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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Little Piece Of Heaven

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MensagemAssunto: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyQui 18 Jul 2019, 17:13

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) Caçador de Recompensas Akira Suzuki. A qual não possui narrador definido.


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Ceji
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptySex 19 Jul 2019, 15:58

Stranger In Paradise - Parte I

Era impossível retrair a animação que sentia ao finalmente receber a notícia de que havíamos chegado em terra firme. Até pouco tempo eu dormia em um navio da marinha ao qual havia tomado carona, e, embora normalmente fosse ficar chateado por ter sido acordado de repente, dessa vez havia sido por um ótimo motivo. Eu mesmo não entendia plenamente a emoção que aflorava em mim por um simples desembarque, afinal eu havia vivido minha vida toda em uma cidade talvez não tão diferente, mas definitivamente podia teorizar, e o desgaste que havia passado em Torino era uma forte possibilidade. A poucos dias eu havia saído com um navio mercante em busca de seguir viajem até a Grand Line, e ter naufragado em uma ilha inóspita apenas para ser perseguido por um pirata malcheiroso não havia sido lá muito agradável ou produtivo. Depois de tanto tempo em meio a mata e depois ao mar naquele navio da marinha haviam me feito urgir por um chão asfaltado em terra firme, e saber que eu estava prestes a ir para uma cidade havia sido música para meus ouvidos.

Com pouco eu havia embarcado naquele navio, e com pouco também sairia. Todos os meus pertences cabiam nos meus bolsos e, por mais triste que isso pudesse parecer, ao menos me economizava tempo já que não exigia que descarregasse nada do navio. Eu não sabia, porém, se o mesmo se aplica a Tetsu, mas por mais que ele fosse um aliado que eu houvesse feito em minha estadia em Torino, não estava nem um pouco a afim de esperar aquele rabugento se coçar e despertar depois de ter dormido denovo. Assim, iria na frente em direção à rampa de desembarque - O-obrigado pela carona, senhor - Diria para Capitão Isao caso o encontrasse no meio do caminho, e logo iria em direção à terra firme. Eu não sabia o que esperar daquela ilha, tirando é claro o fato de não ser outra selva ameaçadora, o que era um avanço e tanto, mas também significava que minhas expectativas poderiam ser decepcionadas caso me deparasse com apenas uma ilhazinha pequena com pouca coisa. Felizmente eu ao menos já sabia do que estava atrás, e não eram poucas coisas, então no pior dos casos ainda tinha muito o que fazer; ou, bom, comprar. Graças a recompensa de Kaio que eu havia conseguido, eu não só havia "recuperado" todas as minhas economias que havia perdido no naufrágio, como estava agora em posse de mais dinheiro do que tinha antes de sair em viajem. Era surpreendente a quantidade que havia conseguido por uma única captura de um procurado, e olha que eu estava só com metade do dinheiro. Talvez virar Caçador como Tetsu havia dito não fosse uma ideia ruim, ao menos recursos não faltaram.

Após contar meu dinheiro e contatar aqueles incríveis quatro milhões, era hora de buscar pelas lojas da ilha. Eu precisaria me reequipar depois do naufrágio que sofri, e não podia deixar passar essa chance de comprar o que eu precisava ali. Caminhando pelas ruas daquela tal Baterilla, meu olhar iria e viria pelas casas e construções daquele lugar, talvez ainda por causa da animação de antes e por estar em uma ilha completamente nova. Estar em uma área urbana trazia certo conforto para mim, mas as possíveis pessoas caminhando ali talvez nem tanto. Eu já estava acostumado a andar em meio a várias outras pessoas, mas estar em um local completamente novo não ajudava, e por isso acabei desconfortavelmente puxando as pontas das minhas roupas para alarga-las. Durante minha caminhada pela ilha, eu tinha como objetivo principal avistar alguma loja de equipamentos para viajem, mas tinha também interesse em possíveis Cafés e lojas de armas, aos quais eu tentaria gravar na memória a localização caso os visse, para voltar mais tarde. Uma vez que avistasse uma loja de itens para a viajem, após uma rápida olhada na vitrine, entraria na mesma. Eu já tinha em mente as coisas que queria comprar, e não era poucas, então não perderia tempo e começaria a buscar pela loja por mim mesmo. Queria evitar ao máximo possível ter que pedir ajuda para algum funcionário, mas, caso estivesse com dificuldades para encontrar o que buscava, iria timidamente até algum ou alguma - Err... S-será que poderia me ajudar a encontrar algumas coisas...? - Diria, sem olhar diretamente em seus olhos, fingindo que estava olhando as prateleiras, enquanto disfarçadamente mais uma vez puxava as pontas das vestes para ter certeza que estava bem coberto.

Caso houvesse achado tudo que buscava, logo carregaria tudo para o balcão, já esperando gastar uma fortuna naquele lugar. Primeiro tudo seriam equipamentos para navegação, mais especificamente uma bússola, uma luneta, um astrolabio e um barômetro, por mais que esses dois últimos eu não soubesse usar tão bem ainda. Eu havia aprendido sobre navegação justsmente para conseguir me virar sozinho, e não iria me arriscar a navegar sem os equipamentos necessários. Além disso também incluiria nas compras uma mochila grande para guardar as novas aquisições, uma garrafa térmica o mais próximo de 700ml que achasse e algumas (4 ou 5) latas de comida enlatada e frutas ressecadas, uma vez que cozinhar nunca foi meu forte e eu não queria correr o risco de ficar sem comida denovo. Eu não esperava que aquilo tudo fosse sair barato, mas estava confiante que a recompensa por Kaio era bem mais do que o suficiente para aquilo tudo é ainda mais. Após por todos os itens no balcão de compra, especialmente a mochila justamente entre mim e a pessoa do balcão para bloquear parte da sua visão sobre meu corpo, me pronunciaria - Então... Fica quando? - Perguntaria, antes de dar o dinheiro, guardar tudo na mochila e sair da loja. Caso não encontrasse tudo em um lugar só, buscaria em outras lojas que parecessem possuir os itens, até que conseguisse comprar tudo - "Bom, isso conclui boa parte das compras" - Pensaria comigo mesmo enquanto testaria a bússola, fazendo o caminho inverso agora para retornar ao porto.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptySeg 22 Jul 2019, 05:58










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Depois de ter chego em Baterilla, a animação de Akira tendia a manter-se, afinal tinha a expectativa de conhecer lugares novos, e esse era um belo lugar para se conhecer, afinal a ilha era propícia para o turismo, tendo belos locais para se visitar na parte da cidade, e uma grande parte de floresta para conhecer, e mesmo que o azulado não conhecesse o local, este tinha seus motivos para estar animado. Tendo seus pertences em seus bolsos, era o momento de avançar, o andrógeno acabou por se separar de Tetsu logo no início, já que Suzuki não tinha a miníma ideia de onde seu parceiro fora parar, mas de certo era um pouco longe de suas vistas, afinal o mesmo não podia vê-lo, não neste momento. O ninja agradeceu à Isao, o capitão da Marinha que o ajudara junto de Tetsu a chegar em Baterilla sem mais dificuldades, e seguiu em direção à cidade que se projetava à sua frente, a noite já havia caído a muito, mas ainda era possível perceber algumas das belezas da cidade, como o belo farol, já fora de atividades e um pequeno QG, que mais se assemelhava com uma guarita bastante próximo ao porto, embora houvessem bastantes marinheiros de guarda naquela hora.

Depois de desembarcar na ilha, Akira tinha planos em mente, e para iniciá-los precisava ir às compras primeiro, e nesse momento que a recompensa recebida pela captura de Kaio viria a calhar, afinal era uma grande quantia para quem não tinha um tostão furado nos bolsos anteriormente, mas isso por sorte mudara, e agora uma grande quantidade de berries repousava nos bolsos gordos da vestimenta do andrógeno, que não queria esperar para fazer suas compra no dia seguinte e logo andava pela cidade, olhando ao redor, e procurando ver alguma loja que lhe chamava o interesse com sua placa sendo iluminada pelas fracas luzes que brilhavam dos poucos postes existentes que traziam iluminação às fachadas na noite.

Para a sorte de Suzuki, não era nada difícil de diferenciar os estabelecimentos comerciais nesta ilha, afinal haviam muitas casas, construções e edifícios com uma altura considerável, fazendo com que os estabelecimentos comerciais logo estivessem em destaque, por não terem o mesmo design pomposo da ilha que facilmente lembrava um grande spa, e andando pelo local à noite, em sua grande parte vazio, que o ninja pôde ver uma loja, que lhe ajudaria a comprar alguns itens, mas sua atenção foi chamada para a mesma não por ser mais rústica do que as outras construções, e sim porque era espalhafatosa o suficiente para ter um enorme letreiro, que de fato chamava atenção de qualquer pessoa que tivesse o mínimo de curiosidade. Ao adentrar a loja, chamada Baterilla Viagens & Bugigangas Akira logo pode ver que haviam três funcionários, que demonstravam tédio e cansaço claramente em suas feições, e, para a sorte do mesmo, ignorou sua presença completamente, deixando o andrógeno fazer suas compras em completa paz.

