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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Em busca da famiglia

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySab 06 Jul 2019, 22:57

Em busca da famiglia

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Nicolas. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySab 06 Jul 2019, 23:44





Fazia pouco tempo desde que Nicolas desembarcou em Centaurea Island, trazido por um navio comerciante onde conseguiu carona. Vinha de um bairro pobre e de vida dura, onde aprendeu a maior parte — se não todos — seus truques e habilidades pessoais. Seu objetivo em Centaurea não era outro se não dar um rumo e significado para sua vida até então miserável, estando disposto à fazer o que fosse preciso para atingir uma posição de renome. Era um gatuno, cheio de lábia e habilidades para arrombar. Preferia “trabalhar” pela noite, quando a maior parte da cidade estaria dormindo, mas certas coisas não são possíveis de se fazer no período noturno, e o forasteiro ainda desconhecia muito da cidade.

— Hmmmmm. Tá, do que eu preciso mesmo? — Se indagaria, caminhando pelas ruas de Centaurea. Em seu caminhar, buscaria olhar bem para as construções que constituíam a cidade, analisando os cidadãos e o nível econômico da cidade para criar um “perfil”, no qual basearia suas ações mais tarde. — Ah, é. Preciso de luvas. — Completaria a frase de antes, lembrando-se da pequena lista mental de objetivos que tinha na nova cidade. Por hora, tudo que queria era um par de luvas que conseguisse pagar com o dinheiro que tinha disponível, mas tinha um objetivo maior de reunir mais dinheiro e começar ou juntar-se a uma trupe disposta à ganhar mais dinheiro ainda. "É como dizem, dinheiro move o mundo" Pensaria, esboçando uma expressão indiferente com olhos à procurarem por algo. Este algo era uma loja de armas ou um ferreiro, onde adentraria ao encontrar, vagueando pelas ruas à procura do estabelecimento. Se sua busca demorasse, se aproximaria de qualquer cidadão que aparentasse ter mais de dezessete anos e perguntaria: — Opa, sabe onde tem um armeiro ou ferreiro por aqui? — Seja qual fosse a resposta, diria: — Ah, sim, valeu. — E seguiria a direção indicada se o indivíduo fornecesse essa informação, ou perguntaria a mesma coisa para outra pessoa que visse caso não obtivesse êxito de primeira.

Encontrando o armeiro/ferreiro, adentraria ao âmbito e procuraria pelo dono ou um vendedor e perguntaria: — E aí, tô procurando por um par de luvas de combate, queria que tivessem metal na parte dos ossos dos dedos como se fosse uma soqueira, mas fosse feita em maior parte com um couro bem forte que aguente cortes. Tem aí? Ah, e meu orçamento tá pra trinta mil... — Em seu falar, gesticularia os detalhes do equipamento para melhor entendimento de sua busca, e se a resposta fosse positiva e lhe fosse entregue o item, vestiria as luvas para testar e daria alguns socos no ar. Se tudo estivesse certo e o item fosse com valor igual ou inferior a 30.000$, entregaria o dinheiro e sairia agradecendo e acenando. — Valeu aí! — Iria para a rua outra vez, onde caminharia em busca de uma loja de conveniências onde pudesse comprar cigarros e entraria se pudesse, buscando outra vez por um vendedor. — Tem um maço de cigarros aí, parceiro? Quanto é? — Diria, analisando bem a loja, coisas como quantidade de pessoas dentro, se havia cômodos mais adentro ou se era somente a parte da loja, segurança e coisas assim.



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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySeg 08 Jul 2019, 14:02


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Em busca da Famiglia
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O forasteiro havia há pouco desembarcado em Centaurea Island, vindo de carona em um navio mercante, decidido à se tornar notável e atingir uma posição grandiosa. Era um dia frio como a maioria dos dias em Centaurea, com nuvens que nublavam o céu e deixavam pouco espaço para o sol trazer seu calor à terra, neve caía e se espalhava pelo terreno, se aglomerando nas árvores e obrigando os moradores à se agasalharem se não quisessem bater os queixos.

Nicolas caminhava pelo perímetro aquela cidade, e por sorte trazia consigo um casaco preto como o restante de suas roupas que lhe fornecia alguma proteção contra o frio, mas ainda assim não seria prudente ficar exposto tanto tempo à neve. Em sua caminhada, o gatuno apreciava as belas casas rústicas de Centaurea enquanto pensava no que fazer, se atentando aos possíveis "alvos" de seus dotes criminosos. Decidido à conseguir luvas que pudesse usar em combate, o jovem pôs-se a caminhar em busca de um armeiro ou ferreiro que atendesse ao seu anseio, não demorando muito para encontrar uma loja de armas com um letreiro sugestivo de nome "Blacksmith". Ao ver a oportunidade, Nicolas rapidamente adentrou ao estabelecimento, rodando a maçaneta e empurrando a porta que estalou um sino para anunciar sua entrada. — Bem vindo! — Disse imediatamente uma voz vinda de trás de um balcão, balcão este que posicionava-se ao lado da porta. O dono da voz era um homem robusto e careca, com uma barba média e avental de ferreiro.

