeza. “Parece que ela já escolheu um lado, mas mesmo assim não posso deixá-la só, o que aquele marine falou sobre sua família parece ser real, e isso é mais um motivo que me faz querer ajudá-la, uma garota como ela realmente precisa de alguém que a entenda e a ajude!” Continuando a andar colocava as mãos nos bolsos da calça. ~ Eu tenho uma resposta! ~ Pensava alto novamente.

Conseguindo chegar no campo de treinamento, pararia por breves momentos para observar o local, entender toda a arquitetura dali como também os objetos e obstáculos que estivessem ali, as pessoas e principalmente o marine que havia me intimado anteriormente. Achando-o eu manteria a calma, novamente com passos curtos e normais, seguiria com as mãos nos bolsos da calça, agora com a cabeça um tanto que inclinada para baixo eu tentava me aproximar cerca de dois metros de distância do mesmo e assim parado eu ficaria em frente a ele. ~ Você não está certo! ~ Diria para o mesmo enquanto levantaria meu rosto e o encarando o intimidava.

Com uma cara fechada e as franzindo a testa, eu olhava olho no olho daquele marine ali. ~ Não estou fazendo isso por você ou pela marinha! Eu tenho experiencias que essa organização é medíocre e falha, por isso não posso deixar essa garota com vocês! Não só ela como todos aqueles que precisam de ajuda e a organização de proteção mundial não os protege! ~ Retirando a mão direita do bolso eu a eleva-vá até a altura de meu peito esquerdo, e com uma batida bradava. ~ Não sou orgulhoso, porém não quero que me entenda mal, tenho um objetivo na vida de proteger os mais fracos e necessitados, por hora me aliarei a vocês, mas se em algum momento vocês fizerem algo que interrompa meu objetivo, eu vos aniquilarei! ~ Diria assim apontando o dedo na direção do rosto daquele marine, que devido a sua altura não chegaria a tocar em sua face, mas caso sim apenas afastaria um pouco.

Toda aquela cena digna de um protagonista me havia gastado muito, e assim após aquilo daria as costas para aquele marine, procuraria a garotinha com os olhos, e apenas um piscar do olho direito eu acenaria para a mesma, demonstrando como se tudo estivesse sob controle ali. Procuraria algum saco de areia ali ou algo parecido para receber ataques, mas antes tentaria seguir para mesa onde tinha das diversas armas possíveis, na mesma procuraria por alguma luva parecida com uma luva de boxe, no caso uma luva de kickboxing e se não tivesse a mesma ali, apenas pegaria a luva de box e seguiria para onde poderia realizar alguns ataques ali. Confiante eu mantinha os passos normais, enquanto ia posicionando e colocando as luvas em meus punhos, com ajuda da boca para lacrar as mesmas eu as colocava.

Meus olhos ainda permaneciam firmes, com uma aura de confiança e calmaria, eu me posicionava frente ao alvo ali, com o inicio de pequenos pulos no mesmo local, eu posicionava os punhos mediante a altura de meus peitos, e assim virando um pouco o tórax me posicionava em forma de combate. Regrando a respiração eu apenas mantinha o ritmo cardíaco ali junto com o ato de inspirar e expirar, até que então daria dois pequenos jabs de esquerda, tais ataques eram necessários apenas para sentir no que eu estava socando ali, e então após isso eu fechava meus olhos. Concentrando-me, tudo ao meu redor apagava-se, eu agora entrava em um estado de concentração máxima, onde apenas eu e meu alvo estavam presentes ali, devido ao meu temperamento calmo algo como isso era comum de se fazer quando estava em luta, ou tentava parecer comum, canalizando minhas forças para os punhos, eu aumentava um pouco mais a concentração para o punho direito, mas não deixava de canalizar para o esquerdo também, mantendo a cadência de pulos eu abria os olhos, e no mesmo instante eu desferia dois pequenos jabs com a mão esquerda no alvo. Após realizar tais movimentos agora era a hora de finalizar tal ataque, com o punho esquerdo a frente, eu utilizava da repulsão do mesmo para assim impulsionar meu punho direito, que antes estava posicionado rente ao meu peito direito, e em um movimento rotacional de meu tórax, realizava um soco reto na direção de meu alvo, distribuindo toda minha força e concentração no mesmo para assim terminar o ataque.

Parando os saltos, já era possível ver um pingo de suor descer de minha testa e escorrer em minha costeleta, sem demonstrar atenção com que havia acontecido com o alvo eu me virava na direção do marine ali. ~ Era para fazer isso correto? Mais alguma coisa?! ~ Diria olhando para o mesmo enquanto estalava os dedos a espera de alguma resposta. Caso ele me pedisse para fazer alguns outros exercícios físicos, realizaria em questionar ali, tais não seriam tão problemas devido aos treinamentos árduos no dojo ao qual eu era o melhor nisso.



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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptyDom 08 Set 2019, 15:50


O misto de sentimentos na mente de Shimizzu era o seu pior inimigo naquele momento. Enfrentar aquele marinheiro que havia o confrontado podia ser a melhor decisão para o mesmo, porém, ele não estava sozinho. A garota que o mesmo buscava proteger havia escolhido outro, mas seria isso a real resposta? Divagando em seu pensamento, mergulhando cada vez mais em seus mais profundos anseios o rapaz prosseguia na realização do que era necessário para seguir em frente. Exalando toda a fúria de um espírito quebrado que não estava nada quebrado, o protagonista com exímia fúria e praticidade terminava o que havia sido definido para fazer. A fúria havia sido canalizada na limpeza daquele local, tanto que um dos esfregões se partia ao meio em um curto momento de fúria silenciosa em sua mente.