Como nem tudo na vida se é possível de ter êxito, o ninja não foi capaz de conseguir todos os itens que gostaria na loja, somente os itens de navegação e uma mochila grande, o que fazia com que o azulado tivesse de procurar uma outra loja após sair da que estava, pegou todos os itens e foi até o balcão, onde estregou-os para um funcionário, que contabilizou todos os produtos antes de dizer em uma voz que era robótica, de tão monótona, e demonstrava claramente o tédio e o desprazer do funcionário de estar trabalhando até este horário. - Deu 220.000 Berries. – Akira se desfez de uma quantia de seu enorme tesouro recebido antes de deixar a loja de Viagens. Depois de ter guardado os itens recém-comprados e o dinheiro que ainda tinha consigo na mochila, o andrógeno deixou a loja e foi procurar por uma outra loja que ainda estivesse aberta n’aquele horário. Após voltar às levemente frias e escuras ruas de Baterilla, Suzuki de fato teve bastante sorte de usar suas roupas largas, que o protegiam do vento frio e cortante que provinha do mar, além disso o mesmo pôde observar algo que poderia ajudá-lo ou não no futuro, que era que ao anoitecer, as pessoas quase sempre olhavam para trás, parecendo receosas e até mesmo paranoicas, além de manterem um passo acelerado, como se algo que o ninja ainda não soubesse que assolava a ilha que o mesmo havia acabado de chegar.

Para a sorte do azulado ainda havia uma outra loja aberta, que era um pequeno mercadinho, e só havia um funcionário, funcionária na verdade, que era uma senhora que aparentava já ter passado dos 70 anos facilmente, mas a mesma parecia ser muito simpática e sempre alegre, com um pequeno sorriso banguela presente em sua face, o mercadinho apesar de ser pequeno parecia ser muito aconchegante, um negócio que era mantido pelos clientes fiéis, e pouco frequentado pelos turistas que chegavam à ilha, bastante interessados no turismo para perceberem um pequeno estabelecimento como este. - Boa noite, seja bem-vindo rapazinho. – Disse a senhora, com um sorriso amigável na face dirigido ao caçador. - Fique à vontade. – Voltou a dizer, acenando a cabeça para o mesmo, e depois sentou-se em um pequeno banco branco de plástico, para esperar que o andrógeno encerrasse suas compras. Akira comprou 5 latas de comida e enlatada, um cacho de bananas, duas maçãs e dois pêssegos, afinal eram as frutas que estavam melhores, e uma garrafa térmica de 700 ml, depois levou suas compras para a senhora no balcão, que logo contou item por item antes de dar o preço final. - Deu 170.000 Berries. – Disse a senhora com uma voz levemente triste. - Peço desculpas pelos preços, filho, mas infelizmente não posso abaixar mais se não meu lucro vai cair demais, então só posso pedir-lhe desculpas. – Comentou a senhora, que parecia realmente estar triste por Akira pelo valor da compra do azulado.

Após pôr os pés para fora do mercadinho, um grito agudo bastante alto foi ouvido por Akira, e nada verdade não só pelo mesmo, afinal o grito fora alto demais, mas ainda assim não era possível para o andrógeno perceber com exatidão de onde o grito tinha vindo. Com nenhuma loja onde o seu apreciado café era vendido ou mesmo uma loja de armas, além do grito agourento recém-escutado pelo mesmo, Suzuki acabara por parar antes de se encaminhar ao porto.

Legenda:
 

Histórico:
 

Baterilla Viagens e Bugigangas:
 

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptySeg 22 Jul 2019, 15:04

Stranger In Paradise - Parte II

Enquanto adentrava nas ruas daquela ilha desconhecida, lentamente meus olhos se acostumavam com a escuridão e a iluminação noturna da cidade me revelava sua beleza. Quando estava vindo à Baterilla eu esperava encontrar uma ilha urbana como Micqueot, mas na realidade a minha ilha natal sequer se comparava aquele lugar. Desde a arquitetura até a conservação da cidade, aquele lugar era tão bonito que fazia parecer digno de um cartão postal, e olha que eu estava olhando a noite. Minha cabeça se movia de um lado ao outro e de cima a baixo enquanto tentava olhar os grandiosos prédios a minha volta, de forma que eu tinha quase certeza que as poucas pessoas na rua naquele momento deveriam achar que eu era algum tipo se turista maluco. Quer dizer, não que eles provavelmente não estivessem acostumados com isso, a grande quantidade de hotéis e spas pelo qual passava dava uma boa ideia do tipo de comércio que ocorria na ilha, e quase me dava a vontade de tirar um tempo para relaxar naqueles estabelecimento depois do sofrimento todo que havia tido em Torino. Infelismente a realidade nem sempre era agradável, e um fator crucial logo me abafou e me fez desistir da ideia - Urgh... - Um baixo e doloroso grunhido se soltou da minha boca - "Se eu fosse na praia ou em um spa, com certeza meu segredo seria revelado... Não consigo nem me lembrar da última vez que consegui aproveitar um dia ensolarado..." - Pensava, cabisbaixo, enquanto mais uma vez começava a ajeitar e alargar as roupas, uma vez que meu segredo retornar à minha mente estava aumentando meu receio ali.

Feliz ou infelizmente, eu não podia ficar me remoendo eternamente, então logo prossegui meus afazeres. Mesmo tendo que fazer as compras em dois lugares diferentes, para meu alívio não houve problema algum. Os custos essecivos que outrora me seriam problemáticos, agora chegavam a parecer até baratos, inclusive os alimentos que chegavam a custar quase duzentos mil. Na verdade, eu estava com tanto dinheiro que até cogitei dar um pouco mais a senhorinha - "Será que esse dinheiro faria falta no futuro? Acho que não, mas ficar distribuindo dinheiro assim poderia acabar virando um mal hábito. Melhor me manter no essencial" - Pensava, antes de entregar o dinheiro. Aquela folga toda com os recursos só era possível graças ao trabalho de caçador de recompensas que eu havia feito ao ajudar Tetsu, e isso pra mim parecia uma tremenda oportunidade. Quando sai em viajem, meu único objetivo era, bem, viajar e ter aventuras, mas eu sabia que sempre havia problema quanto a trabalho. Se capturar procurados dava tanto dinheiro assim, atuar como caçador era a chance de conseguir uma condição financeira mais do que boa sem precisar comprometer as viagens, na verdade seria até melhor o fazer enquanto viajava, e nisso eu tinha que agradecer demais a Tetsu por me apresentar o ramo. Eu só não sabia ao certo, porém, em como achar os procurados, mas isso seria problema pra outra hora - Obrigado - Agradecia a senhorinha, sem muita timidez já que ela provavelmente não tinha uma visão tão boa pra me analisar, e logo sai da loja.

Mais uma vez nas ruas de Baterilla, eu ponderava o que faria a seguir. Considerando as horas, buscar um hotel para passar a noite seria o mais plausível, mas considerando que ainda haviam coisas que eu queria fazer, eu relutava em ir o fazer naquele momento. Infelizmente vontade não movia montanhas como o ditado sempre disse, e mesmo que eu ainda tivesse coisas a tratar, eu não sabia se encontraria mais muitas lojas abertas durante aquela hora da noite. O problema de ir para um hotel era que, por ter dormido na viajem, eu não estava com sono. Com esse dilema na cabeça, logo me toquei de uma coisa: Eu não precisava ficar do lado de fora só por não querer dormir. Se eu arranjasse algo pra fazer no quarto de hotel enquanto o sono não vinha, seria o ideal, especialmente se considerasse o receio que as outras pessoas pareciam estar aquela hora - "Que estranho um local aparentemente turístico causar medo nas pessoas. Esse tipo de lugar normalmente não era bem protegido? Um ambiente perigoso não atrai viajantes, né" - Balançava a cabeça então, voltando a me concentrar no que era mais importante naquele momento - "Se eu bem me lembro, acho que já vi jornais com cartazes de procurado da região. Se eu arranjasse algum, poderia procurar isso pra não ficar perdido e ainda poderia tentar dar uma lida pra saber um pouco mais sobre a ilha. Isso eu poderia fazer no quarto" - Restava saber, porém, se haveria algum local pra comprar um jornal aquela hora. Bom, não custava dar uma procurada. Ou ao menos, era o que eu ia fazer antes de ouvir o grito.

