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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca da famiglia

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptySab 06 Jul 2019, 22:57

Relembrando a primeira mensagem :

Em busca da famiglia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nicolas. A qual não possui narrador definido.


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Ainz
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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQua 10 Jul 2019, 09:25





Por conveniência, aquele que alegou possuir um isqueiro estava bem ao meu lado, então sequer precisei sair de meu assento e somente estendi o cigarro para que Joe o acendesse. — Gracias! — Proferi, sorrindo para o companheiro. Neste momento, estávamos ambos no mesmo sofá, com um espaço vazio nos separando, então realizei uma pequena girada para melhor conversar com o rapaz de cabelos brancos e iniciei um diálogo. De fato, queria que aquele homem se tornasse meu primeiro companheiro, e os motivos nem eu sabia ao certo, somente que algo nele me dizia que ele seria útil. Decidi então iniciar com uma pergunta básica sobre nossos estilos, perguntando se não havia problemas em ele falar, e como o mesmo afirmou que não havia, eu falei primeiro com uma pequena pitada de humor e uma gargalhada no fim. Joe parecia um cara legal, afinal acompanhou-me na risada e conversava de homem para homem sem esconder seu “jogo”.

Um pouco de bajulação que fiz e ele parecia ter um pouco mais de afinidade para comigo. O rapace também revelou ser um pistoleiro habilidoso, segundo suas próprias palavras, o que me fazia interessar-me ainda mais visto a falta de alguém para me cobrir em tiroteios e minha falta de pontaria. Agora era o “xeque-mate”, perguntei sobre a possibilidade de formarmos uma dupla e por cima questionei a existência de um sonho ou objetivo na vida daquele homem, que respondeu almejar a liberdade acima de tudo. — Liberdade, ein? Hombre, se tudo correr como esperamos, teremos liberdade de sobra, haha! — Ele ironizou o fato de eu estar procurando por pessoas de confiança e ainda sim chamar alguém em quem mal tenho conhecimento. — Mas a chance de provar sua confiança se aproxima, essa é a aposta. — Neste momento abri um pequeno sorriso no canto da boca, antes de dar continuidade para o restante da conversa. Joe ainda perguntou se haviam mais integrantes, e em verdade lhe disse que ainda estava à procura dos dignos. O pistoleiro, infelizmente, não aceitou de cara a proposta que lhe fiz, mas deixou nas entrelinhas que suas chances de aceitar poderiam ser grandes. Isso somente provava que ele não era um homem que mudava de lado fácil, e isso era algo a ser valorizado. — De fato, teremos, hombre.

Tragávamos nossos cigarros quando Pedro anunciou a hora do crime, nisso eram por volta das uma da madrugada. — Finalmente, hombre! — Me ergui do sofá tapeando as roupas e alinhei bem minha blusa social e meu blazer, eram meus xodós e as únicas coisas que tinha desde que cheguei na ilha. Era como eu havia aprendido desde cedo. "Ninguém desconfiará de um homem notavelmente elegante na hora de um roubo!" Então procurava sempre manter a elegância, mas talvez aderisse o estilo mais por gosto do que por utilidade, via beleza naquele modo de me vestir. Agora era a hora do “rush”, então me apressei a seguir os homens que haviam me “contratado” para o serviço, procurando manter-me sempre ao lado de Joe em uma postura e andar requintados. Chegávamos à rua em questão, bem na frente estava a loja que mirávamos, agora todos tinham de cumprir seus papéis para que tudo desse certo. Pedro deu as instruções, cujo ouvi atentamente ao estar de frente para o homem, depois disso os três rapinantes ficavam frente à porta da loja esperando sua deixa.

Quanto a rua, não estava tão movimentada quanto deveria, graças ao horário noturno em que se passava aquela cena. No entanto, ao olhar para as duas direções da via, notei a aproximação de um casal por um lado e um bêbado pelo outro. — Eu cuido do casal e você do bêbado, pode ser? — Perguntaria para Joe, esperando sua resposta antes de agir. Se o rapaz concordasse, iria em direção do casal, e se não concordasse iria em direção ao bêbado dizendo para o pistoleiro: — Tanto faz, hombre! — Não fazia questão de seu alvo, somente tinha em mente executar sua parte no plano para ter sua parte do saque, depois daquilo estaria livre do grupo de bandidos. Daria uma última tragada em meu cigarro antes de atirá-lo ao chão e pisaria com a sola do sapato social, indo em direção ao meu alvo.

