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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Revolução dos Bichos

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySab 20 Jul 2019, 17:19

Relembrando a primeira mensagem :

Revolução dos Bichos

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Rem E. Nuf, Ur Kleiner Bar e Rim Arkman. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyQui 25 Jul 2019, 23:15


Êh, ô, ô, vida de gado




Jonson com frequência me recebia com bom humor na bodega, aquele lugar conseguia me levantar um ânimo sem igual até mesmo nas noites em que cheguei aqui desatinada atrás de afogar algumas mágoas - Querendo me embebedar desde cedo? Você vai tomar uma comigo! - Diria batendo o caneco no balcão e empurrando uma pra ele, caso viesse com desculpinhas de que estava em horário de trabalho, iria interrompê-lo antes de terminar a frase - Blá blá blá! Eu também estou em horário de serviço, deixa de ser fresco, vira uma comigo parceiro! - Aquele cartaz realmente tinha mudado minha manhã

- Droga… Eu ainda vou descobrir esse seu fornecedor - Semicerrei os olhos fazendo o típico gesto com os dedos de “estou de olho em você” voltando a dar um gole na segunda caneca - Hã!? Esses cartazes aqui a Rem me pediu pra buscar, falando nisso cadê essa… - Olhando para os cantos e, em seguida, para a porta tentei encontrá-la, para minha frustração, só pude encontrar um grande amontoado de cadeiras vazias sem sinal dela - Quer que a gente ganhe dinheiro perseguindo piratas, criminosos em geral, pra falar a verdade eu não entendi merda nenhuma do que ela quer fazer da vida! Hoje de manhã me veio falando sobre honra e restabelecer a paz, parecia papo de revolucionário - Comentei olhando para a espuma do copo descer lentamente, tomei outro gole franzindo a sobrancelha - Não sei, talvez eu esteja ficando louca mesmo, acabei aceitando essa ideia de correr por aí atrás de piratas que nem… gato e rato! Hahahahahaha! - Visto a situação a qual minha vida desandou aqueles eram risos de desespero “Help Me”.

Esvaziei o segundo copo enquanto Jonson me falava sobre os criminosos por quem eu tinha criado certo interesse, a mulher, cujo pelos relatos fazia juz ao apelido de “Trapaceira”, me pareceu uma oportunidade interessante de captura já que se tratava de uma mulher tão boa em disfarce e atuação como eu, embora não tão boa em arrebiques ou embuços. Arregalei os olhos com o término da história da noiva, homens tão fáceis de serem enganados assim, tudo isso em uma iludida e desesperadora esperança de conseguir a mão da moça? - Tehehe, tem que ser gado demais -

- O QUE?! - De solavanco subiria ao balcão com o tronco querendo ficar mais perto de Jon - ME CONTA SOBRE ELE JONSON! - Tentei insistir, com ou sem teor do drama, minhas palavras saíam naturalmente quase que em uma reação ao desespero de deixar escapar aqueles dezoito mil verdinhas - QUE MANÉ TRINTA JONSON! - De certa forma eu sabia que não adiantava insistir, se ao menos eu estivesse com meu arco quem sabe ele não estivesse tão convicto assim de que Esteban poderia me matar “Morrer… Eu?! Olha o tamanho desse cara, deve ser lento que só a porra! Eu posso dar conta dele com minhas flechas!” Balbuciei batendo com os punhos fechados na madeira e rogando pragas aos ventos.

- Certo… certo… Você venceu! FELIZ?! Eu não vou ir atrás dele agora, MAS também não vou ficar parada aqui esperando aquelas duas com tanta diversão aí a fora - Com o dedo sobre o queixo, pensei um pouco mais sobre Vivian, era uma mulher astuta cheia de truques, sem nenhuma baixa registrada, ao menos não que Jonson tenha ouvido falar, estava mais para um daqueles casos que poderíamos resolver sem derramamento de sangue com alguma dificuldade, eu poderia capturá-la sozinha, provavelmente não a tempo de Rem chegar - Já sei! -

No regozijo de uma epifania, abri um sorriso malicioso olhando bem no fundo os olhos do meu amigo taverneiro, singelamente levantei as sobrancelhas - Sabe interpretar? - Já sabendo que ele poderia não entender de imediato minha ideia, resolvi não fazer muito mistério para revelar, isso depois de duas ou três talagadas no terceiro copo de cerveja - Vamos atrás da Vivian, você vai ser nosso nobre cavalheiro - Sorridente, batia palmas agitadas já me preparando para responder qualquer retrucada - Deixa disso, você pode abrir o bar mais tarde, já não tem ninguém aqui mesmo! -

- Eu poderia capturá-la sozinha, mas como você vê eu tenho Peitos e Quadris ENORMES! - Balançá-lo-ia para dar mais ênfase ao que eu estava dizendo - Você só precisa de uma roupa mais pomposa, a gente também pode procurar esse tal cúmplice da Vivian, dar um pau nele até nos dizer onde ela está! - No calor da emoção, já não sabendo muito mais o que fazer caso Jonson continuasse a se recusar em minha cartada final para tirá-lo da taverna, iria bater forte os pés no chão antes recorrer a uma oferta do tipo irrecusável - Se você me ajudar te mostro MEUS PEITOS! -

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Caso nem assim conseguisse convencê-lo a me ajudar, teria de aceitar o grande pesar de ter que ficar ali e esperar mais um pouco pelas garotas, em contrapartida se ele aceitasse me ajudar, não havia tempo a se perder para sairmos dali, puxá-lo-ia pelo braço para fora - Então vamos, você tem uma roupa mais chique? - Não é como se ele precisasse parecer um nobre, mas convenhamos que se nem uma mulher comum se aproxima de você com roupas maltrapilhas sujas de cerveja, quiçá uma boa farsante - Sabe onde fica a loja que te contaram? Se não, acho que vamos encontrá-la na área rica da cidade, bom na verdade, você vai, eu fico de longe observando - Tentei encorajá-lo a seguir sozinho servindo como isca - Você consegue trigão! - Daria um tapa na bunda dele seguida de uma piscadela.


Off:
 
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Rimuru
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Rimuru

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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySab 27 Jul 2019, 13:49

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Rim Arkman


Mas que situação estranha essa de enorme retrospectiva, minha mãe costumava me carregar assim enquanto fazia birra semelhante a essa garota, será que eu acabei adotando uma criança sem nem ao menos perceber? Melhor não pensar nisso por muito tempo ou daqui a pouco a piralha pode começar a ter a ideia errada, por sinal sua história é bem interessante se não genérica demais. Quero explorar o mundo, ser a melhor de todas e conquistar o que ninguém mais realizou e blá blá blá. Quantas vezes já não ouvi esse discurso antes de esmurrar suas almas em uma esquina escura e traumatizar seus espíritos aventureiros. Estou tentada a fazer o mesmo aqui neste exato momento, essa carne frágil e egocêntrica daria um ótimo coral de lágrimas para meus ouvidos, no entanto já que começamos com o pé certo irei lhe dar uma oportunidade como nenhuma antes, até porque acabei gostando um pouco dela ao ponto de batizá-la com minha língua.

Mesmo assim vou provocá-la um pouquinho antes de converter essa tripulante delinquente para seu local de direito abaixo de mim e meus comandos, meus dentes não são usados para isso já tem um bom tempo mas como ela se assusta com facilidade porque não atazana-la um pouco?Fecharia o rosto com uma expressão medonha e seguraria a com firmeza com o braço direito sem expelir uma única palavra conforme de maneira hostil e devagar movimentaria minha mão esquerda rumo a sua cabeça onde pegaria expressando um sorriso maldoso e por fim...acariciaria ela:

-Está assustada "Alfuja"? Hehehehehe que fofinha, pois bem deixe lhe contar uma coisa pequena exploradora, seja por onde trilhar as paisagens podem ser plenas e belas mas as responsabilidades e desavenças são igualmente poderosas, seria capaz de se defender contra os males que assolam as ruas e marés?Tomar decisões de peso para garantir a sua sobrevivência ou daqueles próximos a ti?

Brincaria com seus cabelos e faria cócegas por trás da sua orelha demonstrando pouca caso de sua ausência de poder e mostrando a quem era encarregado a autoridade da situação e as diferenças proporcionadas pelo poder e manteria minha voz serena e calma dialogando tanto experiência quanto opinião própria, manipulando sua mente infantil para que acredite em mim pela lógica e se curve perante minha liderança em virtude dos seus sonhos e objetivos:

-Não duvido de suas habilidades e talentos porém se desmaia desse jeito a seres como eu imagine os problemas que irá passar antes de concluir seus objetivos, hehehehehe. O que será que os homens fariam com seu corpo se apossasse dele, como se alimentaria quando sua barriga roncasse e ninguém lhe abrisse a porta para ajudá-la? Se escolher uma vida de crime para solucionar esses problemas jamais viveria em paz para sentir a liberdade que tanto almeja para viajar aonde deseja.

Bateria no peito com orgulho para que ela percebesse a minha presença e visualize a minha importância em meio a ocasião e começasse e desabrochar certo respeito:

-Vai precisar de transporte e por sua sorte sou uma ótima navegadora e devido a minhas qualidades físicas sou capaz de impedi-la de se afogar até nas piores situações e dificilmente tentaram te machucar comigo por perto com temor pelas coisas que posso lhe causar e também posso te ajudar a aprender a se defender e garantir uma vida plena em meio a suas metas.O que me diz prefere sofrer sozinha ou realizar seus sonhos sobre a proteção de uma ótima chefe que lhe propõe benefícios?

Massagearia sua barriga e lamberia seu rosto tanto por vontade tanto para quebrar sua linha de raciocínio para pensar rápido antes que a oportunidade lhe fuja entre os dedos:

-Se demorar muito para decidir acredito que esse estômago aí venha a ficar sem a refeição do dia hehehehehe.

Esperaria pela resposta, pela situação a quem a encontrei e a explicação prevê da jovem não deve fazer muito tempo que fugiu de casa e provavelmente estava passando por maus lençóis com o guarda seja por estarem a sua procura ou quem sabe para se manter saciada, visando isso estou lhe atacando psicologicamente a me seguir com a resolução de seus esquemas.

Caso ela rejeitasse manteria a sobre o meu corpo como um saco de arroz teimoso que ela era impedido a que fuja  mantendo a calma porém não desistindo de torná-la minha, continuando com meus afazeres até encontrar uma nova oportunidade. Do contrário se ela aceitasse a oferta devolveria o favor com uma leve trégua:

-Posso te deixar descer então, mas você terá que segurar na minha mão até eu ter plena confiança de que não irá fugir de mim. E espero que isso não lhe passe a cabeça ou a punição seria bem severa hehehehehe.