Nicolas se aproximou do vendedor e disse: — E aí, tô procurando por um par de luvas de combate, queria que tivessem metal na parte dos ossos dos dedos como se fosse uma soqueira, mas fosse feita em maior parte com um couro bem forte que aguente cortes. Tem aí? Ah, e meu orçamento tá pra trinta mil... — O vendedor pensou um pouco enquanto coçava a barba e respondeu: — Ah, sim. Tenho sim, espera um pouco aí, rapaz. — Abriu uma portinha do balcão que dava acesso à parte da loja em que estava Nicolas e procurou por uma caixa no chão. Os artigos à mostra nas prateleiras eram somente os melhores itens da loja e portanto não havia espaço para os itens mais "esquecidos" e mais baratos. Abrindo a caixa, o careca puxou um par de luvas que correspondiam perfeitamente à descrição do rapaz, deu uma assoprada nelas e as bateu uma contra a outra para tirar o excesso de poeira, voltando para perto de seu cliente e as entregando. — Você teve sorte, rapaz, são exatamente 30.000 — Disse o vendedor. Nicolas neste momento testava as luvas dando soquinhos no ar, e ao final entregou o valor pedido pelo item e saiu da loja, agradecendo pela nova aquisição. — Valeu aí!

Com as novas luvas em suas mãos, agora o rapaz decidiu procurar por seu grande vício, então saiu em busca de uma loja de conveniências cidade a dentro. Estava em uma rua principal, então não demorou muito para achar a tal loja e entrou, novamente soando um sino que alertou à vendedora de sua presença. Nicolas se aproximou da mulher, que tinha cabelos marrons e uma pele morena. — Tem um maço de cigarros aí, parceiro? Quanto é? — Disse o rapaz, causando uma irritação na atendente, que respondeu. — Eu sou mulher, não tá vendo não?! Tem cigarros sim, são dez mil, vai querer?! — Enquanto isso o gatuno analisava bem o estabelecimento, que tinha duas pessoas além dele e a vendedora e um quarto nos fundos, separado do resto da loja.

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Nicolas
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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySeg 08 Jul 2019, 18:05


Em busca da "Famiglia"
Em seu vaguear, Nicolas avistou as construções rústicas de Centaurea, assumindo que talvez o nível monetário dos moradores estivesse por volta da classe média. Não avistou nenhum marinheiro durante seu trajeto, o que o fez indagar-se se não havia uma base da organização presente naquela ilha. ”Não tem marinheiros por aqui?“ Pensou. O frio do inverno assolava Centaurea, acumulando neve pelos constructos e quase obrigado a todos os moradores que vestissem roupas mais fechadas e quentes. Não fosse por seu casaco preto de gola alta e mangas curtas lhe cobrindo, estaria batendo os dentes naquele momento, embora não fosse o melhor tipo de roupa para a situação — mas já calhava por hora.

O rapaz adentrou uma loja de armas de nome “Blacksmith”, encontrando-a pelo letreiro fora dela. Quando empurrou a porta pôde ouvir o soar do pequeno sino acima dele, tocado pelo movimentar da peça de madeira. — Bem vindo! — Disse uma voz de dentro da loja quando o rapaz entrou. Sem pestanejar, ele se aproximou e fez seu pedido ao homem que se apresentava. — E aí, tô procurando por um par de luvas de combate, queria que tivessem metal na parte dos ossos dos dedos como se fosse uma soqueira, mas fosse feita em maior parte com um couro bem forte que aguente cortes. Tem aí? Ah, e meu orçamento tá pra trinta mil... — O vendedor titubeou pensativo com a mão na barba a coçá-la. — Ah, sim. Tenho sim, espera um pouco aí, rapaz. — Disse por fim, indo em busca das tais luvas.

Enquanto isso, Nicolas aguardou enquanto observava o estabelecimento. "Aqui é bem arrumadinho, né... Talvez eu volte mais vezes..." Pensava. Não demorou muito e o careca voltou trazendo o par de luvas cujo entregou à Nicolas, que já foi vestindo-as e testando elas com alguns socos. — Você teve sorte, rapaz, são exatamente 30.000 — Disse o vendedor, abrindo um sorriso no semblante de Nicolas. — Esperto ter sorte mais vezes enquanto estiver por aqui, haha! — Gargalhou o rapaz, entregando o dinheiro combinado e saindo da loja. — Valeu aí! — Proferiu antes de deixar o estabelecimento. Agora tinha suas preciosas luvas e vinte mil no bolso, tinha alguns objetivos mas havia um pequeno problema. "Não sei se o dinheiro vai dar..." Infelizmente, 20.000 não significavam nada naquele mundo, e como um bom ladrão, tinha conhecimento disso.