Se fosse em direção ao casal, me aproximaria com uma feição amigável e sorridente. — Olá, pombinhos! Vejo que estão bem enamorados, hã?! Não seria bom se estragassem esse momento, não é? Bem, cá entre nós... — Diria, aproximando-se mais do casal para baixar o tom e fazendo um pequeno “abafador” com uma das mãos próximas a boca. — Parece que um grupo de loucos está andando por essas bandas agora, estamos procurando por eles para fazê-los pagar... — Com isso, me afastaria para conversar normalmente outra vez. — Vocês são um casal lindo, ein? Vamos, vamos, não se ponham em risco, a noite ainda é uma criança pra vocês, haha! — Enquanto falaria, observaria a existência de ruas adjacentes àquela via principal que podiam fazer um pequeno desvio. — Vocês podem pegar esse desvio e passarem bem longe se quiserem, ou voltar por onde vieram para casa talvez, que acham? — Completaria sua encenação dotada de lábia. Se o casal comprasse sua falácia e aceitasse ir embora, diria: — Gracias! — Ou se insistisse em passar por aquela rua por qualquer motivo que fosse, tentaria uma última vez convencê-los do contrário. — Tranquilo, amico! — Faria um gesto de “pare” com as duas mãos próximas do homem do casal. — Ouvi dizer que estão em grande número e que têm armas, não vai querer pôr sua parceira em risco, vai? — Recuaria alguns passos para trás enquanto tentava barrar o avanço do casal se necessário, mas pararia após alguns momentos para evitar que prosseguissem ainda mais.

Se fosse atrás do bêbado, me aproximaria amigável e sorridente idem, dizendo: — Opa, mi amico! Vejo que a farra foi boa, ein? Sabes me dizer por onde encontro um bar aberto nesta hora? — Pararia a dois passos de distância do bebum, sorrindo e gesticulando como se bebesse algo no momento que dissesse “bar”. Se ele respondesse de forma positiva, diria: — Gracias, hombre! Ah, por ter me feito esse favor irei retribuir... — Me aproximaria mais enquanto formava um pequeno abafador com a mão para abaixar o tom da conversa. — Parece que tem um grupo de loucos a solta vindo pra essa rua, eles estão armados... — Me afastaria outra vez para a posição anterior, continuando a conversa normalmente. — Bem, se você quiser ir não irei impedi-lo, mas eu não me arriscaria! Se quiser, tem um desvio bem ali! Passar bem, amico! — Apontaria para o tal desvio pelas ruas adjacentes. Obviamente, eu não tinha a menor intenção de deixa-lo passar, mas não o atacaria assim de frente. Se o bêbado insistisse em avançar por aquela rua, no entanto, esperaria que ele virasse de costas para mim. "Eu lhe avisei, amico" Minha expressão agora seria contaminada por uma leve irritação, com rugas crescendo em minha testa e uma feição de raiva. — Tsc. — Posicionaria bem as pernas para ganhar uma impulsão ao girar meu corpo e compeliria um soco mirando a nuca do homem, tendo o punho revestido pela luva de ferro. O golpe certamente não nocautearia o homem de vez, mas dado seu estado alcoolizado talvez surtisse mais efeito que o comum. Não esperaria qualquer momento e não hesitaria um segundo sequer, impiedoso e brutal, me aproximaria com a base ortodoxa de um boxeador nato — cotovelos bem unidos ao corpo e mãos à altura do queixo — e miraria mais três socos revezando as mãos mirando o crânio do homem, atendo-me ao hábito de sempre deixar uma mão próxima ao queixo para me proteger de um eventual ataque, e se esse fosse o caso buscaria recuar para o lado contrário do golpe balançando meu tronco ou dando um salto de distanciamento. Com a sequência de golpes esperava no mínimo conseguir nocautear um homem bêbado, ainda mais dada a região em que mirava, mas se não fosse o caso me manteria na base do boxe aguardando por mais movimentos. Do contrário, e o homem caísse desacordado, buscaria agarrar seus braços e puxá-lo para qualquer beco ou rua escura ali, deixando-o ali mesmo e virando-o para esconder o sangue (caso houvesse) e assim retornaria aos seus afazeres. — Bons sonhos, amico. — Diria por fim, dando uma cusparada no chão para tirar o gosto amargo da boca.

Se o bêbado ou o casal aceitassem fazer o desvio ou mudar seu caminho, ou conseguisse dar cabo da situação, observaria eles se afastarem enquanto viraria lentamente para ir em direção a porta da loja, não ficando exatamente em frente a ela mas próxima o suficiente para ouvir caso Pedro tivesse algo a pedir do interior do estabelecimento.



