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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Little Piece Of Heaven

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MensagemAssunto: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQui 18 Jul 2019, 17:13

Relembrando a primeira mensagem :

A Little Piece Of Heaven

Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Akira Suzuki. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQua 18 Set 2019, 14:34

Hell Bells - Parte II

O tempo parecia parado enquanto via a comitiva de Yohan de aproximar. Cara metro a menos o distanciando de nós fazia meu coração bater mais rápido, quase como uma orquestra performando a sinfonia de minha ansiedade, enquanto uma gota de suor fria escorria da minha testa. A inquietação era grande, e logo me pegava pensando do que aquilo poderia ser - "Geraldine havia falado sobre provisão, mas por qual motivo isso poderia acontecer? Eu cheguei na ilha ontem a noite, não fiz nada de errado, muito menos algo para justificar algo assim" - Sem me mover, olhava de canto de olho para Formantis - "Será que ele teria alguma relação nisso? Se ele fosse o culpado, poderia se interessar em fazer alguém se bode expiatório, mas..." - Com um movimento rápido e sutil, balançava a cabeça, com a frustração se misturando à ansiedade - "Não, se fosse assim ele não teria aceitado minha minha ajuda, ao menos eu acredito que não. Se expor tanto propositalmente mesmo sendo o culpado seria burrice, eu devo estar pensando demais denovo. Alem do mais, o proprio estava bem supreso com a vinda de Yohan, e ainda mais quanto a me procurar" - Deixava mais uma vez os pensamentos me escaparem, assim como havia feito tantas vezes antes nesse mesmo dia.

Foi só quando o prefeito finalmente se aproximou que eu consegui me acalmar. Eu esperava que ele chegasse nos abordando, vindo direto se dirigir a mim, mas a realidade foi bem diferente do que Geraldine havia vindo desesperadamente alertar - Perdão por não me apresentar. Sou Akira, um caçador se recompensas de passagem pela ilha. Cheguei ontem pela noite, então não tivemos muitas chances de nos encontramos, mas eu o vi hoje pela manhã nas ruas da cidade - Dizia, retirando o chapéu, pondo em frente ao peito e me curvando rapidamente, em uma rápida reverência, assim como o que os outros haviam feito. Me incomodava ele ter reparado tanto em mim a ponto de lembrar de meu rosto em meio àquela multidão, mas eu havia problemas maiores para me preocupar naquele momento. Logo botava o chapéu de volta na cabeça, me sentia mais confortável com ele, e me punha a olhar em volta. Ainda havia algo me incomodando mesmo após a introdução mais tranquila do que esperava de Yohan, e dessa vez tinha quase certeza que o problema não era ele.

Por mais que quisesse perguntar sobre o suposto representante do prefeito que havia vindo à vila, algo me dizia que não era uma boa hora, meus instintos pareciam querer me indicar outro detalhe. Uma coisa que havia chamado minha atenção, porém, era o quão amigavelmente ambos os prefeitos estavam conversando, a ponto de passarem a impressão de serem velhos conhecidos; na verdade Yohan até mesmo havia dito der amigo do antigo prefeito, e que havia vindo para o funeral. Por tudo o que a população da vila havia falado, eu imaginava um Yohan bem diferente, e até mesmo uma relação bem diferente da população com ele, mas eu sabia muito bem que aquilo podia ser coisa de Formantis - Tudo bem, eu acho. Até mais tarde - Dizia ao ser dispensado pelo mesmo. Não podia deixar de estranhar o quão amigáveis estavam sendo, até mesmo saindo juntos, e deixar de desconfiar de um trabalho em equipe, por mais estranho que soasse, àquela altura era impossibel - "Bom, não adianta ficar aqui parado. Se eles supostamente vão resolver coisas do funeral, segui-los está fora de cogitação, ainda mais após ser dispensado" - E estava prestes a me virar e sair por conta própria quando um brandar me impediu. Infelizmemte meus instintos estavam certos.

- O que?!? - Gritava de surpresa ao ver os civis rodeando Yohan. Eu sabia que a maioria ali jurava de pés juntos que a morte do prefeito havia sido obra dele, mas eu não esperava que fossem chegar ao ponto de tentar mata-lo por conta própria - "Urgh, justo em uma hora dessas!" - Reclamava sozinho, vendo a multidão aumentar cada vez mais, todos com "armas" em mãos. Naquele momento o desespero de Geraldine começava a fazer sentido, aquilo que ela havia falado era uma mentira para tentar nos afastar dali, para que Yohan estivesse sozinho na hora da emboscada - Geraldine. Você sabia disso? - Minha voz era dura. Não exaltada, não alta, mas impaciente e impassível - Não importa o quanto queiram Yohan morto, vocês estão o atacando apenas por suspeitas - Começava a falar, ameaçando pegar o Katar, mas logo desistindo e estalando meus dedos - Além do mais, tem noção do que acontecerá se matarem o prefeito legítimo da ilha?! Mesmo que consigam por algum milagre passar por dois sargentos, militares, sendo meros civis com bugigangas, haverá retaliação. Vocês acham que estão fazendo justiça, que estão se impondo diante do sistema, mas estão apenas cavando sua própria cova desse jeito - E, me virando novamente para frente, tentando decidir o que fazer naquele caos.

Eu sabia que a marinha possuia gente forte, mesmo que não fosse muito com a cara da instituição. Mesmo com todos os meus treinos, eu duvidava que conseguisse derrotar um sargento no mano a mano, e por isso tinha plena noção de que pra meros civis abrirem caminho seria bem difícil. O problema era que não só eram muitos civis enfurecidos, como havia boas chances de os marinheiros não poderem retaliar por risco de matar civis. Eu sabia que eles não matarem ninguém era uma coisa boa, mas tinha pela noção de que nesse caso eles não teriam condições de aguentar muito tempo contra tanta gente, por mais que houvesse uma clara diferença de nível. Eu não podia deixar que Yohan acabasse morto nas mãos daquelas pessoas, fosse ele o responsavel ou não; aquela era a hora de agir, só precisava saber como. Na verdade, infelizmente não havia muito o que pensar, não aquela altura, só restava tentar forçar o caminho para a carroça de Yohan conseguir sair dali. Rapidamente me botaria em movimento, correndo, tentando dar a volta na multidão. Se a carroça estivesse desobstruida ele com certeza sairia em disparada, mas se isso não ocorrece seria óbvio que algo ou alguém estaria bloqueando a passagem. Seria para la que eu tentaria me dirigir, por fora do cerco para evitar ser parado por algum dos civis.

Conseguindo dar a volta, tentaria trombar com as pessoas que estivessem ameaçando avançar pela frente da carroça, bloqueando o caminho dos cavalos, pondo toda a força que eu conseguia por. Eu sabia que aquele corpo feminino não tinha tanta massa muscular quanto teria se eu ainda fosse um garoto, mas todos os treinos que eu fiz antes de sair da minha ilha natal me davam confiança em minha força, ainda mais se somada com a força cinética de corrida. Caso não conseguisse empurrar todos, eu logo daria um salto para trás e me botaria em posição de ataque, desarmado, preparado para tirar a força todos os que eu não houvesse empurrado. Com punhos erguidos, tentaria manter a atenção a toda a minha volta, preparado para desviar de qualquer ataque desferido contra mim com um passo lateral ou simplesmente me abaixando; sempre que me esquivasse, tentaria contra-atacar com um soco, cotovelada ou joelhada na perna ou braco do alvo mais vulnerável a mim, com o intuito de o fazer derrubar a "arma" ou que caísse, quando então empurraria com força para fora do caminho. Caso nenhum ataque viesse, eu iria à iniciativa é tentaria ir até as pessoas no caminho e, mirando nos seus pontos de equilíbrio, empurraria eles com um braço e girando a cintura para imprimir a força do meu corpo inteiro, para que assim conseguisse projetar as pessoas de forma mais rápida e menos cansativa. Caso eu conseguisse abrir caminho para os cavalos e esses conseguissem sair, assim que percebesse isso eu rapidamente me agaixaria e daria um salto para conseguir agarrar a carroça e conseguir pegar "carona" nela, pra não ser deixado para trás. Caso não desse certo e eu percebesse que não seria possível desobstruir o caminho, tentaria saltar para fora do cerco por onde houvessem menos pessoas, para então me afastar conseguir ter uma outra visão da situação, torcendo pra não ser tarde demais ainda.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQui 19 Set 2019, 23:06