Se estivesse de acordo ou até mesmo retrucasse a ideia mas ao menos mencionasse que não iria a lugar nenhum deixaria a descer observando a com atenção para qualquer situação aparente. A qualquer tentativa de fuga correria atrás dela a agarrando como um saco novamente e daria um soco leve em sua testa:

-Vamos passar em um loja primeiro,preciso comprar algumas ferramentas, depois disso vamos procurar minhas amigas, já que elas não estão em casa provavelmente devem estar no bar como de frequência, aproveito e encho esse seu bucho aí com uma alimentação razoável.

Caminharia a seu lado procurando um estabelecimento em meio ao trajeto que levasse até o bar e sem longas demoras entraria tentando solucionar todos os problemas de maneira rápida e precisa comentando com a pequena antes de entrar:

-Se conseguir me ajudar a economizar dinheiro talvez dê para pegar algo para você também.

Procuraria por uma bengala e alguns metros de corda e colocaria a frente do lojista solicitando pelo orçamento de seus pertences deixando a pechincha se houvesse com a minha recente companhia para ver quais eram suas qualidades:

-Eu quero essas coisas meu senhor me diga seu preço e converse com a jovem aqui ao meu lado.

Se ficasse dentro da minha renda, realizaria o pagamento e iria embora, caso de alguma maneira passasse do valor por algum ato inesperado procuraria por um outro lugar suspirando de infortúnio garantido que na próxima eu me responsabilize por tal tarefa e procure outras coisas a qual ela seja boa, no entanto se ela se saísse bem, sinalizaria para que ela pudesse pegar uma arma com o valor economizado se houvesse alguma e elogiaria afagando sua testa enquanto saíssemos porta a fora:

-Meus parabéns, se saiu bem lá atrás,venha vamos ao bar ter uma refeição digna.Mudaria minha direção até o local procurando me encontrar com as demais, se avistasse Rem empurraria Anira a minha frente e comentaria com aquela voz de pena para que ela se derretesse as minhas intenções:

-Hey Hey, Olá melzinho estou feliz em vê-la, veja só quem eu conheci, pode chama-la de Alfuja pois ela tem um gosto meio sujo, ela é uma beldade interessante e se encontra com fome no momento, que coitada não é?Você não deixaria a gente passar fome não é mesmo? Porque não paga uma refeição para a gente?

Se não encontrasse Rem mas Ur estivesse por lá, me sentaria ao seu lado colocando Anira em meu colo levantando a mão para cima solicitado atenção:

-Ai está você hehehehehe,pensava que não iríamos nos encontrar.Me dirigiria então para o funcionário.Quero duas refeições completas com bebidas, uma para mim e outra para a garotinha veja o que ela quer tomar e coloque tudo na conta da Rem!

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySab 27 Jul 2019, 23:12


Elementar minha cara Emma.

Olhava para ambos os aprendizes com um olhar fulminante enquanto eles ousavam rir de mim junto a seu senhor. Malditos! Esses vassalos não conhecem o próprio lugar? Não tinham nada que se intrometer nisso ou fornecer audiência como se isso fosse a droga de um sitcom, minha negociação ali era restrita ao velho. Aaah, e falando no borocoxô, ainda não sei seu nome. Não chegou a me contar ou eu estava ocupada demais ouvindo os insultos para notar apresentações, mas isso não importa, porque a partir de agora vou me referir a ele como paneleiro!

”Urrrgh!”

Chutava um metal qualquer que estivesse apoiado no canto na hora em que era expulsa da forja. Sim, estava com raiva, completamente puta. Aquele velho… Arrgh! Ele pisou no meu orgulho e manchou a minha honra sem nem pensar duas vezes. É a única coisa que não dá pra deixar passar. Algumas andadas de um lado pro outro ainda fora do local e eu não sabia exatamente o que fazer. Me agachando no chão, usando meu dedo para desenhar na poeira, começava a pensar.

"Droga, ele matou completamente o meu clima. Agora não posso voltar pra Ur de mãos vazias…"

Escutava o último grito de reclamação do velho, pelo visto ele tinha cagado no pau. É isso que se ganha por agir daquela forma. Karma, é como eu gosto de chamar essas coisas. Me sinto mal por isso, mas sorria com uma indubita satisfação ao ouvi-lo do lado de fora, talvez esteja passando tempo demais com Ur e Rim, pegando algumas de suas manias e maus costumes. Ainda assim, após o surto de risos abafados por minha própria mão, minha mente estalava com uma ideia. Sim! Algo que vai recuperar meu orgulho e ainda fazer aquele velho voltar atrás com suas palavras.

- Certo! Vamos lá… - Levantaria do chão novamente em meu ânimo, ainda um pouco pensativa e olhando a rua em que estava, procurando por outros estabelecimentos e comércio qualquer. - Primeiro eu tenho que descobrir quem roubou todo metal. Depois de recuperá-lo vou fazer aquele velho forjar minhas coisas. Hehehe. - Entraria no primeiro estabelecimento avistado. Visto que as pessoas da ilha parecem ter alergia a felicidade e meu clima já havia sido cortado mesmo, manteria minha postura normal um tanto serena com um pouco de misteriosidade. Me aproximando do balcão ou recepção apenas tentaria iniciar um diálogo com o vendedor.

- Hmm, bom dia. - Começaria a falar com uma voz mais reservada, tentando buscar uma atenção maior da pessoa e possivelmente sua cooperação. - Eu na verdade esperava que você pudesse me ajudar. Estou investigando o caso de um grupo de saqueadores em específico, soube que eles roubaram todo o metal da forja aqui da frente. Será que você sabe me dizer alguma pista sobre o caso? Outros saques pelo mesmo grupo na região, quem são os ladrões ou mesmo onde se escondem. Qualquer informação vai ser de grande ajuda. - A medida que fosse dissertando, deixava minha confiança tomar conta das falas, apenas imaginando o quão incrível será pegar todos esses bandidos e ser reconhecida pela cidade.

”Rehahaha! Dessa vez não tem como dar errado. Sem mais ossos quebrados por meses.”

- Okay, última pergunta. - Prosseguia, tendo conseguindo todas as pistas ou não. - Pode me indicar uma loja de caça ou algum lugar para comprar um arco e flecha? Ah, que não seja a forja logo ali, eles não tem material pra mim lá. - Aguardaria as respostas. Independente delas apenas me despediria com um sorriso no rosto em direção ao próximo lugar. - Muito obrigada!

Caso o primeiro estabelecimento não satisfaça todas as minhas dúvidas, entraria no próximo para perguntar, e no próximo, e assim por diante. Caso não tenha mais comércio para investigar, apenas começaria a perguntar às pessoas na rua, buscando as mesmas respostas até que tivesse todas solucionadas, não houvesse mais ninguém para perguntar ou caso eu encontre um lugar para conseguir o arco andando sozinha por aí mesmo. Indo ao final de tudo para a loja indicada, onde lá não perderia tempo, mantendo meu ritmo e vigor.

- Bom dia senhor(a). - Rapidamente avançaria até o balcão principal. - Sendo bem objetiva eu preciso de um arco e quantas flechas eu puder carregar, uma aljava seria de grande ajuda. - Caso acabe avistando algo que também me sirva para capturar os malfeitores, seja uma tão amada lança, talvez uma honrada espada, ou quem sabe um machado brutal, pegaria qualquer tipo de arma branca se não houvesse as preferências acima, e então colocaria-a sobre o balcão. - Essa daqui também. E pode enrolar em um pano por favor? Não gostaria de ficar mostrando essas coisas pela cidade. - Pagaria a quantia requerida, e logo apanhando tudo em mãos, correria para fora dali já um pouco mais animada do que quando saí do ferreiro. - Obrigada por tudo!

”Certo, agora é só voltar para Ur e explicar o plano, quem sabe ela até já não tem umas informações. Hmmm pra onde era a taverna mesmo? […] Por aqui!”

Correria então para o lugar combinado antes. O destino era óbvio, quando se trata de mim e a Ur nos juntarmos para comer, só tem um local possível, onde a comida é boa e o taverneiro um cara muito legal. E essa é a taverna onde ela me fez pagar aquela primeira rodada pela primeira vez… Posteriormente todas as vezes. Mas isso não vem ao caso! O fato é que chegaria no lugar com o mesmo ânimo de que saí da cama. Escancarando a porta e procurando por Ur.

Já caso encontrasse com Rim carregando uma garotinha, seja no caminho, na entrada ou já lá dentro, andaria até ela casualmente com uma felicidade genuína.

- Rim! Que bom que te encontrei. Você não vai acreditar, eu e Ur decidim… - Pararia em um lapso de bom senso para analisar bem a situação. Rim, com uma criança humana? - Heeey, quem é a sua nova amiga? - Temia pela garota, conheço bem os costumes de Rim, pior, sei muito bem o que ela faz com as pessoas que a seguem até lugares isolados. - Claro, também tô morrendo de fome. - Responderia caso fosse sugerido um café da manhã. Isso me daria motivo para focar um pouco mais na garota.

- Tudo bem com você? - Me agacharia um pouco para ficar na altura da criança. - Meu nome é Rem, e o seu? Como vocês duas se conheceram? - Tentaria gentilmente, com minhas mãos em seus ombros, conduzir a garota para meu lado a afastando um pouco da tritã. - Ela por acaso não te levou pra um beco e te espancou com uma bengala não né? - Questionaria já preocupada com a pobre alma.

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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyDom 28 Jul 2019, 13:18



- HAHAHAHA, claro que não, mas vocês têm sido minhas clientes mais fiéis. - negava a clara tentativa de embebedar Ur, mas aceitava sem muitos rodeios acompanhar a garota.

A verdade era exatamente esta. A taverna não vinha tendo muito movimento ultimamente, pois a cidade no estado que se encontrava fazia as prioridades de cada pessoa se alterar de modo que menos dinheiro podia ser gasto com diversão. A mais de mês que não haviam músicos para tocar e o pequeno palco a esquerda do balcão já servia para acomodar algumas caixas e não mais a cadeira do músico. Sem movimentos os músicos haviam se mudado para outra ilha e assim a taverna já vazia ficou também silenciosa.

Dali vinha o "afeto" pelas garotas que haviam sido suas melhores clientes nos últimos tempos.

- Ela quer reaver a honra da família… Você já deve ter ouvido essa história mais vezes que eu. Não é tão difícil, entender, você também não teve o que posso dizer de uma criação comum não é? - caso Ur ficasse surpresa por o homem saber tanto e questionasse teria como resposta um sorriso simpático, mas confiante. - É o meu trabalho afinal. . …. O trabalho dele? Mas … bom, talvez essa seja uma missão secreta dos taberneiros.