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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQua 10 Jul 2019, 11:22


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Em busca da Famiglia
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Nicolas tentou combinar com Joe que a dupla deveria se dividir para cuidar dos dois possíveis empecilhos, Joe ouviu e disse: — Certo — Assim indo dar cabo do homem bêbado enquanto Nicolas se direcionava para o casal, que parou assim que viu a aproximação do rapaz. Nicolas sorria amigável e tentava levar os dois apaixonados naquele papo mole característicos de um ladrão, fazendo alguns elogios e amaciando o ego do casal a sua frente. Sua tática de espalhar um “boato” pareceu calhar bem, plantando um rosto assustado no semblante da mulher, já o homem tentou acalmar a moça com alguns dizeres: — Calma, querida, não precisa se preocupar, vamos voltar! — O homem se virou para Nicolas e disse: — Obrigado, rapaz, boa noite! — Assim pegou na mão na moça e ambos partiram pela rota de onde vieram enquanto Nicolas dava “Gracias” ao casal.

Assim sendo, Nicolas foi em direção da porta do estabelecimento e notou que Pedro e os outros dois bandidos já haviam entrada ao arrombar facilmente a porta do estabelecimento. Joe também regressava, parecia ter convencido o bêbado de retornar também pelo mesmo lugar, mas diferente do casal o bebum andava muito mais feliz do que quando viera. — Nada que uns trocados não resolvam — Alegou o Pistoleiro. Estavam ambos próximos a porta da loja, mas não exatamente em frente a ela.

No entanto, para infelicidade da dupla, um grupo armado de homens com capas e feições encobertas por capuz apareceram de onde o casal viera, estavam apressados pelo que parecia. Suas faces não podiam ser vistas graças a baixa luz do ambiente, que mesmo com os postes de luz ainda era insuficiente para mostra-las. — Ei, vocês dois! — Disse um dos homens. — Sabem algo sobre um grupo de loucos que anda ameaçando casais? — Completou ele, parecia que a história criada por Nicolas havia se voltado contra ele.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQua 10 Jul 2019, 13:16





Os enamorados caíram no conto que bolei para afugentá-los, voltando por onde vieram sem causar problemas a mim, permitindo que eu fosse até a frente da loja. — Fácil como tirar doce de criança! — Abri um sorriso malandro. Observei que Joe retornava bem sucedido também, tendo feito o bêbado sair de nosso caminho e dizendo algo sobre trocados. — Malandro, Joe, haha! — Gargalhei quando entendi o que o rapaz fizera.

Mas nossa vida mansa não durou tanto, pois infelizmente um grupo de homens veio pelo mesmo caminho que o casal regressou, chamando nossa atenção em busca de um grupo de loucos. — Grupo de louc-? — Antes de terminar a expressão, lembrei-me do boato que contei ao casal. "Merda, eles devem ter avisado a esses caras, o que eu faço?" Não tinha tempo para pensar muito, então decidi enrolar um pouco enquanto bolava algo para falar. — Vocês são os guardas? — Esperava que respondessem a sua pergunta, mas se estivessem apressados demais e exigissem a resposta de antes, diria: — Tranquilo, amico! Não passaram por aqui, não? Mas quem sabe estão mais ali na frente! — Apontou para a direção contrária da que os homens vieram. "Eles estão armados, não seria nada bom entrar em uma luta com eles." Pensei enquanto uma gota de suor escorria pelo meu rosto, mesmo que procurasse não expor o nervosismo. "Aliás, quem diabos são esses caras? Não vi uma base da marinha e nem um maldito marinheiro o dia todo e agora aparecem eles por aqui?!" Estava impaciente com a falta de informações, deveria saber quem eles eram mas antes precisava me livrar deles. — Se é só isso, tenham uma boa noite, hombres! — Alinharia meu blazer durante minha fala. Se eles perguntassem algo sobre a porta da loja aberta, diria: — Não faço ideia, cabrón, apenas parei para conversar com meu amigo que acabei de encontrar aqui! — Apontaria para Joe, se possível tocando a mão em seu ombro durante a fala. Se os soldados resolvessem entrar na loja mesmo assim, tomaria certa distância procurando ficar atrás do grupo de homens armados e daria uma olhada para Joe com os olhos mais sérios, indicando que a situação poderia apertar para o bando. — A vontade, hombres.



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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQua 10 Jul 2019, 18:24


O grupo de homens era composto por seis homens, dois deles tinham rifles com lunetas e ficavam atrás do restante, dois tinham pistolas e ficavam no meio e os outros dois portavam espadas embainhadas e ficavam na frente, assim todos formavam uma falange com duas fileiras duas fileiras de três pessoas. Quem dirigiu a palavra à dupla foi um dos que estava com espada e que estava à frente do restante do grupo, parecendo ser o líder pela forma diferenciada de se vestir; enquanto o restante do grupo vestia capas e capuzes marrons que ocultavam suas faces, este não ocultava seu rosto e vestia roupas com cores pretas, brancas e douradas.