Narração



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A população enfurecida avançava contra a carroça. Akira mal teve tempo de processar todas as informações que haviam surgido. A situação parecia escalar para o pior, sem previsão de ser controlada — Bem... eu... não tinha opções! O que posso fazer?! - Geraldine respondia à pergunta da caçadora, jogando palavras soltas. Parecia muito nervosa, como se, na verdade, não quisesse que as coisas acontecessem daquela maneira — O que fazer, Akira?! O que fazer?! Não há volta! - a voz decai para uma tonalidade chorosa, enquanto a garota entrava em um estado absorto, em suas próprias lamúrias.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Era evidente que os caminhos estavam obstruídos, não à toa os dois sargentos já até haviam descido de seus cavalos, montando uma formação defensiva ao redor do veículo — Para trás! Para trás! Se afastem do prefeito! Vocês estão cometendo um crime! A marinha não deixará isso impune! - o Sargento Hato vociferava; todavia, a sua voz era engolida pelo coro da multidão — ASSASSINO! ASSASSINO! ASSASSINO! - continuavam a gritar, furiosos. Até Formantis refugiava-se dentro da formação, aproximando-se do genuíno prefeito. Enquanto isso, Akira decidia por não esperar e tentar tomar as rédeas da situação.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]As estradas estavam bloqueadas; no entanto, as cercas não. Foi por elas que Akira pulou e buscou flanquear o cerco que se formava. A caçadora tentava desobstruir a passagem, pela qual marchava um grupo de aproximadamente trinta pessoas. O esforço era em vão. Havia conseguido causar algum reboliço e gerar desconforto, chegando até mesmo a derrubar alguns aldeões desavisados. Apesar disso, o foco não era ela e eles sumariamente a ignoravam. Estava pronta para entrar em combate, mas os trabalhadores não. Só queriam a sua justiça e nada mais; enquanto o grupo passava, Suzuki levava escorões de um lado e de outro, parecendo perdida quanto à situação. Porém, em meio àquilo, notou uma figura que, apesar de trajada da mesma forma que os demais, não gritava e nem estava com os nervos à flor da pele. Pelo contrário, parecia muito focado na carroça, olhando-a intensamente, com seu braço enfiado no bolso largo de suas calças.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus esforços, todavia, não cessavam e mais pessoas iam ao chão; apesar de que imediatamente se levantavam, o desequilíbrio foi notado pelos sargentos, que logo tomavam uma decisão — POR ALI, SIGAM O GAROTO! - o marinheiro batia nos cavalos, fazendo-os avançar contra o grupo. Apesar de não ter conseguido abrir caminho de imediato, Akira havia ganho uma pequena vantagem posicional - ou, pelo menos, mitigado as desvantagens. Outrora, no meio da encruzilhada, estavam suscetíveis às ofensivas pelos quatro lados. Agora, entretanto, os quatro soldados conseguiam avançar em frente, enquanto os demais aldeões chegavam — ABRAM CAMINHO! ABRAM CAMINHO! RÁPIDO! RÁPIDO! - o outro sargento dava as ordens, pegando sua espingarda e atirando em direção ao chão, em sinal de ameaça. Os civis se agitavam, começando a romper a harmonia do momento inicial. O Sargento Hato investia contra os civis com sua espada, amparando ataques e dando escorões nos trabalhadores, a fim de que saíssem do caminho. Aos poucos iam conquistando seu espaço, junto ao auxílio dos soldados.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Logo os demais grupos se aproximavam e um dos sargentos e um soldado tentavam segurar a população enraivecida, concomitantemente os outros buscavam forçar a passagem. Naquele momento de debilidade, o estranho homem fazia o seu primeiro movimento, passando sorrateiramente entre os estreitos espaços. Akira vislumbrava cena sim, cena não, perdendo a figura de vista e logo após encontrando-a novamente, para tão só perdê-la mais uma vez. O tempo passava e a situação se deteriorava. O que faria a caçadora?


Off

Eu admito que não pra lá das melhores opções, mas ainda sim toda ação tem seus desdobramentos. Deu para retardar a situação e ganhar um tempo! Eclodiria ao ponto sem retorno no próximo post, mas agora você tem um turno a mais.

AO AVALIADOR: considerar qualquer menção, em diálogo, à Akira no feminino como no masculino. Não há e nem haverá abordagem ao gênero da personagem, como plot, até expressamente dito, qualquer coisa do tipo é erro meu, não devendo o jogador considerar que descobriram o segredo da personagem - como devidamente avisado a ele via Discord.


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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQua 25 Set 2019, 12:52

Hell Bells - Parte III

O caos havia se instalado na Vila dos Trabalhadores, crescido de uma forma que eu jamais poderia imaginar que poderia. Mesmo que eu tivesse certa ideia do clamor por justiça que permeava os íntimos daquela comunidade, eu ainda não conseguia ver motivo racional algum que pudesse justificar aquele tipo de ação, especialmente naquele contexto. Aquilo era um assalto sentimentalista ao qual eles certamente se arrependeram depois, eu simplesmente não conseguia ficar parado vendo aquele erro monstruoso se desenrolar - "Droga, se eu soubesse que algo assim ia acontecer, eu teria pensado duas vezes antes de vir me envolver nesse problema...!" - Eu pensava, mas, sinceramente, eu não podia enganar a mim mesmo. Eu sabia bem que viria aqui de qualquer forma se ficasse sabendo o que havia acontecido, e negligenciar esse tipo de coisa iria me deixar mal. No final, sabia que só havia uma escolha naquele pandemônio, eu precisava tentar apartar a situação e levar o prefeito para fora em segurança sem ferir os trabalhadores; sabia que era uma tarefa dificílima, mas eu não tinha tempo pra ficar ponderando sobre essas coisas.

Enquanto via a carroça do prefeito finalmente em movimento, um pequeno alívio percorreu meu corpo; mesmo que fosse só o início, aquele era um primeiro passo para um escape daquela situação. Bom, não que eu tenha merecido muito mérito por aquilo, mas ao menos os marinheiros conseguiram ver a saída por minha causa. Quando eu havia ido tentar desestabilizar os civis, eu definitivamente não esperava que houvesse tantos, e no final meus esforços foram tão produtivos quanto tentar jogar um fósforo acesso na água pra tentar a evaporar. Não importava quantos eu derrubasse e tirasse do caminho, outros dez passavam como se nada houvesse acontecido, quase me pisoteado naquela marcha raivosa que os contaminava e cegava. A minha sorte foi que os poucos que derrubei conseguiram ao menos atrasar o andamento do grupo, o que foi o suficiente pra chamar a atenção dos marinheiros - "Será que vai dar certo mesmo? Nossa" - Pensava enquanto via a carroça avançar e os marinheiros espantaram os civis da frente.

Mas, claro, nem tudo era rosas, e havia um problema que não conseguia me deixar quieto ainda. Olhando em volta com receio mais uma vez crescendo, logo me vi buscando por aquela figura calma que havia visto antes. Em meio a tantas pessoas agitadas e violentas, alguém calmo era como uma agulha em um palheiro, ou melhor, uma palha em um agulheiro. Ele ao mesmo tempo de destacava pela atuação destoante como também se ocultava, perdido em meio ao mar de urros e armas. Encontra-lo não seria fácil, e mais uma vez eu me vi desejando que Tetsuya ainda estivesse comigo - "Droga, os sentidos dele seriam tão úteis agora, por que tinha que sumir?!" - Me irritava com aquela figura que nem ali estava. Infelizmente eu não podia ficar de raiva com aquilo, precisava dar meu jeito, e pra isso felizmente eu tinha uma ideia do que estava acontecendo. Aquele cara possivelmente estava com um plano em mente, não apenas avançando sem pensar como os outros, e eu não podia deixar ele chegar na carroça senão algo muito ruim podia acontecer. Minha mão quase que instintivamente se deslocou até o Katar na minha cintura, mas logo soltei o braço denovo - Sem armas. Preciso resolver isso sem ferir as pessoas - Susurrava para mim mesmo, para tentar ouvir a mim mesmo em meio aos gritos.