Quanto mais o tempo passava, mais os dois garotos treinavam não muito longe dali. Assistindo tudo, o marinheiro de antes não esboçava reação alguma. Quanto mais o tempo passava, mais o suor se tornava a decoração daquele campo de visão. Ofegantes e sentindo seus músculos latejarem, os dois rapazes eram levados ao extremo máximo naquele instante. Quanto mais pensavam já ter feito, mais continuavam a treinar. Tempo para término naquele momento não existia, apenas o fardo de um treino tão pesado quanto alguns já poderiam ter passado antes de almejar entrar na marinha. Hamada não havia tido essa não ainda. Confiante, o rapaz ergueu seu armamento acreditando ter encerrado seu treinamento ali.

— Você ainda está de pé. Ainda não é o suficiente para mim... — sério, o homem permanecia de braços cruzados, olhando tudo o que acontecia. Podia ser uma quebra de expectativas para o rapaz, mas a realidade era essa. Continuando o treinamento, ou até antes disso, alguém conhecido retornava das profundezas do orgulho.

— Você não está certo! Não estou fazendo isso por você ou pela marinha! Eu tenho experiencias que essa organização é medíocre e falha, por isso não posso deixar essa garota com vocês! Não só ela como todos aqueles que precisam de ajuda e a organização de proteção mundial não os protege! Não sou orgulhoso, porém não quero que me entenda mal, tenho um objetivo na vida de proteger os mais fracos e necessitados, por hora me aliarei a vocês, mas se em algum momento vocês fizerem algo que interrompa meu objetivo, eu vos aniquilarei! — afirmou Shimizzu, totalmente tomado pela revolta de ter de abrir mão do que acha certo para fazer de fato o que achava certo. Confuso, talvez, mas essa era a realidade do rapaz, que com suas palavras e atitudes calava e chamava atenção de todos os presentes. Do alvo de suas palavras, o marinheiro Mustang (se falei um nome antes, ignorem, vai ser esse) ele recebia apenas o mesmo olhar, sério e incisivo.

— Não me importa o seu motivo. Não me importa suas experiências. O que importa é que enquanto você estiver representando essa organização, você deve proteger aqueles que precisam, independente dos motivos, experiências ou qualquer baboseira que você queria fazer. Essa organização é falha, mas se não existíssemos pessoas como você não teriam oportunidade de ao menos tentar fazer o que acha certo. Demonstre sua determinação no campo de batalha! — bradando tais palavras, ainda com postura ereta, em demonstrar perda de compostura, o mesmo indicou a mesa metálica com os armamentos para Shimizzu. — Exale essa fúria nos bonecos de treino e prove que você não é apenas papo furado!

Voltando-se para os dois que haviam iniciado o treino mais cedo, o mesmo se aproximava. — Vocês dois, já chega! — afirmou, caminhando em direção a ambos com as mãos unidas para trás de seu corpo — Enfrentar um boneco de treino já é o bastante por agora, mas na prática vocês não vão enfrentar esses objetos. Testem suas habilidades contra elas! — apontando para duas garotas, que treinavam juntas ali mesmo, os rapazes podiam ver claramente garotas que aparentavam ter seus doze a treze anos. Não esperando por isso, as mesmas titubeavam por início, mas engolindo a seco, ambas se aproximavam do tatame onde indicavam ser o local adequado. As mesmas não portavam arma alguma, apenas faixas em seus pés, uma delas, e mãos, a outra. — Vençam esse combate e se mostrem válidos de receber a confiança de todo um povo. Como a vida, não há regras esse combate.

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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 13 Set 2019, 00:03








Will of the Weak
Suzuk #05






Nome: Suzuk Hamada
Destino: Terminar Missão







Finalmente, chegou o momento final. Está na hora da luta e certamente seria uma que poderia se soltar mais e assim ter mais chances de passar, de início estava começando a achar que seria mais difícil do que o pensado entrar para a Marinha com esse cara, mas acabou que não precisou se esforçar muito mais para cumprir a segunda parte do treino e agora chegou a como já dito a fase final. Para a tristeza de Suzuk, o que na verdade o desagradou bastante, foi que teria que batalhar contra simplesmente CRIANÇAS!

Basicamente, o tão poderoso Sargento/Tenente estaria mandando caras já maior de idade bater em crianças. O quão errado seria isso? Tudo envolvido em bater em aparentemente crianças já estava errado. Mas aí sim veio uma luz no fim do túnel para Suzuk. ~ aparentemente... ~ Não se saberia até por que elas estariam ali. E na verdade isso poderia começar a fazer mais sentido... Por que uma mãe deixaria suas filhas de basicamente menos de 14 anos andar e treinar livremente por uma base da Marinha? Sim, é protegida, mas as pessoas dentro da mesma muitas vezes podem ter um pensamento ruim, levando em conta que seriam indefesas. O lado pensativo de Suzuk começou a surgir nele, realmente tinha mentalidade avançada mas até pouco momento não tinha pensado de um modo diferente, até o momento não teria pensado sobre possíveis fatos como adultas, não é incomum existir adultos pequenos, anões são assim, basicamente qualquer um poderia nascer sim bem pequeno, sua genética pode ter sido alterada por algum motivo, levando em conta que o tamanho de seus pais sejam também considerados "pequenos", certamente não é difícil existir pessoas nesse tamanho já sendo adultos. Agora em questão é, suas faces eu não irei levar em conta, qualquer pessoa consegue ficar perfeitamente com uma boa postura corporal facilmente, então teria de seguir arisca.