Nicolas perguntou se eles eram guardas, e o líder deles olhou sério para o rapaz mas não disse nada. — Apenas diga logo, garoto! — Exigiu, autoritário. Nicolas tentou driblar a situação, mas o espadachim desconfiou da dupla, foi quando um dos homens atrás dele disse: — Chefe, essa loja não era pra estar aberta a essa hora! — O espadachim desviou o olhar da dupla por um segundo e notou a porta da loja aberta. — De fato. Vocês dois tem algo a ver com isso? — Perguntou, colocando a mão no punho da espada. Joe permanecia calado, apenas observando, mas parecia tenso com toda a situação. Nicolas, por outro lado, tentava a todo custo contornar a enrascada para encobrir o roubo que acontecia, dizendo que não faziam ideia do que estava acontecendo. — Se não sabem, eu irei averiguar. Vocês dois, fiquem de olho nesses garotos e não deixem que saiam daqui. — O espadachim ordenou para os dois homens de rifle que ficavam na parte traseira da formação, estes que responderam com uma continência e ficaram frente a frente com Nicolas e Joe com os rifles em mãos, pouco mais de um metro de distância de ambos. Os outros quatro homens foram em direção a porta da loja e adentraram, foi quando um silêncio precedeu o estampido de tiros no interior da loja. Ao todo foram quatro tiros, e depois deles o som de espadas se chocando.

Os homens que vigiavam Nicolas e Joe foram surpreendidos pelo estouro, ficando ainda mais em guarda do que estavam e desviando seus olhares para a porta da loja. O que acontecia dentro do estabelecimento era um total mistério para os quatro do lado de fora.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 09:53

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Infelizmente não consegui impedir ou ludibriar aqueles homens desconhecidos, e um deles não parecia um paspalho qualquer que cairia em qualquer conto inventado de última hora. Estavam em seis, um número totalmente desfavorável para mim e Joe se quiséssemos estourar uma luta ali, então a decisão mais sábia era de aguardar uma virada de mesa ao nosso favor. O líder deles, que falava e tomava a frente do grupo, ordenou que os dois atiradores que portavam rifles ficassem a vigiar a mim e a Joe. — Tranquilo, hombre... — Disse, vendo os homens com os rifles em mãos. Os quatro restantes foram em direção ao interior da loja, nesse momento arregalei um pouco os olhos com o nervosismo. "Isso não irá acabar bem" Pensei, frente a frente com aqueles dois homens armados.

Um silêncio se instaurou, dando lugar apenas para os sons da noite, mas não perdurou e se ouviram o som de tiros sendo disparados e espadas colidindo. Os guardas a nossa frente se surpreenderam tanto quanto eu, que joguei a cabeça levemente para frente quando o estrondo ecoou. — Eita! — Não era hora de ficar parado, o plano tinha dado errado. Viraria o rosto para olhar para Joe e acenar sutilmente com um olhar sério e decidido, indicando que agiria a seguir.

Com minha máxima velocidade, tentaria erguer ambas as mãos ao mesmo tempo em direção àquele homem a minha frente, sendo uma das mãos para segurar o cano da arma e erguê-lo para o alto e a outra para soca-lo no nariz com o punho revestido na luva de ferro. Como era ambidestro, usaria a mão que estivesse mais próxima da arma para segurá-la e a que restasse usaria para socar o indivíduo. Ao mesmo tempo que tentaria erguer o cano da arma, jogaria o corpo ainda mais para fora da mira do rifle para diminuir as chances de levar um tiro por reflexo. Se o segundo homem tentasse mirar em mim, colocaria meu corpo de maneira que seu companheiro ficasse na linha de tiro dele e impedisse que ele atirasse em mim.

— Cai dentro, mané! — A adrenalina estaria em meu ápice, a intensidade do combate mudaria levemente meu temperamento calmo para um estado mais alerta, com veias marcando em minhas têmporas. De qualquer forma, faria uma força contrária com a mão segurando o cano da arma para tirá-la das mãos do oponente e jogá-la para o chão logo depois da tentativa de socar a face do atirador, e se conseguisse usaria a mão que agora estaria livre para socar seu queixo com um cruzado. Se não conseguisse me livrar da arma, usaria a mão livre para continuar socando o homem com socos rápidos e diretos em seu rosto, dando o mínimo de tempo de reação possível até que minha força fosse suficiente para puxar a arma e desarmá-lo.

Se tentassem me atingir na altura do rosto ou do peito, inclinaria meu tronco para fora da trajetória do golpe balançando-o para trás ou para os lados e contra-atacaria imediatamente com um soco no rosto do atacante ou do inimigo mais próximo de mim. Se visassem algo abaixo da linha do meu tórax, daria um salto para trás se fosse um golpe lateral ou um salto para o lado se fosse um golpe frontal e contra-atacaria o mais rápido possível com um gancho no queixo do inimigo mais próximo.