Tentar ficar procurando pelo rapaz calmo seria uma perda de tempo, eu sabia disso. Em meio aquele caos seria um milagre se eu o achasse novamente e ainda tivesse tempo de ir até ele. Não, eu precisava o interceptar no local que ele pretendia ir, precisava prever seus movimentos, e isso eu esperava que fosse fácil. A primeira coisa que vinha a minha mente era que ele poderia ir emboscar a carroça, e, como nada mais vinha a minha mente uma vez que não o conhecia bem, era pra lá que eu iria, com o objetivo de ficar entre a mesma e o ponto onde o vi pela última vez. Eu sabia que ele poderia ir fazer outra coisa, mas qualquer coisa fora isso seria impossível prever, então precisava torcer para que ele fosse direto até a carroça, para que eu pudesse o interromper. Caso eu chegesse lá e não o visse, me concentraria em tentar manter as pessoas afastadas do veículo, mas sempre alerta para caso o visse, preparado para me deslocar e sempre ficar entre ele e o prefeito, e em postura para o acertar com um chute no abdômen caso tentasse de aproximar, onde miraria no centro de equilíbrio dele para que ele fosse derrubado. Caso eu visse ele se aproximando da carroça enquanto eu mesmo chegava também, eu correria até ele com velocidade total e voaria contra ele com um chute no abdômen, possivelmente na lateral do corpo do mesmo. Em ambos os casos, conseguido o interceptar, levantaria a voz - Posso saber o que está fazendo? Porque boas intenções não parecem ser - Questionaria, tentando distinguir suas intenções e gravar seu rosto. Caso eu não tivesse tempo de o alcançar, procuraria alguma pedra de tamanho intermediário no chão para usar em um arremesso, jogando-a contra ele para tentar o atingir e parar seu movimento, afim de ter tempo de chegar até ele. Caso outra pessoa que não ele chegasse perigosamente perto da carroça a ponto de começar a subir ou algo parecido, também interceptaria: tentaria a puxar pelas roupas para longe, ou chutar para longe caso fosse necessário, ou jogar uma pedra caso estivesse longe.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQua 25 Set 2019, 21:37


Narração



[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A cada instante corrido a situação se agravava. Era uma relação de proporcionalidade; quanto mais se aproximavam da razão de suas angústias, mais os ressentimentos cresciam em seus corações. Batendo o olho, naquele momento de lucidez, Akira também percebia que não eram apenas gritos e armas, mas também lágrimas. Vozes de ira e sofrimento. A figura do homem que falecera era mais do que apenas um prefeito para eles; era um ente querido que havia deixado sua família.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No meio daquela pequena multidão, a caçadora resistia ao instinto de pegar suas armas. Estava certa; recorrer à violência poderia não resolver a situação e ainda agravar os desdobramentos resultantes daquela empreitada enérgica. Restava fazer o que estava ao seu alcance e, diante da suspeita que o homem de outrora havia levantado, considera a horrível possibilidade do que se traria, havia algo que Suzuki podia fazer - e estava debaixo de seu nariz. Abrindo caminho pela multidão, a qual não oferecia tanta resistência como poderia se supor, a caçadora finalmente chegava à linha de frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, antes que pudesse se posicionar entre a carroça e o lugar que acreditava ser a trajetória do suspeito, assim que saiu da multidão esbarrou severamente com alguém. Os dois foram jogados para o lado. Akira desequilibrou-se para a direita, enquanto o homem para a esquerda. Levantando os olhos, era exatamente o indivíduo o qual ela havia visto. Ele estava com as duas mãos no chão, com a direita a segurar uma adaga curta. Após, seus olhares encontraram-se e, naquele átimo segundo, o homem reconheceu que Suzuki havia descoberto o plano dele. Levantou-se apressadamente, olhou para a carroça; para Akira; para a multidão e correu em direção a esta última, ignorando a pergunta da caçadora. A adaga foi rapidamente para baixo das vestes, sem embainhá-la.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os marinheiros conseguiam segurar a população por um breve momento, usando de suas armas para criar um pequeno bloqueio - o qual evidentemente não duraria muito. O suspeito já estava empreendendo sua fuga, entrando no meio da multidão, enquanto os soldados resistiam bravamente — EM FRENTE! EM FRENTE! EMPURREM OS CIVIS PARA OS LADOS, ABRAM CAMINHO PARA OS CAVALOS! TODOS OS HOMENS, JUNTOS! - naquele momento, o outro Sargento ordenava, comando o qual foi repetido pelo Sargento Hato. Logo os homens fardados acataram as ordens, em uma compostura caótica, deixando o lado de trás e reforçando a linha frente. Concomitantemente, o primeiro sargento a proferir a ordem deixou os homens e entrou na cabine, com sua espada, responsabilizando-se por proteger os dois lados do veículo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A situação não melhorou muito, mas com um homem a mais reforçando o lado da frente, os cavalos conseguiam conquistar um pouco mais de espaço. Do lado da frente, próxima a Akira, Geraldine gritava para a multidão parar  — PAREM! PAREM! É TUDO UM GRANDE ENGANO! YOHAN NÃO MATOU O NOSSO PREFEITO! YOHAN NÃO MATOU O NOSSO PREFEITO! HÁ UM ASSASSINO ENTRE NÓS! FOI ELE! ELE! - a mulher chorava, pois a sua voz era completamente sufocada pelo barulho da multidão. Entretanto, o seu apelo havia chegado aos ouvidos de Akira. Ao mesmo tempo, o suspeito continuava sua fuga, adentrado na segunda linha de pessoas. Em resposta, agilmente a ninja atirou uma pedra, pega ao seu lado, na direção do fugitivo, acertando sua cabeça e fazendo-o desequilibrar-se. Uma pequena roda abria ao seu redor; a adaga encontrava-se no chão e o homem procurava se reerguer, retardado pelo leve atordoar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Os aldeões continuavam em busca de sua vingança e o tempo era extremamente curto. O que faria Akira?


Off

O seu próximo post será decisivo!


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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQui 26 Set 2019, 16:47

Hell Bells - Parte IV

Mesmo que eu quisesse ajudar logos os marinheiros a tirar o prefeito daquele lugar, eu não podia me apressar e correr o risco de perder o foco. Claro, encerrar aquele caos rapidamente seria bom, mas proteger Yohan de qualquer investida era ainda mais importante. Os marinheiros já estavam trabalhando pra tirar os civis da frente, então meu foco podia se cair sobre aquela estranha figura sem tantas preocupações - "Sem chances que eu vou deixar alguém chegar no prefeito" - Pensava, com um olhar digno de um predador enquanto olhava ao meu redor. Entre outros desdobramentos, a morte de Yohan também seria um problema gigantesco para que achassemos o verdadeiro culpado, tanto que não me surpreenderia se este fosse quem houvesse organizado aquele ataque. Assim, aquele rapaz calmo não podia fugir a minha mente, tanto como um potencial perigo maior a vida do prefeito quanto um suspeito graças a sua atitude singular - "Depois eu vou ter que ir atrás de informações sobre ele, não posso esquecer sei rosto."

Meu corpo avançava como um vulto azul em meio a multidão, tão concentrado em chegar até a carroça para interceptar um assassinato que, não nego, fiquei sem saber o que fazer quando finalmente vi o rapaz se afastar as presas. Eu esperava o interceptar, chegar de surpresa, e nem sequer passou pela minha cabeça que nos fôssemos trombar um com o outro, e não atoa ambos ficamos um instante sem saber o que fazer após a desestabilização do impacto. A adaga que ele havia deixado cair era a confirmação de suas intenções, de assassinar Yohan e talvez até todos que estivessem na carroça, o que me deixava um tanto mais confortável em desconfiar dele, agora que havia ao menos uma prova contra ele - "Todos os civis estão com itens cotitiados usados como armas, o que se espera de uma multidão furiosa, mas ele tinha uma adaga. O miserável não só estava estranhamente calmo naquele conexto como possuia uma arma real, com certeza tem algo de estranho aí" - Pensava, enquanto o via de afastar. Felizmente o encontrão havia me permitido dar uma boa olhada em seu rosto, então tudo o que eu precisava era gravar sua face para que eu pudesse ir atrás dele assim que aquele pandemônio finalmente se encerrasse.