- O-o que foi isso?! - Pensei alto sem querer sendo pego desprevenido pelo grito que ecoava pelas ruas escuras da cidade. Será que aquilo tinha algo a ver com o fato das pessoas estarem apreensivas? Era difícil saber com exatidão, mas independente disso era difícil simplesmente virar a cara para aquilo. Nesse tipo de hora eu desejava que Tetsu já houvesse aparecido, seja lá qual fosse o motivo do sumiço dele, já que o rapaz provavelmente iria sem pensar, e seguir ele seria mais fácil do que tomar a iniciativa. Infelizmente eu sabia como era estar em perigo e sem ajuda, e as minha antigas memórias logo afloraram como se me dissessem para me mover, e assim o fiz. Eu não conhecia a cidade e podia chegar atrasado, assim como poderia acontecer de topar com um grupo de criminosos, e nesses casos não haveria muito o que fazer; por essas e outras, eu não avançaria pela noite tentando fazer uma entrada de herói, mas sim tentava encontrar a origem do grito. Caso soubesse uma diração aproximada de onde havia vindo o grito, eu iria para lá seguindo por ruas e ruelas, mas sempre evitando locais onde pudesse ser emboscado, assim como sempre mantendo os olhos e ouvidos bem abertos para perigos ao meu redor. Caso encontrasse a fonte, eu tentaria primeiro olhar a distância, tentando entender o que estava havendo, e também saber se, caso fosse um crime, se eu havia chegado a tempo.

Caso eu houvesse chegado no local tarde demais, se houvesse acontecido um assassinato ou algo do gênero, não havia muito o que eu fazer. Partir pra cima do criminoso sem saber nada sobre ele seria pedir pra virar outra vitima, e se a apreensão dos cidadãos fosse por aquilo, a frequência significaria que eu teria outras chances. Ao final, tentaria memorizar qualquer traço importante caso o criminoso ainda estivesse lá, e então retrocederia. Caso eu fosse impedido por algum dos nativos (convencido a não ir ou segurado por algum deles) ou caso não conseguisse encontrar a origem, uma expressão de angústia tomaria minha face, e, com um misto de curiosidade e apreensão, perguntaria para algum dos transeuntes que parecesse menos supreso com o evento - C-com licença, você sabe o que foi isso? O grito... - Diria, sem me estender demais pra não pressionar a pessoa, questionando-a de lado uma vez que se fosse de frente à pessoa poderia acabar me olhando demais e reparando algo em mim. Com resposta clara ou não, eu logo me afastaria um pouco mais apreensivo que antes. Eu saberia agora que vagar muito pela noite não seria seguro, especialmente sozinho, então não me estenderia demais procurando o jornal que estava antes em busca, uma vez que não desistiria da busca só por causa daquilo, comprando caso o achasse. Achando ou não, logo procuraria um hotel mediano, não muito caro e nem muito capenga, pra passar a noite; hotéis naquele lugar não deveriam ser um problema, e a situação na cidade provavelmente significava que dificilmente haveriam hotéis lotados. No quarto, após conseguir a chave do mesmo, caso não houvesse nenhum problema, eu pegaria o jornal (se o houvesse achado e comprado) para ler, e iria dormir assim que o sono começasse a bater. Caso não houvesse achado o jornal, apenas me deitaria e esperaria o sono vir, na esperança de meu relógio biológico não se bagunçar com isso.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyQua 24 Jul 2019, 17:25










A Little Piece Of heaven

Na gélida e desolada rua de Baterilla, Akira estava indeciso do que faria em seguida, se procuraria por um hotel, onde poderia passar a noite sossegado, ou iria atrás de mais coisas que de fato eram de seu interesse, de acordo com o horário o mais recomendado era ir atrás de um hotel, embora o fato de ter dormido um pouco durante a viagem até Baterilla tenha tirado um pouco do sono do ninja, mas dormir novamente não era um mal negócio, afinal o cansaço acumulado da noite mal dormida ainda perdurava em seu corpo, e somente com um descanso apropriado seu corpo voltaria às condições basais. Mas em um momento uma coisa surgiu na cabeça do azulado, ele não precisava dormir imediatamente após estar no quarto de um hotel, talvez esse foi o mais recomendado, visto que poucas lojas estavam abertas neste horário pela cidade, além do fato de que os poucos que caminhavam pelas ruas desabitadas carregavam uma desconfiança tão grande consigo que tinha deixado uma pulga atrás da orelha de Suzuki, que não conseguia entender como que em uma cidade turística poderia haver algo que pusesse a segurança dos turistas em risco. Foi na tentativa de desviar sua mente dos possíveis perigos que poderiam estar assolando a cidade de Baterilla, que Akira escutou o agudo lamento que quebrou o silêncio que predominava as desertas ruas.

Pego de surpresa pelo grito repentino, Akira deixou que sua insegurança viesse à tona, embora não houvesse quase ninguém por perto que pudesse testemunhar esse seu momento, as poucas pessoas que estavam nas ruas n’aquele horário, direcionaram seus olhares para o chão, com as pupilas arregaladas, devido ao pânico que estavam sentindo do fundo de seus corações em novamente serem assolados pelo perigo que rondava a ilha turística. Nesse momento o andrógeno quase desejou que o mink albino que tinha vindo consigo para Baterilla, afinal Tetsu sempre fora um ser muito mais de ação do que pensar, portanto iria em direção ao grito agourento sem pestanejar, e para Suzuki era muito mais fácil e menos preocupante seguir o albino do que agir por conta própria, entretanto sua mente levou-o de volta à situação traumática que passara em sua infância, e por conta disso, sentiu-se na obrigação de averiguar o que ocorrera no local de onde o grito partira. Por conta do ambiente urbano e da distância de onde estava para o local do ataque, não tinha como o azulado definir onde que era a localidade que devia ir, entretanto muitas pessoas foram na direção do grito, e Akira acabou por segui-los, o que tornava sua tarefa bem mais fácil e menos penosa, pois o risco de ser atacado também diminuía exponencialmente.

Quando chegou ao local de onde o grito tinha partido, uma pequena praça na região nordeste da vila, uma área mais residencial, onde poucos turistas iam, afinal este espaço era dedicado à população da vila, só centro da praça tinha um espaço de grama que era bastante utilizado como momento de lazer, e lá estava uma mulher sentada com as pernas fechadas para frente, e utilizava suas mãos para cobrir as partes que faltavam, muitas pessoas sussurravam com seus conhecidos perante a situação que ali havia, o zumbido das conversas impedia que Akira entendesse as palavras que eram proferidas rapidamente e em tom baixo, e além disso ninguém havia ido averiguar como a mulher estava, neste momento um senhor de idade passava ao lado do andrógeno, resmungando em voz baixa, mas pela proximidade, o ninja foi capaz de decifrar as palavras que eram ditas. - Mais um ataque do Cadeirudo. Quando que vão pegar esse assediador maldito?! – E saiu dizendo alguns impropérios.

Depois dessa última descoberta, Akira finalmente deixou o local, afinal não tinha muito o que fazer ali, só poderiam esperar a Marinha ou mais alguém chegar ao local, se bem que o mistério permanecia sem solução, talvez o azulado pudesse ajudar, mas nada garantido por hora. Sendo assim, Suzuki saiu em busca de algum jornal que pudesse comprar, mas o cenário estava diferente, se antes haviam poucas pessoas circulando e estabelecimentos abertos, no momento nada estava aberto e ninguém estava na rua, fora os aldeões que estavam na praça vendo o ataque do assediador. Sem ter um local para comprar um jornal que pudesse ler, Akira então foi à procura de um hotel nas redondezas, entretanto, em face do ocorrido a pouco, mesmo os hotéis tinham fechado suas portas, mantendo os clientes presos dentro do estabelecimento, mas nessa situação era o correto e o mais seguro a se fazer. Depois de quase dez minutos andando por diversas ruas, becos e vielas, o ninja finalmente encontrou um Hotel que estava aberto, e sem demora adentrou o estabelecimento, e deu de cara com uma senhora de aparência simpática, bastante semelhante à senhora que lhe atendera no mercadinho onde fora comprar provisões. - Boa noite, meu jovem! – Cumprimentou a senhora. - Ainda tenho um último quarto disponível, número 205. A diária tem um valor de 30.000 Berries. Tem interesse? – Perguntou a mesma segurando em sua mão direita uma chave presa a um “chaveiro”, que era uma placa de madeira bem trabalhada que indicava o número do quarto que esta abria. A senhora mantinha os olhos fixos em Akira enquanto esperava pela resposta do mesmo.