Esperava que Joe desse conta do segundo homem, mas se esse não fosse o caso e o homem ficasse parado ou mesmo não conseguisse derrotá-lo e estivesse prestes a ser atingido ou morto, interromperia qualquer ataque meu que estivesse para ser feito e tentaria ajudá-lo, empurrando meu oponente contra o dele ao aplicar uma força com ambos os meus palmos em seu corpo ou socando seu rosto na bochecha com força máxima para fazê-lo cambalear em direção do segundo adversário. — Não se mexe com minha família, laranja! — Diria se ocorresse de ajudar Joe.

Se derrotassem os inimigos ali, tentaria pegar os dois rifles em posse deles e daria um para Joe, ou pegaria um e diria: — Achado não é roubado, hombre! — Daria de ombros com um sorriso no rosto.



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Mad
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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 13:51


Nicolas deu uma olhada sutil para Joe, acenando para indicar que faria algo a respeito da situação, recebendo como resposta do pistoleiro um aceno com a cabeça em confirmação. Nicolas jogou ao mesmo tempo as duas mãos com objetivos diferentes, uma delas segurou o cano do rifle do homem a sua frente e assim o ergueu para cima enquanto a outra o socaria. Antes que o boxeador pudesse atingi-lo, no entanto, o homem apertou o gatilho e o estampido ecoou na rua, mas o tiro dispersou para cima sem atingir qualquer alvo.

Com o soco que recebera, o atirador cambaleou mas levou seu rifle junto com o peso do seu corpo, impedindo que Nicolas o tirasse das mãos dele. No entanto, Nicolas não largou a arma e seguiu tentando soca-lo, mas o homem agora estava atento e desviava dos socos do rapaz mesmo que com alguma dificuldade. — Seu... Pirralho! — Gritou, agarrando firme o rifle e tentando acertar uma coronhada nas bochechas de Nicolas. O movimento fez com que Nicolas soltasse o cano da arma, mas o boxeador estava preparado para desviar e inclinou seu tronco para trás antes de ser atingido, voltando e socando novamente o rosto de seu adversário. O homem cambaleou e ficou de joelhos, meio zonzo, mas ainda teve forças para erguer o rifle e mirar em Nicolas.

Três disparos foram efetuados. Porém, somente um deles visou Nicolas, não chegando a perfurar sua carne e alojar-se, somente abrindo um corte médio ao passar de raspão em sua costela. Mas Joe havia conseguido roubar a arma do homem a sua frente com uma virada rápida, fazendo o rifle vir para suas mãos e atirando nos dois homens, um tiro para cada. — Precisava de ajuda aí? — O atirador de cabelos brancos sorriu com ironia. Os dois homens baleados caíram desmaiados, mas não mortos. Com o barulho de tiros, a cidade se alertou e aos poucos os moradores iam saindo de suas casas para ver o que se passava, encontrando ali a dupla e os dois homens caídos. Nicolas pegou um dos rifles, enquanto Joe ficou com o outro que já estava em suas mãos.

De dentro da loja surge Pedro, gritando com dois sacos estufados em suas costas. — Corram! — O homem começou a correr na direção por qual vieram da base. Estava ensanguentado e com alguns cortes nas roupas.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 16:06




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Em busca da "Famiglia".


Consegui segurar o cano da arma e desferir o primeiro soco na face daquele homem, fazendo-o cambalear e atirar, felizmente sem atingir ninguém. Não consegui fazê-lo largar sua arma, no entanto, mas não a soltei mesmo assim. "Seu maldito!" Tranquei os dentes com uma cara irritada e tentei soca-lo repetidas vezes no rosto, mas o desgraçado esquivava por pouco de todos os meus golpes. Ele gritou para mim, agarrou firme seu rifle e tentou me golpear com uma coronhada, mas eu estava esperto e desviei com um balançar do tronco para trás e voltei com um direto que atingiu em cheio a face do meu oponente cujo nome eu sequer sabia. — Engole essa, cabrón! — Gritei, me sentindo vitorioso com um sorriso no rosto.

Aquele cara cambaleou e se ajoelhou, e neste momento me dei por vencedor, mas minha inexperiência selou minha derrota neste momento. O homem, ainda de joelhos, ergueu sua arma e disparou contra mim, mas sua mira talvez estivesse debilitada pelos golpes que recebera e não conseguiu um disparo em cheio, mas a bala raspou em minha costela e abriu um corte. — Grrrrr! — Grunhi de dor, me contorcendo para o lado em que estava ferido. — Isso dói, seu maldito! — Apertei a mão que estava mais próxima da região contra o ferimento para impedir que muito sangue vazasse, tingindo a luva com o líquido escarlate que minava da pele dilacerada. Joe foi rápido o suficiente para atirar nos dois homens logo depois de eu ser atingido, o que me salvou visto que nada impediria o desgraçado de atirar outra vez e me matar.