Perdido em meus pensamentos direcionados ao rapaz de adaga, eu quase não percebia os eventos que se sucediam a minha volta, trazido de volta à realidade apenas com os gritos de Geraldine - Espera, o que?! - Exclamava enquanto ouvia seus clamores, me virando de supetão. Claro que eu cogitava que ele não tivesse relações com o evento, mas eu não esperava ouvir isso vindo da boca de um membro da vila dos trabalhadores; todos acreditavam fielmente que o culpado era Yohan, então ouvi-la dizer aquilo... Definitivamente não era algo a se ignorar - "Ela está falando isso só pra tentar acalmar a multidão? Ou está falando sério? Se ela soubesse, teria dido antes, não? Urgh, porque ela bem falar isso só em uma situação dessas?!?" - Se ela estivesse falando sério sobre aquilo, significava que ela sabia de coisas que as outras pessoas, eu incluso, não sabíamos, e isso era ao mesmo tempo bom e preocupante. Mesmo que significasse informação nova, também significaria que ela teoricamente tinha algum motivo para não contar - "Akira, para de pensar tanto nisso. Sei que quer ir a questionar, mas você sabe que ela pode ter dito isso apenas para tentar parar a multidão. Não tem garantia que ela realmente tem uma informação, você pode ir a questionar depois" - Dizia a mim mesmo, enquanto desviava o olhar de Geraldine e mais uma vez me voltava à carroça.

Mais uma vez me voltando à situação a minha volta, uma parte de mim queria perseguir o rapaz da adaga. Se eu pudesse alcança-lo e o fazer responder minhas perguntas eu podia ter informações melhores sobre a situação geral, mas, assim como antes, eu não podia me dar o luxo de deixar o prefeito à própria sorte, especialmente agora que a situação pioraria quanto mais próximo ele estivesse de "escapar". Me virando à carroça, mais uma vez tentaria atravessar as pessoas, as empurrando para longe, até que alcançasse o veículo - Eu vim ajudar, não se preocupe! - Diria para que ele me permitisse subir, mas, se ainda estivesse com dúvida, continuaria - Fui eu que estava atrasando os civis na saída antes! - Tentaria mais uma vez. Caso ele me deixasse subir, eu o faria e em seguida me posicionaria - Senhor, nós precisamos sair deste lugar o mais rápido possível. Eu posso ficar aqui protegendo o prefeito, mais gente ajudando na vanguarda significaria aumento da velocidade - Mas sabia que ele podia desconfiar, então estaria preparado para argumentar a meu favor - Senhor, com todo o respeito, se eu quisesse ver o prefeito morto eu não teria me dado o trabalho de tentar abrir o caminho para fora desse lugar. Sou um caçador se recompensas, não seria tão burro a ponto de me voltar contra a marinha. Eu iria ajudar na frente se pudesse, mas infelizmente me falta força física para dispersar as pessoas com ritmo satisfatório - Diria, tentando fazer com que ele confiasse minimamente em mim. Falar de forma tão formal daquele jeito me incomodava um pouco, por mais que meu linguajar nunca tenha sido tão chulo, mas eu me esforcaria para manter uma boa compostura na frente dele, tanto pra demostrar diferença como para evitar lhe ofender.

Caso eu ficasse encarregado da proteção de Yohan ali, junto do sargento ou não, me poria em posição para interceptar qualquer um que tentasse subir, fosse o empurrando para baixo denovo, soltando seus dedos, ou até com socos e pontapés em casos mais excepcionais. Caso alguém subisse, faria o mesmo processo que fiz para derrubar os civis antes, chutes no centro de equilíbrio do abdômen para os arremessar para fora denovo. Sempre ficaria atento para caso o rapaz da faça aparecesse denovo, caso que, então, poria meu Katar na mão esquerda para tentar intimida-lo, mas que ficaria preparado para fazer o mesmo processo que o dos outros no intuito de o arremessar dali. Caso alguém tentasse me atacar, tentaria esquivar me abaixando, quando então seguiria com um soco na boca do estômago e um empurrão para fora. Caso fosse um ataque baixo, pularia e então, ao aterrissar, tentaria ou os empurrar ou pegar pelas roupas para os arremessar para fora. Caso minha investida não desse certo, tentaria um chute mais direto para tentar parar quem quer que fosse. Caso, porém, o Sargento não me deixasse subir, suspiraria e tentaria proteger a carroça dali de baixo mesmo, puxando pra longe quem tentasse subir no veículo.

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyQui 26 Set 2019, 19:56


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Além da própria turbulência da situação, as palavras de Geraldine bombardeavam Akira com novas e reveladoras informações. O caos generalizado só favorecia à confusão. Todavia, havia uma pequena lucidez que permitia a caçador pensar racionalmente naquelas situações. Avaliando a situação, decidiu por não ir atrás do meliante, voltando sua atenção para a proteção da carroça. Se era uma boa decisão ou não, apenas os desdobramentos da situação diriam.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O suspeito logo se recuperava parcialmente da pedrada que havia recebido, erguendo-se rapidamente sob os olhares estranhos da população, os quais assistiam a cena sem entender o que  estava acontecendo. Pegou sua adaga rapidamente, como se o seu braço fosse uma cobra dando um bote, e saiu em disparada, empurrando as pessoas com escorões, a fim de forçar a sua passagem. Mesmo que Akira reconsiderasse a sua ideia, talvez já fosse tarde demais optar pela sua perseguição.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Dito isso, em um ato de coragem, Suzuki correu em direção à carroça. Os marinheiros haviam visto-a brevemente, mas em uma análise rápida de suas intenções, considerando o cenário e sua conduta anterior, deixaram-a passar sem maiores dificuldades, com o assentir de cabeça do Sargento Hato - o qual não pode sequer falar algo, de tão forçosa era situação. Só não era pior em razão dos trabalhadores não estarem com um real intento assassino. Desejavam romper o bloqueio, mas também não visavam machucar diretamente os marinheiros, almejando apenas empurrá-los contra a carroça. Carroça essa que, ao lado de trás, já começava a ser tomada. As laterais encontravam-se cheias e as pessoas apontavam suas enxadas, pás e forcados para o interior do veículo, ameaçando o prefeito, mas sem uma real agressão definitiva.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]No final das contas, ainda eram humanos honestos e inocentes. A questão era, poderia aquela raiva eclodir em algo pior? Não obstante, a carroça continuava a ser cingida e pressionada. Akira, esguia como era, abria o seu caminho pela multidão e conseguia chegar, com muita dificuldade, em uma das entradas. O Sargento quase a jogo para fora, quando o próprio Yohan ordenou sua entrada — O que está fazendo?! Você irá atrapalhar o Sargento! - Formantis questionou, com certa indignação na voz, desviando dos espetos, à medida que se espremia junto a Yohan, fugindo do alcance das ferramentas — Deixe a garota! Não se recusa ajuda nessas situações! - redarguia o genuíno prefeito. Dessa forma, Akira conseguia subir a bordo e, expostas suas razões, o Sargento logo capitava a estratégia e, protegendo-se com sua arma, avançava contra a multidão — Mantenha-se atenta! - instruía, jogando-se contra o povo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Akira pôde escutar um baixo grunhir do marinheiro, como se tivesse se machucado; no entanto, olhando-o, parecia estar bem. Poderia supor que havia se ferido e, curiosamente, as pessoas próximas até recuavam para trás, mas logo a linha de trás voltava a empurrá-los, até substituindo-os. O homem fardado recebia diversas porradas, todos golpes não perfurantes, o que demonstrava a natureza das pessoas; ainda assim, em grande número, faziam-se fortes, mas nada que o impedisse de, protegendo-se, chegar em um estado razoável na linha de frente. A mudança foi quase imediata. Com os dois Sargentos na linha de frente, os cavalos, pouco a pouco, começavam a sair do lugar.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A estratégia parecia estar dando certo, pois tanto Akira conseguia manter as ameaças longes, valendo-se do Katar, chutes e escorões, como o veículo finalmente progredia. De dentro da cabine, podia ver o pessoal ficar para trás pouco a pouco, o que facilitava o seu trabalho. Já haviam perfurado mais da metade do agrupamento frontal, quando os populares também mostraram que tinham meios. Um forte crack pôde ser ouvido e a carroça balançou, fazendo a caçadora colidir contra Formantis, batendo o seu cotovelo contra o rosto do homem. De repente, a carroça parou — ESPETEM AS RODAS! QUEBREM-AS! - pôde escutar uma forte voz vinda de trás.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Mais uma vez, os cavalos paravam. Todavia, o caminho à frente estava quase superado e restava apenas um pequeno esforço para verem-se livres do aglomerado. A estrada à frente era a mesma que subia a colina, levando até a mansão do prefeito. O problema se agravava, exigindo da caçadora uma rápida decisão.