- Na verdade… A recompensa dela só é alta assim porque muitos dos que caem no golpe são na verdade nobres… Bem, filhinhos de papai com dinheiro que acham que sabem tudo do mundo. Ela na verdade rouba de pessoas ruins se você parar para pensar. Quem compra o anel e foge com ele na verdade é um pilantra que estaria se aproveitando de uma pobre mulher abandonada no altar…. Não sei dizer o que ela faria se o sujeito aparecesse no dia seguinte para devolver o anel para ela. Hnnn. - o homem coçava o queixo antes da conversa prosseguir.

Ele agora havia terminado sua cerveja e se concentrava em limpar minuciosamente o copo que havia utilizado.

- Foi 30 que ouvi falar… Mas se todos foram pelas mãos dele de verdade. - deu os ombros. - Ele tem um bando sabe? Coisa de pirata.



- Sim, hahahaha, obrigado. Não posso correr o risco de perder minha melhor cliente afinal. - ele se mostrava feliz por ter conseguido dissuadir Ur a ao menos aguardar. - Interpretar? Hnn… É o que eu vivo fazendo aqui. - debruçava-se sobre o balcão olhando não para Ur, mas para o bar em si. - Interpreto um taverneiro de sucesso que está sempre com a casa cheia, não vê? - ele abriu um pouco o sorriso, embora fosse levemente forçado.



- Não, não, não. Não tem como eu ir caçar uma procurada, preciso cuidar do bar, os clientes podem chegar a qualquer momento… É sim, a qualquer momento. - a porta de entrada mexeu, todavia era apenas o vento. - Sim, sim, enormes, mas bonitos o formato é muito bonito. - ele concordava com a declaração de Ur sobre suas curvas.

- Mas, não, não. Tenho mesmo que cuidar do bar.

Ur que então terminava o último dos 3 canecos decidia por sair deixando Jonson atrás do balcão onde ainda polia com muito esmero o copo até o momento que a jovem parou e fez-lhe uma ultimo proposta.

- UOOOHHHHHHHHHH. - um brilho hiper empolgado surgiu nos olhos do barman. - É CLARO QUE EU NÃO POSSO DEIXAR MINHA MELHOR CLIENTE CORRER ESTE RISCO SOZINHA. EU VOU!

Com isso eles tinham um acordo, teriam de passar antes na casa de Jonson para que ele pudesse trocar de roupa para algo mais "Nobre ".


>><<

Em frente a uma residência vazia a tritã decidia que a jovenzinha precisava de um 'corretivo' para talvez começar a entender como o mundo real era, entender qual era o seu lugar e assim aceitar que não era uma líder e sim uma subordinada, mas talvez Rin não soubesse uma das verdades universais, mas estaria prestes a aprender.

- É claro que não to assustada, você só me pegou de surpresa eu sou Super Corajosa. - dizia a criança, estava agora com os pés no chão, mas com um dos braços sendo segurados por Rim. Em seus olhos havia certamente medo e estavam cheios de água a qual ela teimosamente não derramava. A frase havia sido dita levemente gritada e era terminada com uma fungada para sugar o ranho para dentro.

- É claro que ainda não. Mas eu vou crescer, vou ficar forte. Meu amigo vai treinar comigo e a gente vai ir pro mar. - era claro que a garota tava com medo, mas era orgulhosa demais para admitir ou ceder por causa dele. Ela certamente daria uma bela nobre considerando toda aquela pompa.

Rim todavia também tinha seu orgulho e por tal prosseguiu descrevendo suas enormes qualidades. Enquanto Rim falava o rosto choroso se dissolveu e os olhos da garota começaram a brilhar. - ENTÃO VOCÊ É NAVEGADORA? - disse a pequena animada. - Hun, Hun, eu vou precisar mesmo de uma. Tá contratada, você pode ser minha navegadora. - a garota anunciou com grande orgulho e já sem resquício de medo.

Sabem a lição que eu havia citado? Então está é ela: "Crianças são uma invenção do demônio."

Levemente desconcertada Rim prosseguiu novamente para uma ameaça, porém em algum momento daquela breve relação a jovenzinha já havia se decidido. - Você não pode me comer, disse que não ia fazer isso. É errado, você não pode comer sua líder. E DA PRA PARAR DE ME LAMBER? É NOJENTO…

- EIEIEIE, EU DISSE PRA ME POR NO CHÃO. - sem um acordo Rim novamente tomava a garota como uma saca antes de prosseguir. - AHHHHH, VOCÊ É MUITO TEIMOSA. - mas completo logo depois. - OK, me carrega serva. EMMMM FRENNTEEE. - vendo que não seria possível ser solta a pirralha teria começado a se divertir com aquilo.

- HAHAHA, EU SABIA QUE VOCÊ ERA LEGAL. Pra onde fica esse bar? E quem são suas amigas? Vocês fazem o que? Elas podem se juntar com o meu grupo também. Elas são legais que nem você? AHHHHH, são todas tritãs? Eu nunca tinha visto uma tritã antes, mas meu pai… Bem… Ele não é meu pai mesmo, mas é muito legal. Ele me contou um monte de história com tritões… Vocês não eram pra ser maus? Você é meio esquisita, mas não parece ser ruim. HNNNMYnnnYHNNHHHNMMNHNN NHMMMHNM …. - bom… esse final é considerando que Rim provavelmente tampava a boca da garota impedindo-a de prosseguir, ainda que ela fosse permanecer resmungando.


>><<

- NÃO, NÃO, NÃO. - a garota estava de frente para o vendedor em pé em cima do balcão olhando-o nos olhos. - Ela prometeu me pagar o almoço, se você cobrar tudo isso eu não vou ter o que comer. - a garota batia o pé ritmicamente enquanto seus braços cruzados. - Tem que ser mais barato. - o vendedor teria planejado começar a falar, mas antes deles ter a chance a jovem teria emendado novamente. - Não, não, não… Mais barato, eu como bastante e já fazem cinco dias que não como. Você ta vendo que ela é cega não tá? Vai se negar a dar uma bengala pra uma cega e comida pra uma criança?

>><<

Uma Rem muito menos animada seguia para uma loja próxima, esta parecia vender roupas, tecidos e outros artigos relacionados a vestimentas. No interior havia uma senhora de semblante cansado e de aparência tão pouco bem humorada quando o senhor da forja.

Dentro da loja haviam vários tecidos, mas também algo estranho visto que em muitos locais jaziam cabides vazios, ou prateleiras com apenas uma ou duas roupas dobradas. Também havia uma notável falta de clientes no interior do estabelecimento embora antes de entrar Rem tivesse visto pelo menos uma dúzia de pessoa com roupas surradas passando em frente a loja, pessoas que certamente necessitavam de uma muda de roupa nova.

Uma sineta soou quando ela abriu a porta o que atraiu imediatamente o olhar da senhora para a jovem. - Bom dia garota, respondeu ela. No que posso ajuda-la? Talvez um chapéu? Ou quem sabe um par de luvas? Também tenho ainda uns vestidos que devem servi-la.

Um sorriso havia brotado no rosto da mulher quando Rem entrou, uma súbita alegria por talvez conseguir fechar algum negócio, mas conforme Rem explicava seus motivos para estar ali o rosto da senhora foi murchando e voltando ao desânimo e desamparo inicial. A mulher aparentava ter por volta dos sessenta anos, mas se Rem tentasse mesmo prestar atenção veria que ela não poderia ter mais de 45.

- Então você não quer comprar nada? - a mulher não respondia, tão pouco era acusatória em sua palavras, mas ficava claro o som desesperançoso que sua voz assumiu, seu rosto se virou para o balcão e Rem teria visto a mesma respirando profundamente.

Se observasse ao fundo da loja, veria escondida atrás de uma arara uma pequena garotinha de rosto magro espiando-a com olhos brilhantes por entre as roupas ali penduradas. A garota também estava com as roupas surradas e um pouco sujas muito embora aquela fosse uma loja de roupas.

- Muitos navios tem se perdido no… mar. E muitas pessoas também. - teria ela também perdido alguém no mar? - A ilha não produz muita matéria prima, muitas coisas vem de fora. Ferro, tecido, madeira, couro.. - embora triste e sabendo que Rem não desejava nada a senhora tentava fazer o melhor pela jovem com o que dispunha. - São piratas, estão infestando os mares. As empresas de transporte não tem dinheiro suficiente para contratar bons guardas, a marinha da ilha não tem gente o suficiente para proteger os navios que zarpam.


Rem então perguntava se haveria outro lugar em que lhe seria possível conseguir equipamento. - Um arco? - o rosto da senhora tremeu e ela engoliu em seco. - Se você não se importar em… em ser um arco usado… Posso lhe vender o arco do meu filho.

Se Rem viesse a perguntar algo como: " Mas seu filho não vai precisar?" ele acabaria por ver a senhora olhar com um rosto ainda mais triste para a pequena criança ao fundo. - Ele foi um dos que não voltou.

Caso Rem aceitasse comprar o arco usado da senhora veria-a indo para o interior da loja e depois ouviria passos nos degraus, ela teria pedido licença para buscar a arma.

- Você é bonita. - a garotinha havia se movido para perto dela enquanto a mesma olhava a velha se afastando, estaria puxando a barra da roupa da jovem. A jovem parecia estar bastante limpa, com o cabelo escovado, mas com fome visto que as bochechas estavam cavadas para dentro e pálidas, os olhos da jovem também eram um pouco desfocados como se olhasse algo muito distante. - Quer brincar? - a jovem erguia uma bonequinha feito de remendos de pano.

Caso no entanto Rem não aceitasse o arco usado nada disso teria acontecido e a velha a teria indicado um estabelecimento próximo ao porto da cidade onde talvez fosse possível encontrar o que desejava.


Com a senhora Rem teria conseguido apenas o arco e as flechas em uma aljava de couro surrado, ali teria pago por elas apenas 20k, isso é claro se fosse pagar apenas o que a senhora lhe houvesse informado.

Também teria conseguido o arco nas docas, bem como uma adaga de ferro. Lá teria sido atendido por um homem normal ao qual não tenho motivos para descrever e pago por tudo cerca de 100k.

(Sinta-se livre para interpretar mais coisas na loja se desejar, insero novamente no próximo post)


>><<

Haviam pago no fim apenas 25k Berries e deixado para trás um vendedor perplexo que demoraria ainda um tempo para se recuperar da surra que havia tomado de uma garotinha.

- Hahahaha, é claro que sim. Eu vejo meu pai lidando com essa gente o tempo todo escondida atrás… Hahaha, deixa pra lá. Vamos, vou fazer suas amigas serem minhas companheiras também. - Ela caminhava agora ao lado de Rim com a mão dada a tritã.

>><<

Em frente a um bar fechado pelas coincidências do destino uma tritã e uma jovem de cabelos laranjas chegavam ao mesmo tempo. Sem perder tempo a tritã já começava abusando de sua amiga, que sem nem mesmo se importar com isso se prontificou a pagar a refeição.