Legenda:
 

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyTer 30 Jul 2019, 12:19

Stranger In Paradise - Parte III

- S-sim, claro - Respondia à senhora, confirmando meu interesse no quarto do hotel. Por mais que aquele Cadeirudo não fosse lá um perigo relevante, achar um bom lugar pra dormir a essa altura era a grande prioridade. Eu não dormia em uma cama a muito tempo, e sabia que uma noite bem dormida faria maravilhas para mim. Mesmo que a senhora não fosse lá muito jovem, subestimar sua visão poderia não ser uma decisão muito esperta, e por isso acabei me vendo segurava meu boné com a mão esquerda, levemente o inclinando para baixo para meu rosto não ficar completamente exposto enquanto resolvia sobre meu quarto. A correria de antes havia me cansado um pouco, então dormir agora não parecia uma ideia tão ruim, além de querer esquecer que havia me desesperado tanto apenas por causa de um assediador. Aquilo na verdade me fazia pensar, se a população estava tão amedrontada só por causa de um pervertido, isso significava que não haviam criminosos relevantes naquela ilha? Eu não sabia se, caso essa dedução estivesse certa, isso era bom ou ruim, uma vez que eu poderia aumentar meus recursos capturando mais procurados, mas felizmente ainda tinha economias relevantes da recompensa de Kaio, que se tudo desse certo duraria por mais algum tempo.

Já no meu quarto, buscaria um banheiro. Hotéis costumavam possuir suítes, e eu achava difícil um hotel de uma ilha aparentemente turística fazer os hóspedes terem que dividir algum banheiro coletivo. Quer dizer, se ele fosse ruim assim, não estaria lotado, né? Eu esperava que sim, porque senão eu teria que continuar sujo, e dormir sem me limpar não era algo muito legal. Eu não tomava banho desde que havia naufragado em Torino, o que significava que no momento não devia ser um exemplo de higiene. Felizmente eu não havia chegado a literalmente me sujar, entao a questao era mais pra limpar o suor que qualquer coisa. Achando o banheiro, verificaria se havia toalha e sabonete, antes de entrar, trancar a porta e verificar cerca de três vezes se estava bem trancada. Eu queria evitar imprevistos, como o de gente de serviço de quarto chegando de supetão, mesmo não sabendo se haviam naquele hotel ou se podiam sair entrando nos quartos. De qualquer modo, era melhor prevenir do que remediar.

Sozinho e seguro, finalmente começava a me despir, torcendo para não ter sobrado restos de areia das roupas de quando estive em Torino. Enquanto tirava as roupas, meu olhar acabava se reagindo sobre o espelho, sobre meu corpi nu refletido. Aquele corpo feminino era um lembrete constante de tudo o que havia acontecido comigo em Micqueot, de porque eu me escondia das pessoas de... - Droga... - Grunhia, enquanto desviava o olhar, com o rosto ruborizado. Mesmo sendo meu próprio corpo, eu ainda sentia uma inquietação em o observar; mesmo depois de tanto tempo naquele estado, aquela visão ainda não me era totalmente familiar, como se eu me convencesse de que não via a mim ali. Sem sequer cruzar novamente olhares com aquele reflexo estranho, decidi ir logo ao chuveiro, resolver o que havia vindo fazer. Conforme a água quente escorria pelo meu corpo, minha mente se clareava, me levando de volta à cena da vitima do Cadeirudo. Antes eu havia tratado a cena com indiferença, como algo bobo e distante de mim, mas agora repensava. Meu reflexo havia me lembrado da realidade, que querendo ou não eu era uma garota, podia muito bem acabar me tornando um alvo daquele degenerado. Eu confiava no meu disfarce, havia funcionado por muito tempo, mas não sabia o que faria se o pior caso acabasse acontecendo. Eu sabia me defender, mas ser despido em público não era algo que eu saberia lidar... - "N-não! Eu sou um garoto, eu sou um garoto, eu sou um garoto! Eu não deveria me preocupar com esse tipo de coisa...!" - Negando todos aqueles pensamentos, logo repetia mentalmente, balançando a cabeça com força, a esperança de afastar aquela insegurança da minha cabeça.

Saindo do banho, não demoraria nem um pouco para ir dormir. Uma boa noite de sono poderia afastar aquilo tudo dos meus pensamentos, e não havia nada que queria mais naquele momento. Eu normalmente possuía o costume de dormir de pijama, mas a essa altura isso era impossível; o mais próximo que eu tinha eram minhas roupas normais, mas fazer isso logo depois de tomar banho não parecia uma boa ideia. Além disso, não havia chances de eu passar a noite com o binder apertando meu tórax, o que significava que eu teria que passar a noite apenas com a roupa de baixo. Por mais desconfortável que aquilo fosse, ainda era a noite e eu tinha coberta, então era um problema na verdade bem pequeno. Na verdade, desde meu desconforto na enfermaria do navio da minha, quando puxaram minha manga, eu andei percebendo que meu costume de roupas longas estava um tanto fora de controle, esse imprevisto poderia até mesmo me ajudar a trabalhar o problema. Claro, eu não tentaria algo assim em qualquer situação, começar trabalhando de forma suave era o ideal, então era bom que estava frio, para eu poder me cobrir bem com os lençóis.

Eu não estava com muito sono, então não esperava ficar de moleza na cama no dia seguinte, ao menos não se conseguisse dormir direto. Eu precisava acordar bem durante a manhã, uma vez que já tinha planos. Após acordar, me vestir e pegar minhas coisas, desceria até a recepção. Pagaria a estadia caso ainda não o tivesse feito, e logo sairia às ruas, determinado a retomar as buscas de Tetsu, que não havia aparecido desde o dia anterior. Iria ao porto em busca de Isao, mas já preparado para caso ele houvesse retornado ao QG a essa altura. Caso não o achasse, mas achasse algum marinheiro de aparência simpática, iria até ele - S-senhor, eu estava procurando pelo Capitão Isao. Você s-saberia me informar onde ele se encontra? - Perguntaria, mais uma vez segurando meu boné com a mão e o abaixando, o que escondia parte do meu rosto - O-obrigado - agradeceria caso ele me ajudasse de qualquer modo. Caso encontrasse Isao de qualquer modo, pediria licença e pediria informação - Desculpe te incomodar, Capitão, mas queria saber se sabe onde foi parar o Tetsu. Ele ficou pra trás no navio e depois não apareceu... Eu entendo se não souber, deve ser uma pessoa ocupada, mas não podia deixar de perguntar - Caso ele soubesse qualquer coisa eu iria procurar pelo local indicado após o agradecer, mas caso não soubesse de nada eu iria buscar sozinho, também após agradecer. Caso encontrasse Tetsu, eu iria até bem próximo dele para que não me ignorasse como sempre - Tetsu, está me ouvindo? Onde você esteve? - Mas, caso não o achasse de jeito nenhum, desistiria e iria em busca de alguma loja de armas, buscando nas áreas da cidade que não havia procurado na noite anterior.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyTer 30 Jul 2019, 18:12










A Little Piece Of heaven
Depois de todo o alarde que perturbara a fria e calma noite em Baterilla, Akira decidiu que a prioridade no momento era conseguir um lugar decente para que pudesse passar a noite sem se preocupar com nada, e claro, isso incluía não ser perturbado por um molestador com um pseudônimo deveras estranho. Se esforçando para esconder sua face da senhora que lhe atendera, em um hotel que era relativamente próximo do centro da cidade turística, enquanto recebia a chave do quarto de número 305 e começava a caminhar para sua acomodação, a mente do azulado estava perdida em pensamentos que retrocediam à cena que presenciara anteriormente, afinal o mesmo acreditava que, por conta de um molestador causar tantos problemas não deveria haver um criminoso notório no local onde o mesmo se encontrava. Após o pensamento ter chego, Suzuki questionava-se a sua dedução, estando correta ou não, era uma coisa boa ou não, afinal a partir do momento em que conseguira capturar Kaio, o mesmo percebera que a atividade poderia tornar-se sua fonte de renda.

Sem que percebesse, o andrógeno já estava em seu quarto no hotel, e era perceptível que a quantia que pagara à recepcionista, apesar de ser pouca em comparação ao montante recebido anteriormente, fora um bom investimento, o quarto mais se assemelhava a um pequeno apartamento, estava em uma sala de estar pequena, mas confortável, à esquerda havia um sofá de três lugares bem colocado, no meio da sala havia uma pequena mesa um pequeno prato com algumas frutas e iguarias repousavam, e no restante da sala haviam mais duas poltronas espalhadas, porém de forma que não deixasse a arrumação como desleixada ou algo semelhante, e para encerrar, do lado oposto ao sofá, havia um imenso vidro, que ocupava a parte superior da parede, e dava ao ninja uma excelente visão de parte do centro da ilha e ao fundo da paisagem o porto e o oceano. Ao lado do sofá havia um batente sem porta, onde o azulado se via impelido a seguir por três direções, à direita ficava o quarto, à esquerda a cozinha, e seguindo em frente o banheiro. Pensando em sua situação em Torino Kingdom, a ilha em que estivera antes de chegar, à poucas horas, o primeiro desejo do azulado era poder desfrutar de um relaxante e excelente banho, e pensando nisso, com extremo cuidado procurou pelos itens de banho antes de fechar e trancar a porta do cômodo, o que dava ao mesmo um alívio em saber que dificilmente seria surpreendido por um funcionário que viesse a entrar em seu quarto de forma descuidada.