PP - Suspeito:
 

Off

Mais força, mais progresso, beleza!

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptySex 27 Set 2019, 12:15

Hell Bells - Parte V

A esperança é um sentimento estranho. Mesmo sendo algo positivo, esta apenas floresce em meio à escuridão; um raio de luz que corta o desespero, ou é cortada por este. Em meio a revolta na vila dos trabalhadores, ambos esperança e desespero guerreavam dentro de mim, cada um buscando dominância sobre minha mente, mas eu sabia que não podia me render nem a um nem a outro. Mesmo que aquela situação fosse fortemente emocional, eu precisava mais do que nunca saber exatamente o que eu estava fazendo, senão seria ainda mais difícil evitar o desastre iminente. Todos esse pensamentos passaram como um relâmpago pela minha mente quando a charrete parou de supetão, convencendo a mim mesmo manter a calma costumeira mesmo diante daquela situação, uma vez que eu sabia que o fim das rodas seria praticamente o fim da nossa "barreira móvel", tão importante para a proteção do prefeito - D-d-desculpe...! - Me desculpava a Formantis, diante daquela situação um tanto constrangedora, antes de me levantar novamente.

Nós precisávamos achar um jeito de contornar aquela situação, o problema das rodas, se quiséssemos avançar e sair daqueles situação, mas estávamos tão encurralados que aquilo parecia cada vez mais difícil. Uma rápida olhada para frente me mostrava que estávamos próximos do fim do bloqueio, mas, sinceramente, eu não sabia como reagir a isso. Por um lado, significava que estávamos perto de conseguir escapar, e que, mesmo se a carroça se inutilidade, ainda teríamos chances de sair dali íntegros, o que era algo bom; mas por outro lado também significava que fomos parados quase escapando, estávamos tão próximos quando fomos parados, o que me deixava um tanto irritado. Os civis já estavam abalados, não podiam ser um pouco mais lerdos e pensar naquilo só depois que tivéssemos saído?! Sigh, eu infelizmente não podia reclamar de barriga cheia, uma vez que estarmos perto do fim era bem melhor que estarmos longe - "Já que é assim, vamos aproveitar a situação a nosso favor. Talvez não precisemos da carroça para fazer o resto do percurso, ao preciso pensar em um jeito de usar a concentração deles nas rodas a nosso favor..." - Raciocinava, sabendo da necessidade de voltarmos a nos mover o mais rápido possível. Quando ambos os sargentos foram para a frente enquanto eu cuidava da retaguarda havia feito um progresso exponencial, mas não significaria muito nesse final de preciso se o próprio prefeito não conseguisse prosseguir com segurança.

Enquanto minha mente funcionava a mil buscando uma saída para aquela situação, logo meus olhos se recairam sobre a população, logo puxando uma informação que antes eu não havia dado tanta atenção quanto merecia. Mesmo revoltosos, aquelas pessoas ainda eram civis, trabalhadores, honestos, não eram nenhum tipo de criminosos violentos; eles queria retaliar o prefeito por vingança, mas claramente não queriam que outras pessoas saíssem mortas daquilo, mesmo as pessoas que defendiam o alvo deles. Da mesma forma que os marinheiros evitavam ao máximo atacar os civis com suas armas, estes também não usavam os garfos, fações e foices contra os marinheiros, apenas armas contundentes para apenas os expulsar dali. O motivo disso era simples: Aquelas pessoas nunca haviam ativamente ferido ou matado alguém, e, mesmo em meio à raiva, estavam receosos. Eu não os julgava, matar alguém era uma linha sem volta para um ser humano, e a única coisa que os motivava ali era o senso de merecimento que achavam que Yohan tinha; para eles, Yohan merecia sofrer o mesmo que fez com o ex-prefeito, o que justificava o linchamento, mas o resto de nós não, estávamos apenas fazendo nosso trabalho. Claro que eu não podia dar provas concretas disso, mas era essa reação que me parecia aparente naquela ofensiva deles e, sabe, aquilo na verdade poderia ser usado a nosso favor.

Meus olhos logo se ascendiam, obviamente de forma metafórica, enquanto as partes finais do plano logo se encaixavam em minha mente. O que eu pretendia fazer era arriscado, mas era com certeza melhor do que ficar aquele veículo esperando os civis começarem a entrar. Logo me viraria para Yohan e Formantis - Eu não acho que o veículo durará mais muito tempo, precisamos sair daqui o mais rápido possível - Dizia, antes de me virar diretamente a Formantis - Você ficaria seguro aqui, certo? É o representante deles afinal, não fariam mal a você, no máximo algumas perguntas sobre porque estava junto de Yohan na charrete - Mais uma vez me voltava à ambos - Eu tenho um plano pra prosseguirmos até a saída, mas não dá pra todos irmos. O prefeito é a prioridade, claro, e eu preciso conduzir a ação para termos chances de sucesso. Você entende, né? - Questionaria ao líder dos civis, mas preparado para caso ele insistisse em ir - Por favor, eu não consigo ver nenhum outro jeito. O prefeito precisa sair daqui antes que essas pessoas cometam um erro irreversível. Você sabe o quão ruim a situação ficaria se o pior acontecesse, não é? Confie em mim - Diria, em uma última tentativa de o convencer. Logo tiraria a mochila, que mesmo grande estava leve graças ao pouco conteúdo, e me dirigia a Yohan - Bote a mochila nas suas costas, senhor. Não se preocupe, não está pesada. Quando eu ser o sinal, vou querer se agarre às minhas costas com toda a sua força, vou te tirar daqui antes que o veículo desabe. Tudo bem? - Perguntava ao final, mesmo sabendo que ele não estava em condições de criticar ideias.

Com Yohan preparado, rapidamente pegaria uma shuriken e a deixaria preparada para ser disparada com a mão esquerda. Em seguida, iria à frente do veículo e gritaria aos marinheiros - SENHORES, O VEICULO NÃO DURARÁ MAIS MUITO TEMPO! INSISTIR NELE VAI SER PERDA DE TEMPO! POR FAVOR, PEÇO PARA QUE PROTEJAM UM DOS CAVALOS! - Dizia, na esperança de entenderem o recado, enquanto olharia de relance para trás, vendo a situação de Yohan. Os civis que circulavam o veículo aquela hora estavam mais concentrados em danificar as rodas do que em subir prematuramente depois de tantas falhas, então provavelmente ainda teríamos alguns segundos de "calmaria". Abaixado e de costas para Yohan, esperava os marinheiros circularem um dos cavalos, antes de dar o sinal ao prefeito - Agora! - Diria ao mesmo tempo que jogaria a shuriken de minha mão na corda que ligava o cabresto do cavalo à barra lateral da carroça. Assim que Yohan se agarrace às minhas costas, correria em direção à parte frontal da charrete, no intuito de saltar e aterisar na garupa do cavalo resguardado. Naquele momento eu agradecia às minhas habilidades acrobáticas e meus treinamentos com pesos na minha ilha natal, senão aquele tipo de manobra seria impossível; um salto tão preciso, que nos fizesse sair do veículo e ir parar quase montados no cavalo, era algo relativamente difícil, mas a relativa pouca distância entre os dois e meu otimo equilíbrio eram fatores essenciais para o sucesso daquilo.