Fazendo todo esse pensamento, uma decisão seria tomada. Realmente ele não mandaria pessoas bater em crianças, estaria tentando proteger uma e não teria menor sentido, levando por esse lado eu não pensaria nos outros. Primeiro que por hora não seria necessário a interação com ninguém e segundo que não via nada de tão legal neles, com isso poderia partir para o meu foco principal no momento. Teria minha adaga alocada em minha mão direita com sua lâmina virada para cima, assim em uma única tentativa, já inclinando e deixando meu corpo quase caindo para trás, tento pegar um impulso suficiente pra assim dar um grande pulo, estimando me afastar no mínimo uns 2 metros das garotas se fosse permitido pelo cenário, caso não fosse, me distanciaria o máximo possível usando do salto, que seria um grande salto de costas tendo um giro fazendo eu voltar a minha postura frente a frente com uma das garotas no final do salto, logo ficando em postura de batalha, perna direita posicionada a frente seguido de minha perna esquerda atrás formando uma base, estaria de lado para ter uma melhor mobilidade ao meu ver, meus braços estariam um acima do queixo e abaixo do nariz, a adaga estaria alocada no mesmo com a lâmina para baixo (só pra deixar claro, é o direito). O outro estaria ao nível do estômago, para qualquer imprevisto e logo formaria minha pose básica de combate, não iria ser um hipócrita aliás eu já teria sido educado. Todos sabemos que as damas vão primeiro. - Venha, terá a liberdade de começar como quiser. - Propagaria no ambiente direcionando as falas para a menina na qual pra mim parecesse mais, como poderia dizer? "Ameaçadora", e assim ficaria plantado esperando por sua ação ou pronunciamento.

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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 13 Set 2019, 20:54

WILL OF THE WEAK
-FALA: 00ccff "PENSAMENTO": 3399cc TÉCNICA: blur


O jovem Pepino ouvia as instruções do superior encarregado pelo exame de admissão da marinha e surpreso ficava ao saber que tinha mais uma etapa e esta era o combate contra uma das duas garotas presentes ali. Embora jovens, o rapaz manteria-se empenhado. Mas duvidando da capacidade de ambas olhava para Suzuk com uma cara de interrogação e dava de ombros. Mas antes que pudesse prosseguir ele se surpreenderia com os ágeis movimentos do companheiro de teste e parado ficaria apenas a observar aquelas manobras acrobáticas. Quando finalmente Suzuk pousasse no chão, o jovem colocaria as katanas de madeira que empunhava embaixo do suvaco e então bateria palmas, dizendo:

Bravo!! Bravo!! Hahahahahahahaha! Temos alguém bem empolgado, pra quem fala pouco! Hahahahahaha!, e deixando seus olhos lacrimejarem um pouco depois de tanto rir, ele se aproximaria para a moça que tinha faixas nos pés e diria, Oi, moça! Sou Pepino Legrant! Aquele ali é o Suzuk.. duvido que você o chute entre as pernas! Nem começou a atacar ainda.. está pensando que vocês são café com leite! Hahahahaha!!

E então ele se viraria para a moça que tinha faixas na mão e retirando as katanas de metal de sua cintura, empunharia apenas as de madeira.

Serei seu adversário! O grandão ali falou que devemos lutar! Então, que seja!
Sou discípulo do dojo de espadachins do mestre Legrant! Vamos lá!
, e procurando se afastar um pouco de Suzuk e da outra moça, Pepino esperava que sua adversária o seguisse para que ambos não se atrapalhassem em movimentações e tivessem mais liberdade de ação.

Flexionaria ambos os joelhos para se alongar um pouco e respirando profundamente ele iniciaria seu combate. Utilizando de sua aceleração ele tomaria impulso com seus dedões dos pés partiria em corrida baixa na direção de sua adversária. Com o braço direito erguido e o esquerdo segurando uma katana de madeirano lado direito de sua cintura, ele procuraria se aproximar. Quando a moça estivesse no alcance de sua arma, algo próximo de 1,5 m, o jovem procuraria desferir um corte com o braço esquerdo ascendente, da direção SE-NO, e outro com o braço direito (sem maestria), vertical e descendente. No caso de ser bloqueado, ele procuraria utilizar suas habilidades acrobáticas para ao apoiar o pé no chão, executar um giro ao lado da moça e então desferir um golpe com a mão esquerda na horizontal, visando atingir as costas da mesma. Caso a moça conseguisse recuar, ele tentaria se aproximar dela com o mesmo giro, mas visando um corte horizontal no peito da mesma.

Se durante sua ofensiva algum ataque fosse direcionado a si, Pepino procuraria se esquivar, voltando para a estratégia ofensiva em seguida. Em casos de golpes lançados na altura dos joelhos, ele saltaria, visando se aproximar da adversária. Em casos de golpe acima dos ombros, se abaixaria, continuando a avançar para perto da adversária. Golpes que visassem o restante do corpo procurariam ser desviados com um salto para trás, seguido de um avanço frontal em direção à adversária. No entanto, se tais golpes fossem similares a estocadas, o salto seria dado para a esquerda, para que pudesse avançar em seguida deixando sua mão direita o mais próximo possível da adversária.Já em caso de objetos serem arremessados, uma esquiva com passos curtos para a direita seria feita, contorcendo o tronco para tal.

No caso de sair vitorioso, o jovem estenderia uma das mãos para cumprimentar a garota e então se sentaria ao lado dela para ficar observando a luta de Suzuk, limpando suor de seu rosto e procurando controlar a respiração.


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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptyDom 15 Set 2019, 23:46



A vontade dos fracos!
Will of the weak
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Todo aquele estado de certa fúria parecia ter atingido realmente aquele marine, suas palavra mesmos que fortes e ignorantes, perfuravam meu coração orgulhoso me fazendo relembrar a real e principal causa dos meus objetivos, eu queria proteger aqueles que são necessitados e fracos, pois quando meus pais mais precisaram não tinha um símbolo de proteção para assim os ajudar. “É, parece que o sempre tem a última palavra em tudo né pai?”  Pensamentos nostálgicos me tomavam ao relembrar o brilho nos olhos do Price senior ao falar da marinha, e de como ficaria orgulhoso ver um filho utilizando a mesma farda que ele um dia usou, esse nunca foi meu objetivo, mas parecia que o destino queria homenagear meu pai pelo menos mais uma vez.