- Hehehe, eu so Anira… Não… MAS ela não para de me lamber, é nojento. - a jovem colocava a lingua pra fora. - Foi hoje de manhã, HAHAHAHA eu salvei ela de uma encrenca agora ela vai me servir como minha navegadora. Você também pode ser minha companheira o que achar? Podemos viajar juntos pelo mundo eu só preciso encontrar o … - ela baixava a voz para dizer em tom conspiratório. - o meu outro companheiro.

A garota era alguém estranhamente animada considerando que estava sendo acompanhada por Rim, todavia quando o trio se virou para entrar no bar perceberam que o mesmo estava trancado. - E a comida? - perguntava a garota com evidente preocupação acompanhada pelo ronco do seu estômago.

>><<

- Como estou? - Jonson erguia os braços dando uma girada. Sua [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] porém dado seu porte físico deixava-o elegante o suficiente. Ele havia também tomado banho enquanto Ur pode esperar sentada na cozinha da casa do homem. - Quer algo? - teria oferecido antes de partir. - Então…. Qual o plano? Como sabemos por onde começar?









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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyDom 28 Jul 2019, 19:40

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Rim Arkman


Até que essa garota é bastante talentosa, se fosse apenas minha presença provavelmente eu teria complicações até mesmo para conseguir ser atendida, foi uma sábia decisão levá-la comigo  embora continue a se recusar a aceitar minha posição de liderança, se ao menos eu tivesse uma maneira de convencê-la do contrário embora crianças pareçam bastante impertinentes...Espera existe uma maneira, uma bem versátil que pode tanto concluir meus objetivos assim como saciar seus ideais, garanto que ela irá gostar e dificilmente irá perceber a situação e mesmo que note não teria motivos para se recusar contanto que siga seu papel.

Vou ir lapidando meus esquemas com cuidado e atenção, contando que eu mantenha as coisas nos trilhos não a motivos para que eu perca a calma e afete meu temperamento por tão pouco, vamos resolver um detalhe por vez e seguirmos adiante com os planos. Ao menos tenho uma tarefa a menos.Ajeitaria a bengala em minhas mãos e a corda em minha cintura dando dois leves tapinhas sobre a superfície e se fosse possível desenhando uma caricatura mal feita de Ur ao chão com um adorável bigode e alguns chifres de encrenqueira e acariciando a cabeça da pequena Anira ao mesmo tempo:

-Relaxa chefinha acredita mesmo que vai ficar sem uma ótima refeição só porque um barzinho está fechado?Hehehe se é esse tipo de força de vontade que possui és uma líder muito mal experiente.Desbocharia sabendo que conforme o comportamento que ela me demonstrará anteriormente ela procuraria se provar do contrário buscando uma solução para a situação e para que tudo siga conforme meu interesse irei lhe dar um pequeno empurrãozinho na direção correta afinal sou a verdadeira comandante e sei qual é a melhor posição para cada um de meus membros para torná-los produtivos ao extremo:

-Acabei pensando um pouco a respeito e estou aceitando sua posição.Colocaria o dedo indicador sobre seus lábios impedindo que ela fale e manifeste sua empolgação ou confiança exagerada habitual.Mas se está querendo tanto isso tem que se fazer ciente de quem somos e o que fazemos assim como cada um tem seus próprios objetivos e padrões e se desrespeitar qualquer um deles será uma péssima representante, deve estar disposta a escutar nossas opiniões e interesses ao invés de apenas nos comandar aos seus desejos pessoais do contrário não lhe daremos ouvidos está entendida.

Se ela demonstrasse queixas ou tentasse argumentar contra daria uma risada sarcástica adorando o rumo da situação puxando a corda para atazana-la um pouco com essa pegadinha de falsa liderança enquanto a manipularia por trás das cortinas:

-Ahhh vejo que não tem o toque para comandar, que pena, pelo visto é só falatório e não se encontra preparada para uma tarefa tão árdua se não é capaz de ouvir seus companheiros e o que deve ser o próximo passo a ser feito não está apta ao cargo, afinal o melhor líder é aquele que não decide as coisas sozinho e coopera em união com seu grupo.

Piscaria com o olho direito para Rem, para que ela seguisse com a brincadeira e cochicharia baixinho em seus ouvido conforme Anira fizesse sua contra reação para que ela não pudesse me ouvir:

-Eu ainda estou encarregada aqui mas vamos dar a ela credibilidade, crianças se tornam pessoas aptas se permiti-las adquirir experiência de campo Hehehe, então não estrague a felicidade dela tudo bem?Lamberia seus ouvidos e então voltaria para o lado de Anira dando um beteleco de leve em sua testa e lambendo o local:

-Que foi?Ficou com ciúmes por eu ter lambido outra pessoa? Hehehe, sim sim claro que não foi o caso não é.Daria uma leves batidinhas em sua perna com a bengala de maneira provocativa.

-Pois bem vamos seguir em frente, como está encarregada da situação porque não nos lidera até um outro estabelecimento para enchermos a barriga? Lembrando que deve levar em consideração a segurança e nossas condições financeiras.Se sentir se ameaçada pode dizer que eu sou a líder, esconder se em meio a sua trupe é uma tática inteligente em situações de risco,seria uma pena se acabasse machucada ou fosse alvo de alguém de uma maneira não acha?

Seguraria a mão dela com a palma livre enquanto usaria a outra para me orientar apesar de enxergar as coisas à minha frente e permitiria que ela nos levasse a algum ambiente alimentício de seu interesse, puxando assunto tanto com Rem como a pequena para me manter entretido durante o caminho:

-Aliás melzinho porque não estava em casa o que arranjou com você ai?está planejando alguma coisa interessante?hehehe. Pegaria Anira com ambos os braços e colocaria a sobre meus ombros como se a estivesse levando de cavalinho apoiando a com a mão livre enquanto a outra continuaria a utilizar minha ferramenta para que as pessoas que a vissem a tratassem como criança:

-Se ficarmos caminhando normalmente com essas suas perninhas curtas, vamos demorar mais pra chegar fique quietinha aí e apenas fale por onde devo ir.Obviamente isso não tinha nada haver com o fato de eu estar preocupada com suas condições atuais, porém tanto eu como Rem temos físicos melhores e uma criança não deve se esforçar além da conta, porém se ela fazer escândalo demais faria primeiro um sinal de ameaça e se permanece assim de fato realizaria conforme mencionasse:

-Não me importo nem um pouco se quiser andar, só não reclame se ficar cansada com esse seu estômago roncando, caso pare no meio do caminho querendo descansar vou te arrastar pelo chão pelo resto da viagem.Arquearia a sobrancelha antes de suspirar e alternar o assunto.Aliás me fale um pouco sobre esse outro companheiro, se quer que trabalhemos juntos ao menos precisamos saber um pouco sobre ele.

Escutaria o que tivesse a ser ouvido e quando chegassemos deixaria Rem bancar com o valor da refeição me ajustando de maneira confortável a qualquer assento disponível que ali tivesse requisitando o prato do dia com gestos de mão em frente ao cardápio ou caso não houver um através de comunicação oral retirando os calçados segurando os com uma das mãos e usando meus pés para brincar com os de Anira para provoca-la :

-Gostaria da sua melhor refeição e um copo de suco, quanto às demais elas pedem por si mesmas.Hehehehe.Caso Anira queira causar confusão faria cara de inocente mexendo a com mais impusividade.O que foi? Não consegue lidar com uma pequena brincadeira?Vejo que é mais adulta do que eu pensava então vamos falar sobre algo importante.Nessa ilha existe um terrível mal que procuro exterminar, criaturas horríveis que a todo custo precisam ser detidas.Pararia brevemente para deixar um clima dramático pelo ar e responderia deixando qualquer comentário seguinte passar a frente comendo despreocupada:

-As abomináveis e asquerosas "Pelúcias!

Se fosse levada como piada usaria um dos meus pés como base e com outro pisaria por cima do dela para dar uma pequena acordada em sua arrogância:

-É mesmo acha eles inofensivos?Cuidado para que eles não te ataquem por si só com esse seu pensamento ingênuo.Com toda certeza são mais perigosos que a família a qual você deu no pé.Tem uma opinião contrária então me prove, duvido que consiga mudar minha cabeça, até Rem está do meu lado não é Rem?Apontaria para minha adorável colega deixando o peso da conversa em suas mãos.
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Johnny Bear
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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyDom 28 Jul 2019, 20:49


Amizade Colorida






Enquanto estive sentada na cadeira de frente para o balcão tomando umas geladas com Jonson, percebi aos poucos se esvair minha ansiedade de encontrar Rem, embora nos primeiros minutos eu só ficasse olhando para a porta esperando-a passar por ali trazendo meu arco e aquele sorriso maníaco no rosto, mas conforme a conversa fluía eu pude me sentir um pouco mais confortável. Com a pergunta do Taverneiro somada a quietude da bodega me peguei em pensamentos nos intervalos entre as talagadas - Eu sei mas… - Antes de prosseguir, deixei sair um longo e sonoro arroto - Do que importa honra afinal? - Com um olhar confuso sobre o que ele quiser dizer sobre minha criação, encarei-o.

- Pera como você sab… Ah quem liga! Devo ter te contado muita merda quando estava bêbada tsc - Quis esconder minha surpresa atuando como se não estivesse nem aí, mas foi só dar um gole na cerveja que, olhando para o fundo do copo, fiquei me perguntando com o olhar franzino o que diabos eles quis dizer, ainda mais, como estava tão convicto daquilo! - Veja bem seu caipira! - Após esvaziar o copo, bati-o de encontro ao balcão apontando com o indicador para o rosto de Jonson, levemente alterada pela bebida - Não há nada, ouviu bem?! Absolutamente NADA de errado com os costumes família Kleiner, eles só talvez estivessem esperando um menino ou algo assim, SÓ isso! -

Caso ele ainda insistisse em caçoar por causa disso, fitando-o com o olhar emburrado lhe mostraria o dedo do meio seguido por um abafado - Vai se foder -

Ouvindo falar de Vivian me fazia querer conhecê-la um pouco mais, Jonson tinha sua opinião sobre roubar de pessoas ruins ser até uma coisa boa, mas então por que ela estava com a cabeça nos cartazes de procurados? Eu não estava nem um pouco a fim de entrar em uma conversa aprofundada sobre conduta de moral, na verdade eu entendia pouco sobre isso, bem e mau, certo e errado, questões morais eram complicadas - Acho ela talvez sentiria um peso na consciência - Estaria pronta para responder caso ele me perguntasse o porquê de eu achar aquilo - Ela deve fazer isso conhecendo bem o perfil das pessoas, mas se ela tivesse julgado mal alguém… Bem, isso poderia ferir o seu orgulho -

- Um bando? Então esses caras se juntam e saem por aí como se fossem os donos da porra toda?! - Escorreguei pela mesa abraçando a madeira com um pouco de repulsa - Você devia me deixar ir atrás deles… - Eu já sabia que era inútil pedir, mas só reafirmava para mim mesma o quão empenhada agora estava pra livrar a ilha desse tipo de gente que me deixava PUTA! - Dias mais cheios virão meu amigo - Disse dando alguns tapinhas nas costas para consolar Jonson sobre a situação do bar, já tinha muito tempo desde que eu tinha visto aquele lugar realmente cheio, estava quase se tornando uma utopia pensar em tempos como aqueles cheios de alegria e tumulto dentro da taverna - Viriam mais cedo se VOCÊ me deixasse dar um pau naqueles FILHOS DA P… hehe, nada nada esquece - Forçando um riso, percebi que já estava me exaltando de novo com esse assunto dos piratas, eu não o culpava por ficar tão preocupado, quem sabe com Rem e Rim ao meu lado na próxima ele ficasse mais confiante na nossa capacidade.