Sentindo-se seguro, Akira finalmente pôde despir-se de suas roupas longas e pesadas, e parou por um instante para observar o estado de seu corpo do pequeno espelho preso a uma das paredes, que mostrava-lhe seu tronco nu, de imediato o ninja sentiu-se desconfortável com a imagem que o espelho refletia, afinal mesmo que se tratasse de seu corpo o andrógeno insistia em desacreditar que aquele corpo o pertencia. Depois de ter entrado no banho e deixar a água quente descer por seu corpo, o que tinha dado-lhe uma sensação de prazer, ainda mais se considerar o longo tempo em que o azulado ficara sem tomar um único banho. Durante o banho a mente de Suzuki remontou à cena envolvendo o Cadeirudo e sentiu-se desconfortável por pensar que poderia ser um alvo graças a seu corpo feminino, entretanto, um instante depois o mesmo recriminou-se por esse pensamento balançando a cabeça antes de voltar a seu banho.

Depois de sair do banho, Akira foi direto a seu quarto, ignorando a existência da cozinha, ao chegar ao cômodo, viu no centro do mesmo uma cama que era mais que suficiente para acomodá-lo com conforto, em frente a cama um armário pequeno, mas que era suficiente para guardar as roupas do ninja, além de ali dentro ter alguns travesseiros e um edredom grosso, que seria ideal para o azulado, que teve de dormir somente com suas roupas íntimas, já que suas roupas normais eram extremamente desconfortáveis para que alguém dormisse tranquilamente vestindo-as. Depois de uma leve observada no quarto, Suzuki pegou no armário o edredom e cobriu-se, caindo em um profundo sono após o fazê-lo, afinal o descanso que teve durante a viagem para Baterilla não fora nem de perto o suficiente para que o ninja se recuperasse do cansaço que sentira por ficar diversas horas sem dormir.

Ao amanhecer, Akira levantou-se bem-disposto, o sono fora revigorante, e qualquer pingo de cansaço havia desaparecido de seu corpo, e cheio de determinação em encontrar Tetsu, que havia desaparecido de suas vistas no dia anterior no desembarque. Sendo assim, o azulado logo pôs as mesmas roupas que cobriam seu corpo no dia anterior, pegou sua mochila, na qual continha a maioria dos itens que necessitava para sobreviver de forma segura a um local desconhecido, e uma possível exploração, e após isso, desceu até a recepção, que estava cheia de Turistas, que caminhavam calma e despreocupadamente pelo hotel e, quase sempre, estavam falando, seja sozinhos, entre si ou com desconhecidos. Depois de andar, com muita dificuldade diga-se de passagem, até o balcão onde a velha senhora se encontrava, Akira despejou a quantia necessária de dinheiro para pagar por sua estadia e logo deixou o hotel, entretanto, logo após o fazê-lo, encontrou seu primeiro desafio, uma multidão espessa que se encontrava à frente do hotel onde Suzuki estava hospedado, e com tal quantidade de pessoas ali, era impossível ao mesmo sair do local no momento.

A avenida onde o mesmo se encontrava estava apinhada de pessoas nas calçadas de ambos os lados, e a rua propriamente dita, estava vazia, e por conta dos olhares das pessoas que ali estavam, aquele parecia ser um evento corriqueiro. Cinco minutos se passaram antes que Akira pudesse ver alguma coisa, que surgiu à sua direita, escutar para ser mais sincero, afinal o barulho que os cascos faziam ao colidir contra o chão cheio de paralelepípedos era alto e difícil de se passar desapercebido, um pouco depois o azulado pôde, enfim, ver o que acontecia. Quatro cavalos marrons andavam com uma imponência que era facilmente reconhecida em pessoas da realeza, mas incomum de se ver em cavalos, e montando os mesmos, haviam quatro pessoas, um senhor e uma senhora, que não tinham nada que chamasse atenção para suas aparências, pareciam apenas velhotes ricos, como muitos existiam, depois vinha um homem que parecia estar se aproximando dos quarenta anos, usava óculos de lente e tanto o cabelo quanto a barba que tinha tingir-se-ia de prateado aos poucos, e, por fim, outro homem seguia mais atrás, sua aparência assim como as dos idosos, era bastante comum e não tinha nenhum traço que chamava atenção das pessoas. Embora houvesse todo um tumulto, o que mais poderia surpreender Akira fora a multidão curvar-se para o homem de meia idade, e com vozes que variavam entre contrariadas, alegres ou neutras diziam em uníssono. - Bom dia, Prefeito. – Depois do gesto, todos permaneceram imóveis enquanto o homem olhava para os lados, esquadrinhando a multidão a seu redor, seu olhar demorou-se em Akira, que não curvara-se e nem cumprimentara o homem, não eram muitos os que agiam assim, mas logo o homem voltou a olhar para frente, e logo desapareceu do olhar do azulado.

Após a estranha cena, Suzuki teve de se apressar para chegar rapidamente ao porto e encontrar Isao, afinal queria saber o quanto antes sobre o paradeiro de Tetsu. Por ser relativamente baixo e esguio, o azulado teve facilidade em se esgueirar entre os transeuntes, de forma que em um tempo muito menor do que o que era de se esperar, Akira conseguiu livrar-se da maioria da multidão e avançar mais rápido e livre para o porto, que não estava muito longe de sua localização. Ao chegar ao local, viu um navio da Marinha ancorado e uma grande quantidade de marinheiros carregando caixas para dentro da embarcação, a maioria deles carregava uma expressão de insatisfação em suas faces, e separado dos marinheiros estava um homem que o andrógeno facilmente reconheceu, Isao, em expectativa avançou até o Capitão e perguntou-lhe sobre o paradeiro de seu companheiro Mink. - Oh, eu vi Tetsu saindo antes de você para dizer a verdade, ele estava bastante emburrado e saiu caminhando ilha adentro, infelizmente não faço a mínima ideia de onde possa ter parado. – Akira agradeceu, e sem uma resposta concreta era difícil continuar sua busca, então desistiu da mesma, ao menos por hora.

Quando Akira ia virar-se para sair do local, Isao foi até o mesmo e pôs uma mão sobre o ombro esquerdo do azulado e falou ao mesmo com uma voz calma e um leve sorriso. - É uma pena que não pude ajudá-lo com seu amigo, mas se precisar de alguma coisa pode pedir à Marinha aqui, o pessoal é meio rabugento com estrangeiros, mas são boas pessoas. – Comentou para o jovem antes de sair e deixá-lo sozinho. Parecendo não ter algo específico em mente, o ninja andou pela cidade procurando por alguma coisa na parte onde não tinha conseguido visita na noite anterior, sendo assim, o mesmo voltou ao centro, onde os prédios mostravam-se ser ainda mais brilhantes que no dia anterior, devido à ação do sol sobre as pinturas majoritariamente brancas das construções. Para a infelicidade do mesmo, os estabelecimentos no centro de Baterilla eram em sua maioria restaurantes, lojas de roupas e entretenimentos, sejam programas de casais ou solteiros, sendo assim, o azulado continuou a andar pela cidade até encontrar enfim uma rua onde pudesse escapar da claridade extrema que era presente na ilha, embora o local não fosse nada agradável, as construções não tinham como brilhar, afinal estavam encardidas demais para tal, as calçadas não tinham quase que nenhum movimento, e as pessoas que passavam por ali eram mal encaradas, com expressões fechadas, vestindo roupas maltrapilhas e suas peles demonstrando falta de banhos regulares. Pouco depois de pôr os pés na esquisita rua, um homem se aproximou de Akira, com um sorriso onde faltavam-lhe muitos dentes, e os que ainda conseguia manter consigo, estavam amarelados, devido à falta de cuidados. - Oh, o que deseja aqui garotinho? – Perguntou fingindo surpresa por encontrar alguém como Akira no local. - Não deveria estar aqui, por quê não volta para usa mamãe? – Perguntou o sujeito, rindo da própria “piada”, enquanto observava atentamente as ações que o azulado tomaria.