"Nha, resolvo isso outra hora!" Concluiu, dirigindo-se em busca de uma loja de conveniências. Por sorte, não demorou muito à acha-la, ainda na mesma rua da loja de armas. — Mas rapaz... Tem tudo nessa rua, ein? Haha! — Proferiu a esmo, adentrando à loja e de cara perguntando por cigarros pra atendente. — Tem um maço de cigarros aí, parceiro? Quanto é? — Por algum motivo, Nicolas falou de modo automático, referindo-se à mulher como “parceiro” mesmo percebendo que não era um homem. Como era de se imaginar, isso despertou irritação na dita cuja, que esbravejou contra o rapaz e respondeu sua pergunta ainda irritada, mas Nicolas observava a loja como se nada houvesse acontecido, até que percebeu o tom alterado da moça. — Opa opa! Calma lá! Foi sem querer, desculpa aí! Ando meio desatento, haha! — Retrucou Nicolas, tentando apaziguar os ânimos por ali enquanto gesticulava com as mãos abertas rente ao peito, expressando em sua feição um sincero arrependimento. De toda forma, tinha o preço dos cigarros, agora restava-lhe saber se teria dinheiro para o isqueiro. — Ah, sim, calma. Antes de decidir sobre os cigarros, tem isqueiro também? Por quanto? — Se a resposta fosse um valor que, somado com os cigarros, ultrapassasse 20.000, então diria: — Ah, sim... Vou levar só o cigarro mesmo. — Mas se o valor fosse igual ou inferior à 20.000, diria: — Opa, vou levar o isqueiro e o maço, obrigado! — Daria o dinheiro correspondente ao(s) item(s) — 10.000 pelo cigarro ou 20.000 pelo cigarro com isqueiro — e deixaria a loja, tendo analisado bem a situação de lá. — Muito arriscado para fazer isso sozinho — Pensaria alto, mas ainda em um murmúrio que só ele conseguiria ouvir, referindo-se à possibilidade de assaltar a loja.

Teria em mãos um maço de cigarro e, talvez, um isqueiro, colocando ambos nos bolsos da calça se pudesse, para um uso futuro. "Preciso de ajuda" Concluiu, estava na hora de conseguir companheiros. Andejaria pelas ruas da cidade em busca de uma parte que aparentasse ser mais “criminosa”, escura ou os dois, tendo como objetivo encontrar um mercado negro pelas redondezas. Se achasse algo semelhante — pois talvez o reconhecesse quando encontrasse — se aproximaria, se não encontrasse depois de algum tempo de busca, tentaria perguntar para alguém próximo que tivesse uma feição mais vigarista. — E aí. Tô procurando um mercado “diferenciado”, sabem onde encontro? — Seu jeito de falar gentil de antes era agora substituído por algo mais imponente, para não demonstrar fraqueza perante possíveis ameaças e não ser alvo de aproveitadores. Sua pose seria decidida, teria firmeza na voz e sua cabeça penderia levemente para trás, acentuando ainda mais sua confiança. Se conseguisse uma resposta gratificante e nada mais chamasse sua atenção naquele local, iria rumo ao dito mercado negro.

Se houvesse qualquer tipo de segurança ou protetores da entrada que o barrassem, diria: — Só vim fazer negócios, “chapa”. Tô limpo. — Se não, simplesmente adentraria ao estabelecimento (se fosse um estabelecimento) ou no local do comércio ilegal, olhando para as possibilidades à sua frente.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySeg 08 Jul 2019, 21:14


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— Opa opa! Calma lá! Foi sem querer, desculpa aí! Ando meio desatento, haha! — Nicolas tentava se redimir pelo engano com a atendente da loja. — Hmpf! — A mulher suspirou, acalmando-se logo em seguida e dizendo o preço dos cigarros. — Ah, sim, calma. Antes de decidir sobre os cigarros, tem isqueiro também? Por quanto? — Perguntou o gatuno. — O isqueiro é vinte mil. — Retrucou a moça, frustrando os pensamentos de Nicolas de levar o isqueiro e os cigarros. — Ah, sim... Vou levar só o cigarro mesmo. — Completou, entregando os 10.000 correspondente ao maço e o pegando para sair da loja. — Muito arriscado para fazer isso sozinho — Disse em sussurro. O rapaz guardou o maço no bolso da caça e prosseguiu pelas ruas da cidade, procurando por uma parte mais propensa à criminalidade, e deparando-se com esta após ruas e mais ruas caminhadas.

Era a parte periférica da cidade, mais pobre e escura, o saneamento não chegava a ser tão ruim, mas era pior do que a parte mais rica e as casas eram visivelmente menos estruturadas. Graças a neve, poucas pessoas ficavam do lado de fora, não que muitas já ficassem, graças aos altos níveis de roubo ali. Nicolas buscava por um mercado negro pelas redondezas, um ponto de venda ilegal fácil de se achar para gente da laia daquele rapinante. Em sua busca, graças ao inverno ele encontra certas dificuldades para achar o que procurava, decidindo perguntar para um pequeno aglomerado de pessoas que estavam conversando debaixo de uma tenda ali próxima de onde Nicolas passava.

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Estavam em quatro e três deles tinham aparência típica de bandidos, com feições intimidadoras e arrogantes, mas um deles expressava mais indiferença além de uma aparência muito mais fina e elegante. — E aí. Tô procurando um mercado diferenciado, sabem onde encontro? — Questionou o rapaz, impondo-se em seu modo de falar. — Hã? — Três deles, incluindo o mais elegante, estavam de lado para Nicolas, exceto aquele que falou enquanto se virava para observar o rapaz. — Nunca vi você por aqui, garoto, é de fora? — O homem analisou Nicolas da cabeça aos pés, coçou o queixo e respondeu sua pergunta. — Sim, sim, sei do que cê’ tá falando. Mas antes quero que ouça uma coisa, garoto. — O homem se levantou, revelando ter por volta dos dois metros e vinte de altura, esguio e com uma barbicha. Ele se aproximou de Nicolas e envolveu os ombros do rapaz com o braço, aproximando o rosto de sua orelha para que pudesse sussurrar. — Eu percebi que você é de fora e parece perdido por aqui, além de tá’ procurando por um lugar que só certas pessoas frequentam... Tá afim de ganhar dinheiro? — Murmurou para Nicolas, esperando uma resposta antes de continuar a falar. Dependia inteiramente do rapaz se aceitaria ouvir mais ou não.