Me virava para a mesa metálica ao qual o mesmo havia apontado, e em passos calmos e lentos eu seguia até a mesma para assim pegar alguma arma que fosse ao meu gosto. “Será que eles tem algum treinamento para boxe ou kickboxing?” Pensei procurando transparecer aquela mescla de sentimentos entre orgulho, nostalgia, raiva e perseverança. Procuraria mediante aquela mesa alguma luva de boxe ali, ou alguma soqueira que me ajudasse a socar os tais bonecos de madeira, sem que machucasse a mão muito, havendo ou não tais itens, eu seguiria para a posição que meus bonecos de treino estivessem, era nesse curto período de tempo em que eu pararia para observar melhor o local de treinamento da marinha ali, como também os outros dois recrutas que também estavam comigo, juntamente por as possíveis luvas de combate ali.

Frente aos inimigos de madeira ali, começaria um pequeno salteado de pernas, não me elevando muito longe do chão, apenas poucos centímetros, e elevando meus punhos na altura do peito eu tomava postura de combate, e após alguns segundos de pequenos saltos eu elevava mais meus punhos a altura dos meu nariz, então começava a fazer um gingado de pernas, trocando as posições das mesmas e mudando a direção do meu corpo, para assim treinar uma possível confusão mental no inimigo.

Aos poucos eu ia me soltando, e dando alguns pequenos saltos ainda no gingado eu realizava pequenos jabs no boneco, mirando o que seri um queixo caso fosse um inimigo real ali, como também costelas e até mesmo o peito. Surpreendia al também realizar uns chutes fortes na posição onde seria a panturrilha de um possível inimigo ali, e voltava para meus saltos com pequenos jabs de esquerda e depois direita sincronizados. Por um momento eu parava de socar e realizar jabs curtos e rápidos, meu punho direito agora estava retraído próximo a cintura, e em espécie de movimento de rotação parecia que eu estava tramando algo ali, e não só parecia como eu realmente estava. No momento  em que eu parava de atacar eu começava a concentrar minhas energias e forças naquele braço, por alguns momentos ainda saltando eu me afastava do boneco ali, e ao terminar a concentração ali minhas respiração parava. Com o corpo e mente concentrada, eu avançava rapidamente contra o boneco e desferia dois jabs de esquerda rápidos, soltando o ar expirando-o em sincronia com os socos, em seguida no movimento de retrair o punho que havia desferido os socos, eu jogava toda minha força de impulsão para o meu punho direito, e em rotação do meu corpo eu tentava desferir um enorme soco na direção do boneco ali, não me contendo em força ou possíveis barulhos ali, apenas queria extravasar um pouco tudo que eu estava sentindo no momento para aquele “Inimigo”.

Após tal ataque eu diminuia a cadência dos meus saltos até parar de vez no solo, era possível ver que eu estava um pouco suado ali, porém aquilo não me cansava muito devido aos árduos treinos no dojo, já havia acostumado com tudo aquilo. Após aquele breve treinamento percebia os dois recrutas ali parecendo lutar ou não, mas não dava muita a atenção para os mesmos e apenas seguia em direção aquele marine que antes havia batido de frente comigo. Novamente em passos calmos e lentos eu seguiria até o mesmo. ~ E agora? mais o que? ~ Perguntaria diretamente para aquele enorme homem, mesmo não estando cansado eu demonstrava uma certa preguiça perante tudo aquilo, indo do céu ao inferno com a mudança de atitude depois disso tudo.





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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptyTer 17 Set 2019, 17:05

A situação era inesperada para ambos os aspirantes a Marinha. Suzuk não sabia como se portar perante aquelas garotas. Imaginando diversos cenários, o jovem rapaz chegou à conclusão que deveria ter algo por trás disso. Imaginando as infinitas possibilidades de cenários que os esperavam ali, o mesmo saltando para trás, recuou e tendo uma visão mais ampla do que acontecia, o mesmo esperava ter mais espaço para agir, porém, quando menos esperava, com um chute baixo o manipulador de adagas foi desestabilizado e com uma joelhada a garota lançou o corpo de Suzuk, que estava em “pleno” ar, em direção a parede do local.

Enquanto isso, Pepino partia em direção da sua adversária de maneira que se afastava do entorno do outro combate. O espadachim buscava aplicar golpes altos, porém, sua adversária sabia que ele poderia imaginar essa possibilidade. Flexionando seus braços a garota iniciou uma série acrobática em que ergueu seu leve corpo e o rotacionando, conseguiu esquivar do golpe do espadachim. Enquanto no ar, a garota, uma exímia acrobata, tentou acertar um colo giratório com o rotacionar de seu tronco, porém, a aceleração do espadachim era agradável para sua esquiva, que era feita com sucesso avançando mais ainda e saindo do campo de ataque inimigo. — Você é bem rápido, tio! — falou a garotinha, curiosa com a movimentação do espadachim.

Shimizzu havia visto tudo aquilo acontecer e se animava cada vez mais com o que acontecia. Quando se deu conta, já era tarde, em sua visão, ele queria combater e seguir em frente. — O que tem que fazer agora? O mesmo que seus amigos ali — falou o homem virando-se de costas e desabotoando seu casaco — Só que você irá lutar comigo. Pronto? — só com uma regata de cor branca como traje, o robusto marinheiro indicava para o combate iniciar entre ele e o protagonista. — Pode pegar a arma que quiser, não vejo problema nisso.

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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 20 Set 2019, 22:26

WILL OF THE WEAK
-FALA: 00ccff "PENSAMENTO": 3399cc TÉCNICA: blur


Pepino acabava recebendo um elogio de sua adversária, mas não devido sua ataque e sim pela capacidade em se esquivar. Embora fosse algo bom, não era o foco do espadachim que ao visualizar total fracasso, perdia um pouco da confiança. "Ela conseguiu se esquivar com facilidade.. e pelo visto é habilidosa nas acrobacias igual o Suzuk! Eu também sei fazer umas graças, mas não queria recorrer a isso no combate! Quero me manter fiel ao estilo que aprendi com meu pai!", e fechando os olhos por um instante ele inspiraria e expiraria ar profundamente para retomar a concentração, dizendo.