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyQua 31 Jul 2019, 16:03

Stranger In Paradise - Parte IV

Por mais normal que Baterilla houvesse parecido no início, eu não sabia ao certo se essa impressão ainda se mantinha. Eu não queria dizer que o local parecia estranho nem nada do gênero, depois de Torino eu não podia querer lugar melhor, mas tudo ali parecia um pouco... Alienado. Eu sentia certa inquietação nessa ilha, não por criminosos ou perigos latentes, mas pela população comum da ilha. Talvez fosse pela minha insegurança ou algo do gênero, mas eu sempre tinha a impressão de eu fazia algo de errado ali, que meu comportamento era destoante dos nativos, que me destacava, sentimento que só ficou mais claro quando o suposto prefeito me encarou diretamente por não ter se curvado. Sinceramente, prestar referências a um líder democraticamente eleito? A não ser que "prefeito" ali tivesse um significado complenamente diferente, esse era o tipo de comportamento que me parecia alienado naquela ilha. Na verdade, o encontro com o prefeito só serviu para estranhar ainda mais a população, mais do que já estava estranhando depois dos eventos com o tal Cadeirudo. Infelizmente essas não eram coisas que eu tinha como alterar, o jeito era aceitar e deixar a vida seguir sem chamar muita atenção.

Por mais estranho que eu achasse o prefeito passeando por aí é se exibindo, se alguém podia aprender com ele, era Tetsu. Eu nunca achei que fosse tão difícil achar aquele maldito, e pela primeira vez quis que ele estivesse arranjando confusão e chamando atenção para que eu pudesse o achar mais facilmente - Ele saiu antes de mim? Nossa, acho que eu realmente ainda estava meio sonolento quando desembarcamos... - Respondia, um pouco ruborizado pela confusão que eu havia feito. Até fazia sentido Tetsu sair na frente sozinho, mas passar esse tempo todo sem sinal dele? Isso eu achava estranho. Infelixmente eu ainda estava na estaca zero, e dessa vez sem nenhum conhecido para ir atrás de ajuda. Tetsu sabia se cuidar sozinho, disso eu sabia, mesmo que ele as vezes complicasse a própria situação com sua boca grande, então não tinha porque me preocupar com ele naquela cidade aparentemente tranquila, mas ainda assim não podia deixar de me perguntar onde ele havia ido parar. Eu não conhecia o rapaz a muito tempo, mas ele não parecia o tipo de me abandonar depois de concordar em nós juntarmos. Logo balançava a cabeça - "Akira, relaxe. Alguma hora o Tetsu aparece, deve estar aproveitando a cidade que nem uma criança."

Voltando à realidade, logo percebia que eu havia viajado bastante, uma vez que não reconhecia o ambiente sujo a minha volta. Eu provavelmente havia vagado por aí sem perceber imerso em pensamentos, e acabei entrando em ruas que eu não havia visto ontem. Olhando em volta, percebia que o local de destacava muito do resto da ilha, e não de uma forma positiva. Os estabelecimentos sujos e pessoas maltrapilhas deixavam claro que aquilo era algum tipo de periferia, algo até bem comum de se existir em locais turísticos, na tentativa de afastar a população mais carente pra longe dos centros. Eu estava prestes a me virar e voltar por onde havia vindo quando uma voz desconhecida de dirigiu a mim, com tamanha boçalidade que só conseguia me fazer sentir raiva - E você, não deveria estar beijando sua garrafa de cachaça? - Retrucava, com a timidez evaporando após o ataque direto daquele maltrapilho. Se não fosse pela piadinha dele, eu provavelmente retrairia e iria embora mesmo, mas ser mandado "voltar para a mamãe" havia despertado algo em mim. Ele havia me subestimado tanto que chegou a me comparar com uma criança perdida, e eu não podia simplesmente recuar diante disso, não depois de todos os anos de treinamento que havia tido justamente pra parar de o ser - Hunf, mas nem que quisesse haveria algo pra fazer aqui. Fique aí aproveitando a companhia dos ratos - Mas também não havia motivos para comprar briga apenas por aquilo, então logo me viraria para voltar por onde vim. É claro, eu não era ingênuo pra achar que um neandertal daqueles fosse se virar também. Eu ficaria com os sentidos bem atentos para qualquer indício de avanço dele ou de uma investida de qualquer outra pessoa escondida na escuridão, preparado para me esquivar de um possível ataque jogando o corpo para o lado, antes de girar o corpo para tentar acertar um chute na parte de trás do joelho do agressor, tentando o derrubar - Não. Me. Irrite. - Diria caso desse certo, voltando a caminhar dando a volta nele, mas preparado para esquivar novamente caso outras investidas ocorressem. Caso fosse atacado por várias pessoas, eu tentaria evitar os ataques abaixando meu corpo para pegar impulso e saltar como uma mola, tentando passar por cima deles e, talvez, agarrar alguma protuberância em alguma estrutura ou estabelecimento ao redor para balançar meu corpo e me propulsionar para longe dos inimigos, quando então tentaria me afastar deles, mas sem desviar meu olhar do perigo.

Saindo daquele local com segurança, voltaria a buscar por uma loja de armas para tentar comprar um Katar, independente do preço, mas dessa vez mais atento. Tentaria procurar também por alguma banca onde pudesse comprar um jornal da ilha ou coisa parecida. Para ambos, buscaria em partes da ilha em que não havia procurado antes, mas evitando dessa vez as periferias. Caso conseguisse comprar a arma e o jornal, ou caso ficasse muito tempo procurando sem resultado, desistiria e iria em busca de algum Café onde pudesse tomar im café da manhã. No local, pediria um sanduíche ou o mais próximo disso que estivesse a venda, além de uma chocada de café expresso, que eu já não via a hora de beber, e aproveitaria a "refeição lendo o jornal caso o houvesse comprado. Após isso, pediria uma chicara do café mais forte da casa, mas este não beberia. Em vez disso, tentaria discretamente despejar dentro da garrafa termina. Mesmo sabendo que eu havia pago/pagaria e tinha o direito de o fazer, ainda assim me sentiria constrangido amo fazer. Após tudo isso, no balcão, pediria uma garrafa de água morna ou quente, não fria, e logo pagaria por tudo e sairia do estabelecimento. Caso a garrafa d'água estivesse como pedi, despejaria a mesma na garrafa térmica, diluibdo o café do mesmo modo com como suavizam o mesmo, e por isso teria comprado o mais forte da casa.
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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptySab 03 Ago 2019, 23:50










A Little Piece Of heaven
Depois de ser questionado de forma provocativa, por um homem bêbado, que se arrastava moribundamente pelas ruelas da periferia de Baterilla, Akira estava irritado, afinal de contas, tinha sido comparado a uma criança perdida, o que de longe era a realidade, um fato que poderia ser bastante triste inclusive, afinal a tragédia que retirara os pais de Suzuki transformara a vida do jovem andrógeno. Com essa situação nada agradável, a timidez sempre presente na vida do ninja logo se esvaiu, mostrando ao homem como sua língua poderia ser afiada e, por não ser acostumado a ser contrariado por alguém tão jovem, logo fechou o semblante e se moveu em direção ao azulado, que não era bobo nem nada, já se movia procurando por uma saída daquele lugar decrépito, afinal era facilmente perceptível que ali não havia nada para si, as ruas sujas, cheias de mendigos e ladrões só demonstravam que o lugar era a moradia para esse tipo de população, as construções estavam, integralmente, cobertas por pichações, além de estarem depredadas e com boa parte de sua estrutura comprometida. O local onde estava era uma espécie de condomínio, estando Akira na rua principal, que se estendia por quatro quadras, e em cada quadra havia uma rua transversal que era utilizada para chegar às inúmeras construções naquela área.

Visando sair do local claramente negligenciado por quem regia a ilha, Akira deu as costas ao homem e seguiu em frente, logo podendo ver uma praça de tamanho colossal, com uma boa quantidade de árvores, embora também houvesse bastante espaço onde estas não estavam presentes, e o principal era que, o espaço era uma espécie de divisória entre a parte turística da cidade e a periferia. Entretanto, antes que o andrógeno alcançasse a borda do parque, o homem que tinha-o irritado segurou o ombro do azulado, interrompendo sua caminhada, e sem alternativas, o ninja não pôde fazer nada além de se virar para encarar o homem incômodo. A face do homem demonstrava toda a cólera que este sentia para com Suzuki, que conseguiu identificar um objeto que punha sua integridade em risco, uma adaga enferrujada, que parecia não ser utilizada a muitos anos.