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Bandido
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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptySeg 08 Jul 2019, 23:12


Em busca da "Famiglia"
Felizmente a mulher se acalmava com a tentativa bem sucedida do rapaz de apaziguar os ânimos na loja de conveniências, voltando a agir normalmente. Quando Nicolas questionou sobre o isqueiro, a resposta veio rápida, alegando um preço equivalente a 20.000$. "Xiii, não vai dar não." Pensou de imediato, optando por sair somente com o cigarro. Sem mais delongas, o rapaz pagou e levou o cigarro consigo, guardando-o no bolso. Partindo à procura de um mercado negro, o rapaz pôs-se a trilhar as ruas de Centaurea até chegar em uma parte menos favorecida, com saneamento mais desleixado e construções mais pobres, assim como pouco movimento nas ruas. "Nada tão diferente de onde eu vim" Pensou, lembrando-se de como era em seu bairro, na sua cidade natal.

Mesmo no lugar aparentemente certo, ainda era difícil achar um lugar ilegal por conta própria, afinal se fosse fácil logo as autoridades prenderiam os responsáveis. Dando-se conta disso, Nicolas parou para perguntar para um pequeno grupo de pessoas em uma tenda que os protegia da neve. Analisando bem o bando, notou que três deles estavam um pouco “padronizados” enquanto um quarto integrante fugia completamente da proposta, assemelhando-se mais com o modo de vestir-se de Nicolas. "Esse cara parece interessante..." Pensou antes de se aproximar, em seguida perguntando sobre o tal “mercado diferenciado”. Um deles estranhou um pouco a chegada de Nicolas, questionando se o rapaz era ou não da cidade. — Sim, cheguei há pouco. Tô procurando trabalhos, heh. — Replicou o gatuno, observando que era analisado da cabeça aos pés. O homem se levantou, alegando que queria dizer algo a Nicolas e envolvendo-o com seu braço. Nicolas observou com certa estranheza. — Eu curto mulheres, cara! — Alegou de imediato, mas o homem iniciou seu falatório mesmo assim.

Quando “dinheiro” foi mencionado, imediatamente Nicolas trouxe à sua memória sua necessidade de dinheiro, estando levemente mais inclinado à aceitar a oferta. Antes, no entanto, era necessário que ele soubesse dos detalhes do tal serviço, imaginando que fosse algo ilegal pelo “porte” dos homens ali. — Hm... Sou todo ouvidos. — Responderia, disposto a escutar mais sobre o plano. Se fosse proposto que fossem a outro local, seguiria os homens até onde precisasse, prestando atenção ao trajeto para caso algo saísse errado ou fosse uma armadilha. — E sobre a pergunta de antes, pra onde fica? — Referia-se claramente à sua pergunta sobre o mercado negro, que ainda ficava sem resposta. Se tivesse uma oportunidade de puxar conversa com o integrante mais elegante da quadrilha, iniciaria um diálogo em um tom mais baixo. — Você não parece ser um deles, foi chamado assim como eu? — Tentaria manter a conversa somente entre os dois e independentemente da resposta, diria: — Ah, entendi. Sou Nicolas, prazer. — Estenderia a mão direita para um aperto de mão firme, demonstrando seriedade.

Se de fato fossem para outro local, ao chegar perpassaria o olhar pelo ambiente em busca de memorizar o máximo que pudesse e diria: — Onde estamos? —

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptyTer 09 Jul 2019, 09:11


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Quando Nicolas respondeu demonstrando interesse, o homem abriu um largo sorriso convencido. — Issso, boa escolha, garoto! Siga-nos! Muahahah! — Ele fez um sinal com a cabeça para os homens que estavam sentados e todos se levantaram, começando a andar juntos em uma única direção. Nicolas perguntou sobre o mercado negro, como antes, e com isso o homem lhe respondeu: — Ahh, sim... Você logo irá ver, vamos passar por ele... — Como dito, após alguns minutos de caminhada e viradas em ruas e mais ruas, com Nicolas atento ao caminho que trilhava para lembrar-se posteriormente, puderam ver uma espécie de “quarteirão” com uma única rua que dava acesso, com casas fechando completamente o restante da quadra. — Vê? É logo ali. — O meliante apontou para a entrada, guarnecida por dois homens sentados em caixotes com uma tenda sobre suas cabeças. A entrada não tinha porta, era um arco com quatro metros de altura e três de comprimento, para passagem de mercadorias de maiores volumes.