Obrigado! Você também é rápida e se movimenta de uma forma excelente para quem luta usando as mãos! Te escolhi como adversária exatamente por pensar que não treinava muito as pernas... mas me enganei! Desculpe subesstimá-la! Posso saber seu nome?, e então ele estamparia uma séria feição em seu rosto, com olhos fixos em sua adversária.

Anteriormente ele já havia retirado as katanas de metal da cintua e em cada punho carregava consigo uma katana de treino de bambu. Aquilo era um blefe/treino de sua mão direita, mas diante de uma oponente tão habilidosa Pepino não poderia brincar e com toda sua determinação e orgulho deveria enfretá-la. Assim, ele jogaria no chão uma das katanas e a que sobrasse seria empunhada com ambas as mãos à frente de seu corpo. Ao mesmo tempo ele procuraria dar espaço para seus pés e flexionando ambos os joelhos iria enfrentá-la de frente.

Usando de sua aceleração e furtividade para que pudesse ganhar um pouco de tempo para sua ofensiva e assim reduzir o tempo de reação da moça, o jovem espadachim correria em linha reta. Com a espada em punhos iria erguer o braço acima da sua cabeça e ignorando qualquer dano que viesse a tomar, optaria por realizar uma troca de golpes simultânea. O objetivo do jovem era ser atingido para que então pudesse atacar com eficácia.

"Ela é mais rápida do que eu.. só conseguirei atingí-la se ela pensar que me venceu ao conectar um soco em meu corpo! Tudo bem eu apanhar agora.. mas vou devolver o golpe!! Vamos ver que é mais forte e aguenta mais porrada!!", e determinado ele procuraria abaixar o braço com toda força visando a cabeça da moça. Caso fracassasse, procuraria levantar o braço com um brusco movimento, e errando mais uma vez, repetir o primeiro golpe, na vertical descendente. Em outras palavras: cima->baixo, baixo->cima, cima->baixo. Apenas adaptando sua movimentação com rotação de seu tronco para acompanhar a movimentação da pequena.

No caso de sair vitorioso, o jovem estenderia uma das mãos para cumprimentar a garota e então se sentaria ao lado dela para ficar observando a luta de Suzuk, limpando suor de seu rosto e procurando controlar a respiração.

No caso de sair derrotado, daria um sorriso para a moça e deixaria seu corpo alcançar o chão, se esparramando nele para repousar. Ele não teria arrependimentos, pois naquele presente momento, era o máximo que ele podia fazer.


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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 20 Set 2019, 23:04








Will of the Weak
Suzuk #06






Nome: Suzuk Hamada
Destino: Terminar Missão







A tensão se iniciava no momento, Suzuk estava perante a uma oponente de seu nível e abaixou completamente sua guarda diante dela, resultou em um ataque poderoso no jovem que o fez bater contra a parede, suado rapidamente tomaria sua postura ofensiva novamente olhando diretamente a peste que o atacará. - Sinceramente. Não achei que fosse chegar a esse ponto, mas você não é tão fraca. - Após propagar suas falas visando atingir a mesma, respiraria calmamente, primeiro puxando o ar com o nariz e depois o soltando pela boca. Repetiria 2 ou 3 vezes tentando controlar sua raiva e não perder o controle, não era de perder o controle do nada, mas a menina teria o irritado ao mandá-lo ao canto da sala sem mais nem menos.

Após esse pequeno tempo, voltaria ao normal e continuaria na batalha. Pode ter percebido, mesmo não tendo prestado muita atenção, o tempo no qual a garota levou até se aproximar de mim. Percebi também que a mesma é uma ótima ginasta e que me dará trabalho, mas juntando tudo, agora teria uma das informações mais importantes que seria o tempo necessário para a quebra de sua guarda. Sabendo o tempo no qual a mesma leva até mim, conseguiria mais minha inteligência avançada, antecipar um ataque que ela pudesse fazer contra mim e planejar um ataque certeiro. Preparado, não esperaria mais nem menos, estaríamos um com seu olhar fixado no outro, dificultando alguma estratégia mais elaborada, logo não hesitaria, usando sua aceleração, daria uma arrancada na direção da garota, tentando surpreendê-la com minha velocidade pois até o momento não teria mostrado muita de minhas habilidades. Contando que meu avanço tenha sido feito, logo que estivesse a três(3) metros da mesma, botaria todo o meu peso pra frente como se fosse cair, mais rapidamente usando de minha acrobacias, botaria ambas mãos no chão segurando meu peso onde logo empurraria com máxima força o chão indo de lado para o lado onde o Sol batesse na minha costa.

Tomaria o total cuidado pra não errar os movimentos, e caso a garota decidisse avançar ao mesmo tempo, a investida para o lado serviria também como um desvio. Se conseguisse perceber a tempo, aumentaria minha velocidade fazendo movimentos mais precisos e ágeis logo tentando ter um bom desvio e prevendo ir para o lado onde o Sol fique atrás de mim. - agora eu vou dar o troco.! - Quando conseguisse ficar na posição desejada, iniciaria a minha revanche e a hora onde eu tentaria acabar com isso. Já estando na posição preferida, tentando ao mínimo estar a cinco (5) a seis (6) metros da minha oponente seria iniciado a minha investida. Já preparado, com toda minha força e aceleração partiria para meu avanço, correndo na maior velocidade possível na direção na minha oponente.