Durante o salto, com uma mão ajudando na sustentação de Yohan atrás de mim e outra a minha frente, meu objetivo era fazer um salto reto e preciso com as pernas abertas para aterrissarmos no cavalo e não precisarmos perder tempo e segurança saindo normalmente dá carroça e montando no cavalo. Claro, eu sabia que uma aterrissagem pura poderia ser prejudicial às costas do cavalo pelo impacto, e para isso que uma das minhas mãos estaria estendida: com uma das mãos livres e os dois pés na lateral, eu tentaria os face e atingir o cavalo antes com menos força, e usar a fração de tempo entre isso e o impacto principal para fazer o impacto ser gradual, aumentando o tempo de contato e de aterrisagem, diminuindo assim os potenciais danos ao cavalo no movimento - "Conduzir um cavalo não deve ser tão mais difícil que conduzir um veículo de duas rodas, né? Eu nunca montei, mas se conseguir fazer ele ir em frente junto dos marinheiros e conseguir me manter equilibrado aqui já seria ótimo" - Pensava, meio incerto mas determinado - Vamos logo tirar o prefeito daqui, por favor! - Pedia aos marinheiros que rodeavam o cavalo para que avançaremos, logo balançando de leve a correia do cabresto do cavalo para tentar o fazer ir adiante. Conforme íamos avançando, me manteria entendo ao meu equilíbrio conforme o cavalo andasse para que nem eu e nem Yohan caissemos. Me manteria tambem sempre olhando ao meu redor, atento para qualquer investida perigosa de civis; mesmo que os marinheiros estivessem nos cercando e minha mochila grande estivesse dando certa proteção as costas do prefeito, eu ainda estaria temeroso quanto aos garfos e seu alcance longo, com medo de conseguirem atacar de fora da formação da marinha. Por isso, ficaria sempre com uma mão segurando o cabresto e com outra armada com o Katar, pronto para tentar cortar a haste de madeira de qualquer "arma" longa que se aproximasse. Caso conseguíssemos chegar ao fim do cerco de civis, bradaria aos marinheiros - Eu vou levar o prefeito na frente, para que não nós persigam! - E, caso os sargentos não dessem nenhuma outra ideia ou ordem, balançaria o cabresto com mais força para tentar intensificar o movimento do cavalo.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptySab 28 Set 2019, 15:43


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar de todos os esforços para manter Yohan seguro, mais situações problemáticas surgiam e resolvê-las tornava-se um grande contratempo. Antes de quarenta pessoas, agora restavam cerca de vinte pessoas à frente, visto que a carroça havia se locomovido em razão da inteligente estratégia da caçadora, ensejando a fuga do prefeito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, tal fuga agora se tornara uma empreitada mortal. O cavalo do prefeito continuava a avançar, enquanto o homem também ia em sua direção. O confronto era inevitável e impreterivelmente Suzuki não conseguiria chegar a tempo de interceptá-lo, mas nem tudo estava perdido. Sem perder o fio da meada, a ninja, em uma exímia demonstração de sua habilidade, começou a pular de ombro em ombro, seletivamente, de forma que logo conseguia atravessar a multidão. Atrás dela, os marinheiros se impressionavam com tamanha agilidade e presteza; abaixo, os manifestantes resmungavam, apenas entendendo o que havia acontecido quando a garota já estava no próximo alvo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foi, sem dúvida, uma estratégia perspicaz. Entretanto, mais à frente, o assassino já  havia avançado contra Yohan, o qual habilmente tentou se evadir com o cavalo. A velocidade e o próprio fato de estar montado já dificultava a vida do agressor -  ainda que não fosse o suficiente para pará-lo. Prova disso era a perna do prefeito, a qual não saia ilesa, agravando-se nela um corte profundo que arrancara-lhe um estridente grito de dor. Ainda, ardilmente, o indivíduo mantinha-se frente ao cavalo, o qual estava amedrontado, recusando-se a passar por cima dele, ainda que Yohan desejasse; nervoso, o animal ia de um lado para o outro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por fortuito, os pés de Akira finalmente encostavam no chão, momento no qual o assassino avançava com ímpeto contra o prefeito. Em decorrência disso, o equídeo assustava-se e empinava, quase derrubando Yohan - por certo podia sentir o instinto vil proveniente do homem. À semelhança do homem, a caçadora investia em linha reta, a fim de interceptá-lo no meio do caminho. Focado e desatento, o vilão sequer pôde ver a voadora que lhe acertava nas costelas, fazendo-o soltar um grito estranho de surpresa e dor. Após o impacto, ambos rolavam pelo chão, colidindo contra a cerca de madeira; o homem colidia primeiro, mas logo a caçadora sofria em seguida, devido à reação de seu oponente, o qual no último momento também forçou seus braços a jogá-la junto a ele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Feito isso, Akira encontrava-se em cima do homem, este que tentava forçar o seu braço contra o pescoço da ninja, apenas impedido pela posição em que estava, a qual fazia necessário superá-lo em peso e força; assim, progredia tremulante, já podendo sentir a ponta fria da arma tocar-lhe a pele. Enquanto isso, Yohan disparava em frente, deixando a multidão para trás e subindo a colina em direção à mansão do prefeito.




Off

Boa estratégia!

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Última edição por Kekzy em Dom 29 Set 2019, 23:06, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyDom 29 Set 2019, 22:18

Hell Bells - Parte VI

Conforme via o prefeito seguir adiante no cavalo, mais uma vez respirava parcialmente aliviado, feliz pelo meu plano ter dado certo no final e estarmos mais próximos do que nunca de fugir daquele caos. Àquela altura eu já não aguentava mais ter que lidar com a fúria cega daquelas pessoas, a ponto de eu ter quase desistido totalmente de interferir naquele caso, mas minha preocupação para com ambos os lados não me deixava tomar esse tipo de atitude. Minha revolta foi especialmente grande na hora do salto; aquela manobra era algo que eu nunca teria cogitado se ainda tivesse um corpo masculino, uma vez que o choque da minha virilha na aterrissagem teria me deixado agonizando por alguns instantes, mas aquela falha miserável... Só faltava ter sido por causa de falta de massa muscular. Eu torcia para que aquilo tivesse sido por causa de cansaço, mas, independente de qual fosse o motivo, era um indicativo de que eu estava precisando urgentemente treinar minha força física e vigor, uma vez que eu não estava nem um pouco disposto a passar por aquele tipo de vergonha novamente.

Mas, claro, o sucesso daquela ação não era nem de perto apenas meu, sabia bem disso. Se os marinheiros não houvessem me ouvido ou tivessem tido suas dúvidas, aquilo poderia ter sido catastrófico. Um receio real que eu tive durante a ação era quando a cooperação dos marinheiros; eu sabia que eles eram muito orgulhosos quando aos seus títulos e cargos, especialmente aqueles sargentos, e seguir as direções de um simples caçador de recompensas parecia um pouco demais até para mim, ainda mais se eu considerasse o tanto de marinheiros que eu já havia cruzado que não exatamente se importavam com a segurança das pessoas - "Eu já deveria saber que os marinheiros dessa ilha eram bons depois de tudo o que vi. Se ligassem mais pros próprios cargos que para a população, não teriam avançado evitando ao máximo atacar os civis com suas armas" - Refletia. Claro, existia exceções, como o soldado que havia atirado em mim em Torino, mas a marinha de Baterilla havia conseguido tirar boa parte do meu preconceito com a instituição, e isso não era pouca coisa - "Sigh, se todos os marinheiros fossem competentes e dispostos assim eu não estaria onde estou... Micqueot precisa de gente assim, ou eu tenho medo de que o que aconteceu comigo venha a acontecer com outras pessoas..." - Me perdia em lembranças, como se me remoer pelo passado realmente pudesse o fazer mudar.

Diferente dos marinheiros, porém, havia uma pessoa que não fora tão colaborativa durante a "troca de veiculo", Formantis. Até a pouco tempo atrás eu estava tendo fortes suspeitas do prefeitos dos trabalhadores graças a um conjunto de atitudes suspeitas do mesmo, mas eu havia praticamente esquecido de tudo aquilo uma vez que o pandemônio começou. Além, é claro, que a aparição do rapaz da adaga não havia sido exatamente uma ajuda para me fazer lembrar das suspeitas - "A confusão fez eu me focar demais no garoto da adaga, achei tanto que aquilo fazia dele o suspeito n°1 que esqueci completamente do Formantis, droga" - Refletia, sem saber mais como reagir àquele passo em falso. O prefeito da vila dos trabalhadores estava agindo de forma tão estranha ao tentar nos impedir de sair do veículo que parecia até que ele queria que nós ficássemos até que os civis invadissem. Na verdade, as ações dele foram tão estranhas que até mesmo Yohan percebeu a anormalidade, o que pra mim parecia uma prova mais do que concreta de que havia algo de estranho acontecendo, e fez até eu me lembrar de como ele não queria que eu subisse na charrete para começo de conversa. Será que ele e o rapaz da faça trabalhavam juntos? Não seria estranho, visto as atitudes dele; se fosse o responsável, dificilmente teria ido fazer as coisas por ele mesmo. Infelizmente, por mais que eu quisesse refletir mais sobre a questão, os problemas daquela revolta não estavam tão próximos de acabar, e eu não podia me dar ao luxo de abaixar minha guarda depois de tudo o que havia passado.