Mas o trajeto dos homens ali não seguia para dentro do mercado ilegal, seguindo mais adiante e dobrando outra rua para dar de cara com um prédio abandonado. Neste meio tempo de viagem, Nicolas tentou uma aproximação com o rapaz vestindo terno e gravata, que respondeu: — Hã? Ah... Sim, cheguei recentemente e eles me chamaram. Como eu preciso de dinheiro, aceitei. — Sua voz tinha um ritmo lento, seus cabelos eram brancos acinzentados e seus olhos tinham a cor amarelo queimado, também possuía pequenos brincos nas orelhas e seu terno tinha detalhes brancos que combinavam com seu cabelo. — Nicolas? Sou Joe, igualmente. — Apertaram as mãos e seguiram caminhando até chegarem no tal prédio abandonado. — Onde estamos? — Perguntou Nicolas. — Está na nossa base temporária — Respondeu o homem. — Me chamo Pedro, é tudo que precisam saber sobre mim... Agora, vamos aos detalhes do plano! — Ele chegou perto de uma mesa com um pequeno mapa, apontando para um local em específico marcado com um “X”. — Esse é nosso alvo, uma loja na rua principal... O motivo de termos escolhido ela é por quê o cara que eles contratam para proteger ela ficou doente repentinamente e eles não contrataram outro ainda, por isso temos que agir logo antes que o façam, todos entenderam até aqui? — Se Nicolas aproximasse-se, poderia ver que a tal loja marcada era a mesma loja que ele comprou cigarros mais cedo. — Continuando, estamos em cinco aqui. Os dois novatos vão juntos guardar a entrada e ficar de vigia para que nós três façamos o serviço. Se a chapa esquentar, é cada um por si, entenderam? Iremos quando anoitecer! — Ele terminou de falar os detalhes, restava agora esperando um pouco mais de três horas para que a noite caísse e pudessem realizar o “plano”.

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptyTer 09 Jul 2019, 14:19


Em busca da "Famiglia"

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O homem que falava sobre a proposta para Nicolas acenou com a cabeça para o resto de sua trupe e todos ali iniciaram um trajeto. Fiz questão de perguntar sobre o mercado negro, sendo respondido logo em seguida pelo homem mais alto, dizendo que em breve o avistaria em meu passar. De fato, não tardou para que o mesmo homem o apontasse para mim, era um lugar ao mesmo tempo suspeito e oculto, guarnecido por dois homens sentados em caixotes na única aparente entrada do lugar. "Hoo... Então é aqui." Pensou, olhando de rabo de olho.

O trajeto do grupo, no entanto, não cruzou o mercado negro, dobrando em outra rua. Nessa hora, aproveitando para puxar papo com o integrante mais elegante, Nicolas aproximou-se e iniciou um diálogo que foi prontamente respondido. — Coincidência, também tô precisando de dinheiro. Mas quem não precisa, não é? Hah! — Brincou, sorrindo de canto. — Joe, é? Nome legal! — Completou, e assim a pequena conversa acabou, pois chegaram no seu objetivo. O tal prédio que possivelmente era a base dos homens ali, estava abandonado, mas Nicolas perguntou mesmo assim por precaução: — Onde estamos? — Questionou, e o homem de antes retrucou que estavam na base temporária do grupo, alegando se chamar Pedro. Agora era hora dos detalhes do plano, e Nicolas se inclinou para ouvir mais atentamente enquanto Pedro se colocava a explicar. Aproximando-se um pouco mais de onde Pedro estava, Nicolas observou o mapa estirado em uma mesa, notando de cara que a tal loja era na verdade a loja em que comprara cigarros mais cedo. "Que ironia do destino, ein..." Suspirou. "Pelo menos já tenho uma ideia de como é lá, talvez seja útil" Findou seus pensamentos, assentindo para Pedro. — Entendi. — Ele terminou de explicar os detalhes, revelando que Nicolas e Joe fariam uma dupla. — Por mim tudo bem. — Deu uma olhada para Joe, observando se ele concordava também.

Agora restava esperar o cair da noite, faltavam algumas horas para colocarem em prática o crime. Com muito tempo livre, Nicolas decidiu procurar um assento para si. Uma cadeira, sofá, poltrona, banco ou qualquer base em que pudesse relaxar as pernas seria o alvo do rapaz, que sentaria assim que achasse alguma dessas opções. — Algum de vocês têm um isqueiro? — Perguntaria, lembrando-se do maço de cigarros que possuía no bolso. Removeria um único cigarro do maço de dentro do bolso, questionando em um tom moderado para que todos ali presentes pudessem escutar. Se alguém se oferecesse, Nicolas iria até ele e estenderia o cigarro para que fosse aceso ou pegaria o isqueiro e ele mesmo acenderia, devolvendo-o para seu dono e voltando a sentar-se no lugar anterior — se houvesse encontrado um, se não simplesmente se encostaria em uma parede enquanto aguardava, levando o cigarro aos lábios e tragando-o. Se ninguém tivesse um isqueiro, devolveria o cigarro ao maço e o guardaria no bolso outra vez. — E então, já que seremos parceiros por enquanto seria bom sabermos de como lutamos. Que acha? — Perguntaria a Joe se ele estivesse por perto, do contrário procuraria o rapaz e o indagaria. Se este concordasse, ouviria caso ele falasse primeiro ou diria primeiro se ele não o fizesse. — Eu uso as mãos, principalmente, mas sei usar qualquer tipo de arma que coloque em minha frente, só não sou bom de pontaria, hahaha! — Daria outra tragada, soprando a fumaça para longe de Joe para não o incomodar. Se houvesse um assento perto de Joe, o tomaria, mas procuraria não ficar colado com o indivíduo para não transmitir uma ideia estranha.