Joe ainda sorrira com ironia, proferindo algumas palavras. — Nãaaao... Tudo sobre controle, hombre! — Falei com alguma dificuldade, mas procurando me manter na pose de durão. Aproximei-me do homem caído e tomei seu rifle para mim, nesta hora senti vontade de finalizá-lo ali mesmo, mas não tive tempo pois Pedro surgiu gritando de dentro da loja, saindo correndo com dois sacos nas costas. — Vamos! — Gritei para Joe. Sairia correndo com uma das mãos no ferimento e a outra segurando o rifle que acabara de roubar do suposto “guarda”, se a arma tivesse uma bandoleira faria questão de vesti-la e colocaria a arma na parte das costas para ter mais liberdade para correr. Grunhiria entre os passos graças ao ferimento, mas não era hora de procurar trata-lo e sim de sair o mais rápido que eu podia.

Os moradores começavam a sair de suas casas, alertados pelos sons de tiros e pela baderna. Se tentassem me pegar ou obstruir meu caminho, tentaria desviar ainda correndo e se não conseguisse, trombaria meu ombro do lado sem o ferimento para tirá-los a força da minha frente, firmando bem meus pés para evitar que eu caísse depois do choque. Olharia para trás periodicamente e, se algum soldado surgisse de dentro da loja com armas de fogo, começaria a correr em forma de “S” para dificultar sua mira. Por fim, seguiria Pedro aonde quer que ele fosse. — Cadê o resto dos caras?! — Perguntaria em meio a correria.

Se chegasse a base, adentraria logo depois de Pedro e procuraria um lugar para sentar. — Merda, eu tomei um tiro! — Bradaria, rangendo os dentes com a dor e removendo as peças de roupa da parte superior para poder tratar o ferimento. — Algum de vocês sabe tratar isso?! — Perguntaria aos dois que possivelmente estariam comigo, ou ficaria calado se não houvesse ninguém por perto. Se algum deles soubesse, seguiria os procedimentos e o deixaria me tratar, no final agradecendo: — V-Valeu... — Tentaria me deitar se estivesse em um sofá ou cama, ou procuraria um desses dois para poder descansar.

Se nenhum dos dois soubesse me tratar, pegaria algum pedaço de pano aparentemente limpo que estivesse por perto ou usaria meu blazer para cobrir o ferimento enquanto apertava com a mão.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptyQui 11 Jul 2019, 18:30


Nicolas tapou o ferimento com uma das mãos na tentativa de obstruir a passagem de sangue em demasia, mas mesmo assim o líquido ainda jorrava em certa quantidade. Com Pedro saindo e gritando para a dupla, Nicolas gritou de volta e saiu correndo atrás do seu “chefe” temporário, seguido logo atrás por Joe. — Ei! E eles? — Perguntou Joe, se referindo aos homens que acabaram de confrontar. Pedro se virou por um momento e respondeu aos berros. — Esqueçam eles! Se salvem! — Nesta hora o espadachim de antes surgiu da porta com uma cara irritada e a espada desembainhada, mas não aparentava nenhum ferimento sequer, só as roupas amassadas e ensanguentadas. — Peguem eles! — Ele gritou antes de olhar para seus atiradores, mas ao olhar notou que estavam ambos inconscientes. — Droga! — Ele hesitou por um momento, pensando se seguia o trio ou ficava para ajudar seus subordinados, optando pela segunda escolha e correndo para resgatá-los. Assim o trio conseguiu se afastar do perigo, por ora.

Nicolas notou que o rifle em sua mão possuía uma bandoleira, então usou-a para prender a arma às costas e continuar correndo com mais liberdade. O boxeador corria com certa dificuldade, mas era suficiente já que não estavam sendo seguidos por ninguém naquele momento. — Cadê o resto dos caras?! — Perguntou Nicolas, mas Pedro pareceu não ouvir ou se ouviu fez de conta que não. Rapidamente chegaram na base, onde Pedro se dirigiu para o balcão onde deixou os dois sacos que carregava e ficou por lá, com as mãos apoiadas na madeira enquanto recuperava o fôlego. Já Nicolas se sentou no sofá e tirou as roupas da parte de cima do seu corpo para melhor visualizar o ferimento, perguntando se alguém sabia trata-lo. — Fique parado aí! — Joe gritou, tirando seu terno e buscando algumas coisas em uma estante com algumas gavetas. Ele retornou com álcool, uma agulha e linha, e um cinto de couro. Ele entregou o cinto para Nicolas morder e disse: — Deita aí — Assim ele passou a linha pela brecha da agulha, molhou a agulha em álcool e jogou um pouco no ferimento de Nicolas, depois enfiou a ponta da agulha nas extremidades do ferimento do rapaz, dando cerca de 4 pontos para fechar o ferimento. — Não se mexa ainda... — Ele estava bastante concentrando, seus olhos amarelos estavam sérios e compenetrados na sua tarefa. Joe se levantou por um momento e trouxe da estante um rolo de ataduras. — Vamos, se sente — Ele passou o rolo de ataduras no ferimento do rapaz, dando três voltas antes de dar um nó, cobrindo completamente o corte. — Está feito.