Hehe! Eu sabia que ele ia acabar mordendo a isca, me pergunto se não era melhor ter feito isso antes quando fui perguntar sobre Esteban, mas no fim das contas não me incomodava muito o fato do meu amigo aqui ser um tarado, ele nem mesmo fez menção ao quanto de dinheiro ia receber por me ajudar na captura, só consegui esboçar felicidade e euforia por sair naquela missão, Rem não tinha chegado ainda e parecia não levar muito tempo pra achar uma Trapaceira por aí, quem sabe o que aquela garota estava fazendo “Que demora! Foi minerar o ferro pra forjar a droga da arma é?” perguntaria quando a visse pela próxima vez, nem um pouco ciente e convencida de que talvez esse pudesse ter sido o caso.

- Parecendo um Barman - Diria um tanto surpresa com as roupas, Jonson sempre costumava se vestir com roupas sem nenhum senso de moda, não que eu tenha alguma moral pra falar disso, mas aquilo caia melhor do que o que ele usava no dia a dia - Não idiota, quis dizer que parece mesmo um Barman! Aqueles caras que trabalham nos pubs e fazem aquelas batidas! - Diria caso ele viesse me zoar por “já ser” um barman; Aproveitando disso, assim que ele me ofereceu alguma coisa antes de sair, não pude conter o riso enquanto seguiria até a porta - Sim sim, pode me servir um coquetel monsieur? Hahahahaha - Puxá-lo-ia pelo pescoço depois de envolvê-lo com meu braço - Tô brincando, vamos! - Diria dando uma ajeitada pro lado em seu cabelo.


- Bom, eu pensei em seguir pra essa tal loja com o homem que ela trabalha, a gente podia dar uma pressionada nele, fazer nos contar onde ela tá ou algo assim… Mas se você não souber onde é, a gente pode ir nessa tal área nobre e falar com uma das vítimas, quem sabe nos ajude, eles podem ser bem fresquinhos quanto a isso - Um pouco de drama e atuação e poderíamos fingir nos importar com a tragédia que havia acontecido com eles.

Seguiria pela calçada com Jonson a minha frente guiando o caminho, afinal ele estaria definindo para onde seguiríamos, se para a loja: Já tinha em mente a possibilidade de não ser nada fácil fazer aquele vendedor falar, como qualquer cúmplice seja ele forçado ou não, vai saber o que aquela tal Vivian teria dito pra ele caso a entregasse “Matar a mulher e os filhos dele? Vivian tem na mira alguém que o lojeiro ame?” Claro que não, já que tampouco a mulher aparentava ter esse perfil de chantagista, mas não custava nada pensar nas possibilidades eu poderia ter pensado errado a respeito dela afinal. O cara poderia até tentar me ganhar com alguma encenação barata, mas uma lágrima escorrendo aqui ou ali não iriam me convencer tão facilmente.

A caminho do estabelecimento, antes de entrar faria menção de falar com o meu amigo - Jonson entre depois de mim e chega perto dele, não deixa esse cara fugir! Vou perguntar só uma vez pela tal da Vivian, se ele não falar a gente dá um quebra nozes! - querendo parecer um pouco mais sinistra franzindo a sobrancelha só me faltava um óculos escuros, eu poderia até ter pego um bigode falso e… Ah bom, não importa mais, teria que seguir sem disfarce.

- Olá! - Diria ao pé da porta do lojista, o estabelecimento em funcionamento ou não, faria menção de entrar, mesmo que eu precisasse levar a porta ou a vidraça à baixo para me ver dentro dele. Do contrário, gentilmente iria girar a maçaneta deixando a passagem livre para Jonson vir logo atrás de mim - Estamos aqui atrás de uma mulher chamada Vivian, conhece? - Só faria a pergunta assim que Jonson já estivesse perto do lojeiro como o combinado, mostrando o cartaz de procurado para que não tivesse erros ou enganos quanto a quem eu me referia.

Honestamente eu não esperava e nem queria que ele nos respondesse sem alguma resistência, quando pisei ali estava pronta para um pouco de emoção - Não banca o herói caralho! Cadê a Vivian?!! - Elevei o tom da voz esperando que Jonson já o tivesse imobilizado ou algo parecido, procuraria por um pedaço de pau ou até mesmo um martelo pelas prateleiras e bancas, do contrário, não me importaria em ter que esmagar as bolas do vendedor com minhas próprias mãos - ACHA QUE EU TÔ DE BRINCADEIRA SEU PUTO?!! FALA LOGO CARALHO!! ONDE TÁ A VIVIAN?!!! - E assim continuaria apertando ou ameaçando a bater com o pau/martelo até ele falar… ou desmaiar ( ou algum outro evento do destino).

- O que?! Achou que eu levasse jeito pra tortura? Não entendo nada dessas merdas... - Resmungaria para Jonson se tivesse reclamado da minha forma de arrancar informações.

No fim das contas, o vendedor não falando ou nós não termos ido até a loja, o fim seria o mesmo, ir até a parte nobre da cidade perguntar a algum morador se tinham sido vítimas do ataque da mulher, para identificá-la, mostraria o cartaz após eles me receberam à porta, caso alguém tivesse a decência de me receber para falar mais sobre o caso, seria de grande avanço - Estamos procurando por essa mulher, Vivian, costuma aplicar golpes, se veste de noiva e tudo mais, preciso que me diga como exatamente onde encontrou essa mulher e se ela trabalhava com mais alguém -

De um jeito ou de outro, conseguindo por qualquer que fosse o método, teria tempo o bastante agora para pensar com meu amigo taverneiro sobre o próximo passo - E ai, o que acha? - Perguntaria sem nenhuma decisão concreta formada.


Off:
 

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Última edição por Johnny Bear em Seg 29 Jul 2019, 12:45, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySeg 29 Jul 2019, 12:06


If she breathes... She is a thot!

Sair da balbúrdia que era aquela forja direto pra melancolia desta senhora mexeu diretamente comigo. Me sentia mal por estar ali de forma egoísta, a forma como aquela ilha estava, perdida em lamentações, não consegui perceber isso do lado de dentro de casa, enquanto mal consegui me trocar sozinha. Isso não está certo, algo precisa ser feito, em fato, estou grata pela atitude ranzinza do velho paneleiro, graças a ele descobri que a ilha está bem pior do que pensava, eu vou corrigir isso!

- Me desculpe eu… - Não consegui nem responder direito para a mulher em sua primeira pergunta. Minha sobrancelhas se juntavam arqueando para cima, enquanto as extremidades abaixavam em direção aos olhos, uma genuína expressão de culpa. Desviei o olhar, já estava pronta para levar gritos, ser enxotada à xingamentos como anteriormente. Foi quando vi aquela garotinha, de olhos brilhantes, sorri genuinamente para ela. E foi quando fui surpreendida pela proprietária da loja, entregando-me as respostas com tanto empenho, é realmente uma pessoa muito honrada.

”Então são piratas? Tsk… Escória imunda, tomando o que não lhes pertence de cidadãos de bem que trabalham por suas conquistas. Esperem só, farei minha cruzada para retomar a ilha e expurgar cada um deles!”

- Mas ele não vai sentir falta se eu levar o arco? - Perguntei diante sua proposta, infelizmente ouvindo a triste notícia. - Entendo, sinto muito por sua perda. - A olhando direto em seu rosto, com uma voz serena e meu olhar flamejante afirmei. - Seria uma honra então.

Enquanto aguardava levei um susto com meu short senso puxado, era a garotinha de antes. Colocava uma de minhas mãos sobre a dela que carregava a boneca, ficando de joelhos para me manter a sua altura eu sorri para a menina.

- Vocês duas também são muito bonitas, quais são seus nomes? Eu sou a Rem. - Esperaria pela resposta, prosseguindo com uma voz calma e amigável. - Me desculpe meu anjo, a irmãzona não pode brincar agora. Eu preciso ir derrotar os piratas maus pra sua mamãe poder sorrir de novo. Não seria ótimo? Eu sou forte sabia? Mas vamos manter como nosso segredinho okay? - Piscava o olho esquerdo enquanto levava o indicador até meus lábios. Ainda assim, para não manter nenhum semblante triste na criança, logo em seguida ergueria seu queixo delicadamente. - Mas ei! Não precisar se entristecer, eu volto pra gente brincar mais tarde. Na verdade, tá afim de me ajudar com uma coisa? A irmãzona na verdade é muito ruim com roupas, acha que consegue me vestir bem? Igual a sua linda boneca.

Era a única forma de imediato que eu conseguia pensar de como ajudar aquela família. Meio que por reflexo de irmã mais velha, quando totalmente de pé eu envolvia a garota com um de meus braços, a mantendo perto em minhas pernas, esperando que sua mãe voltasse.

- Muito obrigada por me oferecer tanto. - Averiguava o arco, vendo a estrutura principal e a tensão da corda. Por mais que minha pontaria não seja das melhores, já havia treinado com um desses antes. - Na verdade… Poderia me ajudar com mais uma coisa? - Ria descontraída, colocando o arco novamente no balcão. - Eu naufraguei nessa ilha há alguns meses atrás e eu só tenho a roupa do corpo. Rehahaha. Já combinei com a pequena dela escolher algumas roupas pra mim, pode nos ajudar com esse pequeno favor? - Seguiria tanto as orientações da garotinha quanto da lojista, aproveitando bem o tempo com elas e provando as roupas.

- Bom, eu não costumo andar com muita bagagem, então acho que dois ou três conjuntos devem estar bom o que acha? Ah, minha única exigência é que dê pra mostrar parte das costas, é importante pra mim. - Mostraria minha tatuagem com orgulho se ela perguntasse o por que, só esperava que sua atitude não mudasse subitamente. - Também vou precisar de roupa íntima eu acho, hehe. Também não costumo usar nada na cabeça, mas teria uma ou duas fitas de cabelo? - Caso ela tenha me entregue um par de fitas, a primeira eu teria amarrado meu próprio cabelo, já com a segunda agachava novamente na altura da criança, prendendo seus cachos de lado e fazendo um laço. - Fica ótimo em você sabia? Considere um presente meu.