Se Joe falasse sobre seu estilo de luta, diria: — Sei, por suposto que deve ser muito bom. Tu tens cara de muita habilidade! — Tragaria outra vez o fumo, soltando aos poucos a fumaça por uma pequena brecha entre seus lábios. — Que acha de formarmos uma dupla, eu e você, depois desse trabalho? Tem algo que quer? Um objetivo, um sonho? Podemos conquistar muitas coisas unindo nossas habilidades... — Cruzaria as pernas com elegância, assumindo uma pose mais imponente enquanto tragava o cigarro. Procuraria manter o tom da conversa em um nível em que somente os dois pudessem ouvir. — Estou em busca de minha própria “Famiglia”, entendes? Pessoas em quem eu possa confiar e que me ajudem a construir um império para nós — Diria com total convicção de seu objetivo. Se lhe fosse perguntado se havia mais integrantes dessa “família”, diria: — Por enquanto, não, mas teremos bastante tempo pra procurar pelos dignos. Isso se você aceitar vir comigo. Que tal? Não me parece uma má ideia para você. — Por fim, mesmo se não fosse perguntado sobre outros integrantes, diria: — E então, aceitas? — Cruzaria os dedos das mãos acima do joelho, inclinando um pouco a cabeça para o lado com um olhar decidido. "Se ele aceitar, estarei um passo mais próximo do meu objetivo" Nicolas almejava formar seu próprio grupo, composto por indivíduos de confiança e que fariam de tudo para proteger a organização. Para isso, precisava conquistar a confiança e a lealdade daqueles que o ajudariam a construir seu império.
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#ffa500 Pensamentos

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptyTer 09 Jul 2019, 17:55


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Os homens agora esperavam o cair da noite, que não demoraria tanto para chegar. Nicolas procurava um lugar para sentar, podendo observar que o prédio abandonado não estava em condições tão ruins assim, parecia até bem organizado e limpo, com alguns sofás espalhados e luminárias para não deixar todos às cegas. Os bandidos ali tinham montado uma base até razoável, indicando que talvez não fossem tão ordinários assim. Nicolas sentou-se em um sofá com três lugares, tomando para si o assento de uma das pontas enquanto Joe tomou o da ponta oposta. — Algum de vocês têm um isqueiro? — Perguntou o gatuno, sendo respondido alguns momentos depois por Joe: — Eu — Joe tinha sacado o isqueiro do bolso, acendendo o cigarro que Nicolas estendia e aproveitando para acender um que tirou dos bolsos também. Ambos estavam a dar uns tragos em seus respectivos fumos, e Nicolas abriu um diálogo. — E então, já que seremos parceiros por enquanto seria bom sabermos de como lutamos. Que acha? — Disse o gatuno de cabelos negros. — Hm? Bem... Por que não... — Retrucou o alvo, esperando que Nicolas tomasse a iniciativa. — Eu uso as mãos, principalmente, mas sei usar qualquer tipo de arma que coloque em minha frente, só não sou bom de pontaria, hahaha! — Joe riu junto de Nicolas, parecia ter ido com a cara do rapaz. — Haha! Bem, eu diria que sou o contrário disso, só sei me virar com minhas pistolas e minha pontaria é meu ponto forte.  — Disse entre uma tragada e outra. — Sei, por suposto que deve ser muito bom. Tu tens cara de muita habilidade! — A bajulação de Nicolas abriu um pequeno sorriso de confiança em Joe. — Não gosto de me gabar, mas me considero acima da média. — Tragou o cigarro ainda sorrindo, expelindo a fumaça para longe. — Que acha de formarmos uma dupla, eu e você, depois desse trabalho? Tem algo que quer? Um objetivo, um sonho? Podemos conquistar muitas coisas unindo nossas habilidades... — Nicolas assumia uma pose muito mais confiante, cruzando as pernas para parecer mais elegante. Joe não deu para trás, sabia que estava em meio a uma “negociação”, e como tal, agiria de acordo. O pistoleiro cruzou as pernas também e se aconchegou no sofá, dando sua resposta com firmeza: — Um objetivo? Um sonho? Eu não diria nada disso, mas quero viver minha vida da melhor forma que puder, com liberdade pra fazer o que eu quero. Sim, esse talvez seja meu “objetivo”. Está me propondo que trabalhemos juntos? — Retrucou, encarando Nicolas. — Estou em busca de minha própria “Famiglia”, entendes? Pessoas em quem eu possa confiar e que me ajudem a construir um império para nós. — Disse Nicolas, nessa hora Joe deu um pequeno riso. — Pessoas de confiança, você diz? Então como me chamou? Não me conhece direito, haha! — O alvo gargalhou pra cima, soltando a fumaça do cigarro junto. — E então, já tens muitos nessa sua “Famiglia”? — Questionou Joe, cerrando os olhos para Nicolas. — Por enquanto, não, mas teremos bastante tempo pra procurar pelos dignos. Isso se você aceitar vir comigo. Que tal? Não me parece uma má ideia para você. E então, aceitas? — Joe virou o olhar, pensando por um momento e respondendo. — Sim, não me parece um acordo ruim... Depois deste trabalho terá sua resposta, até lá usemos essa oportunidade para testar um ao outro. Haha! — Joe acabou por não aceitar por hora o convite de Nicolas, mas não significava que não estivesse inclinado a isso.