Quase pego em um momento de distração após o alívio do avanço do prefeito em direção à saida, uma figura familiar se fez vista a distância. Demoraram alguns segundos para que eu reconhecesse quem era, e não pude deixar de arregalar os olhos quando percebi o que estava acontecendo - O-o que?! Ele não havia indo embora?! Não vai me dizer que o miserável deu a volta no cerco!?! - Caso algum dos marinheiros me ouvisse e questionasse, daria a resposta mais rápida e eficaz que conseguia pensar - Uma figura armada logo afrente do prefeito! Precisamos o interceptar! - Exclamava, mas, sinceramente, eu não sabia como conseguiríamos chegar até ele antes do prefeito. O caminho estava obstruido por civis, e ambos marchavam um em direção ao outro quase sem resistência. Seria impossível conseguir avançar em meio aquele mar de corpos tão rápido assim - "Não tem chances de conseguirmos forçar caminho, muito menos fazer os civis abrirem passagem. Único percurso livre... É por cima" - Não havia outra opção para aquela corrida contra o tempo, ou se houvesse não havia tempo para pensar em outras opções. Dobrando meus joelhos e curvando meu tórax para frente, logo eu me preparava para um salto alto. Por mais que antes minhas pernas houvessem falhado, eu esperava que agora sem o peso de Yohan e com a adrenalina voltando com tudo, não houvessem mais as mesmas complicações que antes. Em uma fração de segundo, eu daria meu maior salto possível, usando as pernas e tórax dobrados para um efeito mola que me proporcionasse.

Uma vez no ar, meu objetivo era usar as pessoas como apoio; isso mesmo, dar outros saltos usando as pessoas de apoio para me manter acima no nível do tumulto. Se antes a massa muscular reduzida havia me atrapalhado, eu esperava agora que aquele corpo leve, junto dos meus conhecimentos acrobáticos que me permitiam dar os passos imprimindo o mínimo de força possível, me permitissem realizar o movimento vezes o suficiente para que conseguisse ultrapassar Yohan e interceptar o rapaz. As passadas, claro, seriam sempre visando os ombros das pessoas que parecessem ter o melhor físico, o que não deveria ser tão difícil entre tantos trabalhadores manuais, suficiente para conseguir suportar meu peso sem tanto risco de cair. Os passos seriam feitos começando com o calcanhar e terminando com a ponta do pé, movendo a área de contato gradativamente para dispersar a área forçada e o peso imprimido, o que teoricamente me permitiria dar os saltos com relativa segurança, tanto para mim quanto para as pessoas usadas de "plataforma". Caso eu acabasse calculando errado e caísse, possivelmente um efeito dominó aconteceria ali, é eu tentaria aproveitar o momento para passar rapidmenete por cima das pessoas caídas e tentar o movimento mais uma vez.

Caso a tática desse certo e eu conseguisse ir para frente de Yohan, tentaria manter o rapaz na minha linha de visão e, sacando o Katar, bradaria - Você denovo?!?! Não posso te deixar encostar em um fio de cabelo de Yohan!! - E partiria para cima, preparado para lhe desferir chutes ou uma voadora caso ele fosse direto em direção ao prefeito. Caso ele me atacasse, tentaria me esquivar com um passo rápido para o lado ou me abaixando caso fosse um golpe alto, e em seguida tentaria lhe acertar no braço predominante usando o punho ou o cotovelo, na tentativa de o fazer largar a arma. Caso, porém, eu não conseguisse chegar a frente de Yohan a tempo de interceptar o rapaz, ainda assim não poderia ficar parado; sacando minhas shurikens, saltaria o mais alto que pudesse e, com o olhar fixado no alvo, arremessada um grupo de shurikens aos seus pés, visando tanto acertar o chão para lhe assustar como, em menor proporção, acetar suas pernas para que tivesse dificuldades em avançar contra o prefeito.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptyDom 29 Set 2019, 23:07


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar de todos os esforços para manter Yohan seguro, mais situações problemáticas surgiam e resolvê-las tornava-se um grande contratempo. Antes de quarenta pessoas, agora restavam cerca de vinte pessoas à frente, visto que a carroça havia se locomovido em razão da inteligente estratégia da caçadora, ensejando a fuga do prefeito.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Todavia, tal fuga agora se tornara uma empreitada mortal. O cavalo do prefeito continuava a avançar, enquanto o homem também ia em sua direção. O confronto era inevitável e impreterivelmente Suzuki não conseguiria chegar a tempo de interceptá-lo, mas nem tudo estava perdido. Sem perder o fio da meada, a ninja, em uma exímia demonstração de sua habilidade, começou a pular de ombro em ombro, seletivamente, de forma que logo conseguia atravessar a multidão. Atrás dela, os marinheiros se impressionavam com tamanha agilidade e presteza; abaixo, os manifestantes resmungavam, apenas entendendo o que havia acontecido quando a garota já estava no próximo alvo.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Foi, sem dúvida, uma estratégia perspicaz. Entretanto, mais à frente, o assassino já  havia avançado contra Yohan, o qual habilmente tentou se evadir com o cavalo. A velocidade e o próprio fato de estar montado já dificultava a vida do agressor -  ainda que não fosse o suficiente para pará-lo. Prova disso era a perna do prefeito, a qual não saia ilesa, agravando-se nela um corte profundo que arrancara-lhe um estridente grito de dor. Ainda, ardilmente, o indivíduo mantinha-se frente ao cavalo, o qual estava amedrontado, recusando-se a passar por cima dele, ainda que Yohan desejasse; nervoso, o animal ia de um lado para o outro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Por fortuito, os pés de Akira finalmente encostavam no chão, momento no qual o assassino avançava com ímpeto contra o prefeito. Em decorrência disso, o equídeo assustava-se e empinava, quase derrubando Yohan - por certo podia sentir o instinto vil proveniente do homem. À semelhança do homem, a caçadora investia em linha reta, a fim de interceptá-lo no meio do caminho. Focado e desatento, o vilão sequer pôde ver quando o pé de Akira encaixou em suas costelas, fazendo-o soltar um grito estranho de surpresa e dor ao rebocá-lo pelo chão. Após o impacto, ambos saindo rolando, colidindo contra a cerca de madeira; o homem era o primeiro, mas logo a caçadora sofria em seguida, devido à reação de seu oponente, o qual no último momento também forçou seus braços a jogá-la junto a ele.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Feito isso, Akira encontrava-se em cima do homem, este que tentava forçar o seu braço contra o pescoço da ninja, apenas impedido pela posição em que estava, a qual fazia necessário superá-lo em peso e força; assim, progredia tremulante, já podendo sentir a ponta fria da arma tocar-lhe a pele. Enquanto isso, Yohan disparava em frente, deixando a multidão para trás e subindo a colina em direção à mansão do prefeito.

Off

Boa estratégia!

Ao avaliador, postei em cima do post passado, desculpa! Troquei o PC de lugar e quando o Opera abriu as páginas de novo, em sessão salva, ele tinha aberto a de Editar, que eu já havia fechado quando estava no outro local, ai apertei na errada e postei =(

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven - Página 4 EmptySeg 30 Set 2019, 10:22

Hell Bells - Parte VII

Fazia tempo desde a última vez que havia feito uma manobra arriscada e delicada como aquela e, não podia negar, estava com forte receio de dar errado. Vários fatores deixavam os riscos daquele salto um tanto imprevisíveis, com variáveis o bastante para eu poder apenas torcer que aquilo desse certo. Eu podia ser mais pesado do que esperava e as pessoas não conseguirem aguentar meu peso, eu podia acabar pisando em falso e ser pisoteado pela multidão após cair... Eu sabia que qualquer falha iria significar o fim do prefeito, mas também sabia que o mesmo podia ocorrer se eu não me apressasse. No final, não haviam escolhas, e só o sucesso dos saltos pra mim já era motivo de comemorar. Bom, comemorar é um termo forte demais, especialmente porque a cada passada que dava o receio de falhar e cair me tomava; talvez eu devesse confiar mais nas minhas capacidades nessas horas, mas, bom, eu precisava admitir que dá última vez que confiei demais no meu potencial acabou rolando uma falha vergonhosa - "Um obstáculo à menos, agora falta apenas ele" - Pensava comigo mesmo, com meu foco mais uma vez recaindo no meu alvo.