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Logo que ficasse a três (3) metros da mesma, usando toda minha força e aceleração, flexionando minha perna com maior força contra o chão e assim daria um salto para frente ficando em pleno ar. Iluminado pela luz do sol, possivelmente a jovem iria acompanhar todo o meu trajeto e iria olhar ao meu pulo talvez não se dando conta do Sol, onde ela ficaria na desvantagem pois a luz iria atrapalhar a mesma ou até causar irritações em seus olhos. Sendo assim com uma cambalhota para frente em pleno ar, pegaria impulso pra cair logo indo como se fosse um "arpão" para o meu inimigo, com meu corpo todo esticado e só meu braço direito para frente junto a minha arma, onde sua lâmina se mostrava pra cima e pronta pra rasgar alguém. Passaria rapidamente pelo alvo visando atingir o canto de seu rosto ou seu ombro, após cairia deslizando no chão tentando não me distanciar o máximo possível. - Hehe! -


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Com todo o trajeto feito, não poderia deixar só por dar esse ataque, na realidade, precisava acabar com a luta logo e então dar meu máximo era a prioridade. Estaria de costas a minha oponente mas sei que tem um pouco de chance dela não se voltar contra mim no momento e logo outro ataque poderia ser organizado. Usufruindo novamente de minha aceleração, tentando fazer o mais rápido possível, com meu dedo indicador impulsionaria minha adaga para baixo e rapidamente recuaria minha mão, logo que ela estivesse completando meia volta eu voltaria minha mão rapidamente e já posicionaria ela na horizontal e começaria a girar meu corpo em um ângulo de 180° para a direita (Meia volta, fazendo assim ficar de frente para a garota novamente) e esperando que esteja virada para o Sol, poderia efetuar meu ataque em linha horizontal nas suas costas. ~ Preciso levar essa luta ao término logo. Não consigo imaginar ela aguentar mais do que isso. ~ Pra ser mais exato, um pouco abaixo do ombro. Caso virada para frente, seria realizado um ataque acima ao nível de seus seios e abaixo de sua garganta (Se for impossível pelo espaço, localize o ataque sendo feito bem acima dos seios, mas tendo evitar ao máximo).


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Após tudo, não seria suficiente a sequência, mesmo que fossem boas (até que não aconteçam) facilmente a garota poderia controlar a dor e continuar a luta. Pensando por esse lado, a última carta será jogada na mesa. Estaria ainda perto da jovem pela realização do último ataque (caso tenha se realizado.) logo enroscaria seu braço direito no pescoço da jovem e agarraria o antebraço do esquerdo que no momento estaria indo direto a atrás da cabeça da garota, fazendo força em ambos os braços realizaria um "mata-leão" simples. Ainda apertando, seguidamente do golpe se ocorreu, com seu pé direito, o passaria pelo pé direto da jovem tendo assim a possibilidade de que ambos caiam. Levando em conta que caiam, passaria ambas as pernas pra cima das da garota e assim cruzando elas e assim finalizaria a imobilização de sua oponente, não soltando ou parando de apertar qualquer parte até que ela bata nele ou o Sargento/Tenente mande parar.


Bem no começo da luta, foi acrescentado uma opção de relaxar para não entrar em fúria. Mas caso o relaxamento não tenha surtido efeito, o bagulho irá começar a esquentar prevejo eu pra ambos os lados. O sangue começaria a ferver, as veias se ressaltarem por todo o corpo, o suor aumentava como a temperatura corporal do rapaz, estaria fora de si nesse pequeno momento. - AARGGH! - Agora não o restaria pensar em nada a não ser a luta contra a mulher e seria isso feito. Sem nenhuma posição de luta ou algo parecido, avançaria em velocidade máxima, talvez se fosse visto algum ataque possíveis desvios poderiam ser pensados como andar pro lado ou pra trás só que não seria nada a mais disso. Estando frente a frente com a garota, realizaria sequências de golpes em ambas direção, diagonais, horizontais e verticais, ataques simples sem muito planejamento mas com bastante força e velocidade, recorreria sempre a partes mais fáceis de se acertar, braços, costas, barriga, cabeça, sempre agindo da mesma forma (sem pensar).


Partindo pra parte final, as defesas. Suzuk por pouco tempo teria observado a garota, pode ter uma ideia de como funcionava seus movimentos, como avançava e mais importante, o tempo pra acontecer. No caso da garota conseguir dar uma investida mais rápida, esperaria o tempo já cronometrado (caso conseguisse) e responderia seu ataque se fosse vertical, com uma simples esquiva giratória para ambos os lados seguida de chutes por parte de suas costas. Horizontal seria feito esquivas como agachar e uma rasteira, seguida de ameaça como subir em cima de mesma (não com os pés, "sentar") assim ameaçaria sua adaga apertando ela em sua garganta com a força necessária para apenas não haver nenhum corte. Ou se possível pulo, seguido de chute que se localizariam mais pra região de seu rosto, logo após poderia vir ameaças ou um "mata-leão" já descrito a cima de fosse em uma situação favorável (em que a mesma estivesse de costa). Já se fossem ataques em diagonal, tentaria se esquivar dando um passo longo para o mesmo lado do golpe que se seguiria a outro passo longo onde se aproximaria novamente da garota tentando aplicar cotoveladas no nível da sua cabeça ou se possível um básico levantamento. A jovem teria mais ou menos 1,52 de altura, levanta-lá não seria difícil considerando que não fosse tão pesada, logo se fosse possível, a levantaria e rapidamente a jogaria com toda minha força contra o chão e assim finalizaria ela. - Fim... -


Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySab 21 Set 2019, 00:01



A vontade dos fracos!
Will of the weak
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O casaco caindo no chão demonstrava um sinal de que a atmosfera daquele lugar iria mudar, tudo parecia calmo até que a sensação de segurança e confiança que ainda me restavam começavam a se agitar, eu ainda não tinha ouvido as palavras certas daquele marine, mas só pelo seu movimento de tirar uma das vestes já dizia o que ele iria fazer a seguir, de onde eu venho tirar a camisa mostrava que a pessoa realmente estava focada e seria para algo, digo isso em relação a lutas, e como aqueles dois outros aspirantes também estavam lutando, não era surpresa que o mesmo também quisesse mostrar algo ali.