A noite chegou e era hora de executarem o plano que os bandidos bolaram. — Está na hora! — Eram por volta das 01:00, a cidade quase toda dormia, exceto pelos bares e casas de show que tratavam de serviços mais noturnos. Os bandidos chamaram Joe e Nicolas para os seguir em direção à rua principal mencionada mais cedo, onde ficava a loja alvo do bando. A rua em si não tinha muito movimento, exceto por algumas pessoas que transitavam em direção aos bares ou hotéis da cidade, afinal era uma rua principal. — Seguinte, garotos, o trabalho principal de vocês começa agora. Não deixem que ninguém se aproxime dessa parte da rua para que não vejam o roubo, podem fazer de tudo pra isso mas não chamem tanta atenção. Ouviram? — Assim os três homens ficaram em frente a porta da loja que estava bem trancada, aguardando a distração de que precisavam.

Naquele momento, a parte da rua em que ficava a loja estaria vazia, mas vinham caminhando um casal bem apaixonado de uma direção da rua e da outra direção vinha um bêbado que voltava do bar no final da rua. Próximo dali tinham duas ruas paralelas uma com a outra que se ligavam à rua principal e serviam como desvio.


Legenda escreveu:
Bandido
#0066FF Joe

Mapa pra Ajudar:
 

Joe (Ele não tem esse tapa-olho):
 

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MensagemAssunto: Re: Em busca da famiglia   Em busca da famiglia EmptyQua 10 Jul 2019, 09:25





Por conveniência, aquele que alegou possuir um isqueiro estava bem ao meu lado, então sequer precisei sair de meu assento e somente estendi o cigarro para que Joe o acendesse. — Gracias! — Proferi, sorrindo para o companheiro. Neste momento, estávamos ambos no mesmo sofá, com um espaço vazio nos separando, então realizei uma pequena girada para melhor conversar com o rapaz de cabelos brancos e iniciei um diálogo. De fato, queria que aquele homem se tornasse meu primeiro companheiro, e os motivos nem eu sabia ao certo, somente que algo nele me dizia que ele seria útil. Decidi então iniciar com uma pergunta básica sobre nossos estilos, perguntando se não havia problemas em ele falar, e como o mesmo afirmou que não havia, eu falei primeiro com uma pequena pitada de humor e uma gargalhada no fim. Joe parecia um cara legal, afinal acompanhou-me na risada e conversava de homem para homem sem esconder seu “jogo”.

Um pouco de bajulação que fiz e ele parecia ter um pouco mais de afinidade para comigo. O rapace também revelou ser um pistoleiro habilidoso, segundo suas próprias palavras, o que me fazia interessar-me ainda mais visto a falta de alguém para me cobrir em tiroteios e minha falta de pontaria. Agora era o “xeque-mate”, perguntei sobre a possibilidade de formarmos uma dupla e por cima questionei a existência de um sonho ou objetivo na vida daquele homem, que respondeu almejar a liberdade acima de tudo. — Liberdade, ein? Hombre, se tudo correr como esperamos, teremos liberdade de sobra, haha! — Ele ironizou o fato de eu estar procurando por pessoas de confiança e ainda sim chamar alguém em quem mal tenho conhecimento. — Mas a chance de provar sua confiança se aproxima, essa é a aposta. — Neste momento abri um pequeno sorriso no canto da boca, antes de dar continuidade para o restante da conversa. Joe ainda perguntou se haviam mais integrantes, e em verdade lhe disse que ainda estava à procura dos dignos. O pistoleiro, infelizmente, não aceitou de cara a proposta que lhe fiz, mas deixou nas entrelinhas que suas chances de aceitar poderiam ser grandes. Isso somente provava que ele não era um homem que mudava de lado fácil, e isso era algo a ser valorizado. — De fato, teremos, hombre.

Tragávamos nossos cigarros quando Pedro anunciou a hora do crime, nisso eram por volta das uma da madrugada. — Finalmente, hombre! — Me ergui do sofá tapeando as roupas e alinhei bem minha blusa social e meu blazer, eram meus xodós e as únicas coisas que tinha desde que cheguei na ilha. Era como eu havia aprendido desde cedo. "Ninguém desconfiará de um homem notavelmente elegante na hora de um roubo!" Então procurava sempre manter a elegância, mas talvez aderisse o estilo mais por gosto do que por utilidade, via beleza naquele modo de me vestir. Agora era a hora do “rush”, então me apressei a seguir os homens que haviam me “contratado” para o serviço, procurando manter-me sempre ao lado de Joe em uma postura e andar requintados. Chegávamos à rua em questão, bem na frente estava a loja que mirávamos, agora todos tinham de cumprir seus papéis para que tudo desse certo. Pedro deu as instruções, cujo ouvi atentamente ao estar de frente para o homem, depois disso os três rapinantes ficavam frente à porta da loja esperando sua deixa.