No final, não importava quão boa fosse minha ideia e execução, eu deveria saber que não seria possível ultrapassar um cavalo em movimento indo em direção à seu predador. Mesmo que eu estivesse correndo em velocidade máxima isso seria uma tarefa complicada, quando mais pulando por cima de uma multidão - "DROGA, DROGA, DROGA, EU NÃO POSSO DEIXAR ESSE MISERÁVEL MATAR YOHAN!" - Meus olhos se arregalavam e a adrenalina percorria pelo meu corpo o renovando. Meu sangue circulava como fogo enquanto via a adaga "apenas" lacerar a perna do prefeito graças a uma manobra montada tão maestralmente feita que me fazia perguntar onde aquele senhor havia aprendido aqueles movimentos. Mesmo com minha postura normalmente controlada, era impossível não me exaltar com aquele rapaz que parecia obcecado em matar o prefeito, ponto de ter entrado no nosso caminho três vezes. Eu não sabia se minha revolta era pelo empecilho que ele estava sendo ou raiva por ele tentar matar Yohan, mas, mesmo suspeitando ter um pouco dos dois, eu apostava mais na primeira possibilidade. Mesmo querendo proteger Yohan, eu havia o conhecido no mesmo dia e não havia ouvido as melhores histórias sobre o senhor, não havia motivos fora da investigação para eu lhe proteger com tanto afinco, não atoa quase havia desistido antes, mas deixar morrer o regente daquele lugar apenas por histórias mal contadas ainda assim parecia errado para mim. Eu precisava conformar por mim mesmo se ele era culpado ou não, e até lá não deixaria ninguém por em risco a vida de Yohan.

O choque de corpos ocorreu em uma fração de segundo, e, tenho certeza, doeu mais nele do que em mim. Eu já havia deixado aquele miserável escapar uma vez, não deixaria isso ocorreu denovo. Por mais que ficar em um combate montado com aquele rapaz não o que eu chamava de confortável, eu sabia que estava na vantagem ali, excerto pela dificuldade relativamente alta de me esquivar de ataques, e não deixaria a situação se inverter. Sem capacidades de sair da linha do ataque dele, a primeira coisa que tentaria fazer seria segurar sua mão pelo pulso, já tentativa de impedir que a adaga avançasse perigosamente contra mim; além, claro, de aproveitar o braço estendido dele para contra-atacar. Com minha mão livre, caso houvesse conseguido segurar o pulso dele com sucesso, tentaria acertar a parte interna do cotovelo do rapaz, movimento que ele dificilmente conseguiria evitar sem ter que deslocar seu braço, com o objetivo de força-lo a dobrar o braço graças a força na junta; e, em caso de sucesso, usaria a própria mão que segurava o pulso do tal braço para força-lo para baixo, para junto de seu corpo, erguendo-me levemente afim de usar o peso do meu corpo todo para que conseguisse prender o braço armado dele junto ao corpo, para reduzir seu potencial ofensivo. Caso não conseguisse fazer ele dobrar o braço, tentaria golpear mais vezes até que ele cedesse. Caso não conseguisse soltar o braço na hora que fosse o empurrar para junto ao corpo, tentaria golpear o braço para longe afim de impedir que o ataque com a lâmina alcançasse minha pele. Caso eu não tivesse sequer tempo ou sucesso em segurar seu punho ora começo de convença, tentaria evitar o ataque curvando meu tórax para trás para tentar sair da linha de ataque, e em seguida retornar, com os braços dobrados para trás e cotovelos à frente, usando a aceleração acumulada no retorno para golpear seu tórax com ambos os cotovelos, pondo a força do corpo todo para tentar tirar-lhe o ar além da dor do golpe.

Caso a situação de invertesse e eu acabasse ficando em desvantagem derrubado, a primeira coisa que faria seria segura-lo com minhas pernas para o impedir de se levantar e ir atrás de Yohan, por mais que a essa altura fosse difícil de ele o alcançar. Caso ele tentasse golpear minhas pernas com a adaga, tirando a atenção de mim, eu esticaria meus braços "para cima" e em seguida os projetaria para frente ao mesmo tempo que tentaria me erguer, usando a força do movimento para conseguir levantar meu tórax do chão e ter alcance para, ou empurra-lo e o fazer voltar ao chão, ou acertar-lhe com uma cotovelada no rosto, sempre tentando fazer o movimento antes que ele me acertasse. Caso conseguisse o fazer e o leve novamente ao chão, tentaria usar o peso do meu corpo para pressionar seu punho predominante contra o chão, na tentativa de inutilizar a mão que segurava a adaga. Caso ele conseguisse me acertar antes de eu reagir, eu o largaria com o um grito de dor, mas, na hora que ele se levantasse para sair, pegaria minhas shurikens e jogaria contra ele, especialmente contra suas pernas, para que ele não conseguisse sair correndo atrás de Yohan e, com sorte, até o derrubar. Claro, existia também a possibilidade de ele atacar a mim em vez de minhas pernas, e nesse caso eu sabia que não conseguiria lugar contra a força da gravidade ajudando seus ataques. Quando ele atacasse com sua adaga, tentaria dar um golpe lateral em seu punho, tentando o empurrar para o lado na tentativa de o fazer acertar a terra, e em seguida seguraria seu punho para que não conseguisse retrair a adaga, ao mesmo tempo que daria um soco com tudo em seu rosto. Caso o golpe me acertasse, também seguraria seu punho para impedir que a adaga fosse retraida, e, lutando contra a dor, tentaria dar um soco em seu rosto - "A-Akira, respira, você já passou por coisa p-pior!" - Diria a mim mesmo para me fazer suportar a dor da facada.

Caso o combate se alterasse para um conforto convencional, com ambos de pé, logo sacaria meu Katar. Eu não podia deixar ele tomar a iniciativa para que não fugisse ou corresse em direção à Yohan, assim logo avançaria contra ele de arma erguida. Meu objetivo seria tentar acertar um golpe em seu braço predominante, o que segurava a adaga, ou ao menos no ombro respectivo, afim de tentar minar sua capacidade ofensiva. Caso ele tentasse me golpear em meio a investida, largaria a sustentação do meu corpo para o fazer cair, no intuito de evitar o ataque por baixo, quando então jogaria um dos pés para frente, evitando a queda, e me erguendo novamente para aproveitar a abertura pós-ataque para acertar um golpe direto contra seu braço. Caso não fosse possível esquivar por baixo, giraria para o lado afim de sair da linha do ataque e então faria o mesmo da possibilidade de queda, aproveitaria o momento para um forte vertical em seu braço. Caso ele não me atacasse durante minha investida, ficaria atento para caso ele tentasse me atacar durante meu ataque, ao qual tentaria evitar com um salto no último instante, passando direto por cima dele e acertando seu ombro durante o movimento, afim de ir parar ao final atrás dele é reduzir as chances de ele me atacar durante a investida graças a mudança rápida de posição. Caso ele se esquivasse, não pararia, manteria o movimento de investida até estar a ao menos meio metro de distância dele, para que ele não tentasse me acertar após o meu golpe falho. Caso ele se mantivesse a certa distância de mim ou tentasse correr, sacaria minhas shurikens para jogar-lhes no rapaz, mirando em suas pernas para minar sua velocidade e talvez até o derrubar. Caso conseguisse o imobilizar ou o mesmo se rendesse após o confronto, independente de como este se descobrasse, ergueria minha voz - Você já percebeu a situação em que está, não é? Vou perguntar apenas uma vez: Quais eram seus motivos ao atacar Yohan daquele jeito. Se estivesse simplesmente revoltado e achando que ele era o culpado, não estaria tão calmo, muito menos tão preparado - Questionaria, e em seguida cerraria meus olhos - Quem é você?
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