Ao fim das provas pegaria a bolsa com todas as roupas escolhidas e o arco e flechas, pagando qualquer que fosse o preço e eu pudesse pagar. Ainda sorridente para com as duas, agradecia de verdade pelo bom tempo. O contraste para com a forja com certeza era grande, mas diferente de minha primeira visão, eu agora via esse lugar como um bom local, e espero que em breve a felicidade preencha essas quatro paredes.

- Muito obrigada por hoje. - Pegaria firme ambas as mãos da senhora, olhando bem em seus olhos. - E não precisa mais se preocupar. Eu vou garantir de que as pessoas não vão mais se perder lá fora. - Dito isto, afagava a cabeça da criança ao lado, e me despedindo de vez, saía da loja em direção a taverna.

Tive um alívio em ver que Rim não estava abusando uma pobre criança, mais do que o normal pelo menos…

- É ela faz isso bastante. - Comentava calma para Anira sobre as lambidas. - Mas acho que é coisa de tritão então vamos respeitar. É mesmo você salvou ela? Haha. Obrigada por manter minha amiga viva. - Afagava a cabeça da menina novamente como se eu fosse uma irmã mais velha. - É, eu também tô com fome. - Com a barriga roncando bati três vezes na bosta da taverna.

- Eeei! Ur! Jonson! [...] Ninguém em casa, e agora, como eu encontro ela?

Notando a caricatura de Rim, pegaria uma flecha das aljava e riscaria dois círculos um pouco abaixo do rosto.

- Você esqueceu aqui… A Ur tem uns peitões. - Comentava com um pouco de inveja, guardando meu lápis improvisado.

Com Rim se aproximando de meu ouvido para me contar algo, eu me viraria para ela, com os rostos quase se tocando eu não pretendia baixar a guarda, já sofri muito com suas travessuras. Qualquer menção de lambida daria um salto largo para trás.

”Begone Thot!”

- Entendi entendi. - Olhava para Anira misteriosamente. - Bom, então deixe-me apresentar formalmente. - Me ajoelharia em uma pose de cavaleiro, pegando a mão direita da criança e a erguendo como a de uma donzela. - Milady Anira, meu nome é Rem Evergarden. Serei sua cavaleira, sempre que estiver em perigo pode gritar por mim e eu estarei lá por você. - Depois de alguns segundos em silêncio levantaria a cabeça olhando para ela com um sorriso brincalhão. - Enfim, vamos comer em outro lugar, vocês tem algum lugar em mente?

Deixaria que Rim e anira guiem o caminho, apesar de morar na ilha há algum tempo, não conheço Las Camps muito bem. Estranhava um pouco as interações entre a tritã e a criança, mas acho que elas apenas tem personalidade compatíveis ou algo do tipo.

- Rehaha… É, desculpa por isso, eu saí correndo assim que percebi que estava cem por cento novamente. - Responderia caso Rim me pergunte sobre essa manhã. - Ur e eu decidimos sair em uma aventura! Mas eu conto todos os detalhes quando estivermos comendo. Na verdade eu estou um pouco curiosa com vocês duas. Como foi esse salvamento mesmo? - Perguntava diretamente para Anira.

Já em mesa, pegaria o cardápio dando uma breve olhada nos preços, e após alguns cálculos, se fosse possível, apenas olharia para a criança com uma certa satisfação. - Milady, com quanta fome está? - E se sua resposta fosse positiva, algo como muita muita fome. Apenas fecharia o cardápio com força para ter um barulho dramático, olhando para o atendente e declarando. - Então me traga um de cada prato nesse cardápio! Hoje estamos comemorando. - Já caso não fosse possível fazer isso apenas pediria o que aparente mais gostoso. Também pediria café, dessa vez o entupindo de açúcar sem a Ur pra me julgar.

Começava a tossir quase engasgando quando ouvia sobre as diabólicas pelúcias, concordando com Rim com a cabeça. - S-sim… Pelúcias… Criaturas repugnantes, Rim já me contou muitas histórias sobre elas. - Me dava um certo calafrio em me lembrar de seus contos. Mas falar em criaturas vis me lembrava meu atual objetivo, era quando puxava o assunto para o que me afligia.

- Você tem razão Rim, essa ilha tem sofrido demais, e não são só as pelúcias, tem muitos vilões por aí que eu pretendo expurgar. É por isso que hoje de manhã Ur e eu começamos uma cruzada! - Com um sorriso persuasivo me aproximava um pouco da mesa olhando para as duas. - Interessadas? Tudo bem, eu vou contar tudo o que aconteceu.

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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySeg 29 Jul 2019, 19:47




- HAHAHA, eu nunca disse que havia algo errado, mas que bom que não tiveram um menino. - respondia Jonson com um sorriso e um abrir floreado dos braços. - Caso fosse um eu não teria mais copos. HAHAHAHA.

Vendo que aquilo não levaria a lugar algum Ur decidiu apenas mandá-lo se f* e assim prosseguir a conversa.

- Pode ser que sim… Mas quis dizer… será que ela admitira o golpe? Devolveria o dinheiro? - ele terminava dando os ombros e deixando o assunto de lado.



- Já não sei dizer o que eles pensam, mas talvez seja algo por ai… - então ele abria um sorriso ao ouvir as palavras seguintes de Ur. - Assim espero… Esse bar era do meu avô, não quero ser eu a fechá-lo.

>><<

- Ahn, Ahn, viu? Eu posso quando quero. Hahahaha. - Ria bem humorado ao mostrar-se vestido para Ur. - Certo, um coq… - Antes que Jonson terminasse de falar Ur o enganchava em uma chave de pescoço carregando-o porta afora enquanto " arumava" o cabelo dele. - Ei! Até que não é ruim. - claro que não, a cabeça dele estava perto dos… É…

- Mais para o centro então… Lá tem as casas de penhores maiores…. Na verdade há várias já que muitos estudantes acabam tendo eventualmente problemas para pagar a matrícula por perderem uma soma substancial em jogos de azar…. Talvez eu devesse abrir uma… - ele divagava um pouco. - Você poderia ser a noivinha atraente que foi enganada. - Ele estaria brincando é claro e se Ur o olhasse veria o sorriso zombeteiro nos lábios dele.

>><<

- Eu sou Niko. Essa é a Doroty. - respondia a jovenzinha erguendo mais a boneca. - Ela é mesmo muito bonita… Hihi, eu que fiz. - era evidente o orgulho na voz da criança por ter tido seu trabalho na boneca elogiado.

- ohhh. Certo. - disse a jovenzinha tristonha. - Ela é minha vovó. - os lábios inferiores da menininha tremeram um pouco. - Tenho certeza que mamãe também vai ficar feliz. - disse a seguir em uma súbita explosão que teria feito Rem acreditar que os lábios tremendo teria sido apenas algo da sua imaginação. - Sim, eu ajudo sim. - disse ela correndo para pegar algo. - Vem Doroty!

Rem acabou precisando de meia hora para conseguir sair da loja. A senhora não havia expressado nenhuma reação para com a tatuagem, pois provavelmente não a conhecia. - É bonita. - foi o único comentário traçado pela senhora que adimirava sua netinha carregando uma enorme braçada de roupas em direção a Rem.

- hnn, hnn. Doroty disse que você vai ficar linda em todas essas. - falou a garota detrás da enorme pilha de roupas em seus braços.

>><<

A garota ficou estática quando Rem abaixou-se para prender o seu cabelo e ela mal havia conseguido terminar de amarrar quando a jovem pulou em seu pescoço lhe abraçando. Não haviam palavras saindo da boca da pequenina, mas Rem sentia o corpo franzino tremendo junto ao seu enquanto a mesma evitava chorar. - Uhunnn. - a jovem concordou. - Obrigada. - dizia a senhora de trás do balcão com uma lágrima escorrendo pela sua face.


A despedida no entanto deixou a senhora com um olhar confuso no rosto, não havia entendido o que aquela garota havia acabado de lhe prometer. - Com... - mas a voz dela se perdeu aos ouvidos de Rem que deixava a loja após ter pago por suas compras, tendo gasto ali um total de 100k, juntando o arco, duas mudas de roupa, duas mudas de roupas íntimas e duas faixas. As roupas em si não eram grande coisa, mas o sorriso que a garotinha havia ficado enquanto Rem provava-as e o abraço ao ganhar a faixa de cabeça faziam com que estas roupas valessem muito mais do que pareciam.

>><<

Rim não teria percebido antes, mas o que era aquilo que Rem carregava? Havia uma braça de roupas com ela? Sua amiga ao que parece entregou-se aos braços do consumismo. Deixando isso de lado Rim novamente se voltou a conversar com Anira que estufava o peito orgulhosa por ter feito a tritã ceder a sua vontade.

- É claro que eu sei. Ta achando que eu sou você que não sabe escutar? - retrucava a piveta com tom pomposo. - Mas no final sou eu que mando. - diria como uma perfeita princesinha, embora muito mais suja do que uma deveria ser. - Mas ninguém precisa fazer nada que vá contra seus princípios. - completou orgulhosa. - Papai sempre disse que o importante é fazer a coisa certa e que seja bom para todos, ou pelo menos para a grande maioria. - ela falava com o dedo indicador erguido. - Agora a maioria. - ela apontava para os estômagos dela e de Rem. - Está com fome. - Talvez a concordância deixasse Rim desconcertada, ou talvez curiosa em entender como a mente daquela criança funcionava visto que ela parecia madura demais para certas coisas e naturalmente infantil para outras.

Ainda assim aproximou-se de Rem para informar a jovem que deveria manter o joguete e deixar a pirralha achando que mandava, todavia antes que Rim conseguisse alcançar a testa de Rem ela pulava para trás gritando algo desconexo e ficando em uma estranha posição de guarda.

- Pelo bem da maioria… Você devia parar com isso. - A jovem ao dizer isso já estaria dando um passo atrás para fugir caso Rim tentasse agarrá-la para lamber.

Rem voltava a avançar, agora com um sorriso ajoelhando-se em frente a pequena.

- Não, Não, Não. Sem essa… - disse a garota se recolhendo. - Não gosto de pessoas se ajoelhando pra mim. - a garota havia recuado dois passos com desagrado estampado na face. - Quero companheiros. - completaria determinada olhando Rem nos olhos. - Não cavaleiros. E você seria uma amazona. - concluiria corrigindo Rem. - Eu sou Anira Lu..Lusac, bem vinda ao grupo. - terminou sorrindo.

>><<

A loja era uma construção de madeira larga pintada em um marrom bastante escuro. Na frente havia uma placa com a inscrição "Penhores Rosa Prateada", a tal como o nome sugere havia um símbolo de uma rosa de prata acima do texto.