- Você está se achando demais, pivete. Agora é hora de pagar por isso. – Depois de suas palavras, o homem fez uma estocada que tinha como intenção acertar a região direita do abdome de Akira, entretanto, a habilidade do homem, que deveria ser um reles ladrão, estava muito aquém da do ninja, que facilmente evitou o corte, pondo-se à esquerda do homem e, com a perna canhota, desferiu um chute que, embora não tivesse a maior das potências, acertou a articulação do joelho em um ponto frágil, e por isso o ladrão logo desabou, incapaz de manter a força nas pernas, o que deixou-o bem nervoso, tanto que, logo pegou sua lâmina enferrujada, que tinha derrubado, e foi se arrastando de volta para o condomínio de mendigos.

Depois de ter resolvido sua desavença com o ladrão, Akira voltou-se para o parque e seguiu em frente, o mesmo tinha um objetivo em mente, que envolviam mais compras, sendo assim logo apressou-se em sair daquele local nefasto. Por mais que o clima estivesse bem agradável para um passeio no parque, não fora desta forma que Akira pudera se sentir enquanto se dirigia à parte turística da ilha onde estava, afinal a sensação de que algo, ou alguém, o seguia era constante durante todo o trajeto, e o fato de haverem muitas árvores no local só ajudava a se propagar esse tipo de sentimento, afinal a grande quantidade delas era uma área propícia a esconderijos. Mas por mais que a sensação desagradável o acompanhasse durante sua caminhada, o azulado não vira sequer um movimento que poderia ser classificado como suspeito, portanto chegou sem maiores problemas ao outro lado do parque, podendo assim continuar com suas buscas. Depois de ter voltado à parte social da ilha, Suzuki viu-se na rua principal, que seguia em frente até alcançar o porto, mas antes mesmo de mover-se muito para uma direção aleatória, algo chamou-lhe a atenção, em uma esquina à esquerda, havia um aglomerado de pessoas, que parecia se acotovelar em busca de algo, que não se sabia exatamente o que era, ao menos não no início, e como aquilo poderia ter algo a ver com sua busca, o ninja viu-se impelido em seguir até o local onde a confusão fora instalada.

Ao aproximar-se da aglomeração, Akira pôde finalmente ver o que era ali, uma loja pequenina que só tinha espaço para três pessoas entrarem por vez, mas naquele momento a quantidade de pessoas que queriam adentrá-la era bem maior do que este, e acima do pequeno estabelecimento era possível ver uma placa simples que indicava aquela loja como uma espécie de livraria compacta, onde se vendia jornais, pequenos livros, revistas dos mais variados tipo e algumas bugigangas. Como não havia muito o que se fazer, o andrógeno esperou por cerca de 10 minutos, até que todas aquelas pessoas apressadas houvessem se retirado do local, para adentrar ao mesmo e comprar uma edição do jornal, que ao que parecia, estava causando bastante espanto nas pessoas que o compravam, depois de pagar 5.000 berries por uma edição, o ninja retirou-se do estabelecimento, dessa vez procurando por uma loja de armas, na rua transversal à principal no ponto em que estava. E depois de o fazê-lo viu-se de fronte para uma quantia relativamente exagerada de lojas do estilo, vendo em uma quadra dois estabelecimentos do tipo em cada lado, talvez o ataque do assediador houvesse feito com que a população local, e até mesmo alguns turistas, sentisse a necessidade de se proteger de forma mais zelosa.

Como não tinha muitos motivos para escolher entre lojas concorrentes, o azulado acabou por entrar na que estava mais próxima de si, do lado direito da rua, e ao adentrar o estabelecimento, pôde ver que quem a comandava já trabalhava no ramo a algum tempo, e não para aproveitar-se da recente insegurança na ilha, pois era possível ver que todas as armas que ali haviam tinham uma qualidade inegável se comparada a simples armas, e até mesmo algumas partes eram adornadas para dar um efeito visual mais bonito. Ao fundo da loja havia um balcão, onde um senhor de idade mantinha-se em pé, olhando de forma neutra para o novo visitante em sua loja, e com um tom polido em sua voz, cumprimentou-o. - Seja bem-vindo à minha loja, fique à vontade para olhar as peças que lhe chamem atenção. – Entretanto, Akira não demorou-se observando as outras armas, e sim foi diretamente ao homem, pedindo-lhe por um Katar, algo que fez o vendedor arregalar os olhos por um instante, o suficiente para que o ninja percebesse, antes de voltar para sua expressão neutra. - Essa é uma arma incomum, as poucas delas que fiz sempre demoraram demais para que pudessem ser vendidas, afinal as pessoas não parecem saber lidar com esse tipo de arma. – Comentou o senhor, parecendo meio amargurado. -  Mas sim, eu ainda tenho um Katar, é o último em minha loja, apesar de meu fascínio por essa arma, meus clientes parecem não compartilhar do mesmo. – Suspirou o vendedor, antes de desaparecer por trás do balcão, e um som inconfundível de muitas caixas sendo postas no chão chegou aos ouvidos de Akira, que esperou diligentemente para que tivesse sua arma, o que não demorou a acontecer. Pouco depois, o vendedor levantou-se e em sua mão estava a arma que o azulado tinha vindo comprar, a lâmina triangular não parecia ter a maior das qualidades, mas também não parecia ser frágil, toda a estrutura de apoio era feita de aço simples, com uma haste dupla para que o mesmo pudesse segurar a base da arma com firmeza. - Os materiais usados não foram nem de longe os ideais, mas em termos de estrutura, essa é uma das melhores armas que já fiz. – Explicou o senhor, antes de entregá-la a Suzuki, e receber o pagamento de 35.000 berries pela mesma.

Depois de ter os dois itens de sua lista, era hora de comer alguma coisa, afinal o mesmo tinha de se preparar para o dia que começava, e como não tinha comido antes de deixar o hotel, aquela era a melhor hora para o fazê-lo, mas por algum motivo, os estabelecimentos comerciais da ilha pareciam ser divididos em áreas, e por conta disso, Akira teve de sair do Sudoeste da cidade, que era onde estava, e se dirigir ao centro da mesma, onde estava uma quantidade infindável de restaurantes, bares, padarias e lanchonetes. Em meio à caótica imagem que estava à frente do ninja, este decidiu rumar a loja mais próxima, que era uma pequena padaria, com muitas mesas e cadeiras dispostas dentro da mesma, um espaço confortável para se tomar um bom café da manhã. Pouco depois de ter chego, Suzuki fora atendido por uma adolescente que não parecia ter mais de 16 anos, era bastante simpática e sempre mantinha um sorriso na face, e não muito depois, o mesmo estava sentado desfrutando de um sanduíche de presunto com café, enquanto lia as notícias bastante surpreendentes do jornal, que explicava a reação das pessoas que o compravam.

Ao pegar o jornal que acabara de comprar, Akira se deparou com uma série de notícias logo na capa, sendo que, algumas delas não tinham relevância para o mesmo, “Veja os melhores locais para Turismo” dizia uma das notícias, entretanto a manchete principal era algo que com toda certeza chamaria a atenção do azulado, ainda mais que estava à procura de algum criminoso que pudesse caçar, além disso, a notícia envolvia um local da ilha que o andrógeno ainda não havia visitado; “Tragédia na Vila dos Trabalhadores! Assassinato ou Morte Natural?” – Fulano, de 44 anos, foi encontrado morto em sua casa nesta manhã. A tragédia foi desastrosa para a família do mesmo, mas a principal pergunta que fica é, o homem foi assassinado ou a morte foi natural? A Martinha já começou com as investigações, e garante competência para resolver rapidamente o caso, e mostrou todo seu apoio à família. – Próximo à mesa do azulado, haviam dois homens que liam o jornal matinal, assim como o mesmo, e logo pôde-se ouvir os dois conversando sobre a notícia que acabaram de ler. - Mas isso é um absurdo! Como pode ocorrer um assassinato nessa ilha! Com o tanto de patrulha seria sorte algum criminoso conseguir roubar alguma coisa, imagina esse tipo de crime. – Dizia um dos homens, era bastante gordo e tinha um bigode muito preto acima de seus lábios, além de ser completamente careca. Sua fala, embora dita baixa, chamara a atenção de pessoas que estavam próximas, mas seu companheiro resolveu intervir. - Não se preocupe, isso vai ser revolvido rapidamente. Se não for uma morte natural também, não é mesmo? – Com as palavras proferidas pelo segundo homem, o burburinho que cobrira o restaurante logo cessara, e as pessoas pareciam mais aliviadas, o que trouxe um sorriso à face do segundo homem, que voltara a ler o jornal, assim como o primeiro homem.