Agora restava descansar. Mas Pedro cessou seus devaneios no balcão e se aproximou da dupla, furioso. — Vocês....... SEUS MOLEQUES! — Gritou, apontando o dedo para ambos. — Um trabalho, vocês só tinham um maldito trabalho! E por sua incompetência perdi dois homens! — Ele alegou com a cara enrugada de raiva. — Eu deveria mata-los agora mesmo! Mas... tenho uma ideia melhor... — Aos poucos ele se acalmava. — Vocês irão se redimir pelo erro!

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptySex 12 Jul 2019, 09:24




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Em busca da "Famiglia".


Em nossa fuga, pude notar que o espadachim de outrora retornou do interior da loja sem ferimentos aparentes, mas ensanguentado, eu pensaria sobre o que havia acontecido dentro do estabelecimento, mas meu ferimento de bala doía o suficiente para eu não me importar com mais nada. "Maldito desgraçado que atirou em mim! Se ele sobreviver, vou espanca-lo até a morte!" Minha expressão denotava a fúria contida em mim. Notando que o rifle possuía uma bandoleira, apressei-me em vesti-la para manter a arma presa a mim enquanto eu corria sem ter de segurá-lo enquanto isso, o que era realmente útil em uma fuga. Sentia certa dificuldade em meus movimentos graças a dor cada vez que meu corpo sentia o impacto com o chão. "Arrrgh, droga!" Neste momento, quando perguntei sobre o restante do grupo, Pedro não respondeu, o que talvez indicasse que foram capturados ou pior.

Não demorou muito para chegarmos no prédio abandonado que servia de base para aqueles homens, e Pedro logo foi até o balcão onde deixou os sacos que carregava enquanto eu procurava um assento. Consegui me sentar num sofá e perguntei se alguém sabia como parar o sangramento enquanto eu tirava meu blazer e blusa, foi quando Joe me disse para ficar parado. Não entendi no momento, mas não tinha muitas opções então o fiz. Ele procurou por algo num estante ali perto e voltou com uma série de itens. Ele parecia saber o que fazer, me entregando um cinto de couro e me mandando deitar. "Isso vai doer..." Eu já sabia o que viria a seguir, então coloquei o cinto entre meus dentes e me deitei de peito para cima, já esperando o que viria a seguir.

Sem piedade, Joe derramou álcool em minha ferida, o que me fez morder com força o cinto que tinha na boca e grunhir: — Grrrrrrr! — Não era nada tão doloroso, mas queimava como o inferno, e essa não foi a pior parte. O pistoleiro enfiou a agulha carne adentro e puxou as extremidades do ferimento para liga-las com os pontos de linha, e a cada movimento que ele fazia eu sentia a linha se mexer e arrastar, expressando toda minha dor em feições azedas e dentes cerrados. Quando aquele tormento se findou, Joe disse-me para sentar e assim o fiz, soltando o cinto e deixando-o no “braço” do sofá. Depois de passar as ataduras em mim, eu estava finalmente tratado. - Valeu, hombre, acho que te devo minha vida. - Agradeci com um sorriso sincero, ele havia me salvado duas vezes no mesmo dia, afinal.

Não houve tempo para continuar aquela conversa, no entanto, pois Pedro retornou gritando e apontando o dedo para nós, completamente fora de si. A verdade fora dita e nada mais, pois agora ele revelava que os dois homens que andavam com ele haviam sido mortos. Mas tão rápido quanto se irritou, Pedro se acalmou e disse algo sobre redenção. Sinceramente, aquele miserável estava começando a me irritar, desde quando ele havia se tornado meu superior? Mas por ora, precisava do dinheiro e estava ferido, então entrar em combate com ele não seria vantajoso. - Foi mal por isso, tiozão. Mas relaxe, vamos te compensar pelo erro, não é, Joe? - Diria, olhando primeiro para Pedro e em seguida para Joe. Sentia que nós dois estávamos começando a agir como uma dupla de verdade, o que era bom, visto que eu queria torna-lo meu parceiro. - E então, o que tem dentro dos sacos? - Perguntaria, mas sabia que provavelmente eram os espólios do saque. - E nossa parte? - Havia me arriscado e até levado um tiro por aquele trabalho, estava na hora de um pagamento digno.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptySex 12 Jul 2019, 10:53