A porta encontrava-se aberta, o que poderia ser tido como um pouco estranho dado a situação atual da ilha, mas explicável já que no percurso até ali o numero de marinheiros na rua havia aumentado consideravelmente e não só eles, pois haviam passado também por um numero considerável de guardas trajando azul escuro e um keep de topo redondo.

Tal situação tornava no mínimo admirável que ela não houvesse sido pega. - Essa é a loja que ouvi em uma das histórias, mas deve haver outras que talvez participem dos golpes. - Jonson havia dito conforme tinham se aproximado.

- Olá, no que posso servi-lá senhorita? - respondia o vendedor no interior. - Deseja comprar alguma joia? Temos muitas e belas peças aqui, de alta qualidade que tenho certeza que ficariam muito bem em você.

Jonson entrou logo depois, o que fez o semblante do homem carregar um pouco. - Vivian? - Jonson estava bem perto do balcão, o qual na verdade cobria todo o fundo da loja. - Talvez… Muitas mulheres vem à loja. - Nesse momento Ur puxava o cartas de suas vestes mostrando ao comerciante. - A sim… Percebo. Não. Não conheço essa Vivian. - respondia o homem com os olhos fixos no cartaz.

Ele tinha um corpo magro, mas era um pouco mais alto que Jonson. Possui um bigode grosso e negro acima da boca sobreposto por um nariz fino e olhos pequenos. Seu cabelo era igualmente preto e a pele levemente acobreada dando ao vendedor uns aspecto saudável.

Sem sucesso a jovem decidiu que era hora de ser um pouco mais enérgica, mas mesmo após elevar o tom de voz o comerciante nem mesmo se mexeu. Jonson por outro lado encarou-a com um olhar levemente perturbado.

Ur estaria então com uma bengala com algumas jóias incrustadas próximo ao punho apontando-a para o vendedor. - Menos garota. - disse Jonson com certa urgência.

- Algum problema Charlos? - A voz veio detrás de Ur, mais especificamente da porta onde dois homens vestidos de azul escuro estavam parados encarando Ur. - Apenas uma pirralha exaltada como você pode ver. Poderiam tirar ela da minha loja? - Ei, ei, não vai ser necessário. Ela só tá um pouco exaltada. Estamos tentando descobrir algo sobre uma procurada chamada Vivian, ouvi dizer que ela fez alguns negocios aqui.

- Aqui? - o guarda perguntou fechando o cenho. - Você tá dizendo que uma procurada fechou negócios aqui? Quer dizer que decerto eu que não faço o meu trabalho? - Não, não é claro que eu não quis dizer isso. - Jonson erguia as mãos tentando se justificar.

- É… Espero que não. Então deem o fora e se eu pegar vocês perturbando de novo a boa gente de Las Camp vou levá-los preso. - Bem.. Vamos? - Jonson perguntou com certa insegurança, não tendo certeza de como Ur reagiria aquilo.




Conversavam enquanto caminhavam, até que Rim decidiu que a garota caminhava devagar demais. - Ok, me carregue subordinada. - Diria com o tom mais metido que Rim já havia ouvido. - Como que eu vou saber pra onde ir? Eu não sou daqui. - completou emburrada. [color=#ffd700] - Achei que você sabia onde comer, tava toda metida indo pra cima e pra baixo.

- Hehehe. Ele é bem forte. É mais alto, loiro e tem um sorriso brilhante. Ele me contou um monte de histórias das aventuras dele, mas que já tava cansado de se aventurar por aí sozinho e que precisava de uma companheira corajosa pra acompanhar ele nas viagens, porque viajar em grupo é muito mais legal. - ela ia contando enquanto carregada como uma saca, em um ponto a frente da rua podiam enxergar o que parecia ser uma padaria.

Lá descobriram salgados, doces, mas que também serviam uma iguaria conhecida por sopa no pão a qual parecia ser a especialidade da casa. Poderiam comer sanduíches, pães doces, tortas, haviam frutas frescas e doces de frutas, sopas existiam em alguma variedade, de legumes, com carne ou mesmo de frutos do mar.

Haviam algumas pessoas no interior comendo, mas o grupo não teve dificuldade em encontrar uma mesa os três. No entanto ao entrarem logo atraíram olhares de desagrado e poderiam perceber as pessoas se virando para cochichar em suas mesas.

Ninguem os atendeu na mesa, mas haviam cardápios dispostos em cada uma. - Não me chama assim. - disse a jovem emburrada ao ser novamente chamada de Milady. - É Anira. - Debruçava-se sobre a mesa encarando Rem nos olhos. - Agora repete. A-N-I-R-A.

- To com fome… hnn. Faz dez dias que não como. - a face dela enrusbeceu, indicando que obviamente exagerada. - EIII. PARA DE ME CHUTAR. - esbravejou devolvendo os pontapés por baixo da mesa, mas como suas pernas eram curtas ela não conseguia alcançar Rim, ainda que sua cara de esforço com a língua saindo pelo canto da boca fosse impagável.

- Pelúcias? - perguntou confusa abandonando seu ataque de chutes. - Como assim pelucias?

Enquanto Rim precisava explicar o quão terríveis os pelúcias eram Rem conseguia chamar por comida. O pedido generoso dele para trazer todos os pratos aliviou imediatamente a cara de zango da atendente que não parecia nada feliz em ter que atender uma tritã.

- Hnnn, certo. Então os pelucias são maus. Certo. - ela erguia a mão para o alto. - Vamos acabar com todos os pelucias. - diria empolgada e para a surpresa de Rim suas palavras eram verdadeiras sem nenhum pingo de sarcasmo.

- Cruzada? Vocês são religiosas? - Anira olhava com os olhos semicerrados na direção de Rem.


Durante a refeição e após Rem contar o que pretendia a jovem diria olhando para Rim. - Minha família não é ruim.. - ela estava um pouco confusa com o comentário anterior de Rim, embora o comentário atual dela pudesse acabar fazendo o mesmo pela tritã.






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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptySab 03 Ago 2019, 12:37


Jonson de Santo Cristo





- Claro, mas quem acreditaria que uma mulher como eu foi deixada no altar? - Arqueando uma das sobrancelhas, direcionando um olhar de deboche enquanto encarando Jonson já esperando uma bajulação como das outras que esteve fazendo ao longo de toda a manhã - Eu sei eu sei, um pacotão e tanto - diria reafirmando só o que nós dois já sabíamos, meu corpo com curvas sublimes e blá blá blá - O que aconteceu pra você estar tão serelepe hoje heim?! Foi aquela bebida? - Perguntá-lo-ia dando alguns cascudos na cabeça dele querendo ver se estava oca ou coisa parecida, a menos que a memória estivesse boa o suficiente para nos guiar até a lojinha de penhores, não teria problema que ele estivesse um pouco alterado.

Guiando o caminho até lá, não pude deixar de ficar inquieta sobre como a coisa poderia se desenrolar a partir do momento que entrássemos na boutique - Rosa Prateada, fala sério, que nome brega! - Que tipo de pessoa em sã consciência compraria um anel de noivado em uma loja como essa? Se a intenção era de me remeter a um ambiente calmo onde bons laços de formam, aquela decoração amarronzada só tornava-o a algo trépido - Em pensar que as pessoas gastam uma fortuna comprando pedras e coisas brilhantes nesses lugares… De onde eu venho, quando um homem deseja se casar com uma mulher não tem nada dessas cerimônias porosas, eles têm que travar uma batalha com espadas ou porretes. Se a mulher perder, ela humildemente aceita se casar com o vencedor, mas se ela ganhar… Corta o pau do cara fora como um troféu! -

Não estava falando sério, mas me esforcei para parecer estar, mas seria difícil segurar o riso se ele estivesse me encarando com certo pavor - Tehehehahaha! Tô zoando mané! - Daria um soco no braço dele querendo cortar aquele clima tenso - Vamos! -



Mesmo tendo explicado os planos de “tortura”, Jonson conseguia dar pra trás no momento crítico - Menos o caralho! Deixa de ser cuzão! - Estava perdendo a paciência com aquele cara, estava estampado naquela cara de bunda que ele sabia de alguma coisa, só não queria falar, mas talvez eu estivesse mesmo me deixando levar pelas emoções e interpretação, aos poucos eu ia abraçando aquele sentimento de descontrole e a adrenalina.

- Tá com o cu na mão Jonson?! - Bradei em desaprovação com aquela atitude pacifista, fala sério, baixando a cabeça pra esses charlatões tão fácil? - Se estivessem mesmo o fazendo “DECERTO” caçadores como nós não precisaríamos fazer o trabalho de vocês e capturar essa escória! - Com toda aquela tensão, o autocontrole não era lá um dos meus pontos mais fortes, isso somado ao medo do meu parceiro, as mentiras do lojista e agora a ameaça sem fundamentos desses “guardas”, eu estava a ponto de explodir - Não vamos a lugar nenhum até ele nos dizer sobre a Vivian! -

Eu tinha uma bengala de jóias, nenhuma perícia em combate com ela e de quebra um parceiro bundão, perfeita combinação para dar uma merda das grandes, esperando já um ataque, tentaria defendê-lo usando a bengala de encontro ao choque, não me arriscaria a fazer um movimento brusco para contra-atacar, já que não queria passar a vergonha de errar feio, eu só precisava ganhar tempo, não é assim que acontece nos filmes? Milagrosamente um arco viria do céu - Jonson, fica de olho no Vendedor, se não vai lutar, ao menos garanta que ele não vai nos golpear pelas costas, Jonson?! VAI JONSON! - Tentando manter os dois a uma distância razoável, a evitar os possíveis golpes, ganhar tempo era a melhor coisa que eu podia fazer até pensar em uma estratégia para fugir dali ou derrubar os dois.





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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyDom 04 Ago 2019, 21:20

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Anira certamente era uma menina de ouro, rica em detalhes e valiosa em conteúdo mas ainda assim repleta de mistérios ocultos cravados em sua história, algo que sem dúvidas me deixará confusa e sem o devido sustento para entender a situação de maneira casual. Provavelmente eu deva ter mal compreendido algum ponto e seu caso é distinto dos padrões normais, uma garota que fugira de casa não por ter uma vida ruim mas sim por procurar algo que iria além do permitido em sua felicidade atual, ou na variada das hipóteses ela pode estar mentindo para a gente de alguma maneira querendo tomar proveito da situação.

Isso me deixa um pouco desconfortável mas não o suficiente para me fazer surtar, mesmo que esteja sendo enganada se provar se verdade só precisarei espancar outra tampinha em um beco aleatorio, nada fora de rotina mas já que a garota parece ter certo interesse em exterminar pelúcias ela não deve ser de toda má e sim uma sabia de conhecimento culto:

-Estou perplexa se eles eram tão bons assim não vejo motivos em dar asas aos pés e sair assim Hehehe, que tal compartilhamos um pouco história de nossas aventuras para aprofundarmos nossa intimidade. Comentaria empolgada por uma desculpa de duplo sentido que seria o suficiente para adquirir maiores observações sobre a piralha assim como falar sobre as destestaveis aberrações desse mundo.