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Com um olhar altivo para cima, eu tentava enxergar seu rosto, porém calmo e tranquilo eu sabia que o desafio estava por vir ali, mas apenas o respondia com minha cara de confuso e preguiçoso, não sabia o que realmente queria no momento, algo como instinto, eu queria passar uma fraqueza que eu não tinha. “Com você é?!” Olhava diretamente para ele enquanto ouvia o desafio sendo proposto pelo mesmo, um certo sorriso negativo soava em minha boca, minha mão levava a cabeça para coçá-la. ~ Realmente precisa disso?! ~ Perguntava para aquele enorme marine, eu não queria lutar no momentos, havia acabado de fazer alguns exercícios e iria ficar exausto caso forçasse um pouco mais, porém se era isso que ele queria ali, eu não poderia recusar. ~ Não preciso de armas! ~ Aquele sorriso negativo com uma aparência de demência e preguiça, logo eram tomados por um aspecto intimidador e tenebroso, uma personalidade fria e extremamente calma tomavam conta de mim, sempre fui assim em combate e não seria com aquele marine que eu iria mudar.

Pequenos saltos eram possíveis ver iniciar mediante a mim, logo em seguida um jogo de pernas era como uma dança para os leigos em artes marciais, e acima de tudo meus punhos iam em frente ao meu rosto, inclinando um pouco o tórax eu entrava em postura de batalha, e eu tentava antes de receber algum ataque realizar um dash para longe do oponente ali, que era o marine enorme, e continuar saltando. “Ele é muito grande como eu poderei atacá-lo” Pensei enquanto mantinha os saltos para não perder o ritmo da minha respiração.

Tentava pois começar a me movimentar mais enquanto saltava, com o jogo de perna mudando a posição das mesmas a cada salto, eu tentava me movimentar em círculos tirando ele como meio de referência, eu tentava observá-lo procurando achar alguma abertura para atacar.

Se em algum momento durante isso o mesmo tentasse vim me atacar, tentaria utilizar minha aceleração para manter a mesma distância que antes eu havia tentado com o dash, eu ainda não tinha analisado o mesmo, e queria saber quais seriam minhas desvantagens na luta ali, por isso não o atacaria até segundo plano.

Após observar um pouco meu oponente eu tentaria pois algo mais ousado, com minha aceleração eu daria dois passos mais longos entre os saltos, na direção do oponente, e quando eu estivesse próximo do mesmo eu não o atacaria, mas pelo contrário, eu tentaria na mesma velocidade voltar para posição inicial, me abaixando ou até mesmo utilizando um dos meus membros como escudo caso nesse curto período eu conseguisse ser atacado. ~ Você não vai vim não? ~ Diria para o marine ali enquanto esperaria o mesmo se desesperar um pouco e vim para meu encontro. Aquele momento passado foi apenas para saber qual era a velocidade de reação do inimigo e a força do mesmo, caso ele conseguisse me atacar eu entenderia que ele era rápido e assim não poderia o atacá-lo de frente, porém se o movimento fosse concluído com êxito, eu não esperaria ele me atacar, e assim que dissesse tais palavras eu novamente daria dois grandes passos com minha aceleração para me aproximar o maior possível dele ali.

Sendo atacado ou atacando, eu utilizaria da mesma tática de combate contra o mesmo, realizando uma finta de lançar uma parte do corpo, da cintura pra cima, para frente abrindo a guarda e depois me abaixando o mais rápido possível, caso o mesmo caísse na finta e me atacasse, logo em seguida abaixado frente ao mesmo eu concentraria todas as minhas forças e energias no meu punho direito, eu sabia que o inimigo ali era exorbitantemente maior que eu, então eu ficaria realizar um soco no centro do seu joelho para assim diminuir mais a velocidade de combate e criar uma vantagem para mim ali. Caso neste movimento de ataque/defesa eu fosse realmente atacado, eu tentava me esquivar utilizando de meus saltos com a aceleração de meu corpo para gingar para um lado oposto do ataque inimigo, como também dar algum pulo ou dash para me afastar do mesmo e assim não receber o ataque, porém se o ataque fosse eminente, eu tentaria defendê-lo com algum de meus membros, para assim não receber todo o impacto.

Após isso eu me afastaria novamente dele, e assim voltaria para a distância inicial com o gingado de pernas e pequenos saltos rodeando o mesmo.



Objetivos:
 
Ponto-Situação do Personagem:
 
Off:
 


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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptySex 27 Set 2019, 20:19

A batalha de admissão prosseguia. Os protagonistas davam ali seu primeiro passo em direção aos seus objetivos. Pepino demonstrava sua total admiração com a agilidade daquela garota, a qual não levantava muita expectativa incialmente. Desistindo de prosseguir em seu treino no treino, o espadachim levava aquela peleja mais a sério. Considerar aquelas garotas apenas garotas não estava mais em questão. — Uow! Você vai levar isso a sério, tio? — animada, a garota esboçou um sorriso maquiavélico, indo totalmente contra a aparência angelical que possuía até então — Muito bem, tio. Irei apreciar esse momento!

Abrindo totalmente sua guarda, o espadachim tomou a iniciativa que foi no mesmo instante que a movimentação da garota. Vendo a guarda do protagonista aberta, a garota não pensou duas vezes e esboçou uma sequência de socos rápidos que inicialmente não deram muito dano notável no rapaz, porém, começavam a lhe gerar uma sensação incomoda. Buscando um golpe superior, o aspirante a marinha aplicou um golpe descendente que por detalhes foi esquivado pela adversária, que passada a passada tentou equilibrar-se. Em vão.

A sequência de golpes a pegou desprevenida. A ideia de sofrer os golpes para então conseguir acertar um era uma estratégia um tanto quanto “all in” para aquele momento. — Argh! — afirmou a garota, sentindo o golpe em sua cabeça e automaticamente “desmontando” sua postura ao ajoelhar-se no tatame. — Isso doeu, tio! — bradou ela, com uma cara exageradamente chorosa para o espadachim. Pepino havia conseguido superar as dificuldades, porém, seu corpo não demonstrava tanta eficácia. Ao notar, diversos pontos de seu tórax estavam com uma coloração roxa, em forma de marcas. Eram os pontos acertados pela garota.