Partindo para a próxima notícia de destaque no jornal, esta falava sobre o assediador que fizera um ataque na noite em que Akira desembarcara em Baterilla. “O Cadeirudo ataca novamente!” – Na noite de ontem ocorreu mais um ataque do molestador conhecido como Cadeirudo. A Marinha continua com sua investigação de quem pode ser o assediador, e garante que em breve ele será preso. Este é o segundo ataque do mesmo, mas considerando a baixa quantidade de crimes na ilha, a insegurança dos cidadãos tende a se manifestar. É o desejo de todos que esse criminoso seja pego, e assim a segurança possa mais uma vez ser restaurada. – Após a notícia sobre o cadeirudo, Suzuki viu mais algumas outras notícias, mas nenhuma que merecesse algum destaque como estas duas.

Pouco antes de terminar de comer, o azulado pediu por uma xícara de café e um pouco de água, que não estava fria e nem quente e, discretamente, pôs os dois em sua garrafa térmica, guardando o líquido para bebê-lo mais tarde. Após tê-lo feito, se dirigiu até o balcão e pegou a quantia de 40.000 berries pela refeição, e logo deixou o estabelecimento, vendo-se novamente em meio a uma multidão, e logo procurou sair do local, afinal não era nada inteligente ficar parado no meio daquele montante de gente. Em pouco tempo, Akira se encontrava em uma rua adjacente, que apesar de estar movimentada, não era sequer uma sombra da quantidade de pessoas que havia antes. Com calma, agora poderia pôr em prática o que tinha em mente para o dia que despertava, independente do que fosse.

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MensagemAssunto: Re: A Little Piece Of Heaven   A Little Piece Of Heaven EmptyQui 15 Ago 2019, 12:58

Stranger In Paradise - Parte V

Finalmente havia conseguido recuperar todos os suprimentos que me faziam falta desde o naufrágio de alguns dias atrás, e, por mais estranho que pareça, me sentia um pouco vazio agora. Desde o dia anterior eu havia me esforçado tanto naquelas aquisições que agora não sabia o que fazer agora que havia terminado-o. Quer dizer, não era como de realmente eu não tivesse nada pra fazer; procurar mais por Tetsu, tomar um café, ler o jornal... Eu tinha coisas pra fazer, mas eram objetivos inconclusivos, apenas ações momentâneas que ou durariam pouco ou me fariam perder meu tempo sem muitos resultados. Feliz ou infelizmente ficar parado não era do meu feitio, então decidi seguir onde a fome me pedia pra ir: alguma padaria para tomar café da manhã. Mesmo com fome, não pude resistir ao meu olhar e faro que instantaneamente recaia sobre as chicaras de café que os outros clientes bebiam. Aquele ambiente logo me lembrava o quanto tempo estava sem tomar café, e a necessidade de cafeína logo batia com tudo - "Será que era por isso que estava começando a ficar letárgico, sem saber o que fazer? Ah, tanto faz, eu só preciso beber um pouco" - Pensava, enquanto fazia meu pedido.

Sentado em uma mesinha daquela lojinha, com o café em uma mão, jornal na outra e sanduíche na mesa, demorou um pouco a perceber como eu parecia um velho ali. Logo a figura do meu pai veio a minha mente, enquanto me lembrava dele naquele tipo de situação por tantas e tantas manhãs antes do seu falecimento. Um suspeito triste saia de minha boca enquanto baixava o jornal e café para dar uma mordida no sanduíche, ainda intocado graças ao meu impulso de beber o café o quanto antes - "Porque essas memórias tinham que voltar logo agora?" - Pensava, um tanto melancólico, antes de balançar a cabeça para poder me focar, agora de fora mais fácil pela cafeína agora presente no meu organismo - "Ok, ok, vamos lá, o jornal" - Dizia mentalmente, lendo mais uma vez as notícias. Cadeirudo degenerado a parte, o fato de só haver um suposto crime sendo noticiado apenas reforçava minha teoria, que ainda era confirmada por alguns homens conversando alto próximo a mim. Com as notícias e comentários, ficava claro que eu não teria muitas oportunidades naquela ilha, mas isso não significava que eu não teria nenhuma, ao menos se eu agissr rápido.

Após comer e sutilmente preencher minha garrafa térmica, segui meu caminho. Eu havia pensado em questionar os homens que fizeram o comentário, mas não consegui reunir coragem para tal, então teria que prosseguir apenas com as informações que possuía - Vila dos trabalhadores... - Falava baixo, para mim mesmo. Como antes, Tetsu ainda estava sumido, mas eu não iria tentar o procurar denovo, não depois da busca fracassada de antes. Ele provavelmente deveria estar cuidando de assuntos pessoais assim como eu fiz na noite anterior, provavelmente me procuraria depois de acabar, e com o fato dele me achar não seria problema, então não havia porque continuar me preocupando com ele. Eu precisava apenas me ocupar com algo produtivo enquanto isso, e a única coisa a se fazer agora era tentar juntar mais recursos, o que significava capturar algum criminoso. Por mais que supostamente não houvessem provas concretas do incidente que li ter sido um assassinato, o próprio fato de cogitarem isso indicava que as circunstâncias eram atípicas demais para ter sido uma morte natural, e isso por si só já valia a pena ser investigado.

Mesmo querendo ir dar uma olhada no local, porém, era melhor antes ter uma noção do contexto geral, é isso eu conseguiria no QG da marinha. Baseado no que os homens haviam dito, A marinha dificilmente ficaria parada diante daquilo, tentariam resolver o problema o mais rápido possível, o que, em teoria, incluiria em juntar o máximo de esforços para eliminar a ameaça. Eu iria ao QG da marinha na esperança de haver lá algum mural ou algo semelhante oferecendo recompensas por informações sobre o incidente, ou até mais. Dado que o jornal não tinha divulgado informações concretas, eu sabia que podiam não ter dado recompensas para um culpado que ainda só existia na teoria, mas justamente essa falta de pistas me faziam acreditar que deveriam estar oferecendo recompensas sobre pistas e informações do incidente. Porém, dado i pouquíssimo tempo que havia se passado desde a morte, eu sabia que existia a possibilidade de nem isso terem posto ainda, mesmo com a suposta eficiência da marinha local, e, nesse caso, não teria muito o que fazer lá. Eu não iria tentar questionar os marinheiros do QG sobre isso, obviamente, uma vez que chamar atenções e olhares era a última coisa que eu queria, mesmo estando com o corpo bem coberto, principalmente por saber que só minha presença lá já se destacava. Achando comunicados ou não sobre o suposto assassinato, logo me afastaria do local.

Independente do resultado da minha ida ao QG, meu destino em seguida seria a tal vila dos trabalhadores, uma vez que eu precisava ver com meus próprios olhos o que causava aquela dúvida sobre a possibilidade de ter sido ou não um assassinato. Primeiro, entretanto, eu precisava saber como chegar lá, senão nem isso eu conseguiria. Eu tentaria dar mais uma olhada no jornal para ver se havia algum endereço que eu pudesse usar como guia, além de buscar placas turísticas ao redor pra saber onde estava e se havia indicativos dessa tal vila lá. Caso nada disso desse certo, só sobraria a opção de perguntar a alguém, a opção que eu preferia evitar. Por algum tempo ficaria olhando as pessoas passando pela rua enquanto reunia coragem pra falar com algum desconhecido; procuraria alguém de aparecia simpática e que parecesse saber aonde ia, e então me aproximará Com l-licença? - Chamaria sua atenção, enquanto resistia ao impulso de esticar minhas mangas, para isso não acabar se tornando um hábito ruim - V-você saberia me dizer onde fica essa tal vila dos trabalhadores? - Perguntaria, me esforçando pra não quebrar contato visual. O olhar da pessoa diretamente a mim era um tanto incômodo, me fazia temer que fosse olhado com cuidado de cima a baixo, mas eu sabia que precisava me acostumar com esse sentimento, não fugir dele. Caso a pessoa me avisasse sobre o tal incidente, eu me pronunciaria - Eu s-sei, é que tenho um assunto a tratar lá, então... - Encerraria de forma não tão completa, como que esperando uma resposta sobre minha pergunta. Caso a pessoa se recusasse a responder ou não soubesse, suspiraria - Tudo bem, obrigado de qualquer forma - E iria em busca de outra pessoa, repetindo o processo.

Sabendo onde a vila dos trabalhadores se localizava, me dirigiria ao local e procuraria centros de comoção ou bloqueios da marinha; caso não pudesse ver a cena ou local por algum desses aspectos, tentaria questionar alguma pessoa próxima - Alguém sabe me dizer o que exatamente aconteceu? - Diria para ninguem em especifico no caso da comoção. No caso do bloqueio da marinha, questionaria alguém em especifico - Com licença, você sabe me dizer o que exatamente houve ali? - E, independente dos casos, se respondessem com "alguém morreu" ou algo similar igual ao jornal, tentaria insistir - Mas como ele morreu? O jornal falava disso, mas não deu nenhum detalhe...
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