Quanto a rua, não estava tão movimentada quanto deveria, graças ao horário noturno em que se passava aquela cena. No entanto, ao olhar para as duas direções da via, notei a aproximação de um casal por um lado e um bêbado pelo outro. — Eu cuido do casal e você do bêbado, pode ser? — Perguntaria para Joe, esperando sua resposta antes de agir. Se o rapaz concordasse, iria em direção do casal, e se não concordasse iria em direção ao bêbado dizendo para o pistoleiro: — Tanto faz, hombre! — Não fazia questão de seu alvo, somente tinha em mente executar sua parte no plano para ter sua parte do saque, depois daquilo estaria livre do grupo de bandidos. Daria uma última tragada em meu cigarro antes de atirá-lo ao chão e pisaria com a sola do sapato social, indo em direção ao meu alvo.

Se fosse em direção ao casal, me aproximaria com uma feição amigável e sorridente. — Olá, pombinhos! Vejo que estão bem enamorados, hã?! Não seria bom se estragassem esse momento, não é? Bem, cá entre nós... — Diria, aproximando-se mais do casal para baixar o tom e fazendo um pequeno “abafador” com uma das mãos próximas a boca. — Parece que um grupo de loucos está andando por essas bandas agora, estamos procurando por eles para fazê-los pagar... — Com isso, me afastaria para conversar normalmente outra vez. — Vocês são um casal lindo, ein? Vamos, vamos, não se ponham em risco, a noite ainda é uma criança pra vocês, haha! — Enquanto falaria, observaria a existência de ruas adjacentes àquela via principal que podiam fazer um pequeno desvio. — Vocês podem pegar esse desvio e passarem bem longe se quiserem, ou voltar por onde vieram para casa talvez, que acham? — Completaria sua encenação dotada de lábia. Se o casal comprasse sua falácia e aceitasse ir embora, diria: — Gracias! — Ou se insistisse em passar por aquela rua por qualquer motivo que fosse, tentaria uma última vez convencê-los do contrário. — Tranquilo, amico! — Faria um gesto de “pare” com as duas mãos próximas do homem do casal. — Ouvi dizer que estão em grande número e que têm armas, não vai querer pôr sua parceira em risco, vai? — Recuaria alguns passos para trás enquanto tentava barrar o avanço do casal se necessário, mas pararia após alguns momentos para evitar que prosseguissem ainda mais.

Se fosse atrás do bêbado, me aproximaria amigável e sorridente idem, dizendo: — Opa, mi amico! Vejo que a farra foi boa, ein? Sabes me dizer por onde encontro um bar aberto nesta hora? — Pararia a dois passos de distância do bebum, sorrindo e gesticulando como se bebesse algo no momento que dissesse “bar”. Se ele respondesse de forma positiva, diria: — Gracias, hombre! Ah, por ter me feito esse favor irei retribuir... — Me aproximaria mais enquanto formava um pequeno abafador com a mão para abaixar o tom da conversa. — Parece que tem um grupo de loucos a solta vindo pra essa rua, eles estão armados... — Me afastaria outra vez para a posição anterior, continuando a conversa normalmente. — Bem, se você quiser ir não irei impedi-lo, mas eu não me arriscaria! Se quiser, tem um desvio bem ali! Passar bem, amico! — Apontaria para o tal desvio pelas ruas adjacentes. Obviamente, eu não tinha a menor intenção de deixa-lo passar, mas não o atacaria assim de frente. Se o bêbado insistisse em avançar por aquela rua, no entanto, esperaria que ele virasse de costas para mim. "Eu lhe avisei, amico" Minha expressão agora seria contaminada por uma leve irritação, com rugas crescendo em minha testa e uma feição de raiva. — Tsc. — Posicionaria bem as pernas para ganhar uma impulsão ao girar meu corpo e compeliria um soco mirando a nuca do homem, tendo o punho revestido pela luva de ferro. O golpe certamente não nocautearia o homem de vez, mas dado seu estado alcoolizado talvez surtisse mais efeito que o comum. Não esperaria qualquer momento e não hesitaria um segundo sequer, impiedoso e brutal, me aproximaria com a base ortodoxa de um boxeador nato — cotovelos bem unidos ao corpo e mãos à altura do queixo — e miraria mais três socos revezando as mãos mirando o crânio do homem, atendo-me ao hábito de sempre deixar uma mão próxima ao queixo para me proteger de um eventual ataque, e se esse fosse o caso buscaria recuar para o lado contrário do golpe balançando meu tronco ou dando um salto de distanciamento. Com a sequência de golpes esperava no mínimo conseguir nocautear um homem bêbado, ainda mais dada a região em que mirava, mas se não fosse o caso me manteria na base do boxe aguardando por mais movimentos. Do contrário, e o homem caísse desacordado, buscaria agarrar seus braços e puxá-lo para qualquer beco ou rua escura ali, deixando-o ali mesmo e virando-o para esconder o sangue (caso houvesse) e assim retornaria aos seus afazeres. — Bons sonhos, amico. — Diria por fim, dando uma cusparada no chão para tirar o gosto amargo da boca.

Se o bêbado ou o casal aceitassem fazer o desvio ou mudar seu caminho, ou conseguisse dar cabo da situação, observaria eles se afastarem enquanto viraria lentamente para ir em direção a porta da loja, não ficando exatamente em frente a ela mas próxima o suficiente para ouvir caso Pedro tivesse algo a pedir do interior do estabelecimento.



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