Enquanto isso, Suzuk tentava controlar-se para não fazer algo que iria arrepender amargamente. A garota, assim como a oponente de Pepino, havia pegado o protagonista de surpresa com movimentações fortes e suscintas. — O que foi, tio? Por que está no tatame? Não quer mais batalhar? — provocou a garota ao ver que o rapaz havia se erguido. Não titubeando, o rapaz tomava a iniciativa do combate. Surpreendendo a garota com sua velocidade, Suzuk partiu de encontro com a inimiga como um touro ensandecido, o que intimidou inicialmente a garota que deu o tempo necessário para que o rapaz conseguisse aplicar o golpe que almejou, com ressalvas.

Acertando a garota de raspão o protagonista conseguia quebrar sua defesa e pegando-a de surpresa, o mesmo tentou uma sequência de golpes esquivada com sucesso pela mesma, exceto por um em específico que, erguendo-a, a lançou em direção ao piso, caindo sem oportunidade de recorrer a nada. — Acabou...? — ofegante, a garota tentava erguer-se, porém, estava cansada o bastante para não conseguir se erguer. —Que pena, tio... — rotacionando a garota desferiu dois chutes baixos. Um acertou o rosto do protagonista de raspão, sangrando momentaneamente sua bochecha esquerda. O outro pé da mesma estava apontado para sua garganta. Suas unhas eram severas e grandes, além e afiadas para garotas. — Nunca menospreze alguém mais fraco que você, se não será morto com tremenda facilidade! — afimou ela, incomodada.

Enquanto isso, no que podia se considerar o evento principal e que atraía a atenção de todos, Shimizzu tentava de todas as formas atrair o ataque, ao menos um, do marinheiro que a sua frente estava preparada pra o combate. Saltando igual um grilo em noite de luar, o rapaz, buscou de todas as formas conseguir informações do oficial, porém, como entrou estático, ali ficou, vendo todas as movimentações do rapaz com seus olhos, acompanhando-as uma a uma. — Você quer que eu vá? — questionando de maneira fria e desinteressada os comentários do protagonista, o marinheiro rapidamente se aproximou do mesmo e com uma cotovelada acertou seu tórax. A sequência de golpes prosseguiu, porém Shimizzu conseguiu esquivar-se com maestria e afastou-se do inimigo, que estático como iniciou o combate, prosseguiu ali. — Isso é tudo que tem? — questionou calmamente — Então irei encerrar essa brincadeira de entrar para marinha que você considera séria! — rude, afirmou olhando para Shimizzu.

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MensagemAssunto: Re: Will of the weak   Will of the weak - Página 4 EmptyDom 29 Set 2019, 16:36








Will of the Weak
Suzuk #07






Nome: Suzuk Hamada
Destino: Terminar Missão







Parece que vamos ter mais trabalho do que o esperado, os ataques não surgiram efeito, ela desviou de praticamente todos e agora eu posso morrer. Talvez a morte não seja tão ruim assim... Talvez o destino não queira mais confusões partidas de minha pessoa... Talvez meu tempo na Terra tenha acabado... CLARO QUE NÃO!! Quando o universo vira as costas pra você, você vai lá e vira as costas pro universo. Não podemos deixar ser levados pelo mundo, sem antes provar que ele está certo. E não seria agora que Suzuk iria deixar ser levado assim, um arranhão, de boas, agora esse chute que devemos nos preocupar, o que iremos fazer? Qual nosso próximo passo?

No exato momento em que o chute está preparado, Suzuk sem hesitar usando o seu pico de força, velocidade e agilidade faria um giro rápido (o mais rápido possível) para a sua direta, o chute teria passado reto e agora ela estaria indefesa sendo assim a oportunidade de ataque perfeita de formaria. Com uma rápida arrancada partira pra cima da garota, não estariam longe mas a arrancada seria para dar mais impulso e logo que a distância entre os dois fosse bem pouca, ele pularia para frente rotacionando seu corpo rapidamente junto e botando o máximo de peso para cair, com sua perna direita toda esticada, faria um grande impulso para baixo com a mesma visando acertar o estômago da garota e depois finalizar o combate, se  ajustando e ajudando a garota levantar. - Foi um ótimo combate. Isso eu não posso negar... -

Se não fosse possível fazer o giro, tentaria uma simples esquiva para trás, inclinando completamente seu corpo para trás e depois pondo suas mãos de apoio ao chão logo deixando seu corpo reto novamente, e se funcionasse, passar para uma longa arrancada... ( A sugestão de ataque acima.) Mas se a mesa não fosse possível de ser efetuada por talvez a garota já ter se levantado, com sua adaga em mãos, começaria a pensar em várias formas de quebrar a defesa dela, logo, começaria. Uma grande largada com o pico de sua força se iniciaria, logo após o começo, jogaria sua adaga pra cima mas reto em direção a garota, o básico do arremesso que seria lançar alguma coisa na sorte. Se funcionasse, continuaria sua arrancada, a garota não saberia que eu não tinha habilidade com arremesso (pontaria) logo poderia duvidar de opções que eu poderia fazer ao tacar aquela adaga, assim se ela se distraísse com a mesma, aproveitaria o tempo para que com uma forte rotação para minha direita acertasse um poderoso soco no rosto da garota, e se possível, após o soco viria um chute com meu peito do pé tentando acertar a área de sua orelha terminando minha esquiva e contra-ataque.

Caso eu realmente perca, não iria ter como fazer mais nada já que a morte já me esperava, sua grande foice acabara de passar pelo meu corpo e assim aprisionaria minha alma me levando ao meu devido lugar. Talvez consiga relembrar bons momentos de meu passado...

Histórico:
 

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