Nicolas dizia que compensaria a Pedro pelo erro cometido. — Acho bom mesmo — Retrucou o bandido. Quando lhe questionado sobre o que havia dentro dos sacos, o homem foi em direção da bancada e abriu um dos sacos. — Vejo por si só — Ele deitou um dos sacos e pilhas de dinheiro caíram sobre a mesa. — Parece que eles estavam economizando bastante, ein, haha! — Assim que esvaziou o saco, ele o jogou para o lado e deixou o segundo saco ainda fechado sobre a bancada. — A parte de vocês? Hm... Vejamos — Ele falava com um tom meio oportunista, como se estivesse passando a perna nos dois.

— Podem ficar com 200.000$ cada, e todo o resto fica para mim como compensação da incompetência de vocês! — Ele separou duas pilhas minúsculas comparadas à pilha que restava, com a parcela restante do dinheiro. Deveria haver um milhão na pilha maior. — Aaaa, mas vocês podem ficar com uma parte das tranqueiras que roubamos... — Ele devolveu a parte maior ao saco e o amarrou com uma corda. Pegou o segundo saco e despejou na mesa uma série de objetos roubados da loja de conveniências; haviam cigarros, isqueiros, Kit de Gazua, mochilas normais, charutos, bússola, remédios de uso diversos, bandagens, bisturi.

Isso foi o que Pedro disponibilizou para a dupla, todo o resto ele guardou de volta no saco e foi para outro cômodo do prédio com os dois sacos um pouco menos cheios. — Bom, por ora façam o que quiserem, mais tarde bolaremos outra coisa — Ainda era madrugada e a dupla não havia dormido, então era justificável que estivessem cansados, além do mais Nicolas estava ferido e precisava de repouso.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia - Página 2 EmptySex 12 Jul 2019, 13:56




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Em busca da "Famiglia".


Mais uma vez o tom autoritário daquele imbecil me irritava, me deixando louco para fazê-lo engolir as próprias palavras. "Vamos ver até quando vai continuar falando assim, filho da..." Ele se virou e foi em direção a mesa onde havia deixado os dois sacos que trouxe da loja, confirmando que eram de fato os espólios do crime. O dinheiro jorrou para fora do saco, revelando uma quantia substancial. "Se partirmos isso igualmente, não vou ter problemas com dinheiro tão cedo!" Parecia que os deuses começavam a sorrir para mim, finalmente. Mas minha fantasia foi cortada cedo, quando Pedro falou que só ficaríamos com 200.000$ cada um. — Quê? Isso não dá nem pra uma semana! — Questionei com indignação no rosto, mas o paspalho não mudou sua palavra e deixou por isso mesmo. "Tsc, que desgraçado!" Pelo menos poderíamos ficar com algumas coisas roubadas da loja e talvez vender algo depois, mas a quantidade de itens que ele deixou para nós era tão minúscula quanto a de dinheiro.

"Esse cara..." Minhas têmporas enrugaram-se de irritação, cerrei meus punhos e estava prestes a me levantar para cair na porrada com aquele cara, mas uma alfinetada de dor em minha costelas me fez regredir. "Ai!" Esperei que Pedro nos deixasse a sós e me levantei do sofá. — Você está satisfeito com isso?! — Indagaria Joe, mantendo um tom suficiente para demonstrar minha indignação mas não ser ouvido por Pedro. — Bem, eu não! Aquele cara acha que pode passar a perna na gente, assim? Está muito enganado. — Algo vinha em minha mente, e precisaria da ajuda de Joe para executá-la. — Bem, por ora precisamos descansar, mas posso contar com você? Ah, e eu lhe retribuirei pelos favores. — Estenderia o palmo para Joe, esperando que ele selasse o aperto de mãos.

Em seguida, iria em direção a pilha de dinheiro e utensílios e daria uma boa olhada nelas. — Aqui tem umas coisas úteis para mim, e você é médico? Se for, tem umas coisas que servem pra você também. Podemos distribuir igualmente e o que não nos servir, vendemos, pode ser? — Se Joe concordasse ou não, pegaria uma mochila e colocaria os 200.000$ e os itens: cigarros, isqueiros, kit de gazua. Em seguida diria: — Já peguei minha parte, o que você não quiser podemos vender. — Selaria a mochila e me dirigiria para um sofá, de preferência limpo, e me deitaria com a mochila ao meu lado. Por fim, cairia no sono.


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