Caso ela se mostre um pouco apreensiva com a ideia como alternativa depositária meus pés ao seu colo com todo um ar de mordomia debochando de sua reação conforme responderia com sarcasmo na ponta da língua:

-Se palavras são fora do seu dicionário pode a vontade retratar com ações,eu não tenho uma massagem a tempos,afinal a Rem aqui decidiu sair de casa cedo hoje. Não é mesmo melzinho? Atentaria me a minha amada colega mandando um beijinho com a mão esquerda em sua direção através do ar e piscando sedutoramente com o olho direito para cativa-la com meu charme de peixe.

Pelo contrário se ela se mostrasse interessada em dialogar, cruzaria os dedos da mão fazendo articulações de ansiosidade, estalando os dedos de fascínio e colocando a saliva para funcionar lambendo o rosto de Anira como se estivesse virando uma página de um livro e repetiria a ação a cada diálogo que proporcionasse:

-Não me lembro nada do meu passado antes de chegar a ilha, pode se dizer que tinha memória de sardinha, você ficaria surpreso o quão esquecidos eles podem ser.Me encontraram a beira mar naufragando com sérios ferimentos ao corpo.Meu captores eram pelucias,elas zanzavam pelos meus olhos, rindo e debochando com suas plumagens de algodão ao corpo, uma fofura de organismo que tão pouco durará em seu interior e fora surrada para fora pela minha salvação.

Levantaria da mesa com entusiasmo e pegaria Anira como uma criança jogando ela pra cima e pra baixo de profunda animação e conforto ao falar sobre um dos meus motivos de admiração:

-Ela é uma marinheira feroz que lutou de maneira violenta com aquelas pestes soltas, acertando seus familiares e estourando seus couros em uma chuva de confetes brancos ao céus, foi uma cena maravilhosa e repleta de ação.Gostaria de ser uma marinheira como ela, no entanto tritões não são vistos com bons olhares pela sociedade, sendo assim pretendo fazer justiça no mundo com minha própria jurisdição e sentindo do que seja certo ou errado.

Esperaria para que a garota contasse um pouco sobre ela e então devolveria a para seu assento conforme daria umas leves mordiscadas em meu prato e refrescando a garganta com o líquido disposto, se houvesse algo que gostasse demais como alimentos crocantes faria menção de maneira artimanha furta lhes de minhas companheiras e desferi-las goela a baixo lambendo as a boca se ficassem indignadas:

-Se e o sabor que deseja eu posso lamber um pouco além para lhe compartilhar hehehehehe.Bem continuando desde então eu me aventurei a aprender as artes da navegação com profissionais do ramo e a lutar bravamente com o mestre coxinha o melhor que temos nessa ilha.E quando tudo parecia monótono e repetitivo eu conheci esse anjo da minha vida.

Abraçaria Rem afundando sua cabeça aos meus seios de maneira forte e sem frescura dando lhes uns cascudos com a mão livre para bagunça seu cabelo:

-Grande garota,estava completamente a deriva Hehehe,e então eu cheguei lá gloriosamente após enfrentar uma gangue de pelúcias que aterrorizavam a cidade e fisquei a para mim como meu troféu ao dia.Jamais me esquecerei da visão que tive a primeira vez dessa sereia em meio às tempestades caóticas.

Daria um beteleco na testa de Anira e com a bengala colocaria a atrás do pescoço segurando a firmemente com ambas as mãos fazendo pose com o objeto olhando atentamente para cima:

-É essa e uma versão resumida até então, com certeza bem melhor do que a sua o que me faz mas apta a ser a responsável pelo comando você não acha? Diria atazanando sabendo que ela provavelmente tiltaria com minha pegadinha verbal, mostraria a língua para ela como se fosse uma intimidação do meu gesto casual e então gargalharia profundamente sem lamento ou restrição:

-Aiai, essa refeição está deliciosa coma bastante garota se continuar pequena desse jeito só irá nos atrasar.Aliás Rem, o que pretende fazer quando sairmos daqui?Deixaria a pergunta no ar sabendo que a resposta se faria necessária para mim continuar.
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MensagemAssunto: Re: Revolução dos Bichos   Revolução dos Bichos - Página 2 EmptyQui 08 Ago 2019, 02:12


Macio e fofinho

Poucos minutos com Anira e me impressionei com a garota, era um contraste muito grande sair do abraço de Niko, uma menina doce e muito amável, direto para ouvir as ordens de outra criança, já mais exigente e espertalhona. Que de dócil não parecia ter muita coisa, sua personalidade realmente parece combinar com a de Rim. Apesar da brincadeira de dominância, ela recusava minha jura, o que me intriga de certa forma. Seria ela contra os costumes mais nobres? Difícil dizer.

- Você é divertida Anira. - Comentei já me levantando. - Não sei o que é isso de amazona mas tudo bem, vou ser só sua amiga então. - Sorri contente enquanto seguíamos viagem. Era estranho ver Rim sendo abusada como escrava, normalmente estou acostumada em ver o contrário. Isso me deixava um pouco desconcertada, e tornava difícil levar tudo aquilo a sério, mas a garota dizia algumas coisas pertinentes. Parecia, ao fim de tudo, ter um bom coração. - Sim você tem razão, viajar em grupo parece muito mais divertido. - Estava feliz por finalmente encontrar alguém tão contente quanto eu naquela manhã incomum.

Entrando no lugar, era uma padaria agradável. Ara, eu já não ligo mais pra esses olhares assim, já entendi qual é a dessa ilha, as pessoas são tristes, saquei. Mas por mais que tenham motivo, credo, essa negatividade toda só vai atrair mais desgraça.

- Rehahah. Calma calma, não precisa ficar nervosa só por isso. - Respondi Milady com um divertimento no rosto, relaxada em minha cadeira com as compras ao lado e brincando com meu rabo de cavalo feito pela fita. - É um título muito respeitável sabia? Poucas realmente o merecem. A-n-i-r-a. - Terminava com um sorriso brincalhão.

- Não brinca! Dez dias? Céus, agora sei porque Rim estava te carregando, se eu fico quatro horas sem comer já não me aguento de pé. - Chamava a garçonete quase que em desespero, a criança já tá desfalecendo aqui. De qualquer forma enquanto esperávamos senti uma pontada de interesse pelas duas. Oh-ho, é uma pena que Ur não esteja aqui, ela adora me ouvir falar.

- Não, não tenho nenhuma religião, por que? - Respondi ao questionamento de Anira, continuando com a palavra “Cruzada” como motivo. - Hmmm, eu realmente não sei, são palavras comuns dentro da minha família, mas não me lembro de ser filiada a nenhum clero... - Parava para pensar um pouco, mas de fato nada relacionado me vem à mente.

- Enfim, continuando! - Batia na mesa como forma de recuperar a atenção assim como minha consciência em devaneio. - Assim que acordei essa manhã e percebi que meus ossos já tinham se curado eu não consegui ficar parada sabe? Minha ambição é grande demais pra estagnar, tenho que me manter em movimento. Então conversei com Ur durante o café e depois de pedir um pouquinho ela concordou em me ajudar a terminar o que eu comecei assim que cheguei nessa ilha. Vamos purificar esse lugar e trazer um pouco de paz de novo. Por isso é uma cruzada. - Olhando para Anira já um tanto orgulhosa, faria uma pausa de notação.

- Então nos dividimos, enquanto eu saí correndo pra conseguir equipamentos. - Apontei para o arco e flecha. - Ur é responsável por juntar as informações pra gente definir nosso primeiro alvo. Mas andando pela cidade de manhã eu percebi que a situação é pior do que eu imaginava, Rim. - Olhava meio distante neste momento, lembrando da situação das pessoas, o mau humor do velho paneleiro e principalmente o estado de Niko e sua avó. Uma chama ardia dentro de mim nesse momento.

- Piratas. - Puxava um certo desprezo na voz. - Criaturas vis, tão malditos quanto as pelúcias que lhe fizeram aquelas coisas horríveis. Eles estão roubando todo o suprimento da ilha, pessoas estão indo ao mar e não retornam mais, fazem da vida dos cidadãos um inferno. - Aos poucos meu humor ia normalizando, já olhando para as duas com um certo carinho. - Bom, o plano era me juntar com a Ur de novo e falar minha decisão de expulsar os piratas, mas ela meio que sumiu, e aí eu encontrei vocês duas, hehe. - Coçava a nuca meio embaraçada. - E essa foi basicamente a minha manhã.

Algo chamava minha atenção no comentário de Anira, uma coisa tão importante que eu havia deixado escapar mas logo me policiava, batendo o copo na mesa como disciplina repreendia a tritã.

- Rim! Nunca mais fale mal da família de alguém na minha frente, não importa se ela fugiu ou não, isso não dá a ninguém o direito! - Falava isso de forma mais emocional por mim mesmo do que pela própria garota, de certa forma nossa situação parece ser muito similar, e isso meio que despertou algum gatilho em mim. Logo percebendo minha atitude, tornaria a feição alegre. - Me desculpe, acho que me excedi um pouco. - Fitava a mesa meio envergonhada.

No mais aproveitava o cardápio completo da padaria enquanto prestava atenção na duas comigo, parecem estar em alguma disputa de liderança ou algo do tipo. Apesar de triste, tinha algo na história de Rim me dava a sensação de casa, a forma como ela falava da tal marinheira me traz algo muito familiar. Primeiramente comeria os pratos mais próximos de mim, para depois sorrateiramente, mas com a delicadeza de elefante, surrupiar os que estivessem mais próximos de Rim. Não reagiria aos assédios e brincadeiras de minha amiga, contanto que ela não tentasse me lamber eu estava entregue em seus braços.

“Na verdade eles são bem confortáveis.”

Pensava um pouco enquanto tentava me acomodar em seu busto como se fossem almofadas.

- Meu próximo passo? Bom, boa pergunta. Eu queria me encontrar com a Ur mas acho que ela não aguentou esperar, já deve estar no rastro dos piratas então eu devo achar ela no meio do caminho. Até onde eu sei a Marinha não tem efetivo pra proteger tudo e as empresas de carga não podem contratar guardas. Então meu plano era ir até o porto falar com algumas dessas empresas, pedir informações ou quem sabe oferecer proteção em troca de um encontro com os saqueadores. Vocês querem vir comigo? Vai ser divertido. - Falava já imaginando toda a movimentação e variedade de um porto mercante, divagando sobre como seria embarcar em um navio e protegê-lo de piratas, livrar a ilha desse mal e ser reconhecida por